Archive for the ‘Fóton’ Category

O mundo fantastico da luz no nivel quantico

sexta-feira, março 9th, 2018

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Observe na figura dois cones roxo/cinza, um na esquerda em baixo e outro na direita em cima. Estes cones sao as cargas de dois eletrons, ou os dois eletrons em si mesmos. A diferenca entre eles e’ que um gira para o lado oposto ao do outro ( spin right and and spin left). No meio dos dois ve-se um espiral giratoria azul. Isto e’ luz na forma de um simples foton microonda.

Esta experiencia visa obter o computador quantico, esta seria uma foma muito mais rapida de processor informacoes. Para nos fica esta maravilha de informacao, de como aparece aos cientistas com seus poderosos microscopios, a luz, o foton, os eletrons.

E para a Matrix/DNA cosmovisao, buscamos onde esta este mecanismos/processo na formula, e de imediato nota-se a semelhanca com a formula, onde o vortices F1 se localiza entre os fluxos direito e esquerdo, justamente recebendo informacoes de um, processando-as com os dados que ja tem registrados em seu interior e emitindo-as para o outro fluxo.

Stylized illustration of coupled electron spin and light – CREDIT: N. SAMKHARADZE ET AL.

Ver artigo em:

Quantum Eletronics

Coupling light to single spins

http://science.sciencemag.org/content/359/6380/twis?utm_campaign=toc_sci-mag_2018-03-08&et_rid=17081225&et_cid=1895792

Luz: Onda ou Particula ou Ambos? O melhor video explicativo, porem, os comentarios sao melhores ainda

domingo, fevereiro 4th, 2018

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https://www.youtube.com/watch?v=mlaVHxUSiNk

Light is a wave and a particle, but no-one’s managed to see both at the same time…. until now!

The first ever snapshot of light as both wave and particle is taken by Fabrizio Carbone’s lab at EPFL (LUMES). The work is published in Nature Communications on 02 March 2015.

Full story: http://bit.ly/1AOhuTm

Na secao de comentarios existe a contribuicao de fisicos muito bem informados respondendo questoes. Imperdivel.

Quando a luz perde seu genoma que cai em Titan

domingo, janeiro 14th, 2018

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Assistindo o video abaixo, quando mostra a superficie de Titan, a lua de Saturno, percebo algo nunca pensado antes. Imagino o que acontece com as sementes da vida que caem naquele lugar. Existe uma ou mais ondas de luz universal que vem desde o Big Bang ( ou continuam sendo emitidas) e que se propaga por todo o Universo. Esta onda de luz apresenta uma sequencia de formas e estados que se assemelham a mesma sequencia das formas e estados de um corpo humano ao longo de sua vida. Em outras palavras, esta onda de Luz possui o mesmo ciclo vital que nos. Em outras palavras, esta onda de luz e’ um protótipo da Vida. Suponho que ao se propagar na substancia do espaço, ela gera energia pela friccao e divide esta substancia agora permeada de energia em porcões, cada porcão imitando cada uma das partes da onda de luz. E depois o ciclo vital alinha estas porcões na sua sequencia criando corpos mutáveis, e com eles, realinhando-os na mesma sequencia, ela cria sistemas. Como átomos, galaxias…

Mas ao passar na sua propagação, a luz vai perdendo suas particulas, os fótons, os quais se amalgamam nestes corpos de massa e energia.  Estes fotons, alem de carregarem a esta informação sobre o ponto que ocupavam na onda de luz, tendem a retornar a fazer parte da onda-mãe. Mas por algum motive não o conseguem por si só, então ficam vagando, penetrando elétrons dentro dos átomos, onde eles se sentem melhor. Mas quando atomos próximos contem outros fotons, eles se sentem a mutual presença e se estudam. Alguns podem serem tao estranhos a outros que são quase irreconheciveis como tais, porque vem de pontos da onda muito distantes, com informações incompreensiveis, então não existe ligação entre eles. Mas quando reconhecem em outro foton em outro elétron de outro átomo, ou mesmo em outro elétron do átomo em que estão, uma auto-identificação porque provem da mesma região da luz, tendem a se comunicarem e se aproximarem. Assim estas conexões vão criando como redes de comunicação, networks, formadas por extensões filamentosas de plasma fotônico, como as dendrites dos neurônios, criando sinapses indetectáveis ainda aos humanos. Destas conexões, sempre acrescentadas por novos fotons que chegam, conduzem os átomos a novas combinações, denominadas de orgânicas, e daqui, começa a Vida, ou seja, a reconstrução da onda de luz universal.

