Arquivo para a ‘Curiosidades da Matriz’ Categoria
segunda-feira, fevereiro | 8 | 2010
A formula universal da Matriz continua nos surpreendendo a cada hora, agora por exemplo nos explicando como funcionou a mente de Deus ao desenhar cada detalhe de nossa face! É dito geral, desde os tempos de minha avó, que todo mundo tem um ôlho menor que o outro, e inclusive um tem menas eficiência visional que o outro (ainda não tive tempo de pesquisar o que a Ciência diz a respeito). Mas se o povo notou isto, também surgiu uma questão que intriga os pensadores: porquê? Desde que nossa face apresenta a universal bi-lateral simetria, isto não faz sentido. As orelhas são iguais (penso eu, e acho que ninguém ainda pegou uma fita métrica para sair por aí medindo as duas orelhas das pessoas. Taí: quer ficar famoso (a) e por seu nome nos imortais anais das Ciências ou no Guiness? Faça a medida em 50 amostras e se for constatado que existe diferença no tamhanho das duas orelhas de uma mesma face, você será o primeiro no mundo a descobri-lo).Esta questão me surgiu hoje quando lia as perguntas no Yahoo Respostas e deparei-me com uma questão do usuário denomionado “Super Intrigante”, que é a seguinte: “POR QUE TODO MUNDO TEM UM OLHO BAIXO E O OUTRO NORMAL?”
E então ali tem a brilhante resposta de uma menina, cognominada “Desejo Dôce”, que transcrevo a seguir:
“Achei que era só eu que tinha… Uma coisa eu sei, tem um lado da pessoa que é mais expressivo e verdadeiro. Você descobre qual lado seu é mais importante, muitas vezes com mais caracteristicas faciais, como linhas mais expressivas, talvez até mais rugas, a boca puxa mais para esse lado quando você sorri etc. Você descobre qual é esse seu lado quando você une as mão à sua frente bem no meio do seu rosto, com o braço esticado, deixa um espaço entre as mãos, e olha para um ponto, dai você fecha um olho, tem um dos olhos que vai continuar com o foco igualzinho de quando estava olhando com os dois olhos. O outro quando você fecha vai mudar o ponto que você estava olhando com os dois olhos.”Menina esperta essa, hein?
Os dois buracos do nariz são perfeitamente simétricos, não? As bochechas estão na mesma altura e proporções. Porque os olhos foram feitos diferentes? Acho que se os evolucionistas buscarem a resposta nos primitivos animais, procurar em qual deles houve uma mutação para pior e a partir dêle esta mutação teria sido permanente em tôdas suas descendências, inclusive no homem, não vão descobrir nada, porém, devem tentar. Por nosso lado, estamos em paz com êsse fenômeno. A fórmula da Matriz não tem falhado nunca e também aqui fornece uma explicação, fantástica é certo, mas de uma beleza lógica e racional que nos causa alegria admirando a engenharia oculta na Natrureza.
A construção da cabeça dos seres do reino animal é uma longa e lenta obra que começa lá com a célula, passa pelos pequenos organismos e desabrocha na sua plenitude na forma do Tom Cruise masculino e da Marylin Monroe feminina. Mas quando os primeiros seres multicelulares começaram a alongar sua membrana externa e projetar um protótipo da cabeça, estava na verdade sendo desenvolvido uma nova forma derivada de sistema natural, portanto, mais uma vez a Natureza sacou de seus bolsos a fôrma do diagram de software do sistema matriz, com a qual ela produz tôda a materia deste Universo e organiza esta material em peças, partes, corpos, e finalmente, sistemas. Portanto, temos que entender que a cabeça humana deve ser o ápice, o produto final possível de mais uma operação da formula da matriz, que a cabeça é um sistema “de per se”.
Ora, se é assim, vamos correndo examiner a fórmula-software buscando entender as origens, o desenvolvimento e os significados de cada detalhe do nosso rosto. Não vamos agora desvendar o nariz (o que já foi entendido, pois basta ver o cone da Função Número 1 para ver de onde veio a forma do nariz e basta observer como o cone na formula funciona par aver que existem dois buracos que fazem algo como a respiração), assim como não vamos estudar orelhas (pois já o fiz, e basta ver a forma espiralada da orelha para já ir entendendo a cópia exata da matriz em sua forma de espiral galactica). Baixemos a fórmula software da Matriz no seu estado de sistema fechado perfeito, portanto:

Não vou mencionar os inumeros detalhes complexos que tenho estudado comparando a nossa cabeça com a fórmula da Matriz ao longo destes 25 anos, pois a coisa é tão complexa que envolve aquele principio transformador do DNA quando uma metade de face direita contrói a esquerda, envlove o fenômeno da Chiro… (esquecí o nome agora), presente na formação das moléculas, o fenômeno do circuito que sai do lado esquerdo do cérebro se torcer e adminastrar o lado direito do corpo, o fenômeno de um lado da face ser “up” e o outro “down” obedecendo o aspecto entrópico dos circuitos sistêmicos, etc. Estes estudos revelam um monte que os especialistas deveriam fazer se conhecessem a cosmovisão da matriz e muito poderia ser feito no desenvolvimento da medicina, mas devido a falta de tempo, por ora fica em aberto esta tese e retorno a ela sempre que possível. Vamos nos voltar ao nosso tema de hoje: as causas das diferenças entre os olhos.
Nesta formula acima primerio de tudo lembremo-nos o que significa aqules F1, F2, etc.: são as Funções sistêmicas universais, os obreiros da material desde o Big Bang, que ali apareceram como sete conceitos ideais, sete forcas brutas constantes de um vórtice quântico – spin right ou left, tendência ao movimento retilineo uniforme ou ao movimento curvelíneo circular, etc. (vide a tese sôbre Funções Universais). Sabendo-se que a F1 produziu a bôca e o nariz, somos imediatamente levados a procurer a função que produziu os olhos considerando as posições dos olhos na face. Ora, salta aos olhos imediatyamente que estas funções foram a F2 e a F6 (e/ou F7). A F2 é a função de elevação do circuito e a F6, a função da estabilização do circuito e mais tarde o inicio da entropia, enquanto a F7 tem estabelece definitivamente a entropia. Agora vamos à contraparte material dêste estado evolucionario da Matriz como sistema fechado, o qual é a forma de proto-sistema astronomico, ou mais exatamente, nosso ultimo ancestral não-terrestre, denominado LUCA.

Observamos que neste estado do sistema universal, a F2 construiu como ferramente para poder operar sua obra, o astro-baby, ou, como podemos chamar também, a semente de uma nova estrêla. O astro-baby recém-saído fda fornalha nuclear é uma esfera de energia incandescente, portanto deve ser muito luminoso. Agora procuremos a F6, e vamos ver que aqui a função universal construiu como seu corpo material para operar na matéria, a forma da estrêla, mais exatamente a de supernova recém-transformada desde um pulsar. O primeiro detalhe óbvio é que este corpo também é luminoso. Ora, então a diferença fundamental que une F2 a F6, em confront com as outras formas de Astros, é que seus corpos brilham, enquanto ops demais são opacos. Começa a delinear-se o segrêdo do mistério: visão é um fenômeno facial relacionado à luz, e Astros-babies e estrêlas são fenômenos astronomicos ancestrais relacionados à luz. Mas observe em LUCA que o astro-baby é a forma do corpo astral mais pequena que existe, parece estar num nivel mais baixo que F6 se consideramos a formula num plano horizontal, enquanto a supernova é a forma do corpo astral mais grande que existe, e parece estar num nivel mais alto que o astro-baby se considerado o mesmo plano horizontal…Está matada a charade? Sim. Sabemos que a história da evolução biológica na Terra nestes 3.5 bilões de anos tem sido a história do processo embrionãrio da reprodução de LUCA, o que implica dizer… reprodução da face da LUCA.Temos um olho menor e mais fraco que outro. Qual o problema? A vida é assim, todos os babies são menores e mais fracos que os adultos. Nosso olho esquerdo foi produzido pelo mesmo artista que faz os babies astronomicos no céu, e nosso olho direito foi feito pelo mesmo obreiro universal que faz estrêlas gigantes no céu. ë assim que dada função sistêmica universal precisa fazer seus corpos e neles encarnar para operar com maior plenitude e eficiência. A questão da menor eficiencia de um olho não é causada por um péssimo design da Natureza, pois se nossa fasce fosse simplesmente uma obra obediente e fiel á formula de sistema perfeito, o conjunto dos dois olhos resultariam na maxima eficiência da visão. Mas acontece que LUCA se meteu a Bêsta dominado pelo selfish gene, quis ser eterno e egoisticamente isolado em seu paraizinho privado, forçou uma mutação da perfeição, a qual se revelou como uma mutação para pior, e nós, como seus herdeiros genéticos, pagamos o pato. Mas com o conhecimento agotra dessa histótria tôda, e como somos homens e não sacos de batata, vamos sim desenvolver uma tecnologia e consertar isso: nossas futuras gerações terão os dois olhos na sua maxima capacidade operative, sem diferenças entre si, numa perfeita bilateral simetria, ou se descobrir-mos que o sistema facial trabalha melhor nos moldes do software, onde estas duas diferenças existem porque se complementam num circuito por onde fluem os sinais luminosos ( o que está a requerer uma nova abordagem tecnológica), manteremos assim o que foi feito de melhor.
Pois bem, hoje você aprendeu que seu olho esquerdo é como um bebê engatinhando e seu olho direito é como um adulto a todo vapor. Mas não vá fazer como eu: estou lavando o olho esquerdo com leite e o direito com uisque, par aver se satisfazem e se comportam melhor.
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sexta-feira, agosto | 14 | 2009
Wilhelm Conrad Röntgen, descobridor dos Raios-X
Muitos milhões de seres humanos sofreram torturas terríveis e morreram antes de 1900 porque não sabíamos que existe o Raios-X. Bilhões de pessoas hoje - inclusive eu algumas vezes e provavelmente você também – passamos livres por estas tragédias, por isso devíamos erguer estátuas e criar o dia de Wilhelm Röntgen, ao invés de ficarem cultuando estas celebridades televisivas da inutilidade. Quando num acidente de carro tive um osso da perna lascado, fui livrado de muitas dores e tive salvo minha perna pela grande descoberta deste herói da Humanidade.
Relato apenas um caso para que fique aqui registrado e para nunca esquecer, lido no website “Física e Cultura”, em http://www.cbpf.br/FISCUL/ , onde o leitor pode aprender toda a impressionante história da luta daquele homem e explica tudo sobre a história da descoberta. Este caso foi relatado no
“Jornal do Comércio”
Sexta-feira, 16 de fevereiro de 1896.
