Arquivo para a ‘neurologia’ Categoria

How Consciousness Becomes the Physical Universe

domingo, abril | 28 | 2013

http://journalofcosmology.com/Consciousness140.html 

  Journal of Cosmology, 2011, Vol. 14. - JournalofCosmology.com, 2011

( Copiado Aqui para Analise pela Matrix/DNA Theory)

 

Abstract

Issues related to consciousness in general and human mental processes in particular remain the most difficult problem in science. Progress has been made through the development of quantum theory, which, unlike classical physics, assigns a fundamental role to the act of observation. To arrive at the most critical aspects of consciousness, such as its characteristics and whether it plays an active role in the universe requires us to follow hopeful developments in the intersection of quantum theory, biology, neuroscience and the philosophy of mind. Developments in quantum theory aiming to unify all physical processes have opened the door to a profoundly new vision of the cosmos, where observer, observed, and the act of observation are interlocked. This hints at a science of wholeness, going beyond the purely physical emphasis of current science. Studying the universe as a mechanical conglomerate of parts will not solve the problem of consciousness, because in the quantum view, the parts cease to be measureable distinct entities. The interconnectedness of everything is particularly evident in the non-local interactions of the quantum universe. As such, the very large and the very small are also interconnected.

Consciousness and matter are not fundamentally distinct but rather are two complementary aspects of one reality, embracing the micro and macro worlds. This approach of starting from wholeness reveals a practical blueprint for addressing consciousness in more scientific terms.

Opinião da Matrix/DNA:

O valor deste artigo esta no interessante passeio pelas ultimas informações que vem das disciplinas estudando a Mecânica Quântica e estudiosos elaborando ou aprimorando teorias quanticas. Porem não se trata aqui de uma teoria, apenas uma hipótese  a afirmação do titulo de que o universo fisico seria produzido por uma consciencia existindo fora e alem do espaço tempo. O autor não demonstra como consciências criam objetos fisicos e aplica o método de primeiro ser imbuido de uma fé e depois vasculhar o mundo desesperadamente procurando fatos que se encaixem na sua fé ou a prove em definitivo. A dimensão quantica parece ser a ultima região onde tais crentes se encontram agora. Na Teoria da Matrix/DNA tambem esta existindo neste momento a suposição de que uma forma de consciencia teria existido antes do Big Bang, principalmente porque, supondo que este universo esta sendo o palco de um processo de reprodução genética do sistema ex-machine que o gerou, e sabendo-se que aqui emergiu o fenomeno da consciencia, deduz-se que esta seria reprodução de uma consciencia existente naquele sistema, ou melhor, cada ser humano portador de uma porção de consciencia é como um gene com a missão de construir um embrião universal que sera consciente. Mas como tal suposta extra-universal consciencia se encontra em distancias impossiveis de serem por nos alcançadas agora, suspendemos essa pesquisa em favor de pesquisas que forneçam resultados praticos uteis aqui e agora, apesar de que não nos passa despercebido a possibilidade de que exista alguma forma de comunicar nossos problemas a tal suposta consciencia  extra-machine. Afinal, todo embrião quando molestado chuta a barriga da mãe e ela o percebe.

( Apenas como curiosidade: Quando eu estava no inferno da selva sendo torturado principalmente pela malaria, como nada mais tinha a fazer, eu xingava alto Deus e o Diabo, dava chutes e socos no ar imaginando que estava chutando a barriga e o saco de Deus, pois ele seria o culpado deste mundo absurdo e de todos meus problemas. Foi então que me surgiu a ideia da formula da Matrix/DNA. Por brincadeira posso dizer que Deus ouviu meu choro e sentiu os chutes na barriga e me deu a formula para me calar a boca, assim como um medico administra remédios para uma mãe gravida tomar e consertar alguma coisa de errada com o embrião  Aduz-se a isto o fato que parece mesmo um milagre eu ter saído vivo da selva… e se eu fosse um cabeça mole teria me tornado um crente fundamentalista daqueles que enchem o saco. Como cético mas com a mania de cientista estou querendo testar aquela ocorrência procurando alguem que esteja revoltado com a vida para que chute e distribua socos no ar…)


1. Introduction

We realize that the title of our paper is provocative.

Matrix/DNA Theory: Provocative,,, é um grande erro inicial. Nesta área altamente teórica ainda nada deve ser afirmado por um racional naturalista, desde que nada pode ser mostrado in fato como evidencia e os fenômenos arrolados como evidencia estão sujeitos a humanas interpretações  Ao invés do titulo afirmar “Como auto-consciência se torna o Universo fisico”, deveria ser uma sugestão ou indagação, assim como a Teoria da Matrix/DNA faz questão de iniciar que é ainda apenas uma sugestão teórica. O fenomeno publicado mas desconhecido do publico em que cientistas afirmam que no nivel quantico o observador interage com particulas fisicas pelo mero ato da observação não autoriza ninguém a afirmar que esteja ocorrendo uma físico direta entre mente e materia fisica pois existem outras possibilidades de interpretação  como a de que o observador ou seus olhos emite um campo eletromagnetico ao redor ou ainda que emite luz sobre a particula talvez refletida por seus olhos. Um documento que pretende ser cientifico nao pode iniciar desta maneira pois ja de inicio perde credibilidade.

It is aimed at providing a theory ( Matrix/DNA Theory; Ok. agora se menciona que se trata de uma teoria, mas este aviso já deveria ter sido inserido no titulo inicial. Depois reclamam que as Teorias do Big Bang, Abiogeneses e Darwinismo estão sendo ensinadas como verdade… pois usam a mesma técnica astuta para tentar impor uma privada visão do mundo)…

of how the physical universe and conscious observers can be integrated. We will argue that the current state of affairs in addressing the multifaceted issue of consciousness requires such a theory if science is to evolve and encompass the phenomenon of consciousness. Traditionally, the underlying problem of consciousness has been excluded from science, on one of two grounds. Either it is taken as a given that it has no effect on experimental data, or if consciousness must be addressed, it is considered subjective and therefore unreliable as part of the scientific method. Therefore, our challenge is to include consciousness while still remaining within the methods of science.

Our starting point is physics, which recognizes three broad approaches to studying the physical universe: classical, relativistic, and quantum. Classical Newtonian physics is suitable for most everyday applications, yet its epistemology (method of acquiring knowledge) is limited — it does not apply at the microscopic level and cannot be used for many cosmic processes. Between them, general relativity applies at the large scale of the universe and quantum theory at the microcosmic level. Despite all the attempts to unify general relativity with quantum theory, the goal is still unreached. Of the three broad approaches, quantum theory has clearly opened the door to the issue of consciousness in the measurement process, while relativity admits that observations from different moving frames would yield different values of quantities. Many of the early founders of quantum mechanics held the view that the participatory role of observation is fundamental and the underlying “stuff” of the cosmos is processes rather than the construct of some constant, underlying material substance.

