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	<title>The Universal Matrix - Artigos</title>
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	<description>Divulgacao de uma inedita visao do mundo baseada na "Teoria da Matriz/DNA Universal dos Sistemas Naturais e Ciclos Vitais"</description>
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		<title>A Lua e Mercurio estão encolhendo! E ameaçam a Teoria da Matriz.</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Sep 2010 15:10:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Louis C. Morelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[encolhendo]]></category>
		<category><![CDATA[lua]]></category>

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		<description><![CDATA[Artigo publicado em SPACE.COM
(http://www.space.com/scienceastronomy/shrinking-moon-new-lunar-photos-100819.html)
Sob o titulo:
Incredible, Shrinking Moon Revealed in Photos
(Incrível: Encolhimento da Lua revelado em fotos)
Só faltava essa agora. A Terra está esquentando, a Lua encolhendo&#8230;
Fiquei super-preocupado com esta notícia. Não porque tenha mêdo que a lua vá desaparecer, ou que a diminuição comece a mudar e afetar as marés, as estações, as colheitas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Artigo publicado em SPACE.COM</p>
<p>(<a href="http://www.space.com/scienceastronomy/shrinking-moon-new-lunar-photos-100819.html">http://www.space.com/scienceastronomy/shrinking-moon-new-lunar-photos-100819.html</a>)</p>
<p>Sob o titulo:</p>
<p><strong>Incredible, Shrinking Moon Revealed in Photos</strong></p>
<p><strong>(Incrível: Encolhimento da Lua revelado em fotos)</strong></p>
<p>Só faltava essa agora. A Terra está esquentando, a Lua encolhendo&#8230;</p>
<p>Fiquei super-preocupado com esta notícia. Não porque tenha mêdo que a lua vá desaparecer, ou que a diminuição comece a mudar e afetar as marés, as estações, as colheitas, os ciclos menstruais, etc. Segundo os calculos “teóricos”a lua encolhe 100 metros a cada um bilhão de anos, portanto, nada a se preocupar nos próximos bilhões de anos. Preocupado porque se de fato existe encolhimento da lua isto pode liquidar com a Teoria da Matriz.</p>
<p>Na verdade os modêlos da Matriz nada dizem sôbre os satélites planetários. Mas eles existem então devemos estudar os mapas e encontrar explicações para suas existências. A principio pensei que poderiam ser astros recem-nascidos, vindos de fora do sistema solar e agarrados nas órbitas de planetas. Mas quando um vem à luz, quando é abortado da fornalha nuclear, ele deve sair como uma pequena estrela brilhante. Depois é coberto pelos detritos, revestido de gêlo e quando cai na órbita de uma estrêla, torna-se planeta. Claro, ele pode antes cair na órbita de um planeta se a estrela pertence a um sistema.</p>
<p>Mas pelo que se sabe da lua, os reais fatos comprovados, não consigo encaixa-la como astro. Ela deveria ou estar coberta de gelo ou de oceanos, água. A não ser que&#8230; sua crostra ficou deformada, contenha muitas brechas que alcancem o nucleo, e o gelo derretido tenha deslizado para o nucleo, talvez até matando-o mcomo germe estelar.</p>
<p>Enfim, é óbvio que em meio a tamanha imensidão no espaço, à enorme quantidade de matéria envolvida, e a enorme sucessão de possíveis ocorrencias no enorme tempo astronomico, muita coisa de menor importancia que os astros deve haver no céu que os modelos não indicam à primeira vista.</p>
<p>Não tenho tido tempo para estudar o atual conhecimento da lua, portanto quando os artigos dizem coisas não sei distinguir se sào mfatos comprovados ou interpretações teóricas – baseadas na concorrente Teoria Nebular. O artigo diz que o nucleo da lua está esfriando. Fato ou teoria? O artigo esclarece que é teoria, quando diz “If the moon&#8217;s interior is still cooling, it would provide evidence…”</p>
<p>Se estiver esfriando, a Teoria da Matriz está realmente ameaçada pois seja como for ela sugere que o nucleo deveria estar se aquecendo. A não ser pela hipótese do germe morto ou então&#8230; e isto parece ridicula idéia, que a lua seja um gigantesco cometa morto que se acomodou na órbita de um planeta. Mas tambem pode ser que na reciclagem de uma estrela sobre material, o qual forma luas. Por que não? A outra hipótese, assustadora, é que a lua na verdade seja um astro em tenra idade, que caiu numa órbita antes do tempo, não chegou às regiões interestelares congeladas e por isso morreu no estado de embrião ainda. Ou que é um astro e está seguindo o caminho de desenvolvimento normal, mas aí, teríamos que explicar muitas coisas.</p>
<p>Mas a maior ameaça, esta sim, necessita urgente ser por nós pesquisada, vem da seguinte frase:</p>
<p>&#8220;Mercury is an example of a much greater radial-contracting body,&#8221; Watters said. &#8220;This is due to the same process of interior cooling as on the moon.”</p>
<p>Mercurio tem que ser astro, na definição da Matriz. E na forma de planeta. Se Mercurio é menor que a Terra, a tendencia seria aumentar de tamanho. Mas aqui deparamos com um grave problema prejudicando a Teoria da Matriz: a idade dos planetas. A Teoria Nebular “deve” indicar que todos os planetas tenham mais ou menos a mesma idade, pois segundo mseus modelos, foram formados no mesmo evento do nascimento do sistema solar. Mas qual a base factual? Possuem material de cada planeta e foram devidamente datados?</p>
<p>Restaria para a Teoria da Matriz uma ultima oportunidade. Sabe-se que o Sol tem algo incomum em relação às suas milhões ou bulhoões de irmãs-estrelas da Via Lactea: ele é o mais solitario, não no sentido de ser o ultimo no braço da galaxia, mas no sentido de que é o que mais se afastou de tôdas as vizinhas. Pode ser que com isso não apenas a lua seja um feto morto, que os planetas sejam adolescentes mortos, mas que todo o sistema esteja morto. Talvez isto explicaria porque apenas aqui teria surgido a vida, nesta região da galaxia. Elavez para a vuda surgir é necessario que um sistema estelar morra. Bem, o que me toquei agora é que devo retornar ao estudo de cada corpo do sistema solar e me atualizar em tudo. Com medo que isso decrete a morte da Teoria da Matriz. Mas se ela estiver assim tão errada, é melhor que morra cêdo, antes de tomar mais nosso tempo.</p>
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		<title>A Origem da Vida Como Prova de Que Somos Meros Animais</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 17:09:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Louis C. Morelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Sem Categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[O artigo abaixo foi o melhor que já encontrei em português sôbre a teoria oficial acadêmica da origem da vida e do nosso planeta. Por isso o reproduzo aqui, para sempre retornar a consultas quando meu estudo precisar. Foi escrito pelo Prof. Waldemiro Romanha, Biólogo, MD/Ph.D. em biologia celular e molecular e postado no seu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>O artigo abaixo foi o melhor que já encontrei em português sôbre a teoria oficial acadêmica da origem da vida e do nosso planeta. Por isso o reproduzo aqui, para sempre retornar a consultas quando meu estudo precisar. Foi escrito pelo Prof. Waldemiro Romanha, Biólogo, MD/Ph.D. em biologia celular e molecular e postado no seu blog ADAPTAÇÕES , no site:</h3>
<h3><a href="http://microsintonias.blogspot.com/">http://microsintonias.blogspot.com/</a></h3>
<p>Mas antes de ler o artigo permita-me fazer umas observações:</p>
<p>Ao ler o artigo e relembrar que existe a Teoria do Big Bang dentro da Teoria Astronomica Nebular que explica tudo antes da origem da Terra, ficamos com a conclusão inevitável que já se sabe tudo dêste Universo e do minusculo átomo que o gerou. E os efeitos são automaticos:</p>
<p>a) Esqueça-se de tudo o que a imaginação humana imaginou de mistico, tudo o que foi publicado e o que está sendo publicado. Não existe Deus, não existe espirito, almas, imortalidade, era de aquario, os meninos azuis, anjos no meio da humanidade preparando para um novo mundo, etc. e etc. Não sei que tratamento será dado à avalancha de material místico todo dia sendo publicado na Internet, o qual só deve ser lido pela grande massa que não passou pelos bancos escolares de nível médio, mas como tal massa tende a ser reduzida, êsse material todo tende a desaparecer sorrateiramente.</p>
<p>b) Nossa geração é um marco na História porque ela descobriu a sentença final: somos meros macacos melhorados e o Universo não contava com a nossa presença. Nossa vida nada vale pois nosso planeta e nossa galáxia nada tem de seguro e eterno, a violência é evidente no Cosmos que nos contem e assim como nosso chão surgiu por acaso pode a qualquer momento ruir sob nossos pés levando a nós e todos nossos edificios. Ou a mais leve alteração na combustão solar pode incendiar-nos a tudo aqui. A 5 bilhões de anos atrás esta região do espaço era um imenso vazio e como tudo se desfaz, voltará a ser um imenso espaço vazio.</p>
<p>c) Nossa ultima esperança foi a de que, sentindo que possuímos uma mente que parece ser algo de outra substância que não meramente material, alguma coisa existiria, alguma corda a que se agarrar quando morressemos de maneira que continuaríamos a existir. Essa morreu também com a neurologia propagando aos quatro ventos que a mente nada mais é que tempestades elétricas e fiações de sinapses produzidas pelo cérebro.</p>
<p>E agora , José?</p>
<p><span style="color: #ff0000;">E AGORA,&#8230; JOSÉ ? E AGORA, MARIA?</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">O QUE VÃO FAZER DE SUAS VIDAS?</span></p>
<p>Na minha opinião todos os macacos melhorados munidos do novo conhecimento vão querer aproveitar o maximo dos prazeres na vida evitando a todo custo os desprazeres, como o trabalho. Os homens  não-ricos (90% do total?) vão cada vez mais se afastarem dos compromissos familiares e do cuidado de filhos, pois isto significa escravidão ao trabalho rotineiro forçado, o que significará o fim do casamento, da instituição familiar. Os ricos terão dificuldades em manterem seus patrimonios, hoje mantidos pelas armas empunhadas por homens disciplinados pela cosmovisão que acabou de ser derrubada, portanto as armas devem voltarem-se contra êles, pois a policia, os soldados e a grande massa cada vez vão querer maior parte dêsse patrimonio. Só se mantem disciplinado como animal social após conhecer esse novo comhecimento quem está ainda sendo privilegiado economicamente de alguma forma, como o ateu  Richard Dawkins e os professores que  não tem que pegar no pesado. É complicado tentar prever o que vai acontecer, quais estragos vai produzir a nova onda de fôrça dessa cosmovisão atuando por trás das mentes humanas que dirigem os corpos humanos à ação. Adiciona-se a isso a possibilidade da escassez de petróleo, de água potável, do aquecimento global, etc., e desiste-se de previsões.</p>
<p>Mas&#8230;</p>
<p>Vamos retornar ao começo. Tudo, todo esse desenrolar, está baseado no conhecimento cientifico academico. Eu cheguei à conclusão, depois de esmiuça-lo inteirinho, revirar aqui e revirar ali, sacudir, examinar detalhes, que não há como, em sã consciência não aceita-lo como definitivo. Está todo muito bem embasado, emaranhado, experimentado, revisado, não tem falhas, não há brechas. Vinte tipos de átomos fazem um planeta, oito tipos de elementos fazem moléculas que fazem corpos vivos. Por baixo de tudo, os fenômenos quanticos revelam que todo o mundo material está sôbre uma base irracional e incoerente. Então não existe mais a esperança de que ainda haveria algo para nos salvar escondido por tras de tudo. </p>
<p>A não ser que&#8230;</p>
<p>Sim&#8230;!</p>
<p>Talvez exista uma possibilidade ainda!</p>
<p>Raios&#8230; a esperança parace incorrigível, ela está mesmo decidida a só morrer depois que todos perecer-mos.</p>
<p>O conhecimento cientifico tem os dados. E agora passa a ter contrôle sôbre os dados. Não poderá ele reorganizar os dados e criar a imortalidade? Construir na Terra um paraiso ajardinado e depois sair para dominar o Universo? E finalmente sentar-se no trono, criando Deus?</p>
<p>É uma possibilidade que pode vir a acontecer, porque não? Mas ela só será a ressurreição e salvação do homem do futuro. Essa possibilidade de nada vale para nós, os viventes de hoje.</p>
<p>Mas&#8230; talvez ainda exista uma possibilidade para os viventes de hoje serem imortais. Não a imortalidade mística, mas uma nova idéia de imortalidade, a natural. Já temos algo aqui real sob nossas vidas que é vivo e existe por quase uma eternidade: o nosso DNA. Desde quando ele surgiu, talvez a bilhões de anos atras, ele foi um unico, sendo passado de geração a geração e chegando até nós. Se f&#8217;ôsse verdade a fábula de Adão e Eva, chegariamos a estarrecedora conclusão que Adão e Eva nunca morreram. Bastaria olhar para o DNA que está aí: veio do corpo deles. Mas&#8230; ai&#8230; a fábula é mentira, o DNA que aí está veio do corpo da  primeira bactéria que existiu a bilhões de anos. Ainda assim: acabamos de provar que aquela bacteria ainda não morreu de todo, pois parte de seu corpo continua viva.</p>
<p>É o DNA que dá forma aos corpos vivos. Ora ele faz para si um corpo de bactéria, ora um corpo de ser humano, assim como a costureira ora faz uma saia para se vestir, ora faz um vestido. Portanto, DNA é igual a costureira. Dentre uma costureira e o vestido que ela usa, qual é que tem consciência de existência? A costureira. Se costureira é igual a DNA, onde é que está a consciência: no DNA ou corpo que ele faz para se vestir? </p>
<p>Sentimos que nossa mente está no cérebro, mas o cérebro é constituido das  milhões de cópias de um DNA que está no nucleo dos neuronios. E agora, José? Se o seu DNA tem três bilhões de anos e sua consciência está nêle ela tambem tem três bilhões de anos. Então porque é que voçê não se lembra da primeira bactéria que você namorou atras de uma rocha?</p>
<p>Bem&#8230; eu fugí um pouco do assunto. Estava dizendo que existe uma possibilidade de existir a imortalidade natural para nós , mesmo apesar da teoria da origem das coisas, academica.</p>
<p>Existe uma maneira de abortar e fazer crescer um outro e novo  conhecimento cientifico. E este provar que nossa mente é imortal. &#8221;Estás louco?! Não pode existir dois conhecimentos cientificos!&#8221; Pode sim. O que não pode é alterar os dados. Não se pode arrolar dados que não sejam cientificamente verificaveis e não se pode esconder dados que existem. Mas pode se arranjar os dados de uma maneira diferente, formando um novo quadro final, que aponte na direção da nossa imortalidade. Assim a Ciência oficial se bifurcaria em dois ramos sob duas diferentes cosmovisões, cada qual realizando diferentes experiências, focalizando diferentes fenômenos como prioritários.</p>
<p>O conhecimento cientifico acadêmico pode ter todos os dados, pode mostra-los e prova-los, mas não pode mostrar o quadro final composto pelos dados. Para isso teria que mostrar o Universo inteiro. E, raios, descobrimos que não vemos, nunca vimos as conexões entre as maiorias dos dados, que os dados foram supostamente conectados  em teoria pelos homens que assim construiram as teorias das origens e evoluções.</p>
<p>Então resolví fazer um exercício, brincadeira de criança: botar todos os dados conhecidos numa caçarola, sacudir a caçarola, despeja-los sôbre a mesa e tentar montar o quebra-cabeças. Mas com uma condição, a qual não foi aplicada pelos teóricos acadêmicos:  começar de tras para a frente, da peça mais evoluida primeiro - do corpo e mente humanas - considerando-me como se eu fosse o DNA. Imaginando porque ele fez o corpo e a mente humana. Porque fez o macaco. Porque a galinha. Qual era o contexto ambiental na época? Como estava a cadeia de alimentos? O ecossistema?</p>
<p>Quando cheguei no dia em que ele se fez a si mesmo ou foi feito por algo novo na história,  foi que o bicho pegou feio. Fiquei patinando naquele dia por semanas, meses.  Faltava muitas peças, dados.</p>
<p>Foi uma batalha incrivel pela conquista da imortalidade, mas como este artigo se estendeu demais e tenho que abrevia-lo, só vou contar o resultado final: ao unv;es do minusculo átomo fazedor de universos do conhecimento academico me deparei com um ser vivo, natural, fazendo universos na moda do papai e mamãe.</p>
<p>E que o conhecimento academico venha me apontar algum erro, se houver! Os dados que temos são os mesmos. A maneira como estão arranjados é a mesma. Então porque a gritante diferença final? Pois o meu quadro final está claramente apontando que somos mentalmente imortais! Como?!</p>
<p>A diferença está na diferença entre dois angulos de visão onde estão situados dois espectadores diferentes. Ambos estamos dentro do mesmo Universo mas supondo dois tipos diferentes de universos. O homem normal na infância do conhecimento olhava o mundo externo, não sabia as causas de tanta complexidade e naturalmente acreditou num universo mágico. Mais tarde, na infância da Ciência acreditou no Universo como reino da Física. Até hoje a Física domina nossa visão de mundo. Nos primeiros anos de escola isso me incomodava pois eu pensava ver em todos os fenômenos naturais uma hierarquia de modos de organização da matéria, de maneira que a ordem física estava na base da piramide, acima vinha a quimica, depois a biologia e acima de tudo a mentalização. Como nunca acreditei que no universo exista magía, que este universo não pode criar nada para o qual ele não tenha informações recebidas na sua origem ( como meu corpo não poderia ter criado asas ou algo novo que não tivesse informações na genética recebida de meus pais), pois isto seria o mesmo que criar algo do nada, então o fenômeno ou ordem de organização mental da matéria que vejo perante meus olhos indica que nas origens havia informação para produzi-la. Mas o nivel mental nasceu ou se expressou ainda a alguns segundos apenas na idade cosmológica, o que indica que no presente momento o universo esteja sob o reino das leis biológicas. Esta imagem do universo me conduz a ve-lo como um ovo cosmico fecundado. Quando saio à noite da barraca de lona na selva amazonica para admirar o céu mais limpido e estrelado que já ví na vida, a imensidão de estrelas a perder de vista não é o universo. Aquilo são os fósseis de meus ancestrais, ou ancestrais ainda vivos e gigantescos como a galaxia cujo corpo eu habito como una espécie de bactéria ou vírus. Porem um virus que contem a maior quantidade de particulas informação do universo reunidas num mesmo sistema, então eu sou o universo hoje, o universo que adquiriu pernas e caminha, um universo que, tal como um embrião, está tendo os primeiros lampejos da consciencia de sua existencia. E quando minha mente acredita estar dentro de uma especie de ovo fecundado, o mundo que vejo mudar, inclusive o corpo humano, na verdade estou assistindo um processo de reprodução dirigida. O qual avança evolutivamente. Mas a visão do Universo sob a perspectiva da Física conduz os acadêmicos a verem como processo unico e ultimo a evolução, apenas. Então foi essa coisa, essa fôrça que denominaram evolução, seja a Cosmológica ou a Biológica, e que é definida com a formula VSI &#8211; Variação, Seleção Natural e Hereditariedade &#8211; que criou do nada tudo o que surgiu depois das primeiras particulas, as quais teriam criado do nada a fôrça da evolução. Para mim isto &#8220;no make sense&#8221;. Aposto na idéia de que não houve origens do universo nem da vida mas sim tudo é um continuum. Pois eu nunca vi com meus olhos a origem de nada e não conheço quem o tenha visto. Quer tenha sido partículas já materiais ou vórtices semi- materiais as primeiras coisas que ocuparam o espaco onde hoje se situa este universo eram na realidade bits-informação, como genes, vindas de um sistema anterior. Não acredito na origem da vida a partir de uma sopa primordial contendo os elementos tal como descrito na teoria academica. Naquela sopa havia variaveis escondidas vindas de um sistema ou pré-sistema decaído, que levantou-se mutado na forma de sistema biológico. Por isso fui para a selva virgem, testemunha ainda daqueles eventos quando o sistema se levantou, procurar um sistema ou pré-sistema que preenchesse os requisitos necessários como ancestral do primeiro sistema biológico celular. Quis o destino me pregar uma peça e levou o espirito selvagem a me fazer levantar a cabeça para o céu e ver o planeta Terra  como sendo um pré-sistema, justamente preenchendo os requisitos do procurado. As informções do planeta sob um ciclo vital é que estavam como variaveis ocultas na sôpa primordial. Como os academicos nunca pensaram em planeta sob ciclo vital, porque a Física não permite essa idéia, óbviamente jamais iriam procurar tais informações na sopa. Mas é justamente a ausência delas na sôpa de Miller-Urey que está faltando para os aninoacidos darem os passos evolutivos seguintes. Mas pode ser que minha cabeça seja toda torta de maneira que minhas idéias sejam todas tortas e acabei fazemdo tudo torto. Só existe uma maneira de verificar isso: buscar mais dados na Natureza.  </p>
<p>Mas êste negócio de visão de mundo é muito sério. Sérissimo! Os acasemicos que me desculpem, mas estão jogando com a sorte da Humanidade conduzindo-a para um destino, através da publicação do seu conhecimento. Vocês talvez não percam seus privilégios atuais em vida, os quais sustentam um ateu existindo em controle de suas faculdades mentais. Vocês não estarão aqui quando os efeitos da semente que lançaram produzirem seus efeitos. Se bem conheço os seres humanos, ninguem conseguirá movê-los a revisarem as conclusões que extraíram dos dados e que compõe o seu conhecimento, a sua crença.</p>
<p>E não seria eu que o tentaria. Mesmo porque são tantos vendo evolução por acaso que fico desconfiado se não existe algo errado comigo, o que me impede de acreditar na reprodução dirigida que meus olhos estão vendo.</p>
<p>A reprodução dirigida, faria com que contenhamos alguma substancia consciente invisivel, não perceptivel aos nossos cinco sentidos, e que seria imortal? Parece que não: meus pais morreram e levaram com eles suas consciências. Eu nasci com outra, nova, não é continuidade da deles, eu sei que não sou eles. </p>
