Archive for the ‘Matemática e a Matriz’ Category

Teoria dos Modelos

sábado, outubro 7th, 2017

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Model Theory

https://plato.stanford.edu/entries/model-theory/

`A primeira vista, aconteceu com o conceito de “modelo” o mesmo que aconteceu com o conceito de sistemas. De repente deixaram o objeto real, o fato, para um lado e se entregaram a exercitar as abstracoes mentais sobe o fato ( Already by the late 17th century the word “model” could mean an object that shows the form, not of real-world objects, but of mathematical constructs. Leibniz boasted that he didn’t need models in order to do mathematics.)

Pode se ver isto nesta encyclopedia definindo teoria dos modelos. Ela inicia falando do que ‘e a teoria em matematica e so’ mais tarde retorna ao que realmente e’ modelo de fato.

Ler com mais tempo isto para conhecer a historia da evolucao do pensamento a respeito deste assunto:

 

Matemática: Porque não é a logica da Natureza

sexta-feira, outubro 6th, 2017

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Muitos acadêmicos estão me cobrando a matemática que apliquei para desenvolver a Matrix/DNA Theory, alegando que sem matemática não tem valor cientifico. muitos não-acadêmicos mas intelectuais curiosos por Natureza ficam de olhos arregalados me perguntando de onde tirei estas ideias. ” Nunca houve origens da vida neste Universo”, ou ” não existe código genético”, ou na galaxia tem astros executando funções de machos e de fêmeas”, ou ” uma onda de luz contem o código da vida”, etc., realmente são frases nunca proferidas por outro ser humano. E nas explicações do porque destas frases, os ouvintes ficam boiando. E eu não tenho palavras para responder a resposta pois é algo relacionado ao funcionamento da psique que ainda não entendemos. Apenas sei dizer que os sete anos na selva me fez uma lavagem cerebral da cultura da civilização humana e neste estado regredido de mente vazia a selva com sua natureza bruta tratou de preenche-la. Eu não usei matemática, apenas me deitava na terra e ficava com os ouvidos colados nela tentando ouvi-la. Assim fiz com as arvores, com animais, a atmosfera, os rios e tudo o mais. Captei com o coração, não com a logica acadêmica. E como não tenho certeza se captei certo ou errado… fica tudo para o tempo responder a estes acadêmicos e intelectuais. Mas tenho a impressão que o mundo se explica por um segredo que não conhecemos ainda, e não pela logica matemática.

Vamos começar com um exemplo.

Desenhe uma esfera. Divida a esfera em 3 partes iguais. Para cada parte os humanos recorrem ao que eles inventaram e chamam de matemática, e dizem que vale 1/3, ou 0,333… Mas se você somar três vezes 1/3, obtém, 3/9. A esfera toda dizem que vale 1 inteiro. Ora, 3/9 não é 1. Ou então dizem que cada parte vale 0,333…. Some três vezes 0,333. Obtem 0.999…. O que não é 1.  Podes dizer que o pedacinho da esfera que ficou faltando vai aparecer quando você estender o numero, como 0,33333333… e por diante por todo o infinito. Não adianta, você sempre vai obter o 0,99999999…. Então, onde esta’ o pedacinho faltante?

Não tem pedacinho faltante, a Natureza não faz desaparecer pedacinhos no nada. Foi você que começou tudo errado, não a Natureza. Ela não fala matemática, não funciona pela logica matemática e não quer saber de matemática, ela é o que ela é, e a logica dela, ou ausência de logica alguma, não é a logica da matemática do cérebro humano.

Mas então como vamos resolver este problema de fazer 3 partes iguais ser igual a 1? Continuas errando. Ja disse que a Natureza, que é a inventora de esferas, não fala, não calcula com números e logica matemática. Você insistiu em dizer 3, 1, assim não vai a lugar algum. Tem que existir uma outra maneira de fazer o cérebro se sincronizar com a figura da esfera,  e com uma esfera dividida em 3… ( epa, olha eu escorregando na manteiga também), quer dizer, uma esfera dividida do jeito que você dividiu no desenho e exprimir isso com outro simbolo, outra logica que não matemática.

Um outro exemplo, se refere ao interessante fenômeno natural de muitas estruturas apresentarem uma bi-lateral simetria, o que produz o que denominamos de “beleza”. Procurando o segredo por tras disso, humanos perceberam nestas arquiteturas existe um padrao repititivo com uma razao proporcional e medindo este padrao com base na matematica encontraram o numero 1,618. Assim surgiu o mistico numero Phi e toda vez que os academicos observam o fenomeno suas mentes correm imediatamente para o Phi e pensam o fenomeno matematicamente. Sabe qual o resultado? Se cegam assim para um dos mais belos segredos da Natureza. Observando este fenomeno na selva e sem pensar com logica matematica mas sentindo-o como natural selvagem eu acabei descobrindo que aquele padrao e’ o mesmo que se repete toda vez que existe na Natureza um processo de reproducao de alguma coisa. Por exemplo, a meia haste esquerda do DNA se reproduz confeccionando a outra meia face `a direita. Mas quem executa todas estas reproducoes ‘e um flusxo de energia/informacao que corre dentro do cirtcuito dos suistemas. Quando ele nao esta ativo fica parado sempre num mesmo local. E sem usar matematica, mas curioso do porque humanos veem matematica onde nao existe matematica e sim um simples frnomeno vital, olhei o ponto de repouso dpo elemento em relacao ao tamanho da esfera do cirdcuito e vi o numero 1,618. Incomodado pequei reguas, medidores, desenhei o circuito da formiula e medi tudo. Agora tinha a certeza matematica de que, para os matematicos, aquele ponto e’ um numeo, o 1,618. Para mim sempre que ver tal fenomeno vou pensar em funcionamento sustemico, principio vital, o mecanismo das reproducoes, nunca num numero. Assim, temos duas diferentes visoes do mundo, com dois significados opostos entre si.

” Ora, mas é claro que a Natureza tem a ver com matemática. Nos colocamos um satélite em orbita de Marte, fizemos um robot descer na atmosfera no angulo corretíssimo para não ser queimado, tudo baseado na matemática.”

” Errado! A prova disso é que a tecnologia produzida pela humanidade esta’ se tornando cada vez mais desumana e anti-natural, confrontando, trombando com a Natureza.  Agora você vai ter lixo de ferro e borracha em Marte, para não dizer outros efeitos negativos para Marte. Existe outra maneira de obter conhecimento sobre Marte, que se sintoniza com o significado ultimo da Natureza. Existe outra forma de fazer tecnologia de maneira que um objeto levantar voo com sua própria energia, voe na ausência de gravidade ao senti-la e procurar o jeito, e entre na atmosfera atravessando-a, acompanhando as ondas do campo eletromagnético ou orbitando de acordo com as camadas de densidades da atmosfera até pousar no solo,… sem usar matemática, apenas os seus sensores de sentir a Natureza e se adaptar a cada lugar ou composição dela. Mas sabe porque mesmo esta’ errado? Quando você vai representar matematicamente cada uma das três partes de uma esfera, você cai numa dizima periódica que tende ao infinito. Então esta’ errado, porque a esfera não tem nada de se estender ao infinito, ela é um fenômeno que surgiu agora feita por você e continua aqui e agora, ela começa aqui e termina aqui,  nada tem a ver com infinito. Isto quer dizer que a continuação da dizima não pode se estender ao infinito, ela tem que parar antes de alguma forma. E como ela para? Não para,… ela se transforma.

Você vai dividindo uma coisa, um fenômeno natural concreto do aqui e agora, digamos, um átomo. Começa dividindo em duas partes. Depois das duas você faz 4. Das 4 faz 8… e continua. Chega a um ponto que não tem mais massa para dividir, você estará dividindo energia, o objeto não é mais um átomo. E nesse ponto você caiu na dimensão submicroscópica que é estudada pela mecânica quântica, onde as leis não são as leis do nosso mundo aqui e agora. Não sabemos ainda entender esse mundo de outras leis, mas de uma coisa temos certeza: ele é o suporte, é a base, a infraestrutura do mundo dos fenômenos aqui e agora. Estes fenômenos aqui e agora são construídos em cima daquela base, mas como não obedecem as leis da base, ele é um edifício como um castelo de areia, não tem apoio na realidade ultima.

“São nestes fenômenos irreais do aqui e agora, na construção do castelo de areia sobre areia movediça, que a matemática acerta. A matemática é uma logica errada em relacao ao mundo real ao mesmo tempo que é uma logica certa em relacao a um mundo ilusório. Se você quiser captar a logica do mundo real, procure a logica do mundo do mundo real. A matemática não nos fornece o sentido, o significado ultimo, a visão correta do mundo na sua totalidade, apenas uma visão desta nossa efêmera e imediata parte do mundo. Por isso a visão de mundo da Matrix/DNA se aproximou mais da tradução correta das verdadeiras leis, descobriu os mecanismos e amplos processos: por não ter usado a logica matemática e sim, ao observar a esfera dividida daquele jeito, apenas a memorizou daquele jeito, evitando a tentação de julga-la matematicamente como os humanos fazem normalmente.”

Matrix Linear Algebra: E sua Diferença com a Matrix Natural

terça-feira, julho 5th, 2016

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Uma rápida olhadela na definição abaixo do que o mundo acadêmico esta’ denominando de ”  matrix linear algebra”, e o qual esta’ sendo muito usado em Ciência experimental, me levou a intuir que essa produção da matemática humana tenta se um método para entender algo do que acontece num ambiente ou um elemento deste ambiente, no estado caótico da Natureza. E’ o estado que resulta do comportamento aleatório e indisciplinado dos bits-informação de um sistema natural que saíram fora do fluxo circuital do sistema devido a sua entropia. Talvez esta entropia já produza perturbações e desarranjos no ambiente interno do sistema onde chegam estes bits. Então as forças e elementos do ambiente sem um tal controle da Matrix no sistema servem como um jogo de forças quase que ao acaso e somando-se a isto o estado desorientado dos bits, temos a situação de caos.

E’ possível detectar algum padrão repetitivo neste estado, ou nos comportamentos destes bits? Depende da intensidade do caos. Se o caos já esta’ tendo alguma influencia do estado de ordem, é possível que se note repetições de cenas, imagens, roteiros. E porque se procura repetições num ambiente desconhecido? Para tentar obter algo dele, ou controla-lo, pois eventos que não se repetem são absolutos acasos, nunca mais vão acontecer, portanto,nada adiantaria aprender a manipula-lo, nem haveria como.

