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O Cérebro Como Holograma

quarta-feira, junho 19th, 2019

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ONDE SE LOCALIZA A MEMÓRIA?
(capítulo 1 do livro “O Universo Holográfico” de Michael Talbot)
 Karl Pribam foi um iminente neurofisiologista da Universidade de Stanford e autor do clássico livro de neurofisiologia “Linguagens do Cérebro”.
Nos anos 40, Pribam realizou um trabalho pioneiro sobre o sistema límbico, uma região do cérebro envolvida com as emoções e o comportamento.
Acreditava-se, de uma maneira geral, que as lembranças estivessem localizadas no cérebro, em algum lugar específico.
Os registros de um fato, gravados na memória, foram chamados de ENGRAMAS e, embora ninguém soubesse do que os engramas eram feitos, os cientistas acreditavam que eles estavam lá e que, um dia, seriam achados. Havia razões para essa certeza, pois pesquisas lideradas pelo neurocirurgião canadense Wilder Penfield, nos anos 20, apresentavam provas convincentes de que lembranças específicas tinham localizações específicas no cérebro. Ainda no período de sua residência como neurocirurgião, Pribam não tinha nenhuma razão para duvidar da teoria do engrama de Penfield. Mas, então, aconteceu algo que mudou seu pensamento para sempre.
Em 1946, Pribam foi trabalhar com o grande neuropsicólogo Karl Lashley, no laboratório de Biologia, na Florida.
Por cerca de 30 anos Lashley esteve envolvido em sua pesquisa sobre os mecanismos responsáveis pela memória. O que surpreendeu Pribam e o próprio Lashley, foi o fato de que suas pesquisas faziam cair por terra a teoria dos engramas de Penfield.
O que Lashley fazia era treinar ratos para realizar uma variedade de tarefas, tal como percorrer um labirinto para encontrar o pedaço de queijo, tão desejado.
Lashley removia cirurgicamente, várias porções do cérebro das cobaias e tornava a testá-las. Para sua surpresa, ele descobriu que não importava qual porção do cérebro cortasse, não conseguia erradicar a memória dos ratos. Muitas vezes ficava prejudicada a habilidade motora dos ratos, mas mesmo com porções maciças do cérebro removidas, a memória das cobaias permanecia intacta.
Para Pribam, isso era uma descoberta incrível, inacreditável! A única resposta possível, parecia ser que as lembranças não se encontravam em lugares específicos do cérebro, mas deveriam estar, de alguma maneira, espalhadas ou distribuídas pelo cérebro como um todo.
Como isso seria possível?!
Nem ele, nem Lashley sabiam a resposta.
Em 1948, Pribam foi trabalhar na Universidade de Yale e continuou a considerar a idéia de que as lembranças estavam distribuídas por todo o cérebro, e quanto mais ele pensava sobre isso, mais convencido ficava.
Enquanto isso, ele observava que os pacientes que tinham tido partes do cérebro removidas por razões médicas, nunca sofriam a perda de lembranças específicas. Mesmo a remoção de partes de lobos temporais, a área do cérebro que figurou com tanto destaque na pesquisa de Penfield, não criava nenhuma lacuna nas lembranças de uma pessoa.
Interessante notar que nem Pribam, como também nenhum outro pesquisador do cérebro foi capaz de reproduzir os resultados de Penfield. Inclusive o próprio Penfield verificou que só conseguia aqueles resultados em pacientes epilépticos.
Foi em meados de 1960 que algo veio como solução para o enigma de Pribam – o holograma.
O QUE TORNA A HOLOGRAFIA POSSÍVEL É O FENÔMENO CONHECIDO COMO INTERFERÊNCIA.
Interferência é o padrão de linhas cruzadas que ocorre quando duas ou mais ondas, como as ondas de água, perpassam uma através da outra. Dessa colisão entre as ondas resultam cristas e depressões que se arranjam de tal maneira que criam um padrão de interferência.
Por ser a luz laser uma forma coerente e extremamente pura de luz, é particularmente boa na criação de padrões de interferência. Foi com a invenção do laser que os hologramas tornaram-se possíveis.
Um holograma é produzido quando um único raio laser é dividido em dois feixes separados. O primeiro feixe de luz é projetado no objeto a ser fotografado.Com a ajuda de espelhos, deixa-se que o segundo feixe de luz colida com a luz refletida do primeiro.
Quando isso acontece, eles criam um padrão de interferência que é, então, registrado num pedaço de filme (ou chapa).
A olho nu, a imagem no filme não se parece nada com o objeto fotografado. Olhando para a chapa só conseguiremos ver anéis concêntricos iguais quando um punhado de pedras é jogado numa lagoa. Mas, assim que um outro feixe de raio laser (ou apenas uma fonte de luz), brilhe através do filme, uma imagem tridimensional do objeto original reaparece no espaço.
Muitas vezes essa imagem é tão convincente que seremos capazes de esticar as mãos para tocar o objeto. Nesse caso, as mãos flutuarão de um lado ao outro da imagem e, então, descobriremos que não existe nada ali.
Agora vem a parte mais interessante do que caracteriza um holograma: – Se um pedaço de um filme holográfico contendo a imagem de uma maçã for cortado ao meio e, em seguida, iluminado por um raio laser, cada metade do filme ainda conterá a maçã inteira. Mesmo se as metades do filme ainda forem recortadas várias vezes, uma maçã inteira ainda poderá ser reconstruída a partir de cada pequeno pedaço do filme (embora as imagens fiquem mais nebulosas à medida que os pedaços ficam menores).
Foi exatamente esta característica do holograma que fez com que Pribam finalmente encontrasse a tão esperada resposta: – as lembranças estão distribuídas no cérebro todo, ao invés de estar em um determinado lugar.
Concluiu que: Se era possível para todas as partes, de um pedaço de filme holográfico, conter toda a informação necessária para criar uma imagem completa, então parecia ser igualmente possível para todas as partes do cérebro conter toda a informação necessária para ter uma memória completa.
NOSSA VISÃO É HOLOGRÁFICA
Uma outra descoberta de Lashley foi que os centros visuais do cérebro também eram surpreendentemente resistentes à amputação cirúrgica. Descobriu que os ratos ainda podiam realizar tarefas que exigiam uma complexa habilidade visual, mesmo depois de ter removido aproximadamente 90% do córtex visual (a parte do cérebro que recebe e interpreta o que o olho vê).
Pribam, fazendo a mesma pesquisa com gatos, concluiu que 98% dos nervos ópticos podem ser removidos sem prejuízo de habilidades que exijam tarefas visuais complexas.
Os seus experimentos apresentaram um grande desafio ao padrão de entendimento de como funciona a visão.
De acordo com a principal teoria da época, havia uma correspondência de um para um, entre a imagem que o olho vê e o modo que a imagem é representada no cérebro. Assim, como exemplo, se olhássemos para um quadrado, a atividade elétrica em nosso córtex visual também assumia a forma de um quadrado. Pribam, enquanto permanecia em Yale, passou sete anos fazendo experimentos em cérebros de macacos enquanto os mesmos realizavam variadas tarefas visuais.
A natureza do “todo em cada parte” de um holograma, certamente, parecia explicar como uma parte tão grande do córtex visual podia ser removida sem afetar a habilidade para realizar tarefas visuais.
Então, Pribam pensou: – Se o cérebro processava imagens empregando algum tipo de holograma interno, mesmo um pedaço muito pequeno do holograma ainda podia reconstruir a totalidade do que os olhos estivessem vendo. Isto também explicava a falta de correspondência de um para um entre o mundo externo e a atividade elétrica do cérebro.
A única questão que persistia era: que tipo de fenômeno semelhante à onda o cérebro estaria usando para criar tais hologramas internos?
