Archive for outubro, 2010

Astronomia: Teoria Oficial Sôbre Formação de Estrêlas

quarta-feira, outubro 27th, 2010

1. Clouds of atoms and molecules (mostly hydrogen) hang out for a while in space, each bit with it’s own little teeny tiny bit of gravity. Because absolute zero is a theoretical absolute, we can assume that these little guys have energy to move about. So they do, and in so doing bump into each other and get closer because of aforementioned gravity.

2. When a molecule of interstellar dust attracts another molecule of interstellar dust, and the two are captured by each others gravity, they now have ~twice as much gravity as the rest of the atoms and molecule. They therefore are the most attractive duo in the cloud.

3. This duo (over the course of a really unfathomably long period of time) attract more and more particles and atoms, and grow more massive. More mass means more gravity. More gravity means you pull in more mass. As you pull in more mass, you get more gravity.

4. So, now, lots of gravity and mass later, you have this big clump of stuff. It’s so big, in fact, that the gravity in the center is squeezing the atoms there a lot. This squeezing heats up the atoms in the middle (core) of the clump. Meanwhile, more stuff is being attracted to the clump, so more mass is raining into the clump, giving it more mass and more gravity.

5. After an even longer time, the heat that’s coming from the squeezing of gravity gets to the point where the atoms in the core are so energetic they’re basically reduced to free roaming protons (the electrons get stripped from the atoms of hydrogen that are prevalent in the original clump). These protons, of course, repel each other when they get too close to one another because of the electromagnetic force – like charge repels like.

6. Gravity keeps squeezing and heating up the proton soup in the core. One day, when no one’s looking, the temperature inside the core finally reaches the magic temperature that fusion can start (10 million degrees F – I think F, I need to review my notes). Protons that once bounced off one another without really ever touching suddenly find themselves moving so quickly that they can overcome the electromagnetic force occasionally and fuse with another proton.

7. Lots of complicated things happen, but fusion has started and once fusion has started the new star is ‘born’.

Comentários de um estudante que faz parte do movimento “The Skeptic’s Guide to the Universe”, site: http://sguforums.com, que tem por objetivo combater a pseudociencia e concluindo que a Teoria da Matriz tenha pretensões de ser cientifica e não naturalmente holistica como ela é, quando compara essa aula acima de astronomia, com om pouco que ouviu falar da Teoria da Matriz.  

“My point with this, besides as an impromptu reason to study for my forthcoming midterm? Well, for one, the ‘birth’ of a star is nothing like the birth of a child in any way at all. Except that the term birth is used as an arbitrary marker for when a fetus becomes a baby and it’s an appropriate analogy when discussing the formation of stellar objects (stars being the best known, brown dwarfs being the sad failures of the Universe).

 A daddy planet does not copulate with a mommy planet to form a new planet that is a combination of daddy and mommy planet. Planets form from the material that is left over around the star that didn’t have a chance to fall into the star before it ignited (before fusion began). 

Your theory is based on the idea that the analogies that are used to discuss scientific ideas with lay people are real patterns and not analogies. Therefore, I can only conclude that your theory is based on no fact at all.”

Meu comentário:

O professor só se esqueceu de dizer a primeira palavra mais importante e honesta que devia dizer: TEORIA. Esta é a forma como uma ideologia é incutida numa mente em formação, talvez desviando-a da sua Natureza se a teoria estiver errada, e catapultando o livre pensamento que poderia  continuar a busca da verdade talvez até por novos caminhos com novos métodos e novas idéias. Eu acho que a teoria acima descrita está bem está bem estruturada, raciocinada, tem  embasamento no atual conhecimento cientifico e deve sim, ser transmitida na escola. Mas onde está a revelação do que ela é de fato, apenas uma teoria? O texto mesmo diz que todo esse processo desde o aparecimento da poeira dos átomos até o nascimento final da estrêla demora um tempo astronômico ( senão muitos milhões, talvez bilhões de anos). Portanto nunca ser humano algum viu e nunca vai ver o nascimento ou formação de uma estrela, como podemos ver aqui em 9 meses o nascimento ou formação de um bebê. Sempre, para todo o sempre vamos ter apenas teoria.

Mas foi justamente essa mesma falha dos curriculuns escolares e a pressa dos ideólogos em propagar sua ideologia que causou os problemas que estão ocorrendo entre os opositores e os crentes na Teoria da Evolução.