(Observe a data: 1896 ! Não é à tôa que o português vem todo errado)
A Photographia atravez dos Corpos Opacos
e começa assim:
O eminente professor de physica Wilhelm Conrad Roentgen, de Wutzburgo, acaba de fazer uma descoberta destinada, se os seus resultados se confirmarem amplamente, a produzir uma profunda revolução nas sciencias, sobretudo na medicina e mais particularmente e immediatamente ainda na cirurgia. Trata-se de uma descoberta realmente assombrosa, a photographia atravez dos corpos opacos, impenetraveis à luz e que os estudos do eminente professor provarão ser permeaveis a alguns raios luminosos. Excederia os limites da nossa competencia, entrar na explicação scientifica destes maravilhosos phenomenos. O que é certo é que a descoberta delles é sem dúvida uma das maiores conquistas da sciencia, predestinada a levantar uma ponta do véo de tantas cousas occultas até hoje aos nossos olhos, e cuja applicação irá determinar os mais inesperados resultados.
Limitamo-nos por hoje a apresentar aos leitores as experiencias que se tem feito em tal sentido e que, como se verá, têm sido as mais satisfatorias….”
A seguir o jornal cita vários eventos que assombraram o mundo na época e dentre eles extraio este caso impressionante:
O jornal de medicina inglez Lancet refere a seguinte observaçãorelativa a um doente, que se achava em tratamento havia muitos mezes em um dos grandes hospitaes, o Guy’s hospital.
Este individuo, que era marinheiro, tinha sido encontrado ébrio moribundo em um distrito mal afamado de Londres e transportado para o hospital. Passada a embriaguez, verificou-se que o infeliz estava paralytico das extremidades superiores e inferiores. O exame mais minuciosos não revelou mais do que insignificante chaga, situada na região dorso – lombar, e que não tardou a cicatrizar-se no fim de poucos dias. Desde então e a despeito de toda a medicação, o doente se conservava paralytico, quando o Dr. Williamson, chefe do serviço, teve a idéia de aplicar a photographia por raios-X na parte da columna vertebral correspondente à ferida.
O cliché revelou-lhe a presença de um corpo extranho, cuja natureza não pode elle logo determinar, visto que estava insinuado entre a primeira vertebra dorsal e a primeira vertebra lombar. Uma incisão no ponto preciso correspondente fez-lhe descobrir uma lamina de faca tão fortemente incrustada nos corpos vertebrais que lhe foi preciso empregar reaes esforços para extrahi-la.
No fim de poucos dias o doente teve alta. Em Berna uma criança tinha mettido uma agulha na mão. Tratava-se de localisar exactamente este corpo extranho. O professor Kocher, com o auxílio do professor de physica Forster, tirou a photographia por raios-X do membro e graças a este meio conseguio alliviar promptamente o doente.
Impressionante, não é? Um marinheiro atraca num porto, sai para uma comemoração em terra firme, fica embriagado, é atacado por um assaltante que lhe crava uma faca com tanta força que ela entra no osso da coluna vertebral de maneira que quando ele puxa a faca só lhe vem o cabo. O marinheiro estava tão bebado que nada viu ou sentiu! Quando chega no hospital vê-se apenas uma ferida, um pequeno corte que logo cicatriza e ninguém dá importancia aos arranhões de bebados. Mas uma faca tinha ficado lá dentro! Sem o Raios-X, sem Wilhem Conrad Röentgen… jamais alguem iria saber sobre essa faca, o individuo iria ser torturado com dores e ficar paralitico até a morte! Levando a faca para o caixão junto consigo!
E no entanto, enquanto milhões de pessoas foram torturadas com dores horriveis até a morte desde os principios da Humanidade, o Raios-X estava aí sendo desperdiçado porque era oculto a esta visão ainda muito débil que temos, prova de que não somos produtos de algum inteligente designer.
Mas esta história tem uma outra lição que não devemos deixar escapar-nos. Veja isto:
Um aspecto interessante sobre a descoberta dos raios X foi o fato dela não ter ocorrido antes, visto que vários cientistas, altamente capacitados e mesmo mais conhecidos do que Röntgen, vinham trabalhando com tubos de descarga há muitos anos. O fato de renomados cientistas não terem notado que estavam às voltas com um novo fenômeno tem a ver com a dificuldade de se “observar” aquilo que não se espera teoricamente. Por outro lado, como bem observou o conhecido historiador e filósofo da ciência Thomas S. Kuhn, é justamente a existência de investigações guiadas por paradigmas (um conjunto de problemas, expectativas teóricas, métodos e técnicas experimentais aceitas pelas comunidades científicas) que possibilita e mesmo conduz ao surgimento de anomalias, ou seja, “falhas” na natureza em se conformar inteiramente ao esperado.A Röntgen cabe o mérito de ter “visto” aquilo que outros “olharam” mas não perceberam e de ter concentrado seus esforços e habilidades na investigação do novo fenômeno, cujas repercussões fizeram-se sentir de forma imediata e estrondosa. Não sem razão , portanto, foi lhe atribuído o primeiro Prêmio Nobel de Física, no ano de 1901.”
Penso que o segredo do sucesso de Röentgen começou aqui:
“Em sua experiência Röntgen encontrou resultados inesperados. Aumentando a tensão aplicada aos eletrodos do tubo, ele observou um curioso fenômeno: um anteparo situado próximo ao tubo ficou fluorescente. Quando a corrente foi cortada esse fenômeno desapareceu. Intrigado com este fenômeno e buscando compreender melhor essa nova radiação, Röntgen continuou suas experiências….
Como não havia outra alternativa, as Ciências nasceram e cresceram utilizando o método reducionista, que se limitaria a identificar, isolar e descrever fenômenos naturais, sem tempo para perguntar-se “porque?” Ainda hoje tem “cientificistas ateus” que dizem que não precisam de explicações para fenômenos gerais como a Vida, o Universo, etc. Aqui entra o Filósofo Naturalista – e para nossa sorte muitos cientistas, como Röentgen, o são por natureza – o qual tem por instinto nasciturno perguntar o porque a tudo, a cada nova imagem ou movimento que percebe na Natureza. E não se conforma enquanto sua mente não consegue uma maneira de arranjar as peças que circundam o fenômeno num quebra-cabeças racional e lógico e ele ficar por algum tempo satisfeito com a explicação encontrada. Quando o fenômeno é muito importante e a explicação encontrada promete ser util como conhecimento na longa evolução do pensamento humano, o filósofo elabora uma teoria e tenta divulga-la para conseguir apoio nos testes e mais cabeças pensantes para desenvolver o novo conhecimento. A Teoria da Matriz/DNA foi feita em grande parte assim. Por instinto natural, se eu estava sentado descansando embaixo de uma arvore, seja na selva ou no Central Park em New York, e um esquilo descesse da árvore correndo, caminhassae um metro para a direita, parasse e cheirasse o ar, aí virava-se para a esquerda, caminhando mais um metro, pairando e cheirando o ar, aí dava outra guinada mais a esquerda, mais um metro, cheirava e, inesperadamente, voltava para a arvore correndo… eu via aquilo e perguntava “porque?!” Porque “um monte de átomos reunidos num corpo” se move, faz estes trajetos absurdos sem qualquer razão, e retorna a ficar quieto onde estava antes?!
Horas refletindo e buscando na história do passado dos átomos, celulas e orgãos daquele animal, assim, como nos átomos e celulas e seivas daquela arvore, assim como nos átomos da atmosfera e nas fontes dos cheiros da atmosfera, enquanto com lápis e papel desenhava a trajetória feita pelo animal e… de repente o que tinha parecido absurdo se revelava como sendo um evento racional, naturalmente inrevitável, percebendo que os movimentos do animal, os pontos onde ele parou, inclusive os tempos diferentes que ele permaneceu em cada ponto, fornecia no papel finalmente um desenho inesperado mas compreensível: seus atomos haviam participado de um ritual tradicional que eles aprenderam muito tempo antes das origens dos esquilos, redesenhado a forma da Matriz onde eles estiveram a tres bilhões de anos atrás…, o mesmo retrato de um astro celeste se movendo sujeito a um ciclo vital, o mesmo retrato da evolução de um astro no céu… era um forte indício de que LUCA continuava a dominar a psicologia de esquilos, que ele estava ainda regulando as leis gerais que dirigiam aqueles atomos do animal, que ele está ali incrustrado na sua genética… e assim finalmente tinha encontrado uma explicação racional e naturalmente lógica…
Quase todos os dias estou vendo documentos cientificos sendo publicados em todas as areas, novas imagens e fotos por microscopios e telescópios, e ao ver as interpretações ou falta delas, sempre há algum detalhe que ninguém nota, mas para quem tem os mapas da Matriz tornam-se muito importantes. A Teoria Nebular que rege o mundo das ciencias astronomicas por exemplo está fazendo com que nossos especialistas deixem de perceber muitos detalhes importantissimos ou então interpretam outros detalhes de forma totalmente diferente da que a Matriz sugere. Não tenho como comunicar-lhes o que vejo e como vejo e mesmo que tivesse não prestariam atenção, primeiro porque estou isolado, desconhecido e sem os “papéis acadêmicos”, segundo porque se não explicar a nova cosmovisão desde o inicio não vão entender nada, e terceiro porque está diferente do que o paradigma oficial sugere.
Certa feita pensei em mandar estes recados desde a selva amazonica para os USA através de meus pombos correios. Mas logo os primeiros pombos voltaram com os papelitos amarrados nos pés e expressando-se através de danças comunicaram: ”Eu não volto mais lá porque quando entrei no espaço aéreo daquele país de repente o céu escureceu de pombos que me cercaram e pediram documentos, coisas como um tal de visto no passaporte, se eu tinha social security number, me chamaram de “imigrante ilegal” e acabaram me deportando, escoltando-me até os limites do espaço aéreo… Fui enxotado… pombas!”
Brincadeiras à parte, pergunto como teria reagido aquela mulher que naquela tarde estava sentada no banco do parque do meu lado e também viu o mesmo esquilo naquele ritual? Certamente ela teria pensado assim:
- ” Ooops… um esquilo. Deixe-me ver, bem, meu corpo está salvo, estes animais não são ofensivos. Mas que bonitinho, tem os pelos lisos e aquela faixa de cores no centro da testa. Em que pode me ser util? Ser alisado, ter por perto me fazendo festas, serviria-me como animal de estimação. É… foi embora! E este homem aí do lado, desenhando e escrevendo num caderno, pensando, olhando para o nada, parece louco! Ou será que é bicha, pois não se me insinuou, parece que nem me viu aqui… que coisa estranha! Pouco importa: com aqueles sapatos rotos, aquela roupa pobre sem marca e amassada, deve ser mesmo um pé rapado.”
Filósofos não sabem ganhar dinheiro, são sempre pobres e hoje, pessoas de nivel intelectual se enriquecem, portanto são superiores a filósofos. Certa feita, Einstein estava sentado em sua sala lendo um livro quando a camareira se aproximou dizendo:
- “Sr. Eisntein, estou recebendo do correio várias cobranças de água, luz, prestações atrasadas e não temos dinheiro no banco…”
- ” Chiiii… então a minha situação está prêta, hein? Hummm… e o salário de professor… não sei onde vou arrumar esse dinheiro…”
Olhando de soslaio por cima dos ombros de Einstein e vendo o livro, a camareira perguntou:
- “Sr. Einstein… este papel que o senhor está usando para marcar a página do livro, não é um cheque?”
