Archive for julho, 2009

Imagem do Spitzer da NASA sobre galáxia além deste mundo

quarta-feira, julho 29th, 2009

spitzer20090723-640-nasa-july-23-20009.jpg 

Esta foto, foi recentemente divulgada pela NASA, e vejamos como foi interpretada sob a visão da Teoria da Matriz/DNA:

É  mais um reforço a favor dos modelos desta teoria. Porém, à primeira vista (não tive ainda tempo de analisar a foto devidamente), temos uma controvérsia nas interpretações com o pessoal da NASA que se baseiam na Teoria Nebular. Eles sugerem que os corpos luminosos em volta do nucleo sejam estrelas; nossos modelos sugerem que sejam germes de estrelas, ou seja, as esferas recem abortadas do buraco branco que se dirigirão pasra o horizonte de eventos onde terão de passar por um cinturão de poeira e debris estelar, a qual vai se agregar à esfera e constituir-se na placenta, ou seja, nas camadas sólidas de rochas que mais tarde vão se tornar as camadas geológicas, quando então o astro será um planeta. Depois disso tornar-se-à um pulsar e só então desabrochará como uma estrela, uma supernova. Mas… imagine uma forma de vida inteligente não feita de carbono quando observasse de longe a superficie da Terra e de muito longe detectasse os animais. Para eles tanto gatos como hipopótamos como seres humanos seria tudo a mesma coisa, digamos “vladzolim”. Se não são capazes de distinguir um rinoceronte de um macaco, muito menos poderiam  diferenciar dois individuos da mesma espécie – um baby e um adulto. Pois isto está ocorrendo com os analistas da NASA: a esta distancia tudo é estrela, tanto os bebês quanto as  gigantes supernovas. A não ser que nossos modelos estejam errados, possibilidade que não pode deixar de ser considerada.

     . Também diferimos quanto ao nome a ser dado àquele objeto central, e quanto à teoria do processo de sua formação. Enquanto eles denominam-no “buraco negro” e arrolam uma grande dissertação teórica sobre o processo e o significado de buracos negros, nós preferimos denomina-lo “buraco branco” e arrolamos uma dissertação teórica bastante diferente. Por enquanto nem eu nem eles temos dados concretos para provar e desacreditar nenhum dos dois modelos. De qualquer maneira, estamos  comemorando mais este grande feito da NASA, agradecendo pelo fornecimento de mais um dado real, que é o alimento que continua mantendo viva e crescendo a Teoria da Matriz/DNA! (Ufa! Passamos por mais este duro teste…)

http://www.jpl.nasa.gov/news/news.cfm?release=2009-114

NASA’s Spitzer Images Out-of-This-World Galaxy

July 23, 2009

Tradução de alguns trechos do texto da NASA:

O Spitzer Telescope obteve a imagem de uma estranha criatura da escuridão: uma galaxia fria com um objeto no seu centro parecido com um olho. A galaxia, denominada NGC1097, tem a forma de espiral com longos braços de estrelas. O “olho” no centro da galaxia é certamente um monstruoso buraco negro, circundado por um anel de estrelas. Nesta visão infra-vermelha colorida do Spitzer, a area em volta do invisivel buraco negro é azul e o anel de estrelas, branco.

O buraco negro está sendo alimentado de gás e poeira e de vez em quando por uma ocasional estrela. ( Meu comentário: não consigo digerir isto! Alguém, olhando para o céu estrelado, já viu alguma cena de violência lá?! Choques de astros, explosões, etc., esta mania de transferir mentalmente para os reinos distantes e ainda desconhecidos os valores humanos criados nesta vida sob uma biosfera violenta e caótica… ora, eu olho para o céu e vejo um estado de ordem, não de caos. Realmente quem fez os modelos da Teoria Nebular sequer imaginou a cena de uma estrela sendo devorada por um elemento gigante invisivel?! Para começar, qualquer evento no Cosmos toma milhões, bilhões de anos e com nosso tempinho de existência jamais veríamos um movimento sequer desta cena. Então porque imaginar que ela acontece, quando vai contra a realidade que estamos vendo?!

Estou avisando: a ASTRONOMIA está cometendo o mesmo êrro que a Biologia cometeu no ultimo seculo, êrro tão grave que hoje faz a comunidade cientifica ter que se levantar em cuidados e protestos para que a fúria publica não tire a Teoria da Evolução das escolas. Assim como a Teoria da Evolução tal como está, ainda nos seus primórdios e incompleta, incapaz de explicar muito e preencher enormes lacunas, a Teoria Nebular também está engatinhando, e por palavras bombásticas e de efeito sobre babies recem-nascidos criando uma expectativa que eles quando crescerem não vão poder corresponder é um prejuízo à Ciência. )

Astronomia: Mercurio desafiando a Teoria da Matrix/DNA ?

sexta-feira, julho 3rd, 2009

(artigo em construção que precisa ser corrigido e re-analizado: Mercurio não pode se enquadrar no sistema LUCA e sim em sua função como parte de sistemas estelares.)

Um grande problema na Teoria da Matrix/DNA – em relação à astronomia apenas – é a questão relacionada com o seguinte quebra-cabecas: quando é que uma função universal está construindo e sendo representada num orgão que está num corpo que continua sob evolucão – e quando é que ela está representada num orgão de um corpo que parou de evoluir e foi mantido apenas porque é útil como suporte do corpo maior sob evolução. Por exemplo, estas funções construíram e estão representadas no sistema atômico, mas desde que a espécie dos atomos já parou de evoluir a muito tempo e passou a constituir o corpo dos novos sistemas, estas funções “pularam” para os novos e maiores orgãos dos novos sistemas. Vai daí que, um mesmo tipo de astro celeste, digamos, os planetas, devem apresentarem diferentes processos de evolução e desenvolvimento, dependendo se êles estão no papel de formadores do corpo de LUCA – o building block de galaxias –  ou no papel de constituintes de sistemas estelares – que são os atomos – os building blocks do Universo. O mesmo fenomeno vai acontecer em relação à célula como building block do corpo humano e o próprio corpo humano em si. No caso de corpos humanos e células, fica facil distinguir quando a função esta encarnada num orgão do corpo ou num orgão da célula ( por exemplo, a funcao da “limpeza entropica” esta’ encarnada no figado e ao mesmo tempo no lisossomo). Mas a nivel astronomico a coisa parece complicar, fica dificil distinguir quem e’ quem, ja’ que LUCA flue como fantasma entre os corpos galacticos, mas, verdade seja dita, ainda nao dediquei um minuto sequer na tentativa de resolver este problema. A noticia abaixo relembrou-me esta questao e Mercurio surge como uma incognita: sua evolucao nao esta’ batendo com o modelo de evolucao da Matriz para planetas sob o processo de LUCA; ou ele se constituiu num ingrediente do corpo de uma especie tornada beco sem saida; ou as interpretacoes da equipe que analiza as amostras de feixes de luz, etc., estao equivocadas devido `a equivocada Teoria Nebular? Devo voltar neste tema e as frases que realcei em vermelho sao os pontos principais que interessam `a Teoria da Matriz.       

The Missing Side Of Mercury – And Some Data About Its Evolution

By News Staff | April 30th 2009 12:00 AM

User picture for News Account

http://www.scientificblogging.com/news_articles/missing_side_mercury_and_some_data_about_its_evolution

 

For over three decades, globes of Mercury were blank on one side. Though Mariner 10 explored the small planet in three flybys in 1974 and 1975, no more than half was ever seen.   Of the four terrestrial planets – Mercury, Venus, Earth and Mars – we knew the least about Mercury.

On Oct. 6, 2008, the MErcury Surface, Space ENvironment, GEochemistry, and Ranging spacecraft, better known as MESSENGER, made its second close-approach flyby of Mercury. 30 years after man’s first look, MESSENGER has revealed Mercury in its entirety – well, mostly. Using high-resolution and multispectral images, researchers have not only constructed a nearly complete globe, they have also started the difficult process of determining the composition of the planet’s crust and chronicling its origin and evolution.

Mercury’s interior is thought to generally resemble that of the Earth and Mars – however, Mercury’s core is anomalously large leading to it sometimes being called the iron planet. With its ancient craters and smooth plains both covered in a fine-grained gray soil (or regolith), the surface of Mercury superficially resembles the surface of the Moon. Unlike Earth’s crust, which is constantly changing and evolving due to processes such as plate tectonics, the crust is relatively static on the Moon and Mercury. The bulk of Mercury’s crust formed long ago and preserves a record of early events that shaped it and the subsequent forces that modified it.

This is a mosaic of images collected by MESSENGER as it departed Mercury on October 6, 2008. The Wide Angle Camera on MESSENGER imaged the surface through 11 color filters ranging in wavelength from 430 to 1020 nm. A principal component analysis of the 11 sets of images helps to highlight subtle color differences. The second principal component, first principal component, and a ratio of the 430 nm to 1020 nm wavelengths are combined here in a red-green-blue composite.  Impact craters that formed relatively recently, such as Kuiper (62 km in diameter, yellow crater near center), have contrasting ejecta and rays because they excavated fresh material. As it sits on the surface, this fresh crater material will gradually alter its color until it matches the background material. Other impact craters, such as those with ejecta that appear blue in this color scheme, have color contrasts because they excavated compositionally distinct material from below the surface. Lermontov crater (152 km in diameter), near the top left, appears orange and is thought to contain pyroclastic deposits resulting from explosive volcanic activity in the past.  Photo Credit: : NASA/Johns Hopkins University Applied Physics Laboratory/Arizona State University/Carnegie Institute of Washington

“Mercury’s surface tells us something fundamental about how the planet formed and evolved,” said Brett Denevi, a postdoctoral research associate in the School of Earth and Space Exploration at Arizona State University. “Some of the little evidence that we had prior to MESSENGER seemed to indicate that the composition of Mercury’s crust was similar to that of the Moon, leading to the presumption that it had formed in the same manner, with any volcanism that may have occurred being only a secondary component,” she said.

While the highlands on the Moon are thought to have formed as the result of a global magma ocean, where less dense minerals floated to the surface to form the crust, evidence now points to a mercurian crust that formed in a manner more similar to the crust of Mars than to that of the Moon.

Denevi’s research, which appears in the May 1 issue of Science, confirms that volcanism on Mercury was widespread, visible across nearly the entire planet, and that much of the crust may have formed in repeated volcanic eruptions.

Denevi, the lead author on the paper, processed and analyzed the images and spectra. To help determine how much of Mercury’s surface was comprised of smooth plains she constructed maps by observing overlapping and abutting relations of different landforms. Denevi also compared spectra of Earth and lunar rocks and soils to constrain the maximum amounts of iron- and titanium-bearing minerals that could be on the surface.

Through mapping of the major geologic terrain types, Denevi and her colleagues distinguished three major terrain types on Mercury: smooth plains, intermediate terrain and low-reflectance material (LRM). “Of the three, smooth plains are a key terrain type,” she said. “The smooth plains cover approximately 40 percent of the surface, and the majority is probably of volcanic origin.” The extent of smooth plains is greater than on the Moon, where volcanic plains cover less than 20 percent of the surface.

Mercury planet

Just after MESSENGER’s closest approach to Mercury (200 km above the surface), high-resolution color images of Mercury were obtained (500 meters per pixel). These images help to highlight compositional variations within the crust, both horizontally and vertically. At the center, a crater 68 km in diameter exposes the stratigraphy of the region. Material with higher reflectance and a steeper spectral slope (bright orange in this view) is exposed in the ejecta near the crater rim. This material was most likely excavated from a smooth plains unit that was buried by the lower-reflectance plains unit seen surrounding the crater. A portion of the crater’s central peak exposes material that is lower in reflectance and has a shallower spectral slope (blue in this color scheme); this material was uplifted by the cratering process from a depth of as much as 10 km. Similar material that can be seen near the edges of the image represents the degraded rim and ejecta of an ancient basin.  Photo Credit: : NASA/Johns Hopkins University Applied Physics Laboratory/Arizona State University/Carnegie Institute of Washington

MESSENGER’s cameras – one high-resolution narrow-angle camera (NAC) and one multispectral wide-angle camera (WAC) – made this detailed exploration of Mercury’s surface possible. Mark Robinson, another member of the research team and professor in the School of Earth and Space Exploration in ASU’s College of Liberal Arts and Science, is involved with MESSENGER’s imaging experiment and is principal investigator for three cameras onboard the Lunar Reconnaissance Orbiter (LRO) spacecraft slated to launch in June.

“MESSENGER provides us with three close encounters of Mercury; the final flyby will happen this fall. What we are seeing now is just a preview of the kinds of data we will acquire in 2011 when MESSENGER finally settles into its mapping orbit about Mercury,” said Robinson. “MESSENGER results so far tell us that Mercury had a very complex volcanic and tectonic history early on, but at some point volcanism shut off and still later tectonic deformation probably ceased. Though Mercury has some superficial similarities with the Moon we now know it evolved in a different manner, perhaps more similar to Mars.”

The wide-angle camera takes 11 images in a row of the same spot, each using a different filter that allows only certain wavelengths of light to pass through. These filters include wavelengths of light that are visible to the human eye but also longer wavelengths that humans can’t see

“Minerals reflect sunlight in unique ways at different wavelengths,” explained Denevi. “Some reflect a lot of light in the visible but less in the near-infrared, so looking at the light that is reflected from Mercury’s surface in different colors can help constrain what minerals are present on the surface.”

There are areas on Mercury’s surface that reflect comparatively little light at any of the wavelengths observed, and those areas are designated as low-reflectance material. Some of the dark units seen on the crust are consistent with high concentrations of iron- and titanium-bearing oxide minerals being excavated from below the surface. Oxide minerals that contain iron and titanium have extremely low reflectance and match what is seen on Mercury. However, this is not a unique solution, so researchers will use information from other instruments on Mercury, such as the Gamma-Ray and Neutron Spectrometer, to determine if the elements are iron and titanium. However, the team will have to wait until MESSENGER is in its mapping orbit about Mercury to fully settle these important composition questions.

“These materials are thought to originate at depth because we see them mainly in the ejecta of impact craters,” Denevi explained. “Impact craters provide a great way to probe to the subsurface because impacts dig up material that we normally wouldn’t be able to see and expose it on the surface.”

“Before we can begin to understand the new planets being discovered around other stars we need to understand Earth and how it became the way it is today,” said Denevi. To understand Earth, humans need to know how Mercury, Venus and Mars formed. The four planets are very different, and because Mercury is an extreme case, it is the key to that understanding.

Relógio Molecular ou Relógio Astronomico ? Mais um indicio favorecendo a Teoria da Matriz/DNA Universal

quinta-feira, julho 2nd, 2009

ovelhas-inglesas-sob-auto-colapso.jpg

O COLAPSO CORPÓREO DA OVELHA INGLESA PELO RELÓGIO ASTRONOMICO?! 

Hoje fiquei conhecendo mais um assunto “quente” em biologia evolucionaria. Aqui entre nós, leigos, a coisa seria assim:

Digamos que a partir dos peixes a evolução se dividiu em três tipos: pássaros, répteis e mamiferos. Imagine que o tempo separou estes tipos em largas distancias entre eles: um grupo evoluiu na selva, outro no deserto, outro nos oceanos. Todos foram mudando, mutando, de maneira que depois de uma certa época, são grandes as diferenças anatômicas e tambem muitas as diferenças no código genético. Até aí, tudo bem, nenhum problema para nosso cerebrosinho entender. Porem, os incansaveis vasculhadores dos segredos genéticos descobriram algo que nos deixa atônitos: passado 800 milhões de anos depois daquela separação, num belo dia, uma proteina denominada cytochrome C , sofreu uma mutação e a mesma mutação em todas as tres espécies…!!! O queeeee ???

Como é que uma proteina que está no corpo do golfinho e no oceano, mais uma proteína que está no corpo de uma anta e na selva, e mais uma proteína que está no corpo de um escorpião e no deserto, sofrem uma mutação igual e num mesmo tempo?!!

Vocês já ouviram falar no “quorum sensing”? Estudei isto tempos atrás e não me lembro onde botei os papéis com os resultados, mas se me lembro algo, o quorum sensing explica fenômenos incríveis como aquêle em que um certo tipo marinho ( acho que os corais) que existem em vários oceanos desovam todos apenas uma vez por ano, mas todos ao mesmo tempo! Tem que haver alguma força a nivel planetário passando pelos corpos vivos e a nível microscópico regulando tal evento, pois como os corais do Pacífico saberiam que os do Atlântico concordaram em desovar amanhã… e às 6:32 hs da manhã…? 

Bem, as evidências dessa misteriosa sincronização planetária estão se avolumando, muitos acreditam piamente na existencia do que denominaram “o relógio molecular” e abaixo vai a definição curta em Wikipedia:

“O relógio molecular é uma técnica em evolução molecular para relacionar o tempo de divergência entre duas espécies com o número de diferenças moleculares medidas entre as sequências de DNA ou proteínas. Quanto mais aparentados geneticamente, menor o tempo de separação entre duas espécies.”

Verdade seja dita que o artigo em Wikipedia coloca o tema sob o nome “hipótese”, quer dizer, ainda não está cientificamente confirmado, apesar de muitos já estarem usando uma técnica denominada “calibração baseada no relogio molecular”. E no artigo não existe nenhuma tentativa de explicação do porque existe este relógio, como veio à existência, e onde ele está. Mas isto é normal num artigo cientifico, pois o cientista limita-se a descrever uma observação e pára por aí, ele não costuma se fazer a pergunta “porque?!”

Mais uma vez meu coração bateu acelerado ao ler esta noticia. Pois isso leva imediatamente minha mente para o reino da Teoria da Matriz e seus modelos. Eles já tinham apontado, a cêrca de 30 anos atrás, que tinha de existir na Natureza uma sintonia evolutiva que bem poderia por nós ser visto como um relógio. Porém os modelos da Teoria da Matriz/DNA são mais ousados e vão muito mais longe: ao invés de relógio molecular os calculos a partir dos modelos apontaram a existência de um… um… Relógio Astronômico !  Que regularia eventos na biosfera terrestre a niveis moleculares, e mais exatamente, através dos nucleotideos, de todo e qualquer nucleotideo existente na superficie terrestre, e quiçá, em qualquer outro planeta onde haja sistemas biológicos. 

Naquela época – nem mesmo a informação de que já existia esta área de pesquisa em torno do quorum sensing, me fêz gostar do que os modelos diziam existir. Isto cheirava a “astrologia”, e sempre me sentia mal quando ouvia falar ou via algo escrito sobre astrologia, uma “idéia absurda de alguns charlatões que visam o dinheiro dos ignorantes”, pensava eu… e ainda, claro, penso assim. Cheirava à astrologia, mas depois fui entendendo que não tem nada a ver.

Como então os modelos definem o que denomino “Relógio Astrônomico”:

Se no planeta todo – da Patagonia ao Casaquistão – nascerem 1000 bebês machos amanhã, podes apostar que dentro de 16 anos, mais ou menos no dia 10 de outubro de 2025, vão surgir no planeta,… 1000 novos bigodes. Se forem meninas, dentro de treze anos, mais ou menos no mesmo dia, vão acontecer mil novas menstruações. Isto porque existe o “relógio da reprodução”. Pois o Relógio Astronômico, este que atua tambem a nivel molecular, nada mais é que um relógio da reprodução. Porém como aqui estamos falando da reprodução de LUCA, e tôdas as espécies vivas da Terra estão envolvidas neste esforço reprodutivo, uma certa proteína pode mudar em todas as espécies num mesmo tempo, não inporta se estão no Equador ou na China.

Relógio reprodutivo – penso eu – significa também “determinismo genético”. A ironia é que – por não conhecerem LUCA – muitos dizem que também estas mutações acontecem por acaso.

Entenda por favor que quando falo de LUCA estou falando do planeta Terra, e não de algum hipotético fantasma. Mas trata-se da nova Terra nunca imaginada antes, esta que é apenas uma das formas do ciclo vital de um astro.

Também é preciso entender que o decaimento degenerativo de LUCA se dá cronológicamente. Os seus “genes”, que são irradiados por estrelas como o Sol, começam a transmitir informação da ultima camada da estrela, depois, extinguida esta, passam a transmitir a penultima camada e assim por diante. desta forma vão passando informações na ordem cronológica de reprodução da mesma maneira que nosso genoma o faz. Também deve isto acontecer com os “genes” que alcançam a superficie terrestre vindos das reações no nucleo do planeta – por isso atingindo tambem os corais de todos os oceanos.        

A irradiação de fotons por uma estrela acontece como o desenrolar de uma fita de filme no cinema, quando o enredo da historia da vida da estrela – que contem o enredo da semi-vida de LUCA – vai se revelando aos poucos e cronologicamente. Tambem, a radiação dos bits desde o nucleo planetario vai obedecendo a ordem cronologica. Disso se deduz que a superficie da Terra, de norte a sul e de leste a oeste, recebe o mesmo tipo de genes semi-vivos em certa época. Em outras palavras, a emissão de informação é regulada no tempo, por uma espécie de relógio astronomico. Não existe relógio algum, trata-se apenas de uma alegoria com o fato de observar-mos que todos os processos de reprodução são cronológicamente sincronizados.

Os cientistas da Terra estão incrívelmente certos ao pensarem estarem enxergando esse relógio, eles não tem uma mera hipótese mas sim uma robusta suspeita, apenas estão cometendo um pequeno equívoco: não se deveria falar em relógio molecular, mas sim, relógio astronomico.  Vimos no artigo em Ingles da Wikipedia que o relógio molecular já está tendo diversas aplicações práticas, ajudando nossa evolução, mas, imagine o que nos poderá ajudar o conhecimento de um relógio astronomico! Não apenas será aplicavel aos estudos sobre evolução, à Biologia, mas sim a toda tecnologia!

Um fator que deve ser registrado desde já neste artigo que iniciará uma nova área de pesquisa dentro da Teoria da Matriz, ( a saber, a “Teoria do Relógio Astronomico”) é o que diz respeito á controversia sobre a seleção natural, entre a Teoria Neo-Darwinista e a Teoria da Matriz. Segundo a primeira teoria (arre!… segundo a primeira… primeiro a segunda… nesta eu escorreguei feio!), a seleção natural é uma força lógica mas cega, sem qualquer propósito pré-estabelecido na Natureza, simplesmente selecionando as mutações que melhor se adaptam às circunstancias ambientais e geram maior prole . Segundo a segunda (por favor, não me xingue) teoria, a seleção natural no meio biológico terrestre é uma força tunelada, previsivel, com propósito, dirigida pelo LUCA que se encontra incorporado no planeta Terra. A hipótese do relógio molecular, a meu ver, é um chute no saco da Teoria Neo-Darwinista. Com que então, trés forças cegas atuando sobre tres diferentes tipos de vida, em tres diferentes ambientes, iriam produzir a mesma mutação numa das proteinas comum a todas as três?! Seria o cumulo do acaso absoluto.  Seria o mesmo que – num mesmo dia as tres loterias de tres paises diferentes – Italia, Brazil e USA – dessem como resultado a mesma sequencia de seis numeros… e vai acreditar em fantasmas assim no inferno!

A seguir uma breve cópia de um trecho do artigo em inglês da Wikipedia, para eu voltar e desenvolver este assunto quando reler este artigo: 

Early discovery and genetic equidistance

The notion of the existence of a so-called “molecular clock” was first attributed to Emile Zuckerkandl and Linus Pauling who, in 1962, noticed that the number of amino acid differences in hemoglobin between different lineages roughly changes with time, as estimated also from fossil evidence.[1] They generalized this observation to assert that the rate of evolutionary change of any specified protein was approximately constant over time and over different lineages.

The Genetic equidistance phenomenon was first noted in 1963. The author wrote: “It appears that the number of residue differences between cytochrome C of any two species is mostly conditioned by the time elapsed since the lines of evolution leading to these two species originally diverged. If this is correct, the cytochrome c of all mammals should be equally different from the cytochrome c of all birds. Since fish diverges from the main stem of vertebrate evolution earlier than either birds or mammals, the cytochrome c of both mammals and birds should be equally different from the cytochrome c of fish. Similarly, all vertebrate cytochrome c should be equally different from the yeast protein.”[2] For example, the difference between the cytochrome C of a carp and a frog, turtle, chicken, rabbit, and horse is a very constant 13% to 14%. Similarly, the difference between the cytochrome C of a bacterium and yeast, wheat, moth, tuna, pigeon, and horse ranges from 64% to 69%. Together with the work of Emile Zuckerkandl and Linus Pauling, the genetic equidistance result directly led to the formal postulation of the molecular clock hypothesis in the early 1960s.[3] Genetic equidistance has often been used to infer equal time of separation of different sister species from an outgroup. [4][5]

Later Allan Wilson and Vincent Sarich built upon this work and the work of Motoo Kimura observed and formalized that rare spontaneous errors in DNA replication cause the mutations that drive molecular evolution, and that the accumulation of evolutionarily “neutral” differences between two sequences could be used to measure time, if the error rate of DNA replication could be calibrated.[6][7] One method of calibrating the error rate was to use as references pairs of groups of living species whose date of speciation was already known from the fossil record.

Uses

The molecular clock technique is an important tool in molecular systematics, the use of molecular genetics information to determine the correct scientific classification of organisms or to study variation in selective forces.

Knowledge of approximately-constant rate of molecular evolution in particular sets of lineages also facilitates establishing the dates of phylogenetic events, including those not documented by fossils, such as the divergence of living taxa and the formation of the phylogenetic tree. But in these cases – especially over long stretches of time – the limitations of MCH (above) must be considered ; such estimates may be off by 50% or more.

See also

  • ACRESCIMO EM julho/03/09

A noticia abaixo pode estar relacionada com o tema do “relógio astronômico”, observando-se que na Teoria da Matriz os aquecimentos de planetas e consequentes mudanças do clima são processos naturais e normais ( o que não impede que na Terra o processo natural esteja sendo acelerado por um aquecimento inédito e doentio produzido pelas atividades humanas). O artigo fornece insights tal como a esclarecedora idéia de que o relógio astronomico atua a nivel molecular através da ecologia, ou inteira biosfera. Frases notadas em vermelho são para posterior estudo:

From “Scientific Blogging”

http://www.scientificblogging.com/news_articles/holy_shrinking_sheep_global_warming_more_powerful_natural_selection_say_researchers

 

Holy Shrinking Sheep! Global Warming More Powerful Than Natural Selection, Say Researchers

By News Staff | July 2nd 2009 12:00 AM |

Just when you thought evolution couldn’t get attacked by anyone else, a zoologist writing in Science and his colleagues are contending that changing winter conditions due to global warming are causing Scotland’s wild Soay sheep to get smaller despite the evolutionary benefits of having a large body.  Yep, climate change can trump natural selection, it turns out. 

So much for adapting to the environment.   Too bad Darwin didn’t know about CO2.  

“Sheep are getting smaller. Well, at least the wild Soay sheep living on a remote Scottish island are. But according to classic evolutionary theory, they should have been getting bigger, because larger sheep tend to be more likely to survive and reproduce than smaller ones, and offspring tend to resemble their parents,” said study author Tim Coulson, professor of population biology at Imperial College London who teaches courses in  ecology, evolution and conservation.

Our findings have solved a paradox that has tormented biologists for years – why predictions did not match observation. Biologists have realized that ecological and evolutionary processes are intricately intertwined, and they now have a way of dissecting out the contribution of each. Unfortunately it is too early to tell whether a warming world will lead to pocket-sized sheep,” Coulson said.

Coulson and his colleagues analyzed body-weight measurements and life-history data (which record the timing of key milestones throughout an individual’s life), for the female members of a population of Soay sheep. The sheep live on the island of Hirta in the St. Kilda archipelago and have been studied closely since 1985. 

The researchers plugged their data into a numerical model that they say predicts how a trait such as body size will change over time due to natural selection and other factors that influence survival and reproduction in the wild. They selected body size because it is a heritable trait, and because the sheep have, on average, been decreasing in size for the last 25 years.

Their results lead them to state that the decrease is primarily an ecological response to environmental variation over the last 25 years. Evolutionary change has contributed relatively little

More specifically, lambs are not growing as quickly as they once did. As winters have become shorter and milder, due to global climate change, lambs now do not need to put on as much as weight in the first months of life to survive to their first birthday. So, even the slower-growing ones now have a chance of surviving, according to Coulson.

Also contributing to this trend is what Coulson and his colleagues call the “young mum effect.” The researchers found that younger mothers are physically unable to produce offspring that are as big as they were at birth. The reasons behind this are still unclear, but the young mum effect counters the effect of natural selection, which favors larger lambs, the authors report.

Article: Arpat Ozgul , Shripad Tuljapurkar, Tim G. Benton, Josephine M. Pemberton, Tim H. Clutton-Brock, Tim Coulson, ‘The Dynamics of Phenotypic Change and the Shrinking Sheep of St. Kilda’, Published Online July 2, 2009 Science DOI: 10.1126/science.1173668  This research was funded by the Natural Environment Research Council and the National Institute on Aging, NIH.

MEU COMENTARIO POSTADO NAQUELE ARTIGO:

DARWINIAN THEORY OF MICRO-EVOLUTION x MATRIX/DNA THEORY OF MACRO-EVOLUTION

     .Thanks to Tim Coulson by good job of collecting new data, and thanks to comments here that show to us what to think about.The Scotland’s wild Soay sheep could be an effect from the “astronomic clock” acting through its smaller representative, the “molecular clock’? Everybody knows that natural systems have a life’s cycle, which is birth-growth-collapse-death. Why not to suppose that this cycle is applied over any biological specie? If it is applicable, every specie should experiment its own collapse when reaching millions/billions of years. 

     . In Matrix/DNA Theory models, the global warming of any kind of planets are normal and natural process regulated by the astronomic clock, which is an effect from LUCA’s life (the Last Universal Common Ancestor). Human activities could affect the natural process, but global warming was expected to happen naturally and it is a ruler of natural selection as well. The problem behind the paradox and about “why predictions did not match observation”, I think, is due the differences between micro and macro evolution. What are happens with the Scotland’s sheeps are effects from macro-evolution, and Darwin did not understood it. Macro-evolution is about the universal evolution since the Big Bang and Darwin had no cosmological data we have today. He spent four years in the salvage land studying details of evolution in biological systems without knowing that the entire history of biological systems are merely a new cycle of universal evolution. Macro-evolution is about the history of evolution of a single system that was born at the Bib Bang and before arriving to biological systems, it was a half mechanical/half biological system, which was/is the building block of galaxies, and it is the thru Last Universal Common Ancestor of any biological system (aka “living beings”). Darwin was right, his job was great, but it is merely the begining for understanding evolution. Every specie under evolution is inside a system hierarchy and Darwinian micro-evolution, whith its three variables (VSI) works among seven variables from macro-evolution. There are no serious study/theories about macro-evolution (linking cosmological and biological evolution) then we spent like Darwin, seven years at salvage land trying to see what Nature here is suggesting about its past times, its cosmological history, before life’s origins. As result we got a general theory.  

As you can see in Matrix/DNA Theory, its models suggests that LUCA was/is not a biological system, but an astronomic and mechanical Newtonian system, it was/is not leaving at Earth, and there were no origins of life… neither there is such difference between living and non-living natural systems. Cheers…

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O artigo abaixo, sôbre sociedade das ab6elhas, pode estar relacionado com o relógio biológico?

Rhythmic vibrations guide caste development in social wasps

http://www.physorg.com/news/2011-01-rhythmic-vibrations-social-wasps.html