Archive for the ‘geologia’ Category

LUCA e as Origens da Vida: Criatura Parecida com Rocha Tem Vida. Pesquisar Vanadium

segunda-feira, julho 8th, 2013

Crazy living rock is one of the weirdest creatures we’ve ever seen

(Rocha viva é uma das mais estranhas criaturas que temos visto)

http://grist.org/list/crazy-living-rock-is-one-the-weirdest-creatures-weve-ever-seen/

 

pyura_chilensis Rocha Viva Produtora de Vanadium

pyura_chilensis Rocha Viva Produtora de Vanadium

 

Anotacoes Importantes:

1 – Matrix/DNA: O conhecimento da formula da Matrix/DNA, na forma de LUCA explica todas as caracteristicas desta criatura, de onde veio cada uma delas. Mas tambem o fato de que a criatura emite espermatozoides e óvulos para o exterior formando uma especie de nuvem ao seu redor, e o fato de que eles podem se unirem e gerarem novas criaturas, é mecanismo vindo das origens da materia no Universo, quando nuvens de vórtices spin right e spin left levando a conexão entre os dois geravam as primeiras particulas fundamentais, tais como quarks e leptons.

2 – It’s also completely immobile like a rock — it eats by sucking in water and filtering out microorganisms — and its clear blood mysteriously secretes a rare mineral called vanadium.

3 – Also, it’s born male, becomes hermaphroditic at puberty, and reproduces by tossing clouds of sperm and eggs into the surrounding water and hoping they knock together.

4 – Self-sexing vanadium-secreting intestine-rock thing is actually calledPyura chilensis (terser, though less descriptive), and it’s found off the coast of Chile and Peru. Locals eat it raw or in stews, and non-locals describe the taste as “bitter” and “soapy” with a “weird iodine flavor.” Sort of what you’d expect from a meat-rock, I guess? Maybe that’s the vanadium, a mineral also found in crude oil and tar sands — creatures like P. chilensis can have up to 10 million times more vanadium in their bodies than is found in the surrounding water, for no obvious reason.

5 – P. chilensis can often be found in densely packed aggregations of thousands or small handfuls of just a few, or they can be found on their own — in which case they must reproduce asexually, as there is no way of them moving to find a mate. This means P. chilensis is hermaphroditic, with the gonads of both a male and a female that can release eggs and sperm simultaneously to meet as a fertile cloud in the surrounding water. If the sperm-egg collisions are successful, they will produce tiny tadpole-like offspring that will eventually settle onto a rock to grow into the adult form.

6 – I’m going to be looking more carefully at rocks in the future. Also possibly trees and dirt. Who knows what apparently inanimate objects might be filled with innards and holding perverse “selfing” orgies right in front of our noses?

PESQUISA: 

– Vanádio é um elemento químicosímbolo Vnúmero atômico 23 (23 prótons e 23 elétrons) de massa atómica 51 u que, nas condições ambientes, é encontrado no estado sólido.

– Está situado no grupo 5 (VB) da tabela periódica dos elementos. É um metal dúctil, macio e apesar de ser bem mais abundante que o cobre, com uma abundância crustal de 160 ppm, forma poucos minerais. A razão do vanádio formar tão poucos minerais reside no  facto de o ião (ion) V3+ ser geoquimicamente semelhante ao ião Fe3+, um ião abundante e constituinte de muitos minerais. Assim, o ião V3+geralmente substitui o Fe3+ nos minerais (notavelmente na magnetita) em lugar de formar os seus próprios minerais.

Matrix/DNA: Bem… a coisa começa a fazer sentido quando o Vanádio tem semelhança com o Ferro. Enquanto LUCA produzia o ferro para ser o amnion contendo dust e cometas, o p. chilenses que imita LUCA fielmente não pode produzir o ferro então produz vanadio, o qual, por dedução, deve ser atuar como amnion aos seus espermatozoides e ovulos lançados na agua. 

( continuar pesquisa do vanadio)

Grande Descoberta Cientifica Sobre Origens da Vida Reforça a Teoria da Matrix/DNA

terça-feira, junho 4th, 2013

Scientists resolve a 3.5 billion-year-old mystery of life

http://www.washington.edu/news/2013/06/04/scientists-resolve-a-3-5-billion-year-old-mystery-of-life/

UNIVERSITY OF WASHINGTON

e…

Solving a 3.5 Billion-Year-Old Mystery

http://news.usf.edu/article/templates/?z=123&a=5477

USF – UNIVERSITY OF SOUTH FLORIDA

(obs. para mim: ver o comentario abaixo na Physorg onde descargas eletricas deve mudar meus escritos aqui)

O átomo denominado “fosforo” é um elemento químico que foi de crucial importância nas origens da Vida, pois sem ele jamais aminoácidos se uniriam para formar o RNA e DNA. Portanto hoje ainda é de vital importancia para a existencia e boa manutenção da saude em nossos corpos, pois este heroico átomo constitui trilhões de pontes inseridas dentro de cada nucleo de cada uma de nossas células, alem de contribuir para a composição das membranas e carregar as energias celulares denominadas ATP. Mas havia um problema para as Ciências resolver: este átomo não parece ser formado normalmente pela matéria terrestre e todas as pistas indicam que ele não devia existir aqui na época das origens da Vida. Como explicar o mistério de que o fosforo foi crucial na formação das primeiras moléculas da Vida… se ele não existia aqui?!

Agora cientistas descobriram uma teoria que parece muito logica e talvez já não seja mais teoria, pode ser um fato real: fosforo esta sendo encontrado nos meteoritos sobre a superficie da Terra! E meteoritos vieram do espaço sideral! Isto tudo foi motivo de grande excitamento para mim como defensor e autor da Teoria da Matrix/DNA, pois essa noticia vem bem a calhar com o que havia predito meus modelos teóricos. Os modelos teóricos da Matrix/DNA sugerem que todas as forças e elementos desta galaxia, nos seus aspectos de positiva e negativas,  convergiram ao mesmo tempo  nas praias da Terra onde oceanos se encontram com os continentes – para que o projeto da Vida aqui se realizasse. Se na galaxia haviam elementos necessários para a formação da Vida que não estavam na Terra… agora o sabemos… a Terra esperou que meteoritos os trouxessem! Mas para entender melhor essa teoria e o que significa a função sistêmica efetuada pelo elemento fosforo, sera necessário ao leitor ler o artigo aqui logo a seguir sobre a Tabela Periódica dos Elementos Químicos revelando uma das grandes descobertas patrocinadas pela formula da Matrix/DNA.

