Archive for the ‘Fóton’ Category

Transporte e Circulação de elétrons nas moléculas: Grupos de Pesquisas e Sugestao da Matrix/DNA

quarta-feira, setembro 27th, 2017

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Imperial College London – Lista de pesquisas ( continuar a ver cada area)

http://www.imperial.ac.uk/a-z-research/

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Albrecht Group – Grupo de Pesquisa

http://www.imperial.ac.uk/albrecht-group/

( continuar enviando o e-mail abaixo para o staff )

The group’s research interests focus on electrochemical processes on the nanoscale.

“We are interested in both fundamental and applied aspects of single-molecular electron transport. How does the immediate environment of a molecule influence its electron transport properties? Can one use such a configuration as device components in nanoscale electronic circuitry? Is it possible to use such a concept in innovative sensor applications?”

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Meu E-mail: ( mandar para todo o staff no link : http://www.imperial.ac.uk/chemistry/about/contacts/all-staff/

Title: Suggestions for you making new researches at your field

How does the immediate environment of a molecule influence its electron transport properties?

Sorry if I am wrong but maybe I can contribute to your valuable research at least offering more food for thought.

Molecules are composed and evolves due its electrons containing information from a universal natural formula for to be a complete working natural system plus the action of the environment which is composed and driven by the same formula. So, the internal circuitry of any molecule is the slice of the whole formula’s circuitry which its components mimics the components at the formula. When a molecule provokes an  input of energy is the molecule looking for environments’ ingredients that could help her to compose the next missing slices of the formula. When the molecule produces the output is delivering its waste. Each identical molecules has its own properties due – in the formula – its circuitry obeys the same process of life’s cycle, which means that a specific point of the circuitry is the representation of a specific phase of this process.

Only seeing the single formula ( at my website, the Matrix/DNA formula for closed perfect systems) and understanding it, you will grasp what I am suggesting. About organic molecules, for instance, the carbon atom was selected to be the central biological systems atom because the carbon is – among all atoms 0 which is the most approximate copy of the formula ( the formula contains six universal systemic functions which built the atoms systems in diversified copies from itself, but the atom with atomic number six – each particles representing a specific systemic function – is the best working copy). So, the formula penetrated Earth matter represented by the Carbon, which became the nucleus for composing a larger system towards multimolecular structures as proteins. So, you can see the 20 amino acids for life being composed piece by piece following the formula’s pieces sequence. Knowing the formula and identifying these pieces/functions at the molecules, you can understanding the circuitry properties, which is the level of performance, which new ingredients could optimizing and growing the internal transport and quality of the output.

The last word: this formula was detected as a universal pattern as template of all natural systems, from atoms to galaxies to organisms. Later, searching the origins and precedence of this formula we detected the same pattern at the resulting light wave of the seven kinds of electromagnetic radiation. So, it strongly suggests that the first original formula is made of natural light, which indicates that its bits-information are its photons, which penetrates these electrons, assuming the atomic machinery, driving it to connections with another surrounding atoms which contains photons from the prior neighborhood systemic circuitry sequence. The tendency of these photons is to compose a network among the right photons that composes the formula and when they does it, they assembled the system with atoms. After that, they assembles molecules, proteins, cells, etc.

I know that this is a weird text and the poor English prejudices its understanding, plus the novelty of this issue. My intention here is merely that you read it as curiosity and food for thought, which you will thinking about when practicing at the Lab, which could leaving you to a new surprising discoveries. If you do that, it is what I need, testing the predictions of my theory to see if it has really solid foundations. I have written an article in my website about yours team and research with a copy of this e-mail, so, if you want more information, can use the comments section. Cheers,…

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Enviado para… na data de….

t.albrecht@imperial.ac.uk em 9/27/2017 ( nao tem nome pessoal penso que este e’ o e-mail geral do grupo)

alexander.al-zubeidi13@imperial.ac.uk em 9/27/2017

Raios Cósmicos de Outras Galáxias Chegam a Terra Trazendo Fótons

terça-feira, setembro 26th, 2017

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Bem… isso ja era suspeitado pela Matrix/DNA Theory, pois nao e’ muito confortável a ideia de que um único exemplar da formula vindo de apenas uma galáxia  contenha todas as informacoes para sistemas biologicos. Detectado que a Terra e’ de fato bombardeada por raios cósmicos vindos de outras galáxias as quais devem estar trazendo “fótons”…

Paper: NATURE

http://www.nature.com/news/high-energy-cosmic-rays-come-from-outside-our-galaxy-1.22655#/b1

Os raios cósmicos de alta energia vêm de fora da nossa galáxia

O mais curioso nesta notícia e’ a loucura humana. 1600 tanques de agua a cada intervalo de 1,5 kilometros em cerca de 3.000 kilometros para… captar raios cosmicos!

Para detectar esses chuveiros, o Observatório Pierre Auger tem 1.600 tanques de água de tamanho de carro colocados a intervalos de 1,5 km, para cobrir 3.000 quilômetros quadrados de planícies gramíneas na província argentina de Mendoza.

Quatro conjuntos de telescópios monitoram o céu sobre a disposição, e – nas noites sem lua – podem detectar flashes de luz ultravioleta gerados pelos chuveiros. A partir da sua localização relativamente próxima ao equador, a matriz pode pegar raios cósmicos provenientes de todo o céu do sul, bem como de grande parte do céu do norte, cobrindo 85% da esfera celestial.

