Archive for janeiro 6th, 2011

Lista de Websites Anunciando Mudanças Misticas Relacionadas à Matriz

quinta-feira, janeiro 6th, 2011

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A Nova Matriz da Terra ( para ler ainda)

http://www.nominato.com.br/

e

http://web.prover.com.br/nominato/666.htm

A VIVER UMA EXPERIÊNCIA DE INICIAÇÃO PLANETÁRIA DE 7 DIAS ( 01 A 07) DENTRO DO ALINHAMENTO DE PLANETAS QUE OCORRERÁ ENTRE DIAS 3 A 5 NESTE MÊS DE MAIO.

ENTRE OS DIAS 01 A 07 MAIO DE 2000, VIVERÁ A TERRA  UMA GRANDE INICIAÇÃO DECORRENTE DA CONJUNÇÃO DE 7 PLANETAS NO SISTEMA SOLAR.

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The Venus project

http://thevenusproject.com/index.php

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The Divine Cosmos

http://divinecosmos.com/

David Wilcock

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The Zeitgeist Movement

http://www.thezeitgeistmovement.com/

parece que está ligado ao venus project

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http://sedonajournal.com/

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http://www.earth-keeper.com/

james Tyberonn

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http://www.luzdegaia.net/

Pedro Coelho – Brasil

http://www.luzdegaia.org/index.htm

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Queda na Inovação: Dica para aplicar a Matriz na prática.

quinta-feira, janeiro 6th, 2011
The New York Times – Business Day
http://www.nytimes.com/2011/01/30/business/30view.html?src=me&ref=business
Economic View: Innovation Is Doing Little for Incomes
By TYLER COWEN
Published: January 29, 2011

MY grandmother, who was born in 1905, spoke often about the immense changes she had seen, including the widespread adoption of electricity, the automobile, flush toilets, antibiotics and convenient household appliances. Since my birth in 1962, it seems to me, there have not been comparable improvements.

David G. Klein

 Of course, the personal computer and its cousin, the smartphone, have brought about some big changes. And many goods and services are now more plentiful and of better quality. But compared with what my grandmother witnessed, the basic accouterments of life have remained broadly the same.

The income numbers for Americans reflect this slowdown in growth. From 1947 to 1973 — a period of just 26 years — inflation-adjusted median income in the United States more than doubled. But in the 31 years from 1973 to 2004, it rose only 22 percent. And, over the last decade, it actually declined.

Most well-off countries have experienced income growth slowdowns since the early 1970s, so it would seem that a single cause is transcending national borders: the reaching of a technological plateau. The numbers suggest that for almost 40 years, we’ve had near-universal dissemination of the major innovations stemming from the Industrial Revolution, many of which combined efficient machines with potent fossil fuels. Today, no huge improvement for the automobile or airplane is in sight, and the major struggle is to limit their pollution, not to vastly improve their capabilities.

Although America produces plenty of innovations, most are not geared toward significantly raising the average standard of living. It seems that we are coming up with ideas that benefit relatively small numbers of people, compared with the broad-based advances of earlier decades, when the modern world was put into place. If pre-1973 growth rates had continued, for example, median family income in the United States would now be more than $90,000, as opposed to its current range of around $50,000.

Will the Internet usher in a new economic growth explosion? Quite possibly, but it hasn’t delivered very good macroeconomic performance over the last decade. Many of the Internet’s gains are fun — games, chat rooms, Twitter streams — rather than vast sources of revenue, and when there have been measurable monetary gains, they often have been concentrated among a small number of company founders, as with, say, Facebook. As for users, the Internet has benefited the well-educated and the curious to a disproportionate degree, but apparently not enough to bolster median income.

  And I’ve stressed it in a recent e-book, “The Great Stagnation.”  

Sooner or later, new technological revolutions will occur, perhaps in the biosciences, through genome sequencing, or in energy production, through viable solar power, for example. But these transformations won’t come overnight, and we’ll have to make do in the meantime. Instead of facing up to this scarcity, politicians promote tax cuts and income redistribution policies to benefit favored constituencies. Yet these are one-off adjustments and, over time, they cannot undo the slower rate of growth in average living standards.

It’s unclear whether Americans have the temperament to make a smooth transition to a more stagnant economy. After all, we’ve long thought of our country as the land of unlimited opportunity. In practice, this optimism has meant that we continue to increase government spending, whether or not we can afford it.

In the narrow sense, the solution to the stagnation of median income will not be a political one. And one of the hardest points to grasp about this quandary is that no one in particular is to blame. Scientific progress has never proceeded on an even, predictable basis, even though for part of the 20th century it seemed that it might.

Science should be encouraged with subsidies for basic research, as well as private charity, educational reform, a business culture geared toward commercializing inventions, and greater public appreciation for the scientific endeavor. A lighter legal and regulatory hand could ease the path of future innovations.

NONETHELESS, advancing discovery is not a goal to be reached by the mere application of will. Precisely because there is no obvious villain and no simple fix, and many complex factors behind success, science as a general topic doesn’t play a big role in American political discourse. When it comes to understanding our macroeconomic predicament, we often seem to be missing the point.

Until science has a greater impact again on average daily living standards, the political problem will be in learning to live within our means. Because neither major party seems to support a plausible path to fiscal balance, or to acknowledge how little control politicians actually have over future income growth, we unscientifically keep living in an age of denial.

Tyler Cowen is a professor of economics at George Mason University

 

Porque os Religiosos, Cristãos Principalmente, Foram Meus Inimigos na Terra.

quinta-feira, janeiro 6th, 2011

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Eu nascí como escravo e vou morrendo como meio-escravo, meio-livre. Portanto, odiei o mundo e suas coisas a cada minuto da minha curta existência. E uma dessas coisas foi o cristianismo, mas vou explicar porquê. Se tive alguns tempos de paz, e até conseguí sorrir, foram apenas quando conseguía escapar da pressão externa para um canto isolado e oculto, e sonhar como seria a vida no meu mundo ideal imaginário.

Vinte ou 30% da população mundial, ou seja, 2,1 bilhões de pessoas, existem hoje como eu fui condenado ao nascer. Outros 20 ou 30% são meio-escravos, ou seja, têm que porem seus corpos numa máquina produtiva rotineira, enfadonha, por 40 horas semanais ou mais, mas contam com os recursos reconfortantes de apoio de uma casa com uma familia, essa familia nuclear egoísta em nome da qual se tem justificado a escravidão dos sem-familia e muito dos males animalescos dessa sociedade. Mais uns 20% vivem do comércio ou profissões diplomadas, têm que trabalhar quando não queriam às vêzes, mas possuem recursos que faz as horas de lazer compensarem estas poucas horas de desprazer. São os capatazes do regime escravista. E o restante são os predadores, parasitas. Entendendo isto desde a adolescência, quando começavam os rompantes sexuais, e sabendo que o sexo produz no final novos humanos, decidí soberanemente me mutilar ali mesmo, pois jamais continuaria aquela festa repugnante de cézares assistindo das arquibancadas as barbaridades na arena cheia de humanos vitimados.

Jamais reabasteceria aquêle sistema com carne frêsca, sangue do meu sangue, aquela festa orgíaca terminaria quando eu terminasse, essa seria minha vingança e minha vitória contra êsse mundo, e assim… nunca me reproduzí, e com muito orgulho, me faz sentir hoje um fracassado mas vitorioso. Acordei cêdo na rua e a tempo antes que os predadores, através da educação familiar e escolar, me contaminassem a mente com seu virus cultural, graças ao meu gôsto nativo de escapar do sistema e conversar às escondidas através dos livros com os grandes filósofos tambem defensores do meu tipo de mundo ideal. Não quero saber de opiniões se estou certo ou errado: “Mundo que precisa de escravos, jamais me agarrará ou aos meus filhos!”

Claro que sempre fui uma pilha de nervos pronta a estourar querendo a guerra, a revolução, a mudança, pela qual poderia me tornar um ser livre. Na infancia nas ruas, meus contactos eram os 20 ou 30% dos sem-familias e sem tetos, marginalizados caóticos, solitários, cada qual por si, e logo rejeitei êste tipo de militancia geralmente através da violência, porque a violência nunca poderia participar da construção do meu mundo ideal imaginário, que seria pacifico, harmonico. A possibilidade de ter a posse de revolveres me sugeria que eu não teria que me submeter aos predadores, pois o revolver podia conter suas fôrças brutas da massa corporal perante meu corpo raquítico e desnutrido. Portanto, se eu nascí sem um metro quadrado de chão meu mesmo para me fixar na Terra, mas via muitos terrenos vazios, eu poderia, segundo a minha lei, ocupar o que estava vazio. Certamente viria de imediato o dono predador mas eu responderia como mais tarde, na liderança das revoluções de Serra Pelada, respondí à voz do govêrno que nos chegou pelo rádio amador, ameaçando nos metralhar a todos se não desocupássemos a área: “Estou na minha propriedade, bem armado para minha defesa, e pronto para ser enterrado na minha terra, se querem vir, serão recebidos à bala. Daqui, vivo, não saio! E tem mais: nunca levo desaforos para casa. Se me atacarem e eu sobreviver, vou identificar sua voz e te atacar à bala na sua casa. Tal ação será a reação, de homem para homem.” Não atacaram. Porem, quando na cidade chegava a situações extremas por estar ocupando espaços que haviam sido pela “justiça” transformados em papéis chamados títulos de propriedade e brandidos por predadores protegidos por escolta policial, uma quadrilha inteira armada, sempre antes da explosão estourar surgiram parentes distantes ou outros oferecendo algum casulo para morar em troca de algum “servicinho”, e assim fui sendo mantido como meio-escravo vivo.