Mas para quem não conhece o estado de ordem que havia antes no sistema – e o qual vai estar inserido dentro do estado de ordem no futuro do sistema, conhecimento apenas possível pela formula da Matrix – resta o método da logica matemática, a qual percebe repetições e tenta medir seus detalhes para entender e ou usar/controlar estas repetições. Por isso, num trabalho laboratorial experimental de genética, como no link a seguir, utilizam o método e explicam:

 Primer on Matrix Algebra

line 560  – Our PMI prediction approach using a perfectly defined system relies on matrix linear algebra. The following is an explanation of matrix linear algebra and how it was used in our study to predict PMI with gene expression profiles. A matrix is defined as a rectangular array of related values. These values, which are called elements, usually are scalars. Scalars are numbers that represent physical quantities. Elements in a horizontal line are called rows and elements in a vertical line are columns and the number of rows and columns describe a matrix.”

Então, o que denomino “Funções” na formula da Matrix/DNA, eles definem como “values of the elements”. E a partir desta diferente abordagem, nos vemos e interpretamos os fenômenos como diferentes observadores em diferentes pontos no espaço/tempo. Para eles, a meta possível e’ conhecer quantidades e a meta final e’ conhecer o fenômeno. Para mim, a meta possível e’ conhecer qualidades – se necessário, desta pode-se inferir quantidades – e a meta final e’ a mesma. Para mim e’ de grande valor saber os resultados quantitativos que o método matemático consegue, pois me ajuda grandemente na identificação dos elementos do sistema e outras tarefas.

Tenho de interromper este estudo agora mas retornarei. Devo buscar analisar os efeitos desta diferença trazendo para a mesa um sistema familiar humano organizado pelo aspecto da formula perfeita. Vejamos quais conhecimentos reais resultam das duas abordagens.

 

A Matemática do DNA – Regeneração de Trechos Perdidos

sexta-feira, maio 27th, 2016

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http://cosmicfingerprints.com/mathematics-of-dna/

The Mathematics of DNA

(em fase de traducao e pesquisa) 

Imagine that someone gives you a mystery novel with an entire page ripped out.

Imagine que alguem lhe de um livro sobre uma novela de mistério com uma pagina cortada fora..

page_ripped_out2

And let’s suppose someone else comes up with a computer program that reconstructs the missing page, by assembling sentences and paragraphs lifted from other places in the book.

E vamos supor que outra pessoa venha com um programa de computador que reconstrua a pagina faltante, montando sentencas e frases obtidas nas outras paginas do livro.

Imagine that this computer program does such a beautiful job that most people can’t tell the page was ever missing.

 

DNA does that.

In the 1940’s, the eminent scientist Barbara McClintock damaged parts of the DNA in corn maize. To her amazement,

the plants could reconstruct the damaged section. They did so by copying other parts of the DNA strand, then pasting them into the damaged area.

This discovery was so radical at the time, hardly anyone believed her reports. (40 years later she won the Nobel Prize for this work.)

And we still wonder: How does a tiny cell possibly know how to do…. that???

A French HIV researcher and computer scientist has now found part of the answer. Hint: The instructions in DNA are not only linguistic, they’re beautifully mathematical. There is an Evolutionary Matrix that governs the structure of DNA.

 

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Pesquisa:

Checksum – Pela Matrix/DNA sugestão, checksum e’ quando se pega o fio inteiro do circuito esférico externo de um sistema na forma da Matrix e costa-se-o em pedaços, para utilizar um pedaco no reparo de outro circuito amalogo que tenha sido danificado justo no trecho daquele pedaço.

Mas em termos acadêmicos checksum tem uma definição:

https://en.wikipedia.org/wiki/Checksum

A checksum or hash sum is a small-size datum from a block of digital data for the purpose of detecting errors which may have been introduced during its transmission or storage. It is usually applied to an installation file after it is received from the download server. By themselves checksums are often used to verify data integrity, but should not be relied upon to also verify data authenticity. ( ver mais)

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Phi : a Formula da Matrix/DNA Revela a Causa dos Seus Segrêdos.

sábado, abril 30th, 2016

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Veja abaixo o espetacular vídeo sôbre as presenças do numero phi na Natureza

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Phi Number

Phi Number

Porque desde a antiguidade os seres humanos tem encontrado muitas coincidências nos fenômenos naturais relacionados a um numero, 1,618…, denominado numero Pi ou Phi? Existe alguma manifestação supernatural por trás dêste numero? A Natureza obedeceria a uma “sagrada geometria”? Seria um indicio de que o nosso mundo teria sido o produto de um plano muito inteligente, tanto que o Universo todo estaria “tunelado” desde antes de suas origens para produzir a Vida, a auto-consciência,  e quem sabe mais o quê? Estaria o aparente caos sem sentido do nosso mundo sustentado e determinado por uma fórmula oculta no meio da matéria?

A letra Phi

A letra Phi

Bem, pode ser que Deus não usa nenhuma formula para criar universos, mas o Universo em que existimos poderia ser reproduzido em outro lugar aplicando-se uma fórmula que o Homem descobriu. Se Deus continua por aí criando universos e está tendo muito trabalho porque usa métodos antiquados, êle pode telefonar para nós que lhe cedemos a fórmula, a qual trabalha sózinha enquanto êle pode ficar sentado assistindo. Nós simplesmente primeiro descobrimos que no Big Bang apareceu um sistema muito simples que vem  evoluindo durante estes 13,7 bilhões de anos. No inicio era apenas vórtice qiantico contendo as sete fôrças brutas naturais, isto evoluiu para o sistema atômico, depois o estelar, depois o galáctico, depois o sistema celular vivo, e agora está surgindo mais uma sua nova forma que chamamos “sistema auto-consciência” . Em seguida desenhamos todos êstes sistemas sôbre uma mesa e ficamos observando-os. Logo notamos que havia algo em comum, presente em todos êles. Assim como no sistema “corpo humano” existe as veias e o sangue conectando tôdas suas partes, tambem em todos os sistemas existe um fluxo de energia/massa conectando todas as partes. Acontece que se desenhar-mos ao lado todos os fluxos de todos os sistemas, obtemos uma unica figura! Êste é o fator comum a todos os sistemas naturais. Se quiser-mos construir um sistema artigficial imitando os naturais basta assentá-lo sôbre esta fórmula

Bem, isto é o que diz a teoria em cima da mesa. Mas já se vão 30 anos e todos os dias encontrando evidencias desta fórmula na Natureza que, raios… parece que a teoria está certa. São eviidencias assombrosas porque explicam cada coisa com uma explicação qie nos faz viajar longe no tempo e no espaço, indo e voltando do Big Bang… Uma destas estonteantes explicações foi a que agora descobrí quando media o circuito da formula com regua e compassos. Quando marquei um numero em cima de uma das sete finções da formula, escreví distraidamente o numero 1,6. Mas daí me perguntei: “Todas as outras funções tem numeros inteiros, porque só essa tem numero quebrado?! Que função é essa? A de numero 5. O que ela faz? É responsavel pela reprodução e perpetuação dos sistemas. Ela tem uns tr6es métodos diferentes para reproduzir um sistema, isto depende do meio-ambiente em que o sistema se encontrar. Um dos métodos é dividir o sistema em duas metades, introduzir estas duas metades na matéria, cada uma reconstrói sua metade faltante e assim se tem dois sistemas. É o processo da meiose, no DNA. Olhando bem esta formula, esta função é responsavel pela bela simetria bi-lateral que muito aparece na natureza, até nos nossos rostos, quando está evidente a face esquerda é reprodução da direita e vice-versa…

Mas quando pensei em bela simetria bi-lateral… sentí um arrepio e parece que mais uma vez uma luzinha acendeu lá dentro do meu cocuruto. Que foi?! Botei os olhos rápidamente sôbre a fórmula para não deixar escapar algo que estava escapando, olhei as duas metades, a função no meio, o numero escrito em cima, 1,6, enquanto o som de “bi-lateral simetria”continuava ribombando em minha mente e… Eureka!

O numero phi!!!

A razão dourada!!!

A sagrada geometria!!!

Cadê  o  Phidias, preciso contar essa prá êle!

Mas é claro! Porque o lado maior de um triangulo dividido pelo maior dá 1,618? Pela mesma razão que se seu dividir uma esfera em duas metades e separa-las,  a linha de cada uma será sempre 1,618! E a formula universal, a Matrix, é uma esfera…

– ” O que?!!! Mas nunca ninguem descobriu isso? Você está agora querendo estremecer os alicerces da geometria euclidiana sôbre a qual se assenta nossa matematica por mais de dois mul anos?! Tu tá louco?”

– “Bem… espera aí… deixa-me ir com calma. Eu quase nada sei da matematica e do estudo da geometria das esferas, mal me recordo do que aprendí na escola, aquelas coisas de seno, cosseno, tangente, meridiano, raio, etc.  Estou ferrado! Mais essa agora: vou ter que buscar material e estudar tudo sôbre isso. Mas por enquanto, vamos raciocinar aqui…

Se desenhar um relógio sem ponteiros, vamos dar o valor 100% á linha da esfera que vai do numero das 6 horas ao nunero das 12 horas. Chegando nas 12 horas, vamos continuar traçando nossa linha mas para dentro da esfera, até o ponto no centro. Êste segundo risco é o que se chama “raio” e êle deve medir 61,80%. No total é 1,618, o mumero Phi.  Será mesmo? E será que nunca ninguem descobriu isso ou essa história já a sabia o povo antes de J. Cristo?

Bem, tenho que deixar essa pesquisa para outra hora, por enquanto vou escrever aqui o qie descobri sem a pesquisa:

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Existe uma fórmula natural que é uma fôrma, um “template”, sôbre a qual se assenta todos os sistemas naturais, desde átomos a galáxias a corpos humanos, a qual podes ver no diagrama abaixo. Esta fórmula é uma fôrça natural que atua no meio da matéria que se encontra na forma de massa e a conduz a adquirir uma forma, a se organizar como sistema funcional. E a principal caracteristica de um sistema qualquer é o circuito por onde flui suas informações, dividido entre as ondas do tempo e as particulas da matéria espacial. Quando consideramos o circuito total como sendo um inteiro, ou seja, 100%, obtemos um numero desta porcentagem para cada ponto do circuito. E o numero “1, 618%” cai exatamente sôbre a peça que executa a reprodução do sistema , mais exatamente na Função Sistêmica n.5. É a função da perpetuação dos sistemas, por exemplo, a que perpetua a espécie humana através da reprodução de suas geraçòes. Sendo a fórmula o fractal universal da qual tudo se multiplica e se deriva, o numero Pi é o multiplicador de fractais naturais. Por isso êle é a razão matematica encontrada por exemplo, em todos os poligonos que se multiplicam para formar a flor do girassol, ou a razão matematica entre as camadas espiraladas que compoem a carapaça do caracol. Esta descoberta em muito poderá contribuir para nossa tecnologia e evolução. Do ponto de vista materialista o numero Pi é uma consequência obrigatória e natural do movimento das fôrças naturais. Do ponto de vista filosófico o numero Pi tem a possibilidade de ser mistico e sagrado desde que sabemos que a fórmula mencionada, a Matrix/DNA Universal, veio de fora do Universo, de alguma fonte ainda desconhecida.

