Archive for the ‘economia’ Category

Moderno Materialismo: Video Indaga > Certo ou Errado?

segunda-feira, fevereiro 13th, 2017

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Meus comentarios postado no Youtube:

Louis Charles Morelli Louis Charles Morelli – fev – 2/12/2017

We are 8 billion semi-conscious genes building and nurturing inside our egg-heads with its placenta (the brain) the embryo of this ex-machine consciousness. We are wild and wrong because we came from a chaotic biosphere. Go to the jungle, the place we came from, and see chaos, violence, everywhere. But we are materialistic hardwares. The ex-machine consciousness came from somewhere beyond this material universe, as the software, sleeping at atoms, dreaming at galaxies, waking up at plants and animals, and is beginning to lift up, almost born baby, at humans and elsewhere there is intelligent life. So, we, Americans, are too much materialist? Are we prejudicing our soul’s mission? The biosphere and origins of life was chaotic due our ancestral creator – the Milk Way – going against this mission. It became a closed system in itself, the extreme expression of selfishness, paralysing its own evolution and the consciousness embryogenesis. A universal law – entropy and death – was necessary for correcting the big mistake and then, the galaxy felt as seeds over planets and began in a different way, as biological systems, opened systems. This was a punishment but also a new opportunity.
The ex-machine parents of consciousness are waiting their baby. The big mistake was divided into 8 billions slices, each one seeing and suffering the slices of its own mistake acting by the others. But, at same time, each other has one information necessary for building the baby. They need be free for studying because the mind grows by transforming informations of each detail of the natural world into the body of consciousness. They need accommodation for their body for studying and learning as well. When we are consumerist of superfluous we are sending to garbage the result of their hard work and time. We are prejudicing ourselves because they are not doing their mission, the baby (we as cosmic being) will born handicapped or will be aborted before the birth, due the transformations of our planet. Yes, I am a minimalist, I do not approve luxury. Materialism as luxury, consumerism of superfluous, is a return to the original sin – the closed system. But, maybe may theory about the meaning of life is wrong, so, each one must be free for following its own consciousness.
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Cerberus – 2/12/2017
What spirit? Who ever discovered essence, no one, that’s who. You briefly live and die, as best you know how, at the time. There is only dirt or ash after death, that’s all the evidence will support. End of the story
Louis Charles MorelliLouis Charles Morelli fev-2/13/2017
It is your right investing 100% of yours body patrimony and behavior on this materialistic belief. As it is their right – the mysticals fundamentalists – investing their 100% into their belief in a supernatural world. But, the materialistic Nature have shown that going to extremes are always bad. The best accommodation is at the middle-term, the equilibrium between the two extremes. I bet 50% on each alternative. But, Nature itself is sending signals that not everything dies at the body death. Biological systems were built by the soul of this galaxy composed by dark, negative, photons. These photons are composing a system just inside you just now. If this soul is living 13,8 billion years, why it will dy just with you?! Yours suggestion makes no sense..
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Are we too Materialistic?

Crise no Brasil: A Causa Profunda e Desconhecida – Mensagem da Matrix/DNA

domingo, outubro 30th, 2016

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Postado no Facebook em 10 (Out)/30/2016

Louis Charles Morelli
Eu penso que…

A atual crise no Brasil ( e eterna no mundo) não seja uma punição de deuses a um povo erradio, nem apenas produto do animalista instinto para predador dos aristocratas do Brasil. Esta crise e’ simplesmente o efeito normal, inevitavel, do eterno fluir da longa cadeia de causas e efeitos naturais que comecou com as origens deste mundo. Vou explicar:

Nesta semana passada estive envolvido na pesquisa de um fenomeno natural alardeado no meio cientifico: a descoberta de algo mais sobre o mecanismo do DNA corrigir seus erros na reproducao para evitar que nascam defeituosos. E como sempre, vi algo mais do que os cientistas neste fenomeno, porque eu tenho a formula da Matrix/DNA e eles nem a conhecem.
Pois a crise no Brasil e’ produzida pelo mesmo mecanismo que o sistema social humano herdou do mecanismo em seu sistema genetico.
Os sistemas naturais – como o atomo,o genetico, o social humano – sao feitos de um circuito esferico que funciona como um canal dentro do qual flui a sua energia carregando seus bits de informacao. Este fluxo passa por todas as partes do sistema. Ora, tambem acontece que estes sistemas possuem uma identidade propria, uma especie de mente em relacao ao nosso corpo, que apesar de ser abstrata, invisivel, ela tem uma forssa (sei do erro, mas meu teclado nao fala portugues) que pode mover e dirigir nosso corpo segundo a vontade dela. Esta identidade e’ formada pela soma de todas as informacoes de todas suas partes, mais as informacoes que surgem das interacoes entre estas partes e – no caso dos sistemas abertos – das relacoes entre estas partes e coisas do mundo externo.

Entao, o fluxo flui dentro de um canal estreito, esferico, para o sistema funcionar bem. Acontece que algumas perturbacoes fazem com que particulas deste fluxo se desviem e tentem sair fora do fluxo. Ora, alem de prejudicar, de causar dores no sistema, se isto continuar o sistema morre. Entao a identidade do sistema e’ como um template, uma forma de fundo, que tenta obrigar a forma do fluxo ser igual a ela. E agora vamos chegar a causa destas crises sociais.

Os humanos brasileiros se comportam sempre saindo fora do fluxo. Isto porque a meta suprema da nossa existencia imposta pela Natureza imediata e’ ser parte de um ser que reproduza nosso ancestral e criador – o sistema astronomico que nos envolve e dentro do qual, a forma de sistema biologico, ou seja, a vida,  emergiu –  assim como nossos pais sao nossos ancestrais e criadores. Entao somos objetos de reproducao de algo que não e’ humano, e sim algo que vai abranger a totalidade desta biosfera terrestre. Somos meras partes, pessas.

Ora, a identidade de sistemas precisa que todas suas partes se conectem sob as regras deste processo de reproducao. E os brasileiros – diferente dos Americanos, por exemplo – sao rebeldes a essa conexao. Essa interatividade entre partes, individuos, se realiza pela associacao dos individuos, formando grupos maiores, que serao partes maiores do sistema. Mas os brasileiros se recusam a associarem-se ate dentro da propria familia, muito menos com os vizinhos do seu bairro, menos ainda com os confrades cidadaos de suas cidades. E quanto pior em termos de pais, de nacao. Enquanto nos USA – e a maioria dos paises ricos – existem associacoes para tudo ( associacao dos com bigodes, dos sem bigodes, dos veteranos de guerra, dos motoristas da Uber, das maes e esposas da cidade, etc.), a maioria dos brasileiros nao pertencem, nao formam, associacao alguma. Isto revela o grau de egoismo individualista de um povo.

Entao, a formula da Matrix, a identidade do sistema social brasileiro, que e’ uma criacao natural, atua como o mecanismo de auto-cura do DNA. Ele se agita, estrebucha, se sacode todo, tentando montar e controlar o fluxo das particulas individuais correndo em suas veias, e seus efeitos sao sentidos pelos humanos nas bases dos processos que mais os afetam, como a economia, que se relata aos bens materiais que sao necessarios as suas sobrevivencias.

Os 5.000 aristocratas do Brasil se associam numa mafia para prejuizo da nacao, pois funcionam como um buraco negro da economia, retirando os produtos economicos do pais para levar as suas posses na Europa. A classe media se associa apenas quando seus privilegios ( principalmente como maioria de funcionarios no setor publico) diminuem e ai derrubam os PTs da vida, mas nunca enfrentam os grandes predadores aristocratas. E o povao… estes nao tem a minima consciencia de sociedade, e’ cada um para si e salve-se quem puder. Mas a Natureza flui e de qualquer maneira impoe suas regras, e estas exigem a associacao entre as partes dentro do fluxo geral. O ser ancestral que esta sendo reproduzido aqui era – e ainda e’ – a maquina mais perfeita que a Natureza conseguiu montar, tanto que esta maquina funciona em sincronia com os relogios, uma sincronia eterna. E esta maquina, para ter um baby que a reproduza, apenas o tem quando suas partes estiverem perfeitamente associadas como uma maquina.

