Arquivo para a ‘Numero pi, phi’ Categoria
sexta-feira, maio | 31 | 2013
http://phenomena.nationalgeographic.com/2008/05/23/does-the-golden-ratio-look-less-beautiful-as-numbers/#comment-51118
E meu comentario postado na National Geographic:
Louis Morelli
May 31, 2013
The number PHI is merely the point of the circuitry used by Nature for organizing matter into systems. You can see this circuitry as the Matrix/DNA formula, Google this article: Phi Number: Its Secrets Solved by Matrix/DNA Formula.
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quarta-feira, maio | 22 | 2013
The only known living organism that is Immortal
O único organismo vivo conhecido que é imortal
http://wewillblowyourmind.blogspot.be/2013/05/the-only-known-living-organism-that-is.html
Ver o interessante video anexo: http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=2kLSiE-eNjw
Foi descoberto que um ser vivo é imortal! Trata-se de uma especie de água viva. Ela começou um ciclo de vida normal como todos nós ( nascimento, maturação reprodução degeneração e morte), mas quando chegou na maturação e se reproduziu, seu ciclo retornou para o começo para uma fase denominada “polipo” . Isto alvoroçou a comunidade cientifica, pois imagine o que isto significa se conseguir-mos reproduzir este fenômeno Desde a cura do câncer ate o elixir da longa vida. Mas eu também fiquei tonto com a noticia (mais do que já sou) e corri para a formula da Matrix/DNA, meu supremo oraculo, buscar a explicação para o fenômeno E a encontrei, é simplesmente fantástico! Tem muita coisa ai envolvida, os mais belos segredos e mecanismos da Natureza. Esta envolvido o mecanismo que gera o famoso numero Phi, a sagrada geometria. Esta envolvida aquela imagem curiosa que surge em nossa mente quando tentamos entender o que acontece no núcleo atômico; um proton lança sua carga tornando-se um neutron, mas a carga alcança um neutron que torna-se um proton, em seguida a carga volta, e assim fica essa metamorfose eterna. Basta aqui olhar para água viva madura e pensar no proton, imaginar seu ciclo de vida como sendo a carga de energia, o polipo como sendo o neutron, e ai ver a cena transformando continuamente polipo em agua-viva e agua-viva em polipo. Fascinante tambem é perceber na formula da Matrix/DNA que na agua-viva, a forca da morte se torna a força do numero Phi! Mas só observando a formula se ve isso imediatamente.
Mas que não se alegrem os humanos, não sera possível obter assim a imortalidade, simplesmente por um detalhe: não somos hermafroditas.
Vejamos o primeiro paragrafo do artigo em inglês:
“ While the humans have been looking for the elixir of life throughout every period of history, it appears that there is one species of jellyfish that are actually immortal. Turritopsis nutricula, or sometimes – Turritopsis dohrnii, is able to transform its cells from mature state back to immaturity, in other words – back to youth. The medusa leads a regular cycle of life, but after maturing and mating, it reverts back to its initial state – a polyp colony. The process is referred to as“transdifferentiation”, and it basically makes the jellyfish unable to die.
Read more at http://wewillblowyourmind.blogspot.com/2013/05/the-only-known-living-organism-that-is.html#FBXgxPBSUyPVuC0y.99
Vamos agora buscar a formula da Matrix/DNA e o ciclo de vida da agua-viva:
 A fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

Vamos explicar o segredo da imortalidade da agua-viva:
Observe a formula da Matrix/DNA. Ela apresenta um circuito esférico que passa por seis figuras, mas que se bifurca na figura numero 4 criando um ramo lateral que retorna a figura numero 1. O circuito esférico é o fluxo de um ciclo de vida, e as seis figuras representam seis principais diferentes formas que um corpo adquire em sua vida. Mas o corpo aqui é hermafrodita, sendo a figura numero 4 representando seu aspecto macho, e a figura numero um, representando a fêmea. Esta é a formula no seu estado de perfeição completa, que a Natureza usaria para transformar a matéria inerte em sistemas naturais ao mesmo tempo que lhe imprime a dinâmica da vida. Agora, observando o ciclo vital da agua-viva, vemos perfeitamente o circuito esférico faltando o fluxo interno, Função numero 5. Que é a função reprodutora do sistema. O que aconteceria na formula da Matriz se a Função 5 se encurvar e tomar o lugar do circuito que vai de 4 a 1… Vai ocorrer um vai-e-vem entre F1 e F4 ininterrupto, enquanto as figuras 6 e 7 desaparecem. Ora, mas é justamente em F4 que começa a entropia, o decaimento da energia do sistema, ou seja, a força que leva o sistema a degeneração e morte. E na agua-viva esse trecho do circuito foi suprimido. A Função 4 é na Matrix/DNA o ponto da maturação e reprodução .. a agua-viva muito esperta parou por aqui! Esta assim explicado o segredo da imortalidade.
Tenho aqui um longo artigo explicando como o ponto do fluxo interno F5 que coincide com o centro da esfera é medido resultando no numero 1,618. E este numero é conhecido, trata-se do famoso numero Phi, que ev encontrado em muitos casos da Natureza e diz-se ser o numero que confere beleza as arquiteturas naturais. Portanto descobrimos na Matrix/DNA que o Phi é justamente o fluxo da reprodução que reproduz a face esquerda da Matrix numa copia como face direita, e por isso acontece a bi-lateral simetria, desde na face humana como nas flores, etc. Hora, vimos que na agua-viva esse fluxo se desloca para tomar o lugar do trecho a direita da esfera. Por isso a agua-viva é talvez o único ser vivo que não apresenta bi-lateral simetria. Alias, tudo isso aqui esta revelando que a agua-viva é um animal diretamente herdeiro de LUCA, o que é comprovado pela Ciência quando ensina que trata-se de uma das especies mais antigas, desde a 600 milhões de anos, tendo sobrevivido a seis eventos de extinção em massa de outros seres vivos. E sendo uma herdeira direta, ela respeita o velho lema: tal pai, tal filha. Sua forma e quase a mesma forma da Milk Way! Veja, compare, analise.
Como estamos vendo, esse mecanismo da agua-viva não foi inventado por ela, ele existe na formula universal, esta a disposição de todos os seres vivos, quando a formula se torna o par-lateral de nucleotideos do DNA. A Matrix apenas exige que o elemento seja hermafrodita, não ha como aplicar esse mecanismo em dois corpos separados. Mas então vemos tambem porque o fantástico fenômeno da cola nuclear que gruda protons a neutrons existe. Um proton emite sua carga energética tornando-se neutron, a carga alcança um neutron que o transforma em proton, assim como na agua-viva a medusa se torna polipo. Em seguida a carga retorna do proton que era neutron e volta a ser neutron para alcançar o agora neutron que era proton para voltar a ser proton, assim como o agora polipo que era medusa volta a ser medusa…
A agua-viva foi a pouco tempo atras noticia de sensação entre cientistas quando se descobriu porque a totalidade delas não se extingue quando a mare abaixa as arrasta para alto-mar todas as noites e no outro dia de manha elas reaparecem nas praias fazendo seu almoço. Tambem naquela ocasião a formula da Matrix/DNA forneceu outra explicação atordoante que foi motivo de um longo “artigo aqui e o leitor pode encontra-lo se puxar a categoria “agua-viva ou jellyfish”.
Meu amigo, minha amiga… a Natureza é fantástica!
Quando se descobre a Matrix!
Quando chega a um certo ponto de seu ciclo de vida (mais ou menos no meio do circuito), ao invés do circuito continuar para a face direita – da degeneração - ele retorna para Função 1. Assim, e claro, ela fica sempre na fase da energia crescente e nunca morre. Isto e totalmente novo, nunca pensado, e se conseguíssemos repetir este circuito, poderíamos ate conseguir o motor perpetuo.
Tenho que pesquisar a fundo isso.
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E meu comentário para postar no artigo e no Youtube:
If immortality is fascinant, more fascinant is the explanation of this phenomena: the force that produces death becomes in jellyfish, the force of “Phi number”. For understanding it you need see the Matrix/DNA formula, where the Matrix is the building block of galaxies, and DNA is it biological shape. When the flow of the systemic circuit arrives at Function 4, there is a bifurcation. One (F6) will be entropy, death, the other (F5) is the flow of reproduction that goes to F1. This galactic mechanism was transferred to biological systems, but galaxies inherited it from atomic system, when proton becomes neutron and vice-versa. Here, at jellyfich, the mature shape mimics proton and the polypo shape mimics neutron. See my article about.
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domingo, dezembro | 2 | 2012
A ultima fronteira de mistérios sendo atacada pela Matrix/DNA é o Espectro Eletro-Magnético de uma Onda de Luz, porque a fórmula e os modêlos da Matrix/DNA nos conduziram a descobrir nêle as origens da existência da força que imprime o cuclo vital na matéria (vide artigo aqui a respeito). Outra grande descoberta induzida pela fórmula foi que o exato ponto no circuito de energias/informações de qualquer sistema ou organismo que produz o fenômeno da replicação do lado esquerdo como seu lado direito, ou seja, a origem da bi-lateral simetria, que dá à beleza ao mundo natural, tem o numero 1,618… exatamente o conhecido numero Phi, desde a antiguidade referido como o produtor da sagrada geometria.
Encontramos agora um vídeo contendo excelente matéria sôbre como as diferentes frequencias de ima onda de luz interfere em nosso DNA, e até em nossas emoções. registro aqui o video para retornar com tempo e analizar isto melhor.
Youtube: Sacred Geometry DNA changes 2012 Mollecular Atom Consciousness.mp4
http://youtu.be/yHYsUlzR-6E
E aqui está o post feito por mim no facebook da pagina que divulgou o vídeo: ( http://www.facebook.com/WereGettingRobbed ) – Dec 02 – 2012
There is a new theory suggesting pictures of lightwaves as the forces that imprints dynamic and life cycles into matter. A picture of a natural formula that organizes natter into working systems, organisms. A picture about the location and function of a force with number Phi producing bi-lateral symmetry, which is the bases of sacred geometry. it is a new deep worldvision that is good food for thought. It is called “The Universal Matrix/DNA” from Louis Morelli, which website is in Google. I would appreciate comments about
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segunda-feira, novembro | 5 | 2012
Publicado por: Ciência Diária
Thursday, 19 January 2012
http://cienciadiaria.com.br/2012/01/19/bioquimicos-desvendam-mecanismos-de-origem-e-evolucao-da-vida/
Transcrição do artigo para anotações/análizes pela Matrix/DNA: (trechos em côr azul)
 Imagem de um astro primordial com vulcões ativos
Canais de fluxo vulcânico hidrotermal oferecem um ambiente quimicamente exclusivo, que à primeira vista parece hostil à vida. Eles são definidos por fissuras na crosta terrestre, onde os fluxos de água carregando gases vulcânicos entram em contato com uma diversidade de minerais. E mais, é precisamente este ambiente extremo o lugar de onde poderiam ter surgido dois mecanismos que estão na origem de toda a vida: a multiplicação de biomoléculas (reprodução) e o surgimento de novas biomoléculas a partir de biomoléculas formadas antes (evolução).
Matrix/DNA: Nossos modêlos sugerem que 50% das informações para gerar sistemas biológicos vem dos nucleos planetários e os outros 50% vem de estrêlas, no nosso caso, Terra, Sol e possivelmente radiações/elementos vindos de outros sistemas estelares. Basta observar a fórmula/software da Matrix para ver isso: os 50% do planeta se referem ao lado esquerdo que é a fase metade inicial e os 50% da estrêla se referem ao lado direito que é a fase final do sistema.Fluxos vulcânicos compostos de gases são produzidos pelas reações nucleares e crescimento do nucleo planetário e tais fluxos tendem a alcançar a superficie procurando valvulas de escape, que são as fissuras na crostra. Mas se tais gases encontrassem apenas rochas na superficie – como acontece nos planetas onde não existe liquido – nada formariam pois nestas os átomos estão amorfos, massificados, inertes. Por isso a maioria dos planetas do Universo não são boas searas para germinarem as sementes da Vida. É preciso lembrar que os sistemas astronomicos ( estelares e galácticos foram formados apenas pelos estados gasoso e sólido da matéria, sendo que o estado liquido surgiu posteriormente em planetas, creio que devido a estes serem formados por poeira estelar congelada (Função Matricial n.2 e 3) e com seus movimentos passarem por diversas temperaturas ambientes. Com a emergencia do estado liquido surge a quimica inorganica, e com a chegada dos fótons trazendo informações da Matrix, vindos dos nucleos planetários e das estrêlas, e penetrando os átomos em meio liquido cria a quimica orgânica. Porque? Porque para um átomo qualquer dar o empuxo na diração da formação de um novo sistema natural ( no nosso caso, a forma biológica) é preciso que êste átomo esteja possuido pela Matrix completa, que o sistema matricial se estabeleça e de maneira funcional, com o circuito sistêmico fluindo em sua plenitude. É preciso que o átomo contenha ( tenha sido penetrado, invadido) ao menos um fóton especifico a cada uma das seis funções do sistema. E justamente o unico átomo de numero atômico 6 ( que contem o numero de particulas exato igual ao numero de funções da Matrix) é o átomo de carbono. Por isso tudo começou pelo carbono, êle se colocou no centro das fórmulas de todos os aminoácidos requeridos pelas moléculas da Vida.
Mas mesmo assim, tendo o carbono na superficie terrestre, não seria suficiente para o próximo passo evolutivo se a matrix estivesse reproduzida dentro de um átomo o qual estivesse no meio dos átomos fortememente arraigados em formações rochosas, em estado eterno de equilibrio termo-dinâmico. O que você poderia fazer para sobreviver se estivesse isolado em meio às areias do deserto? É preciso aos fótons matriciais dentro do carbono “sentirem” a presença de outros fótons matriciais nos átomos ao seu redor. O que acontece com os imigrantes chineses, coreanos, mexicanos, em New York ou São Paulo? Podem terem vindos por diferentes rotas em diferentes transportes, mas quando se encontram dão seu jeito de morarem juntos, constituindo os bairros de Chinnaton em New York e da Liberdade em São Paulo.Esta tendencia de imigrantes se juntarem em novos locais já era praticada bilhões de anos atrás por particulas de luz na estéril superficie terrestre.
Aconteceu então que o estado liqido da matéria, principalmente a àgua, fluindo pelas rochas arrancou delas ártomos e or re-organizou em novas formas, principalmente a denominada “estrutura cristalina”, uma caracteristica particular da matéria que está na base do que se denomina “minerais”. Diz-se então que tais minerais foram os “catalizadores”. O que é um catalizador?
Wikipédia: Catalisador é toda e qualquer substância que acelera uma reação, diminuindo a energia de ativação, diminuindo a energia do complexo ativado, sem ser consumido, durante o processo. Um catalisador normalmente promove um caminho (mecanismo) molecular diferente para a reação. Por exemplo, hidrogênio e oxigênio gasosos são virtualmente inertes à temperatura ambiente, mas reagem rapidamente quando expostos à platina, que por sua vez, é o catalisador da reação.
Energia de ativação é a energia inicial necessária para que uma reação aconteça.
Para ocorrer uma reação química entre duas substâncias orgânicas que estão na mesma solução é preciso fornecer uma certa quantidade de energia, geralmente na forma de calor, que favoreça o encontro e a colisão entre elas. A energia também é necessária para romper ligações químicas existentes entre os átomos de cada substância, favorecendo, assim, a ocorrência de outras ligações químicas e a síntese de uma nova substância a partir de duas iniciais.
Portanto, as rochas tambem recebiam os fótons irradiados pelo sol, mas por estarem seus átomos fortemente conectados em sólidos, e suas particulas internas não estarem possuidas na medida exata da fórmula matricial, quanto mais calor os atingissem nada os fariam desconectarem-se e re-conectarem-se em novos modêlos, e acabariam indo direto para a forma de cinzas. O artigo cita hidrogênio e oxigênio como exemplos de átomos inertes. Hidrogênio tem numero atômico 1, apenas um próton e um elétron, aqui a Matrix nada pode fazer. Ela apenas usa hidrogênio como tijolos para construir pontes entre átomos e moléculas. Oxigênio tem numero atômico 8, portanto, duas particulas a mais do que as necessárias e suficientes para a Matrix se instalar, e o excesso de duas particulas faz com que a face direita, terminal, se expresse dominantemente sufocando a expressão da face esquerda. Como a face direita contem em si o principio entrópico da degeneração, da morte, para a Matrix o oxigênio já está morrendo no momento em que cada uma de suas particulas é incorporada pelos fótons. Mas na sua esperteza infinita foi aqui que a Matrix, quando viu a água composta de H2O, deu o próximo salto evolutivo: ela tinha o agente da morte para as rochas que se tinham autoproclamado imortais, reduzindo as rochas em seus fragmentos atômicos e tinha os tijolos para confeccionar as pontes entre êstes fragmentos atômicos em novos tipos de compostos materias. Por exemplo assim ela formou a platina, numero atômico 78, a qual pode ser usada em diversos modelos como a platina na perna como implante para poder adiantar mais o tratamento e recuperação da perna ou da coluna. Porque a platina faz isso? Ela fornece a condição, a velocidade exata para que os imigrantes que estão numa margem de uma cicatriz encontrem e se encham de amores pelos seus conterraneos imigrantes que estão na outra margem, e assim se aproximam e constroem fortes laços de amizade duradoura: as cicatrizes desaparecem, os ossos se unem. Bendita platina! Se não fôsse alguem como ela presente na superficie terrestre a bilhões de anos atrás, os imigrantes de ambas as margens reagiriam com rancor disp;itando teritórios e se lançariam velozes uns contra os outros, o que para nós, em têrmos humanos, significa guerra. Então os átomos que a Matrix tinha invadido com seus fótons (carbono, nitrogênio, oxigênio, todos com numeros atômicos próximos ao numero 6 ideal, e mais a ponte hidrogênio…) precisava estarem em cima de um agente catalizador, que fôsse maleável para permitir a combinação amigavel entre êstes átomos de diversas origens para formarem as moléculas de aminoácidos, assim como o solo apropriado da América possibilitou os arranjos e pacifica conexão de diversas etnias, diversos bairros, em uma unica cidade, como as maravilhosas e hospitaleiras metrópoles de New York e São Paulo.