Olhe agora o diagrama da Matriz. Como você não está treinado a pensar e captar o mundo através da ajuda da Matriz, vou adiantar: o numero pi, 1,618 está dentro da Função 5. Cometa no céu, espermatozóide no corpo, RNA na célula! Justamente a função que duplica a face esquerda produzindo a direita. A bi-lateral simetria! O supremo mistério das formas perfeitas, a essência criadora da beleza!

The MatrixDNA as Closed System

Ainda estou atordoado com esta recente descoberta proporcionada pela fórmula da Matriz: a causa, a fonte primeira, da Proporção Áurea, como querem os matemáticos e ateus, ou da Divina Proporção, como  querem os místicos e religiosos, simbolizada pelo Número Pi, ou Phi – pois parece-me que estou tocando ou os pés de Deus ou o máximo segrêdo do Universo, pois nunca chegamos tão perto!

O que é a Proporção Aúrea? Observe a imagem abaixo do diagrama da fórmula da Matriz. Vamos representar uma volta completa pela circunferência pelo número 1 cm. Agora vamos reiniciar uma segunda volta, sempre começando pela Função 1. Mas quando chegar-mos à Função 4, paremos por aqui. Foi dada meia volta, o que vamos representar por 0,5 cm. Portanto temos 1,5 cm. Agora, ao invés de seguir o fluxo da circunfer6encia, vamos desviar nossa linha pelo ramo lateral que emerge da Função 4 e retorna à Função 1. Partindo do ponto central do quadrado 4 e pontando na direção do nucleo, vamos andar 0,1888 cm e parar aqui. Onde estamos? No momento que emerge da Função 4, a Função 5. Neste ponto temos 1,6888, o numero Phi.

E o que significa a Função 5? É a força universal que modela o agente criador da reprodução. Ela criou o cometa no espaço sideral,o espermatozóide no corpo humano, o RNA na célula, a uracila no nucleotideo. E o que tem isto a ver com o numero Phi que vemos criando a bi-lateral simetria, que é a origem da beleza das formas, das Artes, etc.? Tudo! Basta saber que a fórmula da Matriz representa um ser sendo transformado por um ciclo vital. Que a evolução do ciclo é representada pelo fluxo de informações que corre no circuito, começando pela Função 1 e indo no sentido horario até retornar ao ponto de partida. Portanto, a fórmula primeiro constrói o lado esquerdo da face. Assim como, na origem da Vida, primeiro foi construído o RNA, que é uma haste parecida com a haste esquerda do DNA.  Quando termina o lado esquerdo da face, o fluxo continua, agora para construir o lado direito. Assim como o RNA, depois de milhões de anos, se reproduziu numa haste direita e formou o DNA. Mas tanto os nucleotideos de RNA como do DNA só se reproduzem se atuar o agente reprodutor, a uracila. A qual é o numero Phi.

Em suma: a bi-lateral simetria é a reprodução de uma metade de um corpo qualquer em outra metade à sua imagem e semelhança. Mas para que seja criada uma arquitetura natural com bi-lateral simetria tem que atuar a força natural responsavel pelo fenômeno da reprodução. E esta força é ativada quando o fluxo da criação alcança seu ponto 1,6888.

Se eu fôsse crente diria que você está de parabéns. Acabou de conhecer a geometria e a matematica não como se apresentam no pensamento dos homens mas como funcionam no pensamento de Deus quando realiza Suas criações.

Às pressas vejo um vídeo espetacular, uma maravilhosa obra de arte e Ciências interligadas, que foi indicado no forum do site Ceticismo Aberto. Veja-o nêste link (mas volte depois aqui e leia para continuar seu maravilhamento):

http://vimeo.com/9953368

E então mais uma súbita descoberta ocorreu-me: a fórmula da Matriz/DNA pode ser representada e calculada matemáticamente, o que pode ser a oportunidade para apresenta-la `a comunidade cientifica e até ser reconhecida como teoria cientifica. Mais: todos os produtos e serviços baseados ou inspirados nesta fórmula podem agora ser medidos tendendo à perfeição. Por outro lado descobrí porque a Humanidade tem notado a presença repititiva estranha de um número (pi= 1,618…) nos fenômenos naturais, a ponto de definirem-no como o “número de ouro”, a “proporção áurea”, ou até mesmo impregnado-o com uma áurea mística denominando-o de “número mágico”, a “proporção divina”. A explicação surgiu-me tão lógica, tão racional, que me surpreendo por não ter notado isto antes.

Observe-se o modêlo da Matriz/DNA no estado de software de um sistema fechado em si mesmo, um moto-contínuo, de preferência quando destaca o fenômeno dos cromossomas.

origem-astronomica-dos-cromossomas-sexuais.jpg

E agora volte `a definição do número pi:

A proporção áurea, também denominada phi (φ), é um número irracional igual a 1,618 obtido a partir da seguinte igualdade: φ = (a+b) : a = a : b. Então, considerando o esquema dado na figura abaixo,

o resultado da equação algébrica será igual ao número phi (φ).

Olhe agora o diagrama da Matriz. Como você não está treinado a pensar e captar o mundo através da ajuda da Matriz, vou adiantar: o numero pi, 1,618 está dentro da Função 5. Cometa no céu, espermatozóide no corpo, RNA na célula! Justamente a função que duplica a face esquerda produzindo a direita. A bi-lateral simetria! O supremo mistério das formas perfeitas, a essência criadora da beleza!

Bem, vamos ver isso em detalhes…

A circunferência representa o circuito pelo qual flue a energia do sistema, alternada em ondas e partículas, carregando as informações. Podemos representar o circuito inteiro pelo numero 1, inteiro. Desta maneira, para cada ponto do circuito existirá um numero decimal. Por exemplo, se dividir-mos o circuito em 6 partes como está na figura acima, a Função 1 terá o numero 0,1666…, na primeira volta do fluxo. Numa segunda volta, teria o numero 1,1666… , pois que o numero inteiro representa a quantidade em que o sistema existe. Desta maneira, por onde estaria o numero pi? Sendo 1,618, significaria que ele representa uma vez o sistema e mais uma parcela de uma cópia do sistema. Certo? E qual a área copiada do sistema que seria 0,618 dêle? Bem, calculemos:

Função 1 = 0,66666; Função 2 = 0,3332; Função 3 = 0,4998; Função 4 = 0,6664… êpa, chegamos pertom e passamos o numero 0,618. Paremos aqui e vamos analizar o que está acontecendo no circuito nesta região. Por enquanto minha mente ainda não aprendeu a ver o software e sentir, definir, o estado do fluxo em cada ponto, pois é ainda dificil para nós mentalizar o que é na realidade um fluxo carregando informações na sua forma abstrata. Acredito que, desde que nossa mente é um software, e é a forma mais evoluida do software universal aqui denominado Matriz/DNA, ela vai aprender a  entender de pronto qualquer sistema natural porque ela poderá ver o fluxo do software no hardware do sistema. Mas enquanto não chegamos lá, temos que nos contentar em tentar conhecer qualquer coisa num sistema observando suas partes e comparando-as com o mapa do software. Então voltemos ao nosso problema: existe alguma coisa especial na Função 4 que a tornaria presente nos fenômenos de maneira quase mística representando a razão áurea?

A Função 4 significa mitocondria na célula, pulsar no céu. Sendo a célula um sistema aberto, torna-se mais dificil qualquer análize porque temos que estar considerando tôdas suas relações com o exterior. O melhor é tomar como exemplar o building block dos sistemas astronomicos por ser o unico sistema fechado em si mesmo, o mais estável, pois não se relaciona em nada com o exterior, o mais “perfeito” que a Natureza conseguiu produzir no sentido de ser um moto-contínuo. Então vamos abordar o problema tendo a imagem do pulsar ocupando nossos pensamentos. As origens do pulsar começa com os tempos finais de um planeta e comparando-o com o ciclo vital humano, é a fase quando o adolescente está entrando na fase da puberdade. Sinto que no futuro vamos desvendar totalmente o mistério do numero pi quando conhecer-mos melhor o processo da evolução ocorrido entre a organela ribossomo e a nova espécie para a qual ela evoluiu, a mitocondria; existe aqui um processo em que o fluxo do sistema que está apenas montando coordenadamente as informações, passa a processa-las. Mas por enquanto, este processo ainda nos é desconhecido. Pois nosso problema é identificar o ponto exato dentro da vida do pulsar onde o fluxo de informações tem o numero 1,618. Sabemos que quando ele está exatamente completo, no exato momento quando ele se formou por completo e vai começar sua entropia, ele tem o numero 1,6664. Nêsse numero ele passou da fase de puberdade e já está emitindo espermatozóides, ou seja, magma na forma de cometas. Existe uma diferença de 0,0484 entre o pulsar na sua forma maxima ( 0,6664) e o numero pi (0,6180). Isto significa que para encontrar o pi temos que retornar um pouquinho desde sua forma maxima.

O planeta recebe a energia solar que adentra seu corpo alcançando seu nucleo e dando inicio ao despertar de germe de estrêla que ele carrega em seu bojo. Este despertar é materializado na forma de reações nucleares, as quais consiste na alimentação do germe, que utiliza as energias nos atomos das camadas tectonicas como se estas fossem a placenta. Estas reações produzem gazes em elevadas temperaturas que procuram uma valvula de escape e assim produzem os vulcões através dos quais os dejetos resultantes da alimentação são expelidos na forma de magma. Quando o germe vai em estado adiantado já se tornando um feto a superficie do planeta já está tomada por vulcões cada vez mais gigantescos e poderosos, de maneira que em dado momento não podemos mais defini-lo como planeta mas sim algo a meio-têrmo entre planeta e supernova, entre o feto e o bebê. A este meio-têrmo resolvemos por enquanto dar o nome de pulsar, porque a imagem de um astro girando e mostrando o pipocar de luzes em sua superficie devido as erupções vulcanicas nos parece aquelas fontes de luz que ficam pulsando. A queima de sua matéria pesada vai tornando o astro cada vez mais leve o que o torna capaz de se libertar da fôrça de atração da estrela e desta vai se afastando, assim como os jovens após a puberdade começam a namorar e a se afastarem dos braços da mãe, da proteção do pai. Enquanto isto sua força gravitacional tambem diminui, torna-se mais dificil manter coisas pesadas na sua superficie. Assim , os vulcões cada vez mais poderosos emitem lavas com maior violencia que caem no espaço sideral, se “arredondam” e formam o que denominamos de “cometas”. Enquanto isto, a matéria energética mais leve que permanece caminha na direção de se constituir em estrela e quando cai a ultima camada de rocha da superficie, explode ou desabrocha, como uma nova estrêla, uma supernova.

