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Cerebro: Duas consciencias diferentes nos dois hemisferios?

sexta-feira, outubro 12th, 2018

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O PARADOXO DO CÉREBRO DIVIDIDO ( Uma nova perspectiva no entendimento dos hemisférios)

Uma diferença entre a imagem baseada na hierarquia corporativa de uma empresa – e a verdadeira estrutura do cérebro, pode ser observada no caso curioso de pacientes com cérebro dividido. Um traço incomum do cérebro é que ele tem duas metades, ou hemisférios, o direito e o esquerdo, praticamente idênticos. Durante muito tempo os cientistas se perguntaram por que o cérebro tem essa redundância desnecessária, pois consegue funcionar mesmo quando um hemisfério é totalmente removido. Nenhuma hierarquia corporativa apresenta essa estranha característica. Além disso, se cada hemisfério tem consciência, isso significa que temos dois centros de consciência dentro do mesmo crânio?

O dr. Roger W. Sperry, do California Institute of Technology, ganhou o Prêmio Nobel em 1981 ao mostrar que os dois hemisférios cerebrais não são cópias exatas um do outro, e de fato desempenham funções diferentes. Essa descoberta causou furor na neurologia (e gerou uma indústria duvidosa de livros de autoajuda que pregam a aplicação da dicotomia cérebro-esquerdo/cérebro direito na vida diária.) O dr. Sperry estava tratando de epiléticos, que às vezes sofrem de convulsões do tipo “grande mal” provocadas pelo descontrole do processo contínuo de realimentação (ou ciclos de feedback) entre os dois hemisférios do cérebro. Tais convulsões – causadas pelo mesmo processo que gera o som estridente da microfonia – podem até matar. O dr. Sperry começou por cortar o corpo caloso, que liga os dois hemisférios do cérebro, de modo que não mais se comunicassem, e assim não compartilhassem informações entre os lados direito e esquerdo do corpo. Isso geralmente fazia parar o processo de realimentação e as convulsões. A princípio, os pacientes com cérebro dividido pareciam perfeitamente normais. Continuavam alertas e mantinham uma conversa naturalmente, como se nada tivesse acontecido. Porém, uma análise mais minuciosa desses indivíduos mostrou que havia algo muito diferente neles.

Normalmente, os hemisférios se complementam, com os pensamentos indo e vindo de um a outro. O cérebro esquerdo é mais analítico e lógico. É onde se encontram as habilidades verbais, ao passo que o direito é mais holístico e artístico. Mas o cérebro esquerdo é dominante, é o que toma as decisões finais. Os comandos passam do cérebro esquerdo para o direito por meio do corpo caloso. Se essa conexão é cortada, o cérebro direito fica livre da ditadura do esquerdo. Talvez o cérebro direito tenha vontade própria, contrariando os desejos do esquerdo dominante. Resumindo, pode haver duas vontades agindo dentro do mesmo crânio, às vezes brigando pelo controle do corpo. Isso cria a estranha situação em que a mão esquerda (controlada pelo hemisfério direito) começa a agir de forma independente de nossos desejos, como se fosse um apêndice externo. Há um caso documentado de um homem que estava a ponto de abraçar sua esposa com uma das mãos, quando descobriu que a outra mão tinha uma intenção diferente: dar um soco no rosto dela. Uma mulher relatou que estava pegando um vestido com uma das mãos enquanto a outra mão pegava uma roupa totalmente diferente. E um homem não conseguia dormir à noite com medo de que a mão rebelde fosse estrangulá-lo. Às vezes, pessoas com cérebro dividido pensam que estão vivendo em um desenho animado, com uma das mãos tentando controlar a outra. Alguns médicos chamam isso de “síndrome do dr. Fantástico” [dr. Strangelove], por causa da cena do filme em que uma das mãos do doutor luta contra a outra.

Após estudos detalhados de pacientes com cérebro dividido, o dr. Sperry concluiu que poderia haver duas mentes distintas operando num único cérebro. Ele escreveu que cada hemisfério é “de fato um sistema consciente em si mesmo, capaz de perceber, pensar, lembrar, raciocinar, querer, se emocionar, tudo isso num nível caracteristicamente humano, e (…) os dois hemisférios podem estar passando por experiências mentais diferentes, e até conflitantes, ao mesmo tempo”. Quando entrevistei o dr. Michael Gazzaniga, da Universidade da Califórnia em Santa Bárbara, uma autoridade em pacientes de cérebro dividido, perguntei como podem ser feitos experimentos para testar essa teoria. Há várias formas de comunicação com cada hemisfério sem o conhecimento do outro. Pode-se, por exemplo, colocar no sujeito óculos especiais em que aparecem perguntas diferentes diante de cada olho, de modo que é fácil direcionar perguntas a cada hemisfério separadamente. O difícil é tentar obter uma resposta de cada hemisfério. Como o cérebro direito não consegue falar (os centros da fala estão situados no lado esquerdo) é difícil obter suas respostas. Dr. Gazzaniga me disse que, para descobrir o que o cérebro direito estava pensando, ele criou um experimento em que esse hemisfério (mudo) conseguia “falar” usando peças com letras, como num jogo de palavras cruzadas. Ele começou perguntando ao cérebro esquerdo do paciente o que ele iria fazer depois que se formasse. O paciente respondeu que queria ser projetista. Tudo ficou mais interessante quando a mesma pergunta foi feita ao cérebro direito (mudo), que soletrou as palavras “piloto de carro de corrida”. Sem o conhecimento do cérebro esquerdo dominante, o cérebro direito tinha planos totalmente diferentes para o futuro. O cérebro direito tinha, literalmente, uma mente própria. Rita Carter escreve: “As implicações possíveis nos deixam aturdidos. Sugerem que todos nós podemos estar carregando por aí um prisioneiro mudo dentro do crânio, com uma personalidade, ambições e consciência de si muito diferentes das que acreditamos ter no cotidiano.” Talvez haja verdade na afirmação de que “dentro dele existe alguém ansiando por ser livre”. Isso significa que os dois hemisférios podem ter crenças diferentes. Por exemplo: o neurologista V. S. Ramanchandran descreve um paciente de cérebro dividido que, ao ser perguntado se era religioso, disse que era ateu, mas o cérebro direito declarou o contrário. Pelo visto, é possível ter duas posições religiosas opostas residindo no mesmo cérebro. Ramanchandran prossegue: “O que acontece quando essa pessoa morre? Um hemisfério vai para o céu e o outro vai para o inferno? Não sei a resposta.” É concebível, portanto, que uma pessoa de cérebro dividido possa ser republicana e democrata ao mesmo tempo. Se perguntarmos em quem ela vai votar, ela dirá o candidato do cérebro esquerdo, pois o direito não consegue falar. Mas dá para imaginar o caos na cabine de votação quando essa pessoa tem que usar só uma das mãos.

Medula Cerebral: Inicio de Pesquisa

quinta-feira, outubro 11th, 2018

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Medula cerebral

Medula cerebral

Alerta: Tenho pensado na anatomia do neocortex de forma errada. Aqui esta a correcao.

quinta-feira, outubro 11th, 2018

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A dificuldade que tenho enfrentado em calcular o caminhos do pensamento oela formula da Matrix/DNA se devem ao fato que eu imaginava a forma e a posição do neocortex de forma errada, como se fosse uma bolota no alto da cabeca e mais para a aparte frontal da testa. Com isso tinha dificuldade em separar os hemisférios esquerdo e direito, pois essa bolota teria que tambem ser dividida em duas partes. mas a leitura do texto abaixo corrigiu-me ao informar que o neocortex e’ toda a acamada exterior do cerebro. Entao ele esta realmente dividido mas não como pensei, e tambem não e’ uma bolota. A evolucao do cerebro portanto se apresenta como o movimento de ondas circulares: a ultima onda e’ a mais evoluída ou complexa porque possui todas as informacoes das ondas anteriores e mais as informacoes que so ela captou do meio externo.

 

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“Nesta figura vemos o neocórtex, que é a camada exterior do cérebro, dividido em quatro lobos. Essa parte é altamente desenvolvida nos humanos. Todos os lobos cerebrais são destinados a processar os sinais de nossos sentidos, exceto um: o lobo frontal, localizado atrás da testa. O córtex pré-frontal, a parte dianteira do lobo frontal, é onde quase todo o pensamento racional é processado. A informação que você está lendo agora está sendo processada em seu córtex préfrontal. Uma lesão nessa área pode prejudicar sua capacidade de planejar ou de imaginar o futuro, como no caso de Phineas Gage. Nessa região é avaliada a informação que nossos sentidos enviam, e é decidida a ação seguinte.

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Fato cientifico e mais Matrix/DNA sugerem a existencia da aura, e uma tecnica de meditacao para se autocurar.

quinta-feira, outubro 11th, 2018

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Em 1864, durante a guerra da Prússia com a Dinamarca, o médico alemão Gustav Fritsch tratou de muitos soldados com ferimentos que deixavam o cérebro à mostra e observou que, quando ele tocava num hemisfério cerebral, o lado oposto do corpo estremecia. Mais tarde Fritsch demonstrou sistematicamente que, quando ele estimulava eletricamente o cérebro, o hemisfério esquerdo controlava o lado direito do corpo e vice-versa. Foi uma descoberta fantástica, demonstrando que o cérebro é de natureza basicamente elétrica, e que uma região controla o lado oposto do corpo.

Isto vem de encontro ao que minha pesquisa pessoal – aplicando tantos métodos diferentes, como anatomia comparada entre sistemas vivos e não-vivos, hipnotismo dos curandeiros sob o Santo Daime na selva amazônica, etc – esta’ sugerindo, e devido a tal sugestao elaborei um esquema de meditação técnica que aplicada nos casos que tive ferimentos ou inicio de doencas, para mim tem dados resultados que, se não forem meras coincidentes, são quase “magicos”. Veja a sequencia da pesquisa que me levou a esta conclusão:

  1. O metodo da anatomia comparada entre todos os sistemas naturais me levou a descobrir um padrão comum em todos, consistindo de um circuito energético dinâmico idêntico a uma formula para sistemas;
  2. Se este circuito estava na primeira celula viva e estava tambem no sistema astronômico que criou esta celula, o processo pelo qual este circuito ou formula passou do sistema astronomico para o sistema celular deveria ser o da transmissão genetica. Experimentando aplicar o resultado calculado deste processo cheguei aos genes semi-vivos, que seriam particulas fotons emitidas tambem pelo Sol. Mas quando todos fotons se juntavam aqui na superficie da Terra, formavam uma especie de formula invisível que penetram atomos terrestres organizando-os nos sistemas vivos e passando a constituir uma especie de aura destes sistemas, que seria outro nome para o padrão comum que encontrei;
  3. Os depoimentos visionários dos xamans relatavam a visao de uma figura energética indo do cerebro aos quadris, e quando desenhei esta figura notei que coincidia surpreendentemente com os relatos de milhares de anos atras dos videntes orientais, que criaram aqueles desenhos de aura compostos de duas serpentes (kundaline) enroscada em espiral tendo entre elas, especies de sois luminosos cada qual numa cor, que chamaram de chakras. Mas o relato dos xamans acrescentavam algo mais ao desenho oriental: uma especie de vórtice turbilhonar escuro – descrito por eles como um buraco negro – situado mais ou menos no alto da cabeca, sobre o cortex. O qual viria a se tornar a funcao F1 na formula da Matrix/DNA;
  4. Juntando as quatro pistas – o desenho da figura sistêmica vinda da galáxia que era o padrão comum, mais o relato dos xamans, mais os relatos dos orientais, e mais o nosso conhecimento atual científico do DNA, cheguei a conclusão que a tal aura nada mais seria que um gigantesco DNA feito como sinapses das conexoes dos fotons dentro dos atomos ocupando o corpo todo e ao qual todos os outros bilhoes de microscópicos DNAs das celulas prestam culto. Pois as tais serpentes que se mexiam e contorciam se assemelham as duas hastes do DNA, ambas em espiral, e os chacras no meio delas seriam as moléculas de bases nitrogenadas. Mas entao a aura seria apenas duas secções do DNA, uma menor apenas formando a cabeca seu cerebro, e a outra maior formando o tronco e quadris.
  5. Considerando as conexões conhecidas entre o cerebro e as demais partes do corpo, e sabendo-se que no DNA, se numa secção a haste A esta’ na direita, na proxima ela torce-se para se tornar a haste B na esquerda, estava previsto que a haste A que vinha do lado direito do cerebro estaria passando pelo lado esquerdo do tronco, e vice-versa.

E esta teoria toda, resultado de 30 anos de trabalho, sofreu em forte embalo quando tomei conhecimento do fato descoberto pelos cientistas. Porem, a meu ver o mais importante disso e’ que a teoria toda estava firmemente apontando a sugestao de que nosso cerebro, atraves da nossa mente ( e aqui tive nova grande surpresa quando tomei conhecimento dos conceitos extraídos pelos cientistas que lidavam com os fenomenos quânticos, o que veio a ocorrer bem mais tarde) pode captar estas particulas fotons do ar ( no relato do xaman elas flutuam em volta dos corpos humanos e são atraídas pelo vórtice turbilhonar na posicao do cortex), e dirigi-las atraves dos circuitos energéticos que são as hastes da aura para todo local do corpo onde ocorre algum problema. Como a mente conhece a formula para sistema perfeito e considera que esta formula e’ composta pelos fotons, a mente pode organizar mentalmente a formula perfeita aplicando-a na região afetada, a qual certamente estará com alguma parte da sua copia da formula com algum defeito, e assim fazer a formula perfeita se impor e consertar os problemas fisiológicos na região. Nisto consiste o tipo de meditação que planejei e que me surpreendeu quando tive acidentes graves ficando prontamente curado e sem dor, ou quando estava sendo atacado, contaminado por agentes nocivos com o perigo de iniciar uma doenca grave, como as malarias na selva ou uma simples gripe nas cidades. Mas como sou filosofo naturalista sou entao o mais extremista materialista, e portanto o maior cético que so acredita no que puder ver e tocar, e como so apliquei esta técnica sobre mim mesmo, não posso ser desonesto afirmando que ela existe e funciona. Para alguém interessado eu so posso sugerir: e’ pegar ou largar. Eu não largo pois apos 40 anos depois que aprendi isto e não ter sido necessario tomar um comprimido sequer para nada, sem nunca ter ficado doente ou com sequelas graves de acidentes, eu repito: não vou largar porque…

” em time que esta’ ganhando – mesmo que não se saiba por que esta’ ganhando – não se mexe.”

Cerebro e a Mente: O acerto e o erro de Carl Sagan

quinta-feira, outubro 11th, 2018

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Frase de Carl Sagan

Minha premissa fundamental sobre o cérebro é que seu funcionamento – o que às vezes chamamos de “mente” – é consequência de sua anatomia e fisiologia, e nada mais. – CARL SAGAN

Matrix/DNA: Entao não entendo qual o problema dos cientistas em preverem o que eu tenho previsto: a mente tem uma anatomia física, essa anatomia deve funcionar como um sistema, e este sistema deve ser copia reprodutiva do sistema cerebral. Em outras palavras: a anatomia da mente deve ser buscada tendo por base a anatomia do cerebro.

E temos a figura da alma do sistema que esta suportando o cerebro. E’ a formula da Matrix/DNA. Situe-se a região central cerebral que e’ chamada de hipocampo, sobre a parte do sistema na formula que e’ F1, e o resto deve ser o mesmo circuito. De maneira que cada novo pensamento nasce quando um estimulo externo ou interno e’ recebido no hipocampo, misturado e processado com dados da memoria, elaborado como sendo um novo baby, e assim lançado para o resto do cerebro, iniciando pelo hemisfério esquerdo, para que o pensamento realize seu ciclo vital.

Tuneis Secretos entre o Cerebro e o Cranio

segunda-feira, setembro 17th, 2018

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https://hypescience.com/cerebro-tuneis-medula-ossea/

Cientistas descobrem túneis secretos entre o cérebro e o crânio

Para entender e evitar os conflitos entre diferentes personalidades e’ preciso entender as configurações neuroniais e memorias nos cérebros.

domingo, setembro 2nd, 2018

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Porque não se pode mudar a mentalidade de pessoas com diferente linhagem genética: o bloqueio mental

O “Golden Buzzer” dos shows “America’s e Britain’s Got Talent” fornecem bom entendimento de como e porque ocorrem os conflitos entre personalidades. Quando portugueses e brasileiros traduzem Golden Buzzer, dizem “O Botão Dourado”. Nada mais errado… E isso vai nos ajudar a compreender a realidade física profunda nos conflitos, contradições, nos debates, entre humanos.

Quando uma pessoa que nasceu e cresceu educado pela cultura e interpretação do mundo inglesa, criou o nome Golden Buzzer, ela estava pensando naquele objeto como um “buzinador”, uma buzina. Então o português deveria dizer “Buzina Dourada”. Pois aquele objeto é um tipo de buzina, tem muito mais a ver com buzina do que com botões, que são os botões de calças e camisas. Nos painéis eletrônicos, todas aquelas saliências que se aperta, são buzinas. Ou emitindo som, ou outros sinais elétricos, como as teclas do teclado. Assim como este texto que você esta’ lendo esta emitindo um estimulo que esta’ indo diretamente para certos neurônios e certos trechos de sua memoria. Mas se você fosse um inglês ou coreano, estes mesmos estímulos estariam chegando em outros neurônios e outros trechos da memoria.

Botão, quando ouvido por um inglês, lembra “bottom”. E o inglês vai ficar confuso ouvindo “botão dourado”. Pois bottom significa a base de alguma coisa, o nível mais baixo de uma estrutura, nada tem a ver com buzina. E o inglês vai tentar entender porque você diz que aquele objeto buzinador é a base… base de que? Não faz sentido. Para o inglês você esta’ todo errado, seu cérebro não funciona direito. Então ele vai ter justificativas para assumir o comando, liderar, sempre que estiverem juntos, porque você não tem um cérebro racional, és como uma criança. Não sou eu que decidi isso, esta é a realidade da qual não se pode nem se deve tentar escapar, se queremos um mundo com menos conflitos.

Eu sempre estou repetindo nos meus posts que “você reage negativamente, e não aceita as coisas da minha teoria Matrix/DNA porque você não conhece e não entende a realidade que ela descreve, porque você esta com seus neurônios conectados muito diferente do que deve ser a natural conexão entre eles, e em sua memoria tem muitas informações equivocadas fora de lugar, outras falsas, etc.” Claro, eu sei que em meu cérebro isso também acontece.

( a continuar)

Incidência de aberrações nos comportamentos humanos: uma sugestão baseada na formula da Matrix/DNA

sexta-feira, julho 13th, 2018

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Artigo decorrente da noticia no New York Post, no link:

https://nypost.com/2018/07/13/woman-gets-40-years-in-prison-for-trying-to-sell-2-year-old-daughter-for-sex/

Parecer da Matrix/DNA

Uma mulher de 25 anos num pais de primeiro mundo, branca de olhos verdes, oferece a filha de 2 anos de idade na Internet para sexo por 1.200,00 dólares!
Inúmeras aberrações humanas desse tipo ( como o casal no Brasil mantendo duas crianças numa jaula), em pleno seculo XXI, indicam que algo esta acontecendo de errado no cérebro humano. Os sintomas são a total falta de sensibilidade com outros humanos, mesmo sendo parentes próximos. Seria porque depois de três gerações das escolas estarem ensinando que humanos vieram dos macacos e portanto nada mais são que macacos finalmente a teoria se materializa no circuito cerebral formador da psique? Provavelmente esta não é a causa, mas existe uma causa, qual é ela então? Algum tipo de vírus, ou uma mutação genética desastrosa pipocando aqui e acola’? Seria alguma especie alienígena como os reptilianos que teria telefonado para o pacato motorista da Uber pegar uma arma e sair atirando nas pessoas? Seja o que for, a causa existe, um inimigo terrorista da humanidade esta atuando, e porque não vejo ninguém, nenhum governo, formando uma equipe para investigação cientifica destes cérebros? Pois existe possibilidade de da humanidade ativar seu sistema de defesa imunológico contra a causa, seja qual for. Mas não percebem essa possibilidade porque as áreas cientificas, incluindo a neurologia, estão interpretando a natureza, e por consequência os cérebros naturais, de maneira errada. A Ciência não pode ser também mistica crendo que existam demônios sobrenaturais atuando ou que acasos genéticos produzem tais eventos, pois o que se repete não é acaso. Existe algum elemento real, natural, no meio ambiente, atuando ou na formação dos cérebros ou nos cérebros já formados. Mas a academia cientifica aponta erradas convicções sobre algo que a neurologia ainda desconhece ( como se relaciona o cérebro com os pensamentos, a mente?), e mais estatísticas e cálculos da probabilidade, como se isso fosse um fenômeno matemático e não biológico, e com isso engole, sem perceber, a conclusão de que acasos mágicos, sobrenaturais, existam.
Esta insensibilidade com elementos de mesma especie dentro de um sistema como o humano social tem um nome mais esclarecedor: ausência de “empatia”. As origens do que nos humanos e em sua psique se tornou em empatia remonta aos sistemas naturais ancestrais e hoje compondo cérebros ou rodeando-os por todos os lados, antes mesmo das origens da vida. Não é o caso de apontar a força de atracão eletromagnética onde contrários se atraem e iguais se repelem, como o positivo e o negativo. E’ o caso de falha na força onde semelhantes atraem semelhantes, como átomos de carbono atraem outros átomos como nitrogênio, hidrogênio para formarem aminoacidos.
Mas esta segunda força só é detectada quando vemos a matéria formando sistemas, e como sempre, pelo processo do ciclo vital. Um sistema natural apenas repele e se torna insensível a outros sistemas, inclusive aos semelhantes, quando se torna fechado em si mesmo. Nestes, as partes se alinham num circuito que une suas duas pontas e faz a energia com seu fluxo de informações rodopiar sobre si mesma perpetuamente, ate que a entropia o ataque. As partes se conectam numa rede forte e coesa e cedem sua identidade para um emergente controle geral do sistema. Vemos então que existe altruísmo de cada parte para com todas as outras, onde uma procura ceder algo que melhore as próximas, e aqui o fenômeno meramente físico, bruto, começa a adquirir ares de uma propriedade mais evoluída, que e’ a empatia pelo semelhante. Não importa que este altruísmo só exista em relacao aos componentes do mesmo corpo sistêmico e adverso a tudo o mais que exista, o que denota um altruísmo falso que e’ extremamente egoísta porque presta culto a uma entidade de um sistema extremamente egoísta. E’ como cada gangster da mafia ser fiel aos outros gangsteres e ao chefe do grupo, onde ele é altruísta a uma minoria mas egoísta e prejudicial em relacao ao conjunto da humanidade.
O cérebro humano foi montado pela mesma formula que montou estes sistemas nos níveis atômicos e astronômicos. Então o cérebro, a nível de glândulas, apresenta sete glândulas cada qual executando uma função sistêmica, como na formula. Em outra camada, o cérebro é dividido em sete regiões, cada qual com a mesma função. Se hoje temos um aparato tecnológico a ser usado pela Ciência, como o MRI, os eletroencefalogramas, inclusive os registros e atividades das sinapses, aconselha o bom senso que procuremos comparar os dados obtidos com estes instrumentos com a formula template natural para identificar quem é quem no contexto de sistema cerebral. Mas ninguém esta fazendo isto.
A empatia deve ser um produto relacionado ao ciclo vital. Um humano na forma adulta e’ conectado psiquicamente `a ele mesmo quando estava na forma anterior, da adolescência, e tem previsões a ele mesmo na forma futura de idoso. Esta força que modifica as formas de um corpo ao longo de sua existência e chamada de ciclo vital é quem produz as vaias formas das varias partes que vão formar sistemas naturais. Seria logico esperar que um humano se lembre de suas formas infantis anteriores com carinho, empatia, e que deseje o melhor para suas formas futuras, onde novamente aparece sutilmente a empatia ligando formas humanas. Este instinto inconsciente pessoal deve se extrapolar para outros humanos quando criam os sistemas sociais. Mas estas aberrações indicando esta falta de empatia, uma quebra de conexões, parecem nos levar a concluir que tais humanos odeiam suas formas anteriores e negligenciam ou são suicidas em relacao a suas formas futuras. E isto também se reflete, extrapola, para o social.
Isto só deve acontecer em sistemas abertos, como o são todos os sistemas biológicos, como o cérebro. Estou investigando o caso pelo método da anatomia comparada entre a anatomia cerebral e a formula natural para sistemas abertos, mas não vou a lugar nenhum porque não é suficiente ter o mapa geral do cérebro comum, e’ preciso ter os mapas dos cérebros defeituosos. Superpondo estes mapas sobre o mapa da formula, pode se detectar ou os desvios nas conexões ou os pontos de entradas de elementos externos perturbando o normal curso do sistema. Em outras palavras, a Justiça deveria imediatamente autorizar a Ciência a submeter os cérebros defeituosos a mapeamento instrumental. E liberar o nosso acesso a estes mapas, pois somos os únicos a trabalhar com o método da formula natural. E’ uma questão de vontade politica e força de representatividade de um grupo numeroso, o que não esta acontecendo porque o principal grupo que deveria estar interessado -a academia cientifica dominada por uma visão mistica crente em acasos mágicos – não tem a capacidade de descobrir e entender a formula natural dos sistemas, quase nada entende de sistemas naturais e portanto deste sistema que é o cérebro. E por isso a humanidade continuara sendo aterrorizada e obrigada a assistir diuturnamente estas aberrações produzidas em seu próprio meio.

O infindável kit de ferramentas da formula da Matrix/DNA

segunda-feira, julho 9th, 2018

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O Universo nada cria de novo, pois o Universo não e’ magico, não poderia criar nova informação do nada. No entanto basta lembrar a incrível diversidade de detalhes na biosfera terrestre para suspeitar-mos dessa teoria, pois vemos fenômenos e eventos aqui e agora que nos parece não ter em nenhum outro lugar nem no passado do Universo. Se não tem, e’ novo, foi criado agora. Pode ser que a teoria esteja errada, mas depois que descobrimos a formula da Matrix/DNA e estamos aprendendo a “ler nas entrelinhas”, estamos descobrindo que os detalhes já tinham seus protótipos  guardados no deposito da formula, e portanto, da Natureza.

Bastaria a uma forma de sistema natural necessitar de um detalhe e ter as condições para fazer a formula materializar o protótipo.  Um exemplo comum da mesma teoria são as mãos humanas. A melhor e mais eficiente maneira de um organismo vivo manipular objetos externos e’ a mão humana (ao menos nos dias de hoje e aqui neste planeta), mas ela não existiu durante 3 bilhões de anos de uma vida que conta com 3,5 bilhões de anos. Ela foi no inicio um simples cílio como um pelo, depois uma pata de pato, uma asa, um casco de cavalo, uma garra de tigre, uma mão desajeitada de mão ate finalmente chegar as atuais mãos humanas. E nos causou surpresa ao descobrir que a mão humana tem exatamente a forma da formula da Matrix/DNA, ou seja, esta ferramenta já existia antes dos 3,5 bilhões de anos, e estava disponível. Para materializar ela, a formula vai construindo-a aos poucos formando sua infraestrutura, quando libera apenas parte da ferramenta, como acontecia quando a evolução estava no nível dos tigres. E também a materialização da ferramenta depende da necessidade do ser que a requere, assim como da sua capacidade de acionar a formula que esta embutida na sua genética.

Este conhecimento da formula nos tem ajudado a entender os detalhes da enorme diversificação, porque partimos da visualização do detalhe e vamos busca-lo na formula, a qual nos explica vários conceitos, como a função do detalhe no sistema, a origem do detalhe, seu desenvolvimento evolutivo, etc. Porem, se treinar-mos mais no estudo da formula podemos detectar ferramentas que ali estão e que ainda não foram materializadas. Isso impulsionaria nosso progresso. Ao invés de continuar-mos atras seguindo as pegadas da evolução podíamos nos adiantar, passar na frente dela e ser o guia numa determinada direcao de materializar mais uma ferramenta.

E agora cientistas perceberam que também a propriedade da empatia vem de um kit de ferramentas, no cérebro, a que chamaram de “rede neuronial social”. quando buscamos na formula se também a empatia já estava pre-desenhada nela, cremos que a encontramos no que chamamos de “altruísmos conectivo entre as partes do sistema”.

Este texto foi inspirado na leitura de um artigo com link a seguir e que contem o seguinte trecho:

https://hypescience.com/pessoas-podem-se-conectar-melhor-se-praticarem-a-empatia-dizem-pesquisadores/

Pessoas podem se conectar melhor se praticarem a empatia, dizem pesquisadores

Kit de ferramentas da empatia

De acordo com o texto, a maioria de nós nasce com um “kit de ferramentas” de empatia. A questão é aprender a usá-lo. “A maioria das pessoas nasce com um kit de ferramentas neurais de alto desempenho que impulsiona seu desejo de se conectar com os outros e sua capacidade de entender seus pensamentos e sentimentos, mas aprender a usar as ferramentas é fundamental tanto para os alunos quanto para relacionamentos no trabalho, na escola e em casa. Este kit de ferramentas tem raízes evolutivas profundas e é fundamental para quem somos como espécie”, definem.

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E meu post no facebook em 7/9/18:

Sentimo-nos desanimados quando buscamos maneiras de mudar ou consertar o mundo porque nos deparamos com uma infindável gama de complexidade, de detalhes que puxam mais detalhes que puxam outros e de repente nos vemos incapazes de processar todas estas informações na cabeça e obter uma solução final. de onde veio tanta complexidade de detalhes que vemos nesta biosfera terrestre. Das centenas de detalhes numa flor aos detalhes das redes neuroniais no cérebro aos detalhes de 30.000 especies de bactérias… de onde veio tudo isso?! teria cada detalhe sido criado um a um por um ser superior e magico como acreditam alguns ou teriam surgido pelo simples avançar da longa cadeia de causas e efeitos que começou no Big Bang, como acreditam outros? Depois que descobrimos que todos os detalhes são partes de sistemas naturais e que todos os sistemas naturais foram criados por uma unica e mesma formula, descobrimos também que esta aparentemente mais simples formula do universo escondia nas suas entrelinhas uma infinidade de possibilidades que poderiam e podem ser materializadas se houver necessidade da evolução para tal. Precisamos criar, afirmar, fortalecer a empatia entre seres humanos para tornar a humanidade na grande universal família sonhada por Jesus Cristo? E’ possível pois a propriedade da empatia já existe pre-desenhada na formula desde antes das origens da própria vida. E saber tudo isso e’ bom, pois podemos melhorar nossas condições de existência alem de nos ajudar sobremaneira a reunir num quadro único inteligível toda essa parafernália da complexidade dos detalhes. Veja mais no link abaixo:

O Mistério da Auto-Consciência: o Fisicalismo, o Panpsiquismo, a Combinação de Mini-Consciências, Cosmopsiquismo/Idealismo ou Universal Reproducionismo da Matrix/DNA?

sábado, julho 7th, 2018

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https://hypescience.com/poderia-o-disturbio-de-personalidade-multipla-explicar-a-vida-o-universo-e-tudo-mais/comment-page-1/#comment-309846

Poderia o distúrbio de personalidade múltipla explicar a vida, o universo e tudo mais?

Meu comentario enviado a HypeScience (verificar se foi publicado):

Louis Morelli em Julho/07/2018

Todas estas complicadas e metafisicas suposições podem ser compiladas e resolvidas numa só racional e naturalista suposição: a de que neste Universo esta ocorrendo um mero processo de reprodução genética da coisa que o criou através de um Big Bang ( cujo evento e’ exatamente igual ao instante da fecundação que cria uma nova vida), a qual deve ser um sistema natural auto-consciente.
Um embrião de 8 meses já possui uma consciência enquanto dentro dele existem milhões de genes executando cada qual uma missão da qual devem ter alguma ofuscada consciência. Mas a coisa fica mais interessante quando descobrimos que os genes possuem como anatomia uma formula natural funcional igual a que se nota como formadora do cérebro, e desde que o cérebro e’ a estrutura da qual emerge a consciência, se deduz que a consciência esta sendo formada como uma nova forma de sistema natural e pela mesma formula.
Estas suposições emergiram como resultado dos meus cálculos e modelos teóricos elaborados pelo método da anatomia comparada entre todos os sistemas naturais conhecidos, de átomos a galaxias a cérebros. Como os modelos estão sugerindo que esta formula e’ constituída de fótons (biofótons) eu suspeito que o fenômeno da múltipla personalidade tem origem num defeito do “big bang” inicial de um indivíduo onde, ao invés de apenas uma copia da formula se manifestar, ao evento convergem varias copias ao mesmo tempo, consolidando algo como uma superposição quântica de camadas de luz, a qual se fixa durante a vida do individuo ( não admira que a DPI foi constatada laboratorialmente apenas em relacao a cegueira, que justamente envolve a luz).

Sei que resumir a coisa assim fica difícil de entender, para isso seria necessário dar uma olhada no meu website, nos modelos, na formula e nos métodos utilizados. Mas se temos um parâmetro real, físico, visível aqui perante nossos olhos, explicando a relacao de uma consciência sendo construída por múltiplas microscópicas consciências, para que vamos rebuscar teorias metafísicas? Estes exercícios filosóficos mentais são bonitos porem complicam, desviando a razão para uma área que cheira `a mistica desnecessariamente. Esta faltando a navalha de Occam para estes filósofos.

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Analise do texto e pesquisa dos links:

Distúrbio da personalidade múltipla – oficialmente conhecido como Distúrbio da Dissociativo de Identidade (DDI) – e’ uma condição na qual a psique dá origem a múltiplos centros de consciência operacionalmente separados, cada um com sua própria vida interior privada. Foi constatado laboratorialmente primeiro com a mulher que esporadicamente afirmava estar cega nada vendo apesar de ter os olhos normais e abertos, e o MRI constatou que a parte do cérebro relacionada com a visão estava inativa. Porem quando a mulher dizia estar vendo tudo, a mesma região estava ativa.

Realidade física e o problema difícil da consciência

De acordo com a visão metafísica dominante do fisicalismo (segundo a teoria do fisicalismo, todos os aspectos da realidade, inclusive estados mentais e afetivos, somente adquirem plena compreensibilidade e concretude se analisados como realidades físicas), a realidade é fundamentalmente constituída por coisas físicas externas e independentes da mente. Os estados mentais, por sua vez, devem ser explicáveis em termos dos parâmetros dos processos físicos no cérebro.

Um problema-chave do fisicalismo, no entanto, é sua incapacidade de compreender como nossa experiência subjetiva – como é sentir o calor do fogo, a vermelhidão de uma maçã, a amargura da decepção e assim por diante – poderia surgir de meros arranjos de coisas físicas.

O Problema difícil da consciência

Entidades físicas, como partículas subatômicas, possuem propriedades relacionais abstratas, como massa, spin, momentum e carga. Mas não há nada sobre essas propriedades, ou sobre a maneira como as partículas são organizadas em um cérebro, em termos das quais se pode deduzir como é o calor do fogo, a vermelhidão de uma maçã ou a amargura da decepção. Isso é conhecido como o “problema difícil da consciência”.

Panpsiquismo

Para contornar esse problema, alguns filósofos propuseram uma alternativa: essa experiência é inerente a toda entidade física fundamental na natureza. Sob esse ponto de vista, chamado “panpsiquismo constitutivo”, a matéria já tem experiência desde o início, não apenas quando se organiza na forma de cérebro. Até mesmo partículas subatômicas possuem alguma forma muito simples de consciência. Nossa própria consciência humana é, então, alegadamente constituída por uma combinação das vidas interiores subjetivas das inúmeras partículas físicas que compõem nosso sistema nervoso.

Problema de Combinação de Mini-Consciências

Como nada na ciência e na filosofia é muito fácil de ser explicado, o panpsiquismo constitutivo tem um problema crítico próprio: não há nenhuma maneira coerente de esclarecer como os pontos de vista subjetivos de várias partículas subatômicas poderiam se combinar para formar pontos de vista subjetivos de nível mais alto, como o meu e seu. Isso é chamado de “problema de combinação”.

Resposta da Matrix/DNA: Eles não se combinam, e sim se agregam pela evolução de um sistema inicial que foi fragmentado e volta a se reconstituir.  Exemplo: o genoma dos pais e’ um sistema dividido em duas copias diferenciadas que se fragmentam na fecundação para suas partículas genéticas se amalgamarem e tornarem-se um só sistema, igual ao anterior, com a maior complexidade emergida da mistura.

Cosmopsiquismo ou Idealismo

Uma forma de resolvê-lo é postular que, embora a consciência seja de fato fundamental por natureza, ela não é fragmentada como matéria. A ideia é estender a consciência para todo o tecido do espaço-tempo, em vez de limitá-la às partículas subatômicas individuais. Essa visão – chamada de “cosmopsiquismo” na filosofia moderna, mas que pode ser reduzida ao que classicamente tem sido chamado de “idealismo” – é que existe apenas uma consciência universal. O universo físico como um todo é a aparência extrínseca da vida interior universal, assim como o cérebro e o corpo vivos são a aparência extrínseca da vida interior de uma pessoa.

Resposta da Matrix/DNA: Na formação de um novo cérebro humano, emerge uma nova consciência sem conhecimento que e’ copia de uma existente consciência com conhecimento, a de seus pais, ou da especie humana. Porque não também em relacao ao sistema natural que esta se desenvolvendo dentro do Universo? Cada forma de vida em cada galaxia e’ uma nova consciência sem conhecimento que e’ copia de uma consciência com conhecimento do sistema antes e alem do Universo. Não se pode no entanto que pode-se estender esta consciência extra-universal a todo espaço-tempo existente, porque podem existir outros universos, populações de universos, cada qual com uma consciência distinta. E indo mais alem, pode ser que todas as distintas consciências de todos os universos sejam produzidas por uma consciência ainda superior a elas…  

Uma Unica Consciencia Universal se contradiz com as diferenciadas consciencias individuais?

Não é preciso ser um filósofo para perceber o problema óbvio dessa última ideia: as pessoas têm campos de experiência particulares e separados. Normalmente, não podemos ler os pensamentos de tudo que existe, nem estamos cientes do que está acontecendo no universo o tempo todo, certo? Seria bom, mas…

Portanto, para que o idealismo seja sustentável, é preciso explicar – pelo menos em princípio – como uma consciência universal dá origem a múltiplos centros de cognição privados, mas simultâneos, cada um com uma personalidade e senso de identidade distintos

Resposta da Matrix/DNA : Não existe esse problema quando entendemos que no Universo esta ocorrendo um processo de reprodução genética. Os genes são individualizados e separados na formação de um novo corpo enquanto o corpo não existe ainda no interior do universo ovular. Mas antes deste processo de embriologia eles se juntavam numa só consciência ( ou um casal de corpos de uma só especie) e depois do corpo formado voltam a ser uma consciência.

Solucao final academica: O DDI deve acontecer na relacao entre nossas consciências e a consciência universal. Os alter-egos

É aqui que entra a dissociação. Sabemos empiricamente que a consciência pode dar origem a muitos centros operacionalmente distintos de experiência simultânea, cada um com sua própria personalidade e senso de identidade.

Portanto, se algo análogo ao DDI acontece em um nível universal, uma única consciência universal poderia, como resultado, dar origem a muitos alter egos com vidas internas privadas, como a sua e a minha. Nesse caso, todos seríamos alter egos da consciência universal.

Se alguma forma de DDI universal acontece, os alter egos da consciência universal devem ter uma aparência extrínseca. Kastrup teoriza que essa aparência é a própria vida: os organismos metabolizadores são simplesmente o que os processos dissociativos de nível universal parecem.

Conforme ele explica ao portal Scientific American, o idealismo é uma visão tentadora da natureza da realidade, na medida em que elegantemente contorna dois problemas indiscutivelmente insolúveis: o problema difícil da consciência e o problema da combinação. A dissociação oferece um caminho para explicar como uma consciência universal pode se tornar muitas mentes individuais, proporcionando uma maneira coerente e empiricamente fundamentada de dar sentido à vida, ao universo e a tudo que existe.

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O artigo acima e’ traducao compilada de:

https://blogs.scientificamerican.com/observations/could-multiple-personality-disorder-explain-life-the-universe-and-everything/

Could Multiple Personality Disorder Explain Life, the Universe and Everything?

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Ver outros links nos dois artigos acima relacionados ao tema: