Archive for dezembro 18th, 2010

Bomba! Física Quântica é o que mantem o DNA como um Zípper Fechado!

sábado, dezembro 18th, 2010

O dna é como um zíper, fechado. Mas um problema que sempre atormentou a mente dos cientistas, pois parece que não tem solução , é o seguinte:

“Pelos nossos padrões de análizes, não existe no DNA a energia necessária para manter as duas hastes conectadas. No entanto, o zíper se mantem fechado… Como?!

Uma equipe de cientistas vieram agora com uma solução, uma teoria bombástica. Parece coisa de outro mundo. E é: do mundo quântico, onde o impossível acontece e o que é proibido, não só pode ser permitido, mas de fato, acontece!

Porem, quem vê o zípper fechado e conhece a fórmula da Matriz/DNA, não tem o menor problema para explicar a fôrça de conexão entre as duas hastes, e não precisa recorrer a nenhum mundo fantasmagórico: tudo é explicado com exemplos que todos conhecem e são muito comuns no mundo real. Aqui a Matriz/DNA comenta cada trecho do texto e dá a sua versão. Uma boa oportunidade para aprender muito e exercitar a mente com a extraordinária engenharia da Natureza.

A noticia publicada no:   

The Daily Galaxy

http://www.stumbleupon.com/su/2N81vz/www.dailygalaxy.com/my_weblog/2010/12/todays-most-popular-recent-findings-suggests-quantum-physics-binds-dna-.html

Recent Findings Hints Quantum Physics Binds DNA

(Nota: Palavras em negrito são do artigo, palavras em vermelho foram grifadas por mim, e palavras em azul são palavras da minha interpretação dos modêlos da Teoria da Matriz/DNA)

In what would be a potentially explosive finding, a team of scientists at the National University of Singapore suggested that it is quantum entanglement that holds our DNA together. In quantum entanglement, two objects are connected by an invisible wave that allows them to essentially share the same existence.

(Ôpa! A Matriz ficou excitada! Mais uma vez, estão chegando perto dela, quase tocando-a! Um dos principais insights da Teoria da Matriz/DNA é a ampliação e importância dada ao fenômeno do “Ciclo Vital”. E uma de suas predições é: o fluxo das informações que se move dentro do circuito de qualquer sistema natural é constituído de ondas e particulas, alternadamente e/ou sobrepostas. Isto porque o circuíto registra um sistema natural enquanto individuo, ou objeto, e ao mesmo tempo registra a história da vida dêsse indivíduo ou objeto. Portanto é o mesmo que o registro de um ciclo vital específico, ou seja, um filme de um corpo nidando suas formas e vivendo tôdas suas experiências. Mas como representar um individuo e sua história numa só arquitetura? E como inserir todos os individuos de uma espécie num só quadro coletivo? Pois tôdas as experiências de todos os sistemas naturais são registradas na Matriz. Não sei porque isto acontece, e se realmente acontece: só sei que os modêlos sugerem que acontece, portanto, tenho que manter essa hipótese como real… dentro do mundo invisivel da Matriz. Bem, isto é feito pelo método de codificar o sistema e sua existência, pois códigos podem simbolizar tudo no tempo e espaço, e quando necessário, decodificando-se-o, reapresenta-se ou revê-se, a realidade. Muito inteligente!

 

 

Bem… o espaço aqui define-se como àrea que é ocupada por alguma coisa, para diferenciar do Nada, que seria uma não-área não ocupada. E tôda coisa que existe pertence a uma intrinseca dimensão, uma ordem de grandeza com propriedades como tamanho, densidade, volume, etc. Daí que para um rinoceronte, por exemplo, sua dimensão é o quadro geral de tudo que com ele se relaciona diretamente, desde a relva, o mosquito que o atormenta, à arvore, a montanha, o sol. Essa dimensão é como um quadro representando uma paisagem e nessa paisagem todos os objetos são considerados como partículas. Assim, o código é composto de partículas, as quais representam o espaço.

