Archive for the ‘vida extraterrestre’ Category

Algumas das Nebulosas Influencias que Minha Teoria esta Exercendo no Mundo Hoje

domingo, março 12th, 2017

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Do meu post publicado no meu Facebook em Mar/03-12-2017

 Louis Charles Morelli – Mar/03-12-2017

 

 

 

Minha teoria sendo usada num projeto de 100 milhoes de dolares!

Fiquei sabendo por acaso, surfando na Internet. Procurei pela sigla “Matrix/DNA” no Google, porque so eu uso esta sigla e descobri-a mencionada num jornal Americano de New Hampshire. Ali esta a copia de um comentario que postei num jornal e de um artigo que escrevi no meu website. Inclusive com todos meus erros de ingles, o trecho foi copiado fielmente, em ingles.

A unica e primeira pessoa no mundo que disse que os astros como a Terra tem uma existencia que imita o ciclo vital humano, fui eu, como resultado de meus calculos e modelos na selva amazonica, estudando os sistemas que compoem aquela biosfera – e cujas questoes me remeteram a questionar algo que eu nunca pensei que faria: o Cosmos! Porque e’ impossivel entender a cria (a nossa biosfera terrestre), sem entender o criador – o Cosmos. E o trecho no jornal fala desta minha teoria.

Um milionario excentrico fez uma doacao de 100 milhoes de dolares para uns cientistas que tem um projeto para procurar vida fora da Terra. Minha teoria da Matrix/DNA faz algumas sugestoes nao pensadas pelos cientistas, e ate’ agora ainda nao descobri como acharam minha teoria e porque esta mencionada no jornal. E infelizmente, sozinho e sem as necessarias condicoes para tocar meu projeto com eficiencia, tenho que ficar calado. Mas meus amigos do Facebook sao testemunhas. Clique no link abaixo e veja este meu texto que esta ali copiado.

Ha 5 anos atras um famoso radialista e evangelico dos USA criou um website para criar um novo movimento baseado na … (segundo suas palavras)… “fantastica descoberta da formula de Deus para criar o mundo, por um autor desconhecido…” Os ateus dos USA e Inglaterra deram em cima, combateram, ameacaram-no de plagio usando meu nome, e ele teve que parar seu website. E eu tive que ficar assistindo, calado!

“The study proposed a model Matrix/DNA model which the researchers think could tell how to look for aliens in space.
“It suggests that planets are developed by the life’s cycle process, suggests the ideal age and conditions a planet must have to harbor biological life, and suggests the ideal slice of electromagnetic radiation frequency/variation that could permitting planets to self-communicating”, said a researcher, René Heller. Various spacecraft and telescopes captured many images and data on Cosmos that do not hint life could be there. It suggests that the current models that astronomers are using are wrong.”

Study proposes Novel Method to Hunt for Aliens Looking at Us

Submitted by Jeanne Rife on Wed, 03/02/2016 – 15:21

http://nhv.us/content/16034673-study-proposes-novel-method-hunt-aliens-looking-us

Study proposes Novel Method to Hunt for Aliens Looking at Us

 

Pertencemos a algum império galáctico? Interessantes teorias

segunda-feira, outubro 3rd, 2016

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http://singularityhub.com/2016/08/31/are-there-other-intelligent-civilizations-out-there-two-views-on-the-fermi-paradox/#comment-212303

Are There Other Intelligent Civilizations Out There? Two Views on the Fermi Paradox

E meu comentario postado no artigo:

Louis Charles Morelli· out/03/2016

(Your comment is awaiting moderation.)Yes, there is a galactic empire, it is located at Orion, Nebula, and there is the commander in chief of 5 spaceships responsible for our spatial region, his name is something like Austriak. The 5 spaceships were here in 1984 fixing problems of magnetic fields in solar system that was a threat to destroy it.

Is is true? Is it possible? Well, in 1984, I and thousands of people saw 5 objects flying, I don’t know what they was, ( could be meteorites?), but people that saw better said they were spaceships. I don’t know. Then, a spiritual woman from Brasil said about the capture of a message, from someone called Austriak, revealing his mission to fix our magnetic field.

is it true? I don’t know. Is it possible? Yes. There are native tribes in Amazon jungle that does not know about the existence of Brazil, they does not know that their land belongs to a country of alien white humans and they don’t know there is a superpower called USA. During the Roman Empire, some African tribes never knew they were under an empire.

Why Austriak does not talk/help us? If he is more evolved than us, he knows the world view called “Matrix/DNA” which suggests that it is not good to change the course of evolution of any species. Human beings still has the strong inheritance of animal’s genetic makeup,The proof is that all social systems created by humans ( be it communism, capitalism, feudalism, etc.) all them are based on the rules of the jungle, which social rule is shared into three kind of powers: 1) the big predators like lions, eagles,sharks; 2) the medium predators like wolves, fox; 3) the preys, sheep, cows. All human social systems mimics this rules: 1) the aristocratic or high class; 2) the medium class; 3) the hard workers under minimum wages. We are acting like animals obeying the genetic charge we inherited, we need making ourselves an exorcism of these three primary instincts or unconscious tendencies, nobody else could interfere changing it. The evolved world of the galactic empire waiting for us accepts only those that loves the cosmic concept of Justice, and nobody will be a lover of this kind of Justice if not being victimized by non-justice before, which is produced at our social systems.

But,.. the brain of a more evolved civilization has evolved sensors that our brain does not have. We can not developing technological sensors that we does not knows they exists. Our antenna has diminished into the size of pineal glande, so, we can not grasp the whole world and dimension around us made off magnetic fields, like our own bodies. Neither we can grasp the existence of such aliens. We will arrive there, but first, we need a war against our selfish animal genes. Then, Austriak will talk to us…(?)

Procurar “Vida” Alienígena Esta’ Errado. Deveria-se Procurar “Sistemas Naturais Complexos, Inteligentes ou Não”

quinta-feira, setembro 8th, 2016

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Alienígenas – Onde Eles Estão? Dublado

Depois que, na selva amazônica, descobri o elo evolucionário entre os vivos e os não-vivos, e o qual indicou que galaxias e átomos tem DNA da mesma maneira que os vivos tem, vejo que as sementes da vida são produzidas em todas as galaxias e distribuídas em todas as direções durante bilhões de anos. Portanto, se terão vida longa ou não, quais serão suas formas, etc., dependem da capacidade químico-biológica do ambiente onde caiam. No meu avatar ao lado, esta apresentado este elo ( LUCA – The Last Universal Common (não-biológico) Ancestral). Um único astro celeste das primeiras gerações de galaxias se transforma pelo processo do ciclo vital e quando se encontra numa população de semelhantes juntam-se sete formas diferentes deles formando um sistema funcional, idêntico ao building block do DNA, idêntico a uma célula vital, e ele mesmo e’ o building block daquelas galaxias. Quando este building block galáctico envelhece atacado pela entropia, desfaze-se em radicais livres (fótons), os quais recompõem microscopicamente o sistema de onde vieram, e assim se tornam a semente de seres biológicos se caírem em astros com potencial químico-biológico. ( Veja no avatar -clique para ampliar – como o ciclo vital de um astro da primeira geração de galaxias ‘e idêntico ao ciclo vital humano, inclusive idêntico e’ o processo de reprodução sexual deste astro). Nessa abordagem do Cosmos e tentativa de contacto com inteligencias alienígenas temos que vencer vários antropomorfismos ( projeção do ego humano e seu habitat sobre coisas e lugares desconhecidos). O primeiro conceito errado e’ sobre a palavra “vida”. Ora, existem DNA’s formados com estruturas apenas eletromagnéticas, outros com estruturas astronômicas, mesmo alguns feitos apenas com as sete frequências da luz, ou seja, são feitos de luz. Mas seja qual for sua estrutura, eles apresentam o mesmo funcionamento sistêmico dos corpos biológicos, pois neste Universo todos são feitos pela mesma formula para sistemas naturais. Então as formas de inteligencias desenvolvidas a partir destes DNA’s dificilmente teriam como se comunicarem conosco devido nossos limitados sensores biológicos e mesmo com nossos sensores mecânicos científicos. Quando astros se alinham como no meu avatar formando um sistema, eles apresentam todas as propriedades vitais de um corpo humano, como metabolismo, osmose, reprodução sexual, digestão, nascimento, vida, e morte. Então vemos um ser vivo formado apenas com cinco diferentes esferas, um vórtice, outro elemento na forma espermatozoide, e isto significa que as sondas espaciais da NASA procurando vida, poderiam estar navegando dentro de um ser vivo, sem reconhece-lo como tal! Não e’ o caso do sistema solar, o qual já e’ um produto de galaxias de segunda ou terceira geração. Ao mesmo tempo que vamos descobrir ser o mundo tao simples como achamos ser a vida aqui, vamos cada vez mais nos deslumbrar com uma complexidade de extraordinária engenharia, isto porque já iniciamos errados crendo que a vida e’ simples, quando ainda quase nada sabemos dela. Pelo que sugere meu website, a visão de mundo da Matrix/DNA, nos estaríamos empregando diferentes abordagens e tecnologias nesta busca de vida inteligente no espaço sideral.

Vida Extraterrestre: Completo e Atual texto, Aborda Tudo

terça-feira, agosto 2nd, 2016

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O Paradoxo de Fermi: onde é que estão as outras Terras?

http://gizmodo.uol.com.br/paradoxo-fermi/

Por:
13 de setembro de 2014 às 16:02

The Fermi Paradox (1)

Quando você está em algum lugar propício para admirar as estrelas, e se a noite estiver especialmente boa para vê-las, é incrível olhar para cima e se deparar com algo semelhante à imagem acima.

Algumas pessoas ficam impressionadas pela beleza do céu, ou se deslumbram com a vastidão do universo. No meu caso, eu passo por uma leve crise existencial, e depois ajo bem estranhamente por meia hora. Cada um reage de um jeito diferente.

O físico Enrico Fermi também reagia diferente, e se perguntou: “cadê todo mundo?”

Os números

Um céu estrelado parece imenso, mas tudo o que estamos vendo é a nossa vizinhança. Nas melhores noites estreladas, nós podemos ver até 2.500 estrelas (mais ou menos um centésimo de milionésimo do total de estrelas em nossa galáxia). Quase todas estão a menos de mil anos-luz de nós (ou 1% do diâmetro da Via Láctea). Então, na verdade estamos olhando para isto:

DivulgaçãoNosso céu noturno é formado por uma pequena parte das estrelas próximas e mais brilhantes dentro do círculo vermelho.

Quando somos confrontados com o assunto de estrelas e galáxias, uma questão que atormenta a maior parte dos humanos é: “há vida inteligente lá fora?” Vamos colocar alguns números nessa questão; se você não gosta de números, pode ler só o negrito.

Nossa galáxia tem entre 100 bilhões e 400 bilhões de estrelas; no entanto, este é quase o mesmo número de galáxias no universo observável. Então, para cada estrela da imensa Via Láctea, há uma galáxia inteira lá fora. No total, existem entre 10^22 e 10^24 estrelas no universo. Isso significa que para cada grão de areia na Terra, há 10.000 estrelas no universo.

