Archive for the ‘Química’ Category

A Evolução Biológica foi um desenvolvimento da Evolução da Química?

domingo, setembro 3rd, 2017

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Obtido em:

https://www.youtube.com/watch?v=mRzxTzKIsp8

What is Chemical Evolution?

 

A evolução química pode, por si só, construir complexas moléculas e até membranas de fatty acids, chegando inclusive ao RNA. Mas para chegar a química orgânica, ou iniciar a evolução biológica é preciso antes conseguir que alguma destas moléculas se reproduzam por si só. E isto ainda não esta’ claro para a Ciência Moderna como acontece.

Então eles estão pensando mais em que significa “reprodução” e uma das palavras que lhes veio `a mente é “repetição”, ou “replicação”. Ora, repetição é um processo muito mais simples que a complexa reprodução, então reprodução pode ter começado por algum processo de repetição. E assim eles vão no estado do mundo antes das origens da vida procurar o que existia que se repetia. Encontram os ciclos repetitivos, como ciclo do Co2, o fato de que nos astros ocorrem movimentos repetitivos como o aquecimento do dia e o esfriamento da noite, as repetitivas erupções dos vulcões, o levantamento e abaixamento das ondas do mar, etc. Estas repetições mexem com as coisas inertes repetidamente e repetitivamente produzem, ou dão nascimento a novas moléculas e sistemas químicos. E daqui vão para o evento onde se formaram as primeiras membranas de fatty acids, como elas mantem unidades de fatty acids dentro delas oferecendo novo e melhor ambiente para elas evoluírem. E daqui pulam para a crença de que reprodução aconteceu de alguma maneira por ai, sem precisar de maior explicação, Tendo a causa principal da vida em mãos – que é a auto-reprodução – eles saltam para a crenca de que a química por produziu a Vida.

Para mim, tendo a Matrix/DNA Theory em mãos e observando seus modelos teóricos, fico com a impressão que os cientistas são tímidos quando se defrontam com o espaço sideral. Pois fizeram uma rápida e curta incursão neste espaço e retornaram correndo. Assim ficam sem conhecer por completo o que são os sistemas que criaram a Terra, a química, e aos quais estas coisas pertencem. Como eu fui mais longe e fiquei mais tempo por la’ procurando, encontrei o mecanismo da auto-reciclagem dos sistemas astronômicos. Ora, auto-reciclagem é repetição e de uma certa maneira, reprodução, inclusive, na auto-reciclagem podem ocorrer mudanças, que geram variações, enquanto que na mera repetição isto não pode acontecer porque então não seria repetição..

Se os meus modelos astronômicos estiverem corretos, a auto-reciclagem dos building blocks das galaxias já apresentavam princípios da reprodução sexualizada que necessita do concurso das funções masculinas e femininas. E justamente isso o que vemos fazendo certos astros num sistema reunindo ambas funções, demonstrando que ele é hermafrodita, tal como a primeira célula viva criada por ele.

Agora os cientistas do Center for Chemical Evolution e outros grupos em volta do mundo estão trabalhando duro tentando provar sua hipótese, ou seja, de que moléculas químicas complexas podem, por si só, iniciarem a se reproduzirem. Ainda não conseguiram, mas pode ocorrer que vejam uma molécula se reproduzir na sua frente e vão sair contando a merecida vitoria. Mas isto só vai acontecer se em tal molécula de alguma forma penetraram os fótons que trazem informações relativas `as funções 1 e 4 da formula universal, ou seja, de vortices nucleares e pulsares… Isto vem por radiação cósmica ( principalmente a função 4) e/ou pelos profundos ventos oceánicos vindos do núcleo terrestre que tem metade das informações para auto-replicação, porem não é fácil que tais informações caiam aqui no mesmo ponto do espaço/tempo e justo encima das moléculas colhidas pelos cientistas.

Mas se isto acontecer, vão ver o certo mas interpretar o mundo errado novamente, pois estão ignorando a força interna `as moléculas dirigindo o evento. Nas origens da vida, que durou bilhões de anos, estas moléculas estavam a céu aberto ou em câmeras marinhas sobre ventos oceânicos, e num planeta continuamente bombardeado por radiação cósmica, o calculo das probabilidades sugere que isto deve ter acontecido.

Estão chegando perto de onde chegou a Matrix/DNA (isto se  a teoria da Matrix/DNA estiver correta) . Mas crer que a evolução química por si só produziu a evolução biológica seria o mesmo que crer que a evolução da carroça por si só produziu a evolução do automóvel, sem ver os agentes ocultos, como a mente humana num caso e a formula da Matrix/DNA no outro, dirigindo a evolução universal.

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E meu comentario postado no Youtube:

Louis Charles Morelli – 9/3/2017

Congratulations, but,… these scientists are doing a big mistake. They are too shy, timid, when they went to the right place – the astronomic and planetary state of the world before life’s origins – searching for anything that were replicating or doing something repetitive. There is no other way for proving this hypothesis and the answer must be there, of course ( it is not plausible that quantum fluctuations could acting over big complex molecules). By another hand, I kept me about seven years at the virgin biosphere of Amazon jungle looking for explanations about life’s mysteries and like this “reproduction” issue, and found something very rational.

There is no way to explains complex properties of life with our modern current astronomical theories and models. So ( I thought), these models are not complete and a method for searching best models is calculating evolution by its reverse way, starting at the first cell and going back, if possible, till the Big Bang. The results are new models that offers events of self-recycling at astronomical scale where Earth is participating. Self-recycling is another name for repetition, but it can be more complex, included, permitting variation.
So, we have these models resumed at “The Universal Matrix/DNA formula for all Natural Systems and Life’s Cycles Theory” ( you can Google it) and see a model where astronomical bodies composing a system performs the principles of sexual reproduction. Go back to the space – but not to the wrong space – because the answer is there.

Origem da Vida: Descrição Da Primeira Química para Leigos

domingo, junho 4th, 2017

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Post postado em:

https://www.youtube.com/watch?v=xyhZcEY5PCQ&lc=z12rtxmiipbfz1ake22vcfh4lymvcpskj.1496220005938083

