Archive for fevereiro, 2011

Cientistas tem nova Poderosa Ferramenta para Pesquisas

segunda-feira, fevereiro 28th, 2011

Seja quando se quer entender um objeto natural, sua causa, seus mecanismos, porque o fenômeno está causando algum problema, ou porque se deseja uma melhoria tecnológica, existe uma única e simples fórmula natural. não tem como evitar isto; existe um molde, uma fôrma geral em que tudo o que a Natureza produziu, se encaixa. A Natureza tem aplicado esta fórmula para conduzir a matéria informe e caótica a ser ordenada e organizada em corpos, objetos, sistemas, desde as partículas elementares aos sistemas atômicos, astronômicos, celulares, até os corpos-sistemas dos seres vivos e, inclusive, a está aplicando agora para sedimentar a estrutura física da “network” de sinapses que se constitue a mente humana. Conhecer esta fórmula é dar um salto gigantesco na evolução da inteligência para o domínio e manipulação da totalidade da Natureza no seu aspecto físico material.

Como surgiu cada uma das organelas e as exatas para constituir um sistema celular? Como elas se interconectaram num sistema que funciona? Como os átomos da primordial nebulosa de átomos de hidrogênio a 13 bilhões de anos atrás foram conduzidos a formarem os diferentes tipos de astros e conecta-los num sistema que viria a produzir átomos mais complexos que foram conduzidos a formarem moléculas, sistemas biológicos e daí a chegarem à extraordinária engenharia do  código genético? Como alguns destes sistemas se tornam problemas disfuncionais?… Prejudicando nossa qualidade de vida? E porque alguns de seus objetos ou peças apresentam disfunções tais como as doenças, catástrofes climáticas, criminosos na sociedade, ou mesmo um jovem psicopata dentro de um sistema familiar normal?

. A porção da matéria mais evoluída hoje chegou ao incrivel estado de criar o código genético porque este é um comando de instruções na forma de um simples diagrama do tipo software embutido no meio da matéria, a qual no seu aspecto de energia move-a levando-a a formar um circuito operacional que fixa-se estruturalmente modelando a massa como seus pontos de apoio e retro-alimentação. Evidências? Já reuní centenas delas e a que melhor explica êste fenômeno: a partir do momento que nasce um novo bebê temos certeza que aquêle corpo material se conduzirá com a tendência inexorável de se transformar na forma de uma criança, a qual será o porto estrutural de onde surgirá a forma de um jovem, e nada no mundo poderá impedir a tendência daquele corpo a seguir um caminho pré-determinado, um processo universal, que resulta no destino de ser a forma e funcionalide denominada de “adulto”, e ainda, nada poderá impedir que aqui entre em cena a forma energética da entropia para desfazer tal corpo. Porque é que a porção de matéria limitada nos contornos dêste corpo físico apresenta esta tendência? A qual quando completada e traduzida em nosso entendimento denominamos de “ciclo”ou mais exatamente nêste caso, de “ciclo vital”?  Porque a matéria se apresenta nos seus dois aspectos de massa e energia sendo a forma de energia constituída quando a matéria se move como uma onda e a forma de massa quando a matéria se estabiliza como uma partícula. Ora, lidamos mais com a matéria em movimento porque enquanto seres humanos somos agentes dinamicos em movimento e precisamos estabelecer uma sincronidade com os movimentos do mundo externo aos nossos corpos. Mas todos os movimentos do mundo tem como origem as sete formas que esta energia apresenta num ciclo de sua existência, passando pelas formas de raio gama, raio X, etc, onde adquire as diferentes cores como o infra-vermelho, o ultra-violeta, etc. Ao mudar sua forma de onda, desde as maiores frequências e períodos do seu nascimento, em novas formas de cada vez menores frequências e períodos, a energia lança as bases do ciclo vital que produz desde as diferentes formas de astros no espaço sideral, as diferentes formas das bases nitrogenadas nos nucleotídeos, as bases que mais tarde produziriam as diferentes formas de um mesmo e unico corpo humano, e com isso movimenta o Universo. Mas existe uma maneira de representar graficamente numa fórmula sintetizada êsse completo circuito sistêmico de um ciclo, e nisto consite a fórmula fundamental, e ela mesmo é a essência a qual demos o nome de “Natureza” e todos os conceitos que dessa essência são derivados.  

