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A FALSA IDÉIA SÔBRE MOLÉCULAS AUTO-REPLICADORAS

quarta-feira, fevereiro 10th, 2010

Molécula de RNA

                 Molécula de RNA

 O materialismo científico está fazendo com que seus adeptos afirmem com convicção que em determinado momento a bilhões de anos atrás uma certa molécula, por acaso previsto no calculo das probabilidades, começou a se replicar, confeccionando cópias de si mesma, ou seja, o fenômeno da reprodução teria sido inventado pela primeira vez na História do Universo e na Terra, e isto teria sido o grande gatilho disparador que faltava para a Vida surgir na Terra. Os modêlos da Teoria da Matriz/DNA Universal também indicam que a certa época uma arquitetura natural existente na Terra começou a se duplicar, porém, sugerindo uma outra versão e creio, apesar de parecer fantástica, é muito mais profunda e racional, entrando no estado do mundo anterior inclusive às origens dêste planeta, para dali retirar as causas e fôrças naturais que teriam se desenvolvido a partir de mecanismos físicos até chegar  ao processo biológico da auto-duplicação.

Segundo a versão da Teoria da Abiogêneses, o primeiro fenômeno da auto-duplicação aconteceu por que… aconteceu… êles dizem. “Simplesmente aconteceu… assim é este mundo, coisas acontecem devido às infinitas possibilidades que podem ser medidas pelo calculo das probabilidades, sem precisar de nenhum prévio propósito existente em algum lugar fora do contexto  em que existia aquela molécula.” Mas até hoje acho que ninguém conseguiu apresentar em laboratório alguma molécula simples se auto-duplicando. Pelo que sei, a molécula mais simples que pode se auto-duplicar é o RNA. Como podemos ver nesta frase dita não me lembro onde: “Research by Christof Biebricher showing the formation of RNA molecules 400 bases long under freezing conditions using an RNA template, a single-strand chain of RNA that guides the formation of a new strand of RNA.” Acho inclusive que esta descoberta de que o RNA pode se auto-duplicar inclusive fora da célula – e portanto, em abiogêneses, pode ter feito isto antes de surgir o primeiro ser vivo – está na fundação da moderna tendência e forte crescimento no meio cientifico da hipótese do RNA-World. 

Mas o RNA não é uma molécula simples e, segundo a Teoria da Matriz, quando o RNA se formou já não havia mais abiogêneses, a fase de transformar a matéria inorgânica em vida já estava terminada. O RNA já não é mais da época em que se confeccionou a matéria-prima para a Vida, pois êle próprio já é a vida consumada. RNA é uma completa e terminada reprodução de um lado da face da Matriz. Pode se ver no software: a criança é confeccionada em F1, nasce como baby em F2, cresce como jovem em F3, amadurece em F4, quando termina a parte esquerda da face. Ora, tendo esta metade, a outra surge automática, pois o adulto se torna senil e o senil morre, perfazendo as funções F6 e F7. Acho que a idéia que se tem do mecanismo pelo qual um RNA acaba produzindo uma çopia está relacionada com a chirolarity ou bi-polaridade, no sentido que, digamos, existe um RNA carregado positivamente, e isto faz com os átomos ou substancias simples ao redor dêle automaticamente se auto-organizam justamente como sua contra-face, carregado negativamente. Bem, não sei o que os cientistas dizem sobre esse mecanismo, preciso consultar. Mas pela teoria da Matriz o mecanismo é explicado de outra maneira. Desde que existe um principio já estruturado e operante do sistema matricial, o circuito que começa em F1 tende a chegar ao F7, da mesma maneira que, desde que existe uma criança já formada, o seu ciclo de vida que começou no óvulo fecundado tende a chegar à forma de humano idoso. Se não houver algum obstáculo que interrompa este circuito, (como por exemplo a falta de alimento para o jovem adulto) que se encontra na ponta final do filamento do RNA, onde se situa a F4, que vai acontecer as outras formas finais, que vai se completar um ciclo, é automático. A não ser que esgote a disponibilidade de alimento no ambiente, ou seja, que não existam os átomos necessários. Em outras palavras: no momento que surgiu o primeiro RNA na Terra, a existência do futuro DNA foi determinada. Porque DNA significa a Matriz completa, significa um ciclo vital sistêmico completo. Mas então, sob esta perspectiva da Matriz, o fenômeno da auto-duplicação não foi inventado na Terra e pela Vida, pois ele já existia nos céus muito antes das origens da Terra. A importância desta nossa tese são duas: 1) Talvez o mecanismo acreditado pelo pensamento contempr6aneo esteja equivocado e talvez estaríamos aqui apresentando o mecanismo correto;  2) muda-se a visão do mundo, pois ao invés de um mundo ao acaso estritamente materialista, estamos sugerindo que os eventos aqui tratados vêm de um tempo e lugar além do Big Bang, ou por produção naturalista genética ou deixando a porta aberta para a possivel existência de uma inteligência além do Big Bang que cria universos através de softwares ou programas vivos.

