Archive for the ‘Ciência’ Category

Porque as Mulheres estao Ausentes dentre os Autodidatas em Ciencias? A Matrix Explica

terça-feira, agosto 2nd, 2016

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Claro, esta minha opiniao acarretaria o odio de alguma mulher contra mim se lesse isto aqui. Mas elas nao vem aqui neste blog e apesar de ter mes do meu website alcancar 400 mil hits, ou 30.000 visitantes, 99% vem de homens, porque so’ falo de naturalismo, o que tambem envolve muitas ciencias. Mas sempre fui assim. Quando eu e mais 30 supervisores eramos chefes de milhares de funcionarios numa estatal, os outros supervisores tratavam as mulheres – as mais bonitas – com privilegios e fala muito mansa, tescendo elogios, enquanto eu… nao. Diziam que eu nao era humano e sim, frio como uma maquina. Como resultado, num dia numa reuniao, alguns supervisores comecaram a brincar perante um mural com a lista dos nomes das funcionarias e iam dizendo; “Esta eu ja comi, boa pra caralho, esta tambem…”, alguns apontaram 16, ou 20 nomes, e eu… nenhuma. Trouxa? Burro?… Muitas eram maes solteiras, outras ambiciosas, desesperadas por uma promocao, a qual era dada pelos supervisores, entao se submetiam `as cantadas. Eu achava que, desde que recebiam os mesmos salarios nas mesmas funcoes que os homens, tinham que produzirem como os homens, e promocao era resultado de uma selecao pragmatica. Entao elas me viam como o terror das mulheres quando eu chegava nos locais de trabalho porque eu exigia o reparo das diferencas e muitas vezes tinha que mandar mais mulheres que homens para retreinamento. Por outro lado, os homens observavam isto e muitos sorriam de soslaio, me aprovando. Porem a maioria daquelas que me odiaram, que foram exigidas e retreinadas, foram promovidas e por mim, porque se tornaram melhores que a maioria dos homens no trabalho. Tenho a consciencia tranquila, porque creio que as ajudei a se auto-evoluirem. Tenho certeza que se sairam melhor na vida do que aquelas que foram promovidas sem estarem preparadas.

Agora me deparo com um video tratando disso. O famoso Neil Tyson, da serie Cosmos, responde a uma pergunta sobre a mulher na Ciencia. Claro, sua vida finsnceira depende da sua audeincia televisivel e da sua venda de livros, portanto , como ele nao quer ser ao estoico como fui, ele nao vai apontar todos os lados da questao que ofenda seu publico feminino  e negro. Mas eu reagi na secao de comentarios do video, cujo comentario copiei abaixo e ali melhor explico porque penso desta forma.

E meu comentario postado:

