Archive for the ‘Proteína’ Category

Origens da Vida: Teoria do RNA World

domingo, novembro 12th, 2017

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Paper: Origin of Life: Transitioning to DNA genomes in an RNA world

https://elifesciences.org/articles/32330

Abstract

The unexpected ability of an RNA polymerase ribozyme to copy RNA into DNA has ramifications for understanding how DNA genomes evolved

Matrix/DNA: ‘Ok. De repente descobriram que o RNA tem uma polymerase ribozyme que copia o RNA e como resultado aparece o DNA ! Por isso surgiu a nova teoria do RNA-world. E com isso eles creem que vao obter o entendimento de como o genoma do DNA evoluiu. Nos percebemos a 30 anos atras quando elaboramos o modelo teorico da formula, que esta pode ser dividida em duas metades, uma face esquerda e outra direita. Observando-se a formula, percebe-se que a funcao 5 que ‘e intermitente, quando emerge e atua, ja’ divide a formula nas duas faces. Se o fluxo de informacoes que vem desde F1 no sentido horario, pela face esquerda, ultrapassar F4, ele constroi F6 e continua agora em queda entropica ate completar o circuito esferico. Isto significa que a formula determina que toda estrutura material elaborada por ela tenha a face direita como uma especie de copia da esquerda. Quando comparamos a formula com um building block do DNA percebemos que as duas sao a mesma configuracao e funcionamento, o que indica que o DNA pode ser dividido pela formula entre haste esquerda e direita. E qualquer uma das faces depois da divisao tambem representa a anatomia geral do RNA. Mais tarde descobrimos que F5 e’ o phi number, responsavel pela bi-lateral simetria. Ora, replicar o DNA, abrindo o zipper, separando os nucleotideos em duas hastes com suas bases, e’ produzir bi-lateral simetria.

Entao tinhamos a forte suspeita de que o RNA tivesse surgido primeiro que o DNA, e este apenas se formou quando a molecula de RNA foi capturando bits-informacao ralacionados `a face direita. nao nos surpreendeu quando depois surgiu a teoria do RNA-world. Porem aparentemente temos dois problemas entre as duas teorias.

  1. Enquanto existia apenas RNA – Segundo a teoria da Matrix – este era incapaz de replicar-se… ou nao? Vejamos. Quando o circuito chegou a F4, ele teria diretamente formado F6 ou F5? Se formou primeiro F5, a funcao replicadora, nao vejo como esta poderia funcionar sem o circuito esferico completo, na forma do DNA. Parece-me que F4 apenas seja estimulado a produzir F5 se a entidade do Sistema estiver instavel e buscar a estabilidade termodinamica. Alem disso, sabendo-se que RNA nao possui o acucar desoribose – que e’ F1 – ele deve ser constituido apenas de F2, F3 e F4. mas como F5 e’ uracila, que e’ uma base presente apenas no RNA, ele teria o orgao reprodutor porem nao teria a carga genetica completa para produzir DNA. Para ter ela complete precisaria ter F1. Entao o RNA nao podia se auto-replica. Ora, acredito que para o projeto de criar o primeiro DNA, a partir do RNA teria que existir muitos exemplares de RNA, apenas um nao teria tempo para executar tudo. O que significa que teriamos de considerer a hipotese de que nao houve um unico primordial RNA, mas sim, que essa molecula surgiu varias vezes separadas entre si. Mas se, formado o RNA, ao inves de partir para elaborar F5. o fluxo tivesse entrado a fazer a face direita fazendo ja F6, entao a direita construiu F1, o que permitiu ao Sistema iniciar sua replicacao.

Mas sabemos que o RNA tem a capacidade de se replicar. Como ele o faz, sem F1. Parece impossivel, a nao ser que F2 tenha em si mais da metade das informacoes de F1, o que tambem nao ‘e uma ideia confortavel. Entao surge aqui uma ideia e uma pergunta aos quimicos: Onde e como o RNA se auto-replica? Porque a Matrix sugere apenas uma possibilidade: que ele atue como virus, ou seja, ele precise penetrar no nucleo da celula e utilizer a F1 do DNA para se replicar.

Esta  questao preciso consultar os quimicos ou a biologia molecular.

2. O Segundo problema e’  que no DNA, os dois fluxos de informacoes – da haste esquerda e da direita – tem sentidos e significados opostos entre si. Na primeira a energia e’ crescente, fase de desenvolvimento e construcao; na segunda a energia e’ entropica, decrescente, fase de degeneracao, auto-aniquilamento. Entao para que o RNA produzisse DNA, quando seu fluxo chegasse a F4, e ao sair dessa funcao, teria que ter em si agregada a funcao da entropia. Vinda de onde, e como? A entropia nada constroi a nao ser caos, nao iria construir F6. E se o RNA adquirisse a entropia a partir de F4, ele nunca se auto-replicaria.

Este problema nos leva a suspeitar que o RNA surgiu, originalmente, em duas formas, opostas entre si. Digamos, uma spin right e a outra, spin left. Alias, parece-me que tudo na natureza tem que surgir nestes dois pares opostos. O problema e’ que, tendo-se duas fitas de aparencias iguais, e nas duas correm um fluxo de energia de uma ponta a outra, e sendo as duas aparentemente no sentido horario, como se vai detectar que numa o fluxo vai da ponta A para a B e a outra vai de B para A? Se as 4 pontas parecem iguais, quem determina qual seja A ou B?

Olhem…, sabe de uma coisa? Para mim nao vejo vantage nenhuma em ficar titrando a poeira de cima dos registros historicos para saber quem veio primeiro ou depois. O importante e’ saber que tanto RNA como DNA estao contidos na formula da Matrix que veio do ceu. O que ela fez aqui primeiro ou depois nao me interessa a ponto de ficar quebrando a cabeca com esse enignma complicado. certo que sempre e’ util elaborar um esquema destas especulacoes, um raciocinio metodico e escrito como fiz acima, pois destes raciocinios muitas vezes surgem importantes insights para outros problemas. Como foi a cima a repentina questao ou hipotese de que o RNA primordial funcionou como virus. Mas eu vou parar esse assunto por aqui.

