Archive for the ‘Ciência Acadêmica’ Category

Informação e a Origem da Vida: Video com Tese do Intelligent Designer

segunda-feira, dezembro 28th, 2015

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Information Enigma

https://youtu.be/aA-FcnLsF1g

Informativo video, mas como foi feito com uma previa intenção e baseada no julgamento humano, não sendo portanto a voz da Ciência pura, certamente o video distorce as sequencias dos fatos reais naturais.

De acordo com o que penso ter descoberto na selva, os autores do video tem razão em acreditar que era necessário a pre’-existência de informações existindo fora da matéria bruta terrestre para que esta matéria pudesse gerar a vida. E com isso eles cantam sua crença: Intelligent Designer (ID). Mas então seus oponentes materialistas sugerem que as informações armazenadas pela vida surgiram por acaso, devido a infinitas tentativas em tempos tao longos como bilhões de anos.

A resposta do ID foram os cálculos matemáticos das probabilidades, mostrando que o numero de possibilidades para que a Natureza encontrasse o numero correspondente a ” sistema celular vivo” são infinitas, impossível de ter sido identificado no tempo da origem da vida. Os materialistas voltaram a carga com a teoria de que a natureza não procurou o numero certo para sistema celular vivo, mas sim simplesmente as forças em movimento poderia ter produzido qualquer outra coisa, mesmo outro tipo de sistema vivo; aconteceu ser este, por acaso.

Os ID insistem que todos os eventos por caso apenas destroem ou deterioram qualquer sistema complexo, não tendo nunca os materialistas demonstrado algum evento por acaso que tivesse construído algo novo e melhor do que os elemento existentes no momento do acidente.

Antes de ir para a selva eu suspeitava que os ID estavam corretos na hipótese de que teve de haver informações previas, mas não tinha fé que estas informações tenham vindo de alguma inteligencia e ainda mais, supernatural. E na selva so vi caos e péssimo designer, o que afastou de vez a ideia de inteligente projeto. Suspeitava que um evento por acaso possa resultar em uma nova mistura que sobreviva e se adapte melhor ao ambiente que os elementos misturados. Mas a vida para chegar aonde chegou teria exigido milhões de eventos por acaso dando resultados melhores, e ai não podia concordar, pois isso não seria mais acaso, seria a regra. E se havia uma regra, tinha que haver o legislador.

A solução que encontrei foi elaborar um modelo do estado atômico e astronomico do mundo antes da origem da vida que serve perfeitamente como o conjunto das informações previas que fizeram o primeiro sistema celular vivo, ou antes, o primeiro building block do DNA. Isto resolve os problemas dos dois lados. O que tenho a fazer agora e’ esperar que seja comprovado que o átomo e a galaxia seja tal como os meus modelo teóricos ainda, e não tal como os modelos teóricos acadêmicos em que os dois grupos estão acreditando, Se minha teoria estiver correta, a evolução utilizou mutações por acaso, se a seleção natural os tenha aprovado, mas, isto seria uma raridade, porem possível. E se a minha teoria estiver correta ainda, as previas informações que existiam para formar o primeiro ser vivo, Já existiam antes das galaxias e dos átomos. Portanto se houve alguma inteligencia como fonte destas informações, deste programa genético computacional que esta na essência da vida, esta inteligencia teria atuado antes e alem da origem do Universo. Por enquanto dentro deste universo observável e captável pela nossa inteligencia, todas estas informações estão limitadas dentro do Universo e todas tem origem natural. Então vamos ter que esperar o dia que possamos sair do Universo para ter a resposta certa.

O problema que vejo nos dois grupos e’ que assim estão desviando o caminho da Ciência e mesmo da Razão Pura Natural, do único caminho em que existe de fato Ciência. Pois uma teoria preconcebida e fixada na mente do cientista so’ vai lhe iluminar para fazer experiencias e criar novos instrumentos de pesquisas que venham a detectar fatos reais que somem `a sua teoria. Com isso seleciona-se alguns dos fatos ainda desconhecidos e ignora-se todos os demais desconhecidos. Se o caminho da Ciência pura vai de Norte para Sul, um grupo esta indo de Norte para Oeste e outro, de Norte para Leste. E se a minha teoria e’ o caminho que vai de Norte para Sol, vou ter que esperar terminar estas duas jornadas errantes, esperar que a Ciência se levante de seus escombros e reencete seu verdadeiro caminho. Se ao menos eu tivesse uma alma, que depois de morto pudesse sentar no sofa ao lado do Inteligente Designer assistindo esta briga na televisão… Não, não,… não iria querer isso, porque estaria assistindo todas as torturas de humanos que ainda vão decorrer devido esta brutal perda de tempo e conflito idiota. Ninguem provou que a galaxia seja igual seu modelo teórico, que um quasar ou uma estrela nasça de acordo com sua teoria, que o imenso espaço vazio dentro de um átomo não contenha forças e elementos ainda desconhecidos, que a teoria das Cordas esteja errada quando sugere que existem 11 dimensões, etc. e etc., então como e’ que podem ter fé’ numa hipótese sobre de onde vieram estas informações?!! Por favor, deixem as mentes dos jovens alunos abertas para escolherem seus caminhos, e deixem a Ciência livre para caminhar seu caminho!

A Morte Explicando Como a Origem da Vida não foi a versão da Ciência Acadêmica

sexta-feira, setembro 23rd, 2011

Artigo baseado em:
http://www.biology-online.org/biology-forum/post-134634.html#p134634 (Vide abaixo o texto)

A Morte Tem a Resposta para como foi a Origem da Vida

Se não podemos voltar atrás, a 3,5 bilhões de anos, para ver como a Vida começou, podemos ver aqui e agora quando ela termina, ou seja, assistindo a morte de um ser vivo, e saber como ela não começou apenas pelas fôrças físicas do mundo pré-biótico e nem com a contribuição das propriedades químicas na abiogênese.

Nos ultimos momentos antes da morte todas as moléculas bioquimicas do corpo ainda estão intactas e funcionando. No justo momento da morte elas ainda estão lá, mas no momento que os mecanismos regulatórios do organismo cessam, as moléculas começam a se desintegrarem.

Em outras palavras, as leis naturais da Física, da Quimica e da Termo-Dinâmica continuam operando mas sem a diretriz reguladora que foi agora removida, e o resultado é degeneração, desintegração, rumo às suas menores partes constituintes.

Portanto, o curso natural que as leis naturais seguem, é o de destruir as moléculas bioquimicas. Mais exatamente, é o de eliminar os vínculos entre os átomos que os organizam bioquimicamente. Desde que êste é o caso comprovado, como podem aquelas mesmas leis naturais guiarem a construção de vida celular, e quanto mais, o organismo inteiro ?!

Elas tem que serem dirigidas e forçadas a seguirem um diferente caminho para serem bem suscedidas na geração da vida. E o agente desta nova direção tem que ser o mesmo que mantem o organismo regulado e vivo. Ou seja: as leis naturais da organização vital já existiam antes da origem da vida. Claro!

Conclusão: seja lá o que for a vida, ela certamente não é parte constituinte da Física ou da Quimica.
Esta é a razão porque a visão naturalista da origem da vida sem algo como a fórmula da Matrix/DNA, sem a visão sistêmica e diferentes modêlos atômicos e astronômicos, é cientificamente ininteligivel. E portanto, a Teoria do RNA-World, tal como está elaborada, é equivocada e/ou incompleta.

Os cientistas da NASA compreenderam isto muito bem, quando emitiram um reporte estabelecendo que ” não existe plausível hipótese de rotas para formação de moléculas bioquímicas complexas, nem quimicamente nem termodinamicamente.”

A NASA emitiu êste reporte a contra-gôsto, foi forçada a isso pela quantidade de evidências. Se existe uma organização necessitada de dar uma explicação natural para a origem da vida esta é justamente a NASA. Lutando contra a escassez de fundos, se êles provassem que as leis naturais conhecidas, apenas por si só, podem dar inicio ao processo e desenvolvimento da vida, que resolveram o mistério da abiogênesis, e como êles estão envolvidos nesta pesquisa principalmente em astrobiologia, receberiam todos os fundos que necessitam. Mas seus administradores e cientistas foram obrigados a se curvarem perante o óbvio.

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Comentário postado por Matrix/DNA sob o artigo:

Jack, thanks by the existence of this blog, very helpful,

The RNA-World Theory became a scientific joke also. No? For instance, comments about this, please:

See the discussion between Craig Venter, Church and Shapiro, in this video

http://www.edge.org/documents/life/life_index.html

And haw do you refute this argument, for instance?

Theories – Origin of Life
http://www.biology-online.org/biology-forum/about14351-204.html

At the moment just prior to death all the biochemical molecules in the dog are still functioning and intact.
At the very moment of death they are still there, however as you rightly point out the regulatory mechanisms cease and the molecules begin to disintegrate.

In other words, the natural laws of physics, chemistry and thermodynamics continue operating but without the guiding regulation that has now been removed, and the result is degeneration, down to their constituent parts.

Therefore the natural course that natural laws take, breakdown biochemical molecules.
Since that is the case how can those same laws naturally guide the building of cellular life let alone the whole organisms
They have to be guided down the different regulated pathways if they are to succeed.
So whatever life is, it is certainly not a constituent part of physics or chemistry.

That is why a naturalist view of the origin of life is scientifically untenable.

That is also why NASA has been forced to draw the conclusion it has.

If any organisation needed a natural explanation to life’s origin it is they. Just think of all the funding they would receive if they could. There is every incentive for them to prove that they have conquered the problem of Abiogenesis, and if they were able to then I will let you speculate on the news headlines!!

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And you said: “… if you truly believe you’re onto something, make the most of it and stick to the proper method of conducting science.”

There is no climate for the proper method of conducting science as the supreme goals of the founding fathers, in the Illuminist Movement: science for the search of knowledge about the meaning of existence (against the meaning sold by the church). There is no funding for such enterprise.

First of all, we should go back to Oparin and Stanley/Urey experiment. Why those amino acids do not realize the next step in the lab, becoming proteins and RNA? What is missing in the Urey ingredients? What are determining, in this primordial soup, that life is only left-handed?

Second: We need to fall under the logic that the first complete biological system appeared in a given state of the world. If we bet that there are no supernatural causes, and we are not seeing links between the state of the world and biological systems, we need to understand that our theoretical models of the world are not right (mainly our cosmological models).

I am trying to return to the goals of the founding fathers. The result today is the Matrix/DNA Theory models. It is a suggestion of what is missing in the Urey ingredients. I am making the most of it and sticking to the proper method of conducting naturalism. I am sure nobody has proved facts for debunking the models. But, the deviation of scientific method is too big that the brains today are hard-wired for to escape from a different viewpoint and a return to the thru naturalism.

Muito Importante para Brasil e USA a decisão do G-8 sôbre a Educação Cientifica.

segunda-feira, julho 11th, 2011

(Sorry, este texto precisa serconsertado rápido devido meu teclado estarcomproblemasemvárias teclas.)

Esta é uma grande o portunidade para uma das prioridades do Brasil nosentidodemelhorar o niveldevidadesua população. O gov6erno brasileirodeve criar umaequipe para acompanhar oprogressodessainiciativa internacional, apoia-la noque opaós puderemanter-se comoconstante motivadordacausa,para que o projeto sedesenvolvacommais fôrça.

Ciência e principalmente tecnologia é o que dápoder eriquezas aos sereshumanos. Os índios do Brasilpossuíamumaterramuitomaisricaque a pequena e pobre terra de Portugal, no entanto foram submetidos e dizimados pelosportugueses emmenornumerosimplesmenteporque a tecnologia d6estes eramais avançada. Sei que istolevantamuias questões esenões mascontra a realidade ea História nãohá opiniões econtra-argumentos: sempre omais avançado tecnológicamentefoi omais ricoepoderoso.

Mas a educaçãocientifica temque ser muitoraciocinada porque semuma coordenaçãointeligente ela podelevar aHumanidade a situações insuportáveisdeexist6encia. Sem pensar a ci6encia ea exist6encia humana nocontexto doplaneta edoUniverso, a Ci6encia pode estarpondo armasperigosas nasmãos deumahumanidade que se comporta como umacriança despreparada e desavisada dosperigos. Por outrolado,as teorias cientificas que influenciam na escolha dosmétodos depesquisas e dis lugares e tempos ondeprocurar oconhecimento precisamserem constantementeconfrontadas coma realidade, comos resultados obtidos e com a razão humana, pois algumas teorias podemdesperdiçar investimentos sendodesviadas dos caminhos corretos. E a Ci6encia deve ser debatida a nivelpublico para que osupremo objetivoa que 6ele foi fundada – a busca do conhecimento das exist6encias doHomem edoMundo – não seja totalmente sufocada pelo sistema capitalista selvagemque aemprega apenas visandoolucro privado.

Para essa grande tarefa depensar e vigiar aCi6encia todo ser humano deve exigir que a Academia oficial da Ci6encia seja aberta a todas as propostas e pensamentos. Por exemplo, ao lado do atual curriculum escolar que exprimeo pensamentocientificodominadopela Fisisca e a matemática, dececoexistir a oportunudade de outras áreas se expressarem. Talvez a matematica não seja a linguagemsdominantedanatureza ou talvez não seja a unica. Estas diferentes visões eperspectivas, como é a Teoria da Matriz/DNA, a Teoria do IntelligentDesigner,etc,devem serem ensinadas talvez numaobrigatória disciplina intitulada filosofia cientifica.
O Brasil e os Estados Unidos, principalmente, têmumgrandeopirtunudade dedescobrir edesenvolver
uma nova Ci6encia mais voltada para areal vantagem dos humanos se aplicarumesforçona pesquisa da fórmula da Matriz/DNA, que é uma hipótese levantada n6estes dois países, mas que pode conter o conhecimento para correção demuitos,senão todos, defeitos e imperfeições dos fenômenos naturais que nos envolvem e que nos são desvantajosos.

Abaixo transcrevo odocumento do G-8 para ficar aqui registradoevoltar a estudá-loparabusccar-mos oque podemos fazer a respeito.
Joint G8+ science academies’ statement on
Education for a Science-Based Global
Development

http://www.nationalacademies.org/includes/Final_Education.pdf

Education in science must be targeted
not only to future scientists, engineers
and other specialists but also to the
general population.

Background
Economic growth, provision of food and progress in
health – as measured by the spectacular increase in
life expectancy during the 20th century and into this
first decade of the 21st century – is attributable
mostly to advances in science and technology and
the expansion of systems of research and education.
These advances have impacted our daily lives in
many ways including travel, communication and access
to new technologies. In the future, science and
technology will continue to be key for global development,
for example, to meet the need for new and
sustainable sources of energy.
Education in science must be targeted not only to future
scientists, engineers and other specialists in government
and industry but also to the general public,
from children in school to adults. This is the only way
to make them partners of the scientists and hence to
avoid misunderstandings and unfounded fears, and
to better understand risks and uncertainties.
Science understanding and practice embody fundamental
values such as rigorous reasoning, honesty
and tolerance for the opinions of others. The practice
of science must be accompanied by a sense of justice
and a respect for all human beings.
Education for science-based global development involves
three simultaneous challenges: science education
for the general public, science education in
school, and science education at university and at
other national research bodies. This will require innovative
approaches and institutions for teaching
and research, many of them using modern information
and communication tools. It requires also scientific
assessment of the outcomes of the education
system in order to ensure that the best state-of-theart
tools and educational methods are effectively
used. Progress in cognitive sciences and brain research
has shed new light on learning processes, especially
in very early years of life.
Science education for the general
public
Science literacy is essential for making adaptive
judgments in a modern economy. These judgments
involve many choices including, for example, choices
about resource scarcity, climate change mitigation,
food safety, health decisions, energy futures and
many other individual and collective decisions. A democratic
society in which only a few scientists and
highly educated people understand the bases for
major societal decisions is not viable. Accordingly, it
is essential that greater efforts be made to disseminate
scientific concepts, methods and discoveries to
the public. Scientific information must be distributed
widely and detailed briefing documents on topical issues
must be available for decision-makers and
media. Many successful interactions with society
have been organised and carried by local and national
governments, universities, public and private research
institutes and academies. These include
public lectures, ‘open houses’, festivals, pairing with
parliamentarians and TV programmes.
We must use all appropriate education tools, including
those presented by rapid developments in the
electronic media and help people to identify the reliability
of the information presented. Finally, the
outcomes of all these education practices must
constantly be assessed.
Science education in school
Science is taught at school with two goals:
The first goal is to provide the basic knowledge necessary
for future citizens in a globalized world. This
includes the acquisition of basic knowledge in science
as well as the understanding of the very nature of
science, the way to pose and then challenge hypotheses.
Students must develop a taste for doing experiments,
analyze results, make inferences. In
short, they must be “curiosity-driven”. During the last
decades, inquiry-based Science Education (IBSE) has
been successfully implemented in developed and less
developed countries as well, supported by the Global
Network of Science Academies (IAP).
A basic science education for all youngsters in the
world is a matter of justice, sharing the beauty of
scientific discoveries and the power of scientific methods.
Last but not least, learning to reason properly
may help protect young minds against intolerance.
The second goal is to recognise talented youngsters
and inspire them to become science teachers, researchers,
engineers and medical experts. A shor-

tage of good quality mathematics and science teachers
in many countries creates a vicious circle that
needs to be broken. In many countries even the
most developed, there are still huge social inequalities
in the opportunities for students to become
scientists particularly for young women and low-income
groups of society.
The decline of interest in science among youngsters
is a serious issue which should be addressed.
Encouragement of young talents could be organized
on the basis of different level competitions in different
science domains, accompanied by contacts with
leading scientists.
To achieve these goals, it is essential to share experiments
and pedagogical materials in innovative
science education programs and to provide teachers
with a significant continued education in Science. In
addition, it is advisable to cooperate with the global
programs of Education for Sustainable Development
(ESD) promoted by UNESCO.
Science education at university
Universities throughout the world need quality faculty,
infrastructure and innovative learning programmes
to train and maintain human resources.
Databases, electronic libraries, scientific journals and
sophisticated software should be widely accessible
throughout the world. Access to distant databases
creates new opportunities for researchers of all
countries particularly in the experimental disciplines.
Databases on gene sequences and astronomical objects,
for example, can potentially be accessed freely
by all researchers, including those from the less-developed
countries. Similarly, essential data – such as
those on biodiversity – that are acquired everywhere,
can now be exploited by the global community of researchers.
The effectiveness of e-learning and its
highly positive prospects, however, may be limited
by the high cost of implementing and using modern
techniques.
Although virtual universities may have considerable
potential, research centres remain necessary both to
conduct experimental works and to facilitate direct
interaction between researchers and between faculty
and students.
Conclusion
Data on the comparative effectiveness of educational
strategies must be patiently acquired, analyzed and
the results disseminated. Rigorous experimental approaches
should help to identify which educational
strategies are the best, at all levels of educational
curricula. This “evidence-based education” could revolutionize
the science and practice of education, as
“evidence-based medicine” did, to the point that it
has become, after just a few decades, the paradigm
of modern medical practive.
Recommendations
The Academies of the G8+ countries strongly recommend
the following action plan to their Governments:
Establish the conditions for a true globalization of
knowledge in science and technology. Encourage
and help governments of developing countries, to
give high priority to acquiring and maintaining the
necessary infrastructure and human resources for
science education, and to facilitate the return of
those trained abroad.
Support international collaboration to set up quality
e-learning facilities, accessible to all, including
students worldwide, and promote open access to
scientific literature and databases.
Share the growing knowledge derived from brain
research, cognitive sciences and human behavioural
research to improve learning programs for children,
students and the general public.
Create a network of virtual collaborative research
centres at the front line of innovations in education,
such as e-learning, inquiry-based and evidence-
based education.
 Support and expand existing successful programs
which facilitate the two-way interactions between
scientists, on the one hand and the general public,
media, and decision makers, on the other.
May 19, 2011
Academia Brasileira de Ciencias, Brazil Royal Society, Canada Académie des Sciences, France
Deutsche Akademie der Naturforscher Leopoldina, Indian National Science Academy, India Accademia Nazionale dei Lincei, Italy
Germany
Science Council, Japan Academia Mexicana de Ciencias, Mexico Russian Academy of Sciences, Russia
Académie nationale des Sciences et des Techniques, Academy of Sciences, South Africa Royal Society, United Kingdom
Sénégal
National Academy of Sciences,
United States of America

Teoria da Evolução na Escola: Senador na Flórida Quer Prova Científica.

sábado, abril 30th, 2011

Artigo publicado no site-jornal FloridaToday.com …

http://www.floridatoday.com/article/CD/20110413/OPINION01/104130301/Our-Opinion-Evolution-Again–  …diz que o senador Stephen Wise apresentou um projeto de lei recomendando “Uma completa apresentação e critical análise da teoria científica da evolução.”  Claro, a comunidade materialista se levantou em desacôrdo, encabeçada pela NCSE – National Center for Scientific Education, cuja meta principal é ” defending the teaching of evolution in public schools”. Isto porque os materialistas vêm no projeto de lei a intenção de infiltrar a teoria criacionista do Intelligent Designer nas escolas publicas.

Vejamos o artigo (ainda em Inglês e á espera de que alguma alma boa e colaboradora que tenha tempo o traduza), grifando trechos em vermelho que a seguir serão comentados pela cosmovisão da Matriz/DNA
 

Our Opinion: Evolution? Again?
Sen. Wise should give up on this crusade
5:04 PM, Apr. 12, 2011
As Florida entertains starry visions of world class schools and a technologically savvy 21st-century workforce, science plays an ever more important role in the education of our young people.

Our Legislature has implemented improved science standards and it has worked to find ways to gauge how its students are understanding the sciences.

But in the wide world of science — from the creation of galaxies and incredible advances in nanotechnology to the basic introductory studies of botany, biology, chemistry and physics — there’s always the one word that manages to gum up everything. Evolution.

Matriz/DNA: “Mas a própria comunidade cientifica, em suas teorias cientificas, não está obedecendo à crença de que a apalavra Evolução cola tudo entre si, da criação das galáxias à botânica. Pois por exemplo, na Teoria da Abiogênese, a passagem da matéria inanimada para a Vida teria sido um acontecimento fortuíto, não teria obedecido os três postulados básicos da teoria da Evolução: VSI – Variation, Selection,Inheritance. Então por essa teoria a botânica e a biologia, ou seja, a Vida, não está colada pela Evolução ao que existia antes: átomos, planetas, galáxias. Ou tem falhas na Teoria, nêstes três postulados, ou o Senador está certo. Outro caso é a passagem do cérebro do macaco para a auto-consciência. Como a Teoria da Evolução cola os dois?! Por outro lado, a Teoria da Matriz/DNA quando apresenta a fórmula da Matriz/DNA, cola tudo.”

That word is back again this year, in Senate Bill 1854, introduced by state Sen. Stephen Wise, R-Jacksonville. The bill addresses the teaching of the Bill of Rights, the Declaration of Independence, the flag, the Holocaust, even kindness to animals. And, in one fragment, it demands: “A thorough presentation and critical analysis of the scientific theory of evolution.”

There he goes again. Sen. Wise used identical language in a previous bill that failed to become law. It’s almost pitiful, that this is what the deniers of evolution are reduced to. In this country, lawmakers have mandated teaching only the Biblical story of creation. The courts killed it. Then it was creationism. Dead. Intelligent design. Dead. So now it’s a “critical analysis.”

There are several problems here.

First, “a thorough presentation and critical analysis” of any area of science is a career, not a unit in a high-school course.

Matriz/DNA: “Muito Correto”.

Second, how “thorough” do we want this? Should teachers present the theories of the Flying Spaghetti Monster (Pastafarianism), a satirical intelligent design concept that has found great popularity on the Internet?

Finally, why just evolution? Why not invite “critical analysis” of the Holocaust or our basic rights?

This state has big issues to face. It has budget problems measured in the billions. It has teachers rebelling against new ways of grading them and paying them. It has students who aren’t measuring up to their peers in the rest of the world. And we’re going to nitpick about evolution.

Matrix/DNA: “Mas êstes macro-problemas que não apenas o setor educacional mas todos os outros estão enfrentando são causados pela falta de visão das gerações anteriores que não possuíam uma correta visão da realidade do mundo e por isso não fizeram o planejamento adequado. É claro que os seres humanos desde a juventude devem serem ensinados também na filosofia de pensar e analizar os horizontes mais amplos, além do imediatismo.”

As innocuous as this small section of the bill seems, it should be removed. The injection of religion into a scientific theory — which obviously is what SB 1854 seeks to foster — has no place in the public school classroom. Period.

Matrix/DNA: ” O problema é que existem êrros nos textos do material didático atual e equívocos na mente do Senador. Se o senador é criacionista e pretende imiscuir sua religião êle está errado. Mas a teoria do Intelligent Designer tem reais tópicos cientificos, como a irredutível complexidade dos sistemas biológicos à sôpa primordial terrestre composta pelos ingredientes sugeridos pela Ciência, o desenhista inteligente pode ter sido um natural extraterrestre, etc., e acho que ela deve ser mencionada no texto escolar… sem religião. Do Brasil aos Estados Unidos o texto escolar quando vai falar das Teorias do Big Bang,  teorias das origens de galáxias e estrêlas, assim como a Teoria da Evolução, começa corretamente mencionando a palavra “teoria” mas logo a seguir começa a falar em “certeza”, em “verdade cientifica”, tanto que no final do texto a criança acabou doutrinada, ou seja, se esqueceu que se tratam de teorias e não se apercebe que, na verdade, os adultos quase nada sabem disso, está tudo ainda para ser pesquisado. Pronto. Matou-se o livre-pensamento, a liberdade da criança, e tal como os filhos dos fundamentalistas islâmicos, jamais vão ter a capacidade para analizar criticamente o que os adultos lhe passaram. Porque Louis Morelli foi o unico homem informado com o conhecimento moderno cientifico e com o conhecimento antigo religioso que encontrou uma terceira teoria alternativa obedecendo tôdas as leis cientificas comprovadas e ao mesmo tempo deixando uma porta aberta para a existência dos deuses das várias religiões? Porque na selva o homem é doutrinado pela Natureza, e esta é a única escola, a unica Mestra confiável.” 

Ciência e Corrupção Econômica: O mesmo processo que engana o povo, engana intelectuais e cientistas.

sábado, março 12th, 2011

 A séculos certas máfias dominam a economia na Humanidade, o povo vê as noticias na televisão todo dia mas não é informado quem ou o que está por trás dos eventos. No ultimo século a Ciência vem conseguindo descrever todos os eventos que ocorreram para a origem do universo, da vida e sua evolução, cientistas e estudantes  assistem estas descrições mas não são informados sôbre as fôrças que estão por trás produzindo os eventos.

É no mínimo curioso êste paralelismo de ignorância entre povos e cientistas. A Natureza está sempre nos escondendo algo e parece que sua regra é: “Ou você busca se informar mais profundamente além das imediatas aparências ou serás ignorante e portanto débil e escravo”. Todo ser humano tem quer despertado para esforçar-se mais na busca das informações certas e não deixar-se dominar pela sua melhor acomodação na situação atual e local, pois um passo a mais e descobre-se que existe um nível superior de vida muito melhor do que aquêle que aceitamos como fatalidade e assim nos acomodamos.  

Vejamos na prática como isso funciona nos dois casos:

Cena 1: O trabalhador e a dona de casa tôdas as noites depois de um dia sacrificado no trabalho forçado instala-se confortavelmente no sofá em frente à televisão para assistir primeiro, o noticiário do dia. Na verdade a economia é o agente que mais produz as notícias, desde as passeatas , os indices da macro-economia mostrando elevação ou baixa na taxa de desemprêgo, no preço dos imóveis ou da gasolina, a compra ou venda de tal mega-emprêsa, a denuncia da secretaria contra o patrão por questões sexuais, o casamento de fulano com fulana, o ataque da guerrilha colombiana, etc. A televisão narra a ocorrência e rápidamente passa para os comerciais ou a nova noticia. E o casal de telespectadores pensa que é bem informado, e de acordo com as noticias êles concluem que nada mais têm a fazer que no dia seguinte se levantarem cêdo e repetir o dia anterior.

Mas quem procura mais informações geralmente em livros pesados e dificeis de ler, como por exemplo “O Capital” de Marx, “A Riqueza das Nações”, de Adam Smith, ou “O Protocolo dos Sábios de Sião”, ou ainda “A Ditadura dos Cartéis”, “A IOS e a Finança Mundial”, “A Industria farmacêutica e a segurança nacional”, “As Familias Rotchild e Rockefeller e os Bancos em Walt Street”, etc. e etc. , sabe que existem e quem são os manipuladores controlando os cordéis por trás dos acontecimentos  daquelas  meras narrações de noticias. E sabe que existem meios de combater e eliminar aquelas causas perniciosas e inimigas da Humanidade, mas nada pode fazer porque o que dá o poder aos manipuladores é justamente a ignorância do povão.

Cena 2: O estudante e cientista especializado em alguma área restrita dêste método cientifico reducionista assistem vídeos sôbre as origens e evolução do Universo e da Vida, e pensam que estão bem informados, acima da grande massa do povo ignorante e supersticioso. Mas os filmes, vídeos, palestras e mesmo a maioria dos livros n6estes temas se limitam a descrever os eventos. Por exemplo assista-se a série de vídeos do professor Jack Szostak, de uma universidade americana, intitulada “Origins The Series” onde tem a parte 1 com “The Origins of Life”, a parte 2 com “The Origins of Genetic Code” e assim por diante. O enderêço no Youtube é:   http://www.youtube.com/watch?v=rtmbcfb_rdc

Nêstes vídeos está tudo surpreendentemente descrito: começando a partir da matéria já tornada orgânica (quer dizer, dando o famoso salto no inicio), os vídeos vão descrevendo os eventos como o primeiro nucleotideo se duplicou e as cópias se alinharam formando RNA e DNA, como começou a competição e alimentação, como surgiu o código genético, etc. Qualquer ser humano racionalmente bem equilibrado sairá desta sessão de filmes com certas conclusões: a ciência, os cientistas, descobriram tudo, como tudo aconteceu pela simples suscessão de causas e efeitos, o universo todo estava tunelado para dar nêsse resultado que produziu coisas como a vida e inteligência humana, e estava tunelado por simples sorte nossa, pois devem existir muitos universos em que uma evolição nunca começou, ou ela parou em algum lugar, ou se desviou por outros caminhos. As histórias mentirosas dos antigos falando na existência de deuses, do paraíso, Adão e Eva, Jeová e Mahomé, tudo mentira deslavada, pura imaginação vagabunda e inconsequente. E assim o estudante ou o cientista especializado em geologia conclui que nada mais há para êle fazer senão amanhã cêdo voltar ao trabalho repetindo o dia anterior.

Tanto para o cidadão comum da primeira cena como os normais da segunda cena podem estarem (e de fato estão) cometendo um terrível equivoco pelo qual pagam muito caro e estão condenando seus herdeiros das próximas gerações ao mesmo sacrificio. Se o casal no sofá conhecesse  os agentes ocultos no poder, se desligassem a televisão em cada noticia e procurassem tôda e qualquer informação relacionada, se pensassem e trocassem informações e idéias com pessoas da mesma classe social, com os vizinhos do bairro, da cidade, do país, com os grupos internacionais… descobririam que os acontecimentos economicos não são simples efeitos das causas naturais e ações e reações dos elementos mostrados no noticiario resumido. Da mesma forma, se estudantes, intelectuais e cientistas especializados em disciplinas limitadas, desligassem o vídeo em cada um dos eventos narrados para tentarem entender o todo, como por exemplo, a replicação do primeiro nucleotideo: porque o nucleotídeo se replicou? Simples ação das forças atômicas de atração ou repulsão, da termodinâmica, do contexto ambiental? Mas quais foram exatamente estas fôrças, como elas estavam nos átomos, no sistema solar, no ambiente geral, antes dêste evento ocorrer? Porque na História de todo o Universo e da matéria nunca foi registrado nada se replicando antes? Como e porque tôdas estas fôrças convergiram exatamente para o mesmo e unico ponto das imensas dimensões do tempo e do espaço?!

Ao fazer isto o telespectador descobre que o vídeo apenas relata o que aconteceu com os elementos envolvidos no evento, mas nada sôbre o que dirigia estes elementos e o ambiente no local e momento do evento. Certamente não obterá respostas para suas questões nem no vídeo e nem com os autores do vídeo, pois êles não sabem, como a jornalista tambem não conhece as forças ocultas do que narra sorrindo para transmitir boa impressão.

Todos os eventos narrados no vídeo ocorreram dentro de um sistema astronômico e os elementos envolvidos são constituidos por elementos dos sistemas atômicos e sub-atômicos. Estes macro-sistemas e micro-sistemas são influenciados dentro de uma hierarquia de sistemas, e foram por sua vez produzidos por sistemas ainda mais alem, dos quais quase nada sabemos, como são os casos do universo ou possivel multi-universos atuando sôbre o macro, e da dimensão quântica atuando sôbre o micro. As máfias economicas tem o poderoso chefão, os gerentes, os chefes, os sub-chefes, de maneira que no noticiario só aparecem os agentes comprados por ultimo, como os politicos, os policiais, os bandidos, os presidentes das estatis, etc.  O povo ignora os sábios do sião, os Rotchild, os Rockfellers… quanto mais os poderosos chefões. Tal como a tribo dos quixoxó ainda primitiva e meio-perdida na selva amazônica entrega seu ouro em troca de bugigangas para outros nativos que viajam ao grande rio e vão entrega-lo nos barcos, e os quixoxós não tem a menor idéia que são explorados e estão pagando á uma civilização distante de cara-pálidas que se denomina de país, nação. De repente o clima em suas terras muda, a chuva vem como nunca antes, ou aparece um bombardeio de aviões de traficantes ou garimpeiros, ou seja, mil eventos podem ocorrer mudando sua história sem que eles jamais se apercebessem da existência de fôrças ocultas responsáveis para que os eventos se dessem daquela maneira. E se existe um império galáctico que venha a dar uma olhada por aqui a cada cinco mil anos, talvez buscar alguma colheita do que plantaram… como a tribo de negros no coração da África terá a noção de que pertencem a êste império se nem sabem que existem galáxias?

Eu tive uma péssima vida e culpo o péssimo desenho ou projeto dêste mundo mais as imperfeições dos humanos como a causa de minha vida estúpida. Aos humanos ainda dou um desconto porque na verdade são vítimas como eu. Sempre me preparei para o suicidio no dia seguinte, pois é mais inteligente ser o nada absoluto do que ser  um zumbí vivo torturado. Mas sempre tive essa teimosa idéia ou sonho de me vingar contra meus algozes – sejam deuses ou descomunais fôrças naturais – antes de cair definitivamente. E para empreender esta batalha, ou até mesmo tentar vencê-la, é preciso investigar e obter informações sôbre o inimigo. A vida humana pode ser muito melhor se os seres humanos atuarem da maneira certa, os que estão oprimidos não estão sendo os agentes intelectuais, então quem são os errados opressores intelectuais? Por isso lí uma montanha de livros e prestei uma atenção diferente aos eventos por onde andei. Mas a Vida em geral na Terra poderia ter sido muito diferente se tivesse havido um projeto inteligente e sensível, amoroso, aos seres viventes. Os fatos evidenciam o contrário. Então o que, ou quem, está errado e por trás das origens e manutenção desta Vida? Aqui não adianta buscar nos livros, nas universidades, nas igrejas, pois já fiz essa busca e retornei de mãos vazias. Então só me restou algo: prestar atenção aos elementos envolvidos e aos eventos que ocorrem sempre desenhando a melhor sugestão da força ou elemento que pode estar por trás dos elementos e eventos. Como o delegado pede ao desenhista um retrato falado do suspeito.

Então descobrí que o método da anatomia comparada entre dois conhecidos elementos constantes da linha evolucionária pode revelar a imagem de um terceiro elemento oculto nesta mesma linhagem, ou fora dela. Fui lá na selva bruta onde as origens aconteceram e devido não ter sido invadida pelo homem branco os elementos de hoje ainda podem ser as testemunhas dos eventos nas origens. Assim cheguei na Matriz/DNA. Ela corresponde ao retrato falado e preenche formidavelmente os requisitos que foram necessarios para ter sido o agente por trás de todos os elementos e eventos descritos naqueles vídeos.

Mas então percebí que estou retornando à estaca zero: de nada adianta uns poucos saberem quem é e onde está o mal, se a grande massa de estudantes e cientistas mantem-se acomodados na ignorância atual, e dão o poder para a Matriz/DNA continuar manipulando os cordéis de nós todos, como marionetes. E o pior: fazem isso com arrogância, rindo-se da ignorancia dos outros ignorantes!

Cientistas tem nova Poderosa Ferramenta para Pesquisas

segunda-feira, fevereiro 28th, 2011

Seja quando se quer entender um objeto natural, sua causa, seus mecanismos, porque o fenômeno está causando algum problema, ou porque se deseja uma melhoria tecnológica, existe uma única e simples fórmula natural. não tem como evitar isto; existe um molde, uma fôrma geral em que tudo o que a Natureza produziu, se encaixa. A Natureza tem aplicado esta fórmula para conduzir a matéria informe e caótica a ser ordenada e organizada em corpos, objetos, sistemas, desde as partículas elementares aos sistemas atômicos, astronômicos, celulares, até os corpos-sistemas dos seres vivos e, inclusive, a está aplicando agora para sedimentar a estrutura física da “network” de sinapses que se constitue a mente humana. Conhecer esta fórmula é dar um salto gigantesco na evolução da inteligência para o domínio e manipulação da totalidade da Natureza no seu aspecto físico material.

Como surgiu cada uma das organelas e as exatas para constituir um sistema celular? Como elas se interconectaram num sistema que funciona? Como os átomos da primordial nebulosa de átomos de hidrogênio a 13 bilhões de anos atrás foram conduzidos a formarem os diferentes tipos de astros e conecta-los num sistema que viria a produzir átomos mais complexos que foram conduzidos a formarem moléculas, sistemas biológicos e daí a chegarem à extraordinária engenharia do  código genético? Como alguns destes sistemas se tornam problemas disfuncionais?… Prejudicando nossa qualidade de vida? E porque alguns de seus objetos ou peças apresentam disfunções tais como as doenças, catástrofes climáticas, criminosos na sociedade, ou mesmo um jovem psicopata dentro de um sistema familiar normal?

. A porção da matéria mais evoluída hoje chegou ao incrivel estado de criar o código genético porque este é um comando de instruções na forma de um simples diagrama do tipo software embutido no meio da matéria, a qual no seu aspecto de energia move-a levando-a a formar um circuito operacional que fixa-se estruturalmente modelando a massa como seus pontos de apoio e retro-alimentação. Evidências? Já reuní centenas delas e a que melhor explica êste fenômeno: a partir do momento que nasce um novo bebê temos certeza que aquêle corpo material se conduzirá com a tendência inexorável de se transformar na forma de uma criança, a qual será o porto estrutural de onde surgirá a forma de um jovem, e nada no mundo poderá impedir a tendência daquele corpo a seguir um caminho pré-determinado, um processo universal, que resulta no destino de ser a forma e funcionalide denominada de “adulto”, e ainda, nada poderá impedir que aqui entre em cena a forma energética da entropia para desfazer tal corpo. Porque é que a porção de matéria limitada nos contornos dêste corpo físico apresenta esta tendência? A qual quando completada e traduzida em nosso entendimento denominamos de “ciclo”ou mais exatamente nêste caso, de “ciclo vital”?  Porque a matéria se apresenta nos seus dois aspectos de massa e energia sendo a forma de energia constituída quando a matéria se move como uma onda e a forma de massa quando a matéria se estabiliza como uma partícula. Ora, lidamos mais com a matéria em movimento porque enquanto seres humanos somos agentes dinamicos em movimento e precisamos estabelecer uma sincronidade com os movimentos do mundo externo aos nossos corpos. Mas todos os movimentos do mundo tem como origem as sete formas que esta energia apresenta num ciclo de sua existência, passando pelas formas de raio gama, raio X, etc, onde adquire as diferentes cores como o infra-vermelho, o ultra-violeta, etc. Ao mudar sua forma de onda, desde as maiores frequências e períodos do seu nascimento, em novas formas de cada vez menores frequências e períodos, a energia lança as bases do ciclo vital que produz desde as diferentes formas de astros no espaço sideral, as diferentes formas das bases nitrogenadas nos nucleotídeos, as bases que mais tarde produziriam as diferentes formas de um mesmo e unico corpo humano, e com isso movimenta o Universo. Mas existe uma maneira de representar graficamente numa fórmula sintetizada êsse completo circuito sistêmico de um ciclo, e nisto consite a fórmula fundamental, e ela mesmo é a essência a qual demos o nome de “Natureza” e todos os conceitos que dessa essência são derivados.  

Assim aconteceu com qualquer nova formação de um fluxo de energia que nasceu de uma situação inicial altamente caótica e vibrante na forma da alta frequência dos raios gama,  como as origens da vida na superficie terrestre acionada pela radiação solar, e como as origens do Universo acionada pelas radiações do Big Bang. Mas que já se pode determinar de ante-mão que essa radiação, esse fluxo de energia  irá se tornar infra-vermelho, ultravioleta, até se desfazer no vácuo, apresentando o mesmo ciclo de vida de um bebê humano. As diferentes formas de frequência e período de onda que vemos num gráfico de um fluxo de energia são as bases estruturais que retro-alimentam as formas das frequencias seguintes e se houver massa no caminho dêste fluxo ela será modelada nas mesmas funções que correspondem às funções que um corpo humano apresenta enquanto bebê, criança, adulto, e continuará a partir daqui a construir sistemas mais complexos, como quando reunimos as diferentes formas de um unico corpo humano para produzir os sistemas familiar e social. Compreender que as manifestações das diferentes intensidades, côres, temperaturas, formas, de qualquer objeto não-morto são diferentes fases de um ciclo vital é fundamental para se entender a matéria, a Natureza e a totalidade de tudo que existe no Universo físico. E esta compreensão é automática, inevitável quando se tem na memória um simples desenho retratando o circuito do movimento da matéria num simples sistema. A esta simples fórmula, pela sua importância e supremo significado, vamos aqui denominar de “Matriz/DNA Universal”. E a seguir apontamos a figura da fórmula

Forma da Matriz/DNA como Sistema Fechado Perfeito

Forma da Matriz/DNA como Sistema fechado Perfeito

Com esta simples fórmula podemos chegar a um planeta onde a evolução seja igual ou mais complexa que na Terra e em pouco tempo teremos identificado todos os objetos, mecanismos e processos da matéria de maneira que teremos na mente o quadro geral de suas origens, história, efeitos finais, e conhecendo tudo isso, teremos pleno contrôle de tôda situação. Então está em tempo de conhecê-la e aplica-la para sanar as disfunções nos diversos sub-sistemas da biosfera terrestre, inclusive nas disfunções do sistema-corpo humano, melhorando a qualidade da vida humana.

A História da Evolução de qualquer sistema natural é regida por sete fôrças naturais que atuam como se fôssem obreiros universais, como artistas compondo um quadro vivo, onde cada qual constrói uma ferramenta, um corpo material no qual se aloja, se encarna, por assim dizer, para desempenhar sua função. Por isso se pode identificar qualquer objeto, pois cada artista tem seu estilo próprio e inconfundível, o qual se revela na forma do objeto. Por exemplo, a Função 5 é a responsável por replicar ou reciclar um novo sistema por várias gerações e ela faz isso aplicando um mecanismo unico específico dela. A matéria do ambiente será modelada por ela na melhor forma que êsse mecanismo funcione, portanto existe uma forma padrão. Assim ela construiu os cometas no sistema astronomico, o RNAm nos sistemas celulares, a base uracila no sistema nucleotideo, a partícula píon no nucleo atômico, o espermatozóide no sistema reprodutor sexual, e todos estes objetos são identificados pelo seu tipo de locomoção e pela forma sempre mais ou menos parecida. Os 13,7 bilhões de anos dêste Universo é a História de um unico sistema natural que começou a ser formado no Big Bang, êste sistema têve as formas de átomo, estrelar, galactico, celular e agora de corpo humano mas são formas derivadas das transformações de um unico corpo sob um ciclo vital, e hoje nosso corpo repete estas formas como célula inicial, mórula, blastula, feto, etc. No meio da matéria funcionou a Matriz assim como no meio da placenta e liquido amniótico funciona o DNA, aliás, o DNA é apenas a forma evolutiva biológica desse código universal denominado Matriz. Observe na figura que o circuito forma objetos que ocupam os quadrados e êstes estão conectados por setas: as setas representam o tempo que é invisivel na forma de onda e os diagramas representam estas ondas quando se condensam em partículas, objetos e assim dão consist6encia ao que denominaos de espaço. A fórmula dêsse mótuo perpétuo não existe na realidade assim como a fórmula do mercado perfeito não existe na realidade e pelo mesmo motivo que não tem como materializar todas as formas e tôda a história de 70 anos de um corpo humano num unico momento. Enfim, à medida que vamos observando e nos aprofundando nos segrêdos da fórmula percebemos que a coisa vai se tornando cada vez mais complexa e principalmente seu entendimento exigirá que façamos um trabalho que há muito a comunidade cientifica deveria ter feito: uma teoria geral sôbre sistemas naturais. É preciso reiniciar de onde a atitude pioneira de Bertallanfy criando a Teoria Geral dos Sistemas se desviou do estudo da Natureza devido a cibernética e a Matemática ter se apoderado desta disciplina. A fórmula acima é a primeira e unica existente representando um sistema real fechado de onde se pode extrair tôdas as leis naturais, mecanismos e processos relacionados à matéria constituindo um sistema e isto vai trazer algumas mudanças em tôdos os modêlos teóricos atuais, sejam os modêlos de atômicos, cosmológicos, assim como os axiomas da teoria termo-dinâmica, até à teoria da evolução na forma que está de “a grande síntese”.         

É inacreditavel como uma fórmula de aparência tão simples é o instrumento de maior poder no Universo, mas é preciso entender que tinha de ser assim pois ela vem desde o passado simples, ela têve que descer e atuar a partir da extrema simplicidade nas origens do Universo e depois da vida. Uma forma tão complexa como seria a nossa exigência no nosso atual estágio evoluído da Física e da Matemáticanada teria conseguido numa simples sôpa primordial com tão poucos e simples elementos. A simplicidade da fórmula é apenas aparente e nos conduz a não ver e mesmo não acreditar no seu significado e complexidade nela embutida, mas tudo se explica pelo fato de que a simplicidade que desponta à primeira vista foi o estado evolucionario da forma necessário para atuar na extrema simplicidade e singularidade das fases primordiais do Universo. Acontece que a aparência de simplicidade vai se desfazendo à medida que se observa os elementos que estão ocultos à primeira vista, quando então a observação mais detalhada vai revelando complexidades tão excepcionais que excedem nossas mais modernas engenharias tecnológicas, a qual foi capaz de produzir seres vivos, mensagens em códigos, e agora, algo tão complexo como a auto-consciência. Está tudo embutido nas entrelinhas do circuito descrito nêste simples quadro!

Esta fórmula foi obtida após longa e meticulosa observação da biosfera, atmosfera e extratosfera da Natureza ainda bruta e intocada da selva amazônica, onde cada elemento foi isolado e identificado em suas exteriores conexões com o mundo externo para assim se identificar o sistema a que pertencem e que o produzem, investigação esta que acabou por apresentar um padrão constante, geral, repititivo e obrigatório, o qual pôde ser resumido no simples diagrama acima. Estás vendo no quadro como funcionam e porque existem objetos materiais formados de um estado inicial caótico na Função 1? Porque a matéria é movida apresentando processos? Mecanismos? Como um unico corpo conduzido pela mesma força que se conduz um raio energético em suas variações de ondas, se transforma em diferentes formas, funcões, compondo um ciclo vital e por fim, ao ter conectado as duas pontas desse circuíto surge um sistema natural? Estás vendo aí a base e constituição material de qualquer unidade de informação ativa que se torna uma  fôrça atuante na Natureza? Como um molde produz um sistema reprodutor sexualizado, um metabolismo digestivo, uma corrente sanguinea, um ciclo de oxigênio na atmosfera, um buraco negro no espaço sideral, um limite à atração gravitacional, um principio de entropia, uma fatalidade como a morte de um sistema ou a sua reciclagem replicativa de um sistema fechado em si mesmo?  Como o RNA primordial do “RNA-World” é a cópia exata da meia-face à esquerda e como o aavanço inexorável do circuíto iria conduzir o RNA a construir sua meia-face à direita e assim constituir o DNA? Ou qual o segr6edo que está embutido nos cromossomas sexuais de maneira que terminaram por produzir dois corpos auto-complementares? Basta uma simples descrição do circuito e todo entendimento será obtido em questões de minutos. Mais tempo levará o nosso torpor, o nosso assombramento, o nosso maravilhamento pela revelação dêste novo aspecto da natureza nunca percebido antes, como aconteceu comigo quando na selva a transposição de seus fenômenos e movimentos para uma simples fôlha de papel começou a revelar esta coisa fantástica.

Porque existe e porque a fórmula hoje se encontra nesta configuração? Para tentar construir uma sociedade humana melhor através de um sistema economico funcional os economistas projetam a fórmula de um mercado utópico funcionando sob o que se entende por concorrência perfeita. Observando todos os indevidos efeitos da caoticidade ambiental e da competição impulsiva dos agentes econômicos, os economistas tentam encontrar mecanismos que aproximem a imperfeição atual à sua fórmula perfeita. Assim também tem agido a Natureza desde antes do Big Bang. Existe o projeto do Universo como paraíso perfeito para os dois estados da matéria, a amassa e a energia, e por isso êstes aspectos de massa e energia têm uma tendência, a qual é a responsavel pelos movimentos da matéria, e essa tendencia tem por meta final a modelação da matéria segundo esta fórmula de perfeito sistema fechado em si mesmo. A fórmula acima é o esquema utópico do que seria um perfeito moto perpétuo. A cada novo salto da Evolução o estado do mundo tem mais se aproximado desta fórmula, de maneira que a ultima forma obtida é o sistema astronômico mec6anico-Nwetoniano que serve de infra-estrutura, de plataforma, para lançar as bases dos sistemas vivos biológicos. O sistema solar foi a forma mais próxima da matéria de um perfeito moto perpétuo, assim como talvez o sistema economico dos países escandinavos sejam hoje a forma mais perto da fórmula de mercado perfeito dos economistas. Tendo esta fórmula natural podemos imediatamente identificar e separar do seu mundo externo um objeto ou um evento que se apresenta perante nós e que seja percebido por nosso complexo sensorial, pelas sua manifestações e efeitos ao seu derredor podemos identificar sua função como parte do sistema que o produziu e assim sua influência no contexto geral, apenas localizando o seu ponto no circuito processual desta fórmula. Se quisermos elimina-lo, ou mudar seu estado e efeitos, seja porque está causando alguma indevida disfuncionalidade, ou seja porque queremos um util produto tecnológico, basta remodelá-lo e reintroduzi-lo no circuito de seu sistema, e daqui, no contexto geral. Por exemplo, a substancia denominada colesterol, é útil e inevitavelmente necessária à funcionalidade do sistema-organismo humano. Mas por algum motivo desconhecido a mesma substância benéfica pode se tornar disfuncional e perturbar todo o sistema. Esta substancia apresenta um circuito que é um ciclo de existência, no qual ela vai se transformando em moléculas mais complexas e se misturando com outras substâncias. Quando representamos no papel (agora, na tela do computador), o ciclo que ela está perfazendo e tem sua traçada sua história, desde o local onde se origina seus primeiros elementos, acompanhando passo a passo seus proximos caminhos e vendo suas transformações em moléculas cada vez mais complexas e registrando, desenhando esse caminho na forma de um diagrama, obtemos um desenho final “quase” idêntico á fórmula da Matriz/DNA Universal na sua forma de sistema fechado perfeito. Ora, basta comparar o desenho de sistema perfeito com o desenho do sistema perturbado e disfuncional para se deduzir a causa, o efeito, e a solução para remodelar a substancia no estágio que ela se desvia do circuito perfeito. E assim é com tudo o mais, desde o aparecimento do buraco na camada de ozônio a uma interferencia na emissão de sinais de um satélite.

A fórmula foi detectada numa situação de extrema precariedade de recursos e no contexto desumano da caoticidade selvagem. Ali naquelas precárias e pressionantes condições ela foi representada graficamente com os unicos recursos primitivos disponiveis. A primeira tentativa de transcrição do quadro geral natural numa simples fôlha de papel resultou no seguinte quadro:

Fórmula da Matriz/DNA nas Origens dos Sistemas Naturais

Fórmula da Matriz/DNA nas Origens dos Sistemas Naturais

Esta diferente maneira de se representar a mesma fórmula da Matriz/DNA indica como ela está embutida na produção e evolução de dois sistemas naturais – um astronomico e um celular biológico  –  e por extensão como está enbutida na forma do movimento da energia, mas não como ela se apresenta se desenvolvendo num grafico de ondas e sim no modêlo simples de alimentação elétrica doméstica. Mas poderíamos tambem ter identificado cada uma das sete peças acima constituindo as partes de uma unidade fundamental de informação do DNA, um par de bases de nucleotideos. Assim desta forma precária e precipitada sem os recursos existentes na longínqua moderna civilização, o quadro todo parece ininteligivel, mas o leitor deve entender que rapidamente no nosso primeiro retorno estaremos elaborando quadros mais eficientes.  

As precariedades de condições atuais me limitam inclusive na capacidade de eficiencia da informação transmitida neste artigo pois o texto já se faz longo demasiado no contexto em que será publicado, e tenho de interrompê-lo aqui. Portanto esta introdução terá continuidade sendo dirigida pela comunidade de leitores e suas primeiras questões. Quais as primeiras questões que este texto e figuras despertam em sua mente? Alguma informação adiantada e temporária pode ser encontrada no website em atual construção relativo à “A Matriz Universal dos Sistemas Naturais e Ciclos Vitais”, onde existe espaço para se registrar suas questões  e o qual tem o carater de não-comercializável, não-lucrativo, apenas no interêsse da evolução do nosso  conhecimento. Atenciosamente… Louis Morelli. 

 

Ciência Acadêmica: Quando A Verdade Desaparece devido ao “Efeito Declinante”

quarta-feira, dezembro 29th, 2010

(Artigo em construção/tradução) 

( Categoria “Ciência Acadêmica” com os prós e contras. Ver artigos relacionados:1 – Antes de julgar a Teoria da Matriz/DNA, leia isto.2- Lista dos descobridores que foram ridicularizados e depois reconhecidos)

Tem acontecido – como relata o artigo abaixo – que uma descoberta sôbre a Natureza feita através de experimento cientifico e portanto aprovada, nos experimentos subsequentes começa a mostrar resultados diferentes. Muitos dos casos são devidos a êrros humanos nas experiencias, mas outros casos sugerem que existam variáveis ocultas. Uma possibilidade é que a Natureza é completo acaso, por isso nenhuma experiência poderia ser replicada e dar o exato resultado… se der, foi por acaso. Mas existe uma muito tênue hipótese que pode ser levantada quando se conhece a Matriz. Ainda não consigo descrevê-la corretamente em palavras, mas porque vou tentar averiguar esta hipótese, deixo tudo isso aqui registrado. A hipótese seria de que a realidade seja composta de várias camadas fractais de tempo. Um exemplo seria: o ser humano demora 9 meses para dar a luz, mas o processo é o mesmo para um mosquito, que demora, suponhamos 3 dias. O processo é o fractal, quer dizer, ele é sempre repetido, o que varia é o tempo. Se assim for, todos os fenomenos que ocorrem a nível microscópico devem mudar constantemente em relação ao nosso nivel de percepção, e à nossa própria realidade. Enquanto nós demoramos 10 anos como sistema para ir da Função 2 (onde somos crianças) para a Função 3 (onde somos jovens) nossas células que estão sob o mesmo ciclo vital passam por estas duas funções milhares de vezes. Com isso, experimentos que se baseiam em ações e reações de níveis de grandezas menores que o nosso (como a ação de anti-depressantes, ou mesmo antibióticos) podem dar o resultado “A” numa experiencia feita hoje e o mesmo resultado numa experiencia feita daqui um ano, porque coincidiu de acertarmos o mesmo ciclo vital de diferentes gerações. Ou pode ser que várias experiencias efetuadas cronológicamente em semanas seguidas vão dando resultados ligeiramente diferentes, porque o alvo sob testes está mudando devido seu ciclo vital. 

Nêste caso, as causas do “efeito declinante” poderiam ser tôdas ou algumas das citadas pelo autor do artigo e mais ainda esta hipótese levantada pela Teoria da Matriz. 

Translation to English:

It has happened – as the article below reports – one that made discoveries about the Nature through scientific experiment and therefore adopted in subsequent experiments begin to show different results. Many cases are due to human error in the experiments, but other cases suggest that there are hidden variables. One possibility is that Nature is completely random, so no experience could be replicated and give the exact result … if it does, it must be by chance. But there is a very tenuous assumption that could be raised from the Matrix/DNA Theory viewpoint. I still can not describe it correctly in words, but because I will try to investigate this hypothesis, I leave it all on record. The hypothesis is that reality is composed of several layers of fractal time. An example would be: the human specie takes 9 months to give birth, but the process is the same for a mosquito, that takes, to say, 3 days. The process is fractal, meaning it is always repeated, the only variable is time. If so, all phenomena that occur at the microscopic level must constantly change in relation to our level of perception, and our own reality. Things are better explained if we see the diragram/software of matrix at my website: http:theuniversalmatrix.com .  While we have taken 10 years to go from Function 2 (where we are children) for the Function 3 (where we are teenager), our cells that are under the same life cycle pass through these two functions thousands of times. Thus, experiments that are based on actions and reactions of levels of magnitude smaller than our own (as the action of anti-depressants, or antibiotics) may give the result “A” in an experiment done today and the same result in an experiment done after one year, it coincided to hit the same life cycle of different generations. Or it may be that several experiments performed chronologically in consecutive weeks will give slightly different results, because the target under test is changing quickly because its life cycle. 

In this case, the causes of “The decline effect” could be any or all of the mentioned by author of this article and this one further hypothesized by the Theory of Matrix.

Annals of Science

http://www.newyorker.com/reporting/2010/12/13/101213fa_fact_lehrer?currentPage=all

The Truth Wears Off

Is there something wrong with the scientific method?

by Jonah Lehrer December 13, 2010

On September 18, 2007, a few dozen neuroscientists, psychiatrists, and drug-company executives gathered in a hotel conference room in Brussels to hear some startling news. It had to do with a class of drugs known as atypical or second-generation antipsychotics, which came on the market in the early nineties. The drugs, sold under brand names such as Abilify, Seroquel, and Zyprexa, had been tested on schizophrenics in several large clinical trials, all of which had demonstrated a dramatic decrease in the subjects’ psychiatric symptoms. As a result, second-generation antipsychotics had become one of the fastest-growing and most profitable pharmaceutical classes. By 2001, Eli Lilly’s Zyprexa was generating more revenue than Prozac. It remains the company’s top-selling drug. 

But the data presented at the Brussels meeting made it clear that something strange was happening: the therapeutic power of the drugs appeared to be steadily waning. A recent study showed an effect that was less than half of that documented in the first trials, in the early nineteen-nineties. Many researchers began to argue that the expensive pharmaceuticals weren’t any better than first-generation antipsychotics, which have been in use since the fifties. “In fact, sometimes they now look even worse,” John Davis, a professor of psychiatry at the University of Illinois at Chicago, told me. 

Before the effectiveness of a drug can be confirmed, it must be tested and tested again. Different scientists in different labs need to repeat the protocols and publish their results. The test of replicability, as it’s known, is the foundation of modern research. Replicability is how the community enforces itself. It’s a safeguard for the creep of subjectivity. Most of the time, scientists know what results they want, and that can influence the results they get. The premise of replicability is that the scientific community can correct for these flaws. 

But now all sorts of well-established, multiply confirmed findings have started to look increasingly uncertain. It’s as if our facts were losing their truth: claims that have been enshrined in textbooks are suddenly unprovable. This phenomenon doesn’t yet have an official name, but it’s occurring across a wide range of fields, from psychology to ecology. In the field of medicine, the phenomenon seems extremely widespread, affecting not only antipsychotics but also therapies ranging from cardiac stents to Vitamin E and antidepressants: Davis has a forthcoming analysis demonstrating that the efficacy of antidepressants has gone down as much as threefold in recent decades. 

For many scientists, the effect is especially troubling because of what it exposes about the scientific process. If replication is what separates the rigor of science from the squishiness of pseudoscience, where do we put all these rigorously validated findings that can no longer be proved? Which results should we believe? Francis Bacon, the early-modern philosopher and pioneer of the scientific method, once declared that experiments were essential, because they allowed us to “put nature to the question.” But it appears that nature often gives us different answers. 

Jonathan Schooler was a young graduate student at the University of Washington in the nineteen-eighties when he discovered a surprising new fact about language and memory. At the time, it was widely believed that the act of describing our memories improved them. But, in a series of clever experiments, Schooler demonstrated that subjects shown a face and asked to describe it were much less likely to recognize the face when shown it later than those who had simply looked at it. Schooler called the phenomenon “verbal overshadowing.” 

The study turned him into an academic star. Since its initial publication, in 1990, it has been cited more than four hundred times. Before long, Schooler had extended the model to a variety of other tasks, such as remembering the taste of a wine, identifying the best strawberry jam, and solving difficult creative puzzles. In each instance, asking people to put their perceptions into words led to dramatic decreases in performance. 

But while Schooler was publishing these results in highly reputable journals, a secret worry gnawed at him: it was proving difficult to replicate his earlier findings. “I’d often still see an effect, but the effect just wouldn’t be as strong,” he told me. “It was as if verbal overshadowing, my big new idea, was getting weaker.” At first, he assumed that he’d made an error in experimental design or a statistical miscalculation. But he couldn’t find anything wrong with his research. He then concluded that his initial batch of research subjects must have been unusually susceptible to verbal overshadowing. (John Davis, similarly, has speculated that part of the drop-off in the effectiveness of antipsychotics can be attributed to using subjects who suffer from milder forms of psychosis which are less likely to show dramatic improvement.) “It wasn’t a very satisfying explanation,” Schooler says. “One of my mentors told me that my real mistake was trying to replicate my work. He told me doing that was just setting myself up for disappointment.” 

Schooler tried to put the problem out of his mind; his colleagues assured him that such things happened all the time. Over the next few years, he found new research questions, got married and had kids. But his replication problem kept on getting worse. His first attempt at replicating the 1990 study, in 1995, resulted in an effect that was thirty per cent smaller. The next year, the size of the effect shrank another thirty per cent. When other labs repeated Schooler’s experiments, they got a similar spread of data, with a distinct downward trend. “This was profoundly frustrating,” he says. “It was as if nature gave me this great result and then tried to take it back.” In private, Schooler began referring to the problem as “cosmic habituation,” by analogy to the decrease in response that occurs when individuals habituate to particular stimuli. “Habituation is why you don’t notice the stuff that’s always there,” Schooler says. “It’s an inevitable process of adjustment, a ratcheting down of excitement. I started joking that it was like the cosmos was habituating to my ideas. I took it very personally.” 

Schooler is now a tenured professor at the University of California at Santa Barbara. He has curly black hair, pale-green eyes, and the relaxed demeanor of someone who lives five minutes away from his favorite beach. When he speaks, he tends to get distracted by his own digressions. He might begin with a point about memory, which reminds him of a favorite William James quote, which inspires a long soliloquy on the importance of introspection. Before long, we’re looking at pictures from Burning Man on his iPhone, which leads us back to the fragile nature of memory. 

Although verbal overshadowing remains a widely accepted theory—it’s often invoked in the context of eyewitness testimony, for instance—Schooler is still a little peeved at the cosmos. “I know I should just move on already,” he says. “I really should stop talking about this. But I can’t.” That’s because he is convinced that he has stumbled on a serious problem, one that afflicts many of the most exciting new ideas in psychology. 

One of the first demonstrations of this mysterious phenomenon came in the early nineteen-thirties. Joseph Banks Rhine, a psychologist at Duke, had developed an interest in the possibility of extrasensory perception, or E.S.P. Rhine devised an experiment featuring Zener cards, a special deck of twenty-five cards printed with one of five different symbols: a card was drawn from the deck and the subject was asked to guess the symbol. Most of Rhine’s subjects guessed about twenty per cent of the cards correctly, as you’d expect, but an undergraduate named Adam Linzmayer averaged nearly fifty per cent during his initial sessions, and pulled off several uncanny streaks, such as guessing nine cards in a row. The odds of this happening by chance are about one in two million. Linzmayer did it three times. 

Rhine documented these stunning results in his notebook and prepared several papers for publication. But then, just as he began to believe in the possibility of extrasensory perception, the student lost his spooky talent. Between 1931 and 1933, Linzmayer guessed at the identity of another several thousand cards, but his success rate was now barely above chance. Rhine was forced to conclude that the student’s “extra-sensory perception ability has gone through a marked decline.” And Linzmayer wasn’t the only subject to experience such a drop-off: in nearly every case in which Rhine and others documented E.S.P. the effect dramatically diminished over time. Rhine called this trend the “decline effect.” 

Schooler was fascinated by Rhine’s experimental struggles. Here was a scientist who had repeatedly documented the decline of his data; he seemed to have a talent for finding results that fell apart. In 2004, Schooler embarked on an ironic imitation of Rhine’s research: he tried to replicate this failure to replicate. In homage to Rhine’s interests, he decided to test for a parapsychological phenomenon known as precognition. The experiment itself was straightforward: he flashed a set of images to a subject and asked him or her to identify each one. Most of the time, the response was negative—the images were displayed too quickly to register. Then Schooler randomly selected half of the images to be shown again. What he wanted to know was whether the images that got a second showing were more likely to have been identified the first time around. Could subsequent exposure have somehow influenced the initial results? Could the effect become the cause? 

The craziness of the hypothesis was the point: Schooler knows that precognition lacks a scientific explanation. But he wasn’t testing extrasensory powers; he was testing the decline effect. “At first, the data looked amazing, just as we’d expected,” Schooler says. “I couldn’t believe the amount of precognition we were finding. But then, as we kept on running subjects, the effect size”—a standard statistical measure—“kept on getting smaller and smaller.” The scientists eventually tested more than two thousand undergraduates. “In the end, our results looked just like Rhine’s,” Schooler said. “We found this strong paranormal effect, but it disappeared on us.” 

The most likely explanation for the decline is an obvious one: regression to the mean. As the experiment is repeated, that is, an early statistical fluke gets cancelled out. The extrasensory powers of Schooler’s subjects didn’t decline—they were simply an illusion that vanished over time. And yet Schooler has noticed that many of the data sets that end up declining seem statistically solid—that is, they contain enough data that any regression to the mean shouldn’t be dramatic. “These are the results that pass all the tests,” he says. “The odds of them being random are typically quite remote, like one in a million. This means that the decline effect should almost never happen. But it happens all the time! Hell, it’s happened to me multiple times.” And this is why Schooler believes that the decline effect deserves more attention: its ubiquity seems to violate the laws of statistics. “Whenever I start talking about this, scientists get very nervous,” he says. “But I still want to know what happened to my results. Like most scientists, I assumed that it would get easier to document my effect over time. I’d get better at doing the experiments, at zeroing in on the conditions that produce verbal overshadowing. So why did the opposite happen? I’m convinced that we can use the tools of science to figure this out. First, though, we have to admit that we’ve got a problem.” 

In 1991, the Danish zoologist Anders Møller, at Uppsala University, in Sweden, made a remarkable discovery about sex, barn swallows, and symmetry. It had long been known that the asymmetrical appearance of a creature was directly linked to the amount of mutation in its genome, so that more mutations led to more “fluctuating asymmetry.” (An easy way to measure asymmetry in humans is to compare the length of the fingers on each hand.) What Møller discovered is that female barn swallows were far more likely to mate with male birds that had long, symmetrical feathers. This suggested that the picky females were using symmetry as a proxy for the quality of male genes. Møller’s paper, which was published in Nature, set off a frenzy of research. Here was an easily measured, widely applicable indicator of genetic quality, and females could be shown to gravitate toward it. Aesthetics was really about genetics. 

In the three years following, there were ten independent tests of the role of fluctuating asymmetry in sexual selection, and nine of them found a relationship between symmetry and male reproductive success. It didn’t matter if scientists were looking at the hairs on fruit flies or replicating the swallow studies—females seemed to prefer males with mirrored halves. Before long, the theory was applied to humans. Researchers found, for instance, that women preferred the smell of symmetrical men, but only during the fertile phase of the menstrual cycle. Other studies claimed that females had more orgasms when their partners were symmetrical, while a paper by anthropologists at Rutgers analyzed forty Jamaican dance routines and discovered that symmetrical men were consistently rated as better dancers. 

Then the theory started to fall apart. In 1994, there were fourteen published tests of symmetry and sexual selection, and only eight found a correlation. In 1995, there were eight papers on the subject, and only four got a positive result. By 1998, when there were twelve additional investigations of fluctuating asymmetry, only a third of them confirmed the theory. Worse still, even the studies that yielded some positive result showed a steadily declining effect size. Between 1992 and 1997, the average effect size shrank by eighty per cent. 

And it’s not just fluctuating asymmetry. In 2001, Michael Jennions, a biologist at the Australian National University, set out to analyze “temporal trends” across a wide range of subjects in ecology and evolutionary biology. He looked at hundreds of papers and forty-four meta-analyses (that is, statistical syntheses of related studies), and discovered a consistent decline effect over time, as many of the theories seemed to fade into irrelevance. In fact, even when numerous variables were controlled for—Jennions knew, for instance, that the same author might publish several critical papers, which could distort his analysis—there was still a significant decrease in the validity of the hypothesis, often within a year of publication. Jennions admits that his findings are troubling, but expresses a reluctance to talk about them publicly. “This is a very sensitive issue for scientists,” he says. “You know, we’re supposed to be dealing with hard facts, the stuff that’s supposed to stand the test of time. But when you see these trends you become a little more skeptical of things.” 

What happened? Leigh Simmons, a biologist at the University of Western Australia, suggested one explanation when he told me about his initial enthusiasm for the theory: “I was really excited by fluctuating asymmetry. The early studies made the effect look very robust.” He decided to conduct a few experiments of his own, investigating symmetry in male horned beetles. “Unfortunately, I couldn’t find the effect,” he said. “But the worst part was that when I submitted these null results I had difficulty getting them published. The journals only wanted confirming data. It was too exciting an idea to disprove, at least back then.” For Simmons, the steep rise and slow fall of fluctuating asymmetry is a clear example of a scientific paradigm, one of those intellectual fads that both guide and constrain research: after a new paradigm is proposed, the peer-review process is tilted toward positive results. But then, after a few years, the academic incentives shift—the paradigm has become entrenched—so that the most notable results are now those that disprove the theory. 

Jennions, similarly, argues that the decline effect is largely a product of publication bias, or the tendency of scientists and scientific journals to prefer positive data over null results, which is what happens when no effect is found. The bias was first identified by the statistician Theodore Sterling, in 1959, after he noticed that ninety-seven per cent of all published psychological studies with statistically significant data found the effect they were looking for. A “significant” result is defined as any data point that would be produced by chance less than five per cent of the time. This ubiquitous test was invented in 1922 by the English mathematician Ronald Fisher, who picked five per cent as the boundary line, somewhat arbitrarily, because it made pencil and slide-rule calculations easier. Sterling saw that if ninety-seven per cent of psychology studies were proving their hypotheses, either psychologists were extraordinarily lucky or they published only the outcomes of successful experiments. In recent years, publication bias has mostly been seen as a problem for clinical trials, since pharmaceutical companies are less interested in publishing results that aren’t favorable. But it’s becoming increasingly clear that publication bias also produces major distortions in fields without large corporate incentives, such as psychology and ecology. 

While publication bias almost certainly plays a role in the decline effect, it remains an incomplete explanation. For one thing, it fails to account for the initial prevalence of positive results among studies that never even get submitted to journals. It also fails to explain the experience of people like Schooler, who have been unable to replicate their initial data despite their best efforts. Richard Palmer, a biologist at the University of Alberta, who has studied the problems surrounding fluctuating asymmetry, suspects that an equally significant issue is the selective reporting of results—the data that scientists choose to document in the first place. Palmer’s most convincing evidence relies on a statistical tool known as a funnel graph. When a large number of studies have been done on a single subject, the data should follow a pattern: studies with a large sample size should all cluster around a common value—the true result—whereas those with a smaller sample size should exhibit a random scattering, since they’re subject to greater sampling error. This pattern gives the graph its name, since the distribution resembles a funnel. 

The funnel graph visually captures the distortions of selective reporting. For instance, after Palmer plotted every study of fluctuating asymmetry, he noticed that the distribution of results with smaller sample sizes wasn’t random at all but instead skewed heavily toward positive results. Palmer has since documented a similar problem in several other contested subject areas. “Once I realized that selective reporting is everywhere in science, I got quite depressed,” Palmer told me. “As a researcher, you’re always aware that there might be some nonrandom patterns, but I had no idea how widespread it is.” In a recent review article, Palmer summarized the impact of selective reporting on his field: “We cannot escape the troubling conclusion that some—perhaps many—cherished generalities are at best exaggerated in their biological significance and at worst a collective illusion nurtured by strong a-priori beliefs often repeated.” 

Palmer emphasizes that selective reporting is not the same as scientific fraud. Rather, the problem seems to be one of subtle omissions and unconscious misperceptions, as researchers struggle to make sense of their results. Stephen Jay Gould referred to this as the “shoehorning” process. “A lot of scientific measurement is really hard,” Simmons told me. “If you’re talking about fluctuating asymmetry, then it’s a matter of minuscule differences between the right and left sides of an animal. It’s millimetres of a tail feather. And so maybe a researcher knows that he’s measuring a good male”—an animal that has successfully mated—“and he knows that it’s supposed to be symmetrical. Well, that act of measurement is going to be vulnerable to all sorts of perception biases. That’s not a cynical statement. That’s just the way human beings work.” 

One of the classic examples of selective reporting concerns the testing of acupuncture in different countries. While acupuncture is widely accepted as a medical treatment in various Asian countries, its use is much more contested in the West. These cultural differences have profoundly influenced the results of clinical trials. Between 1966 and 1995, there were forty-seven studies of acupuncture in China, Taiwan, and Japan, and every single trial concluded that acupuncture was an effective treatment. During the same period, there were ninety-four clinical trials of acupuncture in the United States, Sweden, and the U.K., and only fifty-six per cent of these studies found any therapeutic benefits. As Palmer notes, this wide discrepancy suggests that scientists find ways to confirm their preferred hypothesis, disregarding what they don’t want to see. Our beliefs are a form of blindness. 

John Ioannidis, an epidemiologist at Stanford University, argues that such distortions are a serious issue in biomedical research. “These exaggerations are why the decline has become so common,” he says. “It’d be really great if the initial studies gave us an accurate summary of things. But they don’t. And so what happens is we waste a lot of money treating millions of patients and doing lots of follow-up studies on other themes based on results that are misleading.” In 2005, Ioannidis published an article in the Journal of the American Medical Association that looked at the forty-nine most cited clinical-research studies in three major medical journals. Forty-five of these studies reported positive results, suggesting that the intervention being tested was effective. Because most of these studies were randomized controlled trials—the “gold standard” of medical evidence—they tended to have a significant impact on clinical practice, and led to the spread of treatments such as hormone replacement therapy for menopausal women and daily low-dose aspirin to prevent heart attacks and strokes. Nevertheless, the data Ioannidis found were disturbing: of the thirty-four claims that had been subject to replication, forty-one per cent had either been directly contradicted or had their effect sizes significantly downgraded. 

The situation is even worse when a subject is fashionable. In recent years, for instance, there have been hundreds of studies on the various genes that control the differences in disease risk between men and women. These findings have included everything from the mutations responsible for the increased risk of schizophrenia to the genes underlying hypertension. Ioannidis and his colleagues looked at four hundred and thirty-two of these claims. They quickly discovered that the vast majority had serious flaws. But the most troubling fact emerged when he looked at the test of replication: out of four hundred and thirty-two claims, only a single one was consistently replicable. “This doesn’t mean that none of these claims will turn out to be true,” he says. “But, given that most of them were done badly, I wouldn’t hold my breath.” 

According to Ioannidis, the main problem is that too many researchers engage in what he calls “significance chasing,” or finding ways to interpret the data so that it passes the statistical test of significance—the ninety-five-per-cent boundary invented by Ronald Fisher. “The scientists are so eager to pass this magical test that they start playing around with the numbers, trying to find anything that seems worthy,” Ioannidis says. In recent years, Ioannidis has become increasingly blunt about the pervasiveness of the problem. One of his most cited papers has a deliberately provocative title: “Why Most Published Research Findings Are False.” 

( O texto abaixo serve como aviso para mim e minha teoria: estou achando, vendo a Matriz em tudo, porem, não estarei selecionando e discriminando dados, ignorando quando a Matriz não aparece?)  

The problem of selective reporting is rooted in a fundamental cognitive flaw, which is that we like proving ourselves right and hate being wrong. “It feels good to validate a hypothesis,” Ioannidis said. “It feels even better when you’ve got a financial interest in the idea or your career depends upon it. And that’s why, even after a claim has been systematically disproven”—he cites, for instance, the early work on hormone replacement therapy, or claims involving various vitamins—“you still see some stubborn researchers citing the first few studies that show a strong effect. They really want to believe that it’s true.” 

That’s why Schooler argues that scientists need to become more rigorous about data collection before they publish. “We’re wasting too much time chasing after bad studies and underpowered experiments,” he says. The current “obsession” with replicability distracts from the real problem, which is faulty design. He notes that nobody even tries to replicate most science papers—there are simply too many. (According to Nature, a third of all studies never even get cited, let alone repeated.) “I’ve learned the hard way to be exceedingly careful,” Schooler says. “Every researcher should have to spell out, in advance, how many subjects they’re going to use, and what exactly they’re testing, and what constitutes a sufficient level of proof. We have the tools to be much more transparent about our experiments.” 

In a forthcoming paper, Schooler recommends the establishment of an open-source database, in which researchers are required to outline their planned investigations and document all their results. “I think this would provide a huge increase in access to scientific work and give us a much better way to judge the quality of an experiment,” Schooler says. “It would help us finally deal with all these issues that the decline effect is exposing.” 

( Mas existe outra maneira de testar os experimentos: testa-los contra outras abordagens, como a da Matrix Theory.) 

Although such reforms would mitigate the dangers of publication bias and selective reporting, they still wouldn’t erase the decline effect. This is largely because scientific research will always be shadowed by a force that can’t be curbed, only contained: sheer randomness. Although little research has been done on the experimental dangers of chance and happenstance, the research that exists isn’t encouraging. 

In the late nineteen-nineties, John Crabbe, a neuroscientist at the Oregon Health and Science University, conducted an experiment that showed how unknowable chance events can skew tests of replicability. He performed a series of experiments on mouse behavior in three different science labs: in Albany, New York; Edmonton, Alberta; and Portland, Oregon. Before he conducted the experiments, he tried to standardize every variable he could think of. The same strains of mice were used in each lab, shipped on the same day from the same supplier. The animals were raised in the same kind of enclosure, with the same brand of sawdust bedding. They had been exposed to the same amount of incandescent light, were living with the same number of littermates, and were fed the exact same type of chow pellets. When the mice were handled, it was with the same kind of surgical glove, and when they were tested it was on the same equipment, at the same time in the morning. 

The premise of this test of replicability, of course, is that each of the labs should have generated the same pattern of results. “If any set of experiments should have passed the test, it should have been ours,” Crabbe says. “But that’s not the way it turned out.” In one experiment, Crabbe injected a particular strain of mouse with cocaine. In Portland the mice given the drug moved, on average, six hundred centimetres more than they normally did; in Albany they moved seven hundred and one additional centimetres. But in the Edmonton lab they moved more than five thousand additional centimetres. Similar deviations were observed in a test of anxiety. Furthermore, these inconsistencies didn’t follow any detectable pattern. In Portland one strain of mouse proved most anxious, while in Albany another strain won that distinction. 

The disturbing implication of the Crabbe study is that a lot of extraordinary scientific data are nothing but noise. The hyperactivity of those coked-up Edmonton mice wasn’t an interesting new fact—it was a meaningless outlier, a by-product of invisible variables we don’t understand. The problem, of course, is that such dramatic findings are also the most likely to get published in prestigious journals, since the data are both statistically significant and entirely unexpected. Grants get written, follow-up studies are conducted. The end result is a scientific accident that can take years to unravel. 

This suggests that the decline effect is actually a decline of illusion. While Karl Popper imagined falsification occurring with a single, definitive experiment—Galileo refuted Aristotelian mechanics in an afternoon—the process turns out to be much messier than that. Many scientific theories continue to be considered true even after failing numerous experimental tests. Verbal overshadowing might exhibit the decline effect, but it remains extensively relied upon within the field. The same holds for any number of phenomena, from the disappearing benefits of second-generation antipsychotics to the weak coupling ratio exhibited by decaying neutrons, which appears to have fallen by more than ten standard deviations between 1969 and 2001. Even the law of gravity hasn’t always been perfect at predicting real-world phenomena. (In one test, physicists measuring gravity by means of deep boreholes in the Nevada desert found a two-and-a-half-per-cent discrepancy between the theoretical predictions and the actual data.) Despite these findings, second-generation antipsychotics are still widely prescribed, and our model of the neutron hasn’t changed. The law of gravity remains the same. 

Such anomalies demonstrate the slipperiness of empiricism. Although many scientific ideas generate conflicting results and suffer from falling effect sizes, they continue to get cited in the textbooks and drive standard medical practice. Why? Because these ideas seem true. Because they make sense. Because we can’t bear to let them go. And this is why the decline effect is so troubling. Not because it reveals the human fallibility of science, in which data are tweaked and beliefs shape perceptions. (Such shortcomings aren’t surprising, at least for scientists.) And not because it reveals that many of our most exciting theories are fleeting fads and will soon be rejected. (That idea has been around since Thomas Kuhn.) The decline effect is troubling because it reminds us how difficult it is to prove anything. We like to pretend that our experiments define the truth for us. But that’s often not the case. Just because an idea is true doesn’t mean it can be proved. And just because an idea can be proved doesn’t mean it’s true. When the experiments are done, we still have to choose what to believe. ♦

Read more http://www.newyorker.com/reporting/2010/12/13/101213fa_fact_lehrer#ixzz1A09LtC2E 

More Thoughts on the Decline Effect

Posted by Jonah Lehrer

In “The Truth Wears Off“, I wanted to explore the human side of the scientific enterprise. My focus was on a troubling phenomenon often referred to as the “decline effect,” which is the tendency of many exciting scientific results to fade over time. This empirical hiccup afflicts fields from pharmacology to evolutionary biology to social psychology. There is no simple explanation for the decline effect, but the article explores several possibilities, from the publication biases of peer-reviewed journals to the “selective reporting” of scientists who sift through data.

This week, the magazine published four very thoughtful letters in response to the piece. The first letter, like many of the e-mails, tweets, and comments I’ve received directly, argues that the decline effect is ultimately a minor worry, since “in the long run, science prevails over human bias.” The letter, from Howard Stuart, cites the famous 1909 oil-drop experiment performed by Robert Millikan and Harvey Fletcher, which sought to measure the charge of the electron. It’s a fascinating experimental tale, as subsequent measurements gradually corrected the data, steadily nudging the charge upwards. In his 1974 commencement address at Caltech, Richard Feynman described why the initial measurement was off, and why it took so long to fix:

Millikan measured the charge on an electron by an experiment with falling oil drops, and got an answer which we now know not to be quite right. It’s a little bit off, because he had the incorrect value for the viscosity of air. It’s interesting to look at the history of measurements of the charge of the electron, after Millikan. If you plot them as a function of time, you find that one is a little bigger than Millikan’s, and the next one’s a little bit bigger than that, and the next one’s a little bit bigger than that, until finally they settle down to a number which is higher.  

Why didn’t they discover that the new number was higher right away? It’s a thing that scientists are ashamed of—this history—because it’s apparent that people did things like this: When they got a number that was too high above Millikan’s, they thought something must be wrong—and they would look for and find a reason why something might be wrong. When they got a number closer to Millikan’s value they didn’t look so hard. And so they eliminated the numbers that were too far off, and did other things like that.  

That’s a pretty perfect example of selective reporting in science. One optimistic takeaway from the oil-drop experiment is that our errors get corrected, and that the truth will always win out. Like Mr. Stuart, this was the moral Feynman preferred, as he warned the Caltech undergrads to be rigorous scientists, because their lack of rigor would be quickly exposed by the scientific process. “Other experimenters will repeat your experiment and find out whether you were wrong or right,” Feynman said. “Nature’s phenomena will agree or they’ll disagree with your theory.”

But that’s not always the case. For one thing, a third of scientific papers never get cited, let alone repeated, which means that many errors are never exposed. But even those theories that do get replicated are shadowed by uncertainty. After all, one of the more disturbing aspects of the decline effect is that many results we now believe to be false have been replicated numerous times. To take but one example I cited in the article: After fluctuating asymmetry, a widely publicized theory in evolutionary biology, was proposed in the early nineteen-nineties, nine of the first ten independent tests confirmed the theory. In fact, it took several years before an overwhelming majority of published papers began rejecting it. This raises the obvious problem: If false results can get replicated, then how do we demarcate science from pseudoscience? And how can we be sure that anything—even a multiply confirmed finding—is true?

These questions have no easy answers. However, I think the decline effect is an important reminder that we shouldn’t simply reassure ourselves with platitudes about the rigors of replication or the inevitable corrections of peer review. Although we often pretend that experiments settle the truth for us—that we are mere passive observers, dutifully recording the facts—the reality of science is a lot messier. It is an intensely human process, shaped by all of our usual talents, tendencies, and flaws.

Many letters chastised me for critiquing science in such a public venue. Here’s an example, from Dr. Robert Johnson of Wayne State Medical School:

Creationism and skepticism of climate change are popularly-held opinions; Lehrer’s closing words play into the hands of those who want to deny evolution, global warming, and other realities. I fear that those who wish to persuade Americans that science is just one more pressure group, and that the scientific method is a matter of opinion, will be eager to use his conclusion to advance their cause.

This was a concern I wrestled with while writing the piece. One of the sad ironies of scientific denialism is that we tend to be skeptical of precisely the wrong kind of scientific claims. Natural selection and climate change have been verified in thousands of different ways by thousands of different scientists working in many different fields. (This doesn’t mean, of course, that such theories won’t change or get modified—the strength of science is that nothing is settled.) Instead of wasting public debate on solid theories, I wish we’d spend more time considering the value of second-generation antipsychotics or the verity of the latest gene-association study.

Nevertheless, I think the institutions and mechanisms of the scientific process demand investigation, even if the inside view isn’t flattering. We know science works. But can it work better? There is too much at stake to not ask that question. Furthermore, the public funds a vast majority of basic research—it deserves to know about any problems.

And this brings me to another category of letters, which proposed new ways of minimizing the decline effect. Some readers suggested reducing the acceptable level of p-values or starting a Journal of Negative Results. Andrew Gelman, a professor of statistics at Columbia University, proposed the use of “retrospective power analyses,” in which experimenters are forced to calculate their effect size using “real prior information,” and not just the data distilled from their small sample size.

I also received an intriguing e-mail from a former academic scientist now working for a large biotech company:

When I worked in a university lab, we’d find all sorts of ways to get a significant result. We’d adjust the sample size after the fact, perhaps because some of the mice were outliers or maybe they were handled incorrectly, etc. This wasn’t considered misconduct. It was just the way things were done. Of course, once these animals were thrown out [of the data] the effect of the intervention was publishable.

He goes on to say that standards are typically more rigorous in his corporate lab:

Here we have to be explicit, in advance, of how many mice we are going to use, and what effect we expect to find. We can’t fudge the numbers after the experiment has been done… That’s because companies don’t want to begin an expensive clinical trial based on basic research that is fundamentally flawed or just a product of randomness.

Of course, once that basic research enters clinical trials, there’s plenty of evidence that the massive financial incentives often start warping the data, leading to the suppression of negative results and the misinterpretation of positive ones. (This helps explain, at least in part, why such a large percentage of randomized clinical trials cannot be replicated. (ClinicalTrials.gov has tried to fix this problem by mandating the public registration of every clinical trial in advance.)

The larger point, though, is that there is nothing inherently mysterious about why the scientific process occasionally fails or the decline effect occurs. As Jonathan Schooler, one of the scientists featured in the article told me, “I’m convinced that we can use the tools of science to figure this—”the decline effect—”out. First, though, we have to admit that we’ve got a problem.”

Read more http://www.newyorker.com/online/blogs/newsdesk/2011/01/jonah-lehrer-more-thoughts-on-the-decline-effect.html#ixzz1A0Jxj6l6 

Comentarios de terceiros:

Though Jonah Lehrer shows that the truth is slippery, he also demonstrates that, eventually, the truth comes out (“The Truth Wears Off,” December 13th). Robert Millikan’s famous oil-drop experiment, designed to measure the charge of an electron, is an example. Millikan’s value for the electron charge was too small. Over time, other scientists replicated his work, and the measured value gradually increased to the one we accept today. The value increased only slowly because scientists were easily biased toward rejecting results that deviated too far from expectations, based on Millikan’s number. It took many experiments, but the process showed that, in the long run, science prevails over human bias.

Howard Stuart

Glen Ridge, N.J.

Lehrer concludes that the “decline effect” is “troubling because it reminds us how difficult it is to prove anything.” But scientific hypotheses, no matter how firmly established, are never “proved” right. They are inherently provisional. Scientists know that the door is always open for new evidence and stronger theories. Newton’s law of gravitation was supported by countless empirical observations. It held the stage, unquestioned, for more than two hundred years. Then Einstein’s general relativity showed that Newton’s law, while a good approximation, was wrong. In this historical context, it’s no surprise that some recently formulated biological theories will not stand the test of time.

 Gregory Schwed

New York City

One development that Lehrer does not discuss, and that we believe has the potential to exacerbate the “decline effect,” is the trend toward the publication of brief reports in mainstream psychology journals. Traditionally, an article in experimental psychology consisted of at least three experiments, the first demonstrating an important finding, and the others replicating it and establishing its boundary conditions. Today, there is a move away from such articles and toward one-experiment papers reporting a single unexpected result. Short reports demand less time of authors, reviewers, and readers, but an undesirable consequence is that findings are less likely to be replicated even by the investigators who first publish them. This increases the likelihood that a result initially received as exciting and novel will turn out to be nothing but a fluke.

Fernanda Ferreira

Editor, Journal of Experimental Psychology: General

Meu Comentário postado no artigo do New Yorker.Com

Maybe the decline effect is reality and not only human mistakes. There is a very tenuous assumption that could be raised from the Matrix/DNA Theory viewpoint. The hypothesis is that reality is composed of several layers of fractal time. An example would be: the human specie takes 9 months to give birth, but the process is the same for a mosquito, that takes, to say, 3 days. The process is fractal, meaning it is always repeated, the only variable is time. If so, all phenomena that occur at the microscopic level must constantly change in relation to our level of perception, and our own reality. Things are better explained if we see the diragram/software of matrix at my website: http:theuniversalmatrix.com . While we have taken 10 years to go from Function 2 (where we are children) for the Function 3 (where we are teenager), our cells that are under the same life cycle pass through these two functions thousands of times. Thus, experiments that are based on actions and reactions of levels of magnitude smaller than our own (as the action of anti-depressants, or antibiotics) may give the result “A” in an experiment done today and the same result in an experiment done after one year, it coincided to hit the same life cycle of different generations. Or it may be that several experiments performed chronologically in consecutive weeks will give slightly different results, because the target under test is changing quickly because its life cycle. In this case, the causes of “The decline effect” could be any or all of the mentioned by author of this article and this one further hypothesized by the Theory of Matrix.

Read more http://www.newyorker.com/online/blogs/newsdesk/2011/01/jonah-lehrer-more-thoughts-on-the-decline-effect.html#ixzz1A0jSXCol

Mr. Lehrer, when I read your original article, it seemed to me that you had taken a good story about inadequate experiment designs–particularly poor controls–and weak statistical analysis and buried it in sensationalist language and muddled thinking. The truth does not, as your headline claimed, wear off. Nor is there a real “decline effect.” In another part of Feynman’s “Cargo Cult” lecture that you quoted from, he talks about the difficulty of creating controlled conditions, using as his example experiments on rats. In your article, you allude to this problem as contributing to the “decline effect,” but rather than make a clear point that the so-called “decline effect” can be attributed to poor controls and, generally, poor experiment design, you instead “explain” the problem through sloppy thinking and sensationalist language. The tools to overcome the illusion of the “decline effect” have been a part of the scientist’s toolkit for decades: careful experiment design; rigorous statistical analysis; replication by third parties. Above all, scientists must be carefully and clearly honest with themselves. It is not always easy to be so honest as Feynman admonished (at the least, you just don’t think of everything), and we can be sure that scientists do not all have the solid grounding in experiment design and data analysis to always achieve accurate and reproducible results. Your article, while touching on each of these factors, failed to highlight them clearly, instead focusing on the more sensational (or perhaps “outrageous”) explanation that “the truth wears off.”

Posted 1/3/2011, 10:16:39am by DeliciousLemur

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(O artigo abaixo indica vários links importantes a serem procurados)

O método científico não é mais aquele?

Estadão.com.br

http://revistapiaui.estadao.com.br/blogs/questoes-da-ciencia/geral/o-metodo-cientifico-nao-e-mais-aquele

Bernardo Esteves

10/03/2011 11:21Bem-vindos ao questões da ciência. Para inaugurar este espaço, a proposta é discutir um texto polêmico que aponta vulnerabilidades do método científico e que motivou bastante debate na blogosfera americana. O artigo “The Truth Wears Off” (algo como “A verdade se esvaece”) foi publicado na revista New Yorker pelo jornalista Jonah Lehrer, conhecido de alguns leitores brasileiros como autor dos livros Proust foi um neurocientista e O momento decisivo.

O artigo está disponível on-line (em inglês). O leitor que chegar ao fim das quase 5 mil palavras será recompensado com reflexões interessantes sobre como os pesquisadores chegam às suas conclusões e sobre como são construídos os consensos científicos que muitos tomam por verdade.

Lehrer apresenta em seu texto estudos cujos resultados entusiasmaram os cientistas num primeiro momento, mas que não puderam ser reproduzidos com sucesso posteriormente. Da psicologia à genética, passando pela física e pela zoologia, os casos reunidos por ele cobrem vários campos da ciência.

O exemplo mais emblemático é o de um conjunto de medicamentos psiquiátricos aprovados após resultados promissores em várias rodadas de testes clínicos e que, anos depois, tiveram sua eficácia sensivelmente reduzida, como se tivessem deixado de funcionar de repente.

Casos como esses preocupam porque contrariam um dos pilares da boa ciência: os resultados obtidos por uma equipe de pesquisadores devem ser passíveis de reprodução em outros laboratórios. Haveria então algo de errado com o método científico, como sugere o subtítulo do artigo de Lehrer?

Efeito de declínio
Em comum, os exemplos citados por Lehrer manifestam aquilo que ele chama de “efeito de declínio”, que poderia ser definido como a tendência de algumas alegações científicas de receberem cada vez menos respaldo pelos resultados experimentais com o passar do tempo.

O autor levanta algumas hipóteses para explicar esse efeito. Em alguns casos, ele poderia ser creditado a uma distorção estatística – se uma amostragem inadequada tiver sido escolhida nos testes iniciais, os resultados animadores não se repetirão à medida que o estudo for replicado em maior escala. Também contribui para a confusão a tendência dos cientistas de só publicarem resultados satisfatórios, relegando ao esquecimento os experimentos fracassados.

Nem todos se satisfizeram com as explicações aventadas por Lehrer. A publicação de seu artigo motivou várias críticas em blogs de ciência. O autor foi acusado de não levar em conta noções básicas de estatística e dar importância demasiada a um fenômeno com o qual os cientistas lidam corriqueiramente, como sugeriu Orac, pseudônimo do médico-blogueiro titular do Respectful Insolence.

“O efeito de declínio é algo que qualquer médico que trabalhe com pesquisa clínica conhece na prática, embora possa não se referir a ele nesses termos”, afirma o blogueiro em um longo post em que refuta os argumentos do artigo de Lehrer.

Já Steven Novella, do blog Neurologica, acusou o autor de agir como os negacionistas da ciência. “Lehrer se refere a aspectos da ciência que os céticos vêm apontando há anos (…) e chega à conclusão niilista de que é difícil provar qualquer coisa e que, em última análise, ‘ainda temos que escolher no que acreditar’”, argumenta ele.

Lehrer rebateu algumas dessas críticas nos sites da New Yorker e da Wired, da qual também é colaborador.

Muitas das reações ao artigo foram um tanto extremas. Talvez seja mais apropriado adotar o tom moderado do blogueiro Matthew Nisbet, do Age of Engagement, que vê no texto uma grande oportunidade para mostrar para o público leigo como funciona a ciência e como são tênues e transitórias as verdades científicas.

“O artigo de Lehrer é um exemplo notável de jornalismo científico de uma tradição que explica realidades complexas sobre a natureza social da prática científica e sobre como as descobertas científicas são relatadas e percebidas pelo público”, argumenta ele.

A discussão é boa. Voltaremos a ela em breve.

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Antes de julgar a Teoria da Matriz/DNA Universal, leia isto

sexta-feira, fevereiro 26th, 2010

(Categoria “Ciência Acadêmica” com os prós e contras. Ver artigos: 

1) A Verdade Desaparece pelo “Efeito Declinante” – The Truth Wears Off by the ” The Decline Effect”. 

2)  Lista dos descobridores independentes ridicularizados mas depois justificados.  

CLOSEMINDED SCIENCE 

 http://amasci.com/weird/wclose.html 

Examinando os aspectos negativos da dinâmica social da ciência.

Eu não tenho tempo para tal e nem estou interessado em discutir abstrações tais como se esta teoria é científica, mística, ou apenas empírica, se é ciência acadêmica ou se sou mais um lunático vendedor de óleo de serpente, se é possível ou impossível: estou atrás de fatos, apenas fatos e reais, devidamente comprovados, que sirvam para testar os modêlos. Mas ninguém me ajuda nesta tarefa, e não condeno a Humanidade por isto, porque os motivos de todos foram os meus mesmos motivos quando me deparei com os modêlos pelas primeiras vêzes. Mas passados 30 anos de testes e hoje com o acumulo de evidências a favor da teoria, sinto muito a falta de ajuda que poderia acelerar e diversificar êstes  testes. Quando utilizo argumentos baseados nesta teoria num debate qualquer pela Internet, a imediata reação dos intelectuais formados pela visão de mundo da Academia é ridicularizar, ironizar o argumento, afirmar que preciso estudar o argumento correto e então me fornecem links para documentos cientificos os quais estou cansado de estuda-los. Os fatos apresentados nestes documentos foram por mim utilizados para testar os modêlos, e concluí que, ou em nada se referem aos fenômenos naturais tratados nos modêlos, ou que re-enforçam aprovando os modêlos. Parece que os acadêmicos perderam seus freios sôbre suas faculdades mentais pelo ceticismo emanado de uma visão de mundo particular, e desde que é uma visào de mundo humana, certamente é temporária, sera completada ou alterada, não pode ser definitiva. Pois como explicar que alguém te interrompa quando inicias a apresentar um argumento te mandando consultar algo que nada tem a ver com seu argumento ou que comprove o seu argumento? Claro que há algo errado com tal sujeito, e o que tenho feito é parar o debate imediatamente, não vai me ajudar em nada a opinião de quem está raciocinando de forma não-natural. Não estou aqui para ser doutrinado em nenhuma doutrina ( quem descobre uma nova e inédita visão do mundo é porque não estava doutrinado em nenhuma das anteriores), mas sim para debater as diferentes interpretações sôbre um mesmo fato em busca da interpretação correta a qual endireita nossos caminhos e não nos leve a continuar quebrando dolorosamente a cara contra a parêde, como aconteceu que tôdos os impérios e civilizações construídos pelo homem caíram porque foram contruídas com visões equivocadas da realidade. Então encontrei uma obra que pensa brilhantemente êste vício mental que afeta tais sujeitos, com uma lista enorme de evidências provando que o vício produz malefícios, e como preciso dela para tentar despertar tão afoitos contestadores, vou deixa-la aqui registrado para sempre que necessário me socorrer dela. Trata-se inicialmente de um website intitulado:  CLOSEMINDED SCIENCE, pelo autor Bill Beauty, no enderêço:http://amasci.com/weird/wclose.htmlEu concordo que uma idéia nunca imaginada antes, nunca divulgada em lugar algum, que é contrária a outra idéia largamente divulgada, nos faça reagir negativamente contra ela. Mas a História apresenta uma lista interminável de casos de indivíduos que apresentaram a nova e estranha idéia, foram rechaçados pela reação negativa de tôdos, mas depois as evidências da realidade provaram que êle era o único que pensou certo e todos os outros pensaram errado. Claro que não tenho a presunção de ser inserido nesta lista, meu interêsse como disse antes são “os fatos”. O autor inicia dizendo: “O ceticismo é uma ferramenta preliminar da ciência. Mas nós seremos hipócritas se nós nunca dirigimos um olho céptico para o próprio ceticismo científico. Os comportamentos imperfeitos e errados estão livres para crescer sem limite, e o cepticismo não é imune a este problema. Descontrolada credulidade pode destruir a Ciência, mas a desenfreada descrença não é uma ameaça menor pois pode produzir uma polarização que lide apenas com um restrito aspecto dos fenômenos naturais, ridicularizando quaisquer idéias que ultrapassem estas fronteiras e que nunca foram experimentadas. O melhor é adotar uma trilha média entre a mentalidade totalmente fechada e a credulidade total.” “A mente gosta de uma idéia estranha tão pouco como o corpo gosta de uma proteína estranha e a resiste com energia similar. Talvez não seria demasiado fantástico dizer que uma idéia nova é o antígeno de mais rapidamente actuação conhecido à ciência. Se nós prestar-mos atenção, nós nos  encontraremos frequentemente nêste êrro em que nós começamos a discutir uma idéia nova mesmo antes que ela esteja indicada completamente.” – Wilfred Trotador, 1941 

Lista dos descobridores independentes ridicularizados mas depois justificados:  

  

·         Crick e Watson (ADN)  

Foram instruídos a abandonarem sua pesquisa, a universidade não disponilizava seus recursos principalmente depois que Pauling, que era um doutor academic, que estava fazendo a pesquisa mas com diferente abordagem, ridicularizou-os como “amadores que nada sabem”.  Como essa pesquisa não era laboratorial, no sentido de empregar utensílios e experiências laboratoriais, mas era mais uma pesquisa filosófica naturalista ( tentar conectar os fatos de novas maneiras até que uma faça sentido) Crick e Watson continuaram-na clandestinamente, ilicita mesmo de acôrdo com os regulamentos acadêmicos. Da mesma forma a Teoria da Evolução não surgiu de experimentação labotatorial mas sim por uma nova maneira de conectar os fatos. Mas também a Teoria da Matriz/DNA foi resultado do mesmo método.·         Baird, John L. (câmara de televisão) 

Quando o primeiro sistema de televisão foi demonstrado à sociedade real (cientistas britânicos,) escarnecedores ridicularizam-no. 

·         C.J. Doppler (efeito de Doppler)  

Propôs  uma teoria do efeito de Doppler ótico em 1842, mas foi oposicionado  amargamente por duas décadas porque não sua teoria coube com a física aceitada do tempo (contradisse a teoria Luminiferous do Aether). O Efeito Doppler foi provado finalmente para em 1868 em que  W. Huggins observou deslocamentos vermelhos e deslocamentos azuis em espectros estelares. Infelizmente isto era quinze anos depois que Doppler tinha morrido.  

E assim a lista continua. Se o leitor não quiser ir no site original e ver a tradução ainda mec6anica aqui, veja um nome e depois o procure nas definições abaixo.

Arrhenius (química do íon)  

Alfven, Hans (galáxia-escale a dinâmica do plasma)  

Bakker, dinossauros de Robert (rápido, warm-blooded)  

Bardeen & Brattain (transistor)  

Bretz J Harlen (geologia da idade de gelo)  

Chandrasekhar, Subrahmanyan (buracos negros em 1930)  

Chladni, Ernst (meteorito em 1800)  

Crick & Watson (ADN)  

Doppler (efeito de Doppler ótico)  

Povos, Robert L. (existência e importância do nanobacteria)  

Galvani (bioelectricidade)  

Harvey, William (circulação do sangue, 1628)  

Krebs (energia do ATP, ciclo de Krebs)  

Galileo (suportado o ponto de vista Copernican)  

Gauss, Karl F. (geometery nonEuclidean)  

Binning/Roher/Gimzewski (microscópio da exploração-escavação de um túnel)  

Goddard, Robert (navios de espaço rocket-powered)  

Goethe (teoria da cor da terra)  

Ouro, Thomas (depósitos non-biological profundos do petróleo)  

Ouro, Thomas (bactérias da mina profunda)  

Lister, J (sterilizing)  

T Maiman (laser)  

Os “conceitos que provaram que útil para requisitar coisas supor facilmente tão grande uma autoridade sobre nós, de que nós esquecemos sua origem terrestre e aceitamo-las como fatos unalterable. Tornam-se então etiquetados como “necessidades conceptuais,” etc. A estrada do progresso científico é obstruída freqüentemente por longos períodos por tais erros. “- Einstein  

Margulis, Lynn (organelles endosymbiotic)  

Mayer, Julius R. (a lei da conservação de energia)  

Marshall, B (úlceras causadas pelas bactérias, pelos piloros do helicobacter)  

McClintlock, Barbara (elementos, de “genes salto”, transposons genéticos móveis)  

Newlands, J. (tabela periódica do pre-Mendeleev)  

Nottebohm, F. (neurogenesis: os cérebros podem crescer os neurônios)  

Ohm, George S. (lei de ohm)  

Ovshinsky, Stanford R. (dispositivos de semicondutor amorfos)  

Pasteur, Louis (teoria de germe da doença)  

Prusiner, Stanley (existência dos prions, 1982)  

Rous, Peyton (cancro da causa dos vírus)  

Semmelweis, I. (mãos da lavagem dos cirurgiões, febre puerperal)  

Steen-McIntyre, Virgínia (villiage dos indianos dos E.U. do sudoeste, 300,000BC)  

Tesla, Nikola (ressonância elétrica da terra, ressonância de “Schumann”)  

Tesla, Nikola (motor de C.A. sem escova)  

Van’t Hoff de J H (as moléculas são 3D)  

Warren, Warren S (falha na teoria de MRI)  

Wegener, Alfred (tração continental)  

Wright, Wilbur & Orville (máquinas de vôo)  

Zwicky, Fritz (existência da matéria escura, 1933)  

Zweig, George (teoria do quark)  

“O estudo da história é um antídoto poderoso à arrogância contemporânea. Humbling para descobrir não uma vez quanto de nossas suposições simplistas, que nos parecem novos e plausíveis, foram testados antes, mas muitas vezes e em guisas inumeráveis; e descoberto para estar, a grande custo humano, completamente falso.” – Paul Johnson  

  

Arrhenius (química do íon)  

Sua idéia que os eletrólitos estão cheios de átomos carregados foi considerada louca. A teoria atômica era nova naquele tempo, e todos “soube” que os átomos eram indivisible (e daqui não poderiam perder ou ganhar nenhuma carga elétrica.) Por causa de sua idéia heretical, recebeu somente seu grau de universidade por uma margem muito estreita.  