Louis Charles Morelli  – Aug (08), 02/2016

Porque 99% dos comentaristas de artigos cientificos sao homens? Onde estao as mulheres? Contra numeros e fatos nao existem argumentos.
Note que 90% destes 99% nao sao cientistas, entao porque estao ali? Eles sao homens brancos e asiaticos, o que mostra que nao e’ apenas cor da pele ou genero sexual que o sistema reprime e sim, a condicao financeira. Se pudessem, estes 99% teriam sido cientistas. O fato de que leem e tentam participar nas ciencias demonstra que sao autodidatas em ciencias porque gostam de ciencias. E quem gosta de ciencias tem que sacrificar muito dos seus instintos naturais animais, os quais sao avessos as ciencias.
Isto responde a pergunta de onde estao as mulheres? Em parte sim, as mulheres sao mais voltadas para o proprio umbigo do que para coisas que estao alem dos seus horizontes imediatos, como sao os assuntos das ciencias – invisiveis micro e macrocosmos. Temos que tentar muda-las para o bem delas mesmas. O que explica a ausencia de mulheres nas ciencias – como cientista ou autodidata – e’ sua heranca natural, diferente da do homem. Mas isto se explica apenas sob a luz da formula universal natural para todos os sistemas naturais, como sao sistemas, os corpos e cerebros humanos.
Nesta formula, o elemento masculino e’ a forca de expansao que tenta abrir-se como sistema para o mundo externo, enquanto o elemento feminino e’ a forca da contracao que tenta colapsar e fechar-se como sistema ao mundo externo. Uma mansao, filhos a volta, um marido para seguranca e provedor, e o resto do mundo que nao exista, esta a felicidade feminina suprema. Bem expressada na lenda do paraiso onde Eva tenta fechar o sistema paradisiaco ate para Deus ouvindo a serpente cuja forma – oroboros engulindo a propria cauda – representa a forma de sistema fechado.
O feminismo humano tem que mudar sua natureza se nao quizer repetir e cair novamente como Eva caiu – metaforicamente falando.  Assim como o masculino humano tem que refrear seu instinto de expansao aventuresca para alem do seu lar de apoio, pois este ‘e o outro lado negativo da mesma moeda. Nao tem ninguem reprimindo mulheres e negros dos debates cientificos na Internet, onde estao entao?
Porque isso nao da resultado pratico imediato e nem traz o dinheiro para cosmeticos e mansoes? Nao sera por isso a diferenca atual entre tamanhos de cerebros masculinos e femininos ( e seu consequente nivel de evolucao/conhecimento?).
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 minha resposta a este post de uma mulher:
Eu vi este mesmo video com alguns minutos a mais na gravação do inicio. Ele mostra o cientista que fez a seguinte pergunta: – O que acontece com a ciência e as mulheres? Ele fez isso em tom de ironia. Este vídeo começa alguns minutos depois e é o mediador que faz a pergunta. Ele claramente deu a entender que a ciência não é para mulheres. Foi por isso que o senhor negro resondeu dessa forma. Ele quis dizer que antes de dizerem que as mulheres são incapazes de fazer ciência teria que dar as mesmas oportunidades sociais, económicas y psicológicas a elas, fazendo um paralelo com a própria situação dele como negro e como as coisas se tornam difíceis, muito dificeis quando se é mulher ou negro. Ele se levantou em defesa das mulheres porque ele já sentiu na pele os obstáculos postos aos negros e mulheres por pessoas que pensam como o cientista arrogante que fez a pergunta. Espetacular resposta!
Louis Charles Morelli  – Aug (08), 02/2016
Entao porque 99% dos comentaristas em artigos de Ciencia na Internet sao homens? Nao existe ninguem reprimindo raca ou genero sexual nestes debates. E estes 99% de comentaristas sao na maioria, homens brancos ou asiaticos, os quais nao sao cientistas porque suas situacoes fnanceiras nao o permitiram. Tyson deve ter nascido numa familia em melhores condicoes finaceiras do que eles. Mas cade as muheres ricas e pobres na leitura e debate dos artigos “chatos”, ” sacrificantes, de Ciencias? Quando o artigo e’ sobre moda, celebridades, sexo, cosmeticos, elas dominam nos comentarios.

Ciência e Sociedade no Brasil

domingo, fevereiro 8th, 2015

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Ler este PDF:

http://cbpfindex.cbpf.br/publication_pdfs/cs01014.2014_12_19_11_38_40.pdf

Em Medicina, Como o Capitalismo está Bloqueando o Avanço da Ciência. Êrros Contra Matrix/DNA Objetivos

domingo, novembro 25th, 2012

How Drug Company Money Is Undermining Science

Scientific American

Ciência é o nome de uma atividade humana buscando sua liberdade contra a ignorancia existencial, contra a ditadura do mundo externo,  uma busca de conhecimento mais profundo da Natureza, para aprender novos mecanismos e processos que possam serem transformados em tecnologia e assim melhorar as condições da vida humana. Esta é a meta da Ciência, segundo os ideais do inteiro corpo da Humanidade, os quais renasceram com o Iluminismo contra as idéias religiosas que mantinham os humanos passivos aceitando todas as torturas do mundo externo (como a lepra, a febre amarela, a falta de prévio aviso sôbre catastrofes ambientais, etc.)  Mas dentro da Humanidade existe o demonio tambem, ou seja: os interesses de um individuo ou grupos de individuos são maiores para eles do que os interesses da Humanidade como um todo, o que muitas v6ezes prejudica esta Humanidade. Por isso muitas áreas da Ciencia tem sido desviada dos ideais dos fundadores, o que prejudica a Matrix/DNA Theory, a qual tenta ser a busca e a pratica da Ciência Pura, e procura continuar estimulando a “Ciencia como busca de conhecimento pela Humanidade”. Vem a calhar então o artigo mensionado abaixo:

http://www.scientificamerican.com/article.cfm?id=how-drug-company-money-undermining-science

By Charles Seife – November 21, 2012

“Yet at the same time, Campbell argues, some of these liaisons co-opt scientists into helping sell pharmaceuticals rather than generating new knowledge.”

Vale a pena ler, como eu voltarei ao artigo para ler inteiro se tiver tempo.