  • ” Ok, senhor Louis, podes parar e descansar a cabeca. Mas antes voce me permite apenas mais uma perguntinha, que nao tem a ver com RNA, DNA…?”
  • “Pois nao…”
  • ” Quem surgiu primeiro, o ovo, ou a galinha”? ( e o perguntador vai se afastando e saindo correndo…)
  • – ” Arrrrghhh…. vem aqui, moleque, ah, se eu te pego…”

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Quem veio primeiro? Ninguem… chegaram juntos

sexta-feira, novembro 10th, 2017

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DNA ou Proteina

Resposta obtida consultando a formula da Matrix/DNA

” Quem veio primeiro, o ovo ou a galinha? Esta pergunta não faz sentido. Galinha ‘e o produto da evolução de alguma ave que veio antes dos repteis. No processo de transformação da ave ancestral, as mudanças foram lentas, graduais, não existe uma linha divisória exata entre as duas formas. O ovo sempre acompanhou a ave ancestral e a galinha, portanto tambem nao existe uma linha divisória, exata, entre o ovo ancestral e o atual. No caso do DNA e proteína a resposta e’ similar. Ambos vieram de LUCA – the Last Universal Common Ancestor. Acontece que LUCA nunca viveu na Terra ( nem mesmo existiu de fato). LUCA seria o sistema funcional que se obteria conectando os sete diferentes tipos de astros que existem na mesma sequencia temporal em que foram formados. A formação destes sete diferentes tipos foi obtida a partir de um corpo ou astro inicial, provavelmente as estrelas de gaz leve que resultaram da evolução da anterior nebulosa de átomos. Este corpo leve e quase transparente foi penetrado por uma onda de luz universal (proveniente ainda do Big Bang). Acontece que as ondas de luz universal são o resultado da radiação eletromagnética, a qual, verificada no espectro eletromagnético apresenta sete faixas diferentes, cada faixa tendo cor, vibração, intensidade para energia, especificas. Quando a onda recém emitida penetra tal estrela ela esta no estado inicial, como gamma ray, ou raios gama. A seguir ela se transforma para a próxima faixa, quando então a primeira se separa e com ela separa-se uma porcão da matéria que a circunda. Depois a segunda onda se separa e novamente, fica envolvida com a outra porcão da matéria que a circundava. Ora, como cada onda tem vibração e consistência própria, cada porcão de matéria terá se modelado nesta mesma consistência, de onde surgem sete corpos diferenciados entre si.

Estes corpos/astros separados no espaço contendo internamente uma especie de alma de luz ( o que restou da sua faixa especifica), que o modelou, lhe deu a forma, e’ o mesmo conjunto que pela evolução denominamos de “organismo mais seu DNA”.

Nas origens dos sistemas biológicos ( erroneamente chamados de “vivos”, pois tendo as mesmas propriedades expressadas ou em estado latente, os ancestrais astros tambem seriam “vivos”) chegaram a superfície da Terra ( pela luz estelar e pela radiação cósmica, como ainda vindo da radiação dos núcleos planetários), bits-informação de cada parte, cada detalhe dos sete astros. Aqui estes bits ( na forma de fótons) tendem a se juntarem com seus antigos vizinhos, e com isso formam “pedaços” do sistema-astro. Um destes pedaços na forma orgânica biológica são as proteínas, outro pedaço representa o núcleo do sistema, o que deu no DNA. As proteínas se referem a pequenos trechos do circuito esférico total da formula que era a “Matrix/DNA” astronomica. Então proteína e DNA se formaram lado a lado, como partes vindas de um único sistema. Depois de formado os pedaços, estes repetem o processo e se ligam num pacote inteiro, reproduzindo assim, biologicamente, o sistema astronomico – LUCA. O sistema resultante foi a primeira célula biológica. Então não faz sentido perguntar qual veio primeiro.

Origem do Primordial Ancestral (LUCA) da Vida Diversificada e a Complexidade do Proteoma

sábado, outubro 29th, 2016

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The proteomic complexity and rise of the primordial ancestor of diversified life

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3123224/

Published online 2011 May 25. doi:  10.1186/1471-2148-11-140

( Ler o artigo, depois traduzi-lo)

Background

The last universal common ancestor represents the primordial cellular organism from which diversified life was derived.

O ultimo universal comum ancestral representa o organismo celular primordial a partir do qual a diversificação da vida foi derivada.

Evolução do Proteoma e Origem Metabólica da Transcrição e da Vida Celular

sábado, outubro 29th, 2016

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(Este artigo não tenho acesso. Copiado aqui o endereço e abstrato para traduzir)

Proteome Evolution and the Metabolic Origins of Translation and Cellular Life

http://link.springer.com/article/10.1007/s00239-010-9400-9

Article:

Abstract

The origin of life has puzzled molecular scientists for over half a century. Yet fundamental questions remain unanswered, including which came first, the metabolic machinery or the encoding nucleic acids. In this study we take a protein-centric view and explore the ancestral origins of proteins. Protein domain structures in proteomes are highly conserved and embody molecular functions and interactions that are needed for cellular and organismal processes. Here we use domain structure to study the evolution of molecular function in the protein world. Timelines describing the age and function of protein domains at fold, fold superfamily, and fold family levels of structural complexity were derived from a structural phylogenomic census in hundreds of fully sequenced genomes. These timelines unfold congruent hourglass patterns in rates of appearance of domain structures and functions, functional diversity, and hierarchical complexity, and revealed a gradual build up of protein repertoires associated with metabolism, translation and DNA, in that order. The most ancient domain architectures were hydrolase enzymes and the first translation domains had catalytic functions for the aminoacylation and the molecular switch-driven transport of RNA. Remarkably, the most ancient domains had metabolic roles, did not interact with RNA, and preceded the gradual build-up of translation. In fact, the first translation domains had also a metabolic origin and were only later followed by specialized translation machinery. Our results explain how the generation of structure in the protein world and the concurrent crystallization of translation and diversified cellular life created further opportunities for proteomic diversification.

 

 

Ribozima que Replica e Transcreve Um RNA Existente como Template, Para Entender o “RNA-World”

terça-feira, agosto 23rd, 2016

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Scientists take big step toward recreating primordial ‘RNA world’ of 4 billion years ago

https://www.sciencedaily.com/releases/2016/08/160815185822.htm

Date: August 15, 2016 – Source: Scripps Research Institute

E’ preciso notar e nunca se esquecer que esta ribozima que sintetizaram no laboratorio nao produz RNA, como a noticia parece querer transmitir. Ela precisa de um RNA feito antes, ja pronto. Apenas entao ela pode se ligar a ele, usa-lo como template, para replica-lo e transcrever seu codigo na formacao de outras moleculas vitais, inclusive para fazer o RNA produzir copias de si mesma.

E’ um grande e respeitavel e louvavel passo para as Ciencias e nossa fundamental busca do conhecimento sobre as nossas origens. Porem, o grande problema permanece: Como surgiu, antes dessa ribozima, o primeiro RNA? Teria ele vindo de um outro template ainda invisivel e desconhecido por nos que teria existido a 4 bilhoes de anos atras? E’ o que a formula da Matrix/DNA sugere, e ela se mostra a si mesma como sendo este template.