What drives the molecules to be ordered by themselves? is there an ordering force? How do yo know that first molecules that got some level of order, kip that order during millions of years? I can tell a story of how the Mona Lisa painted alone without human intervention, will you believe that tale? No? why no?, I can not believe in your tale
To Jorge Juarez: I believe you may not understand how chemistry works. I will try to explain in layman’s terms.
RNA/DNA did not just form by themselves. At first, there were extremely simple replicating molecules. How this works is that when these molecules come into contact with certain chemicals, they bind. Certain molecules will bind to certain parts of the molecule. Some of these happen to be a “reverse” copy; they bind in the opposite order.
When all spots have been filled, the new molecule splits at these sites, and thus replicates. It splits do to opposite forces. These first molecules were only 5-6 atoms in length; very simple. Because these molecules could replicate, they eventually became very common, and thus were everywhere.
Now, it is common knowledge that molecules can undergo changes (chemical reactions). Sometimes, these changes would make these molecules replicate faster by becoming more attractive (more binding spots). Sometimes they would become more stable (harder to break). Etc. Now, because these changes would make these molecule “superior” (they were able to replicate better than previous versions), they would become very numerous. And just like before, after time they would become extremely common.
Now, this process would repeat, and repeat, and repeat. Each time getting just SOMEWHAT slightly more complex. Repeat this process millions of times, and its not hard to see where DNA came from. The reason the molecules kept that order is because once they started replicating, there were tons of them. So even if most got destroyed, there were always extra because they replicated. What you have to also understand is that there are TRILLIONS AND TRILLIONS of different chemical combinations possible.
Even infinite. So it is not unlikely that at LEAST one of these combinations could produce a self-replicating molecule. Also, there are 10000000… molecules in the Earths oceans, undergoing chemical reactions. So its not really hard for life to form.
The analogy of the Mona Lisa does not work, because dna did not just fully appear. It took millions of small very simple steps in order to finally emerge. The process took millions-billions of years.
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+Jorge Juarez  – Because we do not know the exact conditions of early Earth. That is why we are unable to replicate it. That is the whole point; we are trying to find the conditions of early Earth. We have an idea, but its too long ago to know exactly. Thus, scientists are trying different methods and environments. We are slowly narrowing it down. The key is replicating the EXACT same conditions. Given that this was 4 BILLION YEARS AGO, I think a lot of credit is due to the fact we ALREADY have RNA forming in labs. This I think is your misunderstanding. We DO know how life formed. We DO know the process. What we don’t know is the environment.

Tabela Periodica dos Elementos e Suas Utilidades

domingo, novembro 27th, 2016

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Ver o resto desta interessante tabela em:

http://elements.wlonk.com/ElementsTable.htm

 

 

Origem da Vida: a Teoria Atualizada da Quimica e Astrobiologia

quinta-feira, janeiro 29th, 2015

https://conexaociencia.wordpress.com/2009/10/19/astrobiologia-e-origem-da-vida/

Palestras ministradas durante a XXV Semana de Química da UEL.

As possibilidades de como a vida se originou

Como a vida surgiu e evoluiu? Existem seres vivos em outros planetas? E qual vai ser o destino da Terra? “Todas as respostas para essas perguntas podem estar na Astrobiologia”, afirma o Prof. Dr. Dimas Zaia – graduado em Química pela Universidade Estadual de Maringá (UEM) e em Física pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), mestre e doutor em Química Analítica pela Universidade de São Paulo (USP), e bolsista de um doutorado sanduíche (1) pela Rockfeller University, Nova Iorque entre 1992 e 94 – em uma das palestras ministradas durante a XXV Semana de Química da UEL.

Astrobiologia, segundo  o professor Zaia, é o estudo da origem, evolução, distribuição e do futuro da vida no universo. De acordo com o site da NASA (http://astrobiology.nasa.gov/about-astrobiology/), o termo foi criado em 1996 pela própria agência. E, segundo o professor, essa ciência conta com os estudos de profissionais de diversas áreas – como químicos, físicos, astrônomos, geólogos, biólogos, matemáticos e até mesmo filósofos.

Matrix/DNA: Ôpa! Preciso descobrir quem são os filósofos que estão lá…

Na palestra, o pesquisador comentou que, dos estudos da Astrobiologia, é possível retirar algumas hipóteses sobre a origem de seres vivos na Terra. Uma delas, desenvolvida pela chamada Química Prebiótica (2), afirma que a vida começou a partir de precursores cósmicos e planetários, ou seja, moléculas – como amônia, gás carbônico e metano – vindas do próprio planeta terrestre e de outras partes do universo. Segundo o professor, é possível que essas moléculas tenham sido trazidas por poeiras estelares e por micro meteoros que se chocaram com a Terra, há bilhões de anos. Ao perfurar a atmosfera terrestre, esses asteroides carregariam grande quantidade de energia, a qual aumentaria a temperatura dos oceanos, permitindo que ocorressem reações químicas, originando os primeiros aminoácidos – estruturas componentes dos peptídeos, os quais, por sua vez, compõem as proteínas, que são os principais elementos constituintes dos seres vivos.

Matrix/DNA: “Então ele está querendo dizer que as primeiras moléculas da vida foram “cozinhadas” num recipiente de água quente? Isto  seria fácilverificar pela quimica. Foi feito experiencias colocando-se estes ingredientes – amônia, gás carbonico e metano – numa panela com agua salgada do oceano e levada ao fogo?”

De acordo com o Prof. Dr. Dimas Zaia, a Química Prebiótica também deu espaço para a hipótese de que as moléculas necessárias para as reações químicas poderiam ser produzidas aqui, e não vindas do espaço como a teoria citada anteriormente acreditava. Para isso, a energia usada nas ligações entre as moléculas seriam originárias dos raios ultravioletas emitidos pelo Sol. Segundo o professor, a criação dessas duas hipóteses deixa uma grande questão a ser respondida: “qual seria a origem das moléculas que se reagiriam dando origem aos aminoácidos?”

Matrix/DNA: “Porque os raios ultravioletas e não os outros? Segundo minha fórmula, nas origens devem serem aplicados os raios X e gama.

Para reforçar a segunda possibilidade, Dimas Zaia explica que, nas análises dos meteoros, foi possível identificar aminoácidos que não seriam protéicos, ou seja, aminoácidos que não compõem a proteína. Porém, ele reforça que é necessário ficar atento ao fato de que isso tudo não passa de uma possibilidade, e que talvez os aminoácidos que deram origem à vida terrestre tenham sido produzidos na Terra; e pode ser também que, futuramente, seja provado o contrário.

Matrix/DNA: ” Nos meteoros, os aminoácidos não compõem a proteína. Hummm… interessante. Um caminho  aberto para formas de vida muito diferente da nossa?

Entre os trabalhos que o Prof. Zaia desenvolve, um refere-se ao assunto. No projeto, ele realiza um estudo sobre a absorção de biomoléculas – bases nitrogenadas de DNA e RNA (3) e aminoácidos – em materiais que apresentam alto teor de minerais, como a argila. Ele também afirmou, durante a sua palestra, que já criou, em laboratório, alguns protonoides – estruturas resultantes do aquecimento do aminoácido a 250°C e que se assemelha a uma célula de um ser vivo.

A cronologia da vida na Terra

O professor André Celligoi, graduado em Geologia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP), com mestrado e doutorado em Geociências (Recursos Minerais e Hidrogeologia) pela Universidade de São Paulo (USP), ministrou a palestra “Evidências da vida Primitiva”, que ocorreu no dia 30 de setembro de 2009, nas dependências do departamento de Geociências da UEL.

A palestra tinha como objetivo analisar as evidências da origem da vida no planeta Terra, levando em consideração as condições climáticas, geográficas e químicas da época. O geólogo destacou que não é possível saber como se deu a origem da vida no planeta Terra, já que o tempo em que esses eventos ocorreram é um fator que atrapalha as pesquisas sobre o assunto. Entretanto, estudos direcionados a esse tema revelam possíveis evidências da origem da vida em nosso planeta. De acordo com o palestrante, o fóssil foi tomado como objeto de estudo para as pesquisas na área. A partir das análises feitas nessas estruturas foi possível encontrar vestígios de organismos que viveram há bilhões de anos. “Os fósseis foram usados para traçar uma linha de pesquisa e tentar descobrir hábitos de vida de animais, através de análises de uma pegada, por exemplo” palestrou  o prof. Dr. Celligoi.