 Antes de apresentar a versão da Matriz deixa-me colar aqui um trecho da sensacional aula do Professor Eric Lander, na heróica, genial, filantrópica iniciativa do MIT – Massachusetts Institute of Technology, no website http://ocw.mit.edu/OcwWeb/Biology/7-012Fall-2004/VideoLectures/detail/embed10.htm

que é uma série de cursos gratuítos, de uma eficiência e qualidade espetacular que posso mesmo dizer ter sido o maior presente que já recebí alguma vez na minha vida (eu que no meio da selva ou no trabalho árduo em New York não tenho a oportunidade de frequentar uma sala de aula) e assim, mesmo não acreditando que Êle me ouça, peço a Deus que proteja aquelas pessoas do MIT e as mantenha iluminadas com tais idéias tão benéficas no socorro à nossa espécie humana tão necessitada de iniciativas como estas. Para você ter uma idéia da importância da coisa e ser motivado a fazer aquêles cursos gratuítos, digo que o próprio Bill Gates, no seu website particular, disse que tem assistido às aulas!

Vamos então ler um trecho da aula (quando tiver tempo o traduzo, ou se alguém puder faze-lo, muito grato), o qual serviu de inspiração para eu apresentar agora mais esta tese:

 Prof. Eric Lander: “These (virus) were very simple things. I’m reluctant to call them creatures. Are they alive? This is a favorite question people would like to debate. They say are viruses alive? And the answer is who cares? I mean it depends on what you want to define alive to mean. To me it’s not alive in that it cannot replicate on its own without a host, so I won’t call it alive. But, anyway, I’ll refer to them loosely as these creatures that eat bacteria. They were very simple. And all they really had in them was some DNA in their capsid, this capsid up here, and some protein. But they could attach to a bacterium and after a certain amount of time cause the bacteria to burst open and produce lots of daughter-phage, lots of daughter bacteriophage. It could replicate within this bacteria. So, somehow this, while I might not want to call it alive, certainly can reproduce itself, or at least with the help of a     bacterium can reproduce itself .” ………………………………………………………………………………………………………………….

Êste fato imediatamente me leva a pensar o seguinte: “Uma arquitetura natural que chamamos de virus apresenta já uma enorme complexidade adquirida por um longo período de evolução, contendo proteínas, RNA e/ou DNA, e com tudo isso ainda não alcançou o nível de complexidade que é necessário para ser-se hábil a auto-duplicar-se.  Porque?  Como então acreditar que uma primitiva molécula muito menos complexa tenha alcançado essa habilidade? Isto não faz sentido racional. Acho que está óbvio aí que o segrêdo do mistério todo está na palavra “sistema”. O vírus é uma parte, uma peça, de um sistema, e quando esta peça se insere neste sistema – mesmo que ele já tenha uma operatividade própria – ela se expressa mais fortemente que a peça correspondente que já existia no sistema, assume o pôsto da outra peça, sequestra a maquinaria do sistema e assim se auto-duplica. Ou seja, se o sistema existente tinha a habilidade de se auto-duplicar por inteiro, agora com êste novo intruso êle mudou para a capacidade de duplicar uma de suas partes internas. ……………………………………………………………………………………………………………

Pelos modêlos da Matriz tenho concluído muito tempo antes que os vírus são originários dos bit-informações deixados no “ar” pelo antigo pulsar do sistema solar, que desempenham a funçao de macho reprodutor e os mesmos modêlos mostram como muito antes da existência dos virus, os sistêmas astronômicos já possuíam esse mecanismo de reproduzir suas peças internas degradadas”Isto é possível? Existe algum parâmetro na Natureza conhecido de fato por todos humanos, que confirme ser possível a Natureza aplicar este processo?……………………………………………………………………………………………………………

