Arquivo para a ‘galaxia’ Categoria
domingo, junho | 10 | 2012
Qual a realidade nua e crua da nossa existência? Existe uma estrutura fixa material denominada galáxia que contem o sistema solar o qual funciona como um relógio e pela eternidade, ou ao menos até onde nossa mente consegue alcançar. Nessa estrutura fixa e movente acontece que, em alguns pontos do solo dêste planeta, alguns átomos-nutrientes, como potássio, cálcio, carbono, são “sugados” de suas posições eternas e formam corpos moventes que se movem na superficie por algum tempo e logo retornam ao solo às suas posições eternas. A alguns dêstes corpos moventes e durante seus curtos períodos de existência, denomina-se “seres humanos”. A galáxia estava aí, vindo da eternidade do passado, a emergência e desaparecimento dêstes corpos aconteceram sem em nada perturbá-la ou alterá-la, e calcula-se que depois do desaparecimento dêles a galaxia continuará na sua eternidade futura.
 A Solidão de um Homem e seu Planeta Observando sua Lua e sua Galáxia
Esta é a realidade da nossa existência se vista pela ótica da galáxia, considerada apenas como mais um observador relativo. Qualquer letra, ponto ou virgula que fôr acrescentada a esta simples definição de ser humano, pelos seres humanos, não terá a menor importancia para a galáxia. Diga-se que ser humano tem sentimentos, mente, etc., para a galáxia é apenas blá-blá-bla, pois a Humanidade é algo tão minusculo que se torna um fenômeno desprezível, ao menos, por enquanto.
Estabelecida esta estrutura básica, indiscutível, das existências do mundo e seres humanos, teríamos agora que buscar outros observadores, antes de tirar conclusões precipitadas. A primeira tentação é obedecer a lei da dicotomia ou dualidade eterna, aquela que tambem tem sido comprovada que, se existe algum movimento no mundo, é porque existem pares de fenômenos simétricos na forma e assimétricos na tendência que ora se atraem, ora se repelem. Me refiro à dualidade quente/frio, curto/comprido, masculino/feminino, etc. Então qual seria o segundo elemento observador do par no assunto que reune galáxias e seres humanos? Ora, evidente, o observador simétrico e assimétrico seria o ser humano. Como o observador humano define a galáxia e a si mesmo? Obtida esta definição, o próximo passo seria buscar a definição final no meio-têrmo, no ponto de equilibrio, pois se sabe que o que mantem o mundo em movimento é um equilibrio entre os contrários, uma terceira fôrça que surge do conjunto dêles. Mas nos sentimos mal fazendo isso porque temos um problema. Não está confirmado que o observador humano possa ser o elemento oposto do observador galáxia, porque o humano não surgiu em igual condições que seu oposto, a galáxia, e sim surgiu dentro dela e, enquanto não aparecer provas em contrário, foi criado exclusivamente por ela. O observador humano é sim, o elemento oposto formando o par de observação, no tocante à conexão galáxia-ser humano, mas isto apenas por enquanto. Não sabemos o futuro, se a Humanidade vai desaparecer ou vai se tornar uma espécie de virus infectando tôda a galáxia a ponto de se tornar visivel e importante para ela. Só existiria êste par dicotomico se a Humanidade de alguma maneira produzisse algum efeito alterador na galáxia, e isso não acontece, por enquanto, portanto, temos que afastar a tentação de convidar o observador humano à posição de observador oposto da galáxia.
Sem algum outro observador relativista alem da galáxia, nada mais se tem a fazer que se subemeter à definição do unico observador que existe, a própria galáxia. E aceitar sem altenrnativas sua definição do que somos nós: meras verrugas incongruentes que emergem e desaparecem num “pum” sem nada terem a fazer no Universo. Desta forma, o unico comportamento sensato esperado do individuo humano é tentar aborver do ambiente o maximo possivel de coisas que lhe dêem satisfação enquanto existir. Assim, comportamentos como dar dinheiro para um outro individuo que a humanidade em seu devaneio define como seu “filho”, é insensato. Ir numa igreja é perder o tempo de estar gozando mais numa piscina, participar de uma reunião para ajudar as vitimas do terremoto no Haiti é insensato.
Mas determinam a s leis sobejamente comprovadas que a todo fenomeno natural tem que haver seu oposto. Se existem particulas, tem que haver suas anti-particulas, se existe, se existe matéria, tem que haver a anti-matéria, se existe observador, tem que haver o observador opôsto acenando com a definição oposta. E onde está, quem é?
Penso que outro observador no mesmo nível de grandeza da galáxia, se fixaria num pormenor irresistível: qual a fôrça que faz os átomos-nutrientes, dentro da galáxia, se levantarem de dentro do solo, brotar à superficie, se mover por 80 anos? Se a galáxia desconhece, não percebe, não dá a minima importancia a êstes corpos, então não é ela que emite esta fôrça. Não é pela vontade dela. Que fôrça é esta? De onde vem, de fora da galáxia, penetrando-a? Ou emerge por acaso dos elementos que compõem sua estrutura?