However, quantum theory does not say anything specific about the nature of consciousness — the whole issue is clouded by basic uncertainty over even how to define consciousness. A firm grasp of human mental processes still remains very elusive. We believe that this indicates a deeper problem which scientists in general are reluctant to address: objective science is based on the dichotomy between subject and object; it rests on the implicit assumption that Nature can be studiedad infinitum as an external objective reality. The role of the observer is, at best, secondary, if not entirely irrelevant.

2. Consciousness and Quantum Theory

In our view, it may well be that the subject-object dichotomy is false to begin with and that consciousness is primary in the cosmos, not just an epiphenomenon of physical processes in a nervous system. Accepting this assumption would turn an exceedingly difficult problem into a very simple one. We will sidestep any precise definition of consciousness, limiting ourselves for now to willful actions on the part of the observer. These actions, of course, are the outcome of specific choices in the mind of the observer. Although some mental actions could be automated, at some point the will of conscious observer(s) sets the whole mechanical aspects of observation in motion.

The issue of observation in QM is central, in the sense that objective reality cannot be disentangled from the act of observation, as the Copenhagen Interpretation (CI) clearly states (cf. Kafatos & Nadeau 2000; Kafatos 2009; Nadeau and Kafatos, 1999; Stapp 1979; Stapp 2004; Stapp 2007). In the words of John A. Wheeler (1981), we live in an observer-participatory universe. The vast majority of today’s practicing physicists follow CI’s practical prescriptions for quantum phenomena, while still clinging to classical beliefs in observer-independent local, external reality (Kafatos and Nadeau 2000). There is a critical gap between practice and underlying theory. In his Nobel Prize speech of 1932, Werner Heisenberg concluded that the atom “has no immediate and direct physical properties at all.” If the universe’s basic building block isn’t physical, then the same must hold true in some way for the whole. The universe was doing a vanishing act in Heisenberg’s day, and it certainly hasn’t become more solid since.

Matrix/DNA Theory: Eu estou supondo nestes dias – enquanto nada venha a mudar esta suposição - que os building blocks do Universo sejam vortices tão abstratos como são os tornados e rodamoinhos que surgem e desaparecem na nossa atmosfera, e tais vortices apresentam forças, propriedades, e uma historia de existencia breve regulada pelo processo do ciclo vital, portanto cada vortice tem seu numero unico, é especifico e inimitavel, portanto  é um bit-informação assim como qualquer gene. Mas sempre amparando meu raciocinio sobre algum fenomeno real como parâmetro  observo que existe uma situação real semelhante: o aparecimento de genes dentro de um ovulo recem-fecundado. Estes genes serão as instruções dos building blocks fisicos do corpo sendo gerado porem as instruções não se auto-criam dentro do pequeno universo intra-ovular, elas vem de um sistema natural que é a especie humana existente antes e alem do ovulo. Da mesma forma, os building blocks do Universo devem serem fisicos como o é o Universo, ressalvando-se a hipotese que sejam dirigidos por forças igualmente fisicas mas diferentes das forças fisicas que tem movido a materia fisica do Universo. Isto induz a supor que o Universo é fisico na sua totalidade. A afirmação de Heisenberg pode ser entendida como que o atomo nao produz por si suas propriedades fisicas e sim as herdam do ambiente modelado pelo estado do mundo onde se formam e isto não significa que exista discrepancia entre pratica e teoria. 

This discrepancy between practice and theory must be confronted, because the consequences for the nature of reality are far-reaching (Kafatos and Nadeau, 2000). An impressive body of evidence has been building to suggest that reality is non-local and undivided.

Matrix;DNA Theory: Eu gostaria de saber em que mundo vivem estes autores porque no mundo em que estão acontecendo minhas experiencias desta minha existencia as coisas reais são localmente afixadas. Se eu não tivesse esta certeza não sairia agora de casa certo que vou comprar cafe na lanchonete que ontem vi parada na minha rua. Não costumo ver meu carro por ai em todos os lugares ao mesmo tempo. Que maneira de negar o real em nome de uma crença! E possivel que tudo esteja interligado, mas essa interação pode ser abstrata, magnetica, a nivel de ondas de luz, etc., o que em nada nos ajuda a resolver os problemas da vida imediata pratica. Tem sim sido aplicado algumas destas noções na eletronica e dado certo, mas humanos não são equipamentos eletronicos sustentados por alimentos e bens eletronicos.

Non-locality is already a basic fact of nature, first implied by the Einstein-Podolsky-Rosen thought experiment (EPR, 1935), despite the original intent to refute it, and later explicitly formulated in Bell’s Theorem (Bell, 1964) and its relationship to EPR – for further developments, see also experiments which favor QM over local realism, e.g. Aspect, Grangier, and Roger, 1982; Tittel, Brendel, Zbinden & Gisin, 1998. One can also cite the Aharonov-Bohm (1959) effect, and numerous other quantum phenomena.

Matrix/DNA Theory: Mas quem pode garantir que a mente é regida pela não localidade quantica e não pela localidade fisica imediata… O proprio fato de que sinto minha mente localizada no meu corpo, que não consigo fazer minha mente se comunicar, tocar, a mente do meu vizinho, sem um intermediario fisico, me confirma que mentes existem separadas em locais afixados, ao menos neste estagio evolutivo.

Moreover, this is a reality where the mindful acts of observation play a crucial role at every level. Heisenberg again: “The atoms or elementary particles themselves . . . form a world of potentialities or possibilities rather than one of things or facts.”

Matrix/DNA Theory: Então porque você não come uma sopa feita com atomos de arsenico contando com a crença de que sua mente vai comandar aqueles atomos na direção da possiblidade de que sejam bons para sua saude… E claro que atomos tambem se referem a coisas reais no nosso nivel de existencia aqui e agora.

He was led to a radical conclusion that underlies our own view in this paper: “What we observe is not nature itself, but nature exposed to our method of questioning.” Reality, it seems, shifts according to the observer’s conscious intent. There is no doubt that the original CI was subjective (Stapp, 2007). However, as Bohr (1934) and Heisenberg (1958) as well as the other developers of CI stated on many occasions, the view that emerged can be summarized as, “the purpose is not to disclose the real essence of phenomena but only to track down… relations between the multifold aspects of our experience” (Bohr, 1934).

Matrix/DNA Theory; Justamente porque existem varios niveis de fenomenos e alguns são regidos por regras que estão demasiado distantes do estagio evolucionario da nossa atual existencia como humanos –  que a Matrix/DNA difere de sua atitude em convencer humanos que exista entidades supernaturais atuando sobre nos e que seria possivel nos relacionar com tal entidade. E possivel que exista tal entidade em distante nivel evolucionario, tal como distante esta de nos a causa que causou o Big Bang, a qual não vejo ninguem contactando, se comunicando ou sendo influenciado por. Primeiro testa-se nossas teorias e somente se forem comprovadas podemos afirma-las tentando convencer pessoas.

Stapp (2007) restates this view as “quantum theory is basically about relationships among conscious human experiences” (Stapp 2007). Einstein fought against what he considered the positivistic attitude of CI, which he took as equivalent to Berkeley’s dictum to be is to be perceived (Einstein 1951), but he nevertheless admitted that QM is the only successful theory we have that describes our experiences of phenomena in the microcosm.