Mas… e a dimensão tempo? Ou seja: como representar a dinamica de eventos sucedendo a eventos durante a existência dessa partícula? Como representar o processo, o qual é a existência total de uma partícula? Num só quadro, de uma só paisagem, como é o DNA de qualquer ser vivo? O diagrama da Matriz consegue fazer isso, ou seja, ela consegue conter o tempo e o espaço relacionado a um individuo ( na forma de DNA) e ainda consegue conter o tempo e o espaço de todos os objetos/individuos do Universo (na forma de Matriz Universal). O tempo, ou seja, a sucessão de eventos, é registrada na forma de onda. No diagrama temos que resumir a história de um individuo a sete momentos principais, fixados em suas sete formas diferentes. Seria impossivel fazer-mos um diagrama representando cada variação na vida de um individuo, pois, por exemplo, a cada segundo seu corpo muda de fórmula, já que a cada segundo tem ao menos uma célula morrendo e outra nova, portanto diferente da que morre, vem substituí-la.  Então o diagrama é resumido a sete partes e entre elas, seta setas, as quais representam o tempo transcorrido entre as sete formas. Mas a seta é o nosso simbolo para onda, de maneira que, se necessário quizer sabermos como é a forma do corpo e o que o corpo está fazendo num momento especifico, basta decodificar o sinal da onda e reproduzir a realidade. Eu não posso fazer isso, mas os modêlos sugerem que a Matriz pode. Ela é o código.

Bem, esclarecidos estes principios, vamos agora retornar e fechar o caso da frase: In quantum entanglement, two objects are connected by an invisible wave that allows them to essentially share the same existence.   

De que outra forma seria explicável êste fenômeno senão considerar que os dois objectos na verdade são duas formas diferentes de um unico objeto, o que acontece quando o objecto possui um ciclo vital? Se fôsse possível fixar no tempo uma cópia exata da sua forma quando era criança, e depois outra quando era jovem, e depois colocasse uma ao lado da outra… teríamos dois corpos, dois objetos. Separados entre si. Qual seria o denominador comum entre estes dois corpos, de maneira que pudessemos ver uma relação, uma conexão entre eles? No sentido geral destacaríamos denominadores comuns como “ambos pertencem à espécie humana”, “ambos possuem torax e membros”, etc. Mas sempre continuariam separados perante seus olhos. E na realidade não existem separados. A criança desaparece se fixar-mos o jovem ao mesmo tempo nas dimensões do tempo e do espaço. E vice-versa: se fixar-mos o jovem, não existe naquele momento e neste mundo material a criança.

Eu acho que está aqui o segrêdo ou a resposta para o principio da incerteza de Heisenberg. Ele encontrou esse problema lidando com particulas. Mas não percebeu que o mesmo problema existe se ele lidar com macro-objetos. E porque  o problema só se torna visivel a nós quando lidamos com coisas microscópicas? Porque o tempo de existência destas coisas microscópicas tambem é microscópico em relação ao tempo referente à nossa dimensão.

Ouví dizer ou lí em algum livro de Física que tem particulas cujo tempo de existência é de 17 milionésimos de um segundo! Eu não consigo mentalizar isso, ou imaginar como será isso. Basta pensar que enquanto dou uma piscada nasceram e morreram muitas gerações de partículas. Então como saberíamos que essas particulas são como nós, ou seja, possuem um ciclo vital onde trocam de forma uma infinidade de vêzes? Como saberíamos que a particula X é apenas a forma adulta da partícula V?

Com que autoridade podemos afirmar que em quantum entrelaçamento dois diferentes objetos são conectados por uma onda de maneira que pertencem a uma mesma existência? Como podemos dizer que são dois objetos diferentes? Se, fazendo uma analogia, o observador é tão grande que quando vê lá de outra galaxia um ser humano aqui ele vê os setenta anos de vida desse ser humano num simples piscar de olhos? Quantos objetos diferentes ele veria conectados entre si por um rastro veloz do tempo dividindo a mesma existência? Mas nós aqui na Terra, que somos considerados do tamanho de particulas para tal observador, só veríamos um objeto e num período de tempo que o gigante não consegue imaginar.

Heisenberg foi esse gigante c’ósmico quando observava as particulas.

E os teóricos modernos que lidam com a teoria quântica tambem são gigantes cósmicos na sua área de trabalho. Pena que não se apercebem disso: está tudo tão fácil entendível e compreensível na fórmula da Matriz.