Então estes fotons, que funcionam como genes isolados sem comporem um genoma, funcionam como as primeiras sementes da vida. E observando a superfície curiosa de Titan, vemos uma região dificil para sobrevivencia de alguma forma de vida, as sementes que ai caem, caem em péssima seara para agricultura. mas como tem um liquido parecido com água, a temperatura não e’ tao inóspita, as sementes ali lutam muito para florescer, antes de desistirem por um tempo quase eterno ate que as transformações as libertem dali ou o ambiente se torne mais amigável.

Mas alem de ver como as coisas estão acontecendo ao nivel microscópico dos fotons, tentando reconstruir um sistema vivo, vemos o astro de cima, de longe e sentimos um mundo turbulento em transformações. O que causa aquilo? No mais profundo sentido e como causa oculta fundamental, e’ a onda de luz tentando fazer uma das porcões de matéria modelar-se como ela, a sua imagem e semelhança, com o mesmo significado vital. E então percebemos um dos mais maravilhosos atos da Natureza.

E’ como se a mãe tentasse salvar seus fetos. Como se ela tentasse modelar seu útero para tornar-se mais apropriado `a sobrevivência de seus genes. Então a luta pela vida vem de duas direções, uma desde o macrocosmo e a outra, vindo do microcosmo.

Se realmente for assim, ficam mais perguntas, como qual sera o proposito da existência? Porque este esforço gigantesco, universal, em inseminar a vida e faze-la espalhar-se pelo todo?

Bem, a resposta esta na fonte dessa onda de luz. E essa fonte existia antes do Big bang, e talvez ainda exista alem deste Universo. Como com certeza nunca conseguirei ultrapassar as ultimas fronteiras do Universo para conhecer o que ha’ la’ fora… vou morrer sem a resposta. E assim e’ a minha vida microscópica que fica sem sentido racional. Porque existo e para que, se vivo sem saber o que sou, para fazer o que estou aqui?

Apesar disto ainda existem momentos prazerosos nesta vida. Como este em que penso numa galinha puxando seus pintinhos para os alimentos e tentando manter o ambiente melhor para eles, como por exemplo, quando se arrisca enfrentando a cobra que ameaça suas crias. Asim vejo a luz e seus fótons… em Titan.

Fótons/Elétrons: Curiosa Informação – O que e’ a energia própria do elétron e a força que move a Luz?!

segunda-feira, janeiro 8th, 2018

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Frase colhida ao acaso na Internet:

They ( thePhysicists) still haven’t even solved the problem of the self-energy of the electron. A 100 year old fundamental problem. Guess that’s too tough a problem for them. Easier to make up fantasy Physics.

Matrix/DNA: ok, então elétron tem uma energia própria. Surge com ela, desde seu nascimento?

A Ciência Oficial ainda não sabe como veio, de onde vem, como funciona, porque o elétron não gasta sua energia?

Para nos isto interessa devido os modelos sugerirem que fótons trabalham como genes e para isso, penetram nos elétrons dentro dos átomos. Tambem os modelos sugerem uma onda de luz original, ou uma fonte original produzindo intermitentemente ondas de luz que se propagam. De onde vem a força própria da Luz, que a mantem se propagando?

E os modelos sugerem que apos a desintegração destas ondas de luz em fótons, estes continuam movendo-se agora no sentido oposto ao que a luz se propagou, fazendo o caminho inverso rumo `a fonte original. Isso significa que a Luz tem uma força eterna, imutável, sem fim. E ela passa aos fótons. E se os fótons com essa força estão dentro de elétrons, a energia que dizem serem própria dos elétrons, não passa da força dos fótons.