O presente artigo suscita algumas pesquisas, o que sera’ feito aqui no prosseguimento: 

Pesquisa:

– ribozyme [a special RNA enzyme]

3D structure of a hammerhead ribozyme

                                                       Estrutura tridimensional de uma ribozima

Definicao:

Uma ribozima é uma molécula de RNA com capacidade auto-catalítica semelhante às enzimas. O termo ribozima, em si, deriva da combinação das palavras enzima de ácido ribonucleico. As ribozimas são moléculas de RNA que possuem a capacidade de atuar como catalisadores,ou seja, de diminuir a energia de ativação de uma reação de forma específica. Tal como as enzimas proteicas, possuem um centro activo que se une especificamente a um substrato e que facilita a sua conversão num produto. As ribozimas são menos versáteis que as enzimas protéicas

Questao: O que realmente e’ “catalizar”? Onde existem exemplos na nossa vida real deste tipo de evento? Porque na Natureza e’ necessario “diminuir a energia de ativacao de uma reacao, … de uma forma especifica?”

O que isto significa quando pensamos na formula da Matrix/DNA, apenas no estado de template abstrato, e sendo copiada, manifestada, no mundo material? Bem,… acho que basta pensar num humano-crianca, crescendo no ritmo do ciclo vital. Se ele crescer ( ou nao crescer) em outro ritmo errado, nao vai haver transformacao para adolescente, jovem, e adulto. Entao, a materia bruta do planeta nao tem relogio biologico… ( epa! Eureka?! Foi aqui que comecou este fenomeno de relogio biologico, ciclo circadiano., etc? Ribozimas seriam o ancestral primordial do relogio biologico?), e por nao ter relogio biologico e nenhum outro motivo para controlar reacoes em acordo com algum ritmo metodico, precisava existir as ribozimas que se impoe a essa materia bruta, exigindo, ou tocando, um ritmo e exigindo que os atomos se comportem movendo-se em sintonia com este ritmo. Esta bem… respondida a questao.

Centro Ativo … da riboenzima:

O sítio ativo (ou centro ativo) é a pequena região de uma enzima onde ocorrerá uma reação química. Provém de grupamentos de partes da sequência de aminoácidos. As enzimas são muito específicas para os seus substratos. Esta especificidade se deve à existência, na superfície da enzima de um local denominado sítio de ligação do substrato. O sítio de ligação do substrato de uma enzima é um arranjo tridimensional de aminoácidos de uma determinada região da molécula, geralmente complementar à molécula do substrato, e ideal espacial e eletricamente para a ligação do mesmo . O sítio de ligação do substrato é capaz de reconhecer inclusive isômeros óticos “D” e “L” de um mesmo composto. Este sítio pode conter um segundo sítio, chamado sítio catalítico ou sítio ativo, ou estar próximo dele; é neste sítio ativo que ocorre a reação enzimática.

Buscar outros termos no artigo para pesquisa e Googlar “riboenzyme” e continuar pesquisa.   

 

 

Estao no Caminho de Descobrir como a Natureza “inventou” as Proteinas e Enzimas

segunda-feira, agosto 15th, 2016

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Quando um gene que executa uma importante função esta faltando ou não funcionando, as chamadas “enzimas promiscuas – porque podem fazer mais funções que a especifica função dela), se juntam e aprendem a executar a missão do ausente gene. Esta descoberta levou os pesquisadores a sugerirem que talvez estas enzimas tenham executado estas funções no passado, em outras criaturas mais primitivas, Como diz o pesquisador: ” Tentar entender  como os novos trajetos surgem, que tipos de mecanismos subjazem as forças que modelam estas trajetórias, e’ essencial tanto para a medicina como para entender a evolução a nível molecular”.

Com isso, os biólogos estão – sem o saberem – tocando o Cosmos. Pois a formula da Matrix/DNA sugere claramente o que são e de onde vieram estas moléculas denominadas enzimas, proteínas, aminoacidos, e quais funções executavam no sistema dito “não-vivo” ancestral de todos os seres vivos e o grande administrador da historia da biogênese. A criatura mais primitive que eles estão procurando esta no céu que nos rodeia e nos estamos dentro dela, como as tais enzimas.  Por isso não pude deixar de dar meu piteco no artigo cientifico postando os dois seguintes comentários copiados abaixo:

‘Promiscuous’ enzymes can compensate for disabled genes

By Laurel Hamers – 12:03pm, August 12, 2016

https://www.sciencenews.org/article/%E2%80%98promiscuous%E2%80%99-enzymes-can-compensate-disabled-genes

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AvatarLouis Charles Morelli – 08/15/2016

This research can lead to the jump of knowledge from biological to cosmological evolution. When Betul Kacar says that “the new role played by promiscuous enzymes could have once been its main job”, she is touching the very deeper dimension of evolution. But, this role may have been played in another ancestor system (LUCA) and not by enzymes as we know them today, but by their ancestors. That’s what is suggesting Matrix/DNA Theory.

What is enzymes and proteins? Which are the deep means for their existence? How and why Nature – having only the stupid matter of this lost planet – created these fantastic phenomenon? Answer: Nature has not created them here. They are merely the biological shape of ancestors elements that were performing their functions at the system that created this planet: this galaxy. The system is a spherical circuit where the pieces (astronomical bodies) are aligned just in same sequence that the different shapes of a human body during its lifetime are aligned due the vital cycle. Each protein represents a small slice of the spherical circuit, performing at molecular biological level the function corresponding to that slice. Enzymes are biological representations of astronomical catalysts that avoid, for instance, explosion of bodies. We are finding that the microscopic molecular level is just am exactly copy ( mutated reproduction) of the macroscopic level and we didn’t it before because the modern astronomical model is wrong.

“Trying to understand how novel pathways arise, what kind of mechanistic underlying forces shape those trajectories, is quite essential,” she says. It would be very good for her if seeing the new astronomical models and the Matrix/DNA’s formula for natural systems, like the building blocks of DNA and the building blocks of galaxies, at my website, because they are just equal. Sorry, but, Biology will need to go to Astronomy for really understanding the meaning of each biological phenomena.

Raj Kamal

Promiscuous enzymes appear to be mighty tool of nature to help survival of the living organism as a whole unit thus a dynamic boost for evolution to march forward.