O professor atentou durante toda a palestra para a questão da temporalidade das eras geológicas para traçar a explicação dos acontecimentos que tiveram mais importância em determinados intervalos de tempo. Declarou também que foi a partir de 600 milhões de anos atrás que surgiram os animais no planeta, na era Pré-cambriana, que é compreendida entre o aparecimento do Planeta Terra, há certa de 4,5 bilhões de anos, até o surgimento de uma grande quantidade de fósseis, que marca o início do período Cambriano, há cerca de 540 milhões de anos.

Mas, colocando em ordem de acordo com a temporalidade anteriormente citada, foi há muitos milhões de anos que surgiu a primeira evidência de vida. “Os estromatólitos são a primeira evidência de vida no planeta. Eles têm uma datação que gira em torno dos 3,5 bilhões de anos”, explicou André Celligoi. O professor complementou ainda que esses seres são estruturas formadas por algas cianofíceas, conhecidas popularmente como algas azuis, encontrados em maior número na Austrália nas zonas de intra-maré, devido a condições pré-determinadas, como uma maior temperatura das águas nessas regiões inter-tropicais. Em seguida, aparecem na classificação o Sélex Gunflint (2 bilhões de anos), um ser vivo que não tinha ainda um núcleo organizado.

Matrix/DNA: “Pesquisar estromatólitos ( algas cianofíceas) e Sélex Gunflint.

1) estromatólitos: Estromatólito pode ser definido como uma rocha fóssil formada por atividades de microrganismos (ciamobaterias) em ambientes aquáticos,  que, quando acumulados no fundo de mares rasos, formam uma espécie de recife

Estromatólitos, de 3,5 bilhões de anos, formados por bactérias

As cianobatérias podem ter sido os antepassados dos cloroplastos – ver teoria da endossimbiose), pois eram exclusivamente fotosintétizadores. As cianobactérias foram os principais produtores primários da biosfera durante mais ou menos 1.500 milhões de anos, e continuam sendo nos oceanos. A Terra continha pouco ou nenhum oxigênio naquela época. Alguns cientistas consideram que a atmosfera primitiva continha apenas 0,0001% de oxigênio.7 8 O mais importante é que através da fotossíntese elas encheram a atmosfera de oxigênio.9 Continuam sendo as principais provedoras de nitrogênio para as cadeias tróficasdos mares, sendo ainda de utilidade para a alimentação humana e produção de biocombustíveis como o biodisel 

2) Silex Gunflint

The Gunflint chert is a sequence of banded iron formation rocks that are exposed in the Gunflint Range of northern Minnesota and northwestern Ontario along the north shore of Lake Superior. The black layers in the sequence contain microfossils that are 1.9 to 2.3 billion years in age. Stromatolite colonies ofcyanobacteria that have been converted to jasper are found in Ontario. The banded ironstone formation consists of alternating strata of iron oxide-rich layers interbedded with silica-rich zones. The iron oxides are typically hematite or magnetite with ilmenite, while the silicates are predominantly cryptocrystalline quartz aschert or jasper, along with some minor silicate minerals.

Stanley A. Tyler examined the area in 1953, and noted the red-colored stromatolites. He also sampled a jet-black chert layer which, when observed petrographically, revealed some lifelike small spheres, rods and filaments less than 10 micrometres in size. Elso Barghoorn, a paleobotanist at Harvard, subsequently looked at these same samples. Barghoorn concluded that “they were indeed structurally preserved unicellular organisms.”[2] In 1965, the two scientists published their finding, and named a variety of the Gunflint flora.[3] This created an academic “stampede” to explore Precambrian microfossils from similar Proterozoic environments.

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Meu comnetario postado no “Conexão Ciencia””

LouisMorelli:

A vida foi produzida por uma parte ( um planeta) de um sub-sistema ( o solar) ou por um sistema astronomico completo ( a galaxia)? Ou seja: quais destes teriam as informações suficientes para produzir a vida?

As teorias quimicas estão reduzindo a possibilidade ao planeta apenas, baseados na experiencia de Miller/Urey. Porem existe a teoria da Matrix/DNA que apresenta um modelo de sistema astronomico que se encaixa como precessor da vida biológica. Este modelo de um building block dos sistemas astronômicos tem a mesma configuração e funcionalidade de um building block do DNA, que é um par lateral de nucleotídeos. Se assim for, não são eventos espontâneos ao acaso que produzem vida em planetas, mas sim uma evolução continua que vem desde as origens do Universo, a qual, quando chegou na forma de galaxias, entrou em entropia e se projetou como sistema inteiro na forma de sistemas biológicos. Esta teoria ( de minha autoria) surgiu quando eu fazia estudos de anatomia comparada entre os sistemas naturais vivos e os dito “não-vivos”, como átomos e sistemas astronômicos. Se esta teoria estiver correta, estava faltando na sopa primitiva de Oparin e Miller/Urey, a descarga de fótons provenientes da luz solar e radiação cósmica para obter os certos aminoacidos que teriam dado o segundo passo da evolução, formando as proteínas.

Lembre-se que o primeiro ser vivo real e completo foi um “sistema” – o sistema celular – e sistemas só podem vir de outros sistemas, e não de meras partes, como é a Terra.

Quimica: E-book e Website a Pesquisar

quinta-feira, dezembro 11th, 2014

ChemWiki: The Dynamic Chemistry E-textbook

http://chemwiki.ucdavis.edu/

Quimica e Biologia: Informacoes Sobre Pratica Atual

quarta-feira, janeiro 15th, 2014

The Significance of the 2013 Nobel Prize in Chemistry and the Challenges Ahead

http://www.ploscompbiol.org/article/info%3Adoi%2F10.1371%2Fjournal.pcbi.1003423

by     Ruth Nussinov  -Published: January 02, 2014 – DOI: 10.1371/journal.pcbi.1003423

(copiado texto para pesquisa e atualizacao da Matrix/DNA – os grifos sao itens a pesquisar)

Last week, the 2013 Nobel Prize in Chemistry was awarded to Martin Karplus, Michael Levitt, and Arieh Warshal for “the development of multiscale models for complex chemical systems”. As the Royal Swedish Academy of Sciences noted, “Chemists used to create models of molecules using plastic balls and sticks. Today, the modelling is carried out in computers. In the 1970s, Martin Karplus, Michael Levitt and Arieh Warshel laid the foundation for the powerful programs that are used to understand and predict chemical processes. Computer models mirroring real life have become crucial for most advances made in chemistry today.” Furthermore, “Today the computer is just as important a tool for chemists as the test tube. Simulations are so realistic that they predict the outcome of traditional experiments.” [1]

This event is a milestone for the broad community that PLOS Computational Biology represents. Along with Philip E. Bourne, the Founding Editor-in-Chief, and our Editorial Board, which proudly lists Michael Levitt among its members, I extend the warmest congratulations to the winners. Beyond the specific, personal scientific achievements that have already been widely discussed, we must consider the more general and broader context of this unique prize. Here, I would like to present this Nobel Prize within this framework, emphasizing its magnitude and far-reaching implications not only for computational biology, but for the biological community at large.