Quando os primeiros aminoácidos mais simples já continham quatro átomos conectados na mesma sequencia da face esquerda da Matrix, estava preparado o ambiente para aceitar e acolher os fótons da Função 5, que é a função replicadora, reprodutora, ao mesmo tempo que é a função onde se encontra o ponto do circuito sistêmico que dá a medida 1,618…, o numero Phi, o místicamente chamado “numero da sagrada geometria” porque de fato é a função que reproduz a face esquerda na sua cópia direita, a função da perfeita simetria (ver nêste website o apaixonado artigo que fiz quando descobrí isso, referente ao numero Phi). E é nesta ação de replicação que pode ocorrer os “êrros” de transcrição rsesponsáveis pelas mutações ao acaso. Se a mutação estiver dentro do esquema evolucionario da Matrix ela é selecionada e conservada como benéfica, senão, é deletada nas próximas gerações. Mas se não houver uma mitação benéfica ao acaso, a Matrix força a entrada do próximo fóton da sequencia através de agentes catalizadores como a platina. E assim, como diz o artigo: “o lugar de onde poderiam ter surgido dois mecanismos que estão na origem de toda a vida: a multiplicação de biomoléculas (reprodução) e o surgimento de novas biomoléculas a partir de biomoléculas formadas antes (evolução).”
Voltemos ao artigo:
No início desse encadeamento de reações – que levou, eventualmente, à formação de formas de vida celulares – há apenas alguns aminoácidos que são formados a partir de gases vulcânicos pela catálise mineral. Semelhante a uma pedra de dominó que desencadeia uma avalanche, as biomoléculas primeiras estimulam não somente sua própria síntese, mas também a produção de biomoléculas inteiramente novas. “Dessa maneira, a vida começa pela necessidade de acordo com leis pré-estabelecidas de química e em uma direção predeterminada”, declara Günter Wächtershäuser, professor de bioquímica evolutiva na Universidade de Regensburg, Alemanha. Ele desenvolveu, teoricamente, o mecanismo de um metabolismo de auto geração. Faltava uma demonstração experimental.
Agora, os bioquímico Claudia Huber e Wolfgang Eisenreich, do Departamento de Química da Universidade Tecnológica de Munique (TUM), Alemanha, em estreita colaboração com Wächtershäuser, demonstraram experimentalmente a possibilidade de um mecanismo de auto estimulação. Um catalisador constituído por compostos de metais de transição de níquel, cobalto ou ferro tem o papel principal nestas reações. Ele fornece não somente a formação das biomoléculas primeiras, como também inicia o encadeamento de reações. O motivo: biomoléculas apenas recentemente formadas a partir de gases vulcânicos ocupam o centro do catalisador de metal de transição para permitir reações químicas adicionais que formam biomoléculas inteiramente novas. “Este acoplamento entre o catalisador e um produto de reação orgânica é o primeiro passo”, explica Wächtershäuser. “A vida surge se, posteriormente, uma cascata inteira de mais encaixes se realiza, e esta vida primordial eventualmente leva à formação de material genético e da primeira célula”.
Matrix/DNA: “Esplêndido! Wächtershäuser captou intuitivamente, segrêdos profundos da Natureza. Não é possível a Vida surgir na forma de poucos átomos que se juntaram ao acaso e por sí só tivessem empreendido o esfôrço de sobrevivencia, multiplicação e evolução. Basta observar e calcular o que um átomo pode fazer, seus limites, para entender isso. Precisava tambem um ambiente préviamente desenhado para isso ocorrer. E esta evidência, este requisito racional, é oportunísticamente explorado pelo time criacionista do Inteligente Designer, como mais um indicio de irredutivel complexidade. Esta cascata de diferentes peças, que se encaixaram tão bem entre si, só se explica de duas maneiras: 1) ou houve uma inteligência coordenando isso, ou, 2) as diferentes peças vieram de um unico sistema existente anterior e em outro lugar, com a tendencia de se auto reagruparem devido aos antigos laços de conexão, vindos de um unico corpo, um unico ancestral: LUCA. Eu vejo mais evidencias apontando para a segunda solução, uma solução simplesmente naturalista, o que não descarta a hipótese de que inclusive LUCA e o Universo inteiro tenha sido antes “inteligentemente” desenhado.”
Os cientistas simularam em seus experimentos as condições dos canais de fluxo vulcânico-hidrotermais e estabeleceram um sistema aquoso organometálico que produz um conjunto inteiro de biomoléculas diferentes, entre elas os aminoácidos glicina e alanina. Aqui a fonte de carbono foi fornecida por um composto de ciano e o agente redutor por monóxido de carbono. Compostos de níquel acabaram sendo os catalisadores mais eficazes nestas experiências. Os cientistas, em seguida, adicionaram os produtos glicina e alanina em outro sistema, o que gerou novamente duas novas biomoléculas. O resultado: os dois aminoácidos aumentaram a produtividade do segundo sistema em um fator de cinco.
Matrix/DNA: É bom lembrar aqui que no meio cientifico se diz que ” em princípio, existe níquel no núcleo da Terra”. Wikipédia: http://pt.wikipedia.org/wiki/N%C3%ADquel
Em experimentos futuros, os cientistas pretendem recriar as condições dos sistemas vulcânico-hidrotermais, onde a vida poderia ter surgido bilhões de anos atrás. “Para este propósito, simularemos, em primeiro lugar, certas fases no desenvolvimento de um sistema de fluxo vulcânico-hidrotermal para determinar parâmetros essenciais”, explica Wächtershäuser. “Só depois poderemos fazer uma construção racional de um reator de fluxo”.
Matrix/DNA: ” Caro Dr. Wächtershäuser. Eu gostaria de ser alguem na vida que tivesse uma voz possível para alcança-lo. O reator de fluxo já foi teóricamente desenhado, já existe aqui nêste website, bastaria agora traduzir o desenho na forma de software com elementos materiais na forma de hardware. Se soubesses disso, algum dinheiro e seu precioso tempo seria economizado. E a Humanidade precisa que seu tempo seja economizado, pois o empregas heróicamente em seu beneficio.”
Os resultados do experimento mostraram que uma origem e evolução da vida em água quente de canais de fluxo vulcânico são viáveis. Os resultados revelam vantagens dessa teoria em comparação com outras abordagens. Dentro dos canais de fluxo, a temperatura, pressão e PH mudam ao longo do caminho e, assim, um espectro gradual de condições é oferecido, o que é apropriado para todas as fases da evolução primitiva até à formação de material genético (DNA/RNA).
A propriedade mais importante do sistema é sua autonomia: essa noção é oposta àquela de uma sopa primordial fria, ou de um primeiro metabolismo ocorrido aleatoriamente, ou ainda, de um acúmulo de componentes essenciais durante milhares de anos. Assim que a primeira pedra do domino é derrubada, as outras caem em sequência. A origem da vida continua ao longo de trajetórias definidas, pré-estabelecidas por regras de química – um processo quimicamente determinado dando origem à árvore de todas as formas de vida.
Matrix/DNA: ” O planeta Terra contem em si tôdas as informações necessarias e suficientes do sistema astronomico primordial, com tôdos seus tipos de corpos astronomicos, assim como um ser humano, seja qual for o momento de sua vida, na forma de um adolescente ou um adulto, contem no seu DNA tôdas as informações do ciclo vital, das outras formas de seu corpo. Mas assim como no adolescente são fortemente expressados os genes correspondentes à primeira fase da vida, enquanto os referentes à fase terminal se mantem recessivos como potencial latente a serem expressados no futuro, assim são as informações dispostas nêste planeta. A primeira pedra do dominó foi o átomo de carbono invadido por seis diferentes fótons e em cima de um mineral contendo dezenas de cópias dêstes mesmos fótons. O sistema autiono era astronomico, a Terra dentro do sistema estelar e êste dentro do sistema galáctico… todos sendo apenas as diferentes formas de um unico corpo, um unico sistema universal, contendo uma unica Matrix/DNA. A sôpa primordial não era fria, mas sim regurgitante de agentes ávidos por informarem, darem a forma da Vida à matéria inerte. Êles constituiam uma espécie de semente que nadava naquela sôpa. Sinto muito, mas não foi um processo quimicamente determinado: a quimica já fazia parte de um processo determinado a nível mais amplo”.
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Comentário postado no artigo do Ciência Diária:
Diz o artigo: “A origem da vida continua ao longo de trajetórias definidas, pré-estabelecidas por regras de química”.
Pelo que sei, a evolução cosmológica primeiro produziu os sistemas astronomicos apenas com os estados sólido e gasoso da matéria, sob as regras da Física, do eletro-magnetismo. Processos quimicos só devem ocorrer onde existe tambem o estado liquido, o qual emerge nas superficies de astros como os planetas. Se isto for correto, antes das regras da quimica, as regras da evolução biológica já existiam, nos seus primórdios físicos. A quimica seria consequencia, e não a causa. Portanto, naquela sopa primordial deviam existir os agentes primordiais, os quais, segundo a teoria da Matrix/DNA, são os fótons provindos inclusive do nucleo terrestre via fluxos vulcânicos. Agradeço pelo artigo e convido a uma ver uma descrição detalhada dêle pela versão da Matrix/DNA, no meu artigo “Origens da Vida pela Matrix/DNA: Bioquímicos desvendam mecanismos de origem e evolução da vida” via Google. Parabéns.
Diz o artigo: “A origem da vida continua ao longo de trajetórias definidas, pré-estabelecidas por regras de química”.
Pelo que sei, a evolução cosmológica primeiro produziu os sistemas astronomicos apenas com os estados sólido e gasoso da matéria, sob as regras da Física, do eletro-magnetismo. Processos quimicos só devem ocorrer onde existe tambem o estado liquido, o qual emerge nas superficies de astros como os planetas. Se isto for correto, antes das regras da quimica, as regras da evolução biológica já existiam, nos seus primórdios físicos. A quimica seria consequencia, e não a causa. Portanto, naquela sopa primordial deviam existir os agentes primordiais, os quais, segundo a teoria da Matrix/DNA, são os fótons provindos inclusive do nucleo terrestre via fluxos vulcânicos. Agradeço pelo artigo e convido a uma ver uma descrição detalhada dêle pela versão da Matrix/DNA, no meu artigo “Origens da Vida pela Matrix/DNA: Bioquímicos desvendam mecanismos de origem e evolução da vida” via Google. Parabéns.
Tags: fluxo vulcânico, Matrix/DNA, Origens da Vida, sopa primordial Postedo na Abiogênese, Evidências da Matrix/DNA, Evolução, Fóton, Genética, LUCA, Numero pi, phi, Origem da Vida, Pesquisas da Matrix/DNA, Vida | Sem Comentários »
terça-feira, agosto | 28 | 2012
Two alien planets found with twin suns
By Charles Q. Choi
http://www.msnbc.msn.com/id/3033063/ns/technology_and_science-space/
Esta informação abaixo fornece uma curiosidade a ser pensada pela Matrix/DNA:
” The inner world completes an orbit every 49.5 days, while the outer one takes 303.2 days, giving it the largest known orbit for any transiting exoplanet. The stars themselves whirl around each other every 7.5 days.”
Notei que a proporção matemática entre 7,5 e 49,5 é igual a 7… e entre 49,5 e 303.2 tambem é +- 7. E 7 são as funções universais de qualquer sistema natural. Portanto é plausivel que na fórmula, a distancia entre as particulas-funções sejam iguais, mas que justamente estas distancias repetem cada uma a medida da totaslidade do sistema é algo curioso. Isto vai merecer maior atenção se tempo houver.
Comentários postados pela Matrix/DNA no artigo acima:
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Resposta:
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segunda-feira, outubro | 31 | 2011
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Veja abaixo o espetacular vídeo sôbre as presenças do numero phi na Natureza
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 Phi Number
Porque desde a antiguidade os seres humanos tem encontrado muitas coincidências nos fenômenos naturais relacionados a um numero, 1,618…, denominado numero Pi ou Phi? Existe alguma manifestação supernatural por trás dêste numero? A Natureza obedeceria a uma “sagrada geometria”? Seria um indicio de que o nosso mundo teria sido o produto de um plano muito inteligente, tanto que o Universo todo estaria “tunelado” desde antes de suas origens para produzir a Vida, a auto-consciência, e quem sabe mais o quê? Estaria o aparente caos sem sentido do nosso mundo sustentado e determinado por uma fórmula oculta no meio da matéria?
Bem, pode ser que Deus não usa nenhuma formula para criar universos, mas o Universo em que existimos poderia ser reproduzido em outro lugar aplicando-se uma fórmula que o Homem descobriu. Se Deus continua por aí criando universos e está tendo muito trabalho porque usa métodos antiquados, êle pode telefonar para nós que lhe cedemos a fórmula, a qual trabalha sózinha enquanto êle pode ficar sentado assistindo. Nós simplesmente primeiro descobrimos que no Big Bang apareceu um sistema muito simples que vem evoluindo durante estes 13,7 bilhões de anos. No inicio era apenas vórtice qiantico contendo as sete fôrças brutas naturais, isto evoluiu para o sistema atômico, depois o estelar, depois o galáctico, depois o sistema celular vivo, e agora está surgindo mais uma sua nova forma que chamamos “sistema auto-consciência” . Em seguida desenhamos todos êstes sistemas sôbre uma mesa e ficamos observando-os. Logo notamos que havia algo em comum, presente em todos êles. Assim como no sistema “corpo humano” existe as veias e o sangue conectando tôdas suas partes, tambem em todos os sistemas existe um fluxo de energia/massa conectando todas as partes. Acontece que se desenhar-mos ao lado todos os fluxos de todos os sistemas, obtemos uma unica figura! Êste é o fator comum a todos os sistemas naturais. Se quiser-mos construir um sistema artigficial imitando os naturais basta assentá-lo sôbre esta fórmula
Bem, isto é o que diz a teoria em cima da mesa. Mas já se vão 30 anos e todos os dias encontrando evidencias desta fórmula na Natureza que, raios… parece que a teoria está certa. São eviidencias assombrosas porque explicam cada coisa com uma explicação qie nos faz viajar longe no tempo e no espaço, indo e voltando do Big Bang… Uma destas estonteantes explicações foi a que agora descobrí quando media o circuito da formula com regua e compassos. Quando marquei um numero em cima de uma das sete finções da formula, escreví distraidamente o numero 1,6. Mas daí me perguntei: “Todas as outras funções tem numeros inteiros, porque só essa tem numero quebrado?! Que função é essa? A de numero 5. O que ela faz? É responsavel pela reprodução e perpetuação dos sistemas. Ela tem uns tr6es métodos diferentes para reproduzir um sistema, isto depende do meio-ambiente em que o sistema se encontrar. Um dos métodos é dividir o sistema em duas metades, introduzir estas duas metades na matéria, cada uma reconstrói sua metade faltante e assim se tem dois sistemas. É o processo da meiose, no DNA. Olhando bem esta formula, esta função é responsavel pela bela simetria bi-lateral que muito aparece na natureza, até nos nossos rostos, quando está evidente a face esquerda é reprodução da direita e vice-versa…
Mas quando pensei em bela simetria bi-lateral… sentí um arrepio e parece que mais uma vez uma luzinha acendeu lá dentro do meu cocuruto. Que foi?! Botei os olhos rápidamente sôbre a fórmula para não deixar escapar algo que estava escapando, olhei as duas metades, a função no meio, o numero escrito em cima, 1,6, enquanto o som de “bi-lateral simetria”continuava ribombando em minha mente e… Eureka!
O numero phi!!!
A razão dourada!!!
A sagrada geometria!!!
Cadê o Phidias, preciso contar essa prá êle!
Mas é claro! Porque o lado maior de um triangulo dividido pelo maior dá 1,618? Pela mesma razão que se seu dividir uma esfera em duas metades e separa-las, a linha de cada uma será sempre 1,618! E a formula universal, a Matrix, é uma esfera…
- ” O que?!!! Mas nunca ninguem descobriu isso? Você está agora querendo estremecer os alicerces da geometria euclidiana sôbre a qual se assenta nossa matematica por mais de dois mul anos?! Tu tá louco?”