Louis Charles Morelli – in reply to Raj Kamal

Yes, Raj, but their existence was designed in the stars and by Nature. They are the systemic biological counterpart from what we call “fuzzy logics” performed by non-biological systems, like atoms, galaxies… The universal natural formula for organizing mass, energy and light into working systems has seven fundamental functions performed by its seven parts ( as you can see the formula at my website). But at new environment/conditions these fundamental functions are mixed resulting in new sub-functions, this is fuzzy logics and promiscuous enzymes…

E meu post no Facebook:

Louis Charles Morelli –  New York  – 8/16/2016
Descobri agora que na selva eu tinha percebido mais um importante fenômeno que ninguem pensou ainda. Muitas doenças, anemias, são causadas pelo não funcionamento de algum gene. Por exemplo, suponha que o gene para testosterona não funcione, Acho que o cara fica “desinteressado por aquilo, em contraste com a maioria dos homens que só pensam naquilo – estes homens não prestam mesmo…”

Mas sua saude muitas vezes e’ salva porque existem as “enzimas prostitutas” – que os cavalheiros ingleses para disfarçar enganando, as chamam de “promiscuous enzymes”

Cada enzima e’ produzida pelo organismo para desempenhar uma nica e especifica função. Porem tem algumas que alem da sua função, se metem a se unirem com suas iguais quando o organismo esta padecendo pela inatividade de um gene e o grupo executa a função do gene faltante! Sao verdadeiras heroínas, como acho que tem sido na Humanidade as reais prostitutas voluntarias ( não aquelas coitadas que são obrigadas a isso por miséria), pois não e’ fácil sair de sua zona de conforto para fazer o trabalho sujo de outros.

Mas para um filosofo, a todo novo fenômeno descoberto surge logo as incomodas perguntas: como? porque? de onde veio isso? Como a Natureza (ou seja la mais quem for) inventou isso, do nada? E enquanto o filosofo não encontra as respostas ele fica com a cabeça na Lua, por isso já me chamaram nestas ocasiões de “desinteressado”. Não tem nada a ver!

Os cientistas descobriram as enzimas promiscuas recentemente, como digo no meu artigo publicado ontem em meu website, mas eu comemorei a descoberta porque eu já tinha previsto a existência delas a 30 anos atras, como esta garantido pelos meus copyrights!

Não foi a matéria estupida deste perdido planetinha na imensidão cósmica que inventou a profissão de prostitutas e nem a de enzimas prost…. quer dizer, promiscuas. Naaão,.. a existência delas já estava projetada nos céus a 10 bilhões de anos atras, muito antes das origens da vida neste planeta.
Isto e’ facilmente percebido quando você conhece e entende a formula simples que a Natureza sempre usou para montar todos os sistemas naturais, de átomos a galaxias a células a corpos humanos.

Observando a formula – que esta no meu website – nota-se que um sistema natural perfeito e’ composto de sete partes e cada uma executa uma especifica universal função sistêmica. A função numero 4 por exemplo e’ a responsável por criar as peças e coordenar as funções do elemento macho no sistema, então se ela esta fazendo galaxias ela produz cometas representando espermatozoides, gigantes vulcões nos pulsares para ejetarem estes cometas ( então o moderno herdeiro no corpo humano dos vulcões são os…coisa feia!),

Mas então a formula suprema para sistema perfeito ( que na verdade não pode existir pois isto seria o eterno moto continuo e ai terminaria a Historia deste Universo, ela apenas quase chegou perto da perfeição, da sua aplicação total, nos sistemas galácticos), que seria um sistema completamente fechado em si mesmo, se abre como copias diferenciadas para permitir a enorme diversificação de sistemas, especies, indivíduos, que são sistemas abertos em si mesmos. Ela faz isto acasalando duas diferentes funções universais e obtendo uma terceira função como meio-termo. Então se temos F3 e F4, a mistura das duas pode resultar em inúmeras copias de sub-funções, que seriam 3/4,01,ou 3/4,02, e assim por diante.
Assim surgiram os aspectos promíscuos das funções sistêmicas universais. Os físicos e matemáticos ao lidarem com logica descobriram este aspecto da Natureza e chamaram de “fuzzy logics”, que quer dizer elementos de logica difusa, ou confusa.

Graças a este golpe astuto da Natureza ( ou seja la de quem for tenha sido nosso criador), existe a evolução e estamos vivos aqui hoje, senão, o primeiro sistema perfeito estaria se reproduzindo a si mesmo ate hoje, o Universo ficaria patinando sem sair do lugar, e a evolução não aconteceria.

E sabe de uma coisa? Sempre quando o filosofo descobre mais um golpe astuto como este ele fica com os pelos todos arrepiados e não resiste a comemorar o fato. Então me deem licença que vou mandar a disciplina para a tonga da mironga e vou abrir uma cerveja, porque ser prostit…. quer dizer, ser promiscuo, as vezes e’ um ato heroico…….kikiki..

 

Proteinas: Modelamento sendo pesquisado pela Ciencia e a versao da Matrix/DNA

quarta-feira, julho 27th, 2016

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O que e’ proteina? Como e porque a Natureza bruta e crua criou este fenomeno aqui na sperficie da Terra?

Representação da estrutura tridimensional da mioglobina, proteína globular de 153 aminoácidos

O artigo que inspira-me neste capitulo e’ :

Rules of the game

By deciphering the rules of protein structure, David Baker has learned how to one-up nature and design new medicines and materials.

http://science.sciencemag.org/content/353/6297/338.full

O artigo trata de pesquisar e tentar imitar como as proteinas sao organizadas, modeladas, ou como diz em ingles “folding”. A Matrix/DNA já deu sua resposta que e’ totalmente desconhecida e ininteligível para o povo acadêmico que desconhece esta visão de mundo e sua formula principal. Segundo a Matrix/DNA, proteínas são pedaços do trecho do circuito de energia/informações de um sistema natural na forma biológica. Vamos trazer este circuito para cá:

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

Então cada ponto deste circuito e’ um ponto-informação e a totalidade de todos os pontos revela a formula, o sistema inteiro. Ao que parece o artigo citado diz que se conhece cerca de 100.000 tipos de proteínas, mas acreditam que deve existir milhões. Para nos esta quantidade de proteínas apenas indica em quantos pontos ( e o tamanho destes pontos) foi dividido o sistema inteiro. Este numero poderia variar de 1 `a infinidade.

Esta visão da Matrix/DNA tem respondido todas as perguntas que já conheci sobre proteínas. Por exemplo, ao contrário das plantas, os animais não conseguem sintetizar todos os aminoácidos de que necessitam para viver. Mas então como surgiram os primeiros animais, se não tinham estes aminoacidos para formarem seus corpos? E porque as plantas conseguem e os animais não?