Os raios cósmicos foram detectados usando 1.600 tanques de água colocados em intervalos de 1,5 km

Teoria da Eletrodinâmica Quântica – Quantum Electrodynamics

sexta-feira, setembro 8th, 2017

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Alguem disse que a Teoria Eletrodinamica Quantica explica como a luz interage com a matéria. Opa!!! Isto interessa sobremaneira `a cosmovisão da Matrix/DNA. Então uma breve pesquisada sobre o que é essa teoria e como ela descreve isso,… vem a decepção. Para ilustrar vejamos o que diz um de seus autores, Feynman:

Wikipedia – quantum electrodynamics

Within the above framework of Quantum Electrodynamic Theory, physicists were then able to calculate to a high degree of accuracy some of the properties of electrons, such as the anomalous magnetic dipole moment. However, as Feynman points out, it fails totally to explain why particles such as the electron have the masses they do.

“There is no theory that adequately explains these numbers. We use the numbers in all our theories, but we don’t understand them – what they are, or where they come from. I believe that from a fundamental point of view, this is a very interesting and serious problem.”

Resumindo,  alguem descobriu que elétrons absorvem e emitem fótons. Nada mais. Como faz, porque faz, etc., não se sabe. Mas seria importante para tecnologia e conhecimento se ao menos fosse possível prever “quando” isto acontece. Tambem não ha’ observação capaz de ajudar. Então os matemáticos desenvolveram equações dentro do calculo das probabilidades que ao menos permite fazer previsões de quando isto ocorrera’, pelo calculo das probabilidades.

Biofotons:

quinta-feira, setembro 7th, 2017

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Cientistas detectam biofotons movendo-se no cérebro, justo como previu a Matrix/DNA Theory a 30 anos atras. Explico algo no comentário copiado abaixo ( artigo traduzido por “O Universo Racionalista” e a fonte com link abaixo do Arxiv/Org.) :

https://universoracionalista.org/existem-canais-de-comunicacao-optica-em-nossos-cerebros/?utm_medium=botao&utm_source=ur&utm_campaign=onesignal

Existem canais de comunicação óptica em nossos cérebros?

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Referência: arxiv.org/abs/1708.08887“Are There Optical Communication Channels in the Brain?”

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Meu comentario postado no artigo:

Louis C. Morelli – 9/7/2017
 Grato pela importante informação. Apenas não compreendo porque o artigo insiste na ideia de que o cérebro “produza” os fótons. E porque não “absorve e move fótons”? Que moléculas excitadas liberem fótons não quer dizer que elas os produzem. Não sei a quanto tempo os cientistas observaram biofotons no cérebro, porem os meus modelos e formulas na Teoria da Matrix/DNA sugeriu justo isso a 30 anos atras. Depois de descobrir que existe um modelo teórico deste sistema astronomico cujos building blocks são exatamente similares ao building block do DNA, fiquei procurando um mecanismo que teria trazido `a superfície do planeta as informações astronômicas para iniciar abiogêneses. O mecanismo da genética preencheu os requisitos e o melhor candidato por ter trazido estas informações eram os fótons ( a transmissão se daria pela luz estelar, radiação cósmica, etc.). Então na época ao registrar os copyrights da teoria escrevi denominando estes fótons de genes semi-vivos, ou biogêneses, como ancestrais não-biológicos dos nossos genes. Em algum outro lugar cientistas estavam pensando em biofotons… e eu não sabia disso?

Mas minhas formulas sugerem que estes fótons criam seus próprios canais de inter-comunicação formando uma network que subjaz os flashes das sinapses… portanto, não necessitaria de canais de fibras óticas.

Quais regioes do espectro eletromagnetico plantas usam para dirigir a fotosintese?

sexta-feira, setembro 1st, 2017

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Funcao Sistemica das Plantas pela Fotosintese

Funcao Sistemica das Plantas pela Fotosintese

( Copiado docto. em PDF para traduzir aqui, e estudar o assunto, do link:

https://www.heliospectra.com/sites/default/files/general/What%20light%20do%20plants%20need_5.pdf

Which regions of the electromagnetic spectrum do plants use to drive photosynthesis?

Green Light: The Forgotten Region of the Spectrum.

Luz verde: A esquecida regiao do espectro

No passado, os fisiologistas das plantas usaram luz verde como uma luz segura durante experimentos que requeriam escuridao. Era assumido que plantas refletem a maioria da luz verde e que ela nao induziria a fotosintese. Sim, plantas nao refletem luz verde mas a sensitividade da visao humana absorve a regiao verde em mais ou menos 560 nm, a qual permite a nos preferencialmentte ver o verde. Plantas nao refletem toda a luz verde que incide sobre elas mas elas refletem o suficiente para nos detector-mos ela. Se voce esta’ interessado pode pesquisar para saber qual a regra da luz verde na fotosintese.
O espectro eletromagnetico: Luz
A luz visivel oscila desde a azul-fraca `a luz vermelha-forte e e’ descrita como as ondas de comprimentos entre 380nm e 750nm, apeasr de que isto varia entre ondas individuais. A regiao entre 400nm e 700nm e’ a que as plantas usam para dirigir fotosinteses e e’ tipicamente referida como “Radiacao Ativa Fotosintetica (PAR, em ingles). Ha’ uma relacao inversa entre comprimento de onda e energia quantica: quanto mais elevada o comprimento da onda, menor a energia quantica, e vice-versa.
Plantas usam comprimentos de onda fora do PAR para o fenomeno conhecido como Fotomorfogeneses, o qual e’ luz regulando mudancas em desenvolvimento, morfologia,bioquimica e estrutura e funcao da celula. Os efeitos de diferentes comprimentos de onda na funcao e forma da planta sao complexos e estao provando serem uma interessante area para estudo por muitos cientistas das plantas. O uso de especifica e ajustavel LEDs permite a nos separar `a parte as regras de areas especificas do espectro na fotosintese. Por consequencia, a sinergia entre fotosintese e fotomorfogeneses pode ser mais acuradamente examinada agora. Este “paper” focalize fotosintese. Fotomorfogense sera tratada no futuro.