In recent decades, molecular biology has progressed by leaps and bounds. Huge technological advances have taken place in sequencing; in mapping structure and dynamics via electron microscopy (EM), X-ray, and nuclear magnetic resonance (NMR); in manipulating imaging of nuclei and cells; in sequencing single biomolecules; and more. These have led to fundamental new insights; biology and medicine have soared to new heights with the DNA double helix providing the molecular basis for genetics and Darwinism. Many steps were required to identify and untangle DNA-RNA-protein sequence-structure-function and reverse transcription processes; RNA enzymes; the importance of key multi-partnered scaffolding molecules under normal physiological conditions and in disease; their structures, mutations, and the principles and mechanisms of their dynamic regulation; and other landmark developments. These involved technological breakthroughs and greater understanding of the specific mechanisms involved. Most of the Nobel prizes in chemistry and medicine in recent years have been awarded at these junctures.

Vast amounts of information on sequences and structures are yet to be explained and pose a challenge for computational biology. Recently, this has been compounded by interdisciplinary studies of the nervous system, posing questions such as how it is structured, how it develops, how it works, the mechanisms of signal processing, and more, all at multiple levels, ranging from the molecular and cellular levels to the systems and cognitive levels. Thus, even if we gain in-depth insight into static properties such as the genomic data and structural snapshots of proteins (DNA and RNA) at different levels of resolution, the truly monumental challenge of understanding their dynamics still looms ahead. And eventually, it is the dynamics of molecules that provides the basis for cells, tissues, and organisms’ development and work.

The systems in question operate at all scales: force fields and free energy landscapes relevant for protein folding and function, large complexes, biomolecular recognition involving proteins, DNA, RNA, lipids, post-translational (and DNA) modifications, and interactions with small molecules. On a larger scale we see cellular locomotion, cell division and trafficking, and cell-cell recognition. Furthermore, beyond these lurks the working of the complex cell as a cohesive unit: the cellular network controls metabolism and regulation, intra- and inter-cellular signaling, and the neural circuits of nerve cells, where the activity of one cell directly influences many others. All are dynamic, all change with the cellular environment, and all present a daunting challenge. The relevant timescales range from femtosecond for simple chemical reactions to the eons of evolution; however, all operate with the same underlying physical principles of conformational variability and selection.

At each timescale and corresponding physical size we strive to identify the relevant moving parts and degrees of freedom and to formulate effective—though often approximate—rules for their mutual interactions and resulting motion. Solving, understanding, and computing the dynamic behavior at any given scale is of great interest in its own right and provides approximate dynamical input for the next scale, which is one rung above it. Only at the lowest, most basic scale of individual atoms and electrons are the dynamical rules (electrostatics and Schrödinger’s equation) completely well defined. And the all-important work cited by the Nobel Prize Committee and which is carried out by our community is roughly at the first/second level, making it of fundamental importance.

This Nobel Prize is the first given to work in computational biology, indicating that the field has matured and is on a par with experimental biology. It may also be the very first prize given in any area of the exact sciences for calculations. What is different in the present case? I believe that the answer is simple: the present calculations are of much greater interest to a much broader community. In endeavoring to imitate the basic processes of life in silico, great strides are being made toward understanding the secret of life. Computational biology, and simulations, for which Martin Karplus, Michael Levitt, and Arieh Warshal shared the Nobel Prize, can carry the torch leading the sciences to decipher the elemental processes and help alleviate human suffering.

What are the challenges ahead? Are simulations with timescales of microseconds, milliseconds, or beyond, under the current force field framework, capable of producing results in agreement with experiments also for large and complex proteins like membrane receptors? Do the challenges also lie in the type of questions which are asked, for which such long timescale simulations can be useful in providing answers? Or is it the biology behind the questions that is also the key? Ultimately, as in experimental biology which also exploits methods and machines, it is likely to be all of the above. Computations are our treasured tool; they are not our aim. Merely running long molecular dynamics trajectories is unlikely to advance science.

PLOS Computational Biology joins the International Society of Computational Biology (ISCB) and our computational biology community in congratulating the awardees and celebrating this momentous event.

 

Colloidal Suspensions: Principios na Formaçao dos Sistemas Terrestres, Frequencias da Luz, etc., a Pesquisar

quinta-feira, dezembro 19th, 2013

Na formação de processos e sistemas na Terra, vieram os princípios, forças e elementos ancestrais. Tendo ou não os fótons da Matrix, preciso entender esta evolução.

Colloidal suspensions of microspheres in a liquid may not be simple systems

Colloidal suspensions of microspheres in a liquid may not be simple systems

The static structure factor of the microsphere suspension (left panel) and the effective inverse diffusion constant of microspheres (right panel) show similar dependency on scattering vector, which suggests that the lowest free-energy configuration in the static case also has a long lifetime.

Read more at: http://phys.org/news/2013-12-colloidal-suspensions-microspheres-liquid-simple.html#jCp

Itens: Brownian Motion, polystyrene,

Importantes textos:

Colloidal suspensions and the related gels (solid colloidal systems) are of interest because many of them have fundamentally useful properties. Natural systems such as milk, the interior of cells, even atmospheric fog are colloidal systems. Synthetic colloids exist in coatings, cosmetics, and elsewhere.Understanding colloids could lead to a deeper understanding of complex soft matter, with implications for new or improved materials and polymer science, but we have only an incomplete picture of the structure and dynamics of colloidal suspensions.(Etc…)

Working with high-brightness x-rays from the U.S. Department of Energy Office of Science’s Advanced Photon Source (APS) at Argonne, the research team used the new synchrotron x-ray technique called ultra-small-angle x-ray scattering (USAXS)–x-ray photon correlation spectroscopy (XPCS) to help them see through colloidal systems in order to reveal inner secrets. This new technique, implemented on the dedicated USAXS beamline (initially the X-ray Science Division 32-ID beamline, and later the ChemMatCARS 15-ID beamline) at the APS, overcomes the problem of attempting to use light to study such opaque systems because the wavelengths of x-rays are so much shorter than that of visible light and so can resolve details of the  involved and their behavior on concomitantly shorter length scales.

Rather than the apparently simple Brownian motion taking place in this , it seems that the microspheres move collectively, whereby buffeted particles pull along their neighbors. Such behavior implies that, compared with expectations, the suspended particles spend much longer times in close proximity without touching. Potentially, this behavior could be exploited in cases where suspended particles serve as centers for chemical reactions.