- ” Hein?!… Hummm… deixa ver… sim é um cheque… da Universidade de Waterloo… e de cinco mil dólares! Ah, … sim foi uma palestra que fiz lá a seis meses atrás…”
- “Mas, Sr. Einstein! Isso é suficiente para pagar todas as contas e meus salarios atrasados!” – disse isso e saiu com o cheque resmungando: “Esse aí só tem olhos para aquelas letras nos livros e não vê um cheque de cinco mil dólares embaixo de seu nariz!”
Quer dizer, a diferença entre o filósofo e um ser humano comum, normal, neste atual estágio da evolução, é que todos os pensamentos da pessoa comum começam e terminam no próprio umbigo, como expressão exclusiva do ego, utilitarista e imediatista. Enquanto o filósofo parece existir apenas mentalmente de maneira que ignora o próprio umbigo, nem se dá conta que existe, e sua mente se transporta para as coisas do mundo exterior, não se importando muito com as aparências, mas tentando invadir o nucleo interno das coisas e extrapolando na analise do exterior que o envolve. Eu me foquei primeiramente não num animal e sim num “monte de átomos, organizados de tal e tal maneira…”
Acho que o mundo precisa dos dois tipos de pessoas, as comuns para manter a humanidade viva e no melhor conforto possivel aqui e agora, e o filósofo, assim como os cientistas, para não deixar esta humanidade estagnar numa forma provisória e num estado do mundo único de hoje, para mante-la sob evolução, pois certamente as condições do mundo hoje serão alterados amanhã e se a humanidade não for alterada igualmente… se a HUMANIDADE SE SUPERESPECIALIZAR NUM MODO DE EXISTÊNCIA E TORNAR-SE UM FIM EM SI MESMA, SE TORNAR-SE UM BECO SEM SAÍDA COMO FORAM OS DINOSSAUROS, E AGORA SE COMPORTAM OS LEÕES, AS BALEIAS, ETC., A NATUREZA QUE NÃO SE ESTAGNA, PASSA POR CIMA DELA, ANIQUILANDO-A…
Na formula-software da Matriz como sistema fechado em si mesmo, podemos notar que todas as peças estão dominadas pelo mecaniciamo das massas, sob o poder e desejos da fêmea reinando na Função. O macho pulsar também está dominado pelos encantos da rainha e juntos formam o circuito da serpente engolindo a própria cauda. Apenas o macho pulsar poderia quebrar aquele ciclo eterno, se, quando ejacula os cometas, ao invés de direciona-los para o corpo da femea, desse uma volta em si mesmo e ejaculasse enviando os cometas para o espaço sideral, abrindo o sistema e lentamente permitindo à entropia desfazê-lo. É justamente esta a função dos filósofos naturalistas e intelectuais e cientistas com esse espirito de inndagação sobe o que está sendo considerado “conhecimento inutil”: eles sempre alimentam as civilizações com novidades, com descobertas revolucionarias, e assim mantem o sistema social humano aberto, atirando jatos da mente para horizontes alem do tempo e espaço perceptiveis aos sentidos.
“Se existe Deus e Röentgen teve uma alma, que Deus mantenha essa alma em bom estado e lugar, pois se um dia eu for para aquele lugar me ajoelharei e beijarei os pés de um verdadeiro herói e benfeitor da Humanidade.”
A Filosofia Naturalista assim como os intelectuais pragmáticos está em baixa neste mundo moderno. Basta mencionar-se a palavra “filósofo”e um riso sarcástico, ironico, complacente se desenha nos lábios. Conhecimento de coisas que estão além do horizonte imediato alcançado a olho nu e pelos dedos e que não dão lucro imediato em dinheiro é taxado de “conhecimento inutil”. Vemos críticas a esse conhecimento inútil até nos murais de empresas e das universidades. Pois bem. Certa feita o filósofo jônico Tales caminhava pelas ruas de Mileto como sempre, olhando para o céu e fazendo seus calculos sobre a existência do mundo, quando caiu numa vala profunda que havia na trilha. Logo a seguir vinha duas donzelas ricas da Côrte, tôdas empetecadas com aqueles vestidos longos e rodados, bordados a ouro, luvas brancas segurando sombrinhas rendadas, e pararam ante o buraco olhando o filósofo lá embaixo, rindo e dizendo: “Esse aí se preocupa tanto com as coisas do céu que se esquece de olhar para os buracos embaixo de seus pés…ha…ha…”
Bem… se passaram quase tres mil anos e pergunto: Quem eram as donzelas? Quais os seus nomes? O que fizeram que ficou registrado na História? Um minimo feito qualquer…? Eram vaidosas porque o povo da época as achavam belas, mas existe alguma estátua delas em alguma praça de Atenas ou algum museu do mundo? Não adianta: o corpo material e seus pertences materiais desaparecem para o sempre. No entanto, a olho nu a mente de Tales se aprofundou tanto na Natureza que arrancou de seu mais íntimo rincão o tijolinho básico que constitui sua existência: o átomo! Sim, Tales foi o, primeiro homem no mundo a sugerir o nome “átomo”, o qual seria universal. Passaram-se tres mil anos mas as crianças de todos os quinto graus de todas as escolas do mundo aprenderam que existiu um homem que se chamava Tales de Mileto, pois todo mundo aprende que existe o átomo. Sua estátua e sua figura se espalha por museus, praças e livros. A mente humana mal está nascendo mas a sua constituição e seus feitos, mesmo quando ainda na sua infancia, têm um destino diferente do corpo e pertences materiais: ela será levada pelo homem na sua aventura cósmica para espaços e tempos inimagináveis, talvez até mesmo sendo recordada ao infinito.
Claro que este hino à mente estimulando mais seu uso que o apêgo a coisas materiais tem aqui um propósito “matricial”: tudo é válido no sentido de liberta-la da escravidão do Admiravel Mundo Novo que se avizinha, onde a menção da palavra “filosofia” poderá ser considerado o maior sacrilégio pelo Grande Irmão.
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terça-feira, junho | 30 | 2009
LUCA – the Last Universal Common Ancestral – semeia a Vida em todos os astros e aquelas sementes que caem em boa seara, desabrocham e proliferam. Mas ele aduba o terreno tambem, tal como nossos agricultores. Sempre repetindo a mesma tecnica da embriogenese, a biogenese da Vida tambem necessita de algo como um ovo. Para isso, atraves da adubacao, LUCA chega a transformar a superficie de planetas. Para adubar o terreno para formas superiores da Vida, LUCA usa fungos, bacterias, etc. A atmosfera imita a clara do ovo, o nucleo imita a gema e da gema brota o germe que transforma a clara na placenta nutritiva ou meio ambiente para seu desenvolvimento. A clara, digo, atmosfera, e’ transformada inicialmente pelas formas de germes anaerobicas que produzem novos gazes como o oxigenio.
Mas agora surge uma questao neste meu cocuruto inquieto e curioso, sempre querendo dar um passo maior que a perna e conjecturar sobre o futuro. Alem e antes do LUCA astronomico existiu ou existe o LUCA universal; claro, alguma coisa, existia antes do Big Bang e desde que nunca vimos nenhum milagre nem vimos nada surgindo do nada, deduz-se que este ovo universal nao pode criar coisas para as quais nao tenha informacoes, as quais tem que terem sido herdadas daquilo que existia antes dele e o gerou. Certo? Ou minha logica esta’ errando em algum lugar? Esta ideia moderna da comunidade da Fisica de que o Universo deve ter partido de um ponto minusculo como um atomo esta’ contando apenas a metade da Historia. alguem ja’ viu em algum lugar uma coisa minuscula, existindo por si mesma e vindo do nada, se transformar num Universo?! Eu ja’… vejo todo dia algo assim: uma semente da’ origem a uma sequoia, um microscopico e invisivel genoma pode gerar um elefante. Tambem em nanotecnologia podemos botar 30.000 volumes de uma biblioteca dentro de um chip que cabe na cabeca de um alfinete e depois o chip minusculo pode gerar uma biblioteca com 30.000 volumes. Mas antes do genoma, antes do chip e portanto antes do atomo minusculo que pode ter sido uma semente de universos. existiu sempre algo maior que a gerou. Pois entao agora que o bicho pega: esta enorme quantidade de seres vivos que devem existir em muitos, mas muitos mesmo, astros, significam que aqui neste ovo universal esta’ sendo gestada uma ninhada?!… ou todas elas sao como as milhoes de celulas que proliferam formando a morula, a blastula, e depois se constituem num so feto?!
Hein? Hein? O que voce disse? Nao ouvi bem… ( espero nao ter me excomungado por estar criando grilos na sua cuca…). Material para pensar nos dias de chuva aqui na selva, amigo.
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domingo, junho | 14 | 2009
Cachorros roem todos os nervos e comem a carne incrustrada no osso. Ora, osso puro, muito grande, não tem mais nenhuma utilidade. Se funcionasse uma lógica racional canina o osso seria naturalmente descartado, esquecido. Mas ao invés da sequencia lógica esperada, assistimos estupefatos o início de um ritual, semelhante aos rituais misticos humanos: o cachorro cava o solo, pega o osso, põe no buraco, e tem ainda a idéia de arrastar a terra no buraco, sobre o osso!
A causa desse comportamento irracional pode pode vir da herança genética de LUCA e de sua alma Matriz, e pode ser a mesma causa que conduz seres humanos a atos violentos por impulso. E ultimamente temos assistido constantes chacinas, sugerindo que muitos humanos estão tocando as vizinhanças da loucura, que um segmento do circuito do software da Matriz está sendo expressado.
Não existe este negócio de que o cachorro adquiriu o know-how do armazenamento de suprimentos para futuro consumo. Nem macacos que são mais inteligentes fazem isso! Nem existe essa idéia absurda de que o cachorro pensa que está plantando o osso e que vai nascer ali mais ossos. Não foi um cachorro que inventou a agricultura.
Então porque ele faz isto? Porque um corpo animal irracional executa um ato ritualistico, ou seja, realiza algo fora do contexto natural em que existe, totalmente inutil em relação à unica meta de sua existência que é a sobrevivencia imediatista? Um comportamento fora da natural sucessão de causas e efeitos, como são os atos religiosos humanos?
