Archive for janeiro, 2011

Meditação? 20 Anos sem Tomar Um Comprimido! Pela Matriz/DNA

segunda-feira, janeiro 31st, 2011

Técnicas Científicas como o MRI estão encontrando fundamentos na prática da meditação, como menciona o artigo do The New York Times registrado abaixo.

Meditação parece coisa de excêntricos  e parece que não tem nada a ver com Ciência. Talvez apenas… parece. A 25 anos, quando “achei” a fórmula da Matriz e ví que ela estava explicando todos os mistérios do Universo material, mas nada dizia do nível mental  e daí para cima, comecei a pensar como dar o próximo passo, como verificar o que é a mente, se existe algo mais relacionado a ela, etc. Mas não tinha nenhuma ferramenta científica para abordar essa área que parece abstrata, então achei que talvez a mente mesma devia procurar resolver suas questões. A técnica para isso tinha que ser algo como a meditação.

Mas a minha meditação precisaria de uma técnica, uma metodologia. Consultei a meditação oriental, aquelas praticas de ioga, busca do nirvana, etc., e achei que não eram as técnicas que precisava. Então botei na mesa os dados colhidos com minha investigação sôbre as visões do nativo xamã do Amazonas, mais a fórmula da Matriz e mais as informações da pratica oriental, como chakras, kundaline, etc. E meses depois levantei da mesa com um plano, uma técnica: iria forçar a mente a dirigir a energia ou fazer expressar certas funções do chakra e kundaline porque chakra e kundaline (conforme descobrí mais tarde), nada mais eram do que a interpretação mistica oriental da figura do DNA… que é a Matriz.

Comecei a praticar esta meditação sempre que deitava ou não tinha sono e fui tomando gôsto pela coisa. Mesmo porque estava me sentindo psicológicamente e físicamente bem melhor a cada meditação. Seja coincidência ou não, o fato é que pratiquei ela por cêrca de 25 anos e nêsse período nunca tive nenhum problema de mal-estar, nunca fiquei doente, nunca peguei uma gripe, e meus ferimentos saravam surpreendentemente rápido. E isso apesar da vida desregrada que levava, e continuo a levar, ora na selva, ora enfiado nos porões de universidades da capital dias e noites.

 Mas quando comecei a viver mais nos USA, acabou-se os tempos de sobra para meditação e me materializei de uma maneira que comecei a achar que aquilo é mero misticismo, que minha saúde era mera coincidência e a uns cinco anos parei com ela. Comecei a ter problemas de saúde recentemente. Mas continua a Razão a falar mais alto: é normal aparecer problemas de saude após os 50, não é por causa do desleixo com a meditação. Mas mesmo assim, quando a coisa começa a apertar, consigo fazer uma meditação não tão profunda como antigamente, porem, tenho sempre melhorado sem precisar médicos ( o que está errado bem sei, mas todo mundo sabe o custo da medicina nos USA)… e já vou completando os 30 anos sem tomar um comprimido!

Se Êle não existe, assim mesmo digo: “Graças por pelo menos essa ajuda, senhor Deus!”

O avanço evolutivo dos softwares tem mudado a configuração física do hardware, no caso dos computadores. Sempre que um Bill Gates começa a ruminar lá no fundo do cocuruto algum aperfeiçoamento no ultimo software que êle fêz mas sente que o computador de ultima geração não está equipado para a melhoria imaginada, êle pressiona os fabricantes a melhorarem a maquina. Pois vejo nossa mente como uma espécie de software, fluindo no meio da massa cinzenta do cérebro, conectando suas glandulas, hemisférios, etc.,  e com isso pode tambem mudar a forma como nosso cérebro está “hard-wired”.

E na minha técnica de meditação faço fôrça para a energia correr no sentido do circuito da fórmula da Matriz, já que penso ser o cérebro mais uma cópia sofisticada da Matriz. Para ligar o raciocinio materialista do hemisfério esquerdo ao raciocinio holístico do hemisfério direito eu imagino a forma como a meia-face esquerda da Matriz entra a construir ou fazer expressar as partes de sua meia-face direita, e com isso procuro obter uma terceira visão, a qual seria superior às visões dos dois hemisférios. E por aí vai.

 A técnica é bem mais complexa pois é baseada num modêlo teórico de fluxos de energia no corpo que resulta num grande DNA que vai das partes baixas até o cortex, enquanto os outros bilhões de minusculos DNA’s das células prestam culto ao gigante e vão imitando suas mudanças. Não pus o desenho do modêlo no computador e teria que escrever muito para explica-lo, caso alguem queira experimenta-lo.

Então estou abrindo mais êste tema para curiosidade e pesquisas da Teoria da Matriz/DNA inspirado pelo artigo abaixo, que parece confirmar que na meditação a mente funciona como um software que pode alterar a maneira , não física, mas a maneira como se conectam os neuronios e glandulas e hemisférios, em nossos pensamentos.         

The New York Times – Health

http://well.blogs.nytimes.com/2011/01/28/how-meditation-may-change-the-brain/?src=me&ref=general

January 28, 2011, 10:29 am

How Meditation May Change the Brain

By SINDYA N. BHANOO

Over the December holidays, my husband went on a 10-day silent meditation retreat. Not my idea of fun, but he came back rejuvenated and energetic.

He said the experience was so transformational that he has committed to meditating for two hours a day, once in the morning and once in the evening, until the end of March. He’s running an experiment to determine whether and how meditation actually improves the quality of his life.

I’ll admit I’m a skeptic.

(Êsse também é o meu problema, Dona Syndia)

But now, scientists say that meditators like my husband may be benefiting from changes in their brains. The researchers report that those who meditated for about 30 minutes a day for eight weeks had measurable changes in gray-matter density in parts of the brain associated with memory, sense of self, empathy and stress. The findings will appear in the Jan. 30 issue of Psychiatry Research: Neuroimaging.

(Abaixo coloquei este paper)

M.R.I. brain scans taken before and after the participants’ meditation regimen found increased gray matter in the hippocampus, an area important for learning and memory. The images also showed a reduction of gray matter in the amygdala, a region connected to anxiety and stress. A control group that did not practice meditation showed no such changes.

But how exactly did these study volunteers, all seeking stress reduction in their lives but new to the practice, meditate? So many people talk about meditating these days. Within four miles of our Bay Area home, there are at least six centers that offer some type of meditation class, and I often hear phrases like, “So how was your sit today?”