Assim aconteceu com qualquer nova formação de um fluxo de energia que nasceu de uma situação inicial altamente caótica e vibrante na forma da alta frequência dos raios gama,  como as origens da vida na superficie terrestre acionada pela radiação solar, e como as origens do Universo acionada pelas radiações do Big Bang. Mas que já se pode determinar de ante-mão que essa radiação, esse fluxo de energia  irá se tornar infra-vermelho, ultravioleta, até se desfazer no vácuo, apresentando o mesmo ciclo de vida de um bebê humano. As diferentes formas de frequência e período de onda que vemos num gráfico de um fluxo de energia são as bases estruturais que retro-alimentam as formas das frequencias seguintes e se houver massa no caminho dêste fluxo ela será modelada nas mesmas funções que correspondem às funções que um corpo humano apresenta enquanto bebê, criança, adulto, e continuará a partir daqui a construir sistemas mais complexos, como quando reunimos as diferentes formas de um unico corpo humano para produzir os sistemas familiar e social. Compreender que as manifestações das diferentes intensidades, côres, temperaturas, formas, de qualquer objeto não-morto são diferentes fases de um ciclo vital é fundamental para se entender a matéria, a Natureza e a totalidade de tudo que existe no Universo físico. E esta compreensão é automática, inevitável quando se tem na memória um simples desenho retratando o circuito do movimento da matéria num simples sistema. A esta simples fórmula, pela sua importância e supremo significado, vamos aqui denominar de “Matriz/DNA Universal”. E a seguir apontamos a figura da fórmula

Forma da Matriz/DNA como Sistema Fechado Perfeito

Forma da Matriz/DNA como Sistema fechado Perfeito

Com esta simples fórmula podemos chegar a um planeta onde a evolução seja igual ou mais complexa que na Terra e em pouco tempo teremos identificado todos os objetos, mecanismos e processos da matéria de maneira que teremos na mente o quadro geral de suas origens, história, efeitos finais, e conhecendo tudo isso, teremos pleno contrôle de tôda situação. Então está em tempo de conhecê-la e aplica-la para sanar as disfunções nos diversos sub-sistemas da biosfera terrestre, inclusive nas disfunções do sistema-corpo humano, melhorando a qualidade da vida humana.

A História da Evolução de qualquer sistema natural é regida por sete fôrças naturais que atuam como se fôssem obreiros universais, como artistas compondo um quadro vivo, onde cada qual constrói uma ferramenta, um corpo material no qual se aloja, se encarna, por assim dizer, para desempenhar sua função. Por isso se pode identificar qualquer objeto, pois cada artista tem seu estilo próprio e inconfundível, o qual se revela na forma do objeto. Por exemplo, a Função 5 é a responsável por replicar ou reciclar um novo sistema por várias gerações e ela faz isso aplicando um mecanismo unico específico dela. A matéria do ambiente será modelada por ela na melhor forma que êsse mecanismo funcione, portanto existe uma forma padrão. Assim ela construiu os cometas no sistema astronomico, o RNAm nos sistemas celulares, a base uracila no sistema nucleotideo, a partícula píon no nucleo atômico, o espermatozóide no sistema reprodutor sexual, e todos estes objetos são identificados pelo seu tipo de locomoção e pela forma sempre mais ou menos parecida. Os 13,7 bilhões de anos dêste Universo é a História de um unico sistema natural que começou a ser formado no Big Bang, êste sistema têve as formas de átomo, estrelar, galactico, celular e agora de corpo humano mas são formas derivadas das transformações de um unico corpo sob um ciclo vital, e hoje nosso corpo repete estas formas como célula inicial, mórula, blastula, feto, etc. No meio da matéria funcionou a Matriz assim como no meio da placenta e liquido amniótico funciona o DNA, aliás, o DNA é apenas a forma evolutiva biológica desse código universal denominado Matriz. Observe na figura que o circuito forma objetos que ocupam os quadrados e êstes estão conectados por setas: as setas representam o tempo que é invisivel na forma de onda e os diagramas representam estas ondas quando se condensam em partículas, objetos e assim dão consist6encia ao que denominaos de espaço. A fórmula dêsse mótuo perpétuo não existe na realidade assim como a fórmula do mercado perfeito não existe na realidade e pelo mesmo motivo que não tem como materializar todas as formas e tôda a história de 70 anos de um corpo humano num unico momento. Enfim, à medida que vamos observando e nos aprofundando nos segrêdos da fórmula percebemos que a coisa vai se tornando cada vez mais complexa e principalmente seu entendimento exigirá que façamos um trabalho que há muito a comunidade cientifica deveria ter feito: uma teoria geral sôbre sistemas naturais. É preciso reiniciar de onde a atitude pioneira de Bertallanfy criando a Teoria Geral dos Sistemas se desviou do estudo da Natureza devido a cibernética e a Matemática ter se apoderado desta disciplina. A fórmula acima é a primeira e unica existente representando um sistema real fechado de onde se pode extrair tôdas as leis naturais, mecanismos e processos relacionados à matéria constituindo um sistema e isto vai trazer algumas mudanças em tôdos os modêlos teóricos atuais, sejam os modêlos de atômicos, cosmológicos, assim como os axiomas da teoria termo-dinâmica, até à teoria da evolução na forma que está de “a grande síntese”.         