A explicação só pode ser encontrada nos modelos da Matriz. Existe uma fôrça física atuando nos átomos que constituem os nucleotideos do DNA do cachorro, que se expressa dominantemente dirigindo o corpo todo àquele movimento, de maneira que o cachorro não pode conter o impulso, apresar de que não sabe porque o faz. Observe o diagrama do software Matriz. Veja a função 7, e o que acontece entre F7 e F1. A entropia finaliza-se enterrando toda massa e energia degradada num buraco, para que seja reciclada quando recomeça um novo ciclo. Na célula quem faz isso é o lisossomo e as vesiculas. No sistema social, que é uma sofisticada reprodução do software Matriz, quem executa essa função é a policia. Mas o fenômeno pode ser claramente observado na imagem do ciclo vital dos astros. O cadaver estelar se desfaz em massa degradada que condensada torna-se um buraco… negro. E então ali, naquele buraco, é depositada todos os grãos, pedaços de rocha, pequenos meteóritos, e o restante da poeira estelar.
O cachorro enterra o osso obedecendo os mandamentos naturais, os quais já estavam escritos nas suas ancestrais celestes: as lindas estrelas!
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sábado, maio | 30 | 2009

Mais uma descobrimos hoje!
Quando uma pessoa em contacto com um inseto, seja abelha, formiga,etc., sente uma dor forte e algo como uma picada, e’ devido ao inseto usar um tentaculo denominado “ovipositor”, com o qual ele cava um buraco na casca do tronco da arvore para depositar seus ovos, e ele confunde a pessoa com a arvore. Nao existe isso de ferrao e nem “ataque”, nem ato de guerra: a abelha nao tem a menor ideia de que voce sente dor quando ela faz isso…
Como a Natureza inventou o ferrao e dotou abelhas ( e varios insetos) com ferrao? De onde ela tirou essa ideia? A materia “burra” constituida de atomos que chamamos “Natureza” tinha um proposito inteligente ao inventar o ferrao, ou seja, uma arma para atacar e se defender? Ora, a materia nao faz nada com proposito previo, muito menos prever coisas como ataque e defesa. A resposta surpreende. O ferrao nao foi desenvolvido pela materia ou pelo inseto para a guerra, nem para picar ninguem. Ele surgiu pela acao da selecao natural, aquela que faz expressar genes que constroem coisas, e dentre estas coisas, ela mantem expressadas aquelas que desempenham uma funcao util ao novo sistema, ou seja, aquelas que se fixam para a posteridade porque sao usadas com insistencia desde que expressadas. O ferrao ja’ estava inscrito na carga genetica dos seres vivos antes de surgirem abelhas, insetos, e mesmo antes da “Vida” surgir na Terra. Ele ja’ existia e era expressado no proto-sistema celeste ancestral, LUCA. Mas ali ele nao funcionava como ferrao, e nem funciona como ferrao nos insetos. Trata-se de um aparato denominado “ovipositor”, ou seja, ele existe como apendice ou extensao do aparato feminino da producao de ovos, para direcionar com cuidado os ovos quando expelidos, para abrir fendas no local onde os ovos vao ser depositados (veja wikipedia a respeito). Mas tambem nao foi para isso que ele foi criado no ceu, alias, ele nao foi criado para algum futuro proposito, simplesmente apareceu como resultado do livre fluir das forcas naturais. Pois no ancestral celeste, podemos ver no modelo da face de LUCA, o que acontece no espaco entre a Funcao 1 ( geradora e armazenadora dos ovos) e a Funcao 2 ( onde o germe da semente vai ser revestido com placenta). Naquele espaco vemos uma seta, saindo de F1 porque conduz os ovos e termina em F2, onde os ovos sao depositados. No ancestral celeste, era apenas uma onda do tempo, uma flecha atirada no espaco ( provavelmente daqui tambem saiu o mecanismo dos ouricos atirando espinhos a distancia), e no grafico e’ uma seta. Eis o “ferrao”. Se o ”ovipositor” cava a casca de arvores para depositar os ovos, ou se causa dor quando atinge nossa pele, para o inseto ele nao esta’ atacando ninguem, apenas esta’ seguindo o mecanismo da genetica.
- ”E’… mas toda vez que a gente ataca uma abelha, aperta-a, quer mata-la, ela reage dando uma ferroada na gente. Entao porque ela faz isso naqueles momentos, se nao uma reacao de guerra?” – qualquer um perguntaria.
Genetica, forca dos genes. Os machos das abelhas morrem imediatamente ao expelir seu esperma no ato sexual. As femeas, quando sao mortalmente pressionadas, o anuncio da morte dispara o gatilho ejaculador dos ovos que ela contenha. isto tambem esta’ claro no corpo de LUCA. Abelhas apenas expressam sua funcao sexual, seja como macho ou como femea, quando o sistema esta’ se reciclando, o que viria a se tornar o mecanismo perpetuador da especie. Garantido a reciclagem, o papel de macho e femea saem de cena. O sistema funciona com seus orgaos, indiferente ao aspecto sexual. Veja esta frase num artigo cientifico:
”If worker bees and ants are thought of as the heart, lungs, liver and brain of a colony — the vital organs that keep the body alive — male bees and maiden queens are the colony’s gonads — the organs that are tuned to tomorrow.”
As operarias, abelhas, formigas, sao o coracao, os pulmoes, o figado e o cerebro de uma colonia. Porem as gonadas sexuais sao manifestadas e imprescindiveis para manter a colonia viva, reciclando, repondo os mortos. Quando voce esta’ apoertando, matando um daqueles insetos, o mecanismo da reciclagem e’ disparado, os ovos precisam serem ejaculados antes que o inseto morra… a abelha nao esta’ te ferroando por raiva, odio, nem para se defender. Ela nao sabe que voce sente dor. Claro!
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domingo, abril | 5 | 2009
Este pensamento (acho que uma grande descoberta) me ocorreu assistindo o filme “Hotel Ruanda”. Todos sabemos da grande diferenca entre repteis e mamiferos: os primeiros botam os ovos fora deixando a prole abandonada ao acaso, os outros nutrem e protegem a prole ate’ esta amadurecer. E depois descobrimos estupefatos que a transformacao de repteis para mamiferos aconteceu porque foi programado geneticamente, pois no corpo de LUCA existe numa primeira fase, o abandono dos ovos, e numa segunda, a manutencao dos ovos dentro. Pois com a mais recente invencao da Natureza – a mente humana ou autoconsciencia ainda fetal e dentro de um ovo craniano – esta’ acontecendo o mesmo universal roteiro. Somos seis bilhoes de embrioes mentais mas filhos de uma especie primitiva ainda da primeira onda, como eram os repteis e todos os que os antecederam, assim somos seis bilhoes de ovos botados fora.
Eu ja tinha algumas vezes tocado nestas reflexoes mas nunca tinha terminado-as. A coisa toda explodiu numa cena do filme. Os soldados da ONU retiram apenas os brancos do hotel e partem, ficando para traz uma multidao de africanos que se sabia seria esquartejada ate’ a morte. O pai agarrado `a mae e aos filhos, com os olhos arregalados prescrutando o mundo ao redor procurando uma forca, a forca que deveria (por tudo que e’ mais racional neste mundo) existir, a forca do proposito que tem criado o mundo, feito-o desenvolver-se e chegar ate ao estagio de criar a inteligencia, que, portanto, tem derrotado todos os principios de eventos que poderiam ter destruido tudo. O pai, seus filhos, a humanidade, e o mundo que os suporta, existe desde toda a erternidade, e nao seria possivel que um bando de facinoras enlouquecidos pudesse por um fim `a Historia, a qual se escreveu porque foi suportada por um proposito. E o prosposito tem que estar firmado, apoiado, numa forca.
Mas onde esta ela que nao vem? Claro que ela tem elementos da logica e racionalidade como nos temos, portanto ela deve saber, que os facinoras estao vindo e trazendo a chama da morte, entao porque ela nao aparece? Diz o ditado que a forca ajuda a quem se ajuda, entao o pai levanta-se e se move, ele deve fazer por se ajudar, procurar a saida.
Quantas infinitas vezes isto aconteceu com tantos quantos humanos? Os cristaos na arena de Nero, mulheres, velhos, criancas, as jaulas sendo trazidas, os leoes rosnando… e todos os telespectadores do filme, neste momento, elevam a mente para cima e ao redor, em busca da forca que deveria aparecer ja’ e evitar o que as simples forcas brutas do mundo estao convergindo para fazer acontecer. Ninguem, mas ninguem mesmo acredita que aquilo vai acontecer. Nao e’ possivel! Existe proposito, existe algum fundamento na existencia, o mundo veio do nada e a evolucao que houve e fez as coisas do agora… nao pode haver meros acidentes ao acaso da liberdade de acao destas forcas brutas e tao bestiais como sao feras, leoes, os facinoras de Ruanda.
Mas… as forcas brutas avancam, o racional nao aparece porque nao existe, as jaulas sao abertas e os leoes devoram a todos, pais e filhotes. Se os pais nao abandonaram os filhotes e estao ali juntos, eles manteram os ovos dentro e nutriram, mas se sao igualmente impotentes, e’ porque ambos, pais e filhos, estao dentro de um contexto maior, nao enquanto especie humanas, nao como humanos, mas como autoconsciencias. E’ na dimensao destas que estao existindo genitores que abandonan e ovos que sao abandonados.
Os judeus nas camaras esperando o gaz da morte. O povo de Berlim vendo os canhoes russos chegando para a desforra do que fizeram em Stalingrado. O paciente recebendo a confirmacao de cancer e apenas mais alguns dias de vida… O torturado horrivelmente na cela fria sabendo que o dia esta’ clareando e vai iniciar nova sessao da aterrante tortura… Todos de repente se lembram da forca… e procuram-na.
A forca falta no momento H, aquela em quem acreditamos a vida toda, que esta’ em nossa natureza acreditar, nao temos como evitar a crenca nesta forca, a forca do “proposito”. Do “sentido”. Da “existencia do maior”, revelada pela existencia eterna do menor. Apenas naquela hora na arena, naquela hora na camara de gaz, naquela hora no leito do hospital, e apenas aquelas pessoas que enfrentaram a situacao, e apenas no ultimo momento de sentir o halito e o horror da tremenda bocarra do leao a 5 centimetors, e mais, apenas no instante que sente-se a pressao e dilaceramento da carne e’ que se convence finalmente que a forca nao existe, nunca existiu, e que nao eramos nada. Totalmente nulos e abaondonados como qualquer pedra inutil no caminho.
Nao tem como negar que a mamae cobra ou a mamae barata bota os ovos em qualquer lugar por onde passa e nunca mais volta para eles. Nao tem como negar que o baby besouro pode se deparar com uma bocarra de aranha aberta assim que ele rompe a casca do ovo e ia botar a cabeca para fora. Entao porque nasceu? Para que foi feito? Mas fechamos os olhos e passamos por cima disto com a intencao de nao ver a ausencia do proposito, ou, quando muito, se nao conseguimos evitar um rapido pensamento, deixamos a questao morrer perante a sombra de uma ideia, a de que os insetos nao estao dentro da hierarquia onde funciona o proposito e o racional.
