Archive for maio, 2010

Urgente: Num Grão de Milho a Tecnologia para Curar o Planeta

quarta-feira, maio 5th, 2010

Veja o artigo na “Inovação Tecnológica”, sob o título

“Cientistas não sabem onde está o calor do aquecimento global”

no site:

http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=calor-do-aquecimento-global&id=010125100420 , mas depois volte aqui, por favor, e leia no complemento abaixo, uma sugestão que pode ser a solução.

Nós – eu, você, todos os seres humanos – temos um problema muito sério a resolver logo e pode depender da nossa decisão agora se nós e nossos herdeiros vão cantar o nosso sucesso ou vão chorar amargamente o nosso fracasso. O planeta está doente, se contorcendo agitado, aquecido num estado febril, a cada dia a terra se move nas redondezas dos continentes mas pode a qualquer momento estourar um terremoto nos centros dos continentes, a cada momento desmorona mais uma montanha de gêlo nos polos, chuvas nunca vistas antes causam estragos… Enquanto isso, o nosso exército de cientistas não têm um diagnóstico preciso, não sabe a que combater, e a Humanidade queda-se muda e passiva, esperando o que vai acontecer. Nesta situação deveríamos tentar algo e urgente, o que fôsse promissor e estivesse ao nosso alcance fazê-lo. Inclusive abrir um canal de comunicação com mentalidades naturalistas que apresentem uma visão geral do quadro doentio e sugira um diagnóstico, e as sugestões de cura. Como é o caso da voz que vem das profundezas da selva amazônica e que aqui abro este espaço para se expressar.

Planetas são corpos astronômicos, portanto para entendê-los inteiramente precisamos antes dos melhores conhecimentos sôbre o sistema astronomico que os produziram e os contem. Os cientistas estão sendos dirigidos nesta pesquisa sôbre as anomalias no planeta por uma cosmovisão fundamentada na Teoria Nebular, a qual nos ultimos tempos está se contorcendo moribunda devido a tantas imagens  recentes obtidas do Cosmos por aparelhos cada vez mais potentes, contrariando seus postulados. Por outro lado existem outras cosmovisões desconhecidas do grande publico cujos postulados tem sido reforçados pelas mesmas imagens. Então – em se tratando de questão tão séria e mesmo mortal – porque não avaliamos o mérito destas sugestões, o embasamento de suas analises e diagnósticos? Não seria mais sensato destacar-mos um pelotão de cientistas e permitir que por elas fôssem dirigidos a abordarem o mal por outros flancos?          

A Terra não é um planeta comum, ela gerou os sistemas biológicos e através dêstes, quando a evolução chegou aos seres humanos, revestiu-se de inteligência própria, na forma de uma camada mental constituida do inconsciente coletivo, no dizer de Teilhard de Chardin e Jung.  Uma mente fragmentada em pequenas porções alojadas em seis bilhões de cérebros humanos – ainda embrionária e confusa – que terá de agir com sabedoria.  É preciso que a inteligência que o corpo da Terra produziu faça algo quase impossível, ou seja, que se conscientize que o corpo da mãe que a contem está doente, que ela não pode se curar por si própria e o embrião terá que encontrar a medicina correta, se não,  será o primeiro a desaparecer. Ora, diz a Razão que, se a Terra produziu a Vida, ela não pode ser o corpo inanimado e nem parte de um sistema mecânico newtoniano como a Teoria Nebular acredita. De uma maneira ou outra, os principios, as propriedades da Vida que aqui se desenvolveram biológicamente têm que existirem em suas formas brutas no sistema astronomico e no próprio planeta criador. E sugere a intuição que os atuais sintomas não devem de fato terem suas causas em simples fôrças físicas que regem corpos inanimados. O planeta parece ter algo relacionado com a Vida e se encontrar-mos êste algo (tal como o ciclo vital sugerido pela voz que vem das selvas e sente o planeta de uma forma diferente da que o sentimos, se o sentimos) teremos um entendimento e quiçá – como sugere a mesma voz – descubramos que temos em nossas mãos uma solução possível de realizar a cura dêste gigante. Vamos ouvir agora uma síntese da visão que parece vir de outro mundo, pois nunca a ouvimos antes, não estamos habituados a essa linguagem.     

 Dexemo-la falar:

“Para onde está indo a energia do Sol que ameaça incendiar o planeta? Vamos explicar através de uma analogia. Imagine um vaso contendo um pouco de terra e água e exposto ao Sol. No meio do vaso, plante-se uma semente, um grão de milho. O grão de milho é na sua maioria amarelado, porque sua grande parte amarela contem a reserva de nutrientes que servirá àquele pequeno germe branco existente na extremidade verticial do grão como alimento até que desabroche. Para onde está indo a àgua? Parte dela está se infiltrando na semente, inchando-a. E para onde está indo parte da energia solar que incide sôbre a superficie do vaso? Parte dela está indo com a água tambem para dentro da semente, pois é a energia solar que desperta e fornece as primeiras dinâmicas ao germe que começa a mover-se. Pois agora voltemos à pergunta inicial: Onde está se acumulando o calor do aquecimento global?”

A terra no vaso representa a dark matter, a matéria escura que preenche o vasto espaço sideral. O grão de milho representa o planeta Terra. A parte amarela representa a crostra terrestre constituída pelas camadas geológicas ou placas tectônicas. O germe branco representa o núcleo da Terra, uma substância incandescente de extrema acidez, composto de ferro, sulfas, ionizada, imóvel no principio porque fôra coberto de gêlo e pelas rochas. A água representa o fluxo de substâncias que descem desde a superficie na direção do nucleo ou emergem desde as redondezas do nucleo na forma de magma vulcanico, substancias mais conhecidas como a lixívia. E estas substâncias que descem levam consigo as partículas da energia solar, estão alcançando o nucleo, acercando-se dêle, iniciando o despertar do germe que ali dorme a bilhões de anos…”

_ “Germe?! – pergunto estupefato – “No nucleo da Terra? Germe de que? De quem?” 

