Archive for the ‘Numero pi, phi’ Category

PHI: The Golden Ratio – Mais Noticia a Respeito

sexta-feira, maio 31st, 2013

Does The Golden Ratio Look Less Beautiful As Numbers?

http://phenomena.nationalgeographic.com/2008/05/23/does-the-golden-ratio-look-less-beautiful-as-numbers/#comment-51118

E meu comentario postado na National Geographic:

Louis Morelli
May 31, 2013

The number PHI is merely the point of the circuitry used by Nature for organizing matter into systems. You can see this circuitry as the Matrix/DNA formula, Google this article: Phi Number: Its Secrets Solved by Matrix/DNA Formula.

Mais uma Espetacular descoberta da Matrix/DNA: Porque a Água-Viva é Imortal: Auto-reciclagem

quarta-feira, maio 22nd, 2013

xxxxxx

( Lembre-se que existe o outro caso da imortalidade da população inteira do jellyfish ou água-marinha em relação as ondas alternando-se me mare baixa e alta, com artigo aqui > digite jelyfish na busca) 

 

The only known living organism that is Immortal

O único organismo vivo conhecido que é imortal

http://wewillblowyourmind.blogspot.be/2013/05/the-only-known-living-organism-that-is.html

Ver o interessante video anexo: http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=2kLSiE-eNjw

Foi descoberto que um ser vivo é imortal! Trata-se de uma especie de água viva. Ela começou um ciclo de vida normal como todos nós ( nascimento, maturação  reprodução  degeneração e morte), mas quando chegou na maturação e se reproduziu, seu ciclo retornou para o começo  para uma fase denominada “polipo” . Isto alvoroçou a comunidade cientifica, pois imagine o que isto significa se conseguir-mos reproduzir este fenômeno  Desde a cura do câncer ate o elixir da longa vida. Mas eu também fiquei tonto com a noticia (mais do que já sou) e corri para a formula da Matrix/DNA, meu supremo oraculo, buscar a explicação para o fenômeno  E a encontrei, é simplesmente fantástico! Tem muita coisa ai envolvida, os mais belos segredos e mecanismos da Natureza. Esta envolvido o mecanismo que gera o famoso numero Phi,  a sagrada geometria. Esta envolvida aquela imagem curiosa que surge em nossa mente quando tentamos entender o que acontece no núcleo atômico; um proton lança sua carga tornando-se um neutron, mas a carga alcança um neutron que torna-se um proton, em seguida a carga volta, e assim fica essa metamorfose eterna. Basta aqui olhar para água viva madura e pensar no proton, imaginar seu ciclo de vida como sendo a carga de energia, o polipo como sendo o neutron, e ai ver a cena transformando continuamente polipo em agua-viva e agua-viva em polipo. Fascinante tambem é perceber na formula da Matrix/DNA que na agua-viva, a forca da morte se torna a força do numero Phi! Mas só observando a formula se ve isso imediatamente.   

Mas que não se alegrem os humanos, não sera possível obter assim a imortalidade, simplesmente por um detalhe: não somos hermafroditas.

Vejamos o primeiro paragrafo do artigo em inglês: 

” While the humans have been looking for the elixir of life throughout every period of history, it appears that there is one species of jellyfish that are actually immortal. Turritopsis nutricula, or sometimes – Turritopsis dohrnii, is able to transform its cells from mature state back to immaturity, in other words – back to youth. The medusa leads a regular cycle of life, but after maturing and mating, it reverts back to its initial state – a polyp colony. The process is referred to as“transdifferentiation”, and it basically makes the jellyfish unable to die.

Read more at http://wewillblowyourmind.blogspot.com/2013/05/the-only-known-living-organism-that-is.html#FBXgxPBSUyPVuC0y.99

Vamos agora buscar a formula da Matrix/DNA e o ciclo de vida da agua-viva:

A fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

A fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

 

Jellyfish Life Cycle

 

Vamos explicar o segredo da imortalidade da agua-viva:

Observe a formula da Matrix/DNA. Ela apresenta um circuito esférico que passa por seis figuras, mas que se bifurca na figura numero 4 criando um ramo lateral que retorna a figura numero 1. O circuito esférico é o fluxo de um ciclo de vida, e as seis figuras representam seis principais diferentes formas que um corpo adquire em sua vida. Mas o corpo aqui é hermafrodita, sendo a figura numero 4 representando seu aspecto macho, e a figura numero um, representando a fêmea.  Esta é a formula no seu estado de perfeição  completa, que a Natureza usaria para transformar a matéria inerte em sistemas naturais ao mesmo tempo que lhe imprime a dinâmica da vida. Agora, observando o ciclo vital da agua-viva, vemos perfeitamente o circuito esférico  faltando o fluxo interno, Função numero 5.  Que é a função reprodutora do sistema. O que aconteceria na formula da Matriz se a Função 5 se encurvar e tomar o lugar do circuito que vai de 4 a 1… Vai ocorrer um vai-e-vem entre F1 e F4 ininterrupto, enquanto as figuras 6 e 7 desaparecem.  Ora, mas é justamente em F4 que começa a entropia, o decaimento da energia do sistema, ou seja, a força que leva o sistema a degeneração e morte. E na agua-viva esse trecho do circuito foi suprimido. A Função 4 é na Matrix/DNA o ponto da maturação e reprodução .. a agua-viva muito esperta parou por aqui! Esta assim explicado o segredo da imortalidade.

Tenho aqui um longo artigo explicando como o ponto do fluxo interno F5 que coincide com o centro da esfera é medido resultando no numero 1,618. E este numero é conhecido, trata-se do famoso numero Phi, que ev encontrado em muitos casos da Natureza e diz-se ser o numero que confere beleza as arquiteturas naturais. Portanto descobrimos na Matrix/DNA que o Phi é justamente o fluxo da reprodução que reproduz a face esquerda da Matrix numa copia como face direita, e por isso acontece a bi-lateral simetria, desde na face humana como nas flores, etc. Hora, vimos que na agua-viva esse fluxo se desloca para tomar o lugar do trecho a direita da esfera. Por isso a agua-viva é talvez o único ser vivo que não apresenta bi-lateral simetria. Alias, tudo isso aqui esta revelando que a agua-viva é um animal diretamente herdeiro de LUCA, o que é comprovado pela Ciência quando ensina que trata-se de uma das especies mais antigas, desde a 600 milhões de anos, tendo sobrevivido a seis eventos de extinção em massa de outros seres vivos. E sendo uma herdeira direta, ela respeita o velho lema: tal pai, tal filha. Sua forma e quase a mesma forma da Milk Way! Veja, compare, analise.

Como estamos vendo, esse mecanismo da agua-viva não foi inventado por ela, ele existe na formula universal, esta a disposição de todos os seres vivos, quando a formula se torna o par-lateral de nucleotideos do DNA. A Matrix apenas exige que o elemento seja hermafrodita, não ha como aplicar esse mecanismo em dois corpos separados. Mas então vemos tambem porque o fantástico fenômeno da cola nuclear que gruda protons a neutrons existe. Um proton emite sua carga energética tornando-se neutron, a carga alcança um neutron que o transforma em proton, assim como na agua-viva a medusa se torna polipo. Em seguida a carga retorna do proton que era neutron e volta a ser neutron para alcançar o agora neutron que era proton para voltar a ser proton, assim como o agora polipo que era medusa volta a ser medusa…

A agua-viva foi a pouco tempo atras noticia de sensação entre cientistas quando se descobriu porque a totalidade delas não se extingue quando a mare abaixa as arrasta para alto-mar todas as noites e no outro dia de manha elas reaparecem nas praias fazendo seu almoço. Tambem naquela ocasião a formula da Matrix/DNA forneceu outra explicação atordoante que foi motivo de um longo “artigo aqui e o leitor pode encontra-lo se puxar a categoria “agua-viva ou jellyfish”.

Meu amigo, minha amiga… a Natureza é fantástica!

Quando se descobre a Matrix!

Quando chega a um certo ponto de seu ciclo de vida (mais ou menos no meio do circuito), ao invés do circuito continuar para a face direita – da degeneração – ele retorna para Função 1. Assim, e claro, ela fica sempre na fase da energia crescente e nunca morre. Isto e totalmente novo, nunca pensado, e se conseguíssemos repetir este circuito, poderíamos ate conseguir o motor perpetuo.

Tenho que pesquisar a fundo isso.

– – – – – – – – –

E meu comentário para postar no artigo e no Youtube:

If immortality is fascinant, more fascinant is the explanation of this phenomena: the force that produces death becomes in jellyfish, the force of “Phi number”. For understanding it you need see the Matrix/DNA formula, where the Matrix is the building block of galaxies, and DNA is it biological shape. When the flow of the systemic circuit arrives at Function 4, there is a bifurcation. One (F6) will be entropy, death, the other (F5) is the flow of reproduction that goes to F1. This galactic mechanism was transferred to biological systems, but galaxies inherited it from atomic system, when proton becomes neutron and vice-versa. Here, at jellyfich, the mature shape mimics proton and the polypo shape mimics  neutron. See my article about.

Luz e Sagrada Geometria: Importantes Informações num Vídeo

domingo, dezembro 2nd, 2012

A ultima fronteira de mistérios sendo atacada pela Matrix/DNA é o Espectro Eletro-Magnético de uma Onda de Luz, porque a fórmula e os modêlos da Matrix/DNA nos conduziram a descobrir nêle as origens da existência da força que imprime o cuclo vital na matéria (vide artigo aqui a respeito). Outra grande descoberta induzida pela fórmula foi que o exato ponto no circuito de energias/informações de qualquer sistema ou organismo que produz o fenômeno da replicação do lado esquerdo como seu lado direito, ou seja, a origem da bi-lateral simetria, que dá à beleza ao mundo natural, tem o numero 1,618… exatamente o conhecido numero Phi, desde a antiguidade referido como o produtor da sagrada geometria.

Encontramos agora um vídeo contendo excelente matéria sôbre como as diferentes frequencias de ima onda de luz interfere em nosso DNA, e até em nossas emoções. registro aqui o video para retornar com tempo e analizar isto melhor.

Youtube: Sacred Geometry DNA changes 2012 Mollecular Atom Consciousness.mp4

http://youtu.be/yHYsUlzR-6E

E aqui está o post feito por mim no facebook da pagina que divulgou o vídeo:  ( http://www.facebook.com/WereGettingRobbed ) – Dec 02 – 2012

Louis Charles Morelli There is a new theory suggesting pictures of lightwaves as the forces that imprints dynamic and life cycles into matter. A picture of a natural formula that organizes natter into working systems, organisms. A picture about the location and function of a force with number Phi producing bi-lateral symmetry, which is the bases of sacred geometry. it is a new deep worldvision that is good food for thought. It is called “The Universal Matrix/DNA” from Louis Morelli, which website is in Google. I would appreciate comments about

Origens da Vida pela Matrix/DNA: Bioquímicos desvendam mecanismos de origem e evolução da vida

segunda-feira, novembro 5th, 2012

Publicado por: Ciência Diária

Thursday, 19 January 2012

http://cienciadiaria.com.br/2012/01/19/bioquimicos-desvendam-mecanismos-de-origem-e-evolucao-da-vida/

Transcrição do artigo para anotações/análizes pela Matrix/DNA: (trechos em côr azul)

Imagem de um astro primordial com vulcões ativos

Imagem de um astro primordial com vulcões ativos

Canais de fluxo vulcânico hidrotermal oferecem um ambiente quimicamente exclusivo, que à primeira vista parece hostil à vida. Eles são definidos por fissuras na crosta terrestre, onde os fluxos de água carregando gases vulcânicos entram em contato com uma diversidade de minerais. E mais, é precisamente este ambiente extremo o lugar de onde poderiam ter surgido dois mecanismos que estão na origem de toda a vida: a multiplicação de biomoléculas (reprodução) e o surgimento de novas biomoléculas a partir de biomoléculas formadas antes (evolução).

Matrix/DNA: Nossos modêlos sugerem que 50% das informações para gerar sistemas biológicos vem dos nucleos planetários e os outros 50% vem de estrêlas, no nosso caso, Terra, Sol e possivelmente radiações/elementos vindos de outros sistemas estelares. Basta observar a fórmula/software da Matrix para ver isso: os 50% do planeta se referem ao lado esquerdo que é a fase metade inicial e os 50% da estrêla se referem ao lado direito que é a fase final do sistema.Fluxos vulcânicos compostos de gases são produzidos pelas reações nucleares e crescimento do nucleo planetário e tais fluxos tendem a alcançar a superficie procurando valvulas de escape, que são as fissuras na crostra. Mas se tais gases encontrassem apenas rochas na superficie – como acontece nos planetas onde não existe liquido –  nada formariam pois nestas os átomos estão amorfos, massificados, inertes. Por isso a maioria dos planetas do Universo não são boas searas para germinarem as sementes da Vida. É preciso lembrar que os sistemas astronomicos ( estelares e galácticos foram formados apenas pelos estados gasoso e sólido da matéria, sendo que o estado liquido surgiu posteriormente em planetas, creio que devido a estes serem formados por poeira estelar congelada (Função Matricial n.2 e 3) e com seus movimentos passarem por diversas temperaturas ambientes. Com a emergencia do estado liquido surge a quimica inorganica, e com a chegada dos fótons trazendo informações da Matrix, vindos dos nucleos planetários e das estrêlas, e penetrando os átomos em meio liquido cria a quimica orgânica. Porque? Porque para um átomo qualquer dar o empuxo na diração da formação de um novo sistema natural ( no nosso caso, a forma biológica) é preciso que êste átomo esteja possuido pela Matrix completa, que o sistema matricial se estabeleça e de maneira funcional, com o circuito sistêmico fluindo em sua plenitude. É preciso que o átomo contenha ( tenha sido penetrado, invadido) ao menos um fóton especifico a cada uma das seis funções do sistema. E justamente o unico átomo de numero atômico 6 ( que contem o numero de particulas exato igual ao numero de funções da Matrix) é o átomo de carbono. Por isso tudo começou pelo carbono, êle se colocou no centro das fórmulas de todos os aminoácidos requeridos pelas moléculas da Vida.

Mas mesmo assim, tendo o carbono na superficie terrestre, não seria suficiente para o próximo passo evolutivo se a matrix estivesse reproduzida dentro de um átomo o qual estivesse no meio dos átomos fortememente arraigados em formações rochosas, em estado eterno de equilibrio termo-dinâmico. O que você poderia fazer para sobreviver se estivesse isolado em meio às areias do deserto? É preciso aos fótons matriciais dentro do carbono “sentirem” a presença de outros fótons matriciais nos átomos ao seu redor. O que acontece com os imigrantes chineses, coreanos, mexicanos, em New York ou São Paulo? Podem terem vindos por diferentes rotas em diferentes transportes, mas quando se encontram dão seu jeito de morarem juntos, constituindo os bairros de Chinnaton em New York e da Liberdade em São Paulo.Esta tendencia de imigrantes se juntarem em novos locais já era praticada bilhões de anos atrás por particulas de luz na estéril superficie terrestre.