Desde pequeno, lendo os filósofos gregos por exemplo, aprendí a analisar e questionar qual é o entendimento de “justiça” segundo a cultura e a moda da época de cada povo. E para mim a “justiça” do mundo ocidental onde nascí era uma farsa estúpida montada pelos predadores. Na adolescencia entendia que o segrêdo do porque um menor numero de predadores conseguia dominar um maior numero de prêsas mesmo nos tempos em que cada prêsa podia possuir uma arma, era a capacidade dos predadores somarem suas fôrças individuais em grupos atuando como máfias, enquanto bilhões de prêsas individualistas, tôdas juntas, representava a fôrça de uma pessoa só.

Portanto, ainda na adolescência, enquanto sobrevivia fazendo o comércio (proibido por aquela “justiça”), de bugigangas entre Brazil e Paraguai, com incursões na Argentina onde comprava alho e vendia brinquedos, tentei convencer os marginais com quem se conseguia algum diálogo a compor máfias tambem, mas numa atividade planejada, organizada, como por exemplo, o contrabando. Um contrabando que não prejudicaria um país favorecendo outro, pois o dinheiro obtido na venda seria destinado a compras no mesmo local. Nada de drogas e assaltos, porque enquanto o contrabando era salutar porque enfraquecia as corporações industriais escravagistas do Brazil e Paraguai, suprimia posições para arregimentarem escravos, as drogas e a violência iriam contra o meu plano de transformar aquêle sistema social no meu sistema ideal. Mas os marginais não estudavam nada, não tinham visões alem dos seus umbigos, me encontrei falando à paredes surdas.

Com o dinheiro do contrabando conseguia na juventude a ir na escola e frequentar os meios onde viviam os 20 ou 30% da classe acima, todos frequentadores de igrejas, onde o clima não era violento. Permitiria o diálogo que minha pregação precisava mas me deparei com um obstáculo intransponivel. Aquêle povo era como eu, vivendo mais um mundo imaginario que o mundo real. Mas enquanto meu mundo imaginario só continha humanos, o dêles era povoado de fantasmas. Aquele povo não falava como seres vivos naturais e sim como zumbís com a mente existindo num mundo imaginario habitado por anjos, santos, e dirigidos por alguem que chamavam de Deus, mas acreditavam piamente nêste mundo imaginario porque afirmavam que êle tinha contacto com o mundo real na pessoa de um herói divino, chamado Jesus Cristo. Estava na vista que êsse Jesus Cristo seria um porta-voz da doutrina dos predadores, pois justificativa a existência do mundo escravagista estabelecido e real como sendo temporário e de vida curta, com o argumento que existia o mundo imaginario, mais longo porque eterno, onde os papéis se invertiam, ou seja, as prêsas viveriam num paraíso enquanto os predadores viveriam ardendo num fogo eterno. Fuçei por todo lado e de toda maneira mas nunca me apresentaram essa pessoa divina que se encarnaria como real e ela nunca apareceu a mim ou veio falar comigo, então concluí que se ela existia ela não era minha amiga, me ignorava, nunca seria meu deus, podia ser o deus dos outros. Fui ler seu livro sagrado e logo uma frase ribombante ne agradou sobremaneira: “Minha familia? Quem é minha familia? Senão todos os irmãos, todos os pais, tôdas as mães, todos os filhos, do mundo?” isto era um golpe desfexado contra a farsa da familia nuclear, era um dedo apontado na direção do meu mundo imaginario, na direção da Sagrada familia Universal! Onde os meus 30% de irmãos desafortunados seriam adotados no mesmo lar! Então peguei o livro e saí correndo às ruas interpelando os cristãos, porque não atendem as ordens de seu deus? “O padre e a sagrada liturgia dos rituais indicam que a instituição familiar como está é a aprovada por Deus: até fazem a cerimonia do casamento, etc.” – “Mas não é isso que diz Jesus Cristo, vocês não são cristãos… Ah… entendo… os predadores conseguiram um virus que tambem deforma Jesus Cristo quando lhes convem…”

Portanto essa classe apoiava o sistema corrupto escravagista, mas me queria como escravo, e assim, era tambem minha inimiga. Como observava-os na situação de escravos tambem, o papel de escravo voluntario dos cristãos era para mim absurdamente anti-racional, procurei decifrar como aquilo tinha pêgo aquelas pessoas, e comecei a suspeitar da existência de uma fôrça invisivel, uma espécie de matriz mental, na forma de um virus cultural, inoculado na população de prêsas pelos predadores. O virus se manifestava através de reuniões coletivas nas igrejas onde as prêsas se deleitavam numa espécie de orgasmo mental. Então pensei que se as prêsas eram felizes sendo ora masoquistas, ora mentalmente orgíacas, eu estaria justificado se me tornasse predador tambem, fornecendo-lhes mais material de prazer. Entrei com tudo nas atividades profissionais capitalistas, quis mostrar que tambem sou fera e capaz, em poucos anos me tornei o “chefe” de milhares numa empresa estatal, criei minha própria empresa de exploração escravagista, comecei a comprar os objetos de consumo que faziam a felicidade daquelas classes… mas me sentía como traidor dos 30% que estavam lá embaixo e que eram minhas raízes e que continuavam a carregar tudo aquilo, inclusive a mim, em suas arqueadas costas, e perdí a motivação total. Eu tinha outro tipo de virus cultural na cabeça, não era o virus daquêles 30% que se situam no meio.