Os princípios do fenômeno sexual no nível da química cerebral, explicados pela Matrix/DNA

quinta-feira, dezembro 5th, 2013
Macho & Femea no Nivel Químico

Macho & Femea no Nivel Químico

Esta formula acima penso ser a união entre dopamina e serotonina, hormônios que nos dão a sensação de prazer e felicidade. Mas por trás dessa formula existem segredos são profundos que nossa vã filosofia jamais poderia ter imaginado, apenas descoberto agora quando temos conhecimento da formula da Matrix/DNA. Esse negocio de homem, mulher, e fenômeno sexual não foi inventado aqui na Terra por essa sua matéria simples e não-inteligente, pois suas origens remontam a princípios e mecanismos naturais que surgiram a 13,7 bilhões de anos atras, junto com as origens deste Universo perceptível aos nossos simples cinco sentidos. Quando descobri a formula da Matrix/DNA que a Natureza na sua grandeza universal tem aplicado para transformar a matéria inerte em sistemas naturais e imprimir a dinâmica do ciclo vital que anima e da “Vida” a matéria, passei a tentar entender a Evolução desde as origens do Universo e fui encontrar que o primeiro ato sexual no Universo aconteceu logo apos o Big Bang, quando dois vórtices quânticos, um girando para a direita e o outro girando para a esquerda, se juntaram num só, formando a primeira partícula material (um quark) e produziram um novo filhote, a sua imagem e semelhança. Ora, analisando este evento e seu processo percebemos que isso acontece hoje, aqui e agora entre nos. É o mesmo evento quando se unem um homem e uma mulher produzindo um baby. Então a conclusão é obvia: a primeira forma dos sexos foi a direção de rotação dos vórtices e sua primeira união foi um evento primitivo que mais tarde, nos seres vivos, evoluiu para o fenômeno sexual.

As origens deste fenômeno a que denominamos “orgasmo” tem uma importância e um significado tao profundo que nos parece estar-mos tocando nos segredos mais íntimos da Criação e de Deus, quando o desvendamos. No principio, era o caos, logo apos o Big Bang, porque os vórtices quânticos (que foram as primeiras formas dos genes de hoje) surgiam e desapareciam imediatamente sem conseguirem se firmarem e assim dar inicio a este Universo material. desenhavam trajetórias no espaço como estrelas cadentes e se entrechocavam, gerando um estado de caos e aquecendo o espaço onde hoje esta o Universo. Mas com a expansão o espaço se esfriou, a velocidade das trajetórias foi caindo ate o ponto em que um vórtice a esquerda se juntou lado a lado com um vórtice girando a direita e se uniram. Este foi realmente o primeiro momento da matéria, do Universo a nos perceptível, pois juntos os dois conseguiram se fixarem e terem existência confirmada. Este momento representou a vida, a salvação dos genes primitivos, portanto, o equilíbrio de energia termo-dinâmico que conseguiram lhes deram grande sensação de vitoria e estabilidade. Foi um momento de celebração, de comemoração, e ate hoje esta celebração ecoa pelo Universo toda vez que um macho e uma fêmea são enlevados pelo amos e consagram-no com vitoria. Isto é “orgasmo”. Parece mais a celebração não de simples indivíduos, mas da especie humana inteira, pois assim ela se afirma e se perpetua. Claro, trata-se da minha teoria, extraída da formula e da Historia Universal sugerida quando leio e interpreto os mapas e modelos da teoria que denominei “Matrix/DNA”. Pode ser que esteja errada, mas a meu ver ela faz enorme sentido, todo o sentido do mundo que satisfaz a minha exigência de racionalidade.

Ja detectei e expliquei este processo “sexual” em outros artigos, passando evolutivamente no nível dos sistemas astronômicos, nas interações entre astros nas galaxias primordiais, mas para chegar aos seres vivos, essa evolução teve que passar antes pelo nível da química, quando os sistemas dito ( erroneamente) “inanimados”, eram transformados na abiogênese para sistemas biológicos, ditos “animados”. Então onde estavam na era da química na Terra aqueles processos sexuais que vieram do Big Bang? Ja o encontrei no “acasalamento” entre dois nucleotídeos formando o DNA e em vários outros eventos na química orgânica e inorgânica, e hoje, ao bater o olho nesta curiosa tatuagem, encontrei-o também na química interna do cérebro. Essa tatuagem foi postada no Facebook com este link e suscita a questão do porque ela esta por trás das sensações de prazer e bem-estar que sentimos. mas estou aqui registrando isso porque assim que tiver tempo vou pesquisar todos os detalhes dessa formula, sei que aprenderei coisa nova através dela, tendo a formula da Matrix/DNA como luz iluminadora. E a seguir o post que deixei nos comentários:

This is a female&male marriage at chemical level, the primitive ancestors of humans. The group at the top (with NH) is the female and the bottom group (with HO) is the male. The female code contains 100% of informations (50% female and 50% male), then, the two rings, but the female ring is dominant. This situation is transmitted to X chromosome. The male code contains as dominant only 50% of the code, them, the Y chromosome. If you see the Matrix/DNA formula for natural systems, you will understand it.

Tabela Periódica: Os Atomos Foram Criados Pelas Estrelas Sob as Leis do Ciclo Vital – Uma Descoberta na Selva Amazonica!

terça-feira, junho 4th, 2013

Tabela Periódica dos Elementos Químicos

Tabela periódica dos elementos químicos

O mesmo mecanismo que fêz seu corpo mudar da forma de bebê para criança e depois para adulto fêz também o átomo mudar da forma de magnésio para a forma do alumínio e depois para silício… O mecanismo chama-se Ciclo Vital. Se você não ver isso na Tabela Periódica dos Elementos Químicos você nunca vai compreender os maravilhosos mistérios ocultos nela. E se você realmente ama seus descendentes e as nossas próximas gerações, quer deixar para eles uma vida mais digna e melhor que a que tivemos, você procurara uma maneira de fazer o que não posso fazer, tentar tornar isso conhecido por todos que lidam com Ciências e Tecnologia, porque a tecnologia de hoje esta fugindo dos objetivos humanos porque a tecnologia se tornou fria porque ela apenas tem detectado mecanismos e processos nos níveis estáticos sem vida da Natureza, e esta exuberância de Vida que descubro agora por trás da Tabela Periódica tendera a retornar a Ciência para o controle humano e assim produzir uma tecnologia viva realmente adaptada para a melhoria da vida humana.

Mas o que é Ciclo Vital e como ele apareceu no Universo? Ciclo Vital é o fenômeno que um corpo material apresenta ao transformar-se em novas formas por si próprio, obedecendo sempre a sequencia do nascimento, crescimento, maturação, degeneração e morte. Os ciclos Vitais são os produtos manifestados materialmente pela ação das ondas de LUZ naturais que foram ou continuam sendo emitidas pelo evento do Big Bang e subjazem toda a matéria do Universo como um infinito oceano movente com marés  que vão e vem. As ondas de LUZ se ampliam no espaço/tempo transformando suas intensidades de vibrações, apresentando sete principais diferentes tipos de vibrações, e ao penetrarem a matéria ou suportarem-na, transmitem estas vibrações a matéria fazendo-as se transformarem nas formas dos ciclos vitais. E todos os produtos, os efeitos, destes corpos materiais, como consequência de estarem sob as regras dos ciclos vitais, os quais estão sob as regras das ondas de luz, apresentam finalmente a mesma vibração que o corpo tinha quando os produziu, e esta especifica vibração é que lhes dão as suas especificas formas e funções neste mundo. Uma criança tem forma e comportamentos diferentes de um adulto, porque são diferentes períodos do ciclo vital, diferentes intensidades de energia e suas vibrações. E por isso também um átomo de carbono tem diferente estrutura e funções das que tem um átomo de oxigênio, eles foram criados em tempos diferentes das vidas das estrelas. Eu juro que vou provar esta teoria mesmo que seja duzentos anos depois de morto, pelas mãos de algum estudante mais dedicado e curioso que estará rebuscando na Internet todas as publicações relacionadas aos elementos químicos, porque não vejo outra alternativa mais logica que essa para explicar porque a Natureza fez as coisas como estão ai a nossa frente hoje.