Vamos ao comentario que a Matrix/DNA publicou no artigo da University of Washington:

Porque a Natureza necessitou e selecionou o átomo de fosforo para ser a ponte ligando os building blocks dos RNA/DNA? E porque não havia fosforo na Terra antes das origens da Vida? A Matrix/DNA Theory tem uma explicação. Mas para entender é preciso saber da descoberta que a Matrix/DNA fez a respeito da Tabela Periódica e conhecer a formula que a Natureza usa para organizar a matéria em sistemas naturais, a formula Matrix dos sistemas. A explicação é longa, precisa de mais espaço que o permitido aqui, e para quem quiser vê-la (em Português), search no Google o artigo ” Grande Descoberta Cientifica Sobre Origens da Vida Reforça a Teoria da Matrix/DNA” . Com esta grande descoberta do time da U.W. aprendemos que um dos ingredientes faltantes na experiencia de Miller/Urey é o fosforo, porem, existem outros elementos e mecanismos ainda a serem descobertos, mais difíceis, porque estão nos níveis mais abstratos dos fótons e da luz. Cantdrive85  postou um comentário aqui dizendo que ” descargas  elétricas são as respostas para a fonte de phosphite”. Quase certo porque matéria inerte na Terra pode ser energizada pela energias que vem do espaço, mas raios súbitos de nuvens não poderiam conduzir o phosphite a solidas novas combinações com outros materiais. Para isto foi necessário uma energia contendo informações que conduziram o phosphite a se integrar na formação de um sistema, ou seja, a formula da Matrix.  

 

AvatarTheMatrixDNA •

Why Nature needed and selected the phosphorus atom to be the bridge connecting the building blocks of RNA / DNA? And why there was no phosphorus on Earth before the origins of life? The Matrix/DNA Theory has an explanation.  But for understand the explanation you need to know the discovery that the Matrix / DNA made ​​about the Periodic Table and know the formula that Nature uses to organize matter into natural systems, the Matrix formula for systems. The explanation is long, need more space than allowed here, and for those who want to see it (in Portuguese), search on Google the article ” Grande Descoberta Cientifica Sobre Origens da Vida Reforça a Teoria da Matrix/DNA” (Great Discovery About Scientific Origins of Life Strengthens Theory of Matrix/DNA).  With this great discovery from he teams of U.W. and USF we learned that one of the missing ingredients in the experience of Miller/Urey is reactive phosphorus, however, there are other elements and mechanisms remain to be discovered, more difficult, because they are the most abstract levels of photons and light. Cantdrive85 posted a comment here saying that “lightning are the answers to the source of phosphite.” Almost certainly because inert matter on Earth can be energized by the energy coming from space, but sudden ray of clouds could not drive the phosphite to solid new combinations with other materials. For this it was necessary energy containing information that led the phosphite to integrate in the formation of a system, ie, the formula of the Matrix.

( postado em http://phys.org/news/2013-06-billion-year-old-mystery-team-life-producing-phosphorus.html

postado na U.W. )

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Por enquanto – devido meu tempo escasso agora – vou deixar o artigo cientifico aqui registrado com o link acima para voltar a ler, pesquisar e terminar este artigo.

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Bem,… estou voltando, vamos continuar o assunto. Enquanto estive trabalhando como limo-driver, pensei no assunto e me veio mais duas ideias:

1) O fosforo é elemento químico numero 15. Isto significa de chofre que é o ultimo elemento da segunda sequencia ou segunda onda dos ciclos vitais da Tabela Periodica. E isto é logico, tinha que ser assim, pois o ultimo elemento de uma onda forma a ponte com o primeiro elemento da onda seguinte… e é justa essa a função do fosforo nos RNA/DNA. O fosforo faz as pontes entre os nucleotideos (fosfato).

2) A função de “ponte”, ou elo de ligação, foi o que fez o fosforo ser necessário e ser o escolhido dentre os minerais. Depois que os RNA/DNA se formaram e estes passaram a construir organelas e novos sub-sistemas dos organismos, o elemento para a formação de pontes  não podia ser mais um mineral, pois agora tratava-se de um meio organico, que precisa de material mais versátil, mole, suave. E para isto vieram as proteinas. Então o fosforo é o ancestral não-organico direto das proteinas.  Só mesmo a formula da Matrix para nos fazer perceber estas coisas, muito logicas, por sinal.

Vamos puxar aqui algumas figuras para facilitar nosso estudo:

The Universal Formula of MatrixDNA as Software/Closed System

The Universal Formula of MatrixDNA as Software/Closed System

DNA_Destaque para Pontes de Fosfato (P)

,  DNA_Destaque para Pontes de Fosfato (P)

Ok. Observe na Fig.2 onde esta o P, constituindo nas hastes do DNA as pontes que ligam os nucleotideos.  E observe na Fig. 1 as setas no circuito esférico como linhas azuis e vermelhas, que fazem as pontes entre as peças do sistema.  E lembre-se que a Fig.1 é uma das formas da formula da Matrix/DNA. Esta forma na figura se refere a quando a Matrix organizou a matéria no primeiro sistema galáctico escolhendo ser um sistema fechado em si mesmo. E que a Fig.2 foi o passo evolutivo seguinte da Matrix, tomando a forma de DNA biológico, aqui resumida a dois pares de nucleotideos, o qual é a unidade fundamental de informação do DNA.