 

Transporte e Circulação de elétrons nas moléculas: Grupos de Pesquisas e Sugestao da Matrix/DNA

quarta-feira, setembro 27th, 2017

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Imperial College London – Lista de pesquisas ( continuar a ver cada area)

http://www.imperial.ac.uk/a-z-research/

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Albrecht Group – Grupo de Pesquisa

http://www.imperial.ac.uk/albrecht-group/

( continuar enviando o e-mail abaixo para o staff )

The group’s research interests focus on electrochemical processes on the nanoscale.

“We are interested in both fundamental and applied aspects of single-molecular electron transport. How does the immediate environment of a molecule influence its electron transport properties? Can one use such a configuration as device components in nanoscale electronic circuitry? Is it possible to use such a concept in innovative sensor applications?”

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Meu E-mail: ( mandar para todo o staff no link : http://www.imperial.ac.uk/chemistry/about/contacts/all-staff/

Title: Suggestions for you making new researches at your field

How does the immediate environment of a molecule influence its electron transport properties?

Sorry if I am wrong but maybe I can contribute to your valuable research at least offering more food for thought.

Molecules are composed and evolves due its electrons containing information from a universal natural formula for to be a complete working natural system plus the action of the environment which is composed and driven by the same formula. So, the internal circuitry of any molecule is the slice of the whole formula’s circuitry which its components mimics the components at the formula. When a molecule provokes an  input of energy is the molecule looking for environments’ ingredients that could help her to compose the next missing slices of the formula. When the molecule produces the output is delivering its waste. Each identical molecules has its own properties due – in the formula – its circuitry obeys the same process of life’s cycle, which means that a specific point of the circuitry is the representation of a specific phase of this process.

Only seeing the single formula ( at my website, the Matrix/DNA formula for closed perfect systems) and understanding it, you will grasp what I am suggesting. About organic molecules, for instance, the carbon atom was selected to be the central biological systems atom because the carbon is – among all atoms 0 which is the most approximate copy of the formula ( the formula contains six universal systemic functions which built the atoms systems in diversified copies from itself, but the atom with atomic number six – each particles representing a specific systemic function – is the best working copy). So, the formula penetrated Earth matter represented by the Carbon, which became the nucleus for composing a larger system towards multimolecular structures as proteins. So, you can see the 20 amino acids for life being composed piece by piece following the formula’s pieces sequence. Knowing the formula and identifying these pieces/functions at the molecules, you can understanding the circuitry properties, which is the level of performance, which new ingredients could optimizing and growing the internal transport and quality of the output.

The last word: this formula was detected as a universal pattern as template of all natural systems, from atoms to galaxies to organisms. Later, searching the origins and precedence of this formula we detected the same pattern at the resulting light wave of the seven kinds of electromagnetic radiation. So, it strongly suggests that the first original formula is made of natural light, which indicates that its bits-information are its photons, which penetrates these electrons, assuming the atomic machinery, driving it to connections with another surrounding atoms which contains photons from the prior neighborhood systemic circuitry sequence. The tendency of these photons is to compose a network among the right photons that composes the formula and when they does it, they assembled the system with atoms. After that, they assembles molecules, proteins, cells, etc.

I know that this is a weird text and the poor English prejudices its understanding, plus the novelty of this issue. My intention here is merely that you read it as curiosity and food for thought, which you will thinking about when practicing at the Lab, which could leaving you to a new surprising discoveries. If you do that, it is what I need, testing the predictions of my theory to see if it has really solid foundations. I have written an article in my website about yours team and research with a copy of this e-mail, so, if you want more information, can use the comments section. Cheers,…

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Enviado para… na data de….

t.albrecht@imperial.ac.uk em 9/27/2017 ( nao tem nome pessoal penso que este e’ o e-mail geral do grupo)

alexander.al-zubeidi13@imperial.ac.uk em 9/27/2017

Raios Cósmicos de Outras Galáxias Chegam a Terra Trazendo Fótons

terça-feira, setembro 26th, 2017

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Bem… isso ja era suspeitado pela Matrix/DNA Theory, pois nao e’ muito confortável a ideia de que um único exemplar da formula vindo de apenas uma galáxia  contenha todas as informacoes para sistemas biologicos. Detectado que a Terra e’ de fato bombardeada por raios cósmicos vindos de outras galáxias as quais devem estar trazendo “fótons”…

Paper: NATURE

http://www.nature.com/news/high-energy-cosmic-rays-come-from-outside-our-galaxy-1.22655#/b1

Os raios cósmicos de alta energia vêm de fora da nossa galáxia

O mais curioso nesta notícia e’ a loucura humana. 1600 tanques de agua a cada intervalo de 1,5 kilometros em cerca de 3.000 kilometros para… captar raios cosmicos!

Para detectar esses chuveiros, o Observatório Pierre Auger tem 1.600 tanques de água de tamanho de carro colocados a intervalos de 1,5 km, para cobrir 3.000 quilômetros quadrados de planícies gramíneas na província argentina de Mendoza.

Quatro conjuntos de telescópios monitoram o céu sobre a disposição, e – nas noites sem lua – podem detectar flashes de luz ultravioleta gerados pelos chuveiros. A partir da sua localização relativamente próxima ao equador, a matriz pode pegar raios cósmicos provenientes de todo o céu do sul, bem como de grande parte do céu do norte, cobrindo 85% da esfera celestial.

Os raios cósmicos foram detectados usando 1.600 tanques de água colocados em intervalos de 1,5 km

Teoria da Eletrodinâmica Quântica – Quantum Electrodynamics

sexta-feira, setembro 8th, 2017

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Alguem disse que a Teoria Eletrodinamica Quantica explica como a luz interage com a matéria. Opa!!! Isto interessa sobremaneira `a cosmovisão da Matrix/DNA. Então uma breve pesquisada sobre o que é essa teoria e como ela descreve isso,… vem a decepção. Para ilustrar vejamos o que diz um de seus autores, Feynman:

Wikipedia – quantum electrodynamics

Within the above framework of Quantum Electrodynamic Theory, physicists were then able to calculate to a high degree of accuracy some of the properties of electrons, such as the anomalous magnetic dipole moment. However, as Feynman points out, it fails totally to explain why particles such as the electron have the masses they do.

“There is no theory that adequately explains these numbers. We use the numbers in all our theories, but we don’t understand them – what they are, or where they come from. I believe that from a fundamental point of view, this is a very interesting and serious problem.”

Resumindo,  alguem descobriu que elétrons absorvem e emitem fótons. Nada mais. Como faz, porque faz, etc., não se sabe. Mas seria importante para tecnologia e conhecimento se ao menos fosse possível prever “quando” isto acontece. Tambem não ha’ observação capaz de ajudar. Então os matemáticos desenvolveram equações dentro do calculo das probabilidades que ao menos permite fazer previsões de quando isto ocorrera’, pelo calculo das probabilidades.

Biofotons:

quinta-feira, setembro 7th, 2017

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Cientistas detectam biofotons movendo-se no cérebro, justo como previu a Matrix/DNA Theory a 30 anos atras. Explico algo no comentário copiado abaixo ( artigo traduzido por “O Universo Racionalista” e a fonte com link abaixo do Arxiv/Org.) :

https://universoracionalista.org/existem-canais-de-comunicacao-optica-em-nossos-cerebros/?utm_medium=botao&utm_source=ur&utm_campaign=onesignal

Existem canais de comunicação óptica em nossos cérebros?

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Referência: arxiv.org/abs/1708.08887“Are There Optical Communication Channels in the Brain?”

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Meu comentario postado no artigo:

Louis C. Morelli – 9/7/2017
 Grato pela importante informação. Apenas não compreendo porque o artigo insiste na ideia de que o cérebro “produza” os fótons. E porque não “absorve e move fótons”? Que moléculas excitadas liberem fótons não quer dizer que elas os produzem. Não sei a quanto tempo os cientistas observaram biofotons no cérebro, porem os meus modelos e formulas na Teoria da Matrix/DNA sugeriu justo isso a 30 anos atras. Depois de descobrir que existe um modelo teórico deste sistema astronomico cujos building blocks são exatamente similares ao building block do DNA, fiquei procurando um mecanismo que teria trazido `a superfície do planeta as informações astronômicas para iniciar abiogêneses. O mecanismo da genética preencheu os requisitos e o melhor candidato por ter trazido estas informações eram os fótons ( a transmissão se daria pela luz estelar, radiação cósmica, etc.). Então na época ao registrar os copyrights da teoria escrevi denominando estes fótons de genes semi-vivos, ou biogêneses, como ancestrais não-biológicos dos nossos genes. Em algum outro lugar cientistas estavam pensando em biofotons… e eu não sabia disso?

Mas minhas formulas sugerem que estes fótons criam seus próprios canais de inter-comunicação formando uma network que subjaz os flashes das sinapses… portanto, não necessitaria de canais de fibras óticas.

Quais regioes do espectro eletromagnetico plantas usam para dirigir a fotosintese?

sexta-feira, setembro 1st, 2017

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Funcao Sistemica das Plantas pela Fotosintese

Funcao Sistemica das Plantas pela Fotosintese

( Copiado docto. em PDF para traduzir aqui, e estudar o assunto, do link:

https://www.heliospectra.com/sites/default/files/general/What%20light%20do%20plants%20need_5.pdf

Which regions of the electromagnetic spectrum do plants use to drive photosynthesis?

Green Light: The Forgotten Region of the Spectrum.

Luz verde: A esquecida regiao do espectro

No passado, os fisiologistas das plantas usaram luz verde como uma luz segura durante experimentos que requeriam escuridao. Era assumido que plantas refletem a maioria da luz verde e que ela nao induziria a fotosintese. Sim, plantas nao refletem luz verde mas a sensitividade da visao humana absorve a regiao verde em mais ou menos 560 nm, a qual permite a nos preferencialmentte ver o verde. Plantas nao refletem toda a luz verde que incide sobre elas mas elas refletem o suficiente para nos detector-mos ela. Se voce esta’ interessado pode pesquisar para saber qual a regra da luz verde na fotosintese.
O espectro eletromagnetico: Luz
A luz visivel oscila desde a azul-fraca `a luz vermelha-forte e e’ descrita como as ondas de comprimentos entre 380nm e 750nm, apeasr de que isto varia entre ondas individuais. A regiao entre 400nm e 700nm e’ a que as plantas usam para dirigir fotosinteses e e’ tipicamente referida como “Radiacao Ativa Fotosintetica (PAR, em ingles). Ha’ uma relacao inversa entre comprimento de onda e energia quantica: quanto mais elevada o comprimento da onda, menor a energia quantica, e vice-versa.
Plantas usam comprimentos de onda fora do PAR para o fenomeno conhecido como Fotomorfogeneses, o qual e’ luz regulando mudancas em desenvolvimento, morfologia,bioquimica e estrutura e funcao da celula. Os efeitos de diferentes comprimentos de onda na funcao e forma da planta sao complexos e estao provando serem uma interessante area para estudo por muitos cientistas das plantas. O uso de especifica e ajustavel LEDs permite a nos separar `a parte as regras de areas especificas do espectro na fotosintese. Por consequencia, a sinergia entre fotosintese e fotomorfogeneses pode ser mais acuradamente examinada agora. Este “paper” focalize fotosintese. Fotomorfogense sera tratada no futuro.

(continuar traducao)

Ver figura: The electromagnetic spectrum.

Photosynthetic pigments and light absorption

The first step in photosynthesis is the absorption of light by antenna pigments located within the thylakoid membrane in the chloroplasts. Photosynthetic organisms contain an assortment of pigments thereby allowing absorption of a maximum number of wavelengths. All photosynthetic organisms contain chlorophyll a and this is the primary light harvesting pigment. Higher plants contain accessory pigments that are also involved in light harvesting and photochemistry. These are chlorophyll b and the carotenoids.
An excellent and detailed description of plant pigments can be found at:
http://www.life.illinois.edu/govindjee/photosynBook/Chapter9.pdf
Ver figura: Photosynthetic antenna where light absorption occurs. :
Light energy is absorbed by the pigmentprotein complexes in the antennae and is transferred through Förster energy resonance transfer to the reaction center where light energy is converted to chemical energy. Light is collected by 200300 pigment molecules, which are bound to light- harvesting protein complexes located in the thylakoid membrane. The energy generated by light is used in primary and secondary plant metabolism Light absorption by photosynthetic pigments is extremely fast. It occurs within femtoseconds (10-15 s) and causes a transition from the electronic ground state to an excited state and within 10-13 s the excited state decays by vibrational relaxation to the first excited singlet state. Photosynthetic antenna systems are very efficient at excitation transfer processes. Under optimum conditions over 90% of the absorbed quanta are transferred within a few hundred picoseconds from the antenna system to the reaction center which acts as a trap for the exciton. The exciton transferred to photosystem II results in the extraction of an electron from water that is passed along the photosynthetic electron transport chain to an excited photosystem I which subsequently reduces NADP+ to NADPH which serves as an energy source for plant metabolism. A second energy source used in plant metabolism, ATP, is also produced during electron transport via an ATPase driven by a proton gradient. There are several alternative electron transport routes utilized by plants but these are outside of the scope of this paper. For a more detailed look at light absorption:
http://www.life.illinois.edu/govindjee/photosynBook/Chapter10.pdf.
Absorption spectra versus Action spectra

Reading through the popular literature on the internet and on LED lamp websites it is obvious that there is little understanding about which wavelengths plants use for photosynthesis. It is apparent that there is confusion between what an absorption spectrum and an action spectrum are and what they represent. An absorption spectrum defines the wavelengths that are absorbed. An action spectrum defines the wavelengths that are most effective for photosynthesis. In other words, it is the portion of the spectrum that does the work. This is what is most important in plant growth and metabolism. It is important to note that light absorption and light utilization are two different phenomena.

1. What is Absorption Spectrum? Which regions of the visible light spectrum do plants absorb light? This is different for extracted chlorophyll molecules, whole chloroplasts (where the chlorophyll resides) and plant leaves.  To complicate matters, the solvent in which chlorophyll is extracted also has an effect on the absorption spectrum.
The absorption spectra of chlorophylls a and b extracts is why LED grow lamps are typically made up of blue and red LEDs. The absorption spectra of isolated pigments have been the foundation for LED selection for most LED lamps. Furthermore, it has been ignored that carotenoids play a role in light absorption and energy transfer to the photosystems.

Ver figura: The absorption spectra of extracted chlorophyll and carotenoids (accessory pigments).  The primary light harvesting chlorophylls absorb light in the blue and red regions. Carotenoids absorb in the blue and green regions. 400
Chlorophyll A
500
Wavelength of light (nm)
600 700
Chlorophyll B
Amount of light absorbed
Carotenoids

The absorption spectra of isolated pigments in vitro do not represent what the whole plant absorbing. Each pigment has a specific absorption spectrum and in living systems pigments never exist alone. They are always bound to proteins and this shifts their absorption spectrum. This is why wavebands are absorbed rather than a single wavelength. In vivo , the probability of a pigment absorbing light absorption depends on: 1) the specific protein that the pigment is bound to; 2) the orientation of the pigment-protein complex within the cell; 3) the forces exerted by the surrounding medium on the pigment-protein complex.Ver figura: Absorption spectra for pigment extracts (isolated chlofophyll), disrupted and whole chloroplasts and a plant leaf where all of the pigments remain bound to their specific proteins.  There is very little absorbance of green light (500-600 nm) in extracted chlorophyll molecules. However, as the integrity of the leaf increases we see more and more absorption in the green region.
Therefore, plant leaves do absorb green light. In this case, about 70%.Figure reprinted with permission from Dr. Holly Gorton .(Absorptance spectra of isolated pigments, disrupted chloroplasts, intact chloroplasts, and whole leaves from spinach (Spinacia oleracea) Modified from (Moss & Loom is, 1952)). (http://photobiology.info/Gorton.html)2. What is an Action Spectrum?An action spectrum describes the efficiency with which specific wavelengths produce a photochemical reaction. Photosynthesis involves the harvesting of light (absorption spectrum) and the subsequent photochemical and biochemical reactions. Thus, an action spectrum describes the wavelengths that actually drive photosynthesis.
The seminal paper describing the action spectra for 22 plant species was published by KJ McCree (1972). This work was originally done in order to provide an accurate definition of PAR, which had not been previously described empirically. The action spectra described in the McCree paper plot the efficiency or quantum yield of CO2 assimilation as a function of wavelength. Interestingly, similar action spectra were observed for the 22 plant species. However, there was slight variation between species in the blue end of the spectrum. The results from this work indicated that PAR was between 400 nm and 700 nm and that all wavelengths within this region were used in photosynthesis.