Mas tudo muda em relacao `a mente. Jamais vai nos passar pela cachola que uma mente tambem vive fora da hierarquia do proposito como as baratas e as lagartixas. Que uma consciencia seja mera larva dentro de um casulo abandonado ao sabor do vento… e das forcas brutas que se movem no mundo. Inconcebivel! Estamos cansados de presenciar eventos que afirmam isto, mas vamos chegar ate’ o ultimo instante da vida sem ver isto com os olhos de ver. Crenca e olhos fechados sao a mesma coisa.
Nao podemos conceber que a mente humana seja prole abandonada ao acaso, nem mesmo dentro da visao mais abrangente e conscientte da Matriz, porque “sabemos” que a mente humana e’ a reproducao genetica de uma mente superior muito maior e existente alem do Universo, ex-machine. Porque aprendemos que seres inteligentes tem amor a suas proles. Portanto, enquanto nao chegar o ultimo instante da vida, nao vamos aceitar que a mae e o pai da nossa consciencia estao ausentes, nos abandonou desde quando nosso ovo surgiu, fecundado.
Mas existe a morte das mentes, existe a tragedia para as mentes, os humanos quando torturados sentem a dor maior porque quem sente a dor e’ a consciencia. A evidencia nao deixa margem a contestacoes: a mente nao tem proposito, pois esta’ ausente e nao existe aqui uma forca de algum proposito. Nao ha’ duvidas: seis bilhoes de cerebros, seis bilhoes de ovos despejados ao leu.
Mas desta historia o que nos fascina e’ a teimosia da Natureza em repetir e confirmar incansavelemnte o mesmo roteiro, o mesmo ciclo, seja aplicado a quem for, ate’ mesmo a auto-consciencia: todo novo sistema natural, topo da evolucao, vai passar por duas fases, a fase dos ovos botados fora, e a fase dos ovos mantidos dentro.
Por isso nos acontecem as tragedias. Por isso as forcas brutas sempre afirmam sua existencia e sempre fazem o que estao ai para fazer: a nossa destruicao ate’ a morte.
E outra coisa que esta constatacao nos leva atonitos a raciocinar: se como auto-consciencias, estamos no primeiro nivel, na forma dos ovos fora, entao vira’ a forma dos ovos dentro! O que sera’, como sera’, a forma dos ovos dentro?!
Mas isto tudo, ao inves de me decepcionar e fazer tambem abandonar os remos deixando a vida ao leu, me surte o efeito contrario: levantar, manter-se de pe, conclamar cada porcao de consciencia como a que sou, apelar ao seu entendimento, o de que devemos abondonar de uma vez por todas a sensacao do proposito existente, e criar-mos, nos sim, o proposito. Pois existe uma novidade com as auto-conciencias que nao existiram para repteis e mosquitos. Os recem-nascidos destes nao podiam se defenderem da aranha que esperava ao lado do ovo, muito menos os embrioes dentro dos ovos podiam tomar alguma providencia la’ fora para proteger os ovos. Mas a mente humana pode! Pois nao sei explicar como, mas ela consegue ter consciencia do que existe la’ fora nas imediacoes do ovo, e pode inclusive mover tentaculos que cresceram conectados ao ovo, e com eles podem mudar o mundo fora, com isso significando que podem criar situacoes para evitar a maioria dos tipos de tragedias. E’ nisso que devemos nos apegar daqui para a frente…
Mas entao o que vamos fazer por exemplo, para nao mais existirem leoes comendo alguns de nos? Podemos faze-lo: eliminar todos os leoes. Tudo o que possa tornar-se inimigo do ser humano, tudo o que possa causar a menor dor ao ser humano tem que ser eliminado, e nao me venham os defensores de leoes, se os querem, que os levem para suas casas. Mas ai teriamos que eliminar os neros da vida, e isto e’ o pior, digo, ver-mos que dentro de nos, e dentre nos, tambem existem nossos inimigos. Nao adianta apenas eliminar os leoes, e deixar os neros vivos, pois eles usarao outras coisas no lugar de leoes para nos agredir. Ai’ caimos novamente naquela questao: o mal cai sobre nos porque o mal esta’ dentro de nos? Bem, seja como for, se estiver vamos ter que extirpa-lo de nos. Mas mesmo que o mal tambem esteja dentro de nos, isso nao impede que continue a afirmacao, baseadas em infinitas evidencias, de que estamos abandonados. Ou voce, como pai, ou mae, se tivesse um filho ruim, deixaria o horror cair sobre ele se pudesse evita-lo? Creio que nao. Porque voce e’ auto-consciente, e isto implica no amor paternal e maternal. Mas sobre nos, enquanto auto-consciencia, o horror cai sobre nos. O que significa, inquestionavelmente, que somos rebentos dentro de ovos abandonados.
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domingo, março | 22 | 2009
A Matriz me ajudou a entender 13,7 bilhoes de anos da Historia do Universo… e alguma coisa do porque estamos aqui e agora. Mas empre quando partia da visao de um fenomeno natural qualquer, visto aqui ou no parque em frente de casa, e ia destrinchando suas causas atras de causas ate’ chegar sua raiz primeira, eu chegava no Big Bang e ai’ parava. Mas entao tomei conhecimento da obra genial de um Fisico japones genial, Hideki Yukawa, que ganhou o Premio Nobel nao pot causa da sua obra mais importante – a teoria do adesivo nuclear – mas sim por suas descobertas a respeito dos mesons pi. O adesivo nuclear de Yukawa e’, sempre foi o maior casamenteiro do mundo, o Santo Antonio padroeiro do casamento dos catolicos. Sensacional a inteligencia por traz daqueles olhinhos apertados!
Quando eu era crianca e menor abandonado dormindo nos bancos das pracas de Curitiba eu roubava livros - ate’ listas telefonicas! - e nao via a hora de chegar a noite para ler sob a luz do poste as coisas inteligentes que deviam estar escritas ali. Foi assim que numa noite escura quando todo mundo dormia e eu – nao tendo outra coisa melhor para ler - lia a pesada lista telefonica…. Daisy Machado – 465738829 – Rua 63- Changri-la. Davi Schumaker – 465784759… de repente deparei com o nome: Deus – 46579371, Orion, Nebula… Sacudi a cabeca e li de novo … Deus?! Corri no orelhao da esquina, disquei o numero e foi ai’ que comecou aquela fase na minha vida de todas as madrugadas passar um bom tempo falando com Deus no telefone.As vezes a ligacao era cortada por que acabava minhas fichas e quando ligava outra vez deus estava p… da vida e me ralhava dizendo que ao inves de roubar livros ele me ordenava que roubasse mais fichas telefonicas… Naquela epoca eu tinha algumas manias e a mais intensa que inventei foi minha paixao pela Natureza. Bptei na cabeca que queria ter um filho com a Terra, por isso num lugar escuro e escondido do parque fia um buraquinho apertado na Terra e tyoda a noite botava no meu pipi naquele buraquinho deixando ali minha semente. No dia seguinte ia conferir se alguma semente tinha brotado e imaginava como seria a forma do meu filho com a terra: o corpo seria humano normal com duas pernas, umbigo, dois bracos, mas a cabeca ia puxar a mae, bem redondinha e girando, fazendo os dois movimentos, de rotacao e translacao.
Um dia roubei um livro na banca do turco e quando sentei no banco para a refeicao de todo dia comecei a descascar a banana e desembrulhar o pao enrolado na camiseta, abri o livro. A autora era norte-americana e pela biografia era paranormal e devia ser bastante famosa pelo tanto de palestras e obras publicadas. Logo depois do prefacio ela escreveu:
“Quando era menina e sentada na carteira da escola eu oilhava a classe e via um quadro diferente de todo mundo. Via o corpo de Joseph envolvido numa aura de energia zebrada de rodas as cores emitindo um raio meio roxo apaixonado que parecia um arco-iris passando passando por cima das cabecas dos alunos e alcancava o corpo de Mary, mas nao parava ai e continuava em queda ate sumir no piso, Mary nao se dava conta dele. mas do corpo de Mary partia outro raio cor-de-rosa intendso na direcao de John mas tambem se partia porque John nao notava Mary. sepois de algum tempo o raio de Mary ja nao passava todo direto pois uma parte dele sumia dentro da cabeca de Jonn, que comecou a emitir um raio debil de volta para mary mas caia no meio do caminho. O raio de Jonh foi crescendo, crescendo, na direcao de Mary e um dia vi os dois saindo juntos da escola de maos dadas. A partir dai nao havia mais raios continuos entre os dois e sim uma energia que piscava tracejada que durante a aula ia de John para Mary e vice-versa cada vez em maior velocidade. Senti que o raio ia colar os dois…”
Levantei do banco para jogar a casca no latao de lixo enquanto na outra mao segurava o livro aberto e exclamei: ” Lol! Uaaauuu! Que legal!” Nunca me esqueci daquilo.
Dias depois tinha uma revista sobre ciencias nas maos e li um artigo sobre um Japones, Fisico, de nome Yukawa. Conforme ia lendo, a imagem do quadro descrito na classe pela americana me voltava `a memoria e assim me afundei no artigo ate’ o pescoco. Esse dia ia mudar minha vida, pois meu cerebro foi re-hard-wired, ou seja, a configuracao dos circuitos de interacao dos neuronios foi mudada, e passei a pensar de outro jeito.
Resumindo brevemente, a questao era como e porque uma particula protron se liga `a uma particula neutron e assim constituem o nucleo do atomo. Magnetismo? Diferenciacao de polos? Ou seria a presenca de cola de sapateiro, cujo cheiro insuportavel invadia meu banco pois os garotos que moravam no banco vizinho viviam a cheirar aquilo?
Foi entao que o genio japones entrou na historia. Ele desenvolveu um modelo teorico que mais ou menos dizia que a particula proton carregada de energia, quando se descarregava emitia uma sub-particula denominada pion na direcao do neutron, que era quase pura massa, sem nada de energia. Mas ao receber o pion o neutron se enchia de energia e se tornava um proton que olhava de lado e via o antigo proton murchando e tomando as feicoes de neutron. Imediatamente o agora proton que antes era um neutron emitia o pion na direcao do agora neutron que antes era um proton e este voltava a ser proton. o qual olhava para o vizinho que no comeco era um neutron e depois ficou um proton e agora descarregado voltava a ser um neutron, e o proton devolvia a energia…
O pion ficava malucao indo e voltando cada vez com maior intensidade e velocidade ate’ que parecia fazer uma linha unica, um traco continuo como um arco iris unindo os dois… e assim estava (teoricamente) explicado a cola nuclear! Tao importante que, se algum gaiato no mundo resolvesse botar uma lamina fininha no meio de cada nucleo atomico interrompendo o vai e vem dos pions… o mundo todo de materia se desmoronaria em um segundo como um monte de nada!