O observador imaginado iria sem duvida tentar investigar essa fôrça. E os humanos poderiam lhe sugerir uma pista advinda de sua aprendizagem dos fenomenos envolvidos em suas existências: dentro do corpo humano existe algo denominado DNA que pode fazer aparecer dentro do corpo, virus. Eu acho que o observador imaginario ao ouvir isto exclamaria: “Bingo total!”. A Humanidade, se considerada a realidade nua e crua até agora conhecida, pode ser comparada a uma espécie de virus que surgiu dentro do corpo da galáxia.
Então tôda a atenção da investigação se direciona agora para êste fenômeno: o DNA criando virus. Êstes virus surgem num local ou em varios locais do corpo? Êles se fixam no local que surgem até a morte do corpo? Sum? Então a Humanidade permanecerá na Terra, a galáxia irá morrer, e a humanidade desaparecer nesta morte? Os virus se espalham para outras regiões? A humanidade se espalhará dentro do corpo da galáxia? Os virus extrapolam as fronteiras do corpo e infectam outros corpos? A Humanidade ultrapassará as fronteiras da galáxia e habitar outras galáxias? A Humanidade ultrapassará as fronteiras do Universo – êste super-aglomerado de aglomerados de galáxias – e irá habitar outros universos? Uma coisa é certa: o que fazem êstes virus criados pelo DNA, à Humanidade será possível fazer tambem.
Na busca de tentar obter a definição oposta do observador oposto da galáxia como observadora, não temos outra alternativa senão refrear nosso esforço enquanto buscamos mais informações dêste fenômeno do “DNA humano criando virus”. E depois observar êstes virus, tudo o que fazem, e calcular o que fariam se tivessem a inteligencia e conhecimento atual da Humanidade. Não temos como avançar aqui por ora. Temos que esperar estas informações, que apenas o setor da pesquisa prática pode obter.
Não existe razão “racional” para conferir o status de observador ao ser humano. Assim como não teria nexo se esperar e aceitar uma observação de um rodamoinho que surge no quintal de casa, se move por alguns segundos, e desaparece. Tal observação não teria o menor valor, a não ser como um breve relato do que é o mundo dentro dos limites do quintal. A unica observação de valor existente é a da galáxia, e ela sugere que o comportamento sensato é: viva o máximo melhor possível o seu momento em seu local, esqueça as intenções de melhorar os outros momentos e os outros locais. Mas em sã consciência sabemos que êsse comportamento tem que estar errado. Porque tem que existir a definição oposta do observador oposto, a qual vai sugerir um diferente comportamento, mas igualmente será uma sugestão errada. O comportamento certo terá que ser calculado como o resultado do equilibrio entre as duas definições opostas. Se ainda nem conhecemos o anti-observador com sua anti-definição, estamos muito longe de descobrir qual o comportamento sensato. Por isso eu me entrego como perdido e me deixo levar ao sabor das vontades do mundo, apenas fazendo uma pequena pressão para expressar o comportamento sugerido pela galáxia, porque isso me convem.
Estou mentindo a mim mesmo. Não é assim que tenho me comportado exatamente. Não tenho sido extritamente racional, no sentido que “Razão” deve ser um elemento natural, produzido pelas e submetido às fôrças naturais. Tenho sido um virus anormal, extraviado. Um virus normal quando chega num ponto “b”, o qual se bifurca num caminho de subida e outro de descida, se não sentir cheiro de algo desejado no caminho de subida, fatal e naturalmente se dirigirá pelo caminho menos sacrificado, que é o de descida. Pois tenho sido um virus que tem escolhido, sem explicação racional, fazer o sacrificio do caminho da subida. E assim é no minimo os 90% dos humanos, que todo dia se levantam, e ao ivés de saurem procurando diretamente a comida, como qualquer animal, escolhem o caminho do trabalho escravo. Porque?!
A resposta só pode estar lá atrás: aquela fôrça misteriosa que não vem da galaxia ou então surge por mero acaso dentro da galaxia que faz os átomos-nutrientes subirem de desde o interior do solo para brotarem como um corpo e se moverem por 80 anos.
Todos os seres humanos sabem que existe essa fôrça, mesmo os nativos analfabetos da selva amazônica, sem terem que fazer nenhum árduo exercicio intelectual como estamos fazendo agora. E esta percepção desta fôrça tem sido a causa de muitas diferentes teorias existentes, cada qual expressando a preferencia num tipo de causa ou fonte desta fôrça. São tôdas teorias que tornam os virus desviados do racional, uns mais, outros menos. Existem as teorias extremas como a defendida pelo homem bomba suicida do Oriente Médio. Seria inacreditavel que um virus de repente e por vontade própria se exploda a si mesmo. Mas acontece que o suicida árabe não é apenas um virus, dentro de seu corpo tem um cérebro que produz certos efeitos. O ato do suicidio dentro da galaxia tambem não é causado por uma fôrça emitida pela vontade da galáxia. Então chegamos a três alternativas: ou existem muitas fôrças externas á galáxia, ou emergem muitas fôrças que emergem pelo acaso, ou a fôrça que produz o homem suicida é a mesma que produz o fenomeno dos átomos nutrientes formarem corpos moventes.
