Archive for dezembro 16th, 2010

Noticias s/Origem da Vida: Mais evidências para a Teoria da Matriz

quinta-feira, dezembro 16th, 2010

Aminoácidos vindos do espaço: Espetaculares evidências para a Teoria da Matriz/DNA 

A noticia pode ser vista em: 

PhysOrg.com

http://www.physorg.com/news/2010-12-blocks-life-impossible.html 

  

sob o titulo: 

Building blocks of life created in ‘Impossible’ place

December 16, 2010 by Nancy Neal-Jones and Bill Steigerwald 

Planetas são como animais: se reunirem certos requisitos, serão selecionados pela Matriz, convidados a constituirem o tronco da árvore da evolução, contribuindo para gerarem e hospedarem  a prole biológica da Matriz: os seres vivos. É o que estamos confirmando através de meteóritos mostrando que no espaço sideral também existem aminoácidos e as condições em que estes foram formados. 

A cada dia encontra-se mais matéria primordial da Vida em meteóritos que vieram para a Terra do espaço sideral, aumentando a viabilidade da teoria atual acadêmica de que alguns dos ingredientes da vida teriam sido formados no espaço sideral além da Terra. 

Esta possibilidade veio salvar a teoria da abiogênese que estava cambaleando e perdendo crádito porque  muitos experimentos tentando diversas maneiras de calcular como seria  o ambiente na Terra quando a vida surgiu não deram resultado. Parecia que a Terra não poderia ter sózinha gerado a vida que temos aqui, estavam faltando ou ingredientes ou extraordunárias condições ambientais. Os meteóritos reacenderam as esperanças na abiogênese, pois em algum lugar ou varios lugares no espaço sideral poderão ter reunido as necessários condições e ingredientes. 

Portanto falta encontrar esse lugar para provar a toeria acadênica. Me parece que não resolvemos nada assim, apenas adiamos ou transportamos o problema da origem da vida para fora da Terra. 

Mas… a Teoria da Matriz/DNA a 30 anos registrou-se com direitos autorais apresentando modelos que sugeriam que a vida pode e deve se formar em muitos lugares do Universo. Mas para isso ela apresentou um modêlo de uma nova teoria de formação das galáxias, pelo qual os elementos e condições ambientais necessários e suficientes para serem elaborados os sistemas biológicos já se encontram nos próprios astros. Portanto, aminoácidos podem serem formados em todo o Universo, assim como na Terra. A diferença entre as duas teorias é que uma acredita que é necessário um evento extraordinário, quase como um acaso, num local tambem extraordinário, para a vida acontecer, enquanto a outra diz que a vida é mero passo evolutivo de um processo macro-evolutivo no qual os astros estão inseridos. 

Vamos a seguir realçar alguns dos textos do artigo científico e comentá-los pela visão da Matriz. 

NASA:  “Finding amino acids in these objects supports the theory that the origin of life got a boost from space — some of life’s ingredients formed in space and were delivered to Earth long ago by meteorite impacts.” 

Matriz:

“Essa “recarga” vinda do espaço não precisa ser necessáriamente aminoácidos já formados. Se a Terra não tivesse as condições e ingredientes para formar aminoácidos, os que aqui chegassem não teriam florescidom assim como os aminoácidos das experieências como Muller/Urey são incapazes de realizarem o segundo passo evolutivo, que é a formação de proteinas e RNA. Que tenham vindo proteínas e RNA já sintetizados é uma hipótese distante pois nunca foram encontrados em meteóritos. Se aqui na Terra a semente da vida floresceu é porque a Terra e/ou o sistema solar a qual pertence pode produzir as sementes de si mesma.

NASA: “… in both labs detected small amounts of 19 different amino acids in the sample,…” 

Louis Morelli: “Falta saber se não temos o mesmo problema da experiencia de Muller/Urey. Aminoácidos não são apenas os 20 tipos utilizados pela vida, pois existem muitos outros tipos que não aparecem na constituição dos seres vivos. Os aminoacidos produzidos naquela experiência, segundo tenho lido vários cientistas comentarem, não são vitais. Quais foram os aminoacidos encontrados? 

NASA: “The team had to be sure that the amino acids in the meteorite didn’t come from contamination by life on Earth, and they were able to do so because of the way amino acids are made. Amino acid molecules can be built in two ways that are mirror images of each other, like your hands. Life on Earth uses left-handed amino acids, and they are never mixed with right-handed ones, but the amino acids found in the meteorite had equal amounts of the left and right-handed varieties.” 

