Archive for fevereiro, 2010

Antes de julgar a Teoria da Matriz/DNA Universal, leia isto

sexta-feira, fevereiro 26th, 2010

(Categoria “Ciência Acadêmica” com os prós e contras. Ver artigos: 

1) A Verdade Desaparece pelo “Efeito Declinante” – The Truth Wears Off by the ” The Decline Effect”. 

2)  Lista dos descobridores independentes ridicularizados mas depois justificados.  

CLOSEMINDED SCIENCE 

 http://amasci.com/weird/wclose.html 

Examinando os aspectos negativos da dinâmica social da ciência.

Eu não tenho tempo para tal e nem estou interessado em discutir abstrações tais como se esta teoria é científica, mística, ou apenas empírica, se é ciência acadêmica ou se sou mais um lunático vendedor de óleo de serpente, se é possível ou impossível: estou atrás de fatos, apenas fatos e reais, devidamente comprovados, que sirvam para testar os modêlos. Mas ninguém me ajuda nesta tarefa, e não condeno a Humanidade por isto, porque os motivos de todos foram os meus mesmos motivos quando me deparei com os modêlos pelas primeiras vêzes. Mas passados 30 anos de testes e hoje com o acumulo de evidências a favor da teoria, sinto muito a falta de ajuda que poderia acelerar e diversificar êstes  testes. Quando utilizo argumentos baseados nesta teoria num debate qualquer pela Internet, a imediata reação dos intelectuais formados pela visão de mundo da Academia é ridicularizar, ironizar o argumento, afirmar que preciso estudar o argumento correto e então me fornecem links para documentos cientificos os quais estou cansado de estuda-los. Os fatos apresentados nestes documentos foram por mim utilizados para testar os modêlos, e concluí que, ou em nada se referem aos fenômenos naturais tratados nos modêlos, ou que re-enforçam aprovando os modêlos. Parece que os acadêmicos perderam seus freios sôbre suas faculdades mentais pelo ceticismo emanado de uma visão de mundo particular, e desde que é uma visào de mundo humana, certamente é temporária, sera completada ou alterada, não pode ser definitiva. Pois como explicar que alguém te interrompa quando inicias a apresentar um argumento te mandando consultar algo que nada tem a ver com seu argumento ou que comprove o seu argumento? Claro que há algo errado com tal sujeito, e o que tenho feito é parar o debate imediatamente, não vai me ajudar em nada a opinião de quem está raciocinando de forma não-natural. Não estou aqui para ser doutrinado em nenhuma doutrina ( quem descobre uma nova e inédita visão do mundo é porque não estava doutrinado em nenhuma das anteriores), mas sim para debater as diferentes interpretações sôbre um mesmo fato em busca da interpretação correta a qual endireita nossos caminhos e não nos leve a continuar quebrando dolorosamente a cara contra a parêde, como aconteceu que tôdos os impérios e civilizações construídos pelo homem caíram porque foram contruídas com visões equivocadas da realidade. Então encontrei uma obra que pensa brilhantemente êste vício mental que afeta tais sujeitos, com uma lista enorme de evidências provando que o vício produz malefícios, e como preciso dela para tentar despertar tão afoitos contestadores, vou deixa-la aqui registrado para sempre que necessário me socorrer dela. Trata-se inicialmente de um website intitulado:  CLOSEMINDED SCIENCE, pelo autor Bill Beauty, no enderêço:http://amasci.com/weird/wclose.htmlEu concordo que uma idéia nunca imaginada antes, nunca divulgada em lugar algum, que é contrária a outra idéia largamente divulgada, nos faça reagir negativamente contra ela. Mas a História apresenta uma lista interminável de casos de indivíduos que apresentaram a nova e estranha idéia, foram rechaçados pela reação negativa de tôdos, mas depois as evidências da realidade provaram que êle era o único que pensou certo e todos os outros pensaram errado. Claro que não tenho a presunção de ser inserido nesta lista, meu interêsse como disse antes são “os fatos”. O autor inicia dizendo: “O ceticismo é uma ferramenta preliminar da ciência. Mas nós seremos hipócritas se nós nunca dirigimos um olho céptico para o próprio ceticismo científico. Os comportamentos imperfeitos e errados estão livres para crescer sem limite, e o cepticismo não é imune a este problema. Descontrolada credulidade pode destruir a Ciência, mas a desenfreada descrença não é uma ameaça menor pois pode produzir uma polarização que lide apenas com um restrito aspecto dos fenômenos naturais, ridicularizando quaisquer idéias que ultrapassem estas fronteiras e que nunca foram experimentadas. O melhor é adotar uma trilha média entre a mentalidade totalmente fechada e a credulidade total.” “A mente gosta de uma idéia estranha tão pouco como o corpo gosta de uma proteína estranha e a resiste com energia similar. Talvez não seria demasiado fantástico dizer que uma idéia nova é o antígeno de mais rapidamente actuação conhecido à ciência. Se nós prestar-mos atenção, nós nos  encontraremos frequentemente nêste êrro em que nós começamos a discutir uma idéia nova mesmo antes que ela esteja indicada completamente.” – Wilfred Trotador, 1941 

Lista dos descobridores independentes ridicularizados mas depois justificados:  

  

·         Crick e Watson (ADN)  

Foram instruídos a abandonarem sua pesquisa, a universidade não disponilizava seus recursos principalmente depois que Pauling, que era um doutor academic, que estava fazendo a pesquisa mas com diferente abordagem, ridicularizou-os como “amadores que nada sabem”.  Como essa pesquisa não era laboratorial, no sentido de empregar utensílios e experiências laboratoriais, mas era mais uma pesquisa filosófica naturalista ( tentar conectar os fatos de novas maneiras até que uma faça sentido) Crick e Watson continuaram-na clandestinamente, ilicita mesmo de acôrdo com os regulamentos acadêmicos. Da mesma forma a Teoria da Evolução não surgiu de experimentação labotatorial mas sim por uma nova maneira de conectar os fatos. Mas também a Teoria da Matriz/DNA foi resultado do mesmo método.·         Baird, John L. (câmara de televisão) 

Quando o primeiro sistema de televisão foi demonstrado à sociedade real (cientistas britânicos,) escarnecedores ridicularizam-no. 

·         C.J. Doppler (efeito de Doppler)  

Propôs  uma teoria do efeito de Doppler ótico em 1842, mas foi oposicionado  amargamente por duas décadas porque não sua teoria coube com a física aceitada do tempo (contradisse a teoria Luminiferous do Aether). O Efeito Doppler foi provado finalmente para em 1868 em que  W. Huggins observou deslocamentos vermelhos e deslocamentos azuis em espectros estelares. Infelizmente isto era quinze anos depois que Doppler tinha morrido.  

E assim a lista continua. Se o leitor não quiser ir no site original e ver a tradução ainda mec6anica aqui, veja um nome e depois o procure nas definições abaixo.

Arrhenius (química do íon)  

Alfven, Hans (galáxia-escale a dinâmica do plasma)  

Bakker, dinossauros de Robert (rápido, warm-blooded)  

Bardeen & Brattain (transistor)  

Bretz J Harlen (geologia da idade de gelo)  

Chandrasekhar, Subrahmanyan (buracos negros em 1930)  

Chladni, Ernst (meteorito em 1800)  

Crick & Watson (ADN)  

Doppler (efeito de Doppler ótico)  

Povos, Robert L. (existência e importância do nanobacteria)  

Galvani (bioelectricidade)  

Harvey, William (circulação do sangue, 1628)  

Krebs (energia do ATP, ciclo de Krebs)  

Galileo (suportado o ponto de vista Copernican)  

Gauss, Karl F. (geometery nonEuclidean)  

Binning/Roher/Gimzewski (microscópio da exploração-escavação de um túnel)  

Goddard, Robert (navios de espaço rocket-powered)  

Goethe (teoria da cor da terra)  

Ouro, Thomas (depósitos non-biological profundos do petróleo)  

Ouro, Thomas (bactérias da mina profunda)  

Lister, J (sterilizing)  

T Maiman (laser)  

Os “conceitos que provaram que útil para requisitar coisas supor facilmente tão grande uma autoridade sobre nós, de que nós esquecemos sua origem terrestre e aceitamo-las como fatos unalterable. Tornam-se então etiquetados como “necessidades conceptuais,” etc. A estrada do progresso científico é obstruída freqüentemente por longos períodos por tais erros. “- Einstein  

Margulis, Lynn (organelles endosymbiotic)  

Mayer, Julius R. (a lei da conservação de energia)  

Marshall, B (úlceras causadas pelas bactérias, pelos piloros do helicobacter)  

McClintlock, Barbara (elementos, de “genes salto”, transposons genéticos móveis)  

Newlands, J. (tabela periódica do pre-Mendeleev)  

Nottebohm, F. (neurogenesis: os cérebros podem crescer os neurônios)  

Ohm, George S. (lei de ohm)  

Ovshinsky, Stanford R. (dispositivos de semicondutor amorfos)  

Pasteur, Louis (teoria de germe da doença)  

Prusiner, Stanley (existência dos prions, 1982)  

Rous, Peyton (cancro da causa dos vírus)  

Semmelweis, I. (mãos da lavagem dos cirurgiões, febre puerperal)  

Steen-McIntyre, Virgínia (villiage dos indianos dos E.U. do sudoeste, 300,000BC)  

Tesla, Nikola (ressonância elétrica da terra, ressonância de “Schumann”)  

Tesla, Nikola (motor de C.A. sem escova)  

Van’t Hoff de J H (as moléculas são 3D)  

Warren, Warren S (falha na teoria de MRI)  

Wegener, Alfred (tração continental)  

Wright, Wilbur & Orville (máquinas de vôo)  

Zwicky, Fritz (existência da matéria escura, 1933)  

Zweig, George (teoria do quark)  

“O estudo da história é um antídoto poderoso à arrogância contemporânea. Humbling para descobrir não uma vez quanto de nossas suposições simplistas, que nos parecem novos e plausíveis, foram testados antes, mas muitas vezes e em guisas inumeráveis; e descoberto para estar, a grande custo humano, completamente falso.” – Paul Johnson  

  

Arrhenius (química do íon)  

Sua idéia que os eletrólitos estão cheios de átomos carregados foi considerada louca. A teoria atômica era nova naquele tempo, e todos “soube” que os átomos eram indivisible (e daqui não poderiam perder ou ganhar nenhuma carga elétrica.) Por causa de sua idéia heretical, recebeu somente seu grau de universidade por uma margem muito estreita.  


 

Hans Alfven (galáxia-escale a dinâmica do plasma)  

Os astrónomos pensaram que a gravidade sozinho é importante em sistemas solares, nas galáxias, na idéia etc. Alfven que a física de plasma é de igual ou a maior importância à gravidade derided por décadas.  

 


 

  

Robert dinossauros de Bakker (rápido, warm-blooded)  

Todos sabe que os dinossauros são como monstro de Gila ou tartarugas grandes: grande, lento, e intolerante do frio. E são tudo monótonos verde-oliva colorido demasiado! :)  

   


 

  

Bardeen & Brattain (transistor)  

Ridiculed, mas sua saliência W. Shockley nixed sua idéia, e quando começaram a investigar, fêz-lhes o batente. Montaram o seu ponto-contatam a experiência em um carro rodado e continuaram. Poderiam shove o em um armário sempre que a saliência veio perto.  

   


 

  

J Harlen Bretz  

Décadas resistidas do escárnio como o laughingstock do mundo da geologia. Seu crime era insistir que as quantidades enormes de evidência mostraram que a paisagem do deserto do “scabland” do estado de Washington oriental tinha resistido uma catástrofe antiga: uma inundação de proporções staggering. Este era heresia imediato, desde a comunidade da geologia do tempo teve a opinião dogmático em uma posição “uniformitarian”, onde todas as mudanças devessem ocorrer incremental sobre escalas de tempo vastas. Bretz foi justificado nos anos 50. Citações: “Todos meus inimigos estão inoperantes, assim que eu tenho ninguém a regozijar-se sobre.”  

   


 

  

Subrahmanyan Chandrasekhar (buracos negros em 1930, squashed por Eddington)  

Chandra originou a teoria do buraco negro e publicou diversos papéis. Foi atacado viciously por seu senhor Arthur Eddington do colega do fim, e sua teoria foi desacreditada nos olhos da comunidade de pesquisa. Eram errados, e Eddington tomou aparentemente tal ação forte baseada em uma teoria incorreta do animal de estimação do seus próprios. Na extremidade Chandra não poderia mesmo levar a cabo uma carreira em Inglaterra, e moveu sua pesquisa para o U. de Chicago em 1937, trabalhando na obscuridade relativa por décadas. Outro redescobriram a teoria do buraco negro trinta anos mais tarde. Ganhou o prêmio 1983 de Nobel na física, reconhecimento principal somente cinqüênta anos. Nunca subestime a tendência deseguimento da comunidade da física, ou o poder do ridículo quando usado por povos da estatura tais como Eddington.  

  


 

Chladni (meteorito em 1800)  

A comunidade científica considerou meteorito na mesma maneira que os cientistas modernos consideram abducções do UFO e o fenômeno psíquico: as superstições catitas acreditaram somente por povos do camponês. Todos os relatórios de testemunha ocular foram descridos. Em um ponto o ridículo tornou-se tão intenso que muitos museus com os meteorito em suas coleções da geologia decidiram trash aquelas amostras valiosas. (O cepticismo às vezes hostil controla a realidade, e a evidência a mais forte é editada para conformar-se às descrenças do consenso.) Finalmente no 1800’s adiantado Ernst Chladni sentou realmente para baixo e inspecionou a evidência profissional, e encontrou que os meteorito reivindicados eram rochas conhecidas inteiramente desiguais da terra. Seu estudo mudou algumas mentes. Certas grandes quedas do meteoro foram testemunhadas ao mesmo tempo por cientistas, e a maioria que insistiu que somente os camponeses ignorantes viram nunca tais coisas shamed no silêncio. A maré da descrença desloc… contudo deste evento importante não é ensinada aos estudantes da ciência, e aquelas ignorantes de tal história repetem tais falhas repetidamente, como com a descrença hostil a respeito do relâmpago da esfera. 

 


 

  

Povos de Robert L. (existência e importância do nanobacteria)  

As bactérias descobertas com diâmetros distante abaixo de 200nM extensamente atual nas amostras minerais, capazes a ambas metabolizam metais e para criar encrustations do cálcio. Props seu grande papel na criação da rocha “metamórfica” e da corrosão diária do metal. Estas idéias foram rejeitadas com hostilidade porque o diâmetro bacteriano é demasiado pequeno incluir bastante material genético ou ribosomes, e parecem imunes às técnicas comuns da esterilização.  

   


 

  

Galvani (bioelectricidade)  

“Chamam-me o instrutor da dança das râs.”  

   


 

  

William Harvey (circulação do sangue)  

Sua descoberta da circulação de sangue causou a comunidade científica do momento de condená-lo ao ostracismo.  

   


 

  

Krebs (energia do ATP, ciclo de Krebs)  

   


 

  

Galileo (suportado o ponto de vista Copernican)  

Não era as autoridades da igreja que recusaram olhar através de seu telescópio. Era seus cientistas companheiros! Pensaram que isso usar um telescópio era uma perda de tempo, desde mesmo se viram a evidência para reivindicações de Galileo, ele poderia somente ser porque Galileo bewitched as.  

   


 

  

Gauss de Karl F. (geometery nonEuclidean)  

Manteve o segredo sua descoberta da geometria não-Euclidean por trinta anos por causa do medo do ridículo. O trabalho similar mais tarde publicado de Lobachevsky e ridiculed. Depois que a morte dos gauss seu trabalho foi publicada finalmente, mas mesmo então tomou décadas para Noneuclidean Geometery para virar matematicamente a opinião “pura” do grego do geometery, e para ganhar a aceitação entre os profissionais.  

   


 

  

Binning/Roher/Gimzewski (microscópio da exploração-escavação de um túnel)  

Inventado em 1982, outros cientistas de superfície recusaram acreditar que aquele átomo-escala a definição era possível, e as demonstrações do STM em 1985 estiveram encontradas ainda pela hostilidade, pelos gritos, e pelo riso dos especialistas no campo da microscopia. Seus descobridores ganharam o prêmio de Nobel em 1986, que foi distante em forçar uma mudança raramente rápida na atitude dos colegas.  

   


 

  

R. Goddard (navios de espaço rocket-powered)  

Goddard era relativamente obscuro até finais de 1944, quando aquelas fantasia repugnantes de Jules-Verne, os navios de espaço rocket-powered, chover começado para baixo em Londres durante WWII. (Pela analogia, imagine a consternação da comunidade científica se Iraque respondeu à tempestade de deserto com as frotas de UFOs de incandescência w/deathrays!) 

“O procedimento inteiro [do tiro sobe rapidamente no espaço]… apresenta a dificuldades de tão fundamental uma natureza, isso nós somos forçados a demitir essencialmente a noção como impraticável, apesar da apelação insistente do autor põr de lado prejudic e recordar a impossibilidade suposta do vôo do pesado-do que-ar antes que estêve realmente realizada.”
– Senhor Richard camionete der Riet Wooley, astrónomo britânico, revendo foguetes de P.E. Cleator “no espaço”, NATUREZA, março 14, 1936
 

“Esta idéia insensata do tiro na lua é um exemplo dos comprimentos absurdos a que a especialização vicioso carreg cientistas.” – A.W. Bickerton, físico, NZ, 1926  

   


 

  

Goethe (teoria da cor da terra)  

   


 

  

T. Ouro (depósitos non-biological profundos do petróleo)  

   


 

  

T. Ouro (micróbios da mina profunda)  

   


 

  

J. Lister (sterilizing)  

   


 

  

T. Maiman (laser)  

Ridiculed, mas sua saliência disse o No. a sua “idéia do maser ótico”. Maiman recebeu o financiamento somente depois a ameaça parar e levar a cabo o laser em sua garagem. Contudo, a pesquisa em curso era uma batalha, e seu financiamento foi puxado duas vezes.  

   


 

  

Lynn Margulis (organelles endosymbiotic)  

Em 1970 Margulis foi negado não somente o financiamento mas igualmente sujeitado ao escárnio intenso por revisores no NSF. “Eu fui girado lisa para baixo,” Margulis disse, e os oficiais das concessões adicionaram “que eu devo nunca se aplicar outra vez.” Os livros de texto citam hoje sua descoberta como o fato; as pilhas dessa planta e de animal são realmente as comunidades das bactérias de cooperação. Mas não fazem nenhuma menção das barreiras erigidas pela comunidade biológica de encontro a estas idéias novas. Mesmo as idéias de Margulis sobre a cooperação na evolução não são aceitadas hoje extensamente, e estão fazendo somente o progresso lento de encontro à suposição que a evolução envolve exclusivamente o egoismo absoluto e a competição pura.  

   


 

  

Julius R. Mayer (a lei da conservação de energia)  

O papel original de Mayer foi rejeitado insolente pelos jornais principais da física do tempo.  

   


 

  

B. Marshall (úlceras causadas pelas bactérias, pelos piloros do helicobacter)  

As úlceras estomacais são causadas pelo ácido. Todos os médicos souberam este. Marshall necessário aproximadamente?? anos para convencer o estabelecimento médico mudar sua opinião e aceitar que seu conhecimento confiável era errado; era nada mas um difundido acredita, e que as úlceras são realmente uma doença bacteriana 


 

B. McClintlock (elementos, de “genes salto”, transposons genéticos móveis)  

Ganhou o Nobel em 1984 após a resistência  de 32 anos em que foi ridicularizado e ignorado.  


 

J. Newlands (tabela periódica do pre-Mendeleev)  

   


 

  

Ohm de George S. (lei de ohm)  

A publicação inicial do ohm foi encontrada com ridículo e destituição. Seu trabalho foi chamado “um tecido da fantasia despida.” Aproximadamente dez anos passaram antes que os cientistas começaram a reconhecer sua grande importancia.  

   


 

  

Fernando Nottebohm  

Os cérebros do mamífero nunca crescem os neurônios novos após o nascimento? Nós somos dados um número do jogo de neurónios, e nós podemos somente matá-los mas não fazer novos? Após vinte anos como uma minoria ridiculed, o trabalho de Nottebohm com cérebros do songbird foi tomado finalmente seriamente, e os biólogos de hoje reconhecem agora que o dogma antiquíssimo era errado: os cérebros regeneram os neurônios após tudo. Até à data do final dos anos 90 a informação não alcangou ainda a maioria da comunidade biológica, nem o público geral.  

   


 

  

L. Pasteur (teoria de germe da doença)  

   


 

  

Prusiner, Stanley (existência dos prions, 1982)  

Prusiner resistiu a mofa dos colegas para sua teoria do prião que explicam a doença das vacas loucas, mas vidicated ganhando o Nobel.  

   


 

  

Stanford R. Ovshinsky (dispositivos de semicondutor amorfos)  

Os físicos “souberam” que as microplaquetas e os transistor poderiam somente ser feitos das fatias caras de semicondutor single-crystal ultra-puro. A invenção da descoberta de Ovshinsky de semicondutores transparentes foi atacada por físicos e ignorada então para mais do que uma década. (Quando a evidência contradisser a opinião do consenso, inspecionando que a evidência se transforma de algum modo uma perda de tempo.) Ovshinsky era falido e desprovido quando finalmente o japonês tomou o interesse e financiou seu trabalho. O resultado: a ciência nova da física amorfa do semicondutor, assim como a tecnologia de semicondutor thin-film barata (em particular célula solar amorfa, os componentes da fotocopiadora, e os CDROMS writeable vendidos por Afiado Inc.) fêz milhões para Japão um pouco do que para os E.U.  

   


 

  

Ignaz Semmelweis (os cirurgiões lavam as mãos, a febre puerperal)  

Semmelweis trouxe à comunidade médica a idéia que matavam um grande número mães novas trabalhando com as feridas festering na cirurgia, então ajudando imediatamente com nascimentos sem mesmo lavar entregam. Tal verdade era demasiado vergonhosa distante para uma comunidade dos peritos a aceitar, assim que foi ignorado. Semmelweis terminou finalmente acima em um hospital mental, e suas idéias travaram o fogo depois que tinha morrido.  

   


 

  

Virgínia Steen-McIntyre (encontrado esse os villiages indianos antigos datam a 300,000BC)  

Steen-McIntyre tropeçou inocente no heresia quando encontrou a evidência ampla que os estabelecimentos nativos no sudoeste dos EUA tinham 300.000 anos velhos. Isto danificou aqui a carreira, desde as datas aceitáveis ao arqueólogo que a comunidade é mais como 50,000BC.  

   


 

  

N. Tesla (ressonância elétrica da terra, chamada agora ressonância de “Schumann”)  

   


 

  

N. Tesla (motor de C.A. sem escova)  

Um motor de C.A. que faltasse escovas era provavelmente um exemplo de uma máquina do movimento perpétuo.  

   


 

  

Van’t Hoff de Jacobus Henricus (teoria das moléculas 3D)  

Como um recém-chegado relativo e desconhecido, foi atacado e ridiculed propor que uma estrutura 3D tetrahedral explicasse muitos problemas na química. Seus inimigos foram ràpida silenciosos, e finalmente seus modelos ridículos do cartão ganharam o primeiro prêmio de nobel na química (1901.)  

   


 

  

Alfred Wegener (tração continental)  

   


 

  

Peyton Rous (cancro da causa dos vírus)  

   


 

  

Warren S. Warren (falhas na teoria de MRI)  

Warren e sua equipe em Princeton seguiram para baixo uma anomalia magnética da ressonância e encontraram uma faceta nova à teoria de MRI: gire interações entre as moléculas distantes, incluindo efeitos deterministic do caos. Os colegas souberam que era errado, e advertido lhe que seus resultados loucos pôr em perigo sua carreira. Princeton prendeu um “assado”, uma apresentação falsa mean-spirited que zomba seu trabalho. Warren começou então a encontrar cancelamentos do financiamento. Após aproximadamente sete anos, a maré do ridículo girou e Warren foi justificado. Suas descobertas estão conduzindo mesmo às técnicas novas de MRI. Veja: NOTÍCIA da CIÊNCIA, janeiro 20 2001, V159 N3, da “controle rotação” (chamada de capa)  

  


 

Bros de Wright (máquinas de vôo)  

Após seu sucesso de Kitty Hawk, o Wrights voou sua máquina em campos abertos ao lado de uma linha de trilho ocupada em Dayton Ohio por quase um ano inteiro. As autoridades americanas recusaram vir aos programas demonstrativos, e o compartimento americano científico publicou histórias sobre “os irmãos de encontro.” Mesmo os jornais locais de Dayton nunca emitiram-nos um repórter (mas se queixe sobre todas as letras que recebiam dos “crazies locais” quem relatou muitos vôos.) Finalmente o Wrights embalou acima e moveu-se para Europa, onde causaram uma sensação de noite e venderam contratos dos aviões a France, a Alemanha, a Grâ Bretanha, etc.  

  


 

  

George Zweig (teoria do quark)  

Zweig publicou a teoria do quark no CERN em 1964 (chamando os “ás “), mas todos sabe que nenhuma partícula pode ter 1/3 de carga elétrica. Um pouco do que recebendo o reconhecimento, encontrou barreiras duras e foi acusado de ser um charlatan.  

   


 

  

Fritz Zwicky (matéria escura)

Sabido na comunidade de pesquisa do astro como “Fritz louco,” Zwicky investigou estatísticas da órbita de conjuntos galácticos em 1933 e concluiu que a maioria da massa teve uma fonte desconhecida invisível. Foi ignorado, demitido como um eccentric.  

  

 

A Natureza Dividida em Dois Blocos e O Abismo do Meio Preenchido com as Místicas Deísta e Probabilística

quarta-feira, fevereiro 24th, 2010

 Enquanto a Ciência não descobrir as fôrças e elementos que produziram o primeiro ser-vivo no estado do mundo a 4 bilhões de anos atrás prevalece a idéia do acaso e enquanto não conectar as leis da realidade subatômica com a nossa realidade prevalesce a idéia da incerteza. Assim o mundo está dividido em dois blocos tanto no seu aspecto espacial quanto temporal, entre os blocos existe um abismo e preenche-se este abismo com a mística deísta e ateísta. A única sugestão racional conectando todos os blocos com elementos naturais está nos modelos da desconhecida Teoria da Matriz/DNA.    

A controversa divisão da realidade espacial em dois mundos pela Teoria Quântica e a divisão  da realidade temporal pela Teoria da Evolução não existem de fato, está sugerindo A Teoria da Matriz/DNA. Estas equivocadas separações divO problema édeverm-se a que a dimensão subatômica está sendo estudada por pessoas que vem préviamente doutrinadas pela mentalidade da Física e da Matemática, quando deveriam também trazer a mentalidade da Biologia assim como o vitalismo de Pasteur pois o mundo subatomico também é regido pelas propriedades elementares da Vida. A divisão temporal em duas Histórias pela teoria da Evolução Biológica e Cosmológica  também não existe pelo mesmo problema da falta de conexão entre a Física/Matemática e a Biologia Vitalista: seus modêlos teóricos dos sistemas naturais inorgânicos seriam  também regidos pelas propriedades vitais.

Quanto aos deístas ocidentais, nem é preciso falar: a Vida teria sido produzida por mágica, nada tendo a ver com a evolução anterior. 

Nós vemos a auto-consciência existente nos seres humanos como um bebê recém nascido que está começando a aprender sôbre a realidade do mundo externo a ela, e êste artigo inicia um estudo relacionado á psicologia dos bebês porque suspeito que esta Ciência pode nos trazer a resposta para esta pergunta: Porque o bebê auto-consciência tem a tendência de dividir a realidade em duas, sem conexão de uma parte com a outra?

Nada entendo de bebês nem de psicologia infantil mas  tenho notado que um bebê vê um caminhão como um objeto para brincar e não útil para trabalhar, parece que trocando a realidade por um mundo de fantasia, ou então dividundo o mundo entre aqu6ele imediatamente real que lhe produz a fome e o leite que suga de outro irreal que produz do nada bonecas e caminhões e tudo mais que lhe cai no berço. Então neste detalhe da criança humana estaria a explicação do mesmo comportamento apresentado pelo adulto do oeste moderno. O Físico e o Matemático vive mentalmente um mundo gerado pelas leis da Física e sua lógica e como estas não explicam as produções dos mundo vivo, os produtos dêste lhes parecem pertencer a um mundo que surge de fora da sua lógica de causas e efeitos sem necessidade de explicações porque a auto-consciência nos seus primórdios ainda aceita a co-existência de mundos divididos ao acaso. Mas vamos ver como e porque digo que a alta classe intellectual do mundo modern divide o mundo em duas partes. Existe esta grande diferença entre o pensar do homem que lida exclusivamente com a matéria e diz que o certo é procurer explicar como funciona a Natureza mas nunca perguntar porque, pois isto nos leva sempre a um beco sem saída; e o pensar do filósofo naturalista como eu que lida mais com a pesquisa das conexões entre os fatos e diz que o mais certo é, além de procurar como funciona, tentar responder  porque o mundo produz a coisa que funciona assim. Portanto eu agradeceria muito se êste tema fosse conhecido e do interêsse dos psicólogos e neurologistas, pois êles podem encontrar as explicações para questões pertinentes à mente humana.      

  • 1) Separação do tempo

A História Universal de 13,7 bilhões de anos está dividida em dois blocos distintos sem conexão entre eles. De um lado temos a história da Evolução Cosmológica que vem do Big Bang até hoje e do outro temos como que uma história lateral que surgiu não se sabe como: a história Biológica ou história do pós-vida. Ninguém conseguiu mostrar onde estão – mo mundo que antecedeu as origens da vida – as forces e mecanismos que teriam produzido as propriedades da Vida, tais como o código com intruções e memorizações genetico,o sistema nervoso, a reprodução de corpos, o sistema sexual, digestive, o metabolism, etc. Apenas a Teoria da Matriz/DNA sugere um modelo do Cosmos de opnde extrai os principios fisicos e mec6anicos de todas estas propriedades, mas como ela se encontra sob rtestes, é desconhecida e indesejada pelos setores que dominam o conhecimento naturalista que apenas aceitam teorias formuladas por cientistas aprovados em suas instituições e a teoria não foi elaborada por estes cientistas, vamos aqui tambem ignora-la. O fato frio e intragavel mas real é que na esfera intellectual da humanidade o mundo está dividido em duas interpretações de ordens de fenomenos, duas lógicas,dois significados. Mas é preciso notar que estas coisas – interpretações, lógicas, significados – sào coisas abstratas, parece-me que são propriedades da mente humana, portanto nao se pode dizer que no mundo real exista esta divisão. Porque no mundo real, os elementos materiais dois tempos continuam a existirem ni mesmo espaço e as vezes se intercambiando seus elementos.   

Então em relação à dimensão tempo, a euto-consciência em seu estágio atual dividiu I mundo observavel e perceptivel peklos nossos sentidos em duas partes. Não é uma divisão entre dois tempos, pois o mundo não-vivo continua sua história normal; trata-se melhor do caso de em dado momento da historia antifga ter surgido uma linha do tempo que flue paralela à primeira.

  • 2) Separação do espaço

 A chegada da Teoria da Mecânica Quântica revelou fenômenos na dimensão microscopica que eram desconhecidos antes dela porem estes fenomenos nao existiriam e nao poderiam existir no macrocosmo, assim está entendendo a auto-consciência nesse seu atual estágio. Crescida e instruida nas experiencias com o médio-cosmos e tendo tentaculos adentrando o macrocosmos ela não pode entender e aceitar como fazendo parte do mundo que ela conhece estes fenomenos como o gato morto-vivo de Schrödinger ou a incerteza de Heinserberg. Este chegou a dizer numa conferencia que as particulas elementares na dimensão microscopic dificelmente podem ser chamadas de “reais”, na verdadeira acepção da palavra..Mas novamente, tanto a experiencia imaginaria de Schrödinger como a incerteza de Heisenberg nao coisas do mundo real externo e sim propriedades da mente humana. A equação de Schrödinger e o calculo das probabilidades já tem sido denunciados como sendo numerous abstratos e não a realidade. Dizem que não faz sentido reduzir a matéria a numeros ou qualquer outra entidade Matemática. A Teoria da Matriz também encontrou um mecanismo que faz a Matemática deixar de ser a única linguagem da Natureza para ser a linguagem que traduz apenas uma certa camada de ordem de fenômenos que constitui apenas 13% da verdadeira e ultima linguagem (não posso expor aqui o mecanismo que contem graficos e portanto é muito longo). Mas existe aqui uma novidade:  já se provou com experiências que um átomo pode aparecer em dois pontos diferentes do espaço no mesmo e exato instante. Eu não ví, não sou cientista, mas acredito na seriedade dos que fazem os “peer-review”. O fato do átomo ficar em dois lugares ao mesmo tempo pode vir a reunir os dois mundos em relação ao espaço, pois já se pesquisam isso com afinco porque pode, inclusive,  ajudar a projetar computadores mais velozes.

Curioso é notar que em outra instância da mente não existe esta divisão. Pois muitas mentes humanas vislumbraram e acreditaram  que a dupla presença de um mesmo corpo faz parte do mundo real médio e macrocosmico. Refiro-me às idéias ventiladas sobre transmigração das almas, ectoplasma, energia das pirâmides, no poder dos pendulos e cristais. A diferença notável entre estes dois tipos de consciência – a que não divide o mundo em dois e a que divide – é que a segunda se resume à consci6encia do chamado “western mindset” enquanto a primeira aparece em meio a todos os outros estados de consciência. Significa isto algo?

Bem, mesmo dentro do “western mindset”  existe uma divisão nesta crença sôbre a divisão do mundo em duas dimensões espaciais. A idéia de separar o mundo entre as coisas extremamente pequenas e as grandes partiu de Niels Bohr e de Werner Heisenberg, como primeira conclusão que tiveram perante as experiências que tinham em mãos. Bohr afirmava que os mundos macroscópico e microscópico eram “complementares”. Ambos se submetiam às regras quânticas, mas nos objetos grandes o efeito era desprezível e, por isso, podia ser descartado. Mas  os físicos americanos David Wineland e Chris Monroe, do Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia, protagonistas da espetacular experiência em 1996 em que conseguiram fazer um átomo aparecer em dois pontos diferentes do espaço ao mesmo tempo, contestam: “Bohr e Heisenberg  forçaram uma divisão aparentemente arbitrária entre os mundos classico e quântico”.

A Teoria da Matriz/DNA fêz suas incursões pelo mundo subatômico, levada pelas projeções de seus modêlos. Lá – inclusive na época antes do surgimento da matéria – ela encontra as raízes da duplicação dos corpos, e ao aplicar o ciclo vital aos vórtices imateriais e mesmo aos materiais ela encontra explicações do porque não podemos identificar um corpo no tempo e no espaço no mesmo exato instante, oferecendo uma solucão para o problema de Heisenberg. Enfim, eu acredito que a Ciência irá descobrir mais e irá unificar o mundo espaço/temporal numa só realidade. Que ela vai descobrir no mundo antes das origens da vida a existência dos mecanismos e processos que já faziam algo como código genético, auto-duplicação, circuito nervoso de automação, etc. A Teoria da Matriz/DNA está mostrando que uma diferente abordagem da Natureza pode nos levar a estas descobertas, ela mesmo está sugerindo onde estavam estes princípios. Mas como ela vem da selva primitiva e não dos campus universitários, ela não conta. Vamos esperar para ver.

O Universo Relativo de 1000 Faces

segunda-feira, fevereiro 22nd, 2010

Nesta categoria, “Relativismo”,  vamos desenvolver este tema que é de muita importância para corrigir os desvios de nossa mente-criança e evitar as armadinhas que são colocadas em nosso caminho. As aparências sempre enganam o bebê porque o bebê nunca saiu do berço e portanto não tem uma experiência do mundo como ponto de referência para fazer o correto juízo sôbre a verdade do objeto visto, e a nossa mente nunca t6eve experiencias nos mundos invisiveis do macro e micro cosmos para fazer correto juízo das coisas que nota existência através de sensores alienígenas como telescópios e osciloscópios. Mas acontece que as coisas do nosso mundo imediato que estão no nosso nivel de grandeza – digamos “médio-cosmos” – e as quais podemos perceber com nosso próprio complexo sensorial não explicam nada sôbre a verdade do mundo pois as causas destes fenômenos perceptiveis estão sempre escondidas nas dimensões imperceptiveis. Por isso até hoje tôdas as cosmovisões ou visões do mundo de todos os povos estào sendo corrigidas e com certeza, a nossa também está errada e deverá ser corrigida. Isto seria muito importante que todos os seres humanos entendessem pois viveriamos muito mais em paz e procurando maior aproximação entre nós. Ninguém seria radical, fundamentalista, dono da verdade, não haveriam pais rígidos, nem ditadores, tiranos e nem donzelas convencidas. O mais importante ainda é que a compreensão ou não desta nossa deficiência sensorial e mental é que move nossa mão para abrir ou fechar as portas da nossa mente, e uma mente fechada no êrro é uma tragédia para todo mundo.

Temos que entender o relativismo do observador o qual determina que todo observador, inclusive eu, é uma variavel, ou seja, é mutante sob as ordens da Evolução. Quando eu tinha 10 anos eu tinha toda uma cosmovisão sôbre as meninas que via e reagia de acôrdo com meus julgamentos; quando me tornei adulto meu corpo mudou de não-ativo sexual para ativo-sexual e as meninas mudaram para mulheres… então mudou tudo entre observador e objeto-observado. Pode ter certeza que as relações entre você e uma colher hoje serão diferentes entre seu descendente e aquilo que em que se transformar (ou desaparecer)  a colher, dentro de 1 milhão de anos. Tudo o que existe hoje vai desaparecer e o mundo do futuro será todo feito de coisas que nunca apareceram ainda. Não nos interessa agora perder tempo calculando o que era e o que vai ser, apenas o que está na nossa dimensão aqui e agora. A não ser quando tocamos no nível existencial: quanto mais sabemos do passado e quanto mais acertada nossa previsão do futuro mais correta será nossa idéia do que significa nossa existência e deste mundo. E aqui aparece o lado prático e util de todo esse filosofar: quanto mais sábia for a nossa visão do mundo e do nosso lugar nêle, mais acertado será o nosso comportamento e portanto melhor será o nosso padrão de vida aqui nos anos que ainda nos resta viver. Somos uma variavel como observador, portanto como observadores não temos solo firme para apoiar nossa mira e assim atiramos a êsmo escolhendo uma direção baseados no ruído ou no facho de luz que mais nos chamou a atenção. Mas se for-mos treinados pela empatia, conseguiremos nos colocar em vários lugares ao mesmo tempo, porque saberemos pensar num mesmo instante como vários observadores diferentes. E as lições administradas pela empatia chama-se relativismo.

Se ainda não inserí neste web-site o capítulo que explica como cheguei aos modelos da Matriz também considerando o relativismo do observador, adianto dois eventos:

1) Na busca do conhecimento sôbre a microcosmica primeira célula viva e a macrocosmica galáxia que a gerou temos o problema da grandeza do espaço: somos grandes em relação à célula e pequenos em relação à galáxia. Vemos a célula como quem vem de cima e se coloca a observar à distância e por isso inicialmente só vemos sua superficie, aparência externa e alguns efeitos de suas relações com o mundo externo, mas nada vemos de seu interior; por outro lado, vemos a galáxia como quem existe dentro dela na magnitude de um virus e por isso, inicialmente vemos apenas seu interior imediato nos minimos detalhes, mas nada vemos de sua apar6encia externa, suas relações com o mundo externo e suas transformações pelo tempo. ora se temos certeza que a galaxia é a criadora da célula numa racional sequencia de causas e efeitos, teremos a noção de que “tal pai, tal filho”, como sabemos que filho de peixe, peixinho será. Ou seja, deve existir semelhantes estruturas e funcionalidades entre os dois objetos, apesar da enorme distancia no tempo e nosso espaco que separtam suas histórias. Se existem semelhanças então existe uma maneira do virus conjecturar algo do exteriro da galaxia e acertar algumas coisas, assim como existe a mesma maneira para um gigante conjecturar algo sôbre o interior da célula e acertar algumas coisas. Basta para o virus transpor o conhecido exterior da célula para o desconhecido exterior da galáxia e para o gigante transpor o conhecido interior da galáxia para o desconhecido interior da galaxia. Temos a vantagem de estar-mos no ponto do meio, por isso podemos atuar como o gigante e o virus, fazendo as duas operações. O resto é calculo.  

Assim experimentei. Peguei uma célula, despelei-a de sua membrana e coloquei-a numa espiral rotativa; peguei uma galáxia, extraí todos seus componentes, tais como estrelas, quasares, buracos negros e no seu lugar coloquei mitocondrias, cloroplastos, nucleo, ribossomos… e fiquei observando os dois monstros que tinha sôbre a mesa e  e calculando… Como resultado obtive um novo modelo teórico da galaxia e um novo modelo teórico da célula… agora tudo se resume ao trabalho de testar os modêlos contra os novos fatos que vão aparecendo e atirar nas direções em que os modêlos sugerem que estão os fatos desconhecidos. Mas a causa que gerou este método de investigação foi a postura de observador que conhece e respeita o relativismo.

A elaboração do retrato-falado do elo entre a Evolução Cosmológica pré-origem-da-vida e a Evolução Biológica pós-origem-da vida nos levou a recalcular as duas Histórias e com os resultados, montar a História Total ou Universal. Com isso passamos pelo Big Bang, esticamos o pescoço para dentro do vacuo que circunda as fronteiras do Universo e voltamos os olhos para observar o Universo de fora dêle. O que ví me espantou: o Universo não tinha uma forma fixa. Nem o gênio de Einstein – o primeiro a descobrir que tudo é relativo e entender o que é relatividade – contou com essa pois Einstein morreu acreditando que o Universo tenha a uma forma definida, a cilindrica. Isso por causa de seus buracos de minhoca, espaços curvos, etc. Quando ví que o Universo muda de forma a todo instante perante meus olhos olhei para o infinito à procura da alma de Einstein e mesmo não a vendo deixei registrado minha trocá para com êle gritando: “Ei… Einstein… meu velho… você pisou na bola, hein camarada? Como é que você que descobriu que tudo é relativo, se esqueceu de aplicar o relativismo ao tudo que é o próprio Universo? Se tivesse feito-o não terias acreditado numa forma fixa do Universo pois ela tambem teria que ser relativa, variando de acordo com o observador!”

A primeira e imediata face que vi do Universo foi a forma de uma secção do DNA, mas como já estava vacinado contra as armadilhas do relativismo logo percebí que havia chegado à dimensão de grandeza que possibilita ver o Universo do exterior levado pelos calculos teóricos os quais são feitos e dirigidos pelo meu cérebro que é composto de neuronios cuja essencia fundamental é o DNA. O DNA se projetou como forma do objeto observado, ou seja, êle pôs seu egocentrismo a influenciar os seus calculos. Einstein deixou que ás formas dos seus modelos teóricos pintassem a forma final do Universo. Mas o Universo é matreiro como a salamandra que muda de cor e forma para enganar o predador. Se o predador for feito de pedra e ver pedra em tudo, o Universo vai adquirir a forma de pedra, vai deixar o observador salivar faminto dar uma dentada na pedra mas vai se esvair porque na verdade ele é uma bolha. Mil formas, cada qual no estilo e no sabor do freguês. Na verdade – depois que raciocinei como relativista – cheguei à conclusão que o Universo apresenta sete faces e não mil ( isto não posso explicar aqui) mas estas sete faces são efeitos ilusionários, pois elas somadas e conjuminadas apresenta uma face final e definitiva, a oitava, que não está à altura de nenhum ser embrionario vivente dentro dêle, conhecer.

Existe outro tópico relacionado ao relativismo muito importante: os erros em nossas interpretações das coisas do micro e do macrocosmos devido nossa posição como observadores situados num ponto unico do tempo, o qual é constituido de uma infinidade de pontos, cada qual fornecendo uma expectativa unica e peculiar. Para pensar como varios observadores num mesmo instante é preciso conhecer e aplicar os mecanismos da Evolução que faz as coisas mudarem a cada ponto do tempo. Mas agora não terei tempo para inserir aqui como apliquei isso na minha investigação.

Vou deixar registrado aqui o artigo abaixo, e todos os que forem aparecendo pertinentes a este tema do relativismo, para ir desenvolvendo esta matéria:     

Glenn Learning Technologies Project (LTP)
http://www.grc.nasa.gov/WWW/K-12/Numbers/Math/Mathematical_Thinking/observer.htm
The Observer in Modern Physics
Some Personal Speculations

The phenomena of the cosmos require an observer in order to be learned about and understood by us. The observer can take many forms, for example:

1. A person watching amoeba through a microscope
2. A person watching an ocean sunset
3. A spacecraft monitoring a distant asteroid (and transmitting data to earth)
4. A person conducting an experiment in a laboratory

The ideal observer is one who causes no unnecessary perturbations to the system being observed. An observation made by such an observer is called an objective observation. In our school physics and chemistry, we routinely assume that our observations are objective.

But reality seldom, if ever, provides us with ideals. The real observer always causes an unnecessary perturbation of some kind. Scientists must remain alert in their efforts to minimize the magnitudes of these perturbations. The extent to which they succeed determines the level of confidence they can claim in their results and, therefore, the certainty they can expect in their knowledge of things.

In the 20th century, physics was forced into the position of re-evaluating the role of the observer, both in relativity and in quantum mechanics. In relativity, the absolutes of Newtonian physics were banished, and observations obtained by observers in different frames of reference became all that was available. These observations were linked through a system of coordinate transformations.

In quantum mechanics, the observer and the system being observed became mysteriously linked so that the results of any observation seemed to be determined in part by actual choices made by the observer. This situation is represented by the wave function, a function in the complex domain that contains information about both the cosmos at large and the observer’s apparent state of knowledge.

I have long been fascinated by these developments and have developed a model to help me both to understand them and to explain them to others. I wish to share this model with you…

Let us ask a simple question: When you look up at night and “see” a star, what is “really” going on? A Newtonian philosopher might answer that you are “really seeing” the star, since, in Newtonian physics, the speed of light is reckoned as being infinite. An Einsteinian philosopher, on the other hand, would answer that you are seeing the star as it was in a past epoch, since light travels with finite velocity and therefore takes time to cross the gulf of space between the star and your eye. To see the star “as it is right now” has no meaning since there exists no means for making such an observation.

A quantum philosopher would answer that you are not seeing the star at all. The star sets up a condition that extends throughout space and time-an electromagnetic field. What you “see” as a star, is actually the result of a quantum interaction between the local field and the retina of your eye. Energy is being absorbed from the field by your eye, and the local field is being modified as a result. You can interpret your observation as pertaining to a distant object if you wish, or concentrate strictly on local field effects.

This line of argument brings us to an interesting notion: that of the interaction boundary. Let us assume an observer and a system to be observed-any observer and any system. Between them, imagine a boundary, and call it an interaction boundary. This boundary is strictly mathematical; it has no necessary physical reality. In order for the observers to learn about the system, they must cause at least one quantum of “information” (energy, momentum, spin, or what-have-you) to pass from themselves through the boundary. The quantum of information is absorbed by the system (or it might be reflected back) and the system is thereby perturbed. Because it has undergone a perturbation, it causes another quantum of information to pass back through the boundary to the observer. The “observation” is the observer’s subjective response to receiving this information. In a simple diagram, the situation looks like this:

right arrow
O | S
leftarrow

where O and S represent the observer and the system, the vertical line represents the interaction boundary, and the arrows represent the information exchanged in the act of observation.

In this scheme, no observation can be made without first perturbing the system. The observation is never one of the system “at rest,” but of the system perturbed. If Sigma represents the state of the system before the perturbation and Sigma ±deltaSigma represents the state immediately after, then the observation approaches the ideal only if

deltaSigma<< Sigma.

If I is the information selected by the observer to send across the interaction boundary, then it is apparent that deltaSigma must be a function of I: i.e.,

deltaSigma = deltaSigma(I).

Thus, the observation is affected by choices made by the observer, as quantum mechanics seems to teach. In the case of atomic and some molecular phenomena, the inequality

deltaSigma<<Sigma

does not hold; in fact deltaSigmaright arrowSigma so that the perturbation is comparable in magnitude to the state itself. Because all information is exchanged in quanta (modern physics does not allow for the “smooth exchange” of arbitrarily small pieces of information), this situation necessarily gives rise to an inescapable uncertainty in such observations. The quantum theory takes this uncertainty into account as the Heisenberg Uncertainty Principle.

Uncertainty is not strictly a law of Nature, but is a result of natural laws that reveal a kind of granularity at certain levels of existence. Observers in modern physics truly become participants in their observation, whatever that observation might be.

Nanotecnologia:Onde a Teoria da Matriz/DNA pode ser útil

sexta-feira, fevereiro 19th, 2010

A associação da nanotecnologia com a biotecnologia pode significar o homem descendo aos alicerces básicos fundamentais da matéria para reconstruir o seu mundo numa configuração ideal para sua existência. A nanotecnobiologia consiste na construção em laboratório de sistemas que integram em nanoescala elementos vivos e não-vivos, criando mecanismos programados para desempenhar tarefas espeçificas, também chamado pelos cientistas como “máquinas vivas”. Nós poderíamos construir um sistema de produção de todos os bens de consumo duráveis e não-duráveis no qual não precisássemos por  nossas mãos. Desde a extração da matéria-prima ao produto final, à auto-reciclagem das máquinas e peças gastas, assim como a distribuição direto às nossas casas e até mesmo direto dentro de nossas geladeiras e micro-ondas, seria um sistema eterno desde que o planeta mantenha suas condições inalteradas. Com o corpo instalado nêste Admirável Mundo Novo, porem sem o Grande Irmão, mas sim com a mente livre para progredir, poderíamos então nos lançar à aventura pelo Cosmos, em busca de respostas para nossa existência.

Se for comprovado que o modêlo de LUCA indicado pela Teoria da Matriz/DNA realmente existe, o futuro descrito acima é possivel pois a Natureza já teria construído este sistema produtivo perfeito. Basta agora copia-lo assim como copiamos um corpo de cavalo na forma de um automóvel.

Existem riscos e por isso precisamos nos ajuntar, as mentes mais conscientes, para elaborar um código de ética e ter fôrças para obrigar que ele seja respeitado. Os cientistas ainda não sabem ao certo como as nanopartículas interagem na natureza e os experimentos realizados até agora com animais em laboratório são assustadores. Além disso, não se tem a minima idéia de como as vidas molecularmente modificadas vão afetar as formas de vida naturais.

Desde que a Humanidade se divide em progressistas inconformados com a condição de vida atual e em conservadores, que ou por serem criacionistas e terem mêdo de mudar as coisas estabelecidas pelos seus deuses ou porque são privilegiados economicamente e assim queiram manter o status quo, surgem deste segundo grupo muitos ambientalistas que alardem aos quatro cantos os perigos visionários desta nova ciência. Os riscos à saúde trazidos pelas nanopartículas existem, por exemplo, no carbono, que promete ser o carro-chefe da nova industria porque é o átomo que melhor representa LUCA na Terra e graças à eficiência dos nanotubos feitos com esse material desenvolvidos em laboratório. Resistente como o aço e seis vezes mais leve se reduzido à escala nanométrica, o carbono permitirá a produção de novos e poderosos produtos para funções isolantes e semicondutoras, entre outras melhorias. A maior preocupação dos ambientalistas quanto á saúde humana e dos animais deriva do fato de as nanopartuculas terem enorme facilidade para se deslocar dentro de um corpo sem nem mesmo serem percebidas pelo sistem imunológico. Com 70 nanômetros, as nanopartículas podem se incrustrar profundamente no tecido pulmonar; uma partícula de 50 nanometros pode introduzir-se dentro de células sem serem notadas e partículas tão pequenas quanto 30 nanômetros podem atravessar a barreira do sangue no cérebro. Os nanotubos de carbono se dissolvem e reagrupam quando entram em contacto com a àgua, o que aumenta a possibilidade de reações ou combinações químicas desconhecidas.

Infelizmente estamos aprendendo estes perigos às custas dos animais de laboratório e vemos que produzem efeitos assustadores, mas justamente êste custo deve ser a base para elaborar-se um código de ética e mecanismos legais de contrôle da atividade desta nova ciencia. O fato é que os riscos devem ser controlados e a pesquisa liberada, pois ao menos eu tenho a visão de que esta nossa biosfera e portanto nosso meio-ambiente é um estado caótico da Natureza e daí as mazelas que nos torturam, e está em nosso direito descer ao nível fundamental desta matéria e redesenhar tudo, de maneira que nos seja indicado para que tenhamos uma condição digna de existência. Enquanto ninguém apresentar contra-argumento convincente que nos desvie desta idéia iremos deixar êste tema em aberto para que iniciemos a estudá-lo do ponto de vista dos mecanismos dos modêlos da Matriz e ver o que é possível fazer. 

ESTUDO ALIMENTA QUESTÕES SÔBRE AS ORIGENS DAS SUPERNOVAS ((Bom para Matrix/DNA Theory)

quinta-feira, fevereiro 18th, 2010

Veja em: ScienceNews de Wednesday, February 17th,2010  http://www.sciencenews.org/_Study raises questions about supernova originsX-ray observations of the explosions could shift dark energy measurementsBy Ron Cowen  New X-ray findings appear to have blown a hole in the leading model for the origin of stellar explosions called type 1a supernovas. (Leia inteiro artigo no link acima)Eu estou postando aqui meus arquivos torcendo para que ninguém os leia, pois eu tenho vergonha dêles. E não gostaria de me deparar com alguém que os lesse e me fitasse sarcasticamente revelando que acredita estar vendo um louco cujo lugar certo que eu deveria estar era no manicômio. Essa quase-certeza de que perdí mesmo o contrôle da minha mente vem principalmente quando consulto a fundo os desenvolvimentos das atauis teorias cientificas.  por exemplo, faço questão de anexar abaixo e explicação da teoria cientifica atualmente aprovada sobre a origem das supernovas, para eu mesmo repensar no absurdo do que minha teoria está propondo. mas o fato é que não evitar a continuar este trabalho, o ódio contra este mundo frio e irresponsavel que dividiu a historia da natureza em dois blocos sem qualquer conexão lógica entre os dois e deixando nossa vida e existencia flutuando numa dimensão sem qualquer alicerce sólido, enquanto por outro lado não consigo terminar com a minha paixão por um mundo sonhado onde nào existiria estas divisões, onde minha exist6encia tivesse um proposito e um significado misteriosos vindo lenta,memte desde antes do Big Bang a se desemvolver cada vez melhor, ond eminha exist6encia  estivesse firmemente apoiada no outro bloco da histoeria que seria representada pelas estrelas que vejo no ceu e que penso elas tambem estarem vendo-me com simpatia e torcendo pelo meu suceeso pois como descendente delas eu carregaria a alma delas rumo a um infinitop sublime. Cintinuo rejeitando a realidade e vivendo o mundo inexistente que sonhei, e me justifico dizendo que meu mindo sonhado é mais lógico por isso ele é o real, enquanto o mundo dos homens acad6emicos é que seria o irreal.  Bem… deixe-me voltar a brigar pelo meu mundo irreal real. Êste mesmo enrêdo está sendo repetido quasde todos os dias: novos dados ou novas fotos contrariam o acadêmico astronômico modêlo. Está chegando às raias do absurdo a teimosia da Academia de Astronomia, parece que as mentes dos seus dirigentes estão paralizadas! Ninguém se toca que os fatos contrarios à teoria já somam mais que os fatos a favor, ninguém faz uma pausa para pensar e rever os fundamentos desta teoria, a pensar no que levou os seus criadores a desenvolverem estes modêlos teóricos, procurar o que eles tinham realmente de fatos concretos quando criaram esta teoria.  Veja só abaixo se isto tem nexo:Progenitor de SupernovasProgenitor de SupernovasOlhe bem a sequência acima e imagine vocês assistindo estas cenas. Por favor, saia láfora se for noite e o céu estiver estrelado, respire fundo, feche os olhos, limpe a mente de tudo o botaram nela, e abra os olhos e contemple o céu estrelado. Agore lembre-se da cena teorizada acima e tent ever isto tudo acontecendo naquêle céu que você está vendo. Qual sua idéia? Você acha perfeitamente possível que ocorra no seu céu o que o quadro acima está dizendo que acontece a cada 50 anos nesta galáxia e está acontecendo aos montes a todo momento nas infindáveis galáxias existentes?Se você respondeu sim, me desculpe, não deves nem continuar a ler este artigo. Se você disse sim é porque temos nossos cérebros hard-wired diferentemente e nesta encarnação nunca vamos chegar a um acôrdo e pode ser que você esteja correto e eu esteja totalmente fora de foco. Porque minha resposta é “não”. Do jeito que sinto o céu estrelado em tôdas estas noites que o observo sentado numa pedra, num tôco ou trepado numa árvore, ouvindo o canto da cutia, o coaxar do sapo, os urros ao longe do jaguar e tento conectar este céu como o progenitor de todos nós vivos que compomos esta biosfera… não consigo ver como meu céu amazônico poderia criar bombas termonucleares e fazer aqueles pontos luminosos lá em cima explodirem e zarparem velozmente. Mas como disse… antes que você e os astronomos que calcularam este quadro estejam errados… é mais provável que o homem-quase–macaco o esteja.Mas também sou teimoso e vou continuar defendendo o quadro que resultou dos meus calculus, totalmente diferente disso que aí está. Tôdas as diferenças entre a visão da Academia e a minha fpode serem resumidas a uma: a motivação, a intenção, que nos move a construir modêlos cosmológicos teóricos. Eu não sei qual a causa, o que se passava na cabeça dêles quando se predisporam a desvendar os fenômenos do céu, apenas tenho uma tese: suas mentes estavam alicerçadas nas Ciências Físicas e Matemáticas e sem se preocuparem com o que iriam encontrar fizeram um software cujas instruções que fariam as informações obtidas pela interpretação dos spectros e elementos atômicos captados pelos sensores como os térmicos e os ópticos das naves espaciais e/ou dos observatorios fixados em terra, se movimentarem para frente ou para traz calculando even tos passados ou futures, e sempre que viam a coisa se distorcendo divan uma corrigida nas instruções, porfim obtendo isto que é uma simulação computacional. Errei muito ou passei perto? Daqui da selva sem nunca ter visto uma nave ou um observatório, é possível que minha meditação que força minha visão entrar dentro deles e pensar como os cientistas trabalham pode estar também fora de foco. Enfim, resumindo, a face da existência que predominou no processo em que eles criaram aqueles modelos foi a face fria, mecanicamente lógica, excessivamente complexa, sem meta ou propósito algum de pré-determinar a Verdade, e foi a face da exist6encia percebida não pelo complex sensorial humano –pois o Cosmos não é alcançavel poe este – mas sim pelo complex sensorial conectado a um cérebro eletro-mec6anico. Não tenho nada contra êste processo, ao contrário, aplaudo-o – é melhor fazer na base da tentative e 6erro que sofridamente sempre leva a um ac6ero cada vez maior a êrros cada vez menores, que não fazer nada, como outras civilizações e a maioria do povo hoje nunca fizeram.Eu foz meus modêlos movido por uma tendência, uma prévia intenção que iria influenciar nos resultados finais: o Cosmos teria que revelar suas forces físicas que criaram a organic ordem de fenômenos na Terra e reveler sua propriedades vitais, que se projetaram aqui organizando esta material na forma de sistemas vivos. Em outras palavras: as mentes edicadas nas universidades peocuram o Cosmos fisico como ele é, sem elo com a exist6encia do micro-cosmos vivo que surgiu dentro dêle, e eu procure o Cosmos ancestral deste micro-cosmos, os elos evolutivos que vieram de lá e produziram o que existe aqui. Às vêzes penso que fui idiota ou estou louco… onde se viu, primeiro desenhar o quadro final e depois querer que na marra os fatos se encaixem neste quadro! Mas estou neurinialmente para pensar com esta lógica e a elegancia que penso ver nos meus quadros fizeram apaixonar-me  por êles e assim, talvez, reajo descabidamente com a teimosia inconsequente própria dos apaixonados.Não posso fazer um quadro agora de como surgem estes corpos celestiais que ambos, eu e eles, chamanos de supernovas, apesar que no meu retrato de LUCA a coisa está bem explicada. No meu quadro também existe a primeira parte do quadro acima, quando uma estr6ela central e velha é orbitada por um pulsar. Tambem existe a segunda parte quando a estrela velha começa a se desfazer em poeira. Mas as coincid6encias terminam aqui. No meu quadro a poeira nunca alcança o acompanhante pulsar, pois se ela está se distanciando da estrela, o pulsar está se distanciando numa velocidade ainda maior, haja visto que de dentro para for a seu nucleo, através da reação nuclear, vem comendo o teor energetic das suas camadas externas e já emitindo tambem ao espaço os magmas que rotrnam os cometas, tudo into contribuinfdo para que ele vá perdendo pêso já que está tendo sus massa cpnsumida e com isto escapulindo do abraço gravitacional da estr6ela que está morrendo e quer arrasta-lo junto para viverem eternamente em seu tunulo. – “ Eu hein? Sinto muito, te amo mas, nessa não posso ir… Estou fora, pernas para que te quero” – diria o pulsar. bem, na verdade a relação entre pulsar e sua acompanhante estr6ela sempre foi uma relação familiar entre pais e filhos e não aceito que uma mãe ou um pai sabendo que está morrendo se agarre aos filhos querendo leva-los junto. Na teoria a cad6emica, acontece isto: o pulsar quando recebe o jato de poeira da estrela acompanhante parece que igna seus motores como um foguete para se lançar longe no espaço.No meu quadro não existem astros celestes como bombas termo-nucleares explodindo. O meu lindo e calmo céu da Amazônia não iria me trair dêste jeito. Supernova é um evento que de fato acontece, mas é o evento ancestral, o mesmo processo, do evento que vejo aqui quando uma flor desabrocha, uma semente se abre e revela seu interior iluminado. É ironico, mas o macaco é mais romântico do que os homens modernos de avental branco lá dentro do Monte Palomar. Apesar de que o macaco também se puxa a prória orelha quando se vê romantizando demais para acordar e pensar de acôrdo com a norma fria e violenta da selva.E o banho de ducha fria vem correndo me acordar quando relembro as leituras dos textos cientificos. Estão tão bem estruturados, consumiram tanto tempo e tantas gerações nestes calculos, que sôa impossivel estarem errados. A voz da selva tambem não me ajuda, não afirma que estão errados, mas afirma que meus modêlos estão certos. Como? Se um é a antítese do outro? A não ser que os dois estão dizendo a mesma coisa e eu que não o estou percebendo. Afinal, a Teoria Nebular, prosseguindo o cerne da idéia do método reducionista, lída extensivamente com os detalhes minimos, o interior dos corpos, e passa ao largo da conjuntura exterior que liga os corpos à imensidão do tempo e do espaço, por isso não conectam o que acontece com aqueles corpos com o que está acontecendo com os nossos corpos, nós estamos num tempo distante a bilhões de anos daqueles corpos e suas origens. Não se detêm a pensar em significados dos eventos, enquanto meus modelos passam ao largo dos detalhes minimos e quase não olha para o interior dasqueles corpos apressado que estou em conecta-los à imensidão do todo e extrair seus significados. Quem sabe se um esforço em unir os dois modelos chegasse a um resultado que de repente revelasse que meus modelos não são loucos? Pois acho que é isso que estou fazendo e vou morrer tentando fazê-lo, tentar provar que o mundo real dos acadêmicos tem 50% de êrros e 50% de acêrtos enquanto o meu mundo dos sonhos também tem no minimo  50% de acêrtos apesar dos 50% de êrros. E que justamente os meus êrros foram acertados por êles e os erros deles foram acertados por mim de maneira que ajuntando as duas metades certas teriamos alcançado a Verdade Ultima!  

O Texto abaixo revela os fundamentos da atual Teoria Nebular sôbre a formação das supernovas, foi copiado da Wikipédia portanto acho que tem peer review.

 Type Ia

Formation of a type Ia supernovaMain article: Type Ia supernovaThere are several means by which a supernova of this type can form, but they share a common underlying mechanism. If a carbonoxygen[nb 2] white dwarf accreted enough matter to reach the Chandrasekhar limit of about 1.38 solar masses[4] (for a non-rotating star), it would no longer be able to support the bulk of its plasma through electron degeneracy pressure[36][37] and would begin to collapse. However, the current view is that this limit is not normally attained; increasing temperature and density inside the core ignite carbon fusion as the star approaches the limit (to within about 1%[38]), before collapse is initiated.[4] Within a few seconds, a substantial fraction of the matter in the white dwarf undergoes nuclear fusion, releasing enough energy (1–2 × 1044 joules)[39] to unbind the star in a supernova explosion.[40] An outwardly expanding shock wave is generated, with matter reaching velocities on the order of 5,000–20,000 km/s, or roughly 3% of the speed of light. There is also a significant increase in luminosity, reaching an absolute magnitude of -19.3 (or 5 billion times brighter than the Sun), with little variation.[41]One model for the formation of this category of supernova is a close binary star system. The larger of the two stars is the first to evolve off the main sequence, and it expands to form a red giant.[42] The two stars now share a common envelope, causing their mutual orbit to shrink. The giant star then sheds most of its envelope, losing mass until it can no longer continue nuclear fusion. At this point it becomes a white dwarf star, composed primarily of carbon and oxygen.[43][44] Eventually the secondary star also evolves off the main sequence to form a red giant. Matter from the giant is accreted by the white dwarf, causing the latter to increase in mass.Another model for the formation of a Type Ia explosion involves the merger of two white dwarf stars, with the combined mass momentarily exceeding the Chandrasekhar limit.[45] A white dwarf could also accrete matter from other types of companions, including a main sequence star (if the orbit is sufficiently close).Type Ia supernovae follow a characteristic light curve—the graph of luminosity as a function of time—after the explosion. This luminosity is generated by the radioactive decay of nickel-56 through cobalt-56 to iron-56.[41] The peak luminosity of the light curve was believed to be consistent across Type Ia supernovae (the vast majority of which are initiated with a uniform mass via the accretion mechanism), having a maximum absolute magnitude of about -19.3. This would allow them to be used as a secondary[46] standard candle to measure the distance to their host galaxies.[47] However, recent discoveries reveal that there is some evolution in the average lightcurve width, and thus in the intrinsic luminosity of supernovae, although significant evolution is found only over a large redshift baseline.[48]

[edit] Type Ib and Ic

Main article: Type Ib and Ic supernovaeSN 2008D, a Type Ib[49] supernova, shown in X-ray (left) and visible light (right) at the far upper end of the galaxy. NASA image.[50]These events, like supernovae of Type II, are probably massive stars running out of fuel at their centers; however, the progenitors of Types Ib and Ic have lost most of their outer (hydrogen) envelopes due to strong stellar winds or else from interaction with a companion.[51] Type Ib supernovae are thought to be the result of the collapse of a massive Wolf-Rayet star. There is some evidence that a few percent of the Type Ic supernovae may be the progenitors of gamma ray bursts (GRB), though it is also believed that any hydrogen-stripped, Type Ib or Ic supernova could be a GRB, dependent upon the geometry of the explosion.[52]

[edit] Type II

Main article: Type II supernovaThe onion-like layers of a massive, evolved star just prior to core collapse. (Not to scale.)Stars with at least nine solar masses of material evolve in a complex fashion.[53] In the core of the star, hydrogen is fused into helium and the thermal energy released creates an outward pressure, which maintains the core in hydrostatic equilibrium and prevents collapse.When the core’s supply of hydrogen is exhausted, this outward pressure is no longer created. The core begins to collapse, causing a rise in temperature and pressure which becomes great enough to ignite the helium and start a helium-to-carbon fusion cycle, creating sufficient outward pressure to halt the collapse. The core expands and cools slightly, with a hydrogen-fusion outer layer, and a hotter, higher pressure, helium-fusion center. (Other elements such as magnesium, sulfur and calcium are also created and in some cases burned in these further reactions.)This process repeats several times; each time the core collapses, and the collapse is halted by the ignition of a further process involving more massive nuclei and higher temperatures and pressures. Each layer is prevented from collapse by the heat and outward pressure of the fusion process in the next layer inward; each layer also burns hotter and quicker than the previous one—the final burn of silicon to nickel consumes its fuel in just a few days at most.[54] The star becomes layered like an onion, with the burning of more easily fused elements occurring in larger shells.[55][56]In the later stages increasingly heavier elements with higher binding energy undergo nuclear fusion. Fusion produces progressively less energy, and also at higher core energies photodisintegration and electron capture occur which cause further energy loss in the core, requiring a general acceleration of the fusion processes to maintain hydrostatic equilibrium.[54] This escalation culminates with the production of nickel-56, which is unable to produce energy through fusion (but does produce iron-56 through radioactive decay).[57] As a result, a nickel-iron core[58] builds up that cannot produce further outward pressure on the scale needed to support the rest of the structure. It can only support the overlaying mass of the star through the degeneracy pressure of electrons in the core. If the star is sufficiently large, then the iron-nickel core will eventually exceed the Chandrasekhar limit (1.38 solar masses), at which point this mechanism catastrophically fails. The forces holding atomic nuclei apart in the innermost layer of the core suddenly give way, the core implodes due to its own mass, and no further fusion process is available to ignite and prevent collapse this time.[36]

[edit] Core collapse

See also: Gravitational collapseThe core collapses in on itself with velocities reaching 70,000 km/s (0.23c),[59] resulting in a rapid increase in temperature and density. The energy loss processes operating in the core cease to be in equilibrium. Through photodisintegration, gamma rays decompose iron into helium nuclei and free neutrons, absorbing energy, whilst electrons and protons merge via electron capture, producing neutrons and electron neutrinos, which escape.In a typical Type II supernova the newly formed neutron core has an initial temperature of about 100 billion kelvin (100 GK), 6000 times the temperature of the sun’s core. A further release of neutrinos carries away much of the thermal energy, allowing a stable neutron star to form (the neutrons would “boil away” if this cooling did not occur).[60] These ‘thermal’ neutrinos form as neutrino-antineutrino pairs of all flavors, and total several times the number of electron-capture neutrinos.[61] About 1046 joules of gravitational energy—approximately 10% of the star’s rest mass—is converted into a ten-second burst of neutrinos, which is the main output of the event.[54][62] These carry away energy from the core and accelerate the collapse, while some neutrinos may later be absorbed by the star’s outer layers to provide energy to the supernova explosion.[63]The inner core eventually reaches typically 30 km diameter,[54] and a density comparable to that of an atomic nucleus, and further collapse is abruptly stopped by strong force interactions and by degeneracy pressure of neutrons. The infalling matter, suddenly halted, rebounds, producing a shock wave that propagates outward. Computer simulations indicate that this expanding shock does not directly cause the supernova explosion;[54] rather, it stalls within milliseconds[64] in the outer core as energy is lost through the dissociation of heavy elements, and a process that is not clearly understood[update] is necessary to allow the outer layers of the core to reabsorb around 1044 joules[nb 3] (1 foe) of energy, producing the visible explosion.[65] Current[update] research focuses upon a combination of neutrino reheating, rotational and magnetic effects as the basis for this process.[54]Within a massive, evolved star (a) the onion-layered shells of elements undergo fusion, forming an iron core (b) that reaches Chandrasekhar-mass and starts to collapse. The inner part of the core is compressed into neutrons (c), causing infalling material to bounce (d) and form an outward-propagating shock front (red). The shock starts to stall (e), but it is re-invigorated by a process that may include neutrino interaction. The surrounding material is blasted away (f), leaving only a degenerate remnant.When the progenitor star is below about 20 solar masses (depending on the strength of the explosion and the amount of material that falls back), the degenerate remnant of a core collapse is a neutron star.[59] Above this mass the remnant collapses to form a black hole.[56][66] (This type of collapse is one of many candidate explanations for gamma ray bursts, possibly producing a large burst of gamma rays through a hypernova explosion.)[67] The theoretical limiting mass for this type of core collapse scenario was estimated around 40–50 solar masses.Above 50 solar masses stars were believed to collapse directly into a black hole without forming a supernova explosion,[68] although uncertainties in models of supernova collapse make accurate calculation of these limits difficult. Above about 140 solar masses stars may become pair-instability supernovae that do not leave behind a black hole remnant.

Arquivo de Dados

sexta-feira, fevereiro 12th, 2010

Esta categoria servirá para registrar anotações de coisas que vemos no cotidiano e que sentimos ser útil para o desenvolvimento da teoria e que não se pode esquecer.

1) Abiogêneses:

Letters to Nature

Nature 375, 772-774 (29 June 1995) | doi:10.1038/375772a0; Accepted 1 May 1995

An efficient prebiotic synthesis of cytosine and uracil

Michael P. Robertson & Stanley L. Miller ( Da Stanley Miller Urey Experiência, que produzou os aminoácidos a partir de matéria inorgânica)

  1. Department of Chemistry and Biochemistry, University of California, San Diego, La Jolla, California 92093-0317, USA

IN contrast to the purines1–3, the routes that have been proposed for the prebiotic synthesis of pyrimidines from simple precursors give only low yields. Cytosine can be synthesized from cyano-acetylene and cyanate4,5; the former precursor is produced from a spark discharge in a CH4/N2 mixture4,5 and is an abundant interstellar molecule6. But this reaction requires relatively high concentrations of cyanate (>0.1 M), which are unlikely to occur in aqueous media as cyanate is hydrolysed rapidly to CO2 and NH3. An alternative route that has been explored7 is the reaction of cyanoacetaldehyde (formed by hydrolysis of cyanoacetylene8) with urea. But at low concentrations of urea, this reaction produces no detectable quantities of cytosine7. Here we show that in concentrated urea solution—such as might have been found in an evaporating lagoon or in pools on drying beaches on the early Earth—cyanoacetaldehyde reacts to form cytosine in yields of 30-50%, from which uracil can be formed by hydrolysis. These reactions provide a plausible route to the pyrimidine bases required in the RNA world9.

Meu comentário:

Esta tese conseguí vendo na Wikipédia, em “abiogêneses”, a seguinte frase:

 “Other research suggests a colder start to life. Work by Leslie Orgel and colleagues on the synthesis of purines has shown that freezing temperatures are advantageous, due to the concentrating effect for key precursors such as HCN.[22] Research by Stanley Miller and colleagues suggested that while adenine and guanine require freezing conditions for synthesis, cytosine and uracil may require boiling temperatures.[23] Based on this research, Miller suggested a beginning of life involving freezing conditions and exploding meteorites.[24] A new article in Discover Magazine points to research by the Miller group indicating the formation of seven different amino acids and 11 types of nucleobases in ice when ammonia and cyanide were left in a freezer from 1972–1997.[25][26] This article also describes research by Christof Biebricher showing the formation of RNA molecules 400 bases long under freezing conditions using an RNA template, a single-strand chain of RNA that guides the formation of a new strand of RNA. As that new RNA strand grows, it adheres to the template.[27] The explanation given for the unusual speed of these reactions at such a low temperature is eutectic freezing. “

Ok. Todas estas informações estão relacionadas à seguinte questão: Porque e como a Natureza criou um sistema de instruções em código e usando as seis ou sete tipos de sub-moléculas que constituem um par de nucleotideos? A resposta pela Matriz é: porque cada uma destas moléculas foi construída por uma das sete funções sistêmicas universais e claro, quando reunidas formam um sistema operante, denominado “par de nucleotideos”. Mas não existe dois destes sistemas exatamente idênticos no DNA. Cada um difere de todos os outros em algum minimo detalhe, portanto todos os nucleotídeos do DNA são derivados do Sistema-Matriz, e este fator de diferenciação entre êles determina un comportamento, uma tendência única e especifica,  que apenas o seu portador apresenta. Assim se formam os bits-informação: as letras ou caracteres do código. A grande obra agora por fazer é identificar qual molécula é o instrumento de cada função. Já tenho por certo que a sub-molécula conhecida por “uracila”, uma das bases nitrogenadas mas que só aparece no RNA, é a ferramenta da Função 5, a que executa as cópias, as reproduções, as reciclagens, portanto a função da perpetuação. Quanto ao açucar desoxiribose na haste já não existe duvida que representa as funções 1 (  o que está na haste á esquerda) e a função 4 (o que está na haste direita). Agora Miller está revelando que adenina e guanina são formadas em frias temperaturas enquanto citozina e uracila requerem elevadas temperaturas. Só não entendo porque ele não fala da timina. Mas então corramos ao software da Matriz para ver se esta informação nos ajudará em algo nesta identificação. Ora basta uma rápida olhadela para ver que sim! Grande!

No Sistema Matriz a haste da esquerda contem as duas funções frias, se o sistema for fechado, ou as duas funcões quentes, se o sistema for aberto – penso eu. Lembremo-nos que aqui, referindo-nos a abiogêneses, os sistemas são abertos. Pois no sistema fechado que é LUCA, os dois corpos à esquerda tendem a serem frios e opacos (lua e planeta) mas quando neste sistema se abre acho que prevalece o fator de energia crescente, up, quando o astro está crescendo (por isso poderiamos inferir que são corpos quentes). Quanto aos dois corpos à direita, no sistema fechado tendem a esfriarem, pois são atacados pela entropia, envelhecem e morrem. Mas no sistema fechado, em LUCA, são os dois corpos quentes, supernova e anã vermelha. Então como ficamos? Por ora vou apostar que citozina representa uma função quente em sistema aberto, que pode ser F2 ou F3. Adenina e guanina representam então funções frias em sistema aberto, uma deve ser F6 e a outra F7. Quanto a uracila não resta duvida que o experimento de Miller corrobora nossa conclusão anterior: seja em sistema aberto ou fechado, F5, que é o cometa astrônomico, o esperma no sistema reprodutor biológico, etc., é produzido sempre sob elevada temperatura (cometa produzido por vulcões no pulsar, espermatozóides produzidos ou emitidos pela fricção no ato sexual, etc.)

É assunto da mais extrema importância desvendar quem é quem no código do DNA e esta informação do Miller pode ter-nos ajudado muito.

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A FALSA IDÉIA SÔBRE MOLÉCULAS AUTO-REPLICADORAS

quarta-feira, fevereiro 10th, 2010

Molécula de RNA

                 Molécula de RNA

 O materialismo científico está fazendo com que seus adeptos afirmem com convicção que em determinado momento a bilhões de anos atrás uma certa molécula, por acaso previsto no calculo das probabilidades, começou a se replicar, confeccionando cópias de si mesma, ou seja, o fenômeno da reprodução teria sido inventado pela primeira vez na História do Universo e na Terra, e isto teria sido o grande gatilho disparador que faltava para a Vida surgir na Terra. Os modêlos da Teoria da Matriz/DNA Universal também indicam que a certa época uma arquitetura natural existente na Terra começou a se duplicar, porém, sugerindo uma outra versão e creio, apesar de parecer fantástica, é muito mais profunda e racional, entrando no estado do mundo anterior inclusive às origens dêste planeta, para dali retirar as causas e fôrças naturais que teriam se desenvolvido a partir de mecanismos físicos até chegar  ao processo biológico da auto-duplicação.

Segundo a versão da Teoria da Abiogêneses, o primeiro fenômeno da auto-duplicação aconteceu por que… aconteceu… êles dizem. “Simplesmente aconteceu… assim é este mundo, coisas acontecem devido às infinitas possibilidades que podem ser medidas pelo calculo das probabilidades, sem precisar de nenhum prévio propósito existente em algum lugar fora do contexto  em que existia aquela molécula.” Mas até hoje acho que ninguém conseguiu apresentar em laboratório alguma molécula simples se auto-duplicando. Pelo que sei, a molécula mais simples que pode se auto-duplicar é o RNA. Como podemos ver nesta frase dita não me lembro onde: “Research by Christof Biebricher showing the formation of RNA molecules 400 bases long under freezing conditions using an RNA template, a single-strand chain of RNA that guides the formation of a new strand of RNA.” Acho inclusive que esta descoberta de que o RNA pode se auto-duplicar inclusive fora da célula – e portanto, em abiogêneses, pode ter feito isto antes de surgir o primeiro ser vivo – está na fundação da moderna tendência e forte crescimento no meio cientifico da hipótese do RNA-World. 

Mas o RNA não é uma molécula simples e, segundo a Teoria da Matriz, quando o RNA se formou já não havia mais abiogêneses, a fase de transformar a matéria inorgânica em vida já estava terminada. O RNA já não é mais da época em que se confeccionou a matéria-prima para a Vida, pois êle próprio já é a vida consumada. RNA é uma completa e terminada reprodução de um lado da face da Matriz. Pode se ver no software: a criança é confeccionada em F1, nasce como baby em F2, cresce como jovem em F3, amadurece em F4, quando termina a parte esquerda da face. Ora, tendo esta metade, a outra surge automática, pois o adulto se torna senil e o senil morre, perfazendo as funções F6 e F7. Acho que a idéia que se tem do mecanismo pelo qual um RNA acaba produzindo uma çopia está relacionada com a chirolarity ou bi-polaridade, no sentido que, digamos, existe um RNA carregado positivamente, e isto faz com os átomos ou substancias simples ao redor dêle automaticamente se auto-organizam justamente como sua contra-face, carregado negativamente. Bem, não sei o que os cientistas dizem sobre esse mecanismo, preciso consultar. Mas pela teoria da Matriz o mecanismo é explicado de outra maneira. Desde que existe um principio já estruturado e operante do sistema matricial, o circuito que começa em F1 tende a chegar ao F7, da mesma maneira que, desde que existe uma criança já formada, o seu ciclo de vida que começou no óvulo fecundado tende a chegar à forma de humano idoso. Se não houver algum obstáculo que interrompa este circuito, (como por exemplo a falta de alimento para o jovem adulto) que se encontra na ponta final do filamento do RNA, onde se situa a F4, que vai acontecer as outras formas finais, que vai se completar um ciclo, é automático. A não ser que esgote a disponibilidade de alimento no ambiente, ou seja, que não existam os átomos necessários. Em outras palavras: no momento que surgiu o primeiro RNA na Terra, a existência do futuro DNA foi determinada. Porque DNA significa a Matriz completa, significa um ciclo vital sistêmico completo. Mas então, sob esta perspectiva da Matriz, o fenômeno da auto-duplicação não foi inventado na Terra e pela Vida, pois ele já existia nos céus muito antes das origens da Terra. A importância desta nossa tese são duas: 1) Talvez o mecanismo acreditado pelo pensamento contempr6aneo esteja equivocado e talvez estaríamos aqui apresentando o mecanismo correto;  2) muda-se a visão do mundo, pois ao invés de um mundo ao acaso estritamente materialista, estamos sugerindo que os eventos aqui tratados vêm de um tempo e lugar além do Big Bang, ou por produção naturalista genética ou deixando a porta aberta para a possivel existência de uma inteligência além do Big Bang que cria universos através de softwares ou programas vivos.

 Antes de apresentar a versão da Matriz deixa-me colar aqui um trecho da sensacional aula do Professor Eric Lander, na heróica, genial, filantrópica iniciativa do MIT – Massachusetts Institute of Technology, no website http://ocw.mit.edu/OcwWeb/Biology/7-012Fall-2004/VideoLectures/detail/embed10.htm

que é uma série de cursos gratuítos, de uma eficiência e qualidade espetacular que posso mesmo dizer ter sido o maior presente que já recebí alguma vez na minha vida (eu que no meio da selva ou no trabalho árduo em New York não tenho a oportunidade de frequentar uma sala de aula) e assim, mesmo não acreditando que Êle me ouça, peço a Deus que proteja aquelas pessoas do MIT e as mantenha iluminadas com tais idéias tão benéficas no socorro à nossa espécie humana tão necessitada de iniciativas como estas. Para você ter uma idéia da importância da coisa e ser motivado a fazer aquêles cursos gratuítos, digo que o próprio Bill Gates, no seu website particular, disse que tem assistido às aulas!

Vamos então ler um trecho da aula (quando tiver tempo o traduzo, ou se alguém puder faze-lo, muito grato), o qual serviu de inspiração para eu apresentar agora mais esta tese:

 Prof. Eric Lander: “These (virus) were very simple things. I’m reluctant to call them creatures. Are they alive? This is a favorite question people would like to debate. They say are viruses alive? And the answer is who cares? I mean it depends on what you want to define alive to mean. To me it’s not alive in that it cannot replicate on its own without a host, so I won’t call it alive. But, anyway, I’ll refer to them loosely as these creatures that eat bacteria. They were very simple. And all they really had in them was some DNA in their capsid, this capsid up here, and some protein. But they could attach to a bacterium and after a certain amount of time cause the bacteria to burst open and produce lots of daughter-phage, lots of daughter bacteriophage. It could replicate within this bacteria. So, somehow this, while I might not want to call it alive, certainly can reproduce itself, or at least with the help of a     bacterium can reproduce itself .” ………………………………………………………………………………………………………………….

Êste fato imediatamente me leva a pensar o seguinte: “Uma arquitetura natural que chamamos de virus apresenta já uma enorme complexidade adquirida por um longo período de evolução, contendo proteínas, RNA e/ou DNA, e com tudo isso ainda não alcançou o nível de complexidade que é necessário para ser-se hábil a auto-duplicar-se.  Porque?  Como então acreditar que uma primitiva molécula muito menos complexa tenha alcançado essa habilidade? Isto não faz sentido racional. Acho que está óbvio aí que o segrêdo do mistério todo está na palavra “sistema”. O vírus é uma parte, uma peça, de um sistema, e quando esta peça se insere neste sistema – mesmo que ele já tenha uma operatividade própria – ela se expressa mais fortemente que a peça correspondente que já existia no sistema, assume o pôsto da outra peça, sequestra a maquinaria do sistema e assim se auto-duplica. Ou seja, se o sistema existente tinha a habilidade de se auto-duplicar por inteiro, agora com êste novo intruso êle mudou para a capacidade de duplicar uma de suas partes internas. ……………………………………………………………………………………………………………

Pelos modêlos da Matriz tenho concluído muito tempo antes que os vírus são originários dos bit-informações deixados no “ar” pelo antigo pulsar do sistema solar, que desempenham a funçao de macho reprodutor e os mesmos modêlos mostram como muito antes da existência dos virus, os sistêmas astronômicos já possuíam esse mecanismo de reproduzir suas peças internas degradadas”Isto é possível? Existe algum parâmetro na Natureza conhecido de fato por todos humanos, que confirme ser possível a Natureza aplicar este processo?……………………………………………………………………………………………………………

Uma rápida meditação nos leva ao seguinte quadro: No período da guerra fria o Império Soviético queria expandir o comunismo. Então ele enviou agentes subversivos que se conectou a pessoas sugestionáveis que viviam numa fazenda da Amazônia, ( se lembram do episódio da Guerrilha do Araguaia?), aos poucos fêz sua pregação doutrinaria, fizeram a revolução, o motim na fazenda, aprisionaram o fazendeiro e transformaram a fazenda num gueto comunista onde os agentes subversivos e seus asseclas tomaram o poder e assim tinham mais chance de deixar maior progênie. Se nenhuma fôrça externa atuar refreando este processo, não será o sistema organizatório da fazenda capitalista que vai ser exportado para as terras vizinhas fazendo outras fazendas capitalistas, mas sim os filhos dos agentes comunistas saindo daqui e indo para as terras vizinhas fazendo fazendas comunistas… ou os filhos dos virus subversivos saindo para fazendas-células, as quais seriam “cancerosas”, do ponto de vista da nacão Brazil cujo modêlo de sistema social é o capitalismo… É isto que os virus fazem! E se êsse fenômeno é visualizado aqui e agora na espécie humana, e o homem não cria nada do nada mas sim aplicando mecanismos já existentes na Natureza, está aí nos virus invadindo células o fenômeno ancestral dos agentes russos invadindo uma fazenda na Amazônia. E em quantas outras situações este mesmo processo deve estar acontecendo na Natureza, seja a nível atômico, astronômico, celular, etc.? Sim existe um parâmetro, nosso raciocínio está autorizado a prossseguir nesta linha pelo nosso auto-policiamento de nossa Razão……………………………………………………..

Sistemas! Nunca aconteceu isto, de por simples efeito casuístico da probabilidade uma certa molécula simples inventar onde nunca existiu antes este fenômeno da auto-duplicação. Ora, pense sériamente na cena: um corpo material tornando-se dois exatamente iguais! Isto é fantástico, certo? O primeiro ser que se auto-duplicou era um sistema. E aí o crente materialista contesta: “O DNA por si só, isolado, não é um sistema e mesmo assim, numa solução quimica contendo os ingredientes necessários, ele se auto-duplica.” Ah… meu  Deus… quanta dificuldade encontro devido as pessoas não conhecerem a Matriz. Quando não existiam átomos complexos, pesados, no Universo, e sim apenas os átomos leves que no máximo podem constituir gazes, êstes formaram protótipos das atuais estrêlas. Estas possuem reações nucleares que permitem a fabricacação de átomos mais pesados e complexos. Com a produção de atomos pesados as estrêlas puderam desenvolver os sistemas estelares. Mas uma estrela, agora que ela pode fabricar atomos pesados, não precisa dis planetas e outros que formam seu sistema para auto-duplicar-se. Basta ela morrer, se fragmentar, deixar seus restos mortais na forma de poeira turbilhonando num ponto qualquer da galáxia auto-rotativa que ela vai ressuscitar… e justamente este mecanismo de proto-auto-reciclagem, que depende de que um corpo morra antes para se auto-ressuscitar, e que até hoje é reproduzido aqui pelos zangões que copulam com a rainha e morrem imediatamente porem não sem antes deixarem seu genoma que os auto-replicará, este mecanismio que existia no céu a bilhões de anos antes das origens da vida na Terra, é o mecanismo ancestral do fenômeno da auto-reprodução biológica e também da auto-duplicação da molécula enclauzurada no nucleo da célula…………………………………….  Eu acho isto lindo de morrer, para mim jamais apeareceu uma teoria tão… elegante. Não porque seja vaidoso bradando aos quatro ventos que eu descobrí a Matriz, qualquer um que tivesse nascido tão fud… como eu nascí a ponto de ser enxotado pela civilização para o meio da selva, o teria disccoberto, pois esta descoberta foi feita pelo espirito virgem e selvagem da Natureza apoiada sobre os ombros de gigantes como Grigffith, Francis Crick, Watson, etc., usando-me como mero instrumento. Em todo caso, torço para que seja comprovado o pouco que deve existir de correto nestes primeiros modelos da Matriz, pois estas perspectivas próprias dela, estas mensagens que ela nos envia, são muito mais belas e confortantes para nosso anseio de significar algo mais neste mundo que o simples papel de meros macacos melhorados, do que a perspectiva e mensagem fria e niilista que nos envia a doutrina materialista. Você não concorda? Havia sim um propósito, um prévio design existente que produziu o fenômeno da Vida e da reprodução aqui na Terra, isto não foi obra apenas de um montículo de matéria compondo uma simples molécula ao sabor do acaso que tirou este fenômeno da cartola como num passe de mágica. A Matriz está sugerindo que nós somos os genes operários do Universo construindo nosso próprio corpo do futuro, isto sinigifca que somos alguém, que nossa vida tem um sentido sublime, e que um futuro grandioso nos aguarda. Se a Matriz for apenas um sonho, ao menos ela serve como a energia potencial que me mantem querendo continuar esta vida, o que eu não iria querer continuar se tivesse a abrupta certeza de que não passo de mero macaco melhorado vivendo uma existência inútil e indesejada por um Universo não-amigável que me trataria como mera verruga incômoda e incongruente que nada teria a fazer mo Universo. Se eu não tivesse a consciência de que sou um cego tateando este mundo desconhecido como uma criança quando engatinha, e a educação para perceber que um cego não pode e não dever guiar outros cegos, eu diria: venham viver este sonho comigo pois juntos é possivel que “our dream will come true”.

Porque Não Acredito na Minha Visão do Mundo e nesta Teoria

quarta-feira, fevereiro 10th, 2010

Os modelos da Matriz têm sido tão eficientes nestes 25 anos desde sua descoberta que já me peguei no flagrante tomando decisões em rotinas diárias da vida me baseando nas suas mensagens, assim como Hitler se baseou no evolucionismo para se crer o “selecionador natural” das raças humanas, ou assim como um crente perdoou o ladrão pêgo na sua casa baseado na sua crença na teoria cristã. E isto é mal, muito mal, por isso, tento estar sempre me policiando e quando alguém me faz lembrar este detalhe faço questão de nota-lo para que isto reinforce meu auto-policiamento, como é o caso de uma frase lida que reescrevo a seguir:Willian Dembsky: “Qualquer pessoa que tenha estudado a história da Ciência conhece a “indução pessimista”. A indução pessimista diz que tôdas as teorias científicas do passado demonstraram estar erradas a determinado nível e precisaram ser modificadas (algumas estavam tão erradas que tiveram que ser abandonadas por completo).Nenhuma teoria científica está escrita em pedra. Nenhuma teoria científica deve ser venerada. Tôda teoria científica deveria de vez em quando ser submetida a um escrutínio rigoroso. Isso é saudável para a Ciência.”Se alguém quiser saber mais sôbre a indução pessimista menciono abaixo o que diz a Wikipedia (pena que nada tem em português).É simples entender isto. O Universo é tão grande, mas tão grande ( pense no tamanho do planeta que é uma bolinha dentro de um imenso sistema solar que é um pontinho dentro de uma galaxia com 100 milhões de sistemas, cuja galaxia é um nada dentro de um aglomerado de galaxias que é quase nada dentro do superagglomerado de galaxias… e provavelmente este inteiro universo seja apenas um pontinho dentro de um multi-verso), e o meu cérebro tão pequeno que não passa de um pontinho dentro deste pontinho que é a Terra, e acreditar que meu cérebro possa conhecer mais que 1% das informações deste mundo e ainda resolver seu mistério… seria coisa do louco mais arrogante que pudesse existir.E quanto ao tempo? Apenas o Universo se julga ter 13,5 bilhões de anos enquanto o primeiro cérebro humano surgiu a poucos segundos nesta escala cósmica, então como poderia este absorver a história real da existência daquele? Ter a Teoria do Big Bang como a preferida que deve estar mais próxima da Verdade ( talvez ela esteja apenas 98% errada, com 1% de avanço sôbre a que estava mais certa a 200 anos atrás) acho que não é um pecado racionalista, mas sentir-se confiante em sua visão de mundo baseado nela, é loucura.A coisa é simples. O que são teorias, cientificas ou apenas empiricas? Por exemplo, sôbre as origens da vida, a 2.500 anos atrás alguns filósofos viram vermes surgindo dos cadaveres putrefatos de animais que jaziam nas ruas de Atenas e concluíram: “A vida surge por geração espontanea. Pois estes vermes não estavam aí e não vieram de nenhum outro lugar.” Foi um pensamento límpido, claro, honesto, racional, para o conhecimento da época. Eu teria pensado a mesma coisa. Mas passaram-se alguns séculos, milênios, e o acêrvo de dados coletados e registrados neste período contradiziam claramente a solução da geração espontanea. Então novamente entraram os filósofos cujo trabalho é reunir o maximo possivel de dados conhecidos e coletados pelo método reducionista e  tentar conecta-los para montar o quebra-cabeças. Surgiram as teorias do principio vital de Pasteur, ou do determinismo quimico de Pauling, etc.,  e finalmente formulou-se a atual teoria da abiogenesis. Mas o que é esta teoria senão a mesma da geração espontanea, apenas transformando o “espontaneo de algumas horas” dos gregos, no “espontâneo de 3,5 bilhões de anos”,  dos pensadores modernos? O significado final continua o mesmo, quer dizer, a vida surgiu onde e quando houve condições físicas para tal ocorrer, sem intervenção de nada sobrenatural. Portanto a teoria dos gregos não foi derrubada, apenas foi ampliada, ela continua como fundação basica da teoria atual. É isso o que ocorre com as teorias honestas e pensadas, pois elas nascem pela nossa razão, nossa razão é uma produção natural, e uma produção natural expressa a verdade natural, mesmo que seja incompleta porque o campo visual e táctil ao redor dessa produção seja muito limitado. É por isso que não consigo ser tão duro com os religiosos como são os ateus. A idéia de Deus surgiu num cérebro humano primeiramente e por isso essa idéia deve ter algo de naturalmente explicável nela. Talvez aquele cérebro estivesse alterado por algum sofrimento ou mesmo por alguma substância natural. Com os modelos da Matriz sugerindo que o Universo é uma produçao genética, o que sugere que o Universo ou um sistema que existe dentro deste universo e evolui seja uma espécie de filho e gerado por um sistema natural, e a recente aparição da mente ou intelig6encia sugerindo que o sistema criador deve ser tambem inteligente… pode facilmente nos levar a dar o nome a esse sistema de Deus. Porém, transformar um sistema natural inteligente, por maior que seja, em um ser infinito, eterno, onipresente, onisciente, todo poderoso… aí não pode ser produto de um pensamento natural saudavel e e honesto, pois em nenhum momento e ponto do limitado espaço que rodeia o cérebro humano a Natureza nos mostrou algo com essas qualidades.Enfim, nunca, jamais, devemos deixar que o imaginado sôbre o além das fronteiras dos espaços e tempos que rodeiam nossos cérebros nos suba à cabeça e nos crie uma espécie de fé que venha a influenciar nosso comportamento. As lições da História aí estão e isto serve igualmente para a Teoria da Evolução, da abiogeneses, do Design Inteligente, da Matriz/DNA, etc. Sempre foi assim antes: as teorias da moda sempre estão longe de serem a verdade final, por mais completa, eficiente, e lógica que possa nos parecer. Nosso cérebro ainda não tem informações suficientes e não está estruturado para abranger o Universo. O que não significa que as nossas teorias honestas não tenham valor, pois elas são sempre uma pausa feita na correria pela sobrevivência para pensar e meditar no que se sabe e como esse conhecimento pode ser conectado de modo que nos leve direto à obtenção de mais conhecimento.Pessimistic induction (Wikipedia)In the philosophy of science, the pessimistic induction, also known as the pessimistic meta-induction, is an argument which seeks to rebut scientific realism, particularly the scientific realist’s notion of epistemic optimism.Scientific realists argue that we have good reasons to believe that our presently successful scientific theories are true or approximately true, where approximate truth means that the central terms of such theories genuinely refer. The pessimistic meta-induction undermines the realist’s warrant for his epistemic optimism via historical counterexample. Larry Laudan argues that the history of science is a “graveyard” of once empirically successful theories whose central terms have been found not to refer. For example, 18th century optical aether theory and the humoral theory of medicine were incredibly successful, and yet we no longer believe in the existence of aether, nor would we want to label such theories as having been approximately true. Using meta-induction, Laudan then argues that if past scientific theories which were successful were found to be false, we have no reason to believe the realist’s claim that our currently successful theories are approximately true. The pessimistic meta-induction argument was first fully postulated by Laudan in 1981 and survives to this day as one of the strongest arguments against scientific realism.

Sensacional a explicação do porque temos um ôlho menor que outro!

segunda-feira, fevereiro 8th, 2010

A formula universal da Matriz continua nos surpreendendo a cada hora, agora por exemplo nos explicando como funcionou a mente de Deus ao desenhar cada detalhe de nossa face! É dito geral, desde os tempos de minha avó, que todo mundo tem um ôlho menor que o outro, e inclusive um tem menas eficiência visional que o outro (ainda não tive tempo de pesquisar o que a Ciência diz a respeito). Mas se o povo notou isto, também surgiu uma questão que intriga os pensadores: porquê? Desde que nossa face apresenta a universal bi-lateral simetria, isto não faz sentido. As orelhas são iguais (penso eu, e acho que ninguém ainda pegou uma fita métrica para sair por aí medindo as duas orelhas das pessoas. Taí: quer ficar famoso (a) e por seu nome nos imortais anais das Ciências ou no Guiness? Faça a medida em 50 amostras e se for constatado que existe diferença no tamhanho das duas orelhas de uma mesma face, você será o primeiro no mundo a descobri-lo).Esta questão me surgiu hoje quando lia as perguntas no Yahoo Respostas e deparei-me com uma questão do usuário denomionado “Super Intrigante”, que é a seguinte: “POR QUE TODO MUNDO TEM UM OLHO BAIXO E O OUTRO NORMAL?”

E então ali tem a brilhante resposta de uma menina, cognominada “Desejo Dôce”, que transcrevo a seguir:

“Achei que era só eu que tinha… Uma coisa eu sei, tem um lado da pessoa que é mais expressivo e verdadeiro. Você descobre qual lado seu é mais importante, muitas vezes com mais caracteristicas faciais, como linhas mais expressivas, talvez até mais rugas, a boca puxa mais para esse lado quando você sorri etc. Você descobre qual é esse seu lado quando você une as mão à sua frente bem no meio do seu rosto, com o braço esticado, deixa um espaço entre as mãos, e olha para um ponto, dai você fecha um olho, tem um dos olhos que vai continuar com o foco igualzinho de quando estava olhando com os dois olhos. O outro quando você fecha vai mudar o ponto que você estava olhando com os dois olhos.”Menina esperta essa, hein?

Os dois buracos do nariz são perfeitamente simétricos, não? As bochechas estão na mesma altura e proporções. Porque os olhos foram feitos diferentes? Acho que se os evolucionistas buscarem a resposta nos primitivos animais, procurar em qual deles houve uma mutação para pior e a partir dêle esta mutação teria sido permanente em tôdas suas descendências, inclusive no homem, não vão descobrir nada, porém, devem tentar. Por nosso lado, estamos em paz com êsse fenômeno. A fórmula da Matriz não tem falhado nunca e também aqui fornece uma explicação, fantástica é certo, mas de uma beleza lógica e racional que nos causa alegria admirando a engenharia oculta na Natrureza.

A construção da cabeça dos seres do reino animal é uma longa e lenta obra que começa lá com a célula, passa pelos pequenos organismos e desabrocha na sua plenitude na forma do Tom Cruise masculino e da Marylin Monroe feminina. Mas quando os primeiros seres multicelulares começaram a alongar sua membrana externa e projetar um protótipo da cabeça, estava na verdade sendo desenvolvido uma nova forma derivada de sistema natural, portanto, mais uma vez a Natureza sacou de seus bolsos a fôrma do diagram de software do sistema matriz, com a qual ela produz tôda a materia deste Universo e organiza esta material em peças, partes, corpos, e finalmente, sistemas. Portanto, temos que entender que a cabeça humana deve ser o ápice, o produto final possível de mais uma operação da formula da matriz, que a cabeça é um sistema “de per se”.

Ora, se é assim, vamos correndo examiner a fórmula-software buscando entender as origens, o desenvolvimento e os significados de cada detalhe do nosso rosto. Não vamos agora desvendar o nariz (o que já foi entendido, pois basta ver o cone da Função Número 1 para ver de onde veio a forma do nariz e basta observer como o cone na formula funciona par aver que existem dois buracos que fazem algo como a respiração), assim como não vamos estudar orelhas (pois já o fiz, e basta ver a forma espiralada da orelha para já ir entendendo a cópia exata da matriz em sua forma de espiral galactica). Baixemos a fórmula software da Matriz no seu estado de sistema fechado perfeito, portanto:

DIAGRAMA DO PROTO-SISTEMA “LUCA” - The Last Universal Common Ancestral

Não vou mencionar os inumeros detalhes complexos que tenho estudado comparando a nossa cabeça com a fórmula da Matriz ao longo destes 25 anos, pois a coisa é tão complexa que envolve aquele principio transformador do DNA quando uma metade de face direita contrói a esquerda, envlove o fenômeno da Chiro… (esquecí o nome agora), presente na formação das moléculas, o fenômeno do circuito que sai do lado esquerdo do cérebro se torcer e adminastrar o lado direito do corpo, o fenômeno de um lado da face ser “up” e o outro “down” obedecendo o aspecto entrópico dos circuitos sistêmicos, etc. Estes estudos revelam um monte que os especialistas deveriam fazer se conhecessem a cosmovisão da matriz e muito poderia ser feito no desenvolvimento da medicina, mas devido a falta de tempo, por ora fica em aberto esta tese e retorno a ela sempre que possível. Vamos nos voltar ao nosso tema de hoje: as causas das diferenças entre os olhos.

Nesta formula acima primerio de tudo lembremo-nos o que significa aqules F1, F2, etc.: são as Funções sistêmicas universais, os obreiros da material desde o Big Bang, que ali apareceram como sete conceitos ideais, sete forcas brutas constantes de um vórtice quântico – spin right ou left, tendência ao movimento retilineo uniforme ou ao movimento curvelíneo circular, etc. (vide a tese sôbre Funções Universais). Sabendo-se que a F1 produziu a bôca e o nariz, somos imediatamente levados a procurer a função que produziu os olhos considerando as posições dos olhos na face. Ora, salta aos olhos imediatyamente que estas funções foram a F2 e a F6 (e/ou F7). A F2 é a função de elevação do circuito e a F6, a função da estabilização do circuito e mais tarde o inicio da entropia, enquanto a F7 tem estabelece definitivamente a entropia. Agora vamos à contraparte material dêste estado evolucionario da Matriz como sistema fechado, o qual é a forma de proto-sistema astronomico, ou mais exatamente, nosso ultimo ancestral não-terrestre, denominado LUCA.

LUCA - The Last Common Ancestral

Observamos que neste estado do sistema universal, a F2 construiu como ferramente para poder operar sua obra, o astro-baby, ou, como podemos chamar também, a semente de uma nova estrêla. O astro-baby recém-saído fda fornalha nuclear é uma esfera de energia incandescente, portanto deve ser muito luminoso. Agora procuremos a F6, e vamos ver que aqui a função universal construiu como seu corpo material para operar na matéria, a forma da estrêla, mais exatamente a de supernova recém-transformada desde um pulsar. O primeiro detalhe óbvio é que este corpo também é luminoso. Ora, então a diferença fundamental que une F2 a F6, em confront com as outras formas de Astros, é que seus corpos brilham, enquanto ops demais são opacos. Começa a delinear-se o segrêdo do mistério: visão é um fenômeno facial relacionado à luz, e Astros-babies e estrêlas são fenômenos astronomicos ancestrais relacionados à luz. Mas observe em LUCA que o astro-baby é a forma do corpo astral mais pequena que existe, parece estar num nivel mais baixo que F6 se consideramos a formula num plano horizontal, enquanto a supernova é a forma do corpo astral mais grande que existe, e parece estar num nivel mais alto que o astro-baby se considerado o mesmo plano horizontal…Está matada a charade? Sim. Sabemos que a história da evolução biológica na Terra nestes 3.5 bilões de anos tem sido a história do processo embrionãrio da reprodução de LUCA, o que implica dizer… reprodução da face da LUCA.Temos um olho menor e mais fraco que outro. Qual o problema? A vida é assim, todos os babies são menores e mais fracos que os adultos. Nosso olho esquerdo foi produzido pelo mesmo artista que faz os babies astronomicos no céu, e nosso olho direito foi feito pelo mesmo obreiro universal que faz estrêlas gigantes no céu. ë assim que dada função sistêmica universal precisa fazer seus corpos e neles encarnar para operar com maior plenitude e eficiência. A questão da menor eficiencia de um olho não é causada por um péssimo design da Natureza, pois se nossa fasce fosse simplesmente uma obra obediente e fiel á formula de sistema perfeito, o conjunto dos dois olhos resultariam na maxima eficiência da visão. Mas acontece que LUCA se meteu a Bêsta dominado pelo selfish gene, quis ser eterno e egoisticamente isolado em seu paraizinho privado, forçou uma mutação da perfeição, a qual se revelou como uma mutação para pior, e nós, como seus herdeiros genéticos, pagamos o pato. Mas com o conhecimento agotra dessa histótria tôda, e como somos homens e não sacos de batata, vamos sim desenvolver uma tecnologia e consertar isso: nossas futuras gerações terão os dois olhos na sua maxima capacidade operative, sem diferenças entre si, numa perfeita bilateral simetria, ou se descobrir-mos que o sistema facial trabalha melhor nos moldes do software, onde estas duas diferenças existem porque se complementam num circuito por onde fluem os sinais luminosos ( o que está a requerer uma nova abordagem tecnológica), manteremos assim o que foi feito de melhor.

Pois bem, hoje você aprendeu que seu olho esquerdo é como um bebê engatinhando e seu olho direito é como um adulto a todo vapor. Mas não vá fazer como eu: estou lavando o olho esquerdo com leite e o direito com uisque, par aver se satisfazem e se comportam melhor.

Qual deve vir primeiro: uma visão do mundo ou a ciência?

segunda-feira, fevereiro 8th, 2010

Na controvérsia entre crentes e ateus – ou mais exatamente, entre evolucionistas ateus e evolucionistas criacionistas do Intelligent Designer – os ateus estão afirmando que primeiro se deve fazer Ciência e só depois então, baseando-se nos fatos estabelecidos cientificamente, se pode extrair uma correta ou mais efetiva visão do mundo. Acho que as religiões fazem justamente o contrário, ou seja, primeiro um livro contendo a “sagrada escritura” expõe a visão do mundo e depois interpreta os fatos segundo essa visão. Se estou certo no tocante à atitude dos religiosos, pergunto: “E você? O que pensa? O que deve vir primeiro?

Lembrando que sou agnóstico deísta naturalista (se quiser pergunte que explico), antes de expor minha opinião gostaria de lembrar uma história que escrevo no meu livro a qual servirá aqui como uma boa analogia.

Os homens fizeram uma màquina tentando imitar o cérebro e chamaram-na de “computador”. Dotaram esta máquina de sensores próprios, como os visores telescópicos imitando os olhos, sensores termoelétricos para tatearem e sentirem temperaturas, densidades, imitando os dedos, auditores imitando a audição, etc.. Em seguida puseram êsse robot dotado de cérebro e tentáculos numa nave e inseriram instruções na máquina para navegar no espaço e coletar informações. Ou então enfiaram estes sensores no micro mundo dos átomos e proteínas e células para as informações saírem como gráficos ou imagens nas telas dos computadores. Pois bem. O cérebro elétro-mecânico invadiu assim o macro e o microcosmos, obedecendo as instruções do cérebro humano. Captou informações e as trouxe entregando-as de bandeja ao cérebro humano que as absorveu, analizou e em cima destas informações reprogramou a máquina e a enviou de volta. Tal procedimento foi feito um sem fim de vezes e continua sendo feito. Hoje em dia, eu penso que grande parte da nossa incrivel evolução cientifica nos ultimos 50 anos está baseada nestas informações invisiveis a olho nu, impossiveis de serem detetadas pelo complex sensorial humano. O que nos informa o mecanismo do ciclo de Krebs ou da fotossintese dentro de uma mitocondria, senão aparelhos que servem como extensões do nosso complexo sensorial? Como sabemos que tem um planeta opaco orbitando uma estrela em outra galáxia?

Foi uma espetacular vitória humana desde que Galileu desenvolveu a lente da luneta e viu coisas no céu a séculos atrás que ainda hoje, qualquer ser humano, a olho nu, olhando para o céu, jamais iria saber que tais coisas existem. Mas… (e sempre existe um mas…) talvez este recurso de pesquisa tenha um catastrófico efeito colateral. Pois pense no seguinte…

Na primeira operação o cérebro humano era o informado, enquanto o cérebro eletro-mecânico, totalmente estúpido, ignorante. Portanto o cérebro humano dominava a situação e prova disso é que ele forneceu informações suas, genuinamente humanas, captadas com os cinco sentidos do complexo sensorial humano. Como um escravo dócil o cérebro eletro-mecânico partiu para a colheita empregando seus tentáculos. Trouxe umas tantas novas informações jamais imaginadas pelo cérebro humano, o qual as absorveu admirado. E assim, admirado, instruído por essas novas informações,  ele direcionou o cérebro eletro-mecânico a novos lugares especificos visando melhor entender aquelas informações e captar mais informações relacionadas às primeiras. Lá se foi de novo o cérebro-eletromecânico para regiões longinquas, às quais o homem não pode ir, estendeu seus tentáculos com sensores, e retornou para passar informação ao cérebro-humano. Como quem diz:  eis aí a base para que me reprogrames,… enquanto, sem você notar, eu já o reprogramei. Como?!

Imagine que mum planeta gigantesco maior que Jupiter exista vida, e seres quase iguais aos humanos, e a nave minuscula, menor que uma môsca para os jupiterianos, se aproxime perto de um casal se namorando deitados na relva. O barulho dos beijos, o borbulhar e troca de salivas vai ser captado pelos sensores do computador como ruídos de ondas de maremotos, erupções vulcânicas, etc. E assim por diante, tudo o que for gravado e micro-observado ao nível de um micro-organismo será errôneamente interpretado aqui na Terra. Um planeta romantico, florido, passa a ser para nós um mundo de ambiente caótico, inóspito para a vida.

Os sensores de um cérebro eletro-mecânico faz com que ele esteja sob os mesmos efeitos que qualquer observador relativista. Cada tipo de observadores,  diferentes em termos de espaço-tempo, vai captar apenas dados relativos à sua dimensão espaço-temporal, seus sensores selecionam alguns dados e descriminam outros, ignorando-os. Uma formiga passeando na minha mesa agora olha para a frente e vê a letra “l” na tela do meu monitor, enquanto eu olhando para a frente, para o mesmo lugar que ela, estou vendo um monitor, um longo texto, centenas ou milhares de letras outras que o “l”.

Retorno à pergunta acima: “Estariam corretos os cientificistas fundamentalistas  quando afirmam que primeiro aplique-se a Ciência e só depois então formule sua visão de  mundo?”

Sou ferrenho defensor do método cientifico, adoro a Ciência, mas recuso-me a aceitar essa crença dos materialistas. Por exemplo, reunindo todos os poucos dados reais que temos hoje que fundamentam a Teoria do Big Bang, e rearrajando-os, conectando-os de outra maneira, se nos delineia um quadro totalmente diferente dêsse que a teoria elaborou e está sendo ensinada nos bancos escolares como processo pelo qual se deu as origens e primeiras expansões do Universo. Se eu pudesse por uma nave minuscula dentro de um óvulo não-fecundado, fazê-la estacionar no centro do óvulo, e ficar filmando a chegada do espermatozóide, o momento que rompe seu imvólucro espermático e libera os genes masculinos, e como eles se alinham com seus respectivos parceiros femininos, acho que a nave ia informar: “Atenção, uma coisa estranha está adentrando o espaço, parece uma nave extra-terrestre, quero dizer, extra-ovular, a nave está pousando, a nave parece que vai abrir uma port… buuummmm… ei, a nave explodiu, e que big bang!, e estão descendo os passageiros ( mas que raios de engenheiros burros são estes que para desembarcarem, ao invés de fazerem portas é preciso explodir a nave?!) e, ei, os passageiros são da mesma espécie dos bichinhos que estavam aqui antes nadando, e agora estão todos se reunindo em pares e ao som do movimento de tudo estão começando uma espécie de ritual de dança e acasalamento cósmico coletivo…

Os mesmos dados… o mesmo mundo…, podem produzir em uns uma visão do ponto de vista da Física, de um mundo ao acaso mas mecânicamente auto-selecionado , frio, sem propósito, e noutros, um mundo biologico, poético, sugerindo que o Universo é uma produção genética. Eu acho que aqueles que aceitam piamente um livro que pintaram de sagrado e inspirado pelo divino como base para sua visão de mundo, essa coisa tão fundamental que determina nosso jeito de ser e comportar-se e nos guia a um destino contrário ao que nos guiaria nossa razão livre, são loucos; mas não menos loucos são aqueles que acham que já temos dados suficientes e os dados certos para construir-mos nossa visão do mundo. Eu continuarei sem ter uma visão do mundo para ter minha mente mais livre para observar os seres vivos daqui, calcular qual e como deve ser o mundo ideal para eles, pois certamente não é êste como está, e fazer, obrigar, o mundo a se tornar igual à visão que quero que êle me pareça. Ter visões antecipadas, brigar por elas, tem causado divisão e até guerras entre os seres humanos e isto nos prejudica a todos.

Abraços e até outro dia… mas lembre-se: não deixe o cérebro eletro-mecânico mecanizar o seu cérebro biologico ( quem conhece a Teoria da Matriz/DNA sabe que o mecanicismo está encriptado em nossa genética  como herança de LUCA e a reprodução de LUCA tenta nos robotizar) , mas sim, permaneça atento no sentido de manter o cérebro eletro-mecânico dominado pelo seu cérebro.