- “Bem… espera aí… deixa-me ir com calma. Eu quase nada sei da matematica e do estudo da geometria das esferas, mal me recordo do que aprendí na escola, aquelas coisas de seno, cosseno, tangente, meridiano, raio, etc. Estou ferrado! Mais essa agora: vou ter que buscar material e estudar tudo sôbre isso. Mas por enquanto, vamos raciocinar aqui…
Se desenhar um relógio sem ponteiros, vamos dar o valor 100% á linha da esfera que vai do numero das 6 horas ao nunero das 12 horas. Chegando nas 12 horas, vamos continuar traçando nossa linha mas para dentro da esfera, até o ponto no centro. Êste segundo risco é o que se chama “raio” e êle deve medir 61,80%. No total é 1,618, o mumero Phi. Será mesmo? E será que nunca ninguem descobriu isso ou essa história já a sabia o povo antes de J. Cristo?
Bem, tenho que deixar essa pesquisa para outra hora, por enquanto vou escrever aqui o qie descobri sem a pesquisa:
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Existe uma fórmula natural que é uma fôrma, um “template”, sôbre a qual se assenta todos os sistemas naturais, desde átomos a galáxias a corpos humanos, a qual podes ver no diagrama abaixo. Esta fórmula é uma fôrça natural que atua no meio da matéria que se encontra na forma de massa e a conduz a adquirir uma forma, a se organizar como sistema funcional. E a principal caracteristica de um sistema qualquer é o circuito por onde flui suas informações, dividido entre as ondas do tempo e as particulas da matéria espacial. Quando consideramos o circuito total como sendo um inteiro, ou seja, 100%, obtemos um numero desta porcentagem para cada ponto do circuito. E o numero “1, 618%” cai exatamente sôbre a peça que executa a reprodução do sistema , mais exatamente na Função Sistêmica n.5. É a função da perpetuação dos sistemas, por exemplo, a que perpetua a espécie humana através da reprodução de suas geraçòes. Sendo a fórmula o fractal universal da qual tudo se multiplica e se deriva, o numero Pi é o multiplicador de fractais naturais. Por isso êle é a razão matematica encontrada por exemplo, em todos os poligonos que se multiplicam para formar a flor do girassol, ou a razão matematica entre as camadas espiraladas que compoem a carapaça do caracol. Esta descoberta em muito poderá contribuir para nossa tecnologia e evolução. Do ponto de vista materialista o numero Pi é uma consequência obrigatória e natural do movimento das fôrças naturais. Do ponto de vista filosófico o numero Pi tem a possibilidade de ser mistico e sagrado desde que sabemos que a fórmula mencionada, a Matrix/DNA Universal, veio de fora do Universo, de alguma fonte ainda desconhecida.
Olhe agora o diagrama da Matriz. Como você não está treinado a pensar e captar o mundo através da ajuda da Matriz, vou adiantar: o numero pi, 1,618 está dentro da Função 5. Cometa no céu, espermatozóide no corpo, RNA na célula! Justamente a função que duplica a face esquerda produzindo a direita. A bi-lateral simetria! O supremo mistério das formas perfeitas, a essência criadora da beleza!
 The MatrixDNA as Closed System
Ainda estou atordoado com esta recente descoberta proporcionada pela fórmula da Matriz: a causa, a fonte primeira, da Proporção Áurea, como querem os matemáticos e ateus, ou da Divina Proporção, como querem os místicos e religiosos, simbolizada pelo Número Pi, ou Phi – pois parece-me que estou tocando ou os pés de Deus ou o máximo segrêdo do Universo, pois nunca chegamos tão perto!
O que é a Proporção Aúrea? Observe a imagem abaixo do diagrama da fórmula da Matriz. Vamos representar uma volta completa pela circunferência pelo número 1 cm. Agora vamos reiniciar uma segunda volta, sempre começando pela Função 1. Mas quando chegar-mos à Função 4, paremos por aqui. Foi dada meia volta, o que vamos representar por 0,5 cm. Portanto temos 1,5 cm. Agora, ao invés de seguir o fluxo da circunfer6encia, vamos desviar nossa linha pelo ramo lateral que emerge da Função 4 e retorna à Função 1. Partindo do ponto central do quadrado 4 e pontando na direção do nucleo, vamos andar 0,1888 cm e parar aqui. Onde estamos? No momento que emerge da Função 4, a Função 5. Neste ponto temos 1,6888, o numero Phi.
E o que significa a Função 5? É a força universal que modela o agente criador da reprodução. Ela criou o cometa no espaço sideral,o espermatozóide no corpo humano, o RNA na célula, a uracila no nucleotideo. E o que tem isto a ver com o numero Phi que vemos criando a bi-lateral simetria, que é a origem da beleza das formas, das Artes, etc.? Tudo! Basta saber que a fórmula da Matriz representa um ser sendo transformado por um ciclo vital. Que a evolução do ciclo é representada pelo fluxo de informações que corre no circuito, começando pela Função 1 e indo no sentido horario até retornar ao ponto de partida. Portanto, a fórmula primeiro constrói o lado esquerdo da face. Assim como, na origem da Vida, primeiro foi construído o RNA, que é uma haste parecida com a haste esquerda do DNA. Quando termina o lado esquerdo da face, o fluxo continua, agora para construir o lado direito. Assim como o RNA, depois de milhões de anos, se reproduziu numa haste direita e formou o DNA. Mas tanto os nucleotideos de RNA como do DNA só se reproduzem se atuar o agente reprodutor, a uracila. A qual é o numero Phi.
Em suma: a bi-lateral simetria é a reprodução de uma metade de um corpo qualquer em outra metade à sua imagem e semelhança. Mas para que seja criada uma arquitetura natural com bi-lateral simetria tem que atuar a força natural responsavel pelo fenômeno da reprodução. E esta força é ativada quando o fluxo da criação alcança seu ponto 1,6888.
Se eu fôsse crente diria que você está de parabéns. Acabou de conhecer a geometria e a matematica não como se apresentam no pensamento dos homens mas como funcionam no pensamento de Deus quando realiza Suas criações.
Às pressas vejo um vídeo espetacular, uma maravilhosa obra de arte e Ciências interligadas, que foi indicado no forum do site Ceticismo Aberto. Veja-o nêste link (mas volte depois aqui e leia para continuar seu maravilhamento):
http://vimeo.com/9953368
E então mais uma súbita descoberta ocorreu-me: a fórmula da Matriz/DNA pode ser representada e calculada matemáticamente, o que pode ser a oportunidade para apresenta-la `a comunidade cientifica e até ser reconhecida como teoria cientifica. Mais: todos os produtos e serviços baseados ou inspirados nesta fórmula podem agora ser medidos tendendo à perfeição. Por outro lado descobrí porque a Humanidade tem notado a presença repititiva estranha de um número (pi= 1,618…) nos fenômenos naturais, a ponto de definirem-no como o “número de ouro”, a “proporção áurea”, ou até mesmo impregnado-o com uma áurea mística denominando-o de “número mágico”, a “proporção divina”. A explicação surgiu-me tão lógica, tão racional, que me surpreendo por não ter notado isto antes.
Observe-se o modêlo da Matriz/DNA no estado de software de um sistema fechado em si mesmo, um moto-contínuo, de preferência quando destaca o fenômeno dos cromossomas.

E agora volte `a definição do número pi:
A proporção áurea, também denominada phi (φ), é um número irracional igual a 1,618 obtido a partir da seguinte igualdade: φ = (a+b) : a = a : b. Então, considerando o esquema dado na figura abaixo, 
o resultado da equação algébrica será igual ao número phi (φ).
Olhe agora o diagrama da Matriz. Como você não está treinado a pensar e captar o mundo através da ajuda da Matriz, vou adiantar: o numero pi, 1,618 está dentro da Função 5. Cometa no céu, espermatozóide no corpo, RNA na célula! Justamente a função que duplica a face esquerda produzindo a direita. A bi-lateral simetria! O supremo mistério das formas perfeitas, a essência criadora da beleza!
Bem, vamos ver isso em detalhes…
A circunferência representa o circuito pelo qual flue a energia do sistema, alternada em ondas e partículas, carregando as informações. Podemos representar o circuito inteiro pelo numero 1, inteiro. Desta maneira, para cada ponto do circuito existirá um numero decimal. Por exemplo, se dividir-mos o circuito em 6 partes como está na figura acima, a Função 1 terá o numero 0,1666…, na primeira volta do fluxo. Numa segunda volta, teria o numero 1,1666… , pois que o numero inteiro representa a quantidade em que o sistema existe. Desta maneira, por onde estaria o numero pi? Sendo 1,618, significaria que ele representa uma vez o sistema e mais uma parcela de uma cópia do sistema. Certo? E qual a área copiada do sistema que seria 0,618 dêle? Bem, calculemos:
Função 1 = 0,66666; Função 2 = 0,3332; Função 3 = 0,4998; Função 4 = 0,6664… êpa, chegamos pertom e passamos o numero 0,618. Paremos aqui e vamos analizar o que está acontecendo no circuito nesta região. Por enquanto minha mente ainda não aprendeu a ver o software e sentir, definir, o estado do fluxo em cada ponto, pois é ainda dificil para nós mentalizar o que é na realidade um fluxo carregando informações na sua forma abstrata. Acredito que, desde que nossa mente é um software, e é a forma mais evoluida do software universal aqui denominado Matriz/DNA, ela vai aprender a entender de pronto qualquer sistema natural porque ela poderá ver o fluxo do software no hardware do sistema. Mas enquanto não chegamos lá, temos que nos contentar em tentar conhecer qualquer coisa num sistema observando suas partes e comparando-as com o mapa do software. Então voltemos ao nosso problema: existe alguma coisa especial na Função 4 que a tornaria presente nos fenômenos de maneira quase mística representando a razão áurea?
A Função 4 significa mitocondria na célula, pulsar no céu. Sendo a célula um sistema aberto, torna-se mais dificil qualquer análize porque temos que estar considerando tôdas suas relações com o exterior. O melhor é tomar como exemplar o building block dos sistemas astronomicos por ser o unico sistema fechado em si mesmo, o mais estável, pois não se relaciona em nada com o exterior, o mais “perfeito” que a Natureza conseguiu produzir no sentido de ser um moto-contínuo. Então vamos abordar o problema tendo a imagem do pulsar ocupando nossos pensamentos. As origens do pulsar começa com os tempos finais de um planeta e comparando-o com o ciclo vital humano, é a fase quando o adolescente está entrando na fase da puberdade. Sinto que no futuro vamos desvendar totalmente o mistério do numero pi quando conhecer-mos melhor o processo da evolução ocorrido entre a organela ribossomo e a nova espécie para a qual ela evoluiu, a mitocondria; existe aqui um processo em que o fluxo do sistema que está apenas montando coordenadamente as informações, passa a processa-las. Mas por enquanto, este processo ainda nos é desconhecido. Pois nosso problema é identificar o ponto exato dentro da vida do pulsar onde o fluxo de informações tem o numero 1,618. Sabemos que quando ele está exatamente completo, no exato momento quando ele se formou por completo e vai começar sua entropia, ele tem o numero 1,6664. Nêsse numero ele passou da fase de puberdade e já está emitindo espermatozóides, ou seja, magma na forma de cometas. Existe uma diferença de 0,0484 entre o pulsar na sua forma maxima ( 0,6664) e o numero pi (0,6180). Isto significa que para encontrar o pi temos que retornar um pouquinho desde sua forma maxima.
O planeta recebe a energia solar que adentra seu corpo alcançando seu nucleo e dando inicio ao despertar de germe de estrêla que ele carrega em seu bojo. Este despertar é materializado na forma de reações nucleares, as quais consiste na alimentação do germe, que utiliza as energias nos atomos das camadas tectonicas como se estas fossem a placenta. Estas reações produzem gazes em elevadas temperaturas que procuram uma valvula de escape e assim produzem os vulcões através dos quais os dejetos resultantes da alimentação são expelidos na forma de magma. Quando o germe vai em estado adiantado já se tornando um feto a superficie do planeta já está tomada por vulcões cada vez mais gigantescos e poderosos, de maneira que em dado momento não podemos mais defini-lo como planeta mas sim algo a meio-têrmo entre planeta e supernova, entre o feto e o bebê. A este meio-têrmo resolvemos por enquanto dar o nome de pulsar, porque a imagem de um astro girando e mostrando o pipocar de luzes em sua superficie devido as erupções vulcanicas nos parece aquelas fontes de luz que ficam pulsando. A queima de sua matéria pesada vai tornando o astro cada vez mais leve o que o torna capaz de se libertar da fôrça de atração da estrela e desta vai se afastando, assim como os jovens após a puberdade começam a namorar e a se afastarem dos braços da mãe, da proteção do pai. Enquanto isto sua força gravitacional tambem diminui, torna-se mais dificil manter coisas pesadas na sua superficie. Assim , os vulcões cada vez mais poderosos emitem lavas com maior violencia que caem no espaço sideral, se “arredondam” e formam o que denominamos de “cometas”. Enquanto isto, a matéria energética mais leve que permanece caminha na direção de se constituir em estrela e quando cai a ultima camada de rocha da superficie, explode ou desabrocha, como uma nova estrêla, uma supernova.
Isto significa que no pulsar ocorre uma bifurcação do fluxo de energia do circuito sistêmico, o qual transporta as informações do sistema. Uma parte, talvez ecxatamente a metade, vai para a estrela, a Função 6, para continuar o ciclo vital representado na circunferência: a outra parte, talvez a outra metade, vai como cometas, a Função 5, caindo na espiral da galaxia e com destino ao nucleo do sistema onde o aguarda um belo buraco negro. Não preciso repetir aqui, penso, que o cometa é a contraparte astronomica do espermatozóide. Estaria o numero pi sendo levado dentro do espermatozóide?!
A coisa começa a fazer sentido. Numero pi, crescimento, pela duplicação ou reprodução de um sistema já feito, que é exatamente a função da funcão 5, do espermatozóide. Mas não apenas isto! Note que quando o fluxo chega na Função 4 ele completou a metade do sistema. Ele acabou de desenhar o lado esquerdo da face. A linha de fluxo que desce com F5 é a linha fronteiriça entre os dois lados da face. Se o numero pi está aí, ele está exatamente onde é gerada a bi-lateral simetria. Está aí o porque a Arte encontrou o pi! A divina proporção!
Tôda vez que num desenho você deseja desenhar as coisas numa proporção exata que transmita realmente uma imagem, voçê precisa ter a proporção áurea na mente. Não podes, num retrato, desenhar o olho esquerdo maior que o direito. A Natureza como artista faz assim para nos dar uma face o mais perfeita possivel: ela olha ou mentaliza a imagem de uma face inteira ( se ela fala a linguagem matematica ela dirá ”uma”; aí observa bem uma metade (até aqui ela chegou na “uma e meia”, ou 1,5) e pinta a outra metade. Mas deixemos de divagações e retornemos ao problema. Em que ponto do pulsar ou do cometa está o numero 1,618? Sabendo-se que o planeta na forma maxima é 0,49998 e o pulsar na maxima é 0,6664, pode-se apostar que o 0,618 é o momento da bifurcação no pulsar. É exatamente o numero que representa a quantidade ou estagio da carga genética carregada pelo espermatozóide. E porque ele carrega 1, 618 e não apenas 0,618? Porque se o fizesse não haveria reprodução de machos apenas de fêmeas. XX, a carga feminina, significa que o sistema existe por inteiro, uma vez X, e deseja expressar-se como tal na integra, por isso reforça o X. XY, a carga masculina, significa que o sistema existe por inteiro, que seu X possui não apenas a face esquerda mas sim as duas faces, porem quer expressar mais e dominantemente a parte esquerda que contem tudo o que precisa um macho do sistema.
O pi é sagrado?
A Matriz/DNA responde: “Mas… “rapaiz”… bota sagrado nisso!”
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A seguir vou aqui reunindo e registrando na medida do possivel tudo o que aparecer nesta nova área de investigação que aqui se abriu.
1) Comentário postado no forum do “Ceticismo Aberto”.
“Obrigado, Gigaview, pela informação e oportunidade de nos maravilhar com este video.
Particularmente para mim houve uma emoção peculiar daquelas que acompanham todo momento de descoberta: sómente agora percebi a exatidão matematica no meu modelo da Matriz como sistema fechado perfeito e entendí algo espetacular: o numero 1,61, e a série Fibonacci. O que ele significa no seu nivel mais profundo?
Observando a Matriz conclui-se que este deve ser o numero exato que determina “reprodução”, auto-cópia, perpetuação de uma espécie, multiplicação de um padrão na forma de fractais. O Um inteiro significa o sistema natural completo, qualquer sistema,
como uma célula. Significa uma volta que o fluxo de informações dá no sistema, partindo da Função 1 e retornando à F1. Quando chega em F1 significa que ele copiou o sistema, ou seja, registrou a carga genética, todas as informações. Então o fluxo continua e quando chega em F4 (um pulsar na astronomia ou uma mitocondria na célula), emite um fluxo lateral que retorna imediatamente a F1, enquanto o fluxo normal segue para F6. Ora esse ramo lateral é o que reproduz o sistema, fornecendo a energia ainda nova para reciclar o sistema. E justamente na F4 - se por-mos numeros em todo o fluxo medindo-o - estaria o numero 1,61. Facil perceber o porque: o sistema completo tem sete funcões, ora a F4 é a metade, seria numeo 1,5, mais um sétimo. Incrivel! Estou dizendo que este Universo é uma produção genética, o que implica software computacional, matematico. (se queres ver a matriz e entender isto veja-a no meu website). Abraços… Louis Morelli
(devemos agora pesquisar tudo sobre a serie Fibonacci)
Veja nos comentarios que seguem o link, como tais coisas suscitam a nossa queda pelo mistico.
1) Teotl Nahualli 13 days ago Excelente… es evidente que la serie Fibonacci y lo que se obtiene de esta, la proporción Sagrada Φ = 1.618034, son utilizadas en la naturaleza. Lo cual indica DISEÑO, es es decir, que aquellos idearon y realizaron, todo aquello que conocemos como vida, siguio este patrón predeterminado. DIOS? Yo no le llamaria asi, por que lo unico que indica esto, es que ellos tenian una gran nivel tecnologico.Comentário da Matriz/DNA: Eu penso que não precisaria de Deus ou inteligências superiores para produzir isto. Este fenomeno matematico deve ser derivado de uma das duas caracteristicas da Natureza: quantidade e qualidade. E este fenomeno se refere à produção da quantidade. Quando a Natureza produz um novo sistema pelo método genético ela precisa dar substanciação à estrutura, criar espaço com infra-estrutura para alojar as produções da qualidade, ou seja, da complexidade. Para fazer um osso por exemplo, é preciso criar massa óssea que dê os alicerces para as superestruturas, como órgãos, membros, etc. Então pode-se inferir que qualquer reprodução genética, inclusive com ratos que não usam inteligência para se reproduzirem, pode produzir esse fenômeno. Se este Universo é realmente uma reprodução, está assim explicado este fenômeno sem incorrer à necessidade de inteligência alienígena. Mas pode ser tambem que Deus seja um brincalhão a brincar com softwares vivos… · Jesús Olmo 10 days ago ‘Enlightenment reveals that the universe emerges spontaneously. Its emergence and pattern are perfect in mathematics and symmetry and involve no chance.
Nothing is random; everything emerges exactly as it has to. There is no random chance, or evolution based on chance. The universe is perfect. Nothing is wrong or ever could be.Comentário da Matriz/DNA:Todos vêem que existe muita coisa errada no Universo, ao menos na biosfera terrestre. Acho que a mistica deste poster ( “the Universe is perfect”) deve-se a que ele não está a refletir sobre a realidade dual, dividida entre quantidade e qualidade. A quantidade é repetitiva, ela serve para fundamentar alicerces, óbviamente não pode conter variações, acasos. Mas a qualidade sob evolução que caminha sobre este alicerce asfaltico experimenta indefinidas opções, a complexidade está sim sujeita aos acasos. Mas se o Universo é uma produção genética, já está determinado antes dele surgir sua forma final, assim como meu corpo, antes de surgir, já tinha determinado sua forma humana. Então mesmo em têrmos de evolução da complexidade não existe acaso absoluto, pois todos os acasos que ocorrem estão dentro de um processo determinista absoluto. Os acasos ocorrem, mas a maioria dos efeitos dos acasos desaparecem na história, enquanto alguns são selecionados porque precederam um futuro evento determinado. Mas é possivel que no mundo do sistema que gerou o Universo as possibilidades evolutivas estejam abertas, o que implicaria que o Universo pode sofrer uma mutação e terminar com uma forma nova. Ou seja, alem do Universo não existiria determinismo absoluto. Acho que esta alternancia entre acaso e determinismo deve ser infinita, não tem solução.
Fine-structure constant : 0.08542455
Este é outro numero constante na geometria do Universo que toma ares de numero magico. O que significa? Bem, é quase a metade do pi. Note que esta constante ás vêzes é representada por outro numero: 137.03597.
The fine-structure constant has long fascinated physicists. Richard Feynman, one of the originators and early developers of the theory of quantum electrodynamics (QED), referred to the fine-structure constant in these terms:
| “ |
There is a most profound and beautiful question associated with the observed coupling constant, e the amplitude for a real electron to emit or absorb a real photon. It is a simple number that has been experimentally determined to be close to 0.08542455. (My physicist friends won’t recognize this number, because they like to remember it as the inverse of its square: about 137.03597 with about an uncertainty of about 2 in the last decimal place. It has been a mystery ever since it was discovered more than fifty years ago, and all good theoretical physicists put this number up on their wall and worry about it.) Immediately you would like to know where this number for a coupling comes from: is it related to pi or perhaps to the base of natural logarithms? Nobody knows. It’s one of the greatest damn mysteries of physics: a magic number that comes to us with no understanding by man. You might say the “hand of God” wrote that number, and “we don’t know how He pushed his pencil.” We know what kind of a dance to do experimentally to measure this number very accurately, but we don’t know what kind of dance to do on the computer to make this number come out, without putting it in secretly! |
If alpha [the fine structure constant] were bigger than it really is, we should not be able to distinguish matter from ether [the vacuum, nothingness], and our task to disentangle the natural laws would be hopelessly difficult. The fact however that alpha has just its value 1/137 is certainly no chance but itself a law of nature. It is clear that the explanation of this number must be the central problem of natural philosophy.
—Max Born, A.I. Miller (2009). Deciphering the Cosmic Number: The Strange Friendship of Wolfgang Pauli and Carl Jung. W.W. Norton & Co. p. 253. ISBN 9780393065329
The mystery about α is actually a double mystery. The first mystery — the origin of its numerical value α ≈ 1/137 has been recognized and discussed for decades. The second mystery — the range of its domain — is generally unrecognized.
novembro | 28 | 2010
Já registrei neste blog um artigo sobre o numero pi, pois fiquei surpreso ao encontrar um interessante significado para este mistério no diagrama da Matriz. Agora este novo artigo deve ser adicionado ao anterior (não tenho tempo agora) para posterior pesquisa.
Artigo publicado no site:
http://francisthemulenews.wordpress.com
Posted by emulenews en 19 Noviembre 2010

Imagina que haces un experimento para calcular cierta magnitud y obtienes el valor 3’14. ¿Qué es lo primero que te viene a la mente? El número pi (π), la relación entre la longitud de una circunferencia y su diámetro. Arquímedes, el gran científico de la antigua Grecia, realizó el primer cálculo sistemático del valor de π y obtuvo dicho valor. Veinte y tres siglos después, los científicos siguen maravillados cuando π les aparece de forma inesperada. Matthias Kaschube y sus colegas han encontrado que ciertas características en la distribución de las neuronas en la corteza visual del cerebro tienen una densidad cercana a 3’14 (π). ¿Por qué? Han desarrollado un modelo de autómatas celulares que permite explicar dicho número y que sustenta su hipótesis de que dicha distribución de neuronas no tiene un origen genético (aunque se preserva en el árbol evolutivo), sino que debe ser el resultado de la autoorganización de estas neuronas durante el desarrollo de la corteza visual. Nos lo ha contado Kenneth D. Miller, “Neuroscience: π = Visual Cortex,” Science 330: 1059-1060, 19 November 2010, haciéndose eco del artículo técnico de Matthias Kaschube et al., “Universality in the Evolution of Orientation Columns in the Visual Cortex,” Science 330: 1113-1116, 19 November 2010. Este artículo será mi segunda contribución para el VIII Edición del Carnaval de Matemáticas albergado este mes por Juan Martínez-Tébar, autor de Los Matemáticos no son Gente Seria.
La corteza visual primaria (llamada V1) está formada por una fina lámina de seis capas de neuronas. Las neuronas V1 son altamente selectivas a los bordes entre luz y oscuridad y a la orientación de estos bordes (algunas a la orientación vertical, otras a la horizontal y otras a diagonales con diferentes ángulos). Estas neuronas están organizadas en “columnas,” de modo que las neuronas debajo de una dada prefieren la misma orientación que las de más arriba. Las técnicas de imagen de la estructura neuronal del córtex permiten visualizar el “mapa” de la orientación que prefiere cada neurona a través del córtex visual (ver la figura que abre esta entrada). Estos mapas de orientación tienen una estructura cuasiperiódica: las orientaciones preferidas cambian continuamente a través del córtex, repitiéndose cada cierto número de neuronas con un “periodo” denotado por λ. Los mapas también contienen “nodos” o “molinetes,” puntos en los que convergen todas las orientaciones posibles. Kaschube y sus colegas han comparado (con una precisión sin precedentes) la densidad y disposición de los “molinetes” en tres mamíferos: el galago, un primate, la musaraña arbórea, relacionada de forma estrecha con los primates, y el hurón, un carnívoro relacionado lejanamente con ellos. Esta medición precisa de la distribución de “molinetes” ha requerido el desarrollo de nuevos filtros para “suavizar” el ruido en las imágenes del córtex; no entraré en los detalles.
Lo más sorprendente que han encontrado Kaschube y sus colegas es que la densidad media de molinetes por λ² es constante para estas tres especies, un número curioso, π, con un error del orden del 1%. El promedio es de 3’14 y el intervalo de valores observado es [3'08, 3'20] con un nivel de confianza del 95%; este intervalo corresponde a π ± 2%. El análisis de mapas de orientación generados de forma aleatoria indica que el valor esperado debería ser 3’50, mucho mayor que 3’14. ¿Qué es lo que significa que la densidad sea π? y ¿por qué la densidad de “molinetes” es π? Kaschube y sus colegas han encontrado una respuesta matemática realmente hermosa. Fred Wolf, autor principal del artículo, lleva muchos años desarrollando un modelo matemático para la formación de los patrones observados en el mapa de orientación neuronal utilizando autómatas celulares. Sistemas basados en reglas en las que una neurona elige su orientación preferida en función de lo que elige las neuronas que tiene a su alrededor. El modelo se basa en dos parámetros la orientación preferida y la selectividad. Estas variables se desarrollan a través de interacciones mutuas entre neuronas vecinas. Para obtener un valor de pi es necesario incorporar una interacción de largo alcance (entre neuronas alejadas por una distancia mayor que el periodo λ); estas interacciones existen en la región V1 y corresponden a conexiones sinápticas de larga distancia entre las neuronas. No entraré en los detalles de las reglas que resultan en que la distribución de “molinetes” presenta una propiedad de universalidad caracterizada por una densidad igual a π (en las simulaciones numéricas es un valor próximo). La universalidad observada en la organización de las neuronas del córtex visual aparece en líneas evolutivas divergentes; sin embargo, los mapas de orientación varían aparentemente al azar de una célula a otra, por lo que su origen exclusivo en la genética no parece razonable.
Por supuesto, estos modelos teóricos para el desarrollo de patrones en el neurocórtex están todavía en sus primeras fases de desarrollo y hay muchas incógnitas aún por resolver para que se pueda afirmar que se entienden en completo detalle desde el punto de vista matemático. La demostración experimental definitiva de que estos modelos son correctos requiere que se eliminen de alguna forma las conexiones de largo alcance entre neuronas durante el desarrollo del cerebro y que se pueda observar cómo entonces los patrones que se observan en lugar de tener un distribución determinada por el número pi adquieran un valor más próximo a 3’50. Por ahora parece difícil que se pueda lograr en los próximos años. Los alardes técnicos que se requieren parecen excesivos. Aún así, Wolf, Kaschube y sus colegas no cejaran en su empeño en demostrar que pi forma parte de nuestra manera de ver el mundo mucho más allá de lo que podemos imaginar.
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Tambem será importante deixar registrado o artigo abaixo para continuar este tema, postado no site:
Adaptação
http://microsintonias.blogspot.com/2009/05/o-problema-da-forma.html#comment-form
terça-feira, 12 de maio de 2009
O problema da forma

Por que os organismos vivos possuem as formas que possuem? A pergunta é pertinente já que o sucesso dos seres vivos depende de pelo menos três aspectos básicos: 1) a conservação da organização da vida; 2) sua dinâmica (no sentido de desenvolvimento, movimento/deslocamento e atividade biologica); 3) e a forma (seu aspecto macroscópico espacial).
As formas adquiridas pelos seres vivos são determinantes para suas funções ou atividades e é condição de sobrevivência dentro da topografia ambiental (relevo). Se você é redondo poderá rolar bem ou mal no chão, a depender do relevo geral do ambiente. Se o relevo favorecer, mas se você não for redondo, não rolará.
Ao se observar as primeiras formas de vida, ou seja, aquelas mais primitivas e que são primeiramente descritas nos livros de zoologia de invertebrados, percebemos que a maioria é assimétrica, com padrões de crescimento irregulares, podendo ser sésseis (que não se desloca voluntariamente) ou rastejantes tais como as esponjas marinhas e o Trichoplax adhaerens, respectivamente. As esponjas são organismos sésseis provavelmente por serem, na sua maioria, animais irregulares com padrões diversificados de crescimento (eretos, incrustantes ou ramificados). O Trichoplax adhaerens é um metazoário rastejante de corpo achatado e assimétrico, feito de um agregado de uns poucos milhares de células de quatro tipos diferentes que se organizam em três diferentes locais. É considerado o organismo de menor conteúdo de DNA de todo o reino animal (até o momento). Pois bem, de alguma maneira, a partir daí, a evolução animal seguiu no sentido da simetria radial e /ou bilateral. Os desenhos dos corpos de muitos animais com simetria bilateral apresentam proporções entre comprimento e largura conhecidas como Proporção Aurea. A proporção áurea, também denominada phi (φ), é um número irracional igual a 1,618 obtido a partir da seguinte igualdade: φ = (a+b) : a = a : b. Então, considerando o esquema dado na figura abaixo, 
o resultado da equação algébrica será igual ao número phi (φ). Como já foi dito, esta proporção tem sido encontrada em várias partes do corpo humano e de outros animais, bem como em alguns tipos de sementes vegetais ou mesmo em padrões de crescimento de conchas de moluscos ou populações de coelhos, entre outros, e inspirou Leonardo da Vinci a fazer o seu Homem Vitruviano (figura ao lado) e, segundo alguns, a própria Monalisa. Entretanto, muito antes disso, foi utilizada na Grécia antiga em uma das obras mais orgânicas da antiguidade: o Parthenon. 
Se retornarmos um pouco mais no tempo geológico, mais especificamente há 1800 milhões de anos atrás, no pré-cambriano, em plena emergência dos primeiros fitoflagelados (organismos unicelulares autotróficos) ou das primeiras células fotossintetizantes, perceberemos claramente que em grande parte desses organismos, senão todos, a evolução se deu não no sentido da simetria bilateral, da qual extraimos a proporção aurea, mas no sentido das irregularidades, das assimetrias, das ramificações e incrustações aparentemente desajeitadas. Estamos falando da evolução dos vegetais como contraponto à evolução animal. Se por um lado os animais são simétricos e móveis, por outro os vegetais são assimétricos e obrigatoriamente sésseis. Ambos extremamente relacionados, pois o veneno de um (dióxido de carbônico) é o “combustível” do outro.
Então, parece que a evolução no seu sentido mais amplo teve como característica principal o paradoxo das formas. Ou seja, a regularidade simétrica dos animais gerando o movimento, no sentido de deslocamento de um lugar para outro, e a irregularidade assimétrica e séssil dos vegetais. Ambas sempre em consonância com a topologia ambiental. Esta aparente contradição gerou uma pressão ambiental sobre os ancestrais do homem que levou ao desenvolvimento de articulações capazes de realizar movimentos precisos entre espaços mínimos, como foi o caso dos australopitecus, presos entre o “bipedismo” terrestre e a vida nas árvores. Assim, configurou-se duas geometrias da natureza: uma das formas regulares e proporcionais, como é o caso da geometria euclidiana, e a outra das formas irregulares e descontínuas, com é o caso da geometria dos fractais de Mandelbrot. E é exatamente sobre a geometria dos fractais aplicada à forma dos seres vivos que pretendo me aprofundar nos próximos posts.
Grande abraço e até lá.
Postado por Waldemiro Romanha (wromanha@gmail.com) às 13:59
Artigo sôbre o pi e a Matemática:
Is mathematics a divine language?
Tuesday, November 30, 2010
Imagine, one day, that life shows up on another planet. Moreover, it’s intelligent life. Imagine, too, that we’ve a reasonably swift means of communication. We’d need a common language with which to talk. What might that language be? One candidate would be mathematics.
Mathematics seems to be a universal language. Science presumes as much: it works as a descriptive and predictive tool, both on the small scale and at the very large. Moreover, it works for systems that are very close and quite distant — so distant that they reach back to the earliest moments after the Big Bang. And when you stop to think about it, that’s quite remarkable.
It’s not just the universal nature of mathematics that’s striking; it’s that mathematics works at all. The natural world is a complex place. It’s packed with variations and permutations, random events and patterns so complex they are far from obvious to the eye. And yet, mathematics can capture so much of that intricacy. What kind of alchemy transforms the lead of messy reality into the gold of a simple equation? It’s a question that was famously asked by the physicist Eugene Wigner, in 1960. He wrote an essay with a title that says it all: “The Unreasonable Effectiveness of Mathematics in the Natural Sciences.”
Wigner notes the sense that many physicists have: mathematics seems to be discovered, not created. The reason to think this is that discoveries made about the physical world are often, first, discoveries made about mathematics. One of the best known cases concerns Einstein and his work on General Relativity. These equations implied something about the universe that Einstein, at first, refused to believe — that the universe was expanding. It was only later that cosmic expansion was observed by Edwin Hubble. Before then, though, Einstein tried to cancel what the math was implying by adding to his equations what came to be known as the “cosmological constant.” It was designed to cancel out the implication of expansion, though when expansion was shown empirically, Einstein referred to it as “the biggest blunder of my life.”
So, physics is about discovering the laws of nature, and those laws appear to be written in the language of math. Pi really is in the sky. Wigner continues: “It is … a miracle that in spite of the baffling complexity of the world, certain regularities in the events could be discovered… It is hard to believe that our reasoning power was brought, by Darwin’s process of natural selection, to the perfection which it seems to possess.”
Those are strong statements. And the extraordinary nature of math can be developed further. After all, do not physicists routinely use criteria such as “beauty” to determine whether they are on the right track or not? The physicist Paul Dirac put it most clearly, in a 1963 article for Scientific American, writing, “It seems that if one is working from the point of view of getting beauty in one’s equations, and if one has a really sound insight, one is on a sure line of progress.” Of course, mathematical predictions must be verified by observation. But that such predictions are verified at all is the nub of the issue. Mathematics looks miraculous.
It’s an ancient idea. The philosopher Gottfried Leibniz mused on the power of mathematics, and it led him to draw theological conclusions. “When God calculates and thinks things through, the world is made,” he thought. The power and beauty of mathematics is exactly what you’d expect if the universe were created by a powerful deity, worthy of worship. The physicist and priest Michael Heller, winner of the 2008 Templeton Prize , captured the thought like this, in his book (co-authored with George V. Coyne), A Comprehensible Universe:
In the human brain, the world’s structure has reached its focal point: the structure of the world has acquired the ability to reflect upon itself… . In this conceptual setting, science appears as a collective effort of the Human Mind to reach the Mind of God… . The Mind of Man and the Mind of God are strangely interwoven.
And yet, is the unreasonable effectiveness of mathematics in the natural sciences really evidence for the existence of a deity? Is the language of math divine? There are good reasons to doubt it.
For one thing, there is the gap between the kind of deity implied by mathematics — a deity not unlike a computer — and the deity worshiped by Christians, Jews and Muslims. This is the living God of Abraham, Isaac and Jacob, not a God who spends eternity manipulating datasets.
So, it’s quite possible to be impressed by the “miracle” of math, and not become a convinced theist. This is the position adopted by the physicist Roger Penrose. He has articled what he refers to as a Platonic view. It can be conceptualized in this way. First, there is the physical world, the natural world that surrounds us. But there’s also a Platonic world — the ideal world of mathematics. The Platonic world maps onto the natural world in some way, perhaps via the imaginative power of human mental activity. And that, if right, means there’s no need to assume that the Platonic and natural world are wrapped up in some kind of divine embrace.
There’s a further reason to question the theistic reading of mathematics. For it’s possible that mathematics is not so unreasonably effective as Eugene Wigner supposed. The idea goes something like this:
(Comentário da Matriz:
O trecho a seguir corrobora o que encontrei no grafico carteziano calculando a evolução cosmológica, sôbre o que é a Matemática. O Universo tem muitas faces diferentes ao mesmo tempo. Cada face representa um estágio de sua evolução e cada estágio refere-se a um nível de grandeza, com suas especificas estruturas. Por exemplo, os humanos operam num nível de grandeza especifico, digamos, um nível médio, devido ao qual ele está limitado aos fenômenos ao nivel da superficie de um planeta, fenômenos que são bem diferentes dos que se relacionam à dimensão quantica, que estão num nivel de grandeza menor que o microscópico. Cada tipo de observador verá num mesmo instante a quantidade de faces verdadeiras relacionadas aos niveis que ele conhece e mais uma face imaginaria, produto da imaginação do que deve ser o que ele desconhece. Eu cheguei a essa conclusão porque eu mesmo passei por essa experiência: fiz a minha busca existencial, primeiro colocando na mesa tudo o que conhecia de fato e a seguir experimentei várias maneiras de conectar estes fatos e no final projetei a nova visão de mundo no grafico carteziano e ali surgiu uma face do Universo, a forma do DNA. Porque? Foi a minha face imaginaria. mas condduzida pela minha racionalidade que é produzida pelos meus neuronios, no centro dos quais comanda o DNA. Portanto o DNA se projetou a si mesmo como a face do maior poder do mundo, da mesma forma que outros seres humanos levados pelas suas imaginações projetaram o seu corpo como o maior poder do mundo e disso resultou a figura e personalidade de um Deus humanizado. E o que tem isso a ver com a Matematica? No grafico observei que cada face é por sua vez composta por todas as outras faces, porem uma delas se expressa, enquanto as outras ficam apenas latentes. E como encontrei sete tipos de faces, sendo cada face uma pilha destas sete faces, isto siginifica que em cada face existem sete diferentes dimensões: a dimensão quantica, a eletromagnética, a atômica, a astronomica, a biológica, a emotiva, a conscientizada. Ora, em cada face existe uma faixa de de três faces consecutivas em que os fenômenos são fisicos/mecanicos. Nestas dimensões a melhor maneira de raciocinio para aprende-las e fazer previsões dentro delas é a matemática. Mas ela para aí: a matemática apenas traduz 3/7 de cada face. Por isso ela às vêzes consegue acertar previsões tão distante de nós. Ela atravessa a face onde operamos e atinge os 3/7 de outras faces, inclusive daquelas superiores que ainda não conhecemos. Como por exemplo as equações de Einstein estavam e estão à frente do nosso tempo. Portanto a Matematica se refere ao local e tempo onde operamos. E no trecho a seguir o autor que nada sabe sôbre a cosmovisão da matriz, vindo por caminhos diferentes chega praticamente à mesma conclusão:
At the level of the very, very small, the world is not smooth and continuous. It is lumpy. It’s the world of discrete energy levels and fundamental particles called quantum physics. One way of interpreting the quantum appearance of the very, very small scale is to say that at this level, mathematics is not smooth and continuous. It, too, is lumpy.
This suggests, in turn, that mathematics does not exist in some pure Platonic realm, but that it is just one more messy part of the fabric of the universe. There are, in fact, no universal mathematical laws, and no universal mathematics. Rather, there are local laws — bylaws, if you like. It just depends on where you look. To date, we’ve tended to look on the scale of the everyday and the very large. But as science gazes more and more at the very small, a new kind of math might be the result.
If that turns out to be right, then math may cease to look so unreasonably effective. The miracle, and its perfection, may start to look far less impressive. And if God does exist, future believers may conclude that he is not much of a mathematician after all.
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Interessante informações no site:
The Dawn of Space and Time in a Selfconscious Quantum Universe
http://tonyb.freeyellow.com/index.html
Para quem enviei um Outlook:
Hi… I am following your website because there are very good information for my personal research. It is curious how different persons coming from different pathways in the search for answers, sometimes arrives to identical conclusions. About the number phi, my method has found that it is the mathematical point of any natural system that produces the reproduction of the system, as you can see in the formula at my website. We could changing useful informations for both…
If interested, see the article Sensacional Descoberta: a Explicação para o Número Pi e a Sagrada Geometria , Google it and translate. My website: http://theuniversalmatrix.com
Ohhh… I did not get to sign as guest, I got the message “error”. Any problem about that?
Cheers… Louis Morelli
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Tags: A Proporção Áurea, Arte, funcao, Matemática, Matemática e a Matriz, Phi, pi Postedo na Evidências da Matrix/DNA, Numero pi, phi | Sem Comentários »
quarta-feira, fevereiro | 23 | 2011
(Êste artigo está com problema, com textos repetidos e diferenças nas cópias: clique no titulo em azul no final do artigo para ver o problema)
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 O Físico Nassim Haramein - Teoria da Sagrada Geometria
INTERESTING VIEW OF THE SACREDY GEOMETRY THEORY
Para meu tipo de gôsto, foi melhor gastar uma hora de meu tempo assistindo um vídeo com um palestra de um físico excêntrico e meio maluco chamado Nassim Haramein, intitulada “Sacred Geometry & Unified Fields”, do que as muitas horas que gastei assistindo certos filmes que no final nada tinham de alimento para o cérebro.
Aqui descrevo e relato minha opinião mas quem quiser ver os vídeos (são seis partes e em inglês) vá no Youtube: http://www.youtube.com/watch?v=F71qWfxgIu4
O “cara” é uma figura, um “desajustado” no atual esquema da comunidade oficial dos físicos e na sua forma de pensar o Universo. Com uma mente brilhante. Pena que meio desviada da Natureza devido se basear muito na Física e na Matemática, áreas onde os cientistas não o aceitam muito bem, desacomodados que ficam com suas idéias exóticas.
Para se ter uma idéia (apesar de que isto é apenas minha opinião), de como a Física e a Matemática levadas ao extremo intelectual podem conduzir o buscador para fora da realidade, basta ver a conclusão de um “scientific paper” registrado por Nassim e intitulado “The Schwarzschild Proton”. O qual conclui: “ The Schwarzschild proton fortemente sugere que a matéria em tôdas as escalas pode ser organizada por buracos negros, um átomo apresenta fenômenos similares aos dos buraco-negros, e portanto levando à unificação escalar das fundamentais fôrças da matéria.” (The Schwarzschild proton strongly suggests that matter at many scales may be organized by black-holes and black hole-like phenomena and thereby lead to a scale unification of the fundamental forces and matter.)
Para defender essa teoria êle tem registrado um “scientific paper”, intitulado ”The Schwarzschild Proton” que pode ser visto em “pdf” no site:
http://www.theresonanceproject.org/pdf/schwarzschild_proton_a4.pdf
Ora, nos modêlos da minha Teoria da Matriz/DNA, (que contem o modelo ideal perfeito da Matriz para organizar a matéria), também tem um buraco negro, na Função 1, e êle é, de fato, o inicio do processo da organização da matéria em qualquer tipo de sistema natural, mas a história não termina aí, isto é apenas o começo de um processo, apenas 18% do processo total da criação, sendo que depois da atuação do buraco negro vem as atuações de F2, F3, até F7. A Física não pôde até agora enxergar o quadro todo porque ela lida com o aspecto alectro-magnético e mecânico da realidade sem ver que cobrindo todos estes aspectos e até mesmo como fundação preliminar de todos eles existe uma cobertura vital, biológica. Essa cobertura biológica cósmica não pode ser descrita pela linguagem matemática e assim a Física fica sem o elo entre as Evoluções Cosmológica e a Biológica. E apesar de Nassim ser um dissidente e mais exigente que os físicos da Academia, êle é um gênio, muitas vêzes êle tem insights espetaculares que o aproximam demasiado da Matriz, sem no entanto ter tocado-a até agora. Vale a pena ouvi-lo.
Nassim começa de forma bem humorada e agradável a contar o começo de sua vida escolar, como era um sujeito desligado com os pensamentos cheios de visões esotéricas e portanto com dificuldade para se concentrar em qualquer coisa material aqui e agora. Portanto era um aluno difícil. Mas muitos gênios o foram, basta lembrar de Einstein.
Seu primeiro gôsto numa matéria escolar surgiu no dia que o professor iniciou uma disciplina nova, a geometria. E o professor escreveu no quadro negro “Dimensão Zero” e desenhou um ponto dizendo: “Essa coisa chama-se ponto, isso é dimensão zero e isso não existe!”. Em seguida escreveu “Dimensão 1” e desenhou vários pontos alinhados e disse: “Essa coisa chama-se “linha”, mas isso não existe também.” Nassim diz que pensou naquêle momento: “É… parece que vou ter péssimos tempos com essa matéria. Se estou vendo o ponto e a linha como é que isso não existe?!” Em seguida o professor aumentou os pontos de maneira perpendicular dezenhando mais três linhas reultando na figura de um quadrado e escreveu “Dimensão 2”, explicando: ”Isso é um plano e tambem… não existe!”
Nêsse ponto os alunos estavam demasiado encolhidos em suas cadeiras e quase pedindo para sair da classe, achando que o professor estava biruta. Mas a tortura ia terminar logo. Pois o professor desenhou mais alguns planos iguais aquêle, conectando-os e resultou na figura de uma caixa, um cubo, e escreveu “Dimensão 3”, explicando: “Isto é chamado de cubo e isto sim, existe!”
Em seguida Nassim põe um ponto de interrogação dentro do cubo significando “não-existente”. Parece-me que êle quer insinuar que o mundo existe apenas como um container, e o que está dentro não existe (se alguém souber explicar isto, agradeço, aqui não entendí bem seu inglês). Mas o que Nassim diz a seguir é interessante: “Aqui está a base do conhecimento de tudo e isto é uma incógnita que nunca foi solucionada, mas se pensar-mos na solução errada aqui ou se saímos daqui de maneira errada tôdas as nossas teorias, como a String, etc., e todos nossos conceitos firmados estarão errados, porque a nossa base estaria errada.” Só por isso, Nassim já justificou sua existência. E ele não faz como muitos casos da Física oficial imitam o avestruz, escondendo a cabeça na areia ou varrendo os problemas para debaixo do tapête. Não, ele não esquece dêstes mistérios não solucionados que estão lá no principio, como fundação de todo o castelo cientifico-matemático, mistérios êstes que pode revelar no final ter sido nosso castelo teórico construído sôbre areia movediça.
Depois daquela aula Nassim entrou no ônibus a caminho de casa, dormiu e têve um sonho revelador. Porque será que muitas das mais importantes descobertas aconteceram quando o gênio estava viajando e têve um sonho?! Lembram-se de Kekulée? Resolveu um dos maiores mistérios químicos da época que era a questão de como se arranjam os átomos do benzeno e ele viajando numa carruagem sonhou com atomos dançando em forma de… “ ciranda, cirandinha, vamos todos cirandar…”, e acordou gritando ao mundo: “Os átomos também dançam, a ciranda, a fórmula do benzeno é em forma de ring, de anel! “
Mas Nassim têve assim sua experiência meditativa que todos devemos praticar, se queremos desvendar os segrêdos da existência. Imagine que sua mente está saindo de seu corpo e subindo, sua casa vai se distanciando lá embaixo parecendo um ponto na cidade, a cidade vai parecendo um ponto no continente, o continente um ponto no planeta, o seu corpo um ponto entre seis bilhões de outros pontos, o planeta um ponto no sistema solar e você continua subindo, o sol parece um ponto na galaxia, a galaxia é apenas um ponto entre bilhões de galaxias e quando fora do Universo êste é apenas um ponto ao longe talvez entre uma infinidade de outros pontos… Aí você começa a retornar e entra no ponto que é o Universo e vê uma infinidade de pontos dentro que sào as galaxias e entra na Milk Way e vê uma infinidade de pontos que são as estrêlas, procura a nossa e enfim, de ponto dentro de ponto você retorna a um ponto dentre 6 bilhões de outros que é o seu corpo. Mas não pare aí: olhe a palma de sua mão e vê que ela é formada de bilhões de pontos que parecem galaxias mas são células e olhe dentro das células e vê milhões de pontos que são os átomos e olhe dentro dos átomos e vês particulas, então continue olhando dentro de particulas e mais pontos e … isso parece que nunca vai terminar.
Vendo o mundo assim, desta forma racional e real, qual o sentido da existência? Do mundo, de nós mesmos? Mas eu não tentei obter minha visão do mundo através dêste método porque o ”infinito” é por enquanto uma criação da mente humana que não foi provada cientificamente e porque não acredito no calculo infinitesimal onde a dízima periódica, 0,333333…. ao infinito não teria fim. Eu nunca ví nada infinito mas sim vejo que tudo tem um limite e quando alcançado êste tudo se transforma: se começamos a dividir matéria, a certo ponto não estaremos mais dividindo massa e sim energia apenas e depois não mais energia ordinária e sim vórtices quãnticos… e depois… Como já disse alguém: ‘Para provar que existe infinito alguem teria que ir lá e avançar um pouco alem…”.
Como tambem para provar que o mundo é finito alguem teria que ir no fim e continuar infinitamente alem, para provar que não existe nada depois… nossa visào de mundo deve ser por isso sempre uma questão aberta, e isso evita fundamentalismos, radicalismos e desvios da realidade.
E permita-me mais um parentêsis na palestra do Nassim. Êste exercício mental do observador ver tudo como pontos dentro de pontos pode ser deprimente para nós, pois percebemos que somos meramente um ponto dentre uma infinidade dêles. Mas êste desagradavel pressentimento não tem razão de ser. Pois todos os pontos possuem algo em comum ( a evolução que os conecta, a constituição primordial, um padrão de organização, etc.). Mas existe um ponto que tem uma diferença em relação a tudo o mais. Uma propriedade que é apenas e exclusivamente sua. O corpo humano é o unico ponto conhecido que tem inteligência, auto-consciência. Já nos tiraram do centro do Universo, do centro da criação, querem agora nos tirar a alma… mas o fato de que ainda somos “especiais”, ninguém pode nos tirar.
Mas então, voltando a Nassim, é como se estivéssemos no meio, fôssemos uma grandeza de nivel médio, e se vamos para o maior, acima de nós, chegamos a um ponto, e se vamos para o menor, abaixo de nós, chegamos a outro ponto. Nassim chama nossa atenção para êste assunto. Quando êle chegou em casa disse para a mãe que tinha aprendido uma coisa sensacional na escola, sôbre dimensões. – “O professor – disse êle – estêve ensinando dimensões mas ( para desespero de sua mãe, completou…) o professor está errado!”
E nota que existe um paradoxo. Espiritualistas e povo religioso em geral costumam acreditar que o mundo acima se abre num infinito interminável enquanto a comunidade cientifica levada pelo método reducionista costuma observar o mundo de fora para dentro como se tudo estivesse num sistema fechado. Interessante: os dois estão equivocados.
Nassim observou na época que o finito e o infinito se revelam como pontos fora ou dentro e concluiu que tinha de arrumar uma solução para conectar estes dois disparates. E ele foi pelo caminho da geometria, inicialmente desenhando uma circunferencia, em seguida um triangulo dentro da circunferencia que suscitava uma quantidade de iguais menores circunferencias dentro da maiores e cujas menores poderiam com triangulos se multiplicarem em outras menores ainda e assim ao infinito, chegando bem perto da teoria dos fractais. Assim ele acredita que demonstrou que o finito e o infinito estão relacionados tornando-se a mesma coisa.
(Obs: parei correção ortográfica aqui)
Mas porque geometria? E porque por um triangulo dentro de uma esfera? Só ele poderia explicar. Êste é o mal destas palestras e por isso não gosto delas. Se o expoente adota uma postura ou dá uma explicação que você não entende ou não concorda – e se voc6e não interromper imediatamente para esclarecer aquilo antes de avançar… todo o resto ficará obtuso para tí. Eu por exemplo quando estava pensando o mundo resolví pensar a partir da vida e pus um DNA dentro da incógnita esfera do mundo, quer dizer, um caminho totalmente diferente do caminho de Nassim.
Mas foi válido o que Nassim fêz, num certo sentido. No fim sua figura tem milhares de iguais pontos esféricos dentro de pontos exatamente iguais, mas surge uma diferença marcante no todo. Cada esfera tem um centro, o qual está numa posição dentro da esfera maior que não é a mesma posição de todos os outros centros de todas as outras esferas. É o que diverge dentro de um mundo formado por uma infinidade do mesmo fractal: cada qual tem seu centro unico, especifico, dioferente de tudo o mais. Estaria por aí a causa de que nem um ser humano é igual ao outro? O seu centro, o seu super-ego? Portanto, deixei Nassim continuar a partir de uma premissa que não concordei porque de certa maneira ela tem algum valor, ela retorna de vez em quando tocando a realidade de maneira interessante.
Qual o aspecto interessante em notar que dentro de uma esfera que parece um ponto e que representa o Universo inteiro e onde existe dentro um a infinidade de esferas iguais em diferente dimensões de grandeza, porem o que diverge entre todos é os centros de cada esfera? Que o mundo é dividido em dimensòes escalas. existe a dimensão dos átomos, para nós intocável e invisivel. Existe a dimensão das estr6elas, novamente intocável e mal visivel. e existe a nossa dimensão. Em cada dimensão repartida por seus centros, estes podem se conectarem, interagirem entre si. Uma conexão do tipo horizontal, espacial. Já quando olhamos o todo e vemos todos os diferentes tamanhos ao mesmo tempo uns dentro dos outros, as conexões se tornam dificeis ou não parecem não existirem. Conexão do tipo vertical,temporal, onde as diferenças de dimensões decorreram devido à evolução e a história. É o mesmo problema da minha fórmula da Matriz no seu aspecto de ciclo vital: pode existir uma conexão visivel e sensivel entre uma estrela e um planeta no plano horizontal, espacial, onde ambos existema ao mesmo tempo, mas fica dificel ver o canal de comunicação entre a forma de uma criança e a forma de adulto de uma mesma pessoa, pois as duas não existem ao mesmo tempo, mas a conexão existe, ou existiu. Enfim, a figura de Nassim nos leva a uma visão mais esclarecida de como o mundo parece formado por diferentes camadas de networks. estas diferentes camadas recebe em sua Física o nome de escalas, e Nassim se concentra muito nesse aspecto de escala, como se pode notar em seus “scientific papers”.
Miostrando que dentro de uma unica esfera representando a totalidade do espaço podemos deixar um programa de computador rodando infinitamente criando esferas menores dentro das esferas existentes e que isso nunca teria um limite, Nassim salta para uma conclusão interessante: dentro daquela esfera maior que não se pode escapar, asssim como dentro das menores esferas invisiveis, pode-se inserir a mesma quantidade de informações. Na verdade, dentro do menor ponto possivel, pode-se, em teoria, inserir uma infinidade de informações. Coisa de louco… mas assim é a realidade.
Se nós, como corpos, somos igualmente como um ponto, em nós podemos estocar uma infinidade de informações. Desta forma, através da geometria, da Física, da Matemática, voc6e tem uma noção não apenas espiritual, mas mec6anica, matemática, do potencial de infinitude que é a sua exist6encia. Quer dizer: o que sempre foi pensado apenas em termos de dogma, doutrinas, pensamentos misticos, agora chega a ser pensado dentro da Física. Racionalismo e teologia vem de caminhos opostos convergindo ao mesmo ponto de chegada? Interessante; nêste ponto estou curioso para saber onde êle quer chegar com isso.
Por essa busca do infinitamente grande ou pequeno foi que os físicos começaram a construir os aceleradores de partículas. Pensou-se a um século atrás que os átomos seriam a menor coisa que pode existir, a partícula de Deus. mas depois notou-se que dentro haviam protons, neutrons e dentro destes leptons e mesons e dentro d6estes… sempre a cada nova descoberta se pensou ter chegado finalmente á partícula de Deus. Agora chegamos ao ponto de construir um “colider” com 17 milhas de dist6ancia e custando cêrca de 10 bilhões de dolares para o qual contribuiram cinco nações e tudo isso porque acredita-se que chegaremos dessa vez à particula de Deus: o boson Higgs. Claro que nós, meros comuns mortais já sabemos de antemão qual será o final desse filme: vão pedir dinheiro para construir um de 30 milhas, porque agora têm certeza que vão chegar lá. Claro que eles nào devem acreditar nisso tambem e nós nào negaremos o dinheiro porque queremos que continuem. alem do fato de que a espécie humana é uma errante incorrigivel, nós estamos sempre aprendendo mais algo a cada nova particula que descobrem.
Nassim é um fisico dissidente que discorda dos físicos. Êle acha que ao invés de estar-mos buscando a partícula fundamental deveríamos estar observando os padrões dentre as divisões, principalmente os padrões de conexões entre as diferentes escalas. Porque, diz êle – se entender-mos os padrões das divisões nós vamos entender tôdas as divisões no espaço tempo e assim entender como o Universo funciona e como ele faz suas criações. Nós vamos ter a chave da criação. E isto sim, ao invés de fundamentais de fundamentais de particulas, seria realmente util.
E então Nassim aclama a fundamental questão: “Se você quizer achar a coisa que conecta tôdas as coisas, como ela seria?”
É aqui que todos os espiritualistas pararam, quando alguns povos antigos acreditaram que tudo é o “um”, ou outros como os deístas quando pensaram e acreditaram que encontraram essa coisa e a denominaram de “Deus”. Mas mostre-me Deus e explique como êle faz isso. Sem essa demonstração, racionalmente sua solução não é a solução, é um dogma.
E Nassim encontrou uma coisa que conecta tudo, aliás a unica coisa existente que realmente conecta tudo: “Espaço”.
O espaço está em todo lugar. Entre galaxias, entre estrêlas, entre nós, entre átomos… mesmo o assim chamado “mundo material vivo” é constituído 99,999…% de espaço. dentro de um átomo, tôda sua realidade consiste em 99,999…% espaço! Nós mesmos somos um conjunto vazio!
O que é que faz com que, por exemplo, um diamante que parece tão denso e duro, mas que na verdade cada um de seus átomos está distante dois campos de futebol do mais próximo, parecer denso e duro? Vibrações. O espaço é plemamente preenchido por vibrações, o espaço é vibração. Assim Nassim foi por um caminho diferente dos físicos modernos. Eles estão concentrando suas atenções na 0,00001…% porção da realidade e se esquecendo dos 99,9999… %. Estão coando a agulha e deixando passar os camelos. Não deve ser essa insignificante quantia de matéria que define espaço, mas sim que o espaço é quem define a matéria. Interessante! Decididamente, Nassim vale a pena. É um gênio.
A disciplina da Física chegou, nas décadas de setenta, oitenta, a um ponto crucial chamado “gravitação”. Os maiores gigantes da Física escreveram sôbre gravitação, ela está no cerne da Física relativística, é a Bíblia da Física.
É então que a palestra de Nassim chega ao seu clímax do paradoxal. Êle narra que sempre viveu isolado da comunidade dos físicos pensando em seu mundo particular e conversando apenas com seus botões e de vez em quando mandando algum artigo para publicação. Até que o convidaram, senão intimaram, a que ele comparecesse a uma conferência de Física. Mas nestas conferências discute-se Física avançada, os ultimos assuntos de vanguarda, e entende-se que todo mundo sabe e estão de acordo com as premissas básicas estabelecidas tempos atrás, por isso não se admite perguntas sôbre os fundamentos, as questões basicas que já estão resolvidas. Mas os problemas de Nassim estão realcionados justamente com estas premissas que para êle não estão resolvidas. Sem saber como contornar este problema para expor suas conclusões, Nassim projetou na parede uma figura bem conhecida dos fisicos para explicar gravitação: um homem soprando um balão transparente dentro do qual existem algumas moedas e assim se explicando como o universo se expande e as galaxias se distanciam umas das outras Ver figura abaixo).
E Nassim pede desculpas por retornar ao primitivismo da Fisica para resolver um problema seu e diz que aquele quadro serve para explicar a expansão, não é mesmo? E todo mundo acena a cabeça compassivamente como se faz com um aluno principiante respondendo: sim isto está correto. Quando está todo mundo olhando o balão em expansão, sem mais interêsse, Nassim vai dizendo. “Bem, o que eu queria realmente saber aqui porque eu tenho passado minha vida perguntando isso desde quando ví esse quadro na escola a primeira vez e olha que eu tenho estudado e pensado um bocado, tenho virado e revirado tôdas as equações que levam a esse quadro, mas sempre me faltou uma coisa para entender esse quadro, e eu queria saber porque nunca fiquei sabendo é o seguinte… ( e ele fêz uma pergunta que derrubou a platéia): “Who is this guy? “
- “Quem é êsse homem?!”
- “Quais equações explicam quem é êle?”
Só então que todo mundo foi perceber que existe um homem soprando o balão. Que sem a fôrça emitida pelo homem o balão não expande. Mas eu pensei que ele ia ser linchado ali, pela comunidade dos físicos…
Bem, o salão da conferencia inicialmente caiu num silêncio profundo, alguns estudantes começaram a tossir, alguns não conseguiram segurar e quase morrem na cadeira de tanto rir, os anciões a pigarrear, e o diretor da conferência começou a suar chamando êle para um lado e soprando em seu ouvido: “Escuta, isso aqui é o departamento de Física, você não vai falar a palavra “Deus” aqui, para nossos estudantes e para o publico, pois não”…? E Nassim dirigindo-se à platéia continuou:
- “Uma lei fundamental em Física é a de que a cada ação corresponde uma reação. Então se está havendo expansão por um lado tem que estar havendo contração em outro… O que eu queria mostrar é que esse guy que está soprando o balão tem pulmão, o qual está contraindo. Como fica o caso do Universo?!”
A visão moderna da Física é uma visão machista do Universo, tudo cresce, expande, explode… o Big Bang em seu modêlo sugere que tudo começou com um pequeno átomo onde tôda a energia estava comprimida, mas se estava, alguem pôs ela, prensou, comprimiu-a ali dentro do átomo…
Temos que pensar mais no espaço, no qual acontece a vibração e o qual conecta cada coisa, desde o infinitamente grande ao infinitamente pequeno portanto o espaço deve ser infinitamente denso…
Hoje a Física age como a faxineira que varre a sujeira para debaixo do tapête. Por exemplo a teoria da quãntica funciona porque… hoje, a teoria do campo quantico consegue se safar por um processo que denominaram de “renormalização” de uma densidade da energia que no vacuo tenderia ao infinito se não fôsse removida por essa “renormalização”. Isto porque se notou que no espaço dentro de um átomo existem vibrações tendendo à elevada velocidade, que o vacuo dentro do átomo é infinitamente denso, o que vai bater com a conclusão que Nassim havia chegado sôbre o espaço total apenas por meio do raciocínio. É uma incongruência que o homem hoje esteja espremendo a cabeça com o problema de que não existe energia para todo mundo, que a energia esteja exaurindo, quando dentro de qualquer simples átomo existe um infinita energia comprimida.
Me lembro de Openhauer dizendo que quando o presidente dos e3stados Unidos lhe perguntou se realmente há energia dentro de um átomo para fazer uma bomba, Oppenhauer pensando na bomba at6omica que estava construindo respondeu: “Sim… tem muita, mas muita mesmo, energia…”
Precisávamos achar um finito número para calcular o menor comprimento de onda dessa energia e o achamos com a chamada constante de Plank: 1,666 x 10 (33)cm (leia-se 10 elevado à 33 potências negativas ou seja, 33 zeros!) . Demasiado pequeno. Ainda assim este numero não representa a menor coisa que o Universo pode fazer mas sim apenas o limite ultimo, a menor coisa que nós podemos perceber em nossa relação com o Universo. Mas então quanto dessa menor coisa ou vibração poderíamos conseguir dentro de um cubo, digamos, de um centimetro cubico? 10 (93) gramas/cm3 (leia-se 10 elevado a 93 potências). Em outras palavras isto significa que o vacuo possui uma densidade de energia da ordem de 10(93) gramas por centimetro cubico. Você sabe o que significa esse numero de gramas, 10 seguido de noventa e três zeros? Significa todo o pêso de todas as galaxias juntas, o pêso do Universo! Isto quer dizer que se pegarmos todos os planetas, todas as estrelas, todas as galaxias e prensar-mos isto tudo, conseguiremos por tudo dentro de um cm3 do vacuo! Coisa de louco… mas isto é física e matemática,e… corretas.
Caberia dentro mas ainda nào encheria o cm3 de vacuo. Porque o Universo inteiro é calculado ter 10(55) gramas de massa mais energia. Isto significa que um cm3 de massa e energia do vacuo excede a total masssa do Universo observavel por 33 ordens de magnitude! Quer dizer, dentro de uma pequena fração do vacuo, dentro de um ponto, cabe o Universo e 33 coisas mais do tamanho dele… Coisa de louco.
Tanto que quando os fisicos chegaram a estes numeros quase enlouqueceram. Como vamos tratar a Fisica e torna-la crível e aceitável aos estudantes com esta visão da realidade? Simples: varreram estes numeros para debaixo do tap6ete. O que mais se pode fazer?
A conclusão é que nossa razão não é a mesma razão da natureza, nós não temos capacidade mental para entender a realidade. Ponto final. O que podemos fazer é continuar com nossa física de muletas enquanto ela ainda está produzindo alguns produtos úteis, e outros nem tanto simpaticos, como a bomba atômica ou o aquecimento global.
Uma maneira de salvar a dignidade de nossa razão foi a encontrada nos idos de 1930, quando concluíram que não se pode provar que tôda essa energia está dentro de um minimo ponto do vacuo, que esse numero deveria ser resultado de erros nas equações, e por fim que essa energia não teria em Fisica a menor importancia. Mas como, não tem a menor importancia, se isso teria que ser a coisa mais importante, a base de tôda a fisica natural subsequente?
Por fim, em 1947, um professor de Fisica mostrou por experimentos, aplicando energia em duas placas e tentando unila-las totalmente, que as equações estavam corretas, no que ficou conhecido como o “Casimir Effect”. E é aqui, do Efeito Casimir, que Nassim extrai a mensagem moral, espiritual que êle queria transmitir desde o começo, penso eu. O Efeito Casimir é causado pelo fato do espaço vazio ter “flutuações do vácuo”, pares de “partículas virtuais – antiparticlas virtuais”, que continuamente se formam do vácuo e retornam ao vácuo um instante depois. Tudo no universo é assim, inclusive nós, surgimos repentinamente no mundo, expandimos e essa expansão significa que estamos transmitindo nossa informação ao mundo e depois começamos a retornar de onde viemos, e nesse retorno absorvemos as informações do mundo. Algo mais ou menos assim, salientando a importancia que é nossa responsabilidade quando atuamos no mundo porque – mesmo que não sejamos apenas nós mas uma infinidade de outras coisas interconexas – da maneira como modelamos o mundo ele o será quando voltar-mos. Acho que isso tem algo a ver com a idéia de re-encarnação, ou algo similar, ele não esclarece isso, como não cairia bem para um físico.
Mas as surpresas de Nassim ainda não terminaram. Se considerar-mos aquele numero do Universo, 10 (55), o Universo preenche todos os requisitos para ser um… black hole. Um buraco negro! Uma das evidências? Aponte um facho de lazer para o céu imaginando que ele vai ao infinito. Não vai. No seu caminho haverá uma estrêla e considerando a curvatura do espaço pela teoria de Einstein, o raio deveria se curvar um pouco. Mais adiante outra estrela no caminho do raio e ele se encurva mais. E assim vai, se encurvando até que… o raio retorna por aqui mesmo. Quer dizer, a luz não pode escapar do Universo, como acontece dentro de um buraco negro. E como o Universo é apenas um ponto contendo pontos menores que contem pontos menores ainda infinitamente, então tudo, qualquer átomo no mundo, é um buraco negro.
Tudo está conectado através das diferentes escalas de grandezas portanto deveríamos ter noção do infinito dentro de nós já que a ele estamos conectados. Mas torna-se dificil, senão impossivel tentar-mos ver nossas conexões com o extremamente grande, ao qual não podemos ver. Mas como o infinitamente grande é exatamente o infinitamente pequeno, o grande está projetado dentro do pequeno, significa que o todo está dentro de um átomo, ou dentro de nós. Por isso os mestres orientais como Confucio, Buda, etc., sempre disseram, para conhecer o todo olhe-se para dentro de ti mesmo. Agora a Física com sua Matematica está chegando à mesma conclusão.
Com o resultados de seus calculos sôbre o Schwarzschild Proton, um simples proton apresentando o numero 10 (55), o qual é o mesmo numero da massa do Universo, Nassim pretende ter provado que cada atomo não apenas é um buraco negro, como cada um contem o inteiro Universo. Não é mais simples e metafisical dogma, não é mais mera fantasia de misticos, mas sim provado matematicamente que o todo é um e o um é o todo.
Nassim continua revelando os enganos da Física. Notando que atomos se juntam dentro de um nucleo, mas que isso vai contra o conhecimento geral de que duas cargas iguais se repelem, para explicar isso inventaram uma nova fôrça que não existe: a fôrça forte. Nassim apresenta graficos e modêlos explicando que se explica a atração entre dois protons se eles forem, na verdade, mini-buracos negros. Mas a continuidade dos calculos indicam que dois protons nessa situação devem estarem girando em em torno do outro à velocidade da luz! O que significa que se um buraco negro isolado é escuro, dois juntos é pura luz. Daqui Nassim vai para o corpo humano levando esta noção de que nossos atomos é pura luz para terminar: “You are…light!”
Mas Nassim não é apenas uma mente voltada para as maiores elocubrações do mundo da Fícisca. Enquanto ele calcula e calcula avançando sempre em suas equações matematicas ele tem em paralelo um hobby: estudar as civilizações antigas. E algo que mais lhe chama atenção naquelas civilizações são sua construções, desde as piramides do Egito às pedras na Stonehenge da Escócia ás praças dos rituais mágicos dos maias. E de repente ele descobriu algo: que a complexa matematica da Fisica de hoje já estava lá nas bases dos calculos e nas mensagens finais transmitidas por aqueles templos. Na geometria das construções. Por isso ele acredita que todo o conhecimento do Universo estava presente naquela época na forma de um código. E como jamais o homem simples daquela época poderia ter chegado a esse conhecimento, só existe uma explicação: o código foi deixado por alguma civilização muito supeior que estêve circulando por aqui.
Justo nêste ponto Nassim e a Matriz se encontram brevemente. Pois um dos momentos de maior surprêsa na minha vida foi quando descobri que o estado astronomico do mundo momentos antes da origem da vida – que o modêlo que eu tinha em mãos obtido depois de dezenas de anos de independente calculo – já haviam sido revelados nas bases de tôdas as religiões, desde o Genesis quando descreve o Paraiso, desde o filósofo chinês quando descreve a simbologia do I Ching, até à Doutrina Secreta esotérica quando apresenta sua cosmologia. Como isto foi possivel? A tese de Nassim é uma das possibilidades, e até racional, apesar de que não encontro explicação do porque uma civilização mais inteligente iria transmitir tais conhecimentos a um povo cujo nivel tecnológico não os permitiria usar nada daquilo. A Matriz se saiu com outra hipótese: o código revelado através da cultura antiga é o código humano recebido do Cosmos na forma de DNA e o passado cósmico do homem diz respeito à sua ancestralidade ainda na forma de sistemas simples como atomos e galaxias, cujas existências estão registradas nas regiões que chamamos de DNA-Lixo. Elas transpareceram nas contruçõesantigas porque os antigos eram mais puros e fiéis a nossa ancestralidade natural do que somos hoje e portanto estas lembranças lhes vinham á memória, apesar de vir em rápidos flashes e de forma confusa, o que gerou o misticismo e a enorme confusão fantasiosa das religiões. Mas tambem esta é uma hipótese valida. O que finalmente me interessa é que o quadro sugerido por Nassim – de que o todo está codificado no um e o um codifica o todo – é exatamente o que dizem os modêlos da Matriz/DNA.
Para meu tipo de gôsto, foi melhor gastar uma hora de meu tempo assistindo um vídeo com um palestra por um físico excentrico e meio maluco chamado Nassim Haramein, intitulada “Sacred Geometry & Unified Fields”, do que as muitas horas que gastei assistindo certos filmes que no final nada tinham de alimento para o cérebro.
Aqui descrevo e relato minha opinião mas quem quiser ver os vídeos (são seis partes e em inglês) vá no Youtube: http://www.youtube.com/watch?v=F71qWfxgIu4
O “cara” é uma figura (já dá para notar logo de entrada pelo tamanho de seu cabelo), um “desajeitado “ no atual esquema da sociedade, com tendência a anarquista e certo egocentrismo porém, inofensivo e razoavelmente intencionado. Com uma mente brilhante. Pena que meio desviada da Natureza devido se basear muito na Física e na Matemática, áreas onde os cientistas não o aceitam muito desacomodados que ficam com suas idéias exóticas.
Para se ter uma idéia (apesar de que isto é apenas minha opinião), de como a Física e a Matemática levadas ao extremo intelectual podem conduzir o buscador para fora da realidade, basta ver a conclusão de um “scientific paper” registrado por Nassim e intitulado “The Schwarzschild Proton”. O qual conclui: “ The Schwarzschild proton fortemente sugere que a matéria em tôdas as escalas pode ser organizada por buracos negros e apresenta fenômenos similares aos dos buraco-negros, e portanto levando à unificação escalar das fundamentais fôrças da matéria.” (The Schwarzschild proton strongly suggests that matter at many scales may be organized by black-holes and black hole-like phenomena and thereby lead to a scale unification of the fundamental forces and matter.)
Ora os modêlos da minha Teoria da Matriz/DNA (que contem o modelo ideal perfeito da Matriz para organizar a matéria) contem um buraco negro, na Função 1, êle é, de fato, o inicio do processo da organização da matéria em qualquer tipo de sistema natural,mas a história nào termina aí, isto é apenas o começo de um processo, apenas 18% do processo total da criação, sendo que depois da atuação do buraco negro vem as atuações de F2, F3, até F7. A Física não pôde até agora enxergar o quadro todo porque ela lida com o aspecto alectro-magnético e mecânico da realidade sem ver que cobrindo todos estes aspectos e até mesmo como undação preliminar de todos eles existe uma cobertuea vital, biológica. Cuja linguagem de expressão não é a Matemática. Mas Nassim é um gênio, muitas vêzes êle tem insights espetaculares que o aproximam demasiado da Matriz, sem no entanto ter tocado-a até agora. Vale a pena ouvi-lo.
Nassim começa de forma bem humorada e agradável a contar o começo de sua vida escolar, como era um sujeito desligado com os pensamentos cheios de visòes esotéricas e portanto com dificuldade para se concentrar em qualquer coisa material aqui e agora. Portanto era um aluno dificil. mas muitos gênios o foram, basta lembrar de Einstein.
Seu primeiro gôsto numa matéria escolar surgiu no dia que o professor iniciou uma disciplina nova, geometria. E o professor escreveu no quadro negro “Dimensão 0” e desenhou um ponto e disse: “Essa coisa chama-se ponto, isso é dimensão zero e isso não existe!”. Em seguida escreveu “Dimensão 1” e desenhou vários pontos alinhados e disse: “Essa coisa chama-se “linha”, mas isso não existe também. nassim diz que pensou naqu6ele momento: “É… parece que vou ter péssimos tempos com essa matéria. Se estou vendo o ponto e a linha como é que isso não existe?!” Em seguida o profssor aumentou os pontos de maneira perpendicular dezenhando mais tr6es linhas reultando na figura de um quadrado e escreveu “Dimensão 2”, explicando que isso é um plano e tambem… não existe! Nêsse ponto os alunos estavam demasiado encolhidos em suas cadeiras e quase pedindo para sair da classe, achando que o professor ficou louco. Mas a tortura ia terminar logo. Pois o professor desenhou mais alguns planos iguais aqu6ele e resultou na figura de uma caixa, um cubo, e escreveu “Dimensão 3”, explicando: “isto é chamado de cubo e isto sim, existe!”
Em seguida Nassim fala algo que não entendo bem devido ao inglês e aí prejudica o entendimento da matéria mas êle põe um ponto de interrogação dentro do cubo significando “não-existente”. parece-me que 6ele quer insinuar que o mundo existe apenas como um container, e o que está dentro não existe (se alguém souber explicar isto, agradeço). mas o que nassim diz a seguir é interessante: “Aqui está a base do conhecimento de tudo e isto é uma incógnita que nunca foi solucionada, mas se pensar-mos na solução errada aqui ou se saímos daqui de maneira errada tôdas as nossas teorias, como a String, etc., e todos nossos conceitos firmados estão todos errados, porque a nossa base estaria errada.” Só por isso, Nassim já justificou sua existência. E ele não faz como a maioria dos pensadores e cientistas que fazem como o avestruz, escondendo a cabeça na areia e tocando o barco para a frente do jeito que a maré manda. Não, ele não esquece desse mistério nào solucionado que está lá no principio, como fundação de todo o castelo cientifico-matemático, mistério 6este que pode revelar no final ter sido noos castelo construído sôbre areia movediça.
Depois daquela aula Nassim entrou no ônibus a caminho de casa, dormiu e t6eve um sonho revelador. porque será que muitas das mais importantes descobertas aconteceram quando o g6enio estava viajando e t6eve um sonho?! lembram-se de Kekulée? Resolveu um dos maiores mistérios quimicos da época que era a questào de como se arranjam os átomos do benzeno e ele viajando numa carruagem sonhou com atomos dqançando em cirando e acordou gritando ao mindo: “é em forma de ring, de anel… o benzeno!”
Mas Nassim têve assim sua experiência meditativa que todos devemos fazer um dia, se queremos pensar o mundo. Imagine que sua mente está saindo de seu corpo e subindo, sua casa vai se distanciando lá embaixo parecendo um ponto na cidade, a cidade vai parecendo um ponto no continente, o continente um ponto no planeta, o seu corpo um ponto entre seis bilhões de outros pontos, o planeta um ponto no sistema solar e voc6e continua subindo, o sol parece um ponto na galaxia, a galaxia é apenas um ponto entre bilhões de galaxias e quando fora do universo 6este é apenas um ponto ao longe talvez entre uma infinidade de outros pontos… aí você começa a retornar e entra no ponto que é o Universo e vê uma infinidade de pontos dentro que sào as galaxias e entra na Milk Way e v6e uma infinidade de pontos que são as estrêlas, procura a nossa e enfim, de ponto dentro de ponto voc6e retorna a um ponto dentre 6 bilhões de outros que é o se4u corpo. mas nào pare aí: olhe a palma de sua mão e v6e que ela é formada de bilhões de pontos que parecem galaxias mas sào células e olhe dentro das células e vê milhões de pontos que sào os átomos e olhe dentro de átomos e v6es particulas então plhando dentro de particulas e mais pontos e … isso parece que nunca vai terminar.
Vendo o mundo assim, desta forma racional e real, qual o sentido da existência? Do mundo, de nós mesmos? Mas eu não tento tirar minha visão do mundo dessa visào porque não acredito no calculo infinitesimal onde a dízima periódica, 0,333333…. ao infinito não teria fim. Eu nunca ví nada infinito mas sim vejo que tudo tem um limite quando alcançado 6este a coisa se transforma: se começamos a dividir matéria, a certo ponto não estaremos mais dividindo massa e sim energia apenas e depois nào mais energia ordinária e sim vórtices quãnticos… e depois… Como já disse alguém: ‘Para provar que existe infinito alguem teria que ir lá e avançar um pouco alem…”. Como tambem para provar que o mundo é finito alguem teria que ir no fim e continuar infinitamente alem para provar que não existe nada depois…
Mas então, é como estivéssemos no meio, fôssemos uma grandeza de nivel médio, e se vamos para o maior, acima de nós, chegamos a um ponto e se vamos para o menor, abaixo de nós, chegamos ao mesmo um ponto. Nassim chama nossa atenção para êste assunto. Quando 6ele chegou em casa disse para a mãe que tinha aprendido uma coisa sensacional na escola, sôbre dimensões. – “O professor - disse êle – estêve ensinando que um ponto não existe, mas tudo no mundo é um ponto, e portanto ( para desespero de sua mãe, completou…) o professor está errado!
E nota que existe um paradoxo. Espiritualistas e o povo religioso costuma acreditar que o mundo acima se abre num infinito interminável enquanto a comunidade cientifica levada pelo método reducionista costuma observar o mundo de fora para dentro como se tudo estivesse num sistema fechado. Interessante: os dois estão equivocados.
Nassim observou na época que o finito e o infinito se revelam como pontos fora ou dentro e concluiu que tinha de arrumar uma solução para conectar estes dois disparates. E ele foi pelo caminho da geometria, inicalmente desenhando uma circunferencia, em seguida um triangulo dentro da circunferencia que suscitava uma quantidade de iguais menores circunferencias dentro da maior e cujas menores poderiam com trianfgulos se multiplicarem em outras menores ainda e sassim ao infinito, chegando bem perto da teoria dos fractais. Assim ele acredita que demonstou que o finito e o infinito estão relacionados tornando-se a mesma coisa.
Mas porque geometria? E porque por um triangulo dentro de uma esfera? Só ele poderia explicar. Ê#ste é o mal destas palestras e por isso não gosto delas. Se o expoente adota uma postura ou dá uma explicação que voc6e não entende ou não concorda – e se voc6e não interromper imediatamente para esclarecer aquilo antes de avançar… todo o resto ficará obtuso para tí. Eu por exemplo quando estava pensando o mundo resolví pensar a partir da vida e pus um DNA dentro da incógnita esfera do mundo, quer dizer, um caminho totalmente diferente do caminho de Nassim.
Mas foi válido o que Nassim fêz, numcerto sentido. No fim sua figura tem milhares de iguais pontos esféricos dentro de pontos exatamente iguais, mas surge uma diferença marcante no todo. Cada esfera tem um centro, o qual está numa posição dentro da esfera maior que não é a mesma posição de todos os outros centros de todas as outras esferas. É o que diverge dentro de um mundo formado por uma infinidade do mesmo fractal: cada qual tem seu centro unico, especifico, dioferente de tudo o mais. Estaria por aí a causa de que nem um ser humano é igual ao outro? O seu centro, o seu super-ego? Portanto, deixei Nassim continuar a partir de uma premissa que não concordei porque de certa maneira ela tem algum valor, ela retorna de vez em quando tocando a realidade de maneira interessante.
Qual o aspecto interessante em notar que dentro de uma esfera que parece um ponto e que representa o Universo inteiro e onde existe dentro um a infinidade de esferas iguais em diferente dimensões de grandeza, porem o que diverge entre todos é os centros de cada esfera? Que o mundo é dividido em dimensòes escalas. existe a dimensão dos átomos, para nós intocável e invisivel. Existe a dimensão das estr6elas, novamente intocável e mal visivel. e existe a nossa dimensão. Em cada dimensão repartida por seus centros, estes podem se conectarem, interagirem entre si. Uma conexão do tipo horizontal, espacial. Já quando olhamos o todo e vemos todos os diferentes tamanhos ao mesmo tempo uns dentro dos outros, as conexões se tornam dificeis ou não parecem não existirem. Conexão do tipo vertical,temporal, onde as diferenças de dimensões decorreram devido à evolução e a história. É o mesmo problema da minha fórmula da Matriz no seu aspecto de ciclo vital: pode existir uma conexão visivel e sensivel entre uma estrela e um planeta no plano horizontal, espacial, onde ambos existema ao mesmo tempo, mas fica dificel ver o canal de comunicação entre a forma de uma criança e a forma de adulto de uma mesma pessoa, pois as duas não existem ao mesmo tempo, mas a conexão existe, ou existiu. Enfim, a figura de Nassim nos leva a uma visão mais esclarecida de como o mundo parece formado por diferentes camadas de networks. estas diferentes camadas recebe em sua Física o nome de escalas, e Nassim se concentra muito nesse aspecto de escala, como se pode notar em seus “scientific papers”.
Miostrando que dentro de uma unica esfera representando a totalidade do espaço podemos deixar um programa de computador rodando infinitamente criando esferas menores dentro das esferas existentes e que isso nunca teria um limite, Nassim salta para uma conclusão interessante: dentro daquela esfera maior que não se pode escapar, asssim como dentro das menores esferas invisiveis, pode-se inserir a mesma quantidade de informações. Na verdade, dentro do menor ponto possivel, pode-se, em teoria, inserir uma infinidade de informações. Coisa de louco… mas assim é a realidade.
Se nós, como corpos, somos igualmente como um ponto, em nós podemos estocar uma infinidade de informações. Desta forma, através da geometria, da Física, da Matemática, voc6e tem uma noção não apenas espiritual, mas mec6anica, matemática, do potencial de infinitude que é a sua exist6encia. Quer dizer: o que sempre foi pensado apenas em termos de dogma, doutrinas, pensamentos misticos, agora chega a ser pensado dentro da Física. Racionalismo e teologia vem de caminhos opostos convergindo ao mesmo ponto de chegada? Interessante; nêste ponto estou curioso para saber onde êle quer chegar com isso.