Assim que Pribam considerou essa questão, pensou numa possível resposta. Sabia-se que as comunicações elétricas que acontecem entre as células nervosas cerebrais, os neurônios, não ocorrem isoladas. Os neurônios possuem ramos, como pequenas árvores e quando uma mensagem elétrica atinge o fim de um desses ramos, ela se propaga como a ondulação numa lagoa. Pelo fato dos neurônios estarem tão densamente agrupados, estas ondulações de eletricidade que se expandem – um fenômeno semelhante à onda – estão constantemente cruzando umas com as outras.
Quando Pribam se lembrou disso, compreendeu seguramente que elas estavam formando um arranjo quase infinito de padrões de interferência e isto, por sua vez, podia ser o que dá ao cérebro suas propriedades holográficas.
“O holograma estava lá o tempo todo, na natureza , em forma de ondas emitidas pela conexão das células cerebrais”, observou Pribam. “Nós simplesmente não tínhamos a perspicácia de compreender isto”.
Pribam publicou seu primeiro artigo sobre a natureza possivelmente holográfica do cérebro em 1966, e continuou a ampliar e aperfeiçoar suas idéias durante vários anos seguintes. Como ele, outros pesquisadores ficaram cientes dessa teoria, e compreendeu-se rapidamente que a natureza espalhada da memória e da visão não é o único enigma neurofisiológico que o modelo holográfico pode explicar.
A holografia também explica:
1. como nosso cérebro pode armazenar tantas lembranças em tão pouco espaço.
2. nossa capacidade de lembrar e esquecer.
3. nossa memória associativa, como por exemplo, sentimos o cheiro de um perfume e imediatamente evocamos a imagem de uma pessoa que usava aquele perfume.
4. nossa capacidade de identificar imagens familiares como, por exemplo, reconhecer alguém que não vemos durante muitos anos.
5. a memória fotográfica, também conhecida como lembrança eidética.
6. a transferência de habilidades adquiridas.
7. a sensação de “membros fantasmas”, que, para Pribam, o que as pessoas vivenciam seja a memória holográfica do membro que já não existe, mas que ainda está registrada nos padrões de interferência do cérebro.
8. como criamos a sensação de um “mundo exterior” – assim como as imagens que vemos num espelho, como se elas estivessem dentro do espelho, criamos a ilusão de profundidade, também percebemos o mundo exterior fora de nós, sendo que as imagens estão na nossa retina.
“Criar a ilusão de que as coisas estão localizadas onde não estão é a requintada característica de um holograma”.
Base experimental para a comprovação do cérebro holográfico 
O pesquisador que forneceu esta prova foi Paul Pietsch, um biólogo da Universidade de Indiana.
De maneira intrigante, Pietsch começou como um veemente cético da teoria de Pribam. Ele era descrente principalmente quanto à alegação de Pribam de que as lembranças não têm nenhuma localização especifica no cérebro.
Para provar que Pribam estava errado, Pietsch realizou uma série de experimentos usando salamandras como cobaias.
Pietsch pensou que, se o comportamento alimentar da salamandra não estivesse restrito a uma localização específica no cérebro, então não importaria qual o posicionamento do cérebro na cabeça. Se importasse, a teoria de Pribam seria refutada.
Então ele foi, passo a passo, alterando as posições das partes do cérebro, tirando e recolocando nas salamandras e verificando o comportamento alimentar das mesmas. Quando o cérebro era retirado elas permaneciam em estado letárgico, e quando era recolocado, as atividades voltavam a ser normais. Cada vez mais intrigado, Pietsch decidiu recorrer a medidas mais drásticas. Numa série de aproximadamente setecentas operações, cortou em fatias, virou, embaralhou, tirou e até picou em pedacinhos o cérebro das cobaias, mas sempre quando recolocava o que tinha tirado do cérebro delas, o comportamento das salamandras voltava ao normal.
Estas e outras descobertas fizeram Pietsch mudar de idéia e atraíram tanta atenção que sua pesquisa se tornou objeto de uma parte do show de televisão “60 minutos”. Em seu revelador livro Shufflebrain (cérebro embaralhado), ele escreve sobre essa experiência, incluindo um relatório detalhado de seus experimentos.
Com esse trabalho Pietsch teve que “tirar o chapéu” para Pribam.
A LINGUAGEM MATEMÁTICA DO HOLOGRAMA
Embora as teorias que possibilitaram o desenvolvimento do holograma tenham sido formuladas pela primeira vez em 1947, por Dennis Gabor (que mais tarde ganhou um Prêmio Nobel por seus esforços), foi nos fins dos anos 60 e começo dos 70 que a teoria de Pribam recebeu apoio experimental ainda mais decisivo.
Quando Gabor concebeu pela primeira vez a ideia da holografia, não estava pensando em lasers. Seu objetivo era aperfeiçoar o microscópio eletrônico, na época um aparelho imperfeito e primitivo. Sua abordagem era matemática, e a matemática que ele usou era um tipo de calculo inventado por um francês do século XVIII chamado Jean B. J. Fourier.
O que Fourier desenvolveu foi uma fórmula matemática para converter qualquer padrão, não importa quão complexo seja, numa linguagem de ondas simples. Ele também mostrou como essas formas de onda podiam ser reconvertidas ao padrão original. As equações que ele desenvolveu para converter imagens em formas de onda e vice-versa, são conhecidas como “conversões de Fourier”.
As conversões de Fourier possibilitaram a Gabor converter a fotografia de um objeto no borrão de padrões de interferência de um pedaço de filme holográfico. Elas também possibilitaram a ele inventar um modo de reconverter aqueles padrões de interferência em uma imagem do objeto original.
Na verdade, a especificidade do todo em cada parte de um holograma é um dos subprodutos decorrentes de quando uma imagem ou padrão é traduzido para a linguagem de formas de ondas de Fourier.
Logo a seguir, vários pesquisadores entraram em contato com Pribam, informando-o de que tinham descoberto provas de que o sistema visual operava como um tipo de “analisador de frequência”. Como a frequência é a medida do número de oscilações que uma onda sofre por segundo, isto sugeria de maneira gritante que o cérebro podia funcionar como um holograma.
Mas foi somente em 1979 que os neurofisiologistas Russel e Karen De Valois, de Berkeley, fizeram a descoberta que decidiu a questão.
Os De Valois usaram as equações de Fourier para converter padrões de tabuleiro de dama, e de xadrez, em formas de onda simples. Então fizeram testes para verificar como as células cerebrais no córtex visual respondiam a estas novas imagens em forma de onda.
O que eles descobriram foi que as células cerebrais respondiam, não aos padrões originais, mas às traduções dos padrões de Fourier. Só se podia tirar uma única conclusão: o cérebro estava usando o cálculo de Fourier – o mesmo cálculo aplicado à holografia – para converter as imagens visuais na linguagem de Fourier de formas de onda.
A descoberta de Fourier foi posteriormente confirmada por numerosos laboratórios de pesquisa de todo o mundo, e isso fornecia prova suficiente para convencer Pribam de que sua teoria estava correta. Estimulado pela idéia de que o córtex visual estava respondendo não aos padrões mas às freqüências de várias formas de onda, ele começou a reavaliar o papel que a frequência tem nos outros órgãos sensoriais.
O fisiologista e físico alemão Hermann von Helmhltz mostrou que o ouvido é um analisador de frequência.
Uma pesquisa mais recente revelou que nosso sentido do olfato parece estar baseado no que é denominado de freqüências ósmicas.
O trabalho de Bekesy demonstrou claramente que nossa pele é sensível a freqüências de vibração e esse cientista até apresentou provas de que o paladar pode envolver análise de frequência.
Bekesy descobriu que as equações matemáticas que lhe possibilitaram fazer tais descobertas, eram todas do tipo Fourier.