Método Cientifico? Teria surgido pela fé na existência de um Deus racional?

segunda-feira, agosto 13th, 2012
Tema inspirado no post abaixo:
https://news.ycombinator.com/item?id=4375646
jorangreef 6 hours ago | link

Regarding: “As Galileo was prosecuted for supporting Copernicus’ heliocentric theory (more specifically for championing reason over faith)”

Nothing could be further from the truth. The first proponents of the scientific method saw the process of describing the known universe as possible only because of their faith in a rational Creator, their definition of the word “faith” meaning “conviction backed by reason” (Hebrews 11). Their hypothesis was that the creation of such a rational Creator would necessarily be ordered, not chaotic as the pagans of the day believed, and that it would be possible to seek to describe the creation in terms of scientific laws and principles. By faith they understood that what is seen was not made out of what was visible. This was the basis for the birth of the scientific method.

In the days of Galileo, the Church as you refer to, was nothing more than a political militant state, opposed to the theology of the early Christians of the 1st century, and opposed to the Scriptures which exposed its hegemony. Indeed the Church would have mothers and fathers burnt at the stake for teaching children the ten commandments and the Lord’s prayer. People like William Tyndale, and many other brilliant Oxford and Cambridge scholars were hounded and martyred by the Church for translating the Bible into English and circulating and discussing it in the 1500s.

While the Church may have opposed heliocentrism, Galileo defended heliocentrism, and understood correctly that it was not contrary to the Scriptures.

For people like Galileo and Kepler, faith and reason were the same thing. By definition, it’s impossible to have faith that is not based on reason, nor is it possible to hold reason without faith. To do so is historical revisionism. If you have a bone to pick with faith, then the best place to start is with the life and death and resurrection of Christ in history. Did it happen? How soon after the events were the eye witness accounts recorded? At what cost? Independent? Do we read them as they were written? This is a matter of historicity: did it happen? Not of philosophical possibility (naturalism), or statistical possibility (frequentism).

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Meu comentário:

Isto serve de alerta para nós que nos acreditamos “racionais”. Talvez nossa crença de que nossa inteligencia é um puro e legitimo produto evolucionario da longa cadeia de causas e efeitos da História natural Universal, portanto a mais genuina base para nos agarrar e ter vida melhor sintonizada com a natureza – esteja errada, porque não existiria uma longa cadeia de causas e efeitos sem interferencia do acaso mudando o destino do que vem rolando nessa cadeia. É um tema dificeil de esquematizar e tirar alguma conclusão inteligivel, mas acho que na matrix theorua existe uma boa solução. A história seria dividida entre fases de caos ( influencia dos acasos)  e fases de ordem ( controle de um elemento racional), porem todo caos é produzido pela entropia e fragmentação de um anteiror estado de ordem. Mas os bits-informação do estado de ordem existem no meio do caos e são eles que levantam a ordem, porem reproduzindo a forma ordenada anterior, o que imploca que houve design, e não acaso. Mas enquanto se desenvolve o design, o caos pode muta-lo. E então? talvez a mutação seja selecionada ou descartada por um sistema invisivel hierarquicamente superior, dcentro do qual o caos esteja ocorrendo.   Acho que nosso cérebro ainda não tem a estrutura necessaria para resolver esta questão, portanto, devemos manter nossa racionalidade sob suspeita. E o que tem isso a ver com o método cientifico? Deve ficar tambem sob suspeita: Não será ele igualmente um selecionador de dados? Nos condizindo a uma cosmovisão errada com uma ilusória temporaria onda de sucessos?

Vídeo: Sinfonia da Ciência “Nós Estamos Todos Conectados”

quinta-feira, dezembro 29th, 2011

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inesquecível, para quem gosta de conhecer a Natureza:

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Método Cientifico: Sôbre a Integridade Ética da Pesquisa – FAPESP

sexta-feira, setembro 30th, 2011

Boas práticas científicas

FAPESP lança código para garantir a integridade ética da pesquisa
http://revistapesquisa.fapesp.br/?art=71731&bd=2&pg=1&lg=

Observar que no artigo há um link para:
“Sobre a integridade ética da pesquisa”, de Luiz Henrique Lopes dos Santos

Deus Cria a Nível Quântico? Veja Quem Não Provou Que Não. (atualização 2)

domingo, setembro 4th, 2011

A FORBES publica artigo sob o título:

Why Anti-Science Ideology is Bad for America

( http://www.forbes.com/sites/petergleick/2011/08/31/why-anti-science-ideology-is-bad-for-america/ )

8/31/2011 @ 5:33PM

Peter Gleick, Contributor

Antes de ler o artigo, todo fílósofo já se pergunta: ” E o que fêz a Ciência de ofensivo às pessoas que se tornaram anti-cientificas?”