Os primeiros bits-informação que chegaram `a superfície da Terra ( vindo 50% na energia solar e 50% da energia nuclear do planeta), eram bits fragmentos do decaimento entropico desta galaxia, mas como o building block da galaxia (que e’ a formula da Matrix/DNA no seu estado de sistema fechado) esta’ presente em qualquer uma de suas formas-partes  (seja uma estrela, um planeta, etc.), então estes dois astros, a Terra e o Sol, possuem todas as informações da galaxia. A Terra expressa as informações da fase de crescimento ( da função 1 a função 3) e a estrela, a fase do amadurecimento e decaimento ( da função 4 a função 7, menos a 5). Estes bits chegavam em locais e tempos diferentes mas com o aumento deles todos foram chegando em todos lugares e por vários tempos. E uma das propriedades deles e’ procurarem e se conectarem a seus vizinhos imediatos, os pontos da esquerda e da direita no circuito, assim como as crianças e jovens procuram os de suas idades e não os idosos para formarem suas turmas. Com isso foram formando pedaços do sistema, que eram os aminoacidos. Depois estas pequenas turmas de aminoacidos foram se conectando formando as proteínas. E assim formaram a primeira copia exata da Matrix na Terra, que foi o par lateral de nucleotídeos, um sistema funcional. Varias formas diferentes destes sistemas e formaram um sistema maior, o DNA, cuja expressão na biosfera terrestre e’ o organismo.

A primeira copia exata do building block da galaxia – a formula de sistema fechado – surgiu com a primeira célula viva, dita vegetal. Mas assim como a galaxia caiu porque sistemas fechados se fecham a própria evolução e a Natureza não veio aqui para produzir apenas galaxias e suas copias fieis, as células vegetais, surgiu um pedaço grande da formula no qual ainda faltava uma parte, uma função, mas o qual logrou sobreviver e lutar como sistema… aberto. Foi a primeira célula animal. Esta iria reabrir as portas `a evolução. Então, na célula animal esta faltando informações de um trecho do circuito, justamente o trecho da Função 6, que representa na galaxia a forma de estrela. Para esta função sua contraparte biológica e’ o cloroplasto, o qual e’ capaz de fazer a fotossíntese, ligando a célula vegetal direto `a estrela. Como os animais não possuem os aminoacidos e proteínas para este trecho, precisam se alimentarem de vegetais para funcionarem como sistemas. Assim a Matrix vai respondendo todas as nossas perguntas e vai nos ajudando cientificamente do conhecimento, por exemplo, quem e’ quem dentre os aminoacidos, qual função cada qual executa, etc..

Então a proteína esta’ para um organismo assim como um fóton esta para uma onda de luz, ou seja, são seus pedaços, seus bits-informação. Precisamos ainda encontrar a diferença entre proteínas e genes, pois estes tambem são quantidades de informação do organismo. Esta claro que uma diferença e’ que genes são pacotes maiores de informações, porem não se compõem de proteínas e sim de nucleotideos. Em vista disso, surge a ideia de que genes são informações para construir (reproduzir) o sistema, enquanto proteínas são informações para repor partes e manter partes do sistema.

Uma questão repentina e inevitável que surge ao se olhar para uma proteína e’: Porque uma informação tem que ser desta forma, enrolada e complexa dessa maneira? E a primeira resposta que surge, ao menos na minha mente e’: Como uma proteína e’ uma informação total sobre um ponto, um trecho, do sistema, ela tem que conter todos os detalhes daquele ponto, e como se pode dividir um sistema em quantidades diferentes de pontos, quando maior for o ponto, maior sera a complexidade da informação e portanto, da sua ferramenta material, no caso, a proteína. Então se dividir-mos o circuito de um sistema em pontos e para identificar cada ponto der-mos a ele um numero – e se dividirmos o sistema em milhões de pontos – vai ter proteínas representadas por números na casa dos milhões.

Obviamente, a figura de uma proteína no papel, como a figura acima, nada diz sobre a realidade da proteína, pois não vemos seus átomos, não a vemos trabalhando, etc. Mas apenas vendo esta figura, tendo buscar a razão do porque um ponto na formula da Matrix/DNA e’ representado desta forma. Sei que a formula no papel tambem ilude, pois ela parece ser uma coisa muito simples quando na verdade, nas suas entrelinhas, estão as bases de todos os bilhões de detalhes dos organismos e desta inteira biosfera terrestre. Tal complexidade sugere que mesmo o mais microscópico ponto já deve ser em si mesmo, muito complexo. Mas porque esta forma? Vejo na figura acima seis ou sete traços finos ligando as fitas mais grossas e isto sugere a primeira vista que os traços finos se refiram as seis ou sete parte da formula. E isto nos leva a suspeitar que cada proteína contem em si o sistema inteiro, porem ela tem algum detalhe minusculo que seja especificamente seu, nenhuma outra proteína a tem, por isso a enorme diferenciação delas entre milhões. mas isto ainda e’ muito especulativo.

Sendo a meta humana construir organismos perfeitos e eliminar todas as doenças, teremos que identificar cada proteína e descobrir qual sua função, qual a informação que ela representa em que ponto do sistema. Isto parece uma tarefa impossível se existirem milhões delas, mas existe um método sugerido pela formula da Matrix/DNA que pode facilitar bem esse trabalho.

Se dividimos a formula em seis ou sete trechos/funções como foi feito, podemos usar o numero da Função como o numero inicial inteiro, e depois, para localizar a proteína cada vez mais perto do ponto a que ela pertence, podemos usar decimais. Alias, esta técnica já estou usando para nomear ou enumerar os bits-informação do Universo – aqueles vortices quânticos que pipocaram no espaço para se desmancharem em ondas de luz e assim formarem as primeiras partículas. Os vortices eram espirais contendo as sete forcas brutas naturais, cada força bruta era uma das sete voltas da espiral, então, uma informação no meio entre a forca bruta dicotômica movimento/inercia que tem o numero 3, pode ser identificada como bits-informação numero 3,7564305812…, e assim por diante. Para separar aminoacidos e identifica-los, temos que identificar primeiro sua base central, sua raiz primeira, que e’ o átomo de carbono. A partir dele vamos vendo quais e quantos átomos foram agregados num dado aminoácido e lhe damos um nome. Quanto `as proteínas, seus tijolos básicos não são mais os átomos e sim os aminoácidos. Deve ter m aminoácido como base central a partir do qual de diversificaram todos os tipos de proteínas. Enfim, uma proteína deve te ter indicado sua localização em qual trecho funcional esta na formula, primeiro. Se esta entre 2 e 3, diremos que seu numero sera 2. Depois mais pesquisas vão indicando sua localização dentro daquele trecho, e assim vamos  aumentando as decimais: 2,3750271…, etc.

Por seu lado, a Ciência Academica define proteína como:

Wikipedia: Proteínas são macromoléculas biológicas constituídas por uma ou mais cadeias de aminoácidos.