The Extended Mind Thesis – e a teoria da auto-projeção da Matrix desde o unicelular para formar o multicelular

quarta-feira, junho 19th, 2019

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https://www.oxfordbibliographies.com/view/document/obo-9780195396577/obo-9780195396577-0099.xml

“… they paint mind itself (or better, the physical machinery that realizes some of our cognitive processes and mental states) as, under humanly attainable conditions, extending beyond the bounds of skin and skull…)

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tem um longo PDF para ler onde o autor começou defendendo a ideia do active externalism, no link:

http://www.alice.id.tue.nl/references/clark-chalmers-1998.pdf

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Obs: postei um longo comentario no artigo com link abaixo que sumiu, nao foi publicado. Voltar a clicar o link para ver se foi publicado. 

https://theconversation.com/google-at-20-how-a-search-engine-became-a-literal-extension-of-our-mind-102510

 

Explicando uma cabeça rodando

sexta-feira, junho 7th, 2019

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O segundo desenho pode representar o pensamento quando estamos sentindo o mundo girando a nossa volta, ou com a cabeça rodando. Basta trocar a palavra objectivity por hipocampo, e a palavra subjectivity por córtex. Então o fluxo do pensamento sai do hipocampo pela esquerda, sobe pela esquerda, chega a tocar na esquerda do córtex e imediatamente cai de volta na direção do hipocampo transversalmente de maneira que o toca na direita e então sobe pela direita, chega no córtex tocando-o na direita e imediatamente cai na direção do hipocampo transversalmente tocando-o pela esquerda, e volta a subir pela esquerda…

Refazer esta imagem no power point, como mero humor e curiosidade.

 

Auto-Consciência: Ciência acadêmica sugere origens nos micro-organismos na busca por alimentos.

quarta-feira, maio 22nd, 2019

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 No canal do Youtube, Kurzgesagt  tem este vídeo e outros defendendo esta tese que também esta num livro de  Rupert Glasgow – que baixei o download em PC-Documents – mas ainda não li.

tambem tem outros artigos do mesmo canal, neste link:

https://sites.google.com/view/sources-consciousness

 

Para o Livro: os novos sensores para cérebros humanos ( TED Talk)

domingo, maio 5th, 2019

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https://www.ted.com/talks/david_eagleman_can_we_create_new_senses_for_humans#t-270972

What is consciousness, by Matrix/DNA Theory

domingo, abril 28th, 2019

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The Matrix/DNA World View six cents here:

1) Mixing billions cells as mass, like a banana, does not produces thoughts and consciousness. But, when these biilions cells are organs and composes a system, then, yes. So, SYSTEMS is the key here. Ok, but, ants and bees societies are natural systems, and consciousness does not emerge from it. Why in one case it does and other it doesn’t? The answer must be: consciousness is under evolution. It is all about the level of complexity of natural systems. And consciousness is a new shape of natural system. Or, all natural systems are copies derived from a matrixial system, consciousness? Let’s see it…

2) Consciousness takes 6 or 8 months for emerging at an embryo. It took 13,8 billions years for emerging in a Universe. Matrix/DNA models are suggesting that in this Universe is occurring a natural genetic process of reproduction of the unknown thing that triggered the Big Bang, which was an event like fecundation. So, human embryogenesis is a micro cycle of cosmological embryogenese, the process is only one. 8 months for humans, 20 billion years for universes, no problem, it is a relativistic issue. But, it is not that each human embryo creates consciousness first time in this world. It was existing before its fecundation, at the human species, outside the little embryos`sac/universe. So, it is not that Universes creates consciousness, it must be existing before the Big Bang, outside this bubble/universe. The unknown thing must have consciousness.

3) Humans does not have consciousness, merely an embryo in formation. Consciousness must be a system, a complex system derived from the complex system that is human brain, like a human embryo mimics the mother body. The natural formula for systems shows that our is not a complete system yet, there is no full expression of right hemisphere, where some systemic functions lies. An embryo can not know what his parents are, and nothing about the parents` world. So, do not try to understand it. Our consciousness is an embryo that still does not have own eyes to see itself and make no idea what the shape its body is, neither knows the substance of its body.

 

4) Each thought shows same process of life`s cycle as any living being. You should know the universal natural formula for all natural systems for seeing it.Thoughts are living things, a new most evolved species that came from human species, by natural evolution. But, most of them has only half life. The reason is the same when the male bee falls death after a sexual intercourse. The flow of thought is born at hippocampus and goes upward by left and when arrives to neocortex it falls towards the hippocampus again, not going to right hemisphere. Few of them becomes conscious when makes the complete cycle. These will be stocked as memory.

 

Neuroscientists must apply optical physics and Matrix/DNA formula for to see “consciousness”

5) The dynamics of thoughts, the sequence of synapses, mimics the process of life`s cycle, so, thoughts are like living things. Life`s cycle was introduced into Nature by primordial light waves. You can see at the electromagnetic spectrum that light waves propagates in time/space same way that our bodies progates into time/space, included changing shapes. I said above that consciousness must be existente before the Universe origins. So, it came impregnated into a body, a light wave, which has life`s cycle, so, has the code for systems, aka, life. Consciousness was not expressed but sleeping at atoms systems as was sleeping at blastula, it was dreaming at galaxies as was dreaming at fetus, it began waking up at humans. So, you cannot explain consciousness naturalistically because it was here but not being expressed till now, same way you can not explain a working computer only by its hardware, but you can explain the evolution from the abacus to calculus manual machines till the first computer without softwares, they were not there. At that time, the software driven the evolution from the abacus was outside the machine, in the mind of humans. So, from amino acids till the first homo sapiens, consciousness was in the mind of who triggered the Big Bang. After that, evolution is a process of feedback between hardware ( physical systems) and software ( consciousness encrypted into a network of photons inside the brain, which are particles from the natural light). But, it is a very and living software with not two variables as binary systems, and so, with seven variables – the seven meaning shapes of light.

6) We, humans, are 8 billion half-conscious genes building an embryo inside our brain/placenta inside our head/egg. This embryo is not counciusness yet, it is merely a bit-information, or a tiny characteristic of a bigger embryo, which is being built by our trillions brothers genes spread in this Universe. Like all genes from your parents became a unique conscious being, a unique personality, all of us will be one, from the Big Bang to the day of the Big Birth. Things are so easy to understand…

Cientistas acordaram a maquinaria de um cérebro morto, mas não o principio vital na formula do cérebro

sábado, abril 20th, 2019

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A sugestão que vem dos modelos teóricos da minha “Matrix/DNA Theory” fazem sentido aqui. Tanto o cérebro como a vida são produtos de uma formula natural que produz os sistemas naturais. Um novo ser nasce vivo porque o interruptor que ligou o funcionamento da vida foi acionado a bilhões de anos e continua transferindo esse principio vital de geração a geração. Uma vez que um ser foi desligado dessa corrente, pode se fazer toda a maquina do cérebro funcionar, que o principio não retorna e o ressuscitado sera um zumbi sem auto-consciência. Por isso também sera impossível tornar o computador ou robot mais poderoso com inteligencia artificial em algo vivo, pois só existe uma vida neste planeta rodando a 3,5 bilhões de anos.

Cientistas acordam cérebro morto e questionam noção de vida

https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/ciencia-e-saude/2019/04/18/interna_ciencia_saude,750236/cientistas-acordam-cerebro-morto-e-questionam-nocao-de-vida.shtml

 

De onde vem a inteligência comprovada do bolor verde que cobre o pão velho?!

quarta-feira, abril 17th, 2019

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Chamamos de “bolor” aquelas manchas ou substancias de massas gelatinosas que aparecem sobre materiais orgânicos em decomposição. Algumas figuras de bolor:

Por Lairich Rig, CC BY-SA 2.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?purid=13643375

 

Plasmódio com a sua rede de “veias”. By bernard bradley

Estes bolores são formados e constituídos por microorganismos muito simples, com uma so célula, que poderiam viver como organismos unicelulares livres, mas que se agregam em massas mucilaginosas macroscópicas, formando colônias.

Ate ai, tudo bem, toda criança está cansada de ver isso na Natureza e não se dá muita atenção a isso. Mas acontece que cientistas japoneses estudando e fazendo experiências com estes bolores descobriram algo surpreendente que nunca ninguém foi capaz de imaginar…

O bolor, essa massa disforme, tem principio de inteligencia! Age demonstrando ser inteligente! 

Um artigo da BBC News, no link abaixo, diz:

When slime is not so thick (Quando o bolor não é tão “grosso, espesso”)

http://news.bbc.co.uk/2/hi/science/nature/944790.stm

A descoberta deu-se no seguinte experimento: os cientistas fizeram numa placa uma série de canais na forma de um labirinto. Numa ponta puseram um pouco de bolor e no final do caminho mais fácil colocaram alimento orgânico em decomposição, a comida preferida das minúsculas criaturas. No inicio, como era de se esperar, a massa de bolor se multiplicou espalhando-se por todas as aberturas, todos os caminhos. Mas quando a massa encontrou a comida, ela começou a se transformar. Ela começou a diminuir, quando se esperava que ela ia crescer, engordar ainda mais, claro, pois está tendo alimento. Mas ela começou a cortar de seu corpo as extensões apenas de alguns canais, enquanto num canal ela começou a emagrecer e se esticar o máximo possível. No final ela ficou como uma tira fina e só num caminho, que vai de onde ela partiu até o ponto do alimento. E acontece que dos 4 caminhos possíveis, os outros três davam muitas voltas desnecessárias, alguns retornavam ao ponto de partida. Havia um único caminho mais fácil, que ia direto para a comida, e foi esse que a massa escolheu e se fixou. Com isso ela se alimentou muito melhor pois havia muito menos criaturas para dividir o mesmo alimento, economizando energia, etc. Exatamente o que uma fila de humanos teria escolhido, se tivessem que passar de mão em mão uma pilha de tijolos por um labirinto ate o ponto onde estariam construindo uma parede. Ou então recolhendo algo do ponto final.

  • “Não tem como discutir. Apenas algo com alguma inteligencia procederia assim.”

Anunciando sua descoberta no Journal Nature, os pesquisadores disseram que eles acreditam que o organismo mudou sua forma para maximizar sua eficiência na colheita e portanto sua chance de sobreviver. (Announcing their findings in the journal Nature, the researchers say they believe the organism changed its shape to maximise its foraging efficiency and therefore its chances of survival.)

Raios… eu copiei e colei o texto tal como esta’ escrito no artigo da BBC News porque fiquei com a pulga atras da orelha quando li isso. Quando me deparei com a palavra “maximise” não acreditei no que estava lendo, mas constatando que era verdade, corri nos dicionários suspeitando que aprendi o inglês errado. Pois eu aprendi que se escreve com “z”, “maximize”, e não com “s”. E os dicionários disseram que quem esta’ certo sou eu, o inglês que escreveu o texto esta’ errado… Talvez alguém esta’ precisando de um pouco da inteligencia das bactérias…

Mas, vejam como são as placas e o labirinto. Na imagem da esquerda se nota como, em situação normal, a massa se alastra por todos os canais, sem qualquer orientação. Na placa da direita se mostra como ficou a massa (quase um fio fino e por um só caminho) depois do achado do alimento.

Slime Bio-Mimetic Control Research Center

Agora, cá entre nos, deixa-me sussurrar algo em segredo ao seu ouvido, mas por favor não vá dizer a ninguém, senão a academia cientifica no poder hoje pode me mandar para a fogueira como herege.

Ora, essas criaturas e a massa que formam não tem o menor resquício de um cérebro, nem mesmo algo que se pode chamar de um principio de sistema nervoso. Para mim esta’ obvio que esse comportamento não pode ter sido produzido por inteligencia destas criaturas. Mas então o que foi de inteligente que orientou de fora esta massa? Bem, existe uma outra cena na Natureza onde vemos criaturas sem sistema nervoso se orientando na direção do alimento. Estou me referindo as plantas que crescem sempre com a ponta o mais próxima da luz do sol possível. E para isso não apenas o tronco, mas os galhos se torcem, se distorcem, se esticam todo, fazem voltas contornando obstáculos de sombra, com a determinação unica de obter o máximo de luz para a fotossíntese. Não acho que essas criaturas façam fotossíntese ( a pesquisar), mas fazem algo parecido com a quimiossíntese, um método mais primitivo e anterior na evolução, mas que faz quimicamente criaturas simples mudarem de forma na direção de alimento ou luz ou calor.

Mas porque os cientistas não pensam nisso, parece que nem se lembram disso ao observar a massa, ao menos no “paper” nada dizem disso?! Já vão correndo concluindo que as  criaturas tem alguma inteligencia?! Claro que eles conhecem as origens e a historia evolutiva anterior de onde veio estas criaturas, melhor do que eu conheço. Então porque lhes dá esse branco na cabeça quando observam o fenômeno, a ponto de não ligarem esta cena com a outra tao velha conhecida?

A causa é que uma equivocada visão do mundo se formou uma doutrina acadêmica passando de geração de estudantes a novas gerações de maneira que os neurônios são configurados de maneira a formarem networks que não copiam a network dos movimentos naturais, ou seja, raciocínios dessincronizados com a Natureza.  Devido a isso estes lapsos são inevitáveis e o pior, jamais estes cérebros vão aceitar serem reconfigurados a não ser na base do porrete, ou seja, com uma enorme massa de novos dados que sejam impossíveis de questionar.

Esta visão de mundo esta’ pondo coisas onde não cabem, onde a Natureza não poe. Tudo agora virou moda, esse negocio de adornar um punhado de átomos com personalidade própria, intenções inteligentes que se comportam para produzir planejados resultados futuros, como fazem com os punhados de átomos chamados de genes… “os genes são egoístas e tudo fazem para perpetuarem-se pela reprodução a qualquer custo…”… um punhado de átomos que tem consciência que existe futuro e que querem estarem vivos no futuro…

Ora,… convenhamos…

Agora são microcélulas fazendo mapas, traçando rotas, e o pior, modelando as curvas de seus corpos no mesmo modelo que veem o mapa de cima…

Nem humanos conseguem fazer isso. Eu ganhei um sapato caríssimo do meu ex-boss, lindo de morrer, mas quando enfiei o pé não aguentei andar, estava apertado e doendo demais. Eu daria tudo para poder usar os sapatos, então se pudesse encolheria meu pé alguns centímetros para caberem no sapato. Massas de bolor fazem isso eu não posso, são mais cientificas e inteligentes que eu…

Colonias de formigas e abelhas montaram sistemas sociais que beiram a perfeição, tudo funciona com eficiência máxima, todo o trabalho dividido em equipes e cada qual especializado na sua função. Seria a rainha uma reencarnação de algum maestro de orquestra que tinha a mania de comer todas as candidatas antes de aceita-las na orquestra e voltou para pagar seus pecados na forma de formiga? Pensando nessa hipótese eu peguei uma rainha, botei ela numa caixa de vídeo e fiquei berrando em cima dela: “Ei,… Bethoven!”. Se ela não apresentava nenhuma reação eu voltava a carga: “Ei, Mozart!”…

Não tem disso, não são maestros reencarnados, comprovei isso com essa experiencia cientifica super sofisticada.

Esta visão do mundo só consegue ver os fenômenos naturais pela meia parte esquerda de uma porta entreaberta, na qual esta escrito “método reducionista”. A outra folha direita da porta onde esta’ escrito “método sistêmico” fica fechada tampando a metade do mundo. Questão de miopia decorrente da total dominância do hemisfério esquerdo do cérebro e ausência dos atributos sistêmicos do hemisfério direito.

Assim quando estes pesquisadores vão observar o fungo ou seja la o que for do bolor, assim como quando observam as formigas, ou os genes, concluem rapidamente que só podem serem inteligentes para fazerem o que fazem. Porque se a evolução universal é uma só cadeia de causas e efeitos eles a dividiram em cosmológica e biológica e agora nestes punhados complexos de átomos organizados de forma biológica eles só consideram a evolução biológica. Assim não enxergam as causas que vem da Historia Natural Universal desde seus primórdios.

Quando na selva eu dava mordidas nos rabos de macacos que ficavam pulando em cima de mim e me enchendo o saco sem deixar eu ler meus livros ou escrever minhas equações, descobri que o DNA não surgiu por acaso e nem pelo simples desenrolar de reações químicas, mas sim que ele veio de outro DNA muito maior e muito mais antigo, que existe em galaxias, átomos e começou la’ no Big Bang, na forma de uma simples onda de luz natural. Trata-se da formula universal para todos os sistemas naturais a qual chamei de Matrix/DNA. Pois observando agora a experiencia dos cientistas eu vejo na formula o que é que de fora da massa, esta’ modelando a massa informe daquela maneira, o que é que esta vendo de cima o mapa, mas por ele estar igualmente dentro de todas as criaturas que constituem a massa, ele modela a massa coletiva e orienta-a a imitar a sua própria figura como sistema. Assim como, quando observando a sociedade das formigas, descobri que tudo o que elas fazem é o mesmo o que robots montados pela formula do sistema fariam.

Quando eu era um girino na barriga da minha mãe, eu era desajeitado pra burro, nem pernas para andar tinha. Meu corpo foi mudando de forma, gerou bracos, pernas, língua para lamber, fuckinha para fukinhar, etc. Na cabeça destes cientistas japoneses, o girino tem inteligencia e modela o corpo de acordo com necessidades futuras que vão ser necessárias num mundo la fora que o girino nunca viu. Não lhes ocorre olharem fora da barriga, para o corpo da mulher para perceberem que quem esta modelando o girino e alguém, um corpo, que esta fora e ao mesmo tempo, na forma de genoma, dentro do pequeno universo do girino. Na cabeça destes cientistas, se eles interromperem o tubo que leva através da placenta o alimento para o girino, o girino vai se mover, entrar no tubo, dar as mil voltas do tubo enrolado ate chegar onde o alimento parou….

Este processo que gera, de um corpo isolado e inerte, a sua transformação em varias formas diferentes, chamamos de ciclo vital, o qual foi o principio que montou o primeiro sistema neste Universo… e ele esta’ encriptado numa simples onda de luz.  O Ciclo vital se torna o fluxo de informações que percorre todo o sistema. Acontece que no circuito total tem um trecho em que as partes menores todas se dirigem para a parte que emite luz.  Este trecho se evoluiu para a forma biológica da fotossíntese.  Mas o que aproxima as partes menores da parte que emite luz não é a luz propriamente dita e sim os corpúsculos dela, os fótons, que estão tanto dentro das partes menores como estão no corpo que emite a luz. Estes fótons todos tende-se a alinharem-se na forma de montarem uma copia do sistema, por isso se auto atraem e se posicionam exatamente como estavam na onda de luz. Esta atracão gerou o processo que denominamos “comer”.

Pois na matéria orgânica em decomposição estão fótons presos que estão escapando pela decomposição, fótons buscados pelos fótons que estão no corpo da criatura e portanto em toda a massa. A coisa e muito mais complexa do que se vê no laboratório. No dia que esses cientistas descobrirem a formula universal, eles vão ter vontade imensa de construir aparelhos que sejam capazes de verem sinapses fluorescentes mas ainda ocultas aos nossos censores biológicos e artificiais mecânicos, formadas por fótons que estão dentro dos elétrons que estão dentro dos átomos que estão dentro do DNA que estão tanto nas criaturas numa ponta como na matéria orgânica em decomposição na outra ponta. E vão aprender que estes conceitos como ~comida”, ou “comer” na verdade não existem, são meros produtos apresentados a nossos olhos pela atividade de fótons que possuem a tendencia eterna de se procurarem e se juntarem onde estiverem com o sonho de recomporem o ciclo vital. A coisa toda é muito mais complexa do que imaginam.

A era do cerebro obcecado pelas aparencias das imagens visuais e seus processamentos hermeticos

domingo, abril 7th, 2019

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Faltou aqui uma das mazelas mais importantes: ”  O corpo nu mais que o efeito social deste corpo”

 

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Até uma pedra engana o observador pela sua aparência. Vendo-a por fora temos aquela imagem que logo lembra extrema simplicidade, dureza devido alta densidade da materia, frio, vulgaridade porque ela existe em todo lugar e pouca ou nenhuma serventia nos tem, etc. Mas se o observador se munir de um telescópio e for quebrando-a em pedaços cada vez menores, vai se deparar com uma outra aparência totalmente diferente: ele vai ver um enxame de particulas vibrando e zumbindo dentro de um espaco fechado. E descendo mais ainda na profundidade da realidade existencial da pedra ele vai acabar vendo-a formada por atomos interligados. A imagem de um atomo e igual a imagem de um sistema solar visto de fora. Uma imensidao de espaco praticamente vazio, os astros são meros grãos de poeira, rodando no vazio. Entao uma pedra, contra toda nossa interpretacao baseada na aparência externa, é praticamente uma coisa vazia! A rigidez que a materia dos nossos dedos sentem quando tocam uma pedra não é devido materia se chocando com materia e sim a força invisível magnética da pedra contra a força invisível magnética dos dedos. E depois, continuando, separando estes grãos de areia que são astros no céu ou particulas nas pedras, vamos entrar dentro destas particulas e nos deparar no final que são tambem… vazias!

Resultado: o cérebro humano não tem a menor capacidade para processar a informacao real, verdadeira, de que pedras são na verdade, espacos vazios. Entao – na realidade – o que é a nossa “realidade”?! Dos cerebros que tentam responder dando uma definicao, uma interpretacao, eu sinto pena, são ridículos. Qualquer definicao é mais uma profissao de fé irracional que de um pensamento logico, real, sustentado na realidade. Nos não temos capacidade para saber, conhecer, a realidade, ponto final! Vamos morrer sem saber isto. Conforme-se. Não existe outra alternativa para nos agora. Quando o observador chegou no final da observação e disse… ” é tudo espaco vazio”, ele tambem fez uma confissão de fé, mais que um testamento cientifico, racional. Pois ele não sabe definir o que é espaco vazio. Se ele disser que é onde não tem nada, ele estará se referindo a algo, o nada, e ele não pode saber o que é o nada, pois nunca viu, nunca tocou e ninguem mais viu. Mais provavelmente – pelas experiencias de vida que temos acumulado ate agora – quando o humano se depara com um espaco vazio significa que acabou a capacidade de seus sensores cerebrais em captar o mundo externo. Talvez aquela zona do que ele chama de “vazio”, ou “nada” nada mais seja que a região de uma membrana que circunda a dimensao do espaco onde nos localizamos como objetos materiais e a região de outra membrana onde se inicia outra dimensao de coisas em outras intensidades de vibracoes, comprimentos de ondas da luz, etc. Talvez seja a linha fronteiriça entre a nossa ilusória realidade e outro tipo de mundo com outro tipo de realidade. Talvez ilusória tambem.

Os cientistas se aprofundando no mais intimo da materia acreditam que construíram num container uma espaco de vazio total, a ultima fronteira do nosso mundo. E acreditam que ali viram algo… uma especie de espuma borbulhante, de onde, eles teorizam que surjam as particulas que começam o nosso mundo. E’ o que chamam de “quantum foam”, ou espuma quântica. O que é isso? Em sana consciencia nenhum cerebro racional tenta sequer dar uma explicacao, muito menos uma definicao, seria produto de fé, não da razao. Materialistas mais afoitos correram a escrever livros dizendo com veemência que na espuma quântica descobriram que.. “o tudo, veio do nada”. Ao menos é o titulo do livro “Something from Nothing” de um dos considerados astrofísicos e papa atual dos materialistas, Lawrence Krauss, que se tornou best-seller e esta sendo vendido a rodo para os deslumbrados ingênuos estudantes modernos. Mas talvez ( eu não acredito nisso, eu não acredito em nada que não veja e não tocar ou que alguem em quem confio plenamente diz que viu e tocou) esta espuma quântica nada mais seja que a substancia de uma membrana, assim como a membrana das celulas as separam de outras celulas em nosso corpo, e por enquanto, vou apostar nesta hipotese.

Conclusão final e meu conselho para mim mesmo, não para voce, pois não tenho capacidade para aconselhar ninguem: “De tudo que consumimos para sobrevivência ou luxuria, nada cai do ceu pronto e de graca. Entao tudo o que consumimos exige a tortura humana no trabalho braçal, duro, rotineiro, involuntário de pelo menos um humano igual a nos. Entao fomos condenados – pela Natureza real ou algo alem dela que desconhecemos –  no momento do nosso nascimento, a “comer o nosso pao obtido com suor dos nossos rostos e calejar de nossas maos”. Isto significa que se consumimos qualquer produto que não trabalhamos nele de fato, com nossas maos ( não atraves de trabalho mental ou burocrático, pois a mente nada produz por si propria de concreto), ou ele nos foi doado pessoalmente de graca por sua livre e espontanea vontade,  por um protetor, ou estamos tirando, saqueando pela força bruta, de quem calejou suas maos produzindo-o. Mesmo que essa força bruta esteja mascarada em armas nas maos de mercenários pagos por uma gang que se apossou do domínio social e que nos enganamos dizendo que não enxergamos isso para justificar-nos pelo assalto que cometemos em humanos que foram escravizados pela gang, da qual, portanto, somos os alimentadores e cumplices. Escapar com estes subterfúgios do trabalho a que fomos condenados, ‘as custas de outros humanos, é irresistível quando se nos aparece oportunidades ( eu mesmo ja pequei e tenho sido fraco na luta contra este vicio, apesar que tenho a consciencia tranquila porque, pelos meus cálculos, calejei minhas maos produzindo tudo o que posso consumir no meu simples estilo de vida),  pode parecer esperteza e inteligencia a nivel de individuos, porem é extrema burrice a nivel de Humanidade, esta cava seu tumulo e caminha para sua extincao. Pois a mesma Natureza – ou seja la’ quem estiver por traz dela – tem outra lei sobriamente comprovada: quem não se evolui do estado simples de agora para um estado transcendental mais complexo constitui um ramo que dai do tronco da arvore da evolucao para se secar e extinguir-se apontando para o espaco vazio, para o nada. E a razao disso me parece obvia. No corpo humano, esta’ sendo gestado uma nova forma de sistema natural muito complexa a qual denominamos de auto-consciencia. Tudo indica que esta consciencia esteja no estado fetal pois tambem se deduz que a consciencia deve ter uma grandeza universal, cosmica, ou mais que universal. Ou seja, ela não apenas pode captar e processar o mundo ao redor, porque ela esta cada vez mais avançando, obtendo mais conhecimento da Natureza, e isso parece não ter limite, ela pode estender-se de maneira a um certo ponto poder ver, absorver e captar todo o Universo. Se assim for, cada humano esta funcionando como um gene construindo esse feto. Ou seja, cada humano tem em si uma informacao única, especifica, pessoal, intransferível e que precisa ser expressada para que o feto se torne num baby completo, saudável e não sofra aborto prematuro ou nasce com algum aleijao. E quando estamos onerando outro humano a produzir o que consumimos, estamos impedindo a liberdade deste humano em usar seu tempo, sua energia, seu corpo e sua mente em cumprir sua missão, em expressar concretizando sua informacao. Por isso, o que parece esperteza e inteligencia a curto prazo, pode ser extrema burrice a longo prazo. Principalmente porque, a forma como esta autoconsciência esta’ se apresentando, constituída de uma substancia que nossos sensores não podem ver, tocar, captar, e se confirmada que se trata de um feto planetario ou universal em gestação, este feto não pode ser interrompido com a morte do corpo carnal de um individuo. Esta informacao que este corpo carnal carrega, de alguma maneira deve sobreviver e continuar seu desenvolvimento. Entao a punição pelo erro cometido agora vai acontecer e pesar para o individuo mais a frente. São hipóteses, fundamentadas nas aparencias e sensibilidades que temos agora, não confiáveis, mas tambem sem nenhum fato concreto conhecido que nos autorize a descarta-las. Porem são mais logicas e racionais, por isso, aposto nelas. Entao, a sugestao final é que, reflita na sua existencia, monte sua propria visao e interpretacao deste mundo, procure nele o significado da sua existencia, extraia deste significado um elenco de valores morais, diria mesmo, espirituais a nivel da substancia abstrata da consciencia… Conforme-se com a condenacao (a única outra alternativa moral seria rejeita-la suicidando-se, mas na verdade, essa condenacao tem muito de seu desprazer na forma errada do nosso sistema social, entao temos que consertar o sistema social e não suicidar-se),  mas esforce-se para vencer esta condenacao com a criatividade de sua consciencia para substituir e salvar o humano pelos robots e tecnologia possivel na producao dos produtos de consumo basico, e procure aplicar sua informacao, coisa que so voce pode fazer neste mundo, e tente ajudar os outros que estao sendo algemados, impedidos de desenvolver sua missão, ou que por forca ainda da dominância genetica herdada do corpo animal irracional, esta totalmente desviado das atividades que seriam evidentemente corretas para a funcao de gene. Fazendo isso, conduza a vida com a maior energia que puder, e trate os obstáculos, as derrotas temporárias, como lições necessárias para sua evolucao transcendental, para a forma do grande baby que um dia a de nascer acima das dimensoes de realidades ilusórias, assim como o interior da bolsa germinante onde o feto se desenvolve e uma realidade temporária provisória na crença do embrião. R sempre tente refletir na aparência do que vez, esforçando a mente para adentrar o intimo dos objetos, munindo-se da ciencia e tecnologia quando possivel, e não se desanime com aquilo que não podes conhecer agora, sua mente esta crescendo e um dia vai ser capaz de ver e entender tudo.

Cérebro: Giro dentado continua produzindo neurônios na velhice depois da parada no hipocampo

terça-feira, março 26th, 2019

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O que interessa `a Matrix/DNA aqui? Saber que a produção de neurônios no hipocampo diminui com a idade ao mesmo tempo que novos neurônios continuam sendo produzidos na região do “giro dentado” até os 90 anos. Que diminua no hipocampo estava previsto na formula da Matrix/DNA – F1 enfraquece com o passar do tempo devido a entropia e diminui a produção de F2. Mas que outro F possa produzir neurônios e ainda, continuaria a produzir depois do enfraquecimento de F1, não esta’ previsto. Uma possibilidade é que F4 continue a ejacular as sementes que F1 produziu antes de parar e ainda estavam em F2 e F3. Por isso fica o artigo registrado para se fazer uma pesquisa no que é e como funciona o giro dentado.

Atualização: Oh, yes! Ao ver a anatomia do hipocampo e a forma do giro dentado matei a charada na hora: o giro dentado é a representação cerebral de F2, a zona do horizonte de eventos que circunda F1 (núcleo do hipocampo) e que contem os germes expedidos por F1. Os quais vão se tornarem neurônios quando se tornarem babies… Esta’ explicado e reforçada a teoria da formula. Mas isto significa que a produção de neurônios pelo giro dentado e limitada `a quantidade de germes que ficaram no giro dentado e significa que estes germes não surgiram no giro dentado.

Cientistas revelam que cérebro humano cria novos neurônios até os 90 anos

https://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/efe/2019/03/25/cientistas-revelam-que-cerebro-humano-cria-novos-neuronios-ate-os-90-anos.htm

Original paper (Nature, tem que comprar, U$ 9,00):

Adult hippocampal neurogenesis is abundant in neurologically healthy subjects and drops sharply in patients with Alzheimer’s disease

https://www.nature.com/articles/s41591-019-0375-9

…. um estudo publicado na revista “Nature” no ano passado determinou que o desenvolvimento de neurônios no hipocampo sofre desaceleração com o passar dos anos e é interrompido totalmente na vida adulta….”O nosso trabalho mostra pela primeira vez que a maneira em que o tecido é tratado e processado condiciona profundamente a visualização de novos neurônios no hipocampo humano”, explicou a pesquisadora à Agência Efe…. Porém, além de aplicar períodos de fixação muito controlados, o estudo identificou três métodos adicionais que permitem visualizar “otimamente” a presença de novos neurônios no giro dentado humano de um adulto, o que fez com que os pesquisadores pudessem conhecer, pela primeira vez, dados únicos sobre o amadurecimento dos novos neurônios criados nessa região do cérebro….

Pesquisa:

giro dentado humano – dentate gyrus (DG)

Image result for dentate gyrus

Você pode visualizar a correspondência entre o giro dentado e F2, e entre o Hipocampo e F1, na figura grosseira abaixo frita na selva amazônica como modelo do building block das galaxias baseado na formula da Matrix/DNA. Aqui, F2 e a região manchada de pontinhos representando a poeira estelar que envolve o vórtice nuclear, o qual evoluiu para a forma de hipocampo no cérebro humano. As esferas amarelas no meio da poeira representam os germes estelares, enquanto no giro dentado representam os novos neurônios.

Sistema-Elo Entre os Sistemas Naturais Não-Vivos e os Sistemas Biológicos

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