Por fim, todo esse grande texto aí encima tinha por finalidade isso: a estranheza, a imprevisibildade, a irracionalidade, que estamos pensando existir na dimensão quantica, que seria a base unfra-estrutural do nosso universo material, e que nos tem perturbado e nos feito criar visões dde min do niilistas, desde que a realidade parece não fazer sentido e escapar de nosso contrôle, são apenas criações interpretativas de nossa mente. As aparências iniciais enganam. E estamos nos esquecendo do fato incontestável que as partículas são nossas reais ancestrais, elas estão juntas conosco no tronco da mesma árvore da evolução. Porque se não estivessem se esquecendo disso teriam se lembrado que todos os nossos ancestrais existiram sob a lei do ciclo vital.)

Voltemos ao artigo da revista: 

 If something happens to one object, it immediately happens to the other, regardless of their apart.

Elisabeth Rieper and colleagues at the National University of Singapore say this entanglement might hold the DNA double helix together.

( Continuam tocando nas vestes da Matriz! O que é um par horizontal de nucleotideos, ou seja, um nucleotideo da haste esquerda e seu companheiro da haste direita – segundo a Matriz? É a unidade fundamental de informação do DNA, o seu tijolinho básico. Porque? Porque essa unidade registra um sistema natural  e sua história, o qual viveu em algum momento do passado. Sendo assim existe uma linha conectando as bases mas situando-as de maneira que representam quatro momentos diferentes de um unico individuo. Ou seja: se a base  guanina é o baby, a citozina é esse baby na forma de criança, a timina é a forma de jovem, a adenina é o adulto. Ora, se a guanina e a citozina, quer dizer, o baby e a criança, estão do lado esquerdo, ligadas à haste esquerda, é claro que o mesmo elemento que as conecta e fixam-nas no lado esquerdo vai ser o elemento que conecta o lado esquerdo ao lado direito, O elemento é a onda do tempo do ciclo vital. Claro que num individuo a sua forma jovem está conectada á sua forma adulta. Tanto assim que a forma adulta contem em si a forma jovem. Portanto a nossa querida e dedicada cientista, Ms. Elizabeth Rieper, e seus colegas de trabalho na Universidade Nacional de Singapura, estão corretíssimos quando dizem que este entrelaçamento quântico pode ser o que mantem as duas hastes do DNA juntas. Estão chegando perto demais da Matriz, sem conhecerem sua fórmula. Por isso quando falam em “quantum entanglement” sentem no ar a presença de um fantasma e suas imaginações fervilham de misticas. Se conhecessem a fórmula, infelizmente, esse clima de magía se evaporaria, pois o entrelaçamento seria visto o que é na realidade: a fôrça do ciclo vital.)   

 According to MIT’s Technology Review, Rieper and colleagues used a theoretical model of DNA in which each nucleotide consists of electrons orbiting a positively charged nucleus. The movement of the negative cloud is a harmonic oscillator. ( bem… lembremo-nos aqui do modêlo teórico da Matriz sôbre o átomo: as sete camadas eletronicas são as sombras magnéticas das sete partes de um sistema, e quando um eletron ocupa uma camada, a parte se completa e se manifesta materialmente, cujo mecanismo no mundo atomico é o ancestral mecanismo que faz genes se expressarem no DNA. Se vissemos um átomo hopotético com apemnas um eletron, e na camada x, seria como se vissemos passando na rua apenas um fígado humano. O resto do homem seria visto apenas como sombra. Mas foi assim que a Natureza, na sua incrivel paciência, trabalhando 13 bilhões de anos para conseguir finalmente um sistema real e completo, tal como um homem, têve que ensaiar modêlos, protótipos, obedecendo as regras da evolução tecnológica.