Bem, nêste momento meu cérebro cansa e me dou por derrotado uma vez mais, saindo daqui para deixar o vento me levar para onde êle quiser, sem nenhuma intenção de direção pré-programada, pois que não tenho ainda a menor noção de qual é o comportamento certo. Tirei de util dêste sacrificante exercicio intelectual o conhecimento de que para a galáxia, sou proporcionalmente o que é para mim um rodamoinho: nada. Tornados são rodamoinhos crescidos, são para mim problemas sérios, talvez meus futuros sejam um sério problema para a galáxia. mas o que importa é que por ora sou um rodamoinho, sou nada. Sou tambem, para a galáxia, um virus. Eu não tenho a menor percepção dos virus criados pelo meu DNA que habitam meu corpo. Mais uma vez, sou nada. O que de valor tirei dêste sacrificio foi o conselho de que devo rir da vida, nunca levar nada a sério, assim é mais sensato. Mas sei que não seguirei êste conselho. Adquirí o vicio de ficar forçando a Humanidade e o mundo a se tornarem perfeitos segundo munha crença do que significa perfeição. Estou completamente vencido por êste vicio.
Todos tem diferentes teorias, eu tenho uma. Nela, parece-me, assim á distancia, que tem a explicação de como atua essa f6orça e de onde ela veio quando chegou à supergficie da terra. Ela sugere que a galáxia tem uma forma, que essa forma é justamente o ancestral do meu DNA. Isto explicaria como a galaxia produz humanos dentro dela. É o mesmo caso de como eu produzo virus dentro do meu corpo. Mas não explica o que é a fôrça, nem a fonte da fôrça, que está dentro dêstes DNA’s, que produz humanos e virus. A minha teoria sugere que o mesmo DNA vem de um ancestral, o qual estava dentro dos átomos, antes das origens das galáxias. Então a origem e fonte desta fôrça está se afastando demasiado de minhas possibilidades de agarra-la. Mas não vou desistir. Deixo 6este artigo aqui registrado para voltar a lê-lo, corrigi-lo, enquanto em minhas meditações e pesquisas continuarei buscando a origem e a fonte desta fôrça. Já nêste momento não estou considerando mais a possibilidade de que ela seja uma emergencia do acaso. Pois vejo seus efeitos se repetirem iguais em duas situações totalmente diferentes, significando que é uma constante, e não um acidente ao acaso. Até a próxima…
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segunda-feira, novembro | 7 | 2011
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Herschel paints new story of galaxy evolution
ESA – Space Agency
http://www.esa.int/esaSC/SEM2Y40UDSG_index_0.html
13 September 2011
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O observatório de infravermelho espacial Herschel ajuda a reescrever a evolução do Cosmos
O Universo – Eternos Aprendizes
http://eternosaprendizes.com/2011/09/18/o-observatorio-de-infravermelho-espacial-herschel-ajuda-a-reescrever-a-evolucao-do-cosmos/#more-14355
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Comentário da Matrix/DNA
O Modêlo Cosmológico Acadêmico – isto é, a visão do mundo ou interpretação das informações captadas no mundo pelos seres humanos, da elite intelectual moderna – sugere que ao nível de organização astronomica da matéria existe muita violência, o que significaria que a metade dos ciclos evolutivos naturais correspondente ao estado de caos predominariam sôbre a outra metade que é correspondente ao estado de ordem tambem nos céus, como acontece na biosvera terrestre. Por sua vez, o modêlo cosmológico da Teoria da Matrix/DNA sugere o contrário, que a nivel astronomico predomina os processos do estado de ordem. Como consequencia dessa visão extrapolando o caos terrestre e antropocêntrico para o Cosmos, psicologia que tem dominado a evolução do pensamento dentro das universidades, os fenômenos celestes necessitam de eventos violentos para suas explições acadêmicas, tais como as hipóteses de colisões entre astros e galáxias, hipotética existência de buracos negros canibais e piratas do espaço, explosões de supernovas, etc. E a maior violência original de tôdas, a hipótese do Big Bang.
Os modêlos da Matrix/DNA foram calculados como se os eventos e processos no Cosmos seriam à imagem e semelhança dos eventos e processos conhecidos nos sistemas biológicos, ou seja, a Vida. Quanto á formação de galáxias e estrêlas, êste modêlo sugere então os processos conhecidos como aplicados aqui na formação de sistemas celulares. As novas imagens do Hershel não significam muito para a Matrix/DNA porque, como tenho explicitado em outros artigos, são informações colhidas e captadas pelos sensores eletro-mecânicos conectados a um computador, o que significa que estas mesmas informações, se captadas pelos sensores biológicos conectados a um cérebro biológico seriam interpretadas diferentemente. Alem disso os objetos da imagem estão a uma distância proibitiva para conclusões e testamentos cientificos. Mas são as imagens mais próximas de um objeto que já obtivemos e o significante para a Matrix/DNA é que, à primeira vista, a interpretação mais sensata corrobora as sugestões de seus mod6elos e sua sugestão da dominancia do estado de ordem no Cosmos.
Para células se dividirem e se multiplicarem em novas células, não ocorre colisões entre células já existentes. Aliás, não conhecemos nenhum fato real comprovadamente cientifico que indique a Natureza aplicar êste tipo de processo. Colisões fragmentam objetos e geralmente os fragmentos resultantes resultam em partes diferentes entre si.
