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Tecnologia pela Matriz: Motor de Carro

terça-feira, novembro 3rd, 2009

O artigo “Motor a Vapor”, piblicado nesta mesma categoria, deve ser lido antes deste, o qual apenas será registrado pois não tenho tempo agora para desenvolvê-lo.

O propósito do motor de um carro é fazer o carro andar. Vamos traduzir isso na linguagem da Natureza. Mais exatamente na linguagem do espirito que jaz sob a Natureza, denominado aqui de Matriz. Para o carro se mover basta dota-lo de rodas e rodas auto-girantes (entendendo-se que elas giram movidas por alguma força que substitua cavalos e homens). Rodas girantes é um fenômeno que tem suas raízes nas órbitas dos sistemas naturais, nos quais existe um nucleo como eixo girante. ( como o nucleo do átomo ou o sol no sistema solar) . Como a natureza produz um nucleo que gira eternamente sobre si mesmo? No átomo, a particula pion indo do proton ao neutron faz esse trabalho num mecanismo que ainda não entendí muito bem, e se eu não entendí, ninguem mais, pois na cabeça de mais ninguem iria se passar esta idéia, enquanto ninguem mais conhece os modelos da Matriz. Suspeito que o mecanismo é o mesmo do motor a vapor quando o braço que sai do cilindro empurra a roda para a frente. O segredo do giro auto-sustentavel estaria na intercalada expressão entre face direita e face esquerda. No átomo, proton torna-se neutron e neutron torna-se proton, dependendo onde se encontra o pion. Em LUCA, o fluxo sistêmico que imita o pion, quando está percorrendo o lado esquerdo expressa este lado da face e portanto este lado da face imita o proton, enquanto o outro lado que não está sendo expressado imita o neutron. Pegou o espirito da coisa? Er… parece que desvendamos o mecanismo do giro auto-sustentável. Expressar uma face, ou um lado da face, significa por esse lado à frente. Porque? É o mesmo caso do atleta que sempre vence a maratona, mas era uma maratona em que ele era o unico, de um atleta só, pois não tem ninguem atras dele. Assim, se apenas um lado de uma face é expressado, ela vai estar sempre na frente. Quando o pion muda, passando a expressar a face direita, ele a situa na frente pelo mesmo motivo: não existe a face esquerda como concorrente. Assim uma roda gira: intercalando a expressão dos lados de uma face. Mas gira sem sair do lugar.

Bem, o que interessa é fazer uma roda girar por alguma maneira que não seja usando a força do homem, e essa roda deve mover-se e carregar um imóvel denominado “carro”. A Natureza deu a dica e o homem percebeu que através de valvulas ele pode imitar o vai-e-vem do pion. Assim, quando o vapor entra de um lado e empurra o pistão que empurra um ponto da roda situado à direita ou atras, para a frente e depois puxa esse mesmo ponto para traz afim de empurrar a parte de traz para a frente, é puro movimento pionico atômico.

Mas tem um problema. No espaço, rodas giram eternamente. Sistemas estelares, galaxias, e mesmo planetas tem esse movimento peculiar. Porem eles não se movem do lugar e muito menos transportam coisa alguma. Nós humanos precisávamos reproduzir estas esferas girantes, mas que movessem do lugar e transportassem carcaças. Como saímos dessa?

Por um golpe genial! As esferas celestes não se movem porque estão isoladas no espaço. Não estão apoiadas sobre coisa alguma. Mas se eu pusesse ( abram caminho para um cientista louco… e perigoso, pois posso alterar as coisas no céu)… se eu pusesse uma tábua embaixo do sistema solar… o sistema solar sairia caminhando. Ou melhor, rodando. Claro! Nem mesmo se a roda girante tivesse vontade própria, conseguiria-se impedir-se que ela se movesse sobre a tabua. Foi esse o golpe genial: botamos uma estrada em baixo da roda. E com isso inventamos o automovel! Tão simples! Me descabelo todo pensando porque não tive essa idéia antes do inventor, mesmo que Arquimedes já tivesse dado a pista com sua “dê-me uma tábua – digo – dê-me uma alavanca e moverei o mundo”. Quando ele disse mundo acho que ele pensava apenas no planeta, mal sabendo ele que poderia perfeitamente ter dito “moverei a galáxia”.   

O motor do carro consegue sua força queimando gazolina, produzindo vapor e movendo as rodas. O sistema natural fechado em si mesmo, representado pelo corpo de LUCA, queima a face direita para expressar a esquerda e assim manter o fluxo em movimento. Depois ele divide a face esquerda em energia e massa para que volte a expressa-la.  A roda gira eternamente. A Natureza fez isso e nosso unico acrescimo foi botar uma estrada embaixo da roda. Ou, em outras palavras, reproduzimos aqui na Terra e com nossos materiais, as rodas girantes que víamos no céu, porem, quando o fizemos, sem querer trouxe-mos as rodas girantes isoladas no espaço sideral para a superficie da Terra, a qual foi a tábua que faltava. A alavanca de Arquimedes.

Bem, daqui para a frente vamos analizar detalhe por detalhe do motor do carro sempre comparando com os modelos da Matriz para daí tentar obter idéias que aprimorem estes motores, ou inventem coisas novas ainda não imaginadas. Por ora, basta olhar o desenho do motor funcionando no website sugerido no artigo anterior e ir procurando qual parte do motor representa qual parte da matriz natural.

Tecnologia pela Matriz: Motor a Vapor

terça-feira, novembro 3rd, 2009

O motor a vapor foi o primeiro tipo de motor a ser amplamente usado. Ele foi inventado por Thomas Newcomen, em 1705, e James Watt fez grandes melhorias nos motores a vapor, em 1769.  

No website, http://ciencia.hsw.uol.com.br/motor-a-vapor.htm

tem tudo explicado e imagens com animação do motor funcionando.

Mas como tôdas as invenções humanas não são criações humanas a partir do nada e sim produtos das intuições inconscientes produzidas por flashes desta nossa memória que tem nela registrada alguma situação no passado da matéria onde a Natureza já aplicava estas invenções, o motor a vapor tambem tem seu correspondente no mundo natural. Onde e quando a Natureza organizou a matéria na forma de motores e utilizando a energia do vapor?

A fórmula da Matriz/DNA nos leva a encontrar a resposta a cerca de 10 bilhões de anos atrás, quando LUCA ( O Ultimo Ancestral Não-Biológico Comum a todos Sistemas Biológicos – que é o building block dos sistemas celestes) foi formado. O motor a vapor é facilmente visivel na Natureza e ele está justamente no modelo do sistema natural na situação de sistema fechado que é ilustrado pela anatomia de LUCA e o estado do software universal que lhe corresponde. Vejamos na imagem a seguir, as primeiras comparações:

motores-a-vapor.gif

                                          Motor a Vapor

 1) O motor apresenta um continuo vai-e-vem ciclico, o que é uma mecanica reprodução da continua auto-reciclagem do ciclo vital de LUCA. Vejamos o diagrama-software de LUCA:

origem-astronomica-dos-cromossomas-sexuais.jpg

2) O pistão representa a função 4 (pulsar) o qual re-lança o fluxo recebido desde a Função 1 ( Nucleo) para perfazer o lado direito do circuito até sua aniquilação na Função 7, que, no caso, é a saída do vapor. (sempre lembrando que isto é melhor visto na imagem animada daquele website); 

3) O vapor, no caso do trem ou da “maria fumaça”, é o constituinte do circuito sistêmico. Portanto ele deve ter sido produzido pela inserção de dois elementos: energia e massa. A massa deve ser a lenha e energia deve ser alguma forma imitando o cometa(Função 5).  A caldeira é a reprodução do turbilhão ígneo localizado no nucleo. Note que o turbilhão em LUCA tanto pode lançar material frio ( se girar muito lentamente de maneira que o material saia devagar e resfrie-se no frio espaço interestelar, o qual funciona como uma serpentina, ou se girar velozmente lançando o material em elevada velocidade). 4) O motor mostrado é um motor a vapor de dupla atuação porque a válvula permite vapor sob alta pressão entrar alternadamente em ambos os lados do cilindro. Entenda-se que “ambos os lados” deve ser traduzido por “ambas as faces”, quando nos voltamos para observar o software da Matriz. Assim, quando o vapor entra no lado esquerdo, note que está sendo expressada a face esquerda da Matriz enquanto a direita não se expressa. E vice-versa. O movimento das rodas do trem é uma segunda projeção da Matriz: quando o braço metalico saindo do cilindro empurra a roda para a frente, está expressando a face esquerda e quando ele retorna, a roda expressa a face direita. Observe que quando o pistão volta-se e empurra o vapor do lado esquerdo é como quando o fluxo sistêmico sai do nucleo e vai criar os corpos das funções 2, 3, 4, mas aqui, como o motor é muito mais simples que LUCA, não precisa de expressar estes corpos por isso o vapor vai direto rumo à F5 e assim expressar a face direita, a qual dá inicio ao processo entrópico terminando com a saída do vapor. A primeira idéia que me ocorre é: existe alguma maneira de introduzir novas peças representando f2 e f3 de forma que melhorasse em algo esse motor?

5) A valvula corrediça é a representação do horizonte de eventos, o qual tem por função dosar as quantidades de entradas e saidas do black hole e selecionar os elementos que entram, função que deu no desenvolvimento das membranas celulares ( e mais tarde, quando a evolução chegou nos animais, essa função-valvula fêz a boca – pois a boca nada mais é que uma valvula abrindo e fechando, e ela veio do horizonte de eventos num buraco negro! Por isso surgiu o bigode, que representa os resquicios mais sólidos e escuros da poeira estelar em torno do buraco negro. Você já parou para pensar porque a Natureza fez essa coisa de bigodes?). Portanto, sempre que tivermos de pensar em valvulas, relembremos a Função 1 e 7 que estão envolvidas com a porta de entrada no nucleo, que dão origem a coisas tão exóticas como os porteiros de boates. É impressionante como as funções sistêmicas universais sempre encontram uma nova maneira de levar a cabo sua missão seja qual for a nova situação que se apresente e impressionante suas atuações quando fazem parte do sistema mental humano. 

( Esta é uma pesquisa em andamento e retornaremos a ela assim que o tempo permitir. )

Tecnologias pela Matriz

terça-feira, novembro 3rd, 2009

Nesta categoria iniciaremos nossa incursão pelos campos das diversas tecnologias, como a tecnologia dos motores, dos circuitos, dos sensores, etc. É preciso entender que a Teoria da Matriz/DNA trouxe ao nosso conhecimento o modelo de uma máquina quase-perfeita ( a perfeição só não é absoluta devido a existência da entropia, a qual determina sua morte), ou do motor auto-sustentável, portanto este modelo deve ser comparado com tôdas nossas produções de máquinas e motores para buscar maneiras de aplicar melhorias que nos beneficiem. Quase certeza que não terei tempo para desenvolver esta tarefa porem pretendo na medida do possivel deixar registrado os primeiros insights e vislumbres que às vezes me acometem nas raras incursões por este ramo das atividades humanas. Por exemplo, logo a seguir vem, nesta mesma categoria, um primeiro artigo-esboço da tecnologia dos motores. Este pode ser o ponto de partida para os estudiosos e profissionais que obram nestas áreas.

Surpreendentes idéias vão surgir aqui, pois apenas a breve incursão pela tecnologia dos motores já nos conduziu a duas conclusões jamais imaginadas:

1) Copiamos a galáxia e o sistema solar na forma de rodas com eixos, raios e aros, mas fomos mais longe que a estraordinária engenharia astronômica. Enquanto as rodas cósmicas girantes praticamente não se movem do lugar e são impossiveis de serem dirigidas, nós, apenas botando uma estrada embaixo dessa roda, criando uma superficie, conseguimos move-las e dirigi-las para onde quisermos!

2) Tôda a parafernália em que consiste nossos motores cujo propósito ultimo é mover carros, são resumidos pela Natureza em apenas uma microscópica particula, a qual consegue o mesmo efeito porem aplicando o mesmo mecanismo!  Me refiro à particula píon que liga o próton ao neutron no nucleo atômico. Mas aí a engenharia natural é fantástica: tomando uma cabeça humana como alegoria, considerando a face como proton e a nuca como neutron, o píon faz o nucleo atômico girar empurrando para a frente um ponto fixo da cabeça expressando a face, e a seguir empurra o mesmo ponto expressando a nuca… e assim a cabeça, digo, o atomo gira eternamente… (pelo mesmo mecanismo que o motor a vapor faz girar as rodas de um trem!). Bem, isso ainda precisa ser averiguado, mas essa simples conjectura ainda vai dar panos para manga… e talvez grandes novidades tecnológicas. 

Mas estamos ainda apenas começando…