” Raios! … – pensei com meus botoes. “Entao a cena do micro – dentro de um nucleo atomico – e’ a cena do grande – dentro da classe da americana!” E dando asas `a imaginacao olhei `a minha volta procurando se nao haveria por acaso algum raio emitido por alguem vindo na minha direcao… mas claro que nao… qual menina iria mirar suas flechas de cupido num peao sem grana nem para pagar um sorvete? Mas sim… existiam raios de luz vindo em minha direcao, correndo segui com os olhos seu caminho na busca da fonte e deparei com a lampada no alto do poste. Pelo menos ela… e ai comecei a me apaixonar pela lampada. Tanto pensava nela e memorizava sua figura que dentro da minha cabeca se consolidou a imagem holografica da lampada, de maneira que toda vez que ia namora-la e a bolinava esfregando tres vezes recebia de presente mais uma ideia luminosa e ajuntando-as consegui escrever este livro…
Mas como disse no comeco, antes de conhecer Yukawa eu era toda vez barrado nas margens da ultima fronteira deste Universo de materia, ficava tonto com o estrondo do Big Bang, olhava para alem e so’ via um oceano escuro a perder-se no infinito mas com uma p… tentacao de pular naquele eter quantico, mergulhar de cabeca para ver se saia do outro lado e descobrir o que existe alem do Universo. Tempos depois ja viajando a bordo da Matriz, foi a imagem descrita por Yukawa que me fez notar uma coisa interessante nas aguas negras daquele oceano: por todo o lado pipocavam bolhas que cresciam, murchavam e numa fracao de segundo desapareciam nas profundezas escuras. Lapis e papel na mao passei a desenhar quilos de paginas que eram amassadas e jogadas ao lado, retratando o oceano com suas bolhas, cada desenho as bolhas continham algo diferente bolado na imaginacao. Ate que um dia obtive um quadro final do que acredito seria o estado do mundo um minuto antes do Big Bang. nao eram bolhas o que eu via, que nada! Pura ilusao de otica, pois na verdade eram vortices, remoinhos, os quais quando estouram na superficie do eter parecem mesmo com bolhas. E nao e’ que eles vinham do fundo pequenos e cresciam e murchavam ate desaparecer. Nao. O que crescia nao era o que murchava. Haviam dois tipos deles. Um, surgia como um ponto, crescia devido sugar o eter `a volta que se trnsformava em energia, e a energia ia inflando-o, inchando-o, e ele comecava a espernear tentando parar de sugar, mas nao conseguia parar, a energia tornava-o cheio, redondo e ele explodia por excesso. Enquanto isso com o outro tipo acontecia tudo ao contrario. Ele surgia como um vortice grnade parecendo uma bolha estufada, dele se via esvair um fluxo de energia que quando sentia o clima do espaco tornava-se eter, ele ia encolhendo, murchando, esperneava tentando tapar o buraco e manter a energia, nao conseguia, e desaparecia como um ponto, morrendo por falta. Curioso e’ que os dois tipos tinham o mesmo exato tempo de vida, que constatei medindo no meu rolex da idade da pedra lascada: 17 milionesimos de segundos
O que significava aquilo? O Universo, e antes do Big Bang era todo circundado pelo oceano escuro de eter onde pipocavam bolhas sem qualquer proposito, pois desapareciam e reapareciam sem nada alterar… Foi entao que no meio do sonho de estar sentado na ultima praia do Universo, revirei-me na cama porque senti os fundilhos da cueca molhados. Teria feito pipi na cama com aquela idade? Impossivel… por isso nao liguei e voltei ao sonho onde ficava naquela praia procurando sentidos das causas. Mas a umidade nos fundilhos voltou a incomodar e entao levantei-me da areia para ver onde estava sentado e vi que o liquido do oceano estava invadindo minha praia. ”Epa! Se a substancia quantica alcanca e se infiltra na materia… ela esta’ trazendo algumas das bolhas… sera’ que ai’ nao estara’ o proposito da existencia das bolhas?!”
Fui bem no ponto das margens onde oceano e materia se encontram, agachei-me com uma lupa e fiquei observando a mistura de areia com agua. De fato ali estavam as bolhas!… e como retribuicao pela intuicao certeira da minha cabeca, dei um tapa nela. Mas ali, bem na linha demarcadora da praia, acontecia algo novo com as bolhas. Mas antes de contar isso, vou falar de uma descoberta logo no inicio: havia uma outra diferenca fundamental entre os dois grupos de vortices. Agora eu via bem ( nao contem para ninguem que eu estava projetando nas bolhas o que lia durante o dia e acordado, do Paul Dirac, do …. ) e notei que eles giravam ao contrario um do outro. Enquanto um girava da direita para a esquerda, o outro girava da esquerda para a direita, e imitando os Fisicos chamei-os de spin right e spin left. Esta era a diferenca entre opostos fundamental, dando continuidade ao que ja tinha observado que os dois grupos eram em tudo exatamente contrarios entre si.
Mas entao voltemos a falar do novo que acontecia com as bolhas. Talvez devido a presenca da materia e falta da liberdade de movimento no meio da agua, os remoinhos na praia diminuiam suas velocidades de deslocamento, alguns quase parando, e nisso, quando os que mais estavam parando, acontecia de se aproximarem muito um spin right de um spin left, o fluxo de energia que saia do gordo alcancava o remoinho magrinho, adentrava-o, e ele comecava a se encher. Enquanto isso o outro nao segurava a energia que saia e ia murchando, enquanto o de ca’ ia enchendo… quando o de ca’ se enchia tanto que ia explodir por excesso, dava uma volta em si mesmo e fazia a energia retornar para o que ia murchando tanto que ia implodir por falta, o qual recebia-a com muito prazer e votos de amor para o resto da vida… pois por um triz ele nao morrera e agora teria mais um ciclo de vida quantico que dura mais ou menos 17 milionesimos de segundos.
Bem… a seguir, e la nas ultimas fronteiras espaciais do Universo e antes do Big Bang, comecou a acontecer entre os danados do spin right e spin left exatamente o que aconteceu com Hohn e Mary na sala de aula e ainda a mesma coisa que acontece entre proton e neutron no casulo atomico: o vai e vem cada vez mais acelerado da energia fixou-se como um canalou uma ponte entre os dois e assim o spin left nunca mais engordou, ficando esvbelto para o resto da vida, e o spin right nunca mais emagreceu, ficando tambem esbelto… mas neste momento os dois deixavam de serem meros vortices e se transformaram em… graos de materia na praia. Assim se manisfestava pela primeira vez a materia e o Universo nascia!
Agora – e isto e’ muito importante para ti – ponha suas duas maos `a sua frente, seja sobre a mesa onde estas, ou sobre os joelhos… so’ nao vale po-las sobre o bumbum da namorada ou namorado se estiverem juntos… Cerre os punhos, ou seja, feche as duas maos. Nao… nao…. desculpe… errei! Mantenha a mao direita fechada e abra a outra, dedos esticados. Agora sim, abra a direita, mas ao mesmo tempo, feche a esquerda. vamos trocar agora: Abra a esquerda… assim… agora feche a direita…assim…nao olhe para p lado, va rapido fechando a esquerda e antes de terminar comece abrindo a direita, mais rapido feche a esquerda enquanto a direita esta abrindo p[orque a esquerda esta fechando va rapido cada vez mais rapido, vamos rapidez nisso… quero ver se voce ‘e homem ou mulher um saco de batatas rapido, rapido… E agora imagine que quando abres uma mao, toda ela se esvai na forma de energia para o ponto da outra, e vice-versa…
Pare, pode parar, respire o que quiser. Se voce conseguiu ser realmente rapido e nao tirou os olhos de suas duas maos, a partir de certo momento elas pareceram adquirir uma forma fixa e continua, a forma de uma bola. Pois foi o que aconteceu com os dois spins, as duas particulas… as duas alcancam um balanco equilibrado de uma forma de maneira que uma se torna a outra e vice-versa, e gracas a isso existe este mundo onde, por heranca daqueles dois malucos naquela praia, tudo e’ dividido em dois que sao simetricamente semelhantes na forma mas assimetricamente opostos na direcao que apontam. desta assimetria resultou finalmente a diferenca de caraterres entre o homem e a mulher: enquanto ela tende a ser um sistema fechado a si mesmo, radicalmente monogamica e nao quer abrir mao disso, ele tende a ser um sistema aberto total, radicalmente dispersivo e poligamico, e nao quer abrir mao disso. Apenas quando descobrem que sozinhos, individualmente, nao vao ter relamente uma vida com sentido logico ‘e que resolvem, cada qual ceder a metade e entao se juntam, se acasalm, trovcam pios e dos dois se manifesta a terceira forma que nasce chorando e fazendo pip[i nas fraldas…
Tudo, mas tudo que ‘e solido e materialmente real neste mundo esta baseado neste simples mecanismo! Conhece-lo, entende-lo, e’ iniciar um novo salto evolutivo e desta vez, da sua mente. Congratulacoes e sejam bem vindo ao novo mundo… mas nao se esqueca de dar uma piscadela de cumplicidade na direcao qualquer que voce acha se encontra o Yukawa. Que gigante, meu Deus!
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domingo, março | 15 | 2009
O Universo e’ “R E L A T I V O”.
Ele nao se apresenta com uma forma fixa eternamente – como Einstein acreditou na forma cilindrica. O Universo tem mil faces, uma para cada sabor, ao gosto do fregues, que chega como observador unico de algum ponto do espaco/tempo e portando um codigo cosmico individual. Esta a conclusao que cheguei – e qualquer outra pessoa teria chegado `a mesma conclusao – apos observar detidamente o quadro final obtido quando, num grafico cartesiano tendo como coordenadas o tempo e o espaco, e fazendo o Universo rolar segundo o comum roteiro de um ciclo vital, evoluindo desde o momento inicial do Big Bang, passando pelas formas de sistemas atomicos, astronomicos, biologicos, … ate’ chegar nesta sua ultima forma atual - o sistema ainda recem-nascido da auto-consciencia – e observando como a linha no grafico alcanca um pico e comeca a retornar pelo tempo ao contrario e espaco em contracao, indo exatamente ao mesmo ponto inicial do Big Bang, todo o Universo material desaparecer e ser descartado como a placenta, celebrando no mesmo ponto inicial do Big Bang o ponto final do Big Birth, o grande nascimento do Universo como apenas auto-consciencia para a luz do mundo alem deste ovo cosmico.
Tracando a Historia total do Universo no grafico da Razao por excelencia, seguindo as pegadas deixadas por ele na sua passagem por este tempo/espaco, nossa mao segurando o lapis e’ dirigida automaticamente, sem sabermos como e por quem, e essa linha desenha os contornos de uma face, e quando a olhamos frente a frente, sentimos um baque tremendo, nosso coracao acelera quase saindo pela boca, pois voce sente que tocou fundo no maior misterio de todos os tempos. Pois ali, dentro do grafico existe uma face, velha conhecida nossa, e estremeco so’ em lembra-lo aqui: o Universo tem a face do … pasmem! … do ”DNA”!