Isto significa que no pulsar ocorre uma bifurcação do fluxo de energia do circuito sistêmico, o qual transporta as informações do sistema. Uma parte, talvez ecxatamente a metade, vai para a estrela, a Função 6, para continuar o ciclo vital representado na circunferência: a outra parte, talvez a outra metade, vai como cometas, a Função 5, caindo na espiral da galaxia e com destino ao nucleo do sistema onde o aguarda um belo buraco negro. Não preciso repetir aqui, penso, que o cometa é a contraparte astronomica do espermatozóide. Estaria o numero pi sendo levado dentro do espermatozóide?!

A coisa começa a fazer sentido. Numero pi, crescimento, pela duplicação ou reprodução de um sistema já feito, que é exatamente a função da funcão 5, do espermatozóide. Mas não apenas isto! Note que quando o fluxo chega na Função 4 ele completou a metade do sistema. Ele acabou de desenhar o lado esquerdo da face. A linha de fluxo que desce com F5 é a linha fronteiriça entre os dois lados da face. Se o numero pi está aí, ele está exatamente onde é gerada a bi-lateral simetria. Está aí o porque a Arte encontrou o pi! A divina proporção!

Tôda vez que num desenho você deseja desenhar as coisas numa proporção exata que transmita realmente uma imagem, voçê precisa ter a proporção áurea na mente. Não podes, num retrato, desenhar o olho esquerdo maior que o direito. A Natureza como artista faz assim para nos dar uma face o mais perfeita possivel: ela olha ou mentaliza a imagem de uma face inteira ( se ela fala a linguagem matematica ela dirá “uma”; aí observa bem uma metade (até aqui ela chegou na “uma e meia”, ou 1,5) e pinta a outra metade. Mas deixemos de divagações e retornemos ao problema. Em que ponto do pulsar ou do cometa está o numero 1,618? Sabendo-se que o planeta na forma maxima é 0,49998 e o pulsar na maxima é 0,6664, pode-se apostar que o 0,618 é o momento da bifurcação no pulsar. É exatamente o numero que representa a quantidade ou estagio da carga genética carregada pelo espermatozóide. E porque ele carrega 1, 618 e não apenas 0,618? Porque se o fizesse não haveria reprodução de machos apenas de fêmeas. XX, a carga feminina, significa que o sistema existe por inteiro, uma vez X, e deseja expressar-se como tal na integra, por isso reforça o X. XY, a carga masculina, significa que o sistema existe por inteiro, que seu X possui não apenas a face esquerda mas sim as duas faces, porem quer expressar mais e dominantemente a parte esquerda que contem tudo o que precisa um macho do sistema.

O pi é sagrado?

A Matriz/DNA responde: “Mas… “rapaiz”… bota sagrado nisso!”

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A seguir vou aqui reunindo e registrando na medida do possivel tudo o que aparecer nesta nova área de investigação que aqui se abriu.

1) Comentário postado no forum do “Ceticismo Aberto”.

“Obrigado, Gigaview, pela informação e oportunidade de nos maravilhar com este video.

Particularmente para mim houve uma emoção peculiar daquelas que acompanham todo momento de descoberta: sómente agora percebi a exatidão matematica no meu modelo da Matriz como sistema fechado perfeito e entendí algo espetacular: o numero 1,61, e a série Fibonacci. O que ele significa no seu nivel mais profundo?

Observando a Matriz conclui-se que este deve ser o numero exato que determina “reprodução”, auto-cópia, perpetuação de uma espécie, multiplicação de um padrão na forma de fractais. O Um inteiro significa o sistema natural completo, qualquer sistema,

 

como uma célula. Significa uma volta que o fluxo de informações dá no sistema, partindo da Função 1 e retornando à F1. Quando chega em F1 significa que ele copiou o sistema, ou seja, registrou a carga genética, todas as informações. Então o fluxo continua e quando chega em F4 (um pulsar na astronomia ou uma mitocondria na célula), emite um fluxo lateral que retorna imediatamente a F1, enquanto o fluxo normal segue para F6. Ora esse ramo lateral é o que reproduz o sistema, fornecendo a energia ainda nova para reciclar o sistema. E justamente na F4 –  se por-mos numeros em todo o fluxo medindo-o –  estaria o numero 1,61. Facil perceber o porque: o sistema completo tem sete funcões, ora a F4 é a metade, seria numeo 1,5,  mais um sétimo. Incrivel! Estou dizendo que este Universo é uma produção genética, o que implica software computacional, matematico. (se queres ver a matriz e entender isto veja-a no meu website). Abraços… Louis Morelli

(devemos agora pesquisar tudo sobre a serie Fibonacci)

Veja nos comentarios que seguem o link, como tais coisas suscitam a nossa queda pelo mistico.

1) Teotl Nahualli 13 days ago Excelente… es evidente que la serie Fibonacci y lo que se obtiene de esta, la proporción Sagrada Φ = 1.618034, son utilizadas en la naturaleza. Lo cual indica DISEÑO, es es decir, que aquellos idearon y realizaron, todo aquello que conocemos como vida, siguio este patrón predeterminado. DIOS? Yo no le llamaria asi, por que lo unico que indica esto, es que ellos tenian una gran nivel tecnologico.Comentário da Matriz/DNA: Eu penso que não precisaria de Deus ou inteligências superiores para produzir isto. Este fenomeno matematico deve ser derivado de uma das duas caracteristicas da Natureza: quantidade e qualidade. E este fenomeno se refere à produção da quantidade. Quando a Natureza produz um novo sistema pelo método genético ela precisa dar substanciação à estrutura, criar espaço com infra-estrutura para alojar as produções da qualidade, ou seja, da complexidade. Para fazer um osso por exemplo, é preciso criar massa óssea que dê os alicerces para as superestruturas, como órgãos, membros, etc. Então pode-se inferir que qualquer reprodução genética, inclusive com ratos que não usam inteligência para se reproduzirem, pode produzir esse fenômeno. Se este Universo é realmente uma reprodução, está assim explicado este fenômeno sem incorrer à necessidade de inteligência alienígena. Mas pode ser tambem que Deus seja um brincalhão a brincar com softwares vivos… · Jesús Olmo 10 days ago ‘Enlightenment reveals that the universe emerges spontaneously. Its emergence and pattern are perfect in mathematics and symmetry and involve no chance.
Nothing is random; everything emerges exactly as it has to. There is no random chance, or evolution based on chance. The universe is perfect. Nothing is wrong or ever could be.
Comentário da Matriz/DNA:Todos vêem que existe muita coisa errada no Universo, ao menos na biosfera terrestre. Acho que a mistica deste poster ( “the Universe is perfect”) deve-se a que ele não está a refletir sobre a realidade dual, dividida entre quantidade e qualidade. A quantidade é repetitiva, ela serve para fundamentar alicerces, óbviamente não pode conter variações, acasos. Mas a qualidade sob evolução que caminha sobre este alicerce asfaltico experimenta indefinidas opções, a complexidade está sim sujeita aos acasos. Mas se o Universo é uma produção genética, já está determinado antes dele surgir sua forma final, assim como meu corpo, antes de surgir, já tinha determinado sua forma humana. Então mesmo em têrmos de evolução da complexidade não existe acaso absoluto, pois todos os acasos que ocorrem estão dentro de um processo determinista absoluto. Os acasos ocorrem, mas a maioria dos efeitos dos acasos desaparecem na história, enquanto alguns são selecionados porque precederam um futuro evento determinado. Mas é possivel que no mundo do sistema que gerou o Universo as possibilidades evolutivas estejam abertas, o que implicaria que o Universo pode sofrer uma mutação e terminar com uma forma nova. Ou seja, alem do Universo não existiria determinismo absoluto. Acho que esta alternancia entre acaso e determinismo deve ser infinita, não tem solução.

Fine-structure constant : 0.08542455

Este é outro numero constante na geometria do Universo que toma ares de numero magico. O que significa? Bem, é quase a metade do pi. Note que esta constante ás vêzes é representada por outro numero: 137.03597.

The fine-structure constant has long fascinated physicists. Richard Feynman, one of the originators and early developers of the theory of quantum electrodynamics (QED), referred to the fine-structure constant in these terms:

There is a most profound and beautiful question associated with the observed coupling constant, e the amplitude for a real electron to emit or absorb a real photon. It is a simple number that has been experimentally determined to be close to 0.08542455. (My physicist friends won’t recognize this number, because they like to remember it as the inverse of its square: about 137.03597 with about an uncertainty of about 2 in the last decimal place. It has been a mystery ever since it was discovered more than fifty years ago, and all good theoretical physicists put this number up on their wall and worry about it.) Immediately you would like to know where this number for a coupling comes from: is it related to pi or perhaps to the base of natural logarithms? Nobody knows. It’s one of the greatest damn mysteries of physics: a magic number that comes to us with no understanding by man. You might say the “hand of God” wrote that number, and “we don’t know how He pushed his pencil.” We know what kind of a dance to do experimentally to measure this number very accurately, but we don’t know what kind of dance to do on the computer to make this number come out, without putting it in secretly!
If alpha [the fine structure constant] were bigger than it really is, we should not be able to distinguish matter from ether [the vacuum, nothingness], and our task to disentangle the natural laws would be hopelessly difficult. The fact however that alpha has just its value 1/137 is certainly no chance but itself a law of nature. It is clear that the explanation of this number must be the central problem of natural philosophy.
—Max Born, A.I. Miller (2009). Deciphering the Cosmic Number: The Strange Friendship of Wolfgang Pauli and Carl Jung. W.W. Norton & Co. p. 253. ISBN 9780393065329
The mystery about α is actually a double mystery. The first mystery — the origin of its numerical value α ≈ 1/137 has been recognized and discussed for decades. The second mystery — the range of its domain — is generally unrecognized.
—Malcolm H. Mac Gregor, M.H. MacGregor (2007). The Power of Alpha. World Scientific. p. 69. ISBN 9789812569615

O Numero Pi de novo: agora no cérebro!

novembro | 28 | 2010

Já registrei neste blog um artigo sobre o numero pi, pois fiquei surpreso ao encontrar um interessante significado para este mistério no diagrama da Matriz. Agora este novo artigo deve ser adicionado ao anterior (não tenho tempo agora) para posterior pesquisa.

