Archive for novembro, 2009

Categoria:Mente e/ou Auto-Consciência

terça-feira, novembro 17th, 2009

As fórmulas da Matriz nos fêz desvendar tudo o que existe de físico neste Universo, perceptível aos nossos sentidos. Pode ser que esteja tudo 100% errado, mas desde que a lógica dos circuitos que conectam meus neurônios bate 100% com a unica linha lógica que explica todos os fatos físicos, este desvendamento me satisfaz plenamente.

Porém existe uma excessão – a qual pode não ser uma excessão porque talvez se trate de um fenômeno que não seja físico, ou não seja puramente físico, ou ainda, mesmo que seja físico, não seja um efeito da física deste Universo: trata-se da auto-consciência existente no corpo humano.

Não trato aqui a mente e a auto-consciência como sendo a mesma coisa. A mente, entendo ser aquela parte física da matéria organizada em sistemas que faz o papel de software, ou seja, ela é o fluxo de informações na forma de energia ou outra coisa não visivel mas perceptivel . Ela surgiu com o Big Bang, com os primeiros vórtices quanticos, simplicíssima e veio evoluindo juntos com os sistemas naturais. Mas quando chega no homem, vejo uma separação entre essa mente física e a capacidade de um corpo ter a consciência que existe espaços (mundos, lugares) e existem tempos (a história do passado em outros lugares onde ela não existiu, assim como dos futuros onde ela não vai existir). Essa consciência da existência de coisas não-visiveis não poderia ser auto-consci6encia de um individuo humano sobre sua existência mas sópode ser a auto-consciência da existência do Universo, em sua totalidade. Acho que um animal não-humano tem mente mas não tem essa capacidade. Assim, o corpo humano é o Universo hoje ( aqui e agora nestas regiões), é apenas mais uma das formas que um ser vivente – no caso o Universo – apresenta em um ciclo vital. O homem é o sistema atual evoluido do sistema-universo que nasceu com o Big Bang, é o Universo que adquiriu pernas e caminha, e que começa a tomar consci6encia de sua existência. Por isso, através da consciência, o corpo humano é capaz de absorver e decidir sobre locais e tempos além de seus horizontes imediatos.

Mas como o Universo – ou um corpo material como o humano – adquiriu esta propriedade jamais existente por aqui antes?! Ele inventou-a, tirou-a do nada? Já que não existiam informações aqui para tal? Neste ponto a Matriz mais uma vez continua me surpreendendo: ela tem uma explicação para algo que não tem fisico auto-sustentabilidade como a auto-consciencia, e uma explicação que cabe na lógica do meu cérebro. A chave está quando ela diz que o Universo é uma produção genética. Ou seja, o Universo é um elemento que está reproduzindo algo existente antes e fora dele. Assim como um embrião humano qualquer neste momento e dentro da barriga de alguma mulher está reproduzindo algo que existia antes e existe fora dêle. Ora, se isto é correto, basta deduzir que o gerador do Universo foi e é possuidor de auto-consciência. Então a auto-consciência estaria surgindo apenas agora nêste Universo porque apenas agora ele, como embrião, chegou à forma que a faz emergir. Assim como os olhos ou a genitalia sexual apenas surge no embrião humano quando o feto atingiu certa evolução.

Se a auto-consciência é um fenômeno existente ex-machine, e desde que não conhecemos ainda a forma deste elemento ex-machine, ela pode ser de uma física existente aqui ou ainda não. Como a iris do ôlho humano é de uma substancia que ainda não existia na Terra quando seres vivos ainda não tinham olhos. Mas desde que ela apareceu, foi feita do material fisico aqui existente e obedecendo as mesmas leis de organização da matéria aqui existente.

Eu acho que a auto-consciência é as duas coisas: não é composta por material físíco como os aqui existentes, é feita com matéria física aqui existente e obedece às mesmas leis formadoras de sistemas aqui existentes. Apenas acontece que uma nova e inédita forma dentro deste Universo, produzida por uma elevada organização da matéria, faz emergir uma nova propriedade física. Nova porém não-inédita em termos de mundo, pois ela já existe além deste Universo.

Mas como dissemos acima, o mundo material já não mais contem segredos para nós, a Matriz resolveu tudo. É demasiado temeroso dizer isso e sinto-me mal, como se tivesse cometendo algum pecado ao dizê-lo, mas… tudo o que aí está, foi explicado. Então agora o próximo mistério a resolver é este: a auto-consciência. Nisto, tenho certeza, consumirei meus restantes anos de vida.

Como a mente está ligada aos neurônios?! Como o circuito neural de energia dentro da minha cabeça pode agora emitir uma força e influir num lugar tão distante como o Japão, o qual meus olhos jamais viram, enviando um boné dos Devils para minha sobrinha nissei que lá está? Vai aumentar no Japão o volume de um boné… e esta alteração foi produzida pela misteriosa substancia ou elemento produzida pelo meu cérebro! Como a existência do Japão está projetada nesta substância? Portanto, a auto-consciência possui uma força que influi na matéria física, que atua no meio da matéria da matéria física… e isto sugere que ela seja física. Mas a existência do Japão só existe num lugar: onde o Japão está. No entanto ela está existindo na minha mente tambem. A unica maneira fisica do Japão existir em outro lugar sem ser no solo do Japão seria pondo-se um colossal espelho acima do Japão, de maneira que este se refletisse naquele. Então, isto sugere que a auto-consciência seja de alguma substância física semelhante a espelhos, mesmo que no estado líquido, ou plásmico, ou fluídico.

Esta não é apenas a minha ocupação na vida agora mas a da maioria dos neurologistas e intelectuais que se prezam: como se dá a conexão mente-neuronios?

A outra frente de investigação será a questão de como conectar a auto-consciência humana com a auto-consciência existente além do Universo, ou seja, conectar filho (e/ou filha) com pai e mãe. Mais exatamente, como fazer um embrião se comunicar mentalmente com a mente da mulher que o carrega na barriga?