É inacreditavel como uma fórmula de aparência tão simples é o instrumento de maior poder no Universo, mas é preciso entender que tinha de ser assim pois ela vem desde o passado simples, ela têve que descer e atuar a partir da extrema simplicidade nas origens do Universo e depois da vida. Uma forma tão complexa como seria a nossa exigência no nosso atual estágio evoluído da Física e da Matemáticanada teria conseguido numa simples sôpa primordial com tão poucos e simples elementos. A simplicidade da fórmula é apenas aparente e nos conduz a não ver e mesmo não acreditar no seu significado e complexidade nela embutida, mas tudo se explica pelo fato de que a simplicidade que desponta à primeira vista foi o estado evolucionario da forma necessário para atuar na extrema simplicidade e singularidade das fases primordiais do Universo. Acontece que a aparência de simplicidade vai se desfazendo à medida que se observa os elementos que estão ocultos à primeira vista, quando então a observação mais detalhada vai revelando complexidades tão excepcionais que excedem nossas mais modernas engenharias tecnológicas, a qual foi capaz de produzir seres vivos, mensagens em códigos, e agora, algo tão complexo como a auto-consciência. Está tudo embutido nas entrelinhas do circuito descrito nêste simples quadro!

Esta fórmula foi obtida após longa e meticulosa observação da biosfera, atmosfera e extratosfera da Natureza ainda bruta e intocada da selva amazônica, onde cada elemento foi isolado e identificado em suas exteriores conexões com o mundo externo para assim se identificar o sistema a que pertencem e que o produzem, investigação esta que acabou por apresentar um padrão constante, geral, repititivo e obrigatório, o qual pôde ser resumido no simples diagrama acima. Estás vendo no quadro como funcionam e porque existem objetos materiais formados de um estado inicial caótico na Função 1? Porque a matéria é movida apresentando processos? Mecanismos? Como um unico corpo conduzido pela mesma força que se conduz um raio energético em suas variações de ondas, se transforma em diferentes formas, funcões, compondo um ciclo vital e por fim, ao ter conectado as duas pontas desse circuíto surge um sistema natural? Estás vendo aí a base e constituição material de qualquer unidade de informação ativa que se torna uma  fôrça atuante na Natureza? Como um molde produz um sistema reprodutor sexualizado, um metabolismo digestivo, uma corrente sanguinea, um ciclo de oxigênio na atmosfera, um buraco negro no espaço sideral, um limite à atração gravitacional, um principio de entropia, uma fatalidade como a morte de um sistema ou a sua reciclagem replicativa de um sistema fechado em si mesmo?  Como o RNA primordial do “RNA-World” é a cópia exata da meia-face à esquerda e como o aavanço inexorável do circuíto iria conduzir o RNA a construir sua meia-face à direita e assim constituir o DNA? Ou qual o segr6edo que está embutido nos cromossomas sexuais de maneira que terminaram por produzir dois corpos auto-complementares? Basta uma simples descrição do circuito e todo entendimento será obtido em questões de minutos. Mais tempo levará o nosso torpor, o nosso assombramento, o nosso maravilhamento pela revelação dêste novo aspecto da natureza nunca percebido antes, como aconteceu comigo quando na selva a transposição de seus fenômenos e movimentos para uma simples fôlha de papel começou a revelar esta coisa fantástica.