(continuar traducao)

Ver figura: The electromagnetic spectrum.

Photosynthetic pigments and light absorption

The first step in photosynthesis is the absorption of light by antenna pigments located within the thylakoid membrane in the chloroplasts. Photosynthetic organisms contain an assortment of pigments thereby allowing absorption of a maximum number of wavelengths. All photosynthetic organisms contain chlorophyll a and this is the primary light harvesting pigment. Higher plants contain accessory pigments that are also involved in light harvesting and photochemistry. These are chlorophyll b and the carotenoids.
An excellent and detailed description of plant pigments can be found at:
http://www.life.illinois.edu/govindjee/photosynBook/Chapter9.pdf
Ver figura: Photosynthetic antenna where light absorption occurs. :
Light energy is absorbed by the pigmentprotein complexes in the antennae and is transferred through Förster energy resonance transfer to the reaction center where light energy is converted to chemical energy. Light is collected by 200300 pigment molecules, which are bound to light- harvesting protein complexes located in the thylakoid membrane. The energy generated by light is used in primary and secondary plant metabolism Light absorption by photosynthetic pigments is extremely fast. It occurs within femtoseconds (10-15 s) and causes a transition from the electronic ground state to an excited state and within 10-13 s the excited state decays by vibrational relaxation to the first excited singlet state. Photosynthetic antenna systems are very efficient at excitation transfer processes. Under optimum conditions over 90% of the absorbed quanta are transferred within a few hundred picoseconds from the antenna system to the reaction center which acts as a trap for the exciton. The exciton transferred to photosystem II results in the extraction of an electron from water that is passed along the photosynthetic electron transport chain to an excited photosystem I which subsequently reduces NADP+ to NADPH which serves as an energy source for plant metabolism. A second energy source used in plant metabolism, ATP, is also produced during electron transport via an ATPase driven by a proton gradient. There are several alternative electron transport routes utilized by plants but these are outside of the scope of this paper. For a more detailed look at light absorption:
http://www.life.illinois.edu/govindjee/photosynBook/Chapter10.pdf.
Absorption spectra versus Action spectra

Reading through the popular literature on the internet and on LED lamp websites it is obvious that there is little understanding about which wavelengths plants use for photosynthesis. It is apparent that there is confusion between what an absorption spectrum and an action spectrum are and what they represent. An absorption spectrum defines the wavelengths that are absorbed. An action spectrum defines the wavelengths that are most effective for photosynthesis. In other words, it is the portion of the spectrum that does the work. This is what is most important in plant growth and metabolism. It is important to note that light absorption and light utilization are two different phenomena.

1. What is Absorption Spectrum? Which regions of the visible light spectrum do plants absorb light? This is different for extracted chlorophyll molecules, whole chloroplasts (where the chlorophyll resides) and plant leaves.  To complicate matters, the solvent in which chlorophyll is extracted also has an effect on the absorption spectrum.
The absorption spectra of chlorophylls a and b extracts is why LED grow lamps are typically made up of blue and red LEDs. The absorption spectra of isolated pigments have been the foundation for LED selection for most LED lamps. Furthermore, it has been ignored that carotenoids play a role in light absorption and energy transfer to the photosystems.

Ver figura: The absorption spectra of extracted chlorophyll and carotenoids (accessory pigments).  The primary light harvesting chlorophylls absorb light in the blue and red regions. Carotenoids absorb in the blue and green regions. 400
Chlorophyll A
500
Wavelength of light (nm)
600 700
Chlorophyll B
Amount of light absorbed
Carotenoids

The absorption spectra of isolated pigments in vitro do not represent what the whole plant absorbing. Each pigment has a specific absorption spectrum and in living systems pigments never exist alone. They are always bound to proteins and this shifts their absorption spectrum. This is why wavebands are absorbed rather than a single wavelength. In vivo , the probability of a pigment absorbing light absorption depends on: 1) the specific protein that the pigment is bound to; 2) the orientation of the pigment-protein complex within the cell; 3) the forces exerted by the surrounding medium on the pigment-protein complex.Ver figura: Absorption spectra for pigment extracts (isolated chlofophyll), disrupted and whole chloroplasts and a plant leaf where all of the pigments remain bound to their specific proteins.  There is very little absorbance of green light (500-600 nm) in extracted chlorophyll molecules. However, as the integrity of the leaf increases we see more and more absorption in the green region.
Therefore, plant leaves do absorb green light. In this case, about 70%.Figure reprinted with permission from Dr. Holly Gorton .(Absorptance spectra of isolated pigments, disrupted chloroplasts, intact chloroplasts, and whole leaves from spinach (Spinacia oleracea) Modified from (Moss & Loom is, 1952)). (http://photobiology.info/Gorton.html)2. What is an Action Spectrum?An action spectrum describes the efficiency with which specific wavelengths produce a photochemical reaction. Photosynthesis involves the harvesting of light (absorption spectrum) and the subsequent photochemical and biochemical reactions. Thus, an action spectrum describes the wavelengths that actually drive photosynthesis.
The seminal paper describing the action spectra for 22 plant species was published by KJ McCree (1972). This work was originally done in order to provide an accurate definition of PAR, which had not been previously described empirically. The action spectra described in the McCree paper plot the efficiency or quantum yield of CO2 assimilation as a function of wavelength. Interestingly, similar action spectra were observed for the 22 plant species. However, there was slight variation between species in the blue end of the spectrum. The results from this work indicated that PAR was between 400 nm and 700 nm and that all wavelengths within this region were used in photosynthesis.