Creio em pelo menos duas respostas:
1) Conservadores que estavam bem acomodados materialmente e desejavam manter o status quo eternamente tiveram suas comodidades mudadas por produtos da Ciência;
2) A Cíência foi indevidamente utilizada por ideologistas, religiosos, politicos, ou economicos predadores, para ofender crenças, ideologias, religiões e/ou economias – fazendo com que as vítimas, ao invés de entenderem a mentira, se tornaram anti-científicas.

As Teorias da Evolução, do Big Bang, da Abiogênese, pela forma como foram textualizadas e introduzidas nos curriculuns escolares e na mídia em geral é um exemplo do segundo caso. Profossopnais da educação e da mídia sempre se esquecem quando estão informando sôbre uma teoria, que se trata de “teoria” e não evitam impregnar o texto com sua crença ou descrença particular. Concordo que se acumula o conhecimento de fatos que se tornam evidências sugerindo que muitos dogmas religiosos estariam errados, mas isto não sustenta uma afirmação cientifica de que, por exemplo, não existiria um Designer por trás da criação do mundo e da Vida. Nós não podemos provar que não existam dimensões ou ordens de fenômenos ainda desconhecidas para nós. Veja-se por exemplo a revolução causada em nosso conhecimento e nos modêlos teóricos cientificos (como o modêlo do átomo), que foram mudados com a descoberta da ordem de fenômenos na dimensão quântica. E o que haverá nas “dark matter” e “dark energy”? E o que mais de inimaginável hoje, virá no futuro? É possível que Deus tenha criado o mundo e a vida através de programações no nivel quantico. Ninguem provou que não, ninguem chegou ao vácuo absoluto e retornou de lá vindo até aqui e explicando detalhadamente como êste mundo surgiu dali e se desenvolveu. Atualmente se suspeita que tudo tem inicio através de flutuações de ondas que surgem do vácuo, mas se isto for real, estas ondas podem ser a forma de informações vindas de universos, mundos, ou inteligências, totalmente inimagináveis ainda.

Mas os textos escolares transmitem, transpiram, uma cultura sugestiva anti-criacionista e isto gera muitos descontentes equivocados contra a Ciência. Equivocados porque a Ciência pura não pode ser confundida com as teorias dela geradas, e não ofende crenças espiritualistas; quem o faz são humanos imbuídos de ideologias que traduzem os fatos científicos para textos destinados aos leigos na profissão científica. E agora, no artigo da Forbes, não é a Ciência que está reclamando e sim, novamente, humanos e suas inevitáveis ideologias. O autor denuncia, com razão, as posturas negativas de muitos em relação aos fatos cientificos relacionados á mudança climática e à atual constância das catástrofes naturais, mas nota-se que êle não sugere novas estratégias cientificas para testar os atuais dados e obter mais dados cientificos. Sua ideologia construída pela moderna academia dominante no empreendimento científico dirige seus pensamentos e métodos.

Teorias são resultantes de exercicios filosóficos (seja pelo método da lógica formal ou pelo método abstracionista da matemática) de conexão dos fatos conhecidos e comprovados. Mas os atuais fatos realmente comprovados podem ser embaralhados e re-organizados de várias maneiras, cada qual resultando numa figura final que sugere um tipo de interpretação e visão do mundo, e sua inevitável consequente ideologia. Por exemplo, quando cheguei à conclusão que nenhuma das teorias existentes, cientificas e religiosas, me satisfaziam como explicações para as existências, pensei que se fizesse êste exercicio de organização dos fatos num ambiente de natureza virgem, bruta e selvagem como a selva amazonica, ao invés de fazê-lo como sempre foi feito, no conforto das áreas urbanas mas artificiais, poder-se-ia obter um resultado final mais próximo da verdade natural. O resultado foi a Teoria da Matrix/DNA, a qual se baseia estritamente nos fatos comprovados porem o quadro final não apenas deixa uma porta válida aberta para as cosmovisões religiosas, mas sugere que tudo nêste Universo material possa ser produto de um prévio desenho genético ou computacional que opera a nível quantico. Mas – e isto é o mais importante – apesar de ser impossivel evitar uma nova ideologia que esta nova visão produz – e tendo em conta na lembrança a desastrosa utilização das teorias cientificas para desacreditar e atrair inimigos contra elas próprias – nunca deixamos de mencionar que se trata de uma teoria e portanto inevitavel que seja transformada. Os fatos comprovados devem ser sempre re-afirmados, mas a partir dêles, quando começa o reino das interpretações e da impregnação dos valores humanos sôbre os fatos, nada mais se afirma.