No meu mundo ideal, a primeira atividade seria instalar todos os corpos humanos confortavelmente seguros sob tetos com dispensas abastecidas pelo trabalho automatico de máquinas. A segunda atividade seria tôdo o esforço empregado na evolução dos cérebros humanos, sem excessão. Estabelecido isso, viria a aventura da conquista do Cosmos.

O método para iniciar êste plano seria a sociedade com o maior numero de pessoas que tivessem o mesmo mundo ideal imaginário. Segundo, o grupo se dedicaria ao método cientifico de estudo da Natureza para conhecer os mecanismos e processos que fizeram a Vida ser bem suscedida e ter-se suportado em evolução por bilhões de anos, para descobrir-mos qual é realmente o melhor ambiente propiciador do melhor estilo de vida humana ao mesmo tempo que se manteria em evolução. Mas não as atividades que estavam sendo praticadas pelas ci6encias traidoras da minha causa, as quais só se empregavam na busca de conhecer e e realizar o que interessava aos predadores. Cortei os laços com a ciência oficial mas continuava espionando-a, colhendo e assimilando os dados que o método reducionista obtinha, pois eram valiosos, evitaria nos ter que reinventar a roda, porem, na minha alcova remexia 6estes dados de forma diferente, na direção do que era util para meu mundo imaginario, e sob a visão sistêmica de conjuntos. Rejeitava o uso daquêles dados pelos filósofos ocidentais como suportes para seus clamores revolucionarios e construçào de suas utopias, pois entendia que aqueles dados obtidos na Natureza imediata seriam sempre dados do estado de caos da nossa biosfera, enquanto para meu mundo imaginario seria mais inteligente captar e selecionar os dados do estado de ordem da natureza astronomica, cosmológica.

Mas assim fiquei como uma cabeça isolada e o corpo desviado das direções de todos que coexiastiam no mesmo espaço urbano. meu mundo ideal imaginario jamais seria construído, pois não conseguia dar o primeiro passo, o de reunir um grupo. Ao contrário, todos e tudo me empurravam para me condicionar e suportar calado o jugo de ser escravo, trabalhando e produzindo e respeitando as normas daquela “justiça”. Assim um escravo decidiu que seria melhor morto do que vivo, mas antes do suicido teria de tentar fugir da senzala para o meio da selva, talvez lá eu pudesse me acomodar de uma maneira que viveria o resto da vida com tempo e espaço para sonhar meu mundo imaginario. Deixei a civilização e fui para a mata na selva amazônica, não sem antes fazer um colar com um medalhão ôco contendo veneno suficiente para matar um cavalo, pois não iria morrer torturado aos poucos.

Mas na selva sentí uma nova natureza, um novo mundo, que não havia percebido na cidade. Está certo que era um mundo natural ainda pior, caótico, mas alem de ter a oportunidade de escolher ser ali o predador ao invés do escravo, tinha um vasto potencial para arrancar da natureza a aprendizagem para adaptar a minha vida humana melhor através de um plano pré-elaborado, com um correto método cientifico sistêmico. Ao invés de continuar vivendo na barraca de lona, poderia imitar a ave que vivia num ôco de uma árvore, e as castanheiras eram tão grandes que permitia-se abrir um espaço interior opara me acomodar. Mas como conseguir aquêle bem-estar sem causar a morte da arvore, arruinar o meio-ambiente? Poderia como outros animais cavar buracos na terra ou abrir cavernas nas rochas, mas como fazer portas funcionais? Alem disso, deixar o corpo num buraco dentro da terra ou rocha não seria indicado porque o buraco é estéril. Por outro lado, dentro de uma arvore, as nergias da arvore viva, as exalações da fotossintese emitindo energia particulas fotons da energia putra solar para dentro de meu corpo enquanto dormia deveria ser salutar e ótimo para minha evolução mental. Bem… se o buraco dentro do tronco da arvore não era possivel, mas o buraco na rocha não era o ideal, pensei noutra solução, um meio-têrmo, algo como na figura abaixo:

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A Casa Humana Ideal na Selva