Uma rápida meditação nos leva ao seguinte quadro: No período da guerra fria o Império Soviético queria expandir o comunismo. Então ele enviou agentes subversivos que se conectou a pessoas sugestionáveis que viviam numa fazenda da Amazônia, ( se lembram do episódio da Guerrilha do Araguaia?), aos poucos fêz sua pregação doutrinaria, fizeram a revolução, o motim na fazenda, aprisionaram o fazendeiro e transformaram a fazenda num gueto comunista onde os agentes subversivos e seus asseclas tomaram o poder e assim tinham mais chance de deixar maior progênie. Se nenhuma fôrça externa atuar refreando este processo, não será o sistema organizatório da fazenda capitalista que vai ser exportado para as terras vizinhas fazendo outras fazendas capitalistas, mas sim os filhos dos agentes comunistas saindo daqui e indo para as terras vizinhas fazendo fazendas comunistas… ou os filhos dos virus subversivos saindo para fazendas-células, as quais seriam “cancerosas”, do ponto de vista da nacão Brazil cujo modêlo de sistema social é o capitalismo… É isto que os virus fazem! E se êsse fenômeno é visualizado aqui e agora na espécie humana, e o homem não cria nada do nada mas sim aplicando mecanismos já existentes na Natureza, está aí nos virus invadindo células o fenômeno ancestral dos agentes russos invadindo uma fazenda na Amazônia. E em quantas outras situações este mesmo processo deve estar acontecendo na Natureza, seja a nível atômico, astronômico, celular, etc.? Sim existe um parâmetro, nosso raciocínio está autorizado a prossseguir nesta linha pelo nosso auto-policiamento de nossa Razão……………………………………………………..

Sistemas! Nunca aconteceu isto, de por simples efeito casuístico da probabilidade uma certa molécula simples inventar onde nunca existiu antes este fenômeno da auto-duplicação. Ora, pense sériamente na cena: um corpo material tornando-se dois exatamente iguais! Isto é fantástico, certo? O primeiro ser que se auto-duplicou era um sistema. E aí o crente materialista contesta: “O DNA por si só, isolado, não é um sistema e mesmo assim, numa solução quimica contendo os ingredientes necessários, ele se auto-duplica.” Ah… meu  Deus… quanta dificuldade encontro devido as pessoas não conhecerem a Matriz. Quando não existiam átomos complexos, pesados, no Universo, e sim apenas os átomos leves que no máximo podem constituir gazes, êstes formaram protótipos das atuais estrêlas. Estas possuem reações nucleares que permitem a fabricacação de átomos mais pesados e complexos. Com a produção de atomos pesados as estrêlas puderam desenvolver os sistemas estelares. Mas uma estrela, agora que ela pode fabricar atomos pesados, não precisa dis planetas e outros que formam seu sistema para auto-duplicar-se. Basta ela morrer, se fragmentar, deixar seus restos mortais na forma de poeira turbilhonando num ponto qualquer da galáxia auto-rotativa que ela vai ressuscitar… e justamente este mecanismo de proto-auto-reciclagem, que depende de que um corpo morra antes para se auto-ressuscitar, e que até hoje é reproduzido aqui pelos zangões que copulam com a rainha e morrem imediatamente porem não sem antes deixarem seu genoma que os auto-replicará, este mecanismio que existia no céu a bilhões de anos antes das origens da vida na Terra, é o mecanismo ancestral do fenômeno da auto-reprodução biológica e também da auto-duplicação da molécula enclauzurada no nucleo da célula…………………………………….  Eu acho isto lindo de morrer, para mim jamais apeareceu uma teoria tão… elegante. Não porque seja vaidoso bradando aos quatro ventos que eu descobrí a Matriz, qualquer um que tivesse nascido tão fud… como eu nascí a ponto de ser enxotado pela civilização para o meio da selva, o teria disccoberto, pois esta descoberta foi feita pelo espirito virgem e selvagem da Natureza apoiada sobre os ombros de gigantes como Grigffith, Francis Crick, Watson, etc., usando-me como mero instrumento. Em todo caso, torço para que seja comprovado o pouco que deve existir de correto nestes primeiros modelos da Matriz, pois estas perspectivas próprias dela, estas mensagens que ela nos envia, são muito mais belas e confortantes para nosso anseio de significar algo mais neste mundo que o simples papel de meros macacos melhorados, do que a perspectiva e mensagem fria e niilista que nos envia a doutrina materialista. Você não concorda? Havia sim um propósito, um prévio design existente que produziu o fenômeno da Vida e da reprodução aqui na Terra, isto não foi obra apenas de um montículo de matéria compondo uma simples molécula ao sabor do acaso que tirou este fenômeno da cartola como num passe de mágica. A Matriz está sugerindo que nós somos os genes operários do Universo construindo nosso próprio corpo do futuro, isto sinigifca que somos alguém, que nossa vida tem um sentido sublime, e que um futuro grandioso nos aguarda. Se a Matriz for apenas um sonho, ao menos ela serve como a energia potencial que me mantem querendo continuar esta vida, o que eu não iria querer continuar se tivesse a abrupta certeza de que não passo de mero macaco melhorado vivendo uma existência inútil e indesejada por um Universo não-amigável que me trataria como mera verruga incômoda e incongruente que nada teria a fazer mo Universo. Se eu não tivesse a consciência de que sou um cego tateando este mundo desconhecido como uma criança quando engatinha, e a educação para perceber que um cego não pode e não dever guiar outros cegos, eu diria: venham viver este sonho comigo pois juntos é possivel que “our dream will come true”.

