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O HUBBLE REALMENTE FOTOGRAFOU UM PLANETA? VEJA COMO ISTO INFLUENCIA SUA VIDA PARTICULAR.

quinta-feira, novembro 27th, 2008

Planetas ou Protopulsares? Sistema novo ou velho? A controversia entre a Teoria Academica e a Teoria da Matriz Repete o Mesmo Conflito Medieval entre a Cosmovisao do Sistema Geocentrico e Ceu Imutavel e a Cosmovisao do Sistema Heliocentrico e Ceu Mutavel? Esta’ em jogo o dispendio de muito dinheiro, muito tempo, e muitos recursos humanos na pesquisa espacial.

Novembro, 27, 2008  –  Categoria: Astronomia (Artigo sob construcao)

 Referencias: Hubble directly observes a planet orbiting another star  (http://www.nasa.gov/hubble )

Telescópios obtêm imagem real de planetas extra-solares 
( http://br.noticias.yahoo.com/s/reuters/081113/ ) 

 

     Enquanto os animais irracionais tem olhos apenas para ver as coisas imediatas da superficie terrestre, o homo sapiens foi um consideravel avanco pois levantou os olhos da Terra para ver alguns corpos celestes (quando o mundo esta’ a favor de uma especie e ela tem suas necessidades basicas facilmente satisfeitas, a atencao na caca imediata cede lugar a atencao na caca ampla, sobre o mundo invisivel ou intocavel alem dos seus sentidos. Sobrando tempo e de barriga cheia, o troglodita deitava-se de barriga para cima e seus olhos inevitavelmente pousavam no ceu estrelado.  Inevitavelmente seus pensamentos eram esticados, puxados na direcao da dimensao celeste. Agora, aos modernos astrofisicos sobra tempo e recursos para apontarem sua aparelhagem rumo ao ceu e cacar informacoes. Comigo nao foi diferente. Reduzido aos niveis existenciais do macaco melhorado na selva, na luta pela sobrevivencia, nao fui induzido a prescrutar os ceus. Porem, na segunda volta `a selva, e ja em melhores condicoes, enquanto agachado no chao e revirando a lama, a luz do sol me vinha por cima e por traz cozinhando-me os miolos. Ora, esta luz solar inevitavelmente ocupava minha atencao, pois alem de invadir-me o cerebro ela dirigia-me a ver como ela estava presente em todos os momentos e fenomenos das coisas vivas, sem ela nada vivo resistiria por muito tempo,  dai’ que foi inevitavel comecar a perceber o link intimo entre as coisas do ceu e as origins da vida. Os olhos mecanicamente comecaram a ziguezaguear indo da lama ao sol e vice-versa. Assim como o animal irracional, antes eu jamais poderia imaginar que um dia estaria interessado nas coisas do ceu e elaborando modelos astronomicos para encontrar aquele que satisfizesse as questoes existenciais. Mas agora surge uma questao: se o homem primitivo foi desviado para a magia a fim de montar a seu modo o quebra-cabecas celeste, os astronomos racionalistas foram desviados para a Fisica, e eu para a Biologia. Como resultado, tres modelos teoricos, tres cosmovisoes diferentes. Tanto eu como os astronomos modernos fomos induzidos pelas nossas experiencias reais de vida e projetamos estas experiencias sobre as coisas do ceu para fazer encaixarem as pecas num sistema aceitavel. Mas os trogloditas nao vieram de uma historia em que a luta pela sobrevivencia era permeada pela magia. Entao qual o misterio da imaginacao magica?! Pelo que observei nos nativos da Amazonia, pelo que concluo quando leio as lendas gregas povoadas de deuses encarnados, chego a suspeitar que nas origins da auto-consciencia, esta estava conectada a alguma camada mental nao-humana e teriamos perdido essa conexao. Ou nao?)

