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Física Digital e Bits-Informação na Teoria da Matriz/DNA

quinta-feira, outubro 1st, 2009

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Há 20 ou 30 anos atrás o método da anatomia comparada entre sistemas vivos e não-vivos me conduziu a elaborar um modelo do que seria o elo entre estes dois grupos, e assim nascia minha idéia de LUCA ou LUA ( the Last Universal Common Ancestor) vivendo no espaço como proto-sistema astronomico. O modelo era a causa que explicava todas minhas questões na época sobre todos os fenômenos naturais existentes desde as origens da vida e da biosfera na Terra.

Mas logo percebí que tambem o caminho contrário poderia ser calculado, ou seja, tomando o modelo astronomico como efeito final, e aplicando a lógica natural observada na História pós-LUCA, sobre a História pré-LUCA, eu poderia regredir de causa em causa até algum limite imprevisto. Assim calculei como um sistema galáctico podia ter sido produzido pelos sistemas estelares, como estes poderiam ter sido produzidos por sistemas atomicos leves gasosos. Como estes o foram pelas tres super-particulas, como estas teriam sido produzidas pelas particulas elementares e estas pelos quarks. Aqui deparei com algum estado inicial do Universo por algo como o Big Bang, porem como eu vinha considerando as premissas que apareceram depois com a biologia e a quimica, ao contrario dos fisicos que fizeram iguais calculos, o meu Big Bang era visto diferente, como o romper de um involucro espermatico em meio a uma matéria algo como o eter que faria o papel de amnion, e que hoje penso ser a tal dark matter. Mas aqui parei por algum tempo pois não via como ir mais fundo no passado alem dos quarks. Foi então que lí não sei onde que a matéria parecia ser nada pois reduzindo-se uma pedra a pedaços cada vez mais pequenos iriamos chegar às particulas elementares e daí para a frente íamos ter apenas vórtices, rodamoinhos imateriais. Conhecí então algo da teoria quantica e o notavel trabalho de Hideki Yukawa explicando a interação nuclear entre protons e neutrons. Por fim passei pelos quarks e elaborei um modelo do Universo como produção genética, em que os “genes” para tal produção teriam vindo de algum sistema alem e antes do Big Bang na forma de vórtices quanticos.

Mas como seriam eles?

Na Amazonia a gente vê a todo momento formando-se mini-tornados como aqueles remoinhos que nascem às vezes até nos quintais das nossas casas, e toda vez que via um, ainda criança, eu corria a tentar pega-los e ficar no centro deles para sentir o que fosse e talvez ser levantado do chão para voar. Mesmo adulto na Amazonia continuei com essa curiosidade e hábito e às veses quase fui mlevantado pois lá surgem alguns que arrancam e carregam até pequenas arvores. Nos garimpos onde os mineradores fazem choupanas cobertas com pranchas de eternite, cheguei a ver as pranchas voando no céu levadas por esses ventos rodopiantes. Essa experiencia de infancia de sentir os remoinhos por dentro me levou a teorizar sobre eles e assim nasceu o modelo do remoinho como fonte inicial de todas as forças brutas da Natureza ( nomeadamente as sete forças fisicas que mais tarde se tornariam sete propriedades vitais iu ainda , mais tarde, sete propriedades da mente como emocão, sentimento, harmonia, stress, etc.). Um remoinho é uma espiral e se analizarmos direito ele desenha anéis encaracolados que começam por um ponto na superficie do solo e vai se tornando sempre maior até que desfaz-se. Cada anel representa um nivel ou estado diferente dos outros. Remoinhos poderiam serem considerados os primeiros seres vivos que surgiram no mundo, quando a Terra ainda era apenas rochas e agua. Pois os remoinhos fazem quase tudo o que uma vida primitiva faz: eles “comem” ( absorvem para seu interior tudo o que é objeto conduzivel que encontram pelo caminho); eles “defecam”, pois expelem tudo para fora; eles nascem, existem e morrem; eles se reproduzem (ás vezes se dividem em varios menores…).

Ora, não seriam os remoinhos que surgem aqui nas nossas vistas uma tentativa da Natureza de nos mostrar quem foram seus criadores? Pois eles devem ser uma réplica materializada e descomunal dos microscópicos vortices quanticos que pipocavam no oceano de eter quantico antes das origens do Big Bang… e/ou depois dele).

Bem, tenho que resumir e infelizmente perdí na selva todos os modelos feitos no calculo da história para trás por isso nunca vou poder inseri-los aqui, mas foram centenas de desenhos calculando esses vortices. Nasceriam divididos em dois grupos, os de spin right e os de spin left. Bem, daqui é preciso ir ao artigo “Os Balões de Yukawa” ( será que eu passei aquele manuscrito para o computador? Raios não posso verificar agora mas sem aquelke artigo a teoria da Matriz fica ininteligivel) para entender como as sete forças brutas – tendencia à inércia ou tendencia à dinamica, movimento circular uniforme ou movimento retilineo variado, etc. e etc.) estão presentes num tornado e como foi a evoluçao deles para as sete funções universais e até chegarem às propriedades vitais. Mas aqui o importante é salientar que cada uma das sete foças são váriaveis numa equaçào que assim pode produzir uma infinidade de resultados. Isto significa que cada tornado quantico dos quase infinitos numeros deles que surgiam nas origens do Universo tinha um estado fisico peculiar, distinto, apenas dele, e por isso ele era uma entidade unica, uma informação unica, e do conjunto das interações entre as suas variaveis surgia um numero, algo como 4837495,9584723001 e o outro seria o numero seguinte e tal. Chamei-os de bits-informação ou genes quanticos. E agora, hoje, para minha surpresa deparo com uma matéria – Física Digital – que não sabia existir mas que está bem relacionada e encaminhada no encalço das minhas conclusões daquela época. Vou ter que deixar registrado aqui para continuar a ampliar este artigo a medida que vou estudando essa matéria, pois ela pode me ajudar a desenvolver meus modelos, por isso abaixo deixo registrado o primeiro paragrafo definidor dela na Wikipedia ( infelizmente não tem a versão em portugues).xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

Mas observe como a partida de dois diferentes caminhos ( os fisicos partindo da pura ordem dos fenomenos fisicos mais as ciencias e mentalidade computacional e eu partindo do efeito final que é a ordem dos fenomenos biológicos mais a mentalidade genética), pode chegar a uma mesma Roma visionaria à distancia e produzir nos dois observadores interpretações tão diferentes. Enquanto eles estão vendo a diferenciação da informação natural como se produzida pela mudança de estado quantico, eu estou vendo que os dois possiveis estados apenas definem a bi-lateral simetria universal, mas o que daria mesmo identidade unica a cada informaçao seria a qualidade final da mistura daquelas sete variaveis num tornado quantico. Para os fisicos a informação inicial pode mudar, para mim não, pois seriam como os genes, que podem se unir em pacotes informacionais novos apenas pela agregação de novos genes devido a mmutações e mesmas estas seriam produzidas pela materialização no Universo de vortices quanticos que ainda não haviam entrado em cena, assim como na genética existem os genes retrógrados. xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx 

     Digital physics……………………………………………………………………………………………..

From Wikipedia, the free encyclopedia In physics and cosmology, digital physics is a collection of theoretical perspectives that start by assuming that the universe is, at heart, describable by information, and is therefore computable. Given such assumptions, the universe can be conceived as either the output of some computer program or as being some sort of vast digital computation device.Digital physics is grounded in one or more of the following hypotheses, listed in order of increasing boldness. The universe, or reality, is:

 OverviewDigital physics suggests that there exists, at least in principle, a program for a universal computer which computes the evolution of the universe in real time. The computer could be, for example, a huge cellular automaton (Zuse 1967), or a universal Turing machine, as suggested by Schmidhuber (1997), who pointed out that there exists a very short program that can compute all possible computable universes in an asymptotically optimal way.Some try to identify single physical particles with simple bits. For example, if one particle, such as an electron, is switching from one quantum state to another, it may be the same as if a bit is changed from one value (0, say) to the other (1). A single bit suffices to describe a single quantum switch of a given particle. As the universe appears to be composed of elementary particles whose behavior can be completely described by the quantum switches they undergo, that implies that the universe as a whole can be described by bits. Every state is information, and every change of state is a change in information (requiring the manipulation of one or more bits). Setting aside dark matter and dark energy, which are poorly understood at present, the known universe consists of about 1080 protons and the same number of electrons. Hence, the universe could be simulated by a computer capable of storing and manipulating about 1090 bits. If such a simulation is indeed the case, then hypercomputation would be impossible.Loop quantum gravity could lend support to digital physics, in that it assumes space-time is quantized. Paola Zizzi has formulated a realization of this concept in what has come to be called “computational loop quantum gravity”, or CLQG[9][10]. Other theories that combine aspects of digital physics with loop quantum gravity are those of Marzuoli and Rasetti[11][12] and Girelli and Livine[13].

( portando, este assunto está apenas sendo iniciado aqui)