O mundo da ciência não está em total acordo sobre qual porcentagem dessas estrelas são parecidas com o Sol (similares em tamanho, temperatura e luminosidade). As opiniões tipicamente vão de 5% a 20%. Indo pela mais conservadora (5%) e o número mais baixo na estimativa total de estrelas (10^22), isso nos dá 500 quintilhões, ou 500 bilhões de bilhões de estrelas similares ao Sol.

Também há um debate sobre qual porcentagem dessas estrelas similares ao Sol poderiam ser orbitadas por planetas similares a Terra (com condições parecidas de temperatura, que poderiam ter água líquida e que poderia sustentar vida similar à da Terra). Alguns dizem que é até 50%, mas vamos ficar com os conservadores 22% que apareceram em um recente estudo no PNAS. Isso sugere que há um planeta similar à Terra, potencialmente habitável, orbitando pelo menos 1% do total de estrelas do universo: um total de 100 bilhões de bilhões de planetas similares à Terra.

Então existem 100 planetas parecidos com a Terra para cada grão de areia do mundo. Pense nisso na próxima vez que for à praia.

Daqui para a frente, nós não temos outra escolha senão sermos especulativos. Vamos imaginar que, depois de bilhões de anos de existência, 1% dos planetas parecidos com a Terra tenham desenvolvido vida (se isso for verdade, cada grão de areia representaria um planeta com vida). E imagine que em 1% desses planetas avance até o nível da vida inteligente, como aconteceu na Terra. Isso significaria que teríamos 10 quatrilhões, ou 10 milhões de bilhões de civilizações inteligentes no universo observável.

Voltando para a nossa galáxia e fazendo as mesmas contas usando a estimativa mais baixa de estrelas na Via Láctea, estimamos que existem 1 bilhão de planetas similares à Terra, e 100 mil civilizações inteligentes na nossa galáxia. (A Equação de Drake traz um método formal para esse processo limitado que estamos fazendo).

A SETI (Busca por Inteligência Extraterrestre, na sigla em inglês) é uma organização dedicada a ouvir sinais de outras vidas inteligentes. Se nós estivermos certos e houver 100 mil ou mais civilizações inteligentes na nossa galáxia, uma fração delas estaria emitindo ondas de rádio, ou raios laser, ou qualquer coisa para realizar contato. Então os satélites da SETI deveria estar recebendo sinais de todo tipo, certo?

Mas não está. Nunca recebeu.

Cadê todo mundo?

Tipos de civilização

E tudo fica mais estranho. Nosso Sol é relativamente jovem em relação ao universo. Há estrelas muito mais velhas, com planetas muito mais velhos e semelhantes à Terra, o que em teoria representaria civilizações muito mais avançadas que a nossa. Por exemplo, vamos comparar nossa Terra de 4,54 bilhões de anos com um hipotético planeta X, com seus 8 bilhões de anos.

Divulgação

Se o planeta X tiver uma história similar a da Terra, vamos olhar para onde sua civilização estaria hoje:

Divulgação

Hoje, o Planeta X estaria a 3,46 bilhões de anos de desenvolvimento além do que temos hoje.

A tecnologia e o conhecimento de uma civilização mil anos à nossa frente poderia ser tão chocante quanto nosso mundo seria para uma pessoa medieval. Uma civilização um milhão de anos à frente poderia ser tão incompreensível para nós quanto a cultura humana é para chimpanzés. E o planeta X está a 3.4 bilhões de anos à frente de nós…

Existe algo chamado de Escala Kardashev, que nos ajuda a agrupar civilizações inteligentes em três grandes categorias, de acordo com a quantidade de energia que usam:

  • uma Civilização Tipo I tem a habilidade de usar toda a energia de seu planeta. Nós não somos exatamente uma Civilização Tipo I, mas estamos perto (Carl Sagan criou uma fórmula para essa escala que nos coloca como uma Civilização Tipo 0,7);
  • uma Civilização Tipo II pode colher toda a energia de seu sistema solar. Nosso débil cérebro Tipo I mal consegue imaginar como alguém faria isso, mas nós tentamos nosso melhor, imaginando coisas como a Esfera de Dyson.
  • uma Civilização Tipo III ultrapassa fácil as outras duas, acessando poder comparável ao da Via Láctea inteira.

Se esse nível de avanço parece difícil de acreditar, lembre-se do planeta X e de seus 3,4 bilhões de anos de desenvolvimento além do nosso (cerca de meio milhão de vezes mais do que o tempo que a raça humana existe). Se uma civilização no planeta X for similar à nossa e foi capaz de sobreviver até chegar no Tipo III, é natural pensar que a essa altura eles provavelmente já dominaram a viagem interestelar, possivelmente até mesmo colonizando a galáxia inteira.

Como essa colonização galáctica teria acontecido? Uma hipótese: cria-se um maquinário que pode viajar para outros planetas, passam-se uns 500 anos se auto-replicando usando os materiais que encontrarem no novo planeta, e então enviam-se duas réplicas para fazerem a mesma coisa.

Mesmo sem alcançar nada perto da velocidade da luz, esse processo colonizaria a galáxia inteira em 3,75 milhões de anos, relativamente um piscar de olhos quando estamos falando de uma escala de bilhões de anos:

Divulgação

Nesta evolução exponencial, a galáxia estaria completamente colonizada em 3,75 milhões de anos. Fonte: J. Schombert, U. Oregon

Continuando a especular, se 1% da vida inteligente sobreviver tempo suficiente para se tornar uma colonizadora de galáxias Civilização Tipo III em potencial, nossos cálculos acima sugerem que haveriam mil Civilizações Tipo III só em nossa galáxia. Dado o poder de tal civilização, sua presença provavelmente seria fácil de se notar. E, ainda assim, nós não vemos nada, não ouvimos nada e não fomos visitados por ninguém.

Então cadê todo mundo?

Sejam bem-vindos ao Paradoxo de Fermi.

Ainda não há uma resposta para o Paradoxo de Fermi. O melhor que podemos fazer é conseguir “explicações possíveis”. E se você perguntar a dez cientistas diferentes qual o palpite deles sobre a explicação correta, você terá dez respostas diferentes. Sabe quando humanos de antigamente discutiam se a Terra era redonda, ou se o Sol girava em torno da Terra, ou achavam que os raios aconteciam por causa de Zeus? Por isso, hoje eles parecem primitivos e ignorantes; no entanto, esse é mais ou menos o ponto em que estamos neste assunto.

Ao analisar as hipóteses mais discutidas sobre o Paradoxo de Fermi, vamos dividi-las em duas grandes categorias: as explicações que supõem que não há sinal de Civilizações Tipo II e III porque elas não existem; e as explicações que sugerem que elas estão lá, só que não estamos vendo ou ouvindo nada por outros motivos.

Grupo 1 de Explicações: não há sinais de civilizações superiores (Tipos II e III) porque elas não existem.

Aqueles que acreditam em explicações do Grupo 1 recusam qualquer teoria do tipo “existem civilizações maiores, mas nenhuma delas fez qualquer tipo de contato conosco porque todas _____”. O pessoal do Grupo 1 vê os números, entende que deveria haver milhares (ou milhões) de civilizações superiores, e intui que pelo menos uma delas deveria ser a exceção à regra. Mesmo se uma teoria abarcasse 99,99% das civilizações superiores, o 0,001% restante se comportaria de alguma outra forma e nós perceberíamos sua existência.

Por isso, dizem as explicações do Grupo 1, não entramos em contato com civilizações superavançadas porque porque não existem. Como a matemática sugere que existem milhares delas só na nossa galáxia, alguma outra coisa deve estar acontecendo.

Essa “outra coisa” é o Grande Filtro.

A teoria do Grande Filtro diz que, em algum ponto entre o início da vida e a inteligência Tipo III, há uma barreira. Há algum estágio naquele longo processo evolucionário que é improvável ou impossível de ser atravessado pela vida. Esse estágio é chamado de O Grande Filtro.

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As linhas amarelas mostram saltos evolucionários comuns de serem alcançados. A linha vermelha é o Grande Filtro. A linha verde representa uma espécie que, passando por eventos extraordinários, consegue ultrapassar o Grande Filtro.

Se essa teoria for real, a grande questão é: quando acontece o Grande Filtro na linha do tempo?

Acontece que, quando o assunto é o destino da humanidade, essa questão é muito importante. Dependendo de quando O Grande Filtro ocorre, sobram para nós três possíveis realidades: nós somos raros; nós somos os primeiros; ou nós estamos ferrados.

1. Nós somos raros (já passamos do Grande Filtro)

Uma esperança é que já tenhamos passado do Grande Filtro. Nós conseguimos atravessá-lo, portanto é extremamente raro que a vida alcance nosso nível de inteligência. O diagrama abaixo mostra apenas duas espécies passando por ele; nós somos uma delas.

Divulgação

 

Esse cenário explicaria por que não existem Civilizações Tipo III… mas isso também poderia significar que nós podemos ser uma das exceções, já que chegamos até aqui. Isso significaria que há esperança para nós. Superficialmente, isso parece com as pessoas de meio século atrás, sugerindo que a Terra é o centro do universo. Sugere que nós somos especiais.

Mas se nós somos especiais, quando exatamente nos tornamos especiais? Isto é, qual passo nós superamos, apesar de quase todo mundo ficar preso nele?

Uma possibilidade: o Grande Filtro pode estar no comecinho de tudo; pode ser incrivelmente raro que a vida comece. Esse é um candidato porque demorou um bilhão de anos para a vida na Terra finalmente acontecer, e porque nós tentamos exaustivamente replicar esse evento em laboratórios e jamais conseguimos. Se este é mesmo o Grande Filtro, isso significaria que não deve existir vida inteligente lá fora – pode simplesmente não haver vida.

Outra possibilidade: o Grande Filtro pode ser o salto de células procariontes simples para células eucariontes complexas. Após o surgimento das procariontes, elas permaneceram dessa forma por quase dois milhões de anos antes de darem o salto evolucionário para se tornarem complexas e ganharem um núcleo. Se esse é o Grande Filtro, isso significaria que o universo está repleto de células procariontes simples e quase nada além disso.

Há outras possibilidades. Alguns acham até que nosso salto evolucionário mais recente, alcançando nossa inteligência atual, é um candidato a Grande Filtro. Ainda que o salto de vida semi-inteligente (chimpanzés) até a vida inteligente (humanos) a princípio não pareça um passo miraculoso, Steven Pinker rejeita a ideia de que a “escalada ascendente” da evolução seja inevitável:

Uma vez que a evolução apenas acontece, sem ter um objetivo, ela usa a adaptação mais útil para um certo nicho ecológico. O fato que, na Terra, até hoje isso levou a inteligência tecnológica apenas uma vez, pode sugerir que essa consequência da seleção natural é rara e, consequentemente, não é um desenvolvimento infalível da evolução de uma árvore da vida.