Aconteceu então que o estado liqido da matéria, principalmente a àgua, fluindo pelas rochas arrancou delas ártomos e or re-organizou em novas formas, principalmente a denominada “estrutura cristalina”, uma caracteristica particular da matéria que está na base do que se denomina “minerais”. Diz-se então que tais minerais foram os “catalizadores”. O que é um catalizador?

Wikipédia: Catalisador é toda e qualquer substância que acelera uma reação, diminuindo a energia de ativação, diminuindo a energia do complexo ativado, sem ser consumido, durante o processo. Um catalisador normalmente promove um caminho (mecanismo) molecular diferente para a reação. Por exemplo, hidrogêniooxigênio gasosos são virtualmente inertes à temperatura ambiente, mas reagem rapidamente quando expostos à platina, que por sua vez, é o catalisador da reação.

Energia de ativação é a energia inicial necessária para que uma reação aconteça.

Para ocorrer uma reação química entre duas substâncias orgânicas que estão na mesma solução é preciso fornecer uma certa quantidade de energia, geralmente na forma de calor, que favoreça o encontro e a colisão entre elas. A energia também é necessária para romper ligações químicas existentes entre os átomos de cada substância, favorecendo, assim, a ocorrência de outras ligações químicas e a síntese de uma nova substância a partir de duas iniciais.

Portanto, as rochas tambem recebiam os fótons irradiados pelo sol, mas por estarem seus átomos fortemente conectados em sólidos, e suas particulas internas não estarem possuidas na medida exata da fórmula matricial, quanto mais calor os atingissem nada os fariam desconectarem-se e re-conectarem-se em novos modêlos, e acabariam indo direto para a forma de cinzas. O artigo cita hidrogênio e oxigênio como exemplos de átomos inertes. Hidrogênio tem numero atômico 1, apenas um próton e um elétron, aqui a Matrix nada pode fazer. Ela apenas usa hidrogênio como tijolos para construir pontes entre átomos e moléculas. Oxigênio tem numero atômico 8, portanto, duas particulas a mais do que as necessárias e suficientes para a Matrix se instalar, e o excesso de duas particulas faz com que a face direita, terminal, se expresse dominantemente sufocando a expressão da face esquerda. Como a face direita contem em si o principio entrópico da degeneração, da morte, para a Matrix o oxigênio já está morrendo no momento em que cada uma de suas particulas é incorporada pelos fótons. Mas na sua esperteza infinita foi aqui que a Matrix, quando viu a água composta de H2O, deu o próximo salto evolutivo: ela tinha o agente da morte para as rochas que se tinham autoproclamado imortais, reduzindo as rochas em seus fragmentos atômicos e tinha os tijolos para confeccionar as pontes entre êstes fragmentos atômicos em novos tipos de compostos materias. Por exemplo assim ela formou a platina, numero atômico 78, a qual pode ser usada em diversos modelos como a platina na perna como implante para poder adiantar mais o tratamento e recuperação da perna ou da coluna. Porque a platina faz isso? Ela fornece a condição, a velocidade exata para que os imigrantes que estão numa margem de uma cicatriz encontrem e se encham de amores pelos seus conterraneos imigrantes que estão na outra margem, e assim se aproximam e constroem fortes laços de amizade duradoura: as cicatrizes desaparecem, os ossos se unem. Bendita platina! Se não fôsse alguem como ela presente na superficie terrestre a bilhões de anos atrás, os imigrantes de ambas as margens reagiriam com rancor disp;itando teritórios e se lançariam velozes uns contra os outros, o que para nós, em têrmos humanos, significa guerra. Então os átomos que a Matrix tinha invadido com seus fótons (carbono, nitrogênio, oxigênio, todos com numeros atômicos próximos ao numero 6 ideal, e mais a ponte hidrogênio…) precisava estarem em cima de um agente catalizador, que fôsse maleável para permitir a combinação amigavel entre êstes átomos de diversas origens para formarem as moléculas de aminoácidos, assim como o solo apropriado da América possibilitou os arranjos e pacifica conexão de diversas etnias, diversos bairros, em uma unica cidade, como as maravilhosas e hospitaleiras metrópoles de New York e São Paulo.

Quando os primeiros aminoácidos mais simples já continham quatro átomos conectados na mesma sequencia da face esquerda da Matrix, estava preparado o ambiente para aceitar e acolher os fótons da Função 5, que é a função replicadora, reprodutora, ao mesmo tempo que é a função onde se encontra o ponto do circuito sistêmico que dá a medida 1,618…, o numero Phi, o místicamente chamado “numero da sagrada geometria” porque de fato é a função que reproduz a face esquerda na sua cópia direita, a função da perfeita simetria (ver nêste website o apaixonado artigo que fiz quando descobrí isso, referente ao numero Phi). E é nesta ação de replicação que pode ocorrer os “êrros” de transcrição rsesponsáveis pelas mutações ao acaso. Se a mutação estiver dentro do esquema evolucionario da Matrix ela é selecionada e conservada como benéfica, senão, é deletada nas próximas gerações. Mas se não houver uma mitação benéfica ao acaso, a Matrix força a entrada do próximo fóton da sequencia através de agentes catalizadores como a platina. E assim, como diz o artigo: “o lugar de onde poderiam ter surgido dois mecanismos que estão na origem de toda a vida: a multiplicação de biomoléculas (reprodução) e o surgimento de novas biomoléculas a partir de biomoléculas formadas antes (evolução).”

Voltemos ao artigo:

No início desse encadeamento de reações – que levou, eventualmente, à formação de formas de vida celulares – há apenas alguns aminoácidos que são formados a partir de gases vulcânicos pela catálise mineral. Semelhante a uma pedra de dominó que desencadeia uma avalanche, as biomoléculas primeiras estimulam não somente sua própria síntese, mas também a produção de biomoléculas inteiramente novas. “Dessa maneira, a vida começa pela necessidade de acordo com leis pré-estabelecidas de química e em uma direção predeterminada”, declara Günter Wächtershäuser, professor de bioquímica evolutiva na Universidade de Regensburg, Alemanha. Ele desenvolveu, teoricamente, o mecanismo de um metabolismo de auto geração. Faltava uma demonstração experimental.

Agora, os bioquímico Claudia Huber e Wolfgang Eisenreich, do Departamento de Química da Universidade Tecnológica de Munique (TUM), Alemanha, em estreita colaboração com Wächtershäuser, demonstraram experimentalmente a possibilidade de um mecanismo de auto estimulação. Um catalisador constituído por compostos de metais de transição de níquel, cobalto ou ferro tem o papel principal nestas reações. Ele fornece não somente a formação das biomoléculas primeiras, como também inicia o encadeamento de reações. O motivo: biomoléculas apenas recentemente formadas a partir de gases vulcânicos ocupam o centro do catalisador de metal de transição para permitir reações químicas adicionais que formam biomoléculas inteiramente novas. “Este acoplamento entre o catalisador e um produto de reação orgânica é o primeiro passo”, explica Wächtershäuser. “A vida surge se, posteriormente, uma cascata inteira de mais encaixes se realiza, e esta vida primordial eventualmente leva à formação de material genético e da primeira célula”.

Matrix/DNA: “Esplêndido! Wächtershäuser captou intuitivamente, segrêdos profundos da Natureza. Não é possível a Vida surgir na forma de poucos átomos que se juntaram ao acaso e por sí só tivessem empreendido o esfôrço de sobrevivencia, multiplicação e evolução. Basta observar e calcular o que um átomo pode fazer, seus limites, para entender isso. Precisava tambem um ambiente préviamente desenhado para isso ocorrer. E esta evidência, este requisito racional, é oportunísticamente explorado pelo time criacionista do Inteligente Designer, como mais um indicio de irredutivel complexidade.  Esta cascata de diferentes peças, que se encaixaram tão bem entre si, só se explica de duas maneiras: 1) ou houve uma inteligência coordenando isso, ou, 2) as diferentes peças vieram de um unico sistema existente anterior e em outro lugar, com a tendencia de se auto reagruparem devido aos antigos laços de conexão, vindos de um unico corpo, um unico ancestral: LUCA. Eu vejo mais evidencias apontando para a segunda solução, uma solução simplesmente naturalista, o que não descarta a hipótese de que inclusive LUCA e o Universo inteiro tenha sido antes “inteligentemente” desenhado.”

Os cientistas simularam em seus experimentos as condições dos canais de fluxo vulcânico-hidrotermais e estabeleceram um sistema aquoso organometálico que produz um conjunto inteiro de biomoléculas diferentes, entre elas os aminoácidos glicina e alanina. Aqui a fonte de carbono foi fornecida por um composto de ciano e o agente redutor por monóxido de carbono. Compostos de níquel acabaram sendo os catalisadores mais eficazes nestas experiências. Os cientistas, em seguida, adicionaram os produtos glicina e alanina em outro sistema, o que gerou novamente duas novas biomoléculas. O resultado: os dois aminoácidos aumentaram a produtividade do segundo sistema em um fator de cinco.

Matrix/DNA: É bom lembrar aqui que no meio cientifico se diz que ” em princípio, existe níquel no núcleo da Terra”. Wikipédia: http://pt.wikipedia.org/wiki/N%C3%ADquel

Em experimentos futuros, os cientistas pretendem recriar as condições dos sistemas vulcânico-hidrotermais, onde a vida poderia ter surgido bilhões de anos atrás. “Para este propósito, simularemos, em primeiro lugar, certas fases no desenvolvimento de um sistema de fluxo vulcânico-hidrotermal para determinar parâmetros essenciais”, explica Wächtershäuser. “Só depois poderemos fazer uma construção racional de um reator de fluxo”.

Matrix/DNA: ” Caro Dr. Wächtershäuser. Eu gostaria de ser alguem na vida que tivesse uma voz possível para alcança-lo. O reator de fluxo já foi teóricamente desenhado, já existe aqui nêste website, bastaria agora traduzir o desenho na forma de software com elementos materiais na forma de hardware. Se soubesses disso, algum dinheiro e seu precioso tempo seria economizado. E a Humanidade precisa que seu tempo seja economizado, pois o empregas heróicamente em seu beneficio.”

Os resultados do experimento mostraram que uma origem e evolução da vida em água quente de canais de fluxo vulcânico são viáveis. Os resultados revelam vantagens dessa teoria em comparação com outras abordagens. Dentro dos canais de fluxo, a temperatura, pressão e PH mudam ao longo do caminho e, assim, um espectro gradual de condições é oferecido, o que é apropriado para todas as fases da evolução primitiva até à formação de material genético (DNA/RNA).

A propriedade mais importante do sistema é sua autonomia: essa noção é oposta àquela de uma sopa primordial fria, ou de um primeiro metabolismo ocorrido aleatoriamente, ou ainda, de um acúmulo de componentes essenciais durante milhares de anos. Assim que a primeira pedra do domino é derrubada, as outras caem em sequência. A origem da vida continua ao longo de trajetórias definidas, pré-estabelecidas por regras de química – um processo quimicamente determinado dando origem à árvore de todas as formas de vida.

Matrix/DNA: ” O planeta Terra contem em si tôdas as informações necessarias e suficientes do sistema astronomico primordial, com tôdos seus tipos de corpos astronomicos, assim como um ser humano, seja qual for o momento de sua vida, na forma de um adolescente ou um adulto, contem no seu DNA tôdas as informações do ciclo vital, das outras formas de seu corpo. Mas assim como no adolescente são fortemente expressados os genes correspondentes à primeira fase da vida, enquanto os referentes à fase terminal se mantem recessivos como potencial latente a serem expressados no futuro, assim são as informações dispostas nêste planeta. A primeira pedra do dominó foi o átomo de carbono invadido por seis diferentes fótons e em cima de um mineral contendo dezenas de cópias dêstes mesmos fótons. O sistema autiono era astronomico, a Terra dentro do sistema estelar e êste dentro do sistema galáctico… todos sendo apenas as diferentes formas de um unico corpo, um unico sistema universal, contendo uma unica Matrix/DNA. A sôpa primordial não era fria, mas sim regurgitante de agentes ávidos por informarem, darem a forma da Vida à matéria inerte. Êles constituiam uma espécie de semente que nadava naquela sôpa. Sinto muito, mas não foi um processo quimicamente determinado: a quimica já fazia parte de um processo determinado a nível mais amplo”.

XXX

Comentário postado no artigo do Ciência Diária:

Diz o artigo: “A origem da vida continua ao longo de trajetórias definidas, pré-estabelecidas por regras de química”.
Pelo que sei, a evolução cosmológica primeiro produziu os sistemas astronomicos apenas com os estados sólido e gasoso da matéria, sob as regras da Física, do eletro-magnetismo. Processos quimicos só devem ocorrer onde existe tambem o estado liquido, o qual emerge nas superficies de astros como os planetas. Se isto for correto, antes das regras da quimica, as regras da evolução biológica já existiam, nos seus primórdios físicos. A quimica seria consequencia, e não a causa. Portanto, naquela sopa primordial deviam existir os agentes primordiais, os quais, segundo a teoria da Matrix/DNA, são os fótons provindos inclusive do nucleo terrestre via fluxos vulcânicos. Agradeço pelo artigo e convido a uma ver uma descrição detalhada dêle pela versão da Matrix/DNA, no meu artigo “Origens da Vida pela Matrix/DNA: Bioquímicos desvendam mecanismos de origem e evolução da vida” via Google. Parabéns.

Diz o artigo: “A origem da vida continua ao longo de trajetórias definidas, pré-estabelecidas por regras de química”.
Pelo que sei, a evolução cosmológica primeiro produziu os sistemas astronomicos apenas com os estados sólido e gasoso da matéria, sob as regras da Física, do eletro-magnetismo. Processos quimicos só devem ocorrer onde existe tambem o estado liquido, o qual emerge nas superficies de astros como os planetas. Se isto for correto, antes das regras da quimica, as regras da evolução biológica já existiam, nos seus primórdios físicos. A quimica seria consequencia, e não a causa. Portanto, naquela sopa primordial deviam existir os agentes primordiais, os quais, segundo a teoria da Matrix/DNA, são os fótons provindos inclusive do nucleo terrestre via fluxos vulcânicos. Agradeço pelo artigo e convido a uma ver uma descrição detalhada dêle pela versão da Matrix/DNA, no meu artigo “Origens da Vida pela Matrix/DNA: Bioquímicos desvendam mecanismos de origem e evolução da vida” via Google. Parabéns.

Dois Planetas Orbitando um Par de Estrelas-Gêmeas ! Como Seriam os Seres Vivos em tal Sistema?

terça-feira, agosto 28th, 2012

Two alien planets found with twin suns

By Charles Q. Choi

http://www.msnbc.msn.com/id/3033063/ns/technology_and_science-space/

Esta informação abaixo fornece uma curiosidade a ser pensada pela Matrix/DNA:

” The inner world completes an orbit every 49.5 days, while the outer one takes 303.2 days, giving it the largest known orbit for any transiting exoplanet. The stars themselves whirl around each other every 7.5 days.”

