Arquivo para a ‘economia’ Categoria

Filosofia Economica Para o Ideal Sistema Social Segundo Minhas Primeiras Interpretações dos Modêlos da Matrix/DNA

quinta-feira, janeiro | 10 | 2013

Sêres humanos, enquanto individuos separados,  podem e devem crescerem apenas verticalmente, nunca horizontalmente; mas reunidos em sociedade devem e podem crescerem horizontal e verticalmente.

A fundação dessa “lei” lembra uma falha da criação de Deus segundo a Biblia. Ela diz que Deus teria ordenado aos humanos: –  ”Crescei e multiplicai-vos”.  Mas no seu costumeiro atabalhoado péssimo design, Deus se esqueceu de voltar-se ao planeta Terra e tambem dizer:  - “E você, tambem deve crescer… e multiplicar-se por todo o Cosmos.”  O resultado desta falha é o impasse que tem causado os maiores conflitos e sofrimentos para os humanos, pois seu crescimento resulta nas super-populações enquanto o planeta continua do mesmo tamanho, e o unico possivel de ser habitado.

Não existe liberdade, democracia, socialismo, ou livre-arbitrio para nenhum homem e mulher que não seja dono exclusivo de um espaço de terra suficiente para produzir suas necessidades fisicas. Esta terra tem que ser um apêndice de todo ser humano ao nascer, inviolável e intransferível enquanto êle/ela existir. Assentado a partir de sua terra e no usufruto dela, então o humano pode decidir como e em que vai trabalhar para produzir seu consumo e /ou excedentes para troca, participar ou não do social, influir ou não no modelamento da sociedade, participar das decisões sôbre as terras e recursos sem donos. Por seu lado, a sociedade deverá respeitar os limites internos de todas as propriedades iguais individuais,  controlar o crescimento populacional e impedir qualquer posse individual de terra alem do limite universal pelo direito do nascimento.

Isto é indiscutível, incontestável e qualquer contra-argumento, qualquer mudança nessa lei, estará quebrada toda possibilidade de liberdade humana individual. Qualquer modêlo social tem que ser pensado e planejado obedecendo essa premissa básica.

A partir de estabelecido essa premissa começaremos a discutir os detalhes para um modêlo social ideal que possa ser adaptado à essa premissa, e sabendo-se que o status quo atual está todo construído violando essa premissa, e dada a existência da tecnologia moderna, procurar como poderia ser feito essa espetacular transição. Ou ao menos deixar planejado o modêlo social que seria implantado num possivel novo planeta com idênticas condições às terrestres para ser povoado pela comunidade da Matrix/DNA.  O que será feito por ítens que serão aqui acrescentados.

1) Um levantamento da existente quantidade de terra ótimamente agriculturavel e sob clima ideal dentro de espaços que se possam conectar seus ocupantes deverá ser o determinador do numero da população ideal, tendo-se em conta um prévio calculo de qual o tamanho necessario e suficente de espaço para cada individuo trabalhar sózinho e com suas próprias mãos. Obtido o resultado final a sociedade deve implementar um contrôle de nascimentos que faça a população total chegar ao numero encontrado o mais rápido possível.

Fundamentos Psicológicos nas Bases do Capitalismo e Socialismo

segunda-feira, fevereiro | 20 | 2012

Baseado no artigo:

Forget the Money, Follow the Sacredness

http://campaignstops.blogs.nytimes.com/2012/03/17/forget-the-money-follow-the-sacredness/

The New York Times > The Opinion Pages
By JONATHAN HAIDT
March 17, 2012, 6:15 pm

Nêste artigo há dois trechos que precisam ser registrados e memorizados. Um relata o depoimento de esquerdistas liberais e o outro depoimento de direitistas conservadores.

a) Psicologia esquerdista liberal:

“Once upon a time, the vast majority” of people suffered in societies that were “unjust, unhealthy, repressive and oppressive.” These societies were “reprehensible because of their deep-rooted inequality, exploitation and irrational traditionalism — all of which made life very unfair, unpleasant and short. But the noble human aspiration for autonomy, equality and prosperity struggled mightily against the forces of misery and oppression and eventually succeeded in establishing modern, liberal, democratic, capitalist, welfare societies.” Despite our progress, “there is much work to be done to dismantle the powerful vestiges of inequality, exploitation and repression.” This struggle, as Smith put it, “is the one mission truly worth dedicating one’s life to achieving.”

Tradução:

“.”Era uma vez, a grande maioria” das pessoas sofridas nas sociedades que eram “injustas, insalubres, repressivas e opressivas”. Estas sociedades eram “condenáveis ​​por causa de sua enraigada desigualdade, exploração, e profundo irracional tradicionalismo – o que tornou a vida muito injusta, desagradável e curta. Mas a nobre aspiração humana para a igualdade, autonomia e prosperidade lutou fortemente contra as forças da miséria e da opressão e, eventualmente, conseguiu estabelecer modernas sociedades de bem-estar, liberais, democráticas, capitalistas. “Apesar de nosso progresso”, há muito trabalho a ser feito para desmantelar os poderosos vestígios de exploração, a desigualdade e a repressão. “Esta luta, como Smith disse, “é a única missão para a qual verdadeiramente vale a pena dedicar a vida a alcançar. ”

b) Psicologia direitista conservadora:

“Once upon a time, America was a shining beacon. Then liberals came along and erected an enormous federal bureaucracy that handcuffed the invisible hand of the free market. They subverted our traditional American values and opposed God and faith at every step of the way.” For example, “instead of requiring that people work for a living, they siphoned money from hard-working Americans and gave it to Cadillac-driving drug addicts and welfare queens.” Instead of the “traditional American values of family, fidelity and personal responsibility, they preached promiscuity, premarital sex and the gay lifestyle” and instead of “projecting strength to those who would do evil around the world, they cut military budgets, disrespected our soldiers in uniform and burned our flag.” In response, “Americans decided to take their country back from those who sought to undermine it.”

Tradução:

“Era uma vez, a América era um farol que brilhava. Em seguida, vieram os liberais que erigiram uma enorme burocracia federal que algemava a mão invisível do mercado livre. Eles subverteram os nossos valores tradicionais americanos e contra a fé em Deus em cada detalhe do caminho. Por exemplo, “em vez de exigir que as pessoas trabalhem para viver, desviou dinheiro de americanos que trabalham duro e deu para viciados em drogas, condução de Cadillac e rainhas do prazer”. Em vez dos valores tradicionais americanos da família, fidelidade e responsabilidade pessoal, eles pregaram a promiscuidade, sexo antes do casamento e o estilo de vida gay”, e, em vez da “força projetando-se contra aqueles que fazem o mal em todo o mundo, eles cortaram orçamentos militares, desrespeitaram os nossos soldados em uniforme e queimaram a nossa bandeira. Como resposta, os americanos decidiram tomar seu país de volta daquêles que buscavam miná-lo.”

Qual a sua conclusão, o resultado da sua síntese quando comparas estas duas mentalidades? Uma está mais certa que a outra? As duas estão certas ou erradas?

Antes de consultar o que sugere os modêlos e a fórmula da Matrix/DNA, deixa-me registrar mais alguns tópicos interessantes do artigo:

1) In the film version of “All the President’s Men,” when Robert Redford, playing the journalist Bob Woodward, is struggling to unravel the Watergate conspiracy, an anonymous source advises him to “follow the money.” It’s a good rule of thumb for understanding the behavior of politicians. But following the money leads you astray if you’re trying to understand voters.