Mas podemos ver no diagrama da Matriz, que ali não apenas está representado o corpo inteiro de um indivíduo, um sistema natural qualquer,  com todos seus sete principais órgãos, ou suas partes; tambem estão representadas as sete formas principais da existência total do individuo, indicando as flechas que as partes estão em movimento vital. Ora, o ciclo vital de seres vivos, a sua dinamica, está diretamente relacionada à dinamica do sistema astronomico em que existimos, por algo que chamamos de relógio biológico. Em inglês – não me recordo agora porque – esse conjunto de metabolismo e relógio biológico recebe o nome de “oscillator”. Agora os cientistas acima estão percebendo que na nuvem eletronica o movimento é como um harmonico oscillator. Mas, segundo a Teoria da Matriz/DNA e seus modêlos, está muito claro que é realmente isso: os eletrons se movem na nuvem conduzidos pela força do ciclo vital, a qual se manifesta como onda do tempo, e como tal, quando se aplica a sistemas vivos, o tempo transcorre e produz os efeitos do relógio biológico. Engraçado isto: a teoria quantica inventou nomes, frases, palavreado técnico próprio, de uma maneira que, quando o estudante, ou um mero mortal leigo, lê um texto sôbre quântica, sente-se desconfortável e como se estivesse sob encantamento, pois o assunto parece referir-se a um outro mundo, fantasmagórico, muito distante da nossa realidade, do nosso dia a dia. Mas quando a mesma realidade é descrita pela Teoria da Matriz/DNA, a coisa tôda torna-se tão simples e real  e próxima de nós como é simples e real a existência de nossos irmãos dentro de casa…Porque? Porque todos estamos falando do mesmo mundo, do nosso mundo.)   

 When the nucleotides bond to form a base pair, the clouds must oscillate in opposite directions or the structure won’t be stable. Rieper and colleagues asked what would happen to those oscillations when the base pairs are stacked in a double helix.

( Bem… aqui temos um problema. Olhando a fórmula da Matriz fica fácil perceber com a nosssa inteligência o que acontece. A haste esqierda representa a primeira metade da vida de um individuo. Mas tambem pode ser vista como o lado esquerdo de uma face humana. Acontece que na primeira metade da vidam a energia do corpo é ascendente, e na segunda metade, é decrescente. Nossa energia trabalha no sentido construtivo desde o momento da fecundação até o momento que o ultimo gene retrogtado terminou seu trabalho. No caso do masculino, acho que esse momento é quando se definiu a formação de barba, bigode, etc. Num grafico representariamos o movimento dessa energia partindo dop ponto central, subindo até um limite; alcançado este, a linha começaria a cair. É o momento que entra a entropia e a partir dali começa a degeneração. Então, sabendo-se que as bases do lado esquerdo possuem essa energia em ascenção, e as do lado direito, a mesma energia em queda… é claro que elas caminham ao contrário. Mas eu tenho um problema para decodificar o que minha inteligencia capta facilmente. Como explicar isso? Que um unico individuo possua sua energia nos dois estados ao mesmo tempo? A resposta está na história. A Natureza não tinha ainda feito nenhum sistema. Então ela modelou um bolota de massa e expôs essa massa ao sabor das variações do tempo, de maneira que essa bolota se transformou em várias formas sucessivas.  Entao Ela fêz nuitas bolotas transformadoras. E misturou-as. De maneira que num mesmo momento e local se encontravam seis ou sete bolotas em formas diferentes. O adulto gostou e se relacionou com sua forma jovem, a forma jovem com sua forma adolescente, esta com a criança, a adulta-mãe com o baby, etc. Quando estavasm neste animado bate-papo, a Natureza sutil e sorrateiramente construiu uma muralha em volta delas, de maneira que quando se deram conta estavam dentro de uma bôlha. A bolha era uma membrana, as formas eram organelas e o todo era um sistema celular. O fluxo do ciclo vital se tornou como os sistemas circulatórios que ligam órgãos dentro de corpos. O fluxo que era ascendente numa fase e decrescente na outra tornou-se existente com as duas fases ao mesmo tempo. Aliás, esse aspecto de fases desapareceu. Certo está que numa face humana não existe energia circulando como esfera. ‘

Agora, os cientistas estão descobrindo que duas moléculas, que devem oscilar em sentidos opostos, se juntam tornando-se uma só molécula… é isso mesmo? Na rápida leitura que fiz me deixa inseguro aqui se entendí direito, mas fica o assunto registrado para pesquisar quando tiver tempo. Em todo o caso, sabemos que a Natureza fêz isso, se acreditar-mos na Teoria da Matriz/DNA. Agora estamos vendo que ela de novo está fazendo o mesmo com o DNA. É dificil entender a lógica nisso, mas… se Ela faz… quem sou eu para reclamar?)    