Britta Hölzel, a psychologist at Massachusetts General Hospital and Harvard Medical School and the study’s lead author, said the participants practiced mindfulness meditation, a form of meditation that was introduced in the United States in the late 1970s. It traces its roots to the same ancient Buddhist techniques that my husband follows.

“The main idea is to use different objects to focus one’s attention, and it could be a focus on sensations of breathing, or emotions or thoughts, or observing any type of body sensations,” she said. “But it’s about bringing the mind back to the here and now, as opposed to letting the mind drift.”

(No meu caso, o foco de atenção é a fórmula da Matriz, que é o software do DNA, e as coisas que penso que ela tem feito)

Generally the meditators are seated upright on a chair or the floor and in silence, although sometimes there might be a guide leading a session, Dr. Hölzel said.

( Eu não consigo ficar sentado. Sempre deito, faço um exercício de relaxamento de tôdas as partes do corpo, e apenas quando não estou mais sentindo nenhuma parte do corpo começo a meditação).

Of course, it’s important to remember that the human brain is complicated. Understanding what the increased density of gray matter really means is still, well, a gray area.

“The field is very, very young, and we don’t really know enough about it yet,” Dr. Hölzel said. “I would say these are still quite preliminary findings. We see that there is something there, but we have to replicate these findings and find out what they really mean.”

(Estão no mesmo ponto que estou. Sinto que existe alguma coisa aí, mas não sei o que é…)

It has been hard to pinpoint the benefits of meditation, but a 2009 study suggests that meditation may reduce blood pressure in patients with coronary heart disease. And a 2007 study found that meditators have longer attention spans.

Previous studies have also shown that there are structural differences between the brains of meditators and those who don’t meditate, although this new study is the first to document changes in gray matter over time through meditation.

Ultimately, Dr. Hölzel said she and her colleagues would like to demonstrate how meditation results in definitive improvements in people’s lives.

“A lot of studies find that it increases well-being, improves quality of life, but it’s always hard to determine how you can objectively test that,” she said. “Relatively little is known about the brain and the psychological mechanisms about how this is being done.”

( Bem… a Teoria da Matriz/DNA diz que a configuração física do cérebro é uma cópia evoluída da fórmula da Matriz e tambem que a mente por enquanto é mera e caótica manifestação de raios de energia como relampagos que surgem e desaparecem, mas que estão se consolidando, se fixando e segundo os mesmos moldes da Matriz. Disto eu tenho calculado alguns mecanismos do cérebro que os cientistas não calcularam).

In a 2008 study published in the journal PloS One, researchers found that when meditators heard the sounds of people suffering, they had stronger activation levels in their temporal parietal junctures, a part of the brain tied to empathy, than people who did not meditate.

(Raios! Essa a desvantagem. O meu cobaia, o guru na selva, sentia espasmos e quase morria, e quando passava a crise ele dizia que tinha captado alguem em grande sofrimento. Uma vez fi-lo festejar quando abri uma lata de azeitonas e oferecí uma para êle, que nunca as tinha visto. Êle experimentou e gostou muito e agradeceu muito mas pouco depois começou a ter uma crise. Segurou na garganta como se estivesse perdendo o fôlego, parecia que ia morrer, então pensei que ele tinha engolido caroços da azeitona, pois esquecí de lhe avisar que aquilo não se come. Correram a bater-lhe nas costas, dar bebidas de hervas e quando ele se recompôs, diz que tinha captado uma mulher em grande sofrimento que estava sendo afogada no rio por quatro homens, longe dali. O problema é que os nativos contam muitas histórias em que êle teria captado a morte de pessoas da tribo. Outro problema é que êle não fazia meditação própriamente dita: êle tomava poções que êles fazem, algumas alucinógenaa, que quase me matou quando tentei experimentar uma vez. Êle ficava em estado meditativo, como se desmaiado, e falando com a lingua enrolada quando eu o hipnotizava para nossas seções de pesquisa.

Mas esta disvantage da meditação parece uma maldição que cai sôbre nós avisando que estamos avançando em terreno proibido a nós, ainda atrasados. Várias religiões falam disso, como o caso de que quase todos os médiuns espiritas curandeiros vivem doentes por que dizem que captam as doenças de pessoas…Mas eu não tenho mêdo dessa possível disvantagem, se eu achar que tem fundamento vou até no inferno numa pesquisa… entro até no cemitério à noite…)

( Uma vez quando eu ia descer da árvore de pucunã e ví que tinha uma onça embaixo me esperando para me jantar, da arvore mesmo hipnotzei a bicha de maneira que ela deitou e ficou dormindo com as quatro patas para cima e aí eu descí da árvore quando meu despertador despertou e acordou a onça que abriu a bocarra e preparou o bote…. 

… e então acordei sobressaltado e olhei para o despertador ao lado da cama que ainda zunía avisando que estava na hora de acordar. Ufa, ainda bem que minhas habilidades hipnóticas não chegava ao nível dos meus sonhos…)    

“They may be more willing to help when someone suffers, and act more compassionately,” Dr. Hölzel said.

Further study is needed, but that bodes well for me.

For now, I’m more than happy to support my husband’s little experiment, despite the fact that he now rises at 5 a.m. and is exhausted by 10 at night.

An empathetic husband who takes out the trash and puts gas in the car because he knows I don’t like to — I’ll take that.

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Psychiatric Research Neuroimaging Journal

http://www.psyn-journal.com/article/S0925-4927(10)00288-X/pdf

 

        Mindfulness practice leads to increases in regional brain gray matter density

Abstract 

Therapeutic interventions that incorporate training in mindfulness meditation have become increasingly popular, but to date little is known about neural mechanisms associated with these interventions. Mindfulness-Based Stress Reduction (MBSR), one of the most widely used mindfulness training programs, has been reported to produce positive effects on psychological well-being and to ameliorate symptoms of a number of disorders. Here, we report a controlled longitudinal study to investigate pre–post changes in brain gray matter concentration attributable to participation in an MBSR program. Anatomical magnetic resonance (MR) images from 16 healthy, meditation-naïve participants were obtained before and after they underwent the 8-week program. Changes in gray matter concentration were investigated using voxel-based morphometry, and compared with a waiting list control group of 17 individuals. Analyses in a priori regions of interest confirmed increases in gray matter concentration within the left hippocampus. Whole brain analyses identified increases in the posterior cingulate cortex, the temporo-parietal junction, and the cerebellum in the MBSR group compared with the controls. The results suggest that participation in MBSR is associated with changes in gray matter concentration in brain regions involved in learning and memory processes, emotion regulation, self-referential processing, and perspective taking.