Matriz: “ Excelente informação para a Teoria da Matriz, e uma grande indicação favorecendo seus modêlos!… 

“Segundo êstes modêlos, os meteóritos e asteóides devem ter uma unica origem possível: cometas desfeitos. Na teoria da Matriz não existem eventos violentos em astronomia que poderiam produzir choques entre astros e quebrando-se em pedaços menores como meteóritos. E nem explosões de supernovas lançando meteóritos ao espaço. E desde que existem aminoacidos nos meteóritos, estes meteóritos não podem ser restos de estrêlas mortas. Porem, como fragmentos de cometas a existência dos aminoacidos torna-se previsivel. Pois cometas são produzidos pelos vulcões de velhos e gigantes planetas que a Matriz denomina de pulsares, os quais estão a caminho de se tornarem estrêlas. Por outro lado, os modêlos indicam que os ingredientes para a vida vem, 50% do nucleo de planetas novos como a Terra ( cujos 50% devem produzir apenas left-handed aninoacidos) e os outros 50% vem da radiação de estrêlas como o Sol ( cujos 50% produzem os right-handed aminoacidos). Mas o pulsar é o unico astro que – por ser justamente a unica forma intermediaria entre planeta novo e estrêla supernova – contem os dois tipos de aminoácidos.” 

Louis Morelli: “Isto foi previsto a 30 anos atrás! Pelos modêlos da Teoria da Matriz/DNA, unicamente. Basta ver o material apresentado para copyright… 

“ É um grande momento para a Teoria da Matriz/DNA. E para embevecimento e regozijo de todo ser humano, pois indica o enorme potencial da nossa racionalidade. Modêlos teóricos racionais, elaborados segundo a racionalidade humana, mostrando-se capazes de tão complexa e certeira previsão: é motivo de festa na Terra porque êste homen que vinha perdendo toda sua dignidade ao perder o centro da criação, o centro do Universo, tendo a paternalidade divina rebaixada para paternidade do macaco, é repentinamente guindado de novo ás alturas recuperando sua dignidade, por possuir uma capacidade que não esperávamos: a nossa Razão está em perfeita sintonia com a razão da Natureza Cosmológica. Nossa razão caminha de mãos dadas com a Razão Universal. Saltamos abismos e vales profundos de escuridão para o nosso conhecimento, mas lá na frente saímos na mesma estrada e na mesma direção por onde vem caminhando o Universo! 

“Previsões como esta indicam que, se nas formas primitivas nos distanciávamos da forma de nosso criador, com nossa evolução e nosso abnegado esforço estamos nos tornando `a imagem e semelhança de nosso criador. Seja êste o Universo, a Natureza, a Evolução, Deus, ou o que mais possa ser. 

Matriz: “E porque a Vida aqui na Terra, quer dizer, os sistemas biológicos, apenas se utilizam dos aninoacidos left-handed? Porque eles são produtos da primeira metade da Matriz, da parte do fluxo do circuito sistêmico que se inicia na Função 1 e termina na Função 4, que  está codificada na primeira metade do DNA, e que representa a metade esquerda da face da Matriz. Que representa o ciclo vital desde a concepção e nascimento do individuo até o ultimo estagio da juventude. A fase do crecimento, da formação, sem a fase do decaimento, da entropia, da degeneração. Sem o instrumento da morte. Pois a Matriz não estava aqui para fazer o aminoacido apenas e parar aí, o que teria acontecido se a left-handed molecula possuisse o prosseguimento do fluxo alem da ultima fronteira da face esquerda, pois  teria avançado para construir sua metade direita. E assim teria fechado o circuito, decretado seu destino perpétuo. Teria decretado a morte da Vida ali mesmo,  a 3,5 bilhões de anos atrás. 

