Archive for the ‘LUZ e eletromagnetismo’ Category

Luz : Interessante questão – Diferença entre nossa luz branca e a luz branca universal

quinta-feira, novembro 16th, 2017

xxxx

Esta questao surgiu ao pensar na frase do Richard Feymann e em seguida ao escrever o comentario copiado abaixo no Google+ :

 

 

Richard Feynman

Fantastico! Feymann esta vivo nesta foto? Clique na imagem e observe seu olho

“It’s the facts that matter, not the proofs. Physics can progress without the proofs, but we can’t go on without the facts… if the facts are right, then the proofs are a matter of playing around with the algebra correctly.” – Richard Feymann

Louis Charles Morelli – From Matrix/DNA – 11/16/17
That’s my problem with the universal formula Nature has applied for organizing matter into working systems. I am collecting thousands of evidences, several predictions already confirmed, but… This formula is under evolution, so it is changing since the Big Bang and its best state would be as closed perfect system, but it do not exists and never will exist ( it would be a eternal perpetuum motor, so, the Universe would finishes). It first manifestation was in shape of entire product of radiation of the electromagnetic spectrum. So, we know that the entire set of seven colors of visible light are different wavelengths of white light and we can see it. But, what will be the kind of lightwave resulting from the seven frequencies of the whole spectrum? We can’t see this lightwave. So, I can’t prove the formula…

O Olho Humano Interpretado pela Matrix/DNA

quinta-feira, novembro 2nd, 2017

xxxx

(Artigo em construcao: Copiar e traduzir o artigo para interpreta-lo pela Matrix/DNA)

Como os Olhos Humanos Funcionam ( How the human eyes works)

https://www.livescience.com/3919-human-eye-works.html

Fromer explained that the retina is the innermost of three tissue layers that make up the eye. The outermost layer, called the sclera, is what gives most of the eyeball its white color. The cornea is also a part of the outer layer.

The middle layer between the retina and sclera is called the choroid. The choroid contains blood vessels that supply the retina with nutrients and oxygen and remove its waste products.

Embedded in the retina are millions of light sensitive cells, which come in two main varieties: rods and cones.

Rods are used for monochrome vision in poor light, while cones are used for color and for the detection of fine detail. Cones are packed into a part of the retina directly behind the retina called the fovea, which is responsible for sharp central vision.

When light strikes either the rods or the cones of the retina, it’s converted into an electric signal that is relayed to the brain via the optic nerve. The brain then translates the electrical signals into the images a person sees, Fromer said.

Matrix/DNA: Observar como a anatomia da visao imita a formula Matrix/DNA. Na retina tem dois tipos de celulas que sao sensiveis `a luz: as rods (hastes) e a cones. Rods entram em atividade para a chamada visao monocromica em pouca ou rara luz, enquanto as cones sao ativadas em forte luz normal para ver os detalhes. Quando a luz externa chega nas rods e cones da retina, ela e’ convertida em sinais eletricos ( guardar isso para a categoria Luz) que e’ emitida para dentro do cerebro por dentro do nervo otico. O cerebro entao decodifica os sinais eletricos transformando-os nas imagens que vemos. Indo para a formula, nos temos nesta o cone central e as duas hastes ligadas a ele, uma que parte dele e outra que chega a ele. Entao as celulas cone sao o F1 da formula e isto significa que as cones, e apenas elas, transformam a luz que chega em sinais eletricos, pois o cone de F1 na formula sempre faz isso: transforma o material decadente que chega nele , reciclando-o e enviando-o para ser refeito na forma do Sistema de onde ele veio. Nao sei se os oftalmologistas e outros especialistas da visao sabem disso, o que e’ muito importante para se tratar os defeitos da visao. A haste que parte e que corresponde de F2 a F4 “viaja” no quase escuro, pois na formula, as formas do corpo que viaja dentro da haste esquerda nao emitem luz (lua, planeta, pulsar). No olho, este fluxo de F2 para F4 se torna sinais eletricos. Heeeeeeiiiii…!!! Acabei de descobrir mais um fator que faz com que o nosso cerebro esquerdo esteja dominando sobre o direito: as informacoes visuais que captamos atraves da visao entram no hemisferio esquerdo e se chegam ou nao ao espelho luminosos que e’ F6, nao importa, sao informacoes que passam a maior parte de seu tempo de vida dentro do cerebro sendo processadas apenas pelo lado esquerdo! Decididamente, o0 direito nao foi feito para ajudar o humano neste seu mundo, ele e’ um fluxo de saida, uma porta aberta, um elo, para uma dimensao mais luminosa a nos paralela.

Mas surge aqui esta questao: sera que a imagem refletida dentro do cerebro se de pelas propriedades estelares de F6?! Quando F6 deve produzir sua luz propria ( talvez devido a convergencia e acumulo de biofotons), e quando estamos falando de luz que entra na visao, torna-se pensavel que F6 atue como um espelho, pois e’ luz (interna) recebendo luz (externa). O problema e’ que ainda nao identifiquei no cerebro qual o elemento que representa F6. Mas devo lembrar que nao se deve sobrepor a formula na sua posicao vertical sobre o cerebro que esta na posicao vertical normal humana, e sim, deve-se sobrepo-la horizontalmente como um meridiano da circunferencia cerebral que permanence na posicao vertical. Assim, a abertura entre os dois lados do cerebro, na posicao normal vertical, para a formula nao tem topo e base vertical, mas sim serve para ver as duas faces da formula quando ela esta deitada ( ou seja, posicao horizontal).

A retina aprenta-se como um ponto central que tem duas hastes para um lado e mais duas hastes para o outro lado. As duas hastes que descrevemos acima e que vao para dentro do cerebro estao opostas as duas hastes que do outro lado formam o olho, e estas hastes sao a cornea, sclera, e cloroid, a qual consiste no vaso sanguineo que corre no olho trazendo nutrients e levando o seu lixo, exatamente o que tambem fazem as hastes na formula. Pela primeira vez vejo a formula da Matrix assim, dupla ou duplicada, enquanto mantem apenas um nucleo. Nao sabia disso – que ela tem tambem esta propriedade – e isso abre novas pesquisas, faz rever o que foi pensado, terei que fazer um novo desenho da formula, etc.