Notei que a proporção matemática entre 7,5 e 49,5 é igual a 7… e entre 49,5 e 303.2 tambem é +- 7. E 7 são as funções universais de qualquer sistema natural. Portanto é plausivel que na fórmula, a distancia entre as particulas-funções sejam iguais, mas que justamente estas distancias repetem cada uma a medida da totaslidade do sistema é algo curioso. Isto vai merecer maior atenção se tempo houver.

Comentários postados pela Matrix/DNA no artigo acima:

Ok. In this stellar system configuration – if are there life in these planets – it is made of right handed molecules as suggested by the astronomic models of Matrix/DNA Theory. If so, will be hard for us to recognize living systems.

Biological systems arises by the right convergency of 50% informations from a star ( inside photons radiation) and 50% informations from the planet’s nucleus. Planets provides the informations for a nucleotide of RNA and the left nucleotide in the DNA’s stream and stars provide for the right nucleotide performing a base-pair (which is the fundamental unit of information in DNA). The models suggests that is hard difficult a right-handed molecule triggering a life form because it is the field where entropy is strong. But maybe there is an unknown catalyst.!

Reply#3 – Tue Aug 28, 2012 8:41 PM EDT
xxx
Resposta:

life always finds a way…

Reply#4 – Tue Aug 28, 2012 8:52 PM EDT
xxx
xxx

“The inner world completes an orbit every 49.5 days, while the outer one takes 303.2 days. The stars themselves whirl around each other every 7.5 days.”

There is a mathematical proportion between 7,5 – 49,5 – 303,2 … which is 7. This rate can be merely random, but, for Matrix/DNA models, 7 is just the sum of universal systems functions, and maybe is not casualty, maybe something is repeating the sacred geometry of number phi. While I will investigate this detail, someone here has any information, comments, about? Thanks.

Reply#5 – Tue Aug 28, 2012 9:13 PM EDT
xxx
Resposta:

You are assuming a decimal numbering system. There are others. For example, I visited an Anasazi cave with seasons depicted that was based on 8. It is about the cosmological constant ratios and fundamental physical constants, not the numerology. Right idea though, nature tends to emerge from the microscoptic to the macro: For example, the Archimedes spiral is evident everywhere throughout nature.

Reply#6 – Tue Aug 28, 2012 9:29 PM EDT
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DavInDnvr , Thanks by the comment and I will get time for learning about these informations ( Anasazi cave and Archimedes spiral). But I know the difference between fundamental physical constants and numerology. My approach is not based in numerology but the physical constants can be resumed to numbers due the natural hierarchy among natural systems. The number phi seems to be magical/beautiful because it is the physical point in any natural systems that links the left face with the right face, that reproduces the first formed left side into the right side, as happens in DNA reproduction. It is the point in the systemic circumference circuit responsible by bi-lateral symmetry. I will not be surprise if a twin-solar system’s configuration obeys this physical constant. By the way, it is just a hypothesis. that deserves an investigation. Sheers…

#6.1 – Tue Aug 28, 2012 10:18 PM EDT

A INTERESSANTE VISÃO DA TEORIA DA SAGRADA GEOMETRIA – Nassim Haramein

quarta-feira, fevereiro 23rd, 2011

(Êste artigo está com problema, com textos repetidos e diferenças nas cópias: clique no titulo em azul no final do artigo para ver o problema)

  • O Físico Nassim Haramein –  Teoria da Sagrada Geometria

INTERESTING VIEW OF THE SACREDY GEOMETRY THEORY

Para meu tipo de gôsto, foi melhor gastar uma hora de meu tempo assistindo um vídeo com um palestra de um físico excêntrico e meio maluco chamado Nassim Haramein, intitulada “Sacred Geometry & Unified Fields”, do que as muitas horas que gastei assistindo certos filmes que no final nada tinham de alimento para o cérebro. 

 Aqui descrevo e relato minha opinião mas quem quiser ver os vídeos (são seis partes e em inglês) vá no Youtube: http://www.youtube.com/watch?v=F71qWfxgIu4 

O  “cara” é uma figura, um “desajustado” no atual esquema da comunidade oficial dos físicos e na sua forma de pensar o Universo. Com uma mente brilhante. Pena que meio desviada da Natureza devido se basear muito na Física e na Matemática, áreas onde os cientistas não o aceitam muito bem, desacomodados que ficam com suas idéias exóticas. 

Para se ter uma idéia (apesar de que isto é apenas minha opinião), de como a Física e a Matemática levadas ao extremo intelectual podem conduzir o buscador para fora da realidade, basta ver a conclusão de um “scientific paper” registrado por Nassim e intitulado “The Schwarzschild Proton”. O qual conclui: “ The Schwarzschild proton fortemente sugere que a matéria em tôdas as escalas pode ser organizada por buracos negros, um átomo apresenta fenômenos similares aos dos buraco-negros, e portanto levando à unificação escalar das fundamentais fôrças da matéria.” (The Schwarzschild proton strongly suggests that matter at many scales may be organized by black-holes and black hole-like phenomena and thereby lead to a scale unification of the fundamental forces and matter.)

Para defender essa teoria êle tem registrado um “scientific paper”, intitulado  “The Schwarzschild Proton” que pode ser visto em “pdf” no site:

http://www.theresonanceproject.org/pdf/schwarzschild_proton_a4.pdf 

Ora, nos modêlos da minha Teoria da Matriz/DNA,  (que contem o modelo ideal perfeito da Matriz para organizar a matéria), também tem um buraco negro, na Função 1, e êle é, de fato, o inicio do processo da organização da matéria em qualquer tipo de sistema natural, mas a história não termina aí, isto é apenas o começo de um processo, apenas 18% do processo total da criação, sendo que depois da atuação do buraco negro vem as atuações de F2, F3, até F7. A Física não pôde até agora enxergar o quadro todo porque ela lida com o aspecto alectro-magnético e mecânico da realidade sem ver que cobrindo todos estes aspectos e até mesmo como fundação preliminar de todos eles existe uma cobertura vital, biológica. Essa cobertura biológica cósmica não pode ser descrita pela linguagem matemática e assim a Física fica sem o elo entre as Evoluções Cosmológica e a Biológica. E apesar de Nassim ser um dissidente e mais exigente que os físicos da Academia, êle  é um gênio, muitas vêzes êle tem insights espetaculares que o aproximam demasiado da Matriz, sem no entanto ter tocado-a até agora. Vale a pena ouvi-lo. 

Nassim começa de forma bem humorada e agradável a contar o começo de sua vida escolar, como era um sujeito desligado com os pensamentos cheios de visões esotéricas e portanto com dificuldade para se concentrar em qualquer coisa material aqui e agora. Portanto era um aluno difícil. Mas muitos gênios o foram, basta lembrar de Einstein. 

Seu primeiro gôsto numa matéria escolar surgiu no dia que o professor iniciou uma disciplina nova, a geometria. E o professor escreveu no quadro negro “Dimensão Zero” e desenhou um ponto dizendo: “Essa coisa chama-se ponto, isso é dimensão zero  e isso não existe!”. Em seguida escreveu “Dimensão 1” e desenhou vários pontos alinhados e disse: “Essa coisa chama-se “linha”, mas isso não existe também.” Nassim diz que pensou naquêle momento: “É… parece que vou ter péssimos tempos com essa matéria. Se estou vendo o ponto e a linha como é que isso não existe?!” Em seguida o professor aumentou os pontos de maneira perpendicular dezenhando mais três linhas reultando na figura de um quadrado e escreveu “Dimensão 2”, explicando: “Isso é um plano e tambem… não existe!”

Nêsse ponto os alunos estavam demasiado encolhidos em suas cadeiras e quase pedindo para sair da classe, achando que o professor estava biruta. Mas a tortura ia terminar logo. Pois o professor desenhou mais alguns planos iguais aquêle, conectando-os e resultou na figura de uma caixa, um cubo, e escreveu “Dimensão 3”, explicando: “Isto é chamado de cubo e isto sim, existe!” 

Em seguida Nassim põe um ponto de interrogação dentro do cubo significando “não-existente”. Parece-me que êle quer insinuar que o mundo existe apenas como um container, e o que está dentro não existe (se alguém souber explicar isto, agradeço, aqui não entendí bem seu inglês). Mas o que Nassim diz a seguir é interessante: “Aqui está a base do conhecimento de tudo e isto é uma incógnita que nunca foi solucionada, mas se pensar-mos na solução errada aqui ou se saímos daqui de maneira errada tôdas as nossas teorias, como a String, etc., e todos nossos conceitos firmados estarão errados, porque a nossa base estaria errada.” Só por isso, Nassim já justificou sua existência. E ele não faz como muitos casos da Física oficial imitam o avestruz, escondendo a cabeça na areia  ou varrendo os problemas para debaixo do tapête. Não, ele não esquece dêstes mistérios não solucionados que estão lá no principio, como fundação  de todo o castelo cientifico-matemático, mistérios êstes que pode revelar no final ter sido nosso castelo teórico construído sôbre areia movediça. 

Depois daquela aula Nassim entrou no ônibus a caminho de casa, dormiu e têve um sonho revelador. Porque será que muitas das mais importantes descobertas aconteceram quando o gênio estava viajando e têve um sonho?! Lembram-se de Kekulée? Resolveu um dos maiores mistérios químicos da época que era a questão de como se arranjam os átomos do benzeno e ele viajando numa carruagem sonhou com atomos dançando em forma de… ” ciranda, cirandinha, vamos todos cirandar…”, e acordou gritando ao mundo: “Os átomos também dançam, a ciranda, a fórmula do benzeno é em forma de ring, de anel! ”  

Mas Nassim têve assim sua experiência meditativa que todos devemos praticar, se queremos desvendar os segrêdos da existência. Imagine que sua mente está saindo de seu corpo e subindo, sua casa vai se distanciando lá embaixo parecendo um ponto na cidade, a cidade vai parecendo um ponto no continente, o continente um ponto no planeta, o seu corpo um ponto entre seis bilhões de outros pontos, o planeta um ponto no sistema solar e você continua subindo, o sol parece um ponto na galaxia, a galaxia é apenas um ponto entre bilhões de galaxias e quando fora do Universo êste é apenas um ponto ao longe talvez entre uma infinidade de outros pontos… Aí você  começa a retornar e entra no ponto que é o Universo e vê uma infinidade de pontos dentro que sào as galaxias e entra na Milk Way e vê uma infinidade de pontos que são as estrêlas, procura a nossa e enfim, de ponto dentro de ponto você retorna a um ponto dentre 6 bilhões de outros que é o seu corpo. Mas não pare aí: olhe a palma de sua mão e vê que ela é formada de bilhões de pontos que parecem galaxias mas são células e olhe dentro das células e vê milhões de pontos que são os átomos e olhe dentro dos átomos e vês particulas, então continue olhando dentro de particulas e mais pontos e … isso parece que nunca vai terminar. 

Vendo o mundo assim, desta forma racional e real, qual o sentido da existência? Do mundo, de nós mesmos? Mas eu não tentei obter minha visão do mundo através dêste método porque o “infinito” é por enquanto uma criação da mente humana que não foi provada cientificamente e porque não acredito no calculo infinitesimal onde a dízima periódica, 0,333333…. ao infinito não teria fim. Eu nunca ví nada infinito mas sim vejo que tudo tem um limite e quando alcançado êste tudo se transforma: se começamos a dividir matéria, a certo ponto não estaremos mais dividindo massa e sim energia apenas e depois não mais energia ordinária e sim vórtices quãnticos… e depois… Como já disse alguém: ‘Para provar que existe infinito alguem teria que ir lá e avançar um pouco alem…”.

Como tambem para provar que o mundo é finito alguem teria que ir no fim e continuar infinitamente alem, para provar que não existe nada depois… nossa visào de mundo deve ser por isso sempre uma questão aberta, e isso evita fundamentalismos, radicalismos e desvios da realidade.

E permita-me mais um parentêsis na palestra do Nassim. Êste exercício mental do observador ver tudo como pontos dentro de pontos pode ser deprimente para nós, pois percebemos que somos meramente um ponto dentre uma infinidade dêles. Mas êste desagradavel pressentimento não tem razão de ser. Pois todos os pontos possuem algo em comum ( a evolução que os conecta, a constituição primordial, um padrão de organização, etc.). Mas existe um ponto que tem uma diferença em relação a tudo o mais. Uma propriedade que é apenas e exclusivamente sua. O corpo humano é o unico ponto conhecido que tem inteligência, auto-consciência. Já nos tiraram do centro do Universo, do centro da criação, querem agora nos tirar a alma… mas o fato de que ainda somos “especiais”, ninguém pode nos tirar. 

Mas então, voltando a Nassim, é como se estivéssemos no meio, fôssemos uma grandeza de nivel médio, e se vamos para o maior, acima de nós,  chegamos a um ponto, e se vamos para o menor, abaixo de nós, chegamos a outro ponto. Nassim chama nossa atenção para êste assunto. Quando êle chegou em casa disse para a mãe que tinha aprendido uma coisa sensacional na escola, sôbre dimensões. – “O professor  – disse êle – estêve ensinando dimensões mas ( para desespero de sua mãe, completou…) o professor está errado!” 

E nota que existe um paradoxo. Espiritualistas e povo religioso em geral costumam acreditar que o mundo acima se abre num infinito interminável enquanto a comunidade cientifica levada pelo método reducionista costuma observar o mundo de fora para dentro como se tudo estivesse num sistema fechado. Interessante: os dois estão equivocados. 

Nassim observou na época que o finito e o infinito se revelam como pontos fora ou dentro e concluiu que tinha de arrumar uma solução para conectar estes dois disparates. E ele foi pelo caminho da geometria, inicialmente desenhando uma circunferencia, em seguida um triangulo dentro da circunferencia que suscitava uma quantidade de iguais menores circunferencias dentro da maiores e cujas menores poderiam com triangulos se multiplicarem em outras menores ainda e assim ao infinito, chegando bem perto da teoria dos fractais. Assim ele acredita que demonstrou que o finito e o infinito estão relacionados tornando-se a mesma coisa.

(Obs: parei correção ortográfica aqui) 

Mas porque geometria? E porque por um triangulo dentro de uma esfera? Só ele poderia explicar. Êste é o mal destas palestras e por isso não gosto delas. Se o expoente adota uma postura ou dá uma explicação que você não entende ou não concorda – e se voc6e não interromper imediatamente para esclarecer aquilo antes de avançar… todo o resto ficará obtuso para tí. Eu por exemplo quando estava pensando o mundo resolví pensar a partir da vida e pus um DNA dentro da incógnita esfera do mundo, quer dizer, um caminho totalmente diferente do caminho de Nassim. 