Dilma,China e a Denuncia de um Pacto Macabro

terça-feira, abril 12th, 2011

http://br.noticias.yahoo.com/dilma-quer-diversificar-com%C3%A9rcio-china-20110412-045901-027.html

Mais uma vez…tudo errado! A cegueira cientifico-intelectual da diplomacia brasileira revela o caráter retrógrado do consciente coletivo brasileiro. Querem “chinalizar” o Brazil? Bilhões de seres humanos arrolados como robots para dentro de fábricas com trabalho escravo a míseros cents por hora, formando uma massa sem destino, sem sentido existencial, manietada por uma ditadura desumana. Muito diferente da agenda do “Tea Party”que cresce e se manifesta nos USA defendendo a liberdade individual e portas abertas à sua íntima evolução. Os investimentos chineses estão centrados nas áreas de petróleo, tecnologia agrícola e produção de soja. Matéria-prima. Energia para mover a mecãnica perpétua da máquina chinesa e alimento para manter as massas. E assim o povo brasileiro, ao invés de ser lançado à sua evolução na Ciência e tecnologia de ponta, é carreado como rebanho para as minas subterrãneas e a roça!

 Temos que fazer e vender aviões, computadores, fibras óticas, raio lasers! E não sangrar nosso solo vampirizando seus recursos naturais para sustentar aberrações externas que são um prejuízo para a evolução da Humanidade.
O Brazil ficou muito tempo sem emprêgo porque todo o trabalho do mundo está sendo feito na China em fábricas montadas por capitalistas internacionais para explorar a mão-de obra gratuíta.

Fui trabalhar no descarregamento de containers nos Estados Unidos e o que ví? Tudo vem da China. Do Brazil apenas algumas malhas de Santa Catarina e ossos para cachorros do Rio Grande. Desta forma a China é um cancer na classe trabalhadora mundial. Agora temos emprêgo na construção porque estamos vendendo os nossos recursos naturais em troca de moradia. Bolsa familia, alimento barato e casa própria será a explosão da população brasileira, enquanto o total descaso com a educação científica e intelectual vão completar a constituição de uma massa amôrfa, quase-eterna.

A única coisa que presta nêstes acôrdos é a sociedade na tecnologia espacial. O Partido dos Trabalhadores precisa mudar suas raízes intelectuais de sonho de uma elite nababa e carnavalesca mantendo um povo feliz com novelas e futebol enquanto não veêm a luz do sol dentro das fábricas. Isso não tem futuro porque está contra as leis naturais: a Natureza sempre tem evoluído do mais simples para o mais complexo e quem não entra no seu ritmo é destruído pela avalancha das transformações.

Menos política e mais educação cientifica, pois a Ciência é que tem proporcionado poder e riqueza aos povos de certas nações. Claro que devemos manter boas e construtivas relações com o povo chinês buscando a convivência solidária e evolução dos dois povos, mas devemos sempre manter um pé atrás e criticar o regime que se impõem como uma ditadura contra as liberdades democráticas. E a classe trabalhadora brasileira tem que entender quem no mundo avilta o valor de seu trabalho devido estar psicológicamente anestesiado e anulado para a vida e o progresso. Trocar nossa energia e os nutrientes de nosso solo pelos computadores e bugigangas da China é burrice pela qual nossas futuras gerações irão pagar muito caro.

Kevin Dunbar: O cientista que estuda cientistas

sexta-feira, setembro 10th, 2010

Na defesa da Teoria da Matriz  precisamos aumentar nossa munição e o artigo abaixo vem a calhar.

Publicado em: http://criacionista.blogspot.com/ 

[Meus comentários seguem entre colchetes – MB]
O professor de psicologia  queria entender como pesquisadores chegam a conclusões científicas. Passou um ano nos laboratórios da Universidade Stanford, nos EUA. O que ele descobriu? Que cientistas adoram formular teses – mas odeiam quando elas fracassam. E que a ciência ignora descobertas acidentais capazes de revolucionar nosso conhecimento.

Cientistas iniciam pesquisas com uma tese e depois fazem testes para comprová-la. Qual o problema disso?