A maioria dos saltos não se qualifica como candidatos a Grande Filtro. Qualquer Grande Filtro possível deve ser algo que só acontece uma vez em um bilhão, onde uma ou mais anomalias devem ocorrer para proporcionar uma enorme exceção.

Por esse motivo, algo como pular de uma vida unicelular para uma multicelular está fora de questão como filtro, porque isso aconteceu pelo menos 46 vezes em incidentes isolados, só no nosso planeta. Pela mesma razão, se nós encontrarmos uma célula eucarionte fossilizada em Marte, ela iria tirar o salto “de-célula-simples-para-complexa” da lista de possíveis Grandes Filtros (assim como qualquer outra coisa que esteja antes desse ponto na cadeia evolucionária). Se isso aconteceu tanto na Terra quanto em Marte, claramente não é uma anomalia.

Se nós formos mesmo raros, isso pode ser por causa de um acidente biológico, mas isso também pode ser atribuído ao que se chama de Hipótese da Terra Rara. Ela sugere que, ainda que existam muitos planetas similares a Terra, as condições particulares do nosso planeta o tornam tão conveniente à vida — sejam as relacionadas a seu sistema solar, seu relacionamento com a Lua (uma lua tão grande é incomum para um planeta tão pequeno, contribuindo para as condições peculiares de nosso clima e nosso oceano), ou algo sobre o planeta em si.

2. Nós somos os primeiros

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A civilização humana é representada pela linha laranja.

Para pensadores do Grupo 1, se já não tivermos passado pelo Grande Filtro, nossa única esperança é que, do Big Bang até hoje, as condições no universo estão alcançando um nível que permita o desenvolvimento de vida inteligente. Nesse caso, nós podemos estar a caminho da super inteligência, mas isso ainda não aconteceu. Por acaso, nós estaríamos na hora certa para nos tornarmos uma das primeiras civilizações super inteligentes.

Um exemplo de um fenômeno que poderia tornar isso realístico é o predomínio de explosões de raios gama, detonações absurdamente imensas que observamos em galáxias distantes. Levou algumas centenas de milhões de anos para que os asteróides e vulcões se acalmassem e a vida se tornasse possível.

Da mesma forma, pode ser que o começo das existências no universo esteja cheio de eventos cataclísmicos, como explosões de raios gama que incinerariam tudo à sua volta de tempos em tempos, evitando que qualquer vida se desenvolva a partir de um certo estágio. Talvez estejamos agora no meio de uma fase de transição astrobiológica, e essa seja a primeira vez que qualquer vida tenha sido capaz de se desenvolver ininterruptamente por tanto tempo.

3. Nós estamos ferrados (o Grande Filtro está chegando)

Divulgação

O Grande Filtro é representado pela linha vermelha.

Se nós não somos nem raros nem pioneiros, os pensadores do Grupo 1 concluem que O Grande Filtro deve estar no nosso futuro. Isso implicaria que a vida frequentemente evolui até onde estamos, mas alguma coisa impede, em quase todos os casos, que a vida vá muito adiante e alcance a inteligência avançada — e dificilmente nós seremos uma exceção.

Um possível Grande Filtro seria algum evento cataclísmico que ocorra regularmente, como as já mencionadas explosões de raio gama. Só que ela ainda não teria ocorrido e, infelizmente, é uma questão de tempo até que ela acabe com toda a vida na Terra. Outra candidata é a destruição possivelmente inevitável que quase todas as civilizações inteligentes acabariam trazendo para si mesmas, uma vez atingido certo nível de tecnologia.

É por isso que o filósofo Nock Bostrom, da Universidade de Oxford, diz que “boa novidade é não haver novidade“. Se descobrirem vida em Marte, mesmo que simples, isso seria devastador, porque eliminaria diversos potenciais Grandes Filtros no passado. E se encontrarmos fósseis de vida complexa em Marte, Bostrom diz que “seria a pior notícia já impressa em uma primeira página de jornal”, porque significaria que o Grande Filtro está quase que definitivamente à nossa frente, condenando toda nossa espécie de uma vez. Bostrom acredita que, quando se trata do Paradoxo de Fermi, “o silêncio do céu noturno é ouro”.

Grupo 2 de Explicações: civilizações inteligentes dos Tipos I e II existem, mas há razões lógicas para que não tenhamos ouvido falar delas.

As explicações do Grupo 2 abandonam qualquer ideia de que nós somos raros, especiais ou qualquer coisa parecida. Pelo contrário, elas acreditam no Princípio da Mediocridade: ou seja, até que se prove o contrário, não há nada de especial ou incomum em nossa galáxia, sistema solar, planeta ou nível de inteligência. Além disso, elas são mais cautelosas antes de assumir que, se não há evidências de uma inteligência superior, ela não existe. Elas enfatizam o fato de nossas buscas por sinais só alcançarem mais ou menos até 100 anos-luz de nós (0,1% da galáxia) e só terem ocorrido há menos de uma década, o que é pouquíssimo tempo.

Pensadores do Grupo 2 têm uma ampla gama de possíveis explicações para o Paradoxo de Fermi. A seguir, eis as nove mais discutidas:

Possibilidade 1: a vida superinteligente pode ter visitado a Terra antes de estarmos aqui. Humanos sencientes só estão por aí há uns 50 mil anos, um piscar de olhos se comparado à existência do universo. Se o contato ocorreu antes disso, deve ter assustado alguns patos e só. Além disso, nossa história documentada só vai até uns 5.500 anos atrás. Por isso, talvez tribos humanas de caçadores-coletores pode ter passado por algumas experiências loucas com aliens, mas não tinham como contá-las para as pessoas do futuro.

Possibilidade 2: a galáxia foi colonizada, mas nós moramos em uma área despovoada. As Américas podem ter sido colonizadas pelos europeus muito antes de qualquer um daquela pequena tribo Inuit ao norte do Canadá ter percebido o ocorrido. Pode haver um elemento de urbanização nas moradias estelares das espécies mais avançadas: todos os sistemas solares de uma certa área são colonizados e estão em comunicação, mas seria pouco prático e inútil pra qualquer um deles vir até o canto distante e aleatório em que vivemos.

Possibilidade 3: todo o conceito de colonização física é comicamente atrasado para uma espécie mais avançada. Uma Civilização Tipo II consegue usar toda a energia de sua estrela. Com toda essa energia, eles podem ter criado um ambiente perfeito para eles, satisfazendo todas as suas necessidades. Eles podem ter meios hiperavançados de reduzir a necessidade de recursos, e interesse zero em deixar sua utopia feliz para explorar um universo frio, vazio e pouco desenvolvido.

Uma civilização ainda mais avançada poderia ver todo o mundo físico como um lugar horrivelmente primitivo, tendo há muito dominado sua própria biologia e feito upload de seus cérebros para uma realidade virtual, um paraíso da vida eterna. Viver em um mundo físico de biologia, morte, desejos e necessidades pode soar para eles da mesma forma como nos soam as espécies primitivas vivendo no oceano escuro e gelado.

Possibilidade 4: há civilizações predatórias e assustadoras lá fora, e as formas de vida mais inteligentes sabem que não devem transmitir sinais e divulgar sua localização. Essa é uma ideia desagradável, mas que ajudaria explicar a falta de sinais recebidos pelos satélites SETI. Ela também significaria que, ao transmitir nossos sinais lá pra fora, estamos sendo novatos inocentes e descuidados. Há um debate envolvendo METI (Mensagem às Inteligências Extraterrestes na sigla em inglês; o inverso de SETI, que só escuta). Basicamente, deveríamos mesmo enviar mensagens para o universo? A maioria das pessoas diz que não.

Stephen Hawking adverte: “se aliens nos visitarem, o resultado pode ser parecido com a chegada de Colombo nas Américas, que não terminou bem para os nativos”. Mesmo Carl Sagan, que geralmente acredita que qualquer civilização avançada o bastante para viagens interestelares seria altruísta, não hostil, diz que a prática de METI é “profundamente imprudente e imatura“, e recomendou que “as crianças mais novas de um cosmo estranho e incerto deveriam ouvir em silêncio por um longo tempo, aprendendo pacientemente e tomando notas sobre o universo, antes de gritar para uma selva desconhecida que não conseguimos compreender”. Assustador.

Possibilidade 5: existe apenas uma única inteligência superior, uma civilização “superpredadora” (mais ou menos como os humanos aqui na Terra) que é muito mais avançada que todas as outras e mantém as coisas assim, exterminando qualquer civilização que ultrapasse um certo nível de inteligência. Isso seria um saco. Poderia funcionar se o extermínio de todas as inteligências emergentes fosse um desperdício de recursos, já que a maioria se mata sozinha. Mas, ultrapassado um certo ponto, esses super seres agiriam porque, para eles, uma espécie inteligente emergente se tornaria um vírus, conforme começasse a crescer e se expandir. Essa teoria sugere que a vitória é de quem foi o primeiro a alcançar a inteligência superior. Ninguém mais tem chance. Isso explicaria a falta de atividade lá fora, porque o número de civilizações superinteligentes seria 1.

Possibilidade 6: há muito barulho e atividade lá fora, mas nossas tecnologias são muito primitivas e nós estamos procurando pelas coisas erradas. É como entrar em um prédio de escritórios, ligar um walkie-talkie (que ninguém mais usa) e, ao não ouvir nada, concluir que o prédio está vazio. Ou talvez, como apontou Carl Sagan, pode ser que nossas mentes trabalhem exponencialmente mais rápido ou mais lentamente do que a de qualquer outra forma de vida lá fora. Ou seja, eles levam 12 anos pra dizer “oi” e, quando nós ouvimos essa comunicação, isso parece apenas ruído.

Possibilidade 7: civilizações mais avançadas sabem sobre nós e estão nos observando, mas se ocultam de nós (a “Hipótese do Zoológico”). Até onde sabemos, civilizações super inteligentes existem em uma galáxia controlada rigidamente, e nossa Terra é tratada como parte de um safári amplo e protegido, e planetas como o nosso estão sob uma estrita regra de “olhe, mas não toque”. Nós não estamos cientes deles porque, se uma espécie muito mais inteligente quisesse nos observar, ela saberia como fazer isso sem nos deixar saber. Talvez haja uma regra similar à “Primeira Diretriz” de Jornada nas Estrelas, que proíbe seres super inteligentes de fazerem qualquer contato aberto com espécies inferiores como a nossa, ou de se revelarem de qualquer forma, até que a espécie inferior alcance um certo nível de inteligência.

Possibilidade 8: civilizações superiores existem à nossa volta, mas somos primitivos demais para percebê-las. Michio Kaku resumiu isso assim:

Digamos que há um formigueiro no meio da floresta. Ao lado do formigueiro, estão construindo uma super autoestrada de dez faixas. E a questão é, “as formigas seriam capazes de entender o que é uma super autoestrada de dez faixas? Elas seriam capazes de entender a tecnologia e as intenções dos seres construindo a autoestrada a seu lado?”

Então não é que, usando nossa tecnologia, não sejamos capazes de receber os sinais do planeta X. É que nós não conseguimos sequer entender o que são os seres do planeta X, ou o que eles estão tentando fazer. É tão além de nós que mesmo se eles quisessem nos esclarecer, seria como tentar ensinar às formigas sobre a internet.

Seguindo essa linha, essa pode ser uma resposta para “se existem tantas exuberantes Civilizações Tipo III, por que ainda não entraram em contato conosco?”. Para responder isso, vamos nos perguntar: quando Pizarro chegou ao Peru, ele parou um tempo em um formigueiro e tentou se comunicar com ele? Ele foi magnânimo, tentando ajudar as formigas? Ele foi hostil e atrasou sua missão original só para esmagar e destruir o formigueiro? Ou, para Pizarro, o formigueiro era completa e absoluta e eternamente irrelevante? Essa pode ser a nossa situação nesse caso.

Possibilidade 9: nós estamos completamente enganados sobre nossa realidade. Há muitas maneiras pelas quais nós podemos estar totalmente iludidos em tudo que pensamos. O universo pode parecer ser de um jeito e ser de outro completamente diferente, como um holograma. Ou talvez nós sejamos os alienígenas e fomos plantados aqui como um experimento. Há até mesmo a chance de que sejamos parte de uma simulação de computador de algum pesquisador de outro mundo, e outras formas de vida simplesmente não foram programadas na simulação.

Conclusão

Conforme continuamos em nossa possivelmente inútil busca por inteligência extraterrestre, eu não tenho certeza o que queremos encontrar. Francamente, tanto faz saber se estamos oficialmente sozinhos no universo ou se estamos oficialmente na companhia de outros, ambas são opções assustadoras. É um tema recorrente em todos os enredos surreais acima: qualquer que seja a verdade, ela é de enlouquecer.

Além de seu chocante ingrediente de ficção científica, o Paradoxo de Fermi também me deixa profundamente humilde. Não só lembra que sou microscópico e minha existência dura uns três segundos, algo que me vem à cabeça sempre que penso sobre o universo. O Paradoxo de Fermi traz à tona uma humildade mais mordaz, mais pessoal, do tipo que só acontece depois de passar horas de pesquisa ouvindo os mais renomados cientistas de nossa espécie apresentando as teorias mais insanas, mudando de ideia e contradizendo um ao outro freneticamente. Ele nos faz lembrar que as futuras gerações olharão para nós da mesma forma que nós olhamos para os antigos, que tinham certeza que as estrelas estavam sob o domo do céu; no futuro, lembrarão de nós dizendo “uau, eles não tinham ideia nenhuma do que estava acontecendo”.

E ainda temos mais outro golpe à autoestima com todo esse assunto de Civilizações Tipos II e III. Aqui na Terra, nós somos os reis de nosso pequeno castelo, comandando os rumos do planeta mais do que qualquer outra espécie. Nessa bolha, sem competição e sem ninguém para nos julgar, é raro que sejamos confrontados com a ideia de sermos uma espécie inferior a qualquer outra. Mas não somos nem uma Civilização Tipo I!

Dito isso, toda essa discussão é maravilhosa para mim. Sim, tenho minha perspectiva de que a humanidade é uma órfã solitária em uma pequena rocha no meio de um universo solitário. Mas as hipóteses apontam que provavelmente não somos tão espertos como pensamos. Além disso, muito do que temos certeza pode estar errado. Tudo isso me deixa esperançoso em conhecer e descobrir mais, nem que seja um pouquinho, porque existem muito mais coisas do que nós temos consciência.

(Ver a secao de comentarios no Gizmodo)

Assista o Video sobre Chico Xavier e Alienigenas e Veja a Surpreendente Explicacao da Matrix/DNA

segunda-feira, junho 27th, 2016

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Palestra | Chico Xavier e a Ufologia – ( comentário da Matrix/DNA postado abaixo)

( podes ver no Youtube, digitando o titulo acima)

 

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Louis Charles Morelli

 Louis Charles Morelli – 27 de junho de 2016
A resistência e ate mesmo violência de muitos humanos `a simples menção de alienígenas vem do tipo de suas cargas genéticas. Na selva, os grandes predadores como os leões reagiriam violentamente contra quem mencionassem a existência e possível vinda de dinossauros, pois lhes tomariam o poder sobre seu território. As passiveis presas, como o gado, ficaria alarmada com a ideia de que vacas aladas viriam comer de sua relva e perturbar sua rotina.
Com nossa genética vinda das selvas e de primatas, trazendo estes instintos, os mesmos se manifestam nos grandes predadores humanos ( os mais ricos e poderosos) assim como nos humanos em que o principio-ovelha ainda ‘e dominante e são ainda mais medrosos quanto a perturbações em suas rotinas. Então temos de buscar uma estrategia psara acelerar as mutações psicológicas que por sua vez refletem nas mutações genéticas. O fato de nossos corpos humanos terem esta triste formação genética não foi culpa nem mesmo de todas as formas de vida ancestrais, e sim de um ancestral que criou esta biosfera e que a cerca por todos os lados: esta Via Láctea. Ainda inconsciente de espiritualidade, ela cometeu um terrível engano ao escolher a forma de sistema fechado em si mesmo e deste evento ainda trazemos em nos o gene egoísta, isto esta bem explicado na Matrix/DNA world view porem ‘e um extenso assunto.
Quanto a possibilidade de uma guerra nuclear, e’ decorrente da mesma genética, onde grandes predadores disputam um único território com outros grandes predadores. Digamos como aconteceu com o advento dos gorilas quando existiam os leões. Nada pode impedir a ferocidade – ate mesmo tao corajosa que pode se tornar suicida – de um leão que não possa satisfazer as gulas oriundas de seus caninos. Bastara acontecer alguma súbita escassez de algum bem essencial ( como a água, o petróleo, alimentos) e nada impedira’ um grupo de grandes predadores de invadirem reinos vizinhos onde ainda exista tal bem, e assim, vivemos por um fio. Creio que a evolução resolve este problema ( se tiver tempo, antes que a especie pereça) com transformações ambientais que reduzam os recursos disponíveis paulatinamente, o que limita o exercício da gula e assim vai atrofiando os caninos.
Para ajudar a evolução fazer isso na especie humana seria necessário a grande massa com espirito-ovelha e portanto mentes preguiçosas e individualismo egoísta se conscientizasse deste real risco `a sua sobrevivência e se unisse numa estrategia de boicotar o fornecimento do produto de seu trabalho aos grandes predadores, porem, ao mesmo tempo que essa união criasse uma forte auto-defesa.O espirito belicoso que produz armas não e’ tipico apenas a humanos, pois como dito na palestra, seres morais superiores teriam esquadras de vigilância do sistema solar, as quais certamente terão que ter material bélico, nem eles conseguiram evita-las. As armas infelizmente são inevitáveis `as nações humanas porque sempre aparecem em outras nações seres que invadem. A bomba atômica foi um enorme esforço como resposta a ameaça de Hitler e o ataque japonês a Pearl Harbor.
A nossa grande sorte foi que ela surgiu primeiro na America – uma nação onde seus grandes predadores eram de certa forma contidos por larga população que estavam na fase de superação dos instintos de predadores e presas, principalmente pela influencia da moral crista. Senão, não teriam dado tempo e permitido a nenhuma outra nação a produção de suas bombas. E a elevada produção destas bombas pelos Americanos impediu que grandes predadores de alhures, corajosos porque animalescamente insanos como as feras, não tenham ainda causado o a terceira guerra.Ao humano que deseje combater estas nossas inefáveis heranças genéticas, o primeiro e mais certeiro ato e’ promover a moral socializante nos seus vizinhos mas no seu aspecto de agentes econômicos, pois ainda são os objetos materiais que aqui mantem,alimenta ou regride os instintos animalescos e determinam sobre as guerras. Este tem sido nosso maior objetivo dentro da Matrix/DNA world view

Vida Extraterrestre: Raciocínio Logico Indica que Existe

sexta-feira, maio 13th, 2016

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De: Biologia em Ação https://www.facebook.com/biologicasemacao/photos/a.436030396417283.

Sugestão da MatrixLight/DNA Theory:

Se existe ou não vida em outras galáxias e’ uma questão de raciocínio logico. Senão, vejamos:

a) – tem uma celula que tem vida interna;

– todas as celulas sao geradas pelo DNA;

–  logo, todas as celulas podem ter vida interna.

b) tem uma galaxia que tem vida interna;

– Todas as galaxias foram geradas pela mesma formula template ancestral do DNA que e’ denominada Matrix/DNA;

– Logo, todas as galaxias podem ter vida interna.

Busca por Vida Extraterrestre: Cientistas Começam a Perceber o Que Foi Dito Pela Matrix/DNA

quarta-feira, março 11th, 2015

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Search for Alien Life Should Consider All Possibilities, Experts Say

http://www.space.com/28756-alien-life-search-exoplanet-atmospheres.html?cmpid=514630_20150308_41709196&adbid=10152681917271466&adbpl=fb&adbpr=17610706465

by Mike Wall, Space.com Senior Writer   |   March 06, 2015 04:01pm ET

Kepler-186f Exoplanet Ilustration

Kepler-186f, o primeiro planeta do tamanho da Terra e orbitando na zona habitável de sua estrela. Credit: NASA Ames/SETI Institute/JPL-CalTech

Sobre este tema ver tambem a tese de Lovelock neste artigo:

Thermodynamics and the recognition of alien biospheres

http://www.jameslovelock.org/page32.html

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– “Não é um planeta que tem todas as informações para gerar a Vida em sua superfície, como pensam os astrônomos e outros cientistas. É apenas o conjunto de um sistema astronomico galáctico que contem todas as informações necessárias e  suficientes para desenvolver de amebas a macacos e em qualquer lugar que reúna as ótimas condições dentro do  corpo da galáxia.  O sistema inteiro é nanotecnologizado e assim se projeta por inteiro como sementes da Vida, espalhadas no espaço e tempo inteiros da galáxia. O processo é a imitação da geração de uma vida individual humana: os corpos  de humanos adultos são nanotecnologizados para caber dentro  dos minúsculos óvulos e espermatozoides, os quais germinam a nova vida dentro de seus próprios corpos.”

É isto que os modelos da Matrix/DNA Theory tem me sugerido há 30 anos e com estas palavras acima tenho divulgado apenas em comentários seguindo artigos como este da Space.com . Os building blocks dos sistemas astronomicos são iguais os building blocks do DNA biológico.

Estes experts estão corretos. Não é sinais de vida biológica que nós deveríamos estar  procurando, mas sim, qualquer sistema natural funcionando e  mais evoluído que galáxias, baseado no modêlo da Matrix/DNA destas sementes cosmicas, as quais talvez não necessitem nenhuma espécie de gases para sobreviverem e se tornarem inteligentes como nós.