Self-interest, political scientists have found, is a surprisingly weak predictor of people’s views on specific issues. Parents of children in public school are not more supportive of government aid to schools than other citizens. People without health insurance are not more likely to favor government-provided health insurance than are people who are fully insured.

Discordo. O homem ainda é, na maioria, um “animal economicus”. Seguir o dinheiro tanto vale para politicos como vale para os eleitores. E eu não tenho filhos e não aprovo a ajuda governamental às escolas. Primeiro porque o govêrno não me ajudou na escola. Nascí com o vicio de estudar a natureza, queria seguir uma carreira de estudioso naturalista mas tendo que trabalhar no pesado durante o dia para pagar a janta e o quarto da pensão à noite não tive como entrar numa universidade publica ( quando atrasado conseguí fazê-lo pagando uma universidade particular tive que estudar uma disciplina contra minha vocação: administração de emprêsas). No entanto ví muitos alunos nas universidades publicas que não se dedicavam ao estudo e levavam tudo na farra. Muitos filhos de familias da classe média para cima! E muitas alunas que estavam em cursos fáceis, das humanas, que iam mais para desfilar que estudar, apenas porque suas mães disseram que na universidade se consegue os maridos que vão ganhar mais. E tôda essa corja de predadores sendo sustentados com parte do dinheiro que é produzido no meu torturante trabalho. Tem muita gente dentre os desfavorecidos que pensam como eu, não aprovam essa ajuda do govêrno. Claro! Então porque a jornalista comete êsse êrro? Porque ela veio do grupo dos favorecidos, certamente. Na sua incapacidade de empatia e de enxergar alem do umbigo ela não percebe a existência dos cidadãos discordantes. Êstes não tem suas vozes veiculadas na mídia. E assim pessoas que se crêm exemplos de moralidade continuam acreditar que o são quando suas obras estão revelando a observadores externos que são corruptas.

Não aprovo o sistema atual da previdência da saúde. E muitos na minha situação não aprovam, portanto esta jornalista está errando. Ainda criança percebí que minha pobreza era principalmente devido à pobreza/inexistência dos pais, portanto de uma casa, uma familia, etc. E ainda adolescente percebí que pessoas são geradas através do sexo. Eu não poderia, gerar alguem, sangue do meu sangue, para ser escravo como eu era. Evitei tudo o que os outros adolescentes faziam em relação a sexo e assim mantive-me por toda a vida esperando mudar se a sorte financeira mudasse. Não tenho filhos portanto a grande soma de dinheiro providenciada pelo govêrno para pagar a geração e manutenção de filhos de pessoas que não fizeram o sacrificio que eu fiz, não é por mim aprovada. Não autorizo que parte do dinheiro proveniente do meu trabalho duro tenha êsse destino. principalmete tambem porque essa é a causa da superpopulação de escravos competindo comigo e abaixando meu poder de negociar o valor do unico produto que vendo, o meu trabalho. Mas esta jornalista não sabe disso?! Ou se faz de cega e surda para não ver e esquecer por conveniência? “Ah… mas isso é uma minoria tão pequena que não vale a pena…”. Minoria? Qual a pesquisa que foi feita, onde estão os resultados da estatistica? Se um dia eu tiver muito dinheiro vou pagar essa pesquisa, vou reunir os “vozes abafadas”, e vamos fazer fôrça para mudar isso.

2) The key to understanding tribal behavior is not money, it’s sacredness. The great trick that humans developed at some point in the last few hundred thousand years is the ability to circle around a tree, rock, ancestor, flag, book or god, and then treat that thing as sacred. People who worship the same idol can trust one another, work as a team and prevail over less cohesive groups. So if you want to understand politics, and especially our divisive culture wars, you must follow the sacredness.

Discordo. A chave para entender comportamento tribal é “sistema”. Usar a palavra “sagrado” é impregnar com mistica o objeto real. Ou por ignorancia sôbre sistemas naturais ou com a maliciosa intenção de adornar um produto falso ou supérfluo para vendê-lo a incautos. A carga genética que vem dos ancestrais todos, até do Big Bang, e domina a psicologia de primitivos, orienta os seres a se organizarem em um tipo de sistema, e o tipo que foi assentado astronomicamente. Como não existe linguagem ou sinais para comunicação direta entre genes e mentes, os primitivos não conseguem ver e conhecer o sistema ordenado pelos genes. Mas a insistência dos genes é percebida pelas mentes, as quais tentam saber o que seus genes querem e daí resultam imaginações confusas. Estas formas imaginadas são mistificadas como algo sobrenatural e tratadas como sagradas. Árvores é uma forte e presente imagem natural na vida dos primitivos. Árvores foram um dos primeiros seres vivos e como tal reproduzem mais fielmente a forma do genitor ou ancestral “não-biológico”. Êste é a galaxia. Cuja forma é a de um tronco de onde saem galhos nos quais se penduram sóis amarelos e estrêlas como frutas. Assim a imagem nevoenta existente na mente por força dos genes bate com uma imagem real. Nada mais compreensivel que os primitivos passem a adorar uma arvore. Todos os outros exemplos que a jornalista usa podemos igualmente ver sua relação com o sistema que é LUCA.

Quando corpos sem intelecto são dirigidos pelas forças dos átomos e células que os compõem, temos o que denominamos de “instintos”, “impulsos”. Todos os individuos da tribo são tendenciosos a se organizarem num sistema, forçados inconscientemente pelos seus genes. passam a partilhar a mesma linguagem, necessidades e objetivos. Isto explica porque se comportam como grupos, equipes, tribos. Seguir o “sagrado” só funciona se sabe que o sagrado é uma mascara na qual se oculta a tendência para um sistema, e o tipo de sistema de LUCA.

3) This, too, is a heroic narrative, but it’s a heroism of defense. Agora veja esta outra frase anterior: “This is a heroic liberation narrative.”

Interessante o contraste bem captado pelo autor. Sob o ponto de vista da Matrix, são duas consequencias erradas devido a causas erradas. A narrativa do liberal representa o elemento masculino num sistema natural qualquer. Êste elemento é o “abridor” de sistemas fechados, tem a tendencia a se relacionar com as coisas do mundo externo até à exautão, onde se perde ao se fragmentar. Na figura do building block dos sistemas astronomicos, onde se v6e o ciclo vital de um astro, o elemento masculino é o pulsar que atira, ou ejacula, cometas. Sua tendencia é atirar para todos os lados, sem direção preferida. Ao ser atirado para fora do sistema, o cometa é o que estabelece interação com o que exista de externo ao sistema. Mas num sistema dominado pela fêmea, o qual é sempre fechado, o objeto aturado cai infalivelmente numa espiral que o conduz ao nucleo onde se assenta a fêmea. Então se aprende aqui que o discurso liberal não é o naturalmente correto, não é cem por cento o que o Universo espera dos humanos. Mas vejamos agora o discurso conservador. É realmente impregnado de intenções de defesa. Quem tanto se esforça em justificar sua defesa e propagar um discurso que visa o efeito de estar defendido é porque está num status social que seu subconsciente aponta como não moralmente correto. É um conflito da moral animal com a moral da consciência. E claro, só existem conservadores enquanto existirem os que aceitam injustos privilégios e estão viciados em tais privilégios de maneira que não sabem sobreviver sem alimentar o vicio. Ninguem que esteja levando disvantagem e sendo explorado num sistema vai querer conservar o sistema, vai querer mudá-lo. Seria o discurso do “buraco negro”, a predadora fêmea do Cosmos, assentada como rainha no nucleo da galaxia baseada num sistema fechado em si mesmo. Então se aprende aqui que o discurso da direita conservadora não é o naturalmente correto, não é cem por cento o que o Universo espera dos humanos. Os dois vão cair, dando lugar à síntese mais correta que resultar de seus entrechoques.