Observe que a formula da Matrix é constituída por 7 peças, porque são sete as funções universais suficientes e necessarias para se ter um sistema natural completo. Dependendo da situação damos nomes diferentes as funções, mas o mais usual seriam estes:  gestação, nascimento, crescimento, amadurecimento, reprodução, equilíbrio, decaimento. Claro, isto é arbitrário, apenas para facilitar nossos conceitos pois as formas não possuem limites definidos onde começa uma e termina a outra. do mesmo jeito que não existe um dia fixo para se determinar quando termina a adolescência e começa o adulto num corpo humano. E agora vamos buscar a Tabela Periódica dos Elementos Quimicos:

Tabela Periódica dos Elementos Químicos

Tabela Periódica dos Elementos Químicos

Observe onde esta o P 15, fosforo, na faixa de cor verde. Desde que a formula da Matrix no seu aspecto de sistema perfeito foi obtida pela Natureza quando Ela conseguiu fixar as sete formas de um só corpo ( no caso, um astro cósmico) num unico circuito fechado, e estas sete formas são produzidas por um unico ciclo vital, a produção de atomos pela Natureza obedeceu ao mesmo processo rítmico dos ciclos vitais. Então a primeira onda de produção, ou seja, o primeiro ciclo vital, produziu os primeiros sete átomos, de 1 a 7. A segunda onda produziu os seguintes sete átomos, a começar pelo oitavo. Então esta onda foi de 8 a  14.  O que prova isto é o fato de que o atomo 8 repete todas as propriedades e caracteristicas do 1, apenas muda a quantidade de particulas, mas não a qualidade e significado. A terceira começa de 15 e vai ate 21, o Silicio. Mas o que nos interessa aqui é o 15, Fosforo. Porque o Fosforo seria o elemento mineral escolhido pela evolução na fase pre-biótica? A resposta estara por aqui:

O próximo átomo,  15,  que é justamente o P (fosforo), repete as propriedades do Oxigênio  Acontece que a ponte no DNA é feita com um Fosforo e três Oxigênios, o Phosphite, P3 O -3.  A impressão que tenho é a de pão  Oxigênio pode ser aquela faixa da formula que vai de F7  a F1. Nesta faixa existe o canal de massa, poeira, detritos, enfim, matéria degradada da estrela (isso seria a massa de trigo para fazer o pão . Então no pão é adicionado fermento a massa de trigo, e na química natural é adicionado o energético fosfato a massa degradada, obtendo assim o concreto eletrificado para construir a ponte. Tem que ser uma ponte eletrificada, pois na haste do DNA tem que correr energia.

Se estes meteoritos vem do cinturão de poeira e detritos do sistema solar, eles estariam para o sistema solar assim como a massa de trigo esta para o pão  Se este cinturão é bombardeado com fosforo, de onde vem estes e qual o proposito do sistema em relação ao cinturão?! Esta questão é muitíssimo importante. Estamos aqui tocando no grande problema de resolver como os sistemas astronômicos passaram da fase de formação por simbiose para a fase de formação por auto-reciclagem. E tem tudo a ver: o processo de formação dos sistemas astronômicos devem ser semelhantes ao processo de formação dos sistemas biológicos. 

Porque não havia fosforo na Terra na época das origens da Vida? Para esta resposta temos que puxar aqui outra formula da Matrix/DNA: 

Onda de Luz segundo a Matrix/DNA - Eletro-Magnético Espectro de Onda.

Onda de Luz segundo a Matrix/DNA – Eletro-Magnético Espectro de Onda

Segundo sugerem os modelos da Matrix/DNA, na época que ocorreu o Big Bang já existia um espaço e ocupado por uma substancia a que denominamos “massa etérea amorfa”. Esta substancia está  para o Universo assim como está a substancia amniótica para um ovulo. Pode-se chama-la de outros nomes, como por exemplo, eter, dark matter, etc. O Big Bang foi uma especie de fecundação no meio desta substancia, no qual o código genético estava inscrito na onda de luz natural. Nesta época o código genético era de uma simplicidade absoluta: ele apenas transmitia o processo do ciclo vital. Este processo é o que faz um corpo mudar de forma a cada segundo, como muda o nosso corpo toda vez que morre uma célula e outra é produzida ocupando seu lugar, pois a nova célula sempre terá algum minimo detalhe diferente da que morreu. Então o Big Bang espalhou no espaço a luz, ondas de luz, que invadindo aquela massa, cada uma de suas diferentes vibrações fazia a massa em sua região vibrar na sua intensidade. Com isso a massa começou a se separar em diferentes porcões, e depois, reunindo-se estas porcões na mesma sequencia vibratória da luz, se obteve os sistemas, de atomos a galaxias. Acontece que a emissão de ondas de luz não parou na primeira, o Big Bang é um processo pulsante, cada pulsação continua emitindo ondas de luz (para nos, as ondas de luz são as responsáveis pela radiação cósmica, e são imperceptíveis aos nossos sentidos, principalmente as nossas vistas, pois são de tal intensidade que cegam nossos olhos, tornando o fundo do espaço sideral escuro, o que pode ser percebido intelectualmente pelas calculações, como estas que nos levaram a supor que 95% do Universo é constituído pela “dark energy”). E cada região do espaço, cada galaxia, cada sistema estelar, cada planeta, vibram em especificas intensidades conforme a intensidade de vibração da luz que subjaz aquela região. Mas sera muito difícil para nos um dia obter a exata cifra do nivel de vibração do planeta terra hoje, porque estas ondas de luz do Big Bang se misturam com as ondas de luz emitidas pelos nucleos atomicos, pelos nucleos das galaxias e pelas estrelas como o Sol. O numero que encontraremos sera o resultante da interação destas varias ondas. E ainda, um planeta varia sua vibração de acordo com a variação de sua idade. Então as variações nas origens da Vida, a 3,5 bilhões de anos atras, eram diferentes da Terra agora. Isto significa que o planeta em cada época produzira certos elementos em abundancia, em outras estara em estados que fazem outros elementos de reações contrarias a vibração reinante, desaparecerem. Então, a 3,5 bilhões de anos atras não havia o elemento fosforo na superficie da Terra. That’s it! Claro, precisamos conhecer melhor tudo isso para detalhar melhor porque ele foi excluido daqui.