Artigo publicado no site:

http://francisthemulenews.wordpress.com

VIII Carnaval de Matemáticas: El número pi oculto en el desarrollo de las neuronas de la corteza visual

Posted by emulenews en 19 Noviembre 2010

Imagina que haces un experimento para calcular cierta magnitud y obtienes el valor 3’14. ¿Qué es lo primero que te viene a la mente? El número pi (π), la relación entre la longitud de una circunferencia y su diámetro. Arquímedes, el gran científico de la antigua Grecia, realizó el primer cálculo sistemático del valor de π y obtuvo dicho valor. Veinte y tres siglos después, los científicos siguen maravillados cuando π les aparece de forma inesperada. Matthias Kaschube y sus colegas han encontrado que ciertas características en la distribución de las neuronas en la corteza visual del cerebro tienen una densidad cercana a 3’14 (π). ¿Por qué? Han desarrollado un modelo de autómatas celulares que permite explicar dicho número y que sustenta su hipótesis de que dicha distribución de neuronas no tiene un origen genético (aunque se preserva en el árbol evolutivo), sino que debe ser el resultado de la autoorganización de estas neuronas durante el desarrollo de la corteza visual. Nos lo ha contado Kenneth D. Miller, “Neuroscience: π = Visual Cortex,” Science 330: 1059-1060, 19 November 2010, haciéndose eco del artículo técnico de Matthias Kaschube et al., “Universality in the Evolution of Orientation Columns in the Visual Cortex,” Science 330: 1113-1116, 19 November 2010. Este artículo será mi segunda contribución para el VIII Edición del Carnaval de Matemáticas albergado este mes por Juan Martínez-Tébar, autor de Los Matemáticos no son Gente Seria.

La corteza visual primaria (llamada V1) está formada por una fina lámina de seis capas de neuronas. Las neuronas V1 son altamente selectivas a los bordes entre luz y oscuridad y a la orientación de estos bordes (algunas a la orientación vertical, otras a la horizontal y otras a diagonales con diferentes ángulos). Estas neuronas están organizadas en “columnas,” de modo que las neuronas debajo de una dada prefieren la misma orientación que las de más arriba. Las técnicas de imagen de la estructura neuronal del córtex permiten visualizar el “mapa” de la orientación que prefiere cada neurona a través del córtex visual (ver la figura que abre esta entrada). Estos mapas de orientación tienen una estructura cuasiperiódica: las orientaciones preferidas cambian continuamente a través del córtex, repitiéndose cada cierto número de neuronas con un “periodo” denotado por λ. Los mapas también contienen “nodos” o “molinetes,” puntos en los que convergen todas las orientaciones posibles. Kaschube y sus colegas han comparado (con una precisión sin precedentes) la densidad y disposición de los “molinetes” en tres mamíferos: el galago, un primate, la musaraña arbórea, relacionada de forma estrecha con los primates, y el hurón, un carnívoro relacionado lejanamente con ellos. Esta medición precisa de la distribución de “molinetes” ha requerido el desarrollo de nuevos filtros para “suavizar” el ruido en las imágenes del córtex; no entraré en los detalles.

Lo más sorprendente que han encontrado Kaschube y sus colegas es que la densidad media de molinetes por λ² es constante para estas tres especies, un número curioso, π, con un error del orden del 1%. El promedio es de 3’14 y el intervalo de valores observado es [3’08, 3’20] con un nivel de confianza del 95%; este intervalo corresponde a π ± 2%. El análisis de mapas de orientación generados de forma aleatoria indica que el valor esperado debería ser 3’50, mucho mayor que 3’14. ¿Qué es lo que significa que la densidad sea π? y ¿por qué la densidad de “molinetes” es π? Kaschube y sus colegas han encontrado una respuesta matemática realmente hermosa. Fred Wolf, autor principal del artículo, lleva muchos años desarrollando un modelo matemático para la formación de los patrones observados en el mapa de orientación neuronal utilizando autómatas celulares. Sistemas basados en reglas en las que una neurona elige su orientación preferida en función de lo que elige las neuronas que tiene a su alrededor. El modelo se basa en dos parámetros la orientación preferida y la selectividad. Estas variables se desarrollan a través de interacciones mutuas entre neuronas vecinas. Para obtener un valor de pi es necesario incorporar una interacción de largo alcance (entre neuronas alejadas por una distancia mayor que el periodo λ); estas interacciones existen en la región V1 y corresponden a conexiones sinápticas de larga distancia entre las neuronas. No entraré en los detalles de las reglas que resultan en que la distribución de “molinetes” presenta una propiedad de universalidad caracterizada por una densidad igual a π (en las simulaciones numéricas es un valor próximo). La universalidad observada en la organización de las neuronas del córtex visual aparece en líneas evolutivas divergentes; sin embargo, los mapas de orientación varían aparentemente al azar de una célula a otra, por lo que su origen exclusivo en la genética no parece razonable.

Por supuesto, estos modelos teóricos para el desarrollo de patrones en el neurocórtex están todavía en sus primeras fases de desarrollo y hay muchas incógnitas aún por resolver para que se pueda afirmar que se entienden en completo detalle desde el punto de vista matemático. La demostración experimental definitiva de que estos modelos son correctos requiere que se eliminen de alguna forma las conexiones de largo alcance entre neuronas durante el desarrollo del cerebro y que se pueda observar cómo entonces los patrones que se observan en lugar de tener un distribución determinada por el número pi adquieran un valor más próximo a 3’50. Por ahora parece difícil que se pueda lograr en los próximos años. Los alardes técnicos que se requieren parecen excesivos. Aún así, Wolf, Kaschube y sus colegas no cejaran en su empeño en demostrar que pi forma parte de nuestra manera de ver el mundo mucho más allá de lo que podemos imaginar.

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Tambem será importante deixar registrado o artigo abaixo para continuar este tema, postado no site:

Adaptação

http://microsintonias.blogspot.com/2009/05/o-problema-da-forma.html#comment-form

terça-feira, 12 de maio de 2009

O problema da forma

Por que os organismos vivos possuem as formas que possuem? A pergunta é pertinente já que o sucesso dos seres vivos depende de pelo menos três aspectos básicos: 1) a conservação da organização da vida; 2) sua dinâmica (no sentido de desenvolvimento, movimento/deslocamento e atividade biologica); 3) e a forma (seu aspecto macroscópico espacial).
As formas adquiridas pelos seres vivos são determinantes para suas funções ou atividades e é condição de sobrevivência dentro da topografia ambiental (relevo). Se você é redondo poderá rolar bem ou mal no chão, a depender do relevo geral do ambiente. Se o relevo favorecer, mas se você não for redondo, não rolará.
Ao se observar as primeiras formas de vida, ou seja, aquelas mais primitivas e que são primeiramente descritas nos livros de zoologia de invertebrados, percebemos que a maioria é assimétrica, com padrões de crescimento irregulares, podendo ser sésseis (que não se desloca voluntariamente) ou rastejantes tais como as esponjas marinhas e o Trichoplax adhaerens, respectivamente. As esponjas são organismos sésseis provavelmente por serem, na sua maioria, animais irregulares com padrões diversificados de crescimento (eretos, incrustantes ou ramificados). O Trichoplax adhaerens é um metazoário rastejante de corpo achatado e assimétrico, feito de um agregado de uns poucos milhares de células de quatro tipos diferentes que se organizam em três diferentes locais. É considerado o organismo de menor conteúdo de DNA de todo o reino animal (até o momento). Pois bem, de alguma maneira, a partir daí, a evolução animal seguiu no sentido da simetria radial e /ou bilateral. Os desenhos dos corpos de muitos animais com simetria bilateral apresentam proporções entre comprimento e largura conhecidas como Proporção Aurea. A proporção áurea, também denominada phi (φ), é um número irracional igual a 1,618 obtido a partir da seguinte igualdade: φ = (a+b) : a = a : b. Então, considerando o esquema dado na figura abaixo,
o resultado da equação algébrica será igual ao número phi (φ). Como já foi dito, esta proporção tem sido encontrada em várias partes do corpo humano e de outros animais, bem como em alguns tipos de sementes vegetais ou mesmo em padrões de crescimento de conchas de moluscos ou populações de coelhos, entre outros, e inspirou Leonardo da Vinci a fazer o seu Homem Vitruviano (figura ao lado) e, segundo alguns, a própria Monalisa. Entretanto, muito antes disso, foi utilizada na Grécia antiga em uma das obras mais orgânicas da antiguidade: o Parthenon.
Se retornarmos um pouco mais no tempo geológico, mais especificamente há 1800 milhões de anos atrás, no pré-cambriano, em plena emergência dos primeiros fitoflagelados (organismos unicelulares autotróficos) ou das primeiras células fotossintetizantes, perceberemos claramente que em grande parte desses organismos, senão todos, a evolução se deu não no sentido da simetria bilateral, da qual extraimos a proporção aurea, mas no sentido das irregularidades, das assimetrias, das ramificações e incrustações aparentemente desajeitadas. Estamos falando da evolução dos vegetais como contraponto à evolução animal. Se por um lado os animais são simétricos e móveis, por outro os vegetais são assimétricos e obrigatoriamente sésseis. Ambos extremamente relacionados, pois o veneno de um (dióxido de carbônico) é o “combustível” do outro.
Então, parece que a evolução no seu sentido mais amplo teve como característica principal o paradoxo das formas. Ou seja, a regularidade simétrica dos animais gerando o movimento, no sentido de deslocamento de um lugar para outro, e a irregularidade assimétrica e séssil dos vegetais. Ambas sempre em consonância com a topologia ambiental. Esta aparente contradição gerou uma pressão ambiental sobre os ancestrais do homem que levou ao desenvolvimento de articulações capazes de realizar movimentos precisos entre espaços mínimos, como foi o caso dos australopitecus, presos entre o “bipedismo” terrestre e a vida nas árvores. Assim, configurou-se duas geometrias da natureza: uma das formas regulares e proporcionais, como é o caso da geometria euclidiana, e a outra das formas irregulares e descontínuas, com é o caso da geometria dos fractais de Mandelbrot. E é exatamente sobre a geometria dos fractais aplicada à forma dos seres vivos que pretendo me aprofundar nos próximos posts.

Grande abraço e até lá.

Postado por Waldemiro Romanha (wromanha@gmail.com) às 13:59
Meu comentário:
Artigo sôbre o pi e a Matemática:

Pi in the Sky

Is mathematics a divine language?
Pi in the Sky

Tuesday, November 30, 2010

Imagine, one day, that life shows up on another planet. Moreover, it’s intelligent life. Imagine, too, that we’ve a reasonably swift means of communication. We’d need a common language with which to talk. What might that language be? One candidate would be mathematics.

Mathematics seems to be a universal language. Science presumes as much: it works as a descriptive and predictive tool, both on the small scale and at the very large. Moreover, it works for systems that are very close and quite distant — so distant that they reach back to the earliest moments after the Big Bang. And when you stop to think about it, that’s quite remarkable.

It’s not just the universal nature of mathematics that’s striking; it’s that mathematics works at all. The natural world is a complex place. It’s packed with variations and permutations, random events and patterns so complex they are far from obvious to the eye. And yet, mathematics can capture so much of that intricacy. What kind of alchemy transforms the lead of messy reality into the gold of a simple equation? It’s a question that was famously asked by the physicist Eugene Wigner, in 1960. He wrote an essay with a title that says it all: “The Unreasonable Effectiveness of Mathematics in the Natural Sciences.”