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Para me abastecer da energia da fotossíntese teria que fazer as paredes externas do tronco ser coberto de vegetação. Mas meu sonho era viver em grande sociedade de humanos e não individualisticamente onde minha soma total não seria mais que apenas um. Por isso na selva projetei e desenhei um tipo de cidade ideal. Teria a forma do Estádio do Maracanã, com três pisos arredondados no lugar das arquibancadas e umaa praça arborizada com clube social no lugar do campo. Os apartamentos seriam no primeiro piso que seriam estendidos por um quintal na area externa do estadio, uma grande area de alguns alqueires na forma de V, onde cada morador poderia fazer ali o que quisesse, principalmente sua agricultura caseira. Alem do anel dos quintais haveria uma estrada como um aro externo da cidade, e depois dela o setor industrial, onde tudo seria robotizado. O segundo piso seria destinado aos setores de prestação de serviços, escolas, e o grande mercado cooperativo. O terceiro piso seria do trem elétrico: de qualquer apartamento, bastaria saor á porta, entrar num elevador, descer no terceiro piso nas portas do trem, e ir a qualquer outro lugar da cidade. Sem a existência de comércios, bancos particulares, etc., da cooperativa e seu restaurante automatizado sairiam tubos internos à parede que teriam ramificações para cada apartamento, sendo que bastaria apertar um botão e o prato escolhido pronto apareceria dentro do micro-ondas. Outros botões para os tubos de saída e poderia se mandar a roupa suja para a lavanderia automatica, o lixo para o setor adequado, etc. Tudo automatizado, ninguem escravo de atividade involuntaria rotineira. Pessoas passariam a mior parte do tempo nas áreas de estudo, nos laboratórios e oficinas de pesquisas, nas áreas de lazer, alem das viagens ao espaço sideral. Meu projeto de um mundo ideal está completo, mas é diferente de tudo o que se tem imaginado, sem predadores, escravos, competições, daria um bom livro de utopia.

Bem… para encurtar, conseguí sobreviver por seis ou sete anos, quando meus estudos culminaram na descoberta da fórmula da Matrix/DNA. Então me veio a idéia de que a fórmula poderia ser um enorme poder na mão do homem e se aplicada pela sociedade corrupta lá fora, poderia ir ajeitando a vida de todos e libertando os escravos pois os predadores não teriam mais necessidade dêles. Portanto não havia apenas o caminho da revolução sanguinaria, mas tambem o caminho onde se forneceria ao sistema corrupto um elemento atraente a êle mas que continha em si o motor de transformar e curar o sistema. Assim deixei a selva, contaminado por um novo tipo de vírus natural e poderoso, e voltei à civilização para disseminar essa contaminação.

Mas meu tipo de moral não me permite viver como pregador exploratório improdutivo, pois enquanto estou na sociedade sou servido por ela com seus produtos de trabalho para meu consumo, portanto não sei porque, mas obedeço a uma fôrça que ordena que tenho que trabalhar e produzir a mesma quantidade como pagamento. Assim sou dirigido a um meio social produtivo onde predominam os cristãos. Mas êstes continuam a não me ouvirem, não querem conhecer nem entender a fórmula, pois não acreditam que seu deus mágico tenha aplicado uma unica fórmula inteligentissima para criar o Universo e os humanos, e sim que acreditam que seu deus seja tão fraco de inteligência que tenha vindo aqui trabalhar feito burro, para criar cada coisa uma a uma. Mas querem acreditar assim porque assim alimentam o sonho de que êsse Deus esteja aqui no nosso meio pensando as feridas e lágrimas dos escravos, quando, qualquer deus mais inteligente, simplesmente re-desenharia o mundo sem escravos. Desta forma os cristãos continuam a serem o grande empecilho para a instalação do meu mundo ideal. Como tratam-se de prêsas, como ovelhas devoradoras da vegetação ambiente, mas inofensivas porque não agressivas, e é-me impossível culpa-las condenando-as, porque tiveram suas mentes capturadas pela Matrix na sua forma de virus cultural, de même coletivo, a serviço do sistema predador, não consigo sequer me imaginar em ataca-las violentamente para afasta-las do meu caminho. Assim vou embora dêste mundo me sentindo fracassado e representando a derrota da Natureza que uniu seu aspecto selvagem ao seu ordeiro estado cósmico num vírus e que o enviou à civilização inoculado na minha mente como uma tentativa para conter esta fôrça civilizatória que a está destruindo e expulsando-a do planeta. Como nada sei de nada, não sei se a Humanidade ganharia ou perderia se deixasse se contaminar. Mas pelo sim, pelo não, quem conteve o vírus, quer seja maléfico ou benéfico, foram os cristãos. Ou melhor, quem venceu o meu virus foi o virus mais forte que está inoculado no cérebro dos cristãos.

A Grande Causa Humana: Missões a praticar, segundo a teoria da Matriz/DNA

quinta-feira, janeiro 6th, 2011

“A busca da acomodação da matéria não-mental do corpo a um sistema ambiental que propicie o equilibrio termo-dinâmico da massa e a velocidade orgásmica da energia, é inevitável, e nos levará a construir o paraíso na Terra. Mas nossa carga genética conduzirá a Humanidade a ser mais uma peça na engrenagem da maquina astronômica e nossa ancestral, um modêlo similar ao “Admirável Mundo Novo”, de Huxley, sob o govêrno humano similar ao do grande irmão, ou mais exatamente, da Grande-Mãe, de Orwell. Se isto é inevitável e inclusive é necessário para a Humanidade ter sua casa farta e em ordem, existe a mortal ameaça de definitivo definhamento e aprisionamento da mente, ou auto-consciência. Esta  precisa se manter livre  e autônoma para continuar a evolução, sendo o estímulo para sairmos da terra e continuar a busca do conhecimento no espaço sideral. Portanto, segundo minhas interpretações dos modêlos da matriz/DNA, além de trabalharmos para que na Terra seja instalado um habitat ajardinado e com a mais elevada tecnológia, para todos os seres humanos que não se constituam em inimigos dessa meta, temos que elaborar um plano e para manter a mente livre a autônoma, e iniciar a pratica-lo com urgência.

 1 – Listar Movimentos e outras iniaciativas aprovadas pela teoria da Matriz/DNA, que já existem:

 – Biomimicry

– Zeitgest (?) – ( cidade futurista na na Fórida)

– Wikileaks

– Pamera – em Portugal

– Website “Artigo Cientifico” – pela UOL – http://artigocientifico.uol.com.br/

Atividades da Matriz/DNA:

2 –  Combater a atual alienação da Natureza e o analfabetismo cientifico, intelectual, social, politico, economico.

 Sugestão 1:

  – Transformar os textos científicos, escolares ou da mídia, em textos menos chatos e que possamos no final entender o conjunto da coisa tôda, sem ter que estar entrando nos detalhes quimicos?

Estou então convidando pessoas como você para juntos tentarmos iniciar este grande negócio que é facilitar para o povo do planeta o entendimento de sua pessoa através de hsitórias, fábulas, analogias, que tornam uma leitura suportável e às vezes até prazeirosa.

Sugestão 1ª : (Texto a refazer/completar)

Principalmente quando sentimos alguma palpitação estranha, uma câimbra ou um esquentamento como uma febre, entramos em alerta e nossa mente, que estava exteriorizada concentrada em alguma coisa do mundo externo, é chamada de volta a interiorizar-se, e concentrar-se na região de onde estão  vindo os sinais, procurando se inteirar do que está acontecendo.  E aí começa nosso problema, pois nada podemos ver dentro do nosso corpo, não sabemos o que está se mexendo ali e porque. Por estas e por inúmeras outras razões se torna uma necessidade obter o maior entendimento possivel sôbre as regiões invisiveis do nosso corpo. Ora, principalmente para os jovens sabemos o quanto é sacrificante e enfadonho ficar lendo estes textos cientificos que temos no curriculum escolar e na mídia. O texto começa:  “O colesterol se divide em bom e mal porque o complexo de triglicerideo da lipoproteina…”,  pronto, já sentimos aquêle desespêro e daí para a frente paramos ou não vamos entender mais nada. Já  embananou tudo! O que é colesterol? O que é  triglicerideo, o que é lipo…?! E assim desistimos de tentar entender o que está acontecendo, quais são as causas, o que fizemos de errado para que não o façamos mais, etc. Se a coisa passar bem, mas se continuar repetindo e piorar, qual nossa alternativa? Pegamos nosso corpo como quem pega um computador, uma televisão um carro e levamo-lo para a oficina deixando-no nas mãos do mecânico,… errr… quero dizer, entregamos nosso corpo paara ima pessoa que teve a paciencia de ler tudo aquilo e que parece entender melhor que nós sôbre o nosso próprio corpo. Mas que tal se houvessem escritores especializados em transformar os textos dos doutores em textos menos chatos e que possamos no final entender o conjunto da coisa tôda, sem ter que estar entrando nos detalhes quimicos?

Estou então convidando pessoas como você para juntos tentarmos iniciar este grande negócio que é facilitar para o povo do planeta o entendimento de sua pessoa através de hsitórias, fábulas, analogias, que tornam uma leitura suportável e às vezes até prazeirosa. Com o texto a seguir eu estou lançando o primeiro ensaio de como poderíamos fazer a coisa, mas é claro, muitas cabeças juntas pensam melhor que uma, porr isso voc6e vai ter que ser duro e jogar pedra ma adultera mesmo que jesus esteja sdo lado desaprovando e meneando a cabeça em sinal negative, quer dizer, vai ter que ser duro na critica sem ter pena de mim, pois nosso objetivo é produzir o melhor produto possivel. Quem sabe no final publicamos um livro que se torne im best-seller mundial como a Biblia? Mesmo que a lista de autores seja tão grande, tão grande que seja maior que o livro e nosso nome fica meio como que apagado lá no meio? Mesmo que nossa participação acionária seja ia tão pequena que depois fiquemos nos remoendo: “Pô… porque não pensei nisso antes sózinho(a), agora eu ia ficar com êsse bolão todinho só para mim… era prá eu tá rico(a)!

Vamos ao texto ensaio…

O Segrêdo do DNA, do seu Corpo, e da sua Mente

O que é alimentaçao e alimento? Porque existe êsse fenômeno de um corpo (um sistema biológico como os animais) caçar outros corpos biológicos e devora-los?