O problema é que os cientistas definem um objetivo, e esse objetivo bloqueia a consideração de outras hipóteses [tenho visto exatamente esse tipo de coisa, ao longo dos anos, no que diz respeito à discussão sobre as origens; darwinistas naturalistas se recusam considerar premissas de outra cosmovisão, simplesmente por não ser naturalista ou ter sabor “religioso”]. Pelo menos 50% dos dados encontrados em pesquisas são inconsistentes com a tese inicial. Uma proteína que “não deveria” estar lá, por exemplo [ou a evidência de design inteligente que não pode ser considerada, para acrescentar outro exemplo]. Quando isso acontece, os cientistas refazem o experimento mudando detalhes, como a temperatura, esperando que o dado estranho desapareça. Só uma minoria investiga os resultados inesperados [outro exemplo: em lugar de admitir que o clássico experimento de Urey-Miller não explica a origem abiótica da vida, darwinistas preferem sustentar a teoria e buscar outras explicações para o improvável; preferem, assim, salvar a teoria dos fatos].

Por quê?

Se você está comprometido com uma teoria, a tendência é ignorar fatos inconsistentes com ela [perfeito! O comprometimento com o naturalismo impede que muitos cientistas vejam as coisas de outra maneira – claro que isso também acomete cientistas teístas]. Pode ser que você nem repare em um dado inesperado. A explicação para isso está no cérebro. Há informações demais à nossa volta, e o cérebro precisa filtrá-las [e como o cérebro filtra essas informações? Aí entra o elemento subjetivo da cosmovisão que faz com que cientistas naturalistas e teístas interpretem o mesmo objeto de estudo de maneiras totalmente diferentes]. Dados “estranhos” nem serão memorizados [dados estranhos como o fato de o crânio do neandertal ser maior que o do homem moderno; como o fato de não existirem os milhares (milhões?) de elos transicionais esperados na coluna geológica; como a constatação de que informação complexa e específica necessária para a evolução darwiniana simplesmente não surge; e assim por diante]. Essa é uma das funções de uma região cerebral chamada córtex pré-frontal dorsolateral: suprimir informações indesejadas [leia também “Dissonância cognitiva”].

Mas como saber qual dado estranho merece atenção e qual não merece?

O bom cientista sabe que tipo de dados seguir. Ele dirá: “Hum, isso é interessante, vamos por aqui.” Outros cientistas não mudarão de rumo. Experimentos custam tempo e dinheiro, e eles não vão se arriscar em nome de algo que não conhecem [mas, se ciência é a busca da verdade e a verdade é ampla, os esforços para encontrá-la também deveriam sem amplos e considerar todas as hipóteses razoáveis]. Em geral, cientistas precisam decidir entre fazer os experimentos de baixo risco, que garantem emprego e publicações, e os de alto risco, que provavelmente não vão funcionar, mas podem render descobertas relevantes [além disso, ir contra o status quo atual da ciência é arriscar a carreira e a verba para pesquisas; por isso mesmo muitos cientistas preferem continuar pesquisando apenas dentro de certo paradigma].

Então o processo científico é parte do problema?

Sim, ele faz os cientistas se preocupar só em publicar. Assim, 90% dos cientistas apenas mudam uma variável de um velho experimento e o publicam de novo. Alteram detalhes, sem fazer descobertas que realmente contribuam para o conhecimento.

Como fomentar descobertas acidentais?

Com diálogo [como, se cientistas que só pensam em publicar (como Richard Dawkins) se recusam a dialogar com teóricos e pesquisadores criacionistas e do design inteligente? Como, se jornalistas como Marcelo Leite, da Folha, dizem que para os criacionistas não dão espaço?]. Na ciência, o raciocínio é feito em conjunto. É nas conversas que o raciocínio espontâneo ocorre. E isso pode ajudar o cientista a mudar de ideia sobre um resultado. Por isso a diversidade do grupo de cientistas é crucial [como, se cientistas criacionistas, se manifestam sua posição, nem sempre conseguem emprego?]. É importante ter gente na equipe que tenha vindo de faculdades diferentes, por exemplo [e que tenham cosmovisão diferente, também]. Também é bom ter homens e mulheres no grupo.

Que descoberta o mundo teria perdido não fosse o fracasso de uma tese?

O Viagra. Ele foi inicialmente desenvolvido para problemas do coração. No fim dos testes, a condição cardíaca dos voluntários não melhorou, mas eles não quiseram devolver a droga. Por quê? Os cientistas prestaram atenção no resultado inesperado – e hoje o Viagra é usado globalmente para combater a impotência sexual. Os cientistas, que achavam que o experimento havia falhado, fizeram uma importante descoberta acidental.