Wigner notes the sense that many physicists have: mathematics seems to be discovered, not created. The reason to think this is that discoveries made about the physical world are often, first, discoveries made about mathematics. One of the best known cases concerns Einstein and his work on General Relativity. These equations implied something about the universe that Einstein, at first, refused to believe — that the universe was expanding. It was only later that cosmic expansion was observed by Edwin Hubble. Before then, though, Einstein tried to cancel what the math was implying by adding to his equations what came to be known as the “cosmological constant.” It was designed to cancel out the implication of expansion, though when expansion was shown empirically, Einstein referred to it as “the biggest blunder of my life.”

So, physics is about discovering the laws of nature, and those laws appear to be written in the language of math. Pi really is in the sky. Wigner continues:  “It is … a miracle that in spite of the baffling complexity of the world, certain regularities in the events could be discovered… It is hard to believe that our reasoning power was brought, by Darwin’s process of natural selection, to the perfection which it seems to possess.”

Those are strong statements. And the extraordinary nature of math can be developed further. After all, do not physicists routinely use criteria such as “beauty” to determine whether they are on the right track or not? The physicist Paul Dirac put it most clearly, in a 1963 article for Scientific American, writing, “It seems that if one is working from the point of view of getting beauty in one’s equations, and if one has a really sound insight, one is on a sure line of progress.” Of course, mathematical predictions must be verified by observation. But that such predictions are verified at all is the nub of the issue. Mathematics looks miraculous.

It’s an ancient idea. The philosopher Gottfried Leibniz mused on the power of mathematics, and it led him to draw theological conclusions. “When God calculates and thinks things through, the world is made,” he thought. The power and beauty of mathematics is exactly what you’d expect if the universe were created by a powerful deity, worthy of worship. The physicist and priest Michael Heller, winner of the 2008 Templeton Prize , captured the thought like this, in his book (co-authored with George V. Coyne), A Comprehensible Universe:

In the human brain, the world’s structure has reached its focal point: the structure of the world has acquired the ability to reflect upon itself… . In this conceptual setting, science appears as a collective effort of the Human Mind to reach the Mind of God… . The Mind of Man and the Mind of God are strangely interwoven.

And yet, is the unreasonable effectiveness of mathematics in the natural sciences really evidence for the existence of a deity? Is the language of math divine? There are good reasons to doubt it.

For one thing, there is the gap between the kind of deity implied by mathematics — a deity not unlike a computer — and the deity worshiped by Christians, Jews and Muslims. This is the living God of Abraham, Isaac and Jacob, not a God who spends eternity manipulating datasets.

So, it’s quite possible to be impressed by the “miracle” of math, and not become a convinced theist. This is the position adopted by the physicist Roger Penrose. He has articled what he refers to as a Platonic view. It can be conceptualized in this way. First, there is the physical world, the natural world that surrounds us. But there’s also a Platonic world — the ideal world of mathematics. The Platonic world maps onto the natural world in some way, perhaps via the imaginative power of human mental activity. And that, if right, means there’s no need to assume that the Platonic and natural world are wrapped up in some kind of divine embrace.

There’s a further reason to question the theistic reading of mathematics. For it’s possible that mathematics is not so unreasonably effective as Eugene Wigner supposed. The idea goes something like this:

(Comentário da Matriz:

O trecho a seguir corrobora o que encontrei no grafico carteziano calculando a evolução cosmológica, sôbre o que é a Matemática. O Universo tem muitas faces diferentes ao mesmo tempo. Cada face representa um estágio de sua evolução e cada estágio refere-se a um nível de grandeza, com suas especificas estruturas. Por exemplo, os humanos operam num nível de grandeza especifico, digamos, um nível médio, devido ao qual ele está limitado aos fenômenos ao nivel da superficie de um planeta, fenômenos que são bem diferentes dos que se relacionam à dimensão quantica, que estão num nivel de grandeza menor que o microscópico.  Cada tipo de observador verá num mesmo instante a quantidade de faces verdadeiras relacionadas aos niveis que ele conhece e mais uma face imaginaria, produto da imaginação do que deve ser o que ele desconhece. Eu cheguei a essa conclusão porque eu mesmo passei por essa experiência: fiz a minha busca existencial, primeiro colocando na mesa tudo o que conhecia de fato e a seguir experimentei várias maneiras de conectar estes fatos e no final projetei a nova visão de mundo no grafico carteziano e ali surgiu uma face do Universo, a forma do DNA. Porque? Foi a minha face imaginaria. mas condduzida pela minha racionalidade que é produzida pelos meus neuronios, no centro dos quais comanda o DNA. Portanto o DNA se projetou a si mesmo como a face do maior poder do mundo, da mesma forma que outros seres humanos levados pelas suas imaginações projetaram o seu corpo como o maior poder do mundo e disso resultou a figura e personalidade de um Deus humanizado. E o que tem isso a ver com a Matematica? No grafico observei que cada face é por sua vez composta por todas as outras faces, porem uma delas se expressa, enquanto as outras ficam apenas latentes. E como encontrei sete tipos de faces, sendo cada face uma pilha destas sete faces, isto siginifica que em cada face existem sete diferentes dimensões: a dimensão quantica, a eletromagnética, a atômica, a astronomica, a biológica, a emotiva, a conscientizada. Ora, em cada face existe uma faixa de de três faces consecutivas em que os fenômenos são fisicos/mecanicos. Nestas dimensões a melhor maneira de raciocinio para aprende-las e fazer previsões dentro delas é a matemática. Mas ela para aí: a matemática apenas traduz 3/7 de cada face. Por isso ela às vêzes consegue acertar previsões tão distante de nós. Ela atravessa a face onde operamos e atinge os 3/7 de outras faces, inclusive daquelas superiores que ainda não conhecemos. Como por exemplo as equações de Einstein estavam e estão à frente do nosso tempo. Portanto a Matematica se refere ao local e tempo onde operamos. E no trecho a seguir o autor que nada sabe sôbre a cosmovisão da matriz, vindo por caminhos diferentes chega praticamente à mesma conclusão:

At the level of the very, very small, the world is not smooth and continuous. It is lumpy. It’s the world of discrete energy levels and fundamental particles called quantum physics. One way of interpreting the quantum appearance of the very, very small scale is to say that at this level, mathematics is not smooth and continuous. It, too, is lumpy.

This suggests, in turn, that mathematics does not exist in some pure Platonic realm, but that it is just one more messy part of the fabric of the universe. There are, in fact, no universal mathematical laws, and no universal mathematics. Rather, there are local laws — bylaws, if you like. It just depends on where you look. To date, we’ve tended to look on the scale of the everyday and the very large. But as science gazes more and more at the very small, a new kind of math might be the result.

If that turns out to be right, then math may cease to look so unreasonably effective. The miracle, and its perfection, may start to look far less impressive. And if God does exist, future believers may conclude that he is not much of a mathematician after all.

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Interessante informações no site:

The Dawn of Space and Time in a Selfconscious Quantum Universe

http://tonyb.freeyellow.com/index.html

Para quem enviei um Outlook:

Hi… I am following your website because there are very good information for my personal research. It is curious how different persons coming from different pathways in the search for answers, sometimes arrives to identical conclusions. About the number phi, my method has found that it is the mathematical point of any natural system that produces the reproduction of the system, as you can see in the formula at my website. We could changing useful informations for both…

If interested, see the article Sensacional Descoberta: a Explicação para o Número Pi e a Sagrada Geometria , Google it and translate. My website: http://theuniversalmatrix.com

Ohhh… I did not get to sign as guest, I got the message “error”. Any problem about that?

Cheers… Louis Morelli

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Matemática pode se tornar uma cultura virtual entorpecendo os sensores cerebrais?

quinta-feira, janeiro 7th, 2016

A Natureza não tem nada a ver com números e matemática. Absolutamente nada. Alguma vez alguém viu a Natureza apresentando um numero qualquer para qualquer coisa ou situação? Ou alguma equação matemática? Certamente não. Porque números e matemática são criações humans, e o Universo não esta nem ai para as criações mentais deste minusculo microbio habitando um perdido ponto na imensidão. Pois não e’ o Universo que e’ obrigado a se configurar segundo o humano que se julga no centro dos acontecimentos, ele ‘e do jeito que e’ e pronto.

– ” Mas como não? Eu sei que todo dia, as 12 horas ( isto são números), a sombra vai estar a 3 metros ( outra vez os números) da parede. Ou que a cada 240 dias (números), estaremos no outono”.

-” 12 horas? Ora tem muitos planetas girando a volta de muitas estrelas, que estão girando a volta de muitas galaxias. E’ isto que a Natureza mostra, disso ela trata. Se você quer separar a orbita de um planeta em fracões de tempo, problema seu. Você quer separar tempo numa concepção sua denominada ” hora”, problema seu.  E metro?! O que e’ isso? A Natureza nada sabe disso. Se você botou uma ponta de uma fita em algum lugar da natureza e depois cortou a fita fazendo outra ponta e depois decidiu ” bem, vamos chamar o espaço entre aqui e aqui de um metro”… problema seu. Para a Natureza existe espaço, apenas isso.”

-” Mas a Natureza e’ matemática. prova disso e’ que nos tenos equações que mostram por exemplo que aplicando tais forcas em tais quantidades, em muitos lugares e tempos diferentes, vamos sempre obter um mesmo numero final, o qual serve para prever o que vamos encontrar na Lua onde houver as mesmas forcas e quantidades.”

– ” Amigo, as forças estão por ai rolando e se encontrando e se separando. Nesse desenrolar, certos estados ambientais são repetidos aqui e ali, outros acontecem por acaso pela primeira vez e talvez nunca mais volte a acontecer. Se certos estados de um lugar e tempo são repetidas, e’ o movimento da Natureza. Equações não movem estas forças, equações não produzem estados ambientais. Se você quiser fica no meio destas forças e dizendo que um determinado estado ambiental se repetiu 5 vezes e nestas cincos vezes você criou uma equação que descreve um estado e esta espaço também descreveu os outros 4 estados, a Natureza não quer saber disso, para ela houve estados repetidos… por acaso. Portanto, dizer que uma equação e’ absoluta determinação exata para certos eventos e fenômenos, esta errado, porque a exatidão como efeito do acaso não tem funcionamento ou alicerce solido. Todas as suas equações estão boiando em cima do nada, pois este acaso nunca mais vai se repetir… senão não seria acaso.

 

Não queira antropomorfizar o Universo projetando nele as propriedades humanas, pois acontece o contrario, e o Universo que se projeta para todos os lados e uma destas projeções resulta numa figura humana. Projetando o humano sobre o Universo mentalmente você vai ter sempre uma visão do Universo que vai crescendo enquanto houver propriedades humanas para projetar, mas no momento que elas terminam, quaisquer outras informações que continuarem a vir do Universo não vai bater com sua grande figura do Universo. Você estava enganado desde o começo.