Mas foi válido o que Nassim fêz, num certo sentido. No fim sua figura tem milhares de iguais pontos esféricos dentro de pontos exatamente iguais, mas surge uma diferença marcante no todo. Cada esfera tem um centro, o qual está numa posição dentro da esfera maior que não é a mesma posição de todos os outros centros de todas as outras esferas. É o que diverge dentro de um mundo formado por uma infinidade do mesmo fractal: cada qual tem seu centro unico, especifico, dioferente de tudo o mais. Estaria por aí a causa de que nem um ser humano é igual ao outro? O seu centro, o seu super-ego? Portanto, deixei Nassim continuar a partir de uma premissa que não concordei porque de certa maneira ela tem algum valor, ela retorna de vez em quando tocando a realidade de maneira interessante. 

Qual o aspecto interessante em notar que dentro de uma esfera que parece um ponto e que representa o Universo inteiro e onde existe dentro um a infinidade de esferas iguais em diferente dimensões de grandeza, porem o que diverge entre todos é os centros de cada esfera? Que o mundo é dividido em dimensòes escalas. existe a dimensão dos átomos, para nós intocável e invisivel. Existe a dimensão das estr6elas, novamente intocável e mal visivel. e existe a nossa dimensão. Em cada dimensão repartida por seus centros, estes podem se conectarem, interagirem entre si. Uma conexão do tipo horizontal, espacial. Já quando olhamos o todo e vemos todos os diferentes tamanhos ao mesmo tempo uns dentro dos outros, as conexões se tornam dificeis ou não parecem não existirem. Conexão do tipo vertical,temporal, onde as diferenças de dimensões decorreram devido à evolução e a história. É o mesmo problema da minha fórmula da Matriz no seu aspecto de ciclo vital: pode existir uma conexão visivel e sensivel entre uma estrela e um planeta no plano horizontal, espacial, onde ambos existema ao mesmo tempo, mas fica dificel ver o canal de comunicação entre a forma de uma criança e a forma de adulto de uma mesma pessoa, pois as duas não existem ao mesmo tempo, mas a conexão existe, ou existiu. Enfim, a figura de Nassim nos leva a uma visão mais esclarecida de como o mundo parece formado por diferentes camadas de networks. estas diferentes camadas recebe em sua Física o nome de escalas, e Nassim se concentra muito nesse aspecto de escala, como se pode notar em seus “scientific papers”. 

Miostrando que dentro de uma unica esfera representando a totalidade do espaço podemos deixar um programa de computador rodando infinitamente criando esferas menores dentro das esferas existentes e que isso nunca teria um limite, Nassim salta para uma conclusão interessante: dentro daquela esfera maior que não se pode escapar, asssim como dentro das menores esferas invisiveis, pode-se inserir a mesma quantidade de informações. Na verdade, dentro do menor ponto possivel, pode-se, em teoria, inserir uma infinidade de informações. Coisa de louco… mas assim é a realidade. 

Se nós, como corpos, somos igualmente como um ponto, em nós podemos estocar uma infinidade de informações. Desta forma, através da geometria, da Física, da Matemática, voc6e tem uma noção não apenas espiritual, mas mec6anica, matemática, do potencial de infinitude que é a sua exist6encia.  Quer dizer: o que sempre foi pensado apenas em termos de dogma, doutrinas, pensamentos misticos, agora chega a ser pensado dentro da Física. Racionalismo e teologia vem de caminhos opostos convergindo ao mesmo ponto de chegada? Interessante; nêste ponto estou curioso para saber onde êle quer chegar com isso. 

Por essa busca do infinitamente grande ou pequeno foi que os físicos começaram a construir os aceleradores de partículas. Pensou-se a um século atrás que os átomos seriam a menor coisa que pode existir, a partícula de Deus. mas depois notou-se que dentro haviam protons, neutrons e dentro destes leptons e mesons e dentro d6estes… sempre a cada nova descoberta se pensou ter chegado finalmente á partícula de Deus. Agora chegamos ao ponto de construir um “colider” com 17 milhas de dist6ancia e custando cêrca de 10 bilhões de dolares para o qual contribuiram cinco nações e tudo isso porque acredita-se que chegaremos dessa vez à particula de Deus: o boson Higgs. Claro que nós, meros comuns mortais já sabemos de antemão qual será o final desse filme: vão pedir dinheiro para construir um de 30 milhas, porque agora têm certeza que vão chegar lá. Claro que eles nào devem acreditar nisso tambem e nós nào negaremos o dinheiro porque queremos que continuem. alem do fato de que a espécie humana é uma errante incorrigivel, nós estamos sempre aprendendo mais algo a cada nova particula que descobrem. 

Nassim é um fisico dissidente que discorda dos físicos. Êle acha que ao invés de estar-mos buscando a partícula fundamental deveríamos estar observando os padrões dentre as divisões, principalmente os padrões de conexões entre as diferentes escalas. Porque, diz êle – se entender-mos os padrões das divisões nós vamos entender tôdas as divisões no espaço tempo e assim entender como o Universo funciona e como ele faz suas criações. Nós vamos ter a chave da criação. E isto sim, ao invés de fundamentais de fundamentais de particulas, seria realmente util. 

E então Nassim aclama a fundamental questão: “Se você quizer achar a coisa que conecta tôdas as coisas, como ela seria?” 

 É aqui que todos os espiritualistas pararam, quando alguns povos antigos acreditaram que tudo é o “um”, ou outros como os deístas quando pensaram e acreditaram que encontraram essa coisa e a denominaram de “Deus”. Mas mostre-me Deus e explique como êle faz isso. Sem essa demonstração, racionalmente sua solução não é a solução, é um dogma. 

E Nassim encontrou uma coisa que conecta tudo, aliás a unica coisa existente que realmente conecta tudo: “Espaço”. 

O espaço está em todo lugar. Entre galaxias, entre estrêlas, entre nós, entre átomos… mesmo o assim chamado  “mundo material vivo” é constituído 99,999…% de espaço. dentro de um átomo, tôda sua realidade consiste em 99,999…% espaço! Nós mesmos somos um conjunto vazio! 

O que é que faz com que, por exemplo, um diamante que parece tão denso e duro, mas que na verdade cada um de seus átomos está distante dois campos de futebol do mais próximo, parecer denso e duro? Vibrações. O espaço é plemamente preenchido por vibrações, o espaço é vibração. Assim Nassim foi por um caminho diferente dos físicos modernos. Eles estão concentrando suas atenções na 0,00001…% porção da realidade e se esquecendo dos 99,9999… %. Estão coando a agulha e deixando passar os camelos. Não deve ser essa insignificante quantia de matéria que define espaço, mas sim que o espaço é quem define a matéria. Interessante! Decididamente, Nassim vale a pena. É um gênio. 

A disciplina da Física chegou, nas décadas de setenta, oitenta, a um ponto crucial chamado “gravitação”. Os maiores gigantes da Física escreveram sôbre gravitação, ela está no cerne da Física relativística, é a Bíblia da Física. 

É então que a palestra de Nassim chega ao seu clímax do paradoxal. Êle narra que sempre viveu isolado da comunidade dos físicos pensando em seu mundo particular e conversando apenas com seus botões  e de vez em quando mandando algum artigo para publicação. Até que o convidaram, senão intimaram, a que ele comparecesse a uma conferência de Física. Mas nestas conferências discute-se Física avançada, os ultimos assuntos de vanguarda, e entende-se que todo mundo sabe e estão de acordo com as premissas básicas estabelecidas tempos atrás, por isso não se admite perguntas sôbre os fundamentos, as questões basicas que já estão resolvidas. Mas os problemas de Nassim estão realcionados justamente com estas premissas que para êle não estão resolvidas. Sem saber como contornar este problema para expor suas conclusões, Nassim projetou na parede uma figura bem conhecida dos fisicos para explicar gravitação: um homem soprando um balão transparente dentro do qual existem algumas moedas e assim se explicando como o universo se expande e as galaxias se distanciam umas das outras Ver figura abaixo).

E Nassim pede desculpas por retornar ao primitivismo da Fisica para resolver um problema seu e diz que aquele quadro serve para explicar a expansão, não é mesmo? E todo mundo acena a cabeça compassivamente como se faz com um aluno principiante respondendo: sim isto está correto. Quando está todo mundo olhando o balão em expansão, sem mais interêsse, Nassim vai dizendo. “Bem, o que eu queria realmente saber aqui porque eu tenho passado minha vida perguntando isso desde quando ví esse quadro na escola a primeira vez e olha que eu tenho estudado e pensado um bocado, tenho virado e revirado tôdas as equações que levam a esse quadro, mas sempre me faltou uma coisa para entender esse quadro, e eu queria saber porque nunca fiquei sabendo é o seguinte… ( e  ele fêz uma pergunta que  derrubou a platéia): “Who is this guy? “

– “Quem é êsse homem?!”

– “Quais equações explicam quem é êle?”

Só então que todo mundo foi perceber que existe um homem soprando o balão. Que sem a fôrça emitida pelo homem o balão não expande. Mas eu pensei que ele ia ser linchado ali, pela comunidade dos físicos…

Bem, o salão da conferencia inicialmente caiu num silêncio profundo, alguns estudantes começaram a tossir, alguns não conseguiram segurar e quase morrem na cadeira de tanto rir, os anciões a pigarrear, e o diretor da conferência começou a suar chamando êle para um lado e soprando em seu ouvido: “Escuta, isso aqui é o departamento de Física, você não vai falar a palavra “Deus” aqui, para nossos estudantes e para o publico, pois não”…? E Nassim dirigindo-se à platéia continuou:

– “Uma lei fundamental em Física é a de que a cada ação corresponde uma reação. Então se está havendo expansão por um lado tem que estar havendo contração em outro…  O que eu queria mostrar é que esse guy que está soprando o balão tem pulmão, o qual está contraindo. Como fica o caso do Universo?!”

A visão moderna da Física é uma visão machista do Universo, tudo cresce, expande, explode… o Big Bang em seu modêlo sugere que tudo começou com um pequeno átomo onde tôda a energia estava comprimida, mas se estava, alguem pôs ela, prensou, comprimiu-a ali dentro do átomo…

Temos que pensar mais no espaço, no qual acontece a vibração e o qual conecta cada coisa, desde o infinitamente grande ao infinitamente pequeno portanto o espaço deve ser  infinitamente denso…

 Hoje a Física age como a faxineira que varre a sujeira para debaixo do tapête. Por exemplo a teoria da quãntica funciona porque… hoje, a teoria do campo quantico consegue se safar por um processo que denominaram de “renormalização” de uma densidade da energia que no vacuo tenderia ao infinito se não fôsse removida por essa “renormalização”. Isto porque se notou que no espaço dentro de um átomo existem vibrações tendendo à elevada velocidade, que o vacuo dentro do átomo é infinitamente denso, o que vai bater com a conclusão que Nassim havia chegado sôbre o espaço total apenas por meio do raciocínio. É uma incongruência que o homem hoje esteja espremendo a cabeça com o problema de que não existe energia para todo mundo, que a energia esteja exaurindo, quando dentro de qualquer simples átomo existe um infinita energia comprimida.

Me lembro de Openhauer dizendo que quando o presidente dos e3stados Unidos lhe perguntou se realmente há energia dentro de um átomo para fazer uma bomba, Oppenhauer pensando na bomba at6omica que estava construindo respondeu: “Sim… tem muita, mas muita mesmo, energia…”

Precisávamos achar um finito número para calcular o menor comprimento de onda dessa energia e o achamos com a chamada constante de Plank: 1,666 x 10 (33)cm (leia-se 10 elevado à 33 potências negativas ou seja, 33 zeros!) . Demasiado pequeno. Ainda assim este numero não representa a menor coisa que o Universo pode fazer mas sim apenas o limite ultimo, a menor coisa que nós podemos perceber em nossa relação com o Universo. Mas então quanto dessa menor coisa ou vibração poderíamos conseguir dentro de um cubo, digamos, de um centimetro cubico? 10 (93) gramas/cm3 (leia-se 10 elevado a 93 potências). Em outras palavras isto significa que o vacuo possui uma densidade de energia da ordem de 10(93) gramas por centimetro cubico. Você sabe o que significa esse numero de gramas, 10 seguido de noventa e três zeros?  Significa todo o pêso de todas as galaxias juntas, o pêso do Universo! Isto quer dizer que se pegarmos todos os planetas, todas as estrelas, todas as galaxias e prensar-mos isto tudo,  conseguiremos por tudo dentro de um cm3 do vacuo! Coisa de louco… mas isto é física e matemática,e… corretas.

Caberia dentro mas ainda nào encheria o cm3 de vacuo. Porque o Universo inteiro é calculado ter 10(55) gramas de massa mais energia. Isto significa que um cm3 de massa e energia do vacuo excede a total masssa do Universo observavel por 33 ordens de magnitude! Quer dizer, dentro de uma pequena fração do vacuo, dentro de um ponto, cabe o Universo e 33 coisas mais do tamanho dele… Coisa de louco.

Tanto que quando os fisicos chegaram a estes numeros quase enlouqueceram. Como vamos tratar a Fisica e torna-la crível e aceitável aos estudantes com esta visão da realidade? Simples: varreram estes numeros para debaixo do tap6ete. O que mais se pode fazer?

A conclusão é que nossa razão não é a mesma razão da natureza, nós não temos capacidade mental para entender a realidade. Ponto final. O que podemos fazer é continuar com nossa física de muletas enquanto ela ainda está produzindo alguns produtos úteis, e outros nem tanto simpaticos, como a bomba atômica ou o aquecimento global.

Uma maneira de salvar a dignidade de nossa razão foi a encontrada nos idos de 1930, quando concluíram que não se pode provar que tôda essa energia está dentro de um minimo ponto do vacuo, que esse numero deveria ser resultado de erros nas equações, e por fim que essa energia não teria em Fisica a menor importancia. Mas como, não tem a menor importancia, se isso teria que ser a coisa mais importante, a base de tôda a fisica natural subsequente?

Por fim, em 1947, um professor de Fisica mostrou por experimentos, aplicando energia em duas placas e tentando unila-las totalmente, que as equações estavam corretas, no que ficou conhecido como o “Casimir Effect”. E é aqui, do Efeito Casimir, que Nassim extrai a mensagem moral, espiritual que êle queria transmitir desde o começo, penso eu. O Efeito Casimir é causado pelo fato do espaço vazio ter “flutuações do vácuo”, pares de  “partículas virtuais – antiparticlas virtuais”, que continuamente se formam do vácuo e retornam ao vácuo um instante depois. Tudo no universo é assim, inclusive nós, surgimos repentinamente no mundo, expandimos e essa expansão significa que estamos transmitindo nossa informação ao mundo e depois começamos a retornar de onde viemos, e nesse retorno absorvemos as informações do mundo. Algo mais ou menos assim, salientando a importancia que é nossa responsabilidade quando atuamos no mundo porque – mesmo que não sejamos apenas nós mas uma infinidade de outras coisas interconexas – da maneira como modelamos o mundo ele o será quando voltar-mos. Acho que isso tem algo a ver com a idéia de re-encarnação, ou algo similar, ele não esclarece isso, como não cairia bem para um físico.

