Archive for the ‘Blogs Científicos’ Category

Origem da Vida: a Teoria Atualizada da Quimica e Astrobiologia

quinta-feira, janeiro 29th, 2015

https://conexaociencia.wordpress.com/2009/10/19/astrobiologia-e-origem-da-vida/

Palestras ministradas durante a XXV Semana de Química da UEL.

As possibilidades de como a vida se originou

Como a vida surgiu e evoluiu? Existem seres vivos em outros planetas? E qual vai ser o destino da Terra? “Todas as respostas para essas perguntas podem estar na Astrobiologia”, afirma o Prof. Dr. Dimas Zaia – graduado em Química pela Universidade Estadual de Maringá (UEM) e em Física pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), mestre e doutor em Química Analítica pela Universidade de São Paulo (USP), e bolsista de um doutorado sanduíche (1) pela Rockfeller University, Nova Iorque entre 1992 e 94 – em uma das palestras ministradas durante a XXV Semana de Química da UEL.

Astrobiologia, segundo  o professor Zaia, é o estudo da origem, evolução, distribuição e do futuro da vida no universo. De acordo com o site da NASA (http://astrobiology.nasa.gov/about-astrobiology/), o termo foi criado em 1996 pela própria agência. E, segundo o professor, essa ciência conta com os estudos de profissionais de diversas áreas – como químicos, físicos, astrônomos, geólogos, biólogos, matemáticos e até mesmo filósofos.

Matrix/DNA: Ôpa! Preciso descobrir quem são os filósofos que estão lá…

Na palestra, o pesquisador comentou que, dos estudos da Astrobiologia, é possível retirar algumas hipóteses sobre a origem de seres vivos na Terra. Uma delas, desenvolvida pela chamada Química Prebiótica (2), afirma que a vida começou a partir de precursores cósmicos e planetários, ou seja, moléculas – como amônia, gás carbônico e metano – vindas do próprio planeta terrestre e de outras partes do universo. Segundo o professor, é possível que essas moléculas tenham sido trazidas por poeiras estelares e por micro meteoros que se chocaram com a Terra, há bilhões de anos. Ao perfurar a atmosfera terrestre, esses asteroides carregariam grande quantidade de energia, a qual aumentaria a temperatura dos oceanos, permitindo que ocorressem reações químicas, originando os primeiros aminoácidos – estruturas componentes dos peptídeos, os quais, por sua vez, compõem as proteínas, que são os principais elementos constituintes dos seres vivos.

Matrix/DNA: “Então ele está querendo dizer que as primeiras moléculas da vida foram “cozinhadas” num recipiente de água quente? Isto  seria fácilverificar pela quimica. Foi feito experiencias colocando-se estes ingredientes – amônia, gás carbonico e metano – numa panela com agua salgada do oceano e levada ao fogo?”

De acordo com o Prof. Dr. Dimas Zaia, a Química Prebiótica também deu espaço para a hipótese de que as moléculas necessárias para as reações químicas poderiam ser produzidas aqui, e não vindas do espaço como a teoria citada anteriormente acreditava. Para isso, a energia usada nas ligações entre as moléculas seriam originárias dos raios ultravioletas emitidos pelo Sol. Segundo o professor, a criação dessas duas hipóteses deixa uma grande questão a ser respondida: “qual seria a origem das moléculas que se reagiriam dando origem aos aminoácidos?”

Matrix/DNA: “Porque os raios ultravioletas e não os outros? Segundo minha fórmula, nas origens devem serem aplicados os raios X e gama.

Para reforçar a segunda possibilidade, Dimas Zaia explica que, nas análises dos meteoros, foi possível identificar aminoácidos que não seriam protéicos, ou seja, aminoácidos que não compõem a proteína. Porém, ele reforça que é necessário ficar atento ao fato de que isso tudo não passa de uma possibilidade, e que talvez os aminoácidos que deram origem à vida terrestre tenham sido produzidos na Terra; e pode ser também que, futuramente, seja provado o contrário.

Matrix/DNA: ” Nos meteoros, os aminoácidos não compõem a proteína. Hummm… interessante. Um caminho  aberto para formas de vida muito diferente da nossa?

Entre os trabalhos que o Prof. Zaia desenvolve, um refere-se ao assunto. No projeto, ele realiza um estudo sobre a absorção de biomoléculas – bases nitrogenadas de DNA e RNA (3) e aminoácidos – em materiais que apresentam alto teor de minerais, como a argila. Ele também afirmou, durante a sua palestra, que já criou, em laboratório, alguns protonoides – estruturas resultantes do aquecimento do aminoácido a 250°C e que se assemelha a uma célula de um ser vivo.

A cronologia da vida na Terra

O professor André Celligoi, graduado em Geologia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP), com mestrado e doutorado em Geociências (Recursos Minerais e Hidrogeologia) pela Universidade de São Paulo (USP), ministrou a palestra “Evidências da vida Primitiva”, que ocorreu no dia 30 de setembro de 2009, nas dependências do departamento de Geociências da UEL.

A palestra tinha como objetivo analisar as evidências da origem da vida no planeta Terra, levando em consideração as condições climáticas, geográficas e químicas da época. O geólogo destacou que não é possível saber como se deu a origem da vida no planeta Terra, já que o tempo em que esses eventos ocorreram é um fator que atrapalha as pesquisas sobre o assunto. Entretanto, estudos direcionados a esse tema revelam possíveis evidências da origem da vida em nosso planeta. De acordo com o palestrante, o fóssil foi tomado como objeto de estudo para as pesquisas na área. A partir das análises feitas nessas estruturas foi possível encontrar vestígios de organismos que viveram há bilhões de anos. “Os fósseis foram usados para traçar uma linha de pesquisa e tentar descobrir hábitos de vida de animais, através de análises de uma pegada, por exemplo” palestrou  o prof. Dr. Celligoi.

O professor atentou durante toda a palestra para a questão da temporalidade das eras geológicas para traçar a explicação dos acontecimentos que tiveram mais importância em determinados intervalos de tempo. Declarou também que foi a partir de 600 milhões de anos atrás que surgiram os animais no planeta, na era Pré-cambriana, que é compreendida entre o aparecimento do Planeta Terra, há certa de 4,5 bilhões de anos, até o surgimento de uma grande quantidade de fósseis, que marca o início do período Cambriano, há cerca de 540 milhões de anos.

Mas, colocando em ordem de acordo com a temporalidade anteriormente citada, foi há muitos milhões de anos que surgiu a primeira evidência de vida. “Os estromatólitos são a primeira evidência de vida no planeta. Eles têm uma datação que gira em torno dos 3,5 bilhões de anos”, explicou André Celligoi. O professor complementou ainda que esses seres são estruturas formadas por algas cianofíceas, conhecidas popularmente como algas azuis, encontrados em maior número na Austrália nas zonas de intra-maré, devido a condições pré-determinadas, como uma maior temperatura das águas nessas regiões inter-tropicais. Em seguida, aparecem na classificação o Sélex Gunflint (2 bilhões de anos), um ser vivo que não tinha ainda um núcleo organizado.

Matrix/DNA: “Pesquisar estromatólitos ( algas cianofíceas) e Sélex Gunflint.

1) estromatólitos: Estromatólito pode ser definido como uma rocha fóssil formada por atividades de microrganismos (ciamobaterias) em ambientes aquáticos,  que, quando acumulados no fundo de mares rasos, formam uma espécie de recife

Estromatólitos, de 3,5 bilhões de anos, formados por bactérias

As cianobatérias podem ter sido os antepassados dos cloroplastos – ver teoria da endossimbiose), pois eram exclusivamente fotosintétizadores. As cianobactérias foram os principais produtores primários da biosfera durante mais ou menos 1.500 milhões de anos, e continuam sendo nos oceanos. A Terra continha pouco ou nenhum oxigênio naquela época. Alguns cientistas consideram que a atmosfera primitiva continha apenas 0,0001% de oxigênio.7 8 O mais importante é que através da fotossíntese elas encheram a atmosfera de oxigênio.9 Continuam sendo as principais provedoras de nitrogênio para as cadeias tróficasdos mares, sendo ainda de utilidade para a alimentação humana e produção de biocombustíveis como o biodisel 

2) Silex Gunflint

The Gunflint chert is a sequence of banded iron formation rocks that are exposed in the Gunflint Range of northern Minnesota and northwestern Ontario along the north shore of Lake Superior. The black layers in the sequence contain microfossils that are 1.9 to 2.3 billion years in age. Stromatolite colonies ofcyanobacteria that have been converted to jasper are found in Ontario. The banded ironstone formation consists of alternating strata of iron oxide-rich layers interbedded with silica-rich zones. The iron oxides are typically hematite or magnetite with ilmenite, while the silicates are predominantly cryptocrystalline quartz aschert or jasper, along with some minor silicate minerals.

Stanley A. Tyler examined the area in 1953, and noted the red-colored stromatolites. He also sampled a jet-black chert layer which, when observed petrographically, revealed some lifelike small spheres, rods and filaments less than 10 micrometres in size. Elso Barghoorn, a paleobotanist at Harvard, subsequently looked at these same samples. Barghoorn concluded that “they were indeed structurally preserved unicellular organisms.”[2] In 1965, the two scientists published their finding, and named a variety of the Gunflint flora.[3] This created an academic “stampede” to explore Precambrian microfossils from similar Proterozoic environments.

xxxx

Meu comnetario postado no “Conexão Ciencia””

LouisMorelli:

A vida foi produzida por uma parte ( um planeta) de um sub-sistema ( o solar) ou por um sistema astronomico completo ( a galaxia)? Ou seja: quais destes teriam as informações suficientes para produzir a vida?

As teorias quimicas estão reduzindo a possibilidade ao planeta apenas, baseados na experiencia de Miller/Urey. Porem existe a teoria da Matrix/DNA que apresenta um modelo de sistema astronomico que se encaixa como precessor da vida biológica. Este modelo de um building block dos sistemas astronômicos tem a mesma configuração e funcionalidade de um building block do DNA, que é um par lateral de nucleotídeos. Se assim for, não são eventos espontâneos ao acaso que produzem vida em planetas, mas sim uma evolução continua que vem desde as origens do Universo, a qual, quando chegou na forma de galaxias, entrou em entropia e se projetou como sistema inteiro na forma de sistemas biológicos. Esta teoria ( de minha autoria) surgiu quando eu fazia estudos de anatomia comparada entre os sistemas naturais vivos e os dito “não-vivos”, como átomos e sistemas astronômicos. Se esta teoria estiver correta, estava faltando na sopa primitiva de Oparin e Miller/Urey, a descarga de fótons provenientes da luz solar e radiação cósmica para obter os certos aminoacidos que teriam dado o segundo passo da evolução, formando as proteínas.

Lembre-se que o primeiro ser vivo real e completo foi um “sistema” – o sistema celular – e sistemas só podem vir de outros sistemas, e não de meras partes, como é a Terra.

Lista de Organizações/Links/Movimentos/Projetos, Favoráveis à Matriz/DNA

terça-feira, fevereiro 8th, 2011

Anel de Blogs Científicos

http://anelciencia.wordpress.com/

Divulgando Ciência em Lingua Portuguesa

xxxxxxxxxxxxx

Ciência Diária

http://cienciadiaria.com.br/

Divulgando Ciência em Língua Portuguêsa

xxxxxxxxxxxxxxxxx