Quando você esta antropomorfizando o Universo você esta centrado em seu umbigo olhando antes para ti mesmo, com isso ficas cego para prestar atenção nas informações que o universo manda que não bate com essa antropomorfização. Relaxe, apenas fique com os ouvidos livres prescrutando o universo, anotando suas informações. As quais não vem em números e equações, vem na forma de forcas, elementos, espaço, ruídos.

O humano esta percebendo apenas 3 dimensões dos objetos, enquanto a String Theory sugere 11 dimensões existentes, e a interpretação dos muitos mundos vindos da quantidade sugere que estas dimensões são em quantidades infinitas. Mas seja la quantas dimensões existirem, porque estamos ainda captando apenas 3?. Um fundamental culpada e’ a matemática.

Nos temos apenas 5 sensores ligados ao cérebro e com certeza estes sensores estão ainda sob evolução. Um sensor que ate os insetos tem, e que foi mantido em pássaros, morcegos, e’ a antena. Existem evidencias suficientes que estas antenas os capacitam a captar algo na dimensão dos campos eletro-magnéticos. Mas nos humanos a antena chegou tao atrofiada que se tornou um pequeno caroco aprisionado no centro do cérebro, a glândula pineal. Porque este atrofiamento?

Porque nossos ancestrais certamente se desviaram do caminho que a natureza esta trilhando na sua propriedade que produz evolução de certos objetos internos, e desviados do ritmo em que ela se move. Se desviaram porque não tiveram o conhecimento necessário sobre o Universo em que existem. se a matemática esta construindo uma face teórica do Universo que não corresponde a realidade, não vamos desenvolver os sensores existentes e não vamos provocar a emergência dos sensores que nos faltam.

O Universo não consulta os humanos e pede uma equação para calcular como vai produzir um evento ou fenômeno. Simplesmente a longa cadeia de causas e efeitos que vem desde o Big bang vai se desenrolando, avançando. Se você esquece o Universo la fora e fica na escrivaninha lidando com seus números e conceitos matemáticos, você passa a lidar e viver num mundo virtual, o qual vai desliga-lo em definitivo do mundo real.

E’ isto que chamo o mundo intelectual dos matemáticos: uma cultura virtual. A qual se torna a Matrix que se volta contra eles, desenhando o mundo em que vão viver. Ate se esgotar todas as possibilidades intelectuais de desenvolver mais números e equações matemáticas, as quais são o alimento que mantem a Matrix viva. Quando se esgotarem a matrix enfraquece desnutrida, morre, e de repente voces caem de volta no mundo real. A qual com certeza sera uma experiencia dolorosa, senão fatal.

 

Matematica: Uma critica

quinta-feira, novembro 12th, 2015

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Numa discusso no Youtube, sob o video ” The helical model”, um comentador criticou asperamente a teoria baseando-se na teoria do sistema solar coplanar aprendido na escola e mencionando muito a matematica. Entao outro comentador postou o seguinte:.

+AEROSPACE or BUST (Liquid Soul)
“Today’s scientists have substituted mathematics for experiments, and they wander off through equation after equation, and eventually build a structure which has no relation to reality. – Nikola Tesla”
He is obviously a little crazy, it”s reasons as to why like Tesla always stayed away from them, they think it”s all math, but math is just a human thing, the universe works on energy,laws,vibrations, frequncies etc.
Not math, it”s why the dude can”t grow up and can”t understand that the only purpose of the video is to show that the solar system is obviously moving, like everything else in the universe, if he would just shut up about his crappy math stuff, he would have realized that the maker of the video wanted to show a simple thing, that the solar system is moving, and that he should not be so reactive. But math always clouds judgement, as it mostly works with the more primitive and robotical part of the brain for those who can”t use reasoning,intuition, analysis, creativity. Math actually makes people think that space is being curved by huge bodies(and somehow it”s not reaction back,since curved space move stuff) in the theory of relativity, a theory that Tesla always love to sneer that theory, it”s why math can easily be imitated by computers, they don”t think, they don”t even have basic awareness of things like animals do, because they are just imitating objects, that”s all math can do.
Trying to be exact in a universe that always changes.! Another reasons as to why Tesla thinks that you can use math to support any stupid idea is that scientistts actually use math to prove that space is being curved by objects without reacting back, if space would have had such power(As even Tesla said) it would have stopped all motion, it would be like rotating a ball in water, it will react to every rotation and will eventually stop the back.So don”t mind cracks like this guy, they never make anything, they just consume energy and talk, instead of using more intuition, which happens to be the ability of the most advanced part of the brain.
Yeah..he is poor, he is probably one of those geeks who stiill think that bats are blind just because they read that in a book, when they can actually see quite well.  I tested alot of geeks, and I know say that the reason as to why people hate them is because even if they are so easily to fool and have such dull minds, they think of themselves of great pillars of science, but always end up making a big fuss about nothing, and get themselves laughed about when they are proved wrong in a sense. There were these idiots who kept implying that dogs can”t see colors , and there was this geek who provoked a fierce argument that almost ended up with a fight when he insulted the guy who kept saying “Duude, it”s not possible for dogs to not see colors , I actually see mine reactiong to them”, and then some guys found out that those scientists were wrong when they said that dogs are color blind, and they actually see color, but just can”t distinquish just as well, the guy who was right practically moved the geek”s desk in his bed for making such a fuss about nothing. The same math geek made a fuss about bats being blind, and someone disected a bath eye and actually saw that they have the needed receptors to see quite well in the dark also, and that they only use echolocation for hunting and stuff like that in the night, when it”s hard to see, as a example vampire-bats don”t use echolocation for hunting or at all(fro mwhat I know) because they suck blood from big reature, and they are not hard to spot, so no echolocation needed. He was also wrong by a big number of things, because he never actually hecks things from a realistic point of view, for him..if a college professor said that..then it”s a UNIVERSAL LAW, stupid pricks…I had and heard of countless events where many such teachers are witless, because no one ever doubts them. It”s because you don”t really need a IQ test to be one, even Einstein had trouble in his youth with such people

Fractals e a Matrix: O Melhor Video

segunda-feira, outubro 26th, 2015

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https://www.youtube.com/watch?v=Lk6QU94xAb8

Arthur C Clarke – Fractals – The Colors Of Infinity

Notar que aos trinta e alguns minutos do video os atores intuiram uma relacao entre um fractal e uma matrix. A diferenca entre a teoria da Matrix/DNA e a descoberta de que a matematica mais um computador pode gerar fractais geometricos e’ que, para desenvolver suas coisas mas complexas, a Natureza aplicou o fractal vivo da Matrix/DNA e nao o fractal da matematica computacional. Esta minha afirmacao sera decidida apenas pelo tempo e nao por algum humano existente hoje. Sera o montante maior de evidencias e provas que decidirao quem esta certo ou errado.

Brincando de fazer figuras e desenhos num computador pode gerar mais figuras interessantes do que quando a Humanidade se debrucava sobre um pergaminho ou uma folha de papel com um pedaco de carvao ou lapis de cores e dava trelas a imaginacao que dirigia as maos a produzirem o que denominamos de ” arte”. E quando o imaginador e’ um matematico, ele pode descobrir que numa certa repeticao de figuras existe um padrao e pode ate traduzir este padrao numa formula, inseri-la no computador e pedir ao computador multiplicar por essa formula matematica, aquela figura ao infinito. O resultado serao os fractais de Mandelbrot.

Mas outra coisa e’ observador olhando a Natureza com os olhos curiosos e as perguntas ” Mas como?!”, ” porque?!”. “Porque o mundo e’ assim, o que e’ essa Natureza e porque ela fez estas coisas em cima do Nada?! Bem, a Natureza nao e’ expert em matematica, nao tem imaginacao e nao tem computador. `As vezes nos parece que a Natureza usa matematica para fazer algumas de suas coisas, como por exemplo, a exata mecanica dos movimentos dos astros celestes. Mas nao. Os Astros tem uma exata orbita, um peso exato para sua orbita, uma claridade ou obscuridade proporcional a sua posicao e estado simplesmente pela propagacao eletromagnetica na forma de ondas que criam aneis em camadas superpostas no espaco e os Astros sao produzidos ou capturados nestes aneis que possuem diferentes frequencias, vibracoes, etc. Como os seres humanos como Newton nao tinha percepcao exata destas expansoes eletromagneticas e suas propriedades, mas perceberam que os movimentos dos Astros se repetem dariamente ou anualmente, aplicaam um metodo que e’pssivel ao seus cerebro criar, denominado ” matematica” para colocar numerous nos pontos atravessados por estes corpos e assim preverem os proximos movimentos – como tambem notarem que as repeticoes reais dos movimentos correspondem a uma repaticao dos numerous matematicos, e assim extrair uma equacao com estes numerous para facilitar estas previsoes. Mas a Natureza nao faz isso, a matematica nao e’ um metodo da Natureza. A Natureza e’ um conjunto de forcas que se propagam, convergem, se misturam, se separam, e se propagam nessa longa cadeia de causas e efeitos que se tornam causas de proximos efeitos, sem calcular nada, nenhum proximo evento ou efeito. No entanto o observador pelo metodo natural pode notar os mesmos fractais, o que vai diferir grandemente e’ a interpretacao destes fractais, o conteudo e causas destes fractais, e por fim, a aplicacao tecnologica destas diferentes interpretacoes.

Por Mandelbrot, a natureza produziria um corpo com uma forma geometrica e o multiplicaria no tempo e espaco, superpondo estas copias umas as outras, formando grandes corpos na mesma forma geometrica, de maneira que seria possivel, a mente humana, fazer o caminho inverso dessa evolucao, partindo do maior ate chegar ao menor, ao Plank length, e descobrir a origem do mundo. Primeiro de tudo, essa multiplicacao seria impossivel porque seria magica, ja que a forma copiada seria feita do nada para ocupar um ponto no nada e criar mais um ponto de espaco. Segundo por que se fosse assim o Universo teria ficado patinando nas suas origens sem nunca sair daquele lugar, sem dar um passo evolucionario. Pois o maximo que seria feito e’ um tipo de peca, e com um tipo de peca apenas nada se faz de complexo. Nao ha’ como criar um Sistema de uma peca so’.

Nao, a Ntureza nao aplica a multiplicacao matematica. 8 bilhoes de existentes humanos tem todos a mesma forma geometrica externa mas nenhum ‘e copia multiplicada de outra, cada um contem uma minima diferenca que nenhum dos outros 7,99 bulhoes a possuem. E assim sao com os nucleotideos no DNA, os genes, as arvores, os tamanduas, os Astros e tudo o mais. A Natureza fala a linguagem da Vida, e nesta linguagem existe reproducao ao sabor de mudancas, acasos, e nao multiplicacao matematca. Portanto, existem fractais naturais, mas eles nao sao multiplicados matematicamente, nao sao meras figuras geometricas de per se, sao formas de vida, sao vivos, e se reproduzem pelo principio vital. Em outras palavras, os fractais naturais sao uma derivacao da Matrix/DNA.

Agora observe-se a formula no estado perfeito da Matrix/DNA ao lado de um fractal matematico de Mandelbrot:

Diagrama do Software de Um Sistema Fechado

Fractal Natural Universal: Formula da Matrix/DNA como um Diagrama do Software de Um Sistema Fechado

Fractal de Mandelbrot como formula matematica geometrica

A Natureza comecou no Big Bang  como um pontinho pequenino mas se expandiu tornando-se mais complexa e neste tamanho que hoje denominamos ” Universo”. Porem, assim como ela era no pontinho, assim ela e’ como Universo, da mesma maneira que um humano nasceu como um pequenino baby, hoje e’ um adulto grande e mais complexo, mas a essencia, a formula do baby e do adulto e’ a mesma. Portanto, o fractal natural universal e’ a Natureza em si mesma. Observe que seu corpo inteiro apresenta uma forma com tronco, cabeca e quatro membros. E uma sua mao tem uma palma, um polegar e mais quatro dedos. Se voce observer bem, sua mao e’ uma forma, uma copia diferenciada, da forma do seu corpo inteiro. Esta copia diferenciada se deve a que a  matriz natural e’ plastica, flexivel, para se adaptar nas diferentes circunstancias, com diferentes mateiriais, etc. Mas o molde fundamental dela ‘e sempre mantido. Sua mao ‘e um fractal do seu corpo, porque ambos sao fractais derivados da formula da Matrix/DNA. Por isso, em outro artigo aqui neste website, nos siperpomos uma mao, a face, e todos os demais subsistemas do corpo humano e descobrimos que todos possem como estrutura fundamental o mesmo molde, a mesma artista criadora.

Agora superponha o fractal de Mandelbrot sobre a formula, de maneira que aquela protuberancia na esquerda fique em cima de F1. As duas protuberancias menores laterais do fractal vao ficar sobre F3 e F6, as duas menores sobre F2 e F7. Exatamente imitando as posicoes no circuito esferico e os tamanhos dos corpos representados pelas funcoes, o que se ve mais claramente se observar-mos  a outra figura neste website onde apresentamos a forma de um sistema astronomico.

Porque os matematicos – e neste caso, Mandelbrot – inconscientemente e sem conhecer a Matrix/DNA, quase tocou no segredo natural fundamental que e’ a Matrix/DNA, apenas desenvolvendo essa criacao humana denominada matematica? Ora, os antigos matematicos nao tinham satelites para descobrirem que e’ a Terra que gira em torno do Sol. Mas se o soubessem, nao precisariam esperar Newton descobrir a gravitacao universal para  para dar numeros `as proximas posicoes do planeta no espaco nos proximos dias, meses e ate anos. Nao e’ a Natureza que deu numeros e nao foi ela que calculou com equacoes qual seria a orbita dos planetas. Foi o homem que aprendeu que estas orbitas se repetem periodicamente e ele nao tem outro jeito de representar isto senao pela sua invencao de numeros que sao simbolos da sua logica que acompanha uma infima parte da grande logica da Natureza aplicada ao criar suas struturas.

Assim, se os matematicos com seu metodo tentarem imitar um sistema solar no laboratorio, podem ate’ consegui-lo, com orbitas moventes e tudo o mais, porem sera’ um sistema solar esteril,  incapaz de criar a vida, como o sistema solar original natural criou. Isto porque estara’ lhes faltando  aplicar o fractal correto, que e’ a formula viva da Matrix/DNA e nao a equacao ( Z<>z2+…) matematica de Mandelbrot.

 

 

A Fórmula da Matriz/DNA como Algoritmo Para Todos os Sistemas Abertos e Fechados

terça-feira, maio 26th, 2015

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A fórmula da Matriz/DNA como algoritmo de um sistema fechado ( existente somente nas escalas atomicas e astronomicas):

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

F1) Existem ingredientes crus no espaco, na forma de massa e energia, e rodopiando devido rotacao do espaco?

Se sim, forme-se o rodamoinho e misture ingredients crus cozinhando-os ate que bolhas sejam ejetadas para o espaco externo. As bolhas serao o nucleo de um novo corpo astronomico;

Se nao, nao se forme o rodamoinho.

2) Uma bolha agrega mais ingredientes crus e congelados do espaco?

Se sim, continue se dirigindo para dentro do espaco sidereal, agora sob o nome de semente estelar ou planeta;

Se nao, desfaca-se como bolha.

3) O planeta passa perto de uma estrela?

Se sim, caia na sua orbita;

Se nao, continue vagando no espaco ate se desfazer.

4) O nucleo e’ alcancado pela energia da estrela?

Se sim, inicie reacoes nucleares se alimentando das camadas externas de ingredients, ou seja, das camadas geologicas;

Se nao, torne-se uma lua.

5) A reacao nuclear evolue comendo as camadas ate a superficie?

Se sim, a pressao forma os vulcoes que ejetam cometas que caem na espiral galatica rumo ao nucleo;

Se nao, congele-se como uma lua.

6) A reacao nuclear atingiu a ultima camada superficial?

Se sim, colapse-se como uma estrela supernova;

Se nao, congele-se como lua.

7) Esgotaram-se as particulas de energia dentro dos atomos das camadas de nutrientes?

Se sim, desfacao o resto em massa ingrediente para formar novo rodamoinho;

Se nao, torne-se um planeta gigante morto de gas inerte.

A fórmula da Matriz/DNA para sistemas abertos:

1) Repita todos os passos ate F5

2) Queres se eternizar nesta forma de corpo?

Se sim, vas internamente para o nucleo;

Se nao, vas externamente para se relacionar com o exterior desconhecido.

Traducao para o Ingles:

The Matrix/DNA formula as a closed system algorithm (exists only at atomic and astronomical scales):
F1) Are there are raw ingredients in space, in the form of mass and energy, and swirling due rotation of space?
If so, form a whirlpool mixing raw ingredients and cooking them until bubbles are ejected to the external space. The bubbles will be the core of a new astronomical body;
If not, don’t form the whirlpool.
2) The bubble adds more raw and frozen ingredients in the space?
If yes, continue heading into the sidereal space, now under the names of “star-seed” inside a “planet”;
If not, be undone as a bubble.
3) The planet passes close to a star?
If yes, get in their orbits;
If not, continue wandering in space to unravel.
4) The nucleus is reached by the star’s energy?
If yes, start nuclear reactions feeding on the outer layers of ingredients, i.e. the geological layers. Go to F6;
If not, become a moon.
5) Is the nuclear reaction evolving and eating the layers to the surface?
If yes, the pressure form the volcanos ejecting comets (carrying on active nuclear reactions for to activate the whirlpool) and  falling internally on the galactic’s spiral towards the core. Go to F1;
If not, freeze like a moon.
6) The nuclear reaction reached the final surface layer?
If yes, self-collapsing becoming a star supernova;
If not, freeze like moon.
7) Were sold out the energy particles within the atoms of the nutrients’ layers?
If yes, self-dissolves into fragmented in ingredient mass to form new whirlpool, and self recycles yours body.
If not, become a giant dead planet of inert gas.

The Matrix/DNA formula for open systems:

1) Being yourself an electromagnetic structure, or atomic, or astronomic, or biological, repeat all steps to F5;

2) Do you want to perpetuate this form of body/life’s cycle/closed system?
If Yes, go internally to the nucleus and repeat his eternal cycle;
If not, go externally to relate to the outer unknown.
Note: for example, if you’re a man, and married, drive all your F5 for a single and same woman, reproducing only a unique type of DNA. If you’re a man, and celibate, drive your F5 to the largest quantity of different women, producing diverse kinds of DNA. Other example: drive yours behaviors to be an extreme nationalist or to be opened to globalization. Or other: as a bird in Galapagos, keep yourself in Galapagos eternally or immigrates to the next island for to be found by Darwin as mutated and naturally selected.

Matemática: Argumento Contra a Atual Ditadura da Matemática no Pensamento Humano

terça-feira, outubro 12th, 2010

(Meu comentário num vídeo sôbre Galileo no Youtube)

Galileu pode ter cometido um equívoco quando disse ” a matemática é a linguagem com que Deus escreveu o Universo”.

O êrro deve-se à posição relativistica de qualquer observador. Um ser humano como Galileu, perante a grandeza do espaço sideral que êle estava vendo com sua luneta, é comparável com uma particula quark situada dentro de um átomo, o qual teria o tamanho do sistema solar. Ora, todo átomo é regido por leis meramente físicas, mecânicas, as quais são melhor traduzidas pela linguagem matemática. Portanto, se o quark tivesse acreditado que a matematica é a linguagem da física do “universo” que êle estaria conseguindo enxergar, estaria correto.  Por isso Galileu intuiu apressadamente que a linguagem é o unico idioma que explicaria a Natureza. Êle estava vendo apenas um sistema estelar, um tijolinho do Universo, e com isso acreditou que poderia entender o mundo e inferir que existiria um Deus criando-o, e ainda saber qual a linguagem de Deus. 

Mas o sistema solar está dentro de uma galáxia, e Galileo não tinha como saber da existência das coisas que a galaxia tem e o sistema solar não tem, como os pulsares, quasares, buracos negros, etc. Portanto, uma galaxia é um novo e superior nivel de organização da matéria, um sistema mais complexo que o sistema atômico, e talvez aqui a matemática já começa a falhar como idioma universal da Natureza.  A mesma situação para o quark se o átomo em que ele está dentro estiver formando uma molécula. O quark jamais poderia saber que a molécula fala outro idioma alem da matemática: a quimica.

E se a molécula estivesse dentro de uma organela dentro de uma célula? O quark jamais iria entender ou suspeitar que existe agora a linguagem biológica. Mas e se esta célula fôsse um neuronio dentro de um cérebro? O quark jamais poderia imaginar que existe ainda uma superior organização da matéria que só poderia ser calculada e traduzida por outro tipo de processo mental, que falaria outro idioma, digamos, o mental. E quem pode dizer hoje qual o ultimo ou mais complexo nivel de organização da matéria do mundo? Eu certamente não cometeria tal ato irracional.

Existe uma nova teoria que apresenta modelos onde a galaxia e o universo estaria organizado a nivel biológico tambem. Trata-se da Teoria da Matriz Universal dos Sistemas Naturais e Ciclos Vitais, no website de mesmo nome. E ela sugere que a Natureza fala muitos outros idiomas alem da matemática, sem o conhecimento dos quais, não podemos entender o mundo.

Hoje os fisicos acham que elucidaram o universo aplicando a matematica. Ora, as evidencias e a Razão, para quem consegue ser humilde a ponto de pensar como um quark, sugerem que isto é impossivel.