Mas as surpresas de Nassim ainda não terminaram. Se considerar-mos aquele numero do Universo, 10 (55), o Universo preenche todos os requisitos para ser um… black hole. Um buraco negro! Uma das evidências? Aponte um facho de lazer para o céu imaginando que ele vai ao infinito. Não vai. No seu caminho haverá uma estrêla e considerando a curvatura do espaço pela teoria de Einstein, o raio deveria se curvar um pouco. Mais adiante outra estrela no caminho do raio e ele se encurva mais. E assim vai, se encurvando até que… o raio retorna por aqui mesmo. Quer dizer, a luz não pode escapar do Universo, como acontece dentro de um buraco negro. E como o Universo é apenas um ponto contendo pontos menores que contem pontos menores ainda infinitamente, então tudo, qualquer átomo no mundo, é um buraco negro.

Tudo está conectado através das diferentes escalas de grandezas portanto deveríamos ter noção do infinito dentro de nós já que a ele estamos conectados. Mas torna-se dificil, senão impossivel tentar-mos ver nossas conexões com o extremamente grande, ao qual não podemos ver. Mas como o infinitamente grande é exatamente o infinitamente pequeno, o grande está projetado dentro do pequeno, significa que o todo está dentro de um átomo, ou dentro de nós. Por isso os mestres orientais como Confucio, Buda, etc., sempre disseram, para conhecer o todo olhe-se para dentro de ti mesmo. Agora a Física com sua Matematica está chegando à mesma conclusão.

Com o resultados de seus calculos sôbre o Schwarzschild Proton, um simples proton  apresentando o numero 10 (55), o qual é o mesmo numero da massa do Universo, Nassim pretende ter provado que cada atomo não apenas é um buraco negro, como cada um contem o inteiro Universo. Não é mais simples e metafisical dogma, não é mais mera fantasia de misticos, mas sim provado matematicamente que o todo é um e o um é o todo.

Nassim continua revelando os enganos da Física. Notando que atomos se juntam dentro de um nucleo, mas que isso vai contra o conhecimento geral de que duas cargas iguais se repelem, para explicar isso inventaram uma nova fôrça que não existe: a fôrça forte. Nassim apresenta graficos e modêlos explicando que se explica a atração entre dois protons se eles forem, na verdade, mini-buracos negros. Mas a continuidade dos calculos indicam que dois protons nessa situação devem estarem girando em em torno do outro à velocidade da luz! O que significa que se um buraco negro isolado é escuro, dois juntos é pura luz. Daqui Nassim vai para o corpo humano levando esta noção de que nossos atomos é pura luz para terminar: “You are…light!”

Mas Nassim não é apenas uma mente voltada para as maiores elocubrações do mundo da Fícisca. Enquanto ele calcula e calcula avançando sempre em suas equações matematicas ele tem em paralelo um hobby: estudar as civilizações antigas. E algo que mais lhe chama atenção naquelas civilizações são sua construções, desde as piramides do Egito às pedras na  Stonehenge da Escócia  ás praças dos rituais mágicos dos maias. E de repente ele descobriu algo: que a complexa matematica da Fisica de hoje já estava lá nas bases dos calculos e nas mensagens finais transmitidas por aqueles templos. Na geometria das construções. Por isso ele acredita que todo o conhecimento do Universo estava presente naquela época na forma de um código. E como jamais o homem simples daquela época poderia ter chegado a esse conhecimento, só existe uma explicação: o código foi deixado por alguma civilização muito supeior que estêve circulando por aqui.

Justo nêste ponto Nassim e a Matriz se encontram brevemente. Pois um dos momentos de maior surprêsa na minha vida foi quando descobri que o estado astronomico do mundo momentos antes da origem da vida –  que o modêlo que eu tinha em mãos obtido depois de dezenas de anos de independente calculo – já haviam sido revelados nas bases de tôdas as religiões, desde o Genesis quando descreve o Paraiso,  desde o filósofo chinês quando descreve a simbologia do I Ching, até à Doutrina Secreta esotérica quando apresenta sua cosmologia. Como isto foi possivel? A tese de Nassim é uma das possibilidades, e até racional, apesar de que não encontro explicação do porque uma civilização mais inteligente iria transmitir tais conhecimentos a um povo cujo nivel tecnológico não os permitiria usar nada daquilo. A Matriz se saiu com outra hipótese: o código revelado através da cultura antiga é o código humano recebido do Cosmos na forma de DNA e o passado cósmico do homem diz respeito à sua ancestralidade ainda na forma de sistemas simples como atomos e galaxias, cujas existências estão registradas nas regiões que chamamos de DNA-Lixo. Elas transpareceram nas contruçõesantigas  porque os antigos eram mais puros e fiéis a nossa ancestralidade natural do que somos hoje e portanto estas lembranças lhes vinham á memória, apesar de vir em rápidos flashes e de forma confusa, o que gerou o misticismo e a enorme confusão fantasiosa das religiões.  Mas tambem esta é uma hipótese valida. O que finalmente me interessa é que o quadro sugerido por Nassim – de que o todo está codificado no um e o um codifica o todo  – é exatamente o que dizem os modêlos da Matriz/DNA. 

Para meu tipo de gôsto, foi melhor gastar uma hora de meu tempo assistindo um vídeo com um palestra por um físico excentrico e meio maluco chamado Nassim Haramein, intitulada “Sacred Geometry & Unified Fields”, do que as muitas horas que gastei assistindo certos filmes que no final nada tinham de alimento para o cérebro. 

 Aqui descrevo e relato minha opinião mas quem quiser ver os vídeos (são seis partes e em inglês) vá no Youtube: http://www.youtube.com/watch?v=F71qWfxgIu4 

O  “cara” é uma figura (já dá para notar logo de entrada pelo tamanho de seu cabelo), um “desajeitado “ no atual esquema da sociedade, com tendência a anarquista e certo egocentrismo porém, inofensivo e razoavelmente intencionado. Com uma mente brilhante. Pena que meio desviada da Natureza devido se basear muito na Física e na Matemática, áreas onde os cientistas não o aceitam muito desacomodados que ficam com suas idéias exóticas. 

Para se ter uma idéia (apesar de que isto é apenas minha opinião), de como a Física e a Matemática levadas ao extremo intelectual podem conduzir o buscador para fora da realidade, basta ver a conclusão de um “scientific paper” registrado por Nassim e intitulado “The Schwarzschild Proton”. O qual conclui: “ The Schwarzschild proton fortemente sugere que a matéria em tôdas as escalas pode ser organizada por buracos negros e apresenta fenômenos similares aos dos buraco-negros, e portanto levando à unificação escalar das fundamentais fôrças da matéria.” (The Schwarzschild proton strongly suggests that matter at many scales may be organized by black-holes and black hole-like phenomena and thereby lead to a scale unification of the fundamental forces and matter.) 

Ora os modêlos da minha Teoria da Matriz/DNA (que contem o modelo ideal perfeito da Matriz para organizar a matéria) contem um buraco negro, na Função 1, êle é, de fato, o inicio do processo da organização da matéria em qualquer tipo de sistema natural,mas a história nào termina aí, isto é apenas o começo de um processo, apenas 18% do processo total da criação, sendo que depois da atuação do buraco negro vem as atuações de F2, F3, até F7. A Física não pôde até agora enxergar o quadro todo porque ela lida com o aspecto alectro-magnético e mecânico da realidade sem ver que cobrindo todos estes aspectos e até mesmo como undação preliminar de todos eles existe uma cobertuea vital, biológica. Cuja linguagem de expressão não é a Matemática.  Mas Nassim é um gênio, muitas vêzes êle tem insights espetaculares que o aproximam demasiado da Matriz, sem no entanto ter tocado-a até agora. Vale a pena ouvi-lo. 

Nassim começa de forma bem humorada e agradável a contar o começo de sua vida escolar, como era um sujeito desligado com os pensamentos cheios de visòes esotéricas e portanto com dificuldade para se concentrar em qualquer coisa material aqui e agora. Portanto era um aluno dificil. mas muitos gênios o foram, basta lembrar de Einstein. 

Seu primeiro gôsto numa matéria escolar surgiu no dia que o professor iniciou uma disciplina nova, geometria. E o professor escreveu no quadro negro “Dimensão 0” e desenhou um ponto e disse: “Essa coisa chama-se ponto, isso é dimensão zero  e isso não existe!”. Em seguida escreveu “Dimensão 1” e desenhou vários pontos alinhados e disse: “Essa coisa chama-se “linha”, mas isso não existe também. nassim diz que pensou naqu6ele momento: “É… parece que vou ter péssimos tempos com essa matéria. Se estou vendo o ponto e a linha como é que isso não existe?!” Em seguida o profssor aumentou os pontos de maneira perpendicular dezenhando mais tr6es linhas reultando na figura de um quadrado e escreveu “Dimensão 2”, explicando que isso é um plano e tambem… não existe! Nêsse ponto os alunos estavam demasiado encolhidos em suas cadeiras e quase pedindo para sair da classe, achando que o professor ficou louco. Mas a tortura ia terminar logo. Pois o professor desenhou mais alguns planos iguais aqu6ele e resultou na figura de uma caixa, um cubo, e escreveu “Dimensão 3”, explicando: “isto é chamado de cubo e isto sim, existe!” 

Em seguida Nassim fala algo que não entendo bem devido ao inglês e aí prejudica o entendimento da matéria mas êle põe um ponto de interrogação dentro do cubo significando “não-existente”. parece-me que 6ele quer insinuar que o mundo existe apenas como um container, e o que está dentro não existe (se alguém souber explicar isto, agradeço). mas o que nassim diz a seguir é interessante: “Aqui está a base do conhecimento de tudo e isto é uma incógnita que nunca foi solucionada, mas se pensar-mos na solução errada aqui ou se saímos daqui de maneira errada tôdas as nossas teorias, como a String, etc., e todos nossos conceitos firmados estão todos errados, porque a nossa base estaria errada.” Só por isso, Nassim já justificou sua existência. E ele não faz como a maioria dos pensadores e cientistas que fazem como o avestruz, escondendo a cabeça na areia e tocando o barco para a frente do jeito que a maré manda. Não, ele não esquece desse mistério nào solucionado que está lá no principio, como fundação  de todo o castelo cientifico-matemático, mistério 6este que pode revelar no final ter sido noos castelo construído sôbre areia movediça. 

Depois daquela aula Nassim entrou no ônibus a caminho de casa, dormiu e t6eve um sonho revelador. porque será que muitas das mais importantes descobertas aconteceram quando o g6enio estava viajando e t6eve um sonho?! lembram-se de Kekulée? Resolveu um dos maiores mistérios quimicos da época que era a questào de como se arranjam os átomos do benzeno e ele viajando numa carruagem sonhou com atomos dqançando em cirando e acordou gritando ao mindo: “é em forma de ring, de anel… o benzeno!” 

Mas Nassim têve assim sua experiência meditativa que todos devemos fazer um dia, se queremos pensar o mundo. Imagine que sua mente está saindo de seu corpo e subindo, sua casa vai se distanciando lá embaixo parecendo um ponto na cidade, a cidade vai parecendo um ponto no continente, o continente um ponto no planeta, o seu corpo um ponto entre seis bilhões de outros pontos, o planeta um ponto no sistema solar e voc6e continua subindo, o sol parece um ponto na galaxia, a galaxia é apenas um ponto entre bilhões de galaxias e quando fora do universo 6este é apenas um ponto ao longe talvez entre uma infinidade de outros pontos… aí você  começa a retornar e entra no ponto que é o Universo e vê uma infinidade de pontos dentro que sào as galaxias e entra na Milk Way e v6e uma infinidade de pontos que são as estrêlas, procura a nossa e enfim, de ponto dentro de ponto voc6e retorna a um ponto dentre 6 bilhões de outros que é o se4u corpo. mas nào pare aí: olhe a palma de sua mão e v6e que ela é formada de bilhões de pontos que parecem galaxias mas sào células e olhe dentro das células e vê milhões de pontos que sào os átomos e olhe dentro de átomos e v6es particulas então plhando dentro de particulas e mais pontos e … isso parece que nunca vai terminar. 

Vendo o mundo assim, desta forma racional e real, qual o sentido da existência? Do mundo, de nós mesmos? Mas eu não tento tirar minha visão do mundo dessa visào porque não acredito no calculo infinitesimal onde a dízima periódica, 0,333333…. ao infinito não teria fim. Eu nunca ví nada infinito mas sim vejo que tudo tem um limite quando alcançado 6este a coisa se transforma: se começamos a dividir matéria, a certo ponto não estaremos mais dividindo massa e sim energia apenas e depois nào mais energia ordinária e sim vórtices quãnticos… e depois… Como já disse alguém: ‘Para provar que existe infinito alguem teria que ir lá e avançar um pouco alem…”. Como tambem para provar que o mundo é finito alguem teria que ir no fim e continuar infinitamente alem para provar que não existe nada depois…  

Mas então, é como estivéssemos no meio, fôssemos uma grandeza de nivel médio, e se vamos para o maior, acima de nós,  chegamos a um ponto e se vamos para o menor, abaixo de nós, chegamos ao mesmo um ponto. Nassim chama nossa atenção para êste assunto. Quando 6ele chegou em casa disse para a mãe que tinha aprendido uma coisa sensacional na escola, sôbre dimensões. – “O professor  – disse êle – estêve ensinando que um ponto não existe, mas tudo no mundo é um ponto, e portanto ( para desespero de sua mãe, completou…) o professor está errado! 

E nota que existe um paradoxo. Espiritualistas e o povo religioso costuma acreditar que o mundo acima se abre num infinito interminável enquanto a comunidade cientifica levada pelo método reducionista costuma observar o mundo de fora para dentro como se tudo estivesse num sistema fechado. Interessante: os dois estão equivocados. 

Nassim observou na época que o finito e o infinito se revelam como pontos fora ou dentro e concluiu que tinha de arrumar uma solução para conectar estes dois disparates. E ele foi pelo caminho da geometria, inicalmente desenhando uma circunferencia, em seguida um triangulo dentro da circunferencia que suscitava uma quantidade de iguais menores circunferencias dentro da maior e cujas menores poderiam com trianfgulos se multiplicarem em outras menores ainda e sassim ao infinito, chegando bem perto da teoria dos fractais. Assim ele acredita que demonstou que o finito e o infinito estão relacionados tornando-se a mesma coisa. 

Mas porque geometria? E porque por um triangulo dentro de uma esfera? Só ele poderia explicar. Ê#ste é o mal destas palestras e por isso não gosto delas. Se o expoente adota uma postura ou dá uma explicação que voc6e não entende ou não concorda – e se voc6e não interromper imediatamente para esclarecer aquilo antes de avançar… todo o resto ficará obtuso para tí. Eu por exemplo quando estava pensando o mundo resolví pensar a partir da vida e pus um DNA dentro da incógnita esfera do mundo, quer dizer, um caminho totalmente diferente do caminho de Nassim.  