Porque existe e porque a fórmula hoje se encontra nesta configuração? Para tentar construir uma sociedade humana melhor através de um sistema economico funcional os economistas projetam a fórmula de um mercado utópico funcionando sob o que se entende por concorrência perfeita. Observando todos os indevidos efeitos da caoticidade ambiental e da competição impulsiva dos agentes econômicos, os economistas tentam encontrar mecanismos que aproximem a imperfeição atual à sua fórmula perfeita. Assim também tem agido a Natureza desde antes do Big Bang. Existe o projeto do Universo como paraíso perfeito para os dois estados da matéria, a amassa e a energia, e por isso êstes aspectos de massa e energia têm uma tendência, a qual é a responsavel pelos movimentos da matéria, e essa tendencia tem por meta final a modelação da matéria segundo esta fórmula de perfeito sistema fechado em si mesmo. A fórmula acima é o esquema utópico do que seria um perfeito moto perpétuo. A cada novo salto da Evolução o estado do mundo tem mais se aproximado desta fórmula, de maneira que a ultima forma obtida é o sistema astronômico mec6anico-Nwetoniano que serve de infra-estrutura, de plataforma, para lançar as bases dos sistemas vivos biológicos. O sistema solar foi a forma mais próxima da matéria de um perfeito moto perpétuo, assim como talvez o sistema economico dos países escandinavos sejam hoje a forma mais perto da fórmula de mercado perfeito dos economistas. Tendo esta fórmula natural podemos imediatamente identificar e separar do seu mundo externo um objeto ou um evento que se apresenta perante nós e que seja percebido por nosso complexo sensorial, pelas sua manifestações e efeitos ao seu derredor podemos identificar sua função como parte do sistema que o produziu e assim sua influência no contexto geral, apenas localizando o seu ponto no circuito processual desta fórmula. Se quisermos elimina-lo, ou mudar seu estado e efeitos, seja porque está causando alguma indevida disfuncionalidade, ou seja porque queremos um util produto tecnológico, basta remodelá-lo e reintroduzi-lo no circuito de seu sistema, e daqui, no contexto geral. Por exemplo, a substancia denominada colesterol, é útil e inevitavelmente necessária à funcionalidade do sistema-organismo humano. Mas por algum motivo desconhecido a mesma substância benéfica pode se tornar disfuncional e perturbar todo o sistema. Esta substancia apresenta um circuito que é um ciclo de existência, no qual ela vai se transformando em moléculas mais complexas e se misturando com outras substâncias. Quando representamos no papel (agora, na tela do computador), o ciclo que ela está perfazendo e tem sua traçada sua história, desde o local onde se origina seus primeiros elementos, acompanhando passo a passo seus proximos caminhos e vendo suas transformações em moléculas cada vez mais complexas e registrando, desenhando esse caminho na forma de um diagrama, obtemos um desenho final “quase” idêntico á fórmula da Matriz/DNA Universal na sua forma de sistema fechado perfeito. Ora, basta comparar o desenho de sistema perfeito com o desenho do sistema perturbado e disfuncional para se deduzir a causa, o efeito, e a solução para remodelar a substancia no estágio que ela se desvia do circuito perfeito. E assim é com tudo o mais, desde o aparecimento do buraco na camada de ozônio a uma interferencia na emissão de sinais de um satélite.

A fórmula foi detectada numa situação de extrema precariedade de recursos e no contexto desumano da caoticidade selvagem. Ali naquelas precárias e pressionantes condições ela foi representada graficamente com os unicos recursos primitivos disponiveis. A primeira tentativa de transcrição do quadro geral natural numa simples fôlha de papel resultou no seguinte quadro:

Fórmula da Matriz/DNA nas Origens dos Sistemas Naturais

Fórmula da Matriz/DNA nas Origens dos Sistemas Naturais

Esta diferente maneira de se representar a mesma fórmula da Matriz/DNA indica como ela está embutida na produção e evolução de dois sistemas naturais – um astronomico e um celular biológico  –  e por extensão como está enbutida na forma do movimento da energia, mas não como ela se apresenta se desenvolvendo num grafico de ondas e sim no modêlo simples de alimentação elétrica doméstica. Mas poderíamos tambem ter identificado cada uma das sete peças acima constituindo as partes de uma unidade fundamental de informação do DNA, um par de bases de nucleotideos. Assim desta forma precária e precipitada sem os recursos existentes na longínqua moderna civilização, o quadro todo parece ininteligivel, mas o leitor deve entender que rapidamente no nosso primeiro retorno estaremos elaborando quadros mais eficientes.  

As precariedades de condições atuais me limitam inclusive na capacidade de eficiencia da informação transmitida neste artigo pois o texto já se faz longo demasiado no contexto em que será publicado, e tenho de interrompê-lo aqui. Portanto esta introdução terá continuidade sendo dirigida pela comunidade de leitores e suas primeiras questões. Quais as primeiras questões que este texto e figuras despertam em sua mente? Alguma informação adiantada e temporária pode ser encontrada no website em atual construção relativo à “A Matriz Universal dos Sistemas Naturais e Ciclos Vitais”, onde existe espaço para se registrar suas questões  e o qual tem o carater de não-comercializável, não-lucrativo, apenas no interêsse da evolução do nosso  conhecimento. Atenciosamente… Louis Morelli. 

 

A HISTÓRIA DE LÚCIFER

sábado, fevereiro 26th, 2011

Por acaso me deparei com êste artigo e não conseguí larga-lo enquanto não lí tudo. É impressionante. Eu não sei o que pensar, não tenho opinião a respeito, pois nunca tive nenhuma experiência com outra coisa que não seja a matéria, aqui e agora. Cada qual tira a sua conclusão, ou conclusão nenhuma. O que me deixa intrigado é que, se isto for tudo mera produçào de uma mente humana, como é que nossa mente consegue produzir tal coisa?! De onde uma mente tiraria tantos detalhes compondo uma fábula?! Ou pode ser verdade tudo isso? Não sei o que dizer.