www.heliospectra.com                                                                                 October 5, 2012
Action spectra for 22 plant species grown in the field (top plate) and a growth chamber (bottom plate).  (McCree 1972).
The areas of the spectrum that drive photosynthesis are highest in the red end (600-700 nm), followed by the blue region (400-500 nm) and lastly, the green region (500-600 nm). These data show that between 50 and  75% of the green light is used in photosynthesis.
RED > BLUE > GREEN
Thus, Green light is necessary for photosynthesis.The action spectra for higher plants and a green alga ( Ulva ) (http://photobiology.info/Gorton.html)
The action spectrum for higher plants presented here (b) is an average of the data presented in the McCree (1972) paper. On average, over 70% of the green light was used in photosynthesis.
Crop plants have been bred for uniformity and thus have similar action spectra. Algae and other photoautotrophic organisms have evolved differently.Figure reprinted with permission from Dr. Holly Gorton. (
Photosynthetic action spectra for the green alga Ulva (two cell layers) (Haxo & Blinks, 1950) and higher plants (multiple cel l layers). The curve for higher plants represents the average of action spectra obtained for 22 crop plants (McCree, 1971/1972) recalculated on a photon basis.).The Role of Green Light in Photosynthesis.
It is clear that green light is a player in photosynthesis along with the other portions of the spectrum. How and where does this occur? Blue and red light are absorbed preferentially at the adaxial (upper) side of leaves and are more efficient at driving photosynthesis in this region compared to green light (Sun et al. 1998; Nishio, 2000; Terashima et al., 2009).  As a consequence, green light is transmitted deeper into the leaf and is more efficient than either blue or red light at driving CO2 fixation at the abaxial (lower) sides (Sun et al. 1998; Terashima et al., 2009). Indeed, on an absorbed quantum basis, photosynthetic efficiency or quantum yield for green light is similar to that of red light, and greater than that of blue light in the deeper layers of a leaf (Terashima et al. 2009).

 Ver figura: Figure reprinted with permission from Mr. Michael Knee.
Transverse section of a lilac leaf (left panel) and schematic of the internal structure. Light is absorbed by pigments within the various layers of cells. The different cell layers have different absorbance properties. (hcs.osu.edu/hcs300/anat3.htm).

Conclusions

Typical absorption values of green light (550 nm) range from 50% in lettuce to 90% in evergreen broadleaf trees. As observed above in the action spectra, the entire light spectrum is used to drive photosynthesis. It appears as though green light is not a safe light and that green light is required for optimum whole plant photosynthesis. Recent studies have determined that green light is more photosynthetically efficient than red or blue in the deeper layers of leaves. The experiments we have performed at Heliospectra support the importance of green of green light for optimal plant growth and have found that the amount of green required is species dependent. The Heliospectra LED selection differs from most other LED plant growth lamps and this was based on full understanding of photosynthesis and plant physiological processes.

Foton: Forma Fisica?

sábado, agosto 5th, 2017

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ler este pdf:

Physical Model of a Real Photon with Substructure and Mass by Kenneth D. Oglesby 25 September 2016

http://vixra.org/pdf/1609.0359v1.pdf