Mas foi válido o que Nassim fêz, numcerto sentido. No fim sua figura tem milhares de iguais pontos esféricos dentro de pontos exatamente iguais, mas surge uma diferença marcante no todo. Cada esfera tem um centro, o qual está numa posição dentro da esfera maior que não é a mesma posição de todos os outros centros de todas as outras esferas. É o que diverge dentro de um mundo formado por uma infinidade do mesmo fractal: cada qual tem seu centro unico, especifico, dioferente de tudo o mais. Estaria por aí a causa de que nem um ser humano é igual ao outro? O seu centro, o seu super-ego? Portanto, deixei Nassim continuar a partir de uma premissa que não concordei porque de certa maneira ela tem algum valor, ela retorna de vez em quando tocando a realidade de maneira interessante. 

Qual o aspecto interessante em notar que dentro de uma esfera que parece um ponto e que representa o Universo inteiro e onde existe dentro um a infinidade de esferas iguais em diferente dimensões de grandeza, porem o que diverge entre todos é os centros de cada esfera? Que o mundo é dividido em dimensòes escalas. existe a dimensão dos átomos, para nós intocável e invisivel. Existe a dimensão das estr6elas, novamente intocável e mal visivel. e existe a nossa dimensão. Em cada dimensão repartida por seus centros, estes podem se conectarem, interagirem entre si. Uma conexão do tipo horizontal, espacial. Já quando olhamos o todo e vemos todos os diferentes tamanhos ao mesmo tempo uns dentro dos outros, as conexões se tornam dificeis ou não parecem não existirem. Conexão do tipo vertical,temporal, onde as diferenças de dimensões decorreram devido à evolução e a história. É o mesmo problema da minha fórmula da Matriz no seu aspecto de ciclo vital: pode existir uma conexão visivel e sensivel entre uma estrela e um planeta no plano horizontal, espacial, onde ambos existema ao mesmo tempo, mas fica dificel ver o canal de comunicação entre a forma de uma criança e a forma de adulto de uma mesma pessoa, pois as duas não existem ao mesmo tempo, mas a conexão existe, ou existiu. Enfim, a figura de Nassim nos leva a uma visão mais esclarecida de como o mundo parece formado por diferentes camadas de networks. estas diferentes camadas recebe em sua Física o nome de escalas, e Nassim se concentra muito nesse aspecto de escala, como se pode notar em seus “scientific papers”.  

Miostrando que dentro de uma unica esfera representando a totalidade do espaço podemos deixar um programa de computador rodando infinitamente criando esferas menores dentro das esferas existentes e que isso nunca teria um limite, Nassim salta para uma conclusão interessante: dentro daquela esfera maior que não se pode escapar, asssim como dentro das menores esferas invisiveis, pode-se inserir a mesma quantidade de informações. Na verdade, dentro do menor ponto possivel, pode-se, em teoria, inserir uma infinidade de informações. Coisa de louco… mas assim é a realidade. 

Se nós, como corpos, somos igualmente como um ponto, em nós podemos estocar uma infinidade de informações. Desta forma, através da geometria, da Física, da Matemática, voc6e tem uma noção não apenas espiritual, mas mec6anica, matemática, do potencial de infinitude que é a sua exist6encia.  Quer dizer: o que sempre foi pensado apenas em termos de dogma, doutrinas, pensamentos misticos, agora chega a ser pensado dentro da Física. Racionalismo e teologia vem de caminhos opostos convergindo ao mesmo ponto de chegada? Interessante; nêste ponto estou curioso para saber onde êle quer chegar com isso. 

Por essa busca do infinitamente grande ou pequeno foi que os físicos começaram a construir os aceleradores de partículas. Pensou-se a um século atrás que os átomos seriam a menor coisa que pode existir, a partícula de Deus. mas depois notou-se que dentro haviam protons, neutrons e dentro destes leptons e mesons e dentro d6estes… sempre a cada nova descoberta se pensou ter chegado finalmente á partícula de Deus. Agora chegamos ao ponto de construir um “colider” com 17 milhas de dist6ancia e custando cêrca de 10 bilhões de dolares para o qual contribuiram cinco nações e tudo isso porque acredita-se que chegaremos dessa vez à particula de Deus: o boson Higgs. Claro que nós, meros comuns mortais já sabemos de antemão qual será o final desse filme: vão pedir dinheiro para construir um de 30 milhas, porque agora têm certeza que vão chegar lá. Claro que eles nào devem acreditar nisso tambem e nós nào negaremos o dinheiro porque queremos que continuem. alem do fato de que a espécie humana é uma errante incorrigivel, nós estamos sempre aprendendo mais algo a cada nova particula que descobrem.  

Nassim é um fisico dissidente que discorda dos físicos. Êle acha que ao invés de estar-mos buscando a partícula fundamental deveríamos estar observando os padrões dentre as divisões, principalmente os padrões de conexões entre as diferentes escalas. Porque, diz êle – se entender-mos os padrões das divisões nós vamos entender tôdas as divisões no espaço tempo e assim entender como o Universo funciona e como ele faz suas criações. Nós vamos ter a chave da criação. E isto sim, ao invés de fundamentais de fundamentais de particulas, seria realmente util. 

E então Nassim aclama a fundamental questão: “Se você quizer achar a coisa que conecta tôdas as coisas, como ela seria?” 

 É aqui que todos os espiritualistas pararam, quando alguns povos antigos acreditaram que tudo é o “um”, ou outros como os deístas quando pensaram e acreditaram que encontraram essa coisa e a denominaram de “Deus”. Mas mostre-me Deus e explique como êle faz isso. Sem essa demonstração, racionalmente sua solução não é a solução, é um dogma. 

E Nassim encontrou uma coisa que conecta tudo, aliás a unica coisa existente que realmente conecta tudo: “Espaço”. 

O espaço está em todo lugar. Entre galaxias, entre estrêlas, entre nós, entre átomos… mesmo o assim chamado  “mundo material vivo” é constituído 99,999…% de espaço. dentro de um átomo, tôda sua realidade consiste em 99,999…% espaço! Nós mesmos somos um conjunto vazio! 

O que é que faz com que, por exemplo, um diamante que parece tão denso e duro, mas que na verdade cada um de seus átomos está distante dois campos de futebol do mais próximo, parecer denso e duro? Vibrações. O espaço é plemamente preenchido por vibrações, o espaço é vibração. Assim Nassim foi por um caminho diferente dos físicos modernos. Eles estão concentrando suas atenções na 0,00001…% porção da realidade e se esquecendo dos 99,9999… %. Estão coando a agulha e deixando passar os camelos. Não deve ser essa insignificante quantia de matéria que define espaço, mas sim que o espaço é quem define a matéria. Interessante! Decididamente, Nassim vale a pena. É um gênio. 

A disciplina da Física chegou, nas décadas de setenta, oitenta, a um ponto crucial chamado “gravitação”. Os maiores gigantes da Física escreveram sôbre gravitação, ela está no cerne da Física relativística, é a Bíblia da Física. 

É então que a palestra de Nassim chega ao seu clímax do paradoxal. Êle narra que sempre viveu isolado da comunidade dos físicos pensando em seu mundo particular e conversando apenas com seus botões  e de vez em quando mandando algum artigo para publicação. Até que o convidaram, senão intimaram, a que ele comparecesse a uma conferência de Física. Mas nestas conferências discute-se Física avançada, os ultimos assuntos de vanguarda, e entende-se que todo mundo sabe e estão de acordo com as premissas básicas estabelecidas tempos atrás, por isso não se admite perguntas sôbre os fundamentos, as questões basicas que já estão resolvidas. Mas os problemas de Nassim estão realcionados justamente com estas premissas que para êle não estão resolvidas. Sem saber como contornar este problema para expor suas conclusões, Nassim projetou na parede uma figura bem conhecida dos fisicos para explicar gravitação: um homem soprando um balão transparente dentro do qual existem algumas moedas e assim se explicando como o universo se expande e as galaxias se distanciam umas das outras Ver figura abaixo). 

   

E Nassim pede desculpas por retornar ao primitivismo da Fisica para resolver um problema seu e diz que aquele quadro serve para explicar a expansão, não é mesmo? E todo mundo acena a cabeça compassivamente como se faz com um aluno principiante respondendo: sim isto está correto. Quando está todo mundo olhando o balão em expansão, sem mais interêsse, Nassim vai dizendo. “Bem, o que eu queria realmente saber aqui porque eu tenho passado minha vida perguntando isso desde quando ví esse quadro na escola a primeira vez e olha que eu tenho estudado e pensado um bocado, tenho virado e revirado tôdas as equações que levam a esse quadro, mas sempre me faltou uma coisa para entender esse quadro, e eu queria saber porque nunca fiquei sabendo é o seguinte… ( e  ele fêz uma pergunta que  derrubou a platéia): “Who is this guy? “

– “Quem é êsse homem?!”

– “Quais equações explicam quem é êle?”

Só então que todo mundo foi perceber que existe um homem soprando o balão. Que sem a fôrça emitida pelo homem o balão não expande. Mas eu pensei que ele ia ser linchado ali, pela comunidade dos físicos…

Bem, o salão da conferencia inicialmente caiu num silêncio profundo, alguns estudantes começaram a tossir, alguns não conseguiram segurar e quase morrem na cadeira de tanto rir, os anciões a pigarrear, e o diretor da conferência começou a suar chamando êle para um lado e soprando em seu ouvido: “Escuta, isso aqui é o departamento de Física, você não vai falar a palavra “Deus” aqui, para nossos estudantes e para o publico, pois não”…? E Nassim dirigindo-se à platéia continuou:

– “Uma lei fundamental em Física é a de que a cada ação corresponde uma reação. Então se está havendo expansão por um lado tem que estar havendo contração em outro…  O que eu queria mostrar é que esse guy que está soprando o balão tem pulmão, o qual está contraindo. Como fica o caso do Universo?!”

A visão moderna da Física é uma visão machista do Universo, tudo cresce, expande, explode… o Big Bang em seu modêlo sugere que tudo começou com um pequeno átomo onde tôda a energia estava comprimida, mas se estava, alguem pôs ela, prensou, comprimiu-a ali dentro do átomo…

Temos que pensar mais no espaço, no qual acontece a vibração e o qual conecta cada coisa, desde o infinitamente grande ao infinitamente pequeno portanto o espaço deve ser  infinitamente denso…

 Hoje a Física age como a faxineira que varre a sujeira para debaixo do tapête. Por exemplo a teoria da quãntica funciona porque… hoje, a teoria do campo quantico consegue se safar por um processo que denominaram de “renormalização” de uma densidade da energia que no vacuo tenderia ao infinito se não fôsse removida por essa “renormalização”. Isto porque se notou que no espaço dentro de um átomo existem vibrações tendendo à elevada velocidade, que o vacuo dentro do átomo é infinitamente denso, o que vai bater com a conclusão que Nassim havia chegado sôbre o espaço total apenas por meio do raciocínio. É uma incongruência que o homem hoje esteja espremendo a cabeça com o problema de que não existe energia para todo mundo, que a energia esteja exaurindo, quando dentro de qualquer simples átomo existe um infinita energia comprimida.

Me lembro de Openhauer dizendo que quando o presidente dos e3stados Unidos lhe perguntou se realmente há energia dentro de um átomo para fazer uma bomba, Oppenhauer pensando na bomba at6omica que estava construindo respondeu: “Sim… tem muita, mas muita mesmo, energia…”

Precisávamos achar um finito número para calcular o menor comprimento de onda dessa energia e o achamos com a chamada constante de Plank: 1,666 x 10 (33)cm (leia-se 10 elevado à 33 potências negativas ou seja, 33 zeros!) . Demasiado pequeno. Ainda assim este numero não representa a menor coisa que o Universo pode fazer mas sim apenas o limite ultimo, a menor coisa que nós podemos perceber em nossa relação com o Universo. Mas então quanto dessa menor coisa ou vibração poderíamos conseguir dentro de um cubo, digamos, de um centimetro cubico? 10 (93) gramas/cm3 (leia-se 10 elevado a 93 potências). Em outras palavras isto significa que o vacuo possui uma densidade de energia da ordem de 10(93) gramas por centimetro cubico. Você sabe o que significa esse numero de gramas, 10 seguido de noventa e três zeros?  Significa todo o pêso de todas as galaxias juntas, o pêso do Universo! Isto quer dizer que se pegarmos todos os planetas, todas as estrelas, todas as galaxias e prensar-mos isto tudo,  conseguiremos por tudo dentro de um cm3 do vacuo! Coisa de louco… mas isto é física e matemática,e… corretas.

Caberia dentro mas ainda nào encheria o cm3 de vacuo. Porque o Universo inteiro é calculado ter 10(55) gramas de massa mais energia. Isto significa que um cm3 de massa e energia do vacuo excede a total masssa do Universo observavel por 33 ordens de magnitude! Quer dizer, dentro de uma pequena fração do vacuo, dentro de um ponto, cabe o Universo e 33 coisas mais do tamanho dele… Coisa de louco.

Tanto que quando os fisicos chegaram a estes numeros quase enlouqueceram. Como vamos tratar a Fisica e torna-la crível e aceitável aos estudantes com esta visão da realidade? Simples: varreram estes numeros para debaixo do tap6ete. O que mais se pode fazer?

A conclusão é que nossa razão não é a mesma razão da natureza, nós não temos capacidade mental para entender a realidade. Ponto final. O que podemos fazer é continuar com nossa física de muletas enquanto ela ainda está produzindo alguns produtos úteis, e outros nem tanto simpaticos, como a bomba atômica ou o aquecimento global.

Uma maneira de salvar a dignidade de nossa razão foi a encontrada nos idos de 1930, quando concluíram que não se pode provar que tôda essa energia está dentro de um minimo ponto do vacuo, que esse numero deveria ser resultado de erros nas equações, e por fim que essa energia não teria em Fisica a menor importancia. Mas como, não tem a menor importancia, se isso teria que ser a coisa mais importante, a base de tôda a fisica natural subsequente?

Por fim, em 1947, um professor de Fisica mostrou por experimentos, aplicando energia em duas placas e tentando unila-las totalmente, que as equações estavam corretas, no que ficou conhecido como o “Casimir Effect”. E é aqui, do Efeito Casimir, que Nassim extrai a mensagem moral, espiritual que êle queria transmitir desde o começo, penso eu. O Efeito Casimir é causado pelo fato do espaço vazio ter “flutuações do vácuo”, pares de  “partículas virtuais – antiparticlas virtuais”, que continuamente se formam do vácuo e retornam ao vácuo um instante depois. Tudo no universo é assim, inclusive nós, surgimos repentinamente no mundo, expandimos e essa expansão significa que estamos transmitindo nossa informação ao mundo e depois começamos a retornar de onde viemos, e nesse retorno absorvemos as informações do mundo. Algo mais ou menos assim, salientando a importancia que é nossa responsabilidade quando atuamos no mundo porque – mesmo que não sejamos apenas nós mas uma infinidade de outras coisas interconexas – da maneira como modelamos o mundo ele o será quando voltar-mos. Acho que isso tem algo a ver com a idéia de re-encarnação, ou algo similar, ele não esclarece isso, como não cairia bem para um físico.