<p>Mas tem algo muito profundo que acho que não consigo comunicar em palavras. A reflexão sôbre a origem de tudo depois da teoria quantica e da fisica das particulas indica que toda a matéria é mero produto de vórtices abstratos. Por isso comecei a prestar atenção em remoinhos que nascem na selva e tornados. Acontece que penso ter visto nestes vórtices, a sombra primordial, imagine de quem?! Do DNA. E mais: que todo o Universo se resume a um conceito, uma idéia, a qual só pode ser expressada pelo conjunto de todos os vórtices organizados num sistema.  Se tem conceito, idéia, o DNA primordial daquela época, mesmo em seu nascedouro aqui, já possuia os principios da mente. O que indica que o ser natural que está do lado de lá a possua tambem.</p>
<p>Então, nasceu a Teoria da Matriz/DNA Universal. É um DNA com 14 bilhões de anos e não apenas os 3 bilhões terrestres. Mas tal DNA vem evoluindo e com ele a sua mente. A dele, não a minha. A minha morre quando eu morrer. A não ser que&#8230;</p>
<p>A não ser que o DNA e os corpos que ele constrói para se vestir não seja ainda a coisa certa a ser comparavel à costureira e aos vestidos que ela faz para se vestir. Pois é a costureira que faz o vestido, mas quem dirige suas mãos é a sua mente. Sem a mente por traz de tudo macacos não fazem vestidos. Donde se deduz que existe uma possibilidade para a qual não existe homem na face da terra capaz de aniquila-la. A de que é a mente que fêz o DNA. Como um vestido, um corpo, para se vestir.</p>
<p>O DNA que está no seu corpo vem desde as bactérias a tres bilhões de anos atras. Não há como escapar dessa, isso é ciencia pura, comprovado. É melhor ires te acostumando com essa descoberta. Os modelos da Teoria da Matriz dizem que não é apenas isto: ele vem desde antes do Big Bang.</p>
<p>Essa coisa que sentes como abstrata e dás o nome de consciencia parece se situar dentro da cabeça. Mas o cerebro, em ultima analise, é em essencia DNA. Pois ele está no centro dos neuronios. Então é possivel que sua consciencia seja um conjunto final da soma de um grande numero de pequenas consciencias, cada qual de um DNA.</p>
<p>Ninguém na verdade demonstrou como é essa coisa que nós temos que faz ter-mos consciência da existência do mundo além dos nossos horizontes visuais e alem do tempo presente. Sei que talvez animais tão simples como os passáros tambem pode ser que a tenham: como explicar que emigram de um polo na direção de outro mais conveniente a eles? Mas isto indica que a mente humana seja o corolário atual de uma evolução paralela à matéria que vem desde os principios. Assim como no reino dos computadores, o ultimo software da ultima geração de hardwares se desenvolveu na mente de homens, evolutivamente, desde as maquinas de calcular. Sei que talvez esta nossa capacidade se resuma a mera memória: a imagem de uma rua no Japão vista numa viagem, de um planeta vista num telescópio, ou de trogloditas nas cavernas que veio a nós na forma da voz do professor. Que  a verdade pode ser como a neurologia está acreditando. Mas ainda resta uma possibilidade de que talvez seja tudo isto e mais esta outra coisa:</p>
<p>Imagine as bilhões de cópias de um unico DNA que estão no centro dos bilhões de neuronios que constituem um cérebro humano. Imagine que cada DNA seja à imagem e semelhança do planeta Terra: um novêlo redondo envolto por uma camada de nuvens. Afinal, até palavra em contrario foi este planeta quem fêz o DNA, e nada de absurdo seja imaginar que ele o fez como ele nos ensinou a fazer: nossas criaturas são à nossa imagem e semelhança. </p>
<p>Pois bem. Na maior parte do tempo as nuvens são meras nuvens. Mas existem momentos que as nuvens de um DNA são excitadas por um estimulo externo fazendo-as carregadas a produzirem relampagos. Isto porque um pensamento qualquer de uma pessoa requereu certos dados, que estão registrados apenas naquela cópia do DNA. Estaria aí a mente como mera ocorrência elétrica dos neurologistas? Então, a mente na verdade seria uma grande bolha constituida de uma porção de bolhinhas contendo nuvens de DNA e o pensamento seria o resultado de tempestades elétricas ocorrendo continuamente na totalidade, porem em diferentes regiões a diferentes momentos. Mantenha essa imagem na sua cabeça para passar-mos ao raciocinio seguinte. Afinal de contas talvez você esteja pela primeira vez vendo sua mente como se refletida num espelho.</p>
<p>Os modelos da Teoria da Matriz/DNA Universal ainda não foram derrubados por nenhum cientista acenando com dados reais como provas irrefutáveis. Mas essa teoria consiste numa voz contraria à voz dos academicos que dizem que quem produziu o DNA tenha sido o planeta Terra, por acaso. A unica coisa mais importante que ela fez diferente do que os academicos fizeram foi mudar a teoria da origem dos astros e a interpretação final do Universo. Ela diz que os astros não nascem ao acaso por mera geração espontanea e que não nascem com a mesma forma que apresentam ao longo de suas existências. E os academicos nada podem fazer aqui por enquanto porque não podem ver ocorrencias que demoram bilhões de anos, como nacimentos e existencias totais de astros. Então é teoria contra teoria: não existem dados, ainda.</p>
<p>Acontece que quando ela arranjou os poucos dados existentes de uma maneira diferente dos academicos, ela viu os astros sob um ciclo vital e tal ciclo manifestado na forma de um par de bases do DNA, os nucleotideos! O que a autoriza a dizer que o DNA não pode ter sido criado pela Terra, pois seu ancestral na forma vista no céu já existia antes mesmo da galáxia. Excitada e movida por esta descoberta ela pegou um alpão daqueles que a gente usa para caçar borboletas, desceu aos subterraneos do mundo quantico para caçar os tais vórtices fantasmagóricos que estão por tras da existência da matéria, portanto nas origens do Universo. E descobriu que a primeira coisa viva que surgiu na Terra não foram células ou moleculas auto-replicadoras: foram rodamoinhos abstratos como aqueles que surgem no quintal da sua casa, varrem o terreno para você e como surgiram, desaparecem. Pois neles estão todas as propriedades dos seres vivos: nascem, crescem, comem, defecam, morrem, se multiplicam dividindo-se. Mas são produzidos numa atmosfera que nunca desaparece com eles, ela está sempre aí, eles são como bolhas contendo tempestades temporarias. Descobrimos que é possivel que os vortices quanticos possuam as sete forças da natureza na sua forma bruta que depois evoluiu para as sete propriedades vitais que fazem nossos corpos existirem. E mais: baseado na Fisica do premio Nobel, o grande mestre Hydeki Yukawa, justamente um academico, calculamos o que acontece quando um vortice spin right se encontra com um spin left para chegar à conclusão que as sete forças são na verdade: duas forças representando o fenótipo, quatro forças  representando o genotipo e uma força responsavel pela reproducão e perpetuação do conjunto, a chamada &#8220;uracila&#8221;.  Em outras palavras&#8230; o DNA novamente&#8230; na sua forma mais simples, abstrata, e antes da origem ou manifestação da matéria, lá nas origens junto com o Big Bang!</p>
<p>Raios! Então esse Universo todo é uma espécie de óvulo, onde internamente esta sendo gestado um embrião. Isso aqui é pura reprodução genética!</p>
<p>Entende agora porque estou vendo reprodução dirigida?</p>
<p>Toda reprodução genetica implica na existencia de pais e filhos, sendo os filhos à imagem e semelhança dos pais. Filho de peixe peixinho será,  não será jacaré, com certeza. Então para imaginar a forma dos pais quando não se pode vê-los, mas tendo os filhos, basta calcular. Como a ultima forma mais evoluida desse embriao universal é a auto-consciencia humana, dá para pegar essa forma e calcular qual a forma do ser ou coisa que gerou este universo.</p>
<p>Para encurtar este artigo que não para de crescer, chegamos à  conclusão que a imagem do mundo poderia ser a de uma especie de grande nuvem invisivel que preenche todo o espaço infinito, alem das fronteiras do universo, de cuja superficie pipocam bolhas. Dentro das bolhas, vortices, rodamoinhos, com tempestades. Igualzinho a cena das nuvens cobrindo a Terra em cuja superficie pipocam cabeças humanas. Ou igual a imagem ddentro da nossa cabeça. Fractais dentro de fractais.</p>
<p>Na verdade os modelos indicam que são bolhas pequenas dentro de bolhas maiores que por sua vez estão dentro de bolhas maiores ainda&#8230; De forma que o planeta Terra cujo ciclo vital manifesta-se como ancestral do DNA consiste numa bolha material condensada que alem da bolha maior da atmosfera apresenta um bolha rasante a qual é constituida da soma das seis bilhões de bolhinhas que estão dentro de cada cabeça humana. Teilhard de Chardin quase acertou com sua intuição da camada do consciente coletivo, Garl Gustav Jung tambem com sua teoria do insconciente coletivo e até misticos como Pietro Ubaldi chegaram bem perto com sua idéia das correntes em movimento constituidas pelo que ele chamou de nourées. E agora essa teoria das cordas, como uma network de fundo e existencia de multiplas dimensões, vem reforçar nossa imagem. </p>
<p>Mas ainda falta explicar onde vejo a possibilidade de salvação para o homem vivente hoje, onde está a carta final que poderia garantir que somos imortais. Está justamente numa frasenzinha dita acima que lhe passou despercebido: multiplas dimensões.</p>
<p>Veja este trecho que tirei do website de uma turma que está fazendo barulho nos Estados Unidos e Europa com uma idéia de que fornecem terapias através de uma energia que conseguem numa &#8220;matriz universal:</p>
<p>&#8221; This great-matrix is in the fifth Dimension.  Thus the original matrix can be shown in reality, the vibrations have condensed, slowed and coarser will be transformed so down.  also called astral world and morphogenetic field.</p>
<p> In the fourth Dimension are all thoughts, emotions, feelings, words, belief systems, beliefs, etc. that were ever thought of a man, felt or expressed.  Since a matrix is an interactive energy field, go the vibrations of a matrix with the same vibrations in resonance (same same picks), or are created by agents from the personal environment in the form of education or social programs than ideas, convictions or beliefs.</p>
<p><strong>Sounds True:</strong> One last question. Why do people fall down on stage during your seminars when you use the two-point method on them?</p>
<p><strong>Richard Bartlett:</strong> The falling down thing is just one aspect of a larger phenomenon we see a lot when people first experience Matrix Energetics. I think it happens because of the sudden understanding that we’re just composed of light, just photons and patterns of information. When we interact with each other on that basis, I think we change the actual spin or velocity of the photons. At that moment the left brain can no longer track reality as being real, the right brain takes over. You expand out. The conscious mind cannot keep up, and people tend to react by falling down. Or they go into bliss, or unconsciousness, or silliness, or laughter, or see colors, or hallucinate a frog on the floor next to them, or any number of things. They can experience joy. They can cry. They can literally experience transcendence.&#8221;</p>
<p>Claro, não conheço isso portanto não tenho opinião. Mas esta idéia resolveria tudo: a nuvem em volta de cada DNA seria a substância da quinta dimensão.</p>
<p>Enfim, é possivel que em sua realidade ultima, o mundo seja constituida de um infinito numero de universos, mas preenchendo todo o espaço esteja a substancia da maior bolha de todas, da qual pipocam bolhinhas quando se condensa um ponto, e tais bolhilhas se desfazem retornando sua substancia a ser a bolha mental infinita.</p>
<p>Você neste momento é uma das bolhinhas pipocadas? Que na verdade é apenas um estado fisico temporario e breve, pois na verdade voce retorna a ser a bolha infinita?</p>
<p>Voce decide!</p>
<p>Ou os academicos ou a sua forma de organizar os dados e montar seu proprio quebra-cabeças.</p>
<p>Ou eu me apego à real e irrefutavel condição material de ser mero macaco melhorado ou aceito esta e mais a condição que resulta da minha maneira de conectar os dados a qual indica que tambem, alem de macaco, sou a grande bolha infinita de auto-consciencia&#8230; e imortal. </p>
<p>Não vou repetir aqui os argumentos, mas tudo indica que a realidade se resume a conceitos mentais, tais como os vórtices quanticos por tras de tôda a matéria. Então tambem nisso pode se resimir a realidade do DNA. Vai daí que ao invés da mente ser produto da evolução do DNA, talvez seja justo o inverso: o atual DNA é produto da evolucão da mente. Quem dirige as mãos da costureira, a matéria, a fazer vestidos é a mente dela. Então não é apenas o caso de que o DNA elabora corpos com que se vestir, mas a mente elabora o DNA como um corpo para se vestir. Então pode ser que quem dirigiu a matéria a fazer o seu DNA seja a sua mente, que já existia antes do Big Bang.</p>
<p>Ao inferno a certeza de que eu seja apenas mero macaco melhorado! Ainda tenho uma esperança e vou pesquisar isto tudo até o ultimo suspiro!</p>
<p>A minha grande empreitada agora é buscar uma maneira de fazer com que a bolhinha que sou consiga estabelecer um canal de comunicação com a grande bolha, a qual tambem penso que sou. Talvez não o consiga porque minha bolha esteja muito condensada e muito excitada pelas novidades da matéria em constante tempestade eletrica. Será preciso acalmar isso tudo e buscar um estado menos condensado. Vou tentando. Como disse antes, até o ultimo suspiro da minha bolhinha.</p>
<p>Aliás, este é o motivo inconfessável ao publico que confesso apenas a voce&#8230; através da Internet! Porque estou aqui com este blog, com este artigo, dizendo estas coisas? Porque saí da selva e vim para cá ao invés de ir para a delícia de uma fazenda rural? Porque gastei o ouro de Serra Pelada numa pesquisa ao invés de comprar minha fazendinha?</p>
<p>Porque minha inteligencia está um pouco crescidinha demais para se conformar com a condição de viver como mero macaco melhorado. Eu preferiria o suicidio. Que racionalismo existe em arrastar uma vida de macaco? Se não optei pela decisão aparentemente mais racional é porque precisava tentar uma ultima coisa antes de aceitar aquela condição: a de verificar se sou uma bolhinha dentro de uma bolha infinita. A maneira de arranjar os dados reforçou essa possibilidade. Resta ainda agora verificar se é possivel materializar um canal de comunicação, a qual seria o desfêcho final. Mas cheguei à conclusão que devo morrer antes de consegui-lo sózinho. Cheguei à conclusão que seria muito dificel que uma bolhinha temporaria pipocada e largada como os repteis põem seus ovos ao relento e deixam a prole abandonada à propria sorte, seria ouvida pela bolha infinita, ou seja, o meu verdadeiro eu. A não ser que eu fosse uma bolha maior, do tamanho do planeta. E existe uma maneira de eu me tornar essa bolha planetaria antes de morrer: se as outras bolhas que constituem a bolha planetaria, em numero suficiente, se conectarem à minha bolhinha e juntos fazer-mos o esforço. Isto poderia aumentar ou diminuir a condensação da bolha planetaria a ponto de chamar a atencão da bolha infinita e assim abrir-se o canal de comunicação.</p>
<p>Em outras palavras, a razão de tudo isso aqui, de eu estar aqui é esta: procurar sócios malucos como eu para esta grande empreitada. Se um ou muitos se manifestarem que querem ser sócios, a êsses direi meu plano, pois penso ter desenvolvido uma técnica a qual pode ser praticada por cada um isoladamente no silencio de seu leito. Se não concordarem com a técnica, reunimos muitas cabeças pensantes que por assembéia final elejam a técnica melhor.</p>
<p> Vamos agora ao artigo, lembrando que, existem maneiras diferentes de conectar os dados revelados no artigo, o que pode mudar toda a conclusão final. Os academicos não revelam nunca a conclusão final. Eles dizem que nunca fazem a pergunta &#8220;porque?&#8221;, apenas se limitam a conhecer &#8220;como?&#8221; é. Eles não atiram na minha cara diretamente que eles acreditam que sou mero macaco melhorado. Mas todos sabemos que eles tem uma conclusão final. E que os estudantes nos bancos escolares tambem.       </p>
<h2><a href="http://microsintonias.blogspot.com/2009/08/origem-da-vida-no-planeta-azul.html">A origem da vida no planeta azul</a></h2>
<p>Pelo Prof. Waldemiro Romanha</p>
<div><a href="http://3.bp.blogspot.com/_6A-SSlYTudc/SoXtfGg_oWI/AAAAAAAAAPs/T37MVtgwF9M/s1600-h/imagem_planeta_terra.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5369959249289912674" src="http://3.bp.blogspot.com/_6A-SSlYTudc/SoXtfGg_oWI/AAAAAAAAAPs/T37MVtgwF9M/s400/imagem_planeta_terra.jpg" border="0" alt="" /></a></div>
<div>A vida é quase tão antiga quanto o próprio planeta Terra. <a href="http://www.fgel.uerj.br/dgrg/webdgrg/Timescale/Arqueano.html">A Terra surgiu há pouco mais de quatro bilhões de anos </a>a partir de um condensado de poeira estelar rico em gases do tipo hidrogênio, hélio, carbono, nitrogênio, oxigênio, ferro, alumínio, ouro, urânio, enxofre, fósforo, silício e, provavelmente, alguns fragmentos de rocha. A essa altura o nosso sol ainda era uma <a href="http://microsintonias.blogspot.com/2009/07/natureza-da-natureza.html">proto-estrela</a> localizada em um dos braços da <a href="http://atlas.zevallos.com.br/galaxy.html">via láctea </a>prestes a emitir <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Radia%C3%A7%C3%A3o_solar">radiações</a> que impulsionariam novos processos na evolução da Terra primitiva. Isto se deu a partir do início da fusão nuclear do hidrogênio no sol, levando-o ao status de estrela jovem. O advento da radiação solar sobre a Terra primitiva alterou a atmosfera fazendo com que o hidrogênio se combinasse com o carbono, com o oxigênio, com o nitrogênio e com o enxofre para formar, respectivamente metano (CH4), água (H2O), amônia (H3N) e gás sulfídrico (H2S), ou seja, as primeiras moléculas que muito mais tarde permitiriam o surgimento da vida ou, como declararam as cientistas Lynn Margulis e Dorian Sagan no livro “<a href="http://www.cantarolar.com.br/livro/877207775">Microcosmos</a>”, os ingredientes da receita da vida. Por outro lado, os elementos químicos mais pesados e instáveis como o urânio, tório, potássio, ente outros, se concentraram no núcleo do planeta e, devido suas capacidades de emissão de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Radia%C3%A7%C3%A3o_ionizante">radiação</a> muito forte, mantiveram a Terra aquecida por milhões de anos como um planeta incandescente. Há quatro bilhões de anos atrás o núcleo da Terra era o grande gerador de energia do planeta em desenvolvimento, produzindo calor muito acima dos 5.000 graus atuais do centro para a periferia a partir da sua atividade radioativa.<br />
<a href="http://4.bp.blogspot.com/_6A-SSlYTudc/SoYD7PVXgpI/AAAAAAAAAP0/uJnDgxXzG00/s1600-h/tterra.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5369983921949213330" src="http://4.bp.blogspot.com/_6A-SSlYTudc/SoYD7PVXgpI/AAAAAAAAAP0/uJnDgxXzG00/s400/tterra.jpg" border="0" alt="" /></a></div>
<div>À medida que os elementos radioativos eram consumidos no núcleo do planeta, a Terra se resfriava progressivamente a um ponto em que, há aproximadamente três bilhões e novecentos milhões de anos atrás, formou-se uma crosta porosa na superfície por entre as quais eram lançados jatos violentos de lava incandescente e vapor de água que desenhavam novas topografias a cada momento e formavam densas nuvens na atmosfera.</div>
<p><a href="http://4.bp.blogspot.com/_6A-SSlYTudc/SoYFc0dgq9I/AAAAAAAAAP8/gTOUNdqgxSs/s1600-h/vulcao001.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5369985598362790866" src="http://4.bp.blogspot.com/_6A-SSlYTudc/SoYFc0dgq9I/AAAAAAAAAP8/gTOUNdqgxSs/s320/vulcao001.jpg" border="0" alt="" /></a></p>
<p>Eram os vulcões ativos que funcionavam como válvulas de escape para o magma incandescente (rocha derretida) mantido a altíssimas pressões no manto, a mais ou menos 150 km de profundidade abaixo da crosta terrestre em formação. Algumas atividades vulcânicas de grande magnitude provocadas pela movimentação e choque de <a href="http://www.youtube.com/watch?v=WC7sIicz3ag">placas tectônicas</a> (imensas placas ou fragmentos gigantescos da crosta correspondentes aos continentes primitivos que flutuavam sobre o magma e eventualmente se chocavam) liberavam gases retidos no interior do planeta formando uma nova atmosfera composta por vapor de água, nitrogênio, argônio e dióxido de carbono.</p>
<div>Com o resfriamento progressivo da Terra, diferentes elementos químicos tais como ferro, ouro, cobre, chumbo, urânio, zinco, e muitos outros metais pesados foram alcançando os seus pontos de solidificação na crosta, formando assim imensas <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jazida_mineral">jazidas minerais</a> que são exploradas pelo homem até hoje. A coisa funciona mais ou menos assim. Tudo que existe pode existir em diferentes estados a depender da temperatura e pressão que estão submetidos. O Ferro, por exemplo, pode ser encontrado em estado líquido, sólido ou gasoso. Entretanto, cada elemento possui um ponto de solidificação que é igual ao ponto de fusão (passagem do estado líquido para sólido e vice versa). Considerando o ponto de fusão dos diferentes elementos (Chumbo = 327°C; Ferro = 1500°C; Ouro = 1064,1800ºC; Alumínio 961,7800ºC; Zinco = 660,3230ºC, Cobre = 1084,6200ºC), cada um se solidificou a seu tempo à medida do resfriamento do planeta. Assim, por entre a crosta semi sólida do planeta em desenvolvimento, o que não estava solidificado fluía como rios de metais líquidos que se juntavam cada qual de acordo como a sua especificidade até se solidificarem em algum momento do resfriamento natural do planeta. Dessa maneira, ao longo de milhões de anos, a Terra foi adquirindo o seu formato atual.</div>
<div><a href="http://2.bp.blogspot.com/_6A-SSlYTudc/SoYVXE6BgYI/AAAAAAAAAQM/s4C0HGjlAfw/s1600-h/archean.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5370003091884179842" src="http://2.bp.blogspot.com/_6A-SSlYTudc/SoYVXE6BgYI/AAAAAAAAAQM/s4C0HGjlAfw/s320/archean.jpg" border="0" alt="" /></a></div>