Sempre será necessário lembrar que o processo pelo qual as modernas células se originam e se multiplicam não é o mesmo processo pelo qual a primeira célula se originou. Portanto a fórmula apresentada pela Teoria da Matrix/DNA para a origem de uma galáxia se refere à primeira galáxia, ou às primeiras, como deve ter ocorrido, com a sua criação ocorrendo em diferentes regiões. As galáxias posteriores devem terem surgidos do material deixado por galáxias mortas, sendo que o processo de suas formações é bem descrito nos modêlos de reciclagem da Matrix/DNA.
Para mim seria muito melhor que os meus modêlos estivessem errados e os modêlos acadêmicos estivessem corretos. Como eu nunca ganho nada de concreto com isso tudo – o que obtenho de concreto é sempre proveniente do trabalho braçal produtivo – tenho que apoiar o que a Humanidade e nossas herdeiras gerações vão ganhar. combatendo as causas do que vão perder. E a Humanidade perderia muito menos se uma teoria de um unico individuo esteja errada que se a teoria da maioria estiver errada. Mas infelizmente quem decide isso é a Natureza e não as minhas vontades, e a Natureza está decidindo contra minhas vontades ao decidir a meu favor, por paradoxal que isto possa parecer.
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Textos Significativos dos Artigos:
O observatório espacial de infravermelho Herschel da ESA (Agência Espacial Européia) constatou evidências de que não é imprescindível que as galáxias tenham que forçosamente colidir umas com as outras para impulsionar um vigoroso pulso de nascimento de novas estrelas. Esta nova descoberta contraria uma hipótese antiga sobre os processos cósmicos e descreve nova imagem majestosa de como as galáxias evoluem.
Estas observações são inéditas uma vez que o Herschel tem a capacidade de estudar uma ampla gama da luz no espectro do infravermelho.
Elas revelam o quadro mais completo do nascimento estelar, de uma forma jamais vista.
A teoria anterior
Sabemos por pesquisas anteriores que a taxa de formação estelar atingiu seu ponto máximo no início do universo, há cerca de 10 bilhões de anos (o Universo tem cerca de 13,7 bilhões de anos de idade). Naquela época, algumas galáxias estavam se formando estrelas a uma taxa de dez ou mesmo centenas de vezes mais forte do que está acontecendo em nossa galáxia hoje.
Comparando com as observações do Universo mais próximo que nos cerca, taxas de natalidade estelar tão elevadas são muito mais raras e sempre parecem ser causadas por galáxias em colisão. Portanto, os astrônomos tinham assumido que esta regra prevaleceria também ao longo da história do Cosmos desde os primórdios.
Herschel nos mostra agora que este não é o cenário observado quando se olha para as galáxias que estão muito distantes, ou seja, como elas se apresentavam há cerca de 10 bilhões de anos.
Um novo quadro majestoso
David Elbaz, da CEA Saclay, França, e colegas, ao analisar os dados de Herschel, descobriram que as colisões de galáxias desempenharam um papel de menor importância ao fomentar do nascimento de estrelas no passado, embora algumas galáxias jovens atuarem violentamente, criando estrelas em um ritmo furioso.
Ao comparar a quantidade de luz infravermelha liberada por essas galáxias em diferentes comprimentos de onda, a equipe demonstrou que a taxa de natalidade estelar depende da quantidade de gás envolvida, se não ocorrerem colisões galácticas.
O gás é a matéria-prima para a construção de estrelas e este trabalho revela uma relação relativamente simples: quanto mais gás contém uma galáxia, mais estrelas nascem.
Isso se aplica a galáxias atuais (as que residem próximas de nós) porque, depois de formar estrelas por mais de 10 bilhões de anos, esgotaram a maior parte da sua matéria-prima gasosa original.
A pesquisa traça um novo quadro dos nascimentos das estrelas, muito mais imponente do que antes, com a maioria das galáxias assentadas no espaço, crescendo de forma lenta e natural a partir dos gases atraídos dentro do seu ambiente.
Göran Pilbratt, cientista do projeto Herschel para a ESA, esclareceu: “Herschel foi projetado para estudar a história da formação de estrelas ao longo do tempo cósmico. Estas novas observações mudam nossa percepção da história do universo.”
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Comentários da Matrix/DNA publicados em outros sites:
O Universo – Eternos Aprendizes
Hello, Universo… obrigado pela informação…
Existe outra teoria cujos modêlos registrados a 30 anos atrás estão mais coerentes com essa nova imagem e suas interpretações. As formações de galáxias recentes são processos diferentes da formação das galáxias nas origens do Universo, assim como a formação das células mudaram êsse processo depois da formação da primeira célula. Segundo os modêlos da Teoria da Matrix/DNA sugerem, estas galáxia referentes á imagem está sendo formada pelo material de uma galáxia morta, ou seja, simples reciclagem. se interessar, vide artigo explicativo “Astronomia: Formação das Galáxias, Novo Golpe No Modêlo Acadêmico e Nova Evidência para Matrix/DNA” em http://theuniversalmatrix.com . Abraços…
Tags: Astronomia, Hershel Postedo na Astronomia, Ciência Acadêmica Oficial, Cosmologia, Evidências da Matrix/DNA, galaxia, Macro Evolução, Origens | Sem Comentários »
quinta-feira, agosto | 25 | 2011
 CERN-Experiencia-de-formação-de-nuvens-por-protons-dos-raios-cósmicos
Artigo publicado na Nature.com trata de uma teoria que pode ser um problema grave: a radiação cósmica – que é a energia principalmente na forma de protons emitida por corpos celestes distantes, principalmente estrêlas – que bombardeiam a Terra constantemente, pode estar enviando protons que ao passarem em nossa atmosfera condensam elementos gasosos, formando nuvens alienígenas que aumentariam o aquecimento global. Parece até uma das teorias de conspirações, do Cosmos ou sabe se lá quem, prejudicando a Vida na Terra. Estão apenas agora fazendo experimentos, e no CERN, em camaras onde são reproduzidas as condições da atmosfera terrestre, a qual é bombardeada com os protons de elevada velocidade e energia produzida nos tuneis de aceleração.