 

Hans Alfven (galáxia-escale a dinâmica do plasma)  

Os astrónomos pensaram que a gravidade sozinho é importante em sistemas solares, nas galáxias, na idéia etc. Alfven que a física de plasma é de igual ou a maior importância à gravidade derided por décadas.  

 


 

  

Robert dinossauros de Bakker (rápido, warm-blooded)  

Todos sabe que os dinossauros são como monstro de Gila ou tartarugas grandes: grande, lento, e intolerante do frio. E são tudo monótonos verde-oliva colorido demasiado! :)  

   


 

  

Bardeen & Brattain (transistor)  

Ridiculed, mas sua saliência W. Shockley nixed sua idéia, e quando começaram a investigar, fêz-lhes o batente. Montaram o seu ponto-contatam a experiência em um carro rodado e continuaram. Poderiam shove o em um armário sempre que a saliência veio perto.  

   


 

  

J Harlen Bretz  

Décadas resistidas do escárnio como o laughingstock do mundo da geologia. Seu crime era insistir que as quantidades enormes de evidência mostraram que a paisagem do deserto do “scabland” do estado de Washington oriental tinha resistido uma catástrofe antiga: uma inundação de proporções staggering. Este era heresia imediato, desde a comunidade da geologia do tempo teve a opinião dogmático em uma posição “uniformitarian”, onde todas as mudanças devessem ocorrer incremental sobre escalas de tempo vastas. Bretz foi justificado nos anos 50. Citações: “Todos meus inimigos estão inoperantes, assim que eu tenho ninguém a regozijar-se sobre.”  

   


 

  

Subrahmanyan Chandrasekhar (buracos negros em 1930, squashed por Eddington)  

Chandra originou a teoria do buraco negro e publicou diversos papéis. Foi atacado viciously por seu senhor Arthur Eddington do colega do fim, e sua teoria foi desacreditada nos olhos da comunidade de pesquisa. Eram errados, e Eddington tomou aparentemente tal ação forte baseada em uma teoria incorreta do animal de estimação do seus próprios. Na extremidade Chandra não poderia mesmo levar a cabo uma carreira em Inglaterra, e moveu sua pesquisa para o U. de Chicago em 1937, trabalhando na obscuridade relativa por décadas. Outro redescobriram a teoria do buraco negro trinta anos mais tarde. Ganhou o prêmio 1983 de Nobel na física, reconhecimento principal somente cinqüênta anos. Nunca subestime a tendência deseguimento da comunidade da física, ou o poder do ridículo quando usado por povos da estatura tais como Eddington.  

  


 

Chladni (meteorito em 1800)  

A comunidade científica considerou meteorito na mesma maneira que os cientistas modernos consideram abducções do UFO e o fenômeno psíquico: as superstições catitas acreditaram somente por povos do camponês. Todos os relatórios de testemunha ocular foram descridos. Em um ponto o ridículo tornou-se tão intenso que muitos museus com os meteorito em suas coleções da geologia decidiram trash aquelas amostras valiosas. (O cepticismo às vezes hostil controla a realidade, e a evidência a mais forte é editada para conformar-se às descrenças do consenso.) Finalmente no 1800’s adiantado Ernst Chladni sentou realmente para baixo e inspecionou a evidência profissional, e encontrou que os meteorito reivindicados eram rochas conhecidas inteiramente desiguais da terra. Seu estudo mudou algumas mentes. Certas grandes quedas do meteoro foram testemunhadas ao mesmo tempo por cientistas, e a maioria que insistiu que somente os camponeses ignorantes viram nunca tais coisas shamed no silêncio. A maré da descrença desloc… contudo deste evento importante não é ensinada aos estudantes da ciência, e aquelas ignorantes de tal história repetem tais falhas repetidamente, como com a descrença hostil a respeito do relâmpago da esfera. 

 


 

  

Povos de Robert L. (existência e importância do nanobacteria)  

As bactérias descobertas com diâmetros distante abaixo de 200nM extensamente atual nas amostras minerais, capazes a ambas metabolizam metais e para criar encrustations do cálcio. Props seu grande papel na criação da rocha “metamórfica” e da corrosão diária do metal. Estas idéias foram rejeitadas com hostilidade porque o diâmetro bacteriano é demasiado pequeno incluir bastante material genético ou ribosomes, e parecem imunes às técnicas comuns da esterilização.  

   


 

  

Galvani (bioelectricidade)  

“Chamam-me o instrutor da dança das râs.”  

   


 

  

William Harvey (circulação do sangue)  

Sua descoberta da circulação de sangue causou a comunidade científica do momento de condená-lo ao ostracismo.  

   


 

  

Krebs (energia do ATP, ciclo de Krebs)  

   


 

  

Galileo (suportado o ponto de vista Copernican)  

Não era as autoridades da igreja que recusaram olhar através de seu telescópio. Era seus cientistas companheiros! Pensaram que isso usar um telescópio era uma perda de tempo, desde mesmo se viram a evidência para reivindicações de Galileo, ele poderia somente ser porque Galileo bewitched as.  

   


 

  

Gauss de Karl F. (geometery nonEuclidean)  

Manteve o segredo sua descoberta da geometria não-Euclidean por trinta anos por causa do medo do ridículo. O trabalho similar mais tarde publicado de Lobachevsky e ridiculed. Depois que a morte dos gauss seu trabalho foi publicada finalmente, mas mesmo então tomou décadas para Noneuclidean Geometery para virar matematicamente a opinião “pura” do grego do geometery, e para ganhar a aceitação entre os profissionais.  

   


 

  

Binning/Roher/Gimzewski (microscópio da exploração-escavação de um túnel)  

Inventado em 1982, outros cientistas de superfície recusaram acreditar que aquele átomo-escala a definição era possível, e as demonstrações do STM em 1985 estiveram encontradas ainda pela hostilidade, pelos gritos, e pelo riso dos especialistas no campo da microscopia. Seus descobridores ganharam o prêmio de Nobel em 1986, que foi distante em forçar uma mudança raramente rápida na atitude dos colegas.  

   


 

  

R. Goddard (navios de espaço rocket-powered)  

Goddard era relativamente obscuro até finais de 1944, quando aquelas fantasia repugnantes de Jules-Verne, os navios de espaço rocket-powered, chover começado para baixo em Londres durante WWII. (Pela analogia, imagine a consternação da comunidade científica se Iraque respondeu à tempestade de deserto com as frotas de UFOs de incandescência w/deathrays!) 

“O procedimento inteiro [do tiro sobe rapidamente no espaço]… apresenta a dificuldades de tão fundamental uma natureza, isso nós somos forçados a demitir essencialmente a noção como impraticável, apesar da apelação insistente do autor põr de lado prejudic e recordar a impossibilidade suposta do vôo do pesado-do que-ar antes que estêve realmente realizada.”
– Senhor Richard camionete der Riet Wooley, astrónomo britânico, revendo foguetes de P.E. Cleator “no espaço”, NATUREZA, março 14, 1936
 

“Esta idéia insensata do tiro na lua é um exemplo dos comprimentos absurdos a que a especialização vicioso carreg cientistas.” – A.W. Bickerton, físico, NZ, 1926  

   


 

  

Goethe (teoria da cor da terra)  

   


 

  

T. Ouro (depósitos non-biological profundos do petróleo)  

   


 

  

T. Ouro (micróbios da mina profunda)  

   


 

  

J. Lister (sterilizing)  

   


 

  

T. Maiman (laser)  

Ridiculed, mas sua saliência disse o No. a sua “idéia do maser ótico”. Maiman recebeu o financiamento somente depois a ameaça parar e levar a cabo o laser em sua garagem. Contudo, a pesquisa em curso era uma batalha, e seu financiamento foi puxado duas vezes.  

   


 

  

Lynn Margulis (organelles endosymbiotic)  

Em 1970 Margulis foi negado não somente o financiamento mas igualmente sujeitado ao escárnio intenso por revisores no NSF. “Eu fui girado lisa para baixo,” Margulis disse, e os oficiais das concessões adicionaram “que eu devo nunca se aplicar outra vez.” Os livros de texto citam hoje sua descoberta como o fato; as pilhas dessa planta e de animal são realmente as comunidades das bactérias de cooperação. Mas não fazem nenhuma menção das barreiras erigidas pela comunidade biológica de encontro a estas idéias novas. Mesmo as idéias de Margulis sobre a cooperação na evolução não são aceitadas hoje extensamente, e estão fazendo somente o progresso lento de encontro à suposição que a evolução envolve exclusivamente o egoismo absoluto e a competição pura.  

   


 

  

Julius R. Mayer (a lei da conservação de energia)  

O papel original de Mayer foi rejeitado insolente pelos jornais principais da física do tempo.  

   


 

  

B. Marshall (úlceras causadas pelas bactérias, pelos piloros do helicobacter)  

As úlceras estomacais são causadas pelo ácido. Todos os médicos souberam este. Marshall necessário aproximadamente?? anos para convencer o estabelecimento médico mudar sua opinião e aceitar que seu conhecimento confiável era errado; era nada mas um difundido acredita, e que as úlceras são realmente uma doença bacteriana 


 

B. McClintlock (elementos, de “genes salto”, transposons genéticos móveis)  

Ganhou o Nobel em 1984 após a resistência  de 32 anos em que foi ridicularizado e ignorado.  


 

J. Newlands (tabela periódica do pre-Mendeleev)  

   


 

  

Ohm de George S. (lei de ohm)  

A publicação inicial do ohm foi encontrada com ridículo e destituição. Seu trabalho foi chamado “um tecido da fantasia despida.” Aproximadamente dez anos passaram antes que os cientistas começaram a reconhecer sua grande importancia.  

   


 

  

Fernando Nottebohm  

Os cérebros do mamífero nunca crescem os neurônios novos após o nascimento? Nós somos dados um número do jogo de neurónios, e nós podemos somente matá-los mas não fazer novos? Após vinte anos como uma minoria ridiculed, o trabalho de Nottebohm com cérebros do songbird foi tomado finalmente seriamente, e os biólogos de hoje reconhecem agora que o dogma antiquíssimo era errado: os cérebros regeneram os neurônios após tudo. Até à data do final dos anos 90 a informação não alcangou ainda a maioria da comunidade biológica, nem o público geral.  

   


 

  

L. Pasteur (teoria de germe da doença)  

   


 

  

Prusiner, Stanley (existência dos prions, 1982)  

Prusiner resistiu a mofa dos colegas para sua teoria do prião que explicam a doença das vacas loucas, mas vidicated ganhando o Nobel.  

   


 

  

Stanford R. Ovshinsky (dispositivos de semicondutor amorfos)  

Os físicos “souberam” que as microplaquetas e os transistor poderiam somente ser feitos das fatias caras de semicondutor single-crystal ultra-puro. A invenção da descoberta de Ovshinsky de semicondutores transparentes foi atacada por físicos e ignorada então para mais do que uma década. (Quando a evidência contradisser a opinião do consenso, inspecionando que a evidência se transforma de algum modo uma perda de tempo.) Ovshinsky era falido e desprovido quando finalmente o japonês tomou o interesse e financiou seu trabalho. O resultado: a ciência nova da física amorfa do semicondutor, assim como a tecnologia de semicondutor thin-film barata (em particular célula solar amorfa, os componentes da fotocopiadora, e os CDROMS writeable vendidos por Afiado Inc.) fêz milhões para Japão um pouco do que para os E.U.  

   


 

  

Ignaz Semmelweis (os cirurgiões lavam as mãos, a febre puerperal)  

Semmelweis trouxe à comunidade médica a idéia que matavam um grande número mães novas trabalhando com as feridas festering na cirurgia, então ajudando imediatamente com nascimentos sem mesmo lavar entregam. Tal verdade era demasiado vergonhosa distante para uma comunidade dos peritos a aceitar, assim que foi ignorado. Semmelweis terminou finalmente acima em um hospital mental, e suas idéias travaram o fogo depois que tinha morrido.  

   


 

  

Virgínia Steen-McIntyre (encontrado esse os villiages indianos antigos datam a 300,000BC)  

Steen-McIntyre tropeçou inocente no heresia quando encontrou a evidência ampla que os estabelecimentos nativos no sudoeste dos EUA tinham 300.000 anos velhos. Isto danificou aqui a carreira, desde as datas aceitáveis ao arqueólogo que a comunidade é mais como 50,000BC.  

   


 

  

N. Tesla (ressonância elétrica da terra, chamada agora ressonância de “Schumann”)  

   


 

  

N. Tesla (motor de C.A. sem escova)  

Um motor de C.A. que faltasse escovas era provavelmente um exemplo de uma máquina do movimento perpétuo.  

   


 

  

Van’t Hoff de Jacobus Henricus (teoria das moléculas 3D)  

Como um recém-chegado relativo e desconhecido, foi atacado e ridiculed propor que uma estrutura 3D tetrahedral explicasse muitos problemas na química. Seus inimigos foram ràpida silenciosos, e finalmente seus modelos ridículos do cartão ganharam o primeiro prêmio de nobel na química (1901.)  

   


 

  

Alfred Wegener (tração continental)  

   


 

  

Peyton Rous (cancro da causa dos vírus)  

   


 

  

Warren S. Warren (falhas na teoria de MRI)  

Warren e sua equipe em Princeton seguiram para baixo uma anomalia magnética da ressonância e encontraram uma faceta nova à teoria de MRI: gire interações entre as moléculas distantes, incluindo efeitos deterministic do caos. Os colegas souberam que era errado, e advertido lhe que seus resultados loucos pôr em perigo sua carreira. Princeton prendeu um “assado”, uma apresentação falsa mean-spirited que zomba seu trabalho. Warren começou então a encontrar cancelamentos do financiamento. Após aproximadamente sete anos, a maré do ridículo girou e Warren foi justificado. Suas descobertas estão conduzindo mesmo às técnicas novas de MRI. Veja: NOTÍCIA da CIÊNCIA, janeiro 20 2001, V159 N3, da “controle rotação” (chamada de capa)  

  


 

Bros de Wright (máquinas de vôo)  

Após seu sucesso de Kitty Hawk, o Wrights voou sua máquina em campos abertos ao lado de uma linha de trilho ocupada em Dayton Ohio por quase um ano inteiro. As autoridades americanas recusaram vir aos programas demonstrativos, e o compartimento americano científico publicou histórias sobre “os irmãos de encontro.” Mesmo os jornais locais de Dayton nunca emitiram-nos um repórter (mas se queixe sobre todas as letras que recebiam dos “crazies locais” quem relatou muitos vôos.) Finalmente o Wrights embalou acima e moveu-se para Europa, onde causaram uma sensação de noite e venderam contratos dos aviões a France, a Alemanha, a Grâ Bretanha, etc.  

  


 

  

George Zweig (teoria do quark)  

Zweig publicou a teoria do quark no CERN em 1964 (chamando os “ás “), mas todos sabe que nenhuma partícula pode ter 1/3 de carga elétrica. Um pouco do que recebendo o reconhecimento, encontrou barreiras duras e foi acusado de ser um charlatan.  

   


 

  

Fritz Zwicky (matéria escura)

Sabido na comunidade de pesquisa do astro como “Fritz louco,” Zwicky investigou estatísticas da órbita de conjuntos galácticos em 1933 e concluiu que a maioria da massa teve uma fonte desconhecida invisível. Foi ignorado, demitido como um eccentric.