E uma nova informacao captada aqui e’ muito importante: a formula faz a luz se transformar, ou se codificar, em sinais eletricos! Raios, o que significa isto? pensando bem isto ja estava previsto mas entao, nao seria uma transformacao ou decodificacao. Pois sinais eletricos deve significar eletrons em movimento, e eletrons sao veiculos dos fotons, e’ como se os sinais eletricos se parecam com carros passando numa avenida e tendo como motoristas, os fotons. os quais sao as particulas da luz. Devem ser as particulas da luz externa que entra no olho. Entao no olho a luz e’ decomposta em seus framentos, seus building blocks, carregados pelo nervo otico, ate chegarem ao element na parte posterior do cerebro onde os fotons se juntam novamente, reconstruindo a luz eszterna. E a luz externa, quando entrou no olho, trazia em si uma especie de holograma dos objetos refletidos, assim como conseguimos impregnar uma fita cinametografica com imagens/hologramas de objetos reais. Mas… raios, se eu estou num ambiente como um escritorio iluminado por ula lampada e olho para o espaco vazio sendo atravessado pela luz nao consigo imaginas como essa luz esta carregando imagens, ou hologramas dos objetos do escritorio. Entao a luz bate no computador, nao o atravessa e reorna para o espaco. Mas quando ela bateu no computador ela extraiu dele sua aparencia e quando eu boto na cara no meio disso tudo, meus olhos capturam ela luz retornando ao espaco, e tenho a capacidade de ver a aparencia do computador, ou um holograma do computador! A luz seria entao um oceano de uma substancia holografica, homogenea, que ao atravessar a dark matter cria bolhas dentro das quais ficam aprisionados porcoes da substancia holografica misturadas com dark matter, e dessa mistura surge massa e energia, ou seja, materia, e cada bolha, cada porcao dessa materia se tornam objetos, na forma de objetos, gasosos, liquidos ou solidos. Rompe-se a bolha, os objetos estao livres no espaco mas dentro do oceano holografico. E a substancia holografica em torno dos objetos e’ modelada pelos objetos, na forma de hologramas, os quais sao captados pela nossa visao. Sabendo-se que estes hologramas se tornam visiveis dentro do cerebro humano, suspeita-se que de alguma forma dentro do cerebro humano exista uma porcao desse oceano holografico que denominamos de luz. Sera isto a consciencia?!      

Luz – The Electromagnetic Spectrum – Ver site informativo

sexta-feira, outubro 27th, 2017

xxxx

Para melhor aprender isto, Clicar com botao esquerdo a minha imagem do espectro em um artigo do meu website e na janela que aparece clicar em “Google search of this image”, e ver a lista de sites que aparecem.

Lista dos sistes vistos

http://www.darvill.clara.net/emag/  – apenas comecei a ver. Continuar…

Scientists have found that many types of wave can be arranged together like the notes on a piano keyboard, to form a scale.

The ‘low notes’ have a low frequency and a long wavelength.

The ‘high notes’ have a high frequency and a short wavelength.

(ok. pode-se notar que as ondas da esquerda sao mais compridas e portanto passam menos ondas num mesmo período de tempo e tamanho do espaço. Por passarem menos frequentemente, dizemos que sao de baixa frequência. As ondas da direita sao mais curtas e portanto passam mais ondas no mesmo período de tempo e tamanho do espaço. Por passarem mais frequentemente, dizemos que sao de elevada ou alta frequência.)

When we say “wave”, you might think of a wave on the sea. There, it’s nice and obvious what’s going on – the surface of the sea is vibrating up and down.

With a sound wave, it’s the air particles that are vibrating.

So what’s vibrating when an electromagnetic wave passes by?

(Esta pergunta ainda não tem resposta?)
That’s not so easy.

Electromagnetic waves are vibrations of magnetic and electric fields. So they don’t need air in order to travel. They don’t need anything to be there at al

All electromagnetic waves can cross a vacuum.

All electromagnetics waves travel at the speed of light.

(Ok. Notar que ate agora o autor nunca disse “light waves” e sim “electromagnetic waves”. Preciso ainda investigar se posso continuar me referindo a estas ondas como ondas e luz. Um argumento seria o de que, ” desde que as ondas eletromagneticas viajam ou se propagam na velocidade da luz, elas sao as ondas de luz. -… Mas observar na figura abaixo que chamam de luz apenas a infima banda de frequencia do espectro, que esta entre infrared e ultravioleta).

(continuar a ler o site)

xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

http://slideplayer.com/slide/9806828/32/images/3/Properties+of+Light+What+is+light+The+Electromagnetic+Spectrum.jpg

Radiação Cósmica que chega a Terra e pode trazer a Matrix

terça-feira, outubro 10th, 2017

xxxx

( Este artigo sera pesquisado em seus termos tecnicos)

Raios cósmicos produzem revoluções na astronomia

http://www.comciencia.br/dossies-1-72/reportagens/cosmicos/cos02.shtml

Raios cósmicos são radiações existentes no espaço cósmico, que trafegam através dele e eventualmente podem chegar na Terra. Nossa atmosfera nos protege da maior parte deles. Essas radiações são produzidas por inúmeras fontes – estrelas, supernovas (explosões de estrelas) – e há mesmo uma parte dos raios cósmicos cuja origem é totalmente desconhecida.

O estudo dos raios cósmicos permite estudar as características das fontes que os produzem, que incluem o Sol, estrelas e outros objetos diversos, de galáxias a buracos negros. São, portanto, uma excelente fonte de informação sobre os variados corpos do Cosmo. Além disso, pode-se observar raios cósmicos para estudar as próprias partículas de que são formados (parte dos raios cósmicos é constituída de partículas subatômicas viajando pelo espaço). Muitos avanços na física de partículas foram devidos aos estudos de raios cósmicos.

As fontes dessa radiação são muito diversificadas. Alguns tipos de raios cósmicos são produzidos pelo Sol e por outras estrelas (além de produzir a luz visível, o Sol também produz radiação de diversas espécies, como raios ultravioletas e neutrinos). Outros, por objetos distantes, fora da nossa galáxia, como outras galáxias e quasares. Outros, ainda, por cataclismas cósmicos, como as supernovas (gigantescas explosões de estrelas que entram em colapso) ou, conforme se prevê, pela matéria que cai nos buracos negros. Há, ainda, os que parecem ser resquícios de eras remotíssimas, quando o Universo era muito diferente de hoje, como a chamada radiação cósmica de fundo, originada cerca de 300 mil anos após o Big-Bang. Finalmente, boa parte dos raios cósmicos tem origem totalmente desconhecida, como os chamados raios cósmicos ultra-energéticos ou zévatrons. São raios tão energéticos que uma única partícula pode possuir energia equivalente à de um tijolo que cai de uma altura de um metro. O Projeto Pierre Auger, do qual participa o Brasil, pretende construir um observatório, com partes nos hemisférios Sul e Norte, para poder decifrar a origem desses raios.

A origem diversificada se reflete na natureza variada desses raios. Essas radiações podem ser de duas formas: ondas eletromagnéticas ou partículas subatômicas. Exemplos de ondas eletromagnéticas são a luz visível, os raios ultravioletas e infravermelhos, raios X, raios gama e ondas de rádio. A única diferença entre esses diversos tipos de radiação é a freqüência de oscilação das ondas (que é proporcional à sua energia). Exemplos de raios cósmicos constituídos por fluxos de partículas são elétrons, prótons, núcleos atômicos e neutrinos.

Espectros
Há basicamente duas linhas de abordagem nos estudos sobre raios cósmicos: uma que os analisa para obter informações sobre as fontes que os produzem, e outra que os analisa para estudar as leis físicas que governam a natureza das partículas elementares.

No primeiro caso, os raios cósmicos são basicamente uma fonte de informação para a astrofísica. Um exemplo de como se pode obter informação dos astros pela radiação que emitem é o caso dos espectros das estrelas. Trata-se de um refinamento de uma observação trivial, a que fazemos quando olhamos para um arco-íris. A luz visível emitida pelo Sol é praticamente branca. No arco-íris, ela é, entretanto, decomposta em algumas cores: alaranjado, vermelho, verde, azul e violeta. Na verdade, o arco-íris continua depois do violeta, com o ultravioleta, e antes do vermelho, com o infravermelho, mas essas partes são invisíveis. Esse conjunto de cores (ou de freqüências, porque a cada cor corresponde uma freqüência) é chamado espectro.

Ora, observando um arco-íris, vemos que as cores parecem variar continuamente desde o amarelo até o violeta. Há, porém, pequenas falhas nessa continuidade, que não podem ser percebidas a olho nu. Mas revelam-se quando esse espectro é analisado por um instrumento de precisão. Com tais aparelhos, pode-se observar trechos escuros muito estreitos chamados “linhas espectrais de absorção”. É como se o Sol não fizesse emissões nessas freqüências específicas; porém, esses trechos aparecem não porque o Sol não os emitiu, mas porque parte da luz produzida por ele foi absorvida pelos gases que o constituem e pela sua atmosfera, que a luz atravessou no início do caminho para a Terra. A absorção ocorre para freqüências muito específicas, daí a presença de linhas espectrais muito finas.

Linhas espectrais do átomo de hidrogênio

Acontece, e essa é a parte crucial, que cada substância provoca um conjunto bem específico de linhas espectrais. Como um código de barras, observando a posição das diversas linhas, pode-se inferir a composição química do Sol e das outras estrelas. E também de nebulosas, poeira interestelar e outros objetos.

A luz visível é apenas um dos tipos de radiação que se pode observar. Hoje, existem radiotelescópios capazes de “enxergar” radiação de diversas freqüências, das ondas de rádio aos raios gama. Em geral, a informação que se pode obter com as outras radiações é bem maior do que apenas com a luz visível. Na figura abaixo, podemos ver a diferença entre duas imagens do Sol, uma com a luz visível e com raios-X. Além disso, pode-se também observar as partículas subatômicas, que constituem uma parte significativa dos raios cósmicos.

O Sol observado através de luz visível (à esquerda), pelo Observatório Solar Nacional (EUA), em 1995, e através de raios-X (à direita), pelo satélite Yohokh, em 1992. A imagem com raios-X mostra detalhes invisíveis com luz comum.
Fontes: Nasa e Yohkoh

Radioastronomia
Por causa da riqueza de informações que os raios cósmicos podem proporcionar, o advento da astronomia baseada na sua observação provocou verdadeiras revoluções na compreensão do Cosmos. Boa parte delas veio da observação de ondas de rádio (a radioastronomia), que são ondas eletromagnéticas com freqüência baixa. Essas ondas levaram à descoberta dos quasares, astros gigantescos que emitem energia em quantidade equivalente à de uma galáxia inteira. Acredita-se que os quasares sejam núcleos (conjunto das estrelas centrais, bem próximas entre si) de galáxias.

Mas a maior revolução causada pela pesquisa com onda de rádio foi a descoberta da radiação cósmica de fundo em 1965. Trata-se de uma radiação que parece chegar homogeneamente de todas as direções do céu. A sua importância é que sua existência fora uma das principais previsões da teoria do Big-Bang, de forma que sua descoberta é um dos pilares nos quais se sustenta essa teoria.

Hoje, o estudo da radiação de fundo ainda continua produzindo grandes novidades. Em 1995, os detectores instalados no satélite COBE mostraram que ela não é totalmente homogênea, mas apresenta pequenas variações segundo a direção de onde vem. Essas variações haviam sido, também, previstas teoricamente; não pela teoria do Big-Bang, mas por um refinamento seu proposto por Alan Guth na década de 1970, a teoria do Universo Inflacionário. Hoje, essa nova teoria é incluída na maioria dos livros de astrofísica, por causa da corroboração feita pelo COBE. Além disso, essas variações contêm informação sobre a proporção de matéria escura presente no Universo. A matéria escura é de natureza desconhecida e não emite nenhuma radiação – sendo, portanto, possível de ser detectada apenas indiretamente, através da sua influência gravitacional nos astros ao redor. Sua importância é que ela parece constituir a maior parte de toda a matéria do Universo.

Radiações eletromagnéticas de outras freqüências também levaram a descobertas importantes. A astronomia de raios-X e de raios gama levou à descoberta dos pulsares, um tipo de estrela extremamente densa – tão densa que pode possuir um diâmetro de apenas 10 quilômetros, apesar de ter uma massa semelhante à do Sol. Além disso, giram em torno de si mesmas em alta velocidade, podendo chegar a várias voltas por segundo. Sua existência também havia sido prevista teoricamente. Normalmente, essas estrelas emitem raios-X e raios gama pelos seus pólos, sendo, nesse caso geral, chamadas estrelas de nêutrons (pois são constituídas quase totalmente de nêutrons, ao invés de átomos). Se sua posição for tal que o facho de radiação cruza a posição da Terra, ela funciona como um farol girante, e a radiação parece piscar em intervalos muito pequenos, chegando a frações de segundo. É então chamada pulsar. Pode-se estudar os pulsares observando o espectro desses raios.

A observação dos raios gama levou também à descoberta das chamadas explosões de raios gama(gamma ray bursts, ou GRB). São gigantescos flashes de raios gama, contendo enorme energia, cuja origem não é bem explicada. Foram observados pela primeira vez em 1967. Em 1999, o maior deles foi detectado, que constituiu a maior explosão já detectada em toda a História.

Neutrinos
Revoluções também aconteceram no estudo dos raios cósmicos em si. A própria física brasileirainiciou-se com o estudo de raios cósmicos. Foi observando esses raios que César Lattes descobriu, em 1947, a partícula subatômica chamada méson pi. Essa foi uma descoberta muito importante, porque foi a corroboração experimental de uma nova teoria sobre as forças nucleares. Após ter sido formulada a mecânica quântica, duas décadas antes, era necessário aplicá-la às outras partes da física. Criou-se então uma teoria quântica para descrever as forças nucleares, a teoria de Hideki Yukawa. Essa teoria previa a existência de partículas novas, diferentes das poucas conhecidas até então: os mesotrons, hoje chamados de mésons pi ou píons. A descoberta de Lattes corroborou a previsão da teoria de Yukawa e deu sustentação empírica a ela. Hoje, a teoria foi substituída por uma outra mais precisa, a cromodinâmica quântica.

O estudo dos neutrinos também revelou-se muito importante para a astrofísica. Neutrinos são partículas elementares levíssimas, produzidas em grande quantidade pelas reações nucleares que ocorrem no interior do Sol e de outras estrelas, e também por supernovas. Além dos conhecidos prótons, nêutrons e elétrons, que constituem os átomos, há outras partículas, que não participam da constituição dos átomos, mas existem “a granel” viajando pelo espaço. O neutrino é uma das mais importantes; o méson pi é outra. Apesar de abundantes, os neutrinos interagem muito fracamente com a matéria, de forma que todos os objetos são quase totalmente transparentes a eles, e por isso são muito difíceis de serem detectados. Mas podem fornecer informações importantes, tanto corroborando teorias sobre as fontes que os geram (teorias até então ainda no estágio de hipóteses sem confirmação experimental) quanto contradizendo teorias já existentes e “exigindo” a sua alteração.

Um exemplo do primeiro caso (corroboração de teorias) aconteceu em 1987, o grupo do Experimento Kamiokande, no Japão, confirmou a previsão teórica da emissão de neutrinos por supernovas. Bem mais recentemente, houve um exemplo espetacular do segundo caso: a observação dos neutrinos cósmicos parecia indicar que eles tinham massa. Até então, a teoria atualmente usada em praticamente toda a física das partículas, o Modelo Padrão, previa que, como os fótons de luz, essas partículas não tinham massa, apenas energia. No final de 2002, veio a confirmação final da massa dos neutrinos, feita pelo Experimento Kamiokande, no Japão. O Modelo Padrão teve então que sofrer alterações. Além disso, a descoberta forneceu também a solução de um problema mais antigo, o problema dos neutrinos solares, uma discrepância entre a previsão teórica e a observação no número de neutrinos produzidos pelo Sol.

Mas a conseqüência mais importante da massa dos neutrinos pode ser relacionada com a cosmologia: sendo tão abundantes, eles podem ser um dos componentes da matéria escura. Além disso, as teorias da evolução do Universo como um todo são governadas pelas forças gravitacionais entre os astros. Introduzindo uma enorme quantidade de partículas massivas no Cosmos, sua contribuição ao campo gravitacional pode ter conseqüências para a cosmologia. Como o que se sabe hoje é só que os neutrinos têm massa, mas não qual o tamanho dessa massa, ainda não se pode avaliar as conseqüências cosmológicas dessa descoberta.

Bioluminescencia

terça-feira, outubro 3rd, 2017

xxxx

The Bioluminescense Web Page

http://biolum.eemb.ucsb.edu/

Contacts are Steven Haddock (; 831-775-1793) and James F. Case.

OBs: ver este importante artigo no Quanta Magazine:

https://www.quantamagazine.org/new-clues-about-how-bioluminescence-works-20161201

Image para por no artigo de bioluminescencia, obtida no Pinterest; medusa raimbow pode ser as cores dos orgaos que seriam as cores dasfuncoes univeersais ( mas espera ai… isto possso obter direto na onda de luz…)  

Image result

Importante informacao sobre bioluminescencia:

What is the mechanism behind the formation of a specific coloured luminescence in any organism ?

Some animals use fluorescent proteins to shift the wavelength from their light emitting molecules. In others, it has been shown that the luciferase protein determines the color of emission from the luciferin. In a way it provides a different environment in which the molecule is oxidized.

Why do animals display so many colours when only apes and man can see different colours?

It isn’t true that only apes and man can see different colors. Humans have three visual pigments used for bright-light color vision, while other organisms can have one, two or many more. Different organisms perceive the world differently. ( E assim deve ser com extraterrestres). For example, bees are well known for their ultraviolet vision. One of the champions is the mantis shrimp, which has at least 10 combinations of pigments and filters which convey sensitivity to different wavelengths. So depending on the targeted eye, different colors displayed by organisms would serve different functions.

To your knowledge, and aside from fungi, are there plants that are truly bioluminescent? Do they exist in rain forest climates? I would love to know.

Also, from another reader:
Are there any plants that exhibit such phenomena which are easily cultivated?

There are not any luminous “flowering” plants which have been discovered. (That would be neat if rainforests glowed, but I think it is only likely to happen if they have something else on the vegetation in there making the light).

Fungi, some of which do luminesce, are not plants, and so they don’t qualify.

The only “plants” which do make light are the dinoflagellates, single-celled marine algae, and they are not plants strictly speaking.

Pesquisa para transferir luminescencia de insetos para plantas:

Would you have any information on the processes of inserting luminescent genomes, especially from insect to plant or plant to plant?  I saw a picture of a glowing plant in a book. What caused this light?
Regarding gene transfer: some people have actually done what you mention (luminescence-related genes from insects into plants). This is one way that you can get a bioluminescent houseplant. The example that I know about was when some researchers put genes for firefly luciferase into a plant and then watered the plant with luciferin. They got glowing wherever the luciferase gene was expressed. However it’s not that easy, and you would be quite a star if you could do that at home. In addition, you need to supply the light-emitting luciferin, which is expensive and has not been cloned.

Some scientific papers on the topic:

BARNES WM. VARIABLE PATTERNS OF EXPRESSION OF LUCIFERASE IN TRANSGENIC TOBACCO LEAVES. PROCEEDINGS OF THE NATIONAL ACADEMY OF SCIENCES OF THE UNITED STATES OF AMERICA, 1990 DEC, V87 N23:9183-9187.

RIGGS CD; HUNT DC; LIN J; CHRISPEELS MJ. UTILIZATION OF LUCIFERASE FUSION GENES TO MONITOR DIFFERENTIAL REGULATION OF PHYTOHEMAGGLUTININ AND PHASEOLIN PROMOTERS IN TRANSGENIC TOBACCO. PLANT SCIENCE, 1989, V63 N1:47-57.

Lonsdale, DM; Moisan, LJ; Harvey, AJ. The effect of altered codon usage on luciferase activity in tobacco, maize and wheat. PLANT CELL REPORTS, 1998 MAR, V17 N5:396-399.

QUANDT HJ; BROER I; PUHLER A. TISSUE-SPECIFIC ACTIVITY AND LIGHT-DEPENDENT REGULATION OF A SOYBEAN RBCS PROMOTER IN TRANSGENIC TOBACCO PLANTS MONITORED WITH THE FIREFLY LUCIFERASE GENE. PLANT SCIENCE, 1992, V82 N1:59-70.

Importante evidencia para Matrix/DNA:

Female fireflies use bioluminescence to attract males. But why do firefly larvae also glow? 

Good question! Some believe the glow serves as notice that the larvae tastes very bad and is even toxic, which it is, thus helping it to avoid predators. Animals that are poisonous and active by day are often strikingly colored for the same purpose. For more info, look up the word “aposematic” which is a term for this state of affairs.

Matrix/DNA: O ancestral building block astronomico contem como funcao-femea um luminoso quasar para o qual os cometas-espermatozoides se dirigem (  talvez aja alguma forsa de atrracao atriando o cometa ou talvez ele e diridido pelos aneis da espiral galactica). Entao os insetos que por serem primitivos sao descendentes mais proximos do ancestral e portanto mais propensos a manterem suas caracteristicas, tambem contem esse mecanismo expressado, naturalmente. O fato de que as larvas ja apresentam essa luminescencia e’ indicio favoravel a esta teoria, indicando que a femea do vagalume nao tem inteligencia para criar esse fenomeno estrategico e nem os genes sabem que tem machos e copula, porem, isto aconteceu automaticamente e foi mantido pela selecao natural porque otimiza a reproducao e assim mais individuos com essa caracteristica sobrevivem. As larvas nao teriam como evitar a luminescencia desde que, por algum motivo desconhecido, a formula da Matrix/DNA nos seus genes expressou o mecanismo. A seguir um texto revelando como esta o conhecimento cientifico neste caso:

Luciferin is initially needed for the bioluminescence reaction. How is it synthesized within organisms. I cannot find any information on pathways leading to its biosynthesis.

In the case of coelenterazine, which is widely used in the sea, there isn’t much known about its synthesis. There is a study showing that jellies actually have to get it from their diet, but where does it show up originally? It has been speculated that a particular amino-acid sequence can be modified to form the molecule, but this gene has never been found. Most evidence for its novel biosynthesis has been found in crustaceans (specifically shrimp) but other than that, the actual mechanisms remain unknown.

This paper (PDF file) has some info and relevant references, especially citations #22, 17, 18, and 20.

E mais este texto com informacoes a respeito:

To what extent is the wavelength of light emitted dependent on the chemical reaction? Or perhaps I should ask, what aspect of the chemical reaction determines the wavelength of light to be emitted?

The general thought in most systems is that the luciferase (or phoroprotein) controls the color of luminescence. When you consider how many organisms use the same luciferins, especially coelenterazine, then this is almost necessarily the case. (See the chemistry pages for definitions of these terms). The luciferase can modify the spectrum (equivalent to the energy) of luminescence by affecting the environment for the oxidation luciferin. There are some nice examples in click beetles where Keith Wood and colleagues tracked down exactly what amino acids in the luciferase produce each particular wavelength.

Are there instances where the chemical reactions that produce bioluminescence (specificallly, the oxidation of luciferase and the addition of ATP to complete the cycle) are linked to metabolism — the oxidation of sugars and carbohydrates?

Well, not so much as you describe. Bacteria are perhaps the closest, with their requirement for oxygen and (sometimes) autoinducer — a molecule involved in quorum sensing which accumulates to a certain level before they begin to produce light.
Another example which may be related to your question is the requirement for ATP in firefly luminescence, though this isn’t really directly linked (i.e., glowing when they are eating).
Finally, there are strong antioxidant properties to luminescent reactions (i.e. they mop up oxygen radicals) so there may be light produced internally during protective reactions.

Matrix/DNA: O conhecimento cientifico atual sugere que organisms desenvolveram por si proprios as origins e evolucao da luminescencia com um proposito, o de reproducao, auto-protecao, e para ver no escuro. mais especificamente, diriam que ocorreu uma mutacao por acaso num organismo manifestando a luminescencia e como esse organismo se adaptou melhor a selecao natural o manteve. Esta aqui um grande exemplo a favor da Matrix/DNA na controversia sobre a causa das mutacoes que deflagram evolucao. A Matrix/DNA sugere modelos dos ancestrais nao-biologicos sistemas onde luminescencia sao fator manifestado comum, portanto, nao houve mutacao alguma e muito menos por acaso. O normal seria todos os organismos nascerem automaticamente com essa caracteristica, e se existe mutacao ela foi deleteria, 9 devido o ambiente terrestre), explicando os organismos que perderam a caracteristica. O texto abaixo ( com informacao de links para pesquisar) fala sobre isso:

I am doing an assignment on the evolution of bioluminescence…unfortunately I haven’t had much luck in finding any hard evidence that some species have evolved to bioluminesce in order to reproduce, protect themselves from predators, and see in the dark…

There hasn’t been that much research on the specific aspects of evolution which you mention. There are some papers which might be relevant, but they are be in the scientific literature, rather than popular literature.

Besides the papers listed below, you should find some references by Jim Morin on Ostracod luminescence (Genus: Vargula). That is the most sophisticated communication system which is known for oceanic luminescence.

  • Hastings, J. W. 1983. Biological diversity, chemical mechanisms, and the evolutionary origins of bioluminescent systems. J. Mol. Evol. 19:309-321
  • Hastings, J. W. 1995. Bioluminescence: similar chemistries, but many different evolutionary origins. Photochem. Photobiol. 62:599-600
  • Lall, A. B., Seliger, H.H., Biggley, W.H., Lloyd, J.E. 1980. Ecology of colors of firefly bioluminescence. Science. 210:560-562
  • O’Kane, D. J. and D. C. Prasher. 1992. Evolutionary origins of bacterial bioluminescence. Molecular Microbiology. 6:443-449
  • Rees, J. F., B. DeWergifosse, O. Noiset, M. Dubuisson, B. Janssens and E. M. Thompson. 1998. The origins of marine bioluminescence: Turning oxygen defence mechanisms into deep-sea communication tools. J. Exp. Biol. 201:1211-1221
  • Latz, M. I. and J. F. Case. 1982. Light organ and eyestalk compensation to body tilt in the luminescent midwater shrimp, Sergestes similis. J. Exp. Biol. 98:83-104
  • Warner, J. A., M. I. Latz and J. F. Case. 1979. Cryptic bioluminescence in a midwater shrimp. Science. 203:1109-1110

Young, R. E. and F. M. Mencher. 1980. Bioluminescence in mesopelagic squids: Diel color change during counterillumination. Science. 208:1286-1288

What is the genetic sequence of the ostracod/firefly/jellyfish/copepod luciferase?

Genes for many luciferases and photoproteins have been cloned. They can be found by searchin in Genbank. Some examples are given below. (Links open in new window):

You might also try searching the database for Renilla, Metridia, and Pholas to see other examples.

A great resource for exploring the 3-D structures of many of these proteins is the Protein Data Bank. Try the searches there and check it out!

Matrix/DNA: Os organismos ‘acendem” suas luzes tambem quando alguma coisa lhes causa perturbacao – ou no ambiente ao redor. As teorias prevalescentes atuais – como revela o texto abaiso – sugerem que isto e’ uma reacao de defesa para desviar o predador. Entao se pergunta se nao seria o contrario, pois seria melhor manter-se escondido no escuro. Sugerem que a luz funciona como o flash rapido do farol de um carro que nos cega a vista. Para a Matrix/DNA isto nao explica. O acendimento seria uma reacao automatica `a perturbacao do equilibrio no ambiente. Entao devo pesquisar na formula da Matrix qual seria o efeito de uma perturbacao num sistema. para adiantar me lembro que quando acordamos acendemos a luz para ver e quando vamos dormir apagamos a luz. Parece entao que o acendimento resulta de uma acao automatica que se segue quando o organismo “acorda” devido alguma perturbacao. vejamos o texto abaixo:

As far as I understand, most of the deep sea luminous organisms “light up” when they are disturbed. Does not this make them more vulnerable to attack? I once read something about the angler fish, which used a luminescent fishing rod to lure its prey into its mouth? 

You’re right — it seems like it’s not a good idea to be making light, because it will attract predators. In general the roles of luminescence in many of these organisms are not completely understood!

However, it is generally believed that glowing attracts, while sudden flashes repel.

Some bioluminescence is used for counterillumination — obliterating your shadow by replacing the light you block out.

Other theories involve revealing organisms which have eaten you (or part of you) by glowing in their gut, warning coloration indicating the ability to sting, and in some cases, glowing smoke-screens to hide your escape.

Dinoflagellates in particular have been shown to use the lights as a burglar alarm, attracting secondary predators to eat animals that are trying to eat them!

We’re convinced that it must be doing them SOME good, because marine animals devote so much attention to it… 

Bioluminescência: o inicio da captura de luz pelos organismos

quinta-feira, setembro 28th, 2017

xxxx

Capitulo novo aberto para pesquisa.

http://biolum.eemb.ucsb.edu/

Teoria da Eletrodinâmica Quântica – Quantum Electrodynamics

sexta-feira, setembro 8th, 2017

xxxx

Alguem disse que a Teoria Eletrodinamica Quantica explica como a luz interage com a matéria. Opa!!! Isto interessa sobremaneira `a cosmovisão da Matrix/DNA. Então uma breve pesquisada sobre o que é essa teoria e como ela descreve isso,… vem a decepção. Para ilustrar vejamos o que diz um de seus autores, Feynman:

Wikipedia – quantum electrodynamics

Within the above framework of Quantum Electrodynamic Theory, physicists were then able to calculate to a high degree of accuracy some of the properties of electrons, such as the anomalous magnetic dipole moment. However, as Feynman points out, it fails totally to explain why particles such as the electron have the masses they do.

“There is no theory that adequately explains these numbers. We use the numbers in all our theories, but we don’t understand them – what they are, or where they come from. I believe that from a fundamental point of view, this is a very interesting and serious problem.”

Resumindo,  alguem descobriu que elétrons absorvem e emitem fótons. Nada mais. Como faz, porque faz, etc., não se sabe. Mas seria importante para tecnologia e conhecimento se ao menos fosse possível prever “quando” isto acontece. Tambem não ha’ observação capaz de ajudar. Então os matemáticos desenvolveram equações dentro do calculo das probabilidades que ao menos permite fazer previsões de quando isto ocorrera’, pelo calculo das probabilidades.

Quais regioes do espectro eletromagnetico plantas usam para dirigir a fotosintese?

sexta-feira, setembro 1st, 2017

xxxxx

Funcao Sistemica das Plantas pela Fotosintese

Funcao Sistemica das Plantas pela Fotosintese

( Copiado docto. em PDF para traduzir aqui, e estudar o assunto, do link:

https://www.heliospectra.com/sites/default/files/general/What%20light%20do%20plants%20need_5.pdf

Which regions of the electromagnetic spectrum do plants use to drive photosynthesis?

Green Light: The Forgotten Region of the Spectrum.

Luz verde: A esquecida regiao do espectro

No passado, os fisiologistas das plantas usaram luz verde como uma luz segura durante experimentos que requeriam escuridao. Era assumido que plantas refletem a maioria da luz verde e que ela nao induziria a fotosintese. Sim, plantas nao refletem luz verde mas a sensitividade da visao humana absorve a regiao verde em mais ou menos 560 nm, a qual permite a nos preferencialmentte ver o verde. Plantas nao refletem toda a luz verde que incide sobre elas mas elas refletem o suficiente para nos detector-mos ela. Se voce esta’ interessado pode pesquisar para saber qual a regra da luz verde na fotosintese.
O espectro eletromagnetico: Luz
A luz visivel oscila desde a azul-fraca `a luz vermelha-forte e e’ descrita como as ondas de comprimentos entre 380nm e 750nm, apeasr de que isto varia entre ondas individuais. A regiao entre 400nm e 700nm e’ a que as plantas usam para dirigir fotosinteses e e’ tipicamente referida como “Radiacao Ativa Fotosintetica (PAR, em ingles). Ha’ uma relacao inversa entre comprimento de onda e energia quantica: quanto mais elevada o comprimento da onda, menor a energia quantica, e vice-versa.
Plantas usam comprimentos de onda fora do PAR para o fenomeno conhecido como Fotomorfogeneses, o qual e’ luz regulando mudancas em desenvolvimento, morfologia,bioquimica e estrutura e funcao da celula. Os efeitos de diferentes comprimentos de onda na funcao e forma da planta sao complexos e estao provando serem uma interessante area para estudo por muitos cientistas das plantas. O uso de especifica e ajustavel LEDs permite a nos separar `a parte as regras de areas especificas do espectro na fotosintese. Por consequencia, a sinergia entre fotosintese e fotomorfogeneses pode ser mais acuradamente examinada agora. Este “paper” focalize fotosintese. Fotomorfogense sera tratada no futuro.

(continuar traducao)

Ver figura: The electromagnetic spectrum.

Photosynthetic pigments and light absorption

The first step in photosynthesis is the absorption of light by antenna pigments located within the thylakoid membrane in the chloroplasts. Photosynthetic organisms contain an assortment of pigments thereby allowing absorption of a maximum number of wavelengths. All photosynthetic organisms contain chlorophyll a and this is the primary light harvesting pigment. Higher plants contain accessory pigments that are also involved in light harvesting and photochemistry. These are chlorophyll b and the carotenoids.
An excellent and detailed description of plant pigments can be found at:
http://www.life.illinois.edu/govindjee/photosynBook/Chapter9.pdf
Ver figura: Photosynthetic antenna where light absorption occurs. :
Light energy is absorbed by the pigmentprotein complexes in the antennae and is transferred through Förster energy resonance transfer to the reaction center where light energy is converted to chemical energy. Light is collected by 200300 pigment molecules, which are bound to light- harvesting protein complexes located in the thylakoid membrane. The energy generated by light is used in primary and secondary plant metabolism Light absorption by photosynthetic pigments is extremely fast. It occurs within femtoseconds (10-15 s) and causes a transition from the electronic ground state to an excited state and within 10-13 s the excited state decays by vibrational relaxation to the first excited singlet state. Photosynthetic antenna systems are very efficient at excitation transfer processes. Under optimum conditions over 90% of the absorbed quanta are transferred within a few hundred picoseconds from the antenna system to the reaction center which acts as a trap for the exciton. The exciton transferred to photosystem II results in the extraction of an electron from water that is passed along the photosynthetic electron transport chain to an excited photosystem I which subsequently reduces NADP+ to NADPH which serves as an energy source for plant metabolism. A second energy source used in plant metabolism, ATP, is also produced during electron transport via an ATPase driven by a proton gradient. There are several alternative electron transport routes utilized by plants but these are outside of the scope of this paper. For a more detailed look at light absorption:
http://www.life.illinois.edu/govindjee/photosynBook/Chapter10.pdf.
Absorption spectra versus Action spectra

Reading through the popular literature on the internet and on LED lamp websites it is obvious that there is little understanding about which wavelengths plants use for photosynthesis. It is apparent that there is confusion between what an absorption spectrum and an action spectrum are and what they represent. An absorption spectrum defines the wavelengths that are absorbed. An action spectrum defines the wavelengths that are most effective for photosynthesis. In other words, it is the portion of the spectrum that does the work. This is what is most important in plant growth and metabolism. It is important to note that light absorption and light utilization are two different phenomena.

1. What is Absorption Spectrum? Which regions of the visible light spectrum do plants absorb light? This is different for extracted chlorophyll molecules, whole chloroplasts (where the chlorophyll resides) and plant leaves.  To complicate matters, the solvent in which chlorophyll is extracted also has an effect on the absorption spectrum.
The absorption spectra of chlorophylls a and b extracts is why LED grow lamps are typically made up of blue and red LEDs. The absorption spectra of isolated pigments have been the foundation for LED selection for most LED lamps. Furthermore, it has been ignored that carotenoids play a role in light absorption and energy transfer to the photosystems.

Ver figura: The absorption spectra of extracted chlorophyll and carotenoids (accessory pigments).  The primary light harvesting chlorophylls absorb light in the blue and red regions. Carotenoids absorb in the blue and green regions. 400
Chlorophyll A
500
Wavelength of light (nm)
600 700
Chlorophyll B
Amount of light absorbed
Carotenoids

The absorption spectra of isolated pigments in vitro do not represent what the whole plant absorbing. Each pigment has a specific absorption spectrum and in living systems pigments never exist alone. They are always bound to proteins and this shifts their absorption spectrum. This is why wavebands are absorbed rather than a single wavelength. In vivo , the probability of a pigment absorbing light absorption depends on: 1) the specific protein that the pigment is bound to; 2) the orientation of the pigment-protein complex within the cell; 3) the forces exerted by the surrounding medium on the pigment-protein complex.Ver figura: Absorption spectra for pigment extracts (isolated chlofophyll), disrupted and whole chloroplasts and a plant leaf where all of the pigments remain bound to their specific proteins.  There is very little absorbance of green light (500-600 nm) in extracted chlorophyll molecules. However, as the integrity of the leaf increases we see more and more absorption in the green region.
Therefore, plant leaves do absorb green light. In this case, about 70%.Figure reprinted with permission from Dr. Holly Gorton .(Absorptance spectra of isolated pigments, disrupted chloroplasts, intact chloroplasts, and whole leaves from spinach (Spinacia oleracea) Modified from (Moss & Loom is, 1952)). (http://photobiology.info/Gorton.html)2. What is an Action Spectrum?An action spectrum describes the efficiency with which specific wavelengths produce a photochemical reaction. Photosynthesis involves the harvesting of light (absorption spectrum) and the subsequent photochemical and biochemical reactions. Thus, an action spectrum describes the wavelengths that actually drive photosynthesis.
The seminal paper describing the action spectra for 22 plant species was published by KJ McCree (1972). This work was originally done in order to provide an accurate definition of PAR, which had not been previously described empirically. The action spectra described in the McCree paper plot the efficiency or quantum yield of CO2 assimilation as a function of wavelength. Interestingly, similar action spectra were observed for the 22 plant species. However, there was slight variation between species in the blue end of the spectrum. The results from this work indicated that PAR was between 400 nm and 700 nm and that all wavelengths within this region were used in photosynthesis.

www.heliospectra.com                                                                                 October 5, 2012
Action spectra for 22 plant species grown in the field (top plate) and a growth chamber (bottom plate).  (McCree 1972).
The areas of the spectrum that drive photosynthesis are highest in the red end (600-700 nm), followed by the blue region (400-500 nm) and lastly, the green region (500-600 nm). These data show that between 50 and  75% of the green light is used in photosynthesis.
RED > BLUE > GREEN
Thus, Green light is necessary for photosynthesis.The action spectra for higher plants and a green alga ( Ulva ) (http://photobiology.info/Gorton.html)
The action spectrum for higher plants presented here (b) is an average of the data presented in the McCree (1972) paper. On average, over 70% of the green light was used in photosynthesis.
Crop plants have been bred for uniformity and thus have similar action spectra. Algae and other photoautotrophic organisms have evolved differently.Figure reprinted with permission from Dr. Holly Gorton. (
Photosynthetic action spectra for the green alga Ulva (two cell layers) (Haxo & Blinks, 1950) and higher plants (multiple cel l layers). The curve for higher plants represents the average of action spectra obtained for 22 crop plants (McCree, 1971/1972) recalculated on a photon basis.).The Role of Green Light in Photosynthesis.
It is clear that green light is a player in photosynthesis along with the other portions of the spectrum. How and where does this occur? Blue and red light are absorbed preferentially at the adaxial (upper) side of leaves and are more efficient at driving photosynthesis in this region compared to green light (Sun et al. 1998; Nishio, 2000; Terashima et al., 2009).  As a consequence, green light is transmitted deeper into the leaf and is more efficient than either blue or red light at driving CO2 fixation at the abaxial (lower) sides (Sun et al. 1998; Terashima et al., 2009). Indeed, on an absorbed quantum basis, photosynthetic efficiency or quantum yield for green light is similar to that of red light, and greater than that of blue light in the deeper layers of a leaf (Terashima et al. 2009).

 Ver figura: Figure reprinted with permission from Mr. Michael Knee.
Transverse section of a lilac leaf (left panel) and schematic of the internal structure. Light is absorbed by pigments within the various layers of cells. The different cell layers have different absorbance properties. (hcs.osu.edu/hcs300/anat3.htm).

Conclusions

Typical absorption values of green light (550 nm) range from 50% in lettuce to 90% in evergreen broadleaf trees. As observed above in the action spectra, the entire light spectrum is used to drive photosynthesis. It appears as though green light is not a safe light and that green light is required for optimum whole plant photosynthesis. Recent studies have determined that green light is more photosynthetically efficient than red or blue in the deeper layers of leaves. The experiments we have performed at Heliospectra support the importance of green of green light for optimal plant growth and have found that the amount of green required is species dependent. The Heliospectra LED selection differs from most other LED plant growth lamps and this was based on full understanding of photosynthesis and plant physiological processes.

Mensagem da Matrix/DNA

domingo, agosto 6th, 2017

xxxx

Mas um grande dia de comemoração pela turma de um só’ da Matrix/DNA… Ha’ 30 anos registrei os copyrights dizendo que o sistema solar tem ondas concêntricas com faixas esféricas de diferentes frequências e vibrações na mesma sequencia de uma onda de luz. E que portanto o núcleo solar devia ter a primeira faixa, da conhecida onda G, que e’ a de mais intensa energia. Pois apenas nesta semana a comunidade acadêmica cientifica, contra tudo o que diziam suas teorias e contra tudo o que negaram quando eu dizia isso nos debates interneticos, descobriram e confirmaram não apenas que as ondas G estão no núcleo solar, como também descobriram seu obvio efeito: que o núcleo solar gira mais rápido que a superfície. Quatro vezes mais rápido!
O futuro sempre desmentiu as mentiras, sempre clareou os fatos. Naquela época os donos das universidades não queriam admitir, mas o futuro desenterrou os papeis empoeirados de Copérnico, um zé’ ninguém, foi o primeiro a descobrir que o Sol não gira a nossa volta, como desenterrou dos porões da biblioteca os papeis de Mendell, outro que morreu desconhecido, para mostrar que ele foi o primeiro a descobrir a genética…Ora, de alguma maneira o futuro desenterrara meus copyrights no Rio e em Washington e mostrara que fui o primeiro a ver as ondas G no núcleo solar, o primeiro a dizer que nunca houve origens da vida aqui, o primeiro a dizer que o DNA vem desde o Big Bang, que não existe código genético, o primeiro a unir a evolução cosmológica `a evolução biológica com um elo evolucionário que ainda desconhecem. o primeiro a elaborar um modelo teórico do átomo e da galaxia mais próximo da verdade… E o primeiro a descobrir que neste universo esta ocorrendo um processo de reprodução genética de um sistema natural consciente que deflagou o Big Bang como num ato de fecundação, e que nos, humanos, somos partes dos genes meio-conscientes que esta construindo este embrião… Que fui o primeiro a descobrir no céu, os astros possuem ciclo vital igual a nos, que formam famílias, namoram, se casam, se reproduzem como nos e as estrelas, como mães atarefadas a manterem seus rebentos planetas protegidos debaixo de suas asas gravitacionais enquanto os nutre com seu néctar energético… O futuro talvez descobrira que fiz algumas teorias erradas também, mas as corretas suplantam, portanto, estou no meu direito quando tomo no presente uma cerveja para antecipar uma comemoração que por certo acontecera quando não mais estiver por aqui… Um brinde `a onda G!
Para um cidadão comum parece não ter nenhuma vantagem em saber estas coisas distantes do macro e microcosmo mas na verdade existe uma grande vantagem – fundamental – se sua visão do mundo aponta para um significado sublime para nossa existência, e as previsões de sua visão vão sendo todas confirmadas – pois isto confirma o significado da existência e este me indica que passaremos por todas as mortes e o nosso futuro sera grande…
Para quem quiser ver a noticia desta descoberta:

Foton: Forma Fisica?

sábado, agosto 5th, 2017

xxxx

ler este pdf:

Physical Model of a Real Photon with Substructure and Mass by Kenneth D. Oglesby 25 September 2016

http://vixra.org/pdf/1609.0359v1.pdf