www.heliospectra.com                                                                                 October 5, 2012
Action spectra for 22 plant species grown in the field (top plate) and a growth chamber (bottom plate).  (McCree 1972).
The areas of the spectrum that drive photosynthesis are highest in the red end (600-700 nm), followed by the blue region (400-500 nm) and lastly, the green region (500-600 nm). These data show that between 50 and  75% of the green light is used in photosynthesis.
RED > BLUE > GREEN
Thus, Green light is necessary for photosynthesis.The action spectra for higher plants and a green alga ( Ulva ) (http://photobiology.info/Gorton.html)
The action spectrum for higher plants presented here (b) is an average of the data presented in the McCree (1972) paper. On average, over 70% of the green light was used in photosynthesis.
Crop plants have been bred for uniformity and thus have similar action spectra. Algae and other photoautotrophic organisms have evolved differently.Figure reprinted with permission from Dr. Holly Gorton. (
Photosynthetic action spectra for the green alga Ulva (two cell layers) (Haxo & Blinks, 1950) and higher plants (multiple cel l layers). The curve for higher plants represents the average of action spectra obtained for 22 crop plants (McCree, 1971/1972) recalculated on a photon basis.).The Role of Green Light in Photosynthesis.
It is clear that green light is a player in photosynthesis along with the other portions of the spectrum. How and where does this occur? Blue and red light are absorbed preferentially at the adaxial (upper) side of leaves and are more efficient at driving photosynthesis in this region compared to green light (Sun et al. 1998; Nishio, 2000; Terashima et al., 2009).  As a consequence, green light is transmitted deeper into the leaf and is more efficient than either blue or red light at driving CO2 fixation at the abaxial (lower) sides (Sun et al. 1998; Terashima et al., 2009). Indeed, on an absorbed quantum basis, photosynthetic efficiency or quantum yield for green light is similar to that of red light, and greater than that of blue light in the deeper layers of a leaf (Terashima et al. 2009).

 Ver figura: Figure reprinted with permission from Mr. Michael Knee.
Transverse section of a lilac leaf (left panel) and schematic of the internal structure. Light is absorbed by pigments within the various layers of cells. The different cell layers have different absorbance properties. (hcs.osu.edu/hcs300/anat3.htm).

Conclusions

Typical absorption values of green light (550 nm) range from 50% in lettuce to 90% in evergreen broadleaf trees. As observed above in the action spectra, the entire light spectrum is used to drive photosynthesis. It appears as though green light is not a safe light and that green light is required for optimum whole plant photosynthesis. Recent studies have determined that green light is more photosynthetically efficient than red or blue in the deeper layers of leaves. The experiments we have performed at Heliospectra support the importance of green of green light for optimal plant growth and have found that the amount of green required is species dependent. The Heliospectra LED selection differs from most other LED plant growth lamps and this was based on full understanding of photosynthesis and plant physiological processes.

Foton: Forma Fisica?

sábado, agosto 5th, 2017

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ler este pdf:

Physical Model of a Real Photon with Substructure and Mass by Kenneth D. Oglesby 25 September 2016

http://vixra.org/pdf/1609.0359v1.pdf

Os Fotons Escuros Luminosos: E a Dadiva do Poder do Mais Elevado Conhecimento

sexta-feira, maio 12th, 2017

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A posição humana em relação `a busca do conhecimento sera’ melhor entendida se imaginar-mo-nos agora situados no centro da Terra. O conhecimento nos espera nos quatro quadrantes a partir do centro: a sudeste e sudoeste, a noroeste e nordeste. Para o sul vamos  cada vez mais descendo no microscópico e para o norte vamos subindo no macrocosmos.

No momento que pensei nesta analogia, descobri algo muito curioso: o cérebro humano esta’ construído exatamente nesta configuração dos quadrantes, como se fosse previamente desenhado para conquistar e armazenar todo o conhecimento universal.

Senao, vejamos: se nos situar-mos no centro do cérebro, mais próximo ao hipocampo, vemos a nossa esquerda o hemisfério esquerdo, que corresponde ao lado geográfico compreendido por sudoeste e noroeste; e vemos a nossa direita o hemisfério direito, que corresponde ao lado geográfico compreendido por sudeste e nordeste. Acima da nossa posição geográfica esta’ o Polo Norte, abaixo o Polo Sul. Tambem no cérebro, na parte baixa esta’ o cerebelo, a morada dos eus inferiores que herdamos dos instintos animais; enquanto na parte alta do cérebro esta’ o córtex, a região de onde emana a auto-consciência e se constrói o nosso eu superior.

Depois de dar a volta por todo Universo e chegar a suas ultimas fronteiras desvendando os segredos do mundo físico material, a cosmovisão da Matrix/DNA esta’ agora parada nas duas regiões fronteiriças, a de cima, e a de baixo. A microscópica e a macrocósmica. Na macrocósmica paramos no oceano escuro de matéria negra e na onda de luz original que banha este oceano, a radiação cósmica de fundo. Nas regiões microscópicas estamos parados nas partículas ultimas desta onda de luz, os fótons.

