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Urgente: Num Grão de Milho a Tecnologia para Curar o Planeta

quarta-feira, maio 5th, 2010

Veja o artigo na “Inovação Tecnológica”, sob o título

“Cientistas não sabem onde está o calor do aquecimento global”

no site:

http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=calor-do-aquecimento-global&id=010125100420 , mas depois volte aqui, por favor, e leia no complemento abaixo, uma sugestão que pode ser a solução.

Nós – eu, você, todos os seres humanos – temos um problema muito sério a resolver logo e pode depender da nossa decisão agora se nós e nossos herdeiros vão cantar o nosso sucesso ou vão chorar amargamente o nosso fracasso. O planeta está doente, se contorcendo agitado, aquecido num estado febril, a cada dia a terra se move nas redondezas dos continentes mas pode a qualquer momento estourar um terremoto nos centros dos continentes, a cada momento desmorona mais uma montanha de gêlo nos polos, chuvas nunca vistas antes causam estragos… Enquanto isso, o nosso exército de cientistas não têm um diagnóstico preciso, não sabe a que combater, e a Humanidade queda-se muda e passiva, esperando o que vai acontecer. Nesta situação deveríamos tentar algo e urgente, o que fôsse promissor e estivesse ao nosso alcance fazê-lo. Inclusive abrir um canal de comunicação com mentalidades naturalistas que apresentem uma visão geral do quadro doentio e sugira um diagnóstico, e as sugestões de cura. Como é o caso da voz que vem das profundezas da selva amazônica e que aqui abro este espaço para se expressar.

Planetas são corpos astronômicos, portanto para entendê-los inteiramente precisamos antes dos melhores conhecimentos sôbre o sistema astronomico que os produziram e os contem. Os cientistas estão sendos dirigidos nesta pesquisa sôbre as anomalias no planeta por uma cosmovisão fundamentada na Teoria Nebular, a qual nos ultimos tempos está se contorcendo moribunda devido a tantas imagens  recentes obtidas do Cosmos por aparelhos cada vez mais potentes, contrariando seus postulados. Por outro lado existem outras cosmovisões desconhecidas do grande publico cujos postulados tem sido reforçados pelas mesmas imagens. Então – em se tratando de questão tão séria e mesmo mortal – porque não avaliamos o mérito destas sugestões, o embasamento de suas analises e diagnósticos? Não seria mais sensato destacar-mos um pelotão de cientistas e permitir que por elas fôssem dirigidos a abordarem o mal por outros flancos?          

A Terra não é um planeta comum, ela gerou os sistemas biológicos e através dêstes, quando a evolução chegou aos seres humanos, revestiu-se de inteligência própria, na forma de uma camada mental constituida do inconsciente coletivo, no dizer de Teilhard de Chardin e Jung.  Uma mente fragmentada em pequenas porções alojadas em seis bilhões de cérebros humanos – ainda embrionária e confusa – que terá de agir com sabedoria.  É preciso que a inteligência que o corpo da Terra produziu faça algo quase impossível, ou seja, que se conscientize que o corpo da mãe que a contem está doente, que ela não pode se curar por si própria e o embrião terá que encontrar a medicina correta, se não,  será o primeiro a desaparecer. Ora, diz a Razão que, se a Terra produziu a Vida, ela não pode ser o corpo inanimado e nem parte de um sistema mecânico newtoniano como a Teoria Nebular acredita. De uma maneira ou outra, os principios, as propriedades da Vida que aqui se desenvolveram biológicamente têm que existirem em suas formas brutas no sistema astronomico e no próprio planeta criador. E sugere a intuição que os atuais sintomas não devem de fato terem suas causas em simples fôrças físicas que regem corpos inanimados. O planeta parece ter algo relacionado com a Vida e se encontrar-mos êste algo (tal como o ciclo vital sugerido pela voz que vem das selvas e sente o planeta de uma forma diferente da que o sentimos, se o sentimos) teremos um entendimento e quiçá – como sugere a mesma voz – descubramos que temos em nossas mãos uma solução possível de realizar a cura dêste gigante. Vamos ouvir agora uma síntese da visão que parece vir de outro mundo, pois nunca a ouvimos antes, não estamos habituados a essa linguagem.     

 Dexemo-la falar:

“Para onde está indo a energia do Sol que ameaça incendiar o planeta? Vamos explicar através de uma analogia. Imagine um vaso contendo um pouco de terra e água e exposto ao Sol. No meio do vaso, plante-se uma semente, um grão de milho. O grão de milho é na sua maioria amarelado, porque sua grande parte amarela contem a reserva de nutrientes que servirá àquele pequeno germe branco existente na extremidade verticial do grão como alimento até que desabroche. Para onde está indo a àgua? Parte dela está se infiltrando na semente, inchando-a. E para onde está indo parte da energia solar que incide sôbre a superficie do vaso? Parte dela está indo com a água tambem para dentro da semente, pois é a energia solar que desperta e fornece as primeiras dinâmicas ao germe que começa a mover-se. Pois agora voltemos à pergunta inicial: Onde está se acumulando o calor do aquecimento global?”

A terra no vaso representa a dark matter, a matéria escura que preenche o vasto espaço sideral. O grão de milho representa o planeta Terra. A parte amarela representa a crostra terrestre constituída pelas camadas geológicas ou placas tectônicas. O germe branco representa o núcleo da Terra, uma substância incandescente de extrema acidez, composto de ferro, sulfas, ionizada, imóvel no principio porque fôra coberto de gêlo e pelas rochas. A água representa o fluxo de substâncias que descem desde a superficie na direção do nucleo ou emergem desde as redondezas do nucleo na forma de magma vulcanico, substancias mais conhecidas como a lixívia. E estas substâncias que descem levam consigo as partículas da energia solar, estão alcançando o nucleo, acercando-se dêle, iniciando o despertar do germe que ali dorme a bilhões de anos…”

_ “Germe?! – pergunto estupefato – “No nucleo da Terra? Germe de que? De quem?” 

 -“Ora então você acredita mesmo que esta extraordinária engenharia que hoje observamos sob nossos olhos em que corpos materiais produzem sementes e estas desabrocham formando novos corpos materiais, foi inventada numa sôpa primitiva constituída de matéria estupida? Ou então que Deus necessitaria atravessar Universos plantando as primeiras sementes em cada um dos bilhões de astros que se constituem em boa seara? Os modêlos da teoria da Matriz/DNA explicam tudo como nos céus muito antes da Terra surgir êste maravilhoso evento já ocorria, como a Terra foi formada pelo mesmo método das sementes, e por isso ela cria a Vida do unico jeito que ela sabe fazer, o jeito pelo qual ela própria fôra criada.  

Os planetas carregam em si o germe da próxima forma em que se vão transformar, o germe de um Pulsar que mais tarde desabrochará como uma supernova.  O germe àcido está atraindo e absorvendo a parte da energia solar que os cientistas sabem que está por aqui mas não detectaram ainda onde, porque sua teoria astrônomica equivocada os impede de ver. Esta energia solar estimula o despertar do germe, quando então êle inicia as primeiras reações nucleares, as quais consistem no seu alimentar das energias e nutrientes constituintes das camadas geológicas, das placas tectônicas. As reações nucleares de um germe astronomico e as iniciais transformações em um planeta ocorrem na escala do tempo astronômico por isso ainda não sabemos calcular e precisar essa evolução. Mas quando isso se desenvolver não haverá pés humanos e edificios que consigam manter-se sôbre êste solo. Sabemos que um Pulsar não suporta a Vida em sua superficie, que teremos de emigrar daqui, mas não sabemos quando. Por isso precisamos desenvolver mais rápido nossa tecnologia espacial. Pode estourar um ou mais vulcões amanhã se mais se separarem as placas e abrir fendas gigantescas que permitam a passagem de maior quantidade de substancias conduzindo a energia solar, podem ocorrer mais e violentos terremotos, mas isto tanto pode ser em tempos breves como em milhões de anos. 

E qual deverá  ser a atitude agora da camada do consciente coletivo que se move sôbre o corpo do planeta e está fragmentada em nossos seis bilhões de cérebros? A Terra é um astro muito jovem, saindo da adolescencia e entrando na puberdade, podemos avaliar o estado geral de “sua” mente comparando-a com a juventude humana nesta época. E  sabemos que nesta fase os jovens são destemidos, inconsequentes, pouco dados às responsabilidades da Vida. Mas a Terra infelizmente vai ter que criar juízo precocemente, talvez como castigo pela nossa própria ação impulsiva e consumista. A atitude correta agora, sem perda de tempo, é correr ao vazo com a semente, no laboratório, observar as sementes despertarem, tentar obter imagens da energia dentro delas, ver seus processos e mecanismos, calcular intensidades, conhecer os canais que a ligam ao solo e os fluxos que por êles transitam, aprender com a cria como deve ser o criador, tentar planejar um tipo de incubação que permita a esta semente de uma futura supernova que a Terra aloja em seu regaço a se desenvolver saudavelmente, porque nunca poderemos ir contra as fôrças do Cosmos parando esta semente, mas que sua evolução se dê de maneira mais lenta e sob nosso contrôle.”

Não é hora de criticar, ignorar, desprezar, nenhuma sugestão que nasça de dentro da inteligência deste planeta. Não é hora de defender interêsses pessoais. Não é hora de impor e vender nossas idéias, mas sim leva-las à praça publica para que sejam misturadas e buriladas com tôdas as demais idéias, para que amanhã não choremos os equívocos em nossas teorias. É hora de rever-mos nossos habituais planos de investimentos, de aquisição de novas propriedades, de construção de novos edificios, e inquirir nossa consciência, se não seria mais sábio garantir-mos a segurança do que temos, investindo algo de nossos capitais na busca da tecnologia que mantenha nosso solo firme para ser o alicerce duradouro de nossas casas e da nossa Vida. Precisamos principalmente arrancar da gaveta nossas primeiras pesquisas relacionadas a um planeta visto como algo vivo, como a Hipótese Gaia de Margullis, a visão sistêmica de Fritchof Capra e a teoria da Matriz/DNA. Esta tem sugestões de soluções jamais imaginadas em outro tempo e lugar, mas é preciso antes entender o seu diagnóstico.

Faça sua parte agora! Eu estou na selva com “a voz” buscando desesperadamente nas sementes e no ecossistema daqui a aprendizagem e uma solução, mas me falta tudo e isolado não possso comunicar-me com ninguem aí fora a não ser através dêste obscuro e desconhecido blog. Espalhe esta mensagem de tôdas as maneiras que lhe for possivel, busque a consciência de seus amigos, das emprêsas dos govêrnos. Você é a consciência real da jovem Terra!   

Do Big Bang ao Universo Eterno?

quarta-feira, maio 5th, 2010

Existia um óvulo, cheio de líquido amniótico e nadando no meio estava o genôma feminino. De repente penetrou neste óvulo algo que parecia uma pequenina nave, dirigiu-se ao centro, parou por algum momento. Micróbios que andavam por ali fora do óvulo e a tudo observavam se agarraram uns aos outros com mêdo: a nave vai abrir as portas, vão sair os alienígenas e o que vão fazer conosco? De repente, no centro daquêle óvulo que parecia um imenso Universo, ouviu-se uma grande explosão. Pedaços da fuselagem da nave se espalharam por todos os lados, o líquido revôlto e volupteando encobria o ponto onde a nave estivera. Passado o susto, abriram os olhos e o que viram: os alienígenas tinham a mesma forma do genôma, porem eram todos machos.

 O primeiro instante da aparição de seu corpo nêste mundo foi uma cena de Big Bang.

Inclusive um micróbio brasileiro gozando no seu amigo português disse: 

– “Êstes caras só podem ser portugueses! Quem mais construiria uma nave sem portas que para saírem tem que explodi-la?”

Ao que o português replicou: ” Não, pois, pois! Devem ser brasileiros que fazem tudo sem plano confiando que depois dão um jeitinho…”

Claro que não era nave e sim um simples espermatozóide. Êle consiste de um invólucro cerrado e é aberto exatamente assim, rompendo-se bruscamente.

Pois desde 1970 estêve na moda a Humanidade acreditar que o Universo também surgiu através de um big bang. Mas como a Física domina ainda o pensamento cosmológico humano ela veio na frente com a explicação. Ora, nascida e criada aqui na superfície da Terra, onde a biosfera é um estado caótico da Natureza, onde os eventos físicos são mecânicos, violentos, a Fisica modelou o pensamento humano para crer que assim também seria a Natureza ainda desconhecida além da Terra, e projetou seus valores na ideação do Cosmos e intrepretação do momento inicial do Universo. A Biologia e as Humanidades parece que sumiram, se encolheram, pois não viram o óbvio e não levantaram a voz em protesto! Origens através de Big Bangs existem aqui na Terra a cada momento que nasce um novo picuá, ou melhor, que um óvulo é fecundado, mas vemos que é um evento relacionado ao mundo vivo antes de ser relativo a meros eventos físicos, dos quais nunca se viu nenhuma explosão dando origem a algo mais complexo, todo acidente piora a situação do que existia antes, então a Vida deve ser o parâmetro mais racional para explicar o Universo. Onde estavam os religiosos naqueles anos, se na Bíblia está escrito: “Façamos o homem à nossa imagem e semelhança!” para darem seu costumeiro jeitinho na coisa e remendar as palavras de Deus depois que perceberam que o corpo humano não pode ser à imagem de Deus? Ora, Deus estava se referindo ao modo de fazer, ao método de criar, quer dizer, “façamos o homem á imagem e semelhança do método como fizemos o Universo”. Podiam ter aproveitado a oportunidade e dormiram no ponto. A unica voz que sussurrou algo nêsse sentido mas não foi ouvida por ninguém porque estava isolada na selva amazônica fui eu quando enviei os manuscritos para registro dos direitos autorais de um livro para a Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro. No livro, em síntese dizia: ” o modêlo do ultimo ancestral comum nos obrigou a rever a História Cosmológica até os instantes iniciais do Universo, onde chegamos a um evento inicial que lembra o instante da fecundação de um óvulo e os calculos sôbre a formação das primeiras particulas materiais sugerem que êste Universo é uma produção genético/computacional.”

Assim como o óvulo da minha mãe estava desde o principio “tunelado, programado”, para produzir um ser vivo e com uma mente, a existência do Homem Mental nêste mundo depois de uma história de 13,7 bilhões de anos de tantas “coincidências” e eventos estatísticamente improváveis, encontra explicação mais racional se o Universo tambem estivera todo este tempo tunelado para produzir a vida inteligente, e pelo processo genético.

Mas a inteligência humana ainda nesta fase de embrião é lenta e comete muitos equívocos, muitos esquecimentos, como o absurdo de se esquecer que a Natureza apresenta duas faces – a do estado de caos e a do estado de ordem – e que basta qualquer índio do Amazonas levantar os olhos para o céu numa noite límpida e estrelada para perceber que lá reina o estado de ordem,  e com êsse esquecimento foi calculando tudo por lá como se as coisas acontecem como aqui. Se aqui existem leões carniceiros, os novos fantasmas que descobrimos e que denominamos buracos negros devem ser canibais do espaço, devoradores de mundos. Se a radiação cósmica e a expansão do Universo indica que tudo começou num ponto central é porque êsse ponto explodiu como uma dinamite… e assim vai.

Mas não era só um maluco filósofo correndo atras de macacos na selva para observar o movimento dos rabos e assim calcular os movimentos da cauda e trajetória de cometas, ou cutucava por trás um jacaré para desenhar no papel o arco do raio da lambada do rabo do jacaré e assim calcular o raio de curvatura do vôo do urubu malandro, que  balançava a cabeça negativamente discordando dessa cosmovisão. Também na cidade um grupo de cientistas desconfiaram da autoridade da Física para assenhorear-se do evento do Big Bang e procuravam outras alternativas. Foi então que surgiu o livro com o título acima, do brasileiro Mário Novello, doutor em Física pela Universidade de Genebra e pesquisador do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), cuja resenha está na Fôlha Online no site abaixo: 

http://www1.folha.uol.com.br/folha/livrariadafolha/ult10082u725002.shtml

Mas o filósofo ainda prefere a interpretação da teoria da Matriz/DNA. Trazer conceitos metafisicos – como eternidade, infinito – para interpretar êste mundo material, quando ninguem viu nada que seja eterno, nada que seja infinito, e nem existem parâmetros factuais palpaveis para embasar tais conceitos, elaborando uma teoria que jamais será testavel cientificamente, parece-me outro escorregão inconsequente da inteligência. E para que apelar para o que não é concreto no nosso dia a dia se a interpretação naturalista e simples da Matriz/DNA inclusive expõe os mecanismos e o método natural aplicados nas origens apontando na direção de um gerador natural? Não está no momento de se aplicar a navalha de Ockham?