Quando terminei de ler o texto, exclamei: “… e então, esta fornalha estelar e os monticulos de poeira apagadas chamado planetas resolveram inventar coisas como código genético, ciclo vital, macacos, corpos que se reproduzem genéticamente, etc.! Como essa estrêla e planeta nada tinha destes complexos fenomenos, fica-me parecendo que eles tiraram tudo isso como o mágico saca um coelho da cartola…”

A Teoria da Matriz apenas resvalou na questão da formação de astros e astronomia, que quase nada tinha a ver com nossa pesquisa, quando tentou verificar a hipótese de que os menscionados complexos fenomenos gerados pelos astros aqui na superficie deste planeta já teriam seus principios embutidos de alguma forma na matéria da Natureza dos tempos passados. O modêlo surgiu dêste calculo, está aí como simples curiosidade para todo mundo que queira ver e para muito trabalho à frente dêste autor que tentará testar de alguma forma essa teoria. TEORIA.

First life in primordial-planet oceans: the biological big bang

terça-feira, outubro 19th, 2010

Ler este artigo em:

http://arxiv.org/abs/1009.1760

Astrophysics > Cosmology and Extragalactic Astrophysics

DNA: Identificando a função de cada base

segunda-feira, outubro 18th, 2010

DNA - Estrutura Química

Já sabemos que a base nitrogenada uracila representa a função sistêmica universal F.5. Agora surgem novas pistas para identificar as outras bases. Existem apenas duas pontes de hidrogênio ligando adenina e timina e três pontes ligando guanina e citosina. Isto sugere que guanina e citozina com três pontes representa o trecho do circuito-matriz mais forte, portanto o lado esquerdo e que guanina e citozina estão representando as funções 2 e 3. A ligação adenina e timina com duas pontes sugere o tracho mais fraco após a divisão do circuito em F.4., portanto representaria a face direita, funções 6 e 7. Desde que entre f.2 e f.3 o mais forte é f.2 porque o nucleo energético ainda está semi-desnudo, e desde que guanina tem um grupo atômico a mais que citosina, estas duas pistas sugerem que guanina seja F.2 e citozina F.3. O mesmo é valido para a dupla adenina e timina, onde adenina representaria a função 6 e restaria para a timina a f.7.

Matemática: Argumento Contra a Atual Ditadura da Matemática no Pensamento Humano

terça-feira, outubro 12th, 2010

(Meu comentário num vídeo sôbre Galileo no Youtube)

Galileu pode ter cometido um equívoco quando disse ” a matemática é a linguagem com que Deus escreveu o Universo”.

O êrro deve-se à posição relativistica de qualquer observador. Um ser humano como Galileu, perante a grandeza do espaço sideral que êle estava vendo com sua luneta, é comparável com uma particula quark situada dentro de um átomo, o qual teria o tamanho do sistema solar. Ora, todo átomo é regido por leis meramente físicas, mecânicas, as quais são melhor traduzidas pela linguagem matemática. Portanto, se o quark tivesse acreditado que a matematica é a linguagem da física do “universo” que êle estaria conseguindo enxergar, estaria correto.  Por isso Galileu intuiu apressadamente que a linguagem é o unico idioma que explicaria a Natureza. Êle estava vendo apenas um sistema estelar, um tijolinho do Universo, e com isso acreditou que poderia entender o mundo e inferir que existiria um Deus criando-o, e ainda saber qual a linguagem de Deus. 

Mas o sistema solar está dentro de uma galáxia, e Galileo não tinha como saber da existência das coisas que a galaxia tem e o sistema solar não tem, como os pulsares, quasares, buracos negros, etc. Portanto, uma galaxia é um novo e superior nivel de organização da matéria, um sistema mais complexo que o sistema atômico, e talvez aqui a matemática já começa a falhar como idioma universal da Natureza.  A mesma situação para o quark se o átomo em que ele está dentro estiver formando uma molécula. O quark jamais poderia saber que a molécula fala outro idioma alem da matemática: a quimica.

E se a molécula estivesse dentro de uma organela dentro de uma célula? O quark jamais iria entender ou suspeitar que existe agora a linguagem biológica. Mas e se esta célula fôsse um neuronio dentro de um cérebro? O quark jamais poderia imaginar que existe ainda uma superior organização da matéria que só poderia ser calculada e traduzida por outro tipo de processo mental, que falaria outro idioma, digamos, o mental. E quem pode dizer hoje qual o ultimo ou mais complexo nivel de organização da matéria do mundo? Eu certamente não cometeria tal ato irracional.

Existe uma nova teoria que apresenta modelos onde a galaxia e o universo estaria organizado a nivel biológico tambem. Trata-se da Teoria da Matriz Universal dos Sistemas Naturais e Ciclos Vitais, no website de mesmo nome. E ela sugere que a Natureza fala muitos outros idiomas alem da matemática, sem o conhecimento dos quais, não podemos entender o mundo.

Hoje os fisicos acham que elucidaram o universo aplicando a matematica. Ora, as evidencias e a Razão, para quem consegue ser humilde a ponto de pensar como um quark, sugerem que isto é impossivel.

Frase da Teoria da Matriz/DNA:

sábado, outubro 9th, 2010

As estrelas não são as horríveis fornalhas nucleares tal como ensinadas nos textos escolares, mas sim, são como mães atarefadas em amamentarem com seu nectar energético seus rebentos “planetas”, e mantê-los aquecidos e protegidos sob suas aconchegantes asas gravitacionais.  Louis Morelli

Descoberto Peixe Gravida Amamentando Filhote!

sábado, outubro 9th, 2010

Veja artigo em: BBC Earth News

http://news.bbc.co.uk/earth/hi/earth_news/newsid_9039000/9039805.stm

Pregnant European eelpout fish suckles young embryos

E o “paper” completo em: ScienceDirect

http://www.sciencedirect.com/science?

Embryonic suckling and maternal specializations in the live-bearing teleost Zoarces viviparus

E agora? A Teoria da Evolução continua dizendo que o mamífero veio dos répteis ou vamos para mudar para os peixes?

Quanto à Teoria da Matriz, vamos ter que acrescentar algo no artigo “Dos répteis para os mamiferos”. Mas não unvalida a teoria. A descoberta reforça a suspeita que, assim como a Matriz sugere que a vida pode nascer em qualquer lugar do Universo onde haja sistema estelar semelhante ao nosso, sugere que também pode ter surgido em diferentes lugares na Terra, então é aceitável que em todos os nichos onde ela surgiu, ou tôdas as espécies que reuniram os genes de LUCA até a Função 3, podem desenvolver o aparato uterino e gestacional. Porque em LUCA os ovos começam a serem mantidos dentro do corpo gerador quando o planeta (Função 3) é capturado na órbita de uma estrêla.

Astronomia: A Batalha Entre os Milhares de Modelos Feitos Pelo Cérebro Eletro-Mecânico Contra Um Único Modelo Feito Por Um Cérebro Biológico

sexta-feira, outubro 1st, 2010

Astronomia é uma das áreas de estudo que mais vem se expandindo. Estamos assistindo uma versão moderna da era dos descobrimentos de Colombo a Cabral. Apenas a IAU (International Astronomical Union) tem mais de 10.000 membros todos com nivel acima de PHD. A Terra está se enchendo de telescópios, o espaço sideral está sendo alvo de recente invasão de um novo tipo desconhecido de virus singrando as mais distantes regiões, os quais na verdade são instrumentos mecânicos para espionagem produzidos pela humanidade na Terra.

Mas existe uma armadilha nisso tudo aí em que os astronomos estão caindo que nem patinhos. Vamos explica-la direitinho. Como o ser humano com seu próprio corpo, olho nu e inteligência natural não pode sair das redondezas da Terra e não pode ver mais que os pontinhos brilhantes no céu, ele construiu extensões de seus sentidos como sensores mecânicos, construiu um cérebro eletromecânico, uniu tudo fazendo uma imitação mecânica de homem,  e está a enviar esse espião soldado a maçarico ao espaço sideral. O verdadeiro homem de carne e osso fica na Terra olhando para a tela do computador conectado aos robots espiões assistindo a colheita de dados e o maximo que faz é misturar os dados para ver o cérebro eletro-mecanico fazendo simulações tentando reorganiza-los segundo a lógica mecânica, quando então o homem espera poder obter o verdadeiro final produto que procura: história das origens, a fonte da juventude eterna, ouro e diamantes. Hoje a astronomia acadêmica baseia seu conhecimento nas informações transmitidas pelo computador e suas teorias nas simulações que faz no mesmo computador.

Estas geringonças espiãs não são como as caravelas que iam recheadas com homens de carne e osso dentro. Tudo é “sentido” segundo a percepção mecânica, quer dizer, o complexo sensorial do cérebro espião apenas capta a matéria, a luz emitida, as temperaturas e os movimentos de “objetos”, selecionando os dados dentro de sua lógica mecânica e discriminando quaisquer dados que porventura se relacionasse com a organização biológica ou quiçá, emotiva, da matéria. Como resultado inevitável milhões de professores nas escolas estão informando bilhões de jovens que ficam de bôca aberta ouvindo histórias de universo que nasce como um motor a explosão, que expande e contrai como a engrenagem da máquina, povoado de buracos negros canibais que devoram matéria prima como os trituradores. Claro, o cérebro eletro-mecânico no seu imaginário inventa um mundo como sua auto-projeção, assim como o cérebro biológico na sua época se projetou como sendo o centro da criação e viu seu mundo e seus deuses à sua imagem e semelhança. Se as galáxias fôssem meras células de um dinossauro cósmico o cérebro eletro-mecânico jamais iria perceber os fenômenos vitais indicando a existência do dinossauro. É possível que dentro das escolas do mundo tôdo hoje esteja sendo contada a maior fábula de todos os tempos e de maneira tão séria como meu professor criacionista narrava e descrevia como era o Paraíso do Eden ou o inferno do diabo.

Bem… aí me aparece um semi-macaco recem saído da selva amazônica abanando na mão um papiro todo desenhado com coisas do espaço sideral, como cometas, estrêlas cadentes, etc. Diz que êle e o pagé curandeiro tomam uma beberagem chamada Santo Daime e ficam ouvindo o espirito da selva Tupã contando histórias de criação do mundo e dos bichos e vendo estrelinhas.  Mas fala de uma cosmologia totalmente disparatada, se comparada com a narrativa dos astronomos. Parece que o espirito Tupã andou espionando e assistindo aulas nas escolas dos brancos pois  o bicho fala nomes como buracos negros, quasares, mas diz tudo ao contrario: onde os astronomos dizem que morre uma estrela ele diz que nasce, onde os astronomos dizem que nasce um buraco negro ele diz que morre… e assim por diante.

Uma coisa é preciso ser dita: trata-se do Ultimo dos Mohicanos! O ultimo dos filósofos romanticos observadores de luas cheias da Idade Antiga. No meio da selva foi conservado um cérebro biológico original daqueles que faziam o serviço que o cérebro eletro-mecânico faz hoje. E olhos nus, com um intuição tipo sexto sentido que fica ziguezagueando das coisas da terra selvagem  para as coisas do céu e vice-versa e daí tirando suas conclusões.

E o mais engraçado é que o bicho é teimoso! Agora deu de elaborar uma teoria cosmológica geral reunindo seus modelos feitos a lasca de carvão nas paredes da caverna e está na cidade revirando latas de lixo procurando provas-fato como evidências para comprovar sua teoria cosmológica e por consequencia sua teoria das origens da vida, do universo, do mamifero e ainda por cima explicando detalhes como a evolução do pescoço da girafa!

Pobre cérebro humano biológico! Há muito, uma raça quase extinta, enxotado cada vez mais para os pantanos das selvas. Que saudade de suas criações imaginativas! Thor e seu martelo! O bravo guerreiro Sansão e sua manicure, pedicure e cortadeira de cabelo Dalila! Adão e Eva pelados no paraíso! O Gigante Golias e o povo anão duende! A Lampada de Aladin! O Diluvio e a Arca de Noé, cheia de bichos! Tudo substituído agora pelas imaginações do cérebro eletro-mecânico, como o Play Station 3… ou os modelos da teoria cosmológica simulada.

Para se ter uma idéia da avalancha destes modelos que chegam a todo instante às mesas dos desesperados examinadores para o peer-review, basta dar uma olhada no programa do próximo simpósio da IAU sôbre como os planetas nascem, ou são formados:

http://www.iau.org/science/meetings/future/symposia/968/ 

IAU Symposia

IAUS 276: The Astrophysics of planetary systems – formation, structure, and dynamical evolution
Place: Torino, Italy
Start date/time: October 11, 2010

Mas raios! Para um planeta se formar penso que é preciso alguns milhões ou bilhões de anos para juntar a poeira necessária, depois mais alguns milhões de anos para a gravidade agregar estas particulas, mais alguns milhões para formarem-se as rochas… e a humanidade que vê o céu e transmite o que viu de geração a geração não tem mais que míseros e reles quinze mil anos… então como é que pode alguem dizer que sabe como um planeta nasce?! Como ele viu bilhões de anos resumidos no seu tempo de micróbio-particula?

Acho que não é só o ultimo cérebro biológico conservado na selva que é maluco. Por aqui parece que tá todo mundo pirado tambem!

Dê só uma olhadinha num resumo de um dos inumeros trabalhos que será apresentado neste simpósio. Sinta a influência do cérebro eletro-mecânico com seu complexo sensorial próprio, desde seus olhos de vidro a seus tentaculos de garras mecanicas, e como tanto depende de “simulações”:

1.22 Octavio Miguel Guilera – Universidad Nacional de La Plata, Argentina
O.G. Benvenuto, A. Brunini

Simultaneous formation of Jupiter and Saturn

At present, the core instability mechanism is usually considered as the way giant planets formation proceeds.
There are available complex models to describe the formation of Jupiter and Saturn; however, all this models assume the isolated formation for each planet. We developed a model to describe the simultaneous formation of giant planets by the core instability mechanism and considering the oligarchic growth regime for the accretion of planetesimals. We consider a density distribution for the size of planetesimals, with radii between 100 m and 100 km, for which most of the mass of solids is in the small ones. Also, we consider planetesimals migration. The planets are immersed in a realistic protoplanetary disk that evolves in time.
The evolution of the disk affects the growth capacity of the immersed planets in it. Furthermore, the same disk is the physical system through which the “planet – planet” interaction is produced. Here we not refer merely to the gravitational interaction but to the modification of the populations of planetesimals due to the presence of several planetary masses. These masses force the migration of the planetesimals modifying its surface densities, so a planet will affect the availability of material from which the remaining planets may feed in a formation system.
We present the most important results of our model applied to the case of the simultaneous formation of Jupiter and Saturn. We found that, within the classical model of solar nebula (Hayashi 1981), the isolated formation of Jupiter and Saturn undergoes significant change when it occurs simultaneously.

Sem comentários! Cadê o macaco? Deixa-me mostrar isto para êle e ouvir o que êle diz…

Conforme êle vai lendo seu cenho vai franzindo aí êle tira um fação de sua bermuda couro-de-onça e apontando ameaçador para o computador espetando-o na tela êle exclama:

 Hummm… huga? O que êste monte de parafusos tá dizendo? Um grupo de planetinhas da periferia de um disco de poeira “proto-planetário” arrumam suas mochilas e dão uma de imigrantes viajando todos para o nucleo do disco o qual se encontra turbulento e instável? Huga!? Aí encontram uma bocarra aberta que engole a todos, e no final o monstro de poeira se acalma saciado e dá à luz dois planetas gigantes!? Parece minha namorada lá na selva, a orangotango Marylin, quando me agarra sedenta de amor, abre uma bocarra engolindo meu pulsar até que êle gospe fora seus cometinhas,  aí ela se acalma saciada mas com a barriga crescida dando cria a uma dupla de gêmeos! Huga! ?”

– “Ei espere aí! É isso mesmo que está escrito aí?! Eu não tinha visto dessa forma… Acho que sem perceber tambem perdí o modo de percepção do cérebro biológico… Isto colocado dessa maneira mais parece um novo jôgo ou modelo de Play Station…”

– ” Mas então não estás vendo? Estão enchendo linguiça! Veja aqui no meu modelo. Quando é que um astro apresenta nucleo instável e turbulento? Quando um planeta velho está se transformando num pulsar, certo? E o que acontece com tal planeta no meu modelo antes de ser um pulsar? O planeta vai envelhecendo, crescendo em volume gasoso, alcançando as dimensões de um Jupiter. Não precisa ficar enchendo linguiça e nem dessas geringonças de máquinas para saber isto! Huga, huga!” 

Bem, amanhã cêdo as crianças vão para a escola. Eu fiz tôdo esfôrço possível para, orgulhoso, por meus filhos na escola. Mas desde o dia que ando fazendo comparações entre as versões do cérebro eletro-mecânico e do cérebro biológico ando preocupado. Afinal os dois exibem montanhas de evidências e um não tem como derrubar a versão do outro. Já não tenho mais  a certeza e confiança nas teorias que vejo nos livros escolares como tem todos os que não conhecem o namorado da Marilyn e suas teorias. Eu queria que o cérebro humano humanizasse o computador mas será que o cérebro eletro-mecânico não está mecanizando o cérebro de nossas crianças?