Astronomia: Hubble chega a apenas 400 milhões de anos depois do Big Bang!

segunda-feira, janeiro 31st, 2011

Hubble Finds Galaxy Beyond Key Benchmark

Wired

http://www.wired.com/wiredscience/2011/01/galaxy-distance-milestone/

Para a Matriz/DNA Theory provar que a Matriz Universal é a responsável por organizar a matéria em sistemas, e que foi ela quem construiu LUCA (the Last Universal Common Ancestor) no modêlo de LUCA que ela sugere, ela precisa provar que as primeiras, ou a primeira, galaxia foi formada no modêlo de LUCA. Eu estava pensando que essa prova seria para sempre impossível, como é para a teoria cientifica provar como foi a origem da vida. Mas descobrí que é possível: nós estamos vendo imagens emitidas no espaço de objetos que existiram cada vez mais distante no passado, ultrapassando as outrora imaginarias barreiras dos que diziam ser impossivel ir alem do nivel “redshift 10”. Agora, segundo teorias ainda não confirmadas, a ultima mais distante galaxia detectada existia a apenas 400 milhões de anos depois que aconteceu o Big Bang. É uma galaxia de poucas estr6elas as quais brilham de um modo não-comum. Numa coisa o cientista se aproximou da visão da Matriz quando diz: “Galaxias são como seres humanos: elas crescem mais rápido quando são jovens.” Isto está me cheirando á prova de que aquela primordial galaxia estava sob o processo do ciclo vital.

A propósito postei o seguinte comentário abaixo do artigo:

Louis C. Morelli 

I think there is a difference between the formation of first galaxies and modern galaxies, like there is a difference between the formation of the first cell (self-organizing) and the cells today (replication). If I am right, a lot of things in these primordial galaxies will not fit into our cosmological models. Like “few stars”, “which burn especially bright”, “growing fast”, “they are fainter”, etc. Maybe these galaxies will fit better with the Matrix/DNA cosmological models. Any idea?

O que faz os animais enterrarem seus ovos? A Matriz/DNA explica

domingo, janeiro 30th, 2011

“…like crocodiles and other reptiles, pterosaurs probably buried their eggs, rather than incubating them by sitting on them, as birds do.”

…êste é um trecho do artigo abaixo:

New York Times

Science

http://www.nytimes.com/2011/01/25/science/25obegg.html?_r=1&ref=science

Observatory

How to Tell Fossil’s Sex? Well, the Egg Is a Clue

Então, pela metodologia de investigação da Teoria da Matriz/DNA, desponta imediatamente a questão:

– “De onde um animal irracional, inclusive de sangue frio, tirou a idéia de enterrar seus ovos?! E as aves, de onde tiraram a idéia de chocarem ovos?!

Resposta da Matriz/DNA:

Primeiro é preciso lembrar o que é evolução, do ponto de vista do Universo: meras fases intermediárias de um final processo de reprodução genética, reprodução do sistema natural que produziu este Universo. Portanto existe uma fôrça na matéria que faz parte do corpo em desenvolvimento ainda na forma de feto ou embrião da coisa que está sendo reproduzida aqui, que dirige essa matéria para um plano final. Esta fôrça está no que denominamos Matriz Universal, cuja forma biológica é o RNA/DNA.

Então, quem está conduzindo o réptil a adotar comportamentos em relação a ovos é a Matriz/DNA dentro de seu corpo. O réptil não tem inteligência para prever futuro de algo que nem faz mais parte de seu corpo, não tem o menor motivo para proteger ovos já que isso não o faz achar alimento nem o ajuda a caçar, ou escapar de predadores. Ao contrário, se eles estiverem com muita fome, comem seus própios ovos. Êsse comportamento não é produzido pela cabeça do réptil, mas sim, pelos seus genes.

Mas a Matriz/DNA nunca pode inventar algo totalmente novo do nada. O Universo não cria informações do nada. Êle só pode fazer aquilo para o qual êle tem informações, recebidas antes de sua origem. Então êsse mecanismo de enterrar ovos tem que ter tido seus principios em formas menos evoluidas nos ancestrais anteriores, inclusive os não-animados. Algum mecanismo no sistema atômico terá que ser identificado como precursor, protótipo. Também nos sistemas astronomicos.

Ora temos a forma da Matriz quando ela elaborou os sistemas astronomicos, estelares e galacticos. Então vamos ao quadro de LUCA ( o Ultimo Ancestral não-biológico de todos os seres vivos), e ao quadro de sua “alma”, ou seja, do diagrama de software que representa sua dinamica sistêmica interna. E ali de imediato encontramos o mecanismo:

Lembre-se que quem possuía os protótipos de mecanismos como botar os ovos era a Função 1, a qual representava a função feminina. Esta função quando foi convocada a fazer sua parte na montagem do sistema astronomico construiu um vórtice, e o posicionou como nucleo do sistema. A fêmea era a rainha. Mas o vórtice está rodeado de detritos do cadaver estelar, detritos compostos por poeira, rocha, etc. Quando o vórtice emite o “ovo”, que é entregue à Função 2, o ovo cai no meio do cinturão de poeira e detritos. Fica ali enterrado.

É preciso dizer mais?

As aves por seu lado apresentam o comportamento de “chocar” os ovos. Ora, o protótipo desse mecanismo no ancestral sistema astronomico está bem visível: no sistema estelar, a estrela acolhe seus rebentos planetas debaixo de suas longas asas constituidas do manto gravitacional… enquanto eles são incubados antes de se tornarem as novas estrêlas.

E lembramos que continuamos precisando de mais exemplos de fenômenos naturais para pesquisar suas causas remotas. Abraços…

                                                                                                    Louis Morelli

Moléculas fundamentais à vida podem ter origem extraterrestre, diz pesquisa

domingo, janeiro 30th, 2011

Esta novidade de que aminoácidos estariam pregados em meteórito, que este meteórito teria pertencido a um planeta nos primórdios do sistema solar, o qual seria muito quente e por isso não poderia ter gerado os aminoácidos, e que estes aminoácidos teriam sido formados em lugar que não tem água!… Tem algo errado nestas hipóteses.

Folha.com

http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/863217-moleculas-fundamentais-a-vida-podem-ter-origem-extraterrestre-diz-pesquisa.shtml

 GIULIANA MIRANDA
DE SÃO PAULO

19/01/2011

Cientistas da Nasa (agência espacial americana) descobriram que alguns aminoácidos –elementos essenciais à vida na Terra– podem ter vindo do espaço, pegando carona em asteroides que se chocaram com a nossa atmosfera.

Os aminoácidos são importantíssimos porque ajudam a compor as proteínas, indispensáveis para a existência de todas as formas de vida no nosso planeta.

Ao estudar os fragmentos de um meteorito (pedaço de asteroide) que caiu no deserto africano em 2008, cientistas da Nasa comandados por Daniel Glavin do Centro Goddard de Voo Espacial, descobriram que os pedaços de rocha vindo do espaço continham aminoácidos do tipo canhoto.

Os aminoácidos podem ser de duas variedades: destros ou canhotos. Elas funcionam como imagens espelhadas. Algo como nossas mãos, uma com o polegar voltado para direita e outra, para a esquerda.

Na Terra, todos os seres vivos têm aminoácidos canhotos, como os do meteorito. Mas isso não quer dizer que a versão destra seja impossível por aqui. Cientistas já conseguiram sintetizá-la em laboratório.

O que eles não sabem ainda é por que os canhotos prevaleceram. ( A Teoria da Matriz/DNA tem boa explicação aqui, em outro artigo) Os fragmentos do meteorito podem, então, dar uma importante contribuição para matar essa charada.

Ao analisar essas moléculas, os pesquisadores se surpreenderam: alguns dos aminoácidos simplesmente não existiam na Terra, enquanto outros eram realmente bem difíceis de se encontrar na natureza.

Isso, de acordo com os autores do trabalho, publicado esta semana na revista “Meteoritics and Planetary Science”, comprovaria que o meteorito já teria chegado ao planeta com os aminoácidos, tornando impossível a hipótese de “contaminação” no ambiente.

Eles acreditam que o asteroide, batizado de 2008 TC3, é provavelmente uma parte de algum planeta que existiu nos primórdios do Sistema Solar. Mas, como a temperatura nesse planeta devia ser realmente muito alta, os cientistas acham que os aminoácidos não se formaram enquanto o astro ainda estava inteiro.

E o enigmas vão além: ao contrário dos aminoácidos da Terra, que precisam de água para se formar, as “moléculas ET” não tinham o líquido disponível no ambiente do meteorito.

Isso, de acordo com o chefe do trabalho, aumenta as possibilidades da existência de vida usando “ingredientes” até agora considerados impossíveis.

Glavin disse em entrevista ao “Science News” que, na opinião dele, se realmente existir uma forma de produzir aminoácidos sem água, isso então “aumentaria muito a probabilidade da existência de vida em outros lugares do Universo”.

Embora esta seja uma grande novidade, vale lembrar que os aminoácidos são apenas uma parte da vida. Para chegar até ela, ainda são necessários muitos outros fatores.

Foi Deus, a Terra, ou o Acaso que Produziu Esta Concha?

domingo, janeiro 30th, 2011
Nesta figura vemos uma concha de molusco desde um corte transversal, que permite ver como a concha é formada por várias camadas. Como 6este fenômeno apareceu na Natureza? Claro que o molusco não foi o construtor disto, ainda mais quanto sabemos que é impossível a qualquer ser vivo fazer isto nas próprias costas.
A Teoria da Matriz/DNA não tem receio em sugerir: olhe a concha desta maneira e olhe o Planeta Terra numa figura com corte transversal. É cópia fiel. Até o fato de a ultima camada externa, de rochas, ou agua dos oceanos, ser mais larga que as seguintes internas. Quem fêz isto foi o DNA do molusco atendendo a tend6encia da matéria ao equilibrio termodinamico como sistema fvechado o qual visa construir couraças, pele, etc., no sentido de proteger e isolar o sistema. Como descobrimos que a unidade fundamental de informação do DNA – um par simétrico de nucleotídeos – é reprodução do esquema de um sistema astronomico sob ciclo vital, e que corpos como planetas e estrêlas possuem informações sôbre esta estrutura, nada mais conclusivo do que a idéia de que foi a Terra e o Sol que produziram êsse fenômeno.
Não sei como a Teoria da Evolução Neo-darwinista explica a construção dessa concha, porque as multicamadas. Alguém sabe?    
Foi Deus, o Acaso, ou a Terra quem produziu isto?
Concha Multicamadas de C. squamiferum

Multilayred Armor Design of C. squamiferum

para quem quiser ver o “paper”completo e grátis click em:

http://www.pnas.org/content/early/2010/01/07/0912988107.full.pdf+html

P-bodies: cometas mortos, espermatozóides descartados?

sexta-feira, janeiro 28th, 2011

(Tema baseado no artigo da Scientifican American: Un-Killing the Messenger (transcrito abaixo para ser traduzido e melhor estudado. Bo wikipedia digitar p-bodies, onde tem vasto material listado em referências)

http://www.scientificamerican.com/article.cfm?id=un-killing-the-messenger

Os corpos de processamento (corpos-P, do inglês P-bodies) são estruturas celulares localizadas no citosol (O citosol é o líquido que preenche o citoplasma, espaço entre a membrana plasmática e o núcleo das células vivas, que suporta bolsas, canais e organelas citoplasmáticas. É constituído por água, proteínas, sais minerais, íons diversos, aminoácidos s livres e açúcares.),  as quais são responsáveis pela destruição final da maioria das moléculas de mRNA. Os corpos-P são formados por grandes conjuntos de mRNA associados com enzimas que degradam RNA

. O artigo informa que P-bodies, ao invés de serem as bolsas de lixo da célula, exercem funções importantes. E pelo mecanismo descrito, a Teoria da Matriz  sugere uma nova versão explicativa, quando ela recorre ao mesmo mecanismo ocorrendo a nivel astronomico. Ver o mesmo fenômeno em sua escala macroscópica ajuda a enxergar detalhes que podem ser transplantados a nível microscópico para se entender o fenômeno em sua escala microscópica celular.

