Archive for the ‘Cérebro’ Category

Cientistas acordaram a maquinaria de um cérebro morto, mas não o principio vital na formula do cérebro

sábado, abril 20th, 2019

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A sugestão que vem dos modelos teóricos da minha “Matrix/DNA Theory” fazem sentido aqui. Tanto o cérebro como a vida são produtos de uma formula natural que produz os sistemas naturais. Um novo ser nasce vivo porque o interruptor que ligou o funcionamento da vida foi acionado a bilhões de anos e continua transferindo esse principio vital de geração a geração. Uma vez que um ser foi desligado dessa corrente, pode se fazer toda a maquina do cérebro funcionar, que o principio não retorna e o ressuscitado sera um zumbi sem auto-consciência. Por isso também sera impossível tornar o computador ou robot mais poderoso com inteligencia artificial em algo vivo, pois só existe uma vida neste planeta rodando a 3,5 bilhões de anos.

Cientistas acordam cérebro morto e questionam noção de vida

https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/ciencia-e-saude/2019/04/18/interna_ciencia_saude,750236/cientistas-acordam-cerebro-morto-e-questionam-nocao-de-vida.shtml

 

De onde vem a inteligência comprovada do bolor verde que cobre o pão velho?!

quarta-feira, abril 17th, 2019

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Chamamos de “bolor” aquelas manchas ou substancias de massas gelatinosas que aparecem sobre materiais orgânicos em decomposição. Algumas figuras de bolor:

Por Lairich Rig, CC BY-SA 2.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?purid=13643375

 

Plasmódio com a sua rede de “veias”. By bernard bradley

Estes bolores são formados e constituídos por microorganismos muito simples, com uma so célula, que poderiam viver como organismos unicelulares livres, mas que se agregam em massas mucilaginosas macroscópicas, formando colônias.

Ate ai, tudo bem, toda criança está cansada de ver isso na Natureza e não se dá muita atenção a isso. Mas acontece que cientistas japoneses estudando e fazendo experiências com estes bolores descobriram algo surpreendente que nunca ninguém foi capaz de imaginar…

O bolor, essa massa disforme, tem principio de inteligencia! Age demonstrando ser inteligente! 

Um artigo da BBC News, no link abaixo, diz:

When slime is not so thick (Quando o bolor não é tão “grosso, espesso”)

http://news.bbc.co.uk/2/hi/science/nature/944790.stm

A descoberta deu-se no seguinte experimento: os cientistas fizeram numa placa uma série de canais na forma de um labirinto. Numa ponta puseram um pouco de bolor e no final do caminho mais fácil colocaram alimento orgânico em decomposição, a comida preferida das minúsculas criaturas. No inicio, como era de se esperar, a massa de bolor se multiplicou espalhando-se por todas as aberturas, todos os caminhos. Mas quando a massa encontrou a comida, ela começou a se transformar. Ela começou a diminuir, quando se esperava que ela ia crescer, engordar ainda mais, claro, pois está tendo alimento. Mas ela começou a cortar de seu corpo as extensões apenas de alguns canais, enquanto num canal ela começou a emagrecer e se esticar o máximo possível. No final ela ficou como uma tira fina e só num caminho, que vai de onde ela partiu até o ponto do alimento. E acontece que dos 4 caminhos possíveis, os outros três davam muitas voltas desnecessárias, alguns retornavam ao ponto de partida. Havia um único caminho mais fácil, que ia direto para a comida, e foi esse que a massa escolheu e se fixou. Com isso ela se alimentou muito melhor pois havia muito menos criaturas para dividir o mesmo alimento, economizando energia, etc. Exatamente o que uma fila de humanos teria escolhido, se tivessem que passar de mão em mão uma pilha de tijolos por um labirinto ate o ponto onde estariam construindo uma parede. Ou então recolhendo algo do ponto final.

  • “Não tem como discutir. Apenas algo com alguma inteligencia procederia assim.”

Anunciando sua descoberta no Journal Nature, os pesquisadores disseram que eles acreditam que o organismo mudou sua forma para maximizar sua eficiência na colheita e portanto sua chance de sobreviver. (Announcing their findings in the journal Nature, the researchers say they believe the organism changed its shape to maximise its foraging efficiency and therefore its chances of survival.)

Raios… eu copiei e colei o texto tal como esta’ escrito no artigo da BBC News porque fiquei com a pulga atras da orelha quando li isso. Quando me deparei com a palavra “maximise” não acreditei no que estava lendo, mas constatando que era verdade, corri nos dicionários suspeitando que aprendi o inglês errado. Pois eu aprendi que se escreve com “z”, “maximize”, e não com “s”. E os dicionários disseram que quem esta’ certo sou eu, o inglês que escreveu o texto esta’ errado… Talvez alguém esta’ precisando de um pouco da inteligencia das bactérias…

Mas, vejam como são as placas e o labirinto. Na imagem da esquerda se nota como, em situação normal, a massa se alastra por todos os canais, sem qualquer orientação. Na placa da direita se mostra como ficou a massa (quase um fio fino e por um só caminho) depois do achado do alimento.

Slime Bio-Mimetic Control Research Center

Agora, cá entre nos, deixa-me sussurrar algo em segredo ao seu ouvido, mas por favor não vá dizer a ninguém, senão a academia cientifica no poder hoje pode me mandar para a fogueira como herege.

Ora, essas criaturas e a massa que formam não tem o menor resquício de um cérebro, nem mesmo algo que se pode chamar de um principio de sistema nervoso. Para mim esta’ obvio que esse comportamento não pode ter sido produzido por inteligencia destas criaturas. Mas então o que foi de inteligente que orientou de fora esta massa? Bem, existe uma outra cena na Natureza onde vemos criaturas sem sistema nervoso se orientando na direção do alimento. Estou me referindo as plantas que crescem sempre com a ponta o mais próxima da luz do sol possível. E para isso não apenas o tronco, mas os galhos se torcem, se distorcem, se esticam todo, fazem voltas contornando obstáculos de sombra, com a determinação unica de obter o máximo de luz para a fotossíntese. Não acho que essas criaturas façam fotossíntese ( a pesquisar), mas fazem algo parecido com a quimiossíntese, um método mais primitivo e anterior na evolução, mas que faz quimicamente criaturas simples mudarem de forma na direção de alimento ou luz ou calor.

Mas porque os cientistas não pensam nisso, parece que nem se lembram disso ao observar a massa, ao menos no “paper” nada dizem disso?! Já vão correndo concluindo que as  criaturas tem alguma inteligencia?! Claro que eles conhecem as origens e a historia evolutiva anterior de onde veio estas criaturas, melhor do que eu conheço. Então porque lhes dá esse branco na cabeça quando observam o fenômeno, a ponto de não ligarem esta cena com a outra tao velha conhecida?

A causa é que uma equivocada visão do mundo se formou uma doutrina acadêmica passando de geração de estudantes a novas gerações de maneira que os neurônios são configurados de maneira a formarem networks que não copiam a network dos movimentos naturais, ou seja, raciocínios dessincronizados com a Natureza.  Devido a isso estes lapsos são inevitáveis e o pior, jamais estes cérebros vão aceitar serem reconfigurados a não ser na base do porrete, ou seja, com uma enorme massa de novos dados que sejam impossíveis de questionar.