    E’ compreensivel que o homo sapiens primitivo, nas suas conjecturas sobre as coisas do ceu, tenha projetado sua visao e experiencias com a biosfera, alem do seu inevitavel estado emocional egocentrico, sobre estas pecas do quebra-cabecas celeste, na tentativa de encaixa-las e montar o quadro final. Por exemplo: se aqui existem leoes devoradores, tambem no ceu deve existir elementos devoradores, e assim se fabrica a ideia de deuses exigentes de sacrificios da carne, ou muito tempo depois, astronomos fazem esta projecao ao teorizar sobre buracos negros devoradores).  Bem, voltando ao assunto, essa visao do homem primitivo mal alcancava os limites do sistema solar (nao se cogitava nada sobre sistemas galacticos) e as primeiras aparencias causavam muita ilusao de optica, levando nossos antepassados a conclusoes sobre o mundo e a existencia totalmente erradas.  Com o advento da cultura escrita e durante  dois mil anos, as conclusoes teoricas dos autores da Biblia bem como de Aristoteles dominaram o sistema educacional/academico oficial. Porem alguns indicios que eram captados por filosofos naturalistas nao se encaixavam naquele modelo cosmovisionario e a crescente descoberta de novos dados e fenomenos conduziam-nos a suspeitarem e criticarem o modelo. Mas os poderes reinantes que se assentaram em modelos sociais suportados por crencas decorrentes daquela cosmovisao reagiram negativamente, ignorando, ironizando, e por fim ate’ agredindo fisicamente os discordantes. A normal evolucao que revelava novos dados e fenomenos evidentemente discordantes do modelo teorico fazia com o que o intelecto dos poderosos se virassem de qualquer maneira para omiti-los, distorce-los para explica-los aos suditos, criando hipoteses em cima de hipoteses equivocadas, tudo com o intuito de assenta-los numa especie de leito de Procusto. 

      Porque o ser humano se apega com unhas e dentes a suas ideologias e verdades criveis particulares, a ponto de gerar guerras, matar ou morrer por elas? Sera’ tudo decorrente apenas dos aspectos praticos  relacionados aos poderes financeiros e sociais?  Suspeito que a coisa e’ mais complexa, mais profunda, a causa primeira jaz alem da vontade humana. Pois o poder, inicialmente surgiu pela forca fisica bruta, esta gerou o poder individuo/individuo, mas os individuos subjugados se unem, obrigando tambem os poderosos ou a se aceitarem ou elaborarem estrategias contra grupos. Estas estrategias empregam algo mais que a ja ineficiente forca fisica individual: comecam os primeiros esforcos para aplicar a forca mental para dominar a mente de grupos. Ou seja, a Natureza esta’ gerando uma nova especie evolutiva, a consciencia, e como sempre, a anatomia da nova especie reproduzira’ o modelo da Matriz.  A Matriz dos Sistemas Fechados novamente se expressa desde o DNA para atuar no campo mental, os individuos devem ser convencidos a se instalarem como organelas de uma celula, bases nitrogenadas de um nucleotideo, ou astros de um sistema astronomico, enquanto o poderoso se assenta como nucleo central. Assim, tambem o poderoso nao esta’ agindo apenas por si e para si mesmo, ele tambem esta’ sendo deterministicamente conduzido pela Natureza, ou por alguma especie de alma universal egocentrica,  a se tornar ele tambem um escravo eterno. Seria muito bom que os responsaveis nos poderes atuais entendessem isto e todos nos juntassemos contra essa ditadura invisivel mas evidente em toda a Historia. Como disse Richard Dawkins, temos que declarar guerra aos nossos genes! 

Bem, todos sabemos o que aconteceu com o Renascimento, o Iluminismo e figuras como Copernico, Galileo, etc.

 Por fim provou-se que a Humanidade vinha sofrendo ilusao de optica, vendo o mundo ao contrario da realidade, de ponta-cabeca. Mas entrar sempre com o pe’ errado num novo reino natural desconhecido e’ uma sina da Humanidade, pois o Universo e’ Relativo, tem no minimo sete faces diferentes, sete armadilhas para nosso intelecto egocentrico. E aquela visao distorcida acontecia tambem devido ao egocentrismo,  porque projetavam a existencia humana unica e central na Terra para inferirem os modelos cosmologicos, nos quais certamente a Terra teria que ser situada no centro do mundo.

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      Agora estamos entrando em novo reino desconhecido, novo tipo de sistema celeste visualizado: as galaxias. E’ natural que iniciemos errando em todas nossas imaginacoes teoricas. Mas o erro que produz esta visao da galaxia de ponta cabeca ja nao e’ mais devido `a auto-projecao do ego humano. Tambem na Terra as coisas se ampliam, e o inconsciente coletivoa que antes se limitava ao ego individual, depois com o ego da especie, ampliou-se para o ego vital. Projetamos as propriedades do sistema solar descritos na mecanina newtoniana e projetamos ao mesmo tempo a maneira errada que entramos na investigacao da vida, ou seja, crendo na geracao espontanea. O modelo teorico galactico dominante erra nestes dois alicerces equivocados, pois a galaxia e’ um grau evolutivo mais elevado que sistemas estelares, tendo acrescido algumas complexidades que a situa como intermediaria entre o sistema mecanico e o sistema biologico, e da mesma forma que nunca existiu geracao espontanea de seres vivos, tambem nunca existiu toda essa teoria reinante sobre formacao espontanea de astros no ceu. Os processos de geracao e nascimento dos astros sao muito mais complexos, apesar de que sao um grau menos evoluido que o processo de geracao e nascimento dos seres vivos. Logico, nao?

—-  —-  —-       As fotos obtidas sobre astros orbitando estrelas distantes nao batem com o esperado pela cosmovisao reinante, mas e’ de nossa natureza que que forcemos interpretacoes e tentemos distorcer estas interpretacoes para se encaixarem no modelo teorico, como fizeram os medievais. Porem, nao bastou errar uma vez, apanhar uma vez? Vamos insistir no mesmo roteiro? Vamos condenar-nos novamente aos outros irmaos de nossa especie a pagarem o alto preco do atraso e debilidade face aos problemas da nossa existencia novamente?! Ou vamos tratar os novos dados nao como excessoes `a regra (regra inexistente se ditada por modelos teoricos errados), mas sim te-los em alta consideracao, sob observacao, e usando-os para rever o modelo cosmologico? Por enquanto apenas uma voz se manifestou contra a festa geral em torno do novo astro fotografado, uma voz fraca sussurrada desde os confins ignorados da selva amazonica, a qual pode estar muito mais de ponta cabeca que o modelo reinante, mas… sera’? Porque nao ouvir os fundamentos do que ela tem a dizer?

Essa voz traz a mensagem de um modelo eleborado em circunstancias inusitadas, cujos calculos haviam sugerido que deve existir no ceu um tipo de astro assim e assim… e apresentou um esboco, um retrato-falado de tal astro. E o retrato falado bateu com as fotos, botou todas as “pretensas propriedades excepcionais” no bolso, pois elas eram previstas. E’ a capacidade de prever um fato jamais detectado antes, que deve valer aqui para que se preste atencao no que essa voz – por mais distante que esteja do meio academico e cientifico,  tem a dizer. Pois ja assistimos o filme onde o meio academico e cientifico dominante acreditou no mundo `as avessas.

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Uma rapida leitura dos modelos desta Teoria da Matriz Universal sugere que as fotos obtidas pelo Hublle e Gemini confirmam as previsoes feitas pelos modelos da Matriz a 30 anos atras e negam os modelos da teoria oficial academica. Realmente os proprios membros das equipes NASA/HUBBLE notam que a estrela Fomalhaut e seu sistema apresentam caracteristicas estranhas – como o denso cinturao de poeira e debris , uma estrela que brilha mais que todas as outras, etc. – e nas proprias palavras deles, indicam ser o sistema Fomalhaut “nao-comum”, e o corpo fotografado agora, Fomalhaut b, apresenta na foto varias “propriedades  excepcionais”, quando comparadas com os modelos teoricos  oficiais (comentamos algumas destas discrepancias logo abaixo). Mas os modelos teoricos da Matriz indicam que nao ha’ nada incomum e nem existem excessoes `a regra, pois o quadro detectado ja’ foi desenhado a 30 anos como resultado dos calculos baseados nestes modelos. Planetas sao corpos opacos, pequenos, moveis, talvez ainda nao tenhamos os instrumentos capazes de fotografa-los a milhares de anos-luz.  Parece-me que, infelizmente para todos nos, ainda nao chegou o dia historico em que a Humanidade vai ver um planeta fora do sistema solar. Mas a Matriz indica que astros evoluem, se transformam, decaem, e que as formas posteriores dos planetas, que sao os protopulsares, podem ser fotografados agora, porque sao muito grandes, emitem alguma luz e emitem e produzem dejetos que podem permanecerem em sua orbita ou serem ejaculados ao espaco sideral. A existencia de protopulsares e’ uma proposta apenas da Teoria da Matriz Universal, inclusive este nome foi por mim sugerido, nao existe nada na literatura espacial sobre eles. Sera’ que realmente existem e foram eles os fotografados? O que voce acha?

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Esta semana vemos uma noticia bombastica excitando os meios intelectuais e cientificos : pela primeira vez na historia da Humanidade teriamos obtido fotos de planetas fora do sistema solar! Ate’ agora tinham quase certeza da existencia de planetas allhures, ja haviam teorizado a existencia de trezentos deles, mas tais hipoteticos planetas nao passavam de indicios, de hesitacoes num grafico. De repente o Hubble capta a imagem de um corpo orbitando a estrela Fomalhaut, e excitados – com muita razao – os astrofisicos enviaram comandos para o observatorio Gemini instalado no Havai apontarem seus telescopios, os quais captaram mais tres corpos em torno de outra estrela…

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A noticia teve 656.000 repercussoes no Google, significando que foi reproduzida no mundo inteiro, pela midia, instituicoes, universidades, etc. Claro, este foi um ato e momento historico (mas talvez, nao porque tenham fotogrado um planeta, e sim, devido a primeira foto de um protopulsar),   alem do assunto estar relacionado com a excitante questao sobre vida alem da Terra (se existirem milhoes ou bilhoes de planetas, provavelmente muitos deles deveriam gerar seres vivos). Eu estudei  o “paper” em pdf apresentado pela equipe de Paul Kalas. Sao cerca de 20 paginas expondo um trabalho tecnico e matematico muito complexo (pode ser visto em http://hubblesite.org/pubinfo/pdf/2008/39/pdf1.pdf  sob o titulo “Optical Images of an Exosolar Planet 25 Light Years from Earth”.

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       Voce consegue imaginar o que acontecia no mundo intelectual e cientifico nos tres seculos da epoca de Copernico? ( Nicolaus Copernicus – nascido em 1473 e falecido em 1543, foi o primeiro astronomo a formular a cosmologia heliocentrica, cientificamente baseada, que deslocava a Terra do centro do Universo ). Creio que cem ou duzentos anos antes dele nascer alguns filosofos naturalistas ja haviam intuido a verdade e deviam se atormentarem por nao poderem se manifestarem na critica  aos modelos da teoria oficial, nao conseguiam forcas e apoio para testarem os modelos, e outros tantos devem ter existido apos a morte de Copernico, com o modelo verdadeiro apenas desenhado na mente, ate’ que Galileu, Kepler, etc., conseguiram comprovar fatos impossiveis de serem negados. Pois e’ possivel que em pleno seculo 21 estejamos repetindo o mesmo roteiro daqueles tres seculos medievais. Uma nova revolucao entornando nossa moderna visao do mundo de cabeca para baixo nao e’ uma ideia esdruxula, basta por a razao para funcionar: naquela epoca a investigacao do homem estava saindo da Terra e entrando aqui mesmo no sistema solar; agora estamos saindo do sistema solar e entrando no sistema galactico, quer dizer, ja’ e’ nossa sina comecar errando. Mas todas as vezes que entramos nos mundos invisiveis e intocaveis, entramos com o pe errado para nos consertar-mos pelo processo de trial and error. Porque? Vivemos numa biosfera caotica, somos produtos da ultima fase da Natureza em estado caotico, e e’ compreensivel que projetemos as licoes aprendidas no estado de caos para imaginar como sao os mundos distantes, porem, os sistemas astronomicos estao em estado de ordem. Alem disso, tem o fato do Universo Relativo, do qual a Matriz tambem apresenta um modelo onde o Universo tem sete diferentes faces, uma ao gosto e sabor de cada fregues, parecendo que nossa existencia neste mundo obedeceria um proposito de aprendermos o certo apenas depois de arquitetar-mos e experimentar-mos o errado.

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       Pois durante aqueles tres seculos, desde que os primeiros estudiosos da Natureza comecaram a observar fatos e intuirem verdades induzidos pelo registro dos ancestrais sistemas naturais em seus DNA’s e neuronios, e passaram a suspeitar da visao do mundo fortemente arraigada na cultura humana e defendida a unhas e dentes pelas oligarquias religiosas. Tanto a Biblia como alguns filosofos gregos, com Aristoteles `a frente, haviam dito que a Terra estava no centro e o Sol girava em torno dela, e estava visao suportava a visao do Deus hebreu-judaico, cuja visao de Deus, por seu lado, suportava a oligarquia no poder, num processo de retro-alimentacao. Mas a Natureza e o Universo inteiro nao sao estaticos, eles se movem do mais simples na direcao do mais complexo, e nesse caminhar eles vao atropelando, soterrando, tudo o que insiste em permanecer inerte, inclusive a mente humana se ela persistir na conservacao do antigo. Nesse movimento vai-se revelando novos fatos e fenomenos. Pois a oligarquia de antao se via incomodada e `as voltas com novos fatos que punham em cheque o modelo de mundo no qual se assentava. Naturalmente ela se voltava irada contra aqueles que faziam questao de repetir a existencia dos novos fatos, dados, informacoes, tentando calar-lhes a boca, e para o publico, distorcendo os fatos, rebuscando interpretacoes forcadas, tudo com o objetivo ultimo de manter o modelo oficial intacto. A Humanidade pagou muito caro por isso. A Ciencia e a tecnologia sofreu um atraso de dois mil anos, milhoes de pessoas morreram de mortes evitaveis, sofreram horrores de males, escassez e doencas que poderiam terem sido evitados.

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       Mas estamos agora adentrando rincoes mais longinquos do Cosmos, munidos com uma certa aparelhagem de certo poder, e… guiados pela Ciencia, e nao por oligarquias religiosas. Os astrofisicos das equipes do Hubble e do Gemini sao amantes da verdade antes de mais nada, existem desesperadamente em busca do conhecimento para se apoiar a existencia em porto seguro, e ao inves de se acercarem da Humanidade com intencoes escravagistas, se acercam buscando sociedade e uniao de esforcos neste objetivo supremo. A mente humana tambem evolui, partindo da simplicidade selvagem de um habitat caotico rumo ao altruismo ordeiro emanado da ordem cosmica. E’ natural que reajam aos novos fatos e fenomenos como estao reagindo, esforcando-se em calculos para encaixarem numa caixa aberta todas as novas informacoes e assim ter ao menos alguma sensacao de controle de alguma coisa neste mundo. Entendo isso porque estou fazendo o mesmo com meus modelos. Mas assim como eu, creio que se alguem puder avisa-los a tempo e evitar de seguirem caminhos errados, deverao agradecer ao inves de assa-lo na fogueira. Agora a coisa e’ diferente: nossos objetivos finais sao os mesmos. Vasculhar o mundo, custe o que custar, procurando a liberdade desta prisao, deste rastejar neste mundinho perdido, e procurando la’ fora possibilidades de melhor existencia, com alguma dignidade. Nos procuramos socios e nao subordinados, mestres e nao discipulos.  

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     Portanto, primeiro,pegamos as fotos e os dados reais obtidos, limpa-mo-los das interpretacoes ja’ adiantadas no documento-tese, baseadas no modelo oficial, e descontamos os esforcos realizados antes para desenvolver tecnologia e metodos orientados para encontrar justamente o que os modelos oficiais sugeriam. Alguem precisa fazer isso nao e’? Caso contrario como vamos policiar e testar a veracidade de nossos modelos? Em seguida, re-analizamos os novos dados `a luz dos modelos da Matriz. Vejamos alguns dos primeiros resultados (nao tenho tempo agora para escrever aqui todos os detalhes, seria um trabalho longo comentar cada paragrafo daquele paper de 20 paginas):

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      1)Diz o “paper”:“Apesar de opaco, desbotado, o planeta Fomalhaut b ainda e’ cem vezes mais brilhante do que a luz refletida desde um planeta como Jupiter… Nos consideramos a hipotese de que o observado em Fomalhaut b e’ explicado por luz refletida desde um planeta jovem circundado por um sistema com grande anel de poeira e debris.” (“Though faint, Fomalhaut b is still one hundred times brighter than reflected light from a Jupiter-like planet at that radius from Fomalhaut. We consider the hypothesis that the Fomalhaut b observations are explained by reflected light from a Jovian planet surrounded by a large ring system”.)

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Em uma reportagem lida nao me lembro onde, Kalas revela que “o planeta apresenta propriedades excepcionais”. Entao como ficamos? Se um fato real, o primeiro dado real obtido na Natureza, o qual e’ uma foto real, nao se encaixa com as previsoes do modelo teorico, seria mais logico suspeitar-mos da teoria correto? E nao considerar o caso como uma excessao `a regra, certo? Ora, precisaremos da segunda foto, da terceira, de mil excessoes para entender que nao se trata de excessao mas sim do normal? E ate’ quando teremos que elaborar hipoteses em cima de hipoteses para defender o modelo teorico? Do  corpo se capta a emissao de luz, isto e’ fato. O corpo esta’ rodeado de poeira e debris, isto e’ outro fato. Pela logica, sendo um planeta, o corpo nao deveria emitir luz. Entao a luz deve ser reflexo da luz da estrela sobre o anel de poeira. Isto ja esta’ muito forcado. Mas a seguir conjectura-se que o corpo deve ser muito quente e gazozo. E que o anel circundante seria composto de gelo, provavelmente reminiscente da nebulosa que gerou o sistema, ainda muito novo. Forcado demais! Nao se pensa nem um pouco na possibilidade de erro no modelo teorico. A estrela Fomalhaut – como Kalas informa – e’ uma das mais brilhantes, o que significa forte emissao de calor. O corpo em orbita tambem e’ muito quente. Como poderia persistir gelo entre ois dois?! Ah… se considerar-mos a distancia do planeta em relacao a estrela, que e’ muito extensa,  e’ possivel a existencia de gelo… retruca  a equipe de astronomos. Nao tem jeito, o ceu e’ muito vasto, tem espaco para caber todas as hipoteses equivocadas do mundo.

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     . O problema esta’ no modelo teorico: o corpo fotografado brilha, tem tres vezes o tamanho do gigantesco Jupiter, esta’ em meio a uma densa nebulosa de debris, e isso tudo significa que nao e’ um planeta. O problema da teoria e’ que seus elaboradores ainda estao engatinhando quando tentam entender o Cosmos e como os homens antigos estavam engatinhando na busca do entendimento da origem da vida, lhes ocorre uma precipitada conclusao: geracao espontanea, casuistica. Os filosofos gregos acreditaram no que seus olhos mal viam e hoje, desde que Pasteur tampou um frasco contendo panos suados e nao apareceram seres vivos espontaneamente, nossos olhos mais potentes nos fazem ver o equivoco deles. Tambem nossos olhos, mesmo ampliados com os atuais instrumentos tecnologicos, nao podem captarem o relativismo do tempo e espaco astronomico para entenderem seus mecanismos e processos. Os corpos celestes nao nascem e morrem com a mesma forma, nao nascem no mesmo sitio em que se encontram bilhoes de anos depois, existe uma dinamica no ceu, e nao a captamos porque cada minimo movimento celeste toma milhoes ou bilhoes de anos do nosso tempo humano. Os corpos fotografados batem em forma, brilho e tamanho com o previsto no modelo da Matriz, quando o fluxo do circuito carrega o corpo no trecho entre as funcoes 3 e 4. Nao sao planetas, anymore, sao protopulsares, tendo suas superficies cada vez mais ocupadas por vulcoes em erupcoes cada vez mais gigantescos expondo o magma nuclear `a superficie, dai’ a emissao de luz estelar, porque o nucleo dele contem material estelar, porque o protopulsar e’ um embriao de uma estrela, emitindo no meio do magma pedacos de rochas e muita poeira, e por isso inflando-se, tornando-se cada vez maior, e a queima da ultima materia densa na reacao nuclear vai tornando-os gasosos. Tudo de acordo com o que foi realmente observado.

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     2) As equipes da NASA/Hubble sao conduzidas pelo equivocado modelo teorico a outra interpretacao equivocada: creem que tanto a estrela como o corpo fotografado sao muito novos. Que trata-se de uma estrela de vida curta, cerca de 1 bilhao de anos no total, estando agora com cerca de 300 milhoes de anos.  A Matriz diz que a verdade e’ exatamente o contrario. Onde estao vendo nascimento, esta ocorrendo a morte. O extenso e denso cinturao de poeira e debris em volta da estrela nao se deve a uma nebulosa que recem formou a estrela, pois estrelas nao permanecem onde sao formadas, e nao nascem por geracao espontanea, ao acaso. O quadro encaixa-se perfeitamente no modelo da Matriz, se situar-mos a estrela na funcao 7, e a poeira como o rabo de detritos indo formar o horizonte de eventos de um novo buraco negro que ali devera nascer nos proximos  centenas de milhoes de anos. Portanto trata-se de uma estrela muito velha, caminhando para tornar-se um cadaver estelar, talvez com cerca de sete bilhoes de anos.

—-  —-  —-     O corpo denominado Fomalhaut b e’ novo ou velho? Depende de qual ponto de referencia vamos usar. Se fixarmos a referencia com o sendo o seu passado de planeta, ele e’ muito velho; se fixar-mos como referencia o seu futuro de pulsar, e’ muito novo. Comparando-o com um ser humano, ele deveria ser um rapaz nos seus 15, 16 anos. Pois ja esta amadurecendo-se sexualmente e se nao ejaculou ainda, logo estara’  emitindo cometas.

      A obsessao no erro devido modelos teoricos nos conduz a comportamentos esquisitos. Nunca acompanhamos a vida de uma estrela sequer, e nao poderiamos jamais faze-lo. Porem ja temos uma quantidade consideravel de dados sobre a estrela do nosso sistema, os quais nos leva logicamente a apostar nas conclusoes baseadas neles. E estes dados indicam que a nossa estrela deve ter uma longevidade de cerca de 10 bilhoes de anos. Por outro lado, os dados reais que temos sobre quaisquer outras estrelas fora do sistema sao muito precarios, nao nos autorizariam a nenhuma conclusao que indique serem outras estrelas diferentes do Sol. Estamos tratando de uma especie situada na arvore genealogica da macro-evolucao, assim como os repteis ou os mamiferos sao tambem outras especies. E em nenhuma especie conhecida de fato foi constatado tamanha distancia de longevidade entre seus individuos. O que estao propondo seria a possibilidade de que, dentro da especie humana, houvesse racas com vida media de 100 anos enquanto outras racas nao passariam dos dez anos! Saber que a estrela conhecida vive 10 bilhoes de anos e inferir que uma estrela distante e’ rara e viveria apenas 10% desse periodo e’… um contra-senso. Nao existe parametro factual comprovado na Natureza para embasar esta sugestao do modelo teorico.

—-  —-  —-      Bem, por ora devo parar porque o dever la fora me chama, os bils estao vencendo e como fui condenado a suar o rosto para pagar o meu sustento… nao posso abordar aqui os detalhes que gostaria. Talvez os modelos da Matriz estejam errados e quem esta forcando os fatos a se encaixarem num leito de Procusto seja eu. Seria melhor pois a Humanidade pagaria um preco mais caro e perderia muito tempo se os erros forem da equipe da NASA. Mas isso so o tempo vai esclarecer quem esta’ certo ou errado. Por ora, os indicios sao tao fortes que sinto mais uma vitoria da Matriz. ( Novembro, 27, 2008).                                                         FIM