Quantum theory is not about the nature of reality,

Matrix/DNA Theory: Talvez a teoria quantica não seja porem os fenomenos referidos como pertencentes a mecanica quantica são naturais. Sao percebidos por entidades naturais chamados de ” seres humanos” e a Natureza só poderia perceber o que é de sua mesma essencia. A aparente desconexidade das regras ao nivel quantico se devem aos efeitos ilusórios produzidos por diferenças nas grandezas de tempo e espaço  alem do habitual erro de ignorar que os elementos no nivel quantico tambem estão sujeitos a ciclos vitais, portanto a velozes mudanças de formas e estados. 

even though quantum physicists act as if that is the case. To escape philosophical complications, the original CI was pragmatic: it concerned itself with the epistemology of quantum world (how we experience quantum phenomena), leaving aside ontological questions about the ultimate nature of reality (Kafatos and Nadeau, 2000). The practical bent of CI should be kept in mind, particularly as there is a tendency on the part of many good physicists to slip back into issues that cannot be tested and therefore run counter to the basic tenets of scientific methodology.

Matrix/DNA Theory: Mas a Fisica não abrange a totalidade dos fenomenos do mundo fisico. Numa analogia com o corpo humano, a Fisica se limita a lidar com a fenomenologia do esqueleto ósseo  A cobertura mole de carnes e substancias liquidas são deixadas para a Biologia, enquanto os fenomenos relacionados ao cerebro e suas produções são da area da neurologia. Em relação a Natureza Total, Universal, a Fisica capta a fenomenologia esqueletica das suas estruturas, não sendo autoridade para negar a possibilidade de niveis de organização de materia em estados biologicos e mentais a Natureza Universal. Se a Fisica chegou ao nivel quantico e seu metodo captou alguns aspectos desse nivel, provavelmente devem ser relacionados ao esqueleto estrutural quantico. O fato de que alguns fisicos utilizem seu conhecimento para elaborar teorias da totalidade, tais como a teoria de um Universo como algo produzido pelo nada ( Lawrence Klauss e “Something from Nothing” ) não deve preocupar quem esta estudando o nivel da consciencia, mesmo que este estudo tambem alcance o nivel quantico. E dever de tal estudioso procurar no nivel quantico a fenomenologia relacionado as manifestações mentais. Por que e para que alimentar um conflito com os Fisicos, se entre o esqueleto ósseo  a carne, e  a mente não existe conflito que não permita a coexistencia dos tres… 

To put specifics into the revised or extended CI, Stapp (2007) discusses John von Neumann’s different types of processes. The quantum formalism eloquently formalized by von Neumann requires first the acquisition of knowledge about a quantum system (or probing action) as well as a mathematical formalism to describe the evolution of the system to a later time (usually the Schrödinger equation). There are two more processes that Stapp describes: one, according to statistical choices prescribed by QM, yields a specific outcome (or an intervention, a “choice on the part of nature” in Dirac’s words); the second, which is primary, preceding even the acquisition of knowledge, involves a “free choice” on the part of the observer. This selection process is not and cannot be described by QM, or for that matter, from any “physically described part of reality” (Stapp, 2007).

These extensions (or clarifications) of the original orthodox CI yield a profoundly different way of looking at the physical universe and our role in it (Kafatos and Nadeau, 2000). Quantum theory today encompasses the interplay of the observer’s free choices and nature’s “choices” as to what constitute actual outcomes. This dance between the observer and nature gives practical meaning to the concept of the participatory role of the observer. (Henceforth we won’t distinguish between the original CI and as it was extended by von Neumann—referring to both as orthodox quantum theory.) As Bohr (1958) emphasized, “freedom of experimentation” opens the floodgates of free will on the part of the observer. Nature responds in the statistical ways described by quantum formalism.

Kafatos and Nadeau (2000) and Nadeau and Kafatos (1999) give extended arguments about these metaphysically-based views of nature. CI points to the limits of physical theories, including itself. If any capriciousness is to be found, it should not be assigned to nature, rather to our mindset about how nature ought to work. As we shall see, there are credible ways to build on quantum formalism and what it suggests about the role of consciousness.

3. Quantum Mechanics and the Brain

It is essential that we avoid the mistake of rooting a physical universe in the physical brain, for both are equally rooted in the non-physical. For practical purposes, this means that the brain must acquire quantum status, just as the atoms that make it up have. The standard assumption in neuroscience is that consciousness is a byproduct of the operation of the human brain. The multitude of processes occurring in the brain covers a vast range of spatio-temporal domains, from the nanoscale to the everyday human scale (e.g. Bernroider and Roy, 2004). Even though they differ on certain issues, a number of scientists accept the applicability of QM at some scales in the brain (cf. Kafatos 2009).

For example, Penrose (1989, 1994) and Hameroff and Penrose (1996) postulate collapses occurring in microtubules induced by quantum gravity. In their view, quantum coherence operates across the entire brain. Stapp (2007) prefers a set of different classical brains that evolve according to the rules of QM, in accordance with the uncertainty principle. He contends that bringing in (the still not developed) quantum gravity needlessly complicates the picture.

In order for an integrative theory to emerge, the next step is to connect the quantum level of activity with higher levels. As a specific example of applying quantum-like processes at mesoscale levels, Roy and Kafatos (1999b) have examined the response and percept domains in the cerebellum. They have built a case that complementarity or quantum-like effects may be operating in brain processes. As is well known, complementarity is a cornerstone of orthodox quantum theory, primarily developed by Niels Bohr. Roy and Kafatos imagine a measurement process with a device that selects only one of the eigenstates of the observable A and rejects all others. This is what is meant by selective measurement in quantum mechanics. It is also called filtration because only one of the eigenstates filters through the process. In attempting to describe both motor function and cognitive activities, Roy and Kafatos (1999a) use statistical distance in setting up a formal Hilbert-space description in the brain, which illustrates our view that quantum formalism may be introduced for brain dynamics.

It is conceivable that the overall biological structures of the brain may require global relationships, which come down processes to global complementarity—every single process is subordinated to the whole. Not just single neurons but massive clusters and networks communicate all but instantaneously. One must also account for the extreme efficiency with which biological organisms operate in a holistic manner, which may only be possible by the use of quantum mechanical formalisms at biological, and neurophysiological relevant scales (cf. Frohlich, 1983; Roy and Kafatos, 2004; Bernroider and Roy, 2005; Davies, 2004, 2005; Stapp, 2004; Hameroff et. al., 2002; Hagan et. al., 2002; Hammeroff and Tuszynski, 2003; Rosa and Faber, 2004; Mesquita et. al., 2005; Hunter, 2006; Ceballos et al., 2007).

Stepping into the quantum world doesn’t produce easy agreement, naturally. The issue of decoherence (whereby the collapse of the wave function brings a quantum system into relationship with the macro world of large-scale objects and events) is often brought up in arguing against relevant quantum processes in the brain. However, neuronal decoherence processes have only been calculated while assuming that ions, such as K+, are undergoing quantum Brownian motion (e.g. Tegmark, 2000). As such, arguments about decoherence (Tegmark, 2000) assume that the system in question is in thermal equilibrium with its environment, which is not typically the case for bio-molecular dynamics (e.g. Frohlich, 1986; Pokony and Wu, 1998; Mesquita et. al., 2005).