Esta visão de mundo esta’ pondo coisas onde não cabem, onde a Natureza não poe. Tudo agora virou moda, esse negocio de adornar um punhado de átomos com personalidade própria, intenções inteligentes que se comportam para produzir planejados resultados futuros, como fazem com os punhados de átomos chamados de genes… “os genes são egoístas e tudo fazem para perpetuarem-se pela reprodução a qualquer custo…”… um punhado de átomos que tem consciência que existe futuro e que querem estarem vivos no futuro…

Ora,… convenhamos…

Agora são microcélulas fazendo mapas, traçando rotas, e o pior, modelando as curvas de seus corpos no mesmo modelo que veem o mapa de cima…

Nem humanos conseguem fazer isso. Eu ganhei um sapato caríssimo do meu ex-boss, lindo de morrer, mas quando enfiei o pé não aguentei andar, estava apertado e doendo demais. Eu daria tudo para poder usar os sapatos, então se pudesse encolheria meu pé alguns centímetros para caberem no sapato. Massas de bolor fazem isso eu não posso, são mais cientificas e inteligentes que eu…

Colonias de formigas e abelhas montaram sistemas sociais que beiram a perfeição, tudo funciona com eficiência máxima, todo o trabalho dividido em equipes e cada qual especializado na sua função. Seria a rainha uma reencarnação de algum maestro de orquestra que tinha a mania de comer todas as candidatas antes de aceita-las na orquestra e voltou para pagar seus pecados na forma de formiga? Pensando nessa hipótese eu peguei uma rainha, botei ela numa caixa de vídeo e fiquei berrando em cima dela: “Ei,… Bethoven!”. Se ela não apresentava nenhuma reação eu voltava a carga: “Ei, Mozart!”…

Não tem disso, não são maestros reencarnados, comprovei isso com essa experiencia cientifica super sofisticada.

Esta visão do mundo só consegue ver os fenômenos naturais pela meia parte esquerda de uma porta entreaberta, na qual esta escrito “método reducionista”. A outra folha direita da porta onde esta’ escrito “método sistêmico” fica fechada tampando a metade do mundo. Questão de miopia decorrente da total dominância do hemisfério esquerdo do cérebro e ausência dos atributos sistêmicos do hemisfério direito.

Assim quando estes pesquisadores vão observar o fungo ou seja la o que for do bolor, assim como quando observam as formigas, ou os genes, concluem rapidamente que só podem serem inteligentes para fazerem o que fazem. Porque se a evolução universal é uma só cadeia de causas e efeitos eles a dividiram em cosmológica e biológica e agora nestes punhados complexos de átomos organizados de forma biológica eles só consideram a evolução biológica. Assim não enxergam as causas que vem da Historia Natural Universal desde seus primórdios.

Quando na selva eu dava mordidas nos rabos de macacos que ficavam pulando em cima de mim e me enchendo o saco sem deixar eu ler meus livros ou escrever minhas equações, descobri que o DNA não surgiu por acaso e nem pelo simples desenrolar de reações químicas, mas sim que ele veio de outro DNA muito maior e muito mais antigo, que existe em galaxias, átomos e começou la’ no Big Bang, na forma de uma simples onda de luz natural. Trata-se da formula universal para todos os sistemas naturais a qual chamei de Matrix/DNA. Pois observando agora a experiencia dos cientistas eu vejo na formula o que é que de fora da massa, esta’ modelando a massa informe daquela maneira, o que é que esta vendo de cima o mapa, mas por ele estar igualmente dentro de todas as criaturas que constituem a massa, ele modela a massa coletiva e orienta-a a imitar a sua própria figura como sistema. Assim como, quando observando a sociedade das formigas, descobri que tudo o que elas fazem é o mesmo o que robots montados pela formula do sistema fariam.

Quando eu era um girino na barriga da minha mãe, eu era desajeitado pra burro, nem pernas para andar tinha. Meu corpo foi mudando de forma, gerou bracos, pernas, língua para lamber, fuckinha para fukinhar, etc. Na cabeça destes cientistas japoneses, o girino tem inteligencia e modela o corpo de acordo com necessidades futuras que vão ser necessárias num mundo la fora que o girino nunca viu. Não lhes ocorre olharem fora da barriga, para o corpo da mulher para perceberem que quem esta modelando o girino e alguém, um corpo, que esta fora e ao mesmo tempo, na forma de genoma, dentro do pequeno universo do girino. Na cabeça destes cientistas, se eles interromperem o tubo que leva através da placenta o alimento para o girino, o girino vai se mover, entrar no tubo, dar as mil voltas do tubo enrolado ate chegar onde o alimento parou….

Este processo que gera, de um corpo isolado e inerte, a sua transformação em varias formas diferentes, chamamos de ciclo vital, o qual foi o principio que montou o primeiro sistema neste Universo… e ele esta’ encriptado numa simples onda de luz.  O Ciclo vital se torna o fluxo de informações que percorre todo o sistema. Acontece que no circuito total tem um trecho em que as partes menores todas se dirigem para a parte que emite luz.  Este trecho se evoluiu para a forma biológica da fotossíntese.  Mas o que aproxima as partes menores da parte que emite luz não é a luz propriamente dita e sim os corpúsculos dela, os fótons, que estão tanto dentro das partes menores como estão no corpo que emite a luz. Estes fótons todos tende-se a alinharem-se na forma de montarem uma copia do sistema, por isso se auto atraem e se posicionam exatamente como estavam na onda de luz. Esta atracão gerou o processo que denominamos “comer”.

Pois na matéria orgânica em decomposição estão fótons presos que estão escapando pela decomposição, fótons buscados pelos fótons que estão no corpo da criatura e portanto em toda a massa. A coisa e muito mais complexa do que se vê no laboratório. No dia que esses cientistas descobrirem a formula universal, eles vão ter vontade imensa de construir aparelhos que sejam capazes de verem sinapses fluorescentes mas ainda ocultas aos nossos censores biológicos e artificiais mecânicos, formadas por fótons que estão dentro dos elétrons que estão dentro dos átomos que estão dentro do DNA que estão tanto nas criaturas numa ponta como na matéria orgânica em decomposição na outra ponta. E vão aprender que estes conceitos como ~comida”, ou “comer” na verdade não existem, são meros produtos apresentados a nossos olhos pela atividade de fótons que possuem a tendencia eterna de se procurarem e se juntarem onde estiverem com o sonho de recomporem o ciclo vital. A coisa toda é muito mais complexa do que imaginam.

A era do cerebro obcecado pelas aparencias das imagens visuais e seus processamentos hermeticos

domingo, abril 7th, 2019

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Faltou aqui uma das mazelas mais importantes: ”  O corpo nu mais que o efeito social deste corpo”

 

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Até uma pedra engana o observador pela sua aparência. Vendo-a por fora temos aquela imagem que logo lembra extrema simplicidade, dureza devido alta densidade da materia, frio, vulgaridade porque ela existe em todo lugar e pouca ou nenhuma serventia nos tem, etc. Mas se o observador se munir de um telescópio e for quebrando-a em pedaços cada vez menores, vai se deparar com uma outra aparência totalmente diferente: ele vai ver um enxame de particulas vibrando e zumbindo dentro de um espaco fechado. E descendo mais ainda na profundidade da realidade existencial da pedra ele vai acabar vendo-a formada por atomos interligados. A imagem de um atomo e igual a imagem de um sistema solar visto de fora. Uma imensidao de espaco praticamente vazio, os astros são meros grãos de poeira, rodando no vazio. Entao uma pedra, contra toda nossa interpretacao baseada na aparência externa, é praticamente uma coisa vazia! A rigidez que a materia dos nossos dedos sentem quando tocam uma pedra não é devido materia se chocando com materia e sim a força invisível magnética da pedra contra a força invisível magnética dos dedos. E depois, continuando, separando estes grãos de areia que são astros no céu ou particulas nas pedras, vamos entrar dentro destas particulas e nos deparar no final que são tambem… vazias!

Resultado: o cérebro humano não tem a menor capacidade para processar a informacao real, verdadeira, de que pedras são na verdade, espacos vazios. Entao – na realidade – o que é a nossa “realidade”?! Dos cerebros que tentam responder dando uma definicao, uma interpretacao, eu sinto pena, são ridículos. Qualquer definicao é mais uma profissao de fé irracional que de um pensamento logico, real, sustentado na realidade. Nos não temos capacidade para saber, conhecer, a realidade, ponto final! Vamos morrer sem saber isto. Conforme-se. Não existe outra alternativa para nos agora. Quando o observador chegou no final da observação e disse… ” é tudo espaco vazio”, ele tambem fez uma confissão de fé, mais que um testamento cientifico, racional. Pois ele não sabe definir o que é espaco vazio. Se ele disser que é onde não tem nada, ele estará se referindo a algo, o nada, e ele não pode saber o que é o nada, pois nunca viu, nunca tocou e ninguem mais viu. Mais provavelmente – pelas experiencias de vida que temos acumulado ate agora – quando o humano se depara com um espaco vazio significa que acabou a capacidade de seus sensores cerebrais em captar o mundo externo. Talvez aquela zona do que ele chama de “vazio”, ou “nada” nada mais seja que a região de uma membrana que circunda a dimensao do espaco onde nos localizamos como objetos materiais e a região de outra membrana onde se inicia outra dimensao de coisas em outras intensidades de vibracoes, comprimentos de ondas da luz, etc. Talvez seja a linha fronteiriça entre a nossa ilusória realidade e outro tipo de mundo com outro tipo de realidade. Talvez ilusória tambem.

Os cientistas se aprofundando no mais intimo da materia acreditam que construíram num container uma espaco de vazio total, a ultima fronteira do nosso mundo. E acreditam que ali viram algo… uma especie de espuma borbulhante, de onde, eles teorizam que surjam as particulas que começam o nosso mundo. E’ o que chamam de “quantum foam”, ou espuma quântica. O que é isso? Em sana consciencia nenhum cerebro racional tenta sequer dar uma explicacao, muito menos uma definicao, seria produto de fé, não da razao. Materialistas mais afoitos correram a escrever livros dizendo com veemência que na espuma quântica descobriram que.. “o tudo, veio do nada”. Ao menos é o titulo do livro “Something from Nothing” de um dos considerados astrofísicos e papa atual dos materialistas, Lawrence Krauss, que se tornou best-seller e esta sendo vendido a rodo para os deslumbrados ingênuos estudantes modernos. Mas talvez ( eu não acredito nisso, eu não acredito em nada que não veja e não tocar ou que alguem em quem confio plenamente diz que viu e tocou) esta espuma quântica nada mais seja que a substancia de uma membrana, assim como a membrana das celulas as separam de outras celulas em nosso corpo, e por enquanto, vou apostar nesta hipotese.

Conclusão final e meu conselho para mim mesmo, não para voce, pois não tenho capacidade para aconselhar ninguem: “De tudo que consumimos para sobrevivência ou luxuria, nada cai do ceu pronto e de graca. Entao tudo o que consumimos exige a tortura humana no trabalho braçal, duro, rotineiro, involuntário de pelo menos um humano igual a nos. Entao fomos condenados – pela Natureza real ou algo alem dela que desconhecemos –  no momento do nosso nascimento, a “comer o nosso pao obtido com suor dos nossos rostos e calejar de nossas maos”. Isto significa que se consumimos qualquer produto que não trabalhamos nele de fato, com nossas maos ( não atraves de trabalho mental ou burocrático, pois a mente nada produz por si propria de concreto), ou ele nos foi doado pessoalmente de graca por sua livre e espontanea vontade,  por um protetor, ou estamos tirando, saqueando pela força bruta, de quem calejou suas maos produzindo-o. Mesmo que essa força bruta esteja mascarada em armas nas maos de mercenários pagos por uma gang que se apossou do domínio social e que nos enganamos dizendo que não enxergamos isso para justificar-nos pelo assalto que cometemos em humanos que foram escravizados pela gang, da qual, portanto, somos os alimentadores e cumplices. Escapar com estes subterfúgios do trabalho a que fomos condenados, ‘as custas de outros humanos, é irresistível quando se nos aparece oportunidades ( eu mesmo ja pequei e tenho sido fraco na luta contra este vicio, apesar que tenho a consciencia tranquila porque, pelos meus cálculos, calejei minhas maos produzindo tudo o que posso consumir no meu simples estilo de vida),  pode parecer esperteza e inteligencia a nivel de individuos, porem é extrema burrice a nivel de Humanidade, esta cava seu tumulo e caminha para sua extincao. Pois a mesma Natureza – ou seja la’ quem estiver por traz dela – tem outra lei sobriamente comprovada: quem não se evolui do estado simples de agora para um estado transcendental mais complexo constitui um ramo que dai do tronco da arvore da evolucao para se secar e extinguir-se apontando para o espaco vazio, para o nada. E a razao disso me parece obvia. No corpo humano, esta’ sendo gestado uma nova forma de sistema natural muito complexa a qual denominamos de auto-consciencia. Tudo indica que esta consciencia esteja no estado fetal pois tambem se deduz que a consciencia deve ter uma grandeza universal, cosmica, ou mais que universal. Ou seja, ela não apenas pode captar e processar o mundo ao redor, porque ela esta cada vez mais avançando, obtendo mais conhecimento da Natureza, e isso parece não ter limite, ela pode estender-se de maneira a um certo ponto poder ver, absorver e captar todo o Universo. Se assim for, cada humano esta funcionando como um gene construindo esse feto. Ou seja, cada humano tem em si uma informacao única, especifica, pessoal, intransferível e que precisa ser expressada para que o feto se torne num baby completo, saudável e não sofra aborto prematuro ou nasce com algum aleijao. E quando estamos onerando outro humano a produzir o que consumimos, estamos impedindo a liberdade deste humano em usar seu tempo, sua energia, seu corpo e sua mente em cumprir sua missão, em expressar concretizando sua informacao. Por isso, o que parece esperteza e inteligencia a curto prazo, pode ser extrema burrice a longo prazo. Principalmente porque, a forma como esta autoconsciência esta’ se apresentando, constituída de uma substancia que nossos sensores não podem ver, tocar, captar, e se confirmada que se trata de um feto planetario ou universal em gestação, este feto não pode ser interrompido com a morte do corpo carnal de um individuo. Esta informacao que este corpo carnal carrega, de alguma maneira deve sobreviver e continuar seu desenvolvimento. Entao a punição pelo erro cometido agora vai acontecer e pesar para o individuo mais a frente. São hipóteses, fundamentadas nas aparencias e sensibilidades que temos agora, não confiáveis, mas tambem sem nenhum fato concreto conhecido que nos autorize a descarta-las. Porem são mais logicas e racionais, por isso, aposto nelas. Entao, a sugestao final é que, reflita na sua existencia, monte sua propria visao e interpretacao deste mundo, procure nele o significado da sua existencia, extraia deste significado um elenco de valores morais, diria mesmo, espirituais a nivel da substancia abstrata da consciencia… Conforme-se com a condenacao (a única outra alternativa moral seria rejeita-la suicidando-se, mas na verdade, essa condenacao tem muito de seu desprazer na forma errada do nosso sistema social, entao temos que consertar o sistema social e não suicidar-se),  mas esforce-se para vencer esta condenacao com a criatividade de sua consciencia para substituir e salvar o humano pelos robots e tecnologia possivel na producao dos produtos de consumo basico, e procure aplicar sua informacao, coisa que so voce pode fazer neste mundo, e tente ajudar os outros que estao sendo algemados, impedidos de desenvolver sua missão, ou que por forca ainda da dominância genetica herdada do corpo animal irracional, esta totalmente desviado das atividades que seriam evidentemente corretas para a funcao de gene. Fazendo isso, conduza a vida com a maior energia que puder, e trate os obstáculos, as derrotas temporárias, como lições necessárias para sua evolucao transcendental, para a forma do grande baby que um dia a de nascer acima das dimensoes de realidades ilusórias, assim como o interior da bolsa germinante onde o feto se desenvolve e uma realidade temporária provisória na crença do embrião. R sempre tente refletir na aparência do que vez, esforçando a mente para adentrar o intimo dos objetos, munindo-se da ciencia e tecnologia quando possivel, e não se desanime com aquilo que não podes conhecer agora, sua mente esta crescendo e um dia vai ser capaz de ver e entender tudo.

Cérebro: Giro dentado continua produzindo neurônios na velhice depois da parada no hipocampo

terça-feira, março 26th, 2019

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O que interessa `a Matrix/DNA aqui? Saber que a produção de neurônios no hipocampo diminui com a idade ao mesmo tempo que novos neurônios continuam sendo produzidos na região do “giro dentado” até os 90 anos. Que diminua no hipocampo estava previsto na formula da Matrix/DNA – F1 enfraquece com o passar do tempo devido a entropia e diminui a produção de F2. Mas que outro F possa produzir neurônios e ainda, continuaria a produzir depois do enfraquecimento de F1, não esta’ previsto. Uma possibilidade é que F4 continue a ejacular as sementes que F1 produziu antes de parar e ainda estavam em F2 e F3. Por isso fica o artigo registrado para se fazer uma pesquisa no que é e como funciona o giro dentado.

Atualização: Oh, yes! Ao ver a anatomia do hipocampo e a forma do giro dentado matei a charada na hora: o giro dentado é a representação cerebral de F2, a zona do horizonte de eventos que circunda F1 (núcleo do hipocampo) e que contem os germes expedidos por F1. Os quais vão se tornarem neurônios quando se tornarem babies… Esta’ explicado e reforçada a teoria da formula. Mas isto significa que a produção de neurônios pelo giro dentado e limitada `a quantidade de germes que ficaram no giro dentado e significa que estes germes não surgiram no giro dentado.

Cientistas revelam que cérebro humano cria novos neurônios até os 90 anos

https://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/efe/2019/03/25/cientistas-revelam-que-cerebro-humano-cria-novos-neuronios-ate-os-90-anos.htm

Original paper (Nature, tem que comprar, U$ 9,00):

Adult hippocampal neurogenesis is abundant in neurologically healthy subjects and drops sharply in patients with Alzheimer’s disease

https://www.nature.com/articles/s41591-019-0375-9

…. um estudo publicado na revista “Nature” no ano passado determinou que o desenvolvimento de neurônios no hipocampo sofre desaceleração com o passar dos anos e é interrompido totalmente na vida adulta….”O nosso trabalho mostra pela primeira vez que a maneira em que o tecido é tratado e processado condiciona profundamente a visualização de novos neurônios no hipocampo humano”, explicou a pesquisadora à Agência Efe…. Porém, além de aplicar períodos de fixação muito controlados, o estudo identificou três métodos adicionais que permitem visualizar “otimamente” a presença de novos neurônios no giro dentado humano de um adulto, o que fez com que os pesquisadores pudessem conhecer, pela primeira vez, dados únicos sobre o amadurecimento dos novos neurônios criados nessa região do cérebro….

Pesquisa:

giro dentado humano – dentate gyrus (DG)

Image result for dentate gyrus

Você pode visualizar a correspondência entre o giro dentado e F2, e entre o Hipocampo e F1, na figura grosseira abaixo frita na selva amazônica como modelo do building block das galaxias baseado na formula da Matrix/DNA. Aqui, F2 e a região manchada de pontinhos representando a poeira estelar que envolve o vórtice nuclear, o qual evoluiu para a forma de hipocampo no cérebro humano. As esferas amarelas no meio da poeira representam os germes estelares, enquanto no giro dentado representam os novos neurônios.

Sistema-Elo Entre os Sistemas Naturais Não-Vivos e os Sistemas Biológicos

Sistema-Elo Entre os Sistemas Naturais Não-Vivos e os Sistemas Biológicos

Cérebro: A divisão em dois – Algumas desmistificações

terça-feira, março 19th, 2019

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http://hegelperuenglish.blogspot.com/2011/09/have-we-two-brains-4.html

Brain Learning By Hegel SALAZAR HERBOZO

“Is There One ‘Left-Brain’ & Another ‘Right-Brain’?” 

O Trabalho do pensar aumenta minha consciência distanciando-me do passado animal. E você?

terça-feira, janeiro 29th, 2019

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( Este longo texto com tanto palavreado é resultado da busca de uma técnica para desenvolver a mente dos que a mantem estagnada. E para manter o desenvolvimento da minha mente, justificando o investimento de tempo e energia na técnica que aplico)

A maioria dos humanos são os seres do pensamento curto. O cérebro tem uma capacidade instalada para produzir o pensamento longo, mas a maioria dos humanos querem se conservar mantendo-se como pensamentos curtos, por conveniência. E’ mais vantajoso na luta pela sobrevivência e no maior gozo dos prazeres da vida.

Mas pelo ponto de vista da natureza universal, ela sabe que essa atitude não é a escolha mais inteligente. Primeiro porque, se esta escolha é vantajosa para o momento, a curto prazo, ela traz consigo a ameaça da extinção definitiva da espécie humana, a longo prazo. Segundo porque o pensamento curto mantem o ser limitado dentro de uma muralha que cerca uma região curta do espaço e do tempo, como o gado preso num pasto cercado por arame farpado, sem nunca saber o que existe alem do pasto. A natureza universal vê tudo, ela sabe se alem do pasto existe mais coisas boas e ruins para o ser humano, se existem frutas suculentas melhor que a grama, e se existem feras predadoras. Em todo caso, ela também sabe que o ser humano tem capacidade cerebral instalada para, se saltar a cerca, destruir as feras e ficar com as frutas. Ela sabe que aquele pasto não sera mantido eternamente, o planeta esta se transformando, que todo gado preso dentro do pasto vai ser extinto para nunca mais voltar ‘a vida.

Mais ainda que o ser humano, quem tem o pensamento mais curto são todos os outros tipos de animais. Para sobreviver aqui e agora, os outros animais são os mais práticos. Agem mais rápido e com mais eficiência na fuga de um predador e na detecção de um alimento. Então somos conduzidos a deduzir que praticidade e pensamento curto são sinônimos. Mas depois que surgiu a especie humana, constatou-se que esta prolongou o tempo dos pensamentos e isto trouxe uma vantagem em relação aos que ficaram no pensamento curto: os humanos conseguem mais facilidade no acesso e obtenção do alimento e tem mais poder para vencer as feras predadoras, inclusive as microscópicas, como vírus e bactérias que causam as doenças. Isto ocorre porque no homem emergiu uma capacidade cerebral maior que denominamos “inteligencia”. A inteligencia produz a tecnologia, esta a causa das vantagens atuais dos humanos. Então somos conduzidos a deduzir que pensamentos mais longos se tornam em mais inteligencia.

Mas o que fez a espécie humana se prestar ao sacrifício de por seu cérebro a trabalhar mais que os outros animais, ultrapassando o habito do pensamento curto?

Esta questão, depois de ter tentado pensar nela, percebi que não tem fácil resposta, talvez porque tenha ocorrido algum evento com os primatas que eu não conheça. Mas existe uma maneira de encontrar uma resposta, que pode não ser a que ocorreu de fato, porem é uma boa teoria. Encontrei esta resposta comparando hoje duas pessoas: uma que se acondiciona na base do pensamento curto e outra que se investe no sacrifício de prolongar os pensamentos. A primeira diferença no comportamento visível das duas pessoas é que a do pensamento curto se move mais, a do pensamento mais longo procura a imobilidade física e permanece mais tempo imóvel fisicamente. Em contrapartida, é evidente supor que a pessoa que move mais o corpo inteiro, move menos os ingredientes do cérebro, e a pessoa que move menos o corpo, esta’ movendo mais o cérebro. Mas mover mais ou não o corpo pode não ser uma decisão de livre escolha das pessoas. A pessoa pobre é obrigada a se mover fisicamente quando não queria, para sobreviver agora, enquanto uma pessoa rica pode escolher mover-se ou não. Sei que não são todos os casos assim, pois pelos resultados que observamos, existem também pessoas que procuram se manterem paradas, tanto com o corpo quanto com o cérebro. Mas vamos ficar apenas com nossos dois exemplares diferentes.

Também percebemos agora que a oportunidade, ou privilegio, de ter mais pausa física no seu tempo, deixando o corpo descansando, favorece o exercício de “musculação da imaginação no cérebro”, onde um pensamento sobre algo distante que não afeta a sobrevivência agora prolonga-se por prazer. Uma das evidencias disso é a constatação de que os autores de ficção que dão vida a personagens que não existem – como Sherlock Holmes, o Super-Homem, etc. – não vieram dos operários, e sim das classes media ou rica. Por outro lado, se imaginar-mos um avião caindo na selva, tendo uma pessoa rica e outra, pobre, de igual saúde e força física, e ambas sem nada nas mãos, é quase certo que a pobre vai se adaptar mais rápido, aguentar mais as necessidades e as intempéries, e sobreviver por mais tempo. Eu vivi na selva e apendi que a selva não é a academia com ar condicionado ou o bosque onde os ricos exercitam seus músculos. Voltamos ao caso da maior praticidade dos pensamentos curtos.

Mas existe este estranho fenômeno de humanos que sacrificam-se nas satisfações da vida, diminuindo seu consumo sacrificando suas necessidades, e desprezando prazeres, para esforçar o pensamento em algo distante, buscando recompensa futura. Estamos nos lembrando aqui de pessoas como Einstein, Darwin, os filósofos e pesquisadores em geral. São pessoas que se impõem uma especie de freio aos movimentos do corpo, procuram maiores pausas na correria pela vida, não para curtirem os prazeres da imaginação como os autores dos contos dos heróis fictícios, mas para trabalharem com os ingredientes, os recursos do cérebro, em busca de mais poder no futuro. Mas o pior é que estas pessoas sabem que este trabalho pode ser perdido, inutilizado, pois estão procurando no escuro, no desconhecido. Se encontrarem algo, pode ser um conhecimento útil ou inútil para o momento. Se for um conhecimento útil, ele se tornara em um instrumento tecnológico, uma ferramenta, uma arma, etc. Esta atitude e estranha porque vai contra tudo o que a especie humana herdou das suas ancestrais especies animais. Ela surgiu apenas agora, no humano, parece que vinda do nada. Não é logico, pratico, racional, a um animal se desviar da comida ou da fuga de um predador, ao se deparar na selva com um barco caído do céu trazido por um tornado, ou ao sentir apenas uma presença invisível de algo desconhecido, e deter-se procurando saber do que se trata. Mas existem humanos que tem atuado justamente dessa maneira estranha: eles param a sua vida, aguentam o crescer das necessidades até onde não suportam mais, trabalhando um pensamento sobre algo distante, ou invisível porque muito pequeno ou muito grande, sem terem certeza de que vão usufruir de um possível ou não produto resultante do trabalho. Não é irracional porque o irracional nunca faz isso, mas também não é racional, não é um efeito natural da sua linhagem evolutiva. Em outras palavras, isto não vem de dentro dele. E aqui o mistério fica mais estranho.

Depois que passei a pensar ou suspeitar que descobri uma força natural a que denomino de “a formula da Matrix/DNA”, eu teria uma rápida solução para esta questão. A causa para essa emergência deste fenômeno que não existia veio de fora do individuo, mas veio de dentro também, porque ela esta’ fora, sendo o ambiente que o cerca, e esta’ dentro, na forma de seu código genético. Mas como isso é uma teoria, vamos manter essa possível solução em suspenso. Apenas para lembrar, tenho outro artigo que trata uma questão semelhante: porque, cargas d’água, um réptil que botava ovos fora resolveu se sacrificar todo tentando manter os ovos dentro que acabou levando-o a se transformar num mamífero? Esse caso vai contra todos os mecanismos da teoria evolucionaria Darwiniana, e apenas encontrei uma solução plausível quando vi na formula da Matrix/DNA um agente capaz de produzir esta ocorrência, atuando desde fora para dentro do réptil, como também de dentro para fora. Em vista disso vou escolher a solução em que humanos se prestam ao sacrifício no prolongamento de um pensamento distante movido desde fora mas também desde dentro.

Uma das particularidades que tem ocorrido comigo pode ser arrolada como evidencia teórica para a causa vir de fora, e/ou de dentro. Eu tenho sido a espécie do individuo que sacrificou muito da vida investindo o ganho em pausas do corpo físico na correria, para fazer funcionar mais o motor do cérebro. Depois da maturidade a manutenção da vida ficou mais fácil, exigindo menos movimentos, portanto a continuidade do investimento na prolongação dos pensamentos foi mais fácil. Mas me lembro de muitas ocasiões em que estava fazendo um trabalho físico, árduo, braçal, todo sujo e suado do trabalho, quando de repente me veio a mente a lembrança de uma questão em que estivera pensando ultimamente, e logo em seguida, como que por encanto, pintou uma solução. De maneira que minha primeira reação foi exclamar aos meus botoes: ” A solução estava tão obvia! Porque não pensei nisso antes?!” Não tenho duvidas, a solução veio de fora com certeza, mesmo que também tenha vindo de dentro: eu estava com o cérebro concentrado nas mãos, fazendo um trabalho, de maneira alguma desviei o cérebro para aquele tipo de reflexão filosófica naquele momento.

Não é fácil aguentar-se esforçando um pensamento sobre algo que não esta’ influenciando nossa sobrevivência agora, a viver mais tempo, para ver se se torna um conhecimento, ou ao menos uma ideia para avançar num conhecimento. E’ preciso uma força de vontade, mas como é um objetivo sem sentido pratico aqui e agora, esta força de vontade fica estranha. Vou descrever um exemplo que me ocorreu esta manha, quando fiquei na cama depois de acordado, para pensar na minha pesquisa existencial, nas formulas que elaborei, etc.

Comecei me perguntando como funciona o cérebro dos acadêmicos e cientistas modernos quando acreditam nas teorias da abiogêneses e do Big Bang. O que eles pensam sobre o que faz a Natureza que começa no caos e organiza a matéria em arquiteturas, sistemas que funcionam. Como, o que, pegou a matéria distribuída caoticamente no espaço e com ela produziu este sistema solar? Teria sido o mesmo que enfiou primordiais micro-organismos dentro de uma vesícula criando uma célula viva?

Eu sei que eles investiram no pensamento distante ( não na imaginação por ela mesma, mas no pensamento pragmático) quando elaboraram as teorias da abiogêneses e do Big Bang. Mas estas terias envolvem pensamentos muito curtos, pois as respostas são demasiado simples, curtas.  Em curto e grosso… ” foi uma soma estatística de acasos que ocorrem num longo tempo de bilhões de anos”. E’ uma frase composta mais de palavras abstratas que nomes concretos. Soma, estatística, acasos, tempo, estas palavras não são nomes de objetos tocáveis, visíveis, concretos. Então se evidencia a presença do imaginário nessa crença. Fé, esta coisa irracional que os materialistas tanto combatem… nos outros. Isto significa que deram a partida, iniciaram a prolongar um pensamento mais que o habitual popular o faz, porem, logo finalizaram o pensamento, deixando-o como um pensamento curto. E é compreensível porque agiram assim: este pensamento é um avanço numa escuridão e logo começa-se a tropeçar em obstáculos que fazem retornar ao ponto de partida, e isto cansa muito, e logo. A gente normalmente desiste.  A linhagem do pensamento acadêmico começou mesmo foi com os filósofos gregos, ao contrario da linhagem do pensamento religioso. E os primeiros filósofos desistiram depois da curta solução da “geração espontânea”. Espontânea, quer dizer, curta, tao curta como o pensamento que produziu esta solução, que obviamente, hoje o sabemos, era falsa. Mas de lá para cá, mesmo com a evolução das universidades, pouco progresso se somou ao que chegou aqueles filósofos. Apenas “o espontâneo foi ampliado de um período de tempo de algumas horas, ou dias, ou meses, para um espontâneo que se constitui num período de bilhões de anos”. O espontâneo continuou o mesmo, quer dizer, o acaso, não existe um elemento na natureza responsável pela organização ou transformação da matéria em sistemas funcionais”.

O pensamento acadêmico parou no pensamento curto e esperou pelas novidades das descobertas cientificas, durante dois mil anos. A experiencia de Muller/Urey demonstrando que o acaso pode produzir aminoácidos. A descoberta que cristais formados por gelo repetem-se em secções iguais, usada como prova de como ocorrem as longas cadeias moleculares e depois como a molécula de RNA começou o fenômeno da auto-reprodução. A descoberta do principio da evolução na matéria. Todas estas descobertas foram sendo encaixadas no Leito de Procusto construído pela teoria curta da espontaneidade, para retroalimenta-la. Assim como se concluiu não ser necessário a interferência de um Deus para criar as galaxias e a vida, também não é necessária a existência de alguma propriedade especial na Natureza que organizaria a matéria caótica em sistemas funcionais. Continua vitorioso o pensamento curto que produz a solução da geração espontânea.

Mas… e se um filosofo, ou qualquer especialista acadêmico, hoje, tentasse prolongar aquele pensamento dos filósofos gregos a partir do ponto em que pararam e retornaram?

Ele poderia começar fixando na mente aquelas imagens, desenhadas ou fotografadas, do Sistema Solar. Vários objetos de matéria, pesada ou leve, cerca de nove ou dez, suspensos no espaço vazio, mas movendo, por alguma força interna ou externa ou ambas, em trajetórias repetitivamente exatas, idênticas, sincronizados… Esta imagem resultou da imagem existente a alguns bilhões de anos atras, a qual era uma nuvem, uma nébula caótica de átomos leves e pesados, gases e poeira. Mas como? Porque? O que atuou neste espaço de tempo que transformou aquela nuvem nessa espécie de relógio, de maquina de exata engenharia que vemos hoje?!

Neste ponto é fácil compreender o porque dos pensamentos curtos, o porque da desistência. Primeiro porque o individuo pressente que não vai chegar a solução, esta’ trabalhando, se sacrificando atoa. Muito melhor ligar a televisão, jogar um vídeo game, ou sair na rua para encontrar os amigos, ver as meninas, tomar um trago. Claro, somos ainda animais práticos.

Hoje de manha eu poderia ter feito qualquer destas coisas, mas não, permaneci imóvel na cama com a imagem do Sistema Solar na mente. Então me lembrei que em outra ocasião notei que uma laranjeira imita exatamente a forma de uma galaxia. Cheguei a desenhar as duas lado a lado, para melhor visualizar o achado. A galaxia e uma espiral, mas não uma espiral com uma linha que se curva continuamente, ela emite do núcleo, braços, que se espiralizam devido ao seu movimento de rotação. Pois a arvore tem um núcleo, o tronco, o eixo, do qual saem os galhos, os seus “bracos”. Pendurados nos bracos, a galaxia apresenta os planetas, opacos, sem emitirem luz. penduradas nos galhos da arvore vemos as folhas verdes, opacas, que não emitem luz, nenhuma cor clara forte. A galaxia apresenta nas pontas dos seus bracos, as estrelas brilhantes, novas, ou sois também brilhantes, porem mais amarelados; a laranjeira exibe nas pontas de seus galhos, as laranjas amarelas, maduras. Parece que as laranjas estão conectadas diretamente ao Sol, fazendo fotossintetize, tal a semelhança.

Mas na arvore vemos todos os seus objetos ligados, conectados, uns aos outros. Na galaxia vemos todos os objetos estão separados, suspensos no espaço. Vamos tentar prolongar este pensamento com a hipótese de que estejamos sofrendo uma ilusão de ótica como sofriam os que acreditavam no sistema geocêntrico. Ou nos que acreditavam na Terra plana. Vamos imaginarar que também na galaxia existem objetos, como cabos, que estão conectando, segurando todos os demais objetos. Apenas não os podemos ver, mas vamos imaginar que eles existam. De que seriam feitos, qual seria essa matéria invisível, intocável pelos nossos sensores e instrumentos espaciais?!

Antes de Newton, alguém com certeza tentou fazer este sacrifico prolongando este pensamento. Não sei se nesta época já se sabia da existência dos campos magnéticos, com suas linhas curvas magnéticas, se conheciam as equações de Maxwell. Se sim, o individuo começou a suspeitar de uma cena contendo um campo magnético galáctico, onde todos os astros estariam conectados por estas linhas. Mas o fato é que o pensamento curto de antes foi estendido apenas um pouquinho, saltando do curto “espontâneo”, para uma imaginação do campo magnético. Pois esta hipótese começa a ativar a ideia de que algo invisível existindo na natureza montou o sistema galáctico, não teria sido apenas o acaso ou algum Deus poderoso. Mas por ser impossível ver e tocar campos magnéticos, o pensamento novamente ficou parado ai.

Hoje de manha eu tentei avançar um pouquinho mais. E imaginei uma arvore em que seus objetos estivessem separados uns dos outros, boiando no espaço. Arranquei o tronco da arvore do solo e cortei-o separando uma tora. Cortei na base todos os galhos e separei-os no espaço, Arranquei todas as folhas e as laranjas e as arranjei na forma semelhante ‘a da arvore, no espaço. E imaginei um motor giratório embaixo de um tubo vertical fazendo o tubo girar. E dentro do tubo, coloquei a tora. Imaginei levantando com a mente todos os demais elementos – galhos, folhas, laranjas – acima da tora girante e imaginei aquela cena de tudo girando. Tudo separado no espaço, movendo. Ali estava minha galaxia vegetal. Muita loucura? Non-sense? Porque? Ate prova em contrario, quem criou arvores aqui foi esta galaxia, e a sua imagem e semelhança.

Mas o que faria as folhas moverem-se obedecendo a regra geral?! Raios,… decididamente o mundo real não faz sentido, eu tenho que parar por aqui e desistir. Imaginei saindo na rua, me enfurecendo com um estranho que olhava para mim, e dizendo:

– ” Sou um pensamento curto sim, e dai’? Sou assim. Goste de mim assim ou esqueça que existo. Não vou me morder até morrer por isso.”

Tenho que me aceitar assim, com essa inferioridade. Mas ao invés de desistir, novamente tentei fazer mais um esforço. E então me lembrei de Newton de novo. As imagens de Kepler, de Einstein, do Maxwell do electromagnetismo, pipocavam na minha mente, mas ainda não tinha chegado a vez de Einstein, eu estava em Newton ainda. Talvez quando o Newton estava deitado na sombra embaixo da arvore, em sua cabeça ocorreram pensamentos parecidos com os que me ocorria na cama de manha. Eu estava duzentos anos atrasado mas de proposito, pois retornara procurando onde os pensadores erraram para conduzir dessa maneira o homem moderno a acreditar nestas teorias abstratas absurdas. O tudo veio do nada, uma montanha de acasos construiu o código genético, e por ai vai… tudo absurdo! Quando a maçã caiu no espaço Newton a viu separada, notou o problema dos cabos invisíveis, e resolveu o problema transformando o campo magnético numa hipotética força gravitacional. Avançou, chegou ai e parou de novo. O campo gravitacional seria uma especie de nuvem maior que a galaxia que abracava todos os astros e os organizava de maneira a funcionar como um relógio. Hein?!!! Pois é, a humanidade ficou um século brindando em comemoração a tal avanço da inteligencia humana. Realmente um grande avanço, comparado aos pontos que tínhamos parado antes.

Mas então veio Einstein. Que tentou dar mais substancia a esta misteriosa força gravitacional, experimentando a hipótese de imagina-la como sendo uma substancia mais densa do espaço. De maneira que os astros como o Sol ao flutuarem neste oceano de substancia fazia como um objeto mais ou menos pesado faz na água, criando ondas a volta e afundando-se um pouco. Assim, toda a poeira, os detritos, em volta do objeto ficariam circulando mais ou menos em orbitas iguais. Foi outro avanço em cima de onde Newton tinha parado. Agora, algumas falhas não explicadas na teoria do Newton eram melhor explicadas.

Ficamos umas sete desadas parados no ponto de Einstein, ( eu disse ficamos em cima do “ponto” de Einstein” e não em cima do “pinto” do Einstein”, não me confunda…) até quando esta cena imaginaria de um espaço maleável, denso, se curvando, inserida matematicamente nas teorias, começou a nos coçar o cocuruto. O que seria esta substancia do espaço?! Ai pintou a dark matter! Foi por causa do avanço do pensamento por Einstein que chegamos a esta famigerada matéria escura secreta!

Nestes dois seculos e as sete décadas parados no que conecta os astros, com as crenças na força gravitacional e no espaço denso curvo, em paralelo outras cabeças de outras disciplinas pensavam também e surgiram a Teoria do Big Bang e na Biologia a da abiogêneses. Com a chegada da quântica descobrimos preenchendo o vácuo a tal espuma movente quântica, mas ai ficamos mais confusos, pois se parece que a dark matter vem dessa espuma, não esta’ explicado como isso poderia ocorrer. Mas o fato que quero chamar a atenção aqui desde o incio é sobre como a natureza organiza a matéria distribuída caoticamente, seja vinda da espuma ou da escura, em sistemas funcionais, como as galaxias, as células, os corpos humanos e como o nosso pensamento continua curto nesse caso. E o cérebro humano. Em outras palavras quem esta’ perguntando isso sumamente interessado é o cérebro humano que se sente órfão, querendo saber como surgiu neste mundo, quem é seu mentor criador, seu pai e/ou sua mãe?…

O meu cérebro tenta olhar para dentro de si mesmo para ver seus órgãos, suas glândulas, suas massas branca e cinzenta, seus neurônios, mas não consegue ver nada disso, porque meu cérebro é cego. Ou melhor, nunca teve visão própria. Tenta se tocar para sentir seus componentes mas não tem sensores para isso. Estou desconfiando que por isso ele criou o pensamento e me faz esforçar para desenvolve-lo, como se o pensamento seja a ferramenta, o sensor que vai solucionar o mistério de sua existência. Outra maneira – e a mais viável, a que realmente temos aplicado até agora – é usar os sensores de ver e tocar o mundo externo pesquisando como os sistemas ancestrais foram formados, pois assim o cérebro, sabendo ser produto dessa evolução, teria sua resposta. Mas os modernos se tornaram “des-pensadores” quando acreditaram que agora já possuem a resposta definitiva. Foi o acaso. E pronto, assunto encerrado!

Que maneira de novamente manter o pensamento curto. Uma sopa primordial rica em nutrientes é mais complexa que uma camisa suada largada num canto da casa. Nesse ponto o pensamento encompridou um pouquinho nos últimos dois mil anos. Três mecanismos – variação, seleção e hereditariedade – é um conhecimento mais complexo do que a ideia do espontâneo criador na camisa suada, que encompridou o tempo de alguns dias para alguns bilhões de anos. Mas… as partes dos sistemas vivos não estão suspensas no espaço. Nem a força gravitacional, nem a matéria escura do espaço curvo existem dentro de uma célula ou um corpo humano, para serem os responsareis por sua formação. Isto tortura qualquer pensamento buscador, a saída foi para-lo por ai, trocar a força gravitacional e a matéria escura pelo acaso, e pronto. Esta’ certo, vamos ficar esperando novas descobertas cientificas para reencetar o desenvolvimento do pensamento.

Mas eu não aceitei isso. Não acho responsável ficar ensinando as crianças na escola uma coisa que não pode ser a verdade. Acho que a questão devia ser mantida sem resposta, instruindo as mentes jovens a serem e continuarem abertas, buscando, e não apenas esperando. Buscando com outros métodos diferentes dos atuais empregados pelos pesquisadores crente nesta teoria, como eu empreguei um método diferente. Alem disso estamos carecas de saber o prejuízo e malefícios que causam sobre os humanos as crenças cabeludas, sem pé nem cabeça.

Por isso não me arrependo de ter gasto o maior tempo da minha vida no trabalho mental mesmo tendo quase a certeza que dai nada obteria. Afinal meu pensamento deu um passo bem maior e chegou num ponto bem mais avançado do que o em que esta’ parada a universidade. Não sei se deu um passo numa trilha errada, num beco sem saída, num caminho que leva a um abismo, mas o fato é que meu pensamento produziu uma hipótese da existência de um elemento na Natureza que seria capaz de organizar a matéria caótica em sistemas funcionais. Tenho o desenho, o retrato falado do agente criador misterioso – a formula da Matrix/DNA, constituída de ondas de luz – e assim eu trouxe para o cenário algo que todos tem esquecido ou desprezado. Pensaram no campo magnético, na gravitação universal, na matéria escura, mas se cegaram para um elemento que igualmente banha todo o Universo… a Luz! E se eu estiver certo, nunca conheceram a verdadeira luz, jamais imaginaram o que ela é de verdade, o que ela contem em si.

Porem, se meu pensamento foi exercitado ao extremo de minhas possibilidades, a minha imobilidade física me interrompeu, e encontrou-se  com atual imobilidade do pensamento nos outros humanos, com quem parece ter formado um par e se casado. Pois este desprezo da luz não permitiu o desenvolvimento de maior tecnologia na direção dos fótons, a qual estou necessitando para comprovar ou destruir minha teoria. O desenvolvimento desta tecnologia depende de que os outros humanos, que tem os recursos para tal, pense mais, pense agora mais sobre a luz, do qual vai surgir a tecnologia apropriada. A luta para incentivar o alongamento do pensamento curto de hoje foi a razão deste artigo.

 

 

A Síndrome do Pensamento Acelerado (vídeo): Produzida pela formula dos Sistemas Naturais

segunda-feira, janeiro 28th, 2019

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https://www.facebook.com/augustocury.autor/videos/725868777789437/

A doença que nenhum remédio cura!
E minha opinião:

Infelizmente, o vosso conhecimento, humanos, esta muito atrasado para entender e detectar a solução. Sendo um sistema natural em si mesmo, o cérebro e` governado pelas regras da formula dos sistemas naturais ( a qual pode ser vista no meu website). Existe uma fase em que o fluxo da energia no circuito sistêmico passa a dominar seu par, a massa, e tenta estabelecer sua meta suprema, que e` aceleração na velocidade da luz. Isto aconteceu com um nosso ancestral, as galaxias. Mas um sistema para se desenvolver saudavelmente ate se transcender tem que ter equilíbrio entre as partes. O que o Cury intuiu com perspicácia sem saber disto e` a tentar reagir o nosso aspecto massa, desacelerando os fluxos no cérebro. Porem ninguém vai aplicar essa instrução abstrata porque não conhece a amplitude e profundidade da causa, e nesta se vê a solução que depende antes de desacelerar o sistema social, principalmente no aspecto econômico/consumista. Mas a energia tem seus agentes entre nos que estão no poder e estes se impõem sobre a grande massa inerte. Não adianta entrar no “salve-se quem puder” apenas tentando disciplinar a si mesmo, tens antes que lutar no aspecto social.

Provado Cientificamente: Meditação altera saúde do cérebro para melhor

terça-feira, janeiro 22nd, 2019

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Longa pesquisa e observação dos resultados de MRI realizados por laboratórios das Forças Armadas os USA demonstraram alterações no cérebro para melhor durante meditação.

https://myfusimotors.com/2019/01/20/army-study-quantifies-changes-in-stress-after-meditation/

Army study quantifies changes in stress after meditation

Incrível como uma unica dose de substancia da maconha na juventude deixa o cérebro “aleijado” para o resto da vida!

terça-feira, janeiro 15th, 2019

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Descobriram que as imagens de MRI do cérebro de jovens nos 14 anos que experimentam maconha uma unica ou duas vezes são diferentes dos normais e porque nesta idade o cérebro ainda esta’ em formação, a maconha aumenta a quantidade da massa cinza, a qual vai impedir ou dificultar para sempre as conexões entre neurônios. E com isso a pesquisa descobriu que jovens que usam maconha frequentemente apresentam diferente capacidades cerebrais em relação aos jovens normais, ficando mais lentos nos testes de memoria, menos hábeis a aprender novas informações, e dificuldades em processar informações, ou seja, diminui  a inteligencia.

Noticia completa em:

https://www.nbcnews.com/storyline/legal-pot/even-little-marijuana-may-change-teen-brain-study-finds-n958536

Image: Various figures show grey matter volume differences after cannabis use in adolescents.

Even a little marijuana may change teen brain, study finds

Researchers say even one or two joints cause changes in areas of the brain involved in emotion-related processing, learning and forming memories.

Low levels of marijuana use — as few as one or two times — may change the teen brain, according to a new study.

The study, which looked at the brains of 46 14-year-old girls and boys from Ireland, England, France and Germany, found that teenagers who reported using recreational marijuana just once or twice displayed increased volume on MRI images in numerous brain regions involved in emotion-related processing, learning and forming memories.^

““At the age at which we studied these kids (age 14), cortical regions are going through a process of thinning,” he said, suggesting that this is a “sculpting” process that makes the brain and its connections more efficient. “So, one possibility is that the cannabis use has disrupted this pruning process, resulting in larger volumes (i.e., a disruption of typical maturation) in the cannabis users. Another possibility is that the cannabis use has led to a growth in neurons and in the connections between them.”

(read more)

Circuito sistêmico da conexão entre os intestinos e o cérebro

sexta-feira, dezembro 14th, 2018

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http://socientifica.com.br/2018/12/seu-intestino-esta-diretamente-conectado-ao-seu-cerebro-por-meio-de-um-circuito-de-neuronios/

Circuito da conexão dos intestinos com o cérebro

Seu intestino está diretamente conectado ao seu cérebro por meio de um circuito de neurônios

Estudo revela que o intestino tem uma conexão muito mais direta com o cérebro através de um circuito neural que permite transmitir sinais em meros segundos.