Archive for fevereiro 22nd, 2010

O Universo Relativo de 1000 Faces

segunda-feira, fevereiro 22nd, 2010

Nesta categoria, “Relativismo”,  vamos desenvolver este tema que é de muita importância para corrigir os desvios de nossa mente-criança e evitar as armadinhas que são colocadas em nosso caminho. As aparências sempre enganam o bebê porque o bebê nunca saiu do berço e portanto não tem uma experiência do mundo como ponto de referência para fazer o correto juízo sôbre a verdade do objeto visto, e a nossa mente nunca t6eve experiencias nos mundos invisiveis do macro e micro cosmos para fazer correto juízo das coisas que nota existência através de sensores alienígenas como telescópios e osciloscópios. Mas acontece que as coisas do nosso mundo imediato que estão no nosso nivel de grandeza – digamos “médio-cosmos” – e as quais podemos perceber com nosso próprio complexo sensorial não explicam nada sôbre a verdade do mundo pois as causas destes fenômenos perceptiveis estão sempre escondidas nas dimensões imperceptiveis. Por isso até hoje tôdas as cosmovisões ou visões do mundo de todos os povos estào sendo corrigidas e com certeza, a nossa também está errada e deverá ser corrigida. Isto seria muito importante que todos os seres humanos entendessem pois viveriamos muito mais em paz e procurando maior aproximação entre nós. Ninguém seria radical, fundamentalista, dono da verdade, não haveriam pais rígidos, nem ditadores, tiranos e nem donzelas convencidas. O mais importante ainda é que a compreensão ou não desta nossa deficiência sensorial e mental é que move nossa mão para abrir ou fechar as portas da nossa mente, e uma mente fechada no êrro é uma tragédia para todo mundo.

Temos que entender o relativismo do observador o qual determina que todo observador, inclusive eu, é uma variavel, ou seja, é mutante sob as ordens da Evolução. Quando eu tinha 10 anos eu tinha toda uma cosmovisão sôbre as meninas que via e reagia de acôrdo com meus julgamentos; quando me tornei adulto meu corpo mudou de não-ativo sexual para ativo-sexual e as meninas mudaram para mulheres… então mudou tudo entre observador e objeto-observado. Pode ter certeza que as relações entre você e uma colher hoje serão diferentes entre seu descendente e aquilo que em que se transformar (ou desaparecer)  a colher, dentro de 1 milhão de anos. Tudo o que existe hoje vai desaparecer e o mundo do futuro será todo feito de coisas que nunca apareceram ainda. Não nos interessa agora perder tempo calculando o que era e o que vai ser, apenas o que está na nossa dimensão aqui e agora. A não ser quando tocamos no nível existencial: quanto mais sabemos do passado e quanto mais acertada nossa previsão do futuro mais correta será nossa idéia do que significa nossa existência e deste mundo. E aqui aparece o lado prático e util de todo esse filosofar: quanto mais sábia for a nossa visão do mundo e do nosso lugar nêle, mais acertado será o nosso comportamento e portanto melhor será o nosso padrão de vida aqui nos anos que ainda nos resta viver. Somos uma variavel como observador, portanto como observadores não temos solo firme para apoiar nossa mira e assim atiramos a êsmo escolhendo uma direção baseados no ruído ou no facho de luz que mais nos chamou a atenção. Mas se for-mos treinados pela empatia, conseguiremos nos colocar em vários lugares ao mesmo tempo, porque saberemos pensar num mesmo instante como vários observadores diferentes. E as lições administradas pela empatia chama-se relativismo.

Se ainda não inserí neste web-site o capítulo que explica como cheguei aos modelos da Matriz também considerando o relativismo do observador, adianto dois eventos:

1) Na busca do conhecimento sôbre a microcosmica primeira célula viva e a macrocosmica galáxia que a gerou temos o problema da grandeza do espaço: somos grandes em relação à célula e pequenos em relação à galáxia. Vemos a célula como quem vem de cima e se coloca a observar à distância e por isso inicialmente só vemos sua superficie, aparência externa e alguns efeitos de suas relações com o mundo externo, mas nada vemos de seu interior; por outro lado, vemos a galáxia como quem existe dentro dela na magnitude de um virus e por isso, inicialmente vemos apenas seu interior imediato nos minimos detalhes, mas nada vemos de sua apar6encia externa, suas relações com o mundo externo e suas transformações pelo tempo. ora se temos certeza que a galaxia é a criadora da célula numa racional sequencia de causas e efeitos, teremos a noção de que “tal pai, tal filho”, como sabemos que filho de peixe, peixinho será. Ou seja, deve existir semelhantes estruturas e funcionalidades entre os dois objetos, apesar da enorme distancia no tempo e nosso espaco que separtam suas histórias. Se existem semelhanças então existe uma maneira do virus conjecturar algo do exteriro da galaxia e acertar algumas coisas, assim como existe a mesma maneira para um gigante conjecturar algo sôbre o interior da célula e acertar algumas coisas. Basta para o virus transpor o conhecido exterior da célula para o desconhecido exterior da galáxia e para o gigante transpor o conhecido interior da galáxia para o desconhecido interior da galaxia. Temos a vantagem de estar-mos no ponto do meio, por isso podemos atuar como o gigante e o virus, fazendo as duas operações. O resto é calculo.  

Assim experimentei. Peguei uma célula, despelei-a de sua membrana e coloquei-a numa espiral rotativa; peguei uma galáxia, extraí todos seus componentes, tais como estrelas, quasares, buracos negros e no seu lugar coloquei mitocondrias, cloroplastos, nucleo, ribossomos… e fiquei observando os dois monstros que tinha sôbre a mesa e  e calculando… Como resultado obtive um novo modelo teórico da galaxia e um novo modelo teórico da célula… agora tudo se resume ao trabalho de testar os modêlos contra os novos fatos que vão aparecendo e atirar nas direções em que os modêlos sugerem que estão os fatos desconhecidos. Mas a causa que gerou este método de investigação foi a postura de observador que conhece e respeita o relativismo.

A elaboração do retrato-falado do elo entre a Evolução Cosmológica pré-origem-da-vida e a Evolução Biológica pós-origem-da vida nos levou a recalcular as duas Histórias e com os resultados, montar a História Total ou Universal. Com isso passamos pelo Big Bang, esticamos o pescoço para dentro do vacuo que circunda as fronteiras do Universo e voltamos os olhos para observar o Universo de fora dêle. O que ví me espantou: o Universo não tinha uma forma fixa. Nem o gênio de Einstein – o primeiro a descobrir que tudo é relativo e entender o que é relatividade – contou com essa pois Einstein morreu acreditando que o Universo tenha a uma forma definida, a cilindrica. Isso por causa de seus buracos de minhoca, espaços curvos, etc. Quando ví que o Universo muda de forma a todo instante perante meus olhos olhei para o infinito à procura da alma de Einstein e mesmo não a vendo deixei registrado minha trocá para com êle gritando: “Ei… Einstein… meu velho… você pisou na bola, hein camarada? Como é que você que descobriu que tudo é relativo, se esqueceu de aplicar o relativismo ao tudo que é o próprio Universo? Se tivesse feito-o não terias acreditado numa forma fixa do Universo pois ela tambem teria que ser relativa, variando de acordo com o observador!”

A primeira e imediata face que vi do Universo foi a forma de uma secção do DNA, mas como já estava vacinado contra as armadilhas do relativismo logo percebí que havia chegado à dimensão de grandeza que possibilita ver o Universo do exterior levado pelos calculos teóricos os quais são feitos e dirigidos pelo meu cérebro que é composto de neuronios cuja essencia fundamental é o DNA. O DNA se projetou como forma do objeto observado, ou seja, êle pôs seu egocentrismo a influenciar os seus calculos. Einstein deixou que ás formas dos seus modelos teóricos pintassem a forma final do Universo. Mas o Universo é matreiro como a salamandra que muda de cor e forma para enganar o predador. Se o predador for feito de pedra e ver pedra em tudo, o Universo vai adquirir a forma de pedra, vai deixar o observador salivar faminto dar uma dentada na pedra mas vai se esvair porque na verdade ele é uma bolha. Mil formas, cada qual no estilo e no sabor do freguês. Na verdade – depois que raciocinei como relativista – cheguei à conclusão que o Universo apresenta sete faces e não mil ( isto não posso explicar aqui) mas estas sete faces são efeitos ilusionários, pois elas somadas e conjuminadas apresenta uma face final e definitiva, a oitava, que não está à altura de nenhum ser embrionario vivente dentro dêle, conhecer.

Existe outro tópico relacionado ao relativismo muito importante: os erros em nossas interpretações das coisas do micro e do macrocosmos devido nossa posição como observadores situados num ponto unico do tempo, o qual é constituido de uma infinidade de pontos, cada qual fornecendo uma expectativa unica e peculiar. Para pensar como varios observadores num mesmo instante é preciso conhecer e aplicar os mecanismos da Evolução que faz as coisas mudarem a cada ponto do tempo. Mas agora não terei tempo para inserir aqui como apliquei isso na minha investigação.

Vou deixar registrado aqui o artigo abaixo, e todos os que forem aparecendo pertinentes a este tema do relativismo, para ir desenvolvendo esta matéria:     

Glenn Learning Technologies Project (LTP)
http://www.grc.nasa.gov/WWW/K-12/Numbers/Math/Mathematical_Thinking/observer.htm
The Observer in Modern Physics
Some Personal Speculations

The phenomena of the cosmos require an observer in order to be learned about and understood by us. The observer can take many forms, for example:

1. A person watching amoeba through a microscope
2. A person watching an ocean sunset
3. A spacecraft monitoring a distant asteroid (and transmitting data to earth)
4. A person conducting an experiment in a laboratory

The ideal observer is one who causes no unnecessary perturbations to the system being observed. An observation made by such an observer is called an objective observation. In our school physics and chemistry, we routinely assume that our observations are objective.

But reality seldom, if ever, provides us with ideals. The real observer always causes an unnecessary perturbation of some kind. Scientists must remain alert in their efforts to minimize the magnitudes of these perturbations. The extent to which they succeed determines the level of confidence they can claim in their results and, therefore, the certainty they can expect in their knowledge of things.

In the 20th century, physics was forced into the position of re-evaluating the role of the observer, both in relativity and in quantum mechanics. In relativity, the absolutes of Newtonian physics were banished, and observations obtained by observers in different frames of reference became all that was available. These observations were linked through a system of coordinate transformations.

In quantum mechanics, the observer and the system being observed became mysteriously linked so that the results of any observation seemed to be determined in part by actual choices made by the observer. This situation is represented by the wave function, a function in the complex domain that contains information about both the cosmos at large and the observer’s apparent state of knowledge.

I have long been fascinated by these developments and have developed a model to help me both to understand them and to explain them to others. I wish to share this model with you…

Let us ask a simple question: When you look up at night and “see” a star, what is “really” going on? A Newtonian philosopher might answer that you are “really seeing” the star, since, in Newtonian physics, the speed of light is reckoned as being infinite. An Einsteinian philosopher, on the other hand, would answer that you are seeing the star as it was in a past epoch, since light travels with finite velocity and therefore takes time to cross the gulf of space between the star and your eye. To see the star “as it is right now” has no meaning since there exists no means for making such an observation.

A quantum philosopher would answer that you are not seeing the star at all. The star sets up a condition that extends throughout space and time-an electromagnetic field. What you “see” as a star, is actually the result of a quantum interaction between the local field and the retina of your eye. Energy is being absorbed from the field by your eye, and the local field is being modified as a result. You can interpret your observation as pertaining to a distant object if you wish, or concentrate strictly on local field effects.

This line of argument brings us to an interesting notion: that of the interaction boundary. Let us assume an observer and a system to be observed-any observer and any system. Between them, imagine a boundary, and call it an interaction boundary. This boundary is strictly mathematical; it has no necessary physical reality. In order for the observers to learn about the system, they must cause at least one quantum of “information” (energy, momentum, spin, or what-have-you) to pass from themselves through the boundary. The quantum of information is absorbed by the system (or it might be reflected back) and the system is thereby perturbed. Because it has undergone a perturbation, it causes another quantum of information to pass back through the boundary to the observer. The “observation” is the observer’s subjective response to receiving this information. In a simple diagram, the situation looks like this:

right arrow
O | S
leftarrow

where O and S represent the observer and the system, the vertical line represents the interaction boundary, and the arrows represent the information exchanged in the act of observation.

In this scheme, no observation can be made without first perturbing the system. The observation is never one of the system “at rest,” but of the system perturbed. If Sigma represents the state of the system before the perturbation and Sigma ±deltaSigma represents the state immediately after, then the observation approaches the ideal only if

deltaSigma<< Sigma.

If I is the information selected by the observer to send across the interaction boundary, then it is apparent that deltaSigma must be a function of I: i.e.,

deltaSigma = deltaSigma(I).

Thus, the observation is affected by choices made by the observer, as quantum mechanics seems to teach. In the case of atomic and some molecular phenomena, the inequality

deltaSigma<<Sigma

does not hold; in fact deltaSigmaright arrowSigma so that the perturbation is comparable in magnitude to the state itself. Because all information is exchanged in quanta (modern physics does not allow for the “smooth exchange” of arbitrarily small pieces of information), this situation necessarily gives rise to an inescapable uncertainty in such observations. The quantum theory takes this uncertainty into account as the Heisenberg Uncertainty Principle.

Uncertainty is not strictly a law of Nature, but is a result of natural laws that reveal a kind of granularity at certain levels of existence. Observers in modern physics truly become participants in their observation, whatever that observation might be.