In fact, quantum states can be pumped like a laser, as Frohlich originally proposed for biomolecules (applicable to membrane proteins, and tubulins in microtubules, see also work by Anirban, present volume). Also, experiments and theoretical work indicate that the ions themselves do not move freely within the ion-channel filter, but rather their states are pre-selected, leading to possible protection of quantum coherence within the ion channel for a time scale on the order of 10-3 seconds at 300K, ~ time scale of ion-channel opening and closing(e.g. Bernroider and Roy, 2005). Similar timescales apply to microtubular structures as pointed out by Hameroff and his co-workers. Moreover, progress in the last several years in high-resolution atomic X-ray spectroscopy from MacKinnon’s group (Jang et al. 2003) and molecular dynamics simulations (cf. Monroe 2002) have shown that the molecular organization in ion channels allows for “pre-organized” correlations, or ion trappings within the selectivity filter of K+ channels. This occurs with five sets of four carbonyl oxygens acting as filters with the K+ ion, bound by eight oxygens, coordinated electrostatic interactions (Bernroider and Roy 2005).Therefore, quantum entangled states of between two subsystems of the channel filter result.

Beyond the brain, evidence has mounted for quantum coherence in biological systems at high temperatures, whereas in the past coherence was thought to apply to systems near absolute zero. For proteins supporting photosynthesis (Engel, et.al., 2007), solar photons on plant cells are converted to quantum electron states which propagate or travel through the relevant protein by all possible quantum paths, in reaching the part of the cell needed for conversion of energy to chemical energy. As such, new quantum ideas and laboratory evidence applicable to the fields of molecular cell biology and biophysics will have a profound impact in modeling and understanding the process of coherence within neuro-molecular systems. funcional de como

4. Bridging the Gap: A Consciousness Model

Our purpose here is not to settle these technical issues – or the many others that have arisen as theorists attempt to link quantum processes to the field of biology – but to propose thattechnical considerations are secondary. What is primary is to have a reliable model against which experiments can offer challenges. Such a model isn’t available as long as we fail to account for the disappearance of the material universe implied by quantum theory. This disappearance is real. There is at bottom no strictly mechanistic, physical foundation for the cosmos. The situation is far more radical than most practicing scientists suppose. Whatever is the fundamental source of creation, it itself must be uncreated. Otherwise, there is a hidden creator lying in the background, and then we must ask who or what created that.

Matrix/DNA TheoryTodos estes aspectos técnicos podem serem usados para testar um modelo ce consciencia existente – o modelo da Matrix/DNA Theory. Tal modelo apresenta a realidade como sendo composta de dois lados de uma face, o lado do hardware e o lado do software. Sendo relativa ao software, a consciencia deve ser influenciada e pode influenciar a dimensão quantica, ms precisamos ainda encontrar a força que permite a interação entre software e hardware. Tal modelo apresenta uma figura baseada numa formula funcional de como esta sendo estruturada a configuração fisica da mente, e tal proposta pode ser testada contra fatos desde que se disponha dos instrumentos adequados. E não existe impedimentos comprovados para que a Natureza Universal não seja produto de forças naturais. Ao contrario, maiores evidencias sugerem que este Universo pode ser um mero processo de reprodução genetica.  Se for o caso o Universo não teria sido “criado” mas sim, gerado, como qualquer animal gera sua reprodução  Primeiro é preciso trazer tal criador a mesa, e depois questionar a respeito de sua origem.

What does it mean to be uncreated? The source of reality must be self-sufficient, capable of engendering complex systems on the micro and macro scale, self-regulating, and holistic. Nothing can exist outside its influence. Ultimately, the uncreated source must also turn into the physical universe, not simply oversee it as God or the gods do in conventional religion. We feel that only consciousness fits the bill, for as a prima facie truth, no experience takes place outside consciousness, which means that if there is a reality existing beyond our awareness (counting mathematics and the laws of physics as 1 part of our conscious experience), we will never be able to know it. The fact that consciousness is inseparable from cognition, perception, observation, and measurement is undeniable; therefore, this is the starting point for new insights into the nature of reality.

Matrix;DNA Theory: Isto é um gigantesco salto inconsequente sobre o abismo do conhecimento entre a consciencia humana e uma suposta consciencia cosmica. O perigo de tal atitude é funcionar como um science-stopper: a atitude responsavel racional é entrar no abismo e caminhar passo a passo para conhece-lo, não fazer julgamentos e ignorar o abismo. A atitude racional agora é exercitar o cerebro na busca de meios para avançar na busca. Como por exemplo, a Matrix/DNA esta agora buscando conhecer o elemento que permite a interação entre software e hardware num computador, como as instruções da mente humana operam uma maquina e ao mesmo tempo a busca do elemento que permite a interação entre neuronios e os pensamentos.

What is the nature of consciousness in our model? We take it as a field phenomenon, analogous to but preceding the quantum field. This field is characterized by generalized principles already described by quantum physics: complementarity, non-locality, scale-invariance and undivided wholeness. But there is a radical difference between this field and all others: we cannot define it from the outside. To extend Wheeler’s reasoning, consciousness includes us human observers. We are part of a feedback loop that links our conscious acts to the conscious response of the field. In keeping with Heisenberg’s implication, the universe presents the face that the observer is looking for, and when she looks for a different face, the universe changes its mask.

Consciousness includes human mental processes, but it is not just a human attribute. Existing outside space and time, it was “there” “before” those two words had any meaning. In essence, space and time are conceptual artifacts that sprang from primordial consciousness.

Matrix/DNA Theory: Qual racional naturalista pode afirmar isso em sã consciência…! Os nomes espaço e tempo assim como as ideias relacionadas a eles são criações da mente humana mas que eventos se sucedem e objetos se localizam ocupando um local e mantendo distancia com outros objetos são coisas reais concretas independentes de se existem observadores humanos ou não.  Ninguem nunca esteve fora, alem, da totalidade de eventos e locais, portanto como pode alguem afirmar o que existe la ou não .. ! Esta teoria esta cheia de julgamentos sem bases na Natureza e realidade.

The reason that the human mind meshes with nature, mathematics, and the fundamental forces described by physics, is no accident: we mesh because we are a product of the same conceptual expansion by which primordial consciousness turned into the physical world. The difficulty with using basic terms like “concept” and “physical” is that we are accustomed to setting mind apart from matter; therefore, thinking about an atom isn’t the same as an atom. Ideas are not substances. But if elementary particles and all matter made of them aren’t substances, either, the playing field has been leveled. Quantum theory gives us a model that applies everywhere, not just at the micro level. The real question, then, isn’t how to salvage our everyday perception of a solid, tangible world but how to explore the mysterious edge where micro processes are transformed into macro processes, in other words, how Nature gets from microcosm to macrocosm.

Matrix/DNA Theory: Não é este o nosso problema aqui. Matrix modelos já tem explicado detalhadamente como e porque a Natureza aplica nanotecnologia e gigantologia na evolução  O seu problema aqui é mostrar para nos como a sua consciência cria algo fisico, ou trazer uma porção dessa consciência alem do espaço tempo para mostrar ela produzindo algo do Universo fisico como estas afirmando que ela faz.

There, where consciousness acquires the nature of a substance, we must learn how to unify two apparent realities into one. We can begin to tear down walls, integrating objects, events, perceptions, thoughts, and mathematics under the same tent: all can be traced back to the same source.

Physics can serve a pivotal role in transitioning to this new model, because the entire biosphere operates under the same generalized principles we described from the quantum perspective, as does the universe itself. This simple unifying approach must be taken, we realize, as a basic ontological assumption, since it cannot be proven in an objective sense. We cannot extract consciousness from the physical universe, despite the fervent hope of materialists and reductionists. They are forced into a logical paradox, in fact, for either the molecules that make up the brain are inherently conscious (a conclusion to be abhorred in materialism), or a process must be located and described by which those molecules invent consciousness -such a process has not and never will be specified. It amounts to saying that table salt, once it enters the body, finds a way to dissolve in the blood, enter the brain, and in so doing learns to think, feel, and reason.

Our approach, positing consciousness as more fundamental than anything physical, is the most reasonable alternative: Trying to account for mind as arising from physical systems in the end leads (at best) to a claim that mathematics is the underlying “stuff” of the universe (or many universes, if you are of that persuasion). No one from any quarter is proposing a workable material substratum to the universe; therefore, it seems untenable to mount a rearguard defense for materialism itself. As we foresee it, the future development of science will still retain the objectivity of present-day science in a more sophisticated and evolved form. An evolved theory of the role of the observer will be generalized to include physical, biological, and most importantly, awareness aspects of existence. In that sense, we believe the ontology of science will be undivided wholeness at every level. Rather than addressing consciousness from the outside and trying to devise a theory of everything on that basis, a successful Theory Of Everything (TOE) will emerge by taking wholeness as the starting point and fitting the parts into it rather than vice versa. Obviously any TOE must include consciousness as an aspect of “everything,” but just as obviously current attempts at a TOE ignore this and have inevitably fallen into ontological traps.

The time has come to escape those traps. An integrated approach will one day prevail. When it does, science will become much stronger and develop to the next levels of understanding Nature, to everyone’s lasting benefit.

Matrix/DNA TheoryA ciência apenas pode avançar no conhecimento a partir do manuseio de fatos reais. Começar uma investigação cientifica a partir da totalidade é impossivel. Se suspeitamos que um fenomeno existe ou é a totalidade, aconselha a Razão que o deixemos de lado por enquanto e nos dediquemos a investigar e trabalhar em problemas que neste momento estão prejudicando seres humanos, como existem aos bilhões sendo torturados justo agora devido a problemas materiais concretos que nossa Ciência pode solucionar

Brain Prostheses Create a Sense of Touch in Artificial Limbs – http://www.sciencedaily.com/releases/2013/02/130217084121.htm

domingo, fevereiro | 17 | 2013

Mente, Cérebro: Cérebro de Garota gera Linha Incomum no Hem. Direito e produz incendios. A pesquisar

quarta-feira, janeiro | 2 | 2013

Girl Who Can Start Fire With Her Brain Mystifies Scientists

http://www.messagetoeagle.com/girlfireviet.php#.UORr3EH338k.facebook

Brain scans discovered an unusual line on the right part of the girl’s brain, said the doctor.

“She burned objects that were located near and far from her, so there is no specific distance limit,” said Hung.

Three researchers Doan Viet Tien, Nguyen Ngoc Hoai and Pham Dinh Tri are of the opinion that “the girl’s biological energy is not stable, since it fluctuates from time to time.

The phenomenon is called pyrokinesis. It coined by horror novelist Stephen King for the ability to create or to control fire with the mind.

Não Acredite em Nenhum Sentido Para sua Vida sem antes ver êste Vídeo!

sábado, agosto | 11 | 2012

É claro que não consigo acreditar naquêles depoimentos dramáticos apresentados nas igrejas evangélicas por pessoas que afirmam terem sido curadas por milagres. E suspeito de todos que dizem ter visto ou ouvido coisas partanormais que nunca ví ou ouví, por exemplo os autores da Biblia, dizendo que falaram com Deus…e viram milagres de Jesus…

Mas na apresentadora da palestra nêste vídeo abaixo, tambem disponivel no Youtube sob o titulo “How it feels to have a stroke”, ( O que se sente quando se tem um derrame cerebral…e morte clinica), finalmente acreditei que existe algo mais.

Jill Bolte Taylor é uma neuroanatomista que desde jovem decidiu estudar o cérebro humano cientificamente porque seu amado irmão nasceu com uma doença mental. E numa madrugada em 1996 ela têve um derrame cerebral (stroke) quando se rompeu uma veia no lado esquerdo do cérebro. Sózinha em casa ela conseguiu manter a lucidez e memorizar cada detalhe do que que ocorreu até quando têve morte clinica no hospital. Dotada de uma admirável atitude e humildade cientifica e hábil comunicadora, sua palestra nos prende do comêço ao fim acrescendo-se o fato que o assunto é de suma importancia para nós. Ela chega ao ponto de trazer um cérebro humano para mostrar terríveis segredos de seu funcionamento.

Para nós da Matrix/DNA em particular, sua revelação não apenas faz pleno sentido com a lógica da nossa cosmovisão como concluímos que tinha de ser assim, mesmo porque, sem nada conhecer antes do que Jill revela, nossos modêlos, quando calculados e projetados à exaustão sôbre os fundamentos e origens do mundo que a cosmovisão sugere, já tinham sugerido e previsto o que é revelado aqui. Você deve saber que a ultima grande “descoberta” nêste ano sugerida pela Matrix/DNA é a respeito da luz natural, quando ela apresenta um modêlo de como a luz natural contem o código que imprime Vida à matéria ordinaria do Universo. Pois o quadro que Jill revela é exatamente o quadro teórico que resultou dos nossos calculos antes de conhecer Jill.

E a razão do como e porque surgiu os sistemas biológicos na Terra, dos quais nós, humanos, somos o tôpo evolucionario, segundo a Matrix/DNA, seria devido a um êrro fatal do ego usufruindo da autonomia do livre-arbitrio por um nosso antepassado que decidiu separar-se do mundo tornando-se um sistema fechado em si mesmo e na forma de uma galaxia, esta galaxia que nos criou e dentro da qual existimos. Mas o dualismo universal que vem presente em tudo que é natural desde o Big Bang faz com que nosso corpo, e principalmente nosso cérebro, obedeça à bi-lateral simetria no tipo (fenótipo) que ao mesmo tempo representa a bi-lateral assimetria na dinamica comportamental (genótipo) entre tendencias e caráters de duas personalidades opostas entre sí. Por isso, dizia a Matrix/DNA, nosso cérebro é dividido em duas metades iguais na forma e diferentes no sentido de existencia. Uma parte, o hemisfério esquerdo representa a tendencia a se tornar sistema fechado em si mesmo e separado do resto do mundo, enquanto a outra parte, o hemisfério direito, representa a tendencia a se tornar sistema aberto e conectado ao resto do mundo. Devido nosso ancestral defeituoso ser ainda o genoma registrado e dominante no genoma de todos os seres vivos da Terra, e devido esse ancestral ainda existir e ser o corpo dentro do qual existimos, vivemos com o destino de reproduzir tal ancestral, o qual se expressa inteiramente e unicamente pelo seu canal que é o hemisfério esquerdo do cérebro. Nós só vivemos e percebemos e conhecemos o mundo do nosso criador, ou seja, a matéria e as arquiteturas das galáxias. É o mundo resultante do dominio da opção em ser sistema fechado, super-ego, do qual herdamos o tal gene egoísta, cujo nome mais apropriado que dawkins devia ter escolhido seria “egotista”.

Mas será que êste é o unico mundo que existe? Devido ao nosso complexo sensorial’essa pergunta parece tôla, mas não se esqueça que o nosso complexo sensorial é um produto do mundo que é apenas a metade do mundo, e o pior, é uma de suas pontas extremas. Ao sofrer o derrame, o lado esquerdo do cérebro de Jill paralizou momentaneamente e então êsse eterno adormecido, recessivo, lado direito pode despertar e começar a se expressar com seu diferente complexo sensorial. O que jamais podemos experimentar se algo inusitado não ocorrer, como aconteceu com Jill. E o que ela começou a ver? Ela fala em “energia”. Ela se viu como pura energia e tudo o mais no mundo era apenas energia. Mas Jill não é Física e ela não entende a diferença entre energia e luz. Para se ter uma idéia melhor do que Jill está revelando, vamos vbiscar ilurstrar com o a imagem do que foi amplamente noticiado no m6es passado sôbre a descoberta da particula de Higgs.

Imagine seu corpo deitado no alto de uma montanha de g6elo na Antartida. de reprnate voc6e começa a rolar montanha abaixo. Em seu corpo vai agregando-se g6elo, cada vez mais até o ponto que tornas-te uma bola de g6elo provocando uma avalancha. O seu corpo seria a particula enerética e o gêlo seria a massa existente no espaço universal. I nundo de gêlo seria o campo de Higgs, o qual é quem dá massa às particulas de energia.

Pois nós, humanos, no nosso estado normal, temos apenas um complexo sensorial para ver a bola de gêlo, a matéria na forma de massa, e nunca nada percebemos do nucleo da bola, a energia que está no meio dos corpos materiais. Pois Jill, durante seu derrame cerebral, só podia ver e perceber o nucleo da bola, a energia e que se conecta a todos os outros nucleos de todos os outros corpos materiaos. Ela ficou sem a capacidade de perceber o mundo, a dimensão da galaxia.

Mas como ensina a Natureza, todos os dois extremos são errados. E isto nos confunde agora na cosmovisão da Matrix/DNA. A dimensão percebida pelo hemisfério esquerdo, mais a dimensão percebida pelo direito não contem a história tôda, ao contrário, apenas contem o indevido. Então tem que ter a domensão do equilibrio entre os extremos, e ainda, acima dela, a dimensão composta pelas informações que são geradas e ultrapassam as trees dimensões ao pjmnto de criar a identidade de sistema. Ou seja, deve existir ainda uma quarta dimensão e relativa ao estado de auto-consciencia, de auto-conhecimento de si como um todo composto de três estados ( por isso estou tendo uma repentina atração por alguem que falou e descreveu quatro dimensões nestes têrmos: Jung. E pessoas como Deepak Chopra, que apesar de tôdas suas aparentes baboseiras sôbre um hipotético mundo inundado por uma super-consciência, e nada saberem, mas corretamente intuirem, estão tocando nas fronteiras do mistério).

Na Matrix/DNA nós estamos dando alguns passos à frente quando detectamos técnicamente como a luz pura influencia a matéria diferentemente através
de suas diferentes vibrações compostas por frequencias e períodos. Estariamos chegando perto dessa possivel auto-consciencia ex-machine – que em nada se parece com nenhum tipo de deus de nenhuma das religiões existentes) – quando um quadro está nos sugerindo como uma fonte pode gerar eternamente ondas de luz que carregam o código que imprime dinamismo á matéria e em determinado ponto da evolução dessa matéria, imprime nela o código da vida. E o depoimento de Jill em tudo bateu com o quadro teórico que fizemos ainda há apenas quatro ou cinco meses atrás.

Mas isso tudo ao invés de nos trazer euforia nos deixa frustrados e impotentes pois estamos prevendo que vamos morrer sem provar nada e sem se certificar de nada, porque não temos o aparato sensorial necessario para tal. Sabemos que o cérebro humano não é mais apenas hemisfério direito e esquerdo, que tem evoluido uma terceira forma que parece ser a sintese das duas, denominado, cortex cerebral. Talvez ali esteja sendo desenvolvido o complexo sensorial final que nos levaria a perceber a segunda e a terceira dimensão. Esperar que nos leve à quarta e ultima dimensão seria demasiado, acho que essa só poderia vir quando, de alguma maneira, com nosso corpo fisico, conseguir-mos ultrapassar as fronteiras desse universo e observa-lo de fora.

Mas não temos como conseguir ativar o complexo sensorial do nosso hemisfério direito e ver a outra metade subterrãnea do mundo. O nosso ancestral “pecaminoso” não nos permite por dominar o nosso cérebro atual fazendo o seu oposto de prisioneiro e amordaçado, por isso nós retro-alimentamos a intenção do nosso ancestral tornando-a nossa intenção. Dê uma olhada na formula da Matrix n6este website e entenda o que estou querendo dizer. A face esquerda dela começa dentro da Função 1 onde um nucleo energético já está coberto por massa. A partir daí o corpo dela a crescer apenas agregando massa, passando pelas funções 2, 3 e chegando à quatro. Aqui, o ancestral galáctico chega na forma de pulsar, já cansado e moribindo como corpo de massa dominante e cheio de buracos (crateras de vulcões) já não consegue mais dominar e manter acorrentada seu aspecto energia, a qual começa a se extravasar na forma de magma vulcanico. A partir daí a energia toma conta na finção 5, torna-se estrela reluzente e continua a brilhar cada vez mais na Função 6, até tambem se esvair na * e tudo retornar ao utero reprodutor que é a funcão 1. Ora, como essa força, essa tendencia natural do sistema que nos criou em diferente ambiente, conseguiu manter-se dominante? Pelo sono. E aqui decobrimos porque e como o sono apareceu na natureza, justo sôbre os seres vivos. Quando o hemisfério esquerdo cansa-se e esgota sua energia que está em fluzxo circulante saindo de seu território para passar ao territótio direito, o hemisfério esquerdo segura as rédeas e o controle das finções fisicas do corpo, de maneira aitomatizada e solta a represa da energia que vai para o outro lado… porem nada pode fazer no sweentido de ativar e fazer expressar o complexo sensorial desse território porque o comando do corpo ficou em poder do esquerdo, o qual dorme tranquilamente por oito horas, até quando o fluxo de energia pasou pelo território direito e está às suas portas retornando a seu território.

Na minha técnica de meditação baseada em muitos aspectos inéditos da Matrix, principalmente tendo em mente a imagem da nova luz como a descobrimos, eu comecei a forçar a expressão do lado direito, mas, juro, tive que parar: comecei a sentir uma dor no coração parecendo que ia arrebentar alguma veia, que ia parar, e assim desconfio que foi a reação do esquerdo que se perecebeu ameaçado e ameaçou me matar se continuasse… Eu acho que estou definitivamentge inutilizado para o avanço dessa ponta de nossas pesquisas, mas que me mate…vou continuar de qualquer maneira este esforço.

Enfim, por ora, vou deixá-los com o vódeo para que o assistam, e oxalá encontre tempo ou alguma alma boa que possa traduzir para o portugu6es a incrivel palestra dessa formidável mulher! Que heroúna, que inteligencia, que capacidade cientifica, reacional… é uma gigante herouna que nos faz nos orgulhar-mos de ser-mos humanos. Imagine o quanto ela está informando a Humanidade para a nossa evolução, que salto gigantesco ela está nos ajudando a dar! E depois do vídeo o assinto ficará aberto para irmos acrescentandco itens sempre que algo novo realacionado ao tema aparecer. O que você acha disso tudo? E consegues imaginar o que se passaria na cabeça dêstes ateus fanaticos perante tal video? Ela nada fala de deus e religiões, mas ela revela uma nova dimensão que poderia ser interpretada como sobrenatural, apesar de que na teoria da Matrix isto tambem se encaixa e faz parte da Natureza.

xxx

xxx

A “Onda da Morte” não é o anunciador da morte cerebral

segunda-feira, fevereiro | 6 | 2012

Ver interessante artigo sôbre como neuronios emitem ondas, etc., :

http://www.sciencedaily.com/releases/2011/07/110718085227.htm

University of Twente. “‘Wave of death’ is not a herald of brain death.” ScienceDaily, 18 Jul. 2011. Web. 6 Mar. 2012

Vídeo do Cérebro Feminino Durante Orgasmo: Fogos de Artifício e Cerebral Sinfonia!

quarta-feira, novembro | 16 | 2011

Tudo o que for informação sôbre o cérebro interessa à Matrix/DNA, principalmente agora que estamos descobrindo que a mente é como um embrião de nova substância e está se formando como um corpo no modêlo do software/Matrix. Por isso o vídeo divulgado hoje e que pode ser visto no link abaixo fica aqui registrado. Não se trata de banalidade sexista pois como diz o Guardian, “Prof Komisaruk, who presented the work at the Society for Neuroscience annual meeting in Washington DC on Monday. The work has yet to be published in a peer-reviewed journal.”

Uma sexo-terapêuta (só podia ser!) entrou dentro de uma máquina de MRI (para scanner do cérebro) e não sei como ela deu seu jeito de ter um orgasmo dentro da máquina, que durou sete minutos. Os especialistas em MRI dizem que viram “uma celebração com fogos de artificio”, outros disseram que viram “uma cerebral sinfonia”, etc. Por meu lado me chamou a atenção as côres das sinapses envolvidas que batem exatamente com o previsto na crença dos chakras: o vermelho domina no cérebro durante um orgasmo, o que corresponde ao chakra vermelho, o qual, segundo a crença acertadamente previu, é o chakra sexual. Em seguida predomina a cor laranja, que justamente é o chakra seguinte, do baixo ventre e barriga; e depois a cor amarela, que justamente é a cor seguinte que corresponde ao estomago e torax. Esta é a exata sequência das côres no arco-iris tambem e me parece, a exata sequencia num espectro de luz natural (preciso voltar a pesquisar isto). Mas para o leitor (e leitoras) que não estão interessados no aspecto cientifico/matrixial da questão, é sempre curioso saber o que acontece naqueles momentos de invisivel e que a gente não vê… Será que se ela rezar naquele momento outro especialista vai ver “um côro de anjos” ou um “bacanal de diabinhos”?!

Mas vendo o vídeo é preciso se lembrar de uma coisa. Como diz nos comentários abaixo do artigo a poster Jee Hyung Lee “It’s sort of awesome how the ladyparts move like a slobbering hungry mouth. It seems to be saying more, more!!” Ou seja, as imagens parecem estarem dizendo muito, muito mais do que estamos vendo.” No nosso atual estágio do conhecimento sôbre o que formam as sinapses, a mente, que é quase nenhum, as imagens não nos dizem quase nada. É como um indio selvagem vendo pela primeira vez um carro, e com o capõ aberto, funcionando: êle vê o motor trepidando, ouve o ruído, mas não faz a minima idéia como aquilo tudo funciona e que aquilo move carros. Por isso sempre digo: não há porque perder-mos tempo na vida, ainda há muito, muito trabalho a fazer, muita coisa, ou quase tudo, a conhecer.

Ah… não deixe de ver nossa piada no fim dêste artigo…

Link direto:

http://jezebel.com/5859785/watch-the-worlds-first-movie-of-the-female-brain-during-orgasm

Título do Artigo:

Watch The World’s First Footage Of A Female Brain During Orgasm

JEZEBEL.COM

http://jezebel.com/

Ah… o melhor texto sôbre o assunto, explicando como as imagens revelam a glandula pituitaria libera oxytocin, etc., saiu no:

THEGUARDIAN

Female orgasm captured in series of brain scans

http://www.guardian.co.uk/science/2011/nov/14/female-orgasm-recorded-brain-scans

guardian.co.uk, Monday 14 November 2011 16.00 EST

xxxxx

Vamos adicionar aqui uma piada brasileira sôbre nossas adoráveis vitimas portuguesas?

Você sabe o que são estes simbolos abaixo?

…………,,,,,,,,,,,,^^^^^^^^><><><><>< <<><>< ???????{}{{}{}{}{}{}{}{}{}{}@@@@@@@@@@@@@@@@%%%%"^%"^%^%£^%!*%*&"*&"%$*%"*$%"*$&"*$%*"&£^*"&^£*"^$%$*!%$)*^!)$()"($)(*"(£*")*£)")"(£"£"£"@:"@:@:"@@'@@@>>.>..>…>..>>…….>……>.>……….

Foi o que o MRI de mesma experiencia feita em Portugal mostrou na tela… E apresentaram o resultado ao mundo cientifico sob o titulo: “Typographical representation of the female orgasm”. Mas o MRI de uma prostituta saiu um pouquinho diferente:

$$$$$$$$$$$U$100,00………..,,,,,,,,,,,,^^^^^^^^$$$$$$><><><><>< <<><>< $$$$$$$$???????{}{{}{}{}{}{}{}{}{}{}@@@@@@@@@@@@@@@@$$$$$$$$%%%%"^%"$$$$$$$$$$^%^%£^%!*%*&"*&"%$*%"*$%"*$&"*$%*"&£^*"&^£*"^$%$*!%$)*^!)$$$$$*£)")"(£"£"£"@:"@:@:"@@'@@@>>.>..>…>..>>…….>……>.>$$$$$$$$$$$$$$$$…..Ahhhhhh…$$$…hhhhh!…U$100,00…Ahhhhh….

xxxxx

O Universo como Protótipo do Animal: Mais um Ponto para a Matrix/DNA

domingo, outubro | 2 | 2011
Neuronios no Cérebro e Galáxias no Universo

Neuronios no Cérebro e Galáxias no Universo

Apesar da imagem da nebulosa de galáxias à direita ser teórica, pois é resultado de uma simulação no computador, é racionalmente impossível deixar de sentir que existe algum elo entre cosmologia e biologia. Mesmo os aficcionados em elaborar modêlos astronômicos e cosmológicos com base unicamente no método reducionista cientifico e que rejeitam algum propósito no Universo que transcenda o próprio Universo não podem evitar êste sentimento ao ver tais exemplos. Como prova disso vejamos o texto de um autor dessa moda moderna do pensamento ao comentar estas imagens:

” Pela nossa percepção humana, o muito grande e o muito pequeno são muito parecidos, pelo menos até aos limites que conseguimos perceber.” – Carlos Oliveira – Astrónomo e educador científico, no blog ASTROPT, http://astropt.org/blog/2011/10/31/parecencas/#comments.

Mas quando a Teoria da Matrix/DNA mostra seus modêlos sugerindo que existe uma cobertura de organização biológica da matéria nos sistemas galácticos, e quando sugere que êste modêlo é o elo entre vivos e não-vivos (como dizem, entre sistemas inanimados e animados ou vivos), simplesmente e rápidamente julgam que isso é loucura de um ignorante em Ciências e cortam qualquer possibilidade de diálogo. Tudo bem, como deixei bem claro na primeira página do website esta é uma teoria da filosofia naturalista que aplica o método naturalista sistêmico na busca do conhecimento, a qual existia antes de surgir o método cientifico reducionista, a qual o gerou, e que não tem pretensões cientificas e sendo uma produção livre do cérebro humano não quer e não aceita que seus produtos sejam comparados com os produtos do cérebro eletro-mecânico.

Porque as duas imagens são semelhantes? Mera coincidência, fruto do acaso – que seria a conclusão de quem não vê o sistema galáctico como ancestral direto do sistema celular? Ou – como sugeriu alguem num comentário: “Seria o universo neurônios de algum ser?”

Vejamos a versão da Teoria da Matrix/DNA:

Em primeiro lugar cremos que êsse superaglomerado de aglomerados de galáxias que denominam “Universo” existia antes de existir o cérebro. Para nós êsse “Universo” é uma espécie de sistema natural regido pelas mesmas regras da evolução aplicada aos sistemas biológicos. O Universo é uma espécie muito primitiva que se super-especializou num modo de existência bloqueando sua evolução e tornando-se um beco sem saída, que existirá enquanto não incomodar ou atrapalhar a evolução da Natureza. Portanto o Universo está mais para um quasi-fóssil ancestral que um macro-cérebro dotado de consciência. A semelhança entre as duas imagens é devida a um postulado evolucionário: “descendente de peixe, peixinho parecerá”.

O Universo não é mágico, ou seja, êle foi gerado contendo uma quantidade de informações (genéticas ou bits-computacionais, não o sabemos) e só pode criar o que lhe permite estas informações. Portanto, êle só pode produzir algo pelo mesmo processo que êle foi produzido ( ou por um processo inferior, se nào usar tôdas as informações sôbre processos). E quando se aplica o mesmo processo na produção de duas arquiteturas, mesmo que em diferentes escalas de grandezas espaço/temporais, elas se assemelham na forma e função final.

Finalmente, o homem não foi produzido á imagem e semelhança de seu criador direto, o Universo: o “processo” de criação do homem é que é à imagem e semelhança do “processo” de criação do Universo. Genética… ou algum menino-Deus irresponsável que exista num reino ex-machine que passa o tempo brincando de construir softwares com bits-informações-vivas na forma de vórtices imateriais… e nós aqui pagando o pato por essas brincadeiras! Quando eu subir lá em cima vou acabar com êsse negócio!

Neurologia e descobertas sôbre luz e percepção visual

segunda-feira, abril | 25 | 2011

Registro êste “paper” para voltar a lê-lo quando conseguir acesso ao full-text, principalmente devido as palavras: “Our findings provide insights into the coding of sensory information for distinct behavioral functions and the underlying molecular and neuronal circuitry.” Muito importante. 

Distinct Visual Pathways Mediate Drosophila Larval Light Avoidance and Circadian Clock Entrainment

http://www.jneurosci.org/content/31/17/6527.short?rss=1

  1. Alex C. Keene1,
  2. Esteban O. Mazzoni1,
  3. Jamie Zhen1,
  4. Meg A. Younger1,
  5. Satoko Yamaguchi1,
  6. Justin Blau1,
  7. Claude Desplan1, and
  8. Simon G. Sprecher1,2

+ Author Affiliations 


  1. 1Department of Biology, Center for Developmental Genetics, New York University, New York, New York 10003-6688, and

  2. 2Department of Biology, Institute of Cell and Developmental Biology, University of Fribourg, 1700 Fribourg, Switzerland
  • Author contributions: A.C.K., E.O.M., J.B., C.D., and S.G.S. designed research; A.C.K., J.Z., M.A.Y., and S.G.S. performed research; A.C.K., S.Y., J.B., and S.G.S. contributed unpublished reagents/analytic tools; A.C.K. and S.G.S. analyzed data; A.C.K., J.B., C.D., and S.G.S. wrote the paper.

     

  • Abstract

    Visual organs perceive environmental stimuli required for rapid initiation of behaviors and can also entrain the circadian clock. The larval eye of Drosophila is capable of both functions. Each eye contains only 12 photoreceptors (PRs), which can be subdivided into two subtypes. Four PRs express blue-sensitive rhodopsin5 (rh5) and eight express green-sensitive rhodopsin6 (rh6). We found that either PR-subtype is sufficient to entrain the molecular clock by light, while only the Rh5-PR subtype is essential for light avoidance. Acetylcholine released from PRs confers both functions. Both subtypes of larval PRs innervate the main circadian pacemaker neurons of the larva, the neuropeptide PDF (pigment-dispersing factor)-expressing lateral neurons (LNs), providing sensory input to control circadian rhythms. However, we show that PDF-expressing LNs are dispensable for light avoidance, and a distinct set of three clock neurons is required. Thus we have identified distinct sensory and central circuitry regulating light avoidance behavior and clock entrainment. Our findings provide insights into the coding of sensory information for distinct behavioral functions and the underlying molecular and neuronal circuitry.

     

  • Received November 25, 2010.
  • Revision received February 25, 2011.

  • Accepted March 13, 2011.

  • U.S.A: Copyright Washington n. 000998487/2001-02-20 | Brasil: Reg. Dir. Autorais - Brasília n. 106.158/11-12-1995 | Louis Charles Morelli