Para uma célula fazer proteinas, o núcleo primeiro tem que emitir instruções (lembrando o que são proteinas, do ponto de vista da Teoria da Matriz: são os braços, as forças com as quais o cérebro Matriz/DNA alcança e pode tocar as massas constituidas de corpos/cópias da célula-sede e que circunvizinham essa célula-sede, a fim de organiza-las em sistemas ampliados e mais poderosos e mais complexos que o sistema celular-sede. Ao mesmo tempo as proteínas ajudam a manter a sobrevivência do sistema ampliado. Numa fabrica normal humana, as proteinas são substituidas pela figura dos chefes de secção). Uma vez que estas instruções genéticas, como “boletins com ordens de serviço”, executam e ultrapassam sua utilidade, elas terminam desativadas em repositórios conhecidos como “processing bodies”, cuja sigla é P-bodies. Em outras palavras, P-bodies seriam aqueles cêstos que existem nos escritórios com uma máquina adaptada que corta os papeis como lixo em tiras. Da mesma maneira que o fragmentar dos documentos visa evitar que estranhos obtenham informações da companhia, os P-bodies fragmentam um texto genético em seus bits de informação evitando sua releitura.

Mas porque a Natureza precisaria esconder informações, ou evitar que alguem mais tenha acesso a suas informações, quem seriam os espiões, e para que a Natureza “inventou” esse fenômeno?! Não seria mais facil e economico em energia entregar estes memoranduns aos lisossomos com todo o demais lixo da célula para que dali fôsse expulso do meio celular?

Existem duas alternativas, segundo a Matriz:
1) Nas sendas da macro-evolução nem sempre a Natureza consegue, e de imediato, transferir todos os fenômenos de um sistema menos evoluido para outro mais evoluido finalmente elaborados no novo grau de complexidade. O caroço que temos na caixa craneana como resquício do cérebro reptiliano, o reminiscente que temos na barriga do estomago dos ruminantes, são exemplos desse problema;
2) Mas quando um fenômeno é mantido no sistema descendente , com aparente inutilidade, deve ser melhor observado, pois ele pode estar sendo util de alguma maneira sutil e por isso foi determinado a se expressar.

.Nos p-bodies as mensagens são amassadas, ocultadas, mas são desamassadas e reativadas. Uma companhia iniciada a três anos enfrenta uma flutuação do mercado que atinge um nivel x3y, obrigando o diretor do departamento elaborar uma ordem de servico mudando algumas coisas. Esta flutuação se repete mais vezes e se o diretor simplesmente mandou a ordem de servico para o lixo terá que chamar a secretaria e perder horas elaborando o texto novamente. Se ele arquivou a ordem de serviço, em todas as flutuações semelhantes êle apenas tem que reproduzir cópias. Até ontem, antes da descoberta de Roy Parker e seus colegas da Universidade do Arizona, a Biologia pensava que os P-bodies eram como o diretor que queima ordens de serviços, mas agora descobriram que são como o diretor que guarda as ordens arquivadas. Restava saber, identificar, cada ordem de serviço arquivada, localizar o departamento para o qual se relata e saber que tipos de atividades ou mudanças elas instruem.

.Os p-bodies são importantes componentes dos grãnulos existentes nas células de ovos, os quais estocam o RNA das mães para ajudar a gerar proteínas e dirigir o desenvolvimento dos embriões. Os granulos tambem estão presentes e executam as mesmas funções nos neuronios, onde são utilizados para fortalecer as sinapses. Então veja-se como é linda e inteligente a Natureza: ela não apenas produz o automóvel, mas ela constrói postos de gazolinas e oficinas de reparo nas estradas por onde vão passar os automóveis, para sua revigoração, manutenção e reequipagem! Porem, Natureza é matéria estúpida, não pode projetar eventos num futuro que ela desconhece, então qual o elemento inserido no meio natural responsavel por essa inteligência? Resposta: SISTEMA. Aquêle excesso de complexidade que emerge quando partes simples se unem em sistemas e que se materializa ao arrancar do fundo do oceano quantico novas informações universais ou seja, que estimula e desperta à vida os genes latentes retrogrados provenientes do infinito! Em outras palavras é a mente em meio a matéria, na sua forma de morula, blastula, já produzindo seus primeiros resultados, antes de evoluir para o estágio atual de mente humana.

. Na matriz dos sistemas astronomicos nós procuramos êsse mecnismo e encontramo-lo quando, os infinitos numeros de cometas-espermatozóides que não conseguiram fecundar o óvulo/buraco negro dentro dos quasares ficam vagando no espaço sideral até se desfazerem. Eles carregam em seu núcleo o material que corresponde ao texto de informações genéticas para produzir novos astros. Dali eles tem duas possibilidades: ou terminam por se desintegrarem na região cósmica correspondente ao lisossomo, quando são picotados pela maquina trituradora; ou encontram pela frente um remoinho formado pelo giro dos planetas em volta de uma estrêla e condensado com poeira tornando-se um tornado cósmico, que precede a formação de um buraco negro. Ali eles terão sua mensagem reativada, ou seja, ficam no arquivo para serem re-expressados na ocasião oportuna.

. Numa breve volta a este tema tentaremos ver se é possivel extrair daqui alguma coisa prática a ser empregada logo na melhoria da existência e nossa querida Humanidade,… pois eis que o despertador está me chamando para o trabalho.

http://www.scientificamerican.com/article.cfm?id=un-killing-the-messenger

Un-Killing the Messenger

P-Bodies do more than serve as RNA trash bins in cells

By Charles Q. Choi  | January 9, 2006 | 0

P-BODIES (red), shown with a nucleus (blue), are organelles now known to be critical in protein making.

For a cell to make proteins, the nucleus first has to issue instructions. Once these genetic memos outlive their usefulness, they end up deactivated in repositories known as processing bodies. Research now suggests that these P-bodies are less like junkyards and more like office centers, where messages are amassed, silenced and reactivated.

Messenger RNA, or mRNA, relays instructions archived in DNA to ribosomes, where it gets translated into proteins. Expunging outdated mRNAs is necessary, lest they interfere with newer orders, explains Roy Parker of the University of Arizona. In 2003 he and his team discovered that after they tagged six mRNA demolition enzymes with fluorescent proteins, the enzymes all concentrated at the same points in yeast cells. Messenger RNAs that had been artificially made indigestible snarled at these spots, confirming that these P-bodies are where mRNAs go to die.

Early on, scientists suspected that P-bodies might play added roles, performing functions more complex than that of paper shredder. For instance, one RNA degrading protein found in yeast P-bodies, Dhh1p, was known for years as a key ingredient in granules in animal egg cells. These granules store mRNA from mothers to help generate proteins and drive much of the development in the early embryo. Neurons have mRNA storage granules as well, which are critical to memory formation. These granules, located near the synapses, release mRNA to make proteins that strengthen synapse connections.

In the past several months, Parker’s experiments have confirmed suspicions about the handy nature of P-bodies. The organelles can, for instance, stockpile and deploy mRNA to make proteins. In the September 1, 2005, Science, Parker and his colleagues report that depriving yeast of glucose cut down protein manufacture, resulting in reduced numbers of ribosome complexes known as polysomes and increased mRNA delivery to P-bodies. But instead of simply being destroyed, mRNAs accumulated. When glucose was restored, the number of polysomes rose, and the mRNAs disappeared, indicating that they were reactivated.

In mammals, P-bodies “are clearly more complex,” Parker says. He and his collaborators discovered that mammalian P-bodies concentrate Argonaute proteins 1 and 2, critical ingredients underlying the mechanism of RNA interference, by which cells employ small RNA sequences that inhibit or destroy specific mRNAs to modify their own behavior or defend against viral invasions. Nearly a third of the human genome may be regulated by RNA interference, explains molecular biologist John Rossi of the Beckman Research Institute of the City of Hope in Duarte, Calif., and the two teams’ studies “show that P-bodies must be important to RNA interference.”

The primordial role of P-bodies could be regulating translation by holding and releasing mRNAs. “Reusing old molecules is faster and more efficient than generating new ones,” Rossi points out. Parker believes P-bodies’ role as messenger shredder may have developed later, when cells might have found it beneficial to break down older mRNAs.

Much remains unknown about the mechanics of P-bodies and the range of biological processes they might influence. With his colleagues, Parker says he is developing a model in which P-bodies are the ancestors of many of the other mRNA storage granules “as a fundamental part of how cells control their genes.” 

http://www.scientificamerican.com/article.cfm?id=un-killing-the-messenger

Un-Killing the Messenger

P-Bodies do more than serve as RNA trash bins in cells

 

By Charles Q. Choi  | January 9, 2006 | 0

 

P-BODIES (red), shown with a nucleus (blue), are organelles now known to be critical in protein making.

For a cell to make proteins, the nucleus first has to issue instructions. Once these genetic memos outlive their usefulness, they end up deactivated in repositories known as processing bodies. Research now suggests that these P-bodies are less like junkyards and more like office centers, where messages are amassed, silenced and reactivated.

 

Messenger RNA, or mRNA, relays instructions archived in DNA to ribosomes, where it gets translated into proteins. Expunging outdated mRNAs is necessary, lest they interfere with newer orders, explains Roy Parker of the University of Arizona. In 2003 he and his team discovered that after they tagged six mRNA demolition enzymes with fluorescent proteins, the enzymes all concentrated at the same points in yeast cells. Messenger RNAs that had been artificially made indigestible snarled at these spots, confirming that these P-bodies are where mRNAs go to die.

 

Early on, scientists suspected that P-bodies might play added roles, performing functions more complex than that of paper shredder. For instance, one RNA degrading protein found in yeast P-bodies, Dhh1p, was known for years as a key ingredient in granules in animal egg cells. These granules store mRNA from mothers to help generate proteins and drive much of the development in the early embryo. Neurons have mRNA storage granules as well, which are critical to memory formation. These granules, located near the synapses, release mRNA to make proteins that strengthen synapse connections.

 

In the past several months, Parker’s experiments have confirmed suspicions about the handy nature of P-bodies. The organelles can, for instance, stockpile and deploy mRNA to make proteins. In the September 1, 2005, Science, Parker and his colleagues report that depriving yeast of glucose cut down protein manufacture, resulting in reduced numbers of ribosome complexes known as polysomes and increased mRNA delivery to P-bodies. But instead of simply being destroyed, mRNAs accumulated. When glucose was restored, the number of polysomes rose, and the mRNAs disappeared, indicating that they were reactivated.

 

In mammals, P-bodies “are clearly more complex,” Parker says. He and his collaborators discovered that mammalian P-bodies concentrate Argonaute proteins 1 and 2, critical ingredients underlying the mechanism of RNA interference, by which cells employ small RNA sequences that inhibit or destroy specific mRNAs to modify their own behavior or defend against viral invasions. Nearly a third of the human genome may be regulated by RNA interference, explains molecular biologist John Rossi of the Beckman Research Institute of the City of Hope in Duarte, Calif., and the two teams’ studies “show that P-bodies must be important to RNA interference.”

 

The primordial role of P-bodies could be regulating translation by holding and releasing mRNAs. “Reusing old molecules is faster and more efficient than generating new ones,” Rossi points out. Parker believes P-bodies’ role as messenger shredder may have developed later, when cells might have found it beneficial to break down older mRNAs.

 

Much remains unknown about the mechanics of P-bodies and the range of biological processes they might influence. With his colleagues, Parker says he is developing a model in which P-bodies are the ancestors of many of the other mRNA storage granules “as a fundamental part of how cells control their genes.”

Partículas separadas pelo espaço se conectam; agora Físicos dizem que pelo tempo tambem…!?

terça-feira, janeiro 18th, 2011

Este artigo foi inspirado em artigo publicado no link:

http://www.technologyreview.com/blog/arxiv/26270/

New Type Of Entanglement Allows “Teleportation in Time”, Say Physicists

e o PDF do “scientific paper” está em:

http://arxiv.org/PS_cache/arxiv/pdf/1101/1101.2565v1.pdf

Extraction of timelike entanglement from the quantum vacuum
S. Jay Olson and Timothy C. Ralph
Department of Physics, University of Queensland, St Lucia, Queensland 4072, Australia
(Dated: January 14, 2011)

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Para quem quizer ler, os links para o artiglo e para o “paper” estão abaixos.

Entanglement (entrelaçamento, ou emaranhamento) é o estranho fenômeno quântico no qual duas ou mais partículas se tornam tão profundamente unidas que elas compartilham a mesma existência… ( eu hein?… isso só poderia acontecer se os dois corpos forem iguais, de mesma espécie e sexo. Então teria que unir corpo de homem com homem e mulher com mulher, porque se por um homem e uma mulher num mesmo espaço, a figura final vai ficar cheia de protuberâncias esquisitas…)

Isto leva a alguns contra-intuitivos efeitos, em particular, quando duas entangled particulas estejam separadas por grandes distancias. Quando isto acontece, a medição de uma imediatamente afeta a outra, não importa a distancia entre elas.Se isto já é quase impossível de entender e tem deixado muitas Físicos carecas, o que aconteceu hoje é de arrepiar. Dois Físicos ( identificados no artigo do link abaixo) apresentaram um científico “paper” dizendo que descobriram um novo tipo de entanglement que se extende, não através do espaço, mas através do tempo! 
 Resumindo, se entendo direito sem ter conferido os calculos matematicos do “paper”, poderíamos mandar uma partícula para certa data no futuro e captura-la lá quando chegar o tempo. Por isso dizem ser possível a teletransportação para o futuro, de um corpo, sem que ele fique no presente, ou no passado. Mas tem condições para se obter isso, existe um efeito simétrico na particula do futuro, por exemplo, se mandamos ela às quinze para o meio-dia ela só aparece lá ao meio-dia e quinze…
Comentário da Matriz:
Bem… nossa teoria traz três elementos novos para a dimensão quantica que são:
1) as partículas estão sujeitas ao ciclo de vida;
2) antes do aparecimento das particulas ou da matéria própriamente dita existiam os vórtices quanticos diferenciados entre si cada qual sendo um bit-informação de um sistema natural que existia ou ainda existe além do Universo;
3) as particulas podem se replicar pelo mesmo processo no diagrama da Matriz onde a meia-face esquerda constrói sua meia-face direita.
Ciclo vital é jogo de um objeto no tempo mudando suas formas e a replicação implica em simetria.
Portanto parece-me que a Teoria da Matriz está querendo elucidar alguma coisa destes fenômenos estranhos mas ainda não conseguí captar o que é. Tentando começar esta pesquisa fiz um primeiro gráfico, um esboço de como a Matriz vê a coisa em geral:
 
Reprodução da Matriz/DNA Universal

Agora não tenho tempo, mas depois volto para adicionar um detalhe descritivo do gráfico.

 

Cérebro: Pesquisando Sua Forma de Sistema-Matrix

quinta-feira, janeiro 13th, 2011

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Cérebro e seus componentes

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Observe que o cérebro de várias regiões (cores), e se situar-mos a F1 na região do cerebellum, parece que as regiões se tornam as outras funções do sistema

Príon:Proteínas Que Matam

quinta-feira, janeiro 13th, 2011

Enovelamento de proteína Fig.1

Um príon é um agregado supramolecular acelular, composto por proteínas com capacidade de modificar outras proteínas, tornando-as cópias das proteínas que o compõem. Um prião não possui ácido nucleico (DNA ou RNA). São conhecidas treze tipos de priões, das quais três atacam fungos e dez afectam mamíferos; dentre estes, sete têm por alvo a nossa espécie.Os Priões são causadores de várias doenças, como a “doença da vaca louca” e a Alzheimer. Todas as doenças supostamente causadas por príons afetam a estrutura do cérebro ou dos tecidos neurais, não possuem cura e são sempre fatais. Portanto é alvo de estudo pela Teoria da Matriz/DNA.

” A prion is an infectious agent composed of protein in a misfolded form.”

Isto significa que temos de pesquisar o que é “misfolded”:Enovelamento de proteínasSegundo a teoria da Matriz/DNA, proteínas são pedaços, regiões, trêchos do circuito da Matriz. Cada diferente região do circuito Matriz executa uma função especifica, através de um mecanismo especifico, e modelando a matéria numa forma especifica. Portanto, proteínas são funções adequadas pada dadas situações. Mas devido à grande quantidade de proteínas (20,000?) e devido às várias mutações sofridas pela Matriz astronomica na sua conformação a sistema biológico, gerando essa enormidade complexidade que não havia na ancestral, acredito que proteínas sejam formadas não apenas imitando sequências exatas do circuito matricial mas sim tambem compondo novas sequências, devido à fragmentação e re-arranjamento do circuito matricial quando em meio terrestre. É este re-arranjamento, na base da “fuzzy-logic” é que produz, ou permite, a complexidade biológica.

Mas existe um outro fenômeno: o enovelamento da cadeia de aminoacido. No circuito matricial a cadeia de informações flue como um fluxo linear, compondo a esfera. Porque houve essa mutação do linear se tornar novelar? Bem, continuemos buscando informações:

” O dobramento de proteínas (em inglês: Protein Folding) é um processo químico através do qual a estrutura de uma proteína assume a sua configuração funcional. (Ver Fig.1)Todas as moléculas de proteínas são cadeias heterogéneas não-ramificadas de aminoácidos. Ao dobrar e enrolar-se para tomar uma forma tridimensional específica, as proteínas são capazes de realizar a sua função biológica.O processo contrário chama-se desnaturação, onde uma proteína original é forçada a perder a sua configuração funcional, tornando-se uma cadeia amorfa e não-funcional de aminoácidos. As proteínas desnaturadas podem perder a sua solubilidade e precipitar, tornando-se solidos insolúveis.A sequência de aminoácidos especifica duma proteína (ou estrutura primária) condiciona-a a dobrar-se para tomar a sua configuração natural. Muitas proteínas fazem-no espontaneamente durante ou após a sua síntese no interior das células. Apesar destas macromoléculas aparentarem estar a dobrar-se a si mesmas, de facto a sua dobragem depende em grande medida das características da solução que as rodeia, incluindo o tipo de solvente primário (no interior das células é água ou lípidos), da concentração dos sais, da temperatura e das moléculas que a rodeiam  DNA – Estrutura Química.”

Proteína Tipo Beta-Sheet
Proteína Diagrama de Folha-Beta

 Folha-beta é um padrão estrutural encontrado em várias proteínas, nas quais regiões vizinhas da cadeia polipeptídica associam-se por meio de ligações de hidrogênio resultando em uma estrutura achatada e rígida.

Matriz/DNA: estamos observando como a fórmula da Matriz, no seu estágio astronomico, começou a ser reproduzida na Terra a nível orgânico/biológico. O eixo central de cada haste formado de N representa o fluxo linear do circuíto. Vê-se que o sinal/energia que corre o circuito tem  direção, porem são direções opostas: se numa haste de cima o fluxo se orienta da esquerda para a direita, na outra vai da direita para esquerda. Portanto era para se concluir que cada haste represente meia-face da Matriz e que a face inteira está completa. Mas se a face estivesse fielmente reproduzida, a evolução teria parado aqui. Então voltamos ao desenho e percebemos que as as hastes não estão conectadas como acontece no DNA, onde se forma ponte de H entre tôdas as bases. Na proteína (apenas na Beta?) as duas bases R não se conectam.

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Ver: amilóide

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Ver isto:

http://scp-wiki.wikidot.com/scp-008

Description: SCP-008 is a complex prion. Research into SCP-008 is highly classified and primarily aimed at preventing research which may lead to the synthesis of SCP-008 in the distant future. Traits of the SCP-008 prion include:

  • 100% infectiousness.
  • 100% lethality.
  • Transmission through exposed mucous membranes and all bodily fluids.
  • Not airborne or waterborne.

There is strong evidence to suggest SCP-008 itself did not form naturally on Earth, since variants of similar complexity would have displaced much of the ecosystem. In 1959, a short collaborative effort with the USSR to locate G2 sites and eliminate SCP-008 was negotiated following their discovery. The status of SCP-008 in Russian custody since collaboration ended is unknown.

Addendum 008-1: SCP-500 has been found to be able to completely cure SCP-008 even in the advanced stages of the disease.

Description: SCP-500 is a small plastic can which at the time of writing contains forty-seven (47) red pills. One pill, when taken orally, effectively cures the subject of all diseases within two hours, exact time depending on the severity and amount of the subject’s conditions. Despite extensive trials, all attempts at synthesizing more of what is thought to be the active ingredient of SCP-500 have been unsuccessful. 

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Pensamento Sistêmico

terça-feira, janeiro 11th, 2011
Pegasus Communications
http://www.pegasuscom.com/systems-thinking.html
What is systems thinking?

Systems thinking offers you a powerful new perspective, a specialized language, and a set of tools that you can use to address the most stubborn problems in your everyday life and work. Systems thinking is a way of understanding reality that emphasizes the relationships among a system’s parts, rather than the parts themselves. Based on a field of study known as system dynamics, systems thinking has a practical value that rests on a solid theoretical foundation.

Why Is Systems Thinking Important?

Why is systems thinking valuable? Because it can help you design smart, enduring solutions to problems. In its simplest sense, systems thinking gives you a more accurate picture of reality, so that you can work with a system’s natural forces in order to achieve the results you desire. It also encourages you to think about problems and solutions with an eye toward the long view—for example, how might a particular solution you’re considering play out over the long run? And what unintended consequences might it have? Finally, systems thinking is founded on some basic, universal principles that you will begin to detect in all arenas of life once you learn to recognize them.

What Are Systems?

What exactly is a system? A system is a group of interacting, interrelated, and interdependent components that form a complex and unified whole. Systems are everywhere—for example, the R&D department in your organization, the circulatory system in your body, the predator/prey relationships in nature, the ignition system in your car, and so on. Ecological systems and human social systems are living systems; human-made systems such as cars and washing machines are nonliving systems. Most systems thinkers focus their attention on living systems, especially human social systems. However, many systems thinkers are also interested in how human social systems affect the larger ecological systems in our planet.

Systems have several defining characteristics:

Every system has a purpose within a larger system. Example: The purpose of the R&D department in your organization is to generate new product ideas and features for the organization.
All of a system’s parts must be present for the system to carry out its purpose optimally. Example: The R&D system in your organization consists of people, equipment, and processes. If you removed any one of these components, this system could no longer function.
A system’s parts must be arranged in a specific way for the system to carry out its purpose. Example: If you rearranged the reporting relationships in your R&D department so that the head of new-product development reported to the entry-level lab technician, the department would likely have trouble carrying out its purpose.
Systems change in response to feedback. The word feedback plays a central role in systems thinking. Feedback is information that returns to its original transmitter such that it influences that transmitter’s subsequent actions. Example: Suppose you turn too sharply while driving your car around a curve. Visual cues (you see a mailbox rushing toward you) would tell you that you were turning too sharply. These cues constitute feedback that prompts you to change what you’re doing (jerk the steering wheel in the other direction somewhat) so you can put your car back on course.
Systems maintain their stability by making adjustments based on feedback. Example: Your body temperature generally hovers around 98.6 degrees Fahrenheit. If you get too hot, your body produces sweat, which cools you back down.

Systems Thinking as a Perspective:
Events, Patterns, or System?

Systems thinking is a perspective because it helps us see the events and patterns in our lives in a new light—and respond to them in higher leverage ways. For example, suppose a fire breaks out in your town. This is an event. If you respond to it simply by putting the fire out, you’re reacting. (That is, you have done nothing to prevent new fires.) If you respond by putting out the fire and studying where fires tend to break out in your town, you’d be paying attention to patterns. For example, you might notice that certain neighborhoods seem to suffer more fires than others. If you locate more fire stations in those areas, you’re adapting. (You still haven’t done anything to prevent new fires.) Now suppose you look for the systems—such as smoke-detector distribution and building materials used—that influence the patterns of neighborhood-fire outbreaks. If you build new fire-alarm systems and establish fire and safety codes, you’re creating change. Finally, you’re doing something to prevent new fires!

This is why looking at the world through a systems thinking “lens” is so powerful: It lets you actually make the world a better place.

Systems Thinking as a Special Language

As a language, systems thinking has unique qualities that help you communicate with others about the many systems around and within us:

• It emphasizes wholes rather than parts, and stresses the role of interconnections—including the role we each play in the systems at work in our lives.
• It emphasizes circular feedback (for example, A leads to B, which leads to C, which leads back to A) rather than linear cause and effect (A leads to B, which leads to C, which leads to D, . . . and so on).
• It contains special terminology that describes system behavior, such as reinforcing process (a feedback flow that generates exponential growth or collapse) and balancing process (a feedback flow that controls change and helps a system maintain stability).

Systems Thinking as a Set of Tools

The field of systems thinking has generated a broad array of tools that let you (1) graphically depict your understanding of a particular system’s structure and behavior, (2) communicate with others about your understandings, and (3) design high-leverage interventions for problematic system behavior.

These tools include causal loops, behavior over time graphs, stock and flow diagrams, and systems archetypes—all of which let you depict your understanding of a system—to computer simulation models and management “flight simulators,” which help you to test the potential impact of your interventions.

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Whether you consider systems thinking mostly a new perspective, a special language, or a set of tools, it has a power and a potential that, once you’ve been introduced, are hard to resist. The more you learn about this intriguing field, the more you’ll want to know!