Porque já sabemos que a onda universal carrega em si as sete funções de todo sistema natural completo e funcional, e como ela gera o atrito ao passar pela matéria negra criando as energias, e dividindo tudo nestas sete funções para gerar todos os sistemas naturais. Enquanto não desenvolver-mos os nossos atuais sensores naturais e tecnológicos sera’ difícil avançar no conhecimento desta quase abstrata entidade cósmica. Nossos olhos então estão mais voltados para as regiões microscópicas, as partículas fótons.

Partindo do nosso campo visual normal, fomos avançando pelas ondas na hierarquia das dimensões escalares, descendo pelo nível das minusculas células, dos átomos, e depois de suas partículas, chegamos `a dimensão quântica. Mas nessa dimensão a realidade novamente se dobra e escurece as regiões abaixo onde estão os fótons. Podemos imaginar o mundo físico boiando sobre um oceano de pontinhos escuros moventes, e só’. A unica coisa que podemos inferir e’ que estes corpúsculos escuros são fótons, de intensa luminosidade, tao intensa que seu brilho nos cega e vemos a escuridão. Mas ai esta’ o segredo mais poderoso para a especie humana hoje, pois se conseguíssemos adentrar o mundo dos fótons, dominaríamos todos os aspectos da matéria, da energia, do mundo físico.

Sabemos que cada fóton e’ a copia completa da onda de luz universal. Portanto eles são sistemas em si, e funcionais. Em si mesmos são ondas comprimidas no microcosmos, portanto constituídos de sete faixas de frequências/vibrações diferenciadas entre si. E o mais importante: sabemos que eles se conectam em redes, networks, que eles adentram os elétrons dos átomos e assim – como os vírus fazem com as células – eles assumem a maquinaria e administração dos átomos, conduzindo-os a se combinarem para formarem sistemas, sempre modelados pela formula da Matrix/DNA, que e’ a forma da onda de luz universal.

Precisamos de alguma maneira limpar o negrume que esconde estes fótons, precisamos ver como estão formando o tórax humano, o sistema galáctico, o cérebro, cada célula, cada molécula, etc. e etc. Assim podemos ajuda-los a vencer os obstáculos que causam os defeitos nestes sistemas. As doenças nos humanos. As intempéries nos planetas e sistemas astronômicos…

Quando dois fótons se conectam devem criar uma ponte entre eles. De que sera’ feita esta ponte? Da mesma substancia deles? Serão extensões deles? Nas moléculas orgânicas os átomos se conectam através das pontes do semi-átomo, o primeiro a se formar como protótipo de átomo, o mais primitivo, o hidrogênio. Existira’ um tipo de fóton mais simples, mais primitivo, disponível no meio da material, que e’ capturado entre dois fótons superiores para formar seus elos de conexões?

As boas teorias sempre vão na frente das grandes descobertas. Elas tem guiado os humanos para as descobertas. Porque uma teoria gera uma vontade incansável na mente humana de buscar sua confirmação, de encontrar o objeto teorizado. Quando Lemaitre iniciou a teoria do Big Bang, tanto ele como a mente de muitos sentiram o desejo enorme de encontrar algo que fosse evidencia, e este desejo oculto na mente de dois radiotécnicos fê-los perceber que o ruido nos seus aparelhos estariam relacionados com o Big Bang. Quando Einstein elaborou suas teorias fantásticas mencionando espaços curvos encurvando a luz ele guiou mentes sedentas de encontrar evidencias a mentalizar uma experiencia e aproveitar a oportunidade unica de uma eclipse, para verem o objeto dos sonhos, a luz se encurvando.

Mas existem as teorias erradas, e nao sabemos se esta e’ uma boa teoria ou uma errada. Mas mesmo assim, quando se trata da evolução do conhecimento humano, melhor uma teoria errada do que teoria nenhuma. Os índios não formulavam estas teorias, e vemos no que deram. Quando uma teoria esta’ errada ela serviu de grande beneficio para nossa evolução, pois nosso conhecimento tem evoluído na base da tentativa e erro. Cada erro sofrido vai sendo eliminado das possibilidades e assim vamos cada vez mais nos aproximando do acerto.

Portanto, temos uma teoria, e temos agora uma vontade incansável de alcançar o reino fantástico dos fótons, um reino que revela os calcanhares da onda de luz original que veio junto ou deflagrou o Big Bang. Que extrapola as fronteiras do nosso universo perceptível e nos leva aos limiares da Criação… e talvez aos calcanhares do Criador. Estamos procurando agora uma maneira de mergulhar-mos nas trevas que antecede o reino dos fótons, isto nos ocupara’ a mente dia e noite, premissa necessária e suficiente de que vamos chegar la’.

 

Evidencia de Influencia de Universos Paralelos Sobre Nosso Universo

sábado, janeiro 7th, 2017

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Humanos são quase cegos e insensíveis. Qualquer objeto natural neste nosso mundo – seja uma pedra, a lua, um corpo humano – contem em si as substancias de sete universos paralelos, porem nos apenas captamos nestes objetos uma dimensão, um universo. Para entender isso sera’ melhor observar a figura do espectro eletromagnético abaixo.

Nos vemos apenas o que uma faixa de onda da radiação cósmica (a qual denominamos de luz e produz sete tipos diferentes de energia) nos revela, e sentimos apenas esta faixa dos objetos quando os pegamos com nossas mãos. Não é difícil entender isto se lembrar-mos que a Física descobriu que no minimo 95% do nosso sistema solar é vazio, apenas 5% e’ matéria tal como a captamos. Estes 95% de espaço vazio esta’ sendo suspeito de conter massa e energia escura ( segundo nossa perspectiva de quase cegos). Mas o sistema solar é uma especie de edifício que tem como tijolinhos fundamentais os átomos. Novamente quando se observa um átomo, ele aparece no minimo 95% vazio, sendo apenas cinco por cento constituído de matéria na forma de partículas. Acontece que quando vemos mais a fundo estas partículas (prótons, elétrons, neutrons) novamente volta o nosso pesadelo: elas são apenas 5% constituídas de partículas menores, os quarks, fermions, léptons. E quando vamos ver estas…

Enfim, o nosso mundo se resume, se reduz ao vazio. Parece que a matéria que percebemos de fato não existe, ela seria criacao da nossa visão e nossos outros sentidos sensoriais. Isto porque nossa visão e nossos sentidos são feitos com esse mesmo tipo de matéria. Então também nossa visão e nossos sentidos não existiria, … sobrando então apenas a mente, ou alma, como queiram chamar isso. Todas estas sete dimensões, ou universos, seriam construídos pelos fótons que resultam no final da propagação de uma onda (observe na figura abaixo a faixa F7, na extrema margem `a esquerda, quando o espectro da onda se decompõem em fótons), cujos fótons caem dispersos na substancia espacial e tentam desesperadamente retornarem a se comporem como uma unica onda e assim fazem o caminho reverso da onda, começando por construir o universo de F6, depois o de F5, etc, até chegar a fonte, que deve ser extra-universal, antes e alem do nosso Big Bang. Nesta situação estes fótons seriam escuros e negativos, contrastando com os luminosos e positivos que vinham na onda. Voltando a fonte significa que o filho prodigo perdido e vivendo no chiqueiro faz o caminho de retorno `a casa de seus pais… metaforicamente falando.

Eu descobri esta analogia com o mito cristão ( e as religiões orientais dizem mais ou menos a mesma coisa) quando botei os dois baloes de Yukawa nas origens do nosso Universo a rolarem num gráfico cartesiano ao sabor do tempo e do espaço mas dirigidos pelo mecanismo da evolução cosmológica. Os baloes se tornaram átomos, depois galaxias, etc., ate chegarem a forma de autoconsciência, mas neste ponto, o final da historia chega ao mesmo ponto de sua partida, mostrando que foi uma historia vazia, como e’ o nosso universo ( o gráfico chama-se ” Do Big bang ao Big Birth” foi feito na selva a 30 anos atras e não me lembro se o trouxe para este website ou se ainda esta no fundo de alguma gaveta esquecido. Ou se foi perdido na selva naquela vez que estava atravessando um igarapé quando notamos que tinha aqueles jacarés gigantes na água – o jacaré-acanga – e tive que jogar longe na água a pesada mochila para poder correr e me salvar. Perdi muitos desenhos e cálculos para conhecer o mundo em nome de salvar minha vida, uai! … Eu nunca concordei com a ideia de ter vindo ao mundo para ser apenas um almoço de jacaré).

No final o gráfico mostrou que a forma do nosso universo é a forma do DNA. Então percebi que meus neurônios – que foram realmente quem estava fazendo a experiencia – se auto-projetaram na pesquisa e assim, antropomorficamente, viram o universo a sua imagem e semelhança. Guiado por outra cosmovisão, Einstein morreu acreditando que o universo teria a forma cilíndrica. Bem, cilíndrico é a aparência de um filamento do DNA visto a distancia, então, de alguma forma, Einstein também não conseguiu evitar o danado do antropomorfismo, projetando a realidade humana, o próprio umbigo, como sendo a fonte de onde se projetaria a realidade do mundo. Dando prosseguimento ao vicio dos autores da Bíblia que se viram na face de seu criador. Então cheguei a conclusão que o Universo é relativo, ou seja, ele pode ter mil faces diferentes, cada uma para satisfazer o gosto de um observador. Ele se veste de acordo com o sabor do fregues que o observa. No gráfico vemos sete possibilidades de sete formas diferentes e isso veio mais tarde bater quando aprendi sobre o espectro eletromagnético com suas sete faixas visionarias. No fim, todas estas faces relativísticas que são reais nos seus pontos do tempo e espaço, formam um oitava face final… a face do nosso real criador, ou da fonte primeira destes sete universos.

Na minha cosmovisão da Matrix/DNA, este nosso mundo nada mais é que as coisas fabricadas por fótons misturados `a substancia do espaço – que pode ser essa dark matter e energia – fótons estes que escapam (devido a entropia da luz) das ondas de luz ( ou radiação cósmica), natural, e escapam do trecho da onda que chamamos de luz visível. Então nosso universo exprime ou expressa esta faixa com sua especifica frequência/vibração. Não temos ideia de onde vem essa separação por frequências/vibrações e porque é assim, pois isso vem de antes do Big Bang, do alem do nosso universo.

Mas cada uma das outras seis faixas da luz cria um universo especifico. E seus tijolinhos fundamentais não devem ser átomos como os nossos, são coisas que não conseguimos imaginar. Assim se levantam edifícios ate mesmo ocupando o mesmo espaço onde estamos, sem que tenhamos a menor percepção de sua existência. Eles devem serem constituídos também de apenas 5% de sua substancia fundamental e no fim devem serem vazios também. Mas não são os 5% que ocupamos e sim outros 5%. Então quando pegamos uma pedra, ela pode ter uma aureola de “matéria” deste outro universo, a qual atravessa nossas mãos, ou nossas mãos a atravessa, sem que a percebemos e sem que a vemos.

Mas não creio que estamos fadados eternamente a essa cegueira e insensibilidade. Na figura do espectro vemos que não existe faixa isolada, cada uma depende de todas as outras para existir, e elas se interagem, se conectam. Creio que com a evolução vamos desenvolver mais estes sensores limitados que temos no cérebro e inclusive desenvolver novos tipos de sensores que ainda nem conseguimos imaginar o que sejam. E esta evolução continuara’ a ser movida pelo feed-back entre luz e dark matter, melhorando nossos hardwares os quais por sua vez vão facilitando o retorno de nossos fótons que compõem nosso software/consciência. Com melhores hardwares nos impulsionamos o desenvolvimento da nossa consciência a qual parece ser a substancia fonte da luz natural. A nossa consciência ainda esta’ no estado embrionário ou de baby recém-nascido, pois ela nem sequer abriu os seus próprios olhos, para ver a forma de seu corpo e a substancia de que é feita. Tendo em vista nossa teoria, vamos agora ao artigo que como sempre, são as descobertas e avanços científicos e tecnológicos que estão nos proporcionando elementos para cada vez mais desenvolver-mos nossa cosmovisão. E este artigo apresenta novidades as quais já estariam previstas pelas bases da nossa cosmovisão, portanto, seria mais uma previsão acertada previamente, ou no minimo, mais uma evidencia arrolada para reforçar nossa cosmovisão. ( Não se desanime pelo artigo em inglês não ter sido ainda traduzido mas observe que no meio do inglês tem as nossas analises em português):

https://www.newscientist.com/article/2112537-smallest-sliver-of-time-yet-measured-sees-electrons-fleeing-atom/

Smallest sliver of time yet measured sees electrons fleeing atom

(traduzir)

It’s like catching light in action.

Matrix/DNA: Comecou bem. O que faz diferentes universos são as sete diferentes frequências/vibrações da onda de luz.

For the first time, physicists have measured changes in an atom to the level of zeptoseconds, or trillionths of a billionth of a second – the smallest division of time yet observed.

Matrix/DNA: Hummm… isto quase elimina o tempo do nosso Universo, ou seja, a linha que conecta varias formas diferentes de um único ciclo vital – em outras palavras, isto e’ isolamento e separação dos eventos, ou movimentos. Isto tornaria mais fácil para forças de um universo paralelo entrar no nosso universo através das brechas criadas por esta separação. Mais explicitamente dizendo, seria fótons escapados de uma frequência vizinha invadindo nosso espaço e ao penetrar nossos elétrons, ajuda-os a escaparem também.

In this case, the speed demon was an electron escaping the bonds of its parent atom. When light strikes electrons, they get excited and can break free from their atoms. The photon’s energy is either entirely consumed by one electron or divided among several. This electron ejection is known as the photoelectric effect, and was described by Albert Einstein in 1905.

Previous experiments studying this effect could only measure what happened after the electron was kicked out of an atom, says Martin Schultze at the Max Planck Institute of Quantum Optics in Garching, Germany.

 Now, he and his colleagues have seen the other end of the process. They measured the entire ejection of electrons from a helium atom from start to finish with zeptosecond precision (10-21 seconds), marking the smallest time slot ever measured.

Quick getaway

In a series of experiments, the team fired an unspeakably brief, extremely ultraviolet laser pulse at a helium atom to start exciting its pair of electrons. This pulse lasted just 100 to 200 attoseconds, or 10-18 seconds. But by making many readings and calculating their statistical spread, they were able to measure events at a rate of 850 zeptoseconds.

They also fired a near-infrared laser pulse, lasting just four femtoseconds (1 femtosecond is 10-15 seconds). This pulse was able to detect an escaping electron as soon as it was freed from the helium atom. Depending on the electromagnetic field of the laser pulse, the electron either accelerated or decelerated.

Matrix/DNA: Ok, então eles teriam feito dois universos paralelos (um formado por infravermelho e outro por ultravioleta) emitirem seus fótons e invadirem nosso universo. Cabe-nos agora puxar para cá o espectro e analisar a posição destes universos em relacao ao nosso.

 

Light - The Electro-Magnetic Spectrum as The Code for Systems and Vital Cycles

Light – The Electro-Magnetic Spectrum as The Code for Systems and Vital Cycles

Matrix/DNA: EXATAMENTE! Este tipo de satisfação nos propicia quando nossa visão de mundo acerta nossas previsões com os fatos reais! Temos o infravermelho como nosso primeiro vizinho universo paralelo `a nossa esquerda, e o ultravioleta como nosso primeiro vizinho `a direita. Pelo que deduzo da figura, o ultravioleta (onda mais curta, tempo mais acelerado) tende a acelerar o elétron, enquanto o infravermelho tende a desacelera-lo, e tornaria nosso mundo mais lento. 

“Using this information, we can measure the time it takes the electron to change its quantum state from the very constricted, bound state around the atom to the free state,” says Marcus Ossiander at the Max Planck Institute.

Matrix/DNA: Quando alcançamos o quantum state estamos atingindo o limite microscópico do nosso universo, o que significa que estamos nas fronteiras entre nosso universo e nossos dois vizinhos, `a esquerda ou `a direita. E’ compreensível que nesta fronteira, os fótons aprisionados em nossos elétrons tentem escapar para o lado de la da fronteira e montar o tipo de matéria que existe la’ ( que não deve ser uma matéria baseada em átomos como seus tijolinhos fundamentais).

The ejections took between 7 and 20 attoseconds, according to Schultze, depending on how the electron interacted with the nucleus and the other electron.

“We only need to know the time centre of the pulses very precisely, and our technique allows us to measure this to very high precision,” Ossiander says. “An even shorter pulse would give better time resolution, but the resolution can far exceed the pulse duration. We can confirm this by doing statistics for a lot of measurements and calculate the statistical standard error of the mean, which in our case is 850 zeptoseconds.”

The researchers were also able to measure how the electrons divided up the laser’s energy, taking an even or uneven share. In some cases, one of the two electrons grabbed all of the energy. Several factors influenced this energy split, from the quantum correlation between the electrons to the electromagnetic state of the laser field, Schultze says.

Two’s company

One reason for choosing helium is because it has just two electrons, allowing direct measurement of their quantum mechanical behaviour. For an atom with more electrons, some assumptions would be needed about how the energy was divided and the time taken for ejection.

The results are an important window into the quantum behaviour of atoms, especially how their electrons work, Schultze says. Understanding that could lead to insights into phenomena like superconductivity or quantum computing.

“There is always more than one electron. They always interact. They will always feel each other, even at great distances,” he says. “Many things are rooted in the interactions of individual electrons, but we handle them as a collective thing. If you really want to develop a microscopic understanding of atoms, on the most basic level, you need to understand how electrons deal with each other.”

Matrix/DNA: Porque um humano interage com outro humano? Não por causa de seus corpos brutos, materiais, os quais são insensíveis e cegos perante a presença de outros corpos. Nós interagimos devido ao software que temos em nossos corpos, aos quais chamamos de mente. Este software, seja no seu estado primitivo totalmente inconsciente ou no estado mais evoluído com um embrião de consciência como e’ o caso humano, e’ constituído de luz e o que interage são as suas diferentes frequências, de preferência na sequência de seu ciclo vital, como esta demonstrado na figura. Elétrons são os corpos-objetos cegos e insensíveis, não são eles que se interagem, mas sim os fótons de luz que estão dentro deles.

Visualisation of electron leaving atom

An electron makes its escape Schultze/Ossiander

Pesquisa:

extremely ultraviolet laser pulse

Vide: Cheap lasers could capture electrons in motion

https://www.newscientist.com/article/dn19255-cheap-lasers-could-capture-electrons-in-motion/

 

Luz e Ondas Eletromagnéticas: Importantes Informacoes

sexta-feira, novembro 11th, 2016

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(Wiki) – Ondas eletromagnéticas são normalmente descritas por qualquer uma das seguintes propriedades físicas: frequência (ƒ), comprimento de onda (λ), ou por energia de foton (E). O comprimento de onda é inversamente proporcional a frequência da onda, a qual representa o números de períodos existentes na unidade de tempo. Desta forma, raios gama tem comprimentos do tamanho de frações do tamanho de um átomo, enquanto o comprimento de ondas no extremo oposto do espectro podem ser tão grandes quanto o universo. A energia de um fóton é diretamente proporcional à frequência de onda, portanto os raios gama possuem a maior energia, enquanto ondas de rádio possuem energias extremamente baixas.

Interpretacao:

Qual a diferenca entre “ondas eletromagneticas” e luz?

A luz é uma onda eletromagnética, cujo comprimento de onda se inclui num determinado intervalo dentro do qual o olho humano é a ela sensível.[1] Trata-se, de outro modo, de uma radiação electromagnética que se situa entre a radiação infravermelha e a radiação ultravioleta.

A onda ou radiação eletromagnética é uma oscilação em fase dos campos elétricos e magnéticos, que, autossustentando-se, encontram-se desacoplados das cargas elétricas que lhe deram origem.  Dentro do ponto de vista da Mecânica Quântica, podem ser entendidas, ainda, como o deslocamento de pequenas partículas, os fótons.

Portanto a radiacao de um corpo, ou emissao de radiacao, nao sai em linhas retas formando raios, mas sim na forma de ondas. Como a desta figura:

Circular.Polarization.Circularly.Polarized.Light Right.Handed.Animation.305x190.255Colors.gif

Representação do vetor campo elétrico de uma onda eletromagnética circularmente polarizada

Fotons: Importante Fenômeno Natural da Luz para a Matrix/DNA

sexta-feira, novembro 11th, 2016

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1 – Extraido de https://pt.wikipedia.org/wiki/Radia%C3%A7%C3%A3o_eletromagn%C3%A9tica

Wiki –  Um feixe luminoso é composto por pacotes discretos de energia, caracterizados por consistirem em partículas denominadas fótons. A frequência da onda é proporcional à magnitude da energia da partícula. Como os fótons são emitidos e absorvidos por partículas, eles actuam como transportadores de energia. A energia de um fóton é calculada pela equação de PlanckEinstein:

{\displaystyle \displaystyle E=hf}\displaystyle E=hf.

Nesta equação, E é a energia, h é a constante de Planck, e f é a frequência.

Se um fóton for absorvido por um átomo, ele excita um elétron, elevando-o a um alto nível de energia. Se o nível de energia é suficiente, ele pula para outro nível maior de energia, podendo escapar da atração do núcleo e ser liberado em um processo conhecido como fotoionização. Um elétron que descer ao nível de energia menor emite um fóton de luz igual a diferença de energia. Como os níveis de energia em um átomo são discretos, cada elemento tem suas próprias características de emissão e absorção