O DNA ev uma pilha de nucleotideos. Cada par de nucleotideo forma a formula da Matrix. São sete elementos, sete moléculas constituindo cada par de nucleotideos, cada elemento executa uma das sete funções sistemicas universais. Os nucleotideos são os tijolinhos do DNA. Mas como vemos, estes tijolinhos estão ligados por uma ponte. Isto significa que no DNA a Matrix foi repetida na forma dos tijolinhos, mas assim como ao fazer uma parede de uma casa precisamos por cimento para ligar os tijolos, no DNA foi preciso uma especie de cimento para ligar os nucleotideos. Ora, a Natureza não tinha cimento, tinha apenas atomos. Então se prevê que a os atomos nas pontas das sequencias possuem a propriedade de ligação. Descarta-se o primeiro atomo de cada onda porque na formula vemos que é a ultima peça de cada onda que se desfaz em fragmentos os quais são conduzidos para formarem a nebulosa de poeira que gera a primeira peça do próximo sistema. No caso da formação da Vida, quando se formou o primeiro building block, o primeiro par de nucleotideos, essa nebulosa seria o numero 8. Mas o atomo como numero 8 é o oxigênio, o qual é o átomo da morte, que esta no local onde ocorre a morte, por isso o oxigenio é oxidante, ou seja corrosivo, destruindo tudo. O primeiro atomo com função de ponte só teria sido escolhido se o DNA fosse uma mera repetição de um unico sistema, mas  sabemos que não e’. Cada nucleotídeo e’ diferente num minimo detalhe, uma minima sub-particula com alguma peculiaridade, diferente de todos os demais bilhões de nucleotideos. O DNA é uma pilha de fractais porque todas suas unidades conservam a mesma formula interna, porem cada fractal difere em algum minimo detalhe. E isto acontece porque quando a Matrix caiu na Terra ela veio como sistema fechado, mas apenas se levantou porque se tornou sistema aberto. E sistema abertos nunca se reproduzem em copias fieis, sempre sua cria se difere em algo. Sistemas fechados são portas fechadas a evolução enquanto sistemas abertos abrem as portas para a continuidade da evolução… porque eles são versáteis e podem diversificar suas formas. Então o oxigenio repetiria o que a galaxia faz no céu, ou seja, se reproduz por auto-reciclagem, é preciso uma morrer para a sua matéria iniciar outra copia. E isto não poderia se repetir na terra com sistemas biologicos abertos. Era preciso um atomo com função de ligação entre as unidades, mas não poderia ser o reciclador oxigenio, que foi o primeiro da segunda onda.. Então restou a Natureza buscar na onda seguinte, o atomo com essa função e encontrou o… FOSFORO.

Bem, vamos continuar a buscar mais informações da sagrada ciência reducionista acadêmica, pois só ela nos salva quando estamos chegando num limite e precisamos continuar alem dele. Vamos ao artigo da Washington University.

(Parei aqui)

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Comentario na Phys.Org

Cantdrive85 – 1 / 5 (7)Jun 04, 2013

Other natural sources of phosphite include lightning strikes, geothermal fluids and possibly microbial activity under extremely anaerobic condition, but no other terrestrial sources of phosphite have been identified and none could have produced the quantities of phosphite needed to be dissolved in early Earth oceans that gave rise to life, the researchers concluded.

The answer is right there, lightning strikes. It is due to the researcher’s lack of understanding of the scalability of electric discharge that allows them to conclude such a thing. Electric discharge on a much larger scale happens on a daily basis within our solar system, such a realization will solve many “mysteries” in science.

Read more at: http://phys.org/news/2013-06-billion-year-old-mystery-team-life-producing-phosphorus.html#jCp

Morelli  – not rated yetjust added

The answer is right there, lightning strikes. It is due to the researcher’s lack of understanding of the scalability of electric discharge that allows them to conclude such a thing. Electric discharge on a much larger scale happens on a daily basis within our solar system, such a realization will solve many “mysteries” in science.

Very good! Phosphite is an element that was missing at Miller/Urey experiment. It works as catalyst and bridge that should driven the aminoacids to formations of peptides. But, the Urey kind of electric discharges did not work as well, because the energy used at lifes origins should coming from our Last non-biological ancestor system, which was the entire astronomical system. (Ok, this is what is suggesting Matrix/DNA models)

Read more at: http://phys.org/news/2013-06-billion-year-old-mystery-team-life-producing-phosphorus.html#jCp

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Outro comentario muito interessante:

katesisco

1.7 / 5 (3)Jun 05, 2013

Science tells us water was present from almost day 1 on Earth and I am thinking: how could this phosphorous from deep earth have been expressed? I am thinking core heating.

Read more at: http://phys.org/news/2013-06-billion-year-old-mystery-team-life-producing-phosphorus.html#jCp

Morelli

not rated yetjust added

Science tells us water was present from almost day 1 on Earth and I am thinking: how could this phosphorous from deep earth have been expressed? I am thinking core heating.

From Matrix/DNA worldview you are pretty smart. The informations for driving phosphite to new combinations that leads towards systems formation comes from stars and planetary nucleus because they are germs of new stars. But, since phosphorus is atomic number 15, it is a bridge between the second and third waves of atoms formation seen at the Periodic Table, so, we don~t know if it is the begining or the end of a wave. If it is begining, the informations in shape of photons came from Earth nucleus, if it is the end, came from our Sun.

Read more at: http://phys.org/news/2013-06-billion-year-old-mystery-team-life-producing-phosphorus.html#jCp

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Meu Ultimo comentario agora:

http://www.washington.edu/news/2013/06/04/scientists-resolve-a-3-5-billion-year-old-mystery-of-life/

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TheMatrixDNA • 4 minutes ago

Ok. In the last three days I have thought on this important discovery and searching explanations at the Matrix formula. Her suggestion is:

Phosphite (P3 O-3) is identical to bread. In bread there is the mass of wheat and the energetic yeast. In phosphite the 3 oxygen atoms are the mass and P atom is the yeast. You understand it better if seeing the Periodical Table plus the Matrix formula (oxygen is the slice in the circuitry from F7 to F1, which is constituted by dust as degraded mass). P plus 3 oxygens makes an electrical bridge. Why the bridge need be electrical? Because it is used at the DNA/RNA streams, where is running electric current. Same thing for membrane’s wall. The question now is… These meteorites must coming from the meteors belt. Because it is the solar system parameter for biological systems. Then, why the meteors belt are being bombarded with P? The P must came from the star. But, what is the purpose of solar system doing it? The answer will help Matrix/DNA solving the puzzle about how astronomical systems evolved the process of formation by symbioses towards the process of formation by self-recycling. I will continuing this research… it is very important.

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dfuller56 • 3 days ago ( 

“For the scientist who has lived by his faith in the power of reason, the story ends like a bad dream. He has scaled the mountains of ignorance; he is about to conquer the highest peak; as he pulls himself over the final rock, he is greeted by a band of theologians who have been sitting there for centuries….
the astronomical evidence leads to a biblical view of the origin of the world. The details differ, but the essential elements in the astronomical and biblical accounts of Genesis are the same: the chain of events leading to man commenced suddenly and sharply at a definite moment in time, in a flash of light and energy.
Some scientists are unhappy with the idea that the world began in this way. Until recently [this was written in 1978] many of my colleagues preferred the Steady State theory, which holds that the Universe had no beginning and is eternal. But the latest evidence makes is almost certain that the Big Bang really did occur.”
–Robert Jastrow, “God and the Astronomers”

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RESPOSTA DA MATRIX/DNA PARA dfuller56

heMatrixDNA  mdfuller56 • 5 minutes ago

Theologians were sitting there for centuries and doing nothing. By them, we should travelling by carriages and horses, with Science we are travelling by airplanes and International Space Station. The History is not ending for natural philosophy, it is merely beginning now. The Universe’s Big Bang has the same meaning of a spermatozoon bigbang inside an ovule, when exploding the spermatozoon envelope. So, before the Universe’s Big bang must have existing a kind of natural and conscious system like yours parents are here, who made yours own “bigbang”. We are discovering that lightwaves has the code for life’s cycle, which means that natural light imprints life into inertial mass (photons and Higgs bosons). So, the conscious natural system that triggered the universal bigbang has his/her genome in shape of natural light. We are discovering that the biblical genesis account is accurate as metaphor describing the galactic state of the world minutes before the risen of biological systems here. But no Gods neither aliens told it… it is Natural History registred at our DNA, our memory. Those ancient authors of Genesis had fresh memory about our non-n biological shapes as ancestors. Wait that a lot of novelties are coming from the best method of applied Science.

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PESQUISA PELA MATRIX/DNA:

PHOSPHITE

PHOSPHITE :  O3P -3

Synthesis and crystal structures of aluminum and iron phosphites (paid paper)

http://link.springer.com/article/10.1007/BF01833673

Abstract

The hydrated forms of aluminum and iron phosphite were prepared and their structure was solved using X-ray powder diffraction data. The diffraction data for the aluminum phosphite powder sample was collected using synchrotron radiation(λ=1.3087 Å) while that for iron phosphite was obtained from a rotating anode X-ray source. Both compounds crystallize in the monoclinic space group, P21. Unit cell parameters for the Al compound:a+8.0941(1),b+9.9137(1),c+7.6254(1) Å, β=111.95°; Fe compound:a+8.2548(1),b+10.1814(1),c+7.7964(1) (Å), β=111.94(1)°. The Rietveld refined formula is M2(PO3H)3·4H2O (M=Al, Fe). There are two independent metal atoms in the structure and both are six-coordinated. One of them is coordinated by two water molecules and four phosphite oxygens. The other atom is surrounded by one water molecule and five phosphite oxygens. All the phosphite oxygens are involved in bridging the Al atoms. The geometry about Al, Fe, and P atoms is normal and they display, expected bond parameters. The Lattice water is located in the cavity and is hydrogen bonded to phosphite oxygen and water molecules.

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Synthesis and Crystal Structure of Acid Phosphites RbH2PO3, CsH2PO3, and TlH2PO3

http://link.springer.com/article/10.1023%2FA%3A1011377229855

Abstract

The reaction of Rb, Cs, or Tl carbonates with a solution of phosphorous acid gave crystalline acid phosphites RbH2PO3(I), CsH2PO3(II), and TlH2PO3(III). The crystal structures of the compounds were studied by a single-crystal X-ray diffraction analysis at 150 K: I, monoclinic system, a= 7.530(2) Å, b= 8.634(2) Å, c= 12.426(2) Å, β = 102.46(3)°, V= 788.8(3) Å3, Z= 8, space group P21/c,R 1= 0.0409; II, monoclinic system, a= 7.930(2) Å, b= 8.929(2) Å, c= 13.163(3) Å, β = 104.84(3)°,V= 900.9(4) Å3, Z= 8, space group P21/cR 1= 0.0239; III, orthorhombic system, a= 6.603(1) Å, b= 6.785(1) Å, c= 8.836(2) Å, V= 395.9(1) Å3, Z= 4, space group Pna21, R 1= 0.0350. The PHO3tretrahedra in structures IIIIare joined via hydrogen bonds into infinite zigzag-like chains [HPHO3] n– n, which form layers alternating with layers of metal cations. The layers of anionic chains are wavelike in Iand IIand planar in III. Apparently, IIIis not isostructural to Ior IIdue to the fact that Tl(I) has a stereochemically active pair of electrons.

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Como a Natureza Faz Materiais, Desde A Tabela Periodica a Conchas, Combustiveis

quinta-feira, maio 30th, 2013

Descobrimos a formula que a Natureza aplica para organizar a matéria inerte e sem forma, em sistemas, muitos de complexidade admiravel, como LUCA. Depois descobrimos como a Natureza imprime dinamica na matéria inerte, através das ondas e raios de luz. Mas agora me vem novo problema: como a Natureza faz os materiais. Para fazer uma concha de moluscos, por exemplo, a Natureza começa com o RNA/DNA, produz proteinas, lança-as no meio de calcio, cristais, e finalmente o produto final. Abre-se portanto nova area de pesquisa dentro da Matrix/DNA, pois ao descobrir-mos como ela faz determinado elemento quimico, mineral ou material, ou ainda como ele da forma a seus objetos, podemos tentar imita-la e suprir por exemplo a falta de cadmio ou calcio numa região.

A cientista Angela Belcher sera nossa primeira atenção por seu trabalho importante nessa area. Ver sua palestra no video TEDX:

http://www.bbc.com/future/story/20120626-using-nature-to-grow-batteries

My dream: to be able to drive a virus-powered car. — Angela Belcher

Synopsis

Inspired by an abalone shell, Angela Belcher programmes viruses to make elegant nanoscale structures that humans can use. Selecting for high-performing genes through directed evolution, Belcher has produced viruses that can construct powerful new batteries, clean hydrogen fuels and record-breaking solar cells. Here, she shows us how it’s done. Talk recorded 14 January 2011.

Angela Belcher looks to nature for inspiration on how to engineer viruses to create extraordinary new materials. With a bachelors in Creative Studies and a PhD in Inorganic Chemistry, Angela Belcher has made a career out of finding surprising and innovative solutions to energy problems.

As head of the Biomolecular Materials Group at MIT, Belcher brings together the fields of materials chemistry, electrical engineering and molecular biology to engineer viruses that can create batteries and clean energy sources. A MacArthur Fellow, she also founded Cambrios Technologies, a Cambridge-based startup focused on applying her work with natural biological systems to the manufacture and assembly of electronic, magnetic and other commercially important materials. Time magazine named her a climate-change hero in 2007.

Entendendo o Magma que Trouxe a Vida ao Manto Terrestre: Rochas Fundem em Maiores Profundidades do que era Pensado

quinta-feira, janeiro 10th, 2013

ZME Science

Understanding magma in the mantle: rocks melt at greater depth than previously thought

( Entendendo o magma no manto terrestre: Rochas fundem em maiores profundidades do que era pensado )

http://www.zmescience.com/science/physics/magma-peridotite-crust-mantle-10012013/#comment-762692372

Published on Thu, Jan 10, 2013 by 

Terra a estrutura do manto e o ponto de fusão do magma

Terra a estrutura do manto e o ponto de fusão do magma

Magma forms much deeper than geologists previously believed, according to a new study conducted by Rice University.

(Ver artigo completo. Porem a seguinte frase deve ser aqui anotada:

“This deep melting makes the silicate differentiation of the planet much more efficient than previously thought,” Dasgupta said. “Not only that, this deep magma is the main agent to bring all the key ingredients for life — water and carbon — to the surface of the Earth.

A seguir,  nosso comentário postado no artigo:

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TheMatrixDNA  2:00 PM – Jan – 10 – 2013

If the nuclear reactions of the core makes the core growing, these locations of magma formation also must change over time. In fact, our scientific understanding about all aspects of astronomy and details of our planet is only beginning. “…so we have to rely on indirect measurements (seismology, electric measurements, etc), lab experiments and surface extrapolations…) Is it, the current scientific method, based on Physics, the unique and best method for understanding our planet and the Cosmos? No, because the final product of this planet and Cosmos – biological systems – can’t be explained by Physics. The forces and elements for biological life are not being identified in our current models, but, for sure, they must be there. Then, we have Matrix/DNA Theory models, a different method making the reverse way: starting from the final product – biological systems and life – and calculating backwards, we got surprisingly different models. Matrix/DNA still has not solved all questions about this Gaya Planet because we don’t know which method Nature used for formation of this Solar system. Like in cell”s formation, there are two possible methods: the formation of the original first systems ( by symbiosis connecting different shapes produced by vital cycle producing different shapes of a unique initial body), or the formation of modern systems ( merely replication by self-recycling the first ones). It is dependable of solving this question for us to know which model describes magma formation and locations.

Dendrochronology: A Matrix/DNA Rompendo os Mistérios por tras da Formação dos Anuais Nós das Arvores!

sexta-feira, dezembro 14th, 2012

Dendrochronology: Formação Anual dos Nós das Arvores

Dendrochronology: Formação Anual dos Nós das Arvores

Dendrochronology – inicio desta pesquisa:

http://uts.cc.utexas.edu/~wd/courses/373F/notes/lec20den.html

Created by William E. Doolittle. Last revised 11 July 2009, wed

http://uts.cc.utexas.edu/~wd/courses/373F/jpg/dendro08.jpg

( Obs. da Matrix/DNA: No exato periodo de um ano humano, arvores formam um novo nó! Sabendo-se que  arvores não sabem nada da divisão do tempo por humanos, pergunto-me como elas adotaram essa divisão?! E porque ela escolheu 1 ano, e não 9 meses, 2, cinco anos? Afinal, porque arvores formam novos nós? Eu tive conhecimento hoje de um estudo denominado “dendrochrology”, que está sendo desenvolvido pela UNIVERSIDADE DO TEXAS, e uma rápida olhada me fez acender novamente a lampadinha criativa e me causou o costumeiro arrepio quando sinto o florescer de uma nova grande descoberta dos profundos mistérios desta Natureza. Novos nós  (acho que esta é a palavra em português para rings, em inglês), deve ser reciclagem/replicação de existente ultimo nó, e isto nos leva imediatamente à fórmula da Matrix/DNA na forma de software de sistema fechado perfeito, pois ali está bem visivel todos os mecanismos e o inteiro processo que deflagra esta ocorrencia. Portanto este assunto merece um detalhado estudo porem a falta de tempo agora vai postergá-lo, mas para isso copio aqui o primeiro paper encontrado para analiza-lo item por item.)

Dendrochronology

Geographical phenomena, regardless if they are physical or human, share one thing in common in addition to involving the surface of the earth–change. Soils evolve; sediment is transported; streams flow; and vegetation grows. Time is involved with each of these, but all too often we tend to envision the environment as static rather than dynamic. This is perhaps more so for vegetation than anything else. There are many ways of assessing vegetation change, but one of the oldest and most reliable is by dendrochronology–the study of tree rings [example].

Factors influencing growth. Most people think that trees add a ring for every year of growth. To a great extent this is true, but there is more. Ring formation is as much a function of moisture as any annual cycle; years with greater-than-average rainfall result in thick rings whereas years with less-than-average rainfall result in thin ones.[example] Many scientists have been very successful in reconstructing past weather and climatic conditions and patterns by assessing tree ring widths. Coniferous trees have proven to be the best and easiest, but not the only, trees with which to work.

Trees also add one ring for each rainy season within a year. If the climate of a particular region is wet year-round, as in the tropics, rings tend to be very thick and almost indistinguishable. If the climate of an area has two distinct rainy seasons separated by periods of no rain, trees will add two rings per year. Now, here’s a problem to consider. How might one interpret tree rings if an area with bimodal rainfall experiences an anomolous year in which there is only one rainy season? Clearly, dendrochronology isn’t as easy and clearcut as it might seem at first glance.

Problems affecting growth. Complicating the interpretation of tree rings are other factors, three of the most common of which are burning, sloping terrain, and multiple trunks. Forest fires can burn off the bark and outer rings on one side of a tree and thereby affect the tree’s growth, and hence ring formation, in following years. “False rings” can make life difficult for dendrochronologists. Slopes can affect the centricity of tree ring formation. It is not at all unusual to find trees with thicker rings on one side of the tree than on the other.[example] In those cases were trees are growing on stable slopes, the rings tend to be thick on the downslope side. On unstable slopes, where landslides have disturbed vegetation, rings tend to be thicker on the upslope side. Trees with multiple trunks, junipers, for example, pose special problems. Growth patterns above points of bifurcation are usually different from that below the fork although the ages of the two segments might well be the same.

Uses. Dendrochronology has its widest application in archaeological and forestry studies. Archaeologists study the ring patterns in timbers they find during excavation of prehistoric and historic sites. They do so principally to determine the ages of sites, but increasingly are concerned with understanding past environmental (climate) conditions.

How does one date an archaeological site with dendrochronology? By reconstructing the tree ring sequence if a preserved timber is found. This is done by examining the timber and numerous samples from several other sites and proveniences within reasonable proximity to each other.[example] The ring patterns from each sample are compared in anticipation of finding identical patterns in samples that overlap, but are from trees that sprouted and were cut at different times.[example] Once the sequence is complete, the archaeological site under investigation can be dated in reference to the exact year in which the timber was cut.[example]

In some places, such as parts of the American Southwest, a sufficient number of tree ring specimens have been collected, curated, and studied for so long that a very long dendrochronological sequence exists.[example] In other places, for example northern Mexico, relatively recent and relatively old sequences have been established, but there is a gap spanning late prehistoric and early historic times (ca. A.D. 1500). This gap means that the actual dates of the prehistoric sequence cannot be determined at this time. Sequences of this nature are described as floating sequences [example]. Also, in some archaeological contexts, the outer “soft wood” has deteriorated, leaving only the inner “heartwood” for analyses [example].

Archaeological scientists deal with trees that have been cut down, and, therefore, are dead. Foresters and other scientists concerned with the age, health, and vigor of living trees, and their productivity in terms of timber resources, also use dendrochronology, but these people do not cut down trees in order to examine the growth rings. They use a special coring device.

Increment borers have three parts–the borer bit which is hollow and threaded at the tip, an extractor which is a trough that slides inside the bit, and a handle which attaches to the bit in the shape of a T and also serves as a storage tube for the bit and the extractor. To use an increment borer the bit is removed from and then attached to the handle. The extractor is removed and set aside. The bit lubricated with beeswax and screwed into the subject tree. Care is taken to insure that the bit is parallel to the ground and pointed directly at the center of the tree. It is inserted slightly past the tree’s center. Once in place, the extractor is carefully inserted into the tube, between the inside of the bit and the top of the core, concave side down. The handle is then turned one-half turn counterclockwise to break the core loose. The core is removed in the extractor and either examined on the spot or placed in a plastic soda straw or specially made tray for transport back to the lab. The bit is then extracted and the hole in the tree filled with puddy.

In the lab, cores are permanently mounted, labeled, analyzed, and stored. Mounting typically involves a half-round piece of wooden moulding with a groove cut length-wise on a table saw. Cores are glued into the grooves and then sanded flat. Sometimes they are stained. Data about the core are written directly on the moulding mount.

An excellent website dealing with dendrochronology can be found by clicking here.


Suggested Additional Readings

Montmorillonite: Um Cristal Envolvido nas Origens da Vida. Informações do Quasar para Membranas?

terça-feira, dezembro 11th, 2012

WIKIPEDIA: Montmorillonite is also known to cause micelles (lipid spheres) to assemble together into vesicles. These are structures that resemble cell membranes on many cells. It can also help nucleotides to assemble into RNA which will end up inside the vesicles. It has been demonstrated that this could have generated highly complex RNA polymers that could reproduce the RNA trapped within the vesicles.[8] This process may have led to the origin of life on Earth.

Montmorillonite Mineral envolvido nas Origens da Vida

Montmorillonite Mineral envolvido nas Origens da Vida

Montmorionite Phyllosilicate, single tetrahedral nets of 6-membered rings

Montmorionite Phyllosilicate, single tetrahedral nets of 6-membered rings

Montmorillonita é um mineral.

  • Fórmula Química – (Na,Ca)0,3(Al,Mg)2Si4O10(OH)2.nH2O
  • Composição – Silicato de alumínio, magnésio e cálcio hidratado
  • Cristalografia – Monoclínico
  • Classe – Prismática
  • Propriedades Ópticas – Biaxial negativo

Montmorillonite is a very soft phyllosilicate group of minerals that typically form in microscopic crystals, forming a clay. It is named after Montmorillon in France. Montmorillonite, a member of thesmectite family, is a 2:1 clay, meaning that it has 2 tetrahedral sheets sandwiching a central octahedral sheet. The particles are plate-shaped with an average diameter of approximately one micrometre. Members of this group include saponite.

Montmorillonite is the main constituent of the volcanic ash weathering product, bentonite.

The water content of montmorillonite is variable and it increases greatly in volume when it absorbs water. Chemically it is hydrated sodium calcium aluminium magnesium silicate hydroxide (Na,Ca)0.33(Al,Mg)2(Si4O10)(OH)2·nH2O. Potassium, iron, and other cations are common substitutes, the exact ratio of cations varies with source. It often occurs intermixed with chloritemuscoviteillite,cookeite, and kaolinite.

Informação: Crystallization is the process of forming a crystalline structure from a fluid or from materials dissolved in a fluid. (More rarely, crystals may be deposited directly from gas; see thin-film deposition and epitaxy.)

Isto indica como o estado liquido começou a modelar recombinando os atomos terrestres, dirigidos pelos semi-genes de LUCA

Info:

Crystals can also be formed by biological processes, see above. Conversely, some organisms have special techniques to prevent crystallization from occurring, such as antifreeze proteins.

Organigenic crystals

Many living organisms are able to produce crystals, for example calcite and aragonite in the case of most molluscs or hydroxylapatite in the case of vertebrates

Uniformitarismo: Como fica sob a cosmovisão da Matrix/DNA

sexta-feira, setembro 14th, 2012

Wikipedia:

uniformitarismo é uma corrente de pensamento geológico idealizada por James Hutton, que é considerado o pai da geologia moderna.

Os princípios da teoria são:

Assim, James Hutton concluiu que “O presente é a chave do passado“.

As leis da natureza são constantes. O estudo dos processos geológicos atuais permite interpretar a evolução geológica, “encaixando” os registos geológicos impressos nas rochas e em suas estruturas como em um quebra-cabeças.

A teoria do uniformitarismo foi posteriormente desenvolvida por Charles Lyell e corroborada por Charles Darwin através do estudo do evolucionismo.

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A versão em Inglês é mais completa:

Uniformitarianism is the assumption that the same natural laws and processes that operate in the universe now, have always operated in the universe in the past and apply everywhere in the universe. It has included the gradualistic concept that “the present is the key to the past” and is functioning at the same rates. Uniformitarianism has been a key principle of geology and virtually all fields of science, but naturalism’s modern geologists, while accepting that geology has occurred across deep time, no longer hold to a strict gradualism.

Uniformitarianism was formulated by Scottish naturalists in the late 18th century, starting with the work of the geologist James Hutton, which was refined by John Playfair and popularised by Charles Lyell‘s Principles of Geology in 1830.[1] The term uniformitarianism was coined by William Whewell, who also coined the term catastrophism for the idea that the Earth was shaped by a series of sudden, short-lived, violent events.[2]

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Versão da Matrix/DNA

Desde que essa teoria nasceu dentro da geologia e mais especificamente da geologia da Terra ela está correta em relação ã Terra, mas errada em relação à noção de que as leis da natureza são constantes. A Terra é parte do Sistema Solar, o qual, em relação ao Universo,  é o mesmo que os átomos são em relação ao corpo humano. A forma dos átomos são fixas, não evoluem mais, porem eles formam células, as quais continuam mudando. E as células do corpo humano são como as galaxias do Universo. Então como átomo do Universo nos dias de hoje as leis naturais que regem o sistema solar são praticamente constantes ( o que faz mudar o estado e forma dos sistemas estelares é o normal funcionamento do ciclo vital primitivo (nascimento, maturação, degeneração), mas os sistemas estelares e as galaxias do passado foram regidas por leis sob evolução, e não constantes.

Pesquisadores afirmam que Terra caminha para 6ª extinção em massa. E a Matriz opina.

sexta-feira, abril 16th, 2010
  • Espiral do tempo geológico
  • Espiral do tempo geológico
  •  Vide artigo publicado em http://cienciadiaria.com.br , site do Ciência Diária, e os comentários a seguir deixados pro mim.

     Louis Morelli disse:

  •  

    Alguem pode indicar dados científicos comprobatórios de que a influência humana estaria afetando as alterações naturais próprias do planeta? Existe algum ponto de referência, alguma história conhecida sôbre a existência de algum outro planeta, para comparações? Temos alguma base cientifica esclarecendo se existe ou não possibilidades da espécie humana através de alguma ação influir no curso dos próximos eventos? Devemos diminuir a influência humana com redução da população e do consumo ou – se os processos naturais estão determinados a nível astronomico – devemos acelerar o desenvolvimento objetivando a capacidade necessária para emigrar do planeta?

    Penso que a resposta ideal depende do nosso real conhecimento do planeta no seu aspecto astronomico. Mas também parece evidente que de imediato temos que reduzir certos consumos, desacelerar certas tecnologias e acelerar a tecnologia relacionada à pesquisa astronomica (infelizmente a eleição de um não-filósofo naturalista, cientista ou não, para a Casa Branca, resultou no recente desvio dessa meta).

    Mas a busca do conhecimento astronomico pode ser que não necessite agora tanto de investimento em tecnologia. Temos que decifrar o código cósmico, temos umensa quantidade de dados sôbre êle, portanto o Cosmos está para nós como estava o DNA para Crick e Collins: bastava expor os dados sôbre a mesa e buscar tôdas as possibilidades de organizar as peças num tôdo final que fizessem sentido de acôrdo com as evidências.

    Astros são objetos cujas grandezas – principalmente temporais – estão alem das possibilidades de definição cientifica. Construímos hipóteses sôbre os dados que dispomos, sendo que tôdas as areas cientificas hoje (principalmente a geologia)estão se fundamentando nos modêlos da Teoria Nebular. Mas… e se a Teoria Nebular combinou as peças de maneira diferente da que a Natureza combina? Como a Teoria Geocentrica se equivocou? Tôdas nossas suposições tendo como base esta teoria podem estar erradas.

    Vindo de caminhos diferentes, estudiosos tendem a combinar dados de maneira diferente e chegarem a diferentes teorias. sôbre o quadro final real. Existe uma outra teoria, denominada “A Matriz/DNA Universal sôbre Sistemas Naturais e Ciclos Vitais”, igualmente baseada nos mesmos dados usados pela Teoria Nebular, cujos mod6elos finais estão sugerindo uma diferente visão sôbre astros, tais como a Terra. Baseados nesta, outras seriam nossas decisões em vista das evidências existentes. Creio ser sensato – em assunto de tamanha responsabilidade, pelo qual seremos os responsáveis pelo destino da espécie humana – dissecar-mos tôdas estas teorias, estas diferentes interpretações do fenômeno astronomico para assim nos posicionar-mos mais próximos das decisões corretas.

  • Mas justamente isto sigerem os modêlos. Isto significa que o planeta tende a se transformar num pulsar, o qual não permite a existência da vida sôbre êle. Mas indica que ocorrem alterações de sua estrutura por causas naturais. De onde surge a questão:até onde a influência humana altera as alterações naturais de modo que devemos desacelerar nossas atividades e perder a chance de emigrar do planeta antes que êle se torne não habitável?