The helix should vibrate and fall apart, but it doesn’t because the oscillations occur as a superposition of states — meaning they oscillate in all possible states at once. A quantum entanglement that effectively holds it all together.

Rieper and colleages say that in a standard analysis, there’s not enough energy to hold DNA together, but their quantum theory makes it work.

 ( Quanta energia teria que existir no nosso corpo, e qual seria essa energia, que manteria conectadas num mesmo momento e local, as duas metades da nossa vida?! Essa questão não faz sentido, certo? Sabe o que estou pensando? Qual deve ser a solução? A mesma que a Matriz aponta com seu modêlo de átomo. Cada lado do DNA é como uma nuvem, ou uma máquina parada. Quando um gene se expressa, e uma das suas unidades de informação é ativada, e desde que a unidade de informação é composta por dois nucleotideos, um de cada lado, tem inicio um circuito de energia que começa numa base do lado esquerdo, caminha no sentido horario atingindo a segunda base do lado esquerdo, aí passa para uma das bases do lado direito, e daqui vai para a segunda base do mesmo lado. Se for assim a coisa está explicada: os dois lados não oscilam ao mesmo tempo, e sim, alternadamente. Mas a coisa é tão rápida naquele mundo microscópico que  o observador humano não percebe a alternancia.  Por enquanto é uma possível explicação?)    

Proof will have to follow to confirm their theory.

Casey Kazan via technologyreview.com

                                                 FIM

Sistema quântico:Pelo Entrelaçamento as Partes perdem Identidade e Informações entre Sistemas pelo Buraco de Minhoca?

sábado, dezembro 18th, 2010

Quando a Teoria da Matriz/DNA chega nas origens do Universo, na formação das partculas e criação da matéria, seus modêlos me sugeriram considerar os vórtices fantasmas e mais tarde, por volta de 1980, comecei a aprender que existe uma área cientifica estudando o que se chama Teoria da Mecânica Quântica, que me chamou a atenção devido as muitas relações entre os resultados dos meus calculos e os fenômenos que estavam observando. Agora descubro ainda que a quântica está entrando na área de sistemas. Um capítulo será assim aberto para registrar o que for aparecendo e interessar-nos nêste assunto.

Wikipedia: Entrelaçamento Quântico

O entrelaçamento quântico ou emaranhamento quântico é um fenômeno da mecânica quântica que permite que dois ou mais objetos estejam de alguma forma tão ligados que um objeto não possa ser corretamente descrito sem que a sua contra-parte seja mencionada – mesmo que os objetos possam estar espacialmente separados. ( perda de identidade das partes?) Isso leva a correlações muito fortes entre as propriedades físicas observáveis dos diversos sub-sistemas.

Essas fortes correlações fazem com que as medidas realizadas num sistema pareçam estar a influenciar instantaneamente outros sistemas que estão emaranhados com ele, e sugerem que alguma influência estaria a propagar-se instantaneamente entre os sistemas, apesar da separação entre eles. ( hierarquia entre sistemas?).  Mas o emaranhamento quântico não permite a transmissão de informação a uma velocidade superior à da velocidade da luz, porque nenhuma informação útil pode ser transmitida desse modo. Só é possível a transmissão de informação usando um conjunto de estados emaranhados em conjugação com um canal de informação clássico – aquilo a que se chama o teletransporte quântico (buraco de minhoca?)

O emaranhamento quântico é a base para tecnologias emergentes, tais como computação quântica, criptografia quântica e tem sido usado para experiências como o teletransporte quântico. Ao mesmo tempo, isto produz alguns dos aspectos teóricos e filosóficos mais perturbadores da teoria, já que as correlações preditas pela mecânica quântica são inconsistentes com o princípio intuitivo do realismo local, que diz que cada partícula deve ter um estado bem definido, (provando o “é impossível conhecer qualquer objeto natural pois não se sabe quais sistemas estão influenciando e como se dá essa influência”?) sem que seja necessário fazer referência a outros sistemas distantes. Os diferentes enfoques sobre o que está a acontecer no processo do entrelaçamento quântico dão origem a diferentes interpretações da mecânica quântica.