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O Trabalho do pensar aumenta minha consciência distanciando-me do passado animal. E você?

terça-feira, janeiro 29th, 2019

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( Este longo texto com tanto palavreado é resultado da busca de uma técnica para desenvolver a mente dos que a mantem estagnada. E para manter o desenvolvimento da minha mente, justificando o investimento de tempo e energia na técnica que aplico)

A maioria dos humanos são os seres do pensamento curto. O cérebro tem uma capacidade instalada para produzir o pensamento longo, mas a maioria dos humanos querem se conservar mantendo-se como pensamentos curtos, por conveniência. E’ mais vantajoso na luta pela sobrevivência e no maior gozo dos prazeres da vida.

Mas pelo ponto de vista da natureza universal, ela sabe que essa atitude não é a escolha mais inteligente. Primeiro porque, se esta escolha é vantajosa para o momento, a curto prazo, ela traz consigo a ameaça da extinção definitiva da espécie humana, a longo prazo. Segundo porque o pensamento curto mantem o ser limitado dentro de uma muralha que cerca uma região curta do espaço e do tempo, como o gado preso num pasto cercado por arame farpado, sem nunca saber o que existe alem do pasto. A natureza universal vê tudo, ela sabe se alem do pasto existe mais coisas boas e ruins para o ser humano, se existem frutas suculentas melhor que a grama, e se existem feras predadoras. Em todo caso, ela também sabe que o ser humano tem capacidade cerebral instalada para, se saltar a cerca, destruir as feras e ficar com as frutas. Ela sabe que aquele pasto não sera mantido eternamente, o planeta esta se transformando, que todo gado preso dentro do pasto vai ser extinto para nunca mais voltar ‘a vida.

Mais ainda que o ser humano, quem tem o pensamento mais curto são todos os outros tipos de animais. Para sobreviver aqui e agora, os outros animais são os mais práticos. Agem mais rápido e com mais eficiência na fuga de um predador e na detecção de um alimento. Então somos conduzidos a deduzir que praticidade e pensamento curto são sinônimos. Mas depois que surgiu a especie humana, constatou-se que esta prolongou o tempo dos pensamentos e isto trouxe uma vantagem em relação aos que ficaram no pensamento curto: os humanos conseguem mais facilidade no acesso e obtenção do alimento e tem mais poder para vencer as feras predadoras, inclusive as microscópicas, como vírus e bactérias que causam as doenças. Isto ocorre porque no homem emergiu uma capacidade cerebral maior que denominamos “inteligencia”. A inteligencia produz a tecnologia, esta a causa das vantagens atuais dos humanos. Então somos conduzidos a deduzir que pensamentos mais longos se tornam em mais inteligencia.

Mas o que fez a espécie humana se prestar ao sacrifício de por seu cérebro a trabalhar mais que os outros animais, ultrapassando o habito do pensamento curto?

Esta questão, depois de ter tentado pensar nela, percebi que não tem fácil resposta, talvez porque tenha ocorrido algum evento com os primatas que eu não conheça. Mas existe uma maneira de encontrar uma resposta, que pode não ser a que ocorreu de fato, porem é uma boa teoria. Encontrei esta resposta comparando hoje duas pessoas: uma que se acondiciona na base do pensamento curto e outra que se investe no sacrifício de prolongar os pensamentos. A primeira diferença no comportamento visível das duas pessoas é que a do pensamento curto se move mais, a do pensamento mais longo procura a imobilidade física e permanece mais tempo imóvel fisicamente. Em contrapartida, é evidente supor que a pessoa que move mais o corpo inteiro, move menos os ingredientes do cérebro, e a pessoa que move menos o corpo, esta’ movendo mais o cérebro. Mas mover mais ou não o corpo pode não ser uma decisão de livre escolha das pessoas. A pessoa pobre é obrigada a se mover fisicamente quando não queria, para sobreviver agora, enquanto uma pessoa rica pode escolher mover-se ou não. Sei que não são todos os casos assim, pois pelos resultados que observamos, existem também pessoas que procuram se manterem paradas, tanto com o corpo quanto com o cérebro. Mas vamos ficar apenas com nossos dois exemplares diferentes.

Também percebemos agora que a oportunidade, ou privilegio, de ter mais pausa física no seu tempo, deixando o corpo descansando, favorece o exercício de “musculação da imaginação no cérebro”, onde um pensamento sobre algo distante que não afeta a sobrevivência agora prolonga-se por prazer. Uma das evidencias disso é a constatação de que os autores de ficção que dão vida a personagens que não existem – como Sherlock Holmes, o Super-Homem, etc. – não vieram dos operários, e sim das classes media ou rica. Por outro lado, se imaginar-mos um avião caindo na selva, tendo uma pessoa rica e outra, pobre, de igual saúde e força física, e ambas sem nada nas mãos, é quase certo que a pobre vai se adaptar mais rápido, aguentar mais as necessidades e as intempéries, e sobreviver por mais tempo. Eu vivi na selva e apendi que a selva não é a academia com ar condicionado ou o bosque onde os ricos exercitam seus músculos. Voltamos ao caso da maior praticidade dos pensamentos curtos.

Mas existe este estranho fenômeno de humanos que sacrificam-se nas satisfações da vida, diminuindo seu consumo sacrificando suas necessidades, e desprezando prazeres, para esforçar o pensamento em algo distante, buscando recompensa futura. Estamos nos lembrando aqui de pessoas como Einstein, Darwin, os filósofos e pesquisadores em geral. São pessoas que se impõem uma especie de freio aos movimentos do corpo, procuram maiores pausas na correria pela vida, não para curtirem os prazeres da imaginação como os autores dos contos dos heróis fictícios, mas para trabalharem com os ingredientes, os recursos do cérebro, em busca de mais poder no futuro. Mas o pior é que estas pessoas sabem que este trabalho pode ser perdido, inutilizado, pois estão procurando no escuro, no desconhecido. Se encontrarem algo, pode ser um conhecimento útil ou inútil para o momento. Se for um conhecimento útil, ele se tornara em um instrumento tecnológico, uma ferramenta, uma arma, etc. Esta atitude e estranha porque vai contra tudo o que a especie humana herdou das suas ancestrais especies animais. Ela surgiu apenas agora, no humano, parece que vinda do nada. Não é logico, pratico, racional, a um animal se desviar da comida ou da fuga de um predador, ao se deparar na selva com um barco caído do céu trazido por um tornado, ou ao sentir apenas uma presença invisível de algo desconhecido, e deter-se procurando saber do que se trata. Mas existem humanos que tem atuado justamente dessa maneira estranha: eles param a sua vida, aguentam o crescer das necessidades até onde não suportam mais, trabalhando um pensamento sobre algo distante, ou invisível porque muito pequeno ou muito grande, sem terem certeza de que vão usufruir de um possível ou não produto resultante do trabalho. Não é irracional porque o irracional nunca faz isso, mas também não é racional, não é um efeito natural da sua linhagem evolutiva. Em outras palavras, isto não vem de dentro dele. E aqui o mistério fica mais estranho.

Depois que passei a pensar ou suspeitar que descobri uma força natural a que denomino de “a formula da Matrix/DNA”, eu teria uma rápida solução para esta questão. A causa para essa emergência deste fenômeno que não existia veio de fora do individuo, mas veio de dentro também, porque ela esta’ fora, sendo o ambiente que o cerca, e esta’ dentro, na forma de seu código genético. Mas como isso é uma teoria, vamos manter essa possível solução em suspenso. Apenas para lembrar, tenho outro artigo que trata uma questão semelhante: porque, cargas d’água, um réptil que botava ovos fora resolveu se sacrificar todo tentando manter os ovos dentro que acabou levando-o a se transformar num mamífero? Esse caso vai contra todos os mecanismos da teoria evolucionaria Darwiniana, e apenas encontrei uma solução plausível quando vi na formula da Matrix/DNA um agente capaz de produzir esta ocorrência, atuando desde fora para dentro do réptil, como também de dentro para fora. Em vista disso vou escolher a solução em que humanos se prestam ao sacrifício no prolongamento de um pensamento distante movido desde fora mas também desde dentro.

Uma das particularidades que tem ocorrido comigo pode ser arrolada como evidencia teórica para a causa vir de fora, e/ou de dentro. Eu tenho sido a espécie do individuo que sacrificou muito da vida investindo o ganho em pausas do corpo físico na correria, para fazer funcionar mais o motor do cérebro. Depois da maturidade a manutenção da vida ficou mais fácil, exigindo menos movimentos, portanto a continuidade do investimento na prolongação dos pensamentos foi mais fácil. Mas me lembro de muitas ocasiões em que estava fazendo um trabalho físico, árduo, braçal, todo sujo e suado do trabalho, quando de repente me veio a mente a lembrança de uma questão em que estivera pensando ultimamente, e logo em seguida, como que por encanto, pintou uma solução. De maneira que minha primeira reação foi exclamar aos meus botoes: ” A solução estava tão obvia! Porque não pensei nisso antes?!” Não tenho duvidas, a solução veio de fora com certeza, mesmo que também tenha vindo de dentro: eu estava com o cérebro concentrado nas mãos, fazendo um trabalho, de maneira alguma desviei o cérebro para aquele tipo de reflexão filosófica naquele momento.

Não é fácil aguentar-se esforçando um pensamento sobre algo que não esta’ influenciando nossa sobrevivência agora, a viver mais tempo, para ver se se torna um conhecimento, ou ao menos uma ideia para avançar num conhecimento. E’ preciso uma força de vontade, mas como é um objetivo sem sentido pratico aqui e agora, esta força de vontade fica estranha. Vou descrever um exemplo que me ocorreu esta manha, quando fiquei na cama depois de acordado, para pensar na minha pesquisa existencial, nas formulas que elaborei, etc.

Comecei me perguntando como funciona o cérebro dos acadêmicos e cientistas modernos quando acreditam nas teorias da abiogêneses e do Big Bang. O que eles pensam sobre o que faz a Natureza que começa no caos e organiza a matéria em arquiteturas, sistemas que funcionam. Como, o que, pegou a matéria distribuída caoticamente no espaço e com ela produziu este sistema solar? Teria sido o mesmo que enfiou primordiais micro-organismos dentro de uma vesícula criando uma célula viva?

Eu sei que eles investiram no pensamento distante ( não na imaginação por ela mesma, mas no pensamento pragmático) quando elaboraram as teorias da abiogêneses e do Big Bang. Mas estas terias envolvem pensamentos muito curtos, pois as respostas são demasiado simples, curtas.  Em curto e grosso… ” foi uma soma estatística de acasos que ocorrem num longo tempo de bilhões de anos”. E’ uma frase composta mais de palavras abstratas que nomes concretos. Soma, estatística, acasos, tempo, estas palavras não são nomes de objetos tocáveis, visíveis, concretos. Então se evidencia a presença do imaginário nessa crença. Fé, esta coisa irracional que os materialistas tanto combatem… nos outros. Isto significa que deram a partida, iniciaram a prolongar um pensamento mais que o habitual popular o faz, porem, logo finalizaram o pensamento, deixando-o como um pensamento curto. E é compreensível porque agiram assim: este pensamento é um avanço numa escuridão e logo começa-se a tropeçar em obstáculos que fazem retornar ao ponto de partida, e isto cansa muito, e logo. A gente normalmente desiste.  A linhagem do pensamento acadêmico começou mesmo foi com os filósofos gregos, ao contrario da linhagem do pensamento religioso. E os primeiros filósofos desistiram depois da curta solução da “geração espontânea”. Espontânea, quer dizer, curta, tao curta como o pensamento que produziu esta solução, que obviamente, hoje o sabemos, era falsa. Mas de lá para cá, mesmo com a evolução das universidades, pouco progresso se somou ao que chegou aqueles filósofos. Apenas “o espontâneo foi ampliado de um período de tempo de algumas horas, ou dias, ou meses, para um espontâneo que se constitui num período de bilhões de anos”. O espontâneo continuou o mesmo, quer dizer, o acaso, não existe um elemento na natureza responsável pela organização ou transformação da matéria em sistemas funcionais”.

O pensamento acadêmico parou no pensamento curto e esperou pelas novidades das descobertas cientificas, durante dois mil anos. A experiencia de Muller/Urey demonstrando que o acaso pode produzir aminoácidos. A descoberta que cristais formados por gelo repetem-se em secções iguais, usada como prova de como ocorrem as longas cadeias moleculares e depois como a molécula de RNA começou o fenômeno da auto-reprodução. A descoberta do principio da evolução na matéria. Todas estas descobertas foram sendo encaixadas no Leito de Procusto construído pela teoria curta da espontaneidade, para retroalimenta-la. Assim como se concluiu não ser necessário a interferência de um Deus para criar as galaxias e a vida, também não é necessária a existência de alguma propriedade especial na Natureza que organizaria a matéria caótica em sistemas funcionais. Continua vitorioso o pensamento curto que produz a solução da geração espontânea.

Mas… e se um filosofo, ou qualquer especialista acadêmico, hoje, tentasse prolongar aquele pensamento dos filósofos gregos a partir do ponto em que pararam e retornaram?

Ele poderia começar fixando na mente aquelas imagens, desenhadas ou fotografadas, do Sistema Solar. Vários objetos de matéria, pesada ou leve, cerca de nove ou dez, suspensos no espaço vazio, mas movendo, por alguma força interna ou externa ou ambas, em trajetórias repetitivamente exatas, idênticas, sincronizados… Esta imagem resultou da imagem existente a alguns bilhões de anos atras, a qual era uma nuvem, uma nébula caótica de átomos leves e pesados, gases e poeira. Mas como? Porque? O que atuou neste espaço de tempo que transformou aquela nuvem nessa espécie de relógio, de maquina de exata engenharia que vemos hoje?!

Neste ponto é fácil compreender o porque dos pensamentos curtos, o porque da desistência. Primeiro porque o individuo pressente que não vai chegar a solução, esta’ trabalhando, se sacrificando atoa. Muito melhor ligar a televisão, jogar um vídeo game, ou sair na rua para encontrar os amigos, ver as meninas, tomar um trago. Claro, somos ainda animais práticos.

Hoje de manha eu poderia ter feito qualquer destas coisas, mas não, permaneci imóvel na cama com a imagem do Sistema Solar na mente. Então me lembrei que em outra ocasião notei que uma laranjeira imita exatamente a forma de uma galaxia. Cheguei a desenhar as duas lado a lado, para melhor visualizar o achado. A galaxia e uma espiral, mas não uma espiral com uma linha que se curva continuamente, ela emite do núcleo, braços, que se espiralizam devido ao seu movimento de rotação. Pois a arvore tem um núcleo, o tronco, o eixo, do qual saem os galhos, os seus “bracos”. Pendurados nos bracos, a galaxia apresenta os planetas, opacos, sem emitirem luz. penduradas nos galhos da arvore vemos as folhas verdes, opacas, que não emitem luz, nenhuma cor clara forte. A galaxia apresenta nas pontas dos seus bracos, as estrelas brilhantes, novas, ou sois também brilhantes, porem mais amarelados; a laranjeira exibe nas pontas de seus galhos, as laranjas amarelas, maduras. Parece que as laranjas estão conectadas diretamente ao Sol, fazendo fotossintetize, tal a semelhança.

Mas na arvore vemos todos os seus objetos ligados, conectados, uns aos outros. Na galaxia vemos todos os objetos estão separados, suspensos no espaço. Vamos tentar prolongar este pensamento com a hipótese de que estejamos sofrendo uma ilusão de ótica como sofriam os que acreditavam no sistema geocêntrico. Ou nos que acreditavam na Terra plana. Vamos imaginarar que também na galaxia existem objetos, como cabos, que estão conectando, segurando todos os demais objetos. Apenas não os podemos ver, mas vamos imaginar que eles existam. De que seriam feitos, qual seria essa matéria invisível, intocável pelos nossos sensores e instrumentos espaciais?!

Antes de Newton, alguém com certeza tentou fazer este sacrifico prolongando este pensamento. Não sei se nesta época já se sabia da existência dos campos magnéticos, com suas linhas curvas magnéticas, se conheciam as equações de Maxwell. Se sim, o individuo começou a suspeitar de uma cena contendo um campo magnético galáctico, onde todos os astros estariam conectados por estas linhas. Mas o fato é que o pensamento curto de antes foi estendido apenas um pouquinho, saltando do curto “espontâneo”, para uma imaginação do campo magnético. Pois esta hipótese começa a ativar a ideia de que algo invisível existindo na natureza montou o sistema galáctico, não teria sido apenas o acaso ou algum Deus poderoso. Mas por ser impossível ver e tocar campos magnéticos, o pensamento novamente ficou parado ai.

Hoje de manha eu tentei avançar um pouquinho mais. E imaginei uma arvore em que seus objetos estivessem separados uns dos outros, boiando no espaço. Arranquei o tronco da arvore do solo e cortei-o separando uma tora. Cortei na base todos os galhos e separei-os no espaço, Arranquei todas as folhas e as laranjas e as arranjei na forma semelhante ‘a da arvore, no espaço. E imaginei um motor giratório embaixo de um tubo vertical fazendo o tubo girar. E dentro do tubo, coloquei a tora. Imaginei levantando com a mente todos os demais elementos – galhos, folhas, laranjas – acima da tora girante e imaginei aquela cena de tudo girando. Tudo separado no espaço, movendo. Ali estava minha galaxia vegetal. Muita loucura? Non-sense? Porque? Ate prova em contrario, quem criou arvores aqui foi esta galaxia, e a sua imagem e semelhança.

Mas o que faria as folhas moverem-se obedecendo a regra geral?! Raios,… decididamente o mundo real não faz sentido, eu tenho que parar por aqui e desistir. Imaginei saindo na rua, me enfurecendo com um estranho que olhava para mim, e dizendo:

– ” Sou um pensamento curto sim, e dai’? Sou assim. Goste de mim assim ou esqueça que existo. Não vou me morder até morrer por isso.”

Tenho que me aceitar assim, com essa inferioridade. Mas ao invés de desistir, novamente tentei fazer mais um esforço. E então me lembrei de Newton de novo. As imagens de Kepler, de Einstein, do Maxwell do electromagnetismo, pipocavam na minha mente, mas ainda não tinha chegado a vez de Einstein, eu estava em Newton ainda. Talvez quando o Newton estava deitado na sombra embaixo da arvore, em sua cabeça ocorreram pensamentos parecidos com os que me ocorria na cama de manha. Eu estava duzentos anos atrasado mas de proposito, pois retornara procurando onde os pensadores erraram para conduzir dessa maneira o homem moderno a acreditar nestas teorias abstratas absurdas. O tudo veio do nada, uma montanha de acasos construiu o código genético, e por ai vai… tudo absurdo! Quando a maçã caiu no espaço Newton a viu separada, notou o problema dos cabos invisíveis, e resolveu o problema transformando o campo magnético numa hipotética força gravitacional. Avançou, chegou ai e parou de novo. O campo gravitacional seria uma especie de nuvem maior que a galaxia que abracava todos os astros e os organizava de maneira a funcionar como um relógio. Hein?!!! Pois é, a humanidade ficou um século brindando em comemoração a tal avanço da inteligencia humana. Realmente um grande avanço, comparado aos pontos que tínhamos parado antes.

Mas então veio Einstein. Que tentou dar mais substancia a esta misteriosa força gravitacional, experimentando a hipótese de imagina-la como sendo uma substancia mais densa do espaço. De maneira que os astros como o Sol ao flutuarem neste oceano de substancia fazia como um objeto mais ou menos pesado faz na água, criando ondas a volta e afundando-se um pouco. Assim, toda a poeira, os detritos, em volta do objeto ficariam circulando mais ou menos em orbitas iguais. Foi outro avanço em cima de onde Newton tinha parado. Agora, algumas falhas não explicadas na teoria do Newton eram melhor explicadas.

Ficamos umas sete desadas parados no ponto de Einstein, ( eu disse ficamos em cima do “ponto” de Einstein” e não em cima do “pinto” do Einstein”, não me confunda…) até quando esta cena imaginaria de um espaço maleável, denso, se curvando, inserida matematicamente nas teorias, começou a nos coçar o cocuruto. O que seria esta substancia do espaço?! Ai pintou a dark matter! Foi por causa do avanço do pensamento por Einstein que chegamos a esta famigerada matéria escura secreta!

Nestes dois seculos e as sete décadas parados no que conecta os astros, com as crenças na força gravitacional e no espaço denso curvo, em paralelo outras cabeças de outras disciplinas pensavam também e surgiram a Teoria do Big Bang e na Biologia a da abiogêneses. Com a chegada da quântica descobrimos preenchendo o vácuo a tal espuma movente quântica, mas ai ficamos mais confusos, pois se parece que a dark matter vem dessa espuma, não esta’ explicado como isso poderia ocorrer. Mas o fato que quero chamar a atenção aqui desde o incio é sobre como a natureza organiza a matéria distribuída caoticamente, seja vinda da espuma ou da escura, em sistemas funcionais, como as galaxias, as células, os corpos humanos e como o nosso pensamento continua curto nesse caso. E o cérebro humano. Em outras palavras quem esta’ perguntando isso sumamente interessado é o cérebro humano que se sente órfão, querendo saber como surgiu neste mundo, quem é seu mentor criador, seu pai e/ou sua mãe?…

O meu cérebro tenta olhar para dentro de si mesmo para ver seus órgãos, suas glândulas, suas massas branca e cinzenta, seus neurônios, mas não consegue ver nada disso, porque meu cérebro é cego. Ou melhor, nunca teve visão própria. Tenta se tocar para sentir seus componentes mas não tem sensores para isso. Estou desconfiando que por isso ele criou o pensamento e me faz esforçar para desenvolve-lo, como se o pensamento seja a ferramenta, o sensor que vai solucionar o mistério de sua existência. Outra maneira – e a mais viável, a que realmente temos aplicado até agora – é usar os sensores de ver e tocar o mundo externo pesquisando como os sistemas ancestrais foram formados, pois assim o cérebro, sabendo ser produto dessa evolução, teria sua resposta. Mas os modernos se tornaram “des-pensadores” quando acreditaram que agora já possuem a resposta definitiva. Foi o acaso. E pronto, assunto encerrado!

Que maneira de novamente manter o pensamento curto. Uma sopa primordial rica em nutrientes é mais complexa que uma camisa suada largada num canto da casa. Nesse ponto o pensamento encompridou um pouquinho nos últimos dois mil anos. Três mecanismos – variação, seleção e hereditariedade – é um conhecimento mais complexo do que a ideia do espontâneo criador na camisa suada, que encompridou o tempo de alguns dias para alguns bilhões de anos. Mas… as partes dos sistemas vivos não estão suspensas no espaço. Nem a força gravitacional, nem a matéria escura do espaço curvo existem dentro de uma célula ou um corpo humano, para serem os responsareis por sua formação. Isto tortura qualquer pensamento buscador, a saída foi para-lo por ai, trocar a força gravitacional e a matéria escura pelo acaso, e pronto. Esta’ certo, vamos ficar esperando novas descobertas cientificas para reencetar o desenvolvimento do pensamento.

Mas eu não aceitei isso. Não acho responsável ficar ensinando as crianças na escola uma coisa que não pode ser a verdade. Acho que a questão devia ser mantida sem resposta, instruindo as mentes jovens a serem e continuarem abertas, buscando, e não apenas esperando. Buscando com outros métodos diferentes dos atuais empregados pelos pesquisadores crente nesta teoria, como eu empreguei um método diferente. Alem disso estamos carecas de saber o prejuízo e malefícios que causam sobre os humanos as crenças cabeludas, sem pé nem cabeça.

Por isso não me arrependo de ter gasto o maior tempo da minha vida no trabalho mental mesmo tendo quase a certeza que dai nada obteria. Afinal meu pensamento deu um passo bem maior e chegou num ponto bem mais avançado do que o em que esta’ parada a universidade. Não sei se deu um passo numa trilha errada, num beco sem saída, num caminho que leva a um abismo, mas o fato é que meu pensamento produziu uma hipótese da existência de um elemento na Natureza que seria capaz de organizar a matéria caótica em sistemas funcionais. Tenho o desenho, o retrato falado do agente criador misterioso – a formula da Matrix/DNA, constituída de ondas de luz – e assim eu trouxe para o cenário algo que todos tem esquecido ou desprezado. Pensaram no campo magnético, na gravitação universal, na matéria escura, mas se cegaram para um elemento que igualmente banha todo o Universo… a Luz! E se eu estiver certo, nunca conheceram a verdadeira luz, jamais imaginaram o que ela é de verdade, o que ela contem em si.

Porem, se meu pensamento foi exercitado ao extremo de minhas possibilidades, a minha imobilidade física me interrompeu, e encontrou-se  com atual imobilidade do pensamento nos outros humanos, com quem parece ter formado um par e se casado. Pois este desprezo da luz não permitiu o desenvolvimento de maior tecnologia na direção dos fótons, a qual estou necessitando para comprovar ou destruir minha teoria. O desenvolvimento desta tecnologia depende de que os outros humanos, que tem os recursos para tal, pense mais, pense agora mais sobre a luz, do qual vai surgir a tecnologia apropriada. A luta para incentivar o alongamento do pensamento curto de hoje foi a razão deste artigo.

 

 

A Síndrome do Pensamento Acelerado (vídeo): Produzida pela formula dos Sistemas Naturais

segunda-feira, janeiro 28th, 2019

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https://www.facebook.com/augustocury.autor/videos/725868777789437/

A doença que nenhum remédio cura!
E minha opinião:

Infelizmente, o vosso conhecimento, humanos, esta muito atrasado para entender e detectar a solução. Sendo um sistema natural em si mesmo, o cérebro e` governado pelas regras da formula dos sistemas naturais ( a qual pode ser vista no meu website). Existe uma fase em que o fluxo da energia no circuito sistêmico passa a dominar seu par, a massa, e tenta estabelecer sua meta suprema, que e` aceleração na velocidade da luz. Isto aconteceu com um nosso ancestral, as galaxias. Mas um sistema para se desenvolver saudavelmente ate se transcender tem que ter equilíbrio entre as partes. O que o Cury intuiu com perspicácia sem saber disto e` a tentar reagir o nosso aspecto massa, desacelerando os fluxos no cérebro. Porem ninguém vai aplicar essa instrução abstrata porque não conhece a amplitude e profundidade da causa, e nesta se vê a solução que depende antes de desacelerar o sistema social, principalmente no aspecto econômico/consumista. Mas a energia tem seus agentes entre nos que estão no poder e estes se impõem sobre a grande massa inerte. Não adianta entrar no “salve-se quem puder” apenas tentando disciplinar a si mesmo, tens antes que lutar no aspecto social.

Provado Cientificamente: Meditação altera saúde do cérebro para melhor

terça-feira, janeiro 22nd, 2019

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Longa pesquisa e observação dos resultados de MRI realizados por laboratórios das Forças Armadas os USA demonstraram alterações no cérebro para melhor durante meditação.

https://myfusimotors.com/2019/01/20/army-study-quantifies-changes-in-stress-after-meditation/

Army study quantifies changes in stress after meditation

Incrível como uma unica dose de substancia da maconha na juventude deixa o cérebro “aleijado” para o resto da vida!

terça-feira, janeiro 15th, 2019

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Descobriram que as imagens de MRI do cérebro de jovens nos 14 anos que experimentam maconha uma unica ou duas vezes são diferentes dos normais e porque nesta idade o cérebro ainda esta’ em formação, a maconha aumenta a quantidade da massa cinza, a qual vai impedir ou dificultar para sempre as conexões entre neurônios. E com isso a pesquisa descobriu que jovens que usam maconha frequentemente apresentam diferente capacidades cerebrais em relação aos jovens normais, ficando mais lentos nos testes de memoria, menos hábeis a aprender novas informações, e dificuldades em processar informações, ou seja, diminui  a inteligencia.

Noticia completa em:

https://www.nbcnews.com/storyline/legal-pot/even-little-marijuana-may-change-teen-brain-study-finds-n958536

Image: Various figures show grey matter volume differences after cannabis use in adolescents.

Even a little marijuana may change teen brain, study finds

Researchers say even one or two joints cause changes in areas of the brain involved in emotion-related processing, learning and forming memories.

Low levels of marijuana use — as few as one or two times — may change the teen brain, according to a new study.

The study, which looked at the brains of 46 14-year-old girls and boys from Ireland, England, France and Germany, found that teenagers who reported using recreational marijuana just once or twice displayed increased volume on MRI images in numerous brain regions involved in emotion-related processing, learning and forming memories.^

““At the age at which we studied these kids (age 14), cortical regions are going through a process of thinning,” he said, suggesting that this is a “sculpting” process that makes the brain and its connections more efficient. “So, one possibility is that the cannabis use has disrupted this pruning process, resulting in larger volumes (i.e., a disruption of typical maturation) in the cannabis users. Another possibility is that the cannabis use has led to a growth in neurons and in the connections between them.”

(read more)

Circuito sistêmico da conexão entre os intestinos e o cérebro

sexta-feira, dezembro 14th, 2018

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http://socientifica.com.br/2018/12/seu-intestino-esta-diretamente-conectado-ao-seu-cerebro-por-meio-de-um-circuito-de-neuronios/

Circuito da conexão dos intestinos com o cérebro

Seu intestino está diretamente conectado ao seu cérebro por meio de um circuito de neurônios

Estudo revela que o intestino tem uma conexão muito mais direta com o cérebro através de um circuito neural que permite transmitir sinais em meros segundos.

Este e’ seu cerebro com parasitas influenciando comportamentos humanos

segunda-feira, dezembro 10th, 2018

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Porque ler este livro: (Comprado, lendo)

(critico): “I believe this field of science will be huge, but at the time the amount of data is not enough to make any claim. McAuliffe is a talented writer and I hope I’ll see in few years a more reliable book in this subject by her.”

Portanto e um campo novo e junto com simbiose, parasitismos pode ser decifrado pela formula Matrix/DNA, entao posso encontrar detalhes onde posso oferecer teorias para pesquisas.

https://www.amazon.com/This-Your-Brain-Parasites-Manipulate/dp/0544947258/ref=cm_cr_arp_d_pdt_img_top?ie=UTF8

 

McAuliffe clearly is a remarkable writer and researcher. The content of this book, however, is not as impressive as her writing skills.
The first chapters were great and provided lots of information to support that parasites manipulate lesser organisms like roaches.
The chapters about human/parasites interaction were very speculative. There is a lot of “maybe, might, and may”. She cites real scientists and their claims that parasites MAY affect human behavior, but there is not real data to support those statements. In science, you need numbers, large numbers, for a study to have some validity. She didn’t provide numbers in most studies, which reduces credibility in the results. Also, the nature of the mentioned studies is unreliable. You can’t conclude there is a correlation between parasites infection and the likelihood of a risky behavior, when there are much much more variables to consider.
I believe this field of science will be huge, but at the time the amount of data is not enough to make any claim. McAuliffe is a talented writer and I hope I’ll see in few years a more reliable book in this subject by her.

Circuito sistêmico neural entre cérebro e intestino

domingo, novembro 18th, 2018

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http://socientifica.com.br/2018/12/seu-intestino-esta-diretamente-conectado-ao-seu-cerebro-por-meio-de-um-circuito-de-neuronios/

Seu intestino está diretamente conectado ao seu cérebro por meio de um circuito de neurônios

Estudo revela que o intestino tem uma conexão muito mais direta com o cérebro através de um circuito neural que permite transmitir sinais em meros segundos.

O intestino humano é revestido com mais de 100 milhões de células nervosasé praticamente um cérebro em si mesmo. E de fato, o intestino realmente fala com o cérebro, liberando hormônios na corrente sanguínea que, ao longo de cerca de 10 minutos, nos dizem o quanto está com fome, ou que não deveríamos ter comido uma pizza inteira. Mas um novo estudo revela que o intestino tem uma conexão muito mais direta com o cérebro através de um circuito neural que permite transmitir sinais em meros segundos. As descobertas podem levar a novos tratamentos para a obesidade, transtornos alimentares e até mesmo depressão e autismo – todos eles ligados a um intestino com defeito.

O estudo revela “um novo conjunto de caminhos que usam células intestinais para se comunicar rapidamente com o tronco cerebral”, diz Daniel Drucker, um cientista clínico que estuda distúrbios intestinais no Instituto de Pesquisa Lunenfeld-Tanenbaum, em Toronto, Canadá, que não estava envolvido com o trabalho. Embora muitas perguntas permaneçam antes que as implicações clínicas se tornem claras, ele diz: “Essa é uma peça legal e nova do quebra-cabeça”.

Em 2010, o neurocientista Diego Bohórquez, da Duke University, em Durham, na Carolina do Norte, fez uma descoberta surpreendente enquanto examinava seu microscópio eletrônico. As células enteroendócrinas, que estudam o revestimento do intestino e produzem hormônios que estimulam a digestão e suprimem a fome, têm protuberâncias semelhantes a patas que lembram as sinapses que os neurônios usam para se comunicar entre si. Bohórquez sabia que as células enteroendócrinas poderiam enviar mensagens hormonais ao sistema nervoso central, mas ele também se perguntava se elas poderiam “conversar” com o cérebro usando sinais elétricos, como os neurônios fazem. Se assim for, eles teriam que enviar os sinais através do nervo vago, que viaja do intestino para o tronco cerebral.

Ele e seus colegas injetaram um vírus da raiva fluorescente, que é transmitido através de sinapses neuronais, para os cólons de camundongos e esperaram que as células enteroendócrinas e seus parceiros se acendessem. Esses parceiros acabaram se tornando neurônios vagais, relataram os pesquisadores na Science.

Em uma placa de Petri, as células enteroendócrinas alcançaram os neurônios vagais e formaram conexões sinápticas entre si. As células até expeliram o glutamato, um neurotransmissor envolvido no olfato e paladar, que os neurônios vagais capturaram em 100 milissegundos – mais rápido que um piscar de olhos.

Isso é muito mais rápido do que os hormônios podem viajar do intestino para o cérebro através da corrente sanguínea, diz Bohórquez. A lentidão dos hormônios pode ser responsável pelos fracassos de muitos supressores de apetite que os atingem, diz ele. O próximo passo é estudar se essa sinalização do cérebro intestinal fornece ao cérebro informações importantes sobre os nutrientes e o valor calórico dos alimentos que ingerimos, diz ele.

Existem algumas vantagens óbvias para a sinalização do cérebro, como a detecção de toxinas e veneno, mas pode haver outras vantagens em sentir o conteúdo de nossas entranhas em tempo real, diz ele. O que quer que seja, há uma boa chance de que os benefícios sejam antigos – as células sensoriais intestinais datam de um dos primeiros organismos multicelulares, uma criatura plana chamada Trichoplax adhaerens,

Trichoplax adhaerens, que surgiu há cerca de 600 milhões de anos.

Pistas adicionais sobre como as células sensoriais do intestino nos beneficiam hoje estão em um estudo separado, publicado hoje na Cell. Pesquisadores usaram lasers para estimular os neurônios sensoriais que inervam o intestino em camundongos, que produziam sensações recompensadoras que os roedores trabalhavam duro para repetir. A estimulação a laser também aumentou os níveis de um neurotransmissor que estimula o humor, chamado dopamina, no cérebro dos roedores, descobriram os pesquisadores.

Combinados, os dois artigos ajudam a explicar por que estimular o nervo vago com corrente elétrica pode tratar depressão grave em pessoas, diz Ivan de Araujo, neurocientista da Icahn Escola de Medicina Monte Sinai, em Nova York, que liderou o estudo celular. Os resultados também podem explicar por que, em um nível básico, comer nos faz sentir bem. “Embora esses neurônios estejam fora do cérebro, eles se encaixam perfeitamente na definição de neurônios de recompensa”, que estimulam a motivação e aumentam o prazer, diz ele. [Science]

Evolução: Bom argumento dos criacionistas sugerindo que a Teoria da Evolução da Matrix/DNA é mais racional

sexta-feira, outubro 26th, 2018

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Texto de um criacionista criticando os evolucionistas ateus e a seguir, analise da Matrix/DNA

“Still no evidence for a talking snake.” – Says the atheists. But…

Human beings read, write, talk, publish books, design and fly airplanes and more, and:

  • Our ancestors were supposedly apes, so that means they are claiming populations of apes could eventually, over generations, learn to read, write, talk, publish books, design and fly airplanes and more if you just “give it enough time”.
  • Our ancestors were supposedly reptiles before that, so that means they are claiming populations of reptiles could eventually, over generations, learn to read, write, talk, publish books, design and fly airplanes and more if you just “give it enough time”.
  • Our ancestors were supposedly amphibians/frogs before that, so that means they are claiming populations of amphibians/frogs could eventually, over generations, learn to read, write, talk, publish books, design and fly airplanes and more if you just “give it enough time”.
  • Our ancestors were supposedly fish before that, so that means they are claiming populations of fish could eventually, over generations, learn to read, write, talk, publish books, design and fly airplanes and more if you just “give it enough time”.

This is what they call “reality”. Meanwhile they reference satan speaking THROUGH a snake as a “talking” snake, while believing populations of snakes could eventually learn to read, write, publish books, speak, pass laws, design computers and more, if you just “give it enough time”. Hypocrisy, which exposes the unfortunate willful ignorance.

Parecer da Matrix/DNA:

Pela interpretação da evolução, os acadêmicos consideram que o processo evolucionário desde a matéria sem vida, passando pelo primeiro ser vivo, até o homem foi Darwinista,  único e completo pelos três mecanismos – Variação, Seleção Natural, Hereditariedade.

Sabemos que os humanos puderam, eventualmente, aprenderem a falar, escrever, ler, publicar livros, desenhar computadores, mandar humanos `a lua. Se consideramos como correta a interpretação acadêmica do processo Darwiniano, temos que aceitar que os  nossos ancestrais macacos iriam, apos muitas gerações, serem capazes de falar, escrever, ler, publicar livros, desenhar computadores, e porem seus descendentes na Lua; que os anteriores ancestrais mamíferos de quatro patas como as vacas, iriam, apos muitas gerações, serem capazes de falar, escrever, ler, publicar livros, desenhar computadores e porem vacas… digo…, seus futuros descendentes, na Lua; e teríamos ainda que aceitar que os anteriores ancestrais, os repteis como as cobras, iriam, apos muitas futuras gerações, serem capazes de falar, ler, escrever, desenhar computadores e por cobras.. digo… seus futuros herdeiros, na Lua; mas teríamos que aceitar que os ainda mais antigos ancestrais, como os peixes e as sardinhas, iriam, muitas gerações no futuro, aprender a falar,ler, escrever, desenhar computadores, construir varas de pescar, e porem sardinhas… digo… suas futuras gerações, na Lua; mas teríamos que aceitar que antes, os vermes… iriam – dando-lhes o devido tempo de bilhões de anos – para a Lua, a bordo de espaçonaves!

E finalmente, a matéria sem vida da Terra, apos 3,5 bilhões de anos de sua evolução, venceu as distancias do espaço vazio e foi visitar a matéria sem vida da Lua. Enquanto isso, a matéria sem vida da Lua, sem precisar de todo este esforço evolucionário de 3,5 bilhões de anos, visita a matéria da Terra enviando simples meteoritos…

Qualquer esforço de racionalismo detectara’ que existe algo errado nesta interpretação.  O erro esta’ no desconhecimento da amplitude do processo evolucionário e qual o significado cosmológico, universal, natural, de sua existência. A evolução não consiste em transformar especies constituídas de simples matéria e mais adaptadas em novas especies mais complexas. Ela consiste em disponibilizar mais informações para serem materializadas por um único sistema universal que surgiu no Big Bang construído por uma formula, tornando-o cada vez mais complexo. Para entender isto, uma analogia vem a calhar… Na embriogênese, uma simples formula inicial – o DNA – em meio material, cria um sistema celular e depois fornece informações transformando esta célula em blastula, feto, embrião, criança, adulto, etc, sempre complexificando o mesmo sistema.

Mas na embriogênese, percebemos que aos 6 ou 8 meses, quando o cérebro esta formado, surge uma auto-consciência expressada. Isto não significa que cada cérebro cria uma auto-consciência e pela primeira vez no Universo, mas sim que a auto-consciência estava presente como potencial latente desde a primeira célula. E mais: a auto-consciência já existia alem do pequeno universo ovular do embrião, na especie humana, que foram seus criadores.

Voltemos então `a evolução universal. Estamos percebendo que aos 13,8 bilhões de anos, nesta região do Universo, se expressou a auto-consciência, e no sistema universal que teve inicio no Big Bang. Sendo tudo o mais igual – a embriogênese humana é uma auto-projeção da embriogênese do sistema universal – a auto-consciência esteve todo este tempo de 13,8 bilhões de anos no estado de potencial latente, vinda do alem deste Universo. Esta auto-consciência – como a mente de um sistema natural, sempre teve seu espaço reservado e mantido por todos os sistemas ancestrais – de átomos a galaxias a bactérias – que foi ocupado ela entidade do sistema, uma especie de software mantendo as regras internas dos sistemas. Apenas o cérebro humano, quando forma novas arquiteturas como o neocortex, esta’ preparado para iniciar a expressão desta auto-consciência. A qual traz consigo as propriedades de criar a linguagem, a fala, aprender a escrever, a ler, a publicar livros, a desenhar computadores e por cérebros humanos na Lua.

Não, nem macacos, nem vacas, nem peixes, nem amebas, e nem fetos humanos, poderiam jamais produzir descendentes que aprendessem a falar, a desenhar computadores, se contassem apenas com as propriedades e mecanismos da interpretação darwiniana do processo da evolução. Existe uma crucial diferença entre a especie humana e todas suas formas ancestrais. A auto-consciência dorme nos átomos e galaxias, sonha nos vegetais e nos animais, e finalmente começa a despertar e levantar no Homem. Levanta-se trazendo consigo a inteligencia, para falar, escrever, ler, desenhar computadores, e alavancar o corpo humanos para sua grande aventura cósmica. Até agora, apenas dentro da Matrix/DNA Theory, estamos aprendendo a amplitude e todos os constituintes do processo evolucionário universal.

Cerebro: Duas consciencias diferentes nos dois hemisferios?

sexta-feira, outubro 12th, 2018

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O PARADOXO DO CÉREBRO DIVIDIDO ( Uma nova perspectiva no entendimento dos hemisférios)

Uma diferença entre a imagem baseada na hierarquia corporativa de uma empresa – e a verdadeira estrutura do cérebro, pode ser observada no caso curioso de pacientes com cérebro dividido. Um traço incomum do cérebro é que ele tem duas metades, ou hemisférios, o direito e o esquerdo, praticamente idênticos. Durante muito tempo os cientistas se perguntaram por que o cérebro tem essa redundância desnecessária, pois consegue funcionar mesmo quando um hemisfério é totalmente removido. Nenhuma hierarquia corporativa apresenta essa estranha característica. Além disso, se cada hemisfério tem consciência, isso significa que temos dois centros de consciência dentro do mesmo crânio?

O dr. Roger W. Sperry, do California Institute of Technology, ganhou o Prêmio Nobel em 1981 ao mostrar que os dois hemisférios cerebrais não são cópias exatas um do outro, e de fato desempenham funções diferentes. Essa descoberta causou furor na neurologia (e gerou uma indústria duvidosa de livros de autoajuda que pregam a aplicação da dicotomia cérebro-esquerdo/cérebro direito na vida diária.) O dr. Sperry estava tratando de epiléticos, que às vezes sofrem de convulsões do tipo “grande mal” provocadas pelo descontrole do processo contínuo de realimentação (ou ciclos de feedback) entre os dois hemisférios do cérebro. Tais convulsões – causadas pelo mesmo processo que gera o som estridente da microfonia – podem até matar. O dr. Sperry começou por cortar o corpo caloso, que liga os dois hemisférios do cérebro, de modo que não mais se comunicassem, e assim não compartilhassem informações entre os lados direito e esquerdo do corpo. Isso geralmente fazia parar o processo de realimentação e as convulsões. A princípio, os pacientes com cérebro dividido pareciam perfeitamente normais. Continuavam alertas e mantinham uma conversa naturalmente, como se nada tivesse acontecido. Porém, uma análise mais minuciosa desses indivíduos mostrou que havia algo muito diferente neles.

Normalmente, os hemisférios se complementam, com os pensamentos indo e vindo de um a outro. O cérebro esquerdo é mais analítico e lógico. É onde se encontram as habilidades verbais, ao passo que o direito é mais holístico e artístico. Mas o cérebro esquerdo é dominante, é o que toma as decisões finais. Os comandos passam do cérebro esquerdo para o direito por meio do corpo caloso. Se essa conexão é cortada, o cérebro direito fica livre da ditadura do esquerdo. Talvez o cérebro direito tenha vontade própria, contrariando os desejos do esquerdo dominante. Resumindo, pode haver duas vontades agindo dentro do mesmo crânio, às vezes brigando pelo controle do corpo. Isso cria a estranha situação em que a mão esquerda (controlada pelo hemisfério direito) começa a agir de forma independente de nossos desejos, como se fosse um apêndice externo. Há um caso documentado de um homem que estava a ponto de abraçar sua esposa com uma das mãos, quando descobriu que a outra mão tinha uma intenção diferente: dar um soco no rosto dela. Uma mulher relatou que estava pegando um vestido com uma das mãos enquanto a outra mão pegava uma roupa totalmente diferente. E um homem não conseguia dormir à noite com medo de que a mão rebelde fosse estrangulá-lo. Às vezes, pessoas com cérebro dividido pensam que estão vivendo em um desenho animado, com uma das mãos tentando controlar a outra. Alguns médicos chamam isso de “síndrome do dr. Fantástico” [dr. Strangelove], por causa da cena do filme em que uma das mãos do doutor luta contra a outra.

Após estudos detalhados de pacientes com cérebro dividido, o dr. Sperry concluiu que poderia haver duas mentes distintas operando num único cérebro. Ele escreveu que cada hemisfério é “de fato um sistema consciente em si mesmo, capaz de perceber, pensar, lembrar, raciocinar, querer, se emocionar, tudo isso num nível caracteristicamente humano, e (…) os dois hemisférios podem estar passando por experiências mentais diferentes, e até conflitantes, ao mesmo tempo”. Quando entrevistei o dr. Michael Gazzaniga, da Universidade da Califórnia em Santa Bárbara, uma autoridade em pacientes de cérebro dividido, perguntei como podem ser feitos experimentos para testar essa teoria. Há várias formas de comunicação com cada hemisfério sem o conhecimento do outro. Pode-se, por exemplo, colocar no sujeito óculos especiais em que aparecem perguntas diferentes diante de cada olho, de modo que é fácil direcionar perguntas a cada hemisfério separadamente. O difícil é tentar obter uma resposta de cada hemisfério. Como o cérebro direito não consegue falar (os centros da fala estão situados no lado esquerdo) é difícil obter suas respostas. Dr. Gazzaniga me disse que, para descobrir o que o cérebro direito estava pensando, ele criou um experimento em que esse hemisfério (mudo) conseguia “falar” usando peças com letras, como num jogo de palavras cruzadas. Ele começou perguntando ao cérebro esquerdo do paciente o que ele iria fazer depois que se formasse. O paciente respondeu que queria ser projetista. Tudo ficou mais interessante quando a mesma pergunta foi feita ao cérebro direito (mudo), que soletrou as palavras “piloto de carro de corrida”. Sem o conhecimento do cérebro esquerdo dominante, o cérebro direito tinha planos totalmente diferentes para o futuro. O cérebro direito tinha, literalmente, uma mente própria. Rita Carter escreve: “As implicações possíveis nos deixam aturdidos. Sugerem que todos nós podemos estar carregando por aí um prisioneiro mudo dentro do crânio, com uma personalidade, ambições e consciência de si muito diferentes das que acreditamos ter no cotidiano.” Talvez haja verdade na afirmação de que “dentro dele existe alguém ansiando por ser livre”. Isso significa que os dois hemisférios podem ter crenças diferentes. Por exemplo: o neurologista V. S. Ramanchandran descreve um paciente de cérebro dividido que, ao ser perguntado se era religioso, disse que era ateu, mas o cérebro direito declarou o contrário. Pelo visto, é possível ter duas posições religiosas opostas residindo no mesmo cérebro. Ramanchandran prossegue: “O que acontece quando essa pessoa morre? Um hemisfério vai para o céu e o outro vai para o inferno? Não sei a resposta.” É concebível, portanto, que uma pessoa de cérebro dividido possa ser republicana e democrata ao mesmo tempo. Se perguntarmos em quem ela vai votar, ela dirá o candidato do cérebro esquerdo, pois o direito não consegue falar. Mas dá para imaginar o caos na cabine de votação quando essa pessoa tem que usar só uma das mãos.

Medula Cerebral: Inicio de Pesquisa

quinta-feira, outubro 11th, 2018

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Medula cerebral

Medula cerebral