Archive for the ‘neurologia’ Category

Astrocytes: elementos do cerebro ainda envoltos em misterio

quinta-feira, novembro 9th, 2017


(Neurologia, cerebro: precisamos pesquisar mais o que se sabe sobre astrocytes para consultar na formula da Matrix/DNA de onde elas vieram, qual sua funcao sistemica, etc. Digitando “astrocyste” na busca deste meu website aparece outros artigos mencionando-a.)

Astrocytes Orchestrate Neural Connections

astrocytes are shown

An astrocyte (blue) grown in a dish with neurons forms an intricate, star-shaped structure. The locations of neurons’ synaptic proteins are marked in green and purple (neurons themselves are not visible). Overlapping green and purple proteins represent the locations of a synapses. image is credited toJeff Stogsdill, Duke University

Brains are made of more than a tangled net of neurons. Star-like cells called astrocytes diligently fill in the gaps between neural nets, each wrapping itself around thousands of neuronal connections called synapses. This arrangement gives each individual astrocyte an intricate, sponge-like structure


“It didn’t matter if the neurons were dead or alive ” either way, contact between astrocytes and neurons allowed the astrocyte to become complex, Stogsdill said. “That told us that there are interactions between the cell surfaces that are regulating the process.”

Sinapses: Exemplo de prévios design?

quarta-feira, setembro 6th, 2017


Quando a NASA publicou a foto mais profunda do Universo, muita gente confundiu-a com a imagem do interior do cérebro, pois são quase iguais. E alguns disseram: ” O Universo parece um cérebro!”. O que diriam agora estas pessoas se soubessem o que acabo de descobrir, que as sinapses entre neurônios são evoluções de interações entre astros celestes? Talvez diriam: ” Parece que o Universo também pensa!”

Como a Natureza inventou esta extraordinária engenharia que são as sinapses, devido `as quais nos podemos pensar? As sinapses neuroniais são a base da mente, da consciência. Então a consciência existe como mero produto do acaso, ou existe um Universo tunelado para produzir consciência, a qual já estaria programada a acontecer desde antes do Big Bang?

Agora – quando pesquisadores procuram conhecer as origens e evolução das sinapses – descobrimos que as esponjas, que ainda não tinham nem sequer um sistema nervoso, já tinham os genes ( ou seja, as informações), que mais tarde vieram ser os genes das sinapses (veja links e o texto abaixo). Como a acadêmica visão de mundo explicou isto? Que aqueles genes deveriam estar produzindo outra coisa ( a qual não sabem qual seria), e na evolução foram selecionados quando sua função ficou obsoleta e passaram a executar outra, ou sofreram alguma mutação por acaso. Sim, se os genes estavam la’ é porque estavam com alguma função, pois o DNA não contem genes sem função. E’ possível que a teoria acadêmica esteja correta, e se sim, o sistema nervoso teria surgido por puro acaso, tudo teria começado quando um gene sofreu uma mutação por erro de transcrição e ao invés de fazer sua função passou a fazer outra, a qual justamente iria criar a nossa capacidade de pensar… segundo a teoria acadêmica. Ou não, pois ainda tem gente que não evoluiu mais que o inexistente cérebro das esponjas, pois não param para pensar…


Esponjas (poríferas)

Mas existe outra teoria que acho mais racional ( a qual, segundo a teoria acadêmica, surgiu no meu cérebro por mais uma mutação ao acaso). Para todas as questões sobre qualquer fenômeno e eventos naturais ela tem uma explicação extraída de seus modelos e formulas. Então vamos consultar estes modelos perguntando:

“Existia algum mecanismo/processo no ancestral sistema astronomico onde uma peça tinha a função de ejectar informação, como é o mecanismo dos neurônios ejetando informações pelas sinapses?”

E a resposta da Matrix/DNA é: ” Sim: a F1 e a F4, ejectavam corpos que eram informações para construir as peças e reproduzir o sistema. Portanto, o fenômeno que hoje denominamos de “sinapses” é mera continuidade evolutiva de um especifico mecanismo dos sistemas naturais, dentro da evolução universal. Como pode ser visto nestas representações da formula:

The MatrixDNA as Closed System

The MatrixDNA as Closed System

O Ultimo Ancestral Não-Vivo e Inanimado

O Ultimo Ancestral Não-Vivo e Inanimado

A Matrix/DNA sugere que sistemas são produtos da evolução cosmológica e elabora modelos dos mais complexos sistemas astronômicos sugerindo similar. Então ela indica que idades com sistemas biológicos.  Então ela sugere nestes modelos que já existiam mecanismos, processos, fazendo estas funções de emitir objetos como sinais carregando informações de uma peça para outra. Ora, se isto for correto, os genes com estas informações tinham que ter sido inseridos nos primeiros sistemas biológicos que eram ainda protótipos, ensaios, do que viria a ser a reprodução final do sistema ancestral. “Afinal – conjectura a teoria – babys não tem bigodes porem os genes para produzi-los estão la’ desde a fecundação.”

Então, segundo a Matrix/DNA, para a qual este Universo ‘e como a placenta dentro da qual esta’ sendo gerado um embrião na forma de sistema universal auto-consciente, num mero caso de reprodução genética, a presença da consciência aqui já estava programada antes do Big Bang.

Informações em:

Constraints of Biological Neural Networks and Their Consideration in AI Applications

” …  While the functional evolutionary origins of synapses are unclear, recent studies have demonstrated that the genes required to produce proteins necessary for synaptic transmission are found in the genomes of sponges, which lack nervous systems [7]. Therefore, it is probable that synaptic transmission has its origins in exploiting proteins produced for another purpose. While synaptic processing is responsible for the successful functioning of animal nervous systems, it is developed from evolutionary modification of a “best available” solution, and in some cases may be constrained by the slow transmission rates of the process.”

A Post-Synaptic Scaffold at the Origin of the Animal Kingdom

“Highly conserved protein interaction motifs and co-expression in sponges of multiple proteins whose homologs interact in eumetazoan synapses indicate that a complex protein scaffold was present at the origin of animals, perhaps predating nervous systems. A relatively small number of crucial innovations to this pre-existing structure may represent the founding changes that led to a post-synaptic element”. …. The core potential for evolving synapses in sponges may extend to other types of junctions. As metazoan cell types emerged, both orthologs and paralogs of the genes found here became components of junctions other than synapses as well. Therefore, the set of protosynaptic genes (as well as other genes) might be viewed not as prototypical with regard to synaptic junction evolution, but as a set of genes capable of giving rise to a diversity of junctions.

Wikipedia: Sponges

” Sponges contain genes very similar to those that contain the “recipe” for the post-synaptic density, an important signal-receiving structure in the neurons of all other animals. However, in sponges these genes are only activated in “flask cells” that appear only in larvae and may provide some sensory capability while the larvae are swimming. This raises questions about whether flask cells represent the predecessors of true neurons or are evidence that sponges’ ancestors had true neurons but lost them as they adapted to a sessile lifestyle.”


O que causa as instantâneas “experiencias fora do corpo”? Cientistas Dizem que e’ Falha nos Ouvidos!

segunda-feira, agosto 14th, 2017


(Traduzir artigo e comentario)

What Causes Spooky Out-of-Body Experiences? It Could Be Your Ears

And my comments posted at 8/14/2017

 Louis Charles Morelli

We have scientists and their technical article focused on the ear, and all comments below from the public saying that is not the ear, it is… a thing called “soul”. Nature working in its way, the universal duality of opposites is here. But, Nature also has another universal trait: at initial conditions of any system, arises two extreme opposites which are in mutual conflict. The conflict creates chaos around, and suffering for both. The suffering makes they wake up, conflict is worst, then, they join as a par. The par produces a third element, which is more evolved than the two parents. Ok, it means that who is right here, is not scientists, neither mystics. Must have a third alternative, with the right solution. Which is it? I think is Matrix/DNA Theory world view. It suggests that we humans, carries on ahead with the function of a egg. Inside the egg there is the amnion and placenta, which are the brain. The fact of spinal cord means that the egg was recently fecundated, the cord is the remains of spermatozoon’s tail. The creature being generated has a body under formation composed by energy from the synapses. This is the physical, hardware part of the creature. Which has under formation its software, its mind, which we call consciousness, composed by the cloud of light resulting from the energy sparks.
So, we are 8 billion half-conscious genes building a baby consciousness. My friends scientists and religious… this conflict is no intelligent. Because, genes are mortally dependable of their own success but also of the other 8 billion success. If one unique gene does not make his/her work, we – the baby – will born handicapped.
Which has the best belief that produces the best moral code for a better humanity? The scientists belief is too much “could”, mechanistic, does not respect the humans emotions, felling, etc. The “souls” believers are too much metaphysicals, while the embryo that need work is here, at material ground. The Matrix/DNA supporters are trying to help all 8 billion genes for to get good life’s conditions for doing well their job that we need. Think about that…
Other good article about this issue:
The woman who ‘can leave her body at will’: Student sheds light on the strange brain activity involved in out-of-body experiences

Read more:

Integrated Information Theory (IIT): Moderna Teoria Sobre Auto-Consciencia

sexta-feira, maio 12th, 2017


A Ciencia Moderna tem duas eleitas teorias sobre a consciência. Uma chama-se Espaco de Trabalho Global, desenvolvida pelo neurocientista Bernard Baars, do Instituto de Neurociências de La Jolla, Califórnia (EUA), sobre a qual escrevo outro artigo. A qui vamos tratar da outra teoria, a Teoria da Informação Integrada.

Phi, the symbol for integrated information.

Primeiro conhecimento da Teoria obtida no debate com vídeo  e participação do autor da teoria, Giulio Tononi, em:

Consciousness: Explored and Explained


Consciousness: Explored and Explained

My 2 comments posted at the video/YouTube:

Louis Charles MorelliLouis Charles Morelli – 5/17/2017

Sir Giulio Tononi will advance his research if he learns about the universal formula discovered by matrix/DNA Theory for all natural systems, from atoms to galaxies to brains and probable, consciousness ( it must be a system also, and it must have a configuration that is the projection of the brain’s system). It is very hard dealing with systems without knowing what really is a system, why they exists and why they works the way they does. Nature has applied a formula for doing them and the formula explains everything. Integrated information, reducible mechanisms, everything are there, in the formula. How each part of a system is built by the same life’s cycle process, which are the specific universal function of each part, their locations and shapes, etc. For example, the identity of systems becomes very clear looking to the formula. But, just identity of systems is a good evidence that consciousness is an entity under evolution from systems to systems since the beginnings of time, before life’s origins.
Louis Charles MorelliLouis Charles Morelli – 5/17/2017
Matter is able to become conscious of itself, alone? Every scientific work done about consciousness is like Integrated Information Theory. See the paper: it is hard work collecting natural phenomena related to what we think consciousness does, surrounding the phenomenon, but, as black holes, never reaching or touching or seeing it. No problem, this is the normal procedures in Science, it is the secret by which we had known invisible things. But, there is a belief driving the scientific investigation. That brains produces consciousness. Which means: matter can become conscious of itself. My question is: ” What if the belief is wrong? How much time, money, effort, we will loose? Which evidence or other natural parameter without the human brain we have for believing in this way? What if the knowledge of consciousness is only possible by a different scientific approach? At Matrix/DNA Theory, our theoretical models are suggesting that consciousness has nothing to do with the event of the Big Bang, but it was there, beyond and before the event. Like a human brain gets consciousness at 6 or 8 months at embryonary state but is no the brain creating consciousness first time in the world, it was existing before and beyond the little embryogenetic universe of the embryo, it was existing at potential state inside the genetics of the embryo, waiting the brain reaching the right level of complexity. So, it is we an our universe. Consciousness can flourish at any place where a natural system reaches such complexity, but, consciousness never will be explained while we are inside this universe. Which means that we must continuing these scientific efforts trying to know the effects of consciousness, not its explanation, origins, formation.


Integrated information theory (IIT) attempts to explain what consciousness is and why it might be associated with certain physical systems. Given any such system, the theory predicts whether that system is conscious, to what degree it is conscious, and what particular experience it is having (see Central Identity). According to IIT, a system’s consciousness is determined by its causal properties and is therefore an intrinsic, fundamental property of any physical system.[1]

IIT was proposed by neuroscientist Giulio Tononi in 2004, and has been continuously developed over the past decade. The latest version of the theory, labeled IIT 3.0, was published in 2014 ( cont.)

  • ver lista de referencias de papers relacionados na Wikipedia


Primeiro Paper do autor da teoria, Giulio Tononi, publicado em 2014, na PubMed, livre para leitura:

From the phenomenology to the mechanisms of consciousness: Integrated Information Theory 3.0.

( Observar Funding Statement: This work was supported by a Paul G. Allen Family Foundation grant, by the McDonnell Foundation, and by the Templeton World Charities Foundation (Grant #TWCF 0067/AB41). )


Artigo na Nature ( somente abstrato livre):

Integrated information theory: from consciousness to its physical substrate

Ver lista de referencias na Nature sobre papers publicados e relacionados a IIT


Copia de uma analise em português desta teoria:

Informação Integrada

O neurocientista Giulio Tononi, da Universidade de Wisconsin-Madison (EUA), desenvolveu uma das teorias mais promissoras para a consciência, conhecida como teoria da informação integrada, na qual Koch também trabalhou, em parceria com Tononi.

Entender como o cérebro produz o material de experiências subjetivas, tais como a cor verde ou o som das ondas do mar, é o que o filósofo australiano David Chalmers chama de “problema difícil” da consciência. Tradicionalmente, os cientistas têm tentado resolver este problema com uma abordagem que vai de baixo para cima, um tipo de processamento de informação baseado em dados vindos do meio ao qual o sistema pertence para formar uma percepção. “Você pega um pedaço do cérebro e tentar espremer o suco de consciência [dali]”, explica o diretor científico do Instituto Allen. “Mas isso é quase impossível”.

Em contraste, a teoria de informação integrada começa com a própria consciência e tenta trabalhar de marcha ré para entender os processos físicos que dão origem a este fenômeno. A ideia básica é que a experiência consciente representa a integração de uma grande variedade de informações e que esta experiência é irredutível. Isto significa que quando você abrir os olhos (supondo que você tenha uma visão normal), você não pode simplesmente optar por ver tudo em preto e branco, ou ver apenas o lado esquerdo de seu campo de visão.

Em vez disso, seu cérebro tece perfeitamente em conjunto uma rede complexa de informações dos sistemas sensoriais e processos cognitivos. Vários estudos têm mostrado que é possível medir o grau de integração utilizando técnicas de estimulação cerebral e de gravação.

A teoria da informação integrada atribui um valor numérico, “phi”, ao grau de irredutibilidade. Se o phi é zero, o sistema é redutível a suas partes individuais, mas se o phi é alto, o sistema é mais do que apenas a soma de suas partes. Este sistema explica como a consciência pode existir em diferentes graus nos seres humanos e em outros animais. A teoria incorpora alguns elementos do pampsiquismo, a filosofia de que a mente não está presente apenas em humanos, mas em todas as coisas.

Um corolário interessante da teoria da informação integrada é que nenhuma simulação de computador, não importa o quão fielmente replica uma mente humana, jamais poderia tornar-se consciente. Koch colocar desta forma: “Você pode simular o tempo em um computador, mas ele nunca vai ficar ‘molhado’”.



A Cultura Predadora Esta’ Na Psique que Produz o Ego Pensador e Nao na Auto-Consciencia?

sexta-feira, abril 21st, 2017


Esta seria uma novidade, uma perspectiva muito interessante e importante. Minha missão é desconstruir a cultura milenar e Eckhart Tolle diz que ela é a produtora do pensamento continuo, do ego coletivo, não do “Eu-Consciência”. O qual seria separado, e que pode assistir os pensamentos olhando de fora. Ele diz que colapsou este pensamento continuo e consegue se separar dele, vendo-o de fora. Mas creio que ninguém mais consegue por estar preso na maquina da sobrevivência ( ele se tornou alienado, mendigo). Então o método que ele prega não serve para ninguém. Porem ele levanta esta possibilidade.

Eu estou usando o método de re-interpretar todos os conceitos, todas interpretações erradas e falsos conhecimentos dos fenômenos naturais e da natureza/instintos humanos. O que eu estaria fazendo é trazendo ao jogo o outro extremo da dualidade, o oposto oculto, para faze-lo ser conhecido e afrontado com o oposto reinante. Para os dois se auto-anularem. E segundo esta perspectiva do Tolle, estou atacando o pensamento continuo, sem o saber. Atacando o ego. Eu não estaria apenas tentando corrigir a cultura, mas alem desta, já promover o salto transcendente para o espiritual, ou consciência cósmica.

Por ora isto é assunto novo, veio de repente, não sei ainda o que pensar. Registro aqui, traduzindo o principal texto onde Tolle diz isto, para pensar… opa… para conscientizar, e pesquisar.

Every morning we awaken from sleep and from our dreams and enter the state we call wakefulness.

Toda manhã nos acordamos do sono e de nossos sonhos e entramos no estado que nos denominamos de “despertado”.

A continuous stream of thoughts, most of them repetitive, characterizes the normal wakeful state. So what is it that we awaken from when spiritual awakening occurs?

Uma continua corrente de pensamentos, a maioria deles repetitivos, caracteriza o estado normal do acordado. Então o que é aquele despertar desde quando o espiritual despertamento ocorre?

We awaken from identification with our thoughts. Everybody who is not awake spiritually is totally identified with and run by their thinking mind – the incessant voice in the head.

Nos despertamos ou nos separamos da nossa identificação com nossos pensamentos. Todos aqueles que não são despertados espiritualmente estão totalmente identificados com sua mente pensante e são dirigidos por ela – aquela incessante voz em sua cabeça.

Thinking is compulsive: you can’t stop, or so it seems. It is also addictive: you don’t even want to stop, at least not until the suffering generated by the continuous mental noise becomes ‎insuportável‎.

Pensar é compulsivo: você não pode parar, ou ao menos parece que não. pensar também é viciante: você nem quer mesmo parar, ao menos não até que o sofrimento gerado pelo ruido mental continuo se torne insuportável.

In the unawakened state you don’t use thought, but thought uses you. You are, one could almost say, possessed by thought, which is the collective conditioning of the human mind that goes back many thousands of years.

No estado de “não-despertado” você não usa pensamentos, pois os pensamentos usam você. Você esta’, alguém poderia dizer, possuído pelo pensamento, o qual é o condicionamento coletivo da mente humana que retorna ao passado por milhares de anos.

You don’t see anything as it is, but distorted and reduced by mental labels, concepts, judgments, opinions and reactive patterns. Your sense of identity, of self, is reduced to a story you keep telling yourself in your head.

Você não vê nada como realmente é, mas torcido e reduzido por mentais conceitos, julgamentos, etiquetas, opiniões e padrões reativos. Seu senso de identidade, do seu eu, esta reduzido a uma historia que você mantem dizendo a você mesmo em sua cabeça.

“Me and my story”: this what your life is reduced to in the unawakened state. And when your life is thus reduced, you can never be happy for long, because you are not yourself.

“Eu e minha historia”: isto é ao que sua vida é reduzida no estado de despertado, acordado. E quando sua vida é assim reduzida, você nunca pode ser feliz por um tempo mais duradouro, porque você não é você mesmo.


Analises da Matrix/DNA:

Isto faz um tremendo sentido, para mim, depois que descobri a teoria que liga a evolução biológica `a evolução cosmológica e com isso descobri uma outra visão do mundo. As minhas descobertas indicam que a humanidade esta’ pensando tudo errado, esta dessintonizada da logica natural, sem sintonia com o ritmo natural da evolução, porque construiu para si uma visão do mundo falsa.

Mas não faz sentido esta separação entre auto-consciência e mente, não consigo captar bem isto. O que faria sentido seria dizer que temos uma auto-consciência errada, falsa, que nao somos a consciência da natureza, do universo. Mas que por vir de uma raiz natural, ela seria sujeita a ser consertada. Isto significaria que nos não temos e nunca tivemos a consciência verdadeira, nem o embrião dela. O que pode ser respaldado num fenômeno real, conhecido por todos: a consciência/imaginação das crianças, que acredita nas causas erradas, fantasiadas, para os fenômenos que observa. Em termos coletivo, ou de unidade de consciência fragmentada em fracões nas cabeças humanas, o coletivo imitaria o individual, ou seja, a humanidade ainda esta’ na sua infância.

O Tolle diz que não, que ele teve uma experiencia de transformação dentro da cabeça, com colapsos mentais, clarões, afloramento espiritual, etc. Como não posso saber como foi essa experiencia, tenho que manter tanto a minha teoria quando a dele, em suspenso.

Nos precisamos urgente de um método, uma estrategia, não para impor a minha visão de mundo, mas para desconstruir as falsas interpretações que são os alicerces da visão do mundo reinante. Precisamos salvar 7,8 bilhões de humanos sob o instinto de presas e médios predadores que serão eliminados enquanto os 200 milhões de grandes e médios predadores os mantem em estado vegetativo e estarão preparados tecnologicamente para deixar o planeta quando a Terra não mais suportar a vida aqui… o que pode acontecer a qualquer momento daqui para a frente… ou demorar milhões de anos. Seria impossível transformar a cultura na cabeça do grande predador – ele tem os caninos psíquicos que exigem este tipo de sistema social para sobreviverem – e talvez também seja impossível faze-lo com os 7,8 bilhões dependendo do grau em que esta o condicionamento mental. Mas se a vaca soubesse o que a espera alem da cerca do seu pasto, no matadouro, talvez ela se motivasse a romper a cerca. Nisto deve consistir enfaticamente minha pregação.

O que é que – em relacao ao individual – conduz a mente imaginativa e fantasiosa da criança a ser corrigida `a medida que vai entrando na vida adulta e enfrentando o mundo real? Sera’ que este processo também vai ser aplicado naturalmente `a criança coletiva? Se sim, minha missão nada tem a fazer. Talvez apenas pudesse acelerar o processo. O que já é um motivo para continua-la, pois não sabemos se haverá tempo para o processo apenas natural.

Eckhart Tolle: Impressionante evento psiquico, lider espiritual americano

terça-feira, abril 18th, 2017


For two years, a small man sits quietly on a park bench. People walk by, lost in their thoughts. One day someone asks him a question. In the weeks that follow there are more people and more questions. Word spreads that the man is a “mystic,” and has discovered something that brings peace and meaning into our lives. It sounds like fiction, but today that man, Eckhart Tolle, is known worldwide for his teachings on spiritual enlightenment through the power of the present moment. His first book, The Power of Now, is an international bestseller, and has been translated into 17 languages. More than 20 years have passed since Eckhart Tolle answered his first question on that park bench. While his audience has grown, his message remains the same: that it is possible to stop struggling in your life, and find joy and fulfillment in this moment, and no other.

Says Eckhart:

“For most people, spiritual awakening is a gradual process. Rarely does it happen all at once. When it does, though, it is usually brought about by intense suffering. That was certainly true in my case. For years my life alternated between depression and acute anxiety. One night I woke up in a state of dread and intense fear, more intense than I had ever experienced before. Life seemed meaningless, barren, hostile. It became so unbearable that suddenly the thought came into my mind, “I cannot live with myself any longer.” The thought kept repeating itself several times. Suddenly, I stepped back from the thought, and looked at it, as it were, and I became aware of the strangeness of that thought: “If I cannot live with myself, there must be two of me – the I and the self that I cannot live with.” And the question arose, “Who is the ‘I’ and who is the self that I cannot live with?” There was no answer to that question, and all thinking stopped. For a moment, there was complete inner silence. Suddenly I felt myself drawn into a whirlpool or a vortex of energy. I was gripped by an intense fear, and my body started to shake. I heard the words, “Resist nothing,” as if spoken inside my chest. I could feel myself being sucked into a void. Suddenly, all fear disappeared, and I let myself fall into that void. I have no recollection of what happened after that.

The next morning I awoke as if I had just been born into this world. Everything seemed fresh and pristine and intensely alive. A vibrant stillness filled my entire being. As I walked around the city that day, the world looked as if it had just come into existence, completely devoid of the past. I was in a state of amazement at the peace I felt within and the beauty I saw without, even in the midst of the traffic. I was no longer labeling and interpreting my sense perceptions – an almost complete absence of mental commentary. To this day, I perceive and interact with the world in this way: through stillness, not through mental noise. The peace that I felt that day, more than 20 years ago, has never left me, although it has varying degrees of intensity.

At the time, I had no conceptual framework to help me understand what had happened to me. Years later, I realized that the acute suffering I felt that night must have forced my consciousness to withdraw from identification with the unhappy self, the suffering “little me,” which is ultimately a fiction of the mind. This withdrawal must have been so complete that the suffering self collapsed as if the plug had been pulled out of an inflatable toy. What was left was my true nature as the ever present “I AM”: consciousness in its pure state prior to identification with form. You may also call it pure awareness or presence.


Pelo pouco que sei de Tolle, ele teve sorte de cair no momento exato: nao sei porque mas nos anos de 2.000, o publico estava procurando e consumindo muitos livros de auto-ajuda, pensamento positivo, etc. E ele tinha uma mensagem prometedora, era afinal um exemplar vivo bem suscedido no que todos buscavam.

Mas como todos os outros livros e seus autores, o conselho de Tolle era impraticavel, por isso seu ensinamento, nao compreendido, caiu na inutilidade, nos tempos de hoje. Pois o que Tolle pode fazer e fez, ninguem na vida moderna consegue fazer. Apos o evento psiquico, ao conseguir a sublimacao mental, ele caiu na rua como um sem-casa, mendigo. Parou de estudar, de trabalhar e ficou dois anos sentado em bancos de praca. E nunca mais iria voltar a uma vida profissional, nao fosse algumas pessoas se acercando dele e fazendo perguntas. Ele foi arrancado da sarjeta pelo publico. Como copiei logo abaixo um texto do Wickipedia, sua familia aguentou-o nestes dois anos com casa e comida, mas o repreendia dizendo que tornara-se irreesponsavel e insano.

Quem consegue repetir isto na vida moderna? Ou melhor, quem vai querer conhecer o Nirvana, alcancar a sublimacao mental, a tal preco? Ninguem. Por isso a tecnica que ele ensina para se obter o que ele obteve nao funcionou para mais ninguem. E poucos tem uma familia que os suportariam como paria.

Alem disso, mesmo que alguem conseguisse faze-lo, mas que nao fosse rico para se auto-sustentar, e tivesse que voltar ao trabalho professional, `a rotina do dia a dia dentro de uma fabrica, um escritorio, etc., quem iria conseguir ” contemplar e se admirar do presente… e para o resto da vida ficar neste estado? Ora o ambiente obrigatyorio para 90% ou mais da populacao mundial e’ o incomodo ambiente rotineiro do trabalho na repetitive e enfadonha producao em serie. Que mundo bonito existe para quem esta dentro de uma fabrica na maior parte do seu dia?

Portanto, se todos conseguissem a transcendencia para o estado de consciencia cosmica, a economia do planeta parava e todos morreriam rapido. A conclusao inevitavel e’ que Tolle esta’ sendo um professor do mal. O relato de sua experiencia unica e’ de grande ajuda para a busca do entendimento do que somos, como funciona o cerebro, que existiria uma divisao entre mente e consciencia, etc. Isto ao menos para minhas pesquisas e os paralelos que vejo entre esta experiencia e o que estao sugerindo meus modelos teoricos, tem inestimavel valor, poiss me ajudara a desenvolver mais minha busca.

Entao a diferenca entre a pregacao do Tolle e a minha esta nisso. Tambem ninguem vai largar tudo para se isolar na selva por sete anos, ou ninguem vai ter a sorte que tive em tropecar com Serra Pelada, conseguir por sorte a propriedade de um estabelecimento commercial que me pagou as despesas de manutencao na selva e me permitia retornar ao contacto com humanos em alguns meses por ano. Mas eu nao estou ensinando como conseguir um evento psiquico de transformacao de nivel mental evolutivo. Estou pregando uma promessa para se obter fatos concretos baseados num metodo de busca que lida apenas com fatos concretos, que sao do conhecimento publico. A visao de mundo onde somos 8 bilhoes de genes construindo a nos mesmos em um pode gerar uma comportamento humano coletivo que ao pouco vai mudando o Sistema, a economia baseada na auto-sustentabilidade da formula liberando a humanidade do trabalho rotineiro, e assim com o ambiente mudado e adequado para receber o que Tolle se tornou, este e’ um caminho palpavel e racional. Porem nao e’ o caminho do milagre facil e rapido de Tolle, e’ um caminho arduo e demorado.

Tolle stopped studying for his doctorate, and for a period of about two years after this he spent much of his time sitting, “in a state of deep bliss,” on park benches in Russell Square, Central London, “watching the world go by.” He stayed with friends, in a Buddhist monastery, or otherwise slept rough on Hampstead Heath. His family thought him “irresponsible, even insane.”

Pesquisa da Matrix:

Tolle me fez notar algo que nao havia pensado. O Sistema-formula tem uma entidade abstrata que suplanta e governa seu interior, suas partes. Seria o software do hardware. No caso de Tolle, o nivel psiquico dos pensamentos mais o Sistema nervosa simpatico seria a sub-entidade de cada parte, enquanto o Eu separado dos pensamentos, a consciencia normal de Tolle e dos humanos normais seria a entidade superior das partes. Ou seja, cada parte teria uma fracao da entidade total do Sistema. Quando Tolle perde a sub-entidade individual – a cosnciencia da parte do Sistema – ele suplanta-se como Sistema e cai na esfera da hierarquia dos sistemas, ou seja, cai num Sistema superior ao humano, o qual ele interpreta como cosnciencia universal, do cosmos. Entao ele era – e todos humanos normais sao – e em yermos de software da formula, um fractal menor dentro desse mesmo fractal, porem maior.

Neurocientista Acredita que a Consciencia e’ Apenas uma Ilusao

terça-feira, abril 11th, 2017


A grande maioria do povo brasileiro ainda não sabe o que se passa nos modernos apóstolos das nações ricas que proliferam nas universidades modelando as mentes da juventude. Um destes famosos e muito ativo na imprensa, e’ o cientista Daniel Dennet. Traduzo aqui uma entrevista que ele deu para a BBC ( BBC Radio 4’s The Life Scientific ) onde ele expõe completamente essa visão de mundo que caminha ao lado do poder mundial hoje. Porem, a seguir, escrevo a interpretação disso tudo sob a perspectiva de outra diferente visão do mundo que pode dar uma ideia de quanto podem estarem errados e como isso esta’ se tornando demasiado perigoso para a sobrevivência da humanidade que já vive na corda bamba. Boa leitura e perdão por alguns errinhos feitos `as pressas, com equipamento inadequado para português, etc.:


Image copyright Science Photo Library

O cientista cognitivo Daniel Dennet acredita que nossos cerebros sao maquinas, feitas de bilhoes de pequenos robots – nossos neuronios, ou celulas cerebrais.

Num infeliz memorandum escrito em 1965, o filosofo Hubert Dreyfus afirmou que humanos sempre iriam bater computadores no jogo de xadrez porque falta intuicao `as maquinas. Dennet discordou.

Poucos anos depois, Dreyfus se encontrou muito embaracado perdendo no check-mate para um computador.

E em maio de 1997, o computador da IBM, Azul Profundo, derrotou o campeao mundial de xadrez, Garry Kasparov.

Foram muitos os que ficaram infelizes com estes resultados e argumentaram que o jogo de xadrez seria um jogo com uma logica enfadonha. Que computadores não precisam de intuicao para ganhar. O alvo da competicao mudou em busca de outro jogo.

Daniel Dennet sempre acreditou que nossas mentes sao maquinas. Para a questao nao e’ se computadores pordem se tornarem humanos. E sim se humanos podem ser tao bons e sabios quanto computadores.

Numa entrevista para a BBC ( BBC Radio 4’s The Life Scientific ), Dennet disse que nao ha’ nada de especial sobre intuicao. ” Intuicao e’ simplesmente conhecer uma coisa sem conhecer como voce chegou nela”.

Daniel Dennett

Daniel Dennett acredita que nossas celulas cerebrais sao robots respondendo a sinais quimicos – Image copyright Maria Simons

Dennet lamenta que o filosofo Rene Descartes foi o responsavel por permanentemente poluir nosso pensamento sobre como pensar a respeito da mente humana.

Descartes nao poderia imaginar que uma maquina seria capaz de pensar, sentir, e imaginar. Tais talentos so podiam terem sido dados por Deus. Ele esteve escrevendo no seculo XVII, quando maquinas eram feitas de correias e ferro, nao CPUs e RAM, por isso nos devemos perdoa-lo.

Robots feitos de robots

Nossos cérebros sao feitos de uma centena de bilhoes de neuronios. Se você fosse contar todos os neuronios do seu cerebro na razao de um por segundo, você gastaria 3.000 anos!

Nossas mentes sao feitas de maquinas moleculares, mais conhecidas como celulas cerebrais. E se voce achar isto depressante entao a voce falta imaginacao, diz Dennet.

Kasparov v Deep Blue, 1997

Image copyright Getty Images O povo ficou chocado quando um computador derrotou o campeão mundial de xadrez Garry Kasparov in 1997

“Voce conhece o poder de uma maquina feita com um trilhao de pessas em movimento?”, ele pergunta.

” Nao nao somos apenas robots”, ele diz. ” Nos somos robots, feito de robots que sao feitos de outros robots”.

Our brain cells are robots that respond to chemical signals. The motor proteins they create are robots. And so it goes on.

Nossas celulas cerebrais sao robots que respondem a sinais quimicos, apenas isso. As proteinas como motores que elas criam sao robots. E assim por diante.

Como a tela de um telefone

Auto-consciencia e’ real. Claro que e’. Nos experimentam os ela a cada dia. Mas para Daniel Dennet, consciencia nao e’ mais real que a tela de seu laptop ou seu telefone.

Os programadores que fazem estes aparelhos de telefones espertos chamam eles de ” ilusao de usuario”. E’ um pouco depreciativo, talvez, mas eles acertaram em cheio.

Pressionando os icones em nossos telefones nos faz sentir no controle. Nos sentimos que controlamos o heardware interno ao aparelho. mas o que nos fazemos com nossos dedos em nossos telefones e’ antes uma patetica contribuicao `a soma total das atividades do telefone. E, e’ claro, ele nunca diz a nos nada de como ele funciona.

A auto-consciencia humana e’ a mesma coisa, diz Dennet. ” Ela e’, para o cerebro, a ” ilusao do usuario”, dele mesmo.”

Ela parece real e importante para nos mas ela nao e’ de grande importancia. ”

O cerebro nao tem que entender como o cerebro funciona.

Não somos tao inteligentes como pensamos

Nos sabemos que nos evoluimos dos macacos. Nos sabemos que compartilhamos 99% do nosso DNA com chimpanzes.

Nos sabemos que alguns dos nossos comportamentos sao de natureza animal, ( geralmente os instintos dos quais nos nao nos orgulhamos). Nossas maiores qualidades especiais, nossa inteligencia, nossas intuições e criatividade, nos gostamos de pensar que vem de causas muito especiais.

Chimp digging with a tool

Nos humanos temos tradicionalmente enfatizado nossas diferencas do reino animal, mas nos somos nada mais que o resultado das experiencias evolucionarias – Image copyright ADAM JONES/SCIENCE PHOTO LIBRARY

Nossos cerebros, como nossos corpos, tem evoluido durante centenas de milhoes de anos. Eles sao o resultado de milhoes e milhoes de anos de perigosos “jogos de erro e julgamento” que totalizam nossas experiencias evolucionarias.

Desde uma perspectiva evolucionaria, nossa habilidade de pensar nao e’ diferente da nossa habilidade de fazer a digestao, diz Dennet.

Ambas estas atividades biologicas – fazer digestao e pensar – podem ser explicadas pela Selecao Natural da Teoria de Darwin, ffrequentemente descrita como a sobrevivencia do mais adaptado.


Julgamento e Erro

Nos evoluimos de uma incompreendida bacteria. Nossas mentes, com todos seus remarcaveis talentos, sao o resultado de uma infinidade de experiencias biologicas.

Nosso genio nao nos foi dado por Deus. Ele e’ o resultado de milhoes de anos de erros e julgamentos – para na proxima vez nao cometer o mesmo erro ou errar menos. Assim vamos acertando, evoluindo.

When a bacteria moves towards a food source, scientists don’t praise the bacteria for being clever. That would be highly unscientific. But when scientists describe thinking as a biological activity, they risk ridicule or outrage (depending on the company they keep).

” Quando uma bacteria se move na direcao de uma fonte de alimentos, nossos cientistas nao elogiam a bacteria por ser inteligente. Eles seriam demasiados anti-cientificos. Mas quando os cientistas descrevem o pensamento como uma atividade biologica, eles se arriscam a serem ridicularizados e blasfemados. Mas essa e’ a verdade”, diz Dennet.

Such fierce reductionism offends. How naïve to suggest that there is nothing more to the human mind than a bunch of neurons!

Esse afiado reducionismo ofende o orgulho dos humanos. Quao absurdo e’ sugerir que nao existe nada mais na mente humana do que um monte de neuronios!

Descartes grosseiramente subestimou as maquinas. Alan Turing colocou as coisas nos eixos. Ele previu que no final do seculo XX: ” O uso de palavras e da opiniao educada tera alterado tanto que uma pessoa sera capaz de falar de maquinas pensantes sem ser contraditorio”.

Computadores em 1960 nao eram tao bons no xadrez. Agora eles tocam saxofone como John Coltrane.

Nesta era digital dos supercomputadores e telefones espertos, certamente nao sera dificil imaginar como uma maquina feita de trilhoes de pessas auto-moventes pode ser exatemente um humano.


Analise pela perspectiva da cosmovisão da Matrix/DNA

A Humanidade ja construiu varias civilizações poderosas – como a dos egípcios, dos babilônicos, dos romanos, etc – e todas caíram. Porque? Porque foram construídas tendo por base uma interpretação errada da realidade do mundo, o qual os pegou de surpresa. Agora temos mais um modelo de civilização, moderna, se assentando em cima de uma cosmovisão que se afirma a passos largos através das escolas e do poder. Tera’ a humanidade descoberto a verdadeira interpretação do mundo e com isso esta civilização não vai desaparecer, ou vai se transcender naturalmente?

Claro que não. Basta a dizer, primeiro, que nos ainda somos quase cegos, vemos e percebemos nos objetos e no mundo apenas uma faixa das sete faixas de organização da matéria mostrada pela luz visível. Segundo que esse nosso minusculo cérebro jamais seria capaz de processar as informações da verdade ultima de um mundo que não pode ter surgido por um “começo” mas também não pode estar existindo infinitamente sem ter tido um “começo”. Tem que existir uma terceira alternativa mas talvez nenhum tipo de cérebro sera capaz de entende-la. Nos não podemos ser fanáticos em nenhuma visão de mundo como estão sendo os camaradas de Daniel Bennet, se quisermos uma civilização que se transforme sem perecer antes.

Eu concordo com a comparação entre nos – todos os tipos de sistemas biológicos, de bactérias a humanos atuais – e maquinas. Porque os sistemas biológicos foram criados por uma maquina e vivem numa biosfera em estado de caos que aos poucos vai sendo modelada pela maquina envolvente para se tornar uma maquina biológica. Nos fomos criados por um sistema astronomico, estelar, que foi descrito quase corretamente pela mecânica Newtoniana, e este sistema foi produzido por outra maquina que ( aqui inicio a entrar com a cosmovisão da Matrix/DNA) alcançou o ultimo nível de mecanicismo possível na Natureza – esta Via Láctea. Não em termos de complexidade e parafernália de acessórios mas em termos de inteligencia para a melhor sobrevivência, a simples mas complicada maquina galáctica da’ de dez a zero em qualquer outra supermáquina que venha a ser criada. Basta ver o modelo dessa maquina neste website que você concordara comigo.

Mas nos, na forma de nosso ancestral longínquo – esta galaxia – cometemos ja naquela época, o mesmo erro de construir castelos de areia devido conhecimentos arrogantes que não são os conhecimentos da Natureza. A galaxia pensou que conhecia o mundo certo, pensou que sabia de todos os recursos do Universo, criou o Paraíso Eterno para si mesma e se encarnou neste paraíso. Mas ela desconhecia um recurso escondido nas mangas da Natureza, a força da entropia, que chega sorrateira, sutil, produz a degeneração e a morte final de qualquer pretendente a motor perpetuo.

Os sistemas biológicos, encabeçados pelo corpo humano e seu magnifico cérebro, estão ainda muito longe de conseguir o poder e a qualidade de existência da maquina perfeita que nos criou. Isso significa que ela vai nos fazer evoluir muito mais ainda e com isso Dennet ainda não contou: evoluem os supercomputadores, mas evoluem e surgem novos sensores cerebrais, o cérebro humano estará sempre na frente, mesmo que não esteja em termos de poder, digamos, militar.

Até o chimpanzé, concordo plenamente que fomos como robots. Somos 99% iguais, em termos de sistemas biológicos. Porem, a minha cosmovisão esta afirmando que na transição de chimpanzés para humanos houve mais uma surpresa da Natureza, mais uma força ou lei natural com a qual nossa ciadora não contava. Existia algo dentro dela mesmo que ela desconhecia. Ela já continha o potencial para ser sistema biológico, ela chegava a expressar as propriedades biológicas mascaradas de mecânica, na verdade ela não era como um supercomputador, ela era uma maquina-viva, e os nossos computadores, por não terem este elemento natural encriptado em seu ser, nunca poderao ser uma maquina-viva, por mais que sonhe o Dennet. Computadores nao foram feitos pelo DNA. As galaxias sim, pela formula universal que tomou a forma biológica de DNA.

Para explicar essa diferença infinita entre nos e os robots, devo tentar rebuscar uma analogia.

Na embriologia,  o corpo que sera humano, se torna consciente entre os 6 e 8 meses. Mas foi a base fisiológica daquele corpo, com seu cérebro, que criou a consciência por si mesmo, pela primeira vez na historia do universo? Não porque a consciência já existe fora de seu pequeno universo, sua bolsa embrionaria, e existe a muito tempo. Mas como então, se ela também não foi imposta de fora para dentro? Ora, a consciência já estava encriptada, em estado potencial, desde o momento inicial da fecundação, e ficou ali apenas em estado latente durante todos aqueles meses.

Sei que os Dennet da vida iriam me interromper aqui, irados. ” Mostre-nos, de a prova, de que ela esta nos genes. Quais genes? O fato e’ que qualquer cérebro ao chegar a um certo estagio evolutivo, produz auto-consciência, não que ele a tenha recebido por transmissão genética.”

E’ um caso a discutir penso eu. Isso quer dizer que todo corpo masculino ao chegar aos 18 anos produz bigodes, estes não são caracteres transmitidos? Mas porque então nunca vi nenhum filho de moreno produzir bigodes louros ou ruivos?

O fato é que genes são depositários de informações, porem para eles se moverem e executarem suas missões existe um comando de instruções, igual a um computador em que o hardware precisa de um software. A todo ano nasce uma nova geração de hardwares, mas não são os hardwares que produzem os softwares que os operam. Estes vem de fora, de uma mente que esta fora do hardware.

O fato é que a cosmovisão da Matrix/DNA pode explicar tudo o que existe no mundo que o Sr. Dennet conhece e sabe explicar, porem, organizando, conectando as coisas de uma maneira diferente, também logica e racional, e com isso a historia do mundo muda, o mundo adquire um significado diferente da cosmovisão do Sr. Dennet. Eu apliquei os mesmos mecanismos darwinianos que o Sr. Dennet aplicou para aprender a evolução a partir das bactérias e vir subindo ate chegar aos humanos, porem o fiz de forma reversa, do futuro para o passado, cheguei `as bactérias do mesmo jeito, mas não parei ai numa sopa sem vida qualquer. Das primeiras moléculas orgânicas Darwin me conduziu ao sistema solar, `a galaxia, a nebulosa primordial de átomos, cheguei também no Big Bang, e pude inclusive dar uma olhada na nevoa escura alem dele para ai suspeitar que Darwin continua funcionando.

Eu vi os astronômicos como uma maquina, vi os átomos como robots, mas todos eles tinham vida como os biológicos. A maquina que Dennet fez e esta aprimorando esta errada em relacao a maquina natural e por isso sua interpretação do cérebro também esta’. Se for falar de consciência então…

Os processos vitais que existem aqui no meio biológico não foram inventados pela Terra, e seus sistemas astronômicos. Eles traziam estes processos dentro de si sem se aperceberem dele como o embrião não percebeu que trazia em si a consciência desde o primeiro dia ate os 8 meses. Neste Universo esta ocorrendo um processo de reprodução genético-computacional da coisa desconhecida que gerou este universo. Não existe problema nenhum que para universos, o embrião que esta sendo gerado demore 13,8 bilhões de anos para manifestar a consciência que já existia la fora, dentro da cabeça de seus criadores. Pois o Universo para nos parece ter uma dimensão quase infinita, seu tamanho e’ inimaginável, mas também é seu tempo. O que são 13,8 bilhões de anos para nos, para o universo são seus 8 meses. E dai? Qual o problema?

A Matrix/DNA apresenta uma outra visão das bases da consciência quando ela detecta na totalidade das irradiações no espectro eletromagnético uma substancia que pode ser uma onda de luz que contem encriptada a formula para sistemas, inclusive para a consciência como sistema natural, mas isso é um assunto mais complexo.

A auto-consciência dormia nos átomos, sonhou com paraísos eternos  nas galaxias, começou a acordar nos sistemas biológicos como as plantas e animais primitivos, começou a despertar nos chimpanzés e veio a se levantar no homem. E dai? Qual o problema?

” O problema é que você não tem provas disso”.

Porem eu tenho muito mais fatos arrolados como evidencias do que você tem para sua interpretação do mundo. E você não me mostrou em cima da mesa nenhum neurônio atuando como robot, como seu supercomputador, por si só. Muito menos me mostrou emergindo deste robozinho algo parecido com auto-consciência.

Nossa civilização tem que ter um destino melhor que as anteriores. Vai ser tudo desmanchado, – a evolução não espera e não perdoa – mas podemos fazer disso uma transição muito menos dolorosa, e podemos nos mesmos, não outros reis e imperadores e servos, transcender para a nova civilização mais sincronizada com a que esta determinada a ser, não pela maquina galáctica, não pelo universo, mas por aquilo ou aquele que esta sendo reproduzido através de nos.

Pesquisa da Teoria de que a Auto-Consciência tenha por base, os Neuronios

segunda-feira, abril 10th, 2017


Towards a neurobiological theory of consciousness

Francis Crick and Christof Koch

seminars in Ttl JIUROSCIENCES, Vol2, 1990: pp 263-275

Li o PDF inteiro e tive a final impressão de que ele faz com o atual conhecimento da neurobiologia o que Francis Bacon fez no levantamento do que era conhecido cientificamente para coordenar as pesquisas futuras. Ao invés de ir direto no objeto da consciência – como sugere o titulo – ele deixa a consciência de lado na maior parte do paper e se focaliza no atual conhecimento da atenção visual, a qual ‘e uma das características da auto-consciência. Desta ele deduz vários mecanismos e propriedades para entao projeta-los ao tema da consciência, sugerindo que esta funcione da mesma forma.

Observar que o paper foi escrito em 1990 e devido ao massivo ataque cientifico neste assunto nos últimos anos, muita coisa aqui deve estar ultrapassada.

Um trecho do texto ( pag.274), resume o escopo do paper:

Why, then, is consciousness so mysterious? A striking feature of our visual awareness (and of consciousness in general) is that it is very rich in information, even if much of it is retained for only a rather brief time. Not only can the system switch rapidly from one object to another, but in addition it can handle a very large amount of information in a coherent way at a single moment. We believe it is mainly these two abilities, combined with the very transient memory systems involved, that has made it appear so strange. We have no experience (apart from the very limited view provided by our own introspection) of machines having complex, rapidly changing and highly parallel activity of this type. When we can both construct such machines and understand their detailed behavior, much of the mystery of consciousness may disappear.

Qual a repercussão do paper na Teoria da Matrix/DNA sobre a auto-consciência?

Teremos que analisar cada informação, cada resultado experimental, a luz da formula. mas uma pergunta nos formula a visão da Matrix/DNA: o que faz a energia ser ativada e abrir ou fechar portas numa operação de computador: o hardware ou o software? Na minha ignorância sobre computação, arrisco que seja o software. Pois a formula e teoria total da Matrix/DNA tem sugerido que auto-consciência é uma especie mais complexa do nosso software computacional, e a base cerebral, neurológica, é o hardware. Tambem sugere a teoria que sempre existiu na evolução universal um processo de feed-back entre software e hardware nos sistemas naturais, sendo que o software obriga a renovação e complexificação do hardware enquanto as experiencias e novas informações colhidas por este vai despertando ou fazendo expressar maiores porcões do software, que por sua vez retorna remodelando o hardware.

Neste sentido, o hardware – ou a base biológica cerebral – também aciona as sinapses produzindo mais auto-consciência. Mas pode ser que isto ocorra como na evolução genética, na qual uma mutação genética causada por um individuo não deve alterar seu fenótipo em vida, senão longo tempo depois nos seus herdeiros. Enfim são muitos os senões a serem considerados aqui, mas a teoria da Matrix/DNA poe em duvida a crença fundamental final da neurologia moderna: a de que o cérebro produziu, criou, a auto-consciência.

O fato dos 40 hertz como amperagem constante oscilatória das sinapses nos faz pensar na divisão de vibrações entre os diferentes estados das diferentes funções da formula, principalmente no grafico da luz. 40 hertz um estagio mediano das vibrações, o que coincide com o estado mediano da luz visível e da posição da orbita planetária. Um planeta com vida em uma diferente orbita planetária, digamos de vibração 50, exigiria uma forma de evolução baseada nos 50 hertz, e assim por diante. (?)

Se tiver tempo, devo anotar cada nome de cada elemento ou região do cérebro e buscar a sua figura e posição no cérebro, visando descobrir suas funções sistêmicas e como a formula esta montada.


Cérebro, Memoria: Hipótese da Consolidação dos Sistemas – Mais Uma Previsão Acertada da Matrix/DNA

terça-feira, fevereiro 14th, 2017


Uma nova experiência laboratorial está exigindo uma mudança no paradigma da Neurologia e gerou a Hipótese da Consolidação dos Sistemas: memorias de curto-prazo envolve o hipocampo, mas memórias de longo prazo é de algum modo desconhecido transferida para outras áreas, como o córtex.

Os cientistas dizem que o mecanismo é desconhecido, mas tendo a formula que montou o cérebro humano, posso ver claramente qual é e como funciona o mecanismo.

A evidência é que numa experiência recente, no laboratorio alguém tentou ativar a memória através de neurônios do córtex um mês mais tarde, e de fato a memoria foi reativada. ( ver a fonte desta notícia no link abaixo e nos próximos dias farei novo artigo sobre os “papers” oficiais publicados)

Isto é importante porque como os cientistas, eu sempre pensei que a memória existisse no hipocampo, ou na região central do cérebro, mas com esta informação ela pode estar em muitas regiões, parecendo que é espalhada.

Mas então apenas agora me lembro que a formula da Matrix/DNA (mostrada na figura abaixo) sugere isso claramente, ou seja, eu já sabia disso, sem saber que sabia, porque nunca raciocinei a formula em relacao a memoria. O cérebro é um sistema em si mesmo, vendo-o separado do resto do corpo. Ele tem núcleo (a região central onde está o hipocampo), tem partes ( as diversas glândulas, regiões cerebrais, etc.), tudo interconectado, funcionando. O cérebro é mais uma cópia da formula da Matrix/DNA, ou seja, esta formula monta todos os sistemas naturais `a sua imagem e semelhança, na medida que permite o ambiente e os materiais do ambiente, o estágio evolutivo, etc. Podes ver que o cérebro tem hemisférios direito e esquerdo como a formula tem suas faces esquerda e direita dividida pelo circuito F5, que no cérebro se torna o corpus callosum. E a formula monta cada sistema a partir de um objeto inicial, um corpo, aplicando nele o ciclo vital que o faz se diferenciar em várias formas/funções e depois conecta estas diferentes formas como suas partes. Assim se formou o cérebro desde os primeiros rompantes de sistema nervoso nos seres primitivos como as bactérias.

Na formula está claro que o sistema-cérebro possui memória em F1, onde começa o circuito do sistema, ou seja, mais um ciclo vital. O circuito nada mais é que o fluxo de informações avançando, ou seja, um corpo crescendo em idade, como o corpo humano faz após nascer. Em F1 ocorre a gestação de novos sistemas, como o corpo humano, onde F1 é representado pela mulher grávida. Ora, um novo ser começa a ser formado com informações memorizadas que vieram de seus genitores. Por isso a memória já está em F1.

Então quando o fluxo sai de F1 e vai para F2, ele está sendo a informação do corpo inteiro, está levando o corpo inteiro, e com isso, claro, vai a memória do corpo. A nossa memória quando estamos na forma de adulto ( que na formula e’ F4), veio da memória na nossa forma como adolescente (F3), com mais alguns acréscimos.

Então quando transportamos a formula para o sistema “cérebro” e vemos F1 representada pelo hipocampo, notamos que o circuito sobe pelo hemisfério esquerdo em direcao ao córtex, e com isso ele está levando a memoria. Quando o circuito perfaz-se totalmente, a memoria está presente em todo lugar que ele passou, e se fixou. Assim conhecemos o mecanismo que transporta a memória pelo cérebro.

Mas estamos aqui pensando na formula quando ela desenvolve e estrutura a forma do cérebro, e se torna o template do cérebro. Outra coisa é mais tarde na evolução biológica chegando ao ser humano quando a formula retorna para criar os pensamentos, igualmente a sua imagem e semelhança.

Cada pensamento nasce vive e morre pela mesma configuração da formula, porém, os pensamentos são muitos, ocorrem em sequências, nunca dois ao mesmo tempo, e tem duração de vida brevíssima, muito menor que a do cérebro. Além disso, pensamentos não se fixam nem se auto-reciclam idênticos. Pensamentos são micro-ciclos abstratos ( softwares) de e dentro de um macrociclo concreto (o hardware) que é o cérebro. Isto significa que em relacao a pensamento, a memória está sempre em movimento, pulando de região para região, é impossível fixá-la em algum ponto, e depois que ela passa por uma região, desaparece daquela região. E as partes da memória carregadas por cada pensamento morrem com os pensamentos, ou, quando o pensamento for importante, quando ele foi contaminado por informação nova que não existia antes, ele chega ao córtex e perfaz a trajetória de F5, retornando diretamente do córtex (F4) para o hipocampo e registrando-se ali definitivamente como mais um acréscimo da memória estrutural.

Então existe a memória estrutural e a memória abstrata mental, ou memória dos pensamentos, segundo a Teoria da Matrix/DNA.

Muito simples entender isto quando se tem a formula, concorda? Porém, o maior absurdo disto e’ que os cientistas não conhecem e nem entenderiam a formula. para explicar de onde ela veio eu teria que montar um curso universitário de alguns anos e isso me e’ impossível. Então, infelizmente, vão continuar gastando bilhões e dólares para descobrir coisas por acaso quando uma teoria dirigindo as experiências ficaria muito barato e com melhores resultados.

Vamos trazer a formula para ver isso melhor:

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software


Fonte da informação sobre a experiencia cientifica:

Think you’ve got a terrible memory? You don’t know the half of it

Observe no artigo que o entrevistador pergunta aos neurologistas porque a memória é tão maleável?

Eu vou ter que procurar porque eles pensam que a memória é maleável, ou seja, maleável em que sentido, em relacao a que? A formula está sugerindo claramente que a memória é tão maleável como um corpo humano, mudando ou desenvolvendo-se em diferentes formas, etc. Mas as respostas dos cientistas foram muito nebulosas e acho que não responderam a pergunta. Um deles citou o fato de que tendemos a esquecer um evento de extrema agonia e para explicar isso ele diz que nosso cérebro faz isso para nos poupar de dolorosas recordações inúteis, etc. Ora, o cérebro por si só não tem propósitos, não pode saber que mentalmente sofremos ao recordar, ele não faz nada disso, e como “o cérebro é eu” e “eu sou o cérebro”, ele estaria apagando, extraindo uma parte de si mesmo, o que penso ser impossível. Combatem o dualismo de Descartes em corpo e alma porém criam o dualismo cérebro e o eu como se fossem duas coisas distintas? O que acontece – segundo a minha cosmovisão – em relacao aos “pânicos esquecidos, apagados da memória” é o mesmo que acontece quando nosso corpo é ferido ou uma perna quebrada. A ferida se cura, cicatriza e desaparece, a perna volta ao normal, etc. Falta de entender que a memoria em si é um sistema, um sub-sistema do cérebro, e como tal deve ser vista como um organismo, com mesmas propriedades. A  seguir copia do trecho desta pergunta:

Entrevistador: “A question for the group: Why is human memory so malleable?”

Elizabeth Loftus: Whatever your theory is, why would Darwin or God or whoever have made us with memories that are so malleable? That must serve some sort of function, and one of the functions that malleable memories can serve is to be able to correct errors that creep in. You can update your memory with accurate information, and that is certainly a benefit. ( obs.: sim, porém neste caso, quem “update” ou corrige erradas informações na memória são nossas experiências afrontando a realidade do mundo externo, o qual atua como um medico, e as corretas informações inseridas são como os remédios ou cirurgias ministrados pelo medico-realidade).

Evidencia para a Hipótese de que Configuração Neuronal Adquirida Pode ser Mutada

domingo, fevereiro 5th, 2017


Mais uma evidencia de que – por exemplo, os instintos para predador e presa – não são predeterminados de forma imutável. Tenho sugerido que devido nosso ancestral símio ter sido carnívoro e herbívoro, portanto portador das duas tendencias, os humanos tem liberdade de escolha se tendera para um instinto e inclusive se se tornara neutro a todos estes instintos. Isto dependera’ do lar em que nasce, sua situação econômica, sua doutrinação cultural, a educação escolar, etc.

No artigo deste link:

Mouse Study Reveals How Critical Connections Are Built in Early Brain

Lemos este paragrafo:

Although GABA is typically considered an inhibitory neurotransmitter in the adult brain, the study by Drs. Kwon and Castillo and their colleagues suggests the chemical messenger plays an excitatory role in the developing mouse brain. By selectively releasing chemically “caged” doses of GABA in mouse cortical neurons, the researchers discovered that GABA stimulates the development of both excitatory and inhibitory synapses in brain cells as they are “wiring up.”  This may mean that neuron-to-neuron connections are not always made at a predetermined place, the scientists write, but rather their formation can at times be spurred by an individual’s experience – learning, for example: processes during which GABA is released in the developing brain.