E voce olha para o ceu e inquiridoramente: ” O que significa isto, meu Deus? Tudo se resume simplesmente a isso? DNA? Toda essa Historia de bilhoes de anos todas estas lutas, todo esse fantastico enredo, nada mais era que as operacoes dentro de um DNA?! Mas… porque?! Raios… ( e virando a mesa, papelada voando para todo lado, voce sai porta afora, a ceu aberto, mirando-o…
- “P O R Q U E ?!!!”
Ainda estonteado e nao satisfeito, peguei este nosso Universo, e uma infinidade de outros mais (pois e’ isto que a vanguarda do pensamento humano liderada por Stephen Hawkings esta’ acreditando: la’ fora, deve existir um multiverso) e os botei como os corpusculos que formam um par complementar de nuc cleotideos, fiquei calculando os efeitos, e cheguei `a conclusao que aquele modelo de multiverso funciona maravilhosamente bem (inclusive resolve uma questao que pensei nunca achariamos a solucao com este nosso cerebro pequenino: uma quantidade qualquer de Universos alinhados no mesmo esquema do DNA, estara’ sob o processo da Evolucao infinita porque sempre que dois Universos formando um codigo binario se relacionem, digamos, sexualmente, produzem um terceiro universo meio-termo, e assim o binario se transforma numa fuzzy logica infinita, o que significa que eles podem criar novas informacoes de si mesmo como se viessem do nada, o que significa que a complexidade nao tem fim, o que significa que a questao se o mundo e’ finito ou infinito esta’ resolvida. O problema continua quanto ao comeco ou nao-comeco do mundo, mas isto tambem parece ter resolvido com o modelo da matriz sugerindo a existencia do mundo e do anti-mundo que nao se tocam mas se trnasformam um no outro, assim como o proton se transforma em neutron e vice-versa. Pena que sou tao burro que nao sei ainda como passar os modelos para o computador e divulga-los aqui).
Ok… entao voce abandona-se `a meditacao e se conscientiza da nova situacao: DNA e’ Universo, Universo e’ DNA, ai’ esta’ o codigo cosmico! E todos os Universos, considerados na sua nova identidade, como DNA, formam um novo e gigantesco, infinito DNA! Como cheguei a isto? Revendo e revendo os calculos e a logica do raciocinio parece nao ter sido cometido erros aqui. Entao se a coisa e’ racional, so’ me resta saber se o racional e’ a coisa certa na interpretacao do mundo. O racional foi produzido pela Natureza e neste caso mantido-se limpido de fantasias e imaginacoes, pois cada passo foi dado apos se agarrar a um parametro factual. Desci’ ao inferno do ancestral primata para ter certeza desta limpidez. Mas a Natureza produziu o racional a partir do cerebro que contem neuronios os quais contem como centro diretor, o… o… DNA. Entao…
E aqui, de repente um amargo gosto fel lhe vem `a boca, uma sensacao de desconforto o faz mechaer-se todo, pois voce lembra-se que ja conhece essa historia infeliz. O primata ainda quase irracional considera a Terra como unico e centro do mundo porque ele ainda e’ muito “terra”. A seguir um pouco mais de avanco do racional fez considerr o homem como centro da criacao, porque o racional ainda e’ muito “corpo humano”. A seguir, um avanco mais e o racional passa a considerar agora o DNA como centro do multi-verso infinito… e entao, isto acontece porque agora, nessa onda moderna de biologia molecular, genetica, mapeamento de DNA, codigo universal da especie, etc., o racional ainda e’ muito “DNA”.
E como aconteceu todas as vezes anteriores – o desmoronamento da auto-ideia da Terra como sendo a mais importante, o desmoronamento da auto-ideia do ser humano como sendo o mais importante… certamente vai um dia no futuro, face a novas descobertas, o desmoronamento da auto-ideia do DNA como o mais importante…
Entao, em que ficamos? Na investigacao do misterio supremo do mundo, o DNA desde o centro de nossos neuronios aproveitou a oportunidade dele estar dirigindo o processo e se colocou como imperador absoluto! Assim como os imperadores antigos tudo faziam para o povo acreditar que eles eram deuses, assim o DNA tudo fez para acreditar-mos que ele e’, nao apenas a face, mas o proprio Deus!
Filho de uma p… ! Eu quero a Verdade, chega de ser enganado! Ou auto-enganado…
Em outras palavras…
- houve na infancia da Humanidade, a fantasia de que as existencia, forma e essencia do Universo era explicado pela existencia de Deus… “E pronto, nao se fala mais nisso!”;
- depois veio a segunda infancia em que o Universo era explicado pela materia… “E pronto nao se fala mais nisso!”;
- agora esta’ vindo a era do Dna em que o Universo se explica pela existencia do DNA… “E pronto nao se fala mais… epa… espera ai’… qual sera a proxima coisa que vai explicar o Universo?…
Note a mudanca entre as duas posicoes primeiras, radicais, e a terceira, voluvel, maleavel, ou seja, relativistica.
Bem, foi assim que ajoelhei-me sob a estatua de Albert Einstein, beijei-lhe os pes em sinal de adoracao e submissao absoluta, surrupiei-lhe os manuscritos da Teoria da relatividade geral e debrucado sobre eles perdi muitas noites de sono. Hoje creio piamente nisso. Nos sempre achamos o que estavamos antes previamente, querendo encontrar. O observador projeta-se sobre o mundo externo e na sua imaginacao modela-o segundo seu mundo interno. Assim surgem deuses com a face humana, ou ao menos com um espirito tendo a mesma face do espirito humano. Sempre foi e sera’ assim. Portanto o Universo ‘e plastico, maleavel, podemos modelar sua face ao nosso sabor e assim fabricar nossos sentidos, nossos significados, deles extraindo retroativamente como efeito final, os valores humanos que deram a forma a forma `aquela face. Em outras palavras, o Universo e’ um fenomeno Relativista!
Sei que existe por ai’ uma corrente de pensamento que abjeta o relativismo. Quero saber quais sao seus argumentos, pois tenho que por os modelos `a prova.
Num artigo escrito aqui ( Beleza e a semente), vimos a discussao entre Charles Darwin e o duque de Campbell. O duque, fervoroso criacionista e incomodado com a Teoria da Evolucao arrolou um monte de evidencias que ele utiliza para radicalizar-se na posicao de que a “beleza” surgiu como algo ”absoluto”, de per si, criada por Deus sem outro objetivo senao agraciar os olhos dos humanos. Darwin observava que se nao fosse a beleza dos frutos arvores nao se multiplicariam pela Terra e nao perpetuaria sua especie: a beleza da casca atrai o transportador pelos olhos, o aroma da polpa atrai-o pelo cheiro para que rompa a casca e assim a arvore inocula no corpo do transportador a semente, para que ele a possibilite germinar.
Campbell radicalizava sua posicao na beleza como absoluta falta de proposito utilitarista, para justificar sua crenca ultima – que a beleza veio diretamente de Deus, enquanto Darwuin radicalizou sua posicao oposta, na beleza como fenomeno que teria surgido por acidente mutacional, selecionado por adaptacao e utilitarismo, vindo diretamente da arvore. E foi alem: a beleza, segundo ele, e’um acidente porque nao e’ propriedade intrinseca e original do objeto, ela existe apenas na imaginacao do homem.
Um rapida consulta nos modelos da Matriz sugeriu finalmente que Darwin esta’ certo e errado ao mesmo tempo, e assim tambem parece com Campbell. Os modelos mostraram nossos ancestrais nao vivos utilizando o recurso da beleza a bilhoes de anos atras com fins utilitaristas. Ate’ aqui, Darwin ganhava a competicao. mas nossos modelos nos levam adiante no tempo e no espaco e assim mostraram as origens primeiras da beleza antes do proprio Big Bang, na dimensao primordial quantica: um individuo pela metade, chamado spin right, via sua outra metade com o spin left, e achava-a bonito, porque ele se achava bonito. Puro narcisismo criado pelo selfish ser, parece ser a fonte original desse fenomeno que denominamos beleza. Aqui, a teoria de Darwin comeca a se torcer e fraquejar, parece que ele vai perder a competicao: ja nao existe tanto utilitarismo na beleza de per si, ela aparece algo mais abstrata.
Mas os modelos da Matriz continuam a nos conduzir nesta viagem fantastica e agora sugerem que a “auto-consciencia” ‘e um novo sistema natural, recem-nascido, emergindo nos palcos do cerebro humano como a mais recente novidade, ocupando o topo da Evolucao. Como – ainda segundo a Matriz – o Universo e’ uma producao genetica, ou seja, a reproducao de algo que existia alem do Big Bang, deduz-se que a auto-consciencia ‘e apenas mais uma das formas em que o feto se transforma em embriao, etc, e isto leva-nos `a estonteante conclusao que o ser ex-machine ja’ possuia auto-consciencia. Vai dai’ que, sendo filha de alguem alem do Universo, e sendo uma forma mais evoluida que todo o mais existente dentro do Universo, a mente humana tem atributos e propriedades existentes apenas alem do Universo… o que nos leva a final conclusao que a beleza e’ um valor mental imprescrutavel pela propria mente enquanto baby como ela e’…
E aqui, retorna resuscitado e arrasador o tal do duque de Campbell! Apesar que o genio de Darwin interveio no ultimo momento emparelhando-o na corrida e mantendo-o na competicao: beleza e’ um produto da imaginacao humana. Que a beleza apresenta um proposito utilitarista, nao o posso negar. Mas posso nega-lo que ela tenha surgido ao acaso por acidente mutacional selecionavel. Pois ela ja existia ants do Universo e veio na carga genetica que deflagrou o Big Bang. Nossa mente recem-nascida, abrindo os olhos para o mundo apenas agora, nada sabe de si mesma, ainda nem se viu a si propria no espelho, e assim como ela nao sabe porque seus pais tem umbigo e ela tambem, ela nao pode saber porque sua mae mentalizada alem do Universo tem esse valor referente a beleza e ela tambem…
Seja como for, o sistema, aquele ou aquilo que existia e ou existe alem do Universo e gerou este Universo, apesar de parecer-nos plenamente uma “coisa” ou “ser” natural, pode receber o nome que bem entender dar-lhe o observador, seja este nome “Deus” ou “Vladzolin”. E ai Campbell da’ um passo a frente de Darwin, festejando ruidosamente, porem, e’ cedo ainda, a competicao continua…
O caso acima, acho eu, serve para ilustrar o titulo e o proposito do artigo: abaixo as posicoes radicais, abaixo o fundamentalismo, maleabilidade nas tradicoes, e observancia continua das ondas relativas. A Humanidade eliminara’ muito de seus conflitos internos, erradicara’ muitas das causas de seus sofrimentos e vivera’ melhor. Imagine se Hitler fosse um relativista ao inves daquele carater duro e intransigente fechado em sua verdade absoluta! A Historia estaria limpa daqueles registros sangrentos e muito mais cheia de registros de sucessos humanos. Eu penso que o relativismo e’ uma boa ideia e tem que ser divulgada, propagada, debatida, levada a todos.
Mas, nos os teoricos cometemos erros infantis `as vezes, por isso entre devagar no relativismo e reflita para operar suas proprias conclusoes. Veja o erro infantil de Einstein: depois dele descobrir o fantastico mundo da Relatividade Geral, onde tudo seria relativo, ele esqueceu-se de aplicar sua propria formula `a maior de todas as questoes – o Universo – pois se tudo e’ relativo e’ porque o proprio Universo e’ relativo, portanto nao teria sentido crer na forma particular cilindrica do Universo. Formas do que os olhos nao ve estao na mente do observador, e observadores mudam de forma mais que aquela nuvem rolando no espaco…
Outro caso que ilustra bem esse assunto foi a famosa “Discussao da Cerveja”, entre Louis Pasteur e um quimico positivista, se me recordo bem, o grande Linus Pauling, nao foi? para quem nao a conhece, resumindo, Louis Pasteur acreditava no ‘vitalismo” ou seja, existiria uma essencia vital alem da quimica e intronizada nela, enquanto Pauling defendia a ideia da geracao espontanea dentro da quimica, ou seja, reacoes quimicas numa dada sucessao produziria as propriedades vitais. Eram duas posicoes radicais, antagonicas, uma abrindo a porta para Deus e outra cerrando-a. Com sua famosa experiencia num frasco de vidro Louis Pasteur mostrou que a vida nao aparecia em cadaveres putrefatos, era necessario a ocorrencia de ar e abertura para o mundo, Pauling perdeu naquela epoca. mas experiencias e evidencias recentes tem obnubilado as evidencias de Pasteur e os positivistas dao um passo a frente na corrida. Entao surge a Matriz dizendo que tanto os positivistas quanto Pasteur estavam 50% certos e 50% errados: o principio vital existia antes de surgir o estado liquido da materia e suas consequentes producoes como a quimica, porem os sistemas biologicos (aka seres vivos) surgem espontaneamente onde existe quimica… E agora?! O que vao dizer Pasteur e Pauling?
Nao adianta! Radicalismo nao tem vez neste mundo. Ele surgiu antes do Big Bang porque os bits-informacao do Universo vieram divididos em dois grupos simetricos e complementares entre si na forma, porem, assimetricos e opostos no carater. Assim sao todas suas crias posteriores, inclusive os modernos homens e mulheres. Os dois se necessitam, se complementam, cada um tem a metade que falta ao outro, mas, psicologicamente, no tocante ao temperamento, `a personalidade, sao um desastre: um tende ao sistema aberto ate perder-se numa expansao infinita, outro tende ao sistema fechado ate’ cerrar-se num ponto finito… O radicalismo vem do alem-universo, do ser ou coisa que o gerou e ai’ nao adianta tentarmos entrar porque nunca vamos sabe-lo com essa consciencia ainda fetal. Mas uma coisa e’ certa: o radicalismo dos vortices quanticos produziram o caos, no caos os vortices nao conseguiam se fixarem como formas existentes, e apenas quando cada grupo cedeu sua metade ao outro, o Universo se manifestou materialmente. Radicalismo siginifica carater fechado em si mesmo, e dois caraters fechados competindo pelo mesmo espaco gera o caos ambiente que acaba levando os dois para o buraco. Radicalismo, fundamentalismo, e’ masoquismo, auto-mutilacao, falta de inteligencia.
Por outro lado, o Relativismo causa certo desconforto em alguns pensadores, por imaginarem que o mundo torna-se demasiado voluvel, sem solidez em que se agarrar. a verdade de hoje sera’ a mentira do amanha. Mas a Matriz esta’ sugerindo que nao e’ bem assim. O seu grafico cartesiano esta’ sugerindo que o Universo tem muitas faces, que cada face ‘e uma realidade porem nao e’ a ultima face, cada face visivel pelo cerebro humano e’ apenas uma parcela da face final, pois o numero de diferentes faces possiveis de serem criadas e’ limitado. No fim, todas as faces tornam-se pontos fractais de uma face maior, parecendo infinita, mas ainda inalcansavel pela nossa mente atual. Pena que nossa consciencia tera que nascer para a luz alem das fronteiras do universo para ver essa face final… mas isso ameniza aquela sensacao de insustentavel leveza do ser denunciada por Humberto Eco… sem elimina-la totalmente, pois ser relativista e’ isso mesmo, e’ sentir-se nas alturas caminhando numa corda bamba…
Ate’
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terça-feira, março | 10 | 2009
Se ja’ nao bastasse a solidao terrivel de todas as auto-consciencias na Terra (seis bilhoes delas separadas entre si, aprisionadas em celas escuras e cerradas, como sao os ovos craneanos, verdadeiros “cocoons”, desesperadamente desejando ver ao menos uma de suas irmas , tocar, conversar cara a cara e nao gritando atraves das densas paredes destas celas), a Humanidade e’ um individuo unico de uma especie unica num planeta unico do seu sistema estelar, existindo sob as terriveis condicoes da solidao no exilio.
Porque mais esse desconfortavel fenomeno denominado “solidao” teria que cair tambem sobre a cabeca da Humanidade? Porque esse desenho ou designio esta’ gravado no DNA humano e na sua forma universal, a Matriz.
Mas porque o sistema universal, aqui denominado Matriz, em seu macro-ciclo vital, toda vez que avanca na idade e seu corpo muda de forma inicialmente recomeca assim, solitario e unico no mundo? Foi com o vortice quantico, foi com o primeiro atomo naquela nebulosa inicial sem forma, foi com o primeiro sistema estelar, foi com a Humanidade, foi com cada um de nos na nossa existencia intra-uterina, esta’ acontecendo com nossos genes dentro do DNA, e esta’ acontecendo com a mais nova forma da Matriz – a auto-consciencia. Se a coisa esta’ registrada no DNA, na Matriz Universal, a causa existe alem do Big Bang, e ainda nao podemos saber o porque…
Veja por exemplo como acontece a solidao dos nossos genes. Dizem que a longa fita de 1,70 metro do DNA e’ composta apenas com 5% de genes ativos e os restantes 95% sao genes nunca expressados, por isso o chamam de lixo (junk DNA). Ora, entao e’ facil entender o que acontece ali: um grupinho familiar genetico aqui, um longo territorio e um maior ainda oceano a frente, outro grupinho em outra ilha, e assim cada qual em terrivel isolamento.
Podemos visualizar as semelhancas entre os dois quadros – o da Humanidade em relacao ao Universo e o quadro dos genes em relacao ao DNA. Imagime o braco da galaxia no qual vivemos dentro (e de dentro o vemos a noite como esse imenso ceu estrelado), fosse a forma geral do Universo: ao inves de redondo, espiralado, o Universo fosse cilindrico tal como Einstein o imaginou. Neste Universo existe um planeta aqui povoado por “cocoons” que contem os “filhotes” de uma nova especie viva que denominamos “auto-consciencia”, os quais sao gestados dentro de uma especie denominada “Humanidade”. Depois um longo trecho de estrelas e planetas despovoados ou quando muito, povoados por especies inferiores, e longe, muito longe, uma outra ilha povoada por auto-consciencias, sabe-se la’ em que faixa etaria e forma existem agora. Percebeu a semelhanca com o DNA? A Matriz faz assim com tudo: a forma encima e’ a forma embaixo, a forma do grande e’ a forma do pequeno, nesta eterna danca dos fractais…
Vejo a Humanidade na calada da noite apontando telescopios furtivos espionando o ceu, e sinto que ela me imita quando, as vezes `a noite saio da barraca na selva, e vejo-me no meio da escuridao `a volta, a unica coisa visivel e que enche os olhos e’ o imenso ceu estrelado. Entao, sentado numa pedra aqui neste pontinho perdido na imensidao, procuro alem das barreiras e distancias do espaco sideral, onde estao meus irmaos de sangue, forma, amores, que la devem estarem tambem, sentados em pedras em algum planeta perdido naquelas aglomeracoes estelares, a olharem para ca’ e imaginando se existimos aqui, querendo nos ver, falar conosco, … como uma familia que se recompoe.
Como Deus e’ mal, se foi Ele que desenhou tudo isso…
E assim se sentem meus genes a noite quando durmo: sentados em suas pedras, toda atencao voltada para os horizontes alem dos junks… procurando seus semelhantes…
Porque na Natureza tinha que existir a forca natural, matricial, da fragmentacao, separacao, isolamento, produzindo este inconfortavel fenomeno da solidao? Sera’ heranca genetica de um pai/mae solitario alem do Universo? Sera’ que as coisas funcionam sob o efeito bumerangue, pois as vezes penso que Deus nao obedeceu o mandamento que diz algo assim: “Jamais separareis os que se amam, pois se o fizer, seras separado no mundo e seras o Um, o Unico, banhado por todos os lados pelo oceano das lagrimas ferventes da solidao…” , e nos teremos que lutar muito para vencer esta maldicao, romper todas as barreiras, destruir todas as celas, ate que possamos abracar todos nossos irmaos que existem aqui e os que estao alem das estrelas…
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domingo, março | 8 | 2009
Esperando a comida no restaurante fiquei observando o garcao e me ocorreu a seguinte descoberta astronomica:
Nos somos herdeiros fieis dos caracteres geneticos do planeta, mas tao fieis, que ate’ os dois movimentos planetarios nos imitamos. O planeta apresenta dois movimentos:
a) o movimento sutil, lento e quase imperceptivel em volta do Sol;
b) e outro mais evidente que e’ dar a volta sobre si mesmo em 24 horas.
Pois nos humanos tambem apresentamos estes dois movimentos, quando:
1) movemos nosso corpo em relacao ao espaco, caminhando de um ponto a outro, como o garcao vai de mesa em mesa e dai’ para a cozinha;
2) nosso corpo move-se em relacao ao tempo, como o garcao que tem 30 anos esta’ se movendo para os 31 anos…
Neste segundo movimento, relativo ao ciclo vital, o corpo que veio da terra, da’ uma volta no mundo de 70 anos e retorna a terra…
Raios… os movimentos de rotacao e translacao da Terra e qualquer outro movimento no espcao sideral nao estao bem explicados ainda. O texto escolar diz: ” A Terra realiza o movimento de translacao…”, mas nao explica as origens e causas dela todo dia dar uma volta sobre ela mesma… e as teorias existentes… Agora estou achando que existem mais significados que percebemos nestes movimentos da Terra e se algum dia tiver tempo vou retornar ao restaurante com os mapas da Matriz, estende-los sobre a mesa, e fazer com que meus olhos vao dos mapas para o garcao e vice-versa num exercicio de anatomia comparada onde os significados que conheco dos movimentos do garcao serao aplicados sobre os significados que desconheco dos movimentos da Terra para ver se torno-os conhecidos…
Tags: ciclo vital, rotacao, translacao Postedo na Curiosidades da Matriz | Sem Comentários »
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