Esta foi uma importante descoberta  Mas como e porque a formação dos átomos, que não parecem sistemas vivos, foi dirigida pelo ciclo vital?!

Todo mundo se lembra daquela tabela da qual tanto o professor falou e explicou. Mas até ontem ninguém havia percebido um detalhe fundamental que estava oculto naquela tabela como uma mensagem da Natureza querendo se fazer conhecer para que a Humanidade aprenda o que ela é, aprendendo assim  como viver em sintonia com ela, como acompanha-la em seu ritmo de Evolução  e viver com sabedoria.

Em 1869, um químico russo, Dimitri Mendeleiev, um cara que parecia ter uma antena na cabeça sempre ligada a captar os sinais do mundo, descobriu  que existe um padrão de propriedades dos átomos ( por isso eu, na selva amazônica, botei uma antena de TV na cabeça e saí andando pela selva para ver se captava alguns dêsses sinais e assim descobri o fantasma-software da Matriz/DNA). Para explicar o que Mendeleiev descobriu vamos tentar uma analogia:

Imagine que extraterrestres de um planeta distante consigam ver vultos  na Terra (os quais seriam nós, os humanos), sem enxerga-los muito bem. Assim ficam sabendo que existem tais vultos, da mesma maneira que sabemos existirem os átomos na matéria sem poder vê-los. Tentando entender como são e o que são tais vultos os ets. observam nossos movimentos, calculam com aparelhos de raio-X  nossos pêsos, volume, etc., como o turco da loja tenta enxergar quanto dinheiro você tem no bolso.  Nessa altura sabem que existem vultos com comportamentos específicos diferentes dos demais (chineses andam de bicicleta enquanto índios do Amazonas andam de Cadillac… oh… quer dizer, europeus se movem em automóveis, e o Louis Morelli na selva querendo ser rápido e o primeiro a descobrir as coisas anda nas costas de sua velha amiga tartaruga, a Anastácia, etc.). Japoneses brigam praticando judô, Americanos brigam praticando boxe, baianos brigam com acapoeira e Louis na selva briga com onças dando mordidas no rabo delas. Cada um se sai como pode, cada qual tem um comportamento diferente. Mas como os ets. não conseguem ver mais que vultos, não descobriram ainda que alguns humanos são brancos, outros prêtos, outros amarelos. Pior ainda quando chegarem na Arábia com aquelas mulheres de véu e roupas tampando tudo… Serão brancas? Amarelas? Côr de rosa? Até no outro dia aconteceu um caso engraçado. Os ets. conseguiram emitir uma radiação que cria pequemos tornados aqui e com isso um rodamoinho levantou a saia de uma muçulmana uns dez centímetros e viram algo azul (eram  os sapatos), pensaram que ela tôda fôsse azul e  assim catalogaram a espécie dos azuís. O relatório deles está todo errado, mas vamos lá…

Assim estavam os químicos na época de Mendeleiev em relação aos átomos. As medidas de pêso, volume, já tinham dado algo como a chamada massa atômica, e assim foram separando átomos iguais, dizendo: “Êsse átomo tem massa atômica 1,vai se chamar Hidrogênio, êste outro tem massa 7, vai se chamar spaghetti, ou melhor, Lítio… e por aí afora catalogaram os cêrca de 60 tipos de átomos diferentes conhecidos na época.

MasMendeleiev era curioso demais, sua antena estava sempre vibrando, êle queria ser o primeiro a descobrir mais segrêdos dos átomos. Êle agia como um et. mais curioso chamado Tipomov que lá do seu planeta tentava produzir um vento que destelhasse uma casa e êle pudesse ver como os vultos se comportam dentro das casas ( Hoje êle já conseguiu isso e agora está tentando remover cobertores de camas para ver como humanos se comportam debaixo de “las cubiertas, quando o cara diz assim: que bonito ojos tienes… cuidado!)

Mas os químicos humanos também são assim, tentando penetrar nas cavernas atômicas para ver como as partículas se comportam.

Foi então que Mendeleiev descobriu uma coisa interessantíssima, muito curiosa mesmo. É como se os ets. – observando o comportamento das trocas economicas entre dois americanos – decidissem chamar êsse comportamento de “capitalista”; observando dois chineses viram que tinham outra maneira de fazer suas trocas e chamaram a isso de “comunistas”. Os árabes produziam um tipo de vibração mental se ajoelhando, abanando os braços, enquanto dois brasileiros produziam a mesma vibração em pé e fazendo sinais da cruz com as mãos. Chamaram os dois primeiros de muçulmanos e os outros dois de católicos ( a coincidência de porem nomes iguais aos que pusemos é explicada racionalmente porque muçulmanos tem cara de muçulmanos, ora essa!). Assim, sem poderem adivinhar o que iam descobrir mais tarde, estavam a caminho de descobrir que os vultos na Terra se dividem em mais ou menos sete ou oito raças diferentes, desde esquimós a botucudos africanos.

Mas aí, quando pegaram mais grupos para estudar, foram notando que os novos grupos repetiam a mesma característica de algums dos grupos já observados. Sempre quando apontavam o telescópio para o sul do planeta viam argentinos comendo tortillas, apontando para leste viam vietnamitas comendo grilo assado e formigas no espêto. Ora isso os fêz perceber que as diferenças eram como um ciclo localizado, estavam quase descobrindo a divisão entre continentes, nações e até mesmo entre raças.

Pois Mendeleiev tentava fazer uma tabela com os elementos químicos para facilitar a vida dos pesquisadores e têve a idéia óbvia de por os átomos em filas horizontais começando pelos de menor massa atômica e seguir assim, suscessivamente. Mas numa bela madrugada, lutando com sua tabela, êle notou que o lítio, de massa 7,  tinha as mesmas propriedades que o sódio, de massa 23.  E depois os dois – lítio e sódio – tinham as mesmas propriedades, os mesmos comportamentos, como o ponto de ebulição (quer dizer, quanta pinga um átomo toma para ficar bebado com a mente voando nas nuvens ), o ponto de fusão ( quer dizer, qual o comprimento da mini-saia que uma átomo feminina  usa para conseguir se fundir com um átomo masculino), que o átomo de potássio, K 39!  Assim êle estava como os ets., perto de descobrir que a Humanidade é dividida em raças de amarelos, prêtos, brancos, e os azuís com roupas tampando tudo.

Mas a seguir Mendeleiev parece que se engasgou, caiu da cadeira a tossir e acordou seu cão, Petrobovisky, que acorreu a vir acudir o dono. Mendeleiev disse para Petrobovisky não se preocupar, êle não estava engasgado, acontece que êle acabara de fazer uma nova grande descoberta científica! É o seguinte:

Êle notou que entre o Lítio, n.7, e o Sódio, n.23, haviam apenas sete outros elementos na linha horizontal. Tinha o berilio, n.9, o boro, n.11, depois vinha aquêle gordinho sorridente e sociável que fazia amizade com todo mundo e por isso ajuntou átomos para criar a Vida, que é o Carbono, n.12. E depois o nitrogênio, n. 16, e por fim, o flúor, n.19.  Quando chegava no flúor, o próximo numero, 23, do sódio, não tinha propriedades iguais a nenhum dos seis anteriores. Até aí tudo bem, êle já sabia que os elementos tem propriedades diferentes uns dos outros. Mas quando chegou no sódio…

O sódio tinha as mesmas propriedades do lítio. Tudo igual! Mas não era o mesmo átomo, pois êste tinha massa atômica n.7, e o sódio, 23. Como pode?!

Mas a surprêsa não parou aí. Quando êle foi por o próximo número na tabela, que era o magnésio, 24, notou que êste tinha as mesmíssimas propriedades do… de quem? Do berilio, aquêle safado (na minha escola tinha um tal de Berilo que cantou minha namorada!). Mas justamente o berilio era o segundo da fila. Mendeleiev correu a pegar o próximo, que era o Alumínio, n. 27, e deu uma espiada em suas propriedades. Aí quando viu o que viu, Mendeleiev não aguentou mais e deu uma mordida no rabo de Petrobovisky,como sempre fazia quando descobria uma grande descoberta. O alumínio tinha as mesmíssimas propriedades do… boro, justamente o seguinte do berilio. E assim foi acontecendo com os novos que ía pondo na tabela: silício, fósforo, enxôfre… todos repetiam propriedades dos outros na mesma sequência…

Era como se os ets., que já tinham observado que um vulto localizado na região que chamamos Alemanha anda de automóvel igual a outro vulto na região da Inglaterra tambem anda de automóvel e ia pondo alemães e ingleses no mesmo caminhão, enquanto em outro caminhão ía pondo chineses de bicicleta com coreanos de bicicleta e assim… iam cada vez chegando na descoberta que num caminhão tem a raça dos brancos de olhos verdes, no outro tem os amarelos de olhos apertados, etc.

A grande descoberta de Mendeleiev foi a de que entre os átomos existe um padrão: as propriedades químicas dos átomos, ou elementos quimicos, se repetem… periódicamente. A cada seis diferentes numeros atômicos, termina as diferenças entre eles e os próximos repetem tudo dos anteriores. Está entendendo agora de onde vem o nome “Tabela Periódica”? É como os dias da semana, você sabe que depois da segunda-feira vem a terça-feira porque vai repetir a sequência da semana passada… ( isso por enquanto, pois do jeito que o planeta está ficando maluco, doidão, ninguem sabe se êle não vai começar a trocar as bolas, pondo a sexta-feira depois do domingo… o que seria muito bom pois aí já chegaria o s’sabado e assim trabalhariamos só um dia por semana… iac!).

Mas a química parou aí, desde 1869 até hoje, parece que não surgiu nenhum outro Mendeleiev com antena e um cão chamado Petrobovisky para continuar a ter o rabo mordido tôda vez que nôvo segrêdo é desvelado. Pois essa descoberta nos leva a uma outra grande pergunta:

– “Porque a Natureza criou os átomos desta maneira, nesta sequência periódica?!”

Foi preciso nascer um fã do Mendeleiev na selva amazônica, tão deslumbrado com o gênio do cara que tentou imitá-lo pondo uma antena de TV na cabeça,  e como não tem cachorro na selva, adotou a tartaruga Anastácia. Mas Louis é um Mendeleiev frustrado por que nunca conseguiu dar uma mordida no seu bicho de estimação como fazia Mendeleiev; quando êle vai morder o que está fora da casca de Anastácia, que é a sua cabeça… ela recolhe a cabeça para dentro!

A verdade é que Louis se fêz essa grande pergunta e saiu antena vibrando mata afora procurando a resposta. Êle andou prá burro, não achou nada e quando voltou para a cabana, a resposta estava em cima da sua mesa. Era o mapa como desenho da Matriz/DNA, no seu aspecto de sistema fechado em si mesmo.

Enquanto andava na selva Louis pensava: ” Se o átomo de numero 23 era igual ao de número sete, porque Mendeleiev não pôs o mesmo nome nos dois, assim como nós fazemos quando o dia 7 passado foi chamado de segunda-feira e hoje, dia 15, tambem tem o mesmo nome de segunda-feira? Afinal, a diferença entre duas segundas-feira ( ou é duas “segunda-feiras, ou ainda, segundas-feiras?) está apenas no numero do dia no mês, assim como a diferença entre lítio e sódio deveria estar apenas no numero da massa na tabela. Êpa!… Êpa! Espera aí… – disse Louis para a árvore mais próxima – acho que estou tendo mais uma daquelas sagradas intuições que sempre acabam com uma nova descoberta e comigo tentando morder a Anastácia… A antena vibrou mais forte.

– ” Os dias da semana se repetem periódicamente devido a um ciclo repetitivo mecânico de um astro girando em torno de outro ou sôbre si mesmo. A cada sete dias a coisa se repete como numa máquina a engrenagem repete a mesma operação anterior no eterno vai-e-vem.  Por isso, a posição do astro no primeiro giro depois de sete periodos de 24 horas vai ser exatamente igual à posição do astro no giro anterior. No ciclo periódico mecânico não existe diferenciação de comportamentos em cada ponto da esteira em movimento. Quando então é que existe a mesma repetição periódica, porem, onde em cada ponto do avançar do tempo é mudado as propriedades de um corpo rolando ao sabor da História?  Quando o corpo está sob as leis de um ciclo vital! A Natureza que criou os átomos é Vida, e não uma máquina! O filho repete todos os diferentes comportamentos do pai, quando fôr bebê, criança ou adulto! Repetição Periódica!  Acabei de fazer mais uma grande descoberta! Cadê a Anastácia?…”

Todos os sistemas naturais são feitos com um unico corpo sujeito a um ciclo vital que o faz mudar de forma, e portanto de comportamentos, em seis a sete momentos principais de sua existência. Bebês se tornam crianças, estas se tornam adolescentes, êstes se tornam adultos, que se comportam muito diferente dos bebês.

Os primeiros átomos, os mais leves, gasosos, foram criados nas nebulosas de partículas que constituiam êste Universo a 13 bilhões de anos atrás. Êstes atomos foram agrupados pelo resfriamento do Universo e formaram particulas sólidas, destas formaram astros como as estrêlas. Nestas ocorrem um mundo de reações criativas e assim foram sendo criados os outros átomos mais pesados. Mas acontece que estrêlas são a forma luminosa de adultos maduros do Cosmos, penduradas nos ramos das galáxias como as laranjas amarelas são as frutas maduras penduradas nos galhos das árvores que imitam a mesma forma das galáxias porque as arvores são filhas das galáxias, e as estrêlas vieram da forma dos pulsares que são os adultos-jovens do Cosmos como as laranjas maduras vieram das laranjas verdes. Por seu lado os pulsares vieram da forma dos planetas, que são os adolescentes do Cosmos. Ora quando uma estrêla começa suas reações nucleares criadoras de novos átomos, elas começam de dentro para fora, a partir do nucleo central, onde estão as informações dela quando era uma lua-baby, depois parte para a a camada aureolar seguinte, onde estão as informações dela quando era planeta, mas aqui cria um novo grupo de átomos, com propriedades diferentes dos anteriores. Sacou? Por favor, não vá agora sair no quintal buscando seu cachorro para lhe dar uma mordida no rabo, após esta grande descoberta!