E a próxima frase continua: As proteínas estão presentes em todos os seres vivos e participam em praticamente todos os processos celulares, desempenhando…

Quer dizer, e’ uma abordagem e definição expressando o estado do conhecimento atual acadêmico. E uma definição descritiva de como e’ e o que faz, e nada diz de onde veio, qual sua causa criadora, porque ela faz o que faz. E’ como se existisse uma funcionaria do recursos humanos de uma empresa bancaria selecionando um dos candidatos a uma nova vaga. Ela olharia todos os candidatos de longe, escolheria o mais bonito, o levaria ate uma maquina de calcular e faria o teste se ele sabe usar a maquina e calcular. Mas ora, não foi feito teste de drogas, de saúde, de comportamento social, mada se sabe de sua origem. E  pode ser que o candidato tenha um grave defeito, que coloque a agencia bancaria em perigo. Nessa analogia, a selecionadora não sabe e não tem como colher as demais informações sobre o candidato. Por isso a nossa abordagem descritiva e funcional ainda não conseguiu identificar as proteínas defeituosas e as causas das doenças mortais tradicionais. Ninguem conhece de fato qualquer objeto existente aqui e agora senão for capaz de contar a sua historia de 13,8 bilhões de anos, identificando-o dentre os elementos primeiros no momento da origem do Universo. E a Matrix/DNA consegue fazer isso.

Como resultado nefasto para a Humanidade, o personagem do artigo, David Baker, vai continuar a vida toda desenhando cada proteína, imitando-as na forma sintética, criando novos remédios, enchendo ainda mais as prateleiras das farmácias, para manter vivos os pacientes doentes. Não e’ a medicina que necessitamos urgente. Precisamos de uma medicina preventiva, e não uma que atua depois que a casa caiu. Precisamos eliminar as causas na raiz das doenças. Precisamos de fato ter um entendimento universal, cosmológico, dos agentes das doenças, para poder conserta-los.

Vou agora reler o artigo para anotar aqui as informações importantes e algumas criticas da Matrix/DNA, para depois voltar ao artigo do Wikipedia e continuar este estudo das proteínas… 

Evolução: Novo Mecanismo – Homoplasy

sábado, maio 7th, 2016

Se a primeira teoria da evolução, Darwinista, encontrou apenas um método evolutivo – o que contem a seleção natural – e depois a teoria neutralista da evolução  apontou que a deriva genética sem a ação da seleção natural tambem produz evolução, agora aparece uma terceira teoria da evolução, a qual e’ mencionada no paper PDF a baixo, sugerindo que um fenômeno ” homoplasy” tambem pode causar evolução, porem, no nível molecular e em relação a evolução das proteínas. Não e’ o caso de três diferentes e auto-confrontantes teorias, mas sim o caso em que uma teoria inicialmente simples, se divide em varios ramos tornando-se mais complexa.

Frequent and Widespread Parallel Evolution of Protein Sequences

http://as.vanderbilt.edu/rokaslab/pdfs/2008_Rokas_Carroll_MBE.pdf

Homoplasies –  A homoplasy is a character shared by a set of species but not present in their common ancestor. A good example is the evolution of the eye which has originated independently in many different species. When this happens it is sometimes called a convergence. Homoplasies can be compared with homologies, which are characters shared by a set of species and are present in their common ancestor.

Note that the above definition of homoplasy is its technical definition used by biologists. A homoplasy has an older, pre-Darwinian meaning of similarity explained by a shared way of life. For example, the wings of insects, birds and bats are all needed for flying: they are homoplasious structures in the non-evolutionary, as well as the evolutionary, sense.

Figure: the wings of birds and bats are homoplasies. They are structurally different: the bird wing is supported by digit number 2, the bat wing by digits 2-5.

analogies.jpg

Estudando a Teoria Neutralista da Evolução, que envolve a deriva genética – genetic drift e as aleatórias mudanças de genes alelos.

A Deriva Genética seria um segundo método da evolução que não tem a presença da seleção natural.

Cancer: Bom Video Informativo

segunda-feira, dezembro 14th, 2015

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Entenda como se desenvolve o câncer no nosso organismo

http://www.ageracaociencia.com/2015/05/21/entenda-como-se-desenvolve-o-cancer-no-nosso-organismo/

O video tambem pode ser visto em:

https://www.youtube.com/watch?v=HU2sXd5H48Q

E sobre o video, deixei o seguinte comentario/pergunta ( aguardando moderacao para ser publicado – observar que não saiu o avatar e a conta ja registrada no site ‘e do google com email do yahoo – da proxima vez devo puxar link com facebook)

Este video e’ uma heroica contribuição para a Grande Causa da Humanidade, pois um de seus efeitos e’ despertar e fazer evoluir a mente coletiva ao tornar acessível e agradável o conhecimento da Natureza. Congratulations!

Uma duvida que fica: pelo que entendi, o video sugere em 2:01 que a P53 e’ uma das responsáveis em induzir o processo da apoptose (morte celular) das células normais. No entanto na Wikipedia ( https://pt.wikipedia.org/wiki/P53 ) diz que ” O p53 está envolvido na morte programada (apoptose) de células anormais ou danificadas.” Quem esta’ certo/errado?

Isto e’ importante porque pode significar que a célula foi danificada por uma mutação no gene P53. Com isso a mutação passa para a proteína produzida pelo gene, a qual retorna ao DNA para dizer que o gene deve se consertar (existem os mecanismos de auto-correção do DNA) ou suicidar-se?

Os genes que programam a morte da célula tem que produzirem proteínas que saiam da célula, passem pelo ribossomo e depois retornem ao ponto onde foram fabricadas, para matar a célula?!

Baseando-me na formula da Matrix/DNA Theory ( que seria a mesma formula para os building blocks do DNA), a morte celular ocorre pelo fluxo de energia/informação que percorre o DNA inteiro, assim como a forca do ciclo vital percorre o corpo humano durante sua vida inteira. Acontece que a dado momento o fluxo entra em entropia ou degeneração e assim o DNA se degenera ate sua morte. Este processo seria mais racional que o processo onde o DNA produz proteínas que saem fora e retornam avisando que chegou sua hora. Algum comentário? Thanks…

Pesquisa:

Proteina P53 ( Notar que ela ‘e envolvida em muitos casos de cancer, mas nao todos)

P53.png

 

Wukipedia port. = O p53 está envolvido na morte programada (apoptose) de células anormais ou danificadas.

Continuar pesquisa dos termos tecnicos do video, da P53 no Wikipedia e da P53 nos links interessantes em google search

Proteína Implicada na Formação de Células Cancerosas e Analise da Matrix/DNA

sexta-feira, agosto 7th, 2015

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Protein That Kills Cells in Neurodegenerative Diseases Implicated in Cancer Cell Metabolism

http://neurosciencenews.com/hsp90-cancer-cell-metabolism-2391/

Pesquisadores observaram uma proteína que corta o fornecimento de oxigênio as mitocôndrias que fornecem energia para as células neuroniais, com isso conduzindo estas células a um processo degenerativo e até canceroso. Mas ficou muito interessante este caso quando o analisei sob a luz da Matrix/DNA. Vejamos:

( Tradução e analise do artigo pela perspectiva da Matrix/DNA que abre mais este campo de pesquisa.)