O autor dêste texto (o qual sugere que é um ser de estâncias superiores) está sugerindo uma versão que amenizaria a sêde humana por justiça contra o demonio. Temos, ao menos eu tenho, a opinião de que, se o mal não existia e alguém o criou, quando me lembro de tantas torturas e horrores pelos quais passaram tantos seres humanos, e mesmo eu, que tive a vida aqui perdida devido ás imperfeições do mundo, êste alguém que criou o mal deveria ser linchado em praça publica. Impossível perdoar. Basta lembrar que nêste momento existem bilhões de crianças sofrendo devido carências de recursos ou desmandos de adultos… o mal que é o produtor dêste “bad design”, e o produtor do mal, não podem de forma alguma serem perdoados. reinvidico como Bush disse sôbre Bin Laden quando derrubaram as torres: “Bring on them to Justice!”

O autor sugere que criaram o mal sem saber que o faziam. E que Deus seria uma espécie de playboy que está lá em alguma praia do Havaí curtindo a vida achando que sua criação é perfeita, que está tudo totalmente sob contrôle, que tôdas as almas estão predeterminadas a serem boas e felizes. Que êle, quando ficou sabendo do que estava acontecendo aqui (porque o Senhor de outro Universo lhe telefonou fazendo fofocas de Lucifer e contando tudo), desceu surprêso e resolveu aprender na própria carne como é essa novidade do “mal” que êle achava que jamais poderia ser produzido dentro de seu programa. Se isto for verdade, você sendo humano e vendo a carnifina que tem acontecido aqui, perdoaria um pai cometendo tal vacilação? Como um pai não saberia que na porta das escolas existem traficantes e outros bandidos tentando sediciar seus filhos inocentes? E não se manteria vigilante? Essa história não está bem contada – na minha reles opinião de mortal humano.

O autor assim tenta justificar Satã, Lúcifer, o inferno, e vampiros que existiriam por aí sugando nossas energias. Ora, para o inferno! Se eu sou Lucifer, uma entidade mais poderosa do Universo, co-criador dos seres vivos aqui, não haveria como não ter sabido a bilhões de anos atrás que na Terra existem pr6esas, vitimas sendo torturadas, devoradas por predadores, ainda no reino das bactérias, dos insetos. Eu teria tomado providências imediatamente, que rolem cabeças dentre meus chefes e sub-chefes que estào fazendo isso e de qualquer forma que isto seja terminado imediatamente! Não, eles ficaram assistindo a tudo, até deixaram a coisa chegar na espécie humana que com suas emoções e consciência sofrem dobrado,… Isto não tem justificativa perante um tribunal da justiça, certo? 

E Deus teria vindo aqui, sido crucificado, sentindo o p6eso do mal na própria pele, a 2.000 anos atrás e … apesar de ser o ser super-poderoso, não varreu o mal para alem do nada! Ora, tenha a santa paciência, como posso acreditar nisso? Quantas bilhões de almas foram torturadas sem precisão nestes dois mil anos?

Bem… na minha busca pessoal pela explicação da existência cheguei à fórmula da Matriz/DNA que satisfez minha exigência racional. Mas se a Matriz/DNA explicou tudo a nível material, desde o presente até momentos antes do Big Bang, de lá não consigo passar. Baseado na História daqui posso projetar uma opinião sôbre o que há alem do ultimo limite d6este universo: mais Natureza. A fonte geradora deste universo deve ser algo tão natural como nós, portanto, sujeita a êrros, a cair em tentações, e os filhos pagam o pato. O que me consola é que, sendo natural e auto-consciente, a fonte criadora tem que ter a nossa psicologia, os nossos sentimentos e emoções, a nossa ética. Se estamos em desgraça como filhos seria porque os pais não são mágicos, e tambem sofrem pelo nosso sofrimento, ou mesmo, não sabem da nossa situação. A êste Deus eu perdoaria, mas a um onipotente, jamais.

A não ser que… a Matriz/DNA está sugerindo através de seus modêlos materiais que as estruturas materiais que foram nossos antepassados, como os átomos e as galaxias cometeram um êrro fatal, e por má intenção. O sistema fechado em si mesmo quase descrito pela mecânica Newtoniana em que se tornaram nossos antepassados é tão errado como os humanos que hoje tudo fazem sem escrupulos e egoísticamente para terem uma mansão dentro de uma vila onde até as torneiras sejam de ouro, e se obtida esta, fechariam os portões cortando relações com o resto do mundo para assim viverem seu paraíso pela eternidade. Com isso estariam fechando as portas à sua própria evolução enquanto são ainda formas primitivas. Imaginem as vacas  em bom pasto de relva saborosa, sombra e água corrente frêsca, cada qual tendo seu boi e bezerros, estancando a evolução para sempre… nós humanos sabemos que o que é paraíso para vacas para nós seria insuportável. Então a minha lógica racional, materialista, acabou por indicar que surgimos num ambiente caótico pela açào da entropia que foi acionada devido a um êrro nosso mesmo, na pele de nossos ancestrais. Se isso realmente aconteceu, significaria que Lucifer e os outros que fizeram o terrível experimento de onde brotou a novidade do mal, foram nossos antepassados, ou melhor, nós o fizemos. teríamos assim o dom do livre-arbitrio e Deus respeitaria nossa vontade. Mas mesmo assim. Se meu filho abandonar minha casa, ou até mesmo sair atirando-me a terra na cara, e depois eu vê-lo definhando numa cama com cancer ou Aids, ou sendo devorado por um leão, nada no mundo me impediria de imediatamente salva-lo. 

Portanto, para o autor do texto abaixo, fica nosso aviso para Lucifer e nosso requisito para que essa história seja melhor explicada, se querem que acreditemos nela e afrouxemos as garras da Justiça. Pois nós humanos temos essa ética: podemos perdoar os êrros e desatinos de nossos pais, mesmo que nos tenham custado a Vida; podemos perdoar os êrros e mesmo espancamentos de nossos filhos. Podemos perdoar a tudo e a todos em quem vemos nossa igual condição natural. Mas a deuses mágicos e onipotentes, que tenham vacilado em nosso cuidado, e tenham nos custado tantas torturas, a estes não somos capazes de perdoar. A não ser que por trás desta história ainda existam coisas muito alem do que nossa pobre inteligência possa captar.

Tente ler o texto tôdo, acho que nunca mais o esquecerá. Será que isso tudo aconteceu mesmo? 

 http://www .luzdegaia.org/index.htm

Conferência por Rodrigo Romo.
Hotel Sheraton, Lisboa, 25 de Fevereiro de 2005
(Os comentários entre parênteses, são de Vitorino de Sousa, que fez a transcrição e a adaptação do que foi dito)
Boa noite. Obrigado pela presença.
Bom, o tema para hoje é um tanto ou quanto crítico e problemático, pois aborda aspectos religiosos pesados:
como é que Lúcifer penetra na estrutura religiosa terrestre há mais de 450 000 anos? Como é que, ao
longo da história da Humanidade, vários semideuses (extraterrestres de várias civilizações galácticas) – os chamados
“anjos caídos” – foram confundidos com Lúcifer que, por sua vez, foi confundido com Satã ou a seita de
Baal, dos Sumerianos?… A Ordem do Dragão Negro surgiu na região central de Órion, na estela Rigel. Esta
estrela representa o berço das raças reptilianas, os Dracos, formatados a partir de um propósito essencial:
sobrevivência biológica, mental, e emocional nas piores condições geológicas e ambientas de existência.
Vejamos desde o início:
O Co-criador do nosso universo local, Nebadon, é Micah (Sananda/Jesus). A Astronomia afirma que a nossa
galáxia (Via Láctea) está localizada no chamado quadrante das 21 galáxias, que é considerado uma zona de
livre arbítrio pelo Comando Estelar. Neste quadrante existe uma proposta evolutiva multi-racial e multinacional
(há outras) onde todos os Filhos viventes têm o direito de aprender a ser co-criadores com Deus. Neste sentido,
as Mónadas Superiores de Escala Maior, que dão origem ao nosso Eu Superior, manifestam-se através de um
processo de encarnação, por via da alma. Daí surge a fragmentação de almas e o primeiro arquétipo da “alma
gémea”… que passamos a vida a procurar e nunca encontramos.1 Então, neste quadrante das 21 galáxias –
regido por Sananda/Jesus – todos os seres cósmicos das Hierarquias dos Arcanjos, Serafins, Querubins, Elohins,
etc., manifestaram o propósito de criar, não um, mas vários protótipos existenciais. O nome de Sananda começou
a tornar-se conhecido, substituindo a energia de Jesus, porque sempre que as pessoas se lembravam de
Jesus Cristo, lembravam-se de Jesus crucificado. Por isso, foi necessário mudar esse conceito para uma visão
de uma entidade alegre e carinhosa. Mas é o mesmo ser.
Segundo os escritos de recebidos por canalização, Nebadon tem cerca de 200 biliões de anos. Mas, como tal
é possível se a Astrofísica afirma que o nosso Universo tem somente cerca de 15 a 22 biliões de anos? Esse
valor está correcto mas diz respeito à manifestação física, palpável, que os cientistas registam através de técnicas
desse próprio plano físico, mas que não conseguem captar os outros cerca 90% da matéria do Universo.
Qual é o maior enigma actual da Astrofísica? É que os mais de 100 biliões de galáxias já detectadas pelo telescópio
espacial Houble representam apenas de 8 a 12% da massa total do Universo. Onde está o resto? Trata-se
de uma energia invisível, que está além do plano físico. É aqui que surge a Teoria Quântica das realidades paralelas.
Desta forma, passa a ser compreensível a informação, recebida por canalização, de que o nosso Universo
tem cerca de 200 biliões de anos, porque estamos a lidar com uma idade não relacionada com a fisicalidade
que nós percepcionamos, mas sim com os outros planos paralelos transdimensionais… que é, precisamente,
onde actua Shtareer, que me foi fornecendo essas datas.
Mas, afinal, como chegamos a Lúcifer?
Quando essas 21 galáxias foram estruturadas, cada uma delas recebeu uma Hierarquia Administrativa que
faria a gerência e a produtividade, ao nível da qualificação e da quantidade das almas a serem distribuídas pelo
Processo Evolutivo. Os famosos Arcanjos foram distribuídos para fazerem a vistoria geral de cada galáxia, trabalhando
com pequenas constelações onde iria ser colocado o Projecto de Vida. A responsabilidade pela zona
chamada “Braço de Órion” ou “Constelação de Órion” foi atribuída a Lúcifer, o 37º Arcanjo “abaixo” de Deus
(Micah). Diz-se, inclusive, que é o Arcanjo mais célebre da Criação. A sua função era, pois, administrar e reger
os processos evolutivos de todas as raças pertencentes ao braço espiral de Órion, ao qual nós pertencemos.
Anágora é uma galáxia vizinha da nossa Via Láctea, situada a cerca de 3255 milhões de anos-luz, mas tem
uma regência diferente. Quando surgiu a frase cósmica “Crescei e multiplicai-vos”, ela foi aplicada a todas as
partes do Universo, sem excepção. Então, todos os Seres das Ordens Espirituais começaram a procriar. O Ser
que equivale a Jesus (Micah/Sananda) em Anágora chama-se Anhotak. É um ser da Ordem de Lanonadeck que
1 – Veja o texto de Shtareer “Complemento Divino” em www.velatropa.com, botão “Sirva-se”, ligação para ”Yasmin”.
habita a 15ª dimensão de consciência.2 Também ele, evidentemente, respeitou a instrução do Pai: “Crescei e
multiplicai-vos”, e começou a multiplicar-se naquela galáxia, que escolhera como o seu Centro de Procriação.
Mas descobriu uma coisa fantástica, extremamente interessante e muito profunda: ele podia “alimentar-se” das
emoções e das percepções dos seus Filhos. Anhotak tinha descoberto uma fonte inesgotável de “alimento”,
êxtase e autocrescimento. Portanto, esta era uma forma magnífica (e diferente!) de co-criar, crescer e evoluir.
E, no início, os seus filhos sempre acabavam por regressar a ele, com todo o conhecimento adquirido através
das experiências vividas ao longo do seu desenvolvimento, já que a frase real não é “Crescei e multiplicai-vos”,
mas “Crescei, multiplicai-vos e regressai a mim”. Mas o Arcanjo Anhotak passou a “esquecer-se” desta última
parte da frase e deixou de permitir que os seus Filhos voltassem para a Casa do Pai.
Esta é a grande diferença que separa Anhotak (galáxia Anágora) de Sananda (galáxia Via Láctea).
Porquê?… Micah foi bem claro quando deu este comando a todos os seus Arcanjos: “Crescei, multiplicai-vos
e regressai a mim para que, juntos, cheguemos ao Pai Maior. Por conseguinte, os Co-criadores que acatam a
Frequência Crística permitem que os seus Filhos cresçam, despertem a sua consciência, ascendam, se fundam à
Fonte do EU SOU e se somem na Consciência Crística/Mahatma/Búdica universal para que, juntos, façam a
transcendência cósmica para as Esferas Maiores.
Essa é a chave. Mas Anhotak descobriu que isso podia ficar para mais tarde! Então, começou a arrebanhar
raças e raças, limitando-as até à 7ª ou 8ª dimensão de consciência, impedindo-as de ascender. Com isto, criou
uma sociedade altamente racional, com baixa intuição para que as diversas raças não pudessem “chegar” à
espiritualidade, ficando assim presas na famosa Matriz de Controlo. Portanto, a Matriz de Controlo não é da
Terra, vem de fora, é cósmica e tem milhares de anos! Então, os Seres que estão ao serviço da proposta de
vida da Anhotak (não reintegração na Consciência Crística), acreditam e actuam com base naquilo que, para
eles, é real. Embora esses irmãozinhos actuem de uma forma que, para nós, é indevida, estão a
comportar-se de acordo com o que acreditam ser a verdade, e crendo que somos nós que estamos
errados. Quando nós conseguimos compreender essa forma evolutiva, torna-se mais fácil aceitar o comportamento
de um ser não Confederado (não filiado na Confederação Intergaláctica).
Então, aquela passagem bíblica em que o “diabo” tenta Jesus, não tem o objectivo de o tirar do caminho; é
uma tentativa de provar que a verdade do outro (Anhotak) é superior à de Jesus. É um confronto ideológico e
político intergaláctico! Portanto, a galáxia Anágora tornou-se o centro administrativo e jurídico existencial dessas
raças, em grande parte reptilianas e insectóides. Porquê?…
Quando um planeta qualquer passa pelo processo de adaptação geológica, quais são as primeiras formas de
vida que vão suportar as intempéries das alterações geológicas? Os insectos e depois os répteis! Por isso, essas
duas formas biológicas de vida foram escolhidas propositadamente para criarem os Impérios das super-raças e
das superpotências. Os reptilianos e os insectóides não têm sentimentos, pois isso não faz parte da sua
matriz genética original. Têm, contudo, um enorme poder intelectual, uma mentalidade racional 1000 vezes
superior a um Humano. O QI de um reptiliano de nível inferior anda pelos 600 ou 700. Não tem, por isso, comparação
com o nosso (que dificilmente chega aos 100!). Um reptiliano de nível superior chega a um QI de
2600! Mas eles não têm emoções. Então, qual é a grande dificuldade de um reptiliano?… Sentir! Eles são
regidos (geneticamente) por processos lógicos (equivalentes ao hemisfério esquerdo humano).
Notem: um reptiliano não é um assassino, não é um ser malvado; apenas é regido por um comportamento e
racionalização diferentes. Aí é que está o problema (do preconceito dos Humanos em relação aos “maus”). Os
valores éticos e morais de um reptiliano não são iguais aos nossos… e olha que nós não somos nenhum modelo
de ética e comportamento! Então, temos de ter cuidado, porque a nossa ética é muito questionável.
Certa vez, no Brasil, tive contacto com uma cidade intraterrena de Zetas e Grays. Quando me projectei para
conversar com eles e tentei questionar o seu comportamento, eles disseram: “Quem são vocês para questionarem
o nosso comportamento? Vocês matam por dinheiro. São capazes de matar a própria mãe por dinheiro;
por egocentrismo destroem o planeta que vos dá o alimento. Na nossa sociedade, nós não matamos; respeitamos
a vida. Para nós, vocês (Humanos) representam um vírus letal, que está a destruir o próprio planeta que
vos alimenta.” Se reflectirmos sobre o que eles disseram, verificamos ser verdade: a nossa sociedade está a
destruir a Mãe Terra. Matamo-nos por bens materiais, não respeitamos a vida de nada nem de ninguém. Por
isso, estamos nesta situação mundial, que continuará enquanto a nossa consciência não foi despertada e realinhada.
A posição deles é bem interessante, apesar de serem considerados “não confederados”. Mas é só porque
a sua ética é totalmente diferente do conceito crístico – o regresso à Luz.
Então, há mais ou menos 16.7 biliões de anos, na nossa Via Láctea, Lúcifer, juntamente com uma regência
de seres da Ordem Lanonadek, dá início ao projecto de plantar vida num universo “astral”, de 4D a 6D, que,
2 – A Ordem de Lanonadek é uma Ordem de Co-criadores Cósmicos extraterrestres com o poder de co-criar a nível genético.
São os antigos deuses de que falam todas as Escrituras, incluindo a Bíblia.
com o tempo e a instabilidade magnética da Via Láctea, viria a cristalizar-se nos níveis mais densos de 1D a 3D.
Isto, é claro, não aconteceu de um dia para o outro, demorou alguns milhões de anos.
As primeiras formas de vida a cristalizarem-se no nosso “Braço de Órion” – o nome correcto é “Constelação
de Satânia”, donde derivou o nome de Satã, que entra na história mais tarde – foram as formas marinhas, os
insectos e os répteis. A forma reptiliana, surgida em Órion com cerca de 713 espécies distintas, começa a cristalizar-
se fisicamente – como nós entendemos este conceito – há cerca de 14.3 biliões de anos. O centro desta
manifestação ocorre nas estrelas Shaula, Gareb, Spica e em Antares, que é a estrela mais brilhante da constelação
de Escorpião. Também temos outras formações na constelação de Draco, em Rigel – que foi o ponto mais
importante onde se formou o grande império de Órion. Basicamente, o formato reptiliano e insectóide existe em
quase toda a Via Láctea, por uma questