Archive for setembro, 2009

Pyrrole (Pirrol) e a Teoria da Matriz/DNA

domingo, setembro 27th, 2009

pyrrole-and-the-matrix-dna-theory.png

Este é mais um forte indicio de que os modelos desta teoria podem estar corretos, ou ao menos, se aproximam mais da realidade que quaisquer outros feitos até hoje. Estas formulas acima ajudam a entender e interpretar a formula da Matriz quando estava na sua forma astronomica, momentos antes das origens da vida na Terra.  

Veja a importancia dos “pyrroles” no texto seguinte:

ASTROBIOLOGY MAGAZINE

Cooking Life’s Ingredients, with a Pinch of Salt
Based on a European Planetary Science Congress news release

Cooking Life’s Ingredients with a pinch of salt

http://www.astrobio.net/pressrelease/3255/cooking-lifes-ingredients-with-a-pinch-of-salt

      “Approximately 4.5 to 3.8 billion years ago, the Earth was probably covered by a salty ocean, rich in organic compounds, dotted with active volcanic islands and short-lived continents. The team from the University of Hohenheim in Stuttgart has simulated some of the chemical processes that might have taken place along hot volcanic coasts during this Hadean era by evaporating solutions of artificial primordial seawater and then baking the salty residue in an atmosphere of nitrogen and carbon dioxide to volcanic temperatures of 350 degrees Celsius. They found that compounds such as pyrroles, which are contained in chlorophyll and haeme (the oxygen-carrying component of haemoglobin), are created.”

Mas o que são “pyrroles”? Vejamos Wikipedia:

     ” Pyrrole is a heterocyclic aromatic organic compound, a five-membered ring with the formula C4H4NH.[1] Substituted derivatives are also called pyrroles. For example, C4H4NCH3 is N-methylpyrrole. Porphobilinogen is a trisubstituted pyrrole, which is the biosynthetic precursor to many natural products.[2]

Pyrroles are components of more complex macrocycles, including the porphyrins of heme, the chlorins, bacteriochlorins chlorophyll, porphyrinogens…”

Agora observe o composto quimico da figura acima e mantenha ao lado um mapa de LUCA. Observe como LUCA se reproduz em forma, como os fragmentos irradiaos de seu corpo-sistema penetram os atomos terrestres e dirigem-nos a se combinarem como reprodução da anatomia de LUCA. O Nitrogenio está fazendo a Função n.1, os quatro hidrogenios estão fazendo as funções 3,4,6,7. A função 5, (reprodutora, que é executada por cometas no nivel astronomico,  RNA no nivel cellular , uracila no nivel de nucleotideos, etc.) está aí representada pelo átomo de hidrogenio que está fora do circuito sistemico e ligado ao nitrogenio, assim como a uracila aparece de fora e esporadicamente no código genetico quando as outras quatro bases são sempre permanentes. Pyrroles são cópias transformadas de LUCA, pois enquanto este é um sistema fechado, suas cópias biológicas se tornaram sistemas abertos. Assim como o planeta precisa de uma estrela existente fora de seu ciclo vital para estimular seu nucleo a iniciar reações nucleares e se transformar em pulsar, ou assim como um atomo instavel aceita um eletron externo para se equilibrar, o pyrrole encontra o hidrogenio externo para euqilibrar-se e perpetuar seu circuito. O cometa permite o continuo reciclar de LUCA, e é exatamente isto que faz este hidrogenio externo. Não é por mero acaso que o pyrrole estava em abiogênese, na cena das origens da vida.

Pyrroles are structures rooted on the same precursors of aminoacids. The difference is about the structure speciation, like the nervous cells are different from the liver cells due to speciation. The central ring of aminoacids and pyrroles have the same shape derivated from LUCA.

About the question – “Why the pyrroles were formed earlier if they were used only latter, in photosynthesis and haemoglobin?!”- is answered by the processes about macro-evolution reproduction, like atoms systems to stellar systems, or from galaxies systems to biological systems. In macro-evolution the genes from the precursor are not transmitted in a closed envelope like the chromosomes does in micro-evolution. The genes, be them particles, photons, quantum bits-information, whatsoever, are spreaded free in time and space. So, the way they get linked together is very promiscuous, given to chance a lot of possibilities. That’s is the explanation for the great diversity of biological systems at Earth and elsewhere in the space.

( pretendo voltar e estudar melhor pyrroles e o artigo acima para desenvolver este conhecimento) 

LUCA – Analizando a versão acadêmica (de LUA)

domingo, setembro 27th, 2009

Estou estudando o excelente paper abaixo, acho que um dos mais completos sobre a matéria. O paper pode ser visto em:

http://www.pnas.org/content/95/12/6854.full

The Universal Ancestor

  1. Carl Woese*

+ Author Affiliations


  1. Department of Microbiology, University of Illinois at Urbana-Champaign, B103 Chemical and Life Sciences Laboratory, MC-110, 601 South Goodwin Avenue, Urbana, IL 61801
  1. Contributed by Carl R. Woese

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Abstract

A genetic annealing model for the universal ancestor of all extant life is presented; the name of the model derives from its resemblance to physical annealing. The scenario pictured starts when “genetic temperatures” were very high, cellular entities (progenotes) were very simple, and information processing systems were inaccurate. Initially, both mutation rate and lateral gene transfer levels were elevated. The latter was pandemic and pervasive to the extent that it, not vertical inheritance, defined the evolutionary dynamic. As increasingly complex and precise biological structures and processes evolved, both the mutation rate and the scope and level of lateral gene transfer, i.e., evolutionary temperature, dropped, and the evolutionary dynamic gradually became that characteristic of modern cells. The various subsystems of the cell “crystallized,” i.e., became refractory to lateral gene transfer, at different stages of “cooling,” with the translation apparatus probably crystallizing first. Organismal lineages, and so organisms as we know them, did not exist at these early stages. The universal phylogenetic tree, therefore, is not an organismal tree at its base but gradually becomes one as its peripheral branchings emerge. The universal ancestor is not a discrete entity. It is, rather, a diverse community of cells that survives and evolves as a biological unit. This communal ancestor has a physical history but not a genealogical one. Over time, this ancestor refined into a smaller number of increasingly complex cell types with the ancestors of the three primary groupings of organisms arising as a result.

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BACKGROUND

Biologists have long subscribed to the powerful, unifying idea that all life on Earth arose from a common ancestor (1). Nothing concrete could be said about the nature of this ancestor initially, but it was intuitively assumed to be simple, often likened to a prokaryote, and generally held to have had little or no intermediary metabolism (2). Only when biology could be defined on the level of molecular sequences would it become possible to seriously question the nature of this ancestor.

The unrooted universal phylogenetic tree that emerged from ribosomal RNA (rRNA) sequence comparisons provided the first glimpse of our ultimate ancestor,

( com o tempo vamos acrescentando aqui a critica sob o ponto de vista da Teoria da Matriz/DNA)

Aquecimento Global:A Teoria da Matriz/DNA explica isso?

domingo, setembro 27th, 2009

Why the change in global climate? This Program’s website explains:
http://globalchange.mit.edu/resources/g … rison.html

“There is no single revision that is responsible for this change. In our more recent global model simulatations, the ocean heat-uptake is slower than previously estimated, the ocean uptake of carbon is weaker, feedbacks from the land system as temperature rises are stronger, cumulative emissions of greenhouse gases over the century are higher, and offsetting cooling from aerosol emissions is lower. No one of these effects is very strong on its own, and even adding each separately together would not fully explain the higher temperatures. Rather than interacting additively, these different affects appear to interact multiplicatively, with feedbacks among the contributing factors, leading to the surprisingly large increase in the chance of much higher temperatures”.

Se os modelos astronomicos da Teoria da Matriz/DNA estão corretos, os planetas aquecem-se naturalmente, tenha ou não vida em suas superficies. Porém, é preciso ainda definir quando um planeta está na sua forma completa, com qual idade ele atinge sua maioridade, o que é tão dificel quanto definir qual a idade correta que um humano não é mais uma criança, e sim um adolescente. Pois o aquecimento deve iniciar quando o astro celeste torna-se planeta de fato e neste momento tem inicio a elevação da temperatura, tem inicio a queda do astro pelo ataque da entropia, assim como o corpo humano cresce até um determinado limite e neste momento começa a queda pela entropia.

Acho que uma maneira de medir isto é verificar quais materiais estão alcançando o nucleo terrestre e quanto de energia solar existe nestes materiais, pois o aquecimento tem inicio quando particulas dos raios solares alcançam o nucleo e iniciam lentamente as reações nucleares, que vão terminar por fazer um astro ( depois de passar pela faze de pulsar) emergir como uma estrela supernova. Os pesquisadores não encontraram ainda a causa principal do confirmado aquecimento, eles não conhecem os modelos  da Teoria da Matriz/DNA e jamais iriam suspeitar desta causa sugerida por tais modelos. O que poderíamos fazer? Já que esse assunto é seríssimo, põe em risco a qualidade de vida de nossos herdeiros e pode eliminar a humanidade da face da Terra?  

Uma Questão para Cristãos

quinta-feira, setembro 24th, 2009

                                          imagem-do-universo.jpg

                                           IMAGEM DO UNIVERSO

 http://www.sdss.org/ ( esta imagem está neste website e será bom ir lá, acessar a imagem e amplia-la, para entender o porque de minha questão)

Slices through the SDSS 3-dimensional map of the distribution of galaxies. Earth is at the center, and each point represents a galaxy, typically containing about 100 billion stars. Galaxies are colored according to the ages of their stars, with the redder, more strongly clustered points showing galaxies that are made of older stars. The outer circle is at a distance of two billion light years. The region between the wedges was not mapped by the SDSS because dust in our own Galaxy obscures the view of the distant universe in these directions. Both slices contain all galaxies within -1.25 and 1.25 degrees declination.
Credit: M. Blanton and the Sloan Digital Sky Survey.

São bilhões de galaxias, ou trilhões. cada qual contendo bilhões de estrelas… Bilhões vezes bilhões de sistemas estelares como o nosso… você poderia fazer um esfcorço para tentar imaginar qual o tamanho disso? E porque Deus teria feito essa imensidão, se como insinua a Biblia que o homem seria o centro da criação, o propósito maior da criação e preocupação diurna de Deus? Para que tudo isso lá, se para criar e dar espaço para o homem existir bastaria uma só galaxia, provavelmente um só sistema solar? Digamos que Derus quis enfeitar nossas noites pendurando luzes acesas no céu, mas se apenas podemos ver o céu muito próximo e uym pequenino pedaço da nossa própria galaxia… para que o Universo inteiro, desse tamanho, coisa que nunca veríamos se aceitassemos apenas o que a Biblia diz e portanto jamais desenvolveriamos a ciencia que hoje invade essa imensidão?

Pensávamos que fossemos importantes no mundo, mas agora descobrindo o que existe nele, torna-se ironico acreditar que nossa história e existencia, certamente no meio de bilhões, trilhões, de histórias de existencias, tenha alguma importancia. Estou certo ou errado? Se errado, por favor, explique o porque? 

Astronomia: Os “Building Blocks” Nascendo no Espaço Intergalático?

quinta-feira, setembro 24th, 2009

Sloan Digital Sky Survey

http://www.sdss.org/news/releases/20090225.dust.html

“Galaxies contain lots of dust, most of it formed in the outer regions of dying stars,” said team leader Brice Ménard of the Canadian Institute for Theoretical Astrophysics. “The surprise is that we are seeing dust hundreds of thousands of light-years outside of the galaxies, in intergalactic space.”

Como conformar isto com os modelos da Matriz/DNA?

Essa poeira deverá começar a girar sobfre um centro próprio quando criará um white hole… Porem se não receber cometas nada feito. Parece que LUCA só pode aparecer como reprodução e não como geração espontanea. Mas também isto indica que a caráter de sistema fechado de LUCA não se projeta sobre o sistema “galaxia” pois se poeira escapa de galaxias  elas são sistemas abertos. Já havia previsto isso. Bem, ainda não temos informações suficientes para trabalhar este assunto e nen tirar conclusões, mas parece-me que essa poeira provem de galaxias mortas… e fadadas a serem assim até o fim deste Universo.

Previsões da Teoria da Matriz/DNA Aprovadas (1)

sexta-feira, setembro 11th, 2009

(Scientific American, September 2009, pg. 61)

Qual foi a causa da primeira duplicação (ou multiplicação) dos seres vivos? Cientistas descobrem que a aplicação de uma fonte de calor sobre uma primitiva proto-celula pode ser o estimulo que faz as duas hastes do DSNA ou do proto-RNA se separarem criando assim duas células filhas  Supõe-se que na Terra primitiva haviam duas alternativas como fonte de calor: raios ultra-violeta do Sol ou atividade vulcanica próxima.

     . Pois nos modelos da Matriz/DNA feitos a 25 anos atrás”(PORTANTO MUITO ANTES DE SE PENSAR NESTA HIPÓTESE), o “DNA” de LUCA,  desde antes das origens da proto-célula, se divide devido a uma fonte externa de calor: o Sol.  Vamos à face de LUCA e à sua Matriz/DNA ( não consigo postar as imagens no lugar certo!):

matriz.jpg

LUCA - The Last Universal Common Ancestor

Onde é que o circuito se divide em dois, fazendo que a meia-lua esquerda se reproduza como meia-lua direita? Na Função 4, que em LUCA é representada pelo Pulsar. Lembre-se que um Pulsar é um velho planeta.  E porque o fluxo de divide aí? Porque o planeta caiu na órbita de uma estrela, a energia desta produz as reações nucleares ni nucleo, a pressão destas radiações produzem vulcões e os vulcões produzem os cometas, que criam o fluxo lateral interno. Portanto, no céu uma fonte de calor é o estimulo para LUCA lançar seus espermatozóides e se replicar (já que LUCA nào se reproduz e sim recicla seus ciclos de vida).

E como sempre dissemos, nas … (origens da Vida na Terra, que não houve) … nas épocas da embriogenese do primeiro sistema biológico, todos os mecanismos e processos aplicados aqui foram extraídos dos mecanismos e processos que já aconteciam no céu.

Mais um ponto para a Matriz. E também assim vamos aprendendo mais e mais a interpretar os mapas da Matriz. 

A EMBRIOGÊNESE DA AUTO-CONSCIÊNCIA E O INTERNAUTA INTELECTUAL

quinta-feira, setembro 3rd, 2009

A cabeça humana exerce – macro-evolucionariamente – a função de um “ovo” onde está sendo gestada esta grande novidade conhecida como a “auto-consciência”, o cérebro faz a placenta neuronial que manifesta o embrião mental através dos flashes dos circuitos de energia das sinapses, que são projeções das atividades neuroniais,  estes flashes que se parecem com os raios cortando as nuvens, e esta imagem toda revela como a mente está adquirindo forma fisica nos mesmos moldes da Matriz. No meio dessa nuvem e entre raios surgem flashes de figuras parecendo estrelas, quasares, significando os futuros órgãos deste novo e revolucionário sistema.  Ainda sem abrir seu próprio olho – a terceira visão? – este embrião mental já tem que lutar para manejar o timão do corpo dirigindo-o para satisfação de suas necessidades que não são as mesmas do corpo. Embaraçoso conflito interno em nossas cabeças, justificando Nieztche quando dizia: “O Homem é uma ponte: perigosa travessia.” 

Além da cabeça existem os acessórios usados para nutri-la e carrega-la, acessórios reunidos num conjunto que denominamos “corpo”. Portanto o corpo faz o papel da mãe gestante, e enquanto o cérebro e a gestante carnal se alimentam de matéria organica, a mente ainda abstrata se alimenta de informação, igualmente abstrata, na sua própria dimensão.

A maioria dos seres humanos expressam mais sua parte material organica, em detrimento do desenvolvimento desse embrião mental, que permanece assim raquitico e aprisionado dentro de uma cela óssea. Porém, alguns seres humanos (como eu), por motivos de infortunio na vida ou, no outro extremo,  por ter nascido com demasiados privilégios, habituaram este embrião a exercitar-se e “comer muita informação” , e assim fortalecido, de dentro de sua cela ele quase tem controle total sobre o cérebro do ser carnal. Resultado?

A mente adora o conforto intra-uterino tal como qualquer embrião carnal. Dali ela não quer sair, a não ser quando obedece aos instintos quanticos, aqueles que na origem do Universo fazia com que os vórtices spin right, isolados, procurassem se fundir com os spin left, para vencer a solidão mental de uma cela escura.  Mas ela quer devorar informação. Isto explica porque muitas pessoas – e cada vez aumenta o numero delas – estão passando 8, 12 horas por dia sentados na frente do computador.

Se eu puder, não saio de casa. Só em pensar no mundo louco, agitado, agressivo, que existe lá fora na rua, e a massificação da estupidez gerada pela luta pela sobrevivencia, que impede a calma na troca de informação sobre o progresso do conhecimento a respeito das macro e micro dimensões invisiveis, sobre a existencia filosofal… me faz resistir o maximo possivel saboreando um minuto a mais o meu conforto intra-uterino.  

A grande massa está errada, perpetuando esse ciclo carnal, animalizado, do nascer, se reproduzir, trabalhar, morrer, nascer, se reproduzir, trabalhar, morrer… O grande salto transcendente para a forma de energia pura mental vai sendo adiado, mas como neles a mente ainda embrionaria e raquitica nada pode comunicar de si, não se dão conta do absurdo de suas existências.

Porém, o outro menor grupo, não está muito certo também. Como disse o Don Juan de Carlos Castãneda, “você está neste mundo como homem, portanto, lute e viva como homem.” Infantil ainda a mente não tem muita responsabiliudade e resiste a aceitar esta realidade: a de que a Màe que a carrega não pode existir parada apenas brincando com ela e amamentando-a. A mãe tem que sair para o trabalho, senão o corpo morre e com ele vai a mente tambem.

Devemos expressar mais a nossa existência mental em detrimento da nossa existência animal, ou vice-versa?

Qual será a forma mais inteligente de resolver este impasse? Eu preciso ver se alguém tem melhor idéia que eu, por ora jogo a minha no ar.

Em macro-evolução universal, a todo salto transcendente mutacional para um novo e inédito tipo de sistema mais complexo ( seja no salto do sistema atomico para sistema estelar, seja do sistema reptiliano para o sistema mamifero, etc.), aplica-se a lei inexorável: numa primeira fase o novo sistema, ainda na sua fase embrionaria, é um ovo botado fora e abandonado á própria sorte, mas passado certo estágio ele obrigatóriamente entra na segunda fase que é a do ovo mantido dentro, cuidado e nutrido até completar a maturação ou “maioridade” ( as galáxias fazem isso, basta ver LUCA, e os sistemas biológicos ficaram botando ovo fora até os répteis e depois passaram a manter o ovo dentro com os mamiferos). Como uma novidade no Universo, este novo sistema denominado “auto-consciencia” que recem surgiu num cérebro primata, está na fase do ovo botado fora e abandonado á própria sorte. Não se surpreenda portanto com tantas tragédias acontecendo com seres humanos, tanta imprevisibilidade que nos leva a desconfiar da existência de um reino de Deus e acabar acreditando que estamos no reino do acaso absoluto.    

 Ora, se um corpo humano não se concentrar na matéria à sua volta, vigiando sempre, será devorado por algum predador, e se não se concentrar na caça ao alimento organico, não sobrevive. O pássaro na selva fica atento a qualquer ruido enquanto caça e para dormir sobe no mais alto da arvore onde nem as serpentes alcançam. Esta concentração do cérebro carnal significa entorpecimento do raciocinio abstrato, a mente está algemada e encarcerada. Mas se um corpo humano não arregaçar as mangas, inspirar energia, inflar o peito e sair para a luta que consiste em remexer a matéria, a mente não consegue o conforto intra-uterino de um lar. 

Raios. Não quero ir à rua. Quero ficar nos livros e nos computadores, como por exemplo, assistindo o debate entre religiosos e ateus, onde às vezes “pinta”  interessantes assuntos com suculentas informações, como a que vejo agora: a segunda lei da termodinamica, entropia,  não é uma barreira para acontecer a abiogenese. O computador na minha casa está num ambiente confortavel e aconchegante. Não quero sair na rua. Mas, raios, o corpo da mãe fica me pressionando com as forças e contorções do parto me empurrando, querendo obrigar-me a nascer para a luz natural lá fora… onde faz frio, muito frio.

– “Força Luiz, levante-se dessa cadeira, saia para a caça, seu corpo vai se atrofiar, os “bills”chegam inexoravelmente no fim do mes, e você não quer matar sua mãe de fome nem assisti-la sendo expulsa de casa pelo senhorio, quer?” – fica sussurrando no meu ouvido uma voz vindo do eu carnal. Eu dou um “tapa” do lado como afugentando essa voz intrometida e continuo escrevendo no computador…

Bem… continuando esse papo, vou atirar no ar minha opinião…

– “Ooopsss… o que você disse, ó meu eu carnal?”

– ” Levante-se senão…”

Sabem de uma coisa? Deixarei minha opinião para mais tarde… agora preciso sair à rua…