Mas as surpresas de Nassim ainda não terminaram. Se considerar-mos aquele numero do Universo, 10 (55), o Universo preenche todos os requisitos para ser um… black hole. Um buraco negro! Uma das evidências? Aponte um facho de lazer para o céu imaginando que ele vai ao infinito. Não vai. No seu caminho haverá uma estrêla e considerando a curvatura do espaço pela teoria de Einstein, o raio deveria se curvar um pouco. Mais adiante outra estrela no caminho do raio e ele se encurva mais. E assim vai, se encurvando até que… o raio retorna por aqui mesmo. Quer dizer, a luz não pode escapar do Universo, como acontece dentro de um buraco negro. E como o Universo é apenas um ponto contendo pontos menores que contem pontos menores ainda infinitamente, então tudo, qualquer átomo no mundo, é um buraco negro.

Tudo está conectado através das diferentes escalas de grandezas portanto deveríamos ter noção do infinito dentro de nós já que a ele estamos conectados. Mas torna-se dificil, senão impossivel tentar-mos ver nossas conexões com o extremamente grande, ao qual não podemos ver. Mas como o infinitamente grande é exatamente o infinitamente pequeno, o grande está projetado dentro do pequeno, significa que o todo está dentro de um átomo, ou dentro de nós. Por isso os mestres orientais como Confucio, Buda, etc., sempre disseram, para conhecer o todo olhe-se para dentro de ti mesmo. Agora a Física com sua Matematica está chegando à mesma conclusão.

Com o resultados de seus calculos sôbre o Schwarzschild Proton, um simples proton  apresentando o numero 10 (55), o qual é o mesmo numero da massa do Universo, Nassim pretende ter provado que cada atomo não apenas é um buraco negro, como cada um contem o inteiro Universo. Não é mais simples e metafisical dogma, não é mais mera fantasia de misticos, mas sim provado matematicamente que o todo é um e o um é o todo.

Nassim continua revelando os enganos da Física. Notando que atomos se juntam dentro de um nucleo, mas que isso vai contra o conhecimento geral de que duas cargas iguais se repelem, para explicar isso inventaram uma nova fôrça que não existe: a fôrça forte. Nassim apresenta graficos e modêlos explicando que se explica a atração entre dois protons se eles forem, na verdade, mini-buracos negros. Mas a continuidade dos calculos indicam que dois protons nessa situação devem estarem girando em em torno do outro à velocidade da luz! O que significa que se um buraco negro isolado é escuro, dois juntos é pura luz. Daqui Nassim vai para o corpo humano levando esta noção de que nossos atomos é pura luz para terminar: “You are…light!”

Mas Nassim não é apenas uma mente voltada para as maiores elocubrações do mundo da Fícisca. Enquanto ele calcula e calcula avançando sempre em suas equações matematicas ele tem em paralelo um hobby: estudar as civilizações antigas. E algo que mais lhe chama atenção naquelas civilizações são sua construções, desde as piramides do Egito às pedras na  Stonehenge da Escócia  ás praças dos rituais mágicos dos maias. E de repente ele descobriu algo: que a complexa matematica da Fisica de hoje já estava lá nas bases dos calculos e nas mensagens finais transmitidas por aqueles templos. Na geometria das construções. Por isso ele acredita que todo o conhecimento do Universo estava presente naquela época na forma de um código. E como jamais o homem simples daquela época poderia ter chegado a esse conhecimento, só existe uma explicação: o código foi deixado por alguma civilização muito supeior que estêve circulando por aqui.

Justo nêste ponto Nassim e a Matriz se encontram brevemente. Pois um dos momentos de maior surprêsa na minha vida foi quando descobri que o estado astronomico do mundo momentos antes da origem da vida –  que o modêlo que eu tinha em mãos obtido depois de dezenas de anos de independente calculo – já haviam sido revelados nas bases de tôdas as religiões, desde o Genesis quando descreve o Paraiso,  desde o filósofo chinês quando descreve a simbologia do I Ching, até à Doutrina Secreta esotérica quando apresenta sua cosmologia. Como isto foi possivel? A tese de Nassim é uma das possibilidades, e até racional, apesar de que não encontro explicação do porque uma civilização mais inteligente iria transmitir tais conhecimentos a um povo cujo nivel tecnológico não os permitiria usar nada daquilo. A Matriz se saiu com outra hipótese: o código revelado através da cultura antiga é o código humano recebido do Cosmos na forma de DNA e o passado cósmico do homem diz respeito à sua ancestralidade ainda na forma de sistemas simples como atomos e galaxias, cujas existências estão registradas nas regiões que chamamos de DNA-Lixo. Elas transpareceram nas contruçõesantigas  porque os antigos eram mais puros e fiéis a nossa ancestralidade natural do que somos hoje e portanto estas lembranças lhes vinham á memória, apesar de vir em rápidos flashes e de forma confusa, o que gerou o misticismo e a enorme confusão fantasiosa das religiões.  Mas tambem esta é uma hipótese valida. O que finalmente me interessa é que o quadro sugerido por Nassim – de que o todo está codificado no um e o um codifica o todo  – é exatamente o que dizem os modêlos da Matriz/DNA.

Infelizmente o tempo da palestra terminou quando Nassim ia apresentar figuras como evidências de sua tese sôbre a sabedoria dos antigos, mas êle deixa um nome e enderêço eletronico para quem quiser continuar, como eu farei assim que o tempo permitir:

http://www.theresonanceproject.org/research.html

Um belo e interessante website que merece nossa visita. 

Filosofia Metafisica: Pensamentos originados pelo Numero Phi

sábado, novembro 27th, 2010

(este texto está desarrumado e incompleto, registrado aguardando término)

Ainda estou atordoado com esta recente descoberta proporcionada pela fórmula da Matriz: a causa, a fonte primeira, da Proporção Áurea, como querem os matemáticos e ateus, ou da Divina Proporção, como  querem os místicos e religiosos, simbolizada pelo Número Pi, ou Phi – pois parece-me que estou tocando ou as vestes de Deus ou o máximo segrêdo do Universo, pois nunca chegamos tão perto!

O que é a Proporção Aúrea? Observe a imagem abaixo do diagrama da fórmula da Matriz. Vamos representar uma volta completa pela circunferência pelo número 1 cm. Agora vamos reiniciar uma segunda volta, sempre começando pela Função 1. Mas quando chegar-mos à Função 4, paremos por aqui. Foi dada meia volta, o que vamos representar por 0,5 cm. Portanto temos 1,5 cm. Agora, ao invés de seguir o fluxo da circunfer6encia, vamos desviar nossa linha pelo ramo lateral que emerge da Função 4 e retorna à Função 1. Partindo do ponto central do quadrado 4 e pontando na direção do nucleo, vamos andar 0,1888 cm e parar aqui. Onde estamos? No momento que emerge da Função 4, a Função 5. Neste ponto temos 1,6888, o numero Phi.

E o que significa a Função 5? É a força universal que modela o agente criador da reprodução. Ela criou o cometa no espaço sideral,o espermatozóide no corpo humano, o RNA na célula, a uracila no nucleotideo. E o que tem isto a ver com o numero Phi que vemos criando a bi-lateral simetria, que é a origem da beleza das formas, das Artes, etc.? Tudo! Basta saber que a fórmula da Matriz representa um ser sendo transformado por um ciclo vital. Que a evolução do ciclo é representada pelo fluxo de informações que corre no circuito, começando pela Função 1 e indo no sentido horario até retornar ao ponto de partida. Portanto, a fórmula primeiro constrói o lado esquerdo da face. Assim como, na origem da Vida, primeiro foi construído o RNA, que é uma haste parecida com a haste esquerda do DNA.  Quando termina o lado esquerdo da face, o fluxo continua, agora para construir o lado direito. Assim como o RNA, depois de milhões de anos, se reproduziu numa haste direita e formou o DNA. Mas tanto os nucleotideos de RNA como do DNA só se reproduzem se atuar o agente reprodutor, a uracila. A qual é o numero Phi.

Em suma: a bi-lateral simetria é a reprodução de uma metade de um corpo qualquer em outra metade à sua imagem e semelhança. Mas para que seja criada uma arquitetura natural com bi-lateral simetria tem que atuar a força natural responsavel pelo fenômeno da reprodução. E esta força é ativada quando o fluxo da criação alcança seu ponto 1,6888. 

Se eu fôsse crente diria que você está de parabéns. Acabou de conhecer a geometria e a matematica não como se apresentam no pensamento dos homens mas como funcionam no pensamento de Deus quando realiza Suas criações.

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A matéria bruta do Universo, a massa sem forma, foi movida desde o caos primordial por uma tendência misteriosa para produzir esta profusão de formas que vemos hoje, constituindo-se em sistemas naturais, e atingir um estado de ordem funcional onde sómente então começa a se delinear as formas belas e a racionalidade previsível. Esta força misteriosa está por traz do problema que nossa Ciência ainda não solucionou, ou seja, como a matéria informe construiu o primeiro sistema, o primeiro átomo, e como desde este átomo se desenvolveram os outros sistemas, desde os galacticos aos corpos humanos.

Pois se houvesse sómente a matéria, constituída por massa e energia, e segundo a composição que dela conhecemos hoje, não tinha como nem porque ela sair de seu estado inicial onde a massa se esparrama pelo espaço sem qualquer forma-padrão e a energia apenas produz relampagos, eventos caóticos ao acaso. O Universo teria ficado patinando neste estado infinitamente.  Mas não foi o que aconteceu, havia algo mais na matéria que a fez dar passos evolutivos e chegar onde chegou. Tanto ateus como religiosos se esquecem convenientemente deste estado do mundo no priuncipio e dão um salto descomunal levado por suas imaginações, uns sugerindo que a invisivel e desconhecida variavel que havia ali era simplesmente uma força mal explicada denominada acaso, e outros sugerindo que esta variavel era uma inteligência mal explicada denominada Deus. 

Até o dia em encontrei a fórmula da Matriz eu estivera tendendo para o lado do pensamento cientifico e ateu moderno, o qual acredita que tudo tenha iniciado como mero fruto do acaso.  Não me alinhei definitivamente com eles porque eu sou um genuíno cético, aquele que só acredita no que pode ver e tocar. Mas a fórmula da Matriz me fêz ver que eu poderia construir um Universo inteiro igual ao que vejo hoje com tudo que nele existe, inclusive a auto-consciência humana, se eu tivesse em mãos aquela fórmula. Portanto, seja o que for que existiu antes da origem deste Universo, tendo aquela forma  pode ter feito o mesmo. Se o Universo foi realmente criado e construído com aquela fórmula, então não foi por acaso.

Mas isto ainda não é suficiente para se correr precipitadamente a dizer que existe uma inteligência por traz da criação. Uma girafa produz uma forma, e viva, sem aplicar nenhuma inteligência.  Apenas deixa a Natureza fluir através dela. Portanto, numa certa época cheguei à visão de que o Universo pode não ser fruto do acaso, mas sim, trata-se de mero ovo cósmico dentro do qual ocorre um processo de reprodução genética natural.  

 O problema é que a fórmula  apresenta um conceito de geometria espacial e calculo matemático. Estes fenômenos da bi-lateral simetria, da reprodução, da funcionalidade de um sistema natural, que são todos explicados pela Proporção Áurea, a qual é baseada na geometria e na matemática, sugere desconcertantemente a possibilidade de ter havido a atuação de alguma forma de  inteligência participando da criação  da coisa ou sistema que gerou genéticamente este Universo. 

Vamos supor que universos despontam espontaneamente por vibrações quanticas como sugere a vanguarda do pensamento cientifico atual, na voz de Stephen Hawking. Ele já deu aqui um inconsequente gigantesco salto imaginativo ao dizer “universos despontam”. Pois o que pode surgir inicialmente é matéria informe. A não ser que nas vibrações quanticas existam um poropósito pré-definido de apresentar como produto, universos. Sem propósito, o que as vibrações poderiam produzir seria matéria informe. Por mais que a massa seja movida pelo incessante movimento da energia, por mais que sejam os resultados de infinitas combinações é impossivel à matéria por si só chegar ao numero Pi. Porque?

Porque o Pi apenas surge quando já foram construídas e conectadas quatro arquiteturas naturais, três das quais só podem ser produzidas se aplicado o ciclo vital sobre a primeira.

Então vamos supor como quer a teoria do acaso que o caos primordial produziu uma arquitetura por todos os lados ao mesmo tempo, a qual se assentou definitivamente como tijolo basico da matéria. Que eventos ao acaso possam produzir uma particula, digamos, quark, num determinado ponto, é plausivel. Mas ela seria inevitavelmente destruída dentre os eventos ao acaso que continuam a ocorrer no mundo externo a ela. Para que ela sobrevivesse por longo tempo suficiente para evoluir, como a primeira célula sobreviveu e evoluiu na Terra, seria preciso uma certa manutenção de ordem por um certo tempo, como ocorria na Terra naquela época. Mas no caos primordial não havia ordem alguma e muito menos duradoura. Todos os fazimentos eram desfazidos…  Como se a primeira célula surgiu segurando-se num planeta que no instante seguinte seria desfeito. Ora então a teoria do acaso recorre à possibilidade de que de infinitos eventos ao acaso tenha surgido num ponto um quark. Até aí, tudo bem, não sei mesmo o que é um quark, aceito qualquer idéia. Mas a matéria era muita e se ocorreu a aparição de um quark num ponto, os outros quase infinitos pontos daquela matéria continuaram caóticos, o que não dava sustentabilidade ao tal quark. Mas aí a teoria começa a apelar: suponhamos que dentre infinitas possibilidades muitas vezes tenha surgido um quark naquele ponto e nada ou outras coisas surgiam nos noutros pontos. Mas suponhamos que quando numa daquelas vezes que voltou a surgir o quark no mesmo ponto, em outros trezentos pontos distantes tambem surgiram quarks. Ok, todos seriam desfeitos ainda. Mas suponha que dentro da eternidade outra vez surgiu quarks em 500 pontos. Ou seja, o mesmo tipo de acidente que fêz uma força vibracional se chocar com outras num ponto, tambem aconteceu em outros quinhentos pontos…

Bem, já temos uma idéia do que o teorista do acaso quer propor. Que a primeira célula surgida na Terra teve em seguida a Terra desaparecida sob seus pés, mas que por uma feliz coincidencia toda a matéria não só da Terra como de todo o Universo ressurgiu a seguir na forma de células prontas! E assim umas se agarraram às outras e formaram uma colonia de células tal como são os nossos recifes de corais. Neste ponto só me resta mandar nosso teorista do acaso ir dormir. Não precisa nem lembra-lo do problema seguinte: esta universal colonia de quarks estaria flutuando no espaço sem ter mundo material externo algum. Não sei como poderiam sobreviver e ainda evoluir como o Universo material evoluiu. Concluindo: a não ser que os cientistas coloquem matéria em boa quantidade no collider da Europa, fazendo essa matéria se chocar caóticamente até o dia que todos os choques produzam uma arquitetura universal que se fixe perante nossos olhos… nunca vou me alinhar na fila dos ateus. E mais: vou tender para a possibilidade do universo como ovo cósmico reproduzindo um sistema genéticamente, e quiçá, se mais atordoantes novidades surgirem do numero Phi, vou começar a tender para a possibilidade de que o sistema que está sendo reproduzido teve, em algum momento de sua ancestralidade, sido criado por uma forma de inteligência. Não tenho outra saída à luz dos conhecimentos atuais.            