Para nós da Teoria da Matriz/DNA a noticia faz os cabelos ficarem em pé: protons de radiação cósmica como sementes…!!! De nuvens! Sabemos que a Matrix/DNA foi a primeira a falar ou apresentar um modêlo coerente das partículas da radiação cósmica como sementes, porem, da Vida. E nos torcemos de indignação por ninguem da área cientifica que tem os recursos em mãos se simpatizarem comateoria ou descobrirem por si mesmos essa lógica possibilidade, da existência da fórmula da Matrix/DNA, e não estarem fazendo experiencias para testar os nossos modêlos. Mas como diz o velho deitado “Deus escreve certo por linhas tortas” e fazer experimentos sob a idéia de que estas particulas sejam sementes de qualquer outra coisa -mesmo de nuvens – pode ser o inicio para o “despertamento”, alem do que, tais experimentos vem sempre fornecendo informações que êles negligenciam por não saberem para que servem, mas nós as colhemos porque dizem respeito ao nosso trabalho.
Ver o artigo em
Nature.com – NatureNews
http://www.nature.com/news/2011/110824/full/news.2011.504.html
Cloud formation may be linked to cosmic rays
Published online 24 August 2011 | Nature | doi:10.1038/news.2011.504
Tags: cloud formation, cosmic rays, formação de nuvens, radiação cósmica Postedo na Abiogênese, Astronomia, Evidências da Matrix/DNA, galaxia, Origem da Vida, Sem Categoria | Sem Comentários »
quinta-feira, março | 10 | 2011
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- Galáxias Distantes Reforçam a Teoria da Matriz/DNA
Na imagem, o amontoado de pontos vermelhos mostra grupo de galáxias mais distantes já encontrado.
Bilhões de estudantes – incluindo todos nós dessa geração – podem ter aprendido na escola uma teoria equivocada que foi ensinada não como sendo teoria, mas verdade comprovada! Se isto for realmente comprovado em breve, repetir-se-á o que ocorreu por volta de 1500, quando por milhares de anos a Humanidade acreditou que era o Sol que girava em torno da Terra, um simples estudioso que não seria considerado nem um astronômo amador nos tempos modernos, ousou dizer que estava tudo ao contrário! Mas os fatos não permitem que um engano dure por muito tempo, e novos fatos reais fazem com que se começa a descobrir a verdade. No curriculum escolar de todo o mundo ensina-se que depois do Big Bang se formaram galáxias e depois os sistemas estelares, quando há uma nova teoria de um autor brasileiro que não é astronômo sugerindo que foi ao contrário. Ao invés da galáxia mecânica e matemática dos físicos o novo modêlo sugere uma galaxia semi-mecânica/semi-biológica que preenche os requisitos necessários para o mundo ter gerado os sistemas biológicos, ou seja, os seres vivos. O brasileiro passou seis anos na selva amazônica estudando sistemas naturais e foi conduzido pelos resultados de seus calculos baseados na biosfera da selva virgem a se interessar pelo sistema astronômico à nossa volta, pois seus resultados apontavam para o céu onde estaria a fonte das fôrças que geraram a Vida na Terra. Mas a solução exigia que o céu fôsse diferente do que transmite a denominada Teoria Nebular Astronômica, que faz parte da Standard Theory, a qual é mundialmente aceita em tôdas as academias de Ciências.