<div>O cenário da Terra no início do <a href="http://www.fgel.uerj.br/dgrg/webdgrg/Timescale/Arqueano.html">Arqueano</a> (inicia-se a três bilhões e novecentos milhões de anos e termina a dois bilhões e quinhentos milhões de anos atrás), também chamado de Era Pré-cambriana, era o de um planeta repleto de vulcões profundamente ativos e mares rasos e quentes formados pela condensação na atmosfera do vapor de água que fora anteriormente expelido pelos vulcões.</div>
<p>Durante todo o período em que se deu a violenta evolução geológica do planeta, átomos se misturaram e formaram gases que se recombinaram e formaram cadeias de macromoléculas com as mais diversas texturas e formas. Não se sabe muito bem onde e como a vida surgiu mas, apesar das divergências entre os biólogos, acredita-se que tenha sido em um ambiente quente, úmido e lamacento do Pré-cambriano, onde diferentes tipos de gases e moléculas deram continuidade a processos impulsionados por forças eletromagnéticas a partir de inúmeras tentativas e erros.</p>
<div><a href="http://etevi.blogspot.com/2008/04/biologia-material-origem-da-vida-prova.html" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5370006452543908322" src="http://2.bp.blogspot.com/_6A-SSlYTudc/SoYYasVvaeI/AAAAAAAAAQU/zkYUoAltA6E/s320/origem_da_vida_miller.gif" border="0" alt="" /></a></div>
<div>O que se sabe é que ao se reproduzir experimentalmente a atmosfera primitiva (mistura de metano, vapor de água, hidrogênio, amônia e vários outros gases) submetendo-a a diferentes fontes de energia tais como descargas elétricas, radiação ultravioleta e calor, uma condição semelhante a realidade da atmosfera do Arqueano, são formadas moléculas que antes acreditava-se serem produzidas apenas por células vivas. Inúmeros experimentos semelhantes a este (imagem ao lado), que originalmente foi feito por Stanley L Miller (Nobel de química em 1953), foram realizados por outros pesquisadores. Os resultados mostraram que as simulações geraram os quatro aminoácidos mais abundantes das proteínas existentes em todos os seres vivos. Também foram encontradas moléculas de ATP (molécula que armazena energia no interior das células) e todas as cinco bases nucleotídicas que compõem o DNA e RNA (adenina, citosina, guanina, timina e uracila), entre outros compostos fundamentais para a organização da vida tal qual a conhecemos. Por fim, é fato geológico conhecido que no Arqueano foram encontrados os <a href="http://www.fgel.uerj.br/dgrg/webdgrg/Timescale/Arqueano.html">primeiros vestígios de vida na Terra</a>. Entre eles, se destacam os microfósseis de bactérias filamentosas no oeste da Austrália e os estromatólitos (estruturas formadas por colônias de algas,) no sul da África e oeste da Austrália.</div>
<div><a href="http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://cienciahoje.uol.com.br/images/chdia/n228b.jpg&amp;imgrefurl=http://cienciahoje.uol.com.br/controlPanel/materia/view/1546&amp;usg=__8kuWD1MVLKiH2r6ongHiuPNOM0s=&amp;h=204&amp;w=409&amp;sz=24&amp;hl=pt-BR&amp;start=10&amp;sig2=cocc7OOGcw3nQTcwyL1H8g&amp;um=1&amp;tbnid=dPTWl7c1JnUyIM:&amp;tbnh=62&amp;tbnw=125&amp;prev=/images%3Fq%3Destromat%25C3%25B3litos%26hl%3Dpt-BR%26client%3Dfirefox-a%26rls%3Dorg.mozilla:en-US:official%26sa%3DX%26um%3D1&amp;ei=sw2GSvKTI8zV-QbetpW7CQ" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5369995999640359842" src="http://3.bp.blogspot.com/_6A-SSlYTudc/SoYO6QPVE6I/AAAAAAAAAQE/5NX8ddWOuqc/s320/estromat%C3%B3litos.jpg" border="0" alt="" /></a></div>
<div>Os estromatólitos (fósseis comuns na Terra) são as poucas<br />
evidências geológicas da existência de vida no período entre 3,5 bilhões e 600 milhões de anos atrás.</div>
<p><a href="http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.dnpm-pe.gov.br/Geologia/Arqueano.jpg&amp;imgrefurl=http://www.dnpm-pe.gov.br/Geologia/Arqueano.htm&amp;usg=__gdG_Jc92dNC1iIijkhXXrEHj884=&amp;h=200&amp;w=320&amp;sz=7&amp;hl=pt-BR&amp;start=2&amp;sig2=daJten3jT466ljd0IvH4Tw&amp;um=1&amp;tbnid=-HceY8h_wyTsTM:&amp;tbnh=74&amp;tbnw=118&amp;prev=/images%3Fq%3Da%2Bterra%2Bno%2Barqueano%26hl%3Dpt-BR%26client%3Dfirefox-a%26rls%3Dorg.mozilla:en-US:official%26sa%3DN%26um%3D1&amp;ei=3xGGSqOxE5jg-QbevZC7CQ">As bactérias e algas primitivas do Arqueano assimilavam o dioxido de carbono</a> ricamente presente na atmosfera e liberavam oxigênio livre. Este comportamento foi fundamental para o surgimento de outras formas de vida em função da substituição do dioxido de carbono pelo oxigênio livre na atmosfera terreste.</p>
<div>Bom, não sei quanto a vocês, mas eu acho tudo isso fantástico!</div>
<p>Grande abraço e até a próxima.</p>
<div>Postado por Waldemiro Romanha (wromanha@gmail.com)</div>
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		<title>Big Bang Teoria: Esta Notícia Sugere Que Aos Poucos Ela Vai Se Aproximando da Teoria da Matriz?</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 06:18:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Louis C. Morelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
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		<description><![CDATA[Artigo abaixo pega de surpresa a comunidade intelectual. Alguém está desperto, com as antenas ainda não desligadas pela &#8220;closed mind&#8221;,  tentando &#8220;to think out of the box&#8221;, sem medo de desafiar seus colegas ao lado e com suficiente embasamento acadêmico para ser ouvido e poder publicar &#8220;papers&#8221;.
O que não é o caso de um fedorento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Artigo abaixo pega de surpresa a comunidade intelectual. Alguém está desperto, com as antenas ainda não desligadas pela &#8220;closed mind&#8221;,  tentando &#8220;to think out of the box&#8221;, sem medo de desafiar seus colegas ao lado e com suficiente embasamento acadêmico para ser ouvido e poder publicar &#8220;papers&#8221;.</p>
<p>O que não é o caso de um fedorento reles quase macaco solitário na Amazônia que de vez em quando se torna um comum e asseado pedestre em New York.</p>
<p>Os modelos cosmológicos que me vieram à mente na selva não discordam muito dos raciocinios que levaram à construção da Teoria do Big Bang, os modêlos também sugerem um início que prossegue sob expansão e evolução, assim como houve um início dos nossos corpos que prosseguiu intra-uterinamente em expansão e evolução. Nossas diferenças partem apenas da maneira de interpretar o evento deflagrador porque eles pensam em termos de Física e Matematica e  eu penso em termos de Genética e Biologia. Vai daí que eles tem como parâmetro para o evento do Big Bang a imagem de uma explosão, como vêem a explosão de uma dinamite, e eu tenho como parâmetro a imagem igualmente explosiva porem mais suave do brusco rompimento do invólucro espermático no momento da fecundação de um óvulo. </p>
<p>Pois agora a face direita  da comunidade cientifica dominada pela Física está produzindo sua face esquerda e com ela terá que confrontar-se brigando pelo espaço até arrumarem um jeito de ambas se acomodarem. Como sempre acontece, o conhecimento parte de um novo dado que cria relativisticamente um conhecimento de extrema direita o qual vai evoluindo até novos dados não mais baterem com os modelos iniciais , começando sua entropia, da qual se levanta o conhecimento de mesma espécie porem oposto, os dois se embatem, se lapidam mutuamente, geram o caos ambiente do qual parte novas fôrças que infiltram-se na batalha e acaba produzindo uma mutação, e disso surge o final real conhecimento correto. Wun-Yi Shu representa o emergente conhecimento oposto e algo como a Teoria da Matriz produzida pela Natureza selvagem e crua pode vir a ser a força mutante do meio-ambiente.</p>
<p>A minha visão de mundo sugere que Wun-Yi Sum começa bem mas imediatamente se desvirtua para conceitos como &#8220;o tempo não tem fim nem começo&#8221; ( é claro, o que não existe de per se, o que foi apenas uma criação imaginaria temporaria da mente humana para explicar causas desconhecidas, como a idéia de tempo-entidade, não pode ter começo nem fim). Ou conceitos como &#8220;o universo se expande aceleradamente e se contrai desacelerando-se&#8221; ( do qual discordo porque pelos meus parâmetros, um óvulo e seu bebê interno não se contrai em tamanho depois de nascido a não ser uma pequena redução da placenta quando é descartada, como penso que tôda essa matéria será descartada, ou quando se torna um velhinho cujo corpo pode minguar um pouquinho).</p>
<p>Os desvios de Wun-Yi Sum - se a Teoria da Matriz estiver quase certa - deve-se a que ele tambem fica vegetando nos reinos da Física e apenas falando o idioma da Matematica sem ser capaz de dar os passos seguintes e ver as camadas mais complexas da genética, da biologia e da substância mental que revestem os eventos físicos e sem perceber que qualquer fenômeno natural para ser explicado completamente necessita ser comunicado e traduzido nos vários idiomas das diferentes fôrças da Natureza. Enfim, registro aqui o artigo para quando tiver tempo retornar a êle e refletir sériamente sôbre suas implicações.   </p>
<p><a href="http://arxiv.org/abs/1007.1750">http://arxiv.org/abs/1007.1750</a></p>
<h2>Cosmological Models with No Big Bang</h2>
<div>Authors: <a href="http://arxiv.org/find/physics/1/au:+Shu_W/0/1/0/all/0/1">Wun-Yi Shu</a></div>
<div>(Submitted on 11 Jul 2010)</div>
<blockquote><p>Abstract: In the late 1990s, observations of Type Ia supernovae led to the astounding discovery that the universe is expanding at an accelerating rate. The explanation of this anomalous acceleration has been one of the great problems in physics since that discovery. In this article we propose cosmological models that can explain the cosmic acceleration without introducing a cosmological constant into the standard Einstein field equation, negating the necessity for the existence of dark energy. There are four distinguishing features of these models: 1) the speed of light and the gravitational &#8220;constant&#8221; are not constant, but vary with the evolution of the universe, 2) time has no beginning and no end, 3) the spatial section of the universe is a 3-sphere, and 4) the universe experiences phases of both acceleration and deceleration. One of these models is selected and tested against current cosmological observations of Type Ia supernovae, and is found to fit the redshift-luminosity distance data quite well.</p></blockquote>
<p><!--CONTEXT--></p>
<div>
<table summary="Additional metadata">
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<td>Comments:</td>
<td>33 pages, 3 figures</td>
</tr>
<tr>
<td>Subjects:</td>
<td>General Physics (physics.gen-ph)</td>
</tr>
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<td>Cite as:</td>
<td><a href="http://arxiv.org/abs/1007.1750v1">arXiv:1007.1750v1</a> [physics.gen-ph]</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
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		<title>Esponjas Seriam o LUCA Terrestre Animalizado?</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 16:30:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Louis C. Morelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Evolucao]]></category>
		<category><![CDATA[origem da Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Esponja]]></category>
		<category><![CDATA[esponjas]]></category>
		<category><![CDATA[genetic blueprints]]></category>
		<category><![CDATA[kinase]]></category>

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		<description><![CDATA[Artigo publicado no ScienceNews sugere que as esponjas são a base da evolução animal. Porem elas surgiram já com 18.000/30.000 genes! Genes são armazenadores e processadores de informações, portanto não deve existir gene sem informação estocada nêle. Então pergunto: eram informações sôbre o que?
Bem&#8230;,  pode ser informações sôbre si  próprios, ou seja desde que surgiu o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Artigo publicado no ScienceNews sugere que as esponjas são a base da evolução animal. Porem elas surgiram já com 18.000/30.000 genes! Genes são armazenadores e processadores de informações, portanto não deve existir gene sem informação estocada nêle. Então pergunto: eram informações sôbre o que?</p>
<p>Bem&#8230;,  pode ser informações sôbre si  próprios, ou seja desde que surgiu o primeiro gene até a molécula somar os 18.ooo, o qual seria praticamente o registro da história de milhões ou bilhões de anos da biogênesis mais a história da evolução dos seres unicelulares. E ainda podemos supor que as esponjas descendem de algum tipo de vegetal primitivo, o qual seria a fonte de mais informações. </p>
<p>Mas a Teoria da Matriz está sugerindo outra coisa: são tôdas as informações acima, mais as informações do planeta Terra no papel de LUCA, mais tôdas as informações da Evolução Cosmológica desde o Big Bang.</p>
<p>O artigo tem pontos importantes a serem reestudados quando tiver-mos tempo:</p>
<p>1) O cancer só existe nos seres multicelulares. Não existem naqueles que permaneceram unicelular. Então é preciso focalizar LUCA como &#8220;unicelular&#8221; e cuja multiplicação era mera auto-reciclagem, para lembrar que o multicelularismo foi uma invenção na Terra. Porem a diferenciação celular indica que a invenção visava apenas ampliar as partes de LUCA para assim permitir a livre produção da complexidade. Talvez as células cancerosas seriam aquelas que resistem à diferenciação? Qual o fator inibidor da diferenciação?</p>
<p>2) Uma intuição inquetante me ocorreu quando lia dois artigos cruzados &#8211; êste artigo e o outro sôbre fractais ( vide aqui <a title="Permanent Link to Ecossistemas de Menger, Visto pela Matriz" rel="bookmark" href="http://theuniversalmatrix.com/pt-br/artigos/?p=402">Ecossistemas de Menger, Visto pela Matriz</a>) . Teremos que pesquisar isto, parece-me muito importante. Pois aqui os pesquisadores dizem:  </p>
<p>&#8221; Srivastava and her colleagues also note that sponges have 705 genes — more than any other animal — encoding kinases, proteins that attach a phosphate molecule onto other proteins. The researchers don’t know why sponges would need so many of the proteins.&#8221;</p>
<p>E numa resposta a um comentário meu no artigo de fractais o autor explica:</p>
<p>&#8221; Considero importante que a idéia de fractais seja observada em biologia do ponto de vista dinâmico e não estático. Um tipo de movimento fractal. Isto é consistente com o conceito de átomo no qual, quando organizados em moléculas, acumulam mais espaços vazios do que cheios. Então, quanto mais condensada a matéria estruturada em moléculas, mais espaço haverá entre elas. Transpondo para fractais em biologia, acredito que quanto maior a comunicação ou interação entre os componentes de um sistema, menos saturado o sistema ficará.&#8221;</p>
<p>Não seria o caso da causa da esponja enfatizar a produção da kinase para unir proteínas entre si e assim resolver o problema da tendência dos átomos em criar espaços vazios entre si?! Pois basta ver uma esponja para &#8220;sentir&#8221; como a Evolução deve ter-se sentido ao ver e apalpar aquêle corpo que era na época o tôpo da evolução, a sua obra mais aprimorada. Era muito mole, quase informe e sem a consistência necessária para desempenhar as funções que o sistema biológico teria que assumir. Para tanto ela rebuscou nos ancestrais astronomicos todos os elementos e mecanismos que serviram para preencher espa;cos vazios e unir matéria, e trouxe-os todos para a pilha de nucleotídeos que era o DNA da esponja. Foi uma operação de emergência. Necessitando concentração de fôrças e recursos. Por isso a quantia exagerada de 705 genes para produzir o elemento colante, denominado kinase. Depois que estes genes trabalharam e transformaram a esponja na espécie seguinte, menos &#8220;esponjosa&#8221;, mais consistente, o aparato exagerado reunido na forma de 705 genes deixou de ser necessário, o que os fêz atrofiarem nas espécies seguintes&#8230; Então qual o problema dos pesquisadores? O que eles não estão vendo aqui? Seja como for, &#8220;ufa!&#8221;, esta novidade trouxe farto material novo para expandir nosso entendimento da coisa tôda.</p>
<p>Vamos ao artigo em ScienceNews ?</p>
<p><a href="http://www.sciencenews.org/view/generic/id/61805/title/Sponge_genes_surprise">http://www.sciencenews.org/view/generic/id/61805/title/Sponge_genes_surprise</a></p>
<h2>Sponge genes surprise</h2>
<div id="content_top">
<h3>Primitive animals have untapped genetic potential</h3>
<div>By <a href="http://www.sciencenews.org/view/authored/id/72/name/Tina_Hesman_Saey">Tina Hesman Saey</a></div>
<div><a href="http://www.sciencenews.org/view/issue/id/62111/title/August_28th%2C_2010%3B_Vol.178_%235">August 28th, 2010; Vol.178 #5</a> (p. <img src='http://theuniversalmatrix.com/pt-br/artigos/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley' /> </div>
<div id="content_functions_top"><a href="http://www.sciencenews.org/index/generic"><img id="font_down" src="http://www.sciencenews.org/includes/com.confluentforms.codefluent.php/images/icons/grayscale-small/font_down.gif" alt="font_down" /></a> <a href="http://www.sciencenews.org/index/generic"><img id="font_up" src="http://www.sciencenews.org/includes/com.confluentforms.codefluent.php/images/icons/grayscale-small/font_up.gif" alt="font_up" /></a> Text Size</div>
</div>
<div>
<div><a href="http://www.sciencenews.org/view/access/id/61808/name/ts_sponge-Image_4.jpg"><img src="http://www.sciencenews.org/view/download/id/61808/thumbnail/x_large/name/ts_sponge-Image_4.jpg" alt="access" /></a></div>
<div>
<div><a href="http://www.sciencenews.org/view/access/id/61808/title/ts_sponge-Image_4.jpg">Enlarge</a><img src="http://www.sciencenews.org/includes/com.confluentforms.codefluent.php/images/icons/grayscale-small/magnify.gif" alt="magnify" /></div>
<p>Scientists have deciphered the genetic makeup of a sponge, shown here living inside a coral, and have found that these primitive animals are surprisingly complex. The common ancestor of all animals may have resembled a certain absorbent, yellow, porous someone who lives in a pineapple under the sea.</p>
</div>
</div>
<p>The evidence lies in the genes, not the pants.</p>
<p>A complete genetic catalog of the sponge <em>Amphimedon queenslandica</em> suggests that the first animals already had a complex kit of genetic tools at their disposal. Sponges harbor between 18,000 and 30,000 genes — roughly the same number as humans, fruit flies, roundworms and other animals, an international team of researchers reports in the Aug. 5 <em>Nature</em>.</p>
<p>Comparison of the sponge’s genetic blueprints with those of other animals reveals that sponge genes are lined up in the same way as those of other animals. Analyses in the new study also support the idea that sponges form the base of the animal branch of the evolutionary tree, says April Hill, an evolutionary developmental biologist at the University of Richmond in Virginia who was not involved in the work.</p>
<p>“That makes them a pretty important group,” Hill says.</p>
<p>Recently, some scientists had suggested that comb jellies, not sponges, were the first multicellular animals (<em><a href="http://www.sciencenews.org/view/generic/id/9562/title/Comb_jellies_take_root_in_a_new_tree_of_animal_life" target="_blank">SN: 4/5/08, p. 214</a></em>).</p>
<p>Sponges don’t make certain types of organs, such as muscles, nerves and epithelial tissues like skin or gut linings, which help form a barrier to the outside world in more complex animals. Yet proteins that nerve cells use to communicate and connect with each other are among those encoded in sponges’ genes, the researchers say. So are proteins needed for epithelial tissues. Sponges also have some genes that are important in other animals for helping the immune system tell an animal’s own cells apart from foreign cells.</p>
<p>“The thing that really captivates me the most is that so many gene families evolved between the unicellular organisms and the animals,” says Hill. “You see a lot of innovation.”</p>
<p>One thing that really struck researchers, says lead author Mansi Srivastava of the Whitehead Institute in Cambridge, Mass., was that genes shared between humans, sponges and other animals are some of the very genes involved in cancer. “So cancer is really a disease of multicellularity,” she says. “Cancer arises when multicellularity is interfered with.”</p>
<p>Srivastava and her colleagues also note that sponges have 705 genes — more than any other animal — encoding kinases, proteins that attach a phosphate molecule onto other proteins. The researchers don’t know why sponges would need so many of the proteins.</p>
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		<title>Ecossistemas de Menger, Visto pela Matriz</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 00:54:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Louis C. Morelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Sistemas]]></category>
		<category><![CDATA[Sistemas Biologicos]]></category>
		<category><![CDATA[complexidade]]></category>
		<category><![CDATA[Ecossistemas de Menger]]></category>
		<category><![CDATA[fractal]]></category>

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		<description><![CDATA[Veja artigo completo e meu comentário postado a seguir no site: 
Adaptações
http://microsintonias.blogspot.com/2010/07/biologia-no-limite-da-ficcao.html#comment-form
&#8220;Ecossistemas de Menger&#8221; 
O conceito sobre complexidade biológica tal qual exposto nos artigos “embriologia fractal do mesozoico” e “interface fractal”, e reconstruído aqui, introduz o “ressignificado” de ecossistema e dimensão fractal. Interessa-nos neste e nos próximos artigos reforçar a idéia de seres vivos ou ecossistemas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Veja artigo completo e meu comentário postado a seguir no site: </strong></p>
<p><strong>Adaptações</strong></p>
<p><strong><a href="http://microsintonias.blogspot.com/2010/07/biologia-no-limite-da-ficcao.html#comment-form">http://microsintonias.blogspot.com/2010/07/biologia-no-limite-da-ficcao.html#comment-form</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://microsintonias.blogspot.com/2010/07/biologia-no-limite-da-ficcao.html">&#8220;Ecossistemas de Menger&#8221;</a></strong><strong> </strong></p>