Porque Não Acredito na Minha Visão do Mundo e nesta Teoria

quarta-feira, fevereiro 10th, 2010

Os modelos da Matriz têm sido tão eficientes nestes 25 anos desde sua descoberta que já me peguei no flagrante tomando decisões em rotinas diárias da vida me baseando nas suas mensagens, assim como Hitler se baseou no evolucionismo para se crer o “selecionador natural” das raças humanas, ou assim como um crente perdoou o ladrão pêgo na sua casa baseado na sua crença na teoria cristã. E isto é mal, muito mal, por isso, tento estar sempre me policiando e quando alguém me faz lembrar este detalhe faço questão de nota-lo para que isto reinforce meu auto-policiamento, como é o caso de uma frase lida que reescrevo a seguir:Willian Dembsky: “Qualquer pessoa que tenha estudado a história da Ciência conhece a “indução pessimista”. A indução pessimista diz que tôdas as teorias científicas do passado demonstraram estar erradas a determinado nível e precisaram ser modificadas (algumas estavam tão erradas que tiveram que ser abandonadas por completo).Nenhuma teoria científica está escrita em pedra. Nenhuma teoria científica deve ser venerada. Tôda teoria científica deveria de vez em quando ser submetida a um escrutínio rigoroso. Isso é saudável para a Ciência.”Se alguém quiser saber mais sôbre a indução pessimista menciono abaixo o que diz a Wikipedia (pena que nada tem em português).É simples entender isto. O Universo é tão grande, mas tão grande ( pense no tamanho do planeta que é uma bolinha dentro de um imenso sistema solar que é um pontinho dentro de uma galaxia com 100 milhões de sistemas, cuja galaxia é um nada dentro de um aglomerado de galaxias que é quase nada dentro do superagglomerado de galaxias… e provavelmente este inteiro universo seja apenas um pontinho dentro de um multi-verso), e o meu cérebro tão pequeno que não passa de um pontinho dentro deste pontinho que é a Terra, e acreditar que meu cérebro possa conhecer mais que 1% das informações deste mundo e ainda resolver seu mistério… seria coisa do louco mais arrogante que pudesse existir.E quanto ao tempo? Apenas o Universo se julga ter 13,5 bilhões de anos enquanto o primeiro cérebro humano surgiu a poucos segundos nesta escala cósmica, então como poderia este absorver a história real da existência daquele? Ter a Teoria do Big Bang como a preferida que deve estar mais próxima da Verdade ( talvez ela esteja apenas 98% errada, com 1% de avanço sôbre a que estava mais certa a 200 anos atrás) acho que não é um pecado racionalista, mas sentir-se confiante em sua visão de mundo baseado nela, é loucura.A coisa é simples. O que são teorias, cientificas ou apenas empiricas? Por exemplo, sôbre as origens da vida, a 2.500 anos atrás alguns filósofos viram vermes surgindo dos cadaveres putrefatos de animais que jaziam nas ruas de Atenas e concluíram: “A vida surge por geração espontanea. Pois estes vermes não estavam aí e não vieram de nenhum outro lugar.” Foi um pensamento límpido, claro, honesto, racional, para o conhecimento da época. Eu teria pensado a mesma coisa. Mas passaram-se alguns séculos, milênios, e o acêrvo de dados coletados e registrados neste período contradiziam claramente a solução da geração espontanea. Então novamente entraram os filósofos cujo trabalho é reunir o maximo possivel de dados conhecidos e coletados pelo método reducionista e  tentar conecta-los para montar o quebra-cabeças. Surgiram as teorias do principio vital de Pasteur, ou do determinismo quimico de Pauling, etc.,  e finalmente formulou-se a atual teoria da abiogenesis. Mas o que é esta teoria senão a mesma da geração espontanea, apenas transformando o “espontaneo de algumas horas” dos gregos, no “espontâneo de 3,5 bilhões de anos”,  dos pensadores modernos? O significado final continua o mesmo, quer dizer, a vida surgiu onde e quando houve condições físicas para tal ocorrer, sem intervenção de nada sobrenatural. Portanto a teoria dos gregos não foi derrubada, apenas foi ampliada, ela continua como fundação basica da teoria atual. É isso o que ocorre com as teorias honestas e pensadas, pois elas nascem pela nossa razão, nossa razão é uma produção natural, e uma produção natural expressa a verdade natural, mesmo que seja incompleta porque o campo visual e táctil ao redor dessa produção seja muito limitado. É por isso que não consigo ser tão duro com os religiosos como são os ateus. A idéia de Deus surgiu num cérebro humano primeiramente e por isso essa idéia deve ter algo de naturalmente explicável nela. Talvez aquele cérebro estivesse alterado por algum sofrimento ou mesmo por alguma substância natural. Com os modelos da Matriz sugerindo que o Universo é uma produçao genética, o que sugere que o Universo ou um sistema que existe dentro deste universo e evolui seja uma espécie de filho e gerado por um sistema natural, e a recente aparição da mente ou intelig6encia sugerindo que o sistema criador deve ser tambem inteligente… pode facilmente nos levar a dar o nome a esse sistema de Deus. Porém, transformar um sistema natural inteligente, por maior que seja, em um ser infinito, eterno, onipresente, onisciente, todo poderoso… aí não pode ser produto de um pensamento natural saudavel e e honesto, pois em nenhum momento e ponto do limitado espaço que rodeia o cérebro humano a Natureza nos mostrou algo com essas qualidades.Enfim, nunca, jamais, devemos deixar que o imaginado sôbre o além das fronteiras dos espaços e tempos que rodeiam nossos cérebros nos suba à cabeça e nos crie uma espécie de fé que venha a influenciar nosso comportamento. As lições da História aí estão e isto serve igualmente para a Teoria da Evolução, da abiogeneses, do Design Inteligente, da Matriz/DNA, etc. Sempre foi assim antes: as teorias da moda sempre estão longe de serem a verdade final, por mais completa, eficiente, e lógica que possa nos parecer. Nosso cérebro ainda não tem informações suficientes e não está estruturado para abranger o Universo. O que não significa que as nossas teorias honestas não tenham valor, pois elas são sempre uma pausa feita na correria pela sobrevivência para pensar e meditar no que se sabe e como esse conhecimento pode ser conectado de modo que nos leve direto à obtenção de mais conhecimento.Pessimistic induction (Wikipedia)In the philosophy of science, the pessimistic induction, also known as the pessimistic meta-induction, is an argument which seeks to rebut scientific realism, particularly the scientific realist’s notion of epistemic optimism.Scientific realists argue that we have good reasons to believe that our presently successful scientific theories are true or approximately true, where approximate truth means that the central terms of such theories genuinely refer. The pessimistic meta-induction undermines the realist’s warrant for his epistemic optimism via historical counterexample. Larry Laudan argues that the history of science is a “graveyard” of once empirically successful theories whose central terms have been found not to refer. For example, 18th century optical aether theory and the humoral theory of medicine were incredibly successful, and yet we no longer believe in the existence of aether, nor would we want to label such theories as having been approximately true. Using meta-induction, Laudan then argues that if past scientific theories which were successful were found to be false, we have no reason to believe the realist’s claim that our currently successful theories are approximately true. The pessimistic meta-induction argument was first fully postulated by Laudan in 1981 and survives to this day as one of the strongest arguments against scientific realism.