Archive for outubro, 2009

O Irracional Mundo Quântico…Dominado Pelo Racionalismo da Matriz?

terça-feira, outubro 20th, 2009

 O comentário abaixo, lido no web site Beliefnet.com, além de ser muito interessante, me acendeu uma luzinha lá no cocuruto. Parece que a Matriz tocou sem querer neste fenomeno a 20 anos atrás e resolveu um problema da quantica que eu nào sabia que era um problema. Mas se tiver mesmo uma relação entre o que os modelos sugeriram e o mundo quântico, ela desvenda a estranheza e a impreditabilidade do nível quântico, sugerindo que a Razão Humana não apenas pode entende-lo como também prevê-lo e domina-lo. Vamos ver o comentário feito por Gordon J. Glover, em October 15, 2009 1:54 PM, que tem o website http://www.beyondthefirmament.com , no blog Astronomy and Faith do Beliefnet.com em:

 http://blog.beliefnet.com/scienceandthesacred/2009/10/astronomy-and-faith_comments.html

     “Just consider the inherent wierdness of the quantum level. If sub-atomic events unfolded on scales that we could percieve, we would probably be forced, in our ignorance, to invoke some sort of spirit realm to explain them. How did my wife run only one errand, and yet she got groceries and picked up the dry cleaning? Answer: she followed two different paths and performed both tasks at the same time! To prove it, there is food in the fridge and starched shirts in my closet. The only problem is that if I open the fridge and observe the groceries, my shirts revert back to being at the cleaners. And if I open the closet and observe my shirts, the groceries “wave function” collapses back to the grocery store. What kind of twilight-zone world is this? These exact situations are encountered when the fundamental building blocks of matter are studied — blurring the line between science and philosophy.”

Essa história do tempo indo para frente e para trás ao mesmo tempo já me fez ficar meio zonzo porque os modelos da Matriz estão sugerindo que isto realmente acontece. Pena que não posso agora por um gráfico que fiz a 25 anos atrás na selva amazônica, num papel de embrilhar pão e agachado sôbre joelhos quando parei numa caminhada atacado pir uma intuição. Mas vou deixar este artigo em suspenso e se não encontra-lo vou tentar refazê-lo e por aqui. Pondo os rastros do Universo,  como se fosse um sistema natural sob evolução,  subindo uma escada aparece uma linha que sobe tres degraus (nasce, cresce, estabiliza ou amadurece) e escorrega dois degraus (degeneração pela entropia e fragmentação do cadaver) e então a partir do segundo degrau volta a subir ( pelo ramo paralelo da reprodução) mais tres degraus, para escorregar mais dois… e assim continua repetindo esse ciclo.

 Agora retiramos a escada e extraimos apenas a linha das pegadas, com seu desenho peculiar, e projetamo-lo sobre o grafico cartesiano tendo como coordenadas o tempo e o espaço. Queremos saber se a existência do Universo, com estes ciclos todos, tem algum sentido racional. Onde as duas coordenadas se cruzam, consideremos como ponto zero, ponto de partida e ali escrevemos “Big Bang”. Transportemos a linha reportando seu ciclo para este grafico calculando o periodo da evolução desde o Big Bang até o primeiro sistema atômico. Continuando somemos mais um ciclo, que seria do sistema atômico ao sistema estelar. E assim por diante… o resultado final vai ser surpreendente! Sobressai seim. um sentido para a existência do Universo, e muito racional. A linha que retrata as pegadas deixadas pelo caminhar do Universo sob evolução se encurva tôda e retorna ao ponto de partida! Porém’apesar de chegar no mesmo ponto do Big Bang, o que chegou não é mais o que partiu. A matéria tôda que iniciou com o reino das partículas se desfez e foi descartada como a placenta é descartada quando nasce um baby e o que retornou foi uma substancia abstrata, que nesta época de hoje tem a forma da mente humana. O que significa isto?

Muito! Significa que a história da vida do Universo tinha um propósito, e único. Quando a linha do tempo retorna ao espaço zero não ocorre um Big Bang para dentro, como foi o anterior, mas sim um Big Bang para fora. Quer dizer: se todo o espaço serviu como uma espécie de ovo gestando esta “mente” ( e não se surpreenda se esta tal de dark matter for uma espécie de liquido amniótico, enquanto a dark energy então deverá ser uma espécie de energia da gestante que nutre todo embrião), o corpo material que tinha nascido com o Big Bang se desfez, e no segundo Bang, o que nasce, para alem deste espaço, para alem deste Universo que desaparece, é uma forma unicamente “mental”. Por isso denominei o grafico naquele dia ali na selva de “Do Big Bang ao Big Birth”. E com aquele grafico, somado com outras pistas sugeridas pelos modelos, foram surgindo as indicações de que este Universo deve ser uma produção genética, que as propriedades vitais deviam existirem ao menos em estado latente nos sistemas ancestrais, que não houve origens da vida, etc..  

Mas vamos então ver esse negócio de tempo no nível quantico. O comentarista acima disse que se abrir a geladeira o alimento comprado pela irmã estará lá, porëm suas camisas estariam retornando para a lavanderia. E se abrir o guarda-roupa, as camisas vão estar lá, porem aí a comida sai da geladeira e retorna ao super-mercado…

Mas naquela linha que retrata as pegadas do Universo deixadas no grafico tambem acontece a mesma coisa, ou seja, o tempo vai para a frente, normalmente, mas sempre no final de cada ciclo ele dá uma volta sobre si mesmo, retorna ao passado, alcancá um ponto lá atras da linha e recomeça novamente, desde aquele ponto a ir para a frente. Ou seja, o tempo ao reverso bem abaixo do nosso nariz, sem que o percebamos. Mas é facil entender. O que é na realidade, o tempo? O que ”e este tão decantado fenomeno fantasmagórico que tem desaviado a mente humana desde os primórdios, milhares de pensadores se ocuparam dele, centenas de definições foram feitas, e … continuamos sem entender o que é isto? Simples: tempo é uma palavra criada pelo ser humano para uma coisa que não existe na realidade. O que existe é sucessão de eventos. Colocando estes eventos na ordem certa, um após outro considerando-se causas e efeitos, aparece uma medida cronológica, mas apenas isto. Tanto se fantasiou, tanto cresceu uma superstição num fantasma, que hoje se pensa que tempo seja uma entidade, algo que exista de per se. Mostrem-mo-lo. Não existe.

Quando a linha do Universo no grafico vai para traz, siginifica que a entropia atacou o sistema, o qual começa a se desfazer a partir da superficie ou periferia, rumo ao centro. Isto significa que o sistema vai perdendo as ultimas informações que ele conquistou ao evoluir. Ou seja, o sitema está involuindo, retornando a sua infancia, não em idade, mas em forma. Nós não vemos isso ocorrer porque essa involução ocorre numa linha paralela à linha da evolução: a linha que vinha subindo a escada chega a um ponto, ni terceiro degrau, ali se estagna por alguns momentos porem sem deixar de mover-se horizontalmente e no sentido reverso ( para dentro), aí começa a cair, desenha um meio circulo e reencontra a linha que vinha subindo, num ponto do passado, ou seja, antes do sistema adquirir 80% das informações que o possibilitaram dar o seu salto evolutivo. Vai daí que, por exemplo, quando um dos répteis se tornou mamífero, a evolução continuou através do mamifero, mas enquanto ela ia em frente, os répties decaíam, a começar pela ultima de sua mais evoluida forma, os dinossauros. E essa queda está ocorrendo, até que os répteis tornados um beco sem saída, se tornem uma ramo que sai da arvore genealógica, seque e se extinga. Para eles, a sucessão de causas e efeitos está caminhando ao contrario, e como os humanos acharam que denominar esse caminhar de “tempo”, o tempo está ao reverso. Foi assim com atomos, galaxias,… e vai acontecer com mamiferos se não tomar-mos cuidado… a involução começa pelo desaparecimento da ultima forma mais evoluida, no caso, a espécie humana. Não se apavore que isto não vai acontecer pois em nös surgiu a mente consciente e esta vai ao Big Birth, e não vai acontecer porque desmascaramos a Matriz que já nos levou à queda uma vez, mas não vamos repetir a mesma burrada do Adão, certo?

Bem, tudo isso ficará mais claro quando eu retornar aqui com os calculos do Universo subindo a escada do tempo… glug… digo, da História, e do grafico cartesiano intitulado “Do Big Bang ao Big Birth.       

Filosofia: Temas para memorizar, desenvolver, em Filosofia

sexta-feira, outubro 16th, 2009

Frase de Lucio Florio na Revista Criterio, Argentina:

http://www.revistacriterio.com.ar/cultura/ciencia-y-religion-iquestun-dialogo-reiniciado/

“…De este modo, se pone de relieve una novedad epocal: la racionalidad está atribuida primariamente a los científicos de las disciplinas duras, secundariamente a los de las disciplinas blandas, en tercer lugar a los intelectuales de las ciencias humanas y, en último lugar, a los filósofos.”

Meu comentário: “É,… nossa moral está lá em baixo! Mas vejo aqui primeiramente dois tópicos:

1) Observe que esta sequencia imita a Macro-Evolução: primeiro, o mundo das forças brutas nas origens do Universo; segundo, a evolução da matéria “branda”, como a orgânica sob organização biológica, nas origens da vida; terceiro, o mundo da mente humana; e, quarto, o mundo da consciência cósmica. Na verdade me parece que quem está em baixo está por cima… Não? Podes ver essa sequencia representada de outra maneira:1) ciencias duras, a que trata do esqueleto ósseo no corpo humano; ciencias blandas, a que trata da carne; ciencias intelectuais a que trata do cérebro; ciencias filosóficas, a que trata da mente. Ainda continuamos por cima…

Mas porque o estado comportamental pós-moderno da espécie humana se tornou assim, ou porque é assim? Daqui vamos ao segundo tópico: 

 2) Sinto neste estado a presença dos tentáculos de LUCA, a força de sua reprodução entre os humanos. Lembre-se que LUCA reproduzido na Terra significa a espécie humana tornada mera peça numa máquina, bem descrito no Admiravel Mundo Novo, de Huxley. Talvez esteja dizendo asneira, obsecado com algo que talvez nem exista, mas… mas… a coisa é tão óbvia. Se você quisesse condicionar psicológicamente, no estilo de Pavlov, um grupo de prisioneiros para serem escravos tão perfeitamente submissos que pareceriam escravos voluntários, um bom método seria: primeiro uma lavragem cerebral e a inculcação de um complexo de inferioridade para destruir a identidade do ser ( você é nada, não é o centro da criação, seu mundo não é o centro do mundo, não és filho de Deus e esse seu “pai” nem existe, você não tem nenhuma alma, mero macaco…). E tudo isso já foi feito, certo? Assim você mata a filosofia; segundo, você atacaria o cérebro com drogas quimicas, para conseguir cera configuração do hard-wire; terceiro, você trataria de controlar as necessidades e produções da carne, para ter bons escravos; por ultimo, você imporia soberana e vitoriosamente as leis da Física para funcionar com a dureza fria das engrenagens da mäquina. Este atual império de “los cientificos de las disciplinas duras”… hum-hummm… não sei não, isto não está me cheirando bem. Parece que o grande plano está nos seus finalmentes. Adão e Eva vai cair novamente e pelo mesmo motivo, outra vez?

O despertar pelo desmascaramento da serpente – a face negativa da Matriz – poderia (ou poderá) nos salvar dessa?     

Ockham’s Razor and The Matrix/DNA Theory

domingo, outubro 11th, 2009

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 The priest says:

“My brothers, listen to Saint Ockham: why we need the complexity of scientific knowledge if knowing God answers everything?”

Someone said that we don’t need Matrix/DNA Theory and invoked Ockham’s Razor. If History was applied Ockham’s Razor to the Copernican theory of heliocentrism, or to Eistein’s Theory of Relativity, or still, to the theory of gazes, Humanity should have in big prejudice today.

Matrix/DNA Theory suggests changing almost everything but, lets’ take only the astronomical model. My model does not change the number of entities (there are seven different kinds of celestial bodies) but changes the processes of origins of those bodies, changes the dymanics of astronomical systems, changes the function and even the composition, and gives a totally new means to the astronomic building block, included suggesting it as the ancestor of nucleotides, living cells and life. But, the facts that we know today are the same supporting both theories: the official Nebular Theory and the yet individual theory of Matrix/DNA. So, if we follow that “Razor”, we should forget my models? I suggest to the reader to see at:

http://www.galilean-library.org/manuscript.php?postid=43832  the article by – By Paul Newall (2005) under the title ” Ockham’s Razor”.

Below I mention some texts and comments:  

Ockham’s Razor, otherwise called the principle of the economy of thought, is invoked often in debate, usually to discount one or more theories on the basis that another exists which is simpler or more parsimonious.

The principle of parsimony is typically stated as:
 

Entia non sunt multiplicanda praeter necessitatem (“Entities are not to be multiplied beyond necessity”).

Although referred to as Ockham’s Razor after William of Ockham, a Franciscan living at the turn of the fourteenth century, this version has not be found in any of his extant works. The closest match (Frustra fit per plura quod potest fieri per pauciora or “It is pointless to do with more what can be done with fewer”) may have been written in quoting others, and indeed the general principle was common among Aristotelians. In brief, the advice is that we should not invoke entities in explaining a phenomenon or developing a theory that are not necessary to do so.

If we wish to hold to economy of thought, we should pick the simpler explanation.

Ockham’s Razor is a principle; that is, it does not tell us that the simplest explanation is true (or what there is); but instead that we ought to prefer it on methodological grounds. We are counselled to adopt theories which are minimally efficient, insofar as they can do the same with less. Note that there is apparently no reason why we should do so: a direct route to a destination is neither better nor worse than a diversion unless we include the criterion that we wish to get there by the most direct route (and even then it may not be, so we will return to this analogy later.) Nevertheless, it seems plain enough that we are inclined to favour the simpler explanation, other things being equal.

TEORIA DO ACASO ABSOLUTO

sábado, outubro 10th, 2009

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As quais têm o direito inalienável de se alinharem na lista dos possiveis, enquanto não identificar-mos o real e comprovado agente causal. Vamos por tanto ficar atentos e ver se o feitiço vira contra o feiticeiro, ou seja, se dizem que o acaso está na raiz primeira da evoluçào, vamos ver se esta crença mesmo seja pega nas malhas da evolução e evolui para o status de unica crença soberana porque se comprova real.

Mas por ora penso que temos um problema. Pelo que penso, o “acaso”, principalmente como regra absoluta,  não é cientificamente testável, como Deus não o é. Então queria que resolvessem isto urgente, pois se não for “scientifically falsiable”, qualquer cientista que falar nele deverá ser imediatamente interrompido e explicado à audiência que ele não está falando em nome da Ciência. Certo? Os nossos jovens despreparados e indefesos devem ser avisados. Estou notando nos debates e artigos marketeados que essa idéia pode se tornar uma obsessão, e aí, adeus à plena liberdade das faculdades mentais.

O que diz a Teoria da Matriz/DNA sobre o acaso:

Sendo o Universo uma produção genética, então existe um programa genético extra-universal dirigindo a evolução do Universo. Se a vida na Terra é produzida por LUCA no espaço, então existe um programa genético dirigindo a evolução biológica. Assim como o corpo de um ser humano foi dirigido pelo programa genético de seus geradores. Mas como existe o livre-arbitrio para todas as forças universais, ocorrem muitos eventos ao acaso, no sentido de serem imprevisiveis, porem, dos efeitos destes eventos são descartados pela evolução alguns e selecionados outros – aqueles que se encaixam no modelo sendo reproduzido, os quais, se não ocorressem por acaso, de qualquer maneira iriam ocorrer por força da genética.

Agora,… durma com um barulho desses…

Teoria da Recapitulação Cosmológica

sábado, outubro 3rd, 2009

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Embriões de Haeckel 

 Dentro da nossa perspectiva de que o Universo é uma produção genética, emerge a idéia de um “Universo Vivo”. Porem, para nós, Universo não é apenas aquela infinidade de estrelas que se vê no céu lá fora, ou seja, não é o superaglomerado de aglomerados contendo bilhões de galáxias. Aquilo tudo são fosseis dos ancestrais, ou espécies ancestrais que ficaram no passado e não mais evoluem e que se tornaram os mundos ambientais que suportariam as gerações futuras. Estrelas pairam no firmamento depois de terem terminado sua missão na longa senda da evolução e de lá nos espreitam esperançosas, torcendo por nós, pois somos a sua esperança de que sua existência continuará registrada no código universal e conosco conduzidas à eternidade, assim como aqui na Terra as espécies de animais que ficaram para traz na evolução mas ainda existem e nos espreitam, pois somos o dardo que projetaram de si rumo ao futuro infinito carregando na forma de um código a essencia de suas existências.  

O Universo que nasceu no Big Bang era o principio de um sistema assim como a primeira célula viva que nasceu aqui era o principio da biosfera terrestre. Esse sistema gera uma infinidade de subprodutos que ou vão sendo incorporados ao tronco da arvore da evolução e ali permanecem por muito tempo ou vão se tornando os galhos que secam e se extinguem, mas assim como naquela primeira célula o que importa é o codigo da memória na forma de RNA/DNA, o verdadeiro Universo do Big Bang é o sistema “Universo” que vem evoluindo de sistema em sistema, ora macroscópico ora microscópico, e se resume todo numa memória que denominamos de “A Matriz Universal”.     

       O Universo de hoje está fragmentado em inimaginavel numero de genes ativos em niveis adiantados, que são as formas de vida mais evoluidas espalhadas por muitos mundos, sendo que aqui nestas regiões estes genes tem a forma de seres humanos, ou talvez, da mente destes seres humanos. Portanto, o ser humano é o Universo que criou pernas e caminha.

Dentro desta linha de raciocinio e sendo atraídos pela teoria de Haeckel de que durante a gestação o ser humano vai mudando de formas e estas formas recapitulam os estagios da evolução biológica, nós somos obrigados a supor que esta teoria deveria ser ampliada. Pois ela apenas considera nossa ancestralidade biológica, mas, e nossa ancestralidade cosmológica? Observe no quadro acima que ele parte da forma do peixe, quando o feto já estava estruturado como corpo. Mas antes disso houveram as formas da morula, da blastula, e outras. Estas formas não recapitulam nada? Ora, olhando-se para elas parecem com nebulas de atomos, conglomerados de galaxias… Então surgiu esta idéia de que tambem a evolução cosmológica está presente nesta recapitulação. E não poderia ser de outra forma, literalmente:  a Matriz guarda na memória toda a História do Universo, que é sua própria história, e como aqui a Matriz toma a forma do DNA, essa memória referente ao período da evolução cosmológica está ali, naquelas regiões dos genes inativos , denominada junk-DNA. Vamos ver a teoria do Big Bang na nossa interpretação como sendo um evento à imagem e semelhança de um evento de fecundação de um óvulo por um espermatozóide. Portanto, até o ato inicial tem sua forma ou imagem recapitulada antes do nascimento de uma criança.

Bem… sabemos que a Teoria da Recapitulação é aceita por uns e contestada por outros, existem duvidas se os desenhos acima são realmente de Haeckel, etc. Mas por ora vamos ficar do lado do time que aceita a teoria, porque os modelos da Matriz sugerem que ela está certa.

A Teoria pode ser vista suscintamente na Wikipedia. 

ÁTOMO

sábado, outubro 3rd, 2009
atomo-2.jpgO que existe dentro dos átomos?  
                                                                          

             . Os átomos são nossos ancestrais quando ainda não tínhamos um bilhão de anos e logo foram selecionados para fazerem parte do tronco da árvore da evolução e com isso são umas das espécies mais antigas do Universo. Creio que essa seleção com mérito à  transcendencia deve-se por terem acasalado em harmonia os dois principios simétricos e assimetricamente opostos que naquela época se encarnavam nas superpartículas proton e neutron e esse acasalamento deu tão certo que se tornou o primeiro protótipo da familia, tendo o casal formado um lar nuclear onde suas crias – os elétrons – brincam ao redor nas sete camadas eletronicas. Mas também neles já se visualiza bem a Matriz em formação como se tivessem já os protótipos da cabeça e os sete órgãos. Interessante notar como a Natureza veio evoluindo por passos sôfregos porem bem assentados, pois o atomo primordial que era do tipo “teve”ou seja, formando gazes e com pucas particulas (hidrogenio, helium, etc.) éra um ser tão nefasto e primitivo que se parecia com um homem que existe a cada momento com apenas um de seus órgãos! Sim, num momento esse ser é apegas um fígado passeando por aí enquanto o resto de seu corpo permanece invisível, no momento seguinte se vê apenas um estômago, no outro apenas a cabeça, e etc. Pois as sete funções sistêmicas universais que constroem cada qual sua peça para encarnarem em dada situação e alavancar a evolução não podiam ainda se expressarem tôdas ao mesmo tempo, mas o lugar no espaço dentro do sistema já estava reservado para cada uma, o qual eram as sete camadas eletronicas. Elas só se expressavam quando possuiam ao menos um elétron e como este subia ou descia entre a primeira e ultima camada, pulando entre nucleo e periferia, cada função se expressava isolada das outras. Assim no átomo leve o elétron faz o mesmo que o dedo do pianista tocando as teclas do piano, um piano onde existem sete teclas apenas que representam as sete camadas, mas ao invés de emeitir um som diferente a cada camada, o toque do elétron expressa uma força que é a ancestral de um dos órgãos do corpo humano, ou ainda ancestral de uma das organelas na célula, ou mais ainda, ancestral de um tipo de astro no céu. 

O atual modelo atômico está ainda muito incompleto, faltando muitos detalhes, e isto desvia totalmente nossas interpretações e julgamentos sobre os átomos. Isto porque ele foi elaborado apenas pelos físicos que não poderiam ter notado a cobertura de nível biológico que nele existe já naquela época dirigindo o Universo para criar a Vida. Nosso principal interesse agora em pesquisar tudo o que pudermos sobre átomos é não apenas enriquecer esse modelo teórico existente mas tambem entender porque certos átomos foram selecionados para participarem ativamente dos corpos vivos quando o sistema mecânico Newtoniano, astronômico, evoluiu para sistema celular biológico. Claro, um dos beneficios oriundos da conquista desse conhecimento, assim á primeira vista, seria o desenvolvimento de uma medicina atômica, portanto produzindo técnicas reparadoras de defeitos no corpo humano desde o nível atômico.

O átomo de carbono foi o átomo central selecionado para transcender-se e ocupar o corpo do senhor da Terra.  Porque o carbono? O que ele tem de diferente dos outros que agradou à Matriz? À primeira vista já surge um motivo que parece evidente: numero atômico: 6. Pois são seis os tipos de astros fixos que formavam o corpo do ultimo comum ancestral – LUCA . Talvez cada um dos seis casais de protons e neutrons performem cada uma das seis funções fixas universais. Outro átomo muito importante na Vida é o Oxigênio. E porque? Também na primeira rápida olhadela já surge uma boa solução. Oxigênio tem oito protons. Isto significa que alem dos seis necessários, a ultima função, que é a F7, está reforçada duas vezes. Ora a F7 é a função que faz a faxina do sistema, limpando-o de todos os detritos indesejáveis e – nos sistemas abertos – botando-os para fora, como fazem os lisossomos na çelula ou o figado no corpo humano; e nos sistemas fechados, despejando os detritos na fornalha nuclear para serem reciclados, como faz o cadaver estelar no espaço sideral que direciona sua poeira e detritos degradados direto para dentro do Buraco Branco nuclear. Então o Oxigênio foi escolhido devido possuir um reforço nessa função de faxineiro que os quimicos resolveram denominar de “oxidação”: oxidar é queimar os materiais que em quimica significa acidez. Ora, a todo momento nosso corpo está digerindo matéria, absorvendo sua energia e precisa botar para fora a massa inutilizavel dessa materia e então ele  puxa Oxigênio da atmosfera para que este passe por todos os cantos do corpo lompando tudo e oxidando tudo transformando o lixo em CO2, o qual o corpo, através dos pulmões, empurra para fora. Assim foi inventado o fenômeno da respiração, elemento tão importante na nossa vida que sem ela não sobrevivemos mais que alguns minutos e tudo isso graça ao Oxigênio. Que no céu era um ser quase tão dócil e fiel à Matriz quanto era o carbono. 

Bem, então estamos decididos a entrar fundo nos segredos ainda inconfessados dos átomos, principalmente daqueles leves que entraram para a cena da Vida com tanto destaque, queremos ampliar nossos atuais modelos teóricos atomicos, já que completa-los totalmente ainda é impossivel, pois são tão pequenos que ninguém até hoje, nem usando os mais poderosos microscópios, conseguiu ver um átomo sequer. Tudo o que temos são modelos teóricos e os atuais já são muito bons pois basta ver quanto já conseguimos baseados nestes modelos, inclusive a nefasta bomba atômica. Mas ainda estamos pensando em ”atomos como objetos mecânicos. é preciso ver a vida nascendo através deles. Portanto, neste artigo vamos por ora registrando tudo o que ver-mos por aí que seja novidade sobre os átomos, a começar por suas definições na Wikipédia, pois assim, indo de carona no incansável e heróico trabalho dos cientistas nos laboratórios e nos campos arduos das pesquisas, catando os dados que vão colhendo, que surgem de repente novos iluminadores insights na nossa gigantesca missão de tentar entender este mundo e nele nossa existência.

Se alguem alem de mim ler isto aqui e souber de material a ser acrescentado, por favor, participe, e nos envie.

1) Wikipedia: Atom – http://en.wikipedia.org/wiki/Atom

2) Wikipedia: Carbon –    http://en.wikipedia.org/wiki/Carbon

3) Wikipedia: Oxigen – http://en.wikipedia.org/wiki/Oxygen

QUARKS

sábado, outubro 3rd, 2009

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Física Digital e Bits-Informação na Teoria da Matriz/DNA

quinta-feira, outubro 1st, 2009

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Há 20 ou 30 anos atrás o método da anatomia comparada entre sistemas vivos e não-vivos me conduziu a elaborar um modelo do que seria o elo entre estes dois grupos, e assim nascia minha idéia de LUCA ou LUA ( the Last Universal Common Ancestor) vivendo no espaço como proto-sistema astronomico. O modelo era a causa que explicava todas minhas questões na época sobre todos os fenômenos naturais existentes desde as origens da vida e da biosfera na Terra.

Mas logo percebí que tambem o caminho contrário poderia ser calculado, ou seja, tomando o modelo astronomico como efeito final, e aplicando a lógica natural observada na História pós-LUCA, sobre a História pré-LUCA, eu poderia regredir de causa em causa até algum limite imprevisto. Assim calculei como um sistema galáctico podia ter sido produzido pelos sistemas estelares, como estes poderiam ter sido produzidos por sistemas atomicos leves gasosos. Como estes o foram pelas tres super-particulas, como estas teriam sido produzidas pelas particulas elementares e estas pelos quarks. Aqui deparei com algum estado inicial do Universo por algo como o Big Bang, porem como eu vinha considerando as premissas que apareceram depois com a biologia e a quimica, ao contrario dos fisicos que fizeram iguais calculos, o meu Big Bang era visto diferente, como o romper de um involucro espermatico em meio a uma matéria algo como o eter que faria o papel de amnion, e que hoje penso ser a tal dark matter. Mas aqui parei por algum tempo pois não via como ir mais fundo no passado alem dos quarks. Foi então que lí não sei onde que a matéria parecia ser nada pois reduzindo-se uma pedra a pedaços cada vez mais pequenos iriamos chegar às particulas elementares e daí para a frente íamos ter apenas vórtices, rodamoinhos imateriais. Conhecí então algo da teoria quantica e o notavel trabalho de Hideki Yukawa explicando a interação nuclear entre protons e neutrons. Por fim passei pelos quarks e elaborei um modelo do Universo como produção genética, em que os “genes” para tal produção teriam vindo de algum sistema alem e antes do Big Bang na forma de vórtices quanticos.

Mas como seriam eles?

Na Amazonia a gente vê a todo momento formando-se mini-tornados como aqueles remoinhos que nascem às vezes até nos quintais das nossas casas, e toda vez que via um, ainda criança, eu corria a tentar pega-los e ficar no centro deles para sentir o que fosse e talvez ser levantado do chão para voar. Mesmo adulto na Amazonia continuei com essa curiosidade e hábito e às veses quase fui mlevantado pois lá surgem alguns que arrancam e carregam até pequenas arvores. Nos garimpos onde os mineradores fazem choupanas cobertas com pranchas de eternite, cheguei a ver as pranchas voando no céu levadas por esses ventos rodopiantes. Essa experiencia de infancia de sentir os remoinhos por dentro me levou a teorizar sobre eles e assim nasceu o modelo do remoinho como fonte inicial de todas as forças brutas da Natureza ( nomeadamente as sete forças fisicas que mais tarde se tornariam sete propriedades vitais iu ainda , mais tarde, sete propriedades da mente como emocão, sentimento, harmonia, stress, etc.). Um remoinho é uma espiral e se analizarmos direito ele desenha anéis encaracolados que começam por um ponto na superficie do solo e vai se tornando sempre maior até que desfaz-se. Cada anel representa um nivel ou estado diferente dos outros. Remoinhos poderiam serem considerados os primeiros seres vivos que surgiram no mundo, quando a Terra ainda era apenas rochas e agua. Pois os remoinhos fazem quase tudo o que uma vida primitiva faz: eles “comem” ( absorvem para seu interior tudo o que é objeto conduzivel que encontram pelo caminho); eles “defecam”, pois expelem tudo para fora; eles nascem, existem e morrem; eles se reproduzem (ás vezes se dividem em varios menores…).

Ora, não seriam os remoinhos que surgem aqui nas nossas vistas uma tentativa da Natureza de nos mostrar quem foram seus criadores? Pois eles devem ser uma réplica materializada e descomunal dos microscópicos vortices quanticos que pipocavam no oceano de eter quantico antes das origens do Big Bang… e/ou depois dele).

Bem, tenho que resumir e infelizmente perdí na selva todos os modelos feitos no calculo da história para trás por isso nunca vou poder inseri-los aqui, mas foram centenas de desenhos calculando esses vortices. Nasceriam divididos em dois grupos, os de spin right e os de spin left. Bem, daqui é preciso ir ao artigo “Os Balões de Yukawa” ( será que eu passei aquele manuscrito para o computador? Raios não posso verificar agora mas sem aquelke artigo a teoria da Matriz fica ininteligivel) para entender como as sete forças brutas – tendencia à inércia ou tendencia à dinamica, movimento circular uniforme ou movimento retilineo variado, etc. e etc.) estão presentes num tornado e como foi a evoluçao deles para as sete funções universais e até chegarem às propriedades vitais. Mas aqui o importante é salientar que cada uma das sete foças são váriaveis numa equaçào que assim pode produzir uma infinidade de resultados. Isto significa que cada tornado quantico dos quase infinitos numeros deles que surgiam nas origens do Universo tinha um estado fisico peculiar, distinto, apenas dele, e por isso ele era uma entidade unica, uma informação unica, e do conjunto das interações entre as suas variaveis surgia um numero, algo como 4837495,9584723001 e o outro seria o numero seguinte e tal. Chamei-os de bits-informação ou genes quanticos. E agora, hoje, para minha surpresa deparo com uma matéria – Física Digital – que não sabia existir mas que está bem relacionada e encaminhada no encalço das minhas conclusões daquela época. Vou ter que deixar registrado aqui para continuar a ampliar este artigo a medida que vou estudando essa matéria, pois ela pode me ajudar a desenvolver meus modelos, por isso abaixo deixo registrado o primeiro paragrafo definidor dela na Wikipedia ( infelizmente não tem a versão em portugues).xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

Mas observe como a partida de dois diferentes caminhos ( os fisicos partindo da pura ordem dos fenomenos fisicos mais as ciencias e mentalidade computacional e eu partindo do efeito final que é a ordem dos fenomenos biológicos mais a mentalidade genética), pode chegar a uma mesma Roma visionaria à distancia e produzir nos dois observadores interpretações tão diferentes. Enquanto eles estão vendo a diferenciação da informação natural como se produzida pela mudança de estado quantico, eu estou vendo que os dois possiveis estados apenas definem a bi-lateral simetria universal, mas o que daria mesmo identidade unica a cada informaçao seria a qualidade final da mistura daquelas sete variaveis num tornado quantico. Para os fisicos a informação inicial pode mudar, para mim não, pois seriam como os genes, que podem se unir em pacotes informacionais novos apenas pela agregação de novos genes devido a mmutações e mesmas estas seriam produzidas pela materialização no Universo de vortices quanticos que ainda não haviam entrado em cena, assim como na genética existem os genes retrógrados. xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx 

     Digital physics……………………………………………………………………………………………..

From Wikipedia, the free encyclopedia In physics and cosmology, digital physics is a collection of theoretical perspectives that start by assuming that the universe is, at heart, describable by information, and is therefore computable. Given such assumptions, the universe can be conceived as either the output of some computer program or as being some sort of vast digital computation device.Digital physics is grounded in one or more of the following hypotheses, listed in order of increasing boldness. The universe, or reality, is:

 OverviewDigital physics suggests that there exists, at least in principle, a program for a universal computer which computes the evolution of the universe in real time. The computer could be, for example, a huge cellular automaton (Zuse 1967), or a universal Turing machine, as suggested by Schmidhuber (1997), who pointed out that there exists a very short program that can compute all possible computable universes in an asymptotically optimal way.Some try to identify single physical particles with simple bits. For example, if one particle, such as an electron, is switching from one quantum state to another, it may be the same as if a bit is changed from one value (0, say) to the other (1). A single bit suffices to describe a single quantum switch of a given particle. As the universe appears to be composed of elementary particles whose behavior can be completely described by the quantum switches they undergo, that implies that the universe as a whole can be described by bits. Every state is information, and every change of state is a change in information (requiring the manipulation of one or more bits). Setting aside dark matter and dark energy, which are poorly understood at present, the known universe consists of about 1080 protons and the same number of electrons. Hence, the universe could be simulated by a computer capable of storing and manipulating about 1090 bits. If such a simulation is indeed the case, then hypercomputation would be impossible.Loop quantum gravity could lend support to digital physics, in that it assumes space-time is quantized. Paola Zizzi has formulated a realization of this concept in what has come to be called “computational loop quantum gravity”, or CLQG[9][10]. Other theories that combine aspects of digital physics with loop quantum gravity are those of Marzuoli and Rasetti[11][12] and Girelli and Livine[13].

( portando, este assunto está apenas sendo iniciado aqui)