“ A mitocondria na célula animal, assim como o cloroplasto na célula vegetal, são as organelas que abrem o sistema celular para se conectar com a estrêla Sol.  Ambas perfazem as operacões que finalizam na energia quimica, seja a síntese do ATP ou a fotossíntese. E ambas são as ferramentas construídas pela Função 4. E esta função, que representa o elemento masculuno do sistema, é a que pode quebrar um sistema fechado ao atirar seu espermatozóide na direção contraria à que encontra a função feminina, sua companheira, na posição 1. Graças a essa infidelidade conjugal ocorre a miscigenação das proles e não a eterna reprodução estéril de uma só raça, no caso, apenas de sistema fechado em si mesmo, aniquilando o processo da evolução. É isso o que acontece com a molécula  left-handed quando separada da right handed: o fluxo informacional é lançado ao espaço ao invés de misturar-se aos ingredientes envolventes para construir a face direita ligada a ela. Graças a isso, a esse extraordinario e quase imperceptivel detalhe, os aminoacidos passaram a formarem proteinas e RNA. Só depois, quando a fase  da biótica inorganica estava vencida, e a Matriz precisava se recompor completa para carregar as sendas da Vida. e para tanto precisava se compor como sistema, reortnou o velho mecanismo das estrelas que foi a perdição das galaxias: o RNA, contido no nucleo do sistema, e representando a metade esquerda da face, têve a liberdade de reconstruir a parte direita de sua face. E assim nasceu o DNA! 

A Matriz ressuscitada, e aqui na Terra! Agora como sistema aberto. Condenada a se arrastar em busca do seu pão, porem com os caminhos abertos para retornar sua evolução rumo à sua transcendencia, a qual é a forma de auto-consciencia do Universo, que apenas agora começa a se formar ainda fragmentada, com cada parcela de si dentro da cabeça de cada ser humano! 

Louis Morelli: “Ah… pombas… você pode dizer que não acredita nessa teoria, que eu sou im louco, etc. Mas numa coisa tem que concordar: ela é bonita “prá caraio”! É… ou não é?  E o pior: it makes sense… 

E repare na inteligência da Natureza, ou do criador, sei lá… Era preciso recompor um sistema com todos os ingredientes que vieram da evolução dos astros, resumidos em LUCA. Mas não copia ser igual a LUCA, um sistema fechado em si mesmo. Yunha que ser reconstruído um sistema com os mesmos ingredientes porem a forma final tinha que ser diferente: um sistema aberto para a evolução. Como a incrivel inteligência cósmica resolveu isso? Ora… simples! Refez o sistema original, fechado. Na forma de DNA.  Ali, a face esquerda constrói a direita e se completa formosa. Mas a seguir, constrói-se uma muralha em torno dele, aprisionando-o numa cela. Trata-se da membrana nuclear. A seguir recomeça-se a reconstruir o sistema de novo. Quando chega na função 4, tem-se uma mitocondria. Neste momento contrói-se correndo outra muralha agora em volta do segundo sistema que é maior. Trata-se da membrana externa celular. Assim foi interrompido o circuito, que iria começar a construir a face direita pelo cloroplasto. Apenas retira-se a ponte entre uma organela e sua próxima vizinha. Entre Função 4 e 6. O micro-organismo que estava na forma de mitocondria não evolue para a forma de cloroplasto. Então o circuito dêsse sistema só faz a face esquerda e para aí. No problem. O sistema celular necessita das partes que fazem as funções 6 e 7 (estrêla e cadaver estelar no céu, cloroplasto e lisossomo na célula).  Mas a essencia da função 6  que é produzir energia foi desemvolvida a partir da mitocondria que produz os cometas ATP’s. E mais tarde, deixa-se o lisossomo desenvolvido na célula vegetal ser incorporado na celula animal para fazer sua função, que é a de limpeza do sistema. 

“Assim a incrivel inteligencia natural resolveu o problema da vida reabrindo suas portas à  evolução, com a célula animal. O sistema cósmico foi reproduzido na integra como sistema fechado, porem ficou como nucleo, isolado no centro. Na periferia, em torno dele fêz novamente outro sistema, porem aberto…”     

NASA: “The sample had various minerals that only form under high temperatures, indicating it was forged in a violent collision. It’s possible that the amino acids are simply leftovers from one of the original asteroids in the collision.” 