O brasileiro têve que registrar no Brasil e nos Estados Unidos a 25 anos atrás os direitos autorais de uma fórmula e como argumento a favor tinha que incluir seu modêlo cosmológico, muito a contragôsto porque astronomia, cosmologia, não eram suas especialidades e não podia acreditar que seus modêlos estavam certos e o mundo errado. Mas nos ultimos 25 anos tem acompanhado de perto tôdas as noticias astrônômicas e descobertas científicas publicadas e a cada nova descoberta sempre acontece o mesmo: os textos dizem algo como “este novo fato ou novo mecanismo não se encaixa adequadamente nas correntes teorias e indica que devem serem revisadas”, ou então, principalmente em astronomia é comum a cada nova foto ou elemento capturado no espaço vir com a ressalva de que tal fato contraria a Teoria Nebular. Mas para surprêsa do brasileiro, tôdas as fotos, todos os novos fatos veiculados se encaixam em seus modêlos e reforçam sua teoria indicando que ela têve incrível capacidade de previsão. Isto não apenas em astronomia, e sim em tôdas as áreas cientificas. Mas como tratava-se de um pesquisador solitário na selva, não tendo ligação com o mundo cientifico e intelectual externo, e por ser extremamente exigente em relação a seus resultados, apenas fêz como Darwin, ou seja, permaneceu 30 anos revisando seus dados e calculos, reunindo evidências, testando-os com os fatos reais antes de divulgar sua teoria publicando um livro. O brasileiro até agora limitou-se a registrar uma síntese da teoria num website na Internet onde está a cada dia registrando mais evidências, mas como continua isolado e nada fêz para divulgar o site, e ainda porque sua teoria é tão diferente de tudo que foi feito e pensado até hoje, parece que ninguém quer entendê-la e assim permanece quase desconhecida. Existe um exército de até 15.000 visitantes mensais vendo o website, pessoas de tôdas as partes, notadamente dos USA, Russia, Alemanha, etc., mas não se sabe como chegaram no website já que nada foi divulgado e o que lhes está interessando nêle.
Agora a ultima noticia que chega ao autor o fêz postar comentários em alguns blogs. Trata-se do artigo abaixo. A recente foto de galáxias muito distantes sugerem que há algumas galaxias surgidas a apenas 3 bilhões de anos depois da origem do Universo, porem suas estrêlas, que deveriam ainda estar em formação algumas e as outras serem muito jovens, segundo os modêlos teóricos da Teoria Nebular, são na realidade maduras, velhas! Como se explica isso, pela Teoria Nebular? Não se explica, não há como explicar, e os astrônomos no artigo dizem que os modêlos terão que serem recalculados.
Mas então o autor brasileiro em seu comentário sugere que a ordem da criação do mundo, na Teoria Nebular, pode estar ao contrário. Ela indica que primeiro se formaram as nebulosas das galáxias e sómente depois, dentro delas, se formaram as estrêlas e os sistemas estelares, como o nosso Sistema Solar. Após solicitar que apresentem os fatos reais que os levaram a construir esta teoria e não ter recebido respostas, êle supõe que estes modêlos são resultados de puros calculos teóricos e portanto podem estarem equivocados. Por outro lado seus modêlos estão sugerindo o contrário: que primeiro se formaram as estrêlas, os sistemas estelares, e foi da evolução d6estes que surgiram as galáxias tal como se apresentam hoje. E agora? E o Sol que gira em torno da Terra, como as escolas da antiguidade ensinaram durante mais de mil anos, ou é a Terra que gira em torno do céu, como se atreveu a afirmar um obscuro astronomo amador chamado Nicolau Copérnico?
Louis Morelli adverte que esta parte distante da história cosmológica em seu modêlo não está bem esclarecida ainda por êle, a leitura dos mapas pode induzir a êrros, mas a seu favor está a lógica da macro-evolução universal. Sistemas estelares são mais simples, sistemas galácticos são mais complexos. A evolução tem caminhado sempre do mais simples para o mais complexo, e não o contrário. Sistemas estelares são mais simples porque são constituídos de poucos tipos de astros: estrêla, planeta, e talvez cometas, se estes forem gerados dentro do sistema. Mas existem vários outros tipos de astros, como os quasares, os pulsares, buracos negros, e as fotos recentes tem indicados muitos outros que ainda não se sabe como catalogar. Estes astros não foram encontrados até agora dentro de sistemas estelares, mas está comprovado que estão dentro de sistemas galácticos. Ora, um sistema que possua maior diversidade de elementos, de “peças”, forçosamente é o mais complexo.
Segundo, afirma o autor, astros, sejam quais forem os primeiros a aparecerem, foram inicialmente formados por átomos e átomos leves. Estes constituiram por exemplo estrêlas, as quais, e sómente então produziram novas espécies de átomos, mais pesados e complexos.E sómente então surgiram os demais tipos de astros, com os novos átomos. Ora, a evolução não dá saltos inexplicáveis e não vai para a frente retornando para tras para depois recomeçar. Sempre, na evolução, vale o velho ditado popular: filho de peixe, peixinho será. Certamente não será uma girafa ou uma águia. isto afirma que mesmo considerando extremas mutações, sempre que um novo sistema é gerado, êle mantem as configurações parecidas com o sistema que o gerou. E sistemas estelares são muito mais parecidos com sistemas atômicos que os sistemas galácticos. Foi uma nebulosa de átomos que gerou os primeiros astros, os primeiros sistemas. É de se supor que a fórmula de sistema que existia a nível micro-cósmico tenha sido a fórmula projetada a nivel macrocósmico para organizar a colônia de átomos em novo sistema. Ora, átomos são formados de um nucleo e elétrons à volta, muito mais parecido com sistemas estelares que os mais complexos galácticos. Novamente a lógica sugere esta ordem cronológica.
