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Sensacional a explicação do porque temos um ôlho menor que outro!

segunda-feira, fevereiro 8th, 2010

( artigo em construção)

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A formula universal da Matrix/DNA continua nos surpreendendo a cada hora, agora por exemplo nos explicando como a face humana já tinha seus princípios desenhado nas estrelas antes das origens da vida e como foi sua evolução. 

É dito geral, desde os tempos de minha avó, que todo mundo tem um ôlho menor que o outro, e inclusive um tem menas eficiência visual(ainda não tive tempo de pesquisar o que a Ciência diz a respeito). Mas se o povo notou isto, também surgiu uma questão que intriga os pensadores: porquê? Desde que nossa face apresenta a universal simetria bi-lateral, isto não faz sentido. As orelhas são iguais, as duas cavidades no nariz são simétricas, as bochechas estão na mesma altura e proporções, os olhos parecem iguais…, mas apenas por fora. Na sua anatomia interna e funcionalidade tem algo diferente.

A bi-lateral simetria é outro fenômeno que intriga os pensadores. Nesta Natureza evidentemente incerta, caótica, onde coisas novas surgem apenas porque coincidiu de se encontrarem no mesmo tempo e local certas forças e elementos naturais, construir o lado direito da face exatamente igual o lado esquerdo parece ser obra inteligente, coisa de projeto de engenharia. Porem, a existência da formula da Matrix/DNA fluindo através de toda a Natureza tem si a força para produzir coisas engenhosas. Já foi notado que muitos fenômenos naturais que apresentam bi-lateral simetria como flores, conchas de moluscos, etc., ao serem medidas pelo homem este descobre que todas as distancias apresentam sempre um mesmo numero, chamado “Phi = 1,618… “, e uma razão crescente, a sequencia de Fibonacci (1,2,3,5,8…). Mas sem nunca terem descoberto como e porque a natureza aplica estes princípios matemáticos de engenharia, acreditaram em poder mistico, dando-lhe o nome de sagrada geometria, ou a razão divina, etc.  Ora, a formula da Matrix/DNA rapidamente matou a charada: trata-se de uma de suas funções sistêmicas que é responsável pela reprodução dos sistemas e ela faz isso iniciando a construir o lado esquerdo e depois copia-o como esquerdo, assim como se duplica o DNA. E o ponto geométrico desta função na formula é exatamente 1,618, A Razão de Fibonacci ocorre porque a formula é uma espiral e esta razão já é definida na razão de distancias dos ameis circulares da espiral (isto vai explicado aqui no artigo: http://theuniversalmatrix.com/pt-br/artigos/?p=235 )

Mas então, se esta’ determinado na Natureza, que em todo sistema natural existam duas meias-faces laterais e na aparência sejam iguais, porque esta diferença de poder de visão entre os dois olhos? Ora, a formula da Matrix/DNA explica: a igualdade ocorre apenas na aparência externa, porque sempre na face esquerda flui a energia crescente e na face direita flui a entropia, energia decrescente. Esta questão me surgiu hoje quando lia as perguntas no Yahoo Respostas e deparei-me com uma questão do usuário denomionado “Super Intrigante”, que é a seguinte:

POR QUE TODO MUNDO TEM UM OLHO BAIXO E O OUTRO NORMAL?”

E então ali tem a brilhante resposta de uma menina, cognominada “Desejo Dôce”, que transcrevo a seguir:

“Achei que era só eu que tinha… Você descobre isso quando você une as mãos à sua frente bem no meio do seu rosto, com o braço esticado, deixa um espaço entre as mãos, e olha para um ponto, dai você fecha um olho, tem um dos olhos que vai continuar com o foco igualzinho de quando estava olhando com os dois olhos. O outro quando você fecha vai mudar o ponto que você estava olhando com os dois olhos.”

Menina esperta essa, hein?

Porque os olhos foram feitos diferentes? Acho que se os evolucionistas buscarem a resposta nos primitivos animais, procurar em qual deles houve uma mutação para pior e a partir dêle esta mutação teria sido permanente em tôdas suas descendências, inclusive no homem, não vão descobrir nada, porém, devem tentar. Por nosso lado, estamos em paz com êsse fenômeno. A fórmula da Matriz não tem falhado nunca e também aqui fornece uma explicação, fantástica é certo, mas de uma beleza lógica e racional que nos causa alegria admirando a engenharia oculta na Natrureza.

A construção da cabeça dos seres do reino animal é uma longa e lenta obra que começa lá com a célula, passa pelos pequenos organismos e desabrocha na sua plenitude na forma do Tom Cruise masculino e da Marylin Monroe feminina. Mas quando os primeiros seres multicelulares começaram a alongar sua membrana externa e projetar um protótipo da cabeça, estava na verdade sendo desenvolvido uma nova forma derivada de sistema natural, portanto, mais uma vez a Natureza sacou de seus bolsos a fôrma do diagrama de software do sistema matriz, com a qual ela produz tôda a matéria deste Universo e organiza esta matéria em peças, partes, corpos, e finalmente, sistemas. Portanto, temos que entender que a cabeça humana deve ser o ápice, o produto final possível de mais uma operação da formula da matriz, que a cabeça é um sistema “de per se”.

Ora, se é assim, vamos correndo examinar a fórmula-software buscando entender as origens, o desenvolvimento e os significados de cada detalhe do nosso rosto. Não vamos agora desvendar o nariz (o que já foi entendido, pois basta ver o cone da Função Número 1 para ver de onde veio a forma do nariz e basta observar como o cone na formula funciona para ver que existem dois buracos que fazem algo como a respiração), assim como não vamos estudar orelhas (pois já o fiz, e basta ver a forma espiralada da orelha para já ir entendendo a cópia exata da matriz em sua forma de espiral galáctica). Baixemos a fórmula software da Matriz no seu estado de sistema fechado perfeito, portanto:

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

The Universal Matrix/DNA Formula

Nesta formula acima primeiro de tudo lembremo-nos o que significa aqueles F1, F2, etc.: são as Funções sistêmicas universais, cujas origens coincidem com as origens das partículas no Universo. Das duas, uma: ou o Universo foi criado por algum ser que apenas espalhou um pequeno software num espaço que continha uma substancia inerte, ou o Universo nada mais e’ que um útero cósmico, as galaxias formando uma especie de placenta, e o Big Bang ocorreu quando um sistema desconhecido natural, vivo e consciente, ejetou seu genoma cuja membrana explodiu no centro deste espaço na forma do Big Bang. Tudo o que existe de conhecido hoje e aqui foi explicado pela Matrix/DNA como resultado de evolução que vem desde o Big Bang, mas a formula não diz o que existia antes, apesar de apontar com firmeza na direcao destas duas possibilidades. 

 

, que vinham numa forma estranha como uma bolha vista por fora contendo um rodamoinho interno.   sete tipos de forças físicas naturais em doses duplas, ou seja, uma sendo tendencia de girar para a direita e seu par para a esquerda, uma com tendencia a crescer de tamanho e a outra com a tendencia a encurtar, e assim por diante dando inicio `a dualidade, a constante diferença entre os opostos. Estas forças poderiam serem definidas como os obreiros da matéria desde o Big Bang, que ali apareceram como sete conceitos ideais, sete forcas brutas constantes de um vórtice quântico – spin right ou left, tendência ao movimento retilineo uniforme ou ao movimento curvelíneo circular, etc. (vide a tese sôbre Funções Universais). Sabendo-se que a F1 produziu a bôca e o nariz, somos imediatamente levados a procurer a função que produziu os olhos considerando as posições dos olhos na face. Ora, salta aos olhos imediatyamente que estas funções foram a F2 e a F6 (e/ou F7). A F2 é a função de elevação do circuito e a F6, a função da estabilização do circuito e mais tarde o inicio da entropia, enquanto a F7 tem estabelece definitivamente a entropia. Agora vamos à contraparte material dêste estado evolucionario da Matriz como sistema fechado, o qual é a forma de proto-sistema astronomico, ou mais exatamente, nosso ultimo ancestral não-terrestre, denominado LUCA.

LUCA - The Last Common Ancestral

Observamos que neste estado do sistema universal, a F2 construiu como ferramente para poder operar sua obra, o astro-baby, ou, como podemos chamar também, a semente de uma nova estrêla. O astro-baby recém-saído fda fornalha nuclear é uma esfera de energia incandescente, portanto deve ser muito luminoso. Agora procuremos a F6, e vamos ver que aqui a função universal construiu como seu corpo material para operar na matéria, a forma da estrêla, mais exatamente a de supernova recém-transformada desde um pulsar. O primeiro detalhe óbvio é que este corpo também é luminoso. Ora, então a diferença fundamental que une F2 a F6, em confront com as outras formas de Astros, é que seus corpos brilham, enquanto ops demais são opacos. Começa a delinear-se o segrêdo do mistério: visão é um fenômeno facial relacionado à luz, e Astros-babies e estrêlas são fenômenos astronomicos ancestrais relacionados à luz. Mas observe em LUCA que o astro-baby é a forma do corpo astral mais pequena que existe, parece estar num nivel mais baixo que F6 se consideramos a formula num plano horizontal, enquanto a supernova é a forma do corpo astral mais grande que existe, e parece estar num nivel mais alto que o astro-baby se considerado o mesmo plano horizontal…Está matada a charade? Sim. Sabemos que a história da evolução biológica na Terra nestes 3.5 bilões de anos tem sido a história do processo embrionãrio da reprodução de LUCA, o que implica dizer… reprodução da face da LUCA.Temos um olho menor e mais fraco que outro. Qual o problema? A vida é assim, todos os babies são menores e mais fracos que os adultos. Nosso olho esquerdo foi produzido pelo mesmo artista que faz os babies astronomicos no céu, e nosso olho direito foi feito pelo mesmo obreiro universal que faz estrêlas gigantes no céu. ë assim que dada função sistêmica universal precisa fazer seus corpos e neles encarnar para operar com maior plenitude e eficiência. A questão da menor eficiencia de um olho não é causada por um péssimo design da Natureza, pois se nossa fasce fosse simplesmente uma obra obediente e fiel á formula de sistema perfeito, o conjunto dos dois olhos resultariam na maxima eficiência da visão. Mas acontece que LUCA se meteu a Bêsta dominado pelo selfish gene, quis ser eterno e egoisticamente isolado em seu paraizinho privado, forçou uma mutação da perfeição, a qual se revelou como uma mutação para pior, e nós, como seus herdeiros genéticos, pagamos o pato. Mas com o conhecimento agotra dessa histótria tôda, e como somos homens e não sacos de batata, vamos sim desenvolver uma tecnologia e consertar isso: nossas futuras gerações terão os dois olhos na sua maxima capacidade operative, sem diferenças entre si, numa perfeita bilateral simetria, ou se descobrir-mos que o sistema facial trabalha melhor nos moldes do software, onde estas duas diferenças existem porque se complementam num circuito por onde fluem os sinais luminosos ( o que está a requerer uma nova abordagem tecnológica), manteremos assim o que foi feito de melhor.

Pois bem, hoje você aprendeu que seu olho esquerdo é como um bebê engatinhando e seu olho direito é como um adulto a todo vapor. Mas não vá fazer como eu:  lavo o baby-olho esquerdo com leite e o adulto-olho direito com uísque, para ver se assim ambos ficam mais satisfeitos.

 

Qual deve vir primeiro: uma visão do mundo ou a ciência?

segunda-feira, fevereiro 8th, 2010

Na controvérsia entre crentes e ateus – ou mais exatamente, entre evolucionistas ateus e evolucionistas criacionistas do Intelligent Designer – os ateus estão afirmando que primeiro se deve fazer Ciência e só depois então, baseando-se nos fatos estabelecidos cientificamente, se pode extrair uma correta ou mais efetiva visão do mundo. Acho que as religiões fazem justamente o contrário, ou seja, primeiro um livro contendo a “sagrada escritura” expõe a visão do mundo e depois interpreta os fatos segundo essa visão. Se estou certo no tocante à atitude dos religiosos, pergunto: “E você? O que pensa? O que deve vir primeiro?

Lembrando que sou agnóstico deísta naturalista (se quiser pergunte que explico), antes de expor minha opinião gostaria de lembrar uma história que escrevo no meu livro a qual servirá aqui como uma boa analogia.

Os homens fizeram uma màquina tentando imitar o cérebro e chamaram-na de “computador”. Dotaram esta máquina de sensores próprios, como os visores telescópicos imitando os olhos, sensores termoelétricos para tatearem e sentirem temperaturas, densidades, imitando os dedos, auditores imitando a audição, etc.. Em seguida puseram êsse robot dotado de cérebro e tentáculos numa nave e inseriram instruções na máquina para navegar no espaço e coletar informações. Ou então enfiaram estes sensores no micro mundo dos átomos e proteínas e células para as informações saírem como gráficos ou imagens nas telas dos computadores. Pois bem. O cérebro elétro-mecânico invadiu assim o macro e o microcosmos, obedecendo as instruções do cérebro humano. Captou informações e as trouxe entregando-as de bandeja ao cérebro humano que as absorveu, analizou e em cima destas informações reprogramou a máquina e a enviou de volta. Tal procedimento foi feito um sem fim de vezes e continua sendo feito. Hoje em dia, eu penso que grande parte da nossa incrivel evolução cientifica nos ultimos 50 anos está baseada nestas informações invisiveis a olho nu, impossiveis de serem detetadas pelo complex sensorial humano. O que nos informa o mecanismo do ciclo de Krebs ou da fotossintese dentro de uma mitocondria, senão aparelhos que servem como extensões do nosso complexo sensorial? Como sabemos que tem um planeta opaco orbitando uma estrela em outra galáxia?

Foi uma espetacular vitória humana desde que Galileu desenvolveu a lente da luneta e viu coisas no céu a séculos atrás que ainda hoje, qualquer ser humano, a olho nu, olhando para o céu, jamais iria saber que tais coisas existem. Mas… (e sempre existe um mas…) talvez este recurso de pesquisa tenha um catastrófico efeito colateral. Pois pense no seguinte…

Na primeira operação o cérebro humano era o informado, enquanto o cérebro eletro-mecânico, totalmente estúpido, ignorante. Portanto o cérebro humano dominava a situação e prova disso é que ele forneceu informações suas, genuinamente humanas, captadas com os cinco sentidos do complexo sensorial humano. Como um escravo dócil o cérebro eletro-mecânico partiu para a colheita empregando seus tentáculos. Trouxe umas tantas novas informações jamais imaginadas pelo cérebro humano, o qual as absorveu admirado. E assim, admirado, instruído por essas novas informações,  ele direcionou o cérebro eletro-mecânico a novos lugares especificos visando melhor entender aquelas informações e captar mais informações relacionadas às primeiras. Lá se foi de novo o cérebro-eletromecânico para regiões longinquas, às quais o homem não pode ir, estendeu seus tentáculos com sensores, e retornou para passar informação ao cérebro-humano. Como quem diz:  eis aí a base para que me reprogrames,… enquanto, sem você notar, eu já o reprogramei. Como?!

Imagine que mum planeta gigantesco maior que Jupiter exista vida, e seres quase iguais aos humanos, e a nave minuscula, menor que uma môsca para os jupiterianos, se aproxime perto de um casal se namorando deitados na relva. O barulho dos beijos, o borbulhar e troca de salivas vai ser captado pelos sensores do computador como ruídos de ondas de maremotos, erupções vulcânicas, etc. E assim por diante, tudo o que for gravado e micro-observado ao nível de um micro-organismo será errôneamente interpretado aqui na Terra. Um planeta romantico, florido, passa a ser para nós um mundo de ambiente caótico, inóspito para a vida.

Os sensores de um cérebro eletro-mecânico faz com que ele esteja sob os mesmos efeitos que qualquer observador relativista. Cada tipo de observadores,  diferentes em termos de espaço-tempo, vai captar apenas dados relativos à sua dimensão espaço-temporal, seus sensores selecionam alguns dados e descriminam outros, ignorando-os. Uma formiga passeando na minha mesa agora olha para a frente e vê a letra “l” na tela do meu monitor, enquanto eu olhando para a frente, para o mesmo lugar que ela, estou vendo um monitor, um longo texto, centenas ou milhares de letras outras que o “l”.

Retorno à pergunta acima: “Estariam corretos os cientificistas fundamentalistas  quando afirmam que primeiro aplique-se a Ciência e só depois então formule sua visão de  mundo?”

Sou ferrenho defensor do método cientifico, adoro a Ciência, mas recuso-me a aceitar essa crença dos materialistas. Por exemplo, reunindo todos os poucos dados reais que temos hoje que fundamentam a Teoria do Big Bang, e rearrajando-os, conectando-os de outra maneira, se nos delineia um quadro totalmente diferente dêsse que a teoria elaborou e está sendo ensinada nos bancos escolares como processo pelo qual se deu as origens e primeiras expansões do Universo. Se eu pudesse por uma nave minuscula dentro de um óvulo não-fecundado, fazê-la estacionar no centro do óvulo, e ficar filmando a chegada do espermatozóide, o momento que rompe seu imvólucro espermático e libera os genes masculinos, e como eles se alinham com seus respectivos parceiros femininos, acho que a nave ia informar: “Atenção, uma coisa estranha está adentrando o espaço, parece uma nave extra-terrestre, quero dizer, extra-ovular, a nave está pousando, a nave parece que vai abrir uma port… buuummmm… ei, a nave explodiu, e que big bang!, e estão descendo os passageiros ( mas que raios de engenheiros burros são estes que para desembarcarem, ao invés de fazerem portas é preciso explodir a nave?!) e, ei, os passageiros são da mesma espécie dos bichinhos que estavam aqui antes nadando, e agora estão todos se reunindo em pares e ao som do movimento de tudo estão começando uma espécie de ritual de dança e acasalamento cósmico coletivo…

Os mesmos dados… o mesmo mundo…, podem produzir em uns uma visão do ponto de vista da Física, de um mundo ao acaso mas mecânicamente auto-selecionado , frio, sem propósito, e noutros, um mundo biologico, poético, sugerindo que o Universo é uma produção genética. Eu acho que aqueles que aceitam piamente um livro que pintaram de sagrado e inspirado pelo divino como base para sua visão de mundo, essa coisa tão fundamental que determina nosso jeito de ser e comportar-se e nos guia a um destino contrário ao que nos guiaria nossa razão livre, são loucos; mas não menos loucos são aqueles que acham que já temos dados suficientes e os dados certos para construir-mos nossa visão do mundo. Eu continuarei sem ter uma visão do mundo para ter minha mente mais livre para observar os seres vivos daqui, calcular qual e como deve ser o mundo ideal para eles, pois certamente não é êste como está, e fazer, obrigar, o mundo a se tornar igual à visão que quero que êle me pareça. Ter visões antecipadas, brigar por elas, tem causado divisão e até guerras entre os seres humanos e isto nos prejudica a todos.

Abraços e até outro dia… mas lembre-se: não deixe o cérebro eletro-mecânico mecanizar o seu cérebro biologico ( quem conhece a Teoria da Matriz/DNA sabe que o mecanicismo está encriptado em nossa genética  como herança de LUCA e a reprodução de LUCA tenta nos robotizar) , mas sim, permaneça atento no sentido de manter o cérebro eletro-mecânico dominado pelo seu cérebro.