Vamos traduzir aqui o artigo, mas antes, traduzindo para o inglês, o comentario acima postado na Space.com:

Louis Charles Morelli ·  Top Commenter · Works at Self employed – March,11,2015

– “It is not a planet that has all the information to generate life on its surface, as astronomers and other scientists are thinking. It is only the set of a astronomical galactic system that contains all the necessary and sufficient information to develop amoebas to apes, anywhere that meets the optimum conditions within the body of the galaxy. The whole system is nanotechnologized and thus projects itself in full as seeds of Life, scattered in the whole galaxy’s space and time. The process is the imitation of the generation of an individual human life: the adult humans bodies are nanotechnologizeds to fit inside the tiny ovule and sperm, which germinate the new life within their own bodies. ”

These experts are right. It is not biological life that we should searching signs for, but, any natural working systems more evolved than galaxies, based in Matrix/DNA model  of these cosmic seeds,  which maybe does not need any kind of gases for existing and becoming intelligent like us.

 

This is what the models of the Matrix / DNA Theory has suggested me for 30 years and with these words disclosed above I have only commented following articles like this from Space.com. The building blocks of astronomical systems is equal the building blocks of biological DNA, as you can see at Matrix/DNA Theory.

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Tradução:

Search for Alien Life Should Consider All Possibilities, Experts Say

A busca por vida alienigena deveria considerar tôdas as possibilidades, dizem os especialistas

The hunt for signs of life on planets beyond our solar system should cast as wide a net as possible, some researchers stress.

A caçadapor sinais de vida emplanetas alem do nosso sistema solar deveria lançar uma rede mais ampla possivel, alguns pesquisadores alertam.

( continuar tradução)

 

 

 

Vida inteligente fora da Terra: Nova teoria tenta explicar porque ainda não a encontramos

domingo, outubro 9th, 2011

Artigo:
Hype Science

Nova teoria explica porque ainda não encontramos vida inteligente fora da Terra

O paradoxo de Fermi, conhecido por entusiastas, afirma que a não ser que só exista vida na Terra, obrigatoriamente, a vida precisa existir em outro lugar da nossa própria galáxia. Mesmo assim, até agora, não temos prova da existência de vida inteligente fora do planeta. Uma nova teoria pode explicar o motivo.

Segundo Adrian Kent, do Perimeter Institute em Ontario, os aliens (se existirem) estão competindo por recursos naturais que alimentem suas civilizações avançadas. Sendo assim, por entrarem em conflito, a seleção natural favoreceria as espécies “silenciosas”. Seria difícil obter respostas para nossos sinais.

Espécies que ficam chamando a atenção (como nós) podem atrair aliens violentos que visitariam nosso planeta em busca de recursos.

E você, leitor? Acredita na teoria? Ou fica mais tranqüilo pensando que é apenas a distância, e não uma sede por conquista, que nos mantém longe dos ETs?

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Meu comentário postado:

Louis C. Morelli / 6.10.2011

Krause,
Existem muitas evidências factuais para uma nova teoria sôbre porque isso tudo existe nêste Universo: o Universo é uma espécie de ôvo onde está sendo reproduzido genéticamente aquilo que o fêz. Existe um esforço intrinseco ao processo vital no sentido de existir e se complexificar. Se concordamos com isso resta a pergunta: qual a fôrça que produziria este esforço? Ora, penso ser lógico: algo vivo. Então, a “energia biológica” não é um efeito da biologia mas sim sua própria causa. Mas nossa acadêmica teoria cosmológica está indicando como causa criadora do Universo algo simplesmente fisico-mecânico e causal, sem previo propósito. Eu discordo apresentando a Teoria da Matrix/DNA Universal vide website, se interesse houver, )arrolando as evidências e testando os resultados, como êles estão fazendo em favor de sua teoria. Abraços,…

Encontrada Nova Forma de Vida Extraterrestre!

sábado, março 5th, 2011

Vida Extraterrestre

– “… isto é uma batata frita?”

– “ Não, bocó, isto é um extraterrestre!”

( A mente humana está sendo obrigada a se ampliar, crescer, vencer os limites e fronteiras do planeta e da vida biológica para se estabelecer no espaço sideral e tornar-se uma unica e final mente universal, quando o Universo finalmente adquirirá sua auto-consciência de sua própria existência e se transcenderá, nascerá para outro mundo, talvez onde nos aguarda de braços abertos um casal onde sua parte feminina esteja grávida, no dia do Big Birth. Isto é o que sugerem os modêlos da Teoria da Matriz/DNA, e isto foi o que me fêz despertar um amor apaixonado pela Humanidade inteira, pois cada ser humano, o mais simples que existe, é uma parcela de mim, e devo ajuda-la, trata-la com todo cuidado, pois de sua facilidade na vida e desenvolvimento perfeito dependerá  a perfeição e saúde do meu corpo mental no futuro. Nêsse processo temos ultimamente sendo acossados pela idéia de que não somos os unicos vivos no mundo, a Terra está sendo bombardeada por meteóritos e êstes estão sendo captados por sondas humanas, e nêstes meteóritos estamos descobrindo que, colado nêles, existem moléculas bioquimicas e até sistemas bioquimicos organizados, como indica a foto acima. A NASA está investindo pesado nesta busca, mas o problema, quando me baseio na cosmovisão da Matrix/DNA, é que o modêlo cosmológico e entendimento do Cosmos sugeridos pela teoria acadêmica oficial mais aceita no meio cientifico está com alguns êrros, e isto está prejudicando esta pesquisa, tornando-a muito mais lenta, gastando-se mais inutilmente, e sendo desviada da realidade. A sugestão de meus modêlos é unica e desconhecida para êles:  a Vida, tal como a vemos nêste planeta, nada mais é que a continuação evolutiva da evolução anterior, cosmológica, atômica, primordial, e qualquer sistema estelar com as suficientes e necessárias condições emite bits-informação na forma de fótons que carregam o código astronomico semi-biológico, e uma vez na superficie de qualquer planeta,  nestas condições,  pode gerar os sistemas biológicos (os seres vivos) em vários pontos do planeta. Alguns sistemas não apresentam perfeitas condições mas de qualquer maneira desenvolve algumas espécies, e isto resulta no que o cientista diz abaixo: formas de vida diferentes de tudo que vemos na Terra. Estou estudando com atenção o “paper” publicado pelos cientistas no Journal of Cosmogy  e emocionando-me por ver vários ítens comprovando o que meus modêlos preveram a 25 anos atrás. Por exemplo, que todos os exemplares organicos extraterrestres apresentam apenas 8 tipos de aminoácidos, quando a Vida é constituída por 20 tipos. Ora meus modêlos sugeriam que se  a vida principia prematuramente em velhos planetas, novos pulsares, ou em cometas produzidos nestes astros, ela deve se estabilizar apenas com a metade das informações do código genético, relativa à meia-face esquerda da Matriz/DNA. E pelo que diz os artigos, desconfiam que os meteóritos vieram de cometas.  Ora, a presença da metade dos aminoacidos indica justamente isso! Outra informação é que mediram temperaturas  do nucleo de cometas e descobriram que os nucleos tem regiões quentes ! Na base de 350 graus Kelvin! Quando expus os modêlos da Matriz/DNA um dos assuntos mais criticados foi essa sugestão que seus nucleos já foram quentes um dia, ou se o cometa ainda é novo deve ser ainda quente, pois todas as teorias na época afirmavam que o nucleo de cometas seria gêlo. Eu não quero acreditar na cosmovisão da Teoria da Matriz/DNA mas não tem como me desviar dela, ela agarra como carrapato, e cada vez que a Ciência descobre algo novo ela me dá um beliscão e sussurra: “Eu não disse?”

O trecho seguinte é meu comentário postado em alguns blogs que veicularam esta noticia:

Sinto muito mas posso estar trazendo uma má notícia: vocês com educação acadêmica podem terem sido enganados a respeito como funciona êste mundo. Da mesma forma que todos os estudantes antes de Copérnico foram enganados a verem o mundo ao contrário.

Resolver o mistério sôbre as origens da Vida hoje é mais um trabalho para detetives  filósofos do que laboratorial, aplicando o mesmo método de Watson e Crick para decifrar o código genético. Pois agora trata-se de identificar e decifrar o código cósmico que evoluiu e gerou o código genético. Vocês não estão fazendo isso porque separaram a Evolução Cosmológica da Evolução Biológica, criando dois blocos da História Universal sem conexão alguma entre êles, interpondo um abismo entre os dois que foi preenchido pela doutrina do Acaso Absoluto.

Meu método nesta tentativa de detetive filósofo foi a anatomia comparada entre as duas evoluções, entre sistemas naturais vivos e não-vivos, e o resultado que está sob testes por enquanto, está na Teoria “A Matriz Universal dos Sistemas Naturais e Ciclos Vitais” em cujo website estou publicando as evidências encontradas a cada dia. E segundo indicam estes resultados, rápidamente tenho os seguintes comentários sôbre o tema:

1) A Vida pode emergir em muitos astros e em vários pontos diferentes de um mesmo astro. O problema do Dr. Hoover é sua crença na panspermia, a qual aponta para uma unica origem da Vida e seu posterior espalhamento pelo Cosmos. Acontece que os sistemas biológicos (aka seres vivos) são meras continuidades evolutivas dos sistemas naturais anteriores, e o mais evoluído antes da primeira célula era o sistema galáctico, portanto nêste está o principio do código que evoluiu para o DNA, conforme indica o diagrama/software em meu website. Tôda galaxia tem este código como organizador de sua estrutura e portanto tôda galaxia pode gerar a Vida. E isto implica em vida sob muitas origens em muitos pontos diferentes.

2) O fato de que todas as amostras creditadas como vida extraterrestre apresentarem apenas 8 dos 20 aminoacidos necessarios para a vida terrestre e a possibilidade de que estas amostras vieram de cometas confirma a minha teoria da Matriz/DNA. Cometas, ao contrário do que a teoria Acadêmica Nebular está sugerindo, são produzidos pela emissão no espaço de magma provenientes de gigantes vulcões em planetas velhos sendo transformados em pulsares. Como eles carregam apenas metade do código cósmico, apenas podem produzir protótipos de sistemas biológicos e com a metade dos aminoacidos relacionados à meia-face esquerda da Matriz/DNA.

3) A revelação no “paper” do Dr. Hoover de que nucleos de cometas apresentam regiões quentes (350 graus K) é consagração de mais uma das previsões dos modêlos registrados a 25 anos atrás da Teoria da Matriz/DNA, quando fui criticado por muitos devido a teoria acadêmica afirmar que este nucleo seria congelado.

4) Por meu lado eu estou muito satisfeito e animado que cientistas de coragem e muito trabalho como o Dr. Hoover esteja em atividade. Ele está lutando contra as barreiras das crenças predominantes e pode estar abrindo mais as portas para a evolução do conhecimento humano.
                                                          Atenciosamente, Louis Morelli, New York, USA

Vejamos artigos relacionados (alguém aí tem tempo para traduzir os textos em inglês para português e vice-versa? Por favor!)  

NASA Offers Proof Of Alien Life

http://spaceosaur.co.uk/2563/nasa-offers-proof-of-alien-life/

A NASA scientist has come to the surprising conclusion that alien life exists, and even has the fossils of it to back the claims up.