 -“Ora então você acredita mesmo que esta extraordinária engenharia que hoje observamos sob nossos olhos em que corpos materiais produzem sementes e estas desabrocham formando novos corpos materiais, foi inventada numa sôpa primitiva constituída de matéria estupida? Ou então que Deus necessitaria atravessar Universos plantando as primeiras sementes em cada um dos bilhões de astros que se constituem em boa seara? Os modêlos da teoria da Matriz/DNA explicam tudo como nos céus muito antes da Terra surgir êste maravilhoso evento já ocorria, como a Terra foi formada pelo mesmo método das sementes, e por isso ela cria a Vida do unico jeito que ela sabe fazer, o jeito pelo qual ela própria fôra criada.  

Os planetas carregam em si o germe da próxima forma em que se vão transformar, o germe de um Pulsar que mais tarde desabrochará como uma supernova.  O germe àcido está atraindo e absorvendo a parte da energia solar que os cientistas sabem que está por aqui mas não detectaram ainda onde, porque sua teoria astrônomica equivocada os impede de ver. Esta energia solar estimula o despertar do germe, quando então êle inicia as primeiras reações nucleares, as quais consistem no seu alimentar das energias e nutrientes constituintes das camadas geológicas, das placas tectônicas. As reações nucleares de um germe astronomico e as iniciais transformações em um planeta ocorrem na escala do tempo astronômico por isso ainda não sabemos calcular e precisar essa evolução. Mas quando isso se desenvolver não haverá pés humanos e edificios que consigam manter-se sôbre êste solo. Sabemos que um Pulsar não suporta a Vida em sua superficie, que teremos de emigrar daqui, mas não sabemos quando. Por isso precisamos desenvolver mais rápido nossa tecnologia espacial. Pode estourar um ou mais vulcões amanhã se mais se separarem as placas e abrir fendas gigantescas que permitam a passagem de maior quantidade de substancias conduzindo a energia solar, podem ocorrer mais e violentos terremotos, mas isto tanto pode ser em tempos breves como em milhões de anos. 

E qual deverá  ser a atitude agora da camada do consciente coletivo que se move sôbre o corpo do planeta e está fragmentada em nossos seis bilhões de cérebros? A Terra é um astro muito jovem, saindo da adolescencia e entrando na puberdade, podemos avaliar o estado geral de “sua” mente comparando-a com a juventude humana nesta época. E  sabemos que nesta fase os jovens são destemidos, inconsequentes, pouco dados às responsabilidades da Vida. Mas a Terra infelizmente vai ter que criar juízo precocemente, talvez como castigo pela nossa própria ação impulsiva e consumista. A atitude correta agora, sem perda de tempo, é correr ao vazo com a semente, no laboratório, observar as sementes despertarem, tentar obter imagens da energia dentro delas, ver seus processos e mecanismos, calcular intensidades, conhecer os canais que a ligam ao solo e os fluxos que por êles transitam, aprender com a cria como deve ser o criador, tentar planejar um tipo de incubação que permita a esta semente de uma futura supernova que a Terra aloja em seu regaço a se desenvolver saudavelmente, porque nunca poderemos ir contra as fôrças do Cosmos parando esta semente, mas que sua evolução se dê de maneira mais lenta e sob nosso contrôle.”

Não é hora de criticar, ignorar, desprezar, nenhuma sugestão que nasça de dentro da inteligência deste planeta. Não é hora de defender interêsses pessoais. Não é hora de impor e vender nossas idéias, mas sim leva-las à praça publica para que sejam misturadas e buriladas com tôdas as demais idéias, para que amanhã não choremos os equívocos em nossas teorias. É hora de rever-mos nossos habituais planos de investimentos, de aquisição de novas propriedades, de construção de novos edificios, e inquirir nossa consciência, se não seria mais sábio garantir-mos a segurança do que temos, investindo algo de nossos capitais na busca da tecnologia que mantenha nosso solo firme para ser o alicerce duradouro de nossas casas e da nossa Vida. Precisamos principalmente arrancar da gaveta nossas primeiras pesquisas relacionadas a um planeta visto como algo vivo, como a Hipótese Gaia de Margullis, a visão sistêmica de Fritchof Capra e a teoria da Matriz/DNA. Esta tem sugestões de soluções jamais imaginadas em outro tempo e lugar, mas é preciso antes entender o seu diagnóstico.

Faça sua parte agora! Eu estou na selva com “a voz” buscando desesperadamente nas sementes e no ecossistema daqui a aprendizagem e uma solução, mas me falta tudo e isolado não possso comunicar-me com ninguem aí fora a não ser através dêste obscuro e desconhecido blog. Espalhe esta mensagem de tôdas as maneiras que lhe for possivel, busque a consciência de seus amigos, das emprêsas dos govêrnos. Você é a consciência real da jovem Terra!   

Do Big Bang ao Universo Eterno?

quarta-feira, maio 5th, 2010

Existia um óvulo, cheio de líquido amniótico e nadando no meio estava o genôma feminino. De repente penetrou neste óvulo algo que parecia uma pequenina nave, dirigiu-se ao centro, parou por algum momento. Micróbios que andavam por ali fora do óvulo e a tudo observavam se agarraram uns aos outros com mêdo: a nave vai abrir as portas, vão sair os alienígenas e o que vão fazer conosco? De repente, no centro daquêle óvulo que parecia um imenso Universo, ouviu-se uma grande explosão. Pedaços da fuselagem da nave se espalharam por todos os lados, o líquido revôlto e volupteando encobria o ponto onde a nave estivera. Passado o susto, abriram os olhos e o que viram: os alienígenas tinham a mesma forma do genôma, porem eram todos machos.