4) Liberals are the devil in this narrative because they want to destroy or subvert all sources of moral order.

Nunca deixe num debate uma pessoa que falar êsse nome “ordem moral”, proseguir, de maneira alguma, seja liberal ou conservador, pois ela acabará até te fazendo tremer em suas convicções contrárias. E imediatamente arremate: “Qual é a ordem moral ideal para a Humanidade no seu entender? Para mim você é um agente da desordem imoral”. Todas as razões que ambos derem para cada item do que defendem serem o moralmente correto podem ser descontruídos com contra-argumentos válidos naturalmente porque todos são baseados em falsidades cabeludas. No fim de tudo são “todos os humanos que foram condenados a trabalharem pela Natureza em seu estado caótico que criou esta biosfera, tentando serem predadores, se livrarem do trabalho”.

Notícia do Dia: Previsões de Colapso Economico da China! Isto é muito sério?

terça-feira, novembro | 29 | 2011

A China está fazendo e mais barato todo o trabalho no mundo e deixando os empregados do setor manufatureiro/industrial desempregados no resto do mundo. Ë possivel aquêle gigante ruir? E se ruir, poderoso militarmente como é, assumirá passivamente sua queda passando fome sózinha ou verá na guerra e conquista externa um ultimo lance de sobrevivencia?

Hein? Por isso esse artigo abaixo me chamou mais a atenção hoje:

Predictions of an economic collapse in China are in vogue

Los Angeles Times

http://www.latimes.com/business/la-fi-china-bears-20111128,0,7099607.story

By David Pierson, Los Angeles Times

November 28, 2011, 5:32 p.m.

Above, an electronic display of the Hang Seng China Enterprises Index in Hong Kong.

xxxx

Primeiros comentários da Matrix/DNA:

O “The Hang Seng China Enterprises Index”, o qual registra a performance no mercado de ações das maiores companhias estabelecidas na China, caiu 26% nêste ano. E os abutres capitalistas estão lá operando a todo vapor acelerando e esperando a queda final da vitima: a prática do “venda-curta” – apostando que uma ação vai cair de valor – tem se tornado tão perniciosa que analistas definiram a China como ” world’s most crowded short”.

“Há um crescente sentimento que a história da China não faz sentido” – dizem analistas.

E como poderia fazer sentido um sistema que imaginou ser possivel canalizar num curral bilhões de seres humanos para serem meras máquinas produtoras a custo reduzido? Nestas pessoas existem cérebros nos quais existe uma auto-consciência nascendo e forçando o rompimento de todas as barreiras em seu caminho, inclusive vontades de ditadores e capitalistas selvagens do Ocidente que transferiram suas fabricas para lá, para sugarem a energia de seres humanos. Contra a fôrça natural da Evolução o dinheiro e poderio militar nada pode.

xxxx Parei aqui xxxx falta ver os comentários no artigo xxxx

Bears like Chang see slowing GDP growth, rising public debt and stubbornly high inflation as evidence China’s problems are about to get bigger.

Skepticism runs especially deep when it comes to real estate, which represents about a fifth of China’s economic output, by some estimates. In a pattern eerily similar to the U.S. housing boom, easy financing in recent years unleashed a Chinese development frenzy that sent prices soaring. Eager home buyers camped out for the chance to buy into planned developments, sight unseen. The typical 1,000-square-foot apartment in Shanghai costs $335,000, about 45 times the average resident’s annual salary.

Now China’s housing bubble is deflating. Home prices reversed in October for the second consecutive month as cash-strapped developers became desperate to unload homes. An index of 35 major cities showed 29 had experienced a decline in sales from a year ago; sales plunged more than 50% in six of them, including Beijing.

The Chinese government says it’s all part of the plan. After loosening the credit spigot during the financial crisis to keep the economy humming, it’s now tightening lending and clamping down on speculators.

But critics said the damage has been done. Behind China’s gleaming new high-rises, freeways and bullet trains, the bears see ghost towns, empty roads and superfluous rail lines. Public debt has exploded, raising fears of an overload that could weigh on China’s economy.

“A lot of that growth was just state-led investment on a massive scale,” said Victor Shih, a political scientist at Northwestern University and expert on Chinese local government debt who is firmly in the bear camp. “China is a behemoth now. If it gets in trouble, everyone gets in trouble.”

Faced with a growing number of clients worried about China’s prospects, Tao Wang, a Hong Kong-based economist at financial services giant UBS, recently released a research note aimed at calming investors’ fears.

“We have had to refute different arguments about why China is about to collapse or implode every day,” she wrote.

But hardly anyone disputes that China’s current economic model is under pressure.

Its government-backed spending binge isn’t sustainable. And China is feeling the effects of a slowdown in Europe and the U.S., the two largest customers for its exports. Longer term, its days as the world’s low-cost factory floor are threatened by cheaper competitors and a shrinking labor force.

The global economy would benefit if China could rebalance its economy so that its 1.3 billion citizens started spending more. But they can’t because China has structured its economy to favor big businesses over consumers.

Beijing does this by keeping its currency, the yuan, artificially weak. That benefits exporters by making Chinese goods cheap. But a weak yuan fuels inflation at home and makes imported goods expensive. Authorities also keep interest rates low so that state-owned companies get cheap loans. But that means depositors earn puny returns.

It all adds up to less money in the pockets of consumers, said Peking University economist Michael Pettis.

“The repression of consumption is why I never bought the bulls’ story,” Pettis said. “China has to go through an important restructuring of sources of growth that will have very big implications.”

China’s breakneck pace of expansion will inevitably moderate. The question is whether that slowdown will be carefully engineered by China’s government — a scenario Roubini called “mission impossible” — or a harder, more painful landing.

Some say all the hand-wringing is overwrought and that China short-sellers such as Chanos, founder of the New York investment firm Kynikos Associates, have everything to gain by espousing gloom and doom.

“Chanos is a company analyst with no understanding of economics who treats China as if it were a company. It’s not; it’s a country,” said Arthur Kroeber, managing director of the Beijing-based research firm, GaveKal-Dragonomics, in an e-mailed response to questions.

Chanos did not respond to a request for an interview.

Bill Bishop, a closely followed independent tech analyst in Beijing, said that “the pendulum has swung too far” in favor of the bears.

“I think the fears are overblown. People in the U.S. are scared of China, and some people hope it drops,” said Bishop, co-founder of financial news service CBS Market Watch. He described himself as belonging to the “China-will-muddle-through camp.”

That faction says China’s leaders will do what it takes to avoid calamity. Others aren’t so sure.

“The reasonable bulls and bears among us agree on most of the facts,” Northwestern’s Shih said. “But at the end of the day, we disagree on the Chinese government’s ability to make tough changes.”

Nos USA, a Prova de que o Deus dos Cristãos está Errado. Lição para Brasileiros

domingo, novembro | 20 | 2011

Albergue ainda não falido para a classe média falida

- “Nós costumávamos doar alimentos para os pobres aqui, agora nós viemos busca-los de volta, e para comer! Nem nos meus mais absurdos sonhos eu poderia imaginar que chegaria um dia a essa situação” – diz a senhora idosa para o repórter, uma das 50 milhões de pessoas que agora empobreceram repentinamente na Améria.

Veja o artigo “America’s new poor”, da CBS News, em http://www.cbsnews.com/8301-3445_162-57328305/americas-new-poor/

Ela e o marido foi o exemplar casal que heróicamente trabalharam 30 anos, às vêzes até 14 horas ao dia quando nos esforços de guerra, atendiam religiosamente a igreja local e seguiam os conselhos e ensinamentos nos mestres que empunham a Biblia, que compraram uma bela casa com garagem para vários carros, que tinham renda média da Georgia (cêrca de U$ 88.000,00 anuais ou R$ 150.000,00 !)e se aposentaram depois dos 50 anos. Agora, depois de alguns ruinosos investimentos em ações, custosas despesas médicas, um neto jovem e desempregado em casa, a casa requerida pelos bancos… êles conseguiram se qualificar para receber comida no albergue…

O Brasil está animado no seu “boom” economico, pessoas estão gastando e comprando todos os supérfluos com que sonhavam, aos domiingos vão à igreja, ouvem o padre e deixam uma quantia maior para ajudar os pobres…e pensam que assim estão de bem com o mundo e seu Deus. Será mesmo? Não será que Deus e Sua Natureza estão se irando com o comportamento dos brasileiros e Sua cirurgia dolorosa corretora de valores humanos errados cairá como os sete anos de vacas magras sôbre nossos filhos e ainda talvez sôbre nós mesmos, como evidentemente está caindo sôbre os que um dia fizeram exatamente o que estamos fazendo?

Cada um é livre e deve ser livre para ver o mundo à sua maneira e portanto, todos discordarão de mim ao menos em algum detalhe. Mas eu fui torturado 50 anos por estas visões do mundo diferentes da minha, então tambem tenho o direito e o dever de questiona-las e lutar contra elas, contra o que até você mesmo acredita, tentando modificar estas visões com as influencias da minha visão, a qual, óbviamente como todo mundo, acredito que é a correta. E o que digo que estava errado no comportamento geral dêstes que foram considerados “casais exemplares”, ou cidadãos normais bem ajustados? Pois certamente algo estava errado: o resultado final, a realidade de hoje, está provada e não há contra-argumentos aqui. Estava tudo errado e eles se enganaram a si próprios, mão não enganaram a realidade do mundo. Os padres, os governos, as celebridades – a quem sempre desprezei como “moleques irresponsaveis e alienados por auto-conveniencia” – os enganaram porque a psique corrompida dêstes cidadãos precisava de argumentos para se justificarem com seu estilo de vida e fecharem os olhos para o fato de que esta sociedade é carregada sôbre os ombros de escravos, como eu fui.

Eu acho que deve ser muito triste para um meio-rico se ver repentinamente na miséria, principalmente se já estiver em idade avançada. É um castigo terrível, muitos não o suportam e se suicidam. Mas de quem é a culpa? Veja bem:

O artigo diz que a queda começou quando êstes novos pobres foram atacados por uma crise economica, perderam seus emprêgos e tiveram suas contas de investimentos arruinadas. Mas o dinheiro que tinham sobrando na poupança foi enxergado pelos vampiros sociais de gravata sentados no ar condicionado – que nunca produziram o que consumiram com o suor de seus rostos e mangas arregaçadas no verdadeiro trabalho – de agências bancárias de propriedade de parasitas sociais – todos cumprimentados com admiração quando passam na rua, menos por mim, que quanddo vejo uma gravata, ou uma executiva empetecada de cosméticos, viro a cara para o outro lad da rua.

A seguir, a egoísta ambição dos bançarios botou olho gordo nêsse dinheiro d6eles e os convidou para conversar. Um cafézinho, sob ar condicionado… “Olha, dinheiro não é para ficar parado na poupança, êste dinheiro não se multiplica! Mas existe o mercado de ações, vocês podem serem sócios-proprietários de emprêsas que estão dando muito lucro e botarem sua mãos numa parte dêstes lucros. Todo mundo na América está fazendo isso!”

Eu já interromperia o bancário. “Espera aí. Dinheiro é um papel e não faz milagres, não se multiplica. Se você diz que no mercado de ações o papel se multiplica, ou estás mentindo, ou alguma fôrça maligna está por tras disso multiplicando-o na calada da noite. Você está mentindo para mim?”

- “Claro que não!” os senhores não entendem, é o jogo do mercado…”
- “Ei, um momento! Estamos tratando de um papel que apenas foi feito porque é o simbolo corrente de um produto que custou o suor de uma pessoa e foi contabilizado no Produto Interno Bruto. Você está dizendo que o sacrificio de seres humanos está sendo destinado a um jogo de azar, uma espécie de cassino?! E você admite isso, você está participando, você está traindo o ser humano que nêste momento está lá sendo torturado numa fábrica, ou carregando pedras numa construção ou se arrastando esfregando o chão de madames ?!”

- “Hã? Eu nunca vi a coisa dessa maneira…”
- “Mas existe apenas uma maneira honesta, moral, real, de ver a realidade. Quando e porque sua mente se desviou tanto da Razão Natural para se tornar um inimigo, um vampiro, dentro da própria Humanidade? Ou te tornastes um adulto sem amadurecer o intelecto e continuas a praticar os jogos maliciosos dos tempos de moleque?”

- “Olha, vocês não tem jeito, já estão me ofendendo, só digo uma coisa: todo mundo está fazendo isso e quem não o faz é “trouxa”! Agora, se me dão licença preciso continuar meu “trabalho”…”

Mas não era eu o convidado no covil e sim o casal exemplar, Raymond and Alexa Price. E a reação dêles foi a costumeira considerada normal por uma sociedade anormal:

– “Oh sim?! Realy? O dinheiro se multiplica? Deus é grande! E o senhor muito bondoso por ter-nos convidado e aconselhado… God bless you!”
- “Raymond, vamos encomendar ao pastor no domingo fazer uma oração para este bom homem? O senhor não quer jantar em casa dia dêstes?”
- “Alexa,… não convide pessoas em casa enquanto não limparmos o lixo do basement, das garagens e carpinar o mato no quintal… vamos passar vergonha…”
- “Meu bem, amanhã é dia daquêle desajustado e desempregado, o Louis Morelli, vir bater à porta perguntando se temos trabalho a trôco de comida… aproveitemos a oportunidade!”

Bem… o banco entregou o dinheiro dos Price a outros engravatados sob ar condicionado denominados “bem-suscedidos empresários”. Êstes, no seu estilo, se informaram que na Asia e América Latina existem semi-humanos rejeitados como pagãos por Deus que apenas agora estão sendo catequisados para entrarem como recursos no jôgo do mercado, e que trabalham como escravos a um preço muito menor que os catequizados americanos. Claro, na sua astucia felina transferiram as fabricas para a China. Aí os filhos e netos dos Prices ficaram desempregados. Não pagaram prestações e nem as custosas taxas prediais e os bancos vieram tomar suas casas.

Cadê o padre, o pastor de sua igreja agora? Mas como Deus pôde fazer isso com êles? E o santo homem perfumado e super capacitado gerente da agência bancária? Porque todos sumiram e agora nem os olham quando se cruzam na rua?

A maioria dos cidadãos de bem são super-alienados da realidade do mundo, de como funciona na verdade a Natureza e suas leis, as quais, são as verdadeiras autoridades que determinam seus destinos na vida. Nem sabem de onde vem o dinheiro, porque existe, ou como um judeu inventou o primeiro banco particular no mundo, no que isso resultou para sua camarilha. Jamais se dão conta que existem vivendo em dois sistemas, um, o real natural, e o outro, virtual, fantasmagórico, criado e alimentado pela ainda selvagem mas astutamente felina auto-consciência criança que surgiu no mundo apenas ontem ainda. No sistema natural e no circuito de interações entre seus elementos de biosfera corre a energia que vem do Sol, e no virtual humano, esta energia é trocada por um simbolo de papel, o dinheiro. No mundo natural e na superficie da Terra onde surgiu esta biosfera que produziu a espécie humana, reina a face caótica da Natureza em contraposição pelo que vemos quando levantamos os olhos da Terra para observar o estado de eterno equilibrio e ordem do Cosmos. Durante tôda a História da biosfera caótica observamos o mundo dos vivos dividido entre predadores e presas selvagens. Está em nossa mente memorizada a imagem onde quatro ou cinco leões dormem espreguiçadamente no alto da colina observando e esperando engordarem as prêsas que lá embaixo no vale trabalham dia e noite para transformar ervas em carnes suculentas, para os leões. Agora no sistema virtual humano, a energia do Sol tornoue-se papel, as prêsas se tornaram o casal Price, os leões se tornaram os engravatados sob ar condicionado, e roteiro da espera dos leões se tornou a espera do aumento das poupanças individuais, e o repasto é o mesmo.

Mas a televisão, os magazines da moda, não tem as informações que exigem as mentes humanas que se despertaram para o fato que a sabedoria humana pode e deve superar o selvagem em si do passado caótico e erigir um sistema social que catapulte a espécie humana rumo à ordem do Cosmos. Estas informações estão em pesados volumes que exigem sacrificio, principalmente o esforço intelectual, a fôrça de vontade de tirar o popó do sofá e resistir ao nipnotismo emitido pelos predadores através da telinha. O problema é que na rara ocasião quando o humano normal se presta a êste sacrificio, êle ainda cai na armadilha dos predadores, que colocam em suas mãos um pesado volume por certo, mas justo um que narra uma história virtual, irreal… Certamente, se existe Deus, êste não é o Deus dos Price. Contra resultados finais não há argumentos. Por meu lado, conseguí furar a barreira do ciclo da miséria e me tornar trabalhador autônomo. Continuo comprando minha comida com o dinheiro que vem dos produtos que fazem os calos em minhas mãos e pés. A minha vida ainda é absurda, o que significa que, se existe Deus, o meu Deus tambem não é o verdadeiro. Significa que não sou o dono da verdade, portanto, desconfie da minha opinião acima. Digo isso por que, se lutei com unhas e dentes para me livrar da condição de prêsa, tambem me recuso até no inferno a ser predador, ou me aliar aos predadores. Eu não serei mais um brandindo um pesado volume nas mãos, nem mostrando o placar nas telas das bolsas dos valores virtuais, como um cego astutamente felino, guiando outros cegos para cairem todos no próximo abismo. Despertai, ó brasileiros, enquanto é tempo!

Aos Deserdados – A Cultura Virtual da Matrix: Como Ela Está Operando-nos Sem que o Percebamos

quarta-feira, novembro | 9 | 2011

xxxx

Êste capitulo é proibido a quem tem ou foi criado numa casa familiar, a não ser que, mesmo tendo tido estas privilegiadas condições, se simpatiza com o conceito e ideal de Jesus Cristo encriptado no título “A Sagrada Familia Universal”.

.Eu sonhei a vida tôda em entrar num campus universitário. É minha natureza estudar, aprender tudo o que é fenomeno natural, como hobby, embasado num ideal: a liberdade da Humanidade só se dará pelo conhecimento da Natureza Universal e seu consequente contrôle. Mas nunca mo permitiram. Porque a sociedade humana está baseada na familia nuclear, e as familias nucleares escravizam os que nascem sem ou fora da familia nuclear. Êstes são os escravos modernos que fazem todo o trabalho sujo para as familias nucleares. E isso tem que mudar, não me escravizarão jamais e por se apossarem do pedaço de terra que a mim me caberia por direito ao nascer, com familia ou sem familia, suficiente para produzir o meu consumo e assim ser livre, estou em guerra contra esta sociedade. Nem mais, nem menos e ponto final. O objetivo dêste capitulo de denuncia da cultura virtual falaciosa é avisar os outros deserdados que eu existo, que estou na batalha, e que nêste lugar se aceita deserdados-soldados que estão ou queiram entrar na batalha. Com um aviso: meus ancestrais trabalharam no e para construir o Brasil. É apenas nêste país que tenho o direito de participar na reforma do sistema social.

E um segundo aviso:

Elegí como minha preferida a cosmovisão da Matrix/DNA. No Nosso entender a Matrix/DNA tem 3 faces: a) A face de sistema fechado em si mesmo; b) A face de sistema aberto de si mesmo; c) A face transcendente.

A cultura virtual humana é dirigida pela face “A” da Matrix. Isto porque a matéria natural universal tornou-se um sistema fechado no ancestral comum a todos os seres vivos – LUCA – o qual está encriptado na carga genética humana e no ambiente da biosfera caótica, e a LUCA convem esta cultura que é um processo para auto- reconstruir se através da Humanidade. Apesar de ser oposta, a Face “B” não é a ideal e não tornaria a Humanidade feliz, livre e soberana. Mas é a unica arma a ser construída que pode anular a força da Face “A”. Por isso nossa ideologia atual de fato e premente é a da Face “B”. Mas sabemos que a face unicva ideal é a “C”. Por isso, nosso planejamento de sistema social pela face “B” já contem em si os caminhos para a Face “C”.

Quem saiu da civilização para a selva virgem por quase uma década e retornou, surpreendeu-se com o estado de alienação geral sôbre a natureza humana das pessoas “normais”. Os fatos reais naturalistas foram varridos para baixo do tapête ou transmutados por simbolos e uma realidade virtual ganhou vida própria condicionando a mente humana a desviar-se cada vez mais dos seus processos físicos vitais.

Alguns exemplos:

Primeiro Exemplo:

Fulano se vangloria de ser trabalhador, honesto, bom cidadão, e é bem suscedido fianceiramente porque é sábio, tem “os pés no chão”.

Um breve investigação sôbre o que significa para êle êstes nomes, que são simbolos, códigos, da linguagem, que devem representar fenômenos e eventos naturais, revela que sua mente está totalmente desviada do racionalismo natural. Êle “trabalha” num banco privado ( esta atividade não é “trabalhar” no sentido literal que significa trabalho, e participa de uma quadrilha como é todo banco privado), onde ocupa cargo hierárquico superior no setor de empréstimos ( se apodera do dinheiro feito por uma maquina do povo e empresta para quem a familia dona do banco “escolhe”, iniciando aí uma das linhas de corrupção mais cancerosas no corpo da Humanidade), usa gravata ( um homem que se diz sério se comporta como qualquer dondoca, pondo uma fita de pano colorido no pescoço sem utilidade nenhuma, nem como resguardo contra o clima), carro importado (provavelmente cheio de supérfluos inuteis que consomem a energia do trabalho da Humanidade, destrói os recursos naturais e alimenta empregos em outros países suprimindo-o dos seus concidadãos), etc.

Mas vejamos isso mais “naturalmente”. Um homem em sua vida come mais ou menos quarenta toneladas de vegetais ( contando-se os vegetais transformados nas carnes que estão nos super-mercados), e êle nunca produziu com suas mãos, um pé de alface sequer. Tem várias casas inclusive sua mansão, o que consumiria milhares de horas de duro trabalho humano, mas êle nunca nada fêz com suas mãos no setor de construção.

Então tem que ter outros humanos que trabalharam para produzir suas 40 toneladas consumidas e mais uma parte que é usurpada para sustentar o bancário, porque o alimento do “bancário” foi certamente produzido por mãos humanas. E tem outros humanos que trabalharam as tantas horas para fazerem as suas casas onde vivem e mais tantas horas foram absorvidas para fazer as casas do “bancário”, porque casas não surgem por milagres, são feitas com o duro trabalho humano.

Mas se êstes homens investiram seus tempos, suas energias, seus custos de vida, e se prestaram à tortura do trabalho braçal em horas extras, para entregar os seus produtos finais ao “bancário”, quais foram os produtos que o “bancário” lhes entregou em troca, nos quais tenha investido seu tempo, sua energia, seu custo de vida, e se prestado à tortura do trabalho braçal?

Nenhum. Assim funciona a escravidão pela cultura virtual. Entorpece a inteligencia dos trabalhadores humanos tornando-os “trouxas”, prêsas dóceis para predadores, com jargões como “o bom trabalhador”. Ora quem destina o fruto de seu trabalho para alimentar parasitas da Humanidade não é bom em nada!

Mas porque a Face Negra da Matrix – LUCA – cria êste processo dentro da própria Humanidade, quando quem se beneficia são alguns humanos e não ela? Porque a fórmula de sistema fechado em si mesmo é uma máquina perfeita, que para funcionar precisa de peças perfeitas. As peças não podem ter livre-arbitrio, independencia, tem que serem mecanicas. E neste reino biosférico biológico, os humanos serão uma das peças principais da engrenagem, junto com outros elementos da biosfera. Mas humanos tiveram uma mutação genética que não permitiu a Luca implantar ainda seu sistema: foi a energencia da mente, a qual é uma identidade individual. As peças tem que perderem qualquer tipo de identidade própria. O condicionamento cultural pelas elites que apenas beneficia a elite e não ainda a face negra da Matrix, é uma etapa no processo da Matrix, que corresponde a quando usamos uma lixa para aparar as imperfeições de uma peça. A elite é a ferramenta, a lixa. os seres humanos estando sendo “polidos” para se tornarem as peças perfeitas. A ironia é que as elites estarão no mesmo “saco dos humanos”, quando a Matrix Negra se implantar de vez. Ou melhor: ia, queria. Porque ao invés de ser escravizada, antes a mente humana despertou, nós desmascaramos a Face Negra, e não permitiremos que a reprodução genética de LUCA se realize aqui.

As definições originais dos nomes “trabalho”, “honestidade”, “bom cidadão”, “bem suscedido devido às qualidades dêstes nomes” , e “sábio porque tem os pés no chão”, foram totalmente deturpadas, transmutadas para fatos que significam justamente o seu oposto! Terá sido o acobertamento do solo natural pela camada de asfalto o que separou a mente humana do racionalismo natural?

A definição lógica naturalmente racional para êste bancário é: parasita predador da Humanidade. E todos os parasitas predadores que não sabem que o são procurarão mil falácias para reagirem com as palavras:

- “Você é comunista, isto é socialismo, você está fora da realidade do mundo moderno, está exagerando, etc.”

Porem o fato real natural apontado por mim não foi mencionado, não foi sequer pensado, já foi esquecido, não foram feitas contas no papel, e da mente doente brotou mais simbolos que nada tem a ver com aquêles fatos. É um ciclo vicioso, onde o virtual se retroalimenta com seu próprio virtual. Tudo é fantasiado e a fantasia fornece os argumentos com os quais os invidividuos se auto-enganam. mas não enganam a mim nem a Deus. O que se consome não cai do céu por mágica, é feito pela tortura humana, antes fde nascer todo ser humano estava préviamente condenado a essa maldição do “comerás o pão com o suor de teu rosto”, e só existe uma maneira de se livrar do trabalho torturador braçal e routineiro: vampirizar, sugar, a energia de outro ser humano. Para quem não concordar, me aponte um jeito, apenas um, de fazer o pão aparecer na mesa, da casa ser construída, que esteja dentro das regras do bom humano para a Humanidade, sem ser através da tortura no trabalho braçal.

Bancos privados tem que serem eliminados. O dinheiro que é produzido por uma maquina que pertence ao povo da nação tem que ir para três bancos do povo: a) o banco da cidade, cujos proprietarios são todos os moradores de uma cidade; o banco do estado, dos moradores de um estado; e o banco do país, dos moradores do país.

Bancos privados são de quadrilhas e usados por privilegiados parasitas. Todos os que de alguma forma trabalham, vende para, ou usam, bancos privados, são inimigos da Humanidade.

Segundo Exemplo:

- “Ora… dirá alguem – o médico, por exemplo: êle nunca se torturou desta maneira nêste trabalho, mas se tortura com seu trabalho e assim fornece um produto real em troca dos que recebe para seu consumo…”
- “Negativo… responderei – ” os médicos estão recebendo 50 vêzes mais por hora de trabalho que o trabalghador que lhe está fornecendo o consumo. Todos os trabalhos reais, que produzem produtos reais, tem que receber o mesmo valor em pagamento. Qualquer desvio nessa regra, é doença no sistema social.Isto é roubo, uma agressão contra a Humanidade.”
- “Mas o médico se sacrificou seis anos nos estudos sem ganhar nada…”
- ” Todo estudante de carreiras que produzem produtos reais devem receber por hora de estudo o mesmo valor dos que trabalham, pago pelo sistema social que se encarrega de fixar o excedente a ser produzido por cada trabalhador para os estudantes. Se a todo mundo quando jovem, a quem for apresentado duas opções: “Você quer ir para a enxada e a pá de cimento como aqu6eles ali, olhe, ou quer ir para ali, olha lá, o campus universitário?” – haveria algum débil mental que escolheria a pá de cimento?!

xxxx

Lista de Denuncias da Cultura Virtual Moderna Dirigida pela Face “A” da Matrix:

xxxx

Esta denuncia será extraída do artigo abaixo, quando o tempo nos permitir. Uma pérfida e maligna constatação de como a mente dos jovens estudantes é desviada pela cultura virtual do que deveria ser uma sadia educação na Humanidade. Todos sabemos que 70% do que se ensina nas escolas, do conteudo dos curriculuns educacionais de todos os países, é lixo, que nunca será utilizado pelos adultos na vida real. E o que deveria ser ensinado nas escolas (agricultura, construção civil, industrialização, extração mineral, quimica/fisica/biologia pratica, eletricidade, mecânica, serviços maternais e paternais, computação, etc.), não o é para gerar essa multidão de adultos incapazes, dependentes, e sem vinculos com a natureza real. Quem são os traidores educadores, os capatazes humanos que se venderam inconscientemente à Matrix, responsáveis por êste crime contra a Humanidade? Mas note-se a sutilidade do comando da Matrix: isso vem a séculos em todos os países, é denunciado quase todos os dias, e nunca ninguem atuou com energia para combatê-lo! O condicionamento mental é universal!

Destaco já do artigo esta frase: “A test that can determine a student’s future life chances should surely relate in some practical way to the requirements of life. I can’t see how that could possibly be true of the test I took.”

xxxx

Estudantes do Inutil na Cultura Virtual da Face Negra da Matrix

xxxx

When an adult took standardized tests forced on kids

By Valerie Strauss

The Washington Post

http://www.washingtonpost.com/blogs/answer-sheet/post/when-an-adult-took-standardized-tests-forced-on-kids/2011/12/05/gIQApTDuUO_blog.html

This was written by Marion Brady, veteran teacher, administrator, curriculum designer and author:

By Marion Brady

A longtime friend on the school board of one of the largest school systems in America did something that few public servants are willing to do. He took versions of his state’s high-stakes standardized math and reading tests for 10th graders, and said he’d make his scores public.

By any reasonable measure, my friend is a success. His now-grown kids are well-educated. He has a big house in a good part of town. Paid-for condo in the Caribbean. Influential friends. Lots of frequent flyer miles. Enough time of his own to give serious attention to his school board responsibilities. The margins of his electoral wins and his good relationships with administrators and teachers testify to his openness to dialogue and willingness to listen.

He called me the morning he took the test to say he was sure he hadn’t done well, but had to wait for the results. A couple of days ago, realizing that local school board members don’t seem to be playing much of a role in the current “reform” brouhaha, I asked him what he now thought about the tests he’d taken.

“I won’t beat around the bush,” he wrote in an email. “The math section had 60 questions. I knew the answers to none of them, but managed to guess ten out of the 60 correctly. On the reading test, I got 62% . In our system, that’s a “D”, and would get me a mandatory assignment to a double block of reading instruction.

He continued, “It seems to me something is seriously wrong. I have a bachelor of science degree, two masters degrees, and 15 credit hours toward a doctorate.

“I help oversee an organization with 22,000 employees and a $3 billion operations and capital budget, and am able to make sense of complex data related to those responsibilities.

“I have a wide circle of friends in various professions. Since taking the test, I’ve detailed its contents as best I can to many of them, particularly the math section, which does more than its share of shoving students in our system out of school and on to the street. Not a single one of them said that the math I described was necessary in their profession.

“It might be argued that I’ve been out of school too long, that if I’d actually been in the 10th grade prior to taking the test, the material would have been fresh. But doesn’t that miss the point? A test that can determine a student’s future life chances should surely relate in some practical way to the requirements of life. I can’t see how that could possibly be true of the test I took.”

Here’s the clincher in what he wrote:

“If I’d been required to take those two tests when I was a 10th grader, my life would almost certainly have been very different. I’d have been told I wasn’t ‘college material,’ would probably have believed it, and looked for work appropriate for the level of ability that the test said I had.

“It makes no sense to me that a test with the potential for shaping a student’s entire future has so little apparent relevance to adult, real-world functioning. Who decided the kind of questions and their level of difficulty? Using what criteria? To whom did they have to defend their decisions? As subject-matter specialists, how qualified were they to make general judgments about the needs of this state’s children in a future they can’t possibly predict? Who set the pass-fail “cut score”? How?”

“I can’t escape the conclusion that decisions about the [state test] in particular and standardized tests in general are being made by individuals who lack perspective and aren’t really accountable.”

There you have it. A concise summary of what’s wrong with present corporately driven education change: Decisions are being made by individuals who lack perspective and aren’t really accountable.

Those decisions are shaped not by knowledge or understanding of educating, but by ideology, politics, hubris, greed, ignorance, the conventional wisdom, and various combinations thereof. And then they’re sold to the public by the rich and powerful.

All that without so much as a pilot program to see if their simplistic, worn-out ideas work, and without a single procedure in place that imposes on them what they demand of teachers: accountability.

But maybe there’s hope. As I write, a New York Times story by Michael Winerip makes my day. The stupidity of the current test-based thrust of reform has triggered the first revolt of school principals.

Winerip writes: “As of last night, 658 principals around the state (New York) had signed a letter — 488 of them from Long Island, where the insurrection began — protesting the use of students’ test scores to evaluate teachers’ and principals’ performance.”

One of those school principals, Winerip says, is Bernard Kaplan. Kaplan runs one of the highest-achieving schools in the state, but is required to attend 10 training sessions.

“It’s education by humiliation,” Kaplan said. “I’ve never seen teachers and principals so degraded.”

Carol Burris, named the 2010 Educator of the Year by the School Administrators Association of New York State, has to attend those 10 training sessions.

Katie Zahedi, another principal, said the session she attended was “two days of total nonsense. I have a Ph.D., I’m in a school every day, and some consultant is supposed to be teaching me to do evaluations.”

A fourth principal, Mario Fernandez, called the evaluation process a product of “ludicrous, shallow thinking. They’re expecting a tornado to go through a junkyard and have a brand new Mercedes pop up.”

My school board member-friend concluded his email with this: “I can’t escape the conclusion that those of us who are expected to follow through on decisions that have been made for us are doing something ethically questionable.”

He’s wrong. What they’re being made to do isn’t ethically questionable. It’s ethically unacceptable. Ethically reprehensible. Ethically indefensible.

How many of the approximately 100,000 school principals in the U.S. would join the revolt if their ethical principles trumped their fears of retribution? Why haven’t they been asked?

Choice architecture:O Método que a Arquitetura LUCA nos Conduz Ao Robótico Novo Mundo?

sábado, setembro | 24 | 2011

Nós existimos dentro de um Sistema Solar que funciona como um relógio. Se nosso ambiente e nós mesmos tivéssemos sido criados apenas dentro e pelo Sistema Solar, tanto nossa biosfera como nós mesmos, funcionaria tudo como um relógio, mecanicamente. Claro, as fôrças e leis naturais funcionam na base do “tal causa, tal efeito”. Aliás, não seria biosfera e sim mecanosfera, e nada de biológico deveria existir.

Apenas esta constatação seria suficiente para refutar a Moderna teoria do RNA-World, e tôdas as outras que tem como base a crença na emergencia da vida apenas nos ingredientes conhecidos dentro da sôpa primordial terrestre.

Portanto, na teoria de Oparin e na experiência de Urey está faltando ingredientes, e forçosamente tais ingredientes têm que ter vindo de algum outro lugar que não apenas o Sistema Solar tal como captado pelos nossos sentidos e instrumentos cientificos. O que não nos obriga a aceitar a crença em ingredientes supernaturais, pois existem alternativas, como a sugerida pela Teoria da Matrix/DNA, que sugerem ingredientes naturais vindos da galáxia, porem, sugerindo um novo modêlo cosmológico.

Para entender isto é bom fazer-mos uma analogia com o corpo humano. Os fundamentais building blocks do corpo humano são os átomos. Mas quando nos reproduzimos, nossos filhos saem na forma de sistemas atômicos? Não. Os segundos building blocks são as células. Ainda não é um sistema celular a forma de nossos filhos. Em universal macro-evolução acontece a mesma coisa. Sistemas estelares são como átomos, os fundamentais building blocks do Universo, quase que puramente eletro-magneto/mecânicos; êstes compõem os sistemas galácticos, segundos building blocks do Universo. Assim como a forma mais complexa de organização celular desce sôbre os átomos do corpo humano mudando algo em seus comportamentos inorgânicos, assim a galáxia deve ter uma organização mais complexa que o Sistema Solar. Pois galaxias contem novos elementos que sistemas estelares por si só não produzem e nem sempre contem, como buracos negros, quasares, pulsares. Foi por aqui, com êstes tipos de raciocinios que comecei a suspeitar que nosso teórico modêlo de galáxia estava incompleto, a 30 anos atrás no meio da selva amazônica. As leis caóticas e selvagens da selva, filha da galaxia, apontavam para uma diferente forma de sua mãe, e eu acreditava apenas em leis e fôrças naturais.

Portanto a galáxia tem uma organização sistêmica mais complexa, mais evoluida que os sistemas estelares, e a evolução se dá na direção do sólido+gasoso/eletro-magnético/mecânico para tudo isso mais o liquido/semi-biológico. Ao menos é isso que eu via aqui na Terra.

A evolução cosmológica deve ter mudado de direção quando chegou ao sistema galáctico porque êle fechou as portas à evolução quando sua matéria alcançou o estado de perene equilibrio termodinamico e êle se constituiu em sistema fechado em si mesmo. Não creio que o Universo vá nos surpreender mostrando-se como um unico sistema, um corpo vivo. A evolução mudou de direção, no sentido que vinha do menor para o maior, retornando ao microscópico, como nossocorpo, ao se reproduzir, deixa suas dimensões maiores para se resumir em espermatozóides e óvulos microscópicos.

E quando a evolução contra-atacou com sua entropia, liquefez parte da matéria e recomeçou pelo sistema celular. Mas a evolução não é magica. São simples leis e forças naturais em livre curso, talvez com influencias modeladoras do meio ambiente. Ela determina que filho de peixe, peixinho será, mesmo que em outro mundo. E o Sistema Solar não pode ter sido o peixe da célula como peixinho, o salto seria mágico. Por isso voltei os olhos para a galáxia. Por isso re-calculei como deve ser o corpo do peixe.

LUCA seria o ingrediente que está faltando na sôpa de Oparin. Êle seria o agente oculto por trás do que vamos denominar “Choice Arquitecture”. Eu cheguei a êle como o delegado elabora um retrato-falado do assassino e se põe a procurá-lo. LUCA quis me matar na selva porque desobedecí seu comando, pelo qual para sobreviver eu teria que regredir ao estado ancestral de mera maquina biológica, o macaco assassino.

Mas o LUCA da Matrix/DNA seria ainda mais máquina que o Sistema Solar. O motor perpétuo quase-eterno. E êle estaria modelando nosso ambiente à medida que se recobra da enfermidade da entropia. Ao modelar nosso ambiente, seria êle que estaria nos dirigindo a um destino, apesar da aparência de que somos as livres fôrças da evolução em marcha e que teríamos o livre-arbitrio para escolher. Estamos escolhendo o que nos é propagandeado como os slogans da Coca-Cola estão sempre à nossa frente. Estamos escolhendo o que LUCA escolheu para nós. Se não desenvolver-mos racionalmente o intelecto e botar nossa mente como agente da escolha. Se continuarem agindo como os rapazes e garôtas alegres que têm preguiça de estudar e ler artigos longos como êste, que ao menos, exercita o raciocinio.

Mas como seria isso?

Uma nova teoria elaborada por um economista lança luz nessa questão. Vou registrando aqui o material que for compilando a respeito para fazer um estudo final e elaborar mais um artigo:

Amazon.com: What is “choice architecture” and how does it affect the average person’s daily life?

Thaler and Sunstein: Choice architecture is the context in which you make your choice. Suppose you go into a cafeteria. What do you see first, the salad bar or the burger and fries stand? Where’s the chocolate cake? Where’s the fruit? These features influence what you will choose to eat, so the person who decides how to display the food is the choice architect of the cafeteria. All of our choices are similarly influenced by choice architects.

xxxx
From Wikipedia

Choice architecture

Choice architecture describes the way in which decisions are influenced by how the choices are presented (in order to influence the outcome), and is a term used by Cass Sunstein and economist Richard Thaler in the 2008 book Nudge: Improving Decisions about Health, Wealth, and Happiness.[1] Parallels are drawn between choice architecture and traditional architecture. (Ver mais)

xxxxx

The Design Matrix

http://designmatrix.wordpress.com/2010/05/30/designing-evolution/

Designing Evolution

Posted on May 30, 2010

xxxxxxxxxxxx

Os Acionistas como Inimigos da Humanidade e as Fábricas Sem Fins Lucrativos

terça-feira, abril | 26 | 2011

A nossa “Grande Causa da Humanidade” é construir o lar perfeito na Terra mas manter a mente livre. Em vista disso estamos criando a Lista dos Inimigos da Humanidade, a qual será dividida em externos e internos, sendo êstes os próprios seres humanos que de alguma forma prejudicam o bem-estar e a evolução material e intelectual de qualquer outro ser humano. Claro que a lista deve ser encabeçada pelos maiores criminosos diretos mas como estamos iniciando um protótipo, vamos arrolando quem aparece no momento. Por exemplo apareceu-me agora um novo tipo de inimigo interno que eu não tinha bem definido: os acionistas. E por tabela seus instrumentos de ação: as companhias de capital aberto. Apareceu num artigo cujo trecho deixo anexado abaixo, mas antes de expô-lo quero explicar que andei pensando brevemente nesta questão:

“Se a cosmovisão da Matriz/DNA está sugerindo que a transcendência de qualquer espécie depende de que seja acionado por ela mesma o Principio da Solidariedade – no qual todos os membros da espécie estão perfeitamente e voluntáriamente integrados – e se as empresas de sociedades anônimas pareciam ser um grande avanço nessa direção, mas agora estamos vendo que não é, qual a alternativa mais próxima para substituir êste tipo de emprêsas? Já havia pensado no tipo de emprêsa em que os donos, ou seja, quem obtem cotas do lucro, seriam apenas aquêles que nela trabalham de fato, de igual para igual. Mas ninguém garante que os defeitos de caráter dos acionistas mencionados no artigo abaixo não se apresentariam tambem como defeitos de caráter dos empregados-donos. 

Então agora à queima-roupa me surge a idéia que iria produzir risos e ira em muita gente: “Tôda emprêsa que atua no mercado, desde fábricas a bancos, devem ser “non-profits organizations”, ou seja, sem fins lucrativos. Como seria isso, não me pergunte, por enquanto não faço a minima idéia. Vamos começar a pensar nisso agora. Mas talvez êsse tipo é o unico que está previsto na Matriz/DNA para efetivar-se a solidariedade final que levará à transcendência da espécie, e, se fôr, quer queira, quer não, ninguém conseguirá evitar que as “non-profit” sejam a realidade do futuro. 

O trecho copiado abaixo está no artigo:

The next financial crisis could be right around the corner 

Journal: The Globe and Mail

http://www.theglobeandmail.com/report-on-business/economy/the-next-financial-crisis-could-be-right-around-the-corner/article1995104/page2/

By: 

Roger Martin

Special to Globe and Mail Update
Published Monday, Apr. 25, 2011 10:00AM EDT

” The true cause of the mayhem in our capital markets is our slavish devotion to the theory of shareholder value maximization. Over the past 40 years, we have come to utterly embrace the notion that the singular objective of a company is to maximize the return it earns for its shareholders. It is not to make customers happy. It is not to serve as an employer of choice, nor is it to contribute to society. And it is not, importantly, to earn a fair return for shareholders, given all the other stakeholders. No – the sole purpose of the organization, according to shareholder value theory, is to maximize shareholder value by increasing its own stock price more or less forever.

This theory has, unsurprisingly, caused executives to turn their attention from the real market – where products are made, services provided, employees hired and customers served – to the expectations market – where stocks are traded and dividends paid. Executives have turned their attention from winning with customers over the long term to focusing on investors in the short term. It’s incredibly damaging to real market performance and the executives themselves. The executives have to convince themselves that there is meaning in talking up their stock price to analysts, making deals with hedge funds and sweet-talking the financial press. There just isn’t. It’s all demotivating and unproductive.”


U.S.A: Copyright Washington n. 000998487/2001-02-20 | Brasil: Reg. Dir. Autorais - Brasília n. 106.158/11-12-1995 | Louis Charles Morelli