Nao devemos permitir que nos tornemos partes de uma maquina, principalmente quando conhecemos o destino desta maquina, que e’ a degeneracao e morte. A “Queda”, da qual somos os atuais resultados. Temos que trilhar um destino a revelia do que quer nosso criador. Mas isto tem que ser feito com inteligencia. Nos precisamos da biosfera terrestre funcionando perfeitamente como uma maquina. Nos libertar do trabalho escravo rotineiro, dos instintos herdados dos animais, dos seres que causam nossa doencas mortais, etc. Nos temos que ir na direcao do ” Admiravel Novo Mundo” previsto por Huxley. Mas nisso entra nossa inteligencia: nossos corpos continam sendo levados pelas regras do erradio criador, mas nossas mentes, nao! Se quisermos, o criador jamais pora’ suas patas sobre nossas mentes. Pois ele nao tem mente, consciencia, nao sabe o poder destas coisas. Estas coisas estao vindo de algo alem do criador imediato, e temos que nos abrir-mos para sua acessibilidade, e manter-nos firmes para continuar sobre seu controle.

Entao os brasileiros tem que associarem como individuos, prinicpalmente nas atividades de suas necessidades basicas, que e’ sua economia. Os Americanos fazem isto quando cada cidadao, depois de conseguirem sua poupanca basica, investem cada dolar comprando acoes de suas corporacoes. Assim se associam economicamente. Mas eles criaram estas corporacoes  e entre eles, se repartem os lucros destas corporacoes. A partir de iniciativas individuais ou de vizinhos de bairro. Enquanto os brasileiros continuarem resistindo a montarem a rede de conexoes que estruturam os sistemas naturais, como o social humano, os individuos sao particulas desviadas do fluxo natural, e como faz o DNA dentro de nossos sistemas celulares, ele se estrebucha, se contorce, distorce, mas acaba expulsando ou se impondo sobre as particulas desviadas e retorna a ser a formula que o construiu. Nesta reacao da identidade do sistema, as particulas as sentem como crises.

Procurem seus familiares e procurem como se associarem nas atividades do trabalho economico. Depois procurem as familias vizinhas e expandam-se como grupo. Depois procurem os cidadaos de sua cidade, de seu estado, de seu pais e estejam prontos para fazerem parte da grande e sagrada familia universal, aquela sonhada por aquele pobre carpinteiro mas que com essa ideia se revelou o mais sabio profeta e genio dos homens: Jesus Cristo!

The Controversy about the Making of an Ideal Society

segunda-feira, maio 2nd, 2016

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( Titulo em Portugues: Buscando o Melhor Sistema Social: Diferenças de visões entre MatrixLight/DNA e Modernos Acadêmicos )

This article was here copied ( in black) because I saw that I can not agree with lots of things and must analise each phrase inserting the MatrixLight/DNA criticism ( blue letters).

http://blog.ictp.it/wp/?p=112

Economics And The Making of A Perfect Society

by Matteo Marsili

CC 2.0 NIH/NIAIDWe humans are the only species that makes the rules by which we interact. Animals don’t. They are subject to the law of the jungle,…

I don’t agree. All types of societies created till now mimics the rules of te jungle, where there are big predators ( the high class), medium predators (middle class) and preys ( the real producers and really vampirized by the other two class). Which humans makes the law? The most numerous class of humans, the poor, be it in feudalism, capitalism or communism, never made any laws.

 

while we make laws that govern our behavior and design institutions with “laws of motion.”

So, in the same way as we can build airplanes and make them as efficient as possible, why can’t we also build efficient societies? Each of us has a different idea of what efficient means here, but there are minimal requirements we should all agree with. For example, a society should make collective decisions that are not self-contradictory and that cannot be manipulated by introducing irrelevant alternatives.

Sadly, there is no recipe for organizing a society in such a way as to achieve even these minimal requirements.

Yes there is one; a step forward the formula applied by Nature for creating working natural systems. It is known and called MatrixLight/DNA formula,which is the program template behind every natural system, from atoms to galaxies to human brains. The problem is that nature has applied only two states of that formula, one for ordered state which is the closed system aspect and the other is opened system for chaotic states, like Earth biosphere. Ants and bees societies have mimicked the mechanistic ordered closed system, while human beings are applying the dispersive opened system but with tendency to becomes a closed system also if will prevail the big predators. Dinosaurs ( and all big predators,like lions, wales, eagles, etc. went this suicide way). The ideal state of the formula should be “self-oriented evolution synchronized with universal ( cosmological plus biological) evolution”.

The problem has no solution besides dictatorship. This is a theorem that Kenneth Arrow, the Albert Einstein of economics, proved in the fifties.

What?! The unconditional rule of big predators with no resistance? This is a consciousness-evolution stopper, which is the force acting naturally just here and now. Nature never tolerated it before, so it will not permit long life to any system built against its tendency. The ants and bees societies did it, that’s why they are in a dead end.

 

Amartya Sen, another economist, argues that this is actually not a bad result. All it says is that individual opinion and interests are not enough to organize a society. You need discussion and a process by which people’s view converge on the common good. That’s democracy.

The Greeks might have known this, because in times when they had no time to discuss, they used to turn to dictatorship.

That’s why the ancient Greek civilization is extincted. Dictatorship is an aberration, it still works as the rule of the jungle in chaotic state, but it will be destroyed.

If we can’t design a perfect society, maybe we can aim at understanding the ones we have. In principle, a society is a collection of many interacting individuals, so this looks like the problem of deriving the laws of a collection of many interacting particles, like a gas in physics. If particles are subject to forces, individuals are subject to economic incentives: they will do what makes them better off. There has been a great effort by mathematical economists to derive economic laws from profit seeking behavior of individuals.

Another big mistake. Particles in gaz does no create any working system and less tan it, any system that could evolve towards its transcendence. As the History of the Universe shows to us, any new system emerges from the death of a prior system. Initially there is chaotic state due extreme chocking competition and selfishness of all elements. The chaos leads all elements to suffering and slow down the motion, which will downing the temperature, the conflicts are changed by touching, cooperation grows, a new system is established. The search for profit encours into extreme competition, conflicts, and never goes towards the transcendence of the social system, which could avoid new extermination. Changing competition by cooperation is a matter of changing the moral code and this is a matter of a better world view. Yours suggestion is doing a bad service here.

Remarkably, this has shown that, in an ideal world where every wishable thing can be traded, letting competitive markets run free is enough to bring the society to an optimum.

Competitive market running free? But,… you should search for competitive humans running free. And it means ” initial equal conditions”, before the competition stars. You know… 90 % of the world population had no initial resources, they were homeless, never were free. The initial owner of the whole territory are the lions, sharks, eagles. This was the beginning of capitalism. Communism has long gone? Of course, the communist lions were much less strong in the competition with the traditional capitalist lions. Remember that communism was gone due a could war, it means, a war inside the same species. 

What a strong argument in the cold war era, when the ideals of free markets (capitalism) were clashing with those of centrally planned (communist) economies! Communism has long gone, but we also realized that our world is far from those ideal conditions where free markets are enough to make things work. On top of that, behavioral economists and neuro-economists have shown that individuals do not just care about their own interests, and sometimes behave irrationally. In spite of a few financial crises after the fall of the Berlin wall, much of our political economics (the “laws of motion” of our societies) are still based on the free-markets capitalist ideology.

Capitalism is similar to economic Darwinism: competition in free markets selects the fittest firms, those producing most efficiently what consumers demand. Yet, as Darwinian evolution has produced strange creatures like dinosaurs, our “free markets” have produced “too-big-to-fail” banks.

The problem is that Darwinian Theory does not describes the ideal natural process of evolution, in universal terms. It is merely a non complete description of micro-cycles evolution, like the biological evolution in state of chaos. Then, the selected fittest of Earth’s life evolution never had long life, all them goes to extinction, like all civilizations and emperors created till now as extension of the animals’ jungle rules.  Darwin and still the Modern Synthesis have seen only three evolutionary variables, but, for ideal systems there are seven variables, most coming from the organization of thermodynamic systems. While our moral code and world view is driven by Darwinian evolution we never will grasp the real ideal universal process of evolution for crating the best social system. 

These, like black holes, are distorting economies’ space-time around them, absorbing all they come in contact with, scaring the world’s economy with threats of systemic failures.

CC The TaxHaven, AP Photo/Richard DrewWe don’t fly people on airplanes if we’re not sure how those airplanes work. Yet we fly the whole world’s economy on financial markets that are designed by us, with rules that we write. But we don’t understand how they work. Isn’t it a paradox?

Not for me. The MatrixLight/DNA formula for natural systems explains the apparent paradox. One thing is… a system opened to its own evolution for not being destroyed by natural forces never can leaving the flow of energy/information, beyond the point where begins the entropic process. Biological life is here today due obeying this rule with chirality, not absorbing molecules spinning right where entropy leaves. So, when a social element gets more material resources than it needs for surviving in acceptable conditions, instead going spinning entropically, it should to deviate the resources for expanding the system into the external world. We do it when investing in space exploration. The problem is that most human beings keeps the exceedingly resource because they want own paradises… the entropic realm.

It’s a very expensive paradox, given the cost of the last financial crisis. It’s not clear whether we can afford the cost of leaving economics as a pseudo-science. We have made tremendous advances in understanding how collective phenomena emerge from interactions between individuals. That’s Statistical Mechanics, a science whose founding father himself thought of as being naturally suited to understand our societies. We have a great deal of data, and can test hypotheses and falsify theories, which is what science is about.

Nope. Human sciences has not understanding how the ” ideal” collective phenomena emerges and Statistical Mechanics does not applies because there is no natural mechanistic system, all them are living systems. Till the stellar and galactic systems – which are the building blocks of the Universe mechanical skeleton – are born as living things, they grow, gets maturation, are attacked by entropy and dies. There is no long living or eternal mechanistic motions inside natural systems. But, you have facing yours eyes a process of nature making an idea working system: the familiar human system. A complete and working familiar system must have seven elements, one of each performing a systemic function: the baby for keeping the perpetuation, the child for keeping the growing, etc. But, a familiar ideal system has its seven elements as the right shapes of a human body under the process of life’s cycle. Divide yours lifetime by seven meaning shapes and you have a (hermaphroditic,in natural sense) the template for all natural systems. It is about life motions and not mechanics motions. Socal economic system should mimics the familiar economy system.

We cannot make experiments on real societies. Yet there are “economies” of different species of bacteria “trading” nutrients — the microbiomes in our guts, or on our skin or teeth. Bacteria choose, play games, consume and work to produce goods for others. They also have a social life. Microbial communities are a hot topic, because the equilibrium of their “economies” is intimately related to our health. Yet, they could also teach us a lot about economics and provide the experimental test bed for the theories of economic equilibria. This, I believe, is a very exciting research direction, which is why ICTP plans to have a workshop on the economics of microbial communities in 2017.

I know a little bit about bacterial societies but I can advancing that is no good idea mimicking their behaviors ans systems. Bacteria does not search their evolution, they are exterminated when the host body dies. We, humans, are in need of a model that leads us to survive the death of our actual environment and leads us towards our transcendence. 

Today, as never before, we have the tools to advance our understanding of our economies. The making of a perfect society may remain a utopic dream, but at least we can make economics a science that can better inform our globalized society on the choices it faces.

Thanks for the opportunity for testing the MatrixLight/DNA against the mainstream mindset.

Blog_MarsiliMatteo Marsili is the co-head of ICTP’s Quantitative Life Sciences Section.

Bitcoin: Novo Paradigma Afetando o Sistema Social – Deve ser Pesquisado

quarta-feira, janeiro 13th, 2016

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Bitcoin : parece que e’ um novo tipo de moeda simbólica, digital que flue através da Internet. O artigo diz que ela esta revolucionando a economia, a maneira como se faz comercio, e ela esta trazendo uma mudança de paradigma. Em vista disso interessa a Matrix/DNA estar informada sobre bitcoin e tentar uma visão sistêmica abrangente em como sera o novo paradigma.

Bitcoin’s Bold Experiment: A Goldmine for Economic Researchers

https://medium.com/mit-media-lab-digital-currency-initiative/bitcoin-s-bold-experiment-a-goldmine-for-economic-researchers-d3b5e6af8007#.erv1b14jd 

Esta’ a Economia Construída Sobre Um Monumental Equivoco?

sexta-feira, novembro 20th, 2015

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Muito bom artigo, comparando o sistema econômico humano atual com sistemas e evolução biológica, projetando a Matrix/DNA nas ciências econômicas, merece ser aqui traduzido:

Is Economics Built On A “Monumental Mistake?”

http://bigthink.com/errors-we-live-by/self-organization-in-biology-vs-economics-darwin-vs-smith

This is diablog 8 between David Sloan Wilson (DSW) and me (JB).

Este e’ um diablog ( diablog sao pullquotes da BigThink que diferencia dialogo de debate. Debate e’ quando os participantes tentam impor suas tendencias particulares e dialogo e’ quando os vários participantes com suas varias diferentes teorias tentam selecionar o melhor de dada uma e construir uma teoria final), 8 entre David Sloan Wilson (sigla DSW. David e’ o líder do Evolution Institute) e eu (sigla JB):

1) JB: You’ve called an idea that’s cherished in economics “a monumental mistake.” Specifically, the belief that Adam Smith’s “invisible hand” ensures markets self-organize for the best overall outcomes.

1) JB: Você tem definido uma área que e’ idolatrada em economia ” um monumental erro”. Especificamente, a crença de que a “mão invisivel”, por Adam Smith, assegura que os mercados se auto-organizem para o melhor beneficio de todos.

2) JB: Biological self-organization — Darwin’s “invisible hand” — often delivers disaster. What can self-organization, or spontaneous order, in biology teach economics?

2) JB: A auto-organização biológica – que ‘e a “mão invisível” segundo Darwin, geralmente produz desastres. O que pode a auto-organização, ou ordem espontânea, da biologia ensinar para a economia?

3) DSW:  Self-organization isn’t intrinsically good (it can be functional or dysfunctional). 4) DSW: It is indeed a monumental mistake to think that unbridled self-interest will robustly benefit the common good. Instead, it can cause dysfunctional self-organization. 5) DSW: Nevertheless, biology provides breathtaking examples of invisible hand self-organization.  Multicellular organisms and social insect colonies work beautifully as multi-agent societies without their members having the welfare of their society in mind. We can say that confidently because cells and insects don’t even have minds in the human sense! 6) DSW: Self-organization leads to group-functional outcomes in these examples because the group is the unit of selection. Lower-level behaviors that work well
at the group level are winnowed from the much larger set of behaviors that don’t work. But when biological systems are not units of selection, e.g., most ecosystems, they don’t function well as units, as you correctly say.

7) DSW: Like bodies and beehives, human groups function well to the degree that their properties have been winnowed by between-group selection. [Friedrich] Hayek saw this evolutionary aspect of economics, but few understand it correctly.

8) DSW: The bottom line: Spontaneous order worth wanting is possible, but it must be selected. That sounds contradictory, but it makes perfect sense, evolutionarily.

9) JB: I get that that’s how it works in biology. But economists, despite sometimes using biology-like language, are mainly physics-like thinkers. And spontaneous order in physics isn’t “selected.”

10) DSW: You’re right. Economists will never get it right until they switch their mentality from physics to evolution (see Newton pattern vs. Darwin pattern).

11) JB: Robert Frank’s The Darwin Economy distinguishes two “invisible hand” types. Sometimes individual incentives combine to generate good group outcomes. Sometimes they undermine group goals. Bad invisible hands create spontaneous disorder, which local incentives can’t cure (see Markets Dumb As Trees?).

12) DSW: Exactly. Incentives are like mutations. For every one that works, many are counterproductive.

13) JB: Smith’s invisible hand claims selfish incentives have the unintended consequence of group-level benefits. But Darwin’s invisible hand shows they often don’t. Meanwhile markets shouldn’t be interfered with, because of bad “unintended consequences.”

14) DSW: Oddly muddled. Complex systems always include indirect effects (which public policy must monitor and mitigate).

15) JB: Perhaps economists believe people wouldn’t knowingly damage their own long-term interests. But empirically people do, often(sometimes encouraged by economists).

16) DSW: An evolutionary or empirical/behavioural perspective would never make that error.

17) JB: And unlike the rest of biology, humans aren’t limited to mindless random trial and error and “selection.” Our evolved learning,foresight, and coordination abilities mean we can intelligently guide systems away from ruin (vigilantly adjusting to mitigate bad, unintended consequences).

18) DSW: True. But only if we can become wise managers of evolutionary processes.

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Ver outros artigops relacionados abaixo, principalmente o grifado e ler os comentarios postados no artigo:

Earlier diablogs covered: (1) evolution’s score keeping (relative fitness), (2) its built-in team aspects, (3) its self-destructivecompetitions, (4) its blind logic, (5) how division of labor complications, (6) why economics needs a version of evolution’s “inclusive fitness,” and (7) why whatever your politics, you needneedism.

Insatisfeito com este Capitalismo Selvagem? Veja como Leonardo Boff e Louis Morelli sugerem fazer para mudar

segunda-feira, abril 27th, 2015

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Este comentario postei abaixo do artigo no blog do Leonardo Boff cujo link vai abaixo: 

Louis Morelli – 27-Abril-2015, 11:20 AM

Estamos descobrindo agora que esta cultura tri-milenar falseou todas as interpretações dos fenômenos naturais porque a herança animalesca dos humanos continuou a conduzir os predadores ao poder e esta cultura tem funcionado como a hipnose em que a serpente paralisa as prêsas. A alternativa mais sábia é re-interpretar os detalhes reais do mundo destruindo as bases desta cultura ao mesmo tempo que traga outra dirigindo a espécie humana cada vez mais distante da sua natureza animal,rumo à sua próxima forma evolutiva transcendente. Isto justamente o que faço com a cosmovisão da Matrix/DNA Theory, ao retornar à selva virgem do Amazonas e buscar um novo entendimento daquela biosfera e no seu contexto astronomico para melhor entender a existência desta natureza no seu aspecto universal e dentro dela, a nossa existência. Descobri que quase todo o conteúdo dos curriculuns escolares hoje globalizados estão ensinando uma mentira colossal porque todos os objetos e eventos naturais estão interpretados de forma errada.

A herança humana do seu passado animalesco continua a influenciar nas suas criações de civilizações e seus sistemas sociais porque todos ( seja capitalismo, comunismo, feudalismo, etc) são baseados nas mesmas regras da selva que divide sua população em grandes predadores (as famílias dominantes), os médios predadores ( classe média) e as presas ( o trabalhador assalariado escravo). De nada adianta criticar ou combater os efeitos que são estes sistemas sociais pois outros virão construídos pela mesma natureza humana. O certo é desconstruir esta cultura ao desmistificar suas mentirosas interpretações com fatos reinterpretados que não possam serem refutados, como nos possibilita fazer a Matrix/DNA. Esta nova e mais realista visão do mundo e da nossa existência nele dirige o ser a uma nova ordem de valores morais que automática e naturalmente vai mudando a mentalidade humana e seus sistemas sociais e combatendo no homem o vírus do animalismo. A Matrix/DNA não apenas descobre que o nosso código vital se estende no passado como uma Matrix fluindo pelo Cosmos até as origens do Universo como ainda aponta que como auto-conscientes somos 8 bilhões de genes diferenciados entre si para construir um nosso único futuro corpo, filho deste planeta, desta galaxia, deste Universo e quiça, de um ser alem dele. E isso é tudo que precisamos para que cada ser humano seja um agente na construção de um sistema social perfeito.

Comentário de Ijaelson  – PERMALINK
17/04/2015 23:12

Realmente”no capitalimo já não é o homem que comanda, mas o dinheiro e o dinheiro vivo. A cada dia percebemos o ser humano desvalorizado em suas relações. Parabéns por mais uma construtiva reflexão.

Resposta de Louis Morelli – 27 – abril -2015

Ijaelson, pela fórmula de sistemas naturais, o dinheiro representa para o sistema social humano o que é a energia que corre no circuito ligando as partes e quando o sistema se torna fechado em si mesmo ele cria uma identidade própria de sistema alheia e soberana sobre todas suas partes individuais. Este é o amago das previsões futuristas de obras com o Admirável Mundo Novo de Huxley e o grande irmão do Orwell onde até o Imperador se torna escravo do Frankstein social criado pelos homens. Mas esse processo natural está melhor exemplificado nas sociedades das abelhas, formigas, cupins onde a rainha está presa a normas regidas é tambem uma escrava do Leviatã que se ergue como a alma da maquina. Se você der uma olhada na fórmula para sistemas naturais fechados no meu website vais entender melhor o que brilhantemente intuístes. Obrigado por mais essa jóia da perspicácia humana, pois se todos não entender-mos isso a tempo, vamos no caminho da debilidade consciente dessa Matrix incrustada na nossa genética e modelando essa biosfera caótica terrestre.

A cultura do capital é anti-vida e anti-felicidade

https://leonardoboff.wordpress.com/2015/04/17/a-cultura-do-capital-e-anti-vida-e-anti-felicidade/#comment-37520

 

E como complemento ao artigo acima Leonardo Boff publica este outro artigo o qual tambem provocou o outro meu comentário abaixo:

Cómo acabamos por reproducir la cultura del capital

https://leonardoboff.wordpress.com/2015/04/24/como-acabamos-por-reproducir-la-cultura-del-capital/#comment-37537

Resposta de Louis Morelli – 27 – abril -2015

Este afã de autoafirmar-se nada mais é que o instinto herdado dos animais nas regras da selva onde o grande predador se afirma pela fôrça e astucia felina e isso está na genética e inconsciente humano que deve ser assim e continuado. Quanto às três utopias acima todas se esquecem de alguns fatos 1) O sol, o planeta, como tudo o mais está mudando e um dia não suportará mais a vida aqui, portanto, a tecnologia espacial tem que ser desenvolvida 2) Toda sociedade de qualquer espécie animal que se se torna auto-suficiente logo entra em conflitos devido o aumento demografico, apenas a Ciência sob o contrôle da sociedade progressista pode resolver isto; 3) Todos os povos primitivos e com estas utopias foram dizimados, portanto, os fatos mostram sua ineficacia; 4) Toda vez que o humano se assenta confortavelmente satisfeito com o que tem torna-se extremo conservador e a sociedade um sistema fechado em si mesmo, e todos estes sistemas foram e serão sempre destruidos pela natureza.
A unica utopia que conheço que prevê tudo isso mas ainda visualiza um caminho eficaz e feliz para a Humanidade é a sugerida pela cosmovisão da Matrix/DNA Theory.

Pensamentos na vida real (1)

quinta-feira, abril 16th, 2015

Pensando em coisas da vida pratica percebí duas coisas importantes pela primeira vez: A – A explicação do porque os executivos, principalmente judeus, estão dominando a economia mundial; B – A diferença da vida entre os trabalhadores do Brasil e  dos USA. A – No geral, as grandes companhias  de hoje foram iniciadas por um  individuo mais  ambicioso que o  normal. Apesar  de ter  a tendencia inata de manter o aspecto “moleque” – estar sempre jogando,competindo, querendo maliciosamente ganhar dos colegas – e com isso explorando os trabalhadores da companhia, ele apresenta uma dose de humanismo em relação aos empregados mais velhos que o  acompanharam por 20, 30 anos. Muitos foram seus vizinhos na infância, outros eram desconhecidos mas que vieram trabalhar muito próximo a ele a ponto  de partilharem de festas caseiras familiares, etc. Estes empregados vão se tornando cansados depois de 10 anos  fazendo  a mesma coisa ou estando na mesma companhia, tornando-se obesos, lentos, acomodando-se porque são amigos do dono. Este se enriquece e  tambem diminui sua índole de grande e  maior predador, não  mais forçando tanto que a companhia dê o máximo lucro  possível. Com isso a companhia entra num estado de equilíbrio nas contas,  porque ela  se tornou lenta, obesa, pesada, porque este é o estado de 30% de seu grupo de trabalho, 30% estes que na maioria são  chefes de  secção  tambem amolecendo na  exigência de maior produção dos outros 70% dos empregados. O dono  muitas vezes está  ganhando muito  dinheiro na aplicação de  capital em outros negócios e passa a negligenciar a margem de lucro no inicio, desejando apenas que a companhia  se mantenha estável pois ali ele  tem muito capital. Enquanto isso novos super ambiciosos  mais jovens estão sempre emergindo e fundando companhias com correntes com sangue novo, 100% do grupo de trabalho explorado  no máximo lucro possível. Com os concorrentes crescendo e tomando mercado da velha companhia, esta passa a entrar na zona perigosa do vermelho, mas tanto o dono quanto os chefes de seção estão cada vez mais desejando descanso. Então é onde  entra Wall Street. Um grupo de sentados operadores de computadores, geralmente judeus formados em economia, bufando inquietos atrás de riqueza e poder, acompanham com  avidez os balanços  de todas as companhias do mundo e conseguem saber primeiro quais companhias estão balançando. Ficam desesperados para adquirirem a companhia combalida mas como não possuem o  dinheiro suficiente e fundam os fundos de investimento, uma operação que consiste em convencer o maior  numero de médios ou grandes capitalistas cansados a participarem da compra da companhia apresentando argumentos do porque a  companhia  está mal e quais as medidas que ele, na presidência administrativa da companhia, vai adotar  para re-ergue-la. Ao adquiri-la, a primeira coisa simples que o novo administrador faz é cortar fora aqueles 30% de empregados antigos e obesos, enquanto obriga os 70% a produzirem a mesma  quantidade da companhia pelo  mesmo salario anterior e ainda cortado em vários benefícios trabalhistas. Ora, a queda de  custo em  30% da mão de obra faz estes 30% reverterem em lucro e uma companhia que estava no vermelho de repente está dando lucro de novo. A seguir o novo administrador  continua apertando  os parafusos,  exigindo mais  e mais  produção dos 70% para aumentar mais os lucros. É o capitalismo selvagem que provoca choro e ranger de dentes nos velhos empregados  e mais ainda nos novos. B – A diferença da vida dos trabalhadores americanos em relação aos brasileiros é no minimo, farta em ensinamentos e muito interessante.  Trata-se da opção dos empregadores entre soltar dinheiro pagando no ato os empregados ou segurar a metade do dinheiro para paga-los na  velhice. No  Brasil o empregador paga um  salario minimo de 350 dólares no ato e outros 350 são recolhidos pelas leis trabalhistas para o sistema poupador previdenciário que pretende devolver essa outra metade ao trabalhador  na sua  velhice. Nos USA o empregador paga os 750 dólares de imediato e nada mais. O governo se encarrega de descontar até 30 por cento deste salario para o sistema poupador previdenciário. Qual  o melhor sistema para empregadores e  empregados? Bem… a meu  ver esta pergunta não deveria existir porque antes de analisar este sistema econômico teríamos que ver suas causas, origens e contexto no mundo e ao fazer isto concluo que a causa está toda errada e assim tambem está tudo errado o sistema como efeito daquela causa. mas cada cabeça uma sentença e a maioria das pessoas não são filósofos como eu que precisa descer às raízes para entender a arvore e decidir sobre o que fazer com a arvore: a maioria simplesmente usa arvore, seus frutos, sombra e depois sem pestanejar as cortas para usar sua madeira…para que por a cabeça nisso?

Mexam-se, Homens e Mulheres, Burros e Irresponsáveis com Filhos e Famílias: Reajam Contra os Vampiros que estão te Sugando!

quinta-feira, janeiro 22nd, 2015

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Eu já abri aqui neste website uma associação para consertar o Sistema Econômico do Brasil e do Planeta. Até agora a “associação” só tem um voluntario: eu mesmo. Mas não desistirei até meu ultimo suspiro. Abro agora no Facebook. Se tivesse no minimo 2 pessoas, amanhã mesmo no calçadão de Londrina e na frente de algum banco particular teria duas pessoas portando cartazes: Boicotem os bancos e financeiras particulares . Queremos apenas bancos públicos e com contabilidade transparente total!

Isso seria apenas o começo.

Eu não consigo entender como uma pessoa fica num trabalho de empregado 40 ou 50 horas semanais, com disposição para trabalhar fisicamente, apenas para buscar dinheiro, e tem preguiça mental total que não investe meia hora nesta semana para se informar do que está acontecendo com o dinheiro do mundo! O ar que respiramos, o  espaço de dois metros acima do solo onde pisam nossos pés é riquíssimo, tem um valor em dinheiro para dar educação de graça para todo mundo. Nele correm ondas de som, de imagens, que possibilita a existência dos telefones, das televisões, rádios, Internet. Essas ondas atravessam nossos corpos a todo segundo, alem de estarem no ar que devia nos pertencer. Mas quanto em dinheiro vivo e real você esta recebendo por pessoas particulares estarem nadando em dinheiro por usarem estas dadivas que Deus deu a você , de presente? Porque você recusa um presente da natureza de Deus e o dá de graça a vampiros parasitas, monstros predadores humanos que agora, neste momento, estão tomando champanhe na beira da piscina? E rindo da sua cara que está no trabalho escravo?!

credit  Mário Tomé

Tente se mexer. Este planeta está dominado pior humanos – você é o humano – e não por macacos ou girafas. São humanos como você que decide quem vai ser dono daquela terra, para quem vai o dinheiro impresso na maquina que é sua tambem, etc…. Mas eu não estou vendo você participar com sua decisão, sua vontade, sua opinião, e seu braço forte capaz de surrar os larápios, na direção do todo social. O poder nesta terra é dos humanos, você é da classe que forma a grande maioria, o poder foi dado pela Natureza e Deus a você… e você não se mexe para usa-lo?! Porque você está dormindo assim desde que nasceste, o que aconteceu com sua mente, inteligencia?

Está certo: as ovelhas pastando no vale “sabem” que nada poderão fazer para se defenderem quando os leões predadores descerem da colina para fazerem a colheita do trabalho delas de transformar grama em carne suculenta. Quando eles descem é “pernas para que te quero?”  e cada uma sai correndo desesperada numa direção rezando para não ser a escolhida.  Mas ovelhas não possuem a menor inteligencia e nem uma linguagem para trocarem idéias e fazerem planos, pois se tivessem, e se quisessem, já teriam acabado com os leões, bastando cavar buracos abaixo da colina… ou outra estratégia qualquer.

Tente vencer a preguiça mental, comece lendo este artigo copiado abaixo, e volte para conversar sobre isso com os da sua classe social. Assim se começa… entre na associação ou desapareça da minha frente pois quem vai continuar engordando e fortalecendo meus inimigos vampiros é tambem meu inimigo…

Sistema financeiro brasileiro esteriliza os recursos do país

http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-31-45

Um debate fundamental pede passagem: a esterilização dos recursos do país por meio do sistema de intermediação financeira, que drena em volumes impressionantes recursos que deveriam servir ao fomento produtivo e ao desenvolvimento econômico. Os números são bastante claros e conhecidos, e basta juntá-los para entender 

O crediário 

Comecemos pelas taxas de juros ao tomador final, pessoa física, praticadas no comércio – os chamados crediários. A Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) traz na Tabela 1 os dados de junho de 2014. 

Antes de tudo, uma nota metodológica: os juros são quase sempre apresentados, no Brasil, como “taxa mês”, o que é tecnicamente certo, mas comercial e eticamente errado. É uma forma de confundir os tomadores de crédito, pois ninguém consegue calcular de cabeça juros compostos. O que é usado em todo o mundo é o juro anual. O Banco Itaú, por exemplo, apresenta em seu site as taxas de juros apenas no formato mensal, pois ao ano aparecem como são: extorsivas. 

A média de juros praticados nos crediários, de 72,33%, significa simplesmente que esse tipo de comércio, em vez de prestar decentemente serviços comerciais, se transformou essencialmente num banco. Aproveita-se do fato de as pessoas não entenderem de cálculo financeiro e de disporem de pouco dinheiro à vista para extorqui-las. Aqui, o produtor de “Artigos do Lar”, ao cobrar juros de 104,89% sobre os produtos, trava a demanda, pois esta ficará represada por doze ou 24 meses, enquanto se pagam as prestações, e trava o produtor, que recebe muito pouco pelo produto. É o que temos qualificado de economia do pedágio. Ironicamente, as lojas dizem que “facilitam”. No conjunto do processo, a capacidade de compra do consumidor é dividida por dois, e a capacidade de reinvestimento do produtor estanca. 

Os juros para pessoa física 

Os consumidores não se limitam a comprar pelo crediário, cuja taxa média de 72,33% aparece reproduzida na primeira linha da Tabela 2. Usam também cartão de crédito e outras modalidades de mecanismos financeiros desconhecidos para a imensa maioria dos consumidores. 

Tomando os dados de junho de 2014, constatamos que os intermediários financeiros cobram 238,67% no cartão de crédito, 159,76% no cheque especial e 23,58% na compra de automóveis. Os empréstimos pessoais custam em média 50,23% nos bancos e 134,22% nas financeiras. Estamos deixando aqui de lado a agiotagem de rua, que ultrapassa os 300%. 

Note-se que a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs) considera que o juro médio sobre o cartão é de 280%, portanto bem acima da avaliação da Anefac. Segundo a Abecs, 50,1% do crédito para consumo é feito no cartão, 23,5% no crédito consignado, 13,1% no crediário de veículos e 13,3% em “outros”. Trata-se, no caso dos cartões, de cerca de R$ 170 bilhões. É importante lembrar que, mesmo sem entrar no crédito do cartão, uma loja tem de pagar cerca de 5% do valor das compras ao banco, além do aluguel da máquina. Grandes lojas com capacidade de negociação com o sistema financeiro podem pagar menos de 5%, mas de toda forma é um gigantesco imposto privado sobre a metade do crédito de consumo, reduzindo drasticamente a capacidade de compra do consumidor. 

A Abecs considera que essa carteira “está sendo responsável por fomentar o crédito ao consumidor no país”. É uma forma positiva de apresentar o problema, mas desenvolve-se o crédito, e não o consumo. No caso da frequente entrada no crédito rotativo, as pessoas pagarão três ou quatro vezes o valor do produto. Miguel de Oliveira, diretor da Anefac, resume bem a situação: “A pessoa que não consegue pagar a fatura e precisa parcelar, ou entrar no rotativo, na verdade está financiando a dívida do cartão de crédito com outro tipo de crédito. O problema é que essa dívida não tem fim. As pessoas acabam não se dando conta dos juros que terão que pagar” (DCI, 20 ago. 2014). 

Obviamente, com essas taxas de juros, as pessoas, ao fazerem uma compra a crédito, gastam mais com os juros do que com o próprio valor do produto adquirido. Costuma-se apresentar apenas a taxa de endividamento das famílias, próxima de 30%, o que não é informação suficiente, pois elas não só se endividam muito, como se endividam muito comprando pouco. A conta é evidente: em termos práticos, pagam quase o dobro, às vezes mais. Dito de outra forma, compram a metade do que o dinheiro delas poderia comprar, se o fizessem à vista – isso porque a compra à vista já inclui os lucros de intermediação comercial. 

Não é o imposto que é o vilão, ainda que o peso dominante dos impostos indiretos só piore a situação: é o desvio da capacidade de compra para o pagamento de juros. As famílias estão gastando muito mais, resultado do nível elevado de emprego e do aumento do poder aquisitivo da base da sociedade, mas os juros esterilizam a capacidade de dinamização da economia pela demanda que esses gastos poderiam representar. Um dos principais vetores de dinamização da economia está travado. Gerou-se uma economia de atravessadores financeiros. Prejudicam-se as famílias que precisam dos bens e serviços e, indiretamente, as empresas efetivamente produtoras que veem seus estoques parados. Perde-se boa parte do impacto de dinamização econômica das políticas redistributivas. O crédito consignado ajuda, mas atinge apenas 23,5% do crédito para consumo (DCI, 20 ago. 2014) e se situa na faixa de 25% a 30% de juros ao ano, o que parece baixo apenas pelo nível exorbitante que atingem as outras formas de crédito. 

Os juros para pessoa jurídica 

As taxas de juros para pessoa jurídica não ficam atrás. O estudo da Anefac apresenta uma taxa praticada média de 50,06% ao ano, sendo 24,16% para capital de giro, 34,8% para desconto de duplicatas e 100,76% para conta garantida. Ninguém em sã consciência consegue desenvolver atividades produtivas, criar uma empresa, enfrentar o tempo de entrada no mercado e de equilíbrio de contas pagando esse tipo de juros. Aqui, o investimento privado é diretamente atingido. (Fonte: Anefac, 2014. Disponível em: www.anefac.com.br/uploads/arquivos/2014715153114381.pdf.) 

A atividade bancária pode ser perfeitamente útil ao financiar iniciativas econômicas que darão retorno, mas isso implica que o banco utilize o dinheiro dos depósitos para fomentar iniciativas empresariais, cujo resultado dará legítimo lucro ao investidor, permitindo também restituir o empréstimo. A atividade básica de um banco – reunir poupanças de depositantes para transformá-las em financiamento de atividades econômicas – saiu do horizonte dessas instituições. A economia, travada do lado da demanda com o tipo de crédito ao consumo visto anteriormente, tanto nos bancos como nos crediários, é igualmente travada do lado do financiamento ao produtor. Prejudica-se assim tanto a demanda como o investimento, os dois motores da economia. 

As regras do jogo aqui se deformam profundamente. Ao poder se financiar no exterior com taxas de juros cinco ou seis vezes menores do que seus concorrentes nacionais, as grandes corporações transnacionais passam a ter vantagens comparativas impressionantes. Muitas empresas nacionais podem encontrar financiamentos com taxas que poderiam ser consideradas normais, por exemplo, junto ao BNDES e outros bancos oficiais, mas sem a capilaridade que permite irrigar a imensa massa de pequenas e médias empresas dispersas no país. Não é demais lembrar que na Alemanha 60% das poupanças são administradas por pequenas caixas de poupança locais, que irrigam generosamente as pequenas iniciativas econômicas. A Polônia, que segundo a Economist foi o país que melhor enfrentou a crise na Europa, tem 470 bancos cooperativos, que financiam atividades da economia real. Um dos principais economistas do país, J. Balcerek, comenta ironicamente que “nosso atraso bancário nos salvou da crise”. 

Os juros sobre a dívida pública 

Uma terceira deformação resulta do imenso dreno sobre recursos públicos por meio da dívida pública. Se arredondarmos nosso PIB para R$ 4,8 trilhões, 1% são R$ 48 bilhões. Quando gastamos 5% do PIB para pagar os juros da dívida pública, estamos transferindo aos bancos donos da dívida e, por sua vez, a um pequeno grupo de afortunados cerca de R$ 240 bilhões ao ano, que deveriam financiar investimentos públicos, políticas sociais e semelhantes. Para os bancos é muito cômodo, pois em vez de terem de identificar bons empresários e fomentar investimentos, aplicam em títulos públicos, com rentabilidade elevada, liquidez total, segurança absoluta, dinheiro em caixa, por assim dizer, e rendendo muito. 

O efeito aqui é duplamente pernicioso: 1) com a rentabilidade assegurada com simples aplicação na dívida pública, os bancos deixam de buscar o fomento da economia; 2) muitas empresas produtivas, em vez de fazerem mais investimentos, aplicam também seus excedentes em títulos do governo. A máquina econômica torna-se assim refém de um sistema que rende para os que aplicam, mas não para os que investem na economia real. E para o governo é até cômodo, pois é mais fácil se endividar do que fazer a reforma tributária tão necessária. 

Uma deformação sistêmica 

A taxa real de juros para pessoa física (descontada a inflação) cobrada pelo HSBC no Brasil é de 63,42%, quando é de 6,6% no mesmo banco para a mesma linha de crédito no Reino Unido. Para o Santander, as cifras correspondentes são 55,74% e 10,81%. Para o Citibank, são 55,74% e 7,28%. O Itaú cobra sólidos 63,5%. Para pessoa jurídica, área vital porque se trataria de fomento a atividades produtivas, a situação é igualmente absurda. Para pessoa jurídica, o HSBC, por exemplo, cobra 40,36% no Brasil e 7,86 no Reino Unido (Ipea, 2009). 

Comenta o estudo do Ipea: “Para empréstimos à pessoa física, o diferencial chega a ser quase dez vezes mais elevado para o brasileiro em relação ao crédito equivalente no exterior. Para as pessoas jurídicas, os diferenciais também são dignos de atenção, sendo prejudiciais para o Brasil. Para empréstimos à pessoa jurídica, a diferença de custo é menor, mas, mesmo assim, é mais de quatro vezes maior para o brasileiro”. 

Nossa Constituição, no artigo 170, define como princípios da ordem econômica e financeira, entre outros, a função social da propriedade (III) e a livre concorrência (IV). O artigo 173, no parágrafo 4o, estipula que “a lei reprimirá o abuso do poder econômico que vise à dominação dos mercados, à eliminação da concorrência e ao aumento arbitrário dos lucros”. O parágrafo 5o é ainda mais explícito: “A lei, sem prejuízo da responsabilidade individual dos dirigentes da pessoa jurídica, estabelecerá a responsabilidade desta, sujeitando-a às punições compatíveis com sua natureza, nos atos praticados contra a ordem econômica e financeira e contra a economia popular”. Cartel é crime. Lucro exorbitante sem contribuição correspondente produtiva será “reprimido pela lei” com “punições compatíveis”. 

O resultado prático é uma deformação sistêmica do conjunto da economia, que trava a demanda do lado do consumo, fragiliza o investimento e reduz a capacidade do governo de financiar infraestruturas e políticas sociais. Se acrescentarmos a deformação de nosso sistema tributário, baseado essencialmente em impostos indiretos (embutidos nos preços), com frágil incidência sobre a renda e o patrimônio, teremos aqui o quadro completo de uma economia prejudicada em seus alicerces, que avança, sem dúvida, mas carregando um peso morto cada vez menos sustentável. 

A dimensão internacional 

O dreno sobre as atividades produtivas, tanto do lado do consumo como do investimento, é planetário. Faz parte de uma máquina internacional que desde a liberalização da regulação financeira com os governos Reagan e Thatcher, no início dos anos 1980, até a liquidação do principal sistema de regulação, o Glass-Steagall Act, por Clinton, em 2009, gerou um vale-tudo internacional. 

A dimensão internacional tornou-se mais documentada a partir da crise de 2008. O próprio descalabro gerado e o travamento da economia mundial levaram ao levantamento dos dados básicos das finanças internacionais, que curiosamente sempre escaparam do International Financial Statistics do FMI. Resumimos aqui seus principais resultados, para facilitar uma visão de conjunto. 

– O Instituto Federal Suíço de Pesquisa Tecnológica (ETH, na sigla alemã) constatou que 147 grupos controlam 40% do mundo corporativo do planeta, sendo 75% deles instituições financeiras. Pertencem em sua quase totalidade aos países ricos, essencialmente Europa ocidental e Estados Unidos (ETH, 2011). 

– O Tax Justice Network (TJN), em pesquisa coordenada por James Henry, apresenta o estoque de capitais aplicados em paraísos fiscais: da ordem de US$ 21 trilhões a US$ 32 trilhões, para um PIB mundial da ordem de US$ 70 trilhões. Estamos falando de quase um terço a metade do PIB mundial. A economia do planeta está fora do alcance de qualquer regulação e é controlada por intermediários, não por produtores. O rentismo impera (TJN, 2012). 

– O dossiê produzido pela Economist (The missing $20 trillion) arredonda o estoque nos paraísos fiscais para US$ 20 trilhões, mas mostra que são geridos pelos principais bancos do planeta, não em ilhas paradisíacas, mas essencialmente por bancos dos Estados Unidos e da Inglaterra (Economist, 2013). 

– As pesquisas do International Consortium of Investigative Journalists (Icij) têm chegado a inúmeros nomes de empresas e donos de fortunas, com detalhes de instruções e movimentações. Em novembro de 2014 publicam o gigantesco esquema de evasão fiscal das multinacionais, usando o paraíso fiscal que se tornou Luxemburgo. São apresentados em detalhe os montantes de evasão por parte dos bancos Itaú e Bradesco (Icij, 2014). 

– O estudo de Joshua Schneyer, sistematizando dados da Reuters, mostra que dezesseis grupos comerciais internacionais controlam o essencial da intermediação das commodities em escala planetária (grãos, energia, minerais), a maior parte com sede em paraísos fiscais (Genebra, em particular), criando o atual quadro de especulação financeiro-comercial sobre os produtos que constituem o sangue da economia mundial. Lembremos que os derivativos dessa economia especulativa (outstanding derivatives) ultrapassam US$ 600 trilhões, para um PIB mundial de US$ 70 trilhões (BIS, 2013; Schneyer, 2013). 

– O Crédit Suisse divulga a análise das grandes fortunas mundiais, apresentando a concentração da propriedade de US$ 223 trilhões acumulados (patrimônio acumulado, não renda anual). Além disso, basicamente 1% dos mais afortunados possui cerca de 50% da riqueza do planeta. 

Não temos estudos suficientes nem pressão política correspondente para ter o detalhe de como funciona essa engrenagem no Brasil. No entanto, dois estudos nos trazem ordens de grandeza. 

O estudo mencionado do Tax Justice Network, ao identificar estoques de capital em paraísos fiscais, no caso do Brasil, encontra US$ 519,5 bilhões, o que representa cerca de 25% do PIB brasileiro, ocupando o quarto lugar no mundo (disponível em: www.taxjustice.net/cms/upload/pdf/Appendix%203%20-%202012%20Price%20of%20Offshore%20pt%201%20-%20pp%201-59.pdf). 

Tratando da fuga de capitais para o exterior pela via de remessas ilegais, o estudo da Global Financial Integrity (GFI), coordenado por Dev Kar e denominado “Brasil: fuga de capitais, fluxos ilícitos e as crises macroeconômicas, 1960-2012”, estima essa evasão em R$ 80 bilhões por ano entre 2010 e 2012 (cerca de 1,5% do PIB), o que alimenta o estoque de mais de R$ 1 trilhão em paraísos fiscais visto anteriormente. Segundo o relatório, “o governo deve fazer muito mais para combater tanto o subfaturamento de exportações como o superfaturamento de importações, adotando ativamente medidas dissuasivas adicionais em vez de punições retroativas”. Trata-se aqui, dominantemente, das empresas multinacionais. Kofi Annan considera que esse mecanismo drena cerca de US$ 38 bilhões por ano das economias africanas. O mecanismo é conhecido como mispricing, ou trade misinvoicing (GFI, 2014). 

Resgatando o controle 

No plano internacional, enquanto existir a tolerância dos paraísos fiscais por parte das elites norte-americanas e europeias – inclusive nos próprios Estados Unidos, como é o estado de Delaware, e na Europa, como é o caso de Luxemburgo e da Suíça –, dificilmente haverá qualquer possibilidade de controle real. A evasão fiscal torna-se demasiado simples, e a possibilidade de localizar os capitais ilegais, muito reduzida. 

Essa situação pode ser bastante melhorada no controle das saídas, do sub e sobrefaturamento e semelhantes. O relatório da GFI mencionado anteriormente aponta essas possibilidades e reconhece fortes avanços do Brasil nos últimos anos. No plano internacional, surge finalmente o Base Erosion and Profit Shifting (Beps), endossado por quarenta países que representam 90% do PIB mundial, início de redução do sistema planetário de evasão fiscal pelas empresas transnacionais (OCDE, 2014). 

Para enfrentar essa realidade, o governo tem armas poderosas. A primeira é retomar a redução progressiva da taxa Selic, o que obrigaria os bancos a procurar aplicações alternativas, voltando a irrigar iniciativas de empreendedores e reduzindo o vazamento dos recursos públicos para os bancos. A segunda é reduzir as taxas de juros ao tomador final na rede de bancos públicos, conforme foi experimentado em 2013, mas persistindo desta vez na dinâmica. É a melhor forma de introduzir mecanismos de mercado no sistema de intermediação financeira, contribuindo para fragilizar o cartel ao obrigá-lo a reduzir os juros estratosféricos: o tomador final voltaria a ter opções. A terceira consiste no resgate de um mínimo de equilíbrio tributário: não se trata de aumentar os impostos, mas de racionalizar sua incidência. Pesquisa do Inesc (2014, p.21) mostra que “a tributação sobre o patrimônio é quase irrelevante no Brasil, pois equivale a 1,31% do PIB, representando apenas 3,7% da arrecadação tributária de 2011. Em alguns países do capitalismo central, os impostos sobre o patrimônio representam mais de 10% da arrecadação tributária, a exemplo de Canadá (10%), Japão (10,3%), Coreia do Sul (11,8%), Grã-Bretanha (11,9%) e Estados Unidos (12,15%)”. Se acrescentarmos a baixa incidência do imposto sobre a renda e o fato de os impostos indiretos representarem 56% da arrecadação, teremos no conjunto uma situação que clama por mudanças. 

“Convém destacar que a carga tributária é muito regressiva no Brasil porque está concentrada em tributos indiretos e cumulativos que oneram mais os trabalhadores e os mais pobres, uma vez que mais da metade da arrecadação provém de tributos que incidem sobre bens e serviços, havendo baixa tributação sobre a renda e o patrimônio. Segundo informações extraídas da Pesquisa de Orçamento Familiar (POF) de 2008/2009 pelo Ipea, estima-se que 10% das famílias mais pobres do Brasil destinam 32% da renda disponível para o pagamento de tributos, enquanto 10% das famílias mais ricas gastam 21% da renda em tributos” (Inesc, 2014, p.6). 

A quarta arma consiste em dinamizar um conjunto de pesquisas sobre os fluxos financeiros internos, de maneira a gerar uma transparência maior nessa área em que as pessoas simplesmente não se orientam. Para gerar a força política capaz de reduzir o grau de cartelização, reintroduzindo mecanismos de mercado e transformando o sistema de intermediação financeira, é preciso ter uma população informada. É impressionante o profundo silêncio não só da mídia, mas também da academia e dos institutos de pesquisa sobre o processo escandaloso de deformação da economia pelo sistema financeiro. 

A economia brasileira está sendo sangrada por intermediários que pouco ou nada produzem. Se somarmos as taxas de juros à pessoa física, o custo dos crediários, os juros à pessoa jurídica, o dreno por meio da dívida pública e a evasão fiscal por paraísos fiscais e transferências ilícitas, teremos uma deformação estrutural dos processos produtivos. Tentar dinamizar a economia enquanto arrastamos esse entulho especulativo preso aos pés fica muito difícil. Há mais mazelas em nossa economia, mas aqui estamos falando de uma massa gigantesca de recursos, que são necessários ao país. É tempo de o próprio mundo empresarial – aquele que efetivamente produz riquezas – acordar para os desequilíbrios e colocar as responsabilidades onde realmente estão. O resgate organizado do uso produtivo de nossos recursos é essencial. 

Ladislau Dowbor é doutor em Ciências Econômicas pela Escola Central de Planejamento e Estatística de Varsóvia, Polônia, e professor titular da PUC-SP. Publicado em Le Monde Diplomatique, 01 de dezembro de 2014. 

“Predadores Humanos Animalizados: Trabalho Escravo de Crianças nos USA Apoiado Por Republicanos e Fazendeiros!

terça-feira, setembro 9th, 2014

Um(a)  human(a) que faz isso está a declarar guerra contra mim e se tornando totalmente repulsivo (a), asqueroso, cortando todas as possibilidades de dialogo pacifico. Vou realmente ficar rondando-o procurando uma oportunidade de retira-lo da sociedade. E toda sua familia e amigos e fãs tambem são culpados, pois são o seu suporte e partilham o produto da rapina.

Crianças trabalhando como escravas na América em pleno século XI ! Quem são os animais culpados disso? Como revela a reportagem, os patrões dos politicos republicanos, os próprios politicos, e fazendeiros. Alem destes o são o pai e a mãe e demais parentes de tais crianças, e todos os cidadãos que não se alinham numa militância feroz aqui e agora para acabar com isso e por estes monstros na cadeia!

Workers harvesting tobacco on a farm in Deep Run. North Carolina remains the nation’s largest producer of tobacco. Credit Travis Dove for The New York Times

Sei que pareço extremista por isso mas tenho razões de sobra. Nascido órfão e caindo na rua, já tendo sido roubado em meu direito moral a meu pedaço de terra, fui sequestrado por estas famílias “cristãs”, ” politicamente corretas”,  para fazer o trabalho sujo que todos eles geram quando consomem mas evitam-no fazer como quem foge da peste. E tambem caí nestas fazendas de escravos. Fiquei por isso fisicamente deformado, o que me autorizaria a dar-lhes o troco, deformando-os fisicamente tambem, mas nunca nem pensei em fazê-lo, porque não sou tão animal como eles são.  Estas crianças lá agora estão levantando as 5 horas da manhã, sendo tocadas como cavalos para o meio da lavoura, vão carregar nas costas o fardo de folhas úmidas com seu veneno entrando-lhes na pele, nos narizes, na boca, e vão ter que aguentar esta tortura até às seis horas da tarde, 12 horas por dia! Escravidão bruta mantida por homens engravatados e sua mulheres perfumadas. Bandidos! Assassinos!

Como cidadão americano naturalizado, não seria moral da minha parte atuar fisicamente para mudar isso. Pois nem meus avos, nem meus pais, estavam aqui trabalhando para construir o pais e participar da sua legislação. Mas eu trabalhei aqui muitos anos, o que já me dá o direito moral de expressar verbalmente a minha posição social e politica neste país. Mas quanto ao Brasil é outra história. Lá meus avós e pais construíram o país, eu tambem, tenho todo o direito de agir fisicamente contra o que entendo ser errado no sistema social. E surpreendentemente, no Brasil existe a legislação: é proibido por lei o trabalho de menores de 18 anos. Como diz o artigo: ” Brazil, India and some other tobacco-producing nations already prohibit anyone under 18 from working on tobacco farms.”

Definitivamente o partido republicano conseguiu minha aversão total agora. E as tais familias de fazendeiros. E vou procurar quem são os patrões destes políticos, ou seja, quem financiou a campanha politica deles. Vou procurar nomes de pessoas, não marcas de corporações, que são escudos deles para esconde-los.  Para te-los na mira. Certamente devem fazer parte dos “1%”. E onde estão os menos-animalizados do México, da América Latina, onde estão produzindo estes escravos? Tambem estão partilhando da carnificina, imperturbáveis? Vamos ver isso tambem.

Se tem que ser produzido tabaco, se alguém prefere usa-lo para algo, e todo mundo é livre para produzir e usar o que quiser, ou os usuários vão lá no campo fazer isso ou inventem maquinas para fazê-lo. Sequestro. rapto, escravagismo, terrorismo, tortura sado-masoquista… nunca, jamais será aceitável.

Interessante é que igrejas, sinagogas, etc., deixem estes animais entrarem aos domingos, e não os repelem! Tambem são todos vendidos… em nome de seu Deus!

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Just 13, and Working Risky 12-Hour Shifts in the Tobacco Fields

http://www.nytimes.com/2014/09/07/business/just-13-and-working-risky-12-hour-shifts-in-the-tobacco-fields.html?_r=0

“For years, public health experts and federal labor officials have sought to bar teenagers under 16 from the tobacco fields, citing the grueling hours and the harmful exposure to nicotine and other chemicals, but their efforts have been blocked. Three years ago, Hilda Solis, then the labor secretary, proposed declaring work in tobacco fields and with tractors hazardous — making that type of work illegal for those under 16. Opponents of child labor note that Brazil, India and some other tobacco-producing nations already prohibit anyone under 18 from working on tobacco farms.

The Obama administration withdrew Ms. Solis’s proposed rule after encountering intense opposition from farm groups and Republican lawmakers. Agricultural organizations said the move would hurt family farms and make it harder for young people to learn farming skills.”

Meu comentario: S eu tivesse poder para tal, ao ouvir estes animais dizendo isso, imediatamente os prenderia, identificaria tambem quem mandou eles dizerem isso, leva-los- ia aos campos de tabaco, pegaria um chicote e diria:

“Então voces acham que isso é bom para outros humanos, não é? Eu tambem acho que isso é bom para vocês. Amanhã acordem às 5, compareçam às 6 lá no meio da plantação, quero no minimo 1000 quilos até às 6 da tarde. Vamos!”

Absurdos Tramados Pelos Predadores do Brasil: Aposentadoria dos Burocratas Dominantes no Governo

domingo, fevereiro 16th, 2014

Câmara deve votar hoje a PEC que aumenta de 70 para 75 anos a idade para aposentadoria

http://www.brasilcontracorrupcao.com/2013/09/camara-deve-votar-hoje-pec-que-aumenta.html

Meu comentario postado no artigo: 

 Louis Charles Morelli ·  Quem mais comentou · Queens
Aqui nos USA me despertei para mais um dos absurdos tramados pelos predadores do Brasil, agora no tocante a aposentadoria. Enquanto um rico construtor aqui, pagando 600.000,00 dólares anuais de impostos, vai se aposentar com salario de 1.200,00 dólares, um empregado aposentado da Receita Federal no Brasil se aposenta com 16.000,00 reais!!! 6.000,00 dólares!!!!
E este americano que tem familiares no Brasil ficou sabendo que outros aposentados do serviço publico recebem até 24.000,00 reais!!! O americano simplesmente não consegue acreditar no que ouviu. Aqui a maioria dos servidores é aposentada com salario minimo, por isso durante a vida pagam fundos de pensão, como o chamado “401k”. O que a Dilma está fazendo que não se levanta urgente contra essa aberração?! E o povão, como admite isso? Vamos bloquear, parar imediatamente a fonte que está entregando este dinheiro roubado dos cofres públicos a bandidos que não tem a minima consciência moral de se recusar a ser interceptador de bens roubados…. Todos os servidores públicos tem que ganhar o mesmo salario igual quando se aposentam, e aqueles que ganham mais e querem melhor aposentadoria que paguem fundos de pensão. Claro!