(Superinteressante)

Nota 1: O autor do artigo tem um blog e escreveu alguns comentários adicionais muito interessantes sob o título “A ciência é (quase) cega – e nós também”. Ele diz, por exemplo: “Desde que falei com Dunbar, fico com o pé atrás quando alguém me fala de algo ‘cientificamente provado’.” Uma leitora, que aparentemente é médica, comentou: “É… mudarmos a linha de raciocínio já tão bem costurada não é fácil messssmo! (Des)construir é para poucos… Sabe, Dudu, ando vivendo na pele a dificuldade que é ‘conversar’ com colegas (médicos principalmente) sobre o que anda acontecendo e mudando na ‘ciência’… rejeitam de cara e torcem o nariz!!! Mesmo o que já foi ‘cientificamente comprovado’, rsrs.” (Colaboração: Matheus Cardoso)

Qual deve vir primeiro: uma visão do mundo ou a ciência?

segunda-feira, fevereiro 8th, 2010

Na controvérsia entre crentes e ateus – ou mais exatamente, entre evolucionistas ateus e evolucionistas criacionistas do Intelligent Designer – os ateus estão afirmando que primeiro se deve fazer Ciência e só depois então, baseando-se nos fatos estabelecidos cientificamente, se pode extrair uma correta ou mais efetiva visão do mundo. Acho que as religiões fazem justamente o contrário, ou seja, primeiro um livro contendo a “sagrada escritura” expõe a visão do mundo e depois interpreta os fatos segundo essa visão. Se estou certo no tocante à atitude dos religiosos, pergunto: “E você? O que pensa? O que deve vir primeiro?

Lembrando que sou agnóstico deísta naturalista (se quiser pergunte que explico), antes de expor minha opinião gostaria de lembrar uma história que escrevo no meu livro a qual servirá aqui como uma boa analogia.

Os homens fizeram uma màquina tentando imitar o cérebro e chamaram-na de “computador”. Dotaram esta máquina de sensores próprios, como os visores telescópicos imitando os olhos, sensores termoelétricos para tatearem e sentirem temperaturas, densidades, imitando os dedos, auditores imitando a audição, etc.. Em seguida puseram êsse robot dotado de cérebro e tentáculos numa nave e inseriram instruções na máquina para navegar no espaço e coletar informações. Ou então enfiaram estes sensores no micro mundo dos átomos e proteínas e células para as informações saírem como gráficos ou imagens nas telas dos computadores. Pois bem. O cérebro elétro-mecânico invadiu assim o macro e o microcosmos, obedecendo as instruções do cérebro humano. Captou informações e as trouxe entregando-as de bandeja ao cérebro humano que as absorveu, analizou e em cima destas informações reprogramou a máquina e a enviou de volta. Tal procedimento foi feito um sem fim de vezes e continua sendo feito. Hoje em dia, eu penso que grande parte da nossa incrivel evolução cientifica nos ultimos 50 anos está baseada nestas informações invisiveis a olho nu, impossiveis de serem detetadas pelo complex sensorial humano. O que nos informa o mecanismo do ciclo de Krebs ou da fotossintese dentro de uma mitocondria, senão aparelhos que servem como extensões do nosso complexo sensorial? Como sabemos que tem um planeta opaco orbitando uma estrela em outra galáxia?

Foi uma espetacular vitória humana desde que Galileu desenvolveu a lente da luneta e viu coisas no céu a séculos atrás que ainda hoje, qualquer ser humano, a olho nu, olhando para o céu, jamais iria saber que tais coisas existem. Mas… (e sempre existe um mas…) talvez este recurso de pesquisa tenha um catastrófico efeito colateral. Pois pense no seguinte…

Na primeira operação o cérebro humano era o informado, enquanto o cérebro eletro-mecânico, totalmente estúpido, ignorante. Portanto o cérebro humano dominava a situação e prova disso é que ele forneceu informações suas, genuinamente humanas, captadas com os cinco sentidos do complexo sensorial humano. Como um escravo dócil o cérebro eletro-mecânico partiu para a colheita empregando seus tentáculos. Trouxe umas tantas novas informações jamais imaginadas pelo cérebro humano, o qual as absorveu admirado. E assim, admirado, instruído por essas novas informações,  ele direcionou o cérebro eletro-mecânico a novos lugares especificos visando melhor entender aquelas informações e captar mais informações relacionadas às primeiras. Lá se foi de novo o cérebro-eletromecânico para regiões longinquas, às quais o homem não pode ir, estendeu seus tentáculos com sensores, e retornou para passar informação ao cérebro-humano. Como quem diz:  eis aí a base para que me reprogrames,… enquanto, sem você notar, eu já o reprogramei. Como?!