Matriz: “Nope! Sorry, mas aqui vamos descordar. Altas temperaturas em astronomia não existem apenas quando existem violentas colisões. Existe a alta temperatura dos vulcões. Magmas podem ser formadores de metais… porque não?  As amostras não indicam que os aminoacidos foram formados em altas temperaturas, mas apenas que os seus ingredientes o foram. E considerando-se a história a seguir dos aminoacidos que foram usados pela vida, as condicões mais baixas de temperatura que eles precisam para se manterem organizados – como o foram – e para se organizarem em proteínas, seria mais racional pensar que eles nunca estiveram expostos à tal temperatura de 2.000 graus F, como teorizam no artigo. Acho que aqui se repetiu a cena nas origens do Universo quando se formaram as super-partuculas e os sistemas atomicos: enquanto a temperatura era elevada, as particulas agitadas se chocavam, não se firmavam e não se organizavam em compostos maiores. Foi preciso esperar o Universo esfriar para essa organização começar. Justamente isso acontece com os metais expelidos pelos vulcões dos pulsares. Porque os pulsares não produzem a Vida, se possuem 100% dos ingredientes? Faltam as necessárias condições ambientais. A temperatura na superficie é demasiada elevada, pois estão se transformando numa supernova. Mas se os ingredientes são espelidos em cometas para o espaço sideral, e desde que a maioria dos cometas não conseguem seu objetivo que é alcançar o nucleo do sistema e fecundar o buraco negro, e passam a ficar vagando no espaço frio interestelar, a temperatura onde estão estes ingredientes abaixa, torna-se ótima para os processos vitais, e daí… surgiram estes aminoacidos. A cena nas origens do Universo serve de parâmetro lógico para minha teoria.” 

Louis Morelli:  ”Essa mania de imputar tudo o que não se consegue explicar a eventos que inplicariam violência… No céu não há violência como regra… a astronomia está montada encima do estado de ordem da Natureza.” 

NASA: “However, the team thinks it’s unlikely amino acids could have survived the conditions that created the meteorite, which endured higher temperatures – more than 2,000 degrees Fahrenheit (over 1,100 Celsius) – over a much longer period. “It would be hard to transfer amino acids from an impactor to another body simply because of the high-energy conditions associated with the impact,” said Bada. 

Instead, the team believes there’s an alternate method for making amino acids in space. “Previously, we thought the simplest way to make amino acids in an asteroid was at cooler temperatures in the presence of liquid water. This meteorite suggests there’s another way involving reactions in gases as a very hot asteroid cools down,” said Glavin. The team is planning experiments to test various gas-phase chemical reactions to see if they generate amino acids” 

Matriz: “Não… vocês vão perder tempo. A crença de que os meteoritos são produtos de colisões está levando vocês a caminhos errados. Cometas vagando no espaço sideral interestelar e  passando dentro de sistemas estelares mudam de temperatura, pois são cobertos de gêlo numa região e aquecidos em outras pelo calor de estrelas estes derretem formando estados liquidos da matéria. Os aminoacidos não tem problemas para se formarem e se manterem neles, pois nunca suas superficies tem temperaturas elevadas tanto.” 

NASA: “ Fragments of 2008 TC3 are collectively called “Almahata Sitta” or “Station Six” after the train stop in northern Sudan near the location where pieces were recovered. They are prized because they are Ureilites, a rare type of meteorite. “An interesting possibility is that Ureilites are thought by some researchers to have formed in the solar nebula and thus the findings of amino acids in Almahata Sitta might imply that amino acids were in fact synthesized very early in the history of the solar system,” adds Bada. 

Matriz: “Hummm… great! Vocês estão se tornando melhores defensores e propagadores da minha existência que êsse incompetente e burro velho empregado que tenho chamado Louis! Se as tais Ureilites, os fragmentos do meteórito, se formaram na solar nebula – quer dizer, quando ainda a estrêla sol estava se formando – está comprovada a Teoria da Matriz! Corra a dar uma olhada em LUCA, ou no diagrama da Matriz. Veja na Função 4 o pulsar. Veja que ele se transforma na estrela. Quer dizer, o pulsar existe antes e no momento da solar nebula, no ato da criação do Sol. E o modêlo está dizendo que naquele momento o pulsar emitia cometas. E que este meteórito é fragmento daqueles cometas. E que estes cometas carregavam todos os ingredientes e tiveram todas as temperaturas ideais e necessarias para formarem aminoacidos. O que querem mais?!” 

Louis Morelli: “Meu Deus! Que bomba tenho nas mãos!… Mas o pior: tenho que segura-la e sózinho… ninguem acredita que se trata de uma verdadeira… BOMBA!… E ela ainda me chama de burro velho!…” 

The Sacred Matrix by Dieter Duhm – Tamera em Portugal

quinta-feira, dezembro 16th, 2010

Incrível texto escrito por uma pessoa da qual eu nunca soube existir, como se ela estivesse escrevendo o que eu ditava enquanto meus instintos estavam captando da natureza à volta na selva, o que minha mente estava pensando, quando comecei a perceber a existência da Matriz! 