Terceiro, o autor brasileiro foi obrigado a calcular e desenhar um modêlo cosmológico a partir do que indicava uma fórmula obtida pelo método da anatomia comparada entre sistemas vivos e não-vivos, após muitas novidades ter aprendido observando os sistemas da biosfera amazônica. Os modêlos teóricos cientificos de como teria sido o estado do mundo a 4 bilhões de anos atrás não tinham as fôrças e elementos necessários para produzir, dentro de uma galáxia, o primeiro sistema celular biológico. Mas a fórmula que se encaixava como produtora de tôda a abiogênese, desde a matéria orgânica, as primeiras moléculas como aminoácidos, as primeiras proteínas, o primeiro RNA e daí para o primeiro DNA, tinha a aparência de um sistema astronomico. Mas bem diferente da teoria acadêmica, praticamente tudo ao contrário: enquanto a teoria acadêmica diz, por exemplo, que buracos negros surgem da morte de estrêlas, a fórmula da vida na Terra indicava de que de onde ela veio, estrêlas são geradas por buracos negros! Que buracos negros não são os fantasmas e monstros canibais sugeridos pela teoria acadêmica, ao contrário, são simples vórtices magnéticos compostos de fragmentos de cadáveres estelares que desempenham um papel muito semelhante ao feminino na vida, como gerador de novos rebentos, e após turbilhonar e energizar bólidos dessa poeira na forma de germes de estrêlas, se dissolvem. A fórmula sugere algo totalmente inusitado: os sistemas galácticos foram formados pelo mesmo processo simbiôntico e evolutivo entre organelas que formou as primeiras células. Um unico e primeiro tipo de astro, que pode ter sido na forma de estrêlas, passou por sucessivas transformações exatamente como os corpos humanos passam por transformações produzidas pelo ciclo vital. Foi a fixação de sete diferentes formas de um unico tipo de astro numa rêde de interconexões que gerou o primeiro sistema galáctico. Assim como as diferentes organelas da célula podem ter sido resultado das transformações de um unico tipo inicial de micro-organismos, e depois, por simbiose, foram conectadas num sistema.
Seja como for, o modêlo cosmológico do brasileiro é tão diferente de tudo que se tem imaginado que êle nunca iria acreditar que podia ser o correto, apenas a enorme avalancha de dados astronomicos que tem sido captados recentemente e todos indo se arranjarem exatamente como previu sua fórmula o está fazendo prestar mais atenção a seus modêlos. Quanto á fórmula, que parece ser o código cósmico que a Vida recebeu na forma de DNA, está igualmente sendo a cada dia comprovada pelos novos dados fornecidos pelas Ciências nas outras áreas. Mas tambem a idéia da evolução biológica era diferente de tudo que se tinha imaginado antes, e Darwin temia publica-la, correndo o risco de errar e ser ridicularizado. Vamos acompanhar com atenção os próximos avanços, os novos dados que forem coletados, tanto no nivel astronômico como no biológico, pois tambem estamos ficando cada vez mais atraídos por essa nova cosmovisão que o autor intitulou “A Matriz/DNA Universal dos Sistemas Naturais e Ciclos Vitais” cuja pequena parte ‘foi incluida no site theuniversalmatrix.com.
A seguir o artigo a que nos referimos agora:
Galáxias distantes podem implicar em revisão de teorias
09/03/2011
http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/galaxias+distantes+podem+implicar+em+revisao+de+teorias/n1238144657957.html
Grupo de galáxias ‘maduras’ está com a mesma estrutura de quando o universo tinha apenas três bilhões de anos
Astrofísicos descobriram grupos de galáxias distantes que parecem “jovens”, apesar de serem “maduras”, o que pode obrigar uma revisão das teorias do início do universo, segundo um estudo divulgado nesta quarta-feira pela American Association for the Advancement of Sciences (AAAS, na sigla em inglês).
“Medimos a distância até os grupos de galáxias mais distantes jamais encontrados”, afirmou Raphael Gobat, que liderou a pesquisa do Observatório Europeu do Sul.
“O surpreendente é que muitas delas não se parecem às usuais galáxias com estrelas em formação observadas no princípio do universo”, explicou Gobat.
Os astrofísicos realizaram estas medições a partir do Very Large Telescope (VLT) do Observatório de La Silla, no Chile, e do telescópio Subaru, no Havaí.
Os conjuntos de galáxias, que se reúnem por meio da gravidade ao longo do tempo, em teoria não existiriam durante a primeira formação do universo.
No entanto, os resultados mostraram que as estruturas localizadas estão do mesmo modo como eram quando o universo tinha apenas três bilhões de anos, ou seja, menos de um quarto de sua idade atual. Estes conjuntos de galáxias não são compostos por estrelas em formação, como se supunha, mas por estrelas de mais de um bilhão de anos unidas por uma nuvem de gás quente. Portanto, a conclusão da equipe de astrofísicos é que “os conjuntos de galáxias já existiam quando o universo era muito mais novo”.
“Se futuras observações encontrarem muitas mais, nosso entendimento dos primeiros períodos do universo deverá ser revisto”, afirmou Gobat.
Astrofísicos descobriram grupos de galáxias distantes que parecem “jovens”, apesar de serem “maduras”, o que pode obrigar uma revisão das teorias do início do universo, segundo um estudo divulgado nesta quarta-feira pela American Association for the Advancement of Sciences (AAAS, na sigla em inglês).
“Medimos a distância até os grupos de galáxias mais distantes jamais encontrados”, afirmou Raphael Gobat, que liderou a pesquisa do Observatório Europeu do Sul.