Imagine que mum planeta gigantesco maior que Jupiter exista vida, e seres quase iguais aos humanos, e a nave minuscula, menor que uma môsca para os jupiterianos, se aproxime perto de um casal se namorando deitados na relva. O barulho dos beijos, o borbulhar e troca de salivas vai ser captado pelos sensores do computador como ruídos de ondas de maremotos, erupções vulcânicas, etc. E assim por diante, tudo o que for gravado e micro-observado ao nível de um micro-organismo será errôneamente interpretado aqui na Terra. Um planeta romantico, florido, passa a ser para nós um mundo de ambiente caótico, inóspito para a vida.

Os sensores de um cérebro eletro-mecânico faz com que ele esteja sob os mesmos efeitos que qualquer observador relativista. Cada tipo de observadores,  diferentes em termos de espaço-tempo, vai captar apenas dados relativos à sua dimensão espaço-temporal, seus sensores selecionam alguns dados e descriminam outros, ignorando-os. Uma formiga passeando na minha mesa agora olha para a frente e vê a letra “l” na tela do meu monitor, enquanto eu olhando para a frente, para o mesmo lugar que ela, estou vendo um monitor, um longo texto, centenas ou milhares de letras outras que o “l”.

Retorno à pergunta acima: “Estariam corretos os cientificistas fundamentalistas  quando afirmam que primeiro aplique-se a Ciência e só depois então formule sua visão de  mundo?”

Sou ferrenho defensor do método cientifico, adoro a Ciência, mas recuso-me a aceitar essa crença dos materialistas. Por exemplo, reunindo todos os poucos dados reais que temos hoje que fundamentam a Teoria do Big Bang, e rearrajando-os, conectando-os de outra maneira, se nos delineia um quadro totalmente diferente dêsse que a teoria elaborou e está sendo ensinada nos bancos escolares como processo pelo qual se deu as origens e primeiras expansões do Universo. Se eu pudesse por uma nave minuscula dentro de um óvulo não-fecundado, fazê-la estacionar no centro do óvulo, e ficar filmando a chegada do espermatozóide, o momento que rompe seu imvólucro espermático e libera os genes masculinos, e como eles se alinham com seus respectivos parceiros femininos, acho que a nave ia informar: “Atenção, uma coisa estranha está adentrando o espaço, parece uma nave extra-terrestre, quero dizer, extra-ovular, a nave está pousando, a nave parece que vai abrir uma port… buuummmm… ei, a nave explodiu, e que big bang!, e estão descendo os passageiros ( mas que raios de engenheiros burros são estes que para desembarcarem, ao invés de fazerem portas é preciso explodir a nave?!) e, ei, os passageiros são da mesma espécie dos bichinhos que estavam aqui antes nadando, e agora estão todos se reunindo em pares e ao som do movimento de tudo estão começando uma espécie de ritual de dança e acasalamento cósmico coletivo…

Os mesmos dados… o mesmo mundo…, podem produzir em uns uma visão do ponto de vista da Física, de um mundo ao acaso mas mecânicamente auto-selecionado , frio, sem propósito, e noutros, um mundo biologico, poético, sugerindo que o Universo é uma produção genética. Eu acho que aqueles que aceitam piamente um livro que pintaram de sagrado e inspirado pelo divino como base para sua visão de mundo, essa coisa tão fundamental que determina nosso jeito de ser e comportar-se e nos guia a um destino contrário ao que nos guiaria nossa razão livre, são loucos; mas não menos loucos são aqueles que acham que já temos dados suficientes e os dados certos para construir-mos nossa visão do mundo. Eu continuarei sem ter uma visão do mundo para ter minha mente mais livre para observar os seres vivos daqui, calcular qual e como deve ser o mundo ideal para eles, pois certamente não é êste como está, e fazer, obrigar, o mundo a se tornar igual à visão que quero que êle me pareça. Ter visões antecipadas, brigar por elas, tem causado divisão e até guerras entre os seres humanos e isto nos prejudica a todos.

Abraços e até outro dia… mas lembre-se: não deixe o cérebro eletro-mecânico mecanizar o seu cérebro biologico ( quem conhece a Teoria da Matriz/DNA sabe que o mecanicismo está encriptado em nossa genética  como herança de LUCA e a reprodução de LUCA tenta nos robotizar) , mas sim, permaneça atento no sentido de manter o cérebro eletro-mecânico dominado pelo seu cérebro.