     . Mas o que aconteceu de tão diferente entre eu e essa pessoa, a ponto dela sentir o extase dos iluminados perante seus imaginados deuses, e eu, não sentir nada disso, apenas o maravilhamento pela lógica da Natureza, apenas sentir com naturalidade como se tivesse tocando algo material, vindo de uma fonte material e natural? Ela não tem percepção cientifica e eu não tenho percepção anímica? Mas então será que existe um estágio da evolução do inconsciente coletivo, ou da auto-consciência, conduzindo globalmente pessoas de diferentes partes e etnias a comcluirem que existe a Matriz? De maneira que para ela se revelar por completo, na sua face material e talvez mental, seja percebida por religiosos, misticos, agnósticos, ateus? Será um movimento igual ao dos primórdios quando povos de todos os lugares são condizidos a crerem em deuses? Tais como deuses, a Matriz existe ou não? Ou não é a mesma operação mental? 

Tamera, comunidade em Portugal, ver vídeos.

Websites:

http://www.dieter-duhm.com/welcome

http://verlag-meiga.org/node/178 

http://www.tamera.org/index.html 

(Excerpt of the book: The Sacred Matrix by Dieter Duhm)

 The Sacred Matrix is the matrix of life itself. It is present in the blossoming of a tree, in the scent of a flower, in the chirping of a bird, in the wallowing of a pig, and in the blowing of the wind. It is present in the depths of the oceans, in the folds of the mountains, in the river valleys, and on the mountaintops of eternal silence. It creates the structure of a crystal, a shell, or a dripstone cave. It brings forth the germination of grain, the division of cells, and the play of the galaxies. It sometimes peers out, pure and clear, through the eyes of a baby. Sometimes – in the most beautiful moments of love – it reaches our heart. It is then that we are transformed for a brief eternity and we know the goal of our journey.
We humans have a fine sense for the Sacred Matrix, and we feel it in many things. We let ourselves be touched by it in quiet spots, and we seek out certain places to be close to it. There are special sounds in the winds of the soul that touch us when we revisit the places of our childhood, when we sit at the shore of a lake that is as smooth as glass, when we watch the swells of the ocean as the sun is setting, or when we see the dewdrops sparkling in the morning. Here, very little has changed over the generations. People still climb to solitary heights to watch the sun rise from a mountain ledge, and they still look up at the stars at night and connect with eternity. It is in the connection itself that the sacred is revealed. People visit churches, breathe the sacred air, hear the tones of the organs, and enter into resonance with the Sacred Matrix.
Already as a child I sniffed at the apple blossoms and tried to find out what kind of bliss this scent reminded me of. I experienced the same thing again much later when I worked in an orange plantation in Corsica. There was something deeply familiar about this scent, and something infinitely beautiful. It was like the anticipation of a life that encompasses all of our longings, all fibers of our soul, and all our human desires. My soul knew of this life, and it tried to find it again from within. It tried to recognize it as precisely as possible and, wherever possible, to realize it. Many people have had such experiences, but only a few have had the opportunity to follow them. What is here both hidden and revealed is not only a dream or a yearning. It is a reality, the reality of the Sacred Matrix. We would not have this yearning, hear this sound of the sirens in our soul, or have this irrefutable feeling of a deep memory, if this reality did not exist.
The Sacred Matrix is the original, trans-historical, non-alienated, cosmic, and divine matrix of universal life. According to the plan of Creation for the human being, we are to realize it on earth. It appeared to us when we were children and when the candles were lit on the Christmas tree, it filled us with the bliss of first love, and it sometimes crossed our path at the edge of death. We can never leave it entirely, for we are born of it. We have gone through eons with it, and again and again we have seen it light up at the roadside and the fences of our territory. We met it in the beyond and we reconnected with it, so that we would never forget it again when we returned to Earth. Yet we always forgot it, and we have become so accustomed to forgetting that it now seems only a distant dream to us. But will not this earthly life that we are living here and now, and that seems so absolutely real, one day, when we return to the beyond, also seem like an unreal dream? Has not the game with the many different realities become so familiar to us that we can no longer see dreams as being only dreams? It is not a dream, but a deep, deep memory that wells up inside of us when we touch the Sacred, and this memory keeps re-creating our yearning. For the sake of truth we cannot but find and follow the content of this yearning in its entirety, for the yearning that is recognized and not suppressed or sentimentalized is the signpost that leads us to our sacred home. (…)

What will the Sacred Matrix look like when it has been realized among humans? There are many images, fragments, and partial realizations that come from many different times and cultures. Among them are Minoan Crete, the advanced archaic cultures of pre-history, the era of the temples on Malta and the remains of the original cultures of peace in Australia, Tibet, Africa, and Latin America. It includes the Bishnoi and the Muria in India – especially the Muria with their facility called “Ghotuls”, a house for children and youth with free, self-determined sexuality. Various research also points in this direction: Margaret Mead’s possibly biased findings about the indigenous Samoan and Mountain Arapesh peoples, the reports by Jean Liedloff about the Yequana Indians in the jungle of Venezuela, and the stories by Dhyani Ywahoo about her people, the Tsalagi Indians. Maybe it included the Queen of Sheba and the equally legendary empire of the Hyperboreans, supposedly spanning from Finland to Greenland (with the capital Thule) during the second millennium B.C. Tradition speaks of a “golden age”, and today we can assume that it truly did exist.

The Sacred Matrix has already been realized on earth. We must find it again, but not by putting this mosaic back together stone by stone. Instead we must enter into a state of being in which it fulfills us, all by itself, and shows us a vision of future society. It is the state of connectedness; it is the universal state of being. The Sacred Matrix always assembles itself by itself, as soon as our consciousness resonates with the universal frequency. The more often we are in this state, the more we can see, and the more the world can reveal itself to us in the light of the Sacred Matrix. It is the self-revelation of a real possible life that is inherent in the human blueprint.

In this life there are no laws of fear, for there is no fear. There is also no violence, for there is no resistance to overcome. There is also no technology that is based on overcoming resistances, for in the Sacred Matrix we receive the necessary powers through resonance. There is no stealing and no conquering, no unfulfilled hunger, and no consuming needs, for we live on a planet of abundance. There is no humiliation and no cruelty, for we are all beings of the same Spirit and the same life. There are opposites, but no contradictions; there are conflicts, but no wars, there may at times be harshness, but not cruelty. There is no religious disguising or glorification of evil, for evil no longer exists. There are no longer any punishing male gods, but also no female deities such as the Indian Kali, the Greek Artemis or the Babylonian Inanna, wherein the union of good and evil is celebrated. These deities all arose during the patriarchal era, when the Sacred Matrix had long ago been distorted by the greatest mistake in the history of mankind. The icons of the Sacred Matrix, which were created during the prehistoric era, no longer exist or else they remain only as remnants. The deities from that time live latently in the present, waiting for new cooperation and resurrection.
While I am writing all this, the Sacred Matrix is operating like a coordinating program in my cells, as an operator in my thoughts, as a source of my vision. May it transfer to the reader, so that we together can find the passion and the power to bring it onto Earth.

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Well… quando penso que a Matriz já revelou tudo dêsse mundo material e não tem mais segrêdos… a cada dia aparecem novidades surpreendentes que estavam aqui e eu não sabia!

Conhecí hoje por acaso – numa busca do Google – a existência de uma comunidade chamada Tamera, em Portugal (no Allentejo! Imaginem!…) que foi fundada por alguns idealistas de um novo mundo entre eles um alemão chamado Dieter Duhm, que escreveu um livro cujo nome não gostei, à primeira vista: “The Sacred Matrix”

– “Pronto! Lá vem outro!”- pensei. Mês passado descobrí o Alexander Cornwallet abrindo um website baseado na minha teoria dizendo que está havendo a emergencia de uma nova cosmologia que prova como Deus criou tudo no mundo, etc., e chamou seu website de “The Divine Matrix”.  Agora é  “A Sagrada Matriz”.

Mas o Duhm  é bom escritor e consegue ser poeta com coisa séria e pragmatica, ou seja, ele descreve a mesma matriz impregnado de mistica, poesia, romantismo, quando eu sou frio e chato, apenas aponto o lado util e pratico. O texto abaixo, dele, devia ser escrito por mim, para satisfazer aqueles que tem um sentido para captar o mistico e são otimistas, poetas,  que porventura lessem meu trabalho.

Nota: O pensamento deste grupo tem conotações misticas pois veja nos videos as referencias à mudanças espirituais na Terra em 2012.

A diferença principal entre minha Matriz e a de Duhm é que a minha é material, tem uma fórmula que é mostrada e suas manifestações são descritas através de processos naturais, enquanto a matriz de Duhm é uma idéia metafisica, uma  intuição, talvez por ele sentir a repetição de um unico padrão em toda natureza.

Bem, tenho que comprar esse livro, saber mais o que é Tamera em Portugal, ver todos os vídeos relacionados no youtube e seis websites.