Vamos iniciar com uma breve comparação entre o gráfico do ciclo desta proteína e o gráfico da formula da Matrix/DNA, especificamente o gráfico relacionado aos cromossomas:

This image shows the Hsp90 chaperone cycle.

Hsp90 is one of the most studied proteins in terms of potential cancer-fighting drugs, but progress has been slow. This image is for illustrative purpopses only and the diagram shows the Hsp90 chaperone cycle.

E o gráfico com a formula da Matrix/DNA:

Circuíto Sistêmico ou "Software" extraído da fórmula da Matrix/DNA, Revelando o aspecto Hermafrodita

Circuíto Sistêmico ou “Software” extraído da fórmula da Matrix/DNA, Revelando o aspecto Hermafrodita

Minha interpretação pode ser errada portanto é temporária. Proteínas são os ingredientes biológicos que correspondem ao circuito esférico da formula. Cada proteína representa um pequeno trecho numa determina locação do circuito, todas as milhares de especies de proteínas somadas representam o circuito inteiro.

Por sua vez, cada proteína tem um ciclo vital o qual é tambem uma copia da formula inteira. Então essa proteína Hsp90 apresenta esse “chaperone cycle” – como não sei o que é chaperone, abaixo registrarei a pesquisa a respeito. Imediatamente a intuição me indica que o “early complex” `a esquerda representa F1, na formula da Matrix/DNA. A partir dai o fluxo de energia/massa/informação que corre dentro do circuito esférico do sistema como vemos na formula,  deveria andar para a esquerda, mas no gráfico se diz que se move para a direita, porem isso pode ser apenas questão de como colocar o desenho num papel bidimensional. Ainda não li o scientific paper e por isso não sei o que representa o X e Y, mas a posição destas letras no gráfico logo mostra uma semelhança com a formula no seu aspecto especifico como a funcionalidade dos cromossomas. Obviamente a proteína nada tem a ver com cromossoma, mas tambem do gráfico da formula aqui arrolado não estamos focando a questão dos cromossomas. O fato é  que nos dois gráficos, coincidem que X e Y estão em F1. Tambem os ingredientes em roxo e rosa do ” early complex” coincidem com os dois ingredientes em F1, que são massa e energia.

A seguir o fluxo de informação/energia se dirige ao ” Intermediate complex”, o que na formula seria F2 e F3. Mais uma vez os graficos coincidem: na formula, F2 representa quando o germe que nasce em F1 penetra na sopa de ingredientes do ambiente os quais se agregam no germe fazendo-o crescer. Então os varios elementos ali como o Hsp40, o HOP, etc., serão os nutrientes agregados ao germe. Se no grafico da proteina a segunda parte do intermediate complex desapareceu o Hso40, tambem quando observamos a formula no seu aspecto astronomico vemos que em F3 – que corresponde a planetas –  o gelo da poeira congelada desaparece dando lugar a água, a qual se mistura no meio dos outros ingredientes.

A partir de F2+F3 o circuito se abre numa relacao com o exterior permitindo a vazão de um elemento, o que significa que o ciclo chaperone é um sistema aberto. Quando o fluxo chega no que se diz ” final complex” na formula significaria que o fluxo chegou em F4 ( porem aqui retorna o problema da direção do fluxo, se para a esquerda ou direita. Se a direção for a inversa, ou seja, para a direita, então F1 sera o ” final complex” e F4 seria o ” early complex”. Então mudaria tudo: as duas fases do intermediate complex seriam F6 e F7, e ao invés de ser energia em crescente, seria um processo entropico, decrescente. Pode ser mas existem mais indícios para o contrario, como lemos o grafico inicialmente.

Porem aqui no ” final complex” temos outro problema: é possivel que a sequencia a seguir seja na formula da Matrix/DNA a sequencia normal esferica, onde o fluxo vai para F6 e F7. Mas tambem a liberacao dos dois X a seguir sugere que em F4 o fluxo tomou o caminho do ramo lateral interno, ou seja, F5. O que tambem seria possivel, indicando que o ciclo vital da proteina é apenas meia-lua, ou apenas metade da face da Matrix, E a intuição me sugere ser este o caso, mas posso estar errado.

Aceitando que o ciclo da proteina seja meio-ciclo, surgiriam alguns indícios: a) esta proteina expressa apenas e fortemente a função masculina da Matrix,  O fato de X acompanhar o fluxo de F1 a F4 é porque na formula isso acontece e Y ontem tambem X, apenas não o expressa nos sistemas biológicos. Não sei ainda qual a implicação de uma proteina ser “macho”, pois isto seria uma novidade para mim. Seriam as proteinas tambem divididas em machos e fêmeas?! E isto seria logico, racional. Todos os elementos que entraram no tronco da arvore da evolução tinham essa característica dicotômica e a proteina deveria ser inserida na arvore de Darwin se estendermos a arvore para alem dos sistemas vivos completos, entrando no passado da evolução no tempo das moléculas. b) estou aqui sentindo a presença da quiralidade. Pois se um elemento tem apenas meio ciclo vital, representa apenas uma metade da face da Matrix,  seria o que em Inglês se chama left-handed ou right-handed. E isto significa o spin ou seja a direção de giro do elemento.

A Natureza foi muito sabia ao determinar que o emergente fenômeno da vida selecionasse dentre todas as moléculas organicas, apenas aquelas com spin a esquerda, ou seja left-handed. Basta dar uma olhada rapida na formula da Matrix para entender isto. A face esquerda da Matrix é quando a energia esta em sua fase de crescente, que vai do baby ao jovem-adulto. A partir daqui a energia entra em estado entropico, decrescente, que vai do adulto ao cadaver. Então se um elemento possuir apenas a metade esquerda e dai o Fluxo cai de repente de F4 para F1, ele se livra do fenômeno ” morte”, pois em F1 ele se recicla retornando a forma de baby. Ora, se naquela árdua luta nas origens da vida, para tentar formar e manter as primeiras moléculas organicas em ambiente hostil com todos os fatores ameaçando sua existência, estas moléculas tivessem em si as duas meia-faces, o projeto da Vida teria ficado patinando no principio eternamente sem sair do lugar. Pois antes de crescer e se duplicar os aminoacidos morreriam, nunca conseguindo formar as primeiras cadeias de polipeptidos, e as proteínas. Nem RNA e DNA. O fato constatado cientificamente e que a Vida foi montada apenas com moléculas left-handed. As moleculas right-handed são venenosas, toxicas. Mas se esta proteina, Hsp90 tem realmente sua direção para a direita, se corresponde a meia-face direita, não da’  para entender como ela se inseriu no meio vital. Se isto for o fato, ela seria um veneno no organismo, seria toxica e surpreendentemente é justamente isto que a pesquisadora autora do artigo diz: ” “We have found a protein that is modified only in pathological conditions,” said Franco, an assistant scientist at the Burnett School who led the research team. “In the nervous system, it is toxic to the cells that are affected by neurodegenerative diseases, while in tumor cells it may actually be acting as a pro-survival agent. In both cases, targeting this oxidized protein may be a potential therapeutic alternative.”