Por essa busca do infinitamente grande ou pequeno foi que os físicos começaram a construir os aceleradores de partículas. Pensou-se a um século atrás que os átomos seriam a menor coisa que pode existir, a partícula de Deus. mas depois notou-se que dentro haviam protons, neutrons e dentro destes leptons e mesons e dentro d6estes… sempre a cada nova descoberta se pensou ter chegado finalmente á partícula de Deus. Agora chegamos ao ponto de construir um “colider” com 17 milhas de dist6ancia e custando cêrca de 10 bilhões de dolares para o qual contribuiram cinco nações e tudo isso porque acredita-se que chegaremos dessa vez à particula de Deus: o boson Higgs. Claro que nós, meros comuns mortais já sabemos de antemão qual será o final desse filme: vão pedir dinheiro para construir um de 30 milhas, porque agora têm certeza que vão chegar lá. Claro que eles nào devem acreditar nisso tambem e nós nào negaremos o dinheiro porque queremos que continuem. alem do fato de que a espécie humana é uma errante incorrigivel, nós estamos sempre aprendendo mais algo a cada nova particula que descobrem.
Nassim é um fisico dissidente que discorda dos físicos. Êle acha que ao invés de estar-mos buscando a partícula fundamental deveríamos estar observando os padrões dentre as divisões, principalmente os padrões de conexões entre as diferentes escalas. Porque, diz êle – se entender-mos os padrões das divisões nós vamos entender tôdas as divisões no espaço tempo e assim entender como o Universo funciona e como ele faz suas criações. Nós vamos ter a chave da criação. E isto sim, ao invés de fundamentais de fundamentais de particulas, seria realmente util.
E então Nassim aclama a fundamental questão: “Se você quizer achar a coisa que conecta tôdas as coisas, como ela seria?”
É aqui que todos os espiritualistas pararam, quando alguns povos antigos acreditaram que tudo é o “um”, ou outros como os deístas quando pensaram e acreditaram que encontraram essa coisa e a denominaram de “Deus”. Mas mostre-me Deus e explique como êle faz isso. Sem essa demonstração, racionalmente sua solução não é a solução, é um dogma.
E Nassim encontrou uma coisa que conecta tudo, aliás a unica coisa existente que realmente conecta tudo: “Espaço”.
O espaço está em todo lugar. Entre galaxias, entre estrêlas, entre nós, entre átomos… mesmo o assim chamado “mundo material vivo” é constituído 99,999…% de espaço. dentro de um átomo, tôda sua realidade consiste em 99,999…% espaço! Nós mesmos somos um conjunto vazio!
O que é que faz com que, por exemplo, um diamante que parece tão denso e duro, mas que na verdade cada um de seus átomos está distante dois campos de futebol do mais próximo, parecer denso e duro? Vibrações. O espaço é plemamente preenchido por vibrações, o espaço é vibração. Assim Nassim foi por um caminho diferente dos físicos modernos. Eles estão concentrando suas atenções na 0,00001…% porção da realidade e se esquecendo dos 99,9999… %. Estão coando a agulha e deixando passar os camelos. Não deve ser essa insignificante quantia de matéria que define espaço, mas sim que o espaço é quem define a matéria. Interessante! Decididamente, Nassim vale a pena. É um gênio.
A disciplina da Física chegou, nas décadas de setenta, oitenta, a um ponto crucial chamado “gravitação”. Os maiores gigantes da Física escreveram sôbre gravitação, ela está no cerne da Física relativística, é a Bíblia da Física.
É então que a palestra de Nassim chega ao seu clímax do paradoxal. Êle narra que sempre viveu isolado da comunidade dos físicos pensando em seu mundo particular e conversando apenas com seus botões e de vez em quando mandando algum artigo para publicação. Até que o convidaram, senão intimaram, a que ele comparecesse a uma conferência de Física. Mas nestas conferências discute-se Física avançada, os ultimos assuntos de vanguarda, e entende-se que todo mundo sabe e estão de acordo com as premissas básicas estabelecidas tempos atrás, por isso não se admite perguntas sôbre os fundamentos, as questões basicas que já estão resolvidas. Mas os problemas de Nassim estão realcionados justamente com estas premissas que para êle não estão resolvidas. Sem saber como contornar este problema para expor suas conclusões, Nassim projetou na parede uma figura bem conhecida dos fisicos para explicar gravitação: um homem soprando um balão transparente dentro do qual existem algumas moedas e assim se explicando como o universo se expande e as galaxias se distanciam umas das outras Ver figura abaixo).
E Nassim pede desculpas por retornar ao primitivismo da Fisica para resolver um problema seu e diz que aquele quadro serve para explicar a expansão, não é mesmo? E todo mundo acena a cabeça compassivamente como se faz com um aluno principiante respondendo: sim isto está correto. Quando está todo mundo olhando o balão em expansão, sem mais interêsse, Nassim vai dizendo. “Bem, o que eu queria realmente saber aqui porque eu tenho passado minha vida perguntando isso desde quando ví esse quadro na escola a primeira vez e olha que eu tenho estudado e pensado um bocado, tenho virado e revirado tôdas as equações que levam a esse quadro, mas sempre me faltou uma coisa para entender esse quadro, e eu queria saber porque nunca fiquei sabendo é o seguinte… ( e ele fêz uma pergunta que derrubou a platéia): “Who is this guy? “
- “Quem é êsse homem?!”
- “Quais equações explicam quem é êle?”
Só então que todo mundo foi perceber que existe um homem soprando o balão. Que sem a fôrça emitida pelo homem o balão não expande. Mas eu pensei que ele ia ser linchado ali, pela comunidade dos físicos…
Bem, o salão da conferencia inicialmente caiu num silêncio profundo, alguns estudantes começaram a tossir, alguns não conseguiram segurar e quase morrem na cadeira de tanto rir, os anciões a pigarrear, e o diretor da conferência começou a suar chamando êle para um lado e soprando em seu ouvido: “Escuta, isso aqui é o departamento de Física, você não vai falar a palavra “Deus” aqui, para nossos estudantes e para o publico, pois não”…? E Nassim dirigindo-se à platéia continuou:
- “Uma lei fundamental em Física é a de que a cada ação corresponde uma reação. Então se está havendo expansão por um lado tem que estar havendo contração em outro… O que eu queria mostrar é que esse guy que está soprando o balão tem pulmão, o qual está contraindo. Como fica o caso do Universo?!”
A visão moderna da Física é uma visão machista do Universo, tudo cresce, expande, explode… o Big Bang em seu modêlo sugere que tudo começou com um pequeno átomo onde tôda a energia estava comprimida, mas se estava, alguem pôs ela, prensou, comprimiu-a ali dentro do átomo…
Temos que pensar mais no espaço, no qual acontece a vibração e o qual conecta cada coisa, desde o infinitamente grande ao infinitamente pequeno portanto o espaço deve ser infinitamente denso…
Hoje a Física age como a faxineira que varre a sujeira para debaixo do tapête. Por exemplo a teoria da quãntica funciona porque… hoje, a teoria do campo quantico consegue se safar por um processo que denominaram de “renormalização” de uma densidade da energia que no vacuo tenderia ao infinito se não fôsse removida por essa “renormalização”. Isto porque se notou que no espaço dentro de um átomo existem vibrações tendendo à elevada velocidade, que o vacuo dentro do átomo é infinitamente denso, o que vai bater com a conclusão que Nassim havia chegado sôbre o espaço total apenas por meio do raciocínio. É uma incongruência que o homem hoje esteja espremendo a cabeça com o problema de que não existe energia para todo mundo, que a energia esteja exaurindo, quando dentro de qualquer simples átomo existe um infinita energia comprimida.
Me lembro de Openhauer dizendo que quando o presidente dos e3stados Unidos lhe perguntou se realmente há energia dentro de um átomo para fazer uma bomba, Oppenhauer pensando na bomba at6omica que estava construindo respondeu: “Sim… tem muita, mas muita mesmo, energia…”
Precisávamos achar um finito número para calcular o menor comprimento de onda dessa energia e o achamos com a chamada constante de Plank: 1,666 x 10 (33)cm (leia-se 10 elevado à 33 potências negativas ou seja, 33 zeros!) . Demasiado pequeno. Ainda assim este numero não representa a menor coisa que o Universo pode fazer mas sim apenas o limite ultimo, a menor coisa que nós podemos perceber em nossa relação com o Universo. Mas então quanto dessa menor coisa ou vibração poderíamos conseguir dentro de um cubo, digamos, de um centimetro cubico? 10 (93) gramas/cm3 (leia-se 10 elevado a 93 potências). Em outras palavras isto significa que o vacuo possui uma densidade de energia da ordem de 10(93) gramas por centimetro cubico. Você sabe o que significa esse numero de gramas, 10 seguido de noventa e três zeros? Significa todo o pêso de todas as galaxias juntas, o pêso do Universo! Isto quer dizer que se pegarmos todos os planetas, todas as estrelas, todas as galaxias e prensar-mos isto tudo, conseguiremos por tudo dentro de um cm3 do vacuo! Coisa de louco… mas isto é física e matemática,e… corretas.
Caberia dentro mas ainda nào encheria o cm3 de vacuo. Porque o Universo inteiro é calculado ter 10(55) gramas de massa mais energia. Isto significa que um cm3 de massa e energia do vacuo excede a total masssa do Universo observavel por 33 ordens de magnitude! Quer dizer, dentro de uma pequena fração do vacuo, dentro de um ponto, cabe o Universo e 33 coisas mais do tamanho dele… Coisa de louco.
Tanto que quando os fisicos chegaram a estes numeros quase enlouqueceram. Como vamos tratar a Fisica e torna-la crível e aceitável aos estudantes com esta visão da realidade? Simples: varreram estes numeros para debaixo do tap6ete. O que mais se pode fazer?
A conclusão é que nossa razão não é a mesma razão da natureza, nós não temos capacidade mental para entender a realidade. Ponto final. O que podemos fazer é continuar com nossa física de muletas enquanto ela ainda está produzindo alguns produtos úteis, e outros nem tanto simpaticos, como a bomba atômica ou o aquecimento global.
Uma maneira de salvar a dignidade de nossa razão foi a encontrada nos idos de 1930, quando concluíram que não se pode provar que tôda essa energia está dentro de um minimo ponto do vacuo, que esse numero deveria ser resultado de erros nas equações, e por fim que essa energia não teria em Fisica a menor importancia. Mas como, não tem a menor importancia, se isso teria que ser a coisa mais importante, a base de tôda a fisica natural subsequente?
Por fim, em 1947, um professor de Fisica mostrou por experimentos, aplicando energia em duas placas e tentando unila-las totalmente, que as equações estavam corretas, no que ficou conhecido como o “Casimir Effect”. E é aqui, do Efeito Casimir, que Nassim extrai a mensagem moral, espiritual que êle queria transmitir desde o começo, penso eu. O Efeito Casimir é causado pelo fato do espaço vazio ter “flutuações do vácuo”, pares de “partículas virtuais – antiparticlas virtuais”, que continuamente se formam do vácuo e retornam ao vácuo um instante depois. Tudo no universo é assim, inclusive nós, surgimos repentinamente no mundo, expandimos e essa expansão significa que estamos transmitindo nossa informação ao mundo e depois começamos a retornar de onde viemos, e nesse retorno absorvemos as informações do mundo. Algo mais ou menos assim, salientando a importancia que é nossa responsabilidade quando atuamos no mundo porque – mesmo que não sejamos apenas nós mas uma infinidade de outras coisas interconexas – da maneira como modelamos o mundo ele o será quando voltar-mos. Acho que isso tem algo a ver com a idéia de re-encarnação, ou algo similar, ele não esclarece isso, como não cairia bem para um físico.
Mas as surpresas de Nassim ainda não terminaram. Se considerar-mos aquele numero do Universo, 10 (55), o Universo preenche todos os requisitos para ser um… black hole. Um buraco negro! Uma das evidências? Aponte um facho de lazer para o céu imaginando que ele vai ao infinito. Não vai. No seu caminho haverá uma estrêla e considerando a curvatura do espaço pela teoria de Einstein, o raio deveria se curvar um pouco. Mais adiante outra estrela no caminho do raio e ele se encurva mais. E assim vai, se encurvando até que… o raio retorna por aqui mesmo. Quer dizer, a luz não pode escapar do Universo, como acontece dentro de um buraco negro. E como o Universo é apenas um ponto contendo pontos menores que contem pontos menores ainda infinitamente, então tudo, qualquer átomo no mundo, é um buraco negro.
Tudo está conectado através das diferentes escalas de grandezas portanto deveríamos ter noção do infinito dentro de nós já que a ele estamos conectados. Mas torna-se dificil, senão impossivel tentar-mos ver nossas conexões com o extremamente grande, ao qual não podemos ver. Mas como o infinitamente grande é exatamente o infinitamente pequeno, o grande está projetado dentro do pequeno, significa que o todo está dentro de um átomo, ou dentro de nós. Por isso os mestres orientais como Confucio, Buda, etc., sempre disseram, para conhecer o todo olhe-se para dentro de ti mesmo. Agora a Física com sua Matematica está chegando à mesma conclusão.
Com o resultados de seus calculos sôbre o Schwarzschild Proton, um simples proton apresentando o numero 10 (55), o qual é o mesmo numero da massa do Universo, Nassim pretende ter provado que cada atomo não apenas é um buraco negro, como cada um contem o inteiro Universo. Não é mais simples e metafisical dogma, não é mais mera fantasia de misticos, mas sim provado matematicamente que o todo é um e o um é o todo.
Nassim continua revelando os enganos da Física. Notando que atomos se juntam dentro de um nucleo, mas que isso vai contra o conhecimento geral de que duas cargas iguais se repelem, para explicar isso inventaram uma nova fôrça que não existe: a fôrça forte. Nassim apresenta graficos e modêlos explicando que se explica a atração entre dois protons se eles forem, na verdade, mini-buracos negros. Mas a continuidade dos calculos indicam que dois protons nessa situação devem estarem girando em em torno do outro à velocidade da luz! O que significa que se um buraco negro isolado é escuro, dois juntos é pura luz. Daqui Nassim vai para o corpo humano levando esta noção de que nossos atomos é pura luz para terminar: “You are…light!”
Mas Nassim não é apenas uma mente voltada para as maiores elocubrações do mundo da Fícisca. Enquanto ele calcula e calcula avançando sempre em suas equações matematicas ele tem em paralelo um hobby: estudar as civilizações antigas. E algo que mais lhe chama atenção naquelas civilizações são sua construções, desde as piramides do Egito às pedras na Stonehenge da Escócia ás praças dos rituais mágicos dos maias. E de repente ele descobriu algo: que a complexa matematica da Fisica de hoje já estava lá nas bases dos calculos e nas mensagens finais transmitidas por aqueles templos. Na geometria das construções. Por isso ele acredita que todo o conhecimento do Universo estava presente naquela época na forma de um código. E como jamais o homem simples daquela época poderia ter chegado a esse conhecimento, só existe uma explicação: o código foi deixado por alguma civilização muito supeior que estêve circulando por aqui.
Justo nêste ponto Nassim e a Matriz se encontram brevemente. Pois um dos momentos de maior surprêsa na minha vida foi quando descobri que o estado astronomico do mundo momentos antes da origem da vida – que o modêlo que eu tinha em mãos obtido depois de dezenas de anos de independente calculo – já haviam sido revelados nas bases de tôdas as religiões, desde o Genesis quando descreve o Paraiso, desde o filósofo chinês quando descreve a simbologia do I Ching, até à Doutrina Secreta esotérica quando apresenta sua cosmologia. Como isto foi possivel? A tese de Nassim é uma das possibilidades, e até racional, apesar de que não encontro explicação do porque uma civilização mais inteligente iria transmitir tais conhecimentos a um povo cujo nivel tecnológico não os permitiria usar nada daquilo. A Matriz se saiu com outra hipótese: o código revelado através da cultura antiga é o código humano recebido do Cosmos na forma de DNA e o passado cósmico do homem diz respeito à sua ancestralidade ainda na forma de sistemas simples como atomos e galaxias, cujas existências estão registradas nas regiões que chamamos de DNA-Lixo. Elas transpareceram nas contruçõesantigas porque os antigos eram mais puros e fiéis a nossa ancestralidade natural do que somos hoje e portanto estas lembranças lhes vinham á memória, apesar de vir em rápidos flashes e de forma confusa, o que gerou o misticismo e a enorme confusão fantasiosa das religiões. Mas tambem esta é uma hipótese valida. O que finalmente me interessa é que o quadro sugerido por Nassim – de que o todo está codificado no um e o um codifica o todo - é exatamente o que dizem os modêlos da Matriz/DNA.
Infelizmente o tempo da palestra terminou quando Nassim ia apresentar figuras como evidências de sua tese sôbre a sabedoria dos antigos, mas êle deixa um nome e enderêço eletronico para quem quiser continuar, como eu farei assim que o tempo permitir:
http://www.theresonanceproject.org/research.html
Um belo e interessante website que merece nossa visita.
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