Pensando nisso, a partir daquele dia fiquei boiando nas nuvens, esta era uma novidade que eu não esperava e mudava tudo o que eu supunha saber e pensava ser a verdade.

Não se trata da mera questão de saber se a fórmula realmente existe ou é apenas uma criação da minha mente. O fato é que a fórmula tem todos os requisitos para produzir o Universo tal como se encontra hoje a partir de meros vórtices imateriais. Então opiniões humanas discutindo se a fórmula existe na Natureza de nada valem porque a mente humana, o conhecimento cientifico atual, não tem a capacidade para solucionar esta questão. Manda a lógica que agora só nos resta uma alternativa. Continuar investigando qual o certo: acaso ou prévio design? As duas soluções supremas são perfeitamente, lógicamente, racionalmente possíveis, e uma não é melhor que a outra, à luz dos fatos reais e comprovados que conhecemos até este momento .

Quando vejo uma cena na selva de uma fera atacando e estraçalhando uma horrorizada e indefesa ovelha, ou fico sabendo que o agente de segurança do Carajás que estava desaparecido e foi encontrado quase inteiro mas móido dentro de uma jibóia, e imagino o terror daquele homem sentindo-se enrolado pela cobra e vendo sua bocarra se aproximando para enguli-lo sem que ele pudesse se mexer e escapar dela… perco totalmente a esperança de que haja algum tipo de Deus. Ou de alguma inteligência superior à humana criando por vontade própria uma fórmula quantica viva capaz de produzir universos e vidas como a nossa. Impossível que uma inteligência superior não tivesse o minimo de compaixão e permitisse acontecer estes horrores.

Mas, por outro lado, quando vejo fenômenos naturais comprovados como a magistral proporção que gera a beleza através da bi-lateral simetria, e vejo que esta proporção é uma produção geométrica espacial com bases sólidas matematicas, retorna a esperança, pois isto não poderia de maneira alguma ser produzida por um acaso onde faltasse a inteligência.

Assim vivo oscilando entre duas possíveis soluções para as existências do mundo e a nossa própria: depende da cena que vejo em cada momento. Por isso hoje me sinto o mais infeliz dos humanos pois todos tem algo em acreditar e eu não tenho, perdido entre duas alternativas que não tenho como saber qual a correta. No final de tudo a deprimente certeza que vou morrer sem resolver o mistério da minha existência, pois o meu cérebro e a minha Razão são demasiado pequeninos para alcançar esta suprema solução.

Vamos então entrar agora nas explicações do reino de aparência mágica e inteligente do numero Phi.   

Imagine a cozinheira fazendo a massa para um bolo que terá a forma, digamos, de uma pessoa. Ela começa a modelar a massa pela base, fazendo os dois pés, mas é importante notar que ela focaliza um ponto central e vai levantando a forma de maneira que as partes esquerda e direita dêste ponto central sejam iguais, aplicando a famosa bi-lateral simetria que dá a beleza às formas. Ela constrói sua imagem baseada no seu conhecimento de uma imagem que ela já viu antes e conhece muito bem. Portanto ela parte de uma imagem préviamente existente. O segundo ponto importante a notar é que a cozinheira não tem a pretensão de fazer a imagem de um ser humano  real, com vida. Sua produção final será um mero boneco, uma estátua. 

A Natureza ( que na minha definição seria a força universal ou o próprio Universo que se expande e se transforma) pode ser comparada, a grosso modo, com a cozinheira de bolos que ao invés de jogar a massa sem forma trabalhada dentro do forno, trabalha-a antes, modelando-a, obtendo formas. Mas é dificel acreditar que a Natureza inconsciente tenha propósitos, planos futuros, para as formas que ela produz. No entanto, quando olhamos mais à frente e vemos como estas formas produzidas estão se comportando, descobrimos estupefatos que elas serviram a um propósito.  A imagem do boneco serviu para o prazer estético dos convivas, a imagem do réptil serviu para produzir a imagem do mamifero. Quer queiramos ou não, até agora a Natureza tem se comportado como a cozinheira consciente que sabe préviamente o que quer quando trabalha a massa.

Mas existem diferenças patentes entre a Natureza e a cozinheira quando modelam a massa.

a) a cozinheira tem prévias imagens já construídas na mente, ela apenas reproduz imagens; a Natureza não tinha imagem alguma de mamiferos quando modelava a massa de répteis, ou seja, ela têve que criar uma nova imagem. E não se trata da cozinheira criando uma imagem que nunca existiu, sem plano algum, por exemplo, trocando a imagem de braços por martelos. Isto é fácil a qualquer um fazer. A Natureza tinha que criar uma imagem nova, nunca vista antes, que atendesse a um plano futuro: a imagem do mamifero produziu uma arquitetura mais complexa, o cérebro humano. O Homem com martelos no lugar dos braços jamais poderia produzir a próxima forma biológica mais complexa. Portanto, o fato incontestável é que a Natureza sempre criou imagens novas nunca existentes antes, e tôdas as imagens anteriores eram protótipos da imagem ultima existente agora, como mostram as evidências.

Raios! Como um ser inconsciente pode fazer isso?! Eu acho que não pode. Seria o mesmo que dizer que o conjunto de tôdas as particulas do Universo constituem uma espécie de cozinheira que desde o Big Bang já tinha em mente fazer um bolo que apresentasse imagens de seres humanos, que ela nunca viu antes e ainda mais: vivos!

Prefiro a tese da fórmula matricial no meio da matéria. Esta explica tudo, racionalmente, o que aconteceu depois do Big Bang, ao menos.

Está bem. Os ateus vão retrucar que estou abordando a coisa pelo lado errado. Que o agente da evolução não teria sido a Natureza, nem a cozinheira, mas a imagem. Ela é que possui a força de se mover, se adaptar, variar, evoluir, de forma em forma.

Minha resposta? Acertaram na môsca!

A imagem é um simbolo representando uma arquitetura concreta, material, natural. E o que mais é a fórmula da Matriz? Senão um simbolo abstrato na forma de imagem que contem em si todas as formas que essa arquitetura adquiriu durante sua história de evolução? Ela desponta como a mais forte candidata a ser a invisivel variavel que tem movido as coisas dentro do Universo e produzido tudo o que aí está. 

b) A cozinheira produz formas estáticas enquanto a Natureza produz arquiteturas vivas, dinamicas. Terá a cozinheira um dia a capacidade de fazer bolos com imagens de pessoas e animais que vivem e se movem na superficie do bolo estragando toda a decoração? A resposta é sim, talvez em 20 bilhões de anos. Basta a ela inserir como ingredientes todos os elementos básicos da Natureza e imitar a história da evolução natural. Mas quando a Natureza começou a fazer seu bolo, era apenas uma quantidade de massa disforme e energia movendo-se caóticamente. E não tinha na mente a recordação de imagem alguma de pessoas e animais, muito menos de processo evolutivo, do método evolutivo.

Vem então os ateus correndo apontar para sua teoria: o que existe hoje, pessoas, animais, a Vida em si, estão aí simplesmente porque aconteceu, porque dentre as infinitas possibilidades daquela massa disforme inicial, este quadro universal era um dos possiveis. A cozinheira nào prrecisava ter imagem mental alguma, bastava simplesmente mexer com a massa, fazendo experiencias, descartando formas, aprovando outras.

Estes caras são uns pentelhos! E não é que têm razão?! Como saio dessa agora salvando a fórmula da Matriz?

Achei! Heureka! Bastou pensar um minuto e recordar qual o motivo de todo este pensamento: a bi-lateral simetria.

Vamos supor a Natureza como sendo a cozinheira dos ateus. Ela fêz os ingredientes, aprovou uns, descartou outros. Depois tentou combinar estes ingredientes e obtêve átomos. Continuou e obteve galáxias. Até aqui são todos sistemas inanimados. Agora eu peço por favor a um ateu onde, no modelo deles de galaxia, de atomos, ou sistemas estelares, está o numero Phi? Sei onde estava a bi-lateral simetria naquelas épocas, desde as particulas ela já existia. Mas a Razão Áurea nunca foi apontada em átomos e sistemas astronomicos. Simplesmente porque estes são esféricos, as partes movem-se por todos os lugares internos, será dificel encontrar uma correspondencia entre o tamanho da circunferencia e um ponto fixo interno que sirva como base para achar Phi. Eu vou ao extremo de afirmar categóricamente que o Phi nunca será encontrado nos ditos sistemas inanimados, que ele apenas surgiu junto com os sistemas biológicos. Por  isso apenas estes apresentam o fenômeno da auto-reprodução.

Então a cozinheira dos ateus teria descoberto a geometria e a matemática ao observar sua ultima forma, a galáxia? Tambem não pois a matematica já se aplicava à Física de antes. Como essa cozinheira saltou dos sistemas não-vivos que não possuem o Phi, para os sistemas vivos que dependem do Phi? Ao menos da reprodução que ele proporciona, para não citar a funcionalidade das formas simétricas?

Resposta dos ateus: como tudo o mais na Natureza, o Phi era uma possibilidade da matéria, e como tal, ele surgiu espontaneamente. A Natureza viu, gostou, aprovou e aí ele está até hoje.

Pode ser. Por isso nunca descartei a teoria do acaso. Ela continua em minha mente como viva possibilidade e sempre é chamada quando estou estudando um novo assunto natural. Como lhe tenho dado espaço aqui.

Mas existe a outra possibilidade. Se a origem e evolução das galáxias foi tal como sigerida pela Teoria da Matriz, o Phi nunca surgou in Universo espontaneamente. Ele está nos seres vivos porque veio de LUCA. Ele está em LUCA porque veio dos vórtices quanticos imateriais antes do Big Bang. E aí então me perco nas brumas da escuridão: não sei se a matematica e a geometria surgiram espontaneamente antes das origens dêste Universo ou se foi em algum momento, dentro da evolução dos universos, criada por alguma inteligência.      

Para responder esta questão cientificamente de maneira que a solução seja inquestionável só existiria uma maneira: voltar no tempo e assistir com nossos próprios olhos a cena quando pela primeira vez surgiu uma forma bi-lateralmente simétrica. Mas isto nos é impossível. Segundo os calculos da Teoria da Matriz/DNA, a primeira forma simétrica surgiu neste espaço onde hoje se encontra este nosso Universo antes mesmo de surgou a primeira matéria e isto teria sido antes do Big Bang, a mais de 13,7 bilhões de anos atrás. A primeira construção simétrica terá sido os dois tipos de vórtices quanticos que, unidos deram origem à semi-matéria e depois, quatro dêles teria constituido a primeira particula material, o quark. Um vortice spin right, girando para a direita, é a meia face que se une a um vórtice spin left, girando para a esquerda, e fixam-se com face completa, onde o fenótipo é bi-lateral simétrico e o genótipo é assimétrico. Bem, essa teoria das origens está explicada em outro artigo neste website sob o tutulo “As bolhas de Yukawa”.

Desenvolvendo os calculos a partir destes vórtices chegamos a perceber que os vórtices quanticos eram muito mais complexos do que se poderia imaginar: eles continham sete forças brutas, que deram origem às sete funções sistêmicas universais que construíram desde átomos, às galaxias, aos corpos humanos. A teoria é bastante lógica e racional aja visto que na verdade chegamos a este quadro das origens partindo do futuro – do mundo tal como está construído hoje – e fomos descendo rumo ao passado cada vez mais distante, principalmente orientado pelo elo denominado LUCA – the Last Universal Common Ancestor – entre a matéria inanimada e a Vida. É racional porque o resultado final, a História do Universo, é a mesma tanto faz se partirmos do passado no momento incial e chegamos no dia de hoje, ou se partimos de hoje e regredimos ao instante inicial.

Então desponta a estonteante conclusão: a Natureza material não inventou, não criou a bi-lateral simetria nem a assimetria, pelo contrário, esta Natureza foi criada a partir de um plano, uma fórmula não material que já possuía em si estes fenômenos. Esta fórmula é invisivel, apenas conceitual, parece que existe apenas na dimensão quantica, mas ela é uma força igual à nossa mente, a qual tambem é invisivel e apenas conceitual mas que tem o poder de atuar na matéria e  influenciar a matéria por uma simples vontade, como por exemplo, quando ela move nossos braços e assim pode até transformar o mundo externo ao nosso redor.

Não há como um exigente agnóstico e cético como eu escapar dessa inquestionável conclusão: a Natureza material produz formas simétricas e belas, a simetria é um fato incontestável, mas assim como a cozinheira tem a simetria na mente e portanto numa forma abstrata e não-material antes de modelar a massa, assim tambem os vórtices quanticos abstratos possuiam em si a simetria antes de produzir e modelar a massa material.

Mas o mais surpreendente de tudo é que quando vamos analizar inteligentemente um vórtice qualquer, tal como os remoinhos que surgem do ar no quintal da nossa casa, e tal como os furacões e tornados que surgem nos mares do Caribe, cujos remoinhos são movimentos de forças invisiveis aos nossos olhos, e são cópias exatas e atuais dos vórtices quanticos que deram origem a este Universo, descobrimos que eles são uma produção de um planejamento geométrico e matemático! Cujo planejamento só poderia ter como fonte três alternativas: ou foi  elaborado por uma inteligência extra-universal; ou fou produto espontãneo de um infinito processo de reprodução genética de um corpo-sistema existente antes e alem deste universo, corpo este que obedece a um esqiema geométrico-matematico; ou é efeito de deuses peraltas e moleques que na maneira dos nossos hackers se deleitam em criar softwares quanticos vivos que produzem universos… canalizados para nos produzirem. O que me interessa aqui é a conclusão inevitavel: a Natureza só existe como tal porque é assentada numa fórmula geométrica, matematicalmente calculada.

E uma das grandes impressionantes evidências desta fórmula é o Numero Pi, ou Phi. O que é o Pi? A formula da Matriz Perfeita é um circuito redondo, uma circunferencia. Quando essa fórmula chegou ao nivel evolutivo de produzir o sistema meio-mecanico, meio-biológico que é a galaxia, ela se manifestou pela primeira vez na Natureza em toda sua exuberancia, em sua maxima perfeição. Ela, a partir de um astro, construiu LUCA, o nosso mais antigo ancestral semi-vivo.  Em seguida ela teria que construir o primeiro sistema vivo com a massa do astro. Desde que a imagem contendo a bi-lateral simetria já existia no céu, de forma invisivel e abstrata como essa imagem existe na mente da cozinheira, ela desce completa sôbre a superficie de um astro para modelar sua massa. A formula completa significa um volta completa do circuito que perfaz a curcunferencia. Uma volta completa é matematicamente simbolizada pelo numero 1, sendo que nele já esta subtentendido a imagem com simetria.