traduzindo: Nos descobrimos uma proteina que e` modificada somente em condições patológicas. No sistema nervoso ela é toxica para células que foram afetadas por doenças neuro-degenerativas, enquanto em células de tumores ela pode realmente estar atuando como uma agente pro-sobreviventes. Em ambos os casos, objetivando sta proteina oxidante pode ser uma potencial alternativa terapêutica”

Bem, parece ser o tal caso comum: Um individuo pode ser bom para um sistema social capitalista, mas se o sistema mudar para comunista, ele se tornara mal para o sistema, porque ele continuara a ser capitalista. Mas se a a doutora estiver certa, ela diz que a proteina é quem é modificada. Isto significaria que um individuo era bom para o sistema que era capitalista, mas o individuo se modificou, tornou-se comunista, e assim passa a ser mal para o sistema. Mas parece-me que a doutora esta’ se contradizendo sem o perceber. Ela diz que a condição do sistema se tornou patológica, ou seja, o sistema foi mudado antes. Isto só tem uma maneira de resolver: sera’  ela mostrar a configuração dos compostos da proteina, antes e depois da patologia. Talvez ela faça isso no artigo cientifico, o qual ainda não li.

Então depois de F4 ( ou F1 se o sentido de giro for inverso), e depois de liberar ois X, vem aquelas duas formas de lagosta que não sei ainda o que é, sendo que a ultima fase apresenta um elemento acrescentado, o HOP. Elas podem serem apenas a representação de F5 no seu caminho a F1, se o ciclo for meia-lua, ou se a representação de F6 e F7, se o ciclo for completo. Mas o jeito que o grafico da proteina mostra a seta a seguir, indica uma reafirmação de que o ciclo seja realmente meia-lua. Pois a seta não vai de HOP direto para ” early complex”. Ela passa direto sem tocar nele e vai para F2. Das duas uma: ou o early complex só entra no circuito no primeiro ciclo e depois nunca mais retorna, ou o ” early complex”  é uma estrutura `a parte e sempre fixa, que torna a entrar no circuito toda vez que o fluxo passa perto dele.  O que seria muito esquisito. Se realmente o fluxo passa longe do “early complex” e entra novamente numa zona de ingredientes, isto sgnifica que o corpo esta continuamente alimentando aquela zona com ingredientes. Mas ai faltaria umas setas vindas de elementos de fora entrando no circuito.

A zona dos ingredientes ( o que em astronomia e denominado de “horizonte de eventos em volta do nucleo galáctico, ou buraco negro”, e em embriologia é denominado simplesmente de placenta nutritiva), quando um sistema é fechado, é produzida pelo decaimento do circuito, ou seja, pelos fragmentos degenerados do ultimo ciclo ( no caso astronomico os ingredientes são a poeira interestelar). Novamente retorna nosso problema: se o ciclo for meia lua e esquerda, não poderia ele mesmo formar essa zona, mas como o sistema é aberto, significaria que ele passa por uma zona sempre retroalimentada pelo organismo; se o circuito for meia lua e left-handed e ainda, sistema fechado… não existe essa possibilidade, nunca poderia existir essa zona. Se o circuito for meia-lua, right handed e sistema fechado, esta zona seria produzida por ele próprio, num processo de auto-reciclagem, o que não é normal em sistemas biológicos. Se o sistema for right-handed, meia-lua e aberto,  a zona seria fornada pelo proprio circuito e mais ingredientes fornecidos pelo organismo.

So teria uma maneira de resolver este problema. Saber se cada vez que o ciclo chega a ” intermediate complex” trata-se da mesma velha proteina ou se é sempre uma nova proteina. O unico jeito seria marcar os atomos de uma proteina e ver se eles continua na proteina depos do intermediate complex. Se sim, cada ciclo seria uma nova proteina, formada inteiramente com nutrientes fornecidos pelo organismo.

Enfim, estamos constatando aqui como são árduos os caminhos numa nova ciência quando ela esta’ engatinhando. Tudo depende de mais dados. Mas vale a pena este esforço, pois o câncer  é um poderoso e antigo terrorista inimigo da Humanidade numero 1, e nunca foi vencido, eliminado de uma vez por todas em suas causas, e esta nova abordagem da Matrix/DNA pode ser o grande golpe que estamos precisando.

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Ensaio de um comentário a ser postado no artigo:

Would be very useful for researchers if they look to the analyses of this issue from Matrix/DNA Theory perspective. All natural cycles and systemic circuits are based on a unique natural formula, perfect and complete. Bring on the table the two graphics: one, the cycle of the element being studied, and other, the graphic of Matrix’s formula. Comparative anatomy will reveal the errors or imperfections of the element’s cycle, if it is a pathogen. And with some lucky, will suggest the cause and the treatment for the disease.

I tried doing it, but for a conclusion I would need lots of more data, like the atomic compositions of these molecules.  In a first observation, it seems that Hsp90 is a normal left-handed molecule for an organism in healthy conditions, but, if it becomes a pathological condition, the protein becomes right-handed, and so, a toxic agent. The Hsp90 cycle is suggesting lots of novelties, like suggesting that it is a half-cycle, which means a strong expression of the Y counterpart of natural systems. It could be true when we see at the graphic that it expels two X from the circuit. Other problem is the “early complex” : the arrows that arrives to it, does not penetrate it again? Is is merely an initial condition for formation of the cycle and after that, it disappears?

Other question: the ingredients entering the circuit at the “intermediate complex” were produced by the prior cycle or are they furnished by the organism at every new cycle?

The answers for these question are dependable of more data, like the atomic composition of each molecule. But, since that cancer is our millennial and mortal enemy, and since that all applied approaches have not eliminated it, I think that new approaches never experimented before, like this one suggested by Matrix/DNA’s formula, deserves all effort.  So, if someone is interested i have written an detailed analyses ( sorry, it is in Portuguese, but, I could translate it), at http://theuniversalmatrix.com/pt-br/artigos/