 O primeiro instante da aparição de seu corpo nêste mundo foi uma cena de Big Bang.

Inclusive um micróbio brasileiro gozando no seu amigo português disse: 

– “Êstes caras só podem ser portugueses! Quem mais construiria uma nave sem portas que para saírem tem que explodi-la?”

Ao que o português replicou: ” Não, pois, pois! Devem ser brasileiros que fazem tudo sem plano confiando que depois dão um jeitinho…”

Claro que não era nave e sim um simples espermatozóide. Êle consiste de um invólucro cerrado e é aberto exatamente assim, rompendo-se bruscamente.

Pois desde 1970 estêve na moda a Humanidade acreditar que o Universo também surgiu através de um big bang. Mas como a Física domina ainda o pensamento cosmológico humano ela veio na frente com a explicação. Ora, nascida e criada aqui na superfície da Terra, onde a biosfera é um estado caótico da Natureza, onde os eventos físicos são mecânicos, violentos, a Fisica modelou o pensamento humano para crer que assim também seria a Natureza ainda desconhecida além da Terra, e projetou seus valores na ideação do Cosmos e intrepretação do momento inicial do Universo. A Biologia e as Humanidades parece que sumiram, se encolheram, pois não viram o óbvio e não levantaram a voz em protesto! Origens através de Big Bangs existem aqui na Terra a cada momento que nasce um novo picuá, ou melhor, que um óvulo é fecundado, mas vemos que é um evento relacionado ao mundo vivo antes de ser relativo a meros eventos físicos, dos quais nunca se viu nenhuma explosão dando origem a algo mais complexo, todo acidente piora a situação do que existia antes, então a Vida deve ser o parâmetro mais racional para explicar o Universo. Onde estavam os religiosos naqueles anos, se na Bíblia está escrito: “Façamos o homem à nossa imagem e semelhança!” para darem seu costumeiro jeitinho na coisa e remendar as palavras de Deus depois que perceberam que o corpo humano não pode ser à imagem de Deus? Ora, Deus estava se referindo ao modo de fazer, ao método de criar, quer dizer, “façamos o homem á imagem e semelhança do método como fizemos o Universo”. Podiam ter aproveitado a oportunidade e dormiram no ponto. A unica voz que sussurrou algo nêsse sentido mas não foi ouvida por ninguém porque estava isolada na selva amazônica fui eu quando enviei os manuscritos para registro dos direitos autorais de um livro para a Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro. No livro, em síntese dizia: ” o modêlo do ultimo ancestral comum nos obrigou a rever a História Cosmológica até os instantes iniciais do Universo, onde chegamos a um evento inicial que lembra o instante da fecundação de um óvulo e os calculos sôbre a formação das primeiras particulas materiais sugerem que êste Universo é uma produção genético/computacional.”

Assim como o óvulo da minha mãe estava desde o principio “tunelado, programado”, para produzir um ser vivo e com uma mente, a existência do Homem Mental nêste mundo depois de uma história de 13,7 bilhões de anos de tantas “coincidências” e eventos estatísticamente improváveis, encontra explicação mais racional se o Universo tambem estivera todo este tempo tunelado para produzir a vida inteligente, e pelo processo genético.

Mas a inteligência humana ainda nesta fase de embrião é lenta e comete muitos equívocos, muitos esquecimentos, como o absurdo de se esquecer que a Natureza apresenta duas faces – a do estado de caos e a do estado de ordem – e que basta qualquer índio do Amazonas levantar os olhos para o céu numa noite límpida e estrelada para perceber que lá reina o estado de ordem,  e com êsse esquecimento foi calculando tudo por lá como se as coisas acontecem como aqui. Se aqui existem leões carniceiros, os novos fantasmas que descobrimos e que denominamos buracos negros devem ser canibais do espaço, devoradores de mundos. Se a radiação cósmica e a expansão do Universo indica que tudo começou num ponto central é porque êsse ponto explodiu como uma dinamite… e assim vai.

Mas não era só um maluco filósofo correndo atras de macacos na selva para observar o movimento dos rabos e assim calcular os movimentos da cauda e trajetória de cometas, ou cutucava por trás um jacaré para desenhar no papel o arco do raio da lambada do rabo do jacaré e assim calcular o raio de curvatura do vôo do urubu malandro, que  balançava a cabeça negativamente discordando dessa cosmovisão. Também na cidade um grupo de cientistas desconfiaram da autoridade da Física para assenhorear-se do evento do Big Bang e procuravam outras alternativas. Foi então que surgiu o livro com o título acima, do brasileiro Mário Novello, doutor em Física pela Universidade de Genebra e pesquisador do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), cuja resenha está na Fôlha Online no site abaixo: 

http://www1.folha.uol.com.br/folha/livrariadafolha/ult10082u725002.shtml

Mas o filósofo ainda prefere a interpretação da teoria da Matriz/DNA. Trazer conceitos metafisicos – como eternidade, infinito – para interpretar êste mundo material, quando ninguem viu nada que seja eterno, nada que seja infinito, e nem existem parâmetros factuais palpaveis para embasar tais conceitos, elaborando uma teoria que jamais será testavel cientificamente, parece-me outro escorregão inconsequente da inteligência. E para que apelar para o que não é concreto no nosso dia a dia se a interpretação naturalista e simples da Matriz/DNA inclusive expõe os mecanismos e o método natural aplicados nas origens apontando na direção de um gerador natural? Não está no momento de se aplicar a navalha de Ockham? 

Sol Escuro descoberto aqui perto, mas o que significa?

terça-feira, maio 4th, 2010

Sol escuro pode ser vizinho mais próximo do Sistema Solar

Com informações da New Scientist – 03/05/2010. Veja noticia completa no site: 

http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias

Enquanto uma teoria diz que o astro está indo, outra diz exatamente o contrário, quer dizer, está voltando. Em outras palavras, e analógicamente, uma teoria diz que o astro já passou da meia-idade, que é uma velhinha quase morrendo, enquanto a outra diz que não, o astro ainda não chegou à meia-idade, que é uma jovem entrando na puberdade. Um unico  e mesmo fato cientifico (o astro existe) dando margem a duas interpretações antagônicas, devido a visibilidade  ser muito precária e falta de mais dados concretos. Vejamos o que existe de fato concreto e depois veremos a outra interpretação dêstes fatos:

1) É um astro que emite energia, porém calculada em apenas 0,000026 por cento da energia emitida pelo Sol. Essa energia é emitida na faixa do infravermelho, e não na faixa visível do espectro.

2) Foi achado por Philip Lucas e seus colegas da Universidade de Hertfordshire, no Reino Unido, a partir dessa radiação infravermelha que ela emite. Foi denominado como UGPS 0722-05.

3) Tem aproximadamente o tamanho de Júpiter.

4) Paralaxe: A distância estimada em 9,6 milhões de anos-luz ainda é preliminar. O cálculo foi baseado no fenômeno óptico chamado paralaxe. Até agora, porém, os astrônomos que descobriram o astro UGPS 0722-05 ainda não dispõem de medições de paralaxe suficientes para fazer o cálculo com precisão. O resultado deverá ser refinado ao longo dos próximos meses.

Êstes são os fatos reais contidos no longo artigo. O resto é teoria, interpretações baseada nos modêlos teóricos da Teoria  Nebular, a atual eleita pela Comunidade Astronômica. Não há como pôr o astro numa balança para pesa-lo, mas os modêlos da teoria indicam que tenha uma massa de 3 a 4 vêzes a massa de Jupiter, mesmo que tais calculos sugiram ser o astro do mesmo tamanho de Jupiter. Não há como saber a idade do astro, portanto nem seu estágio evolutivo, mas os modêlos da Teoria Nebular sugerem que o astro deve ser uma “estrêla”, e do tipo “anã-marrom”. É impossível alcança-lo com uma sonda equipada com termometro, mas os modêlos sugerem que é um astro com temperaturas entre 130 e 230 graus Celsius.

Segundo os teóricos relatam no artigo, é a anã-marrom mais fria que existe e tambem a mais escura que existe. Um momento. Justamente uma anã-marrom mais próxima que todas as outras, portanto a mais confiavel em dados, é excessão à regra?! Não deveria ser o contrário? Ou seja: um astro com dados mais confiaveis deveria ser o exemplar estabelecido e classificado com um nome de espécie. Portanto, todos os outros astros mais distantes e menos confiaveis teriam que apresentar dados muito próximos para se classificarem na mesma espécie. É mais inteligente usar o crocodilo que temos em mãos como parâmetro para a espécie dos répteis ou o dinossauro que está lá distante no tempo e do qual só temos fosseis?

Ultimamente, com o bombardeio de imagens enviadas por tantos observadores, está acontecendo muito das noticias virem repletas de chavões como “o novo astro é diferente do que se entende pela sua espécie” ou, “o astro apresenta excessões à regra”. A Teoria Nebular já não está se aguentando mais pois ela separou os astros em algumas poucas formas fixas e agora tem que fazer malabarismos para enquadrar os novos astros nestas formas. Ora, segundo a teoria da Matriz/DNA, astros são como seres humanos, mudam de forma a cada minuto, pois a cada minuto está mudando o estado ao menos de uma célula de seu corpo.

O problema aqui está no fato que a Teoria Nebular acredita que astros surgem ao acaso por geração espontânea e permanecem ao longo da existência na mesma forma que nasceram. Quando admitem que um astro se transforma, como no caso de uma supernova, seria apenas através de violências no Cosmos, explosões, enquanto qualquer humano humilde que está vendo o céu a ôlho nu sente que lá a matéria está organizada no estado de ordem, porque vê quietude, harmonia. O problema do homem comum é que enquanto ele vê imobilidade, êle pensa em eternidade, enquanto vê grandisiodade pensa em majestade, e daí começa a raciocinar que deve ser  obra de seres eternos, deuses, e como vêem ordem, começam a atribuir qualidades dêste estado moral aos deuses, qualidades que se chocam com as caracteristicas do mundo biosférico e humano onde reina o caos. Por isso nas várias religiões os humanos estão sempre em conflito com os deuses e desobedecendo-os,  pois os deuses querem um estado de harmonia e nós humanos produzidos por esta face caótica da Natureza agimos com impulsividade, violência. Mas os astronomos modernos foram justamente pelo caminho contrário.

A Física que dominou nossa cosmovisão iniciou aqui na face caótica, é fria, insensivel e violenta, assim dominou o pensamento cientifico até agora e esta visão do imediato foi projetada sôbre as coisas do espaço sideral, surgindo daí uma cosmovisão que tem de ter violência em seus processos. Buracos Negros, apesar de nunca definidos, seriam monstros devoradores de mundo, canibais do espaço, o Universo teria surgido de uma explosão atômica (não dizem que antes era um minusculo átomo?), e por aí a fora. Mas nunca ninguem viu ou filmou um ato violento no Cosmos. Então porque se acredita em violência no céu?! Nunca ninguem viu deuses organizando astros segundo uma perfeita mecanica newtoniana, para funcionarem como um relógio. Então porque se acredita que existam deuses no céu?! Enquanto isso, a teoria da Matriz/DNA, ao aplicar o método da anatomia comparada entre sistemas naturais animados e inanimados, mas acreditando que a dinamica dos animados já existia como principios mecânicos e latentes nos inanimados, levou algo da imprevisibilidade caótica da Terra para o céu, é certo, deixando algo ao sabor dos eventos casuísticos, mas cuidando para não torcer e deformar o reino da ordem; e por outro lado, trouxe um pouco da ordem do céu para a Terra, principalmente na decodificação dos significados nos genes e DNA, acreditando que êste, como uma matriz caída do céu, existe aqui numa luta árdua para tentar conter o bombardeio que vem do caos e conservar algo de ordem para manter o contrôle da situação. Ela não projetou na astronomia nem deuses nem violências, porém, pode tambem ter errado ao projetar retroativamente os principios vitais sôbre o passado e revestir a conjuntura astronomica com uma cobertura semi-biológica.  

Bem, a teoria da Matriz/DNA sugere a seguinte explicação para o astro encontrado e que “parece”, ao longe, um estrêla escura:

” Para que UGPS 0722-05 seja uma estrêla, e apresente o atual brilho, ela teria que estar envolta em uma nuvem de poeira estelar muito densa, a qual seria os dejetos da estrêla, e já não deveria ser esférica, mas sim deformada. Pois seria um astro no seu final de existência, onde ocorreria alguma tênue reação nuclear ainda, que estaria consumindo as ultimas partículas de energia de seus átomos. Como um quase-cadáver, na Função 7 da Matriz, de fato estaria se tornando cada vez mais fria. Mas sua massa teria que ser no minimo dez vezes menor que a massa do Sol, o qual é um astro que já passou de sua meia-idade. Esta nuvem de poeira já deveria estar apresentando uma certa forma espiral rotatória, inicando um eixo imaginário, evoluindo para tornar-se um quasar contendo um buraco branco. Mas como nada foi noticiado sôbre tal nuvem de poeira ao redor, resta a alternativa mais provavel de que o astro seja uma pré-estrêla, bem próxima ainda da forma anterior de pulsar, o qual é um velho planeta. Pulsares são os estágios proto-vitais do ciclo proto-vital em que as reações nucleares avançaram tanto partindo do centro na direção da periferia do corpo, que a ultima camada superficial está próxima a colapsar-se. Se o astro apresenta já alguma luminosidade própria e na coloração avermelhada é devido a energia exalada pelas reações internas estarem ultrapassando uma casca quase transparente, e de tão fina, já não mais suporta os vulcões que se exauriram. Portanto êste astro não mais ejecta magma, ou seja, não mais produz cometas, tanto que os tais não devem ser encontrados nos seus arredores. No momento que a camada superficial se colapsar, desabrochará uma super-nova. sómente então pode-se referir ao astro como sendo uma estrêla. 

Comparando-o com o ciclo vital humano, o corpo deste astro produz uma certa dificuldade para o calculo de seu exato estágio, devido ser hermafrodita. Tanto pode ser visto como um homem no fim de sua atividade sexual ( os astros apenas apresentam um curto periodo de atividade sexual, onde os machos, se comparado com humanos, finalizaria essa atividade por volta dos 30 anos) como pode ser visto como a fêmea que está entrando na fase procriativa para iniciar a ser fecundada. Mas como disse, o hermafroditismo ainda não está tão conhecido para que se defina estas separações entre o aspecto macho e fêmea.

Um detalhe que tem-me intrigado: nas ultimas semanas têm descoberto astros gigantes nas proximidades ou mesmo dentro do sistema solar. Incrível que – se temos lançado nossos observadores mecânicos a distâncias incriveis no profundo espaço, e tempos tão remotos que estamos conjecturando sôbre as origens do Universo, porque astros gigantes e atá emitindo luninosidade aqui perto nunca foram vistos? Será que de repente o mito de Nêmesis e suas correlações com a profecia maia e 2012 fêz com que os atronomos retroagissem suas lentes à procura dela? Mas não são êles que dizem ignorar os mitos?             

 

 

Aos Jovens, com Carinho!

segunda-feira, maio 3rd, 2010

Muitos adultos ainda na meia-idade vivem tristes, depressivos, mas existe um segrêdo para uma velhice dinâmica e cheia de vida. Claro, os dois primeiros fatores determinantes da qualidade de vida dos velhos é saúde e dinheiro. Mas eu acho que existe um fator, que nunca vi ninguem comentar, parece ser coisa só da minha cabeça, mas o artigo cientifico abaixo veio como que confirmar minha teoria ou ao menos sugerir uma base sólida para pesquisa-la. Esta a teoria: para homens, o intelectual, mesmo sendo mais pobre,  tem uma velhice muito mais feliz que o não-intelectual. 

O artigo abaixo – o qual ainda não lí – diz que neuronios e células nervosas degeneram à medida que a idade vai avançando, e desde o momento do nascimento. Minha teoria sôbre o intelectual surgiu quando, já passando da meia-idade, retornei à cidade onde passei minha adolescência, fiz o ginásio, e portanto tinha amizade com muitos jovens. Eu era o mais infeliz, porque sem familia, e isto signifca sem afeto, proteção, etc.. E muito pobre: apesar de eu ter obtido a maior nota e tirado o primeiro lugar entre 3 mil estudantes, e o diretor (que vivia a se referir a mim como exemplo para os maus estudantes) preparou um discurso para falar sobre meu caso quando fôsse anunciar o primeiro lugar, na cerimonia da entrega do diploma, ficou decepcionado porque não comparecí à cerimonia – porque não tinha roupa ( tinha que ir de terno e gravata) e nem uma mulher para me acompanhar como a madrinha ao palco e receber o diploma. Era uma cidade de muitos ricos, a maioria da população tinha fazendas, jovens esnobavam opulência com roupas, motos, carrões, etc. Pois quando lá retornei sentí um choque. Sentado na praça com um amigo eu ia perguntando quem eram os adultos que passavam e relembrando de suas imagens quando eram jovens. Um contraste chocante entre as duas épocas! Os velhos agora caminhavam cabisbaixos ou parados olhando para o nada, pareciam inutilisados, pobres, sem nada o que fazer na vida. A economia da cidade caiu com a queda do café e outras agriculturas, a maioria vivia agora de mera aposentadoria. Mas o pior: quando fui falar com eles, nada, mas nada mesmo tinham a dizer. Estavam totalmente desinformados sôbre o mundo, a modernidade, as tendências, as ciências, as tecnologias, etc. Nenhum tinha um projeto a fazer, nada! Estavam – e estão – apenas esperando a morte chegar. Enquanto isso eu não tenho um segundo livre e com mil projetos fervilhando na cabeça, vários livros começados pelo meio, todo dia a checagem em dezenas de websites cientificos e noticiarios, trabalhando duro e investindo no desenvolvimento desta obra, viajando e ainda desbravando lugares isolados na Amazônia para completar pesquisas, etc. É muita diferença. Continuo pobre e talvez mais que eles, mas acho que muito mais saudavel, com muita energia e dinamismo. Viajei mundo apenas com a ajuda do meu trabalho… e eles com tudo que tinham, nunca saíram de lá. Não quero me vangloriar de nada, na verdade não sei quem foi o mais certo ou errado, pois eu sofri muito mais angustias que eles. Eles formaram familia, eu não. Mas parece que suas familias hoje, ao invés de consolo, são motivos de tristezas. Se eu estou aqui relatando isto é porque este tema é muitissimo importante do qual a juventude tem que ser alertada, nosso sistema educacional familiar e escolar tem que atuar aqui. Não creio que a iniciativa de gostar de aprender tudo o que seja construtivo seja herdada genéticamente. Porque eu era assim, mas ninguem mais da minha familia o fôra. Acho que fui dirigido por este caminho, talvez por dois motivos principais: 1) a vida solitária sem proteção externa tendo que aprender a sobreviver sózinho; 2) quem nasce com deficiências, que por nascimento é o pior, tem que procurar ser o melhor em alguma coisa. Ora, estas duas situações podem ser imitadas e incluídas na educação familiar e escolar. Trata-se de assunto prioritário para quem ama seus filhos. Trata-se de conservar neuronios e células nervosas, e mante-los ativos.  Trata-se de chegar à morte sem ter percebido a velhice. Se não forem ativados os neuronios desde cêdo, se atrofiam, degeneram e aí nunca mais serão recuperados nem nascerão outros no lugar. O homem precisa de dois tipos de alimentos: organico para o corpo material e informaçào abstrata para a mente abstrata. Os circuitos elétricos da atividade mental é que mantem os neuronios vivos, penso eu. Quando um jovem come alimento organico demais, ensina o estomago a viciar-se no exercicio e a crescer, estará sempre pedindo mais comida e a gordura vem como efeito. Quando um jovem muito cêdo  estuda muito, lê os jornais todo dia ( mas não adianta ler futebol, entertenimento, vida das celebridades televisivas, modismos, sexo, etc.) e lê livros instrutivos dificeis ( eu usei uma boa técnica: comecei lendo filosofia do pensamento, das religiões da evolução cientifica e tecnológica com um método: o do “próximo filósofo, por favor”, porque eu queria que a evolução do meu pensamento recapitulasse a evolução do pensamento da humanidade, equando aprendesse tudo o que ela aprendeu, eu continuaria em frente no meio da escuridão, tateando para descobrir algo novo) – e esta técnica li num artigo de jornal!), este jovem impõe atividade e exercício aos neuronios, às células nervosas, as quais viciam no exercício e sua gula por informações e reflexões continua a crescer até a morte. Para os jovens, um apêlo para que reflitam nisso: a velhice mesmo com dinheiro e saúde, mas sem um cérebro sempre jovem, sem um grande projeto na vida, é uma existência sem sentido, sem significado, coisa de morto-vivo. Se vais ser médico, psicólogo, matematico ou mero pedreiro de obras, ponha um lema em sua mente repita-o sempre e persiga-o. O lema é sôbre um projeto, um sonho que nunca será realizado em sua vida. Por exemplo: serei o melhor médico do mundo, o mais bem informado e para ser bom numa área da Ciência, tenho tambem que me informar o maximo possivel sôbre os desenvolvimentos em todas as outras areas do conhecimento. Com certeza este projeto jamais será alcançado, mas você estará tão ocupado e semprre tentando chegar mais perto da sua realização que quando perceberes, estarás indo para o céu sem ter ficado velho. Eu nasci predestinado a ser a criança mais infeliz e por tabela o velho mais infeliz da cidade. Eu cavei minas e carreguei sacos cheios de lama e pedra na Amazônia, carreguei pedra nas contruções nos Estados Unidos depois da meia-idade, enfrentei lutas e revoluções na Amazônia, fui parar quatro vezes no leito da morte inclusive com duas malarias, passei fome, frio e dormi em bancos de praça, enquanto sei que o trabalho deles era muito tranquilo e chegaram á velhice sem uma cicatriz no corpo. Mas as minhas noites sempre foram muito felizes, creio que não existe orgasmo melhor que o mental quando fazemos nossas grandes descobertas. Agora quando eu e meus antigos amigos estamos na noite da existência, eu não suportaria a vida se estivesse na situação dêles.  Adotei esta receita e hoje ergo um brinde a mim mesmo por esta decisão.

Abaixo vai o artigo ao qual necessito voltar e ler quando tiver tempo…    

New Nerve cells – Even in Old Age

 Max Planck researchers find different types of stem cells in the brains of mature and old mice.

After birth the brain looses many nerve cells and this continues throughout life – most neurons are formed before birth, after which many excess neurons degenerate. However, there are some cells that are still capable of division in old age – in the brains of mice, at least. According to scientists from the Max Planck Institute of Immunobiology in Freiburg, different types of neuronal stem cells exist that can create new neurons. While they divide continuously and create new neurons in young animals, a large proportion of the cells in older animals persist in a state of dormancy. However, the production of new cells can be reactivated, for example, through physical activity or epileptic seizures. What happens in mice could also be applicable to humans as neurons that are capable of dividing also occur in the human brain into adulthood. (Cell Stem Cell, May 7th 2010)

You can’t teach an old dog new tricks. The corresponding view that the brain loses learning and memory capacity with advancing age prevailed for a long time. However, neuronal stem cells exist in the hippocampus – a region of the brain that plays a central role in learning and memory functions – that can produce new nerve cells throughout life. It is known from tests on mice that the newly formed cells are integrated into the existing networks and play an important role in the learning capacity of animals. Nonetheless, the formation of new cells declines with age and the reasons for this were unknown up to now.Together with colleagues from Dresden and Munich, the Freiburg researchers have now succeeded in explaining for the first time why fewer new neurons are formed in the adult mouse brain. They managed to identify different populations of neuronal stem cells, thereby demonstrating that the hippocampus has active and dormant or inactive neuronal stem cells. “In young mice, the stem cells divide four times more frequently than in older animals. However, the number of cells in older animals is only slightly lower. Therefore, neuronal stem cells do not disappear with age but are kept in reserve,” explains Verdon Taylor from the Max Planck Institute of Immunobiology.The precise factors that influence the reactivation of dormant stem cells are not yet clear. The cells can, however, be stimulated to divide again. The scientists observed more newborn hippocampal neurons in physically active mice than in their inactive counterparts. “Consequently, running promotes the formation of new neurons,” says Verdon Taylor. Pathological brain activity, for example that which occurs during epileptic seizures, also triggers the division of the neuronal stem cells.

Horizontal and radial stem cells

The different stem cell populations are easy to distinguish under the microscope. The first group comprises cells which lie perpendicular to the surface of the hippocampus. Most of these radial stem cells are dormant. As opposed to this, over 80% of the cells in the group of horizontal stem cells – cells whose orientation runs parallel to the hippocampus surface – continuously form new cells; the remaining 20% are dormant but sporadically become activated. The activity of genes such as Notch, RBP-J and Sox2 is common to all of the cells.

Radial and horizontal stem cells differ not only in their arrangement, apparently they also react to different stimuli. When the animals are physically active, some radial stem cells abandon their dormant state and begin to divide, while this has little influence on the horizontal stem cells. The result is that more radial stem cells divide in active mice. The horizontal stem cells, in contrast, are also influenced by epileptic seizures.

It would appear that neuronal stem cells are not only found in the brains of mice. The presence of neurons that are formed over the course of life has also been demonstrated in the human hippocamus. Therefore, scientists suspect that different types of active and inactive stem cells also arise in the human brain. It is possible that inactive stem cells in humans can also be activated in a similar way to inactive stem cells in mice. “There are indicators that the excessive formation of new neurons plays a role in epilepsy. The use of neuronal brain stem cells in the treatment of brain injuries or degenerative diseases like Alzheimers may also be possible one day,” hopes Verdon Taylor.

http://www.mpg.de/bilderBerichteDokumente/multimedial/bilderWissenschaft/2010/05/Taylor1001_engl/presselogin/Web_Zoom.jpeg
Different types of stem cells in the brain of mature mice.
Image: Verdon Taylor (from: Lugert et al., Cell Stem Cell, May 7th, 2010)

Original work:
Sebastian Lugert, Onur Basak, Philip Knuckles, Ute Haussler, Klaus Fabel, Magdalena Götz, Carola A. Haas, Gerd Kempermann, Verdon Taylor, Claudio Giachino
Quiescent and active hippocampal neural stem cells with distinct morphologies respond selectively to physiological and pathological stimuli and ageing
Cell Stem Cell, May 7th 2010

Contact: Max Planck Society for the Advancement of Science, Press and Public Relations Department, Tel: +49-89-2108-1276, E-mail: presse@gv.mpg.de

Source: Max-Planck-Gesellschaft  (Max Planck Society)

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Adendo: Trecho visto no programa educacional brasileiro:

Muito importante é a investigação sobre a velhice, fase da vida geralmente apresentada como sinônimo de aposentadoria: sem trabalho, sem sonhos, sem necessidades pessoais, só doenças. É preciso reverter esse quadro de valores, incentivando as crianças desde cedo a valorizarem a experiência dos idosos, cuja importância para a família e a comunidade cresce à medida que se reconhece no idoso uma pessoa que pode
produzir, que tem projetos a realizar e necessidades que não podem ser esquecidas.

B823p Brasil. Secretaria de Educação Fundamental.

Parâmetros curriculares nacionais : ciências naturais / Secretaria de Educação Fundamental. – Brasília : MEC/SEF, 1997. 136p.  Ensino de primeira à quarta série. I. Título. CDU: 371.214

Comentário: Não é culpa dos jovens verem os idosos desta maneira. Os idosos fazem por merecê-lo. Observando o que vejo na minha antiga cidade, não preciso ser jovem para ver a realidade. Êles simplesmente não tem motivação alguma para evoluir em nenhum sentido. Porque os jovens de lá não alimentam a vontade de realizar grandes projetos.

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Teoria Cosmológica da Matriz/DNA: Única que acertou, outras erraram!

domingo, maio 2nd, 2010

A Teoria Astronômica mundialmente aceita cometeu um colossal equívoco enquanto a descoberta confirma uma vez mais as previsões da teoria da Matriz/DNA. A descoberta de seis exo-planetas (planetas fora do sistema solar) orbitando na direção contrária do giro da estrêla que acompanham, jamais poderia ter sido imaginado por esta teoria. Como diz o artigo site abaixo do European Southern Observatory:

“Planets are thought to form in the disc of gas and dust encircling a young star. This proto-planetary disc rotates in the same direction as the star itself, and up to now it was expected that planets that form from the disc would all orbit in more or less the same plane, and that they would move along their orbits in the same direction as the star’s rotation. This is the case for the planets in the Solar System. … Surprisingly, when the team combined the new data with older observations they found that more than half of all the hot Jupiters  studied have orbits that are misaligned with the rotation axis of their parent stars. They even found that six exoplanets in this extended study (of which two are new discoveries) have retrograde motion: they orbit their star in the “wrong” direction. “The new results really challenge the conventional wisdom that planets should always orbit in the same direction as their stars spin,” says Andrew Cameron of the University of St Andrews, who presented the new results at the RAS National Astronomy Meeting (NAM2010) in Glasgow this week.”

Ora, como a Teoria da Matriz/DNA indica a formação dos astros, planetas não são formados de restos ou pedaços despregados de estrêlas, e quando estão ainda como asteróides vagando no espaço e se aproximam muito de uma estrêla, então sim, são capturados na órbita desta. Porem, planetas podem vir pela esquerda da estrêla ou podem vir pela direita. Se pela esquerda, vão orbitar no sentido horario, se pela direita vão no sentido anti-horário. Não influencía nada a direção de giro da estrêla. Quando dissemos isto a 20 anos atrás sorriram com compaixão e me mandaram olhar melhor os planetas em volta do Sol, para aprender que todos giram numa unica direção e justamente na direção do giro da estrêla. Respondí que óbviamente já tinha visto isto, e que realmente o sistema solar poderia ser uma evidência que meus modêlos estivessem errados. Mas também poderia ocorrer que o sistema solar inteiro fôsse reciclagem de um sistema anterior, ou de apenas uma estrêla ancestral, que apenas este fato não poderia derrubar tôda a lógica racional da teoria. Claro: a crença dêles era que minha teoria estava totalmente errada.

E agora, José?

Como vou no caminho contrário dêles, minha surprêsa não são os outros sistemas com planetas girando a favor e contra a estrêla. Minha surpresa é com o sistema solar. Pode ser mera coincidência mas é muita coincidência que todos os 8 ou 11 planetas ( ninguem mais sabe ao certo) do sistema tenham vindos todos pela direita. Mas existem duas hipóteses para explicar isto:

1) Um quasar contendo um buraco negro estava à direita da estrêla Sol e como eles soltam sua ninhada de germens estelares todos na mesma direção…;

2) De fato o nosso sistema é a ressureição ou reciclagem de uma estrêla morta. Isto explicaria porque dizem que o Sol é uma estrêla solitária em relação às outras tôdas da galaxia, porque ele teria se distanciado mais do berço onde tôdas nasceram. Ora, quando uma estrêla está morrendo, sua massa e pêso vai dimuindo e portanto ela vai escapando da gravidade do centro galáctico. As velhas morrem mais longe do berço. E seu material vai ficar no mesmo lugar quando ela renascer.

Veja a noticia em: 

Turning Planetary Theory Upside Down

http://www.eso.org/public/news/eso1016/

Investigadores apontam para existência de planeta gigante

sábado, maio 1st, 2010

http://www.cienciahoje.pt

Um estudo agora publicado no «Icarus – International Journal of Solar System Studies» sugere a possibilidade da existência de um planeta gigante nas fronteiras do nosso sistema solar. A equipa de cientistas, liderada por John J. Matese, da Universidade da Louisiana, indica que esse planeta deverá ter uma massa entre uma a quatro vezes a de Júpiter. (Leia o artigo completo no link acima).

Comentário Precipitado da Leitura dos Mapas da Matriz/DNA:

Muito interessante para a Teoria da Matriz/DNA. Exatamente como deve ser um pulsar na Função 4: aparência meio-termista entre um planeta gigante e uma pequena estrêla; rodeado de cometas, pois ele, através de vulcões gigantescos é o produtor de cometas; afastado do Sol, porque era um planeta pesado que foi consumindo sua massa e tornando-se mais leve escapando à gravidade estelar; rodeado por um cinturão de poeira. Mas esta poeira pode ser duas coisas: a) resultante de sua atividade vulcanica; b) resultante da fragmentação de outre estrela e aqui a coisa se complica. Não acredito que nosso Sol esteja tão velho e tenha consumido tanto de seus atomos pesados ejectando a massa restante destes atomos para o espaço. Se assim fosse esta poeira deveria estar perto dele e talvez a Terra estivesse coberta por ela. Como não existem estrelas moribundas próximas ao sistema solar, resta a idéia de que essa poeira pode ser resquicio da formação do sol ou de uma estrela que o teria precedido por aqui. Em todo o caso, o acumulo de poeira numa regiaão pode produzir um sistema de vórtice onde surge um buraco negro, o que justificaria a época dsa produção dos cometas: ejaculação de cometas e presença de buraco negro significa a fase pronta do sistema para procriar. O mais indicado é que este astro esteja coitado, se masturbando, sem ter uma companheira, e seus cometas-espermatozóides são descartados no espaço. mas uma coisa preocupa agora: se é um pulsar, a qualquer momento pode colapsar sua fina casca externa e brotar como uma supernova, o que realmente poderia influir catastroficamente sôbre a Terra. Se concretizaria a professia de Nemesis? Não acredito nisso, não existe na memória do DNA nenhum relato registrado do futuro. Este “qualquer momento”pode acontecer em 2012 como pode acontecer daqui um bilhão de anos, dependendo de como esteja o estado evolutivo do pulsar, se for realmente um pulsar.