<p>O conceito sobre <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Complexidade">complexidade</a> biológica tal qual exposto nos artigos “<a href="http://microsintonias.blogspot.com/2009/06/embriologia-fractal-do-mesozoico.html">embriologia fractal do mesozoico</a>” e “<a href="http://microsintonias.blogspot.com/2009/05/interface-fractal.html">interface fractal</a>”, e reconstruído aqui, introduz o “ressignificado” de ecossistema e dimensão fractal. Interessa-nos neste e nos próximos artigos reforçar a idéia de seres vivos ou ecossistemas como sistemas complexos biológicos com dinâmica fractal.</p>
<p><a href="http://4.bp.blogspot.com/_6A-SSlYTudc/S7_Ge6NXbnI/AAAAAAAAAXY/5ioGEb2ZL0k/s1600/Esponja+de+Menger.jpg"></a>Os sistemas naturais são formados por componentes que estabelecem entre si relações intra e interespecíficas. Essas relações não são lineares e por isso mesmo desprovidas de sentido vetorial ou direção claramente previsível. Isto é mais evidente em micro escalas (tema para outro texto). Assim, os sistemas naturais são imprevisíveis e mutáveis mas não obrigatoriamente instáveis. A melhor imagem para representar a complexidade dos ecossistemas é a de uma rede cujos os nós representam os componentes do sistema e, as linhas que comunicam os nós, representam os sentidos ou as direções das informações que circulam pela rede. Entretanto, trata-se de uma rede quadridimensional (ou n-dimensional) que configura uma  intrincada malha de conexões com <em>design</em> biológico próprio, mutável e, mais do que provavelmente, fractal. Ou seja, cada componente ou nó do sistema representaria uma rede em menor escala e assim sucessivamente, de forma auto-similar, tendendo ao infinito. Assim, cada nó da rede, de forma aparentemente sólida,  seria semelhante a uma esponja com área de superfície infinita e volume nulo (vide <a href="http://www.mtm.ufsc.br/lemat/EsponjadeMenger.pdf">Esponja de Menger</a> acima).</p>
<p>Este conceito sugere uma estrutura organizada no qual os sistemas observados em macro escala suportam subsistemas em escalas progressivamente menores. A observação detalhada dos subsistemas revela instâncias ainda menores e de complexidade semelhante. Alterações em qualquer nível refletem alterações a nível global.</p>
<p><a href="http://1.bp.blogspot.com/_6A-SSlYTudc/TEh6RemJJ1I/AAAAAAAAAYo/0q7DUgq1kqg/s1600/jequitiba.jpg"></a></p>
<p>Vamos imaginar o bioma <a href="http://www.rbma.org.br/default_02.asp">Mata Atlântica</a> presente na maior parte no território brasileiro. Este grande sistema é composto por vários ecossistemas diferentes, entre eles as florestas atlânticas. Na Mata Atlântica distinguem-se no mínimo quatro tipos de florestas além de mangues, restingas, campos e brejos de altitude. Esta configuração corresonde a ecossistemas dentro de ecossistemas em escalas progressivamente menores. Nestas florestas ou ecossistemas, comuns no Rio de Janeiro, predominam Jequitibás (ao lado), Ipês, Jacarandás, Palmeiras, Leguminosas, Astroniuns, Sapucaias entre centenas de outras espécies lenhosas, arbustivas, trepadeiras e epífitas como as orquídeas e bromélias. Além de toda a diversidade vegetal, circulam nestes ecossistemas uma grande diversidade de animais que realizam os seus ciclos de vida por entre territórios delimitados e/ ou  superpostos dentro do grande ecossistema complexo chamado Mata Atlântica. Entre eles podemos destacar primatas, felinos, aves, tamanduás, insetos, cobras, jacarés, sapos entre outros.</p>
<p>Dentro de um conceito ampliado do que seja ecossistema, podemos distinguir microecossistemas presentes nas copas das árvores, nas cascas das árvores ou nos cálices das bromélias, entre outros. Os cálices das bromélias são importantes na natureza e são vistos pela maioria dos <a href="http://www.rc.unesp.br/ib/ecologia/caeco/ecologo.htm">ecólogos</a> como ecossistemas completos. Então, vamos aprofundar o entendimento sobre estes microecossistemas de bromélias como exemplos de componentes vitais para o funcionamento e entendimento dos nossos ecossistemas interligados em rede complexa com dinâmica fractal.</p>
<p><a href="http://4.bp.blogspot.com/_6A-SSlYTudc/TEh9yLhFiiI/AAAAAAAAAYw/oOs6f65pLQg/s1600/BROMLIA1.JPG"></a></p>
<p>Existem mais de duas mil espécies de bromélias no mundo. Para alguns autores este número pode chegar a três mil conforme relatado no ótimo livro &#8220;Bromélias da Mata Atlântica&#8221; de Elton M. C. Leme. Segundo Leme, pelo menos 40% desse universo podem ser encontrados no Brasil, o que faz do país o mais importante em termos de diversidade.</p>
<p>Cada bromélia tem uma capacidade especial de armazenar água em suas folhas e é aí que está o segredo. Esta água é, geralmente, límpida e transparente, e fica armazenada entre as folhas bem no centro da planta chamada de cálice. A água das bromélias é rica em sais minerais, ácidos orgânicos e outros nutrientes que fazem das bromélias microecossistemas fundamentais dos quais dependem centenas de organismos. Além das famosas larvas de mosquitos, dentro ou em torno das bromélias vivem libélulas, aranhas (como a <a href="http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.zoologiarn.hpg.ig.com.br/Aran2.jpg&amp;imgrefurl=http://www.zoologiarn.hpg.ig.com.br/aracnidos.htm&amp;usg=__aONFZC-OjxBQbuLSoYgJdRAmfZY=&amp;h=427&amp;w=607&amp;sz=27&amp;hl=pt-BR&amp;start=15&amp;sig2=_BxR6E0MUEeFRaPQseYKiA&amp;um=1&amp;itbs=1&amp;tbnid=Gs0hSmKLT0EXTM:&amp;tbnh=96&amp;tbnw=136&amp;prev=/images%3Fq%3Decossistema%2Bde%2Bbrom%25C3%25A9lia%26um%3D1%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DN%26rls%3Dcom.microsoft:pt-br:IE-SearchBox%26rlz%3D1I7GGLR_pt-BR%26tbs%3Disch:1&amp;ei=I35ITKu0NsP-8Aboia2zDg">caranguejeira <em>Pachistopelma rufonigrun </em>endêmica de bromélia</a> retratada na imagem abaixo), sapos, pererecas, aves, morcegos, cobras e crustáceos. São 400 a 500 espécies de animais, de alguma forma relacionadas às bromélias. Muitas fazem das plantas sua moradia. Outras as freqüentam para caçar, beber ou apenas molhar a pele. Outras ainda as polinizam ou buscam seu néctar e frutos. No calor das restingas ou no auge da seca do sertão nordestino, dos cerrados e das matas do Centro-Sul brasileiro, as bromélias também são fonte de água para anfíbios e répteis, aves e até mesmo mamíferos, como sagüis, micos, macacos, cachorros-do-mato e quatis.</p>
<p><a href="http://4.bp.blogspot.com/_6A-SSlYTudc/TEh-8anQL4I/AAAAAAAAAY4/zQAeUGGesxg/s1600/Caranguejeira+de+brom%C3%A9lia.jpg"></a><br />
A melhor imagem que tenho das bromélias interagindo em ecossistemas foi impressa na minha mente a partir de um trabalho que realizei, durante a faculdade de Biologia, na restinga de Massambaba. Era um marimbondo caçador buscando atividade em torno de uma <em>Edmundoa lindenii</em> em flor (a baixo sem o marimbondo). Recentemente tive um grande problema com larvas de <em>Aedes aegypti</em> (mosquito vetor do virus da dengue) nas bromélias do jardim da <a href="http://www.uva.br/">Universidade Veiga de Almeida</a> em Cabo Frio. O problema foi resolvido com treinamento dos funcionários na eliminação das larvas e dos ovos dos mosquitos bem como de outros criadouros realmente importantes.</p>
<p><a href="http://2.bp.blogspot.com/_6A-SSlYTudc/TEiBLnhdwRI/AAAAAAAAAZA/2YDUIh7UAf0/s1600/Edimundoa+lindlii.jpg"></a><br />
Imagine uma floresta ou restinga sem bromélias. Em ambientes de restinga, às vezes as bromélias são os únicos suprimentos de água doce disponível para pequenos animais, capazes de armazenar o equivalente a um copo ou um balde cheio de água a depender do tamanho da bromélia. Certamente toda a diversidade taxonômica ficaria comprometida, gerando um colapso em todo o grande ecossistema, pois até o microclima seria alterado, uma vez que as bromélias contribuem para a manutenção do microclima local. Então podemos enxergar as bromélias como importantes bioindicadores da saúde de ecossistemas tropicais.</p>
<p>Como pudemos ver, as bromélias são bons exemplos de componentes pertencentes a grandes redes de ecossistemas que ajudam na manutenção de todo o sistema. Redes fractais como modelos de sistemas naturais são idéias matemáticas úteis que ajudam a explicar fenômenos biológicos observáveis. Mas como desenhar esta rede? Que geometria fractal poderia representar tamanha interação de modo que na sua arquitetura tivéssemos um tipo de Esponja de Menger diferenciada para cada subsistema interligado em rede? Nesse ponto a interação entre biólogos, físicos e matemáticos poderia ser útil na construção desta representação gráfica para este hipotético &#8220;Ecossistema de Menger&#8221;. O ecossistema artificial de Menger seria suportado por algoritmos que, por sua vez, estariam baseados em proposições matemáticas. Então estamos falando de modelos matemáticos formados por parâmetros e variáveis. Tais parâmetros e variáveis seriam representações numéricas dos componentes dos ecossistemas reais. Alterações nos parâmetros do modelo matemático gerariam modificações na arquitetura gráfica do ecossistema artificial de Menguer. Isto significaria uma ferramenta poderosa para o estudo in sílica de ecossistemas alterados ou impactados.</p>
<p>Quem aceita o desafio de modelar os &#8220;Ecossistemas de Menger&#8221;?</p>
<p>Grande abraço e até a próxima.</p>
<p>Postado por Waldemiro Romanha (wromanha@gmail.com) às <a title="permanent link" href="http://microsintonias.blogspot.com/2010/07/biologia-no-limite-da-ficcao.html">10:38</a></p>
<p><span style="line-height: 115%; color: red; font-size: 20pt; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-family: Calibri;">Meu Comentario</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt;">Obrigado pelas valiosas informações no post. Mas a mim dá a impressão de que a Ciência ainda está muito atrasada no conhecimento de sistemas, complexidade e fractais, e isto porque está sendo desviada do caminho traçado pela evolução natural. Na selva amazônica também temos a vontade de entender a Natureza, e devido a separação com a civilização e seu método científico, aplicamos outros métodos e chegamos a resultados que às vêzes se cruzam com os seus resultados, mas às vêzes muito se distanciam.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt;">Vocês entenderam como eu que a matéria se organiza na forma de sistemas e temos a mesma definição: a soma das informações das partes interagentes mais um pacote de novas informações geradas pelas interações que excedem tôdas as informações de tôdas partes. Porém minha definição apenas com isso sente-se incompleta e ineficaz, por isso acrescento:  “&#8230; pacote êste que se torna a “mente” do sistema, a qual se desperta para novas necessidades, por isso aplica fôrças sôbre as partes tentando mudar ou ampliar suas funções, o qual resulta numa nova configuração física mais complexa adicionando assim os graus da evolução.”</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt;">Vocês entenderam como eu que os sistemas naturais se apresentam como uma hierarquia derivada dos diferentes graus de complexidade de uma mesma forma comum a tôdas elas. Mas a partir daqui começa nossas diferenças. Por exemplo, quando vocês apelam para o conceito de fractal matemático para definir e entender a forma comum, eu apelo para o conceito de matriz genética. E isto muda todos os resultados posteriores.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt;">O estudo e conhecimento de sistemas naturais, entre vocês está parado a muito tempo, não avança, engatinhando e patinando em tôrno de um obstáculo que precisa ser removido. Os ilusórios avanços acenados através de algumas realizações tecnológicas são meros resultados do desvio do conceito de significado da Natureza, a prova disso é que essa tecnologia é desumana e contra o ritmo e rumo das fôrças naturais emanadas pelo contexto cosmológico, resultando na incompatibilidade entre homem e natureza que se percebe apenas a níveis planetários. Houveram sadias iniciativas no estudo de sistemas, como Fritjof Capra (O Tao da Física), ou Margullis ( A Teoria Simbiôntica), e principalmente a grande iniciativa de Bertalanfy fundando a Teoria Geral dos Sistemas. Mas a obra de Bertalanfy estagnou porque em certo momento o dominio da razão natural que operava com Margullis, Capra, foi substituído pelo dominio de uma razão involuída vegetando ainda no reino dos fenômenos puramente físicos, cuja linguagem de expressão é a Matemática, a qual não traduz a maioria das características de um sistema natural.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt;">Na selva também somos obrigamos a usar o pouco que dispomos – a intuição que emana do espirito primitivo selvagem e caótico da biosfera – num tipo de racionalismo mais natural porem perturbado pelos valôres humanos de sobrevivência. Mas, claro, não podemos entender esta invasão da mentalidade resumida á ordem organizatória da matéria a nível estritamente físico, não podemos aceitar a Matemática como idioma dominante enquanto tôdas as outras linguagens que sentimos captar nos fenômenos são ignoradas. Seu conceito geral da unidade básica da Natureza como fractal matemático e geométrico não comporta a enorme profusão de váriaveis que a matriz genética sugere existir na mesma unidade.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 10pt;">Talvez a Ciência entrando no íntimo primeiro da ordem física e elegendo o fractal geométrico matematico como unidade basilar e ignorando os outros idiomas da Natureza ( o genético, o biológico, o software mental,etc.) seja uma tragédia temporária inevitável motivada pelo mesmo motivo que vocês não captam a nossa ação paralela de busca pelo mesmo tesouro no meio da selva: a comunicação entre eu e vocês não existe, pois ela se realiza apenas numa via, num sentido: eu tento captar e acompanhar os sinais emitidos pela vossa Ciência, mas vocês não captam e não se interessam pelos sinais que emito daqui. Ok, talvez meus sinais nada transmitam de real valor se meus resultados teóricos estiverem errados, mas elucidam como pode haver sinais e idiomas nos sistemas que seriam imprescindiveis no entendimento dêstes, que vocês não estão captando<span style="line-height: 115%; font-family: &amp;amp;amp; font-size: 12pt; mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR">.</span></p>
<p>Se tempo e interêsse houver, até mesmo por simples curiosidade complacente, sugiro uma rápida visão no meu website onde exponho a figura teórica da matriz genética e a visão de mundo dela derivada, alertando que pelas precariedades daqui o website contem falhas, êrros e está em construção. Apesar de tudo, mais uma vêz obrigado pelas informações cientificas valiosas que capto em seu blog e que muito tem me ajudado a avançar na minha busca. Abraços&#8230; Louis Morelli. (website: <a href="http://theuniversalmatrix.com/">http://theuniversalmatrix.com</a> )</p>
<p><a rel="nofollow" href="http://www.blogger.com/profile/02917281091545911994">Waldemiro Romanha (wromanha@gmail.com)</a> disse&#8230;</p>
<dd id="Blog1_cmt-8916276179239100470">Caro Louis Morelli,<br />
Interessantes os seus argumentos e oportunos. Certamente ainda irão contribuir para o amadurecimento das teorias e, principalmente, hipóteses que hora proponho aqui. Entretanto, seria grande o “simplismo” querer reduzir a diversidade biológica a uma mera unidade matemática. Não foi essa a intensão do artigo. Mas tenho dúvidas se, do ponto de vista genético, não estamos sob um gene fractal proposto por mim com base na teoria dos Geólogos Olivera, CL e Andre Calixto sobre “embriões fractais” . Veja o comentário de Oliveira no meu artigo: Um pouco de tudo e mais fractais (http://microsintonias.blogspot.com/#uds-search-results). Isto não me parece absurdo visto que na natureza as projeções arbóreas estão em todos as partes. Considero importante que a idéia de fractais seja observada em biologia do ponto de vista dinâmico e não estático. Um tipo de movimento fractal. Isto é consistente com o conceito de átomo no qual, quando organizados em moléculas, acumulam mais espaços vazios do que cheios. Então, quanto mais condensada a matéria estruturada em moléculas, mais espaço haverá entre elas. Transpondo para fractais em biologia, acredito que quanto maior a comunicação ou interação entre os componentes de um sistema, menos saturado o sistema ficará.<br />
Sobre a Teoria Geral dos Sistemas de Bertalanfy, entendo que Maturana e Varela trouxeram uma grande contribuição para o conceito do que seja “estar vivo” e resolveram conceitualmente o problema da organização da vida, conforme discutido em artigo anterior (http://microsintonias.blogspot.com/2009/04/voltando-ao-tema-o-que-e-vida.html).<br />
Grande abraço,<br />
Grato pela oportunidade. <a title="comment permalink" href="http://microsintonias.blogspot.com/2010/07/biologia-no-limite-da-ficcao.html?showComment=1283202922318#c8916276179239100470">30 de agosto de 2010 14:15 </a></p>
</dd>
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		<title>Reencarnação?&#8230; Um Segrêdo Importante Sobre Nossa Existência que Nunca Tínhamos Percebido</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 22:28:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Louis C. Morelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Reencarnação]]></category>
		<category><![CDATA[reencarnação]]></category>

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		<description><![CDATA[( Êste artigo foi postado como uma questão no Fórum Ceticismo Aberto, categoria Ceticismo no endereço http://forum.ceticismoaberto.com/index.php/topic,315.0.html e a seguir vou aqui registrando o desenvolvimento da discussão)
A maioria das pessoas antes de morrerem passam por um período de dores devido ao envelhecimento do corpo ou de alguma doença por disfunção dêste. No leito da morte a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>( Êste artigo foi postado como uma questão no Fórum Ceticismo Aberto, categoria Ceticismo no endereço <a href="http://forum.ceticismoaberto.com/index.php/topic,315.0.html">http://forum.ceticismoaberto.com/index.php/topic,315.0.html</a> e a seguir vou aqui registrando o desenvolvimento da discussão)</p>
<p>A maioria das pessoas antes de morrerem passam por um período de dores devido ao envelhecimento do corpo ou de alguma doença por disfunção dêste. No leito da morte a consciência parece esquecer tudo o resto para se concentrar no problema do corpo, no incômodo de senti-lo débil e ineficaz, na vontade de fazê-lo funcionar direito. Portanto o corpo vai para o tumulo e se desfaz, talvez a mente tambem se desfaz, mas é certo que a ultima coisa que morreu foi uma vontade: a vontade da consciência de penetrar a carne do corpo, de descer ao nível de órgãos, celulas, e com as mãos ou chaves de fenda, refazê-lo melhor. Se alguma coisa sobrevive à morte, com certeza estará impregnada com essa vontade.</p>
<p>Isto me faz lembrar a história da evolução do computador. Começamos com o ábaco que deu a idéia para a máquina de tear a qual deu a idéia para a máquina de calcular, a partir da qual conseguimos fundir a idéia na forma de software conectada ao corpo da máquina na forma de hardware. Desde então a primeira geração de hardware multiplicou nossa capacidade mental cuja mente imaginou novas possibilidades para as quais necessitava melhor hardware, tendo pôsto a velha geração no lixo e ressurgido com uma máquina melhor. Um corpo melhor.</p>
<p>As duas histórias são idênticas: hardwares, sejam de aço e plástico dos computadores ou de carne dos humanos sucumbem, mas dêles o ultimo a perecer é a idéia, a intenção de um hardware melhor. Se os dois roteiros são idênticos, então porque não existiria para nós humanos a situação em que na deposição de um corpo, nossa mente na forma de idéia, ressurge em outro corpo sendo formado, com mãos ou chaves de fenda fazendo-o um grau melhor? Para nêle a idéia habitar? Re-encarnação. Nós assistimos e vemos este fenômeno como real através dos nossos computadores. Nós sentimos e vimos êste processo real através da evolução das espécies. Não seria ele real em relação a nós mesmos? Por que não?!</p>
<p> Eu acho que existe racionalismo suficiente para de alguma maneira procurar-mos investigar essa possibilidade cientificamente. O que deu a uma simples enzima a capacidade de identificar o ponto exato no ADN, numa longa cadeia de bilhões de átomos, e corta-lo justo ali, quando se precisa da confecção de uma proteina?! O que deu ao Windows a capacidade de identificar na memória de um computador o ponto exato onde ativar para se escrever um texto do word? Senão um software desenvolvido sobre os ombros de um computador da geração anterior? Também é por esse motivo, dentre centenas de outros, que a  Teoria da Matriz Universal/ADN está pesquisando a possibilidade de todo o Universo ser uma composição entre hardware e software. Re-encarnação é uma idéia que não me agrada &#8211; ao mais extremado materialista em que me tornei para desenvolver o raciocinio que levou aos modêlos da Matriz. Também não me agradava na infância quando vivia ouvindo as crenças entre familias católicas. Mas não estou aqui para fazer o que me agrada. Se estivesse, jamais teria me dirigido ao inferno da selva amazônica. Estou aqui em busca da Verdade, doa-me o quanto doer!</p>
<p>                                                                 FIM</p>
<p>Discussão no Fórum:</p>
<table cellspacing="0" cellpadding="5" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td rowspan="2" width="16%" valign="top">
<div><strong><a title="Ver o Perfil de AndersonRPF" href="http://forum.ceticismoaberto.com/index.php?action=profile;u=15">AndersonRPF</a></strong></div>
<div>
<div><img src="http://lh3.ggpht.com/_ZKY41Qxhn5I/THlgiYGIl4I/AAAAAAAAAJs/T4D8bfsIJso/s640/HPIM2257_1023x768.jpg" border="0" alt="" width="65" height="65" /></div>
<p>&#8220;There must be some way out of here&#8230;</p>
</div>
</td>
<td width="85%" height="100%" valign="top">
<table border="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td valign="middle"><a href="http://forum.ceticismoaberto.com/index.php/topic,315.msg1507.html#msg1507"><img src="http://forum.ceticismoaberto.com/Themes/kani_119/images/post/xx.gif" border="0" alt="" /></a></td>
<td valign="middle">
<div id="subject_1507"><a href="http://forum.ceticismoaberto.com/index.php/topic,315.msg1507.html#msg1507">Re: Reencarnação: ignorar esta hipótese, é uma atitude cética sensata?</a></div>
<div>« <strong>Responder #1 :</strong> 28 de Agosto de 2010, 11:34 »</div>
</td>
<td height="20" align="right" valign="bottom"><a href="http://forum.ceticismoaberto.com/index.php?action=post;quote=1507;topic=315.0;num_replies=4;sesc=5335fccaa2401e94c3571a98defe4dea"><strong> </strong></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<hr size="1" />
<div>Pelo mesmo motivo que vc compra um novo software, e não &#8216;reencarna&#8217; o velho em outro hardware, embora eles compartilhem linhas de codigo em comum, ambos não tem consciencia, sistemas mecanicos não tem consciencia, e ainda estão longe de ter.<br />
A grande maioria dos sistemas biologicos também não tem consciencia, conhecemos apenas uma meia duzia de criaturas que aparentam possuir fragmentos dela. Não faz sentido falar em reencarnação para nenhuma dessas entidades, reencarnação pressupõe transferencia de experiencias unicas vindas de um organismo anterior. Sem duvida sera facil &#8216;reencarnar&#8217; uma IA c/ consciencia pq seram impulsos eletricos que podem ser tranformados em codigo binario (ou qualquer outro).<br />
Agora isso não funciona c/ seres biologicos, quando morremos nossos impulsos quimicos e eletricos, se apagam, o hardware se desmancha, não existe nenhuma tranferencia magica de dados, pq não existe nenhum receptor, e mesmo que existisse o cerebro não funciona como um transmissor de dados, nossos transmissores de dados se chamam ovulos e espermatozoides. E tem funcionado mto bem.<br />
Portanto, ignorar a hipotese da reencarnação é sem duvida a atitude cetica mais sensata c/ o conhecimento que possuimos hoje.</div>
<div>xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table cellspacing="0" cellpadding="5" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td rowspan="2" width="16%" valign="top">
<div><strong><a title="Ver o Perfil de Vitor Moura" href="http://forum.ceticismoaberto.com/index.php?action=profile;u=27">Vitor Moura</a></strong></div>
</td>
<td width="85%" height="100%" valign="top">
<table border="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td valign="middle"><a href="http://forum.ceticismoaberto.com/index.php/topic,315.msg1510.html#msg1510"><img src="http://forum.ceticismoaberto.com/Themes/kani_119/images/post/xx.gif" border="0" alt="" /></a></td>
<td valign="middle">
<div id="subject_1510"><a href="http://forum.ceticismoaberto.com/index.php/topic,315.msg1510.html#msg1510">Re: Reencarnação: ignorar esta hipótese, é uma atitude cética sensata?</a></div>
<div>« <strong>Responder #2 :</strong> 28 de Agosto de 2010, 21:52 »</div>
</td>
<td height="20" align="right" valign="bottom"><a href="http://forum.ceticismoaberto.com/index.php?action=post;quote=1510;topic=315.0;num_replies=4;sesc=5335fccaa2401e94c3571a98defe4dea"><strong> </strong></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<hr size="1" />
<div>Oi, Anderson</div>
<p>Os casos investigados por Ian Stevenson e diversos outros mostram que há sim receptores, e que a transferência &#8216;mágica&#8217; de dados ocorre, embora ainda não se saiba como!</p>
<p><a href="http://journals.lww.com/jonmd/Citation/1988/12000/Three_New_Cases_of_the_Reincarnation_Type_in_Sri.8.aspx" target="_blank">http://journals.lww.com/jonmd/Citation/1988/12000/Three_New_Cases_of_the_Reincarnation_Type_in_Sri.8.aspx</a></p>
<p>Compare a evidência para a deriva continental. Weneger não sabia como os continentes se moviam, mas ele forneceu excelentes evidências que se moviam! No entanto, a falta de explicação para um mecanismo levou os cientistas da época a ignorarem sua hipótese, e mesmo ridicularizá-la. Ignorar a hipótese para a reencarnação apenas porque não conseguimos pensar num mecanismo para ela é cometer o mesmo erro do passado.</p>
<p>Um abraço.</p>
<div>xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx</div>
<div>
<table cellspacing="0" cellpadding="5" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td rowspan="2" width="16%" valign="top">
<div><strong><a title="Ver o Perfil de Louis Morelli" href="http://forum.ceticismoaberto.com/index.php?action=profile;u=779">Louis Morelli</a></strong></div>
<div>Membro Jr.<br />
<img src="http://forum.ceticismoaberto.com/Themes/kani_119/images/star.gif" border="0" alt="*" /><img src="http://forum.ceticismoaberto.com/Themes/kani_119/images/star.gif" border="0" alt="*" /><br />
Mensagens: 62</div>
</td>
<td width="85%" height="100%" valign="top">
<table border="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td valign="middle"><a href="http://forum.ceticismoaberto.com/index.php/topic,315.msg1512.html#msg1512"><img src="http://forum.ceticismoaberto.com/Themes/kani_119/images/post/xx.gif" border="0" alt="" /></a></td>
<td valign="middle">
<div id="subject_1512"><a href="http://forum.ceticismoaberto.com/index.php/topic,315.msg1512.html#msg1512">Re: Reencarnação: ignorar esta hipótese, é uma atitude cética sensata?</a></div>
<div>« <strong>Responder #3 :</strong> <strong>Hoje</strong> às 22:22 »</div>
</td>
<td height="20" align="right" valign="bottom"><a href="http://forum.ceticismoaberto.com/index.php?action=post;quote=1512;topic=315.0;num_replies=4;sesc=5335fccaa2401e94c3571a98defe4dea"><img src="http://forum.ceticismoaberto.com/Themes/kani_119/images/buttons/quote.gif" alt="Responder com Citação" align="middle" /><strong>Citar</strong></a> <a href="http://forum.ceticismoaberto.com/index.php?action=post;msg=1512;topic=315.0;sesc=5335fccaa2401e94c3571a98defe4dea"><img src="http://forum.ceticismoaberto.com/Themes/kani_119/images/buttons/modify.gif" alt="Modificar mensagem" align="middle" /><strong>Modificar</strong></a> <a onclick="return confirm('Apagar esta mensagem?');" href="http://forum.ceticismoaberto.com/index.php?action=deletemsg;topic=315.0;msg=1512;sesc=5335fccaa2401e94c3571a98defe4dea"><img src="http://forum.ceticismoaberto.com/Themes/kani_119/images/buttons/delete.gif" alt="Apagar mensagem" align="middle" /><strong>Apagar</strong></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<hr size="1" />
<div id="msg_1512">Anderson, obrigado pela crítica construtiva. Esta relação entre software e hardware tem-me perturbado muito porque nada entendo de engenharia computacional e não estou tendo tempo de estudar a fundo o tema. Parece-me que vemos a coisa por angulos muito diferentes, que não se cruzam.<br />
 <br />
Quando você diz “vc compra um novo software e não reencarna o velho em outro hardware” você saiu totalmente fora da linha de pensamento que tentei expressar no texto. Não estou me referindo a software pronto e registrado num disco, mas sim ao comando de instruções que nasceu e vem sendo desenvolvido dentro do consciente coletivo da humanidade, o qual não se materializa no hardware mas emite uma força que atua no hardware organizando os fluxos da energia. Não sei como isto é feito técnicamente apenas tenho vaga idéia das portas “in” e “out”, do código binário formado através de 8 portas&#8230; e algumas cositas más. Algo me sugere que a fonte do comando de instruções que se materializa como diagrama de software é uma entidade diferente e separada do reino mecânico do hardware. Você consegue entender esta confusão e esclarece-la?<br />
 <br />
Quanto a alguns sistemas biológicos não terem consciência, nossas teorias também discordam. Meus modêlos sugerem que a atual auto-consciência humana é mero produto da evolução do pensamento continuo dos primatas, o qual vem dos instintos animalescos, os quais vem das propriedades dos sistemas não-biológicos termo-dinâmicos, os quais vem de uma propriedade fundamental que define sistema natural: aquela porção de informação que emerge da interação entre as partes consistindo da “fuzzy logic” e que excede a soma das informações contidas nas partes. Se estiver correta esta teoria, está comprovada a intuição do filósofo que disse: “a alma dorme na pedra, sonha no vegetal, acorda no animal e desperta no homem”&#8230; apenas considerando que a pedra significa os primórdios do Universo. Mas em termos de evolução universal cosmológica isto pode ser visto como um mero processo de reprodução, da mesma maneira que quando eu era mera mórula depois uma blastula, depois um feto, e ainda como um embrião a minha consciência ainda não havia se manifestado mas ela já estava pré-determinada pelos meus criadores.</div>
<p>Quando você diz que reencarnação pressupõe a transferência de experiências vindas de um organismo anterior tambem não é o que penso e não é o que a doutrina da reencarnação ( não sou adepto pois acho que não explicam pontos fundamentais, apesar de que dizem que os espiritos ainda tambem continuam a buscar e aprender), escreve em seus livros: as experiências compõem uma entidade separada que se desenvolve em paralelo aos organismos. A mente de Bill Gates desenvolveu o Windows baseando-se nas experiências da mente de seus antecessores e não nas experiências do corpo de seus antecessores jogando futebol. Mas ninguëm sabe ainda quem está certo.</p>
<p>Você diz que quando o cérebro-hardware se desmancha não existe transferência mágica de dados. Eu também nunca vi nada mágico acontecer. Mas quando o hardware de computadores de uma geração são descartados e um novo é fabricado existiu sim, transferência de dados. A roda não é reinventada a partir do zero. E não são óvulos e espermatozóides que transmitem os dados de uma geração para a próxima: isto é feito pelo ADN, o qual apresenta uma parte concreta ou hardware composto de moléculas arranjadas numa forma de código por um invisivel “comando de instruções”. Sabemos que o comando de instruções que arranjou as peças e chips na nova geração de computadores veio de uma fonte ( a mente de Bill Gates e outros) que é de uma substância existente fora e alem do reino mecanico do hardware. E louco será você se acreditar que já conhece tôdas as substâncias existentes no mundo. De maneira que pudesse provar que não existe nenhuma substancia depositária das experiencias acumuladas das porções de informações que não existem nas partes dos sistemas mas que configuram a existência de sistemas, e que ao mesmo tempo pode utilizar o estoque de experiências como um comando de instruções. Como tambem louco seria eu se afirmasse que conheço tal substância.</p>
<p>Enfim, precisamos lembrar que nossas teorias e visões de mundo são construídas pelas nossas experiências com o mundo externo mais aquelas que relatam nossos ancestrais e que acreditamos nelas. Eu presenciei experiências diferentes das suas, o importante é trocar-mos experiencias com honestidade. Por exemplo presenciei uma pessoa totalmente analfabeta revelando comportamentos e relatando coisas curiosas anormais. Quando tentei hipnotiza-la e fazer a regressão mental ao estágio intra-uterino de repente ela mudou a fala e começou a relatar cenas que dizia ver dentro do meu corpo porem descrevendo estrêlas, buracos negros, etc. Curioso desenhei tudo isso para depois na pesquisa perceber que o quadro descrito por ela era da mesma substância dos quadros descritos e registrados nas escrituras dos orientais a 5.000 anos atras que falam da existência dos chakras, kundaline, etc. – matéria na qual tudo li, mas nunca tive opinião própria a respeito. Mais curioso é que o quadro final do analfabeto completando o quadro dos orientais com seus  novos acréscimos se revelou como sendo simplesmente a figura de uma secção do ADN! É como se nosso ser se resumisse a bilhões de minusculos ADNs biológicos em volta e prestando culto a um enorme ADN não-biológico que vai dos nossos quadris ao topo da cabeça. As duas serpentes de kundaline nada mais seriam que as duas hastes do ADN e os sóis no meio das duas hastes nada mais seriam que os grupos de bases nitrogenadas.</p>
<p>Mas como um individuo a cinco mil anos atras e na Ásia relata a mesma visão absurda que um nativo da Amazônia e cinco mil anos depois?! Não acredito em auras e perispiritos,  não quero acreditar nisso porque não vejo racionalidade entre o mundo caótico e nojento que presencio sob o comando de tal entidade poderosa que não seria racional como eu, quero acreditar que a experiencia não passou de um dos delirios que tive na selva produzidos pela malária, mas tenho certeza que foi real e tambem não consigo tirar essa peste dessa imagem da minha cabeça. Pois se isto existisse de fato, estaria aí o seu enigmático depositário de softwares-almas responsavel pelos invisiveis comandos de instruções que existem no ADN, no corpo humano, e por extensão através da mente humana, nos computadores. Como disse, tudo é relativo e nossas visões dependem de experiencias privadas que nem sempre podem ser repetidas e demonstradas mas a pesquisa em bases científicas tem que continuar. Abraços&#8230; </td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<p>xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx</p>
<table cellspacing="0" cellpadding="5" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td rowspan="2" width="16%" valign="top">
<div><strong><a title="Ver o Perfil de Louis Morelli" href="http://forum.ceticismoaberto.com/index.php?action=profile;u=779">Louis Morelli</a></strong></div>
<div>Membro Jr.<br />
<img src="http://forum.ceticismoaberto.com/Themes/kani_119/images/star.gif" border="0" alt="*" /><img src="http://forum.ceticismoaberto.com/Themes/kani_119/images/star.gif" border="0" alt="*" /><br />
Mensagens: 62</div>
</td>
<td width="85%" height="100%" valign="top">
<table border="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td valign="middle"><a href="http://forum.ceticismoaberto.com/index.php/topic,315.msg1513.html#msg1513"><img src="http://forum.ceticismoaberto.com/Themes/kani_119/images/post/xx.gif" border="0" alt="" /></a></td>
<td valign="middle">
<div id="subject_1513"><a href="http://forum.ceticismoaberto.com/index.php/topic,315.msg1513.html#msg1513">Re: Reencarnação: ignorar esta hipótese, é uma atitude cética sensata?</a></div>
<div>« <strong>Responder #4 :</strong> <strong>Hoje</strong> às 23:18 »</div>
</td>
<td height="20" align="right" valign="bottom"><a onclick="return confirm('Apagar esta mensagem?');" href="http://forum.ceticismoaberto.com/index.php?action=deletemsg;topic=315.0;msg=1513;sesc=5335fccaa2401e94c3571a98defe4dea"><strong> </strong></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<hr size="1" />
<div id="msg_1513">Vitor Moura,</div>
<p>Ótimo link e a notícia de que tal tipo de matéria seja publicado num respeitável jornal de ciências.</p>
<p>Mas como disse, a pesquisa deve continuar sem que façamos julgamentos sôbre os fenômenos. Que o relato das crianças sôbre vidas de outras pessoas no passado seja indício de reencarnação tal como entende a doutrina espirita ou o autor Ian Stevenson pode ser uma precipitação nos conduzindo ao êrro. Podem haver processos ou reinos desconhecidos na Natureza que seriam responsáveis por tais relatos, sem ser um processo de reencarnação.</p>
<p>Por exemplo, tive uma namorada que vivia apresentando comportamentos anormais que espiritas diziam ser próprios de uma médium. Certa noite estávamos jantando num restaurante quando de repente ela se sentiu sufocada, perdendo a respiração, segurando a garganta, olhos lacrimejando. E nada dizia, apenas grunhidos. Apavorado corrí a bater nas costas dela e pedindo para ájudarem a leva-la ao carro, porque pensei que ela tivesse se engasgado com o caroço de uma azeitona. Mas como tudo começou, tudo terminou de repente, ela voltou ao normal e pediu-me para sentar tranquilo. Seu relato: “alguém, uma mulher estava sendo afogada em alguma praia aqui perto, eu captei tôdo seu desespero, isso acontece sempre, às vêzes vejo no noticiário que a coisa realmente aconteceu&#8230;” Na época eu era cético ao extremo e ignorei o que ela disse, se fôsse hoje teria investigado melhor.<br />
 <br />
Para sua informação, esta mulher foi alvo de pesquisas e experiências numa universidade gaucha devido ocorrências registradas incomuns. Mas o caso suscita uma dúvida. Ela estaria captando a experiência de vida de outra pessoa, sem no entanto haver reencarnação. Não seria o mesmo caso das crianças de Sri Lanka? Se sim, haveria algum tipo de consciência planetária constituída de pequenas porções de consciência em cada cabeça humana, algo como o inconsciente coletivo de Jung ou a camada de consciente coletivo de Teilhard di Chardin? Ou ainda que tal a Teoria das Correntes das Noures, de Pietro Ubaldi? De maneira que uma porção de consciência dentro de uma cabeça poderia se projetar para dentro de outra cabeça à distância? Isso não nos remete a lembrar que existe algo similar, o chamado entanglement quântico? Devagar com o andor. Abraços&#8230; </td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<p>xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Da Força Invisível dos Sistemas Naturais Surge a Complexidade</title>
		<link>http://theuniversalmatrix.com/pt-br/artigos/?p=395</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 15:38:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Louis C. Morelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Evolucao]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[cavalos]]></category>
		<category><![CDATA[complexidade]]></category>
		<category><![CDATA[homens]]></category>
		<category><![CDATA[macacos]]></category>

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		<description><![CDATA[Há 10 bilhões de anos atrás, tôda a natureza universal se resumia a uma nebulosa informe de átomos, leves, simples. Passado êstes dez bilhões de anos, a nebulosa se transformou em cavalos, macacos e homens, dos mesmos átomos. Não pense nisso, pois este tem sido o maior pesadelo para os pensadores em todos os tempos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há 10 bilhões de anos atrás, tôda a natureza universal se resumia a uma nebulosa informe de átomos, leves, simples. Passado êstes dez bilhões de anos, a nebulosa se transformou em cavalos, macacos e homens, dos mesmos átomos. Não pense nisso, pois este tem sido o maior pesadelo para os pensadores em todos os tempos. A não ser que&#8230; o pesadelo tenha terminado porque a trama tôda foi descoberta. E o responsável, desmascarado.</p>
<p>Será que – se reproduzir-mos aquela nebulosa no espaço sideral – e misturar-mo-la de tôdas as maneiras possíveis, e depois misturar-mos as misturas resultantes, fazendo isso por outros dez bilhões de anos, vamos obter cavalos, macacos e homens? E auto-consciência? Ou iríamos obter outras coisas inimáginaveis, muito complexas?</p>
<p>O fato é real. Aconteceu. Temos aí os macacos para todo mundo ver e comprovar por si próprio. Naquela nebulosa só existiam quatro ou seis tipos de átomos, os chamados leves, porque só formam gazes, como o hidrogênio, o hélio. Os átomos mais evoluídos, pesados, com mais de seis prótons e elétrons só foram formados depois, quando da nebulosa surgiram as estrêlas. Naquêles gazes estavam os macacos, os cavalos, os homens de hoje, fragmentados em seus rudimentos materiais. Mas como?!</p>
<p>Estavam lá, todos os ingredientes, os princípios, os mecanismos, os processos, que hoje existem no corpo humano. Porque a Natureza não é mágica. Ela não pode criar algo do nada.</p>
<p>Os modêlos da Teoria da Matriz Universal/DNA nos levaram a descobrir como uma arquitetura natural ganhou um grau a mais de complexidade. Era tudo o que precisávamos saber. Sabendo como foi um passo, sabemos como foram todos os outros, porque são todos iguais.</p>
<p>A solução do supremo mistério estava num conceito: sistemas. Um novo sistema natural se forma quando vários diferentes sistemas formados anteriormente se juntam por atração simbiótica e tornam-se partes de um único novo sistema. Ora haviam seis tipos de sistemas anteriores naquela nebulosa, seis tipos de átomos, era tudo o que precisava para da nebulosa surgir não um novo átomo, um sétimo átomo, mas sim um novo tipo de sistema nunca surgido antes. Assim a nebulosa tornou-se uma massa composta de fragmentos, todos idênticos. O novo sistema chamava-se “astro”.</p>
<p> Mas teria piorado a situação para cavalos e homens? Pois para êles aparecerem no mundo 10 bilhões de anos depois, seria muito mais conveniente uma sôpa primordial rica com variedade de ingredientes que uma massa homogênea que nem sôpa conseguia ser. Ledo engano. O novo sistema continha um segrêdo poderoso: Ciclo Vital! E isto criou da simplicidade singular daquêle princípio, da nebulosa de um unico ingrediente, uma nova nebulosa portadora de grande diversidade de novos sistemas. A História que iria no futuro produzir cavalos, estava salva e continuava sua marcha.</p>
<p>O flagrante em que descobrimos a Natureza trabalhando na surdina e na escuridão da noite aconteceu justamente quando pegamos um astro imóvel, parado no espaço, sideral. Mas movendo-se em relação ao tempo. Como isso é possível? E em que isso cria do nada um novo grau de  complexidade?</p>
<p>Sistema é um conjunto de partes diferentes conectadas num circuíto simbiótico. As partes não ficam imóveis num sistema. Quando menos moventes, elas vibram. E assim emitem radiações pelas quais perdem fragmentos de si mesmas. Os fragmentos podem ter dois destinos. Primeiro: partes que não são vizinhas num circuíto se misturam e formam novas menores arquiteturas, as quais são diferentes de tôdas as partes. Um exemplo disso é como surgem os tumores no corpo humano. São novas arquiteturas diferentes de tudo que existia antes no corpo e de todas as partes que constituem o corpo. Segundo: os fragmentos se misturam mas não se conectam, arquitetura não é constituída, perfazem uma substância radioativa etérea, abstrata, como um campo magnético.</p>
<p>Acontece que estas novas arquiteturas e/ou substâncias se constituem em novas informações que não existem em nenhuma das partes. Por isso dizemos que um sistema é formado pela soma de tôdas as informações de tôdas as partes, mais uma pequena quantidade de informações que excede a soma de tôdas as partes.</p>
<p>Existem tumores malignos, tumores neutros, mas também existem os benignos. E justamente um novo sistema possuidor de um tumor benigno pode salvar o sistema de um ambiente em colapso em que contra-informações eliminam tôdas as suas simétricas informações, menos aquelas que não existem no ambiente. Um exemplo? Quando um meteórito imenso caiu na Terra e levou a biosfera ao seu colapso, dinossauros desapareceram porque dinossauros possuíam em seu corpo as mesmas informações que constituem a biosfera. Mas havia um réptil menor, denominado cynodonte, cujo corpo, por uma anomalia, havia desenvolvido uma espécie de tumor: os ovos que todos os seres vivos antes dêle e até os maiores que ele, como os dinossauros, botavam fora, ficaram entalados em seu corpo e fêz crescer uma nova protuberância, que mais tarde se tornaria o sistema reprodutor mamífero. O cynodonte salvou-se.</p>
<p>Restam ainda três proposições feitas aqui anteriormente, a serem esclarecidas. Como o astro primordial apresentava um ciclo vital? Como pode um corpo parado num ponto do espaço estar se movendo em relação ao tempo? Como uma unica espécie de sistema natural, um unico cêpo primitivo comum, pode reproduzir-se numa imensa variedade de novas espécies?</p>
<p>Vamos ver um exempo conhecido por todos de como um unico sistema forma um novo diferente sistema. O sistema unico que vamos usar como exemplo é&#8230; você. Isso mesmo: “vósmicê”, em pessoa! Você é um corpo formado de partes conectadas entre si cada qual executando uma função diferenciada e todas ligadas a um nucleo central, denominado “cérebro”. Logo você é um genuino sistema. Mas seu corpo apresenta uma particularidade interessante: êle muda de forma a cada segundo, pois a cada segundo morre ao menos uma célula a qual é reposta, porém, óbviamente a repositora será diferente em algum minimo detalhe da ancestral, já que não existem duas células exatamente iguais. Quando ao invés de observar-mos seu corpo em termos de segundos, expandir-mos o tempo dos intervalos das observações para anos, veremos como as pequeninas mudanças invisiveis acumuladas produzem grandes mudanças visíveis. Assim seu corpo é, numa observação, uma massa informe chamada “mórula”, noutra observação uma blastula, depois um feto, um embrião, um bebê recem-nascido, uma criança, um adolescente, um adulto, um idoso, e&#8230; desculpe-me&#8230; um cadáver. Que enorme diferença existe entre um bebê chorão e um adulto campeão da maratona olimpica&#8230; claro, daquela realizada em casa, apenas entre a familia. A diferença entre as fotos de um bebê e de um adulto humano é tanta que um hipotético extra-terrestre feito de ferro e aço e uma unica forma fixa, jamais acreditaria que as duas fotos são de um mesmo unico individuo. </p>
<p>Mas os seres humanos criaram um novo sistema, natural, ao qual denominamos, sistema familiar. Um sistema familiar exemplar, perfeitamente funcional como sistema, completo, teria que ter no minimo sete formas de corpos humanos: a mulher gravida (garantindo a re-criação), o bebê ( garantindo a perpetuação), a criança ( garantindo o crescimento), o adolescente (garantindo a maturação) o homem adulto (garantindo a manutenção), o idoso (garantindo o armazenamento das informações), e o cadáver (garantindo a mutação). Isto é um sistema-matriz, elo entre sistemas, elemento chave da evolucão.</p>
<p>Porem, um unico individuo não poderia ser transformado e tornado-se o novo sistema, familiar, porque estas sete formas não podem ser fixadas no espaço, separadamente. Então para resolver êste problema são criadas várias cópias da mesma espécie, porem em tempos diferentes, de maneira que inevitavelmente estarão combinadas num mesmo ponto do espaço, sob um mesmo teto, as sete diferentes formas. Assim aconteceu que aquela unica espécie de criatura existente numa nebulosa a 8 bilhões de anos atras, que poderia estar imóvel no espaço vazio sideral, estava movendo-se em relação ao tempo. Mudando de forma. Mas falamos em espécie. Uma espécie compreende um sem numero de iguais individuos. Iguais entre aspas, porque eles contem um segrêdo: mudam de forma. De maneira que num dado momento, num dado ponto do espaço, existam sete diferentes formas. Fixadas.</p>
<p>Em relação àquêle astro, a natureza aplicou mais um truque magistral. É claro que um unico individuo humano não poderia ter gerado as sete partes do sistema familiar, unicamente porque êle ou ela apresenta as sete formas de um unico genêro sexual, e vimos que o sistema familiar completo é composto dos dois sexos. Como a Natureza resolveu êsse problema? Os modêlos da Matriz encontraram a resposta: o &#8220;danado&#8221; era hermafrodita!  </p>
<p>Ora, existe uma força de conexão natural entre as diferentes formas de um mesmo individuo. Na criança está programado o adolescente. No  adolescente jaz a criança. Existe uma ponte invisivel entre a criança e o adolescente que ela será no futuro. Uma ponte invisivel porque constituida de tempo, o qual ninguem vê. Mas quando uma criança que veio do bebê X é colocada perto de um adolescente que veio do bebê Y, da mesma espécie, a ponte invisivel pode tornar-se num fenômeno sistêmico: simbiose. Aquêle velho fenômeno que Margullis suspeitou ser responsável por ter juntado diferentes micro-organismos, denominados organelas, num unico sistema, o celular.</p>
<p>Foram esclarecidas as proposições referentes ao ciclo vital, ao aumento de um grau de complexidade, ao corpo movente parado no espaço? Se sim, está explicado como a Natureza tirou da simples nebulosa de atomos gazozos do principio as figuras de cavalos, macacos e homens. Tal como o mágico tira coelhos da cartola. Que de magico, bem o sabemos, não tem nada: tudo não passou de um engenhoso truque. A Natureza foi pêga em flagrante executando seu maior truque universal, o pseudo mágico foi desmascarado, graças aos modêlos da Teoria da Matriz Universal/DNA.</p>
<p>Mas a mesma Matriz está apontando para alem daquela nebulosa de átomos do principio, para um ponto antes mesmo de acontecer o Big Bang. E sugerindo que todo êste Universo é uma genética reprodução de um sistema que existia antes, ou existe ainda, e talvez exista aos milhões. Se for verdade, cavalos, macacos, homens, auto-consciência, tôdas estas maravilhosas arquiteturas complexas que vemos hoje, estavam programadas muito tempo antes, naquêle sistema. Sinal de que vai começar um novo tipo de pesadelo para os pobres pensadores.</p>
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		<title>Evolução e Gravidade não são algo real, apenas métodos humanos de medição?!</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 12:38:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Louis C. Morelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Evolucao]]></category>
		<category><![CDATA[Fôrça Gravitacional]]></category>
		<category><![CDATA[Gravidade]]></category>
		<category><![CDATA[Gravitação Universal]]></category>

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		<description><![CDATA[Um comentário no site abaixo suscita uma nova e importante questão:
TED Ideas Worth Spreading
no enderêço:
http://www.ted.com/talks/richard_dawkins_on_militant_atheism.html
Nathan Zimmerman (0) -2
May 1 2007: “If the teleological argument implies god, denial of the teleological argument does NOT imply denial of god. Dawkins very much annoys me on this point, whenever he takes up philosophy he just seems to become [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Um comentário no site abaixo suscita uma nova e importante questão:</strong></p>
<p><strong>TED Ideas Worth Spreading</strong></p>
<p>no enderêço:</p>
<p><a href="http://www.ted.com/talks/richard_dawkins_on_militant_atheism.html">http://www.ted.com/talks/richard_dawkins_on_militant_atheism.html</a></p>
<p>Nathan Zimmerman (0) -2</p>
<p>May 1 2007: “If the teleological argument implies god, denial of the teleological argument does NOT imply denial of god. Dawkins very much annoys me on this point, whenever he takes up philosophy he just seems to become illogical and mean-spirited.</p>
<p>Furthermore<strong>, evolution shows HOW not WHAT. What I mean when I say this is basically the old Cartesian point that &#8220;gravity&#8221; is merely the measured speed at which things drop&#8211;we don&#8217;t know if/what causes such an action.</strong> The same is totally possible about evolution and Dawkins simply fails on this point.</p>
<p>I&#8217;m tired of simple minds simply accepting what Dawkins has to say and thinking him the arbiter of rationality&#8211;there&#8217;s a reason why philosophers by and large do not respect his work. It isn&#8217;t rigorous.”</p>
<p>Comentário da Matriz:</p>
<p>Realmente não sabemos o que é essa fôrça alcunhada de Gravitação Universal, ou Fôrça Gravitacional. Basta ler o capítulo “Gravidade” na Wikipédia para se notar que tôdas as teorias a respeito apresentam problemas e não existe consenso. Mas quando o autor do post acima sugere que gravidade é apenas um método de medição e Evolução também, êle traz uma inquietante novidade ao pensamento. Claro, não tenho o gabarito dos especialistas para tratar dêsse problema, mas surge-me algumas idéias aqui. Evolução seria a medida da complexidade? Mas evolução é um processo, o qual apresenta regras (variação, seleção, hereditariedade, na Teoria Darwinista e na Teoria da Matriz são estas três mais as quatro variáveis acrescidas pelos modêlos). Seria a Gravitação tambem um processo?! Quais as regras?</p>
<p>O assunto me caiu pesado e sonante porque a idéia de que Evolução não é uma fôrça real, que seria apenas um conceito humano para denominar uma sequência de fatos observados, agita a Teoria da Matriz. Foi ela, a única no mundo até êste momento, que disse que evolução não existe de “per se”, que ela é apenas um processo contido dentro de outro processo maior: reprodução. E os modêlos argumentam: hipotéticos micróbios vivendo dentro da barriga de uma gravida e assistindo o desenvolvimento gestacional de um novo ser, mas sem saber que trata-se de um ser e julgando que o mundo, o universo é apenas o interior da barriga, juraria de pés juntos que existe evolução e que estão assistindo a evolução em marcha. Mas nós que estamos fora e além do universo dêles sabemos que não se trata de evolução e sim, reprodução. Para completar, os modêlos sugerem que êste nosso universo é um processo genético onde está sendo reproduzido o sistema que o gerou.</p>
<p>Tanbém muito se usa a palavra entropia como se fôsse muma fôrça real. Na verdade entropia é o nome da medida do processo da degeneração. Vamos ser chatos e analizar isto. O metro também é o nome de um sistema de medidas. Se dizemos que algo está evoluindo, deveríamos dizer que algo está “metrando”? Ou entropizando? Ou gravitacionando? Não faz sentido. Existe algum problema com a palavra “evoluindo”. Devemos dizer que algo está aumentando de tamanho e não metrando. Então deveríamos dizer que algo está aumentando em complexidade, nunca dizer “evoluindo”? Como também devemos dizer que algo está acelerando a degeneração, nunca “entropizando”.</p>
<p>Este tema parece ser um beco sem saída, inútil pois não prodiziria nada prático. Para que discutir semântica? Ocupação para filósofos desocupados? Talvez não. A Teoria da Matriz fêz questão de desbancar a palavra “origem”. Origem dá a idéia de que algo surge onde antes nada havia ali ou não havia nada parecido com o que surgiu. Então diz-se “origem do universo”, “origem da vida”.  Mas não existem ocorrências fora da longa sucessão de causas e efeitos naturais. Se existisse seria algo sobrenatural. E aqui está o veneno contido na palavra: daqui nascem e aqui se apoiam as religiões, as místicas, as fantasias.</p>
<p>Devemos então começar a pensar melhor nessa palavra “evolução”? Qual o final efeito dela na mente humana? A princípio eu responderia correndo: só pode ser benéfico pois ensina que existe progresso e desperta o homem para ser progressista. Mas todo criacionista também respode correndo que a palavra origem só pode ser benéfica porque desperta o homem para a existência do sobrenatural, de Deus. Se o criacionista está errado, se a palavra origem desmotiva o homem a procurar a causa natural e a se esforçar para fazer progredir o mundo material, quem pode me garantir que eu também não esteja errado? Que a palavra evolução, por exemplo, me levaria a outro caminho religioso, mais estritamente falando, ao caminho religioso da religião negada ou negativa ou ainda não-religião? Duas faces de uma mesma falsa moeda? É quase consenso geral que o conceito de evolução produziu muitos novos ateus. Já sabemos dos vários efeitos negativos que religiões positivas trazem para a humanidade, mas isso porque vimos a religião positiva no poder. Ainda não sabemos quais efeitos o seu simétrico, as religiões negativas, ou ateísmo, trazem para a humanidade porque ainda não vimos essa religião negativa auto-declarada e no poder.</p>
<p>Hoje temos um meio de acabar de uma vez por tôdas com a palavra “origem” se provar-mos que os modêlos da Teoria da Matriz estão corretos. Não existe essa separação entre Vida e inanimados, o que existe é transformação e aumento da complexidade de sistemas naturais, todos animados. Portanto nunca existiu “origens da Vida”. Nunca ninguém viu origem de coisa alguma. Mas se for necessário, existirá um meio de acabar com a palavra “evolução”? Novamente sim, se forem provados corretos os modêlos da Matriz. Mas se para acabar com &#8220;origem&#8221;  basta provar a correção de modelos referentes a planetas, para acabar com &#8220;evolução&#8221; necessita provar a correção de modêlos referentes ao universo. Provar que está havendo aqui uma reprodução. Isto só será possível se sairmos fora do universo. Então&#8230; acho que essa palavra, certa ou errada, vai ficar por aqui entre nós por muito tempo ainda.</p>
<p>Nós sempre tivemos a mania de repetir ad infinitum criações de nossa imaginação a ponto delas sedimentarem-se em nossa mente como coisas reais.  Assim acontece com as criações imaginativas e insensatas como “eternidade”, “infinito”, “tempo”, &#8220;mão direita ou esquerda&#8221;, etc. É como a criança acredita no Papai Noel sem nunca refletir realmente sôbre o que está se referindo. Estará com os evolucionistas (como eu) ocorrendo o mesmo com o nome da medida da complexidade a que demos o nome de “evolução”?</p>
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		<title>O que Da Vinci e Deus tiveram em comum</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Aug 2010 21:37:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Louis C. Morelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Da Vinci]]></category>
		<category><![CDATA[TED]]></category>

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		<description><![CDATA[Preciso registrar rapidamente esta nota como excelente argumento para The Matrix/DNA Theory obtida no website:
TED Ideas Worth Spreading
no enderêço:
http://www.ted.com/talks/richard_dawkins_on_militant_atheism.html
E na seção comentários, vê-se esta jóia racional:
Rafael Jr Gaid (-4) -2
“In what way does evolution disprove the existence of God? If I can show you scientifically that the monalisa painting is made up of thousands of [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Preciso registrar rapidamente esta nota como excelente argumento para The Matrix/DNA Theory obtida no website:</p>
<h2>TED Ideas Worth Spreading</h2>
<p>no enderêço:</p>
<p><a href="http://www.ted.com/talks/richard_dawkins_on_militant_atheism.html">http://www.ted.com/talks/richard_dawkins_on_militant_atheism.html</a></p>
<p>E na seção comentários, vê-se esta jóia racional:</p>
<p>Rafael Jr Gaid (-4) -2</p>
<p>“In what way does evolution disprove the existence of God? If I can show you scientifically that the monalisa painting is made up of thousands of brush strokes with different chemicals all following some complex math does it mean Da Vinci does not exist? To me Genesis is not a story of our origin. It is a story about our purpose of existence and that someone is always interested in our lives no matter how &#8220;lowly&#8221; we appear to be to other people. That&#8217;s it. Period. It is not a document on how life started and therefore there shouldn&#8217;t be an &#8220;evolution vs creation&#8221; debate in the first place.”</p>
<p>Comentário da Matriz:</p>
<p>O segrêdo da Natureza é justamente êste: matéria adquirindo um sem número de formas, sendo misturadas com diferentes métodos (químicamente, biológicamente, eletro-magnéticamente) resulta em surpreendente complexas arquiteturas, tais como o corpo humano. Se temos um resultado final aparentemente ordenado e acreditamos que tudo começou do caos não ordenado, é sensato suspeitar que existe algum oculto propósito. Caso contrário teria continuado tudo desordenado. Desde que surgimos no mundo temos visto o deserto na sua simplicidade onde os grãos de areia são movidos por tempestades, misturados aleatóriamente e podemos jurar que se o planeta inteiro não mudar aquilo vai continuar assim eternamente. O mesmo podemos dizer da superfície de Marte, Jupiter, etc. Então, não suspeitar de algum propósito oculto presente na época do Big Bang é não ter o cérebro “hard-wired” racionalmente, lógicamente. Aqui na Terra, os ventos, as marés  e contra-marés parecem terem funcionado como as pinceladas de Da Vinci no meio material. Os pincéis foram produzidos e manipulados por seres humanos logo pela lógica os ventos e as marés podem terem sido produzidos e manipulados por algo.</p>
<p>Quando os modêlos da Matriz apontaram que êste Universo é uma genética reprodução, desvelou-se um propósito, simplesmente natural.</p>
<p> Mas existe uma flagrante diferença entre a Monalisa e as arquiteturas naturais.</p>
<p>A obra final de Da Vinci é harmonica, transmite ordem e paz final, parece realmente matemáticamente executada. Isto nos conduz a  concluir que existiu uma mente inteligente dirigindo todo o processo de criação. Porém a obra final da Natureza, ao menos nêstes tempos e nesta região do Universo – a mente humana, ou antes, o corpo humano &#8211; é evidentemente um “bad design”. Tão frágil que pode ser vencido, derrotado, aniquilado, por simples vírus. Tão mal projetado que basta pensar nas dores de dente. Ou então na mente humana conduzindo o corpo de um assassino a matar e esquartejar o corpo de outro ser humano. Finalmente, se existe um propósito, com ou sem um autor portador de um aparato produtor de inteligência, esta inteligência não é a mesma que conhecemos nos seres humanos. Pode até ser uma inteligência, porém não produzida e ligada a um cérebro carnal como o nosso, talvez seja um cérebro eletro-magnético ou confeccionado com ferro e aço, resultando daí uma espécie de inteligência fria, maquinal, alheia ao complexo sensorial e emotivo humano. Portanto, se existe um “Deus” com um propósito dirigindo a evolução, êle não pensa como Da Vinci pensava. Um irresponsável teria sido Da Vinci se tivesse alardeado que sabia o que Deus pensa, o que fêz, como fêz, o que disse ou não disse, como alardearam os imaginativos autores da Bíblia.</p>
<p>Alguém poderia argumentar que a comparação do Rafael não é válida porque a Monalisa é uma obra acabada, por isso, harmoniosa, enquanto a obra de Deus através da natureza ainda está sob evolução, inacabada, portanto ainda imperfeita. Tal argumento não faz sentido: o método de Da Vinci era inteligente, harmonioso, enquanto o método da Evolução inclui eventos onde crianças são devoradas horrivelmente por leões. Um método porco!</p>
<p>O Rafael no post acima foi de uma felicidade  brilhante. Mas logo a seguir êle cai na mesma situação de tôdos nós, seres humanos, ou seja, sem informações das sequências posteriores dos fatos êle conjectura errado. Ao menos é o que sugere os modêlos da Matriz.</p>
<p>“To me Genesis is not a story of our origin. It is a story about our purpose of existence and that someone is always interested in our lives no matter how &#8220;lowly&#8221; we appear to be to other people. That&#8217;s it. Period. It is not a document on how life started and therefore there shouldn&#8217;t be an &#8220;evolution vs creation&#8221; debate in the first place.” &#8211; diz êle.</p>
<p> Pois para mim, Gêneses retrata fielmente um evento termodinâmico no passado de nossa ancestralidade, quando as fôrças da matéria/hardwire dos corpos de nossos ancestrais buscando o eterno equilíbrio termodinâmico para o qual necessita que o vórtice spin right esteja conectado e amalgamado com o spin left numa troca com fricção vibrante de energia, se tornaram dominantes em detrimento das fôrças do software-intelecto. O propósito da existência escolhido pelos nossos ancestrais da época não foi o propósito para nossa existência permitido pela Natureza, esteja algo inteligente por trás dela ou não. Isto precisa ser esclarecido para que não cair-mos novamente no mesmo êrro construindo o paraíso falso aqui, o Admirável Mundo Novo de Huxley, onde perderíamos nossa liberdade mental.</p>
<p>Mas o problema que Rafael deveria juntar-se a nós, ou nós juntar-mo-nos a êle, para tentar esclarecer com a grande massa da população é que os crentes religiosos não pensam como Rafael. Êles acreditam piamente no sentido literal deturpado da fábula nas suas escrituras ditas sagradas. Por isso é necessário sim o debate &#8220;evolução x criação” (porém que os evolucionistas se equipem melhor com as extensões proporcionadas pelos modêlos da Matrix/DNA Theory.)</p>
<p>(tema under correction and construction)</p>
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		<title>O Universo Relativo das Mil Faces:Cada uma adequada ao sabor de cada fregues</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Aug 2010 22:45:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Louis C. Morelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Relativismo]]></category>
		<category><![CDATA[Universo]]></category>
		<category><![CDATA[Isaac Asimov]]></category>
		<category><![CDATA[Relatividade]]></category>

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		<description><![CDATA[
Um texto do famoso autor de ficção científica Isaac Asimov, é sempre uma jóia de sensatez do racionalismo,  mas mesmo  assim, a atual cosmovisão da Teoria da Matriz/DNA tem muito a mudar e a acrescentar sobre as crenças de Asimov, evidenciando que também o racional é mutante e está sob evolução.
Quando projetei num gráfico cartesiano tendo como coordenadas o tempo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- ~~am begin~~ --></p>
<p>Um texto do famoso autor de ficção científica Isaac <span><span>Asimov</span></span>, é sempre uma jóia de sensatez do racionalismo,  mas mesmo  assim, a <span><span>atual</span></span> <span><span>cosmovisão</span></span> da Teoria da Matriz/DNA tem muito a mudar e a acrescentar sobre as crenças de <span><span>Asimov</span></span>, evidenciando que também o racional é mutante e está sob evolução.</p>
<p>Quando <span><span>projetei</span></span> num gráfico cartesiano tendo como coordenadas o tempo e o espaço as pegadas deixadas pela História da Evolução desde o <span><span>Big</span></span> <span><span>Bang</span></span> e lancei à frente a previsão futura do que o resultado no  gráfico sugeria,  observei <span>surpreso</span> que a minha linha <span>senoidal</span> retornava ao <span><span>Big</span></span> <span><span>Bang</span></span>. Então tempo e espaço não influem, é como se não existissem, por isso retirei o gráfico e sobrou um desenho, uma figura. A História não tinha sido inútil, <span>improdutiva</span>, pois o que partiu do <span><span>Big</span></span> <span><span>Bang</span></span> foi matéria sob as simples regras da Física e o que retornou não foi mais a mesma matéria, esta ficou no meio do caminho descartada como a placenta é descartada na gestação de um novo ser. O que retornou ao <span><span>Big</span></span> <span><span>Bang</span></span> e daí se <span><span>projetou</span></span> para retornar ao antes da existência e da criação  foi produzido com a matéria, porem transformada em uma substância <span>abstracta</span>, a qual denominamos mente ou auto-consciência.</p>
<p>Por isso, concluí que a História Universal <span>teve</span> inicio num <span><span>Big</span></span> <span><span>Bang</span></span> e vai terminar num <span><span>Big</span></span> <span><span>Birth</span></span>. Mas ao observar a figura resultante, de repente quase caí da cadeira! Era <span><span>exatamente</span></span> a figura de uma secção do DNA! Meu mundo intelectual desmoronou, peguei-o no flagrante em sua farsa. Pois quem <span>fez</span> todo <span>aquele</span> <span>exercício</span> buscando o significado da existência foi um cérebro humano composto de <span>neuronios</span>, <span>estes</span> tem como essência nos seus <span>núcleos</span> o DNA, portanto era o DNA quem buscava. Sabendo-se do <span>egotismo</span> centrista pelo qual o mundo deve girar em torno do nosso  umbigo - bem evidenciado na frase &#8220;Deus à nossa imagem e semelhança&#8221; &#8211; não foi <span>difícil</span> perceber que o DNA <span><span>projetou</span></span>-se ao ponto central da História, a ponto de resumir o significado da existência à sua imagem e semelhança. <span><span>Jôgo</span></span> com cartas viciadas: o DNA havia conduzido a <span><span>senóide</span></span> no meu gráfico para embevecido mostrar-se <span><span>projetado</span></span> num <span>espelho</span> reinando soberano no mundo.</p>
<p>Seguindo suas preferências particulares que produziam curvaturas em coisas inexistentes de fato como o espaço e o tempo, ora vendo aqui alguns buracos negros, ora vendo ali alguns buracos de minhoca, Einstein morreu acreditando que havia encontrado uma forma final do Universo, a forma cilíndrica. <span>Ele</span> <span>também</span> foi traído por alguma armadilha preparada para nossas mentes, tornou-se tão cego por ela que não notou o óbvio: se tudo é relativo, tudo depende do ponto evolutivo no espaço-tempo onde se situa um observador, o Universo inteiro teria que ser um <span>fenomeno</span> relativo. Como resultado <span>ele</span> apresentaria uma face ilusória diferente para cada diferente observador, cada uma bem talhada para satisfazer o <span><span>gôsto</span></span> de cada freguês. Foi o que aconteceu com os hebreus e a face de Deus, foi o que aconteceu com o DNA no centro do meu <span><span>cocuruto</span></span> e a face do Universo como um enorme DNA, botando tudo o mais prostrados e adorando-o.</p>
<p>Mas no final suspeitei que existe um sentido lógico <span>nesse</span> comportamento do Universo. Além <span>dele</span> ir assim quebrando um espírito arrogante, depurando-o da sua arrogância de tombo em tombo, <span>ele</span> impõe uma ordem sequencial bem sólida ao caminhar do conhecimento, onde cada conclusão é auto-<span>testavel</span>.</p>
<p>Vejamos a jóia seguinte lapidada por Isaac <span><span>Asimov</span></span>: </p>
<p><span style="color: #3366ff;"> A Relatividade do Errado</span></p>
<p><a title="Isaac Asimov" href="http://ateus.net/autor/isaac-asimov/">Isaac <span><span>Asimov</span></span></a></p>
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<p>Outro dia eu recebi uma carta. Estava escrita à mão em uma letra ruim, tornando a leitura muito difícil. Não obstante, eu tentei devido à possibilidade de que fosse alguma coisa importante. Na primeira frase, o escritor me disse que estava se formando em literatura Inglesa, mas que sentia que precisava me ensinar ciência. (Eu suspirei levemente, pois conhecia muito poucos bacharéis em literatura inglesa equipados para me ensinar ciência, mas sou perfeitamente ciente do meu estado de vasta ignorância e estou preparado para aprender tanto quanto possa de qualquer um, então continuei lendo.)</p>
<p>Parece que em um de meus inúmeros ensaios, eu expressei certa felicidade em viver em um século em que finalmente entendemos o básico sobre o universo.</p>
<p>Eu não entrei em detalhes, mas o que eu queria dizer era que agora nós sabemos as regras básicas que governam o universo, assim como as <span><span>inter</span></span>-relações <span><span>gravitacionais</span></span> de seus grandes componentes, como mostrado na teoria da relatividade elaborada entre 1905 e 1916. Também conhecemos as regras básicas que governam as partículas <span><span>subatômicas</span></span> e suas <span><span>inter</span></span>-relações, pois elas foram descritas muito ordenadamente pela teoria quântica elaborada entre 1900 e 1930. E mais, nós descobrimos que as galáxias e os aglomerados de galáxias são as unidades básicas do universo físico, como descoberto entre 1920 e 1930.</p>
<p>Veja, essas são todas descobertas do século vinte.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">(Comentário da Matriz: &#8220;Note-se como o mundo está cheio de ciladas, armadilhas, para pegar os arrogantes que acreditam que conhecem. Afirmar que conhece-se as regras básicas que governam o Universo porque descobriu-se que as galáxias são as unidades básicas do universo físico é uma tremenda heresia contra o racionalismo e a Ciência.  Primeiro porque esta hipótese não é <span>testável</span> nem demonstrável cientificamente. Não se pode por o Universo numa <span><span>banqueta</span></span> de experiências. Segundo porque as unidades básicas de um corpo qualquer apresentam regras básicas que nunca coincidem com as regras básicas da totalidade do corpo. As unidades básicas do corpo humano são os átomos, mas as regras básicas que governam o corpo humano não são as regras básicas que governam os átomos. Por exemplo, corpos humanos surgem pelo processo genético e átomos não.   </span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">O que se almeja transmitir nesta informação é que já conhecemos o Universo porque estaria provado que o Universo foi originado e está sendo transformado, regido pelas Leis da Física.  </span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Tempos atrás acreditou-se que as unidades básicas do corpo humano físico sejam os átomos. Desde os gregos todos os corpos seriam formados de átomos. Mas o corpo humano não é limitado à ordem de <span>fenomenos</span> abarcados pela Física. Num <span>nível</span> superior de organização, os aglomerados de átomos formam as células, as quais foram consideradas depois as unidades básicas. Porque devido à nossa capacidade de ver um corpo humano por inteiro sabemos que as células pertencem ao nível biológico da organização da matéria, o qual desce <span>sobre</span> os átomos do organismo impondo-lhes comportamentos, funções, diferentes <span>daqueles</span> que apresentam quando compõem um elemento simplesmente físico como rochas e gazes. Assim como a religião muçulmana desce <span>sobre</span> o homem árabe impondo-lhe comportamentos e funções sociais diferentes da que o <span>cristianismo</span> faz do homem ocidental. É o mesmo homem, são os mesmos átomos. Mas não podemos ainda nos situar fora do Universo e vê-lo por inteiro. Para não citar o teorema de <span><span>Godel</span></span> firmando que ninguém pode conhecer um sistema estando apenas dentro <span>dele</span>. Então, quem nos garante que as galáxias não sejam influenciadas por um nível superior de organização? De maneira que elas sejam as unidades básicas de um Universo, por exemplo, biológico, ou ainda, auto-consciente? Vivo ou <span><span>semi</span></span>-vivo? Tal como estão sugerindo os <span>modelos</span> da Teoria da Matriz? <span><span>Asimov</span></span> seria mais feliz se tivesse dito: &#8220;agora sabemos que as galáxias são as unidades básicas da Física no Universo, porém, não se precipite em concluir que o Universo tenha a ordem dos <span>fenomenos</span> e processos da Física como o ultimo nível de organização.&#8221;    </span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">E se não tiver, as teorias do <span><span>Big</span></span> <span><span>Bang</span></span>, da <span>Abiogênese</span>, da Evolução, e a Teoria <span><span>Nebular</span></span> <span>Astronomica</span>, estarão <span>todas</span> incompletas de maneira que desviam o homem do entendimento do verdadeiro significado do Universo. Pois a possível existência de um nível superior de organização do Universo, ou ainda além <span>deste</span> Universo, desceria <span>sobre</span> <span>toda</span> a matéria e eventos <span>dirigindo</span>-os por <span>fôrças</span> que certamente ainda desconhecemos. Assim como a teoria da Matriz, ao concluir que o Universo é uma produção genética, está sugerindo a existência de <span>mecanismos</span> e processos naturais jamais imaginados antes mas que teriam <span><span>atuado</span></span> <span>sobre</span> os elementos e eventos abordados por aquelas teorias aumentando em muito a complexidade calculada por elas.&#8221; </span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #000000;"><span>Mas voltando ao texto de Isaac <span>Asimov</span>, vamos ver como ele próprio fornece as evidências que retornam contra sua afirmação acima, corrigindo-a: </span></span> </span></p>
<p> O jovem especialista em literatura inglesa, depois de me citar, continuou me dando uma severa <span>bronca</span> a respeito do fato de que em todos os séculos as pessoas pensaram que finalmente haviam compreendido o universo, e em todos os séculos se provou que elas estavam erradas. Segue que a única coisa que nós podemos dizer sobre nosso “conhecimento” moderno é que está errado. O jovem citou então com aprovação o que Sócrates disse ao saber que o oráculo de Delfos o tinha proclamado o homem o mais sábio da Grécia: “se eu sou o homem o mais sábio”, disse Sócrates, “é porque só eu sei que nada sei”. A <span>consequência</span> era que eu era muito tolo porque tinha a impressão de saber bastante.</p>
<p>Minha resposta a ele foi esta: “John, quando as pessoas pensavam que a Terra era plana, elas estavam erradas. Quando pensaram que a Terra era esférica, elas estavam erradas. Mas se você acha que pensar que a Terra é esférica é tão errado quanto pensar que a Terra é plana, então sua visão é mais errada do que as duas juntas”.</p>
<p>O problema básico é que as pessoas pensam que “certo” e “errado” são absolutos; que tudo que não é perfeitamente e completamente certo é totalmente e igualmente errado.</p>
<p>Entretanto, eu penso que não é assim. Parece-me que certo e errado são conceitos <span><span>nebulosos</span></span>, e eu devotarei este ensaio a explicar por que eu penso assim.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">(Comentário da Matriz: O caso em que cada nova teoria <span>sobre</span> um determinado <span><span>objeto</span></span> contem <span><span>êrros</span></span>, porem um grau de <span><span>êrro</span></span> menor que a anterior e dois graus de <span><span>êrro</span></span> menor que a ante-penultima será melhor entendido lendo-se o relativismo do universo de mil faces no fim <span>deste</span> artigo)</span></p>
<p>… Quando meu amigo, o perito em literatura inglesa, me disse que em todos os séculos os cientistas pensaram ter entendido o universo e estavam sempre errados, o que eu quero saber é quão errados estavam eles? Todos estão errados no mesmo grau? Vamos dar um exemplo.</p>
<p>Nos primeiros dias da civilização, a sensação geral era que a Terra era plana. Não porque as pessoas eram estúpidas, ou porque queriam acreditar em coisas estúpidas. Achavam que era plana por evidências sólidas.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">(Comentário da Matriz: &#8220;Mas&#8230; <span><span>dear</span></span> <span><span>Asimov</span></span>! Como você salta do Universo para a Terra assim num piscar de olhos?! O literato inglês estava falando <span>sobre</span> &#8220;universo&#8221; e você vem apresentar como exemplo um <span><span>planetinha</span></span> perdido na imensidão cósmica dentro <span>deste</span> universo? Para manter-mos a saúde mental, combater dentro de nós a arrogância própria do <span><span>selfish</span></span> gene, evitar-mos os fanatismos religiosos e ideológicos, temos que sempre ter em mente os nossos limites, os limites do nossa <span><span>atual</span></span> capacidade de conhecimento. Tal como nos esforçamos em fazer dentro da <span><span>cosmovisão</span></span> da Matriz: nos esticamos o máximo possível para alcançar os limites da matéria ou seja, da Natureza material, porém daí não queremos dar um passo além por ora, pois desde <span>aqueles</span> limites temos que voltar ao aqui e agora onde ficou muita coisa para trás oculta ou precisando ser consertada. Será que o literato inglês engoliu sua indevida <span><span>elocubração</span></span> mental <span>neste</span> caso?!)</span></p>
<p>Não era só uma questão de “parece que é”, porque a Terra não parece plana. Ela é <span>caóticamente</span> irregular, com montes, vales, ravinas, penhascos, e assim por diante.</p>
<p>Naturalmente há planícies onde, em áreas limitadas, a superfície da Terra parece relativamente plana. Uma dessas planícies está na área do Tigre/Eufrates, onde a primeira civilização histórica (com escrita) se desenvolveu, a dos <span><span>Sumérios</span></span>.</p>
<p>Talvez tenha sido a aparência da planície que convenceu os <span><span>Sumérios</span></span> inteligentes a aceitar a generalização de que a Terra era plana; que se você nivelasse de algum modo todas as elevações e depressões, sobraria uma superfície plana. Talvez tenha contribuído com essa noção o fato que as superfícies d’água (<span><span>reservatórios</span></span> e lagos) parecem bem planas em dias calmos.</p>
<p>Uma outra maneira de olhar é perguntar qual é a “curvatura” da superfície da terra ao longo de uma distância considerável, quanto a superfície se desvia (em média) do plano perfeito. A teoria da Terra plana diria que a superfície não se desvia em nada de uma forma chata, ou seja, que a curvatura é 0 (zero) por milha.</p>
<p>É claro que hoje em dia aprendemos que a teoria da Terra plana está errada; que está tudo errado, enormemente errado, certamente. Mas não está. A curvatura da terra é quase 0 (zero) por milha, de modo que embora a teoria da Terra plana esteja errada, está quase certa. É por isso que a teoria durou tanto tempo.</p>
<p>Havia razões, com certeza, para julgar <span><span>insatisfatória</span></span> a teoria da Terra plana e, por volta de 350 A.C., o filósofo grego Aristóteles as resumiu. Primeiro, algumas estrelas desapareciam para o hemisfério do sul quando se viajava para o norte, e desapareciam para o hemisfério norte quando se viajava para o sul. Segundo, a sombra da Terra na Lua durante um eclipse lunar era sempre o arco de um círculo. Em terceiro lugar, aqui na própria Terra, é sempre o casco dos navios que desaparece primeiro no horizonte, em quaisquer <span><span>direções</span></span> que viajem.</p>
<p>Todas as três observações não poderiam ser razoavelmente explicadas se a superfície da Terra fosse plana, mas poderiam ser explicadas supondo que a Terra fosse uma esfera.</p>
<p>E mais, Aristóteles acreditava que toda matéria sólida tendia a se mover para o centro comum, e se a matéria sólida fizesse isso, acabaria como uma esfera. Qualquer volume dado de matéria está, em média, mais perto de um centro comum se for uma esfera do que se for qualquer outra forma.</p>
<p>Cerca de um século após Aristóteles, o filósofo grego Eratóstenes notou que o Sol lançava sombras de comprimentos diferentes em latitudes diferentes (todas as sombras teriam o mesmo comprimento se a superfície da Terra fosse plana). Pela diferença no comprimento da sombra, calculou o tamanho da esfera terrestre, que teria 25.000 milhas (cerca de 40.000 km) de <span><span>circunferência</span></span>.</p>
<p>Tal esfera se encurva aproximadamente 0,000126 milhas por milha, uma quantidade muito perto de 0, como você pode ver, e que não seria facilmente mensurável pelas técnicas à disposição dos antigos. A minúscula diferença entre 0 e 0,000126 responde pelo fato de que passou tanto tempo para passar da Terra plana à Terra esférica.</p>
<p>Note que mesmo uma diferença minúscula, como aquela entre 0 e 0,000126, pode ser extremamente importante. Essa diferença vai se acumulando. A Terra não pode ser mapeada em grandes extensões com nenhuma <span><span>exatidão</span></span> se a diferença não for levada em conta e se a Terra não for considerada uma esfera e não uma superfície plana. Viagens longas pelo mar não podem ser empreendidas com alguma maneira razoável de encontrar sua própria posição no oceano a menos que a Terra seja considerada esférica e não plana.</p>
<p>Além disso, a Terra plana pressupõe a possibilidade de uma terra infinita, ou da existência de um “fim” da superfície. A Terra esférica, entretanto, postula que a Terra seja tanto sem fim como no entanto finita, e é este postulado que é consistente com todas as últimas descobertas.</p>
<p>Assim, embora a teoria da Terra plana esteja somente ligeiramente errada e seja um crédito a seus inventores, uma vez que se considere o quadro todo, é errada o suficiente para ser rejeitada em favor da teoria da Terra esférica.</p>
<p>Mas a Terra é uma esfera?</p>
<p>Não, ela não é uma esfera; não no sentido matemático estrito. Uma esfera tem determinadas propriedades matemáticas — por exemplo, todos os diâmetros (isto é, todas as linhas <span><span>retas</span></span> que passam de um ponto em sua superfície, através do centro, a um outro ponto em sua superfície) têm o mesmo comprimento.</p>
<p>Entretanto, isso não é verdadeiro na Terra. Diferentes diâmetros da Terra possuem comprimentos diferentes.</p>
<p>O que forneceu a ideia de que a Terra não era uma esfera verdadeira? Para começar, o Sol e a Lua têm formas que são círculos perfeitos dentro dos limites de medida nos primeiros dias do telescópio. Isso é consistente com a suposição de que o Sol e a Lua são perfeitamente esféricos.</p>
<p>Entretanto, quando Júpiter e Saturno foram observados por telescópio pela primeira vez, logo ficou claro que as formas daqueles planetas não eram círculos, mas claras elipses. Isso significava que Júpiter e Saturno não eram esferas de fato.</p>
<p>Isaac Newton, no fim do século <span><span>dezessete</span></span>, mostrou que um corpo de grande massa formaria uma esfera sob <span><span>atração</span></span> de forças <span><span>gravitacionais</span></span> (<span><span>exatamente</span></span> como Aristóteles tinha proposto), mas somente se não estivesse girando. Se girasse, aconteceria um efeito centrífugo que ergueria a massa do corpo contra a gravidade, e esse efeito seria tão maior quanto mais perto do equador. O efeito seria tão maior quanto mais rapidamente o <span><span>objeto</span></span> esférico girasse, e Júpiter e Saturno certamente giravam bem rapidamente.</p>
<p>A Terra gira muito mais lentamente do que Júpiter ou Saturno, portanto o efeito deveria ser menor, mas deveria estar lá. Medidas de fato da curvatura da Terra foram realizadas no século dezoito e provaram que Newton estava correto.</p>
<p>Em outras palavras, a Terra tem uma <span><span>protuberância</span></span> equatorial. É achatada nos pólos. É um “<span><span>esferoide</span></span> oblato” e não uma esfera. Isto significa que os vários diâmetros da terra diferem em comprimento. Os diâmetros mais longos são os que vão de um ponto no equador a outro ponto oposto no equador. Esse “diâmetro equatorial” é de 12.755 <span><span>quilômetros</span></span> (7.927 milhas). O diâmetro mais curto é do pólo norte ao pólo sul e este “diâmetro polar” é de 12.711 <span><span>quilômetros</span></span> (7.900 milhas).</p>
<p>A diferença entre o maior e o menor diâmetro é de 44 <span><span>quilômetros</span></span> (27 milhas), e isso significa que a “<span><span>oblacidade</span></span>” da Terra (sua diferença em relação à <span><span>esfericidade</span></span> verdadeira) é 44/12755, ou 0,0034. Isto dá 1/3 de 1%.</p>
<p>Em outras palavras, em uma superfície plana, a curvatura é 0 em todos os lugares. Na superfície esférica da Terra, a curvatura é de 0,000126 milhas por milha todos os lugares [ou 8 polegadas por milha (12,63cm/km)]. Na superfície <span><span>esferoide</span></span> oblata da Terra, a curvatura varia de 7,973 polegadas por milha (12,59cm/km) a 8,027 polegadas por milha (12,67cm/km).</p>
<p><span>A <span>correção</span> de esférico a <span>esferoide</span> oblato é muito menor do que de plano a esférico. Consequentemente, embora a noção da Terra como uma esfera seja errada, estritamente falando, não é tão errada quanto a noção da Terra plana.</span></p>
<p>Mesmo a noção <span><span>esferoide</span></span> oblata da Terra é errada, estritamente falando. Em 1958, quando o satélite <span><span>Vanguard</span></span> I foi posto em órbita sobre a Terra, ele mediu a força <span><span>gravitacional</span></span> local da Terra — e consequentemente sua forma — com precisão sem precedentes. No fim das contas, descobriu-se que a <span><span>protuberância</span></span> equatorial ao sul do equador era ligeiramente mais <span><span>protuberante</span></span> do que a <span><span>protuberância</span></span> ao norte do equador, e que o nível do mar do pólo sul estava ligeiramente mais próximo o centro da terra do que o nível do mar do pólo norte.</p>
<p>Não parecia haver nenhuma outra maneira de descrever isso senão que dizendo a Terra tinha o formato de uma pêra, e muitas pessoas decidiram que a Terra não se parecia em nada com uma esfera mas tinha a forma de uma pêra <span><span>Bartlett</span></span> dançando no espaço. Na verdade, o desvio do formato de pêra em relação ao <span><span>esferoide</span></span> oblato perfeito era uma questão de jardas e não de milhas, e o ajuste da curvatura estava na casa dos milionésimos de polegada por milha.</p>
<p>Em suma, meu amigo <span><span>literado</span></span> em inglês, viver em um mundo mental de certos e errados absolutos pode significar imaginar que uma vez que todas as teorias são erradas, podemos pensar que a Terra seja esférica hoje, cúbica no século seguinte, um <span><span>icosaedro</span></span> oco no seguinte e com formato de <span><span>rosquinha</span></span> no seguinte.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">(Comentário da Matriz: Comece a entender o que vou dizer com &#8220;o Universo é um <span>fenomeno</span> relativista, é uma cilada à arrogância porque <span>ele</span> apresenta mil faces diferentes, e deve apresentar uma ultima, a verdadeira, a qual será a <span>composição</span> final feita por todas as mil faces ilusórias. Aqui <span>ele</span> já revelou algumas de suas faces <span>cosmovisionarias</span> que dominaram os povos e a mentalidade de suas épocas: uma super-crença numa falsa verdade ultima levou <span>toda</span> uma civilização a ver uma face a qual troçava com essa civilização como a serpente enganou Eva, convencendo-a de que a Terra <span>fosse</span> plana; essa civilização construiu-se a si mesma, ao seu homem, a sua ideologia, a sua religião, o seu sistema social, o estilo de construção de suas cidades e sei nível de tecnologia, e determinou o tipo de relações entre seus indivíduos, tudo baseado na face que viam do mundo. Como a face era tremendamente ilusória, a civilização ruiu <span>sobre</span> seus alicerces. Assim tivemos os impérios ou civilizações <span>babilonico</span>, assírio, <span>egípcio</span><span>, romano, e agora&#8230; a qual vai ruir também se depressa não aprender-mos a lição vinda dos nossos antepassados. Quando uma face torna-se insuportável e desvela sua máscara, uma &#8220;verdade &#8221; inculcada na mente do povo desfaz-se em fragmentos, a sua obra material acompanha este colapso e tudo torna-se abaixo. Mas então começa a levantar-se uma nova face das cinzas da anterior, uma nova civilização emerge. Portanto, sejamos como Socrates, sempre com um pé atrás e combatendo os que alardam conhecer o que não é visível e palpável aos nossos sentidos, assim podemos evitar as quedas abruptas dolorosas e nós mesmos promover-mos transições suaves. Estás entendendo o porque, apesar de 30 anos sendo bombardeado por evidências sugerindo que a Teoria da Matriz está correta e teria desvendado os limites ultimos da natureza material, mesmo assim continuo sempre avisando para não acreditarem nela, que eu suspeito dela, pois quando ela, faceira e cheia de argumentos, me sussurra aos ouvidos atraindo-me aos seus encantos vem-me à mente a imagem da serpente enrolada na árvore oferecendo a maçã e enganando Eva. Cuidado!)</span></span> </p>
<p>O que acontece na verdade é que uma vez os cientistas tomam um bom conceito, eles o refinam gradualmente e o estendem com sutileza crescente à medida que seus instrumentos de medida melhoram. As teorias não são tão erradas quanto incompletas.</p>
<p>Isto pode ser dito em muitos casos além da forma da Terra. Mesmo quando uma nova teoria parece representar uma revolução, ela geralmente surge de pequenos refinamentos. Se algo mais do que um pequeno refinamento fosse necessário, então a teoria anterior não teria resistido.</p>
<p>Copérnico mudou de um sistema planetário centrado na Terra para um centrado no Sol. Ao fazer isso, mudou de algo que era óbvio para algo que era aparentemente ridículo. Entretanto, era uma questão de encontrar melhores maneiras de calcular o movimento dos planetas no céu, e a teoria geocêntrica acabou sendo deixada para trás. Foi <span><span>exatamente</span></span> porque a teoria antiga dava resultados razoavelmente bons pelos padrões de medida da época que ela se manteve por tanto tempo.</p>
<p>Novamente, foi porque as formações geológicas da Terra mudam tão lentamente e as coisas vivas sobre ela evoluem tão lentamente que parecia razoável no início supor que não havia nenhuma mudança e que a Terra e a vida sempre existiram como hoje. Se isso fosse assim, não faria nenhuma diferença se a Terra e a vida tinham bilhões ou milhares de anos. Milhares eram mais fáceis de se entender.</p>
<p>Mas quando cuidadosas observações mostraram que a Terra e a vida estavam mudando a uma taxa que era minúscula mas não nula, a seguir tornou-se claro que a Terra e a vida tinham que ser muito antigas. A geologia moderna surgiu, e também a noção de evolução biológica.</p>
<p>Se a taxa de mudança fosse maior, a geologia e a evolução alcançariam seu estado moderno na Antiguidade. É somente porque a diferença entre as taxas de mudança em um universo estático e em um evolutivo estão entre zero e quase zero que os criacionistas continuam propagando suas loucuras.</p>
<p>Uma vez que os refinamentos na teoria ficam cada vez menores, mesmo teorias bem antigas devem ter estado suficientemente certas para permitir que avanços fossem feitos; avanços que não foram anulados por refinamentos subsequentes.</p>
<p>Os Gregos introduziram a noção de latitude e longitude, por exemplo, e fizeram mapas razoáveis da bacia mediterrânea mesmo sem levar em conta a <span><span>esfericidade</span></span>, e nós usamos ainda hoje latitude e longitude.</p>
<p><span>Os <span>Sumérios</span> provavelmente foram os primeiros a estabelecer o princípio de que os movimentos planetários no céu são regulares e podem ser previstos, e tentaram achar maneiras de fazê-lo mesmo assumindo a Terra como o centro do universo. Suas medidas foram enormemente refinadas mas o princípio permanece.</span></p>
<p>Naturalmente, as teorias que temos hoje podem ser consideradas erradas no sentido simplista do meu correspondente bacharel em literatura inglesa, mas em um sentido muito mais verdadeiro e mais sutil, elas precisam somente ser consideradas incompletas.</p>
<ul>
<li>autor: Isaac <span><span>Asimov</span></span></li>
<li>tradução: <a href="mailto:Sottomaior@str.com.br">Daniel Sottomaior</a></li>
<li>fonte: <a href="http://www.str.com.br/Str/relatividade.htm">Sociedade da Terra Redonda</a></li>
<li>original: <a href="http://home.earthlink.net/~dayvdanls/relativity.htm">The Relativity of Wrong</a></li>
</ul>
<h2><span style="color: #ff0000;">Comentários da Matriz:</span></h2>
<p><span style="color: #ff0000;">Azimov diz</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">&#8220;&#8230; vivemos em um século em que finalmente entendemos o básico sobre o universo.&#8221;</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Será mesmo?</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"> Vamos pensar numa situação análoga à que nos encontramos agora <span><span>nêste</span></span> Universo: Micróbios do tamanho de poucos átomos vivendo dentro de uma célula. Mas vamos forçar um pouco mais a analogia e supor que estamos na mesma situação de micróbios que estão dentro de uma célula que faz parte de um feto em gestação. </span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Qual seria o entendimento básico dos micróbios sôbre seu universo total,  cujos limites longínquos seria a membrana celular?</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Assim como vemos as ondas do mar indo e voltando, os ventos movendo e misturando as coisas da Natureza, os gazes formando vapores e se transformando em água, as águas dos rios nas margens formando pantânos,  a energia solar numa febril atividade transformadora, assim também os micróbios veriam apenas <span>fenomenos</span> estritamente físicos: nuvens escuras de cloreto de sódio vindas do sul rugindo com trovões e emitindo relampagos que ionizam camadas de calcio nos grandes vales  das vesículas, citoplasma movendo-se como oceanos e objetos como o RNA transportador sendo movidos, etc. Nem mesmo a segunda ordem de <span>fenomenos</span> depois da Física, que é a Química, seria para êles perceptível. Quanto menos ainda perceptível seria a mais elevada ordem de <span>fenomenos</span> que é a Biologia, onde o seu universo, se mostraria não mais eterno porém finito sujeito a morte e nascimentos, e ainda,  seu universo, celular, não seria mais que um simples tijolinho de uma fantástica organização em desenvolvimento que é o corpo de um ser vivo. De cuja existência nossos micróbios jamais poderiam sequer imaginar!</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Pois o conhecimento mais ultra-moderno do universo-aglomerado de galáxias dos humanos restringe-se ainda apenas à ordem dos <span>fenomenos</span> da Física.  E vemos que os processos físicos se perdem e se anulam dentro de algo maior, os químicos, mas <span><span>êstes</span></span> se perdem dentro dos processos biológicos, e inclusive existem corpos biológicos cujo mínimo movimento dependem da autoridade de uma ordem de <span>fenomeno</span> acima de todos conhecidos, que é a mente humana. Pura hierarquia entre os sistemas naturais. Curioso é que a evolução d<span>estes</span> sistemas materiais &#8211; desde os átomos às células aos orgãos aos corpos <span><span>têve</span></span> um final que não é material, pois foram todos transformados em conceitos na mente humana. Isso significa que entender o Universo seria conhecê-lo o suficiente para reduzi-lo a um conceito na mente humana. Como vemos células e corpos na sua totalidade e em ação desde fora e de cima temos um idéia dconceitual do que são, porque existem, qual seus significados. Mas estamos muito longe ainda de conseguir o mesmo com o nosso Universo.  E vegetando no meio da ordem de <span>fenomenos </span><span>abrangidos pela Física jamais vamos entender o básico do Universo porque <span>êste</span> pode ser um </span><span>fenomeno</span> biológico, assim como os micróbios são incapazes de alcançar o conceito de &#8220;célula viva e  biológica&#8221;. Enquanto apenas a Física com sua linguagem Matemática estiver no dominio da Cosmologia, não teremos a menor idéia do que está governando os <span>fenomenos</span> físicos e para que fim.  Aliás, as poucas tentativas de formulação de um conceito pelos físicos se esborracham contra a realidade observada, como por exemplo, o átomo primordial que teria se desdobrado hoje em girafas e bicicletas, o universo em eterno repouso ou do eterno retorno. Nunca foi observado tal átomo e nada em repouso ou retorno, como absolutos.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><span>Apenas a Teoria da Matriz/DNA foi conduzida por seus modelos a vislumbrar uma camada superior de fenomenos no Universo contendo os <span>fenômenos</span> físicos. Trata-se da camada de fenomenos onde o Universo apresenta processos genéticos, como se <span>fôsse</span> uma produção genética. Biológica. Porém, aqui, o entendimento básico do Universo de <span>Asimov</span> e dos ultra modernistas torna-se tão minusculo como o entendimento básico dos micróbios dentro de seu universo celular.</span></span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><span><span>Asimov</span></span> desconhecia outro incrível resultado dos <span>modelos</span> da Matriz: a do Universo Relativo de Mil Faces. Tal como Einstein se equivocou perdendo-se dentro da magnitude de sua própria teoria, <span><span>Asimov</span></span> ainda está aplicando a relatividade geral <span>sobre</span> <span>fenomenos</span> isolados no puro estilo reducionista. Agora por exemplo <span><span>êle</span></span> submeteu o <span>fenomeno</span> do <span><span>êrro</span></span> humano  ao relativismo. A Matriz foi mais longe, percebeu que a relatividade se aplica ao Universo como um tôdo. O que significa isso? Que o Universo tem mil faces diferentes para mil diferentes espécies de micróbios, mas cada face é um milionésimo da realidade, da Face Final. Os outros 999% são ilusões, mentiras, ignorância. Mas à medida que duplica o tamanho dos micróbios duplica também a parcela da realidade que dominam. Assim vai de 1% para 2%, para 4%&#8230; o que siginifica 996% de ilusões ainda. Quando um ultimo ser atingisse o ultimo posto evolutivo possivel, só então as mil faces se tornariam uma nova, total, diferente e serpreendente face, contendo <span><span>tôdas</span></span> as outras. Seria como os micróbios intra-celulares vissem de repente o ser humano e adulto dentro do qual existem.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">A ordem dos <span>fenomenos</span> físicos e os corpos que resultam dessa ordem de organização da matéria deve estar numa escala bem inferior do conhecimento, se considerar-mos um corpo de ser vivo onde acima dela vemos a ordem química, depois ainda <span>sobre</span> elas, a ordem biológica, e ainda acima desta, a ordem dos pensamentos, da auto-consciência. A qual parece tratar-se de uma abstração conceitual, um retorno, um encontro com o conceito inicial. Tlavez no final de tudo reste apenas isso: um conceito que na sua essência é uma auto-consciência.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">No modêlo do gráfico cartesiano onde a Matriz descobre o Universo Relativo de Mil Faces ( cujo grafico ainda não me lembro se já trouxe ou não para o web-site), a nossa evolução se dá <span><span>exatamente</span></span> como ASIMOV entendeu o processo dos refinamentos das teorias. Cada refinamento realizado é <span><span>exatamente</span></span> isto: a duplicação do entendimento produzida pela evoluçao gradativa do observador. O Universo tem uma face ilusória para cada tipo de freguês observador, ilusória no sentido que todo observador acredita que viu a face final. Ela é uma face real, assim como a idéia de que a Terra seria plana tinha algo de correto nela. Depois a idéia de que a Terra seria esférica parecia incon<span>testavel</span>, mas apesar de errada, tinha muito mais de verdadeiro nela. Eu penso que munir-se da <span><span>cosmovisão</span></span> da Matriz é o observador situar-se num ponto do tempo e do espaço superior evolutivamente onde existem  muitos <span><span>êrros</span></span> ilusórios ainda, com certeza, porém menos um pouco do que os <span><span>êrros</span></span> do &#8220;conhecimento&#8221; ultra-modernista.</span></p>
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