The alleged fossil shown in the picture above was found in a meteorite by Dr. Richard B. Hoover, an astrobiologist with NASA’s Marshall Space Flight Center, cracked open the meteorite in a totally sterile lab, and using an electron microscope took the image above, which certainly does look like bacteria. In fact, Dr Hoover noted that it looked surprisingly similar to the giant bacterium Titanospirillum velox, an organism found here on planet Earth.

I interpret it as indicating that life is more broadly distributed than restricted strictly to the planet earth. This field of study has just barely been touched — because quite frankly, a great many scientist would say that this is impossible.

Dr Hoover speaking with FoxNews.com

Some of the supposed fossils found in the research look very similar to ones we have here on Earth, while he says that others are totally alien and look nothing like anything we have ever seen before. Many people often assume alien life will be remotely similar to Earths life, or totally different, but rarely not both.

The exciting thing is that they are in many cases recognizable and can be associated very closely with the generic species here on earth. There are some that are just very strange and don’t look like anything that I’ve been able to identify, and I’ve shown them to many other experts that have also come up stumped.

Dr Hoover speaking with FoxNews.com

Dr Hoover spoke with Fox News about the discovery, although the report itself is not actually new, in fact it was published in a paper by NASA back in 2007 . It is surprising that this was not picked up on earlier, now that a major news source has picked up on it, the story is quickly gaining momentum in the media. The final article is to be published in the March addition of the Journal Of Cosmology. When officially published, this paper will be heavily scrutinized, people will try and deny it or prove it wrong, and it will be exciting to see what the consensus of opinion is.

This is not the first time people have claimed to have found fossilized life in a meteorite from Mars, although this was never confirmed and the supposed fossil did not look quite as convincing as this one.

If provable, this could change the way we explore space forever, we would no longer be looking for whether microbial life can exist elsewhere, but instead we will be looking to find out where it is from. It would be even more exciting for the prospects of the universal alien life if it were ever determined that this possible alien microbe was from somewhere else in our own solar system, as two occurrences of life in one solar system would mean that we can be near certain of life elsewhere and it might not be as rare as once thought.

Not only this, but if we want to send manned missions to other planets, moons and asteroids in the future, we will have to be extremely careful in doing so, careful to protect the crew from anything that could be harmful, but just as important is the protection of any potential ecosystems of microbes or more advanced life.

It shocks me that it has taken over 3 years for this story to get wide attention even though the work hasn’t been officially published yet, I’d have thought the media would have jumped on this from the go; now that the cat is out of the unsealed bag, what an exciting development, perhaps this is the first alien ever seen by mankind, it may not be a green man in a flying saucer on the lawn of the white house, but to us here at Spaceosaur, it is just as amazing if real.

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Microfossils of Cyanobacteria in the Orgueil Carbonaceous Meteorite

http://www.batse.msfc.nasa.gov/colloquia/abstracts_summer07/rhoover.html

Richard B. Hoover, BSc
Scientist
Astrobiology Laboratory
NASA/MSFC/NSSTC

During the past decade, Scanning Electron Microscopy investigations at NASA/MSFC and NSSTC have resulted in the detection of embedded coccoidal and filamentous forms in freshly fractured interior surfaces of the Orgueil CI1 carbonaceous meteorite. Many of these forms have sizes and morphologies consistent with well-known genera and species of Cyanobacteria. Similar forms have never been detected in any of the stony chondrites, achondrites, diogenites, nickel-iron meteorites or lunar samples studied. Energy Dispersive X-ray Spectroscopy (EDS) and 2D maps indicate that these filaments in Orgueil are permineralized with magnesium sulfate, encased within carbon-rich sheaths and depleted in Nitrogen. Many of the large and complex forms are polarized filaments that exhibit highly differentiated and specialized cells for nitrogen fixation (heterocysts) and reproduction (hormogonia, akinetes and baeocytes). High-resolution images will be presented to show that the Orgueil filaments are biological in origin and can be interpreted as morphotypes of all known Orders of Cyanobacteriaceae. C/S and C/N ratios will be presented to demonstrate that the forms embedded in the meteorite rock matrix cannot logically be dismissed as post-arrival biological contaminants. It is concluded that the well-preserved, fossilized filaments and dense mats found in Orgueil represent the remains of a complex aquatic and benthic cyanobacterial mat community that grew on the parent body of the meteorite prior to entry into Earth’s atmosphere.

BIOGRAPHICAL SKETCH:

Richard B. Hoover conducts research in Microbial Extremophiles and Astromaterials at the NSSTC Astrobiology Laboratory. He has authored/edited 35 books and over 250 scientific papers. He is well known for his work on X-Ray Optics and is an internationally recognized diatomist. He Inventoried the Henri van Heurck Diatom Collection at the invitation of the Royal Society of Belgium and authored the first article on Diatoms to appear in National Geographic (June, 1979). He collaborated with the late Sir Fred Hoyle exploring the possibility that diatoms and other microorganisms might inhabit comets or the oceans of Europa. His diatom photos have appeared in many international publications published and for almost a decade his arranged diatom slides were exhibited at the American Museum of Natural History in New York. Hoover has led scientific expeditions to collect microbial extremophiles in California, Santorini, Hawaii Alaska, Patagonia, North Siberia and Antarctica that resulted in the discovery and valid publication of a new genus Anaerovirgula and several new species of bacteria and archaea. Astronauts James Lovell and Owen Garriott participated in the Antarctica 2000 Expedition that resulted in the discovery of the new species Trichococcus patagoniensis that grows at -5 degrees C. The new species Tindallia californiensis, Desulfonatronum thiodismutans and Spirochaeta americana (a hydrogen producer) were discovered in samples from Mono Lake and Carnobacterium pleistocenium is a living Pleistocene bacterium recovered from 32,000 year old ice sample from the Fox Tunnel of Alaska. Thermococcus thioreducens is a new species of archaeon from the Rainbow Hydrothermal Vent that will be published in July 2007. He has extensively studied living cyanobacteria, cryopreserved cyanobacteria in the Deep Vostok Ice Cores and cyanobacterial microfossils in Proterozoic Phosphorites from Mongolia and Archaean rocks from Siberia. Hoover is a Fellow of SPIE and was 2001 SPIE President. He served on several Boards of Directors: SPIE; American Association of Engineering Societies; and Council of Scientific Society Presidents as well as Editorial Boards of several Journals: Journal of X-Ray Science and Technology, Optical Engineering, Advances in Optical Technology; and Astrobiology and his book Perspectives in Astrobiology was published in 2005. Richard Hoover was elected a Fellow of the Explorers Club (2001) in recognition of his exploration in search for novel life forms in some of the most hostile environments on Earth, and his detection of evidence of microfossils in meteorites, led to his selection as an Honorary Life Member (2004) of the Planetary Studies Foundation.

Richard Hoover has led scientific expeditions to collect extremophiles in the permafrost and glaciers of North Siberia, Alaska, Patagonia and Antarctica; haloalkaline lakes, geysers and fumaroles of California, Santorini, and Hawaii. He was Science Team Leader to the Patriot Hills, Thiel Mountains, and South Pole of Antarctica. These expeditions resulted in the discovery and valid publication of several genera and species of bacteria and archaea previously unknown to science. Astronauts James L. Lovell and Owen K. Garriott participated in Antarctica 2000 Expedition, which resulted in the discovery of Trichococcus patagoniensis that can grow at -5 degrees C. Novel species of bacteria: Tindallia californiensis, Desulfonatronum thiodismutans and Spirochaeta americana (which produces hydrogen as its main waste product) were isolated from samples he collected in Mono Lake, CA. Carnobacterium pleistocenium is a living Pleistocene microorganism that he recovered from 32,000 year old ice of the Fox Permafrost Tunnel in Alaska. The new genus Anaerovirgula multivorans is unusual in that it can grow on both D- and L- sugars. Thermococcus thioreducens is a novel archaeon collected by Owen Garriott from the Rainbow Hydrothermal. He is Fellow of SPIE and was 2001 SPIE President of SPIE. He has served on the Boards of Directors of SPIE; the American Association of Engineering Societies; and the Council of Scientific Society Presidents and the Editorial Board of: Journal of X-Ray Science and Technology, Optical Engineering and Astrobiology. His book Perspectives in Astrobiology was published in 2005. In recognition of his exploration in some of the most hostile environments on Earth in search of novel life forms, Hoover was elected a Fellow of the Explorers Club in 2001. His research on new species of microbial extremophiles and the detection of evidence of microfossils in meteorites, led to his selection in 2004 as an Honorary Life Member of the Planetary Studies Foundation.

Journal of Cosmology:

http://journalofcosmology.com/Life100.html

4.4 Amino Acids and Chiral Biomarkers Modern Bacteria and Carbonaceous Meteorites. A suite of 20 life-critical amino acids are present in the proteins of all life forms known on Earth. The protein amino acids exhibit homochirality in that they are exclusively the L-enantiomer. Table IV shows the protein L-amino acids in the exopolysaccharide (EPS) slime sheath of the cyanobacterium Microcystis aeruginosa K-3A; living cells of the bacteria E. Coli and Salmonella sp. and ancient terrestrial biology (e.g., a Fly in amber and teeth of a Cretaceous Duck-Billed Hadrosaur) for comparison with extraterrestrial amino acids detected in the Murchison, Murray, Orgueil and Ivuna meteorites reported by Ehrenfreund et al., Engel et al. and Cronin and Pizarello. The amino acids of Table IV shown in italics or marked with “-“ or “n.d.” were either not detected or present at only trace levels in the fossils in terrestrial rocks and carbonaceous meteorites. Even though there is no doubt that the amber encased fly and the Hadrosaur teeth are biological in origin, it is seen that these fossils are also missing several of the same amino acids that absent in the carbonaceous meteorites. Only 8 of the 20 life-critical protein amino acids are detectable in water/acid extracts of carbonaceous meteorites. The fact that several of the amino acids missing in meteorites and ancient terrestrial fossils are abundant in living bacteria provides strong evidence that the meteorites are not contaminated by modern biological materials. If modern bio-contaminants were present, all 20 protein amino acids should be detected.

The data of Table IV indicates that the most abundant (by weight%) amino acids in the cyanobacterium Microcystis sp. are GLU, ASP, ALA, GLY and LEU (all above 8%) followed closely by THR, SER, VAL, ILEU and PRO (all above ~5%). However, GLY is by far the most abundant protein amino acid in the Murchison (CM2), Murray (CM2), Orgueil (CI1) and Ivuna (CI1) carbonaceous meteorites and it is followed by ALA, GLU and ASP. However, in these carbonaceous meteorites, the protein amino acids LEU, THR, SER, VAL, ILEU and PRO, which are abundant in all life on Earth, are either totally absent or detected only at trace levels. As has been pointed out by Engel and Macko (2005) these missing protein amino acids provide clear and convincing evidence that the interior portions of the CI1 and CM2 carbonaceous meteorites are not contaminated by modern cyanobacteria, pollen, fingerprints or other microbial contaminants. Isovaline (IVA), α-aminoisobutyric acid (AIB) and γ -Aminobutyric Acid (GABA) are the most abundant non-protein amino acids in carbonaceous meteorites. While they are not protein amino acids it is wrong to conclude that they are not biological in nature. The amino acids IVA and AIB are formed on Earth by the diagenetic alteration of ancient biological materials and γ -Aminobutyric Acid is synthesized by organisms on Earth. However, most protein amino acids are absent in meteorites and terrestrial fossils and only 8 of the 20 life-critical protein amino acids have been found in carbonaceous meteorites using the most sensitive modern methodologies available.

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4.5 Comets as Parent Bodies of CI1 Carbonaceous Meteorites. The CI1 carbonaceous meteorites are jet-black stones that contain indigenous extraterrestrial water. The albedo of the Orgueil meteorite is extremely low (~0.05) and comparable to that of the very dark C-type asteroids and the nuclei of comets. This is blacker than asphalt which has an albedo of ~ 0.07. The European Space Agency Halley Multicolor Camera aboard the Giotto Spacecraft obtained images at the closest approach (00:03:01.84 UT on March 14, 1986) at a distance of 596 km from the centre of the nucleus revealing detailed topographic features on the black (albedo 0.04) surface and jets Lamarre et al. (1986) reported that IKS-Vega data indicated the temperature of nucleus of comet Halley was 420 K +/- 60K at 0.8 A.U which was consistent with “a thin layer of porous black material covering the comet nucleus.” The Deep Space 1 spacecraft found the 8 km long nucleus of Comet 19P/Borrelly to be very hot (~345 K) with prominent jets aligned with the orientation of the rotation axis of the nucleus and albedo of 0.01 to 0.03 (Soderbloom et al. 2002). Ices of water, carbon dioxide, methane and other volatiles in the cold nucleus in proximity to the hot crust would melt and then boil to produce high pressure beneath the crust if gas is released faster than it can escape through the porous crust. In regions where the pressure exceeds the strength of the crust, localized failure of portions of the crust could result in explosive release of the gas giving rise to the observed flaring of comets and the dramatic jets.

Once a comet enters the inner solar system, it becomes hot from solar radiation on the black nucleus and loses mass rapidly. The European Space Agency Infrared Space Observatory (ISO) showed that water was the primary volatile (75-80 %) of the 40-50 km diameter nucleus of Comet Hale-Bopp. Minor volatile fractions detected (CH4, NH3 and H2CO) could have come from clathrates (H2O ice with simple gasses like CO2 and NH3 in a stable lattice structure) or result from atmospheric chemistry. ISO found that Hale-Bopp released water vapor, carbon monoxide and carbon dioxide at a rate of 2 x 109 kg/sec and detected olivine in the dust. Olivine is commonly encountered in meteorites. As comets lose ices they develop an inert outer crust from the less volatile material. The nuclei of comets are extremely complex – they exhibit rugged terrain, smooth rolling plains, deep fractures and are composed of very dark material. This black crust becomes very hot while the comet is in the inner regions of the Solar System.

Figure 7.a. is a NASA Deep Space 1 spacecraft composite false color image showing geyser-like jets erupting from the long prolate nucleus (8 km) of comet 19P/Borrelly on Sept. 22, 2001. (The colors indicate three orders of magnitude in light level (red is 1/10, blue 1/100 and purple 1/1000 the intensity of the comet nucleus). The red bumps on the nucleus are real and show where the main jet resolves into three distinct narrow jets coming from distinct sources on the comet nucleus. These narrow jets are entirely consistent with the hypothesis that internal pressures generated by steam produced by melting of internal ices which then boil into gases as they are vaporized as heat conducts through hot crust. The NASA Deep Impact probe obtained the valuable data about the nature of comets as it approached and when the impactor collided with the nucleus of comet 9/P Temple 1 on July 4, 2005. Fig. 7.b is a Deep Impact image of the nucleus of comet Temple 1. The regions shown in blue are where exposed deposits of water ice that were detected on the surface of the comet nucleus Sunshine et al. (2005). These water ice regions ere observed to be ~30% brighter than the surrounding areas and probably were exposed when portions of the black crust was blown off into space by the explosive eruptions such as were recorded in a video by the spacecraft. The Deep Impact measurements of the temperature profile of comet P/Temple 1 nucleus at 1.5 AU is shown in Figure 7.c. Even as far away from the Sun as Mars the jet-black comet nucleus reaches temperatures as high as 330 K (57 oC). Furthermore, the lowest temperatures measured on the crust were ~ 280 K (7 oC) which is slightly above the temperature at which water ice changes from solid to liquid phase. Prior to the impact, the ambient outgassing of Temple 1 was ~6×1027 molecules/s of water. However, the free sublimation of ice calculated above (~200 K) was only ~4.5 x 1021 molecules/m2/s indicating that the ambient outgassing had significant subsurface sources. The Deep Impact spacecraft also observed numerous events of flaring of the nucleus and eruption of geyser-like jets as the comet was approached and before the collision of the impactor. On November 4, 2010, the NASA EPOXI extended mission of the Deep Impact Spacecraft passed within 435 miles of the 2.2 km long nucleus of comet Hartley 2 and revealed bright jets of carbon dioxide gas and dust.

These observations of comets are consistent with the hypothesis that the comet crust impedes the flow of gasses such that pressures develop as ices melt and vaporize in pockets and cavities beneath the crust. This provides the pressures needed to allow water to transition from the solid to the liquid state and then into the gaseous state. This would create micro-niches with pools of liquid water trapped within pockets in rock and ice, very much analogous to the cryoconite and ice bubble ecosystems contained psychrophilic microbial extremophiles such as those described from the glaciers and frozen Pleistocene thermokarst ponds of Alaska and Siberia and the glaciers and perennially ice covered lakes of the Schirmacher Oasis and Lake Untersee in East Antarctica (Hoover, 2008; Hoover and Pikuta, 2010; Pikuta et al. 2005). If gas is produced faster than it can escape through the porous crust, it could high pressures resulting in localized failure of weaker portions of the crust and the violent eruption into space of carbon dioxide, water vapor and chunks of crust and particles of ice and dust propelled into space and directed into the dust tail of the comet. These dust particulates could give rise to meteor showers as the comet passes through the tail. From time to time, larger chunks of the ejected may survive passage through the Earth’s atmosphere and this could be the link between comets and the CI1 (and possibly the CM2) carbonaceous meteorites. The fact that the CI1 meteorites contain minerals that were extensively altered by liquid water on the parent body and that the stones have been found to contain a large amount of indigenous extraterrestrial water clearly establishes that their parent bodies were most likely comets or water-bearing asteroids. It is now well known that the black nuclei of comets get very hot (significantly above >273 K where water ice melts) as they approach the Sun.

Gounelle et al. (2006) used the eyewitness accounts to compute the atmospheric trajectory and orbit of the Orgueil meteoroid and concluded that the orbital plane was close to the ecliptic and that entry into the atmosphere took place at a height of approximately 70 km and an angle of ~20°. Their calculations indicated the meteoroid terminal height was ~20 km and the pre-atmospheric velocity was > 17.8 km/sec. They found the aphelion to be 5.2 AU (the semi-major axis of orbit of Jupiter) and perihelion ~0.87 AU, which is just inside the Earth’s orbit as would be expected for an Earth-crossing meteorite. This calculated orbit suggests the Apollo Asteroids and the Jupiter-family of comets are likely candidates for the Orgueil parent body include (although Halley-type comets are not excluded).

The cosmochemistry data for a cometary parent body is entirely consistent with the composition and characteristics of the CI1 meteorites. This suggestion that the parent body of the CI1 carbonaceous meteorites were possibly comets is significant with regard to possible existence of indigenous microfossils in the Alais, Ivuna and Orgueil meteorites. From the extensive evidence of aqueous alteration on the Orgueil parent body and the presence of indigenous water in the Orgueil meteorite it is clear that the parent body was either a water-bearing asteroid or a comet. However the Giotto and Vega observations of Halley and the Deep Impact Observations of the nucleus of 9P/Temple-1 have clearly established that these bodies get very hot as they enter the inner regions of the Solar System. It is now clear that any water bearing asteroid with an albedo of the Orgueil meteorite would reach a temperature above 100 C at 1AU. At these temperatures, water ice and other volatiles would be converted to liquid water, steam, and produce an expanding cloud of gas and expelled particulates. Any planetessimal orbiting the Sun and possessing a gaseous envelope and dust tail is traditionally refered to as “comet” rather than an asteroid, and therefore it seems logical that comets represent the most probable parent bodies for these water rich, black meteorites that travel in trajectories that cross the orbit of planet Earth.

4.6 Role of Comets and Carbonaceous Meteorites in the Origin and Evolution of the Earth’s Atmosphere, Hydrosphere, and Biosphere The relationship of comets with carbonaceous meteorites and their role in the origin and evolution of the atmosphere, hydrosphere, and biosphere of Earth has become better understood during the past few decades. The cratered surface of the moon provides clear evidence of the intense Hadean bombardment of the inner planets and moons by comets, asteroids and meteorites during the early history of the Solar System. Watson and Harrison (2005) interpreted the crystallization temperatures of 4.4 Ga Zircons from Western Australia as providing evidence that liquid water oceans were present on the early Earth within 200 million years of the formation of the Solar System. It has recently become more widely recognized that comets played a crucial role in the formation of the atmosphere and oceans of early Earth during the Hadean bombardment (Delsemme, 1997; Steel, 1998; Owen, 1997).

In 1978, Sill and Wilkening proposed that comets may have delivered life-critical biogenic elements carbon and nitrogen trapped within clathrate hydrates in their icy nuclei. In the same year, Hoyle and Wickramasinghe (1978, 1981, 1982, 1985) have proposed that comets delivered not only water, biogenic elements and complex organic chemicals to the surface of planet Earth, but that they also delivered intact and viable microorganisms. The detection of microfossils of cyanobacteria and other filamentous trichomic prokaryotes in the CI1 carbonaceous meteorites (which are likely cometary crustal remnants) may be interpreted as direct observational data in support of the Hoyle/Wickramasinghe Hypothesis (Wickramasinghe 2011) of the role of comets in the exogenous origin of terrestrial life.

Eberhardt et al. (1987) measured the deuterium/hydrogen ratios in the water of comet P/Halley. Delsemme (1998) found that that the D/H ratio of the water molecules of comets Halley, Hale–Bopp and Hyakutake were consistent with a cometary origin of the oceans. Dauphas et al., (2000) interpreted the deuterium/hydrogen ratios indicate that the delivery of water and ice to the early Earth during the late Hadean heavy bombardment by comets, asteroids and meteorites helped to cool the Earth’s crust and form the early oceans. Table V shows data extracted from the Robert et al. (2000) compilation of Deuterium/Hydrogen ratios of selected components of the Cosmos.

When these bodies are grouped in accordance with their D/H ratio it is easily seen that the telluric inner planets and the LL3 (stony) and SNC (Mars) meteorites have high (~500-16,000) ratios and the gas giants, protosolar nebula, ISM and Galaxies are very low (~15-65). The D/H ratios of the comets (~290-330) and carbonaceous meteorites (~180-370) are much closer to that of Earth (~149) and support the hypothesis that they may have made significant contributions to the formation of the oceans of our planet. It is interesting that the D/H ratios of comets are very similar to the ratios measured in the kerogen, amino acids and carboxylic acids of the Orgueil (CI) and other (CM, CV, and CR) carbonaceous meteorites. This supports the view that although stony meteorites are most probably derived from rocky asteroids, the carbonaceous meteorites most probably are derived from water-bearing asteroids or the nuclei of comets. The 30 m diameter fast-spinning carbonaceous asteroid 1998 KY26 that was discovered on June 2, 1998 has been found to contain 10-20% water. However, the small carbonaceous, water-rich asteroid 1998 KY26 also has color and radar reflectivity similar to carbonaceous meteorites and it may be a spent comet. Near IR observations indicated the presence of crystalline water ice and ammonia hydrate on the large Kuiper Belt object (50000) Quaoar with resurfacing suggesting cryovolcanic outgassing. The Cassini/Huygens spacecraft has recently obtained data indicating that a vast liquid water ocean may also exist beneath the thick frozen crust of Titan. Cassini/Huygens has also detected evidence for cryovolcanic water-ice geysers on Titan and Saturn’s moon Enceladus.

5. EVIDENCE OF MICROFOSSILS IN CI1 METEORITES AND LIFE IN ICE: IMPLICATIONS TO POSSIBLE LIFE ON COMETS, EUROPA, AND ENCELADUS

The detection of evidence of viable microbial life in ancient ice (Abyzov et al., 1998, 2003; Hoover and Pikuta, 2010) and the presence of microfossils of filamentous cyanobacteria and other trichomic prokaryotes in the CI1 carbonaceous meteorites has direct implications to possible life on comets and icy moons with liquid water oceans of Jupiter (e.g. Europa, Ganymede or Callisto) and Enceladus (Fig. 8.a) Saturn’s spectacular moon that is exhibiting cryovolcanism and spewing water, ice and organics into space from the region of the blue and white “tiger stripes.” Europa exhibits red, orange, yellow and ochre colors and fractured regions indicating the icy crust is floating on a liquid water ocean. The possibility of life on Europa has been discussed by Hoover et al. (1986): Chyba et al. (2001) Dalton et al. (2003), and in edited books by Russell (2011), and Wickramasinghe (2011) and in Volumes 5, 11, and 13 of the Journal of Cosmology. Hoover et al. (1986) argued while deep blue and white colors in the Galileo images of the Jovian moon Europa were typical of glacial ice, ice bubbles and snow on Earth as seen in this image of ice bubbles from the Schirmacher Oasis of East Antarctica (Fig, 8.b). The red, yellow, brown, golden brown, green and blue colors detected by the Galileo spacecraft in the Conamara Chaos region (Fig. 8.c.) and the deep red lines of the icy crust of Europa (Fig. 8.d.) are consistent with microbial pigments rather than evaporite minerals. The 1986 paper suggested that the colors seen in Europa images resulted from microbial life in the upper layers of the ice. A number of more recent studies and books have been published concerning the significance of ice microbiota to the possibility of life elsewhere in the Solar System (e.g. Russell 2011; Wickramasinghe 2011; Volumes 5, 7, 13 of the Journal of Cosmology).

Diatoms are golden brown and cyanobacteria exhibit a wide range of colors from blue-green to red, orange, brown and black. Bacteria recovered from ice are often pigmented. For example, the extremophiles isolated from the ancient Greenland ice cores produce pigmented colonies. Herminiimonas glaciei colonies are red (Fig. 8.e) and the colonies of “Chryseobacterium greenlandensis” exhibit yellow pigments (Fig. 6.b.). Figure 5.c. shows the red pigmented colonies of the new genus of psychrophile, Rhodoglobus vestali isolated from a lake near the McMurdo Ice Shelf, Antarctica (Sheridan et al. 2003). Colonies of Hymenobacter sp. (Fig. 6.d.) isolated from the Schirmacher Oasis Ice Cave are red-ochre in color (Hoover and Pikuta, 2009, 2010). The possibility of life on Enceladus and the detection of biomarkers in the plumes of water, ice and organic chemicals ejected from the “Tiger Stripes” of Enceladus has been discussed by McKay et al., (2008) Hoover and Pikuta ( 2010) and in a number of articles published in volumes 5, 7, and 13 of the Journal of Cosmology.

6. CONCLUSIONS

It is concluded that the complex filaments found embedded in the CI1 carbonaceous meteorites represent the remains of indigenous microfossils of cyanobacteria and other prokaryotes associated with modern and fossil prokaryotic mats. Many of the Ivuna and Orgueil filaments are isodiametric and others tapered, polarized and exhibit clearly differentiated apical and basal cells. These filaments were found in freshly fractured stones and are observed to be attached to the meteorite rock matrix in the manner of terrestrial assemblages of aquatic benthic, epipelic, and epilithic cyanobacterial communities comprised of species that grow on or in mud or clay sediments. Filamentous cyanobacteria similar in size and detailed morphology with basal heterocysts are well known in benthic cyanobacterial mats, where they attach the filament to the sediment at the interface between the liquid water and the substratum. The size, size range and complex morphological features and characteristics exhibited by these filaments render them recognizable as representatives of the filamentous Cyanobacteriaceae and associated trichomic prokaryotes commonly encountered in cyanobacterial mats. Therefore, the well-preserved mineralized trichomic filaments with carbonaceous sheaths found embedded in freshly fractured interior surfaces of the Alais, Ivuna, and Orgueil CI1 carbonaceous meteorites are interpreted as the fossilized remains of prokaryotic microorganisms that grew in liquid regimes on the parent body of the meteorites before they entered the Earth’s atmosphere.

The Energy Dispersive X-ray spectroscopy data reveals that the filaments detected in the meteorites typically exhibit external sheaths enriched in carbon infilled with minerals enriched in magnesium and sulfur. These results are interpreted as indicating that the organisms died on the parent body while aqueous fluids were present and the internal cells were replaced by epsomite and other water soluble evaporite minerals dissolved in the liquids circulating through the parent body. The nitrogen level in the meteorite filaments was almost always below the detection limit of the EDS detector (0.5% atomic). However, nitrogen is essential for all amino acids, proteins, and purine and pyrimidine nitrogen bases of the nucleotides of all life on Earth.

Extensive EDS studies of living and dead cyanobacteria and other biological materials have shown that nitrogen is detectable at levels between 2% and 18% (atomic) in cyanobacterial filaments from Vostok Ice (82 Kya) and found in stomach milk the mammoth Lyuba (40 Kya); mammoth hair/ tissue (40-32 Kya); pre-dynastic Egyptian and Peruvian mummies (5-2 Kya) and herbarium filamentous diatom sheaths (1815). However, Nitrogen is not detected in ancient biological materials such as fossil insects in Miocene Amber (8 Mya); Cambrian Trilobites from the Wheeler Shale (505 Mya) or cyanobacterial filaments from Karelia (2.7 Gya). Consequently the absence of nitrogen in the cyanobacterial filaments detected in the CI1 carbonaceous meteorites indicates that the filaments represent the remains of extraterrestrial life forms that grew on the parent bodies of the meteorites when liquid water was present, long before the meteorites entered the Earth’s atmosphere. This finding has direct implications to the distribution of life in the Cosmos and the possibility of microbial life in liquid water regimes of cometary nuclei as they travel within the orbit of Mars and in icy moons with liquid water oceans such as Europa and Enceladus.

Astronomia:Importante Levantamento Atual da Pesquisa Espacial e da Vida Extraterrestre

terça-feira, fevereiro 1st, 2011

Artigo do NYT é prova que vamos descobrir Vida-Et antes da NASA

Artigo no NYT-Science desta semana ( link abaixo) descreve como está a corrida para encontrar outros planetas fora do sistema solar principalmente procurando detectar Vida Extraterrestre. O modêlo cosmológico da Matriz abordaria o problema, ao menos intelectualmente, acrescentando uma outra abordagem para a pesquisa. Explico com uma analogia.

Imagine micróbios inteligentes habitando a superficie de um ribossomo dentro de uma célula que está dentro do corpo de um elefante. Se êles estivessem em nosso atual nível da evolução, como fariam para saber se há outros ribossomos e se há vida nêles, nas outras células que lhe pareceriam tão difusas e distantes como as galáxias e as estrêlas parecem a nós?

Hein?

Pois êsse é exatamente o nosso caso atual. Para começar, poderiam detectar vários tipos de corpos à volta do nucleo celular, mas a difusa visibilidade e os deficientes meios técnicos atuais para identificar os corpos tornaria dificel saber se tais corpos seriam ribossomos e não mitocondrias, lisossomos, ou simples moléculas. Apenas temos as variações da luz da estrêla quando o corpo se põe entre nós e ela, o que quase nada elucida a identificação do corpo. Uma das idéias da Matriz/DNA é que devemos nos voltar para o planeta e pensar como êle poderia ser identificado por alguém naquelas estrêlas. Então quando o Kepler estiver distante de nós seria bom êle voltar-se em nossa direção, mandar imagens, e com elas estudaríamos esse problema. 

Mas agora imagine que tais micróbios estivessem numa célula do seu corpo e você pudesse saber de sua existência e observa-las, como imaginam os crentes seriam seus deuses.  Claro que se quisesse você arrumaria algum jeito de conduzi-los a contactarem micróbios de outra célula. Mas acho que você não iria querer. Pois se todos os micróbios de tôdas a s células se comunicarem e se unirem, podem dominar o seu corpo, tomar de ti o poder sôbre teu reino. Então acho que Deus não nos ajudaria nessa busca, por êsse motivo. “Dividir para reinar!”… já dizia Maquiavel. 

Mas que tal se nós ficar-mos pensando nesta história de micróbios vivendo na superfície de ribossomos para ver se temos alguma idéia genial e começamos a bater papo com os extraterrestres primeiro que a NASA? Já pensou na surprêsa do pessoal da NASA ao receberem um convite:

“Os senhores estão convidados a participarem de uma teleconferência na Internet Espacial com o Comandante Austriak e sua Esquadra Galáctica de Orion, Nebula, que se fará realizar aqui na Selva Amazônica no próximo domingo. Serão bem vindos. Alojamento grátis. Abraços… pessoal da Matriz/DNA”. 

Ahhhh… como é bom sonhar…ao menos, desopila o fígado…

Quer ver o artigo? Se pedir login, é fácil e vale a pena se registrar. Se não, procure que há outros caminhos para chegar a êste extraordinário jornal. 

The New York Times

Space @ Cosmos

http://www.nytimes.com/2011/01/31/science/space/31planet.html?pagewanted=2&ref=general&src=me

Gazing Afar for Other Earths, and Other Beings

Published: January 30, 2011