Cada nova descoberta sôbre o átomo nos levou a produzir novas  tecnologias. Algumas não muito boas, como a bomba atômica. Agora deixemos mais essa para os quimicos descobrirem como o conhecimento de que átomos são criados obedecendo a sucessão cronológica de um ciclo vital, pode ser utilizado na prática. Eu estou muito esperançoso que vai ser algo realmente bom para nós porque estamos descobrindo vida onde nem sequer imaginávamos existir e tôda tecnologia que emprega as propriedades da vida é mais adequada à nossa natureza humana.

No próximo artigo, nos encontraremos aqui com mais as novas espetaculares descobertas que estamos fazendo a cada dia graças à fórmula da Matriz/DNA. Solón…good-bye…abraços…

Abiogeneses e Bioquimica: A busca pelo Universo tunelado para a Vida. Material a Pesquisar

terça-feira, maio 21st, 2013

Nautillus Magazine

Goodbye Copernicus, Hello Universe

http://nautil.us/issue/1/what-makes-you-so-special/goodbye-copernicus-hello-universe

– Varios importantes links no post abaixo para ler:

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Torbjörn Larsson • 17 days ago

And that’s how you frame an issue on a new site!

But moving on to the details, I differ a bit on the view of the many potential pathways that could lead from chemical evolution to biological evolution. “Selection bias”, likelihoods, would be front and center. For example, there are thermodynamic reasons why RNA could have been favored as the first genetic material, if that was what happened. [“Statistical Physics of Self-Replication”, England, TBP; “Thermodynamic Basis for the Emergence of Genomes”, Woo et al, PLOS Comp. Biol. 2012.]

That is where I think Spiegel and Turner fails. As I remember my problem at the time was that they had to posit different pathways on different locales in order to make the result less constrained. Eg a failure to find life on Mars would be due solely to the pathway.

But for the same reason we should expect evolution, differential reproduction, to be a universal process among life because it promotes the most successful populations by its very nature, we should expect a successful pathway to life to be dominant. The recent find of earliest, even metamorphic, BIFs of Isua @ 3.8 Ga bp as likely result of anoxygenic photosynthesis pushes life within 1 Ga from Earth formation. [ http://www.sciencedirect.com/s… ] That is early enough to find our pathway, likely alkaline hydrothermal vent biochemistry by homology with early autotroph metabolism as per Lane and Martin, easy so likely generic.

Small nitpick which do not detract from environmental theory/selection bias (aka various “Anthropic Principles”): “Without all these ducks lined up in a row, there would be no carbon.”

Not all carbon is synthesized by the resonant pathway. This even seems to have been a problem, since too easy direct three-body formation at low temperatures would have been inconsistent with astronomical observations. Luckily it is sufficiently low in production. [http://arxiv.org/pdf/1112.2136… ]

I don’t know if this alternative pathway production rate is too low to prohibit more massive element formation in all kinds of potential universes where the resonant process is suppressed or vanished.

And while I looked for the non-resonant process reference which I had misplaced, I found an article that could be of interest re the apparent selection bias in carbon production. It seems it is not too fine-tuned, the excited state could vary with a factor 3 in energy excess. [http://www.csicop.org/sb/show/… ]

–  – – – – – – – – – – – – – – – – – –

PESQUISA:

http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0012821X1200711X – (Artigo nao lido: precisa subscricao)

Biological Fe oxidation controlled deposition of banded iron formation in the ca. 3770 Ma Isua Supracrustal Belt (West Greenland) – 

Abstract

The redox balance of the Archean atmosphere–ocean system is among the most significant uncertainties in our understanding of the earliest history of Earth’s surface zone. Most workers agree that oxygen did not constitute a significant proportion of the atmosphere until after ca. 2.45 Ga, after the Great Oxidation Event, but there is less agreement on when O2 production began, and how this may have been consumed by reduced species such as Fe(II) in the oceans. The Fe redox cycle through time has been traced using banded iron formations (BIFs), and Fe isotopes are increasingly used to constrain the conditions of Earth’s paleoenvironments, including the pathways of formation of BIFs. Iron isotope analyses of BIFs from the 3.7 to 3.8 Ga Isua Supracrustal Belt (ISB), obtained by micro-sampling of magnetite-rich layers and conventional analysis, as well as by in situ femtosecond laser ablation (fs-LA-ICP-MS), indicate a consistently narrow range of non-zero δ56Fe values. Analysis of magnetite by fs-LA-ICP-MS allows for precise and accurate micron-scale analyses without the problems of orientation effects that are associated with secondary ion mass spectrometry (SIMS) analyses. Magnetite δ56Fe values range from +0.4‰ to +1.1‰ among different bands, but within individual layers magnetite grains are mostly homogeneous. Although these BIFs have been metamorphosed to amphibolite-facies, the metamorphism can neither explain the range in Fe isotope compositions across bands, nor that between hand samples. The isotopic compositions therefore reflect “primary”, low-temperature sedimentary values. The positive δ56Fe values measured from the ISB magnetites are best explained by deposition of Fe(III)-oxides produced by partial oxidation of Fe(II)-rich ocean water. A dispersion/reaction model, which accounts for rates of hydrothermal Fe(II)aq input, rates of oxidation, and rates of Fe(OH)3 settling suggests exceptionally low O2 contents, <0.001% of modern O2contents in the photic zone. Such low levels suggest an anoxygenic pathway is more likely, and the data can be well modeled by anoxygenic photosynthetic Fe(II) oxidation. Comparison of the Fe isotope data from the Isua BIFs with those from the 2.5 Ga BIFs from the Hamersley and Transvaal basins (Australia and South Africa, respectively) suggests a striking difference in Fe sources and pathways. The 2.5 Ga magnetite facies BIFs of Australia and South Africa have δ56Fe values that range from −1.2‰ to +1.2‰ over small scales, and are on average close to 0‰, which is significantly lower than those reported here from the Isua BIFs. The wide range in Fe isotope compositions for the Hamersley and Transvaal BIFs, in concert with C and O isotope data, have been interpreted to reflect bacterial dissimilatory Fe(III) reduction (DIR). The absence of low δ56Fe values in the Isua BIFs, as well as the lack of fine-scale isotopic heterogeneity, may indicate formation prior to widespread DIR.


Highlights

► Analysis by fs-laser-ablation allows for precise and accurate micron-scale analyses. ► Iron isotope analyses of BIFs from Isua indicate a narrow range of positive δ56Fe values. ► Narrow range of positive magnetite δ56Fe values reflect primary sedimentary values. ► Positive δ56Fe values best explained by anoxygenic photosynthetic Fe(II) oxidation. ► Iron in Isua BIFs has a different source and pathway than that of 2.5 Ga BIFs.