Outro fator muito importante que já vou adiantado em sua reflexão enquanto nenhum outro ser humano pensa nisso é: a auto-consciência humana é ovo botado fora, portanto, prole abandonada à própria sorte. Resumindo: em todo ciclo macro-evolucionário ( quando o sistema universo salta de uma forma para outra próxima mais evoluida), as primeiras espécies iniciam botando os ovos fora, mas as próximas espécies desenvolvem capacidades para manterem os ovos dentro até o nascimento dos rebentos. Aconteceu com a forma do sistema bio;ogico, onde até os répteis aconteceu a primeira fase, e a partir deles, veio a segunda. No mapa da Matriz a coisa está explicita: o ovo é botado fora pelo buraco negro, cai a vagar no frio espaço interestelar, mas em seguida é mantido dentro, quando cai na órbita de uma esterla e ali é mantido até florescer como estrela.  A absurda condição da existência humana, repleta de tragédias nesta biosfera caótica, indica que a cabeça humana, como ovo portador desta nova nascente criatura conhecida como auto-consciência, se assemelha ao ovo botado fora.  

Pior para nós: torna-se mais dificil, senão impossivel, levar o embrião a comunicar-se mentalmente com seus genitores, se estamos dentro de ovos vagando ao léu, nem sabemos da existência e muito menos do local da existência de genitores. Mas como na Matriz, o ovo botado fora continua sob a supervisão e infalivel cuidados da genitora, esperamos que assim seja conosco.

Enfim, aqui criamos esta categoria, para ir registrando todo material util que porventura surgir – já que, na medida do possivel manteremo-nos atento a tudo que venha a ser noticiado pelos pesquisadores nos laboratórios, e assim continuar esta investigação. 

Mutant genes linked to Parkinson’s in some: study – Visão da Matriz

domingo, novembro 15th, 2009

A fórmula da Matriz é a de um sistema natural fechado quase-perfeito e com isso ela lança luz sôbre muitos fenômenos naturais. Pode contribuir muito nesta grande causa humana que é a de combater a tortura que sofremos devido as malfunções do sistema que é o nosso corpo. Ela oferece uma nova e nunca imaginada perspectiva de como olhar um fenômeno, sua disfunção, comparando-o com os mapas da Matriz. Por isso abrimos esta categoria, “doenças”. onde iremos registrando todas as noticias que nos interessam e na medida permitida pelo nosso escasso tempo, aduzindo comentários destas rápidas comparações. Frases que nos chamam atenção imediata são grifadas em vermelho e comentários em azul.

Sun Nov 15, 2009

http://news.yahoo.com/s/nm/us_parkinsons 

parkinson_disease.jpgDoença de Parkinson

HONG KONG (Reuters) – People of Japanese and European descent who have mutant versions of five genes may be at higher risk of developing Parkinson’s disease, two large teams of researchers have found.

The two independent studies, published in the latest issue of Nature Genetics, involved more than 25,000 participants in total and are the largest studies to date to try to uncover genetic associations behind Parkinson’s disease.

A study in Japan looked only at ethnic Japanese while a second study, in the United States, focused only on people of European heritage.

In the first study, Tatsushi Toda of Japan’s Kobe University and colleagues sequenced the genes of 2,011 participants with the disease and 18,381 others without the disease.

They found that those with the disease had variants of the genes PARK16, BST1, SNCA and LRRK2.

Pelo visto até aqui, a doença de Parkinson está ligada ao processo da entropia. Entropia é uma das maiores tragédias com que a Natureza brindou a espécie humana (e todos os sistemas naturais) pois ela significa a tortura pela degeneração e a morte. É determinada pela Natureza a acontecer em certa idade de um sistema, mas vamos tentar descobrir comno a Natureza enxerga, capta, essa idade, e tentar inibir essa capacidade dela captar isso, ou seja, vamos tentar prolongar cada vez mais o estado crescente e matura;cão do sistema corpo humano. Portanto os genes acima , temos que procurar maior informação possivel e ver onde estão localizados no DNA para tentar ver no DNA como está registrado o circuito do sistema. Já por esta informação apostasmos que estes genes estejam nos postos situados acima da função 4. 

In the second study, researchers led by Andrew Singleton at the National Institutes of Health‘s (NIH) laboratory of neurogenetics in the United States analyzed the genes of more than 5,000 patients of European ancestry who suffer from the disease and detected strong links between Parkinson’s and variants of the genes SNCA and MAPT.

The two teams later compared their data and found that variants of PARK16, SNCA and LRRK2 carry risk of Parkinson’s in both Japanese and European populations, while variants of BST1 and MAPT were population-specific.

“Because previous Parkinson’s genome-wide association studies were too small and lacked power, we worked together to compile and analyze the large data sets needed to identify the elusive genetic variations that play a role in this complex disease,” Singleton said in a statement.

“With this better understanding of the underlying genetic variants involved in the progress of this disorder, we have more insight into the causes and underlying biology of this disease.

“We hope this new understanding will one day provide us with strategies to delay, or even prevent, the development of Parkinson’s disease.”

Parkinson’s is a neurodegenerative disease that affects one to two percent of people over the age of 65.

Então provavelmente os genbes pertencem aos postosd da Função 7.  

 It is characterized by tremors, sluggish movement, muscle stiffness, and difficulty with balance.

Although medical treatments may improve symptoms, there are none that can slow down or halt the progression of the disease.

Sim, não há como evitar a entropia – isto seria eliminar o fenômeno da morte – portanto o segrêdo aqui é estudar todos os possiveis para prolongar os períodos de existências das funções de 2 a 5. 

(Reporting by Tan Ee Lyn; editing by Michael Roddy

Wikipédia

Na continuação deste estudo o artigo da wikipédia digitando-se “doença de Parkinson”é fundamental. Primeiras leituras:

O local primordial de degeneração celular no parkinsonismo é a substância negra, presente na base do mesencéfalo. Vamos então ao mesencéfalo:

a-matriz-universal-como-sistema-astronomico-e-como-celula-vital.jpg  matriz-em-forma-de-software-de-sistema-fechado.jpg     midbrainsuperiorcolliculus.png Mesencéfalo

O mesencéfalo está envolvido na recepção e coordenação de informações sobre a postura corporal.

Muito bom. O formato de LUCA está aí bem visivel. (Raios, a deficiência de se transportar uma imagem para cá estraga tudo! Veja a imagem em wikipedia). Como sabemos, tôda arquitetura no corpo humana são formas derivadas da fórmula da Matriz. Vejamos como ficou aqui esta derivação:

1) A substância negra corresponde ao circuito do sistema, comprovando nossa intuição acima. Com o avanço da entropia os bits-informação do fluxo inicia-se a massificacão deformadora do sistema, começam a sairem fora do canal e a misturar-se com a massa em outros pontos, o que significa a queda da capacidade de contrôle interno do sistema, o que resulta na queda do ritmo do fluxo de informação pelo circuito, enfim, significando cada vez maior lentidão de movimentos.

2) Red nucleus é justo a cópia da Função 1;

3) Superior colliculus é justamente a cópia do pulsar, ou Função 4. Portanto está ligado à função macho do sistema e sendo assim ela deve ter alguma emissão na direção do red nucleus ( a não ser que um sistema aberto desvie essa emissão).

4) Notável! Bem no centro do corpo referente ao pulsar ( superior colliculus)  existe um liquido, denominado “cerebral aqueduct”, da mesma maneira que no centro do pulsar existe o magma contendo as informações ativas do sistema. De fato, Luca foi aqui copiado e a cópia saiu pouco deformada, ou pouco derivada.

5) Spinothalamic tract and medial lemniscus representam  as demais arquiteturas intermediarias entre F1 e F4. Ou seja: planetas e estrelas no sistema astronomico, bases nitrogendas no sistema nucleotídeo, organelas como ribossomos, centríolos, no sistema celular;

( Tema parado aqui, no estudo dos artigos em wikipedia) 

xxxxx

Importante paper na Nature Reviews – Neurology (livre para ler, voltar a ele e analiza-lo):

Depression in Parkinson disease—epidemiology, mechanisms and management

http://www.nature.com/nrneurol/journal/v8/n1/fig_tab/nrneurol.2011.189_F1.html

Nature Reviews Neurology 8, 35-47 (January 2012) | doi:10.1038/nrneurol.2011.189

Dag Aarsland, Sven Påhlhagen, Clive G. Ballard, Uwe Ehrt & Per Svenningsson

FIGURE 1 | Neuronal factors and signaling pathways implicated in depression in PD.

Neuronios e os emissores e receptores de sinais

Como a Natureza Guiou a Evolução do Pensamento, do Codigo de Hammurabi a Jesus Cristo

quinta-feira, novembro 12th, 2009

“Olho por olho, dente por dente”, primeira lei do Código de Hammurabi,  foi a produção de uma mente ainda primitiva e limitada à visão da biosfera caótica terrestre onde feras devoram cordeiros. Dezessete séculos depois, surgiu Jesus Cristo sugerindo que a lei fosse mudada por algo como “Se te bateres numa face, oferecei a outra “. Esta foi uma produção de uma mentalidade incomensurávelmente maior, capacitada a perceber a outra face oculta da Natureza, com a ampla visão do estado de ordem e harmonia do Cosmos. A primeira seguiu à risca um visível mecanismo natural que foi traduzido na terceira Lei de Newton assim: “a cada ação corresponde uma reação de igual intensidade, porem, de sentido contrário”. Olho por olho, dente por dente. Mas a segunda foi baseada no fato de que no espaço sideral qualquer ação deflagradora de violência – tal como a explosão de uma supernova ou o choque de um cometa com um planeta – não produz uma reação violenta em cadeia, mas sim,  a força emanada da violência é absorvida e dissipada pela gravitação universal. Ao ofereceres a outra face estás absorvendo, dissipando e eliminando uma iniciativa violenta. Fantástico e lindo de morrer, o entendimento de como a evolução da mente humana entre Hammurabi e Jesus Cristo seguiu a mesma trajetória que a Natureza exibe quando vai da superficie da Terra ao Cosmos, contem inestimáveis fontes de material para reflexão e torna-se ao mesmo tempo um estimulo de esperança pois indica que a evolução está direcionando nossa mente para um destino de grandeza inimaginável. Hammurabi está para a Natureza da Terra assim como Jesus Cristo está para a Natureza cósmica que contem a Terra.  

Hammurabi foi rei do Império Babilônico  a 3.700 anos atrás, portanto a 17 séculos antes de Jesus Cristo vir ao mundo. Ele ficou conhecido pelo conjunto de leis chamado “O Codigo de Hammurabi”, um dos primeiros conjuntos de leis registrado na História. Estas leis foram escritas num tablete de pedra medindo 2,4 metros e foi achado em 1901.

codeofhammurabi.jpg  Código de Hammurabi na pedra original (clique e amplie a imagem para ver as inscrições)

 Este conjunto de leis para gerir uma sociedade foi o precursor do que hoje denominamos “Constituição Federal”. Interessante é discernir como estas leis revelam o caráter ou visão de mundo de nossos ancestrais em tempos remotos, leis que hoje parecem-nos absurdas mas que na época retratava o entendimento humano da Natureza, pois elas parecem mais as leis naturais que regulam a existência de animais na selva. Por exemplo, como naquela época se acreditava que o céu era imutável, ou seja, que os astros celestes existem eternamente na mesma forma e não se movem, e por isso era a morada dos deuses, Hammurabi (que contou ao povo uma história igual a que contou Moisés: teria sido o escolhido para receber dos deuses as leis escritas em pedra), projetou essa visão do espaço sideral no método em que gravou as leis, escolhendo a palavra escrita e em pedra pois assim aquelas leis permaneceriam também imutáveis.  

Existem 282 leis no Codigo de Hammurabi e torna-se um passeio do humor lendo-as, coisas aparentemente absurdas porem que tornam-se compreensíveis quando entendemos que um povo planeja um sistema social segundo o que ele pensa ser o mundo ou como o mundo funciona. Por exemplo, o sistema social do capitalismo selvagem ganhou força com a descoberta da Evolução e seus conceitos como o da competição pela sobrevivência e propagação dos mais fortes e espertos.

Vejamos alguns exemplos das leis de Hammurabi: 

– Se um homem ataca uma mulher grávida, causando a que ela venha a morrer, a filha do assaltante dever ser morta; 

 – Se alguém acusa um homem, e o acusado pular nas águas do rio e afundar, o acusador ganha a posse da casa do acusado. Mas se o acusado não afundar o rio prova que o acusado não é o culpado, então o acusador deve ser morto e o acusado fica com sua casa;

 Ora, observe como a realidade da Natureza bruta transparece nestas leis: o homem que ataca uma mulher retrata a fera macho que ataca a fêmea, ou a fera maior que ataca o cordeiro, esta fera tem um poder reconhecido e aceito porque lhe foi doado pela Natureza, e o macho não pode por isso ser castigado. Ao invés, vai sua filha que socialmente representa o cordeiro indefeso e manso… e saco de pancadas para todo mundo. Quando penso nisto e recordo como certos povos ainda tratam com opressão e depreciação suas mulheres, chego a concluir que o melhor método para educar os modernos representantes de Hammurabi, como os Saddam Hussein, os Bin Laden e os Talebãs da vida, seria tentar levar a eles de qualquer modo os modernos conhecimentos da astronomia e enfatizar que o firmamento é tão “natureza” como esta que aqui nos envolve.

Porque o rio seria o juiz que julga quem é culpado ou inocente? Penso que devido a Mesopotamia se situar nas regiões áridas e já alcançando os longos desertos, um rio ali devia ser considerado uma dádiva divina, como era acreditado ser o Nilo pelos egipcios. Para daí concluir que o rio seja um veículo utilizado pelos deuses para aplicarem sua justiça não falta muito.

Mas, 1700 anos depois chegou na Terra um homem que não mirava-se no exemplo da realidade imediata natural. Os seres humanos são produtos do caos, a nossa biosfera é governada pelo caos, quem disso duvida que faça como eu, vá viver isolado no inferno da selva amazônica. Aquela é a verdadeira face da Natureza aqui nas dimensões humanas e não o ambiente asfaltado das cidades modernas onde vivemos. Portanto não poderia ser de outra maneira que a mente humana, na sua infancia, se mirasse no exemplo da realidade que viceja à sua volta. Se atacado, seja um animal ou um homem, que procure reagir e empregar nesta reação uma força ao menos equivalente à do agressor, senão, adeus. Mais tarde com a evolução das Ciências e o aprofundamento da Física no conhecimento dos pormenores que regulam os processos entre os corpos, traduziu-se aquela regra natural no famoso dogma da ação e reação, mais exatamente nos palavras de Newton: “Para cada ação há sempre uma reação, oposta e de mesma intensidade.”. Mas quando a Física anunciou ao mundo aquele postulado ela não possuia os modernos instrumentos que revelaram verdades mais profundas da Natureza, a qual não termina na biosfera terrestre, porem se expande pelo espaço sideral. E basta olhar-mos para o céu estrelado para ter-mos a sensação de que lá reina a harmonia, a paz e o estado de ordem. Enquanto os primeiros cientistas ainda eram dominados por aquela visão primitiva da Natureza, foram construindo modelos astronomicos e uma cosmologia repleta de projeções das crenças humanas. Assim o céu foi povoado de eventos violentos, explosivos. E assim as estrelas foram definidas como horrendas fornalhas nucleares, enquanto em nossos modelos vemos uma outra face das estrelas mais ampla no tempo e no espaço, e nossa definição torna-se: “estrelas são como mães atarefadas em amamentarem seus rebentos (os planetas) com seu nectar energético e mantê-los aquecidos e protegidos sob suas asas gravitacionais” ( assim como uma galinha mantem seus rebentos). Eles percebem pontos no espaço que encerram corpos invisiveis mas manifestam sua presença pelos efeitos visiveis à sua volta e os definiram como fantasmagóricos buracos negros piratas e canibais a devorarem mundos inteiros. Nada disso! Os mesmos efeitos visiveis nos levaram a outra definição, à da existência dos buracos brancos rersultantes do turbilhonar de detritos de estrêlas mortas que se reciclam e geram novos astros. Alguém, olhando a olho nu o céu estrelado e exercitando suas naturais faculdades mentais para o Cosmos, sem prévios julgamentos, conseguiria mesmo imaginar algum evento violento por lá? Acontece que, sobre o asfalto ou dentro de salas com ar condicionado, substituindo o olho natural pelo olho da maquina fria do computador e substituindo a razão natural pelas acrobacias exageradas da matemática levadas ao seu ponto ultimo de saturação, fantasmas que não existem, eventos que jamais seriam imaginados, são imaginados e tornam-se tão críveis que vão parar nos textos dos livros escolares para infortunio de nossas crianças.

Todo novo ciclo da macro-evolução universal ( aqueles que fazem o primeiro sistema natural surgido com o Big Bang e denominado “universo” vir rolando e rolando e mudando de forma da super simples do inicio para arquitetura cada vez mais complexa) obedece a um mesmo roteiro: existe uma espécie (seja o sistema atômico, o astronomico ou o biológico) que em determinado momento ocupa o tôpo da Evolução; neste estado ela atingiu seu limite possivel de absorver novas informações e melhorar de qualidade aumentando sua complexidade; neste ponto esta espécie ( que reina absoluta onde se encontra, como os dinossauros reinaram na Terra, como o leão reinou na selva, a baleia no mar, a galáxia no espaço sideral), se acomoda num estado de equilibrio termodinâmico, se super-especializa num modo de existência, fecha as suas portas à evolução e torna-se um beco sem saída, um ramo lateral da àrvore da evolução que seca e se extingue; então a espécie em declinio degenerativo é fragmentada em seus bits-informação, misturada a uma nova paisagem onde altera a ordem do ambiente e promove o caos; mas é o caos necessário para que haja a mistura, a mutação, e a partir daí o reinicio de um novo fluxo do estado de ordem. Caos torna-se ordem, ordem torna-se caos quando almeja eternizar-se como perfeição absoluta, o que significa não-existência. Pois o Universo às nossas vistas parte do imediato caos visto e sentido na pele aqui para elevar-se ao estado de ordem alem dos céus. Ali, com o sistema galáctico ocupando o topo da evolução da matéria, o sistema universal se assentou, se acomodou num aparente equilibrio termodinâmico, por isso o “building block” das galáxias foi atacado pela entropia degenerativa, se fragmentou em seus bits-informação, os quais se tornaram os genes semivivos que vieram a constituir nas superficies dos planetas os primeiros sistemas biológicos. A evolução na sua marcha inexorável!

Projetando o estado do espirito humano que ainda conserva resquicios de violência, sobre o desconhecido Cosmos na tentativa de adivinhar seus segrêdos o homem moderno ainda fala em “a grande explosão, ou o Big Bang”, para definir um ato de fecundação idêntico ao que vemos aqui na Terra quando o invólucro de um espermatozóide se rompe no centro de um óvulo e dá inicio a uma nova criação. Ou calcula que houve uma “explosão de supernova” quando na verdade o evento nada mais foi que a passagem de um pulsar que é a semente de uma estrela para o estado de estrela definida, passagem cujo mecanismo é o mesmo que faz na Terra uma semente desabrochar e revelar a portentosa criatura que ela contem ( se não entendes o que digo, dê uma olhada nos modelos cosmológicos da Teoria da Matriz/DNA Universal).

O que me intriga – e aqui digo “raios… e raios!!!”, foi o fato de há dois mil anos atrás um filósofo de origem humilde ter dado esse incomensurável salto evolutivo no estilo do ” Equilíbrio Pontuado” a teoria evolutiva de Stephen Jay Gould em 1972. Pois Jesus Cristo fêz sim – satisfazendo todos os requerimentos cientificos para tal – uma transposição da interpretação do mundo pelas criaturas limitadas à biosfera terrestre para a interpretação do mundo por elevados seres pensantes que já adivinham os segrêdos da mecânica sideral. Não era possível naquela época conhecer os dois lados da face da Natureza que se divide entre caos e ordem. A harmonia celeste era acreditada ser tal devido ser o reino dos deuses, portanto cheirava mais a um distante reino supernatural. Não havia na Terra nenhum fenômeno revelando a existência do estado de ordem natural. Então, raios, de onde aquele intrometido carpinteiro que vem bagunçar nossa filosofia no estudo da evolução do pensamento, extraiu essa idéia tão cientifica e certeira? Estoure um canhão de mil megatons mandando um torpedo com toneladas de explosivos explodir a abóbada celeste e o verás acontecer será um simples “pum” se perdendo espaço afora. Nenhuma reação. O Universo volta a face direita para quem lhe atinja a esquerda. Se aqui dizemos que grande é o coração de mãe e de inigualavel amor, no Cosmos dizemos que grande é a capacidade de tolerancia e perdão da gravitação universal. Ela jamais reage á violência com a violência.

Pois bem: vamos nos mirar nos exemplos do animais e continuar assim a construir sociedades com sistemas animalizados para todo o sempre ou vamos dar o salto evolutivo iniciando a mirar-nos nos exemplos dos elementos siderais e conseguir finalmente uma sociedade ordeira? Hammurabi ou Jesus Cristo? Bem… mesmo eu que conheço já os modelos da Matriz e percebí qual o destino desta história – portanto se eu como humano quisesse ser selecionado e não descartado pela evolução procuraria mudar o mais rápido possivel – não consigo oferecer a cara para quem me deu uma porrada… e parto para cima como um cavalo, imagino então o quanto será dificel e quanto tempo ainda vai demorar para a Humanidade se desligar da influência da realidade do ambiente que a rodeia.  Mas não está em nosso poder fazer essa escolha: a Natureza evolui assim, partindo de Hammurabi e indo na direção de Cristo, nossa mente é um produto dessa Natureza,  portanto dirigida não por nós mas pelas forças universais naturais e por isso está determinado que a mente humana em sua trajetória evolucionista deixará Hammurabi para trás e alcançará o patamar de Jeus Cristo.  

Surpreendente Possibilidade: Apenas os filhos do Sol foram amaldiçoados. Das outras estrêlas, não!

terça-feira, novembro 10th, 2009

Recente artigo no magazine “Scientific American” nos conduz a uma inquietante conjectura. O artigo trata da solidão do Sol, o qual é diferente da maioria das estrêlas da Via Láctea porque, enquanto elas estão próximas entre si em grandes aglomerados, o Sol é a mais distante e solitária. Baseado nos modelos da Teoria da Matriz/DNA, sou levado a supor que existe para os astros celestes uma opção de escolha, entre tornarem-se sistemas abertos ou sistemas fechados em si mesmos. Se escolhem a primeira opção cercam-se de vizinhos e as formas de vida neles originadas não terão o “gene egoísta”. Mas se optarem pela segunda, como os modelos sugerem que é o caso do Sol, são separadas, isoladas do convivio com vizinhos e suas descendências serão “amaldiçoadas”, pois expressarão o gene egoísta e terão que pagarem o sacrificio de extirpa-lo.

Incrível. A idéia é insólita, mas tem uma lógica imaculada. Para entender isto é preciso conhecer o tópico nesta teoria que encontra um formidável paralelo entre a anatomia de LUCA – o ultimo celestial ancestral dos seres vivos na Terra, o qual é ou contem a própria Terra – o que aconteceu com LUCA, e a fábula da Gênese na Bíblia. O corpo de LUCA é um verdadeiro paraíso, visto de lado tem a forma de uma serpente, mas de cima tem a forma de uma maçã, porem é espirado com ramais na forma de uma árvore, é hermafrodita e portanto possui os ancestrais do homem e da mulher, reciclando a própria massa e energia degradada ele recebe o alimento gratuitamente, mas por se tratar de sistema fechado que é a extrema expressão do egoísmo foi atacado pela entropia que siginifica a morte, houve a queda na direção da superficie deste planeta e aqui se levanta como ser vivo mas condenado a obter o alimento pelo próprio suor. Enfim, só mesmo lendo o tópico e vendo os modelos se entende o que encontramos. Mas o fato surpreendente é que em nossa cosmologia, nosso ancestral não-vivo é um sistema termodinâmico que poderia ser muito bem descrito pela analogia que consta em Genêse.

E agora mais essa! O astronomo autor do artigo chega a insinuar que nossa estrêla foi afastada, banida, sem que se conheça a causa.  Ora, segundo os modelos da Matriz, isso explicaria muita coisa. Sabemos que a nossa Natureza imediata – aqui na superficie deste planeta – é um ambiente em estado de caos, e que produziu uma biosfera caótica. Quem tiver alguma duvida sobre isso, que vá à selva virgem e observe a verdadeira biosfera natural, como os elementos ali se conflitam, se chocam e como são torturados pela existência. Sempre pensei que isto vai contra totalmente a crença de que a Vida seria produto de um Intelligent Designer. Mas… e se realmente existe a opção para os astros escolherem entre sistemas abertos e fechados? Ora isto quer dizer que é respeitado o livre arbitrio – já que existe a possibilidade de escolha – que quem escolhe aquele caminho que deixa aberta a porta da Evolução gera em seu ambiente uma biosfera em estado ordeira onde seus herdeiros possuem uma existência feliz – e quem escolhe fechar aquela porta gera uma biosfera caótica e esse caos será o fator reparador do caráter equivocado. Então… retorna ao rol dos possiveis a possibilidade do Intelligent Designer?!

Questão profundíssima, tanto que nosso cérebro não será capaz de abarca-la e soluciona-la. Ora, sabemos que esse negócio de LUCA como sistema fechado em si mesmo é uma meia-abstração, pois na realidade o que existe é qualquer astro sujeito a um ciclo vital o qual possivelmente pode ressuscitar ou reciclar-se, ou ainda, replicar-se. Se ele estiver isolado, a massa e energia degradada proveniente dele como cadáver vai gerar um buraco branco ou negro como queiram e essa mesma massa e energia será a composição de novo astro, o que na realidade significa que é o mesmo astro anterior. LUCA não é um sistema concretizado materialmente no espaço, portanto não pode ser denominado de sistema fechado. Mas seu estilo de existência, quando isolado, é o próprio de um sistema fechado. Porém, como seria o mesmo LUCA se tivesse optado por ser um sistema aberto? Aqui a coisa se complica para mim. Se ele se abrisse para uma relação de troca com o exterior, digamos, na fase de jovem planeta, iria ele se transformar para a forma de pulsar? Ou do pulsar, aberto, iria para a supernova? Ou formaria outros tipos de astros meio parecidos com pulsar e supernovas? Neste caso quais seriam, onde estariam?

Ou então, a abertura que a evolução ( ou o Intelligent Designer?) espera de um astro, deve acontecer apenas na hora da sua morte? A massa e energia degradada, de um cadaver estelar que convive com vizinhos numa comunidade, Nào é canalizada diretamente para a reprodução do mesmo astro, mas sim vai para uma região onde chegam a mesma matéria de muitas outros cadaveres estelares, ali são misturados, e só então reinicia a reprodução… a qual neste caso nunca iria reproduzir um dos mortos.

Material para pensar, e muito. Será mesmo que um dia, quando houver contacto entre nós e outras formas de vida extra-terrestres, vamos descobrir que eles apenas conhecem a felicidade e nada conhecem das mazelas que nos torturam? Porque não descendem de ancestrais planetários ou estelares amaldiçoados?

Lembro-me de uma analogia. Quando Portugal quis colonizar o Brazil e sabia das agruras da selva tropical, encheu seus navios de bandidos das prisões. Muitos bons cidadãos brasileiros descendem daqueles pioneiros. Será que conosco – falemos da vida tôda na Terra, de todas as espécies – aconteceu o mesmo? Nosso ancestral teria sido banido por uma falta e nós, seus herdeiros, fomos considerados bandidos e por isso isolados e enviados para um inóspito novo mundo? 

Seja como for, note-se que se isto realmente ocorreu, não existiu nada de livre-arbitrio, de excomungação de estrelas, de maldição de descendencias. Tôdas estas palavras, estes nomes, são meras alegorias, pois o que aconteceu na realidade foi o livre fluir das forças naturais, da correnteza inabalavel de causas e efeitos. É possivel que a conjuntura em que se encontrava a nossa galáxia em seus primórdios produziu forças que dispersaram aglomerados de estrelas e aconteceu até mesmo destas forças terem incidindo com maior intensidade em algumas poucas estrelas, etc. Isolada uma estrêla, é possivel que ela se desfaça como as outras , mas diferentemente das outras ela seja refeita fielmente com a mesma matéria, como não poderia deixar de acontecer estando isolada. E que dentro da evolução cosmológica umna estrêla solitária, em suas diversas exist6encias, vá-se distanciando do formato das outras que evoluem em conjunto. Ora, evoluir em conjunto significa maior aquisição de complexidade e portanto maior riqueza de recursos. Se vida surgirem nestas, estas vidas serão mais bem providas. Tudo mecanicamente, natural, causas e efeitos. Mas que, surpreendentemente podem ser descritas por seres humanos na forma de alegorias imaginarias de romances, pecados, maldições, etc., como pode ser o caso da Genêse na Bíblia.

Raios, isto é fantástico. Precisamos destrinchar esta questão.   

Tecnologia pela Matriz: Motor de Carro

terça-feira, novembro 3rd, 2009

O artigo “Motor a Vapor”, piblicado nesta mesma categoria, deve ser lido antes deste, o qual apenas será registrado pois não tenho tempo agora para desenvolvê-lo.

O propósito do motor de um carro é fazer o carro andar. Vamos traduzir isso na linguagem da Natureza. Mais exatamente na linguagem do espirito que jaz sob a Natureza, denominado aqui de Matriz. Para o carro se mover basta dota-lo de rodas e rodas auto-girantes (entendendo-se que elas giram movidas por alguma força que substitua cavalos e homens). Rodas girantes é um fenômeno que tem suas raízes nas órbitas dos sistemas naturais, nos quais existe um nucleo como eixo girante. ( como o nucleo do átomo ou o sol no sistema solar) . Como a natureza produz um nucleo que gira eternamente sobre si mesmo? No átomo, a particula pion indo do proton ao neutron faz esse trabalho num mecanismo que ainda não entendí muito bem, e se eu não entendí, ninguem mais, pois na cabeça de mais ninguem iria se passar esta idéia, enquanto ninguem mais conhece os modelos da Matriz. Suspeito que o mecanismo é o mesmo do motor a vapor quando o braço que sai do cilindro empurra a roda para a frente. O segredo do giro auto-sustentavel estaria na intercalada expressão entre face direita e face esquerda. No átomo, proton torna-se neutron e neutron torna-se proton, dependendo onde se encontra o pion. Em LUCA, o fluxo sistêmico que imita o pion, quando está percorrendo o lado esquerdo expressa este lado da face e portanto este lado da face imita o proton, enquanto o outro lado que não está sendo expressado imita o neutron. Pegou o espirito da coisa? Er… parece que desvendamos o mecanismo do giro auto-sustentável. Expressar uma face, ou um lado da face, significa por esse lado à frente. Porque? É o mesmo caso do atleta que sempre vence a maratona, mas era uma maratona em que ele era o unico, de um atleta só, pois não tem ninguem atras dele. Assim, se apenas um lado de uma face é expressado, ela vai estar sempre na frente. Quando o pion muda, passando a expressar a face direita, ele a situa na frente pelo mesmo motivo: não existe a face esquerda como concorrente. Assim uma roda gira: intercalando a expressão dos lados de uma face. Mas gira sem sair do lugar.

Bem, o que interessa é fazer uma roda girar por alguma maneira que não seja usando a força do homem, e essa roda deve mover-se e carregar um imóvel denominado “carro”. A Natureza deu a dica e o homem percebeu que através de valvulas ele pode imitar o vai-e-vem do pion. Assim, quando o vapor entra de um lado e empurra o pistão que empurra um ponto da roda situado à direita ou atras, para a frente e depois puxa esse mesmo ponto para traz afim de empurrar a parte de traz para a frente, é puro movimento pionico atômico.

Mas tem um problema. No espaço, rodas giram eternamente. Sistemas estelares, galaxias, e mesmo planetas tem esse movimento peculiar. Porem eles não se movem do lugar e muito menos transportam coisa alguma. Nós humanos precisávamos reproduzir estas esferas girantes, mas que movessem do lugar e transportassem carcaças. Como saímos dessa?

Por um golpe genial! As esferas celestes não se movem porque estão isoladas no espaço. Não estão apoiadas sobre coisa alguma. Mas se eu pusesse ( abram caminho para um cientista louco… e perigoso, pois posso alterar as coisas no céu)… se eu pusesse uma tábua embaixo do sistema solar… o sistema solar sairia caminhando. Ou melhor, rodando. Claro! Nem mesmo se a roda girante tivesse vontade própria, conseguiria-se impedir-se que ela se movesse sobre a tabua. Foi esse o golpe genial: botamos uma estrada em baixo da roda. E com isso inventamos o automovel! Tão simples! Me descabelo todo pensando porque não tive essa idéia antes do inventor, mesmo que Arquimedes já tivesse dado a pista com sua “dê-me uma tábua – digo – dê-me uma alavanca e moverei o mundo”. Quando ele disse mundo acho que ele pensava apenas no planeta, mal sabendo ele que poderia perfeitamente ter dito “moverei a galáxia”.   

O motor do carro consegue sua força queimando gazolina, produzindo vapor e movendo as rodas. O sistema natural fechado em si mesmo, representado pelo corpo de LUCA, queima a face direita para expressar a esquerda e assim manter o fluxo em movimento. Depois ele divide a face esquerda em energia e massa para que volte a expressa-la.  A roda gira eternamente. A Natureza fez isso e nosso unico acrescimo foi botar uma estrada embaixo da roda. Ou, em outras palavras, reproduzimos aqui na Terra e com nossos materiais, as rodas girantes que víamos no céu, porem, quando o fizemos, sem querer trouxe-mos as rodas girantes isoladas no espaço sideral para a superficie da Terra, a qual foi a tábua que faltava. A alavanca de Arquimedes.

Bem, daqui para a frente vamos analizar detalhe por detalhe do motor do carro sempre comparando com os modelos da Matriz para daí tentar obter idéias que aprimorem estes motores, ou inventem coisas novas ainda não imaginadas. Por ora, basta olhar o desenho do motor funcionando no website sugerido no artigo anterior e ir procurando qual parte do motor representa qual parte da matriz natural.

Tecnologia pela Matriz: Motor a Vapor

terça-feira, novembro 3rd, 2009

O motor a vapor foi o primeiro tipo de motor a ser amplamente usado. Ele foi inventado por Thomas Newcomen, em 1705, e James Watt fez grandes melhorias nos motores a vapor, em 1769.  

No website, http://ciencia.hsw.uol.com.br/motor-a-vapor.htm

tem tudo explicado e imagens com animação do motor funcionando.

Mas como tôdas as invenções humanas não são criações humanas a partir do nada e sim produtos das intuições inconscientes produzidas por flashes desta nossa memória que tem nela registrada alguma situação no passado da matéria onde a Natureza já aplicava estas invenções, o motor a vapor tambem tem seu correspondente no mundo natural. Onde e quando a Natureza organizou a matéria na forma de motores e utilizando a energia do vapor?

A fórmula da Matriz/DNA nos leva a encontrar a resposta a cerca de 10 bilhões de anos atrás, quando LUCA ( O Ultimo Ancestral Não-Biológico Comum a todos Sistemas Biológicos – que é o building block dos sistemas celestes) foi formado. O motor a vapor é facilmente visivel na Natureza e ele está justamente no modelo do sistema natural na situação de sistema fechado que é ilustrado pela anatomia de LUCA e o estado do software universal que lhe corresponde. Vejamos na imagem a seguir, as primeiras comparações:

motores-a-vapor.gif

                                          Motor a Vapor

 1) O motor apresenta um continuo vai-e-vem ciclico, o que é uma mecanica reprodução da continua auto-reciclagem do ciclo vital de LUCA. Vejamos o diagrama-software de LUCA:

origem-astronomica-dos-cromossomas-sexuais.jpg

2) O pistão representa a função 4 (pulsar) o qual re-lança o fluxo recebido desde a Função 1 ( Nucleo) para perfazer o lado direito do circuito até sua aniquilação na Função 7, que, no caso, é a saída do vapor. (sempre lembrando que isto é melhor visto na imagem animada daquele website); 

3) O vapor, no caso do trem ou da “maria fumaça”, é o constituinte do circuito sistêmico. Portanto ele deve ter sido produzido pela inserção de dois elementos: energia e massa. A massa deve ser a lenha e energia deve ser alguma forma imitando o cometa(Função 5).  A caldeira é a reprodução do turbilhão ígneo localizado no nucleo. Note que o turbilhão em LUCA tanto pode lançar material frio ( se girar muito lentamente de maneira que o material saia devagar e resfrie-se no frio espaço interestelar, o qual funciona como uma serpentina, ou se girar velozmente lançando o material em elevada velocidade). 4) O motor mostrado é um motor a vapor de dupla atuação porque a válvula permite vapor sob alta pressão entrar alternadamente em ambos os lados do cilindro. Entenda-se que “ambos os lados” deve ser traduzido por “ambas as faces”, quando nos voltamos para observar o software da Matriz. Assim, quando o vapor entra no lado esquerdo, note que está sendo expressada a face esquerda da Matriz enquanto a direita não se expressa. E vice-versa. O movimento das rodas do trem é uma segunda projeção da Matriz: quando o braço metalico saindo do cilindro empurra a roda para a frente, está expressando a face esquerda e quando ele retorna, a roda expressa a face direita. Observe que quando o pistão volta-se e empurra o vapor do lado esquerdo é como quando o fluxo sistêmico sai do nucleo e vai criar os corpos das funções 2, 3, 4, mas aqui, como o motor é muito mais simples que LUCA, não precisa de expressar estes corpos por isso o vapor vai direto rumo à F5 e assim expressar a face direita, a qual dá inicio ao processo entrópico terminando com a saída do vapor. A primeira idéia que me ocorre é: existe alguma maneira de introduzir novas peças representando f2 e f3 de forma que melhorasse em algo esse motor?

5) A valvula corrediça é a representação do horizonte de eventos, o qual tem por função dosar as quantidades de entradas e saidas do black hole e selecionar os elementos que entram, função que deu no desenvolvimento das membranas celulares ( e mais tarde, quando a evolução chegou nos animais, essa função-valvula fêz a boca – pois a boca nada mais é que uma valvula abrindo e fechando, e ela veio do horizonte de eventos num buraco negro! Por isso surgiu o bigode, que representa os resquicios mais sólidos e escuros da poeira estelar em torno do buraco negro. Você já parou para pensar porque a Natureza fez essa coisa de bigodes?). Portanto, sempre que tivermos de pensar em valvulas, relembremos a Função 1 e 7 que estão envolvidas com a porta de entrada no nucleo, que dão origem a coisas tão exóticas como os porteiros de boates. É impressionante como as funções sistêmicas universais sempre encontram uma nova maneira de levar a cabo sua missão seja qual for a nova situação que se apresente e impressionante suas atuações quando fazem parte do sistema mental humano. 

( Esta é uma pesquisa em andamento e retornaremos a ela assim que o tempo permitir. )

Tecnologias pela Matriz

terça-feira, novembro 3rd, 2009

Nesta categoria iniciaremos nossa incursão pelos campos das diversas tecnologias, como a tecnologia dos motores, dos circuitos, dos sensores, etc. É preciso entender que a Teoria da Matriz/DNA trouxe ao nosso conhecimento o modelo de uma máquina quase-perfeita ( a perfeição só não é absoluta devido a existência da entropia, a qual determina sua morte), ou do motor auto-sustentável, portanto este modelo deve ser comparado com tôdas nossas produções de máquinas e motores para buscar maneiras de aplicar melhorias que nos beneficiem. Quase certeza que não terei tempo para desenvolver esta tarefa porem pretendo na medida do possivel deixar registrado os primeiros insights e vislumbres que às vezes me acometem nas raras incursões por este ramo das atividades humanas. Por exemplo, logo a seguir vem, nesta mesma categoria, um primeiro artigo-esboço da tecnologia dos motores. Este pode ser o ponto de partida para os estudiosos e profissionais que obram nestas áreas.

Surpreendentes idéias vão surgir aqui, pois apenas a breve incursão pela tecnologia dos motores já nos conduziu a duas conclusões jamais imaginadas:

1) Copiamos a galáxia e o sistema solar na forma de rodas com eixos, raios e aros, mas fomos mais longe que a estraordinária engenharia astronômica. Enquanto as rodas cósmicas girantes praticamente não se movem do lugar e são impossiveis de serem dirigidas, nós, apenas botando uma estrada embaixo dessa roda, criando uma superficie, conseguimos move-las e dirigi-las para onde quisermos!

2) Tôda a parafernália em que consiste nossos motores cujo propósito ultimo é mover carros, são resumidos pela Natureza em apenas uma microscópica particula, a qual consegue o mesmo efeito porem aplicando o mesmo mecanismo!  Me refiro à particula píon que liga o próton ao neutron no nucleo atômico. Mas aí a engenharia natural é fantástica: tomando uma cabeça humana como alegoria, considerando a face como proton e a nuca como neutron, o píon faz o nucleo atômico girar empurrando para a frente um ponto fixo da cabeça expressando a face, e a seguir empurra o mesmo ponto expressando a nuca… e assim a cabeça, digo, o atomo gira eternamente… (pelo mesmo mecanismo que o motor a vapor faz girar as rodas de um trem!). Bem, isso ainda precisa ser averiguado, mas essa simples conjectura ainda vai dar panos para manga… e talvez grandes novidades tecnológicas. 

Mas estamos ainda apenas começando…