Vamos começar por alguma coisa que você está comendo. Você está ingerindo atomos de nitrogenio, potassio, hidrogenio, etc., do mundo externo e enviando estes atomos para a sopa no meio da qual esta pairado como um polvo, o DNA. Este fica escolhendo os atomos e unindo os em longas cadeias chamadas moleculas e de repente interrompe esta montagem enviando-a para fora da sopa enquanto voce chama ela de proteina. A proteina saiu como que de um braço do mar e entrou num oceano de citoplasma no meio de um grande sistema chamado celula e daqui ela foi para um rio que entra no continente chamado corpo humano, sendo esse rio vermelho chamado de sangue,o qual vai transporter a protein numa viagem ao longo do continente chamado corpo humano. Ela viaja, viaja muitas milhas passando por várias paisagens, até quando, passando por certo local, ela de repente puxa a campainha avisando que vai desembarcar. Se este local era, por exemplo, um órgão e não um ôsso,  logo que ela ali entrou já foi correndo para o vestuário vestir um uniforme  e entrou a trabalhar em alguma tarefa, por exemplo, se ela entrou no figado, ela foi fazer parte da equipe que faz a limpeza do rio que passa ali todo poluido e que serviu de transporte para ela, esse rio que chamamos de sangue. 

Ora, átomos sào coisas parecidas com microsçopios sistemas solares, como esse que vivemos dentro como se fôssemos suas particulas. Fica dificil o comportamento dos atomos quando inseridos numa molecula por isso vamos fazer uma analogia grosseira com o sistema solar pois este nos vemos e podemos imagina-lo melhor. Átomos e sistemas solares nao possuem nenhuma consciencia, nenhuma inteligencia. Mas atomos sao pêgos pelo DNA, aquele grande polvo assentado no nuccleo da celula e obrigados a formarem moleculas. Imagine o sistema solar sendo reunido com outros sistemas estelares numa longa linha que fica solta no espaço e serpenteando devido as mares e contra-mares do oceano cosmic gravitacional. Mas essa longa cadeia de estrelas com planetas as suas voltas sao empirradas por alguma forca para outros lugares da galaxia e por fim vao fazer chegar a um lugar onde existe um fluxo xcorrente da espiral galatica por onde esta passando toda a sujeira dfda galaxia e esta fila de estrelas comeca a agarrar as rochas, bolocos, pedacos maiores dessa sujeira e agarrando uma quantidade maxuma que pode carregar ela se difrige para o braco da galaxia que é como uma trilha sem fim poise la desagua no espaço for a da galaxia.

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Sugestão 2

– Combate ao consumismo.

Inspirado no seguinte artigo: (falta reler e pesquisar)

http://revistacult.uol.com.br/home/2010/12/onirokit/

Revista Cult – UOL

Onirokit

Marcia Tiburi discute o Onirokit – ou a estética como drogadição

Publicado em 13 de dezembro de 2010

Marcia Tiburi

Onirokitsch pode-se pronunciar onirokit. A sonoridade das palavras nos engana. O termo kit permite que imaginemos facilmente uma embalagem bem pensada como as usadas para organizar sachês de chá. Onirokit seria uma caixinha cheia de todas as drogas prontas a provocar em seus usuários aquela sorte de efeitos mentais e psíquicos que conhecemos como alucinações. O termo kitsch, por sua vez, diz de uma espécie de antiestilo cuja característica também é causar efeitos.

Mas há mais no trocadilho do que supõe a filosofia: o que um organizado objeto de desejo – a pandórica caixinha cheia de drogas – teria a ver com a estética kitsch? Ora, as drogas provocam efeitos psicofísicos que nada mais são do que efeitos estéticos. Seja com o onirokit ou com o onirokitsch, estamos a falar do que age sobre a percepção humana. Drogas psicotrópicas e alucinógenas são aquelas que afetam nossa percepção. Do mesmo modo, produtos culturais afetam nossa percepção. Não é improdutivo, nesse sentido, perguntar se o fundamento da indústria cultural não seria a drogadição. Vejamos como.

Naquilo que Christoph Türcke chamou de “sociedade excitada”, está em jogo a natureza viciada e viciante da ordem social estética. Ora, toda droga é estética na medida em que atinge a corporal percepção humana. A injeção de estímulo estético na percepção coletiva até o ponto de transformar a realidade em uma forma de alucinação. Irônico é dizer que, no contexto da indústria cultural, revela-se que o que não pode ser vendido legalmente – drogas – pode ser vendido esteticamente. Mas a droga estética – em sentido lato – não é apenas o trash, ou a imensa gama de “sobra” no lugar do que entenderíamos como “obra” de arte, mas tudo aquilo que captura pelo efeito falso. Para além do fetiche, a mercadoria hoje é experimentada como drogadição. Podemos dizer que a atualíssima forma da mercadoria é, pois, o onirokit, um sonho barato que, visto de perto, faz pensar em alucinação.

Caminho curto para o sonho
Diz-se kitsch para tudo que provoca um específico e contraditório efeito: do anão de jardim à estampa de oncinha. A contradição entre o material pobre e o efeito que se pretende rico – como em “pedras preciosas de plástico”. Tal efeito perturbou os sacerdotes do bom gosto que, irritados com imitações baratas, deram o nome à coisa. Para eles, kitsch é a estética do mau gosto: “coisa de pobre” ou, o que é pior, de “novo-rico”.

Mas o kitsch tem uma vasta clientela, como teria o onirokit caso pudesse ser vendido em quiosques de shopping center. O kitsch vem a ser a reconciliação das contradições do capitalismo que com ele tanto goza quanto se ressente. Como estética do resto, o kitsch está entre o trash e o luxo naquele momento em que o luxo não passa de desejo de causar efeito, mesmo que seja o efeito zero das lojas chiques. Onirokitsch foi o termo cunhado por Walter Benjamin para falar deste “caminho direto à banalidade” que prenunciava o conceito de indústria cultural de Adorno e Horkheimer. Benjamin falou de um sonho “adornado baratamente de frases feitas”. Hoje podemos pensar na televisão e nos shopping centers, enquanto ele pensava no cinema e nas Passagens  de Paris. Substitutiva do sonho, a televisão é a principal máquina de produção do onirokitsch. Funcionando como caixinha organizada, não seria exagero chamá-la de onirokit. Mas já não carregamos esse kit, é o kit que nos carrega quando seu nome é sociedade do espetáculo. O espetáculo é o vício visual. A nova fissura.

A sociedade viciada em percepções quer emoções fortes. Quer sentir demais. E paga por elas não apenas correndo ao show de rock, ao cinema, ou pagando a TV a cabo, mas também indo à igreja que vende a fé como grande emoção. Mas há também uma mercadoria mais simples que garante a sensação. É o ornamento barato. O vício contemporâneo em decoração, na moda, no mundo fashion em geral, serve para acobertar a angústia com o espaço aberto do sensível, o deserto do real onde teríamos de colocar o sonho verdadeiro ao qual podemos ainda chamar de imaginação. Drogas ilegais não podem obviamente ser comercializadas, o mundo do capitalismo vende apenas o efeito da droga nas “sobras” que são as mercadorias culturais industrializadas. Se o onirokit não pode não ser legalizado, o onirokitsch acha rápido seu lugar. A violência da decoração de Natal dos shoppings e das grandes cidades é, por fim, o triunfo da alucinação no tempo da miséria da imaginação. O deserto do real é a esfera que a arte acaba por salvar em  cada uma de suas ações mesmo quando a realidade não passa mais da terra de ninguém onde a fantasmagoria, as sombras da imaginação colonizada e assassinada, vem reclamar seu lugar.   

Resumo de comentários postados no artigo:

Werner: Interessante texto enquanto invólucro atualizando Benjamin. Curioso como esta atualização é justamente o que ele critica como expressão moderna da excitação artificial dos sentidos, ou seja, a roupagem nova, estética também textual, estilização de um assunto mais do que conhecido. Nesta idade mídia, a tecnologia mecânica já cumpriu seu papel de nos ‘livrar’ da escravização braçal enquanto a tecnologia digital, num primeiro nível, nos torporiza os sentidos. Pena não haver aqui aprofundamento nas razões por detrás da idade mídia, que vai além da indústria. Nos vendem a droga barata e legal mas os resultados são o total controle orweliano corporativista. Talvez a única obra de arte possível ainda seja o auto descobrimento, encarar o espelho e, através do provável choque, estimular o próximo a fazer o mesmo. Qualquer inovação só pode agora ocorrer intimamente, de dentro pra fora.

Rhuan Alencar |11/01/2011 Lendo essa incisiva coluna percebo , inevitavelmente, as redes socio-virtuais que tanto nos envolvem hoje, como mecanismos que alimentam o “ornamento barato”.Vejo a criação de um perfil virtual(na maioria dos casos) como fuga do “deserto do real” através de sua ornamentação.Isso alimentaria a estética kitsch, portanto bloqueando o íntimo contato do indivíduo com sua autêntica imaginação.O kitsch, com seu efeito viciante, comodista, pseudo-onírico, permanece como mediador das contradições do capitalismo, e por isso aceitável como ordem inabalável por grande parte da população.”É mais fácil seguir um caminho pré-existente.Criar, eis o grande desafio”.

José Expedito dos Santos |01/02/2011  “Qualquer inovação só pode agora ocorrer intimamente, de dentro pra fora.” Uma gentileza verdadeira, afinal, prova que esperança não é tão somente um paliativo da “idade mídia”.

Só havia um ponto fraco no inimigo invencível e íntimo: o seu calcanhar. No contexto, a hiperexposição é o ápice do espetáculo, e todo espetáculo se sustenta, mas se esconde, em sua intimidade, portanto – sem confundir o autor com sua obra – basta expô-lo massivamente também, em outras palavras, desmascará-lo; por filosofia, ou qualquer meio, porque a intencionalidade define as percepções…