“O surpreendente é que muitas delas não se parecem às usuais galáxias com estrelas em formação observadas no princípio do universo”, explicou Gobat.
Os astrofísicos realizaram estas medições a partir do Very Large Telescope (VLT) do Observatório de La Silla, no Chile, e do telescópio Subaru, no Havaí.
Os conjuntos de galáxias, que se reúnem por meio da gravidade ao longo do tempo, em teoria não existiriam durante a primeira formação do universo.
No entanto, os resultados mostraram que as estruturas localizadas estão do mesmo modo como eram quando o universo tinha apenas três bilhões de anos, ou seja, menos de um quarto de sua idade atual. Estes conjuntos de galáxias não são compostos por estrelas em formação, como se supunha, mas por estrelas de mais de um bilhão de anos unidas por uma nuvem de gás quente. Portanto, a conclusão da equipe de astrofísicos é que “os conjuntos de galáxias já existiam quando o universo era muito mais novo”.
“Se futuras observações encontrarem muitas mais, nosso entendimento dos primeiros períodos do universo deverá ser revisto”, afirmou Gobat.
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terça-feira, novembro | 23 | 2010
A cosmologia acadêmica é a mais crível por enquanto, óbviamente. Enquanto isso , os modêlos da cosmologia da Teoria da Matriz/DNA sugerem ou prevêem características para as galáxias que não batem com as teorias da cosmologia acadêmica. Isto se deve princ ipalmentye a dois diferentes tipos de pensamentos os quais feram ddois diferentes métodos na tentativa de conectar os poucos dados que dispomos sôbre cosmologia. O método acadêmico – penso eu – prefere conectar os dados usando os reciocinios da nossa matemática e alguns dos mecanismos certos ou errados obtidos pela disciplina da Física; o método que apliquei foi fixar os fenômenos que vejo na Terra e da Terra aqui e hoje, principalmernte a biosfera, ter em mente os mecanismos da evolução biológica, calcular a redução dessa história rumo aos principios/fôrças/leis naturais que acredito existam na cosmologia e com isso tudo em mãos tento então conectar os dados reais de que dispomos tomando o cuidado de, ao ler os relatórios de dados, separar o que é fato do que é teoria. Ou seja, eu calculo a cosmologia partindo do seu futuro que é o aqui e agora e descendo ao passado, na crença de que exista uma evolução universal única com as mesmas leis para todo o Universo.
Sôbre as origens, formação e estado atual das galáxias existem sérias contradições entre as duas teorias. Em vista disso, nêste capítulo ou categoria iremos registrando o que vamos encontrando e que seja digno de atenção para memorizar/pesquisar.
1) O centro da Milk Way é retangular? O que então sôbrre a forma espiral, os braços da galáxia? Como a fórmula da Matriz explica isso?
Veja artigo completo em:
1) It’s a barred spiral.

You might know that the Milky Way is a spiral galaxy, perhaps the most beautiful galaxy type. You’ve seen ‘em: majestic arms sweeping out from a central hub or bulge of glowing stars. That’s us. But a lot of spirals have a weird feature: a rectangular block of stars at the center instead of a sphere, and the arms radiate away from the ends of the block. Astronomers call this block a bar, and, you guessed it: we have one.
Is fact, ours is pretty big. At 27,000 light years end-to-end, it’s beefier than most bars. Of course, space is a rough neighborhood. Who wouldn’t want a huge bar located right downtown?
By the way, the image above is not a photograph, it’s a drawing– there’s no way to get outside the galaxy and take a picture like this looking back. It would be a loooong walk home! Click the picture to embiggen and get more details (which is true for all the pictures in this post).
8) Spiral arms are an illusion.
Well, they’re not an illusion per se, but the number of stars in the spiral arms of our galaxy isn’t really very different than the number between the arms! The arms are like cosmic traffic jams, regions where the local density is enhanced. Like a traffic jam on a highway, cars enter and leave the jam, but the jam itself stays. The arms have stars entering and leaving, but the arms themselves persist (that’s why they don’t wind up like twine on a spindle).
Just like on highways, too, there are fender benders. Giant gas clouds can collide in the arms, which makes them collapse and form stars. The vast majority of these stars are faint, low mass, and very long-lived, so they eventually wander out of the arms. But some rare stars are very massive, hot, and bright, and they illuminate the surrounding gas. These stars don’t live very long, and they die (bang!) before they can move out of the arms. Since the gas clouds in the arms light up this way, it makes the spiral arms more obvious.
We see the arms because the light is better there, not because that’s where all the stars are.
Comentário postado no artigo:
Great post, very user friendly.
I knew all – 8, ok 7 – and a half, of these.
I have to admit, while I understand that the spiral arms are an illusion, I still don’t grasp how they occur. I’m not sure the traffic jam analogy works. I understand that gas and dust can slam into slower moving gas and dust and create stars that illuminate the arms. However, cars speed up again when they exit the traffic jam leaving the slower cars behind and can then run into a second traffic jam. But and I don’t suppose the stars or gas and dust speed up when they leave the arm. So how do we get the second spiral arm (as we move out from the center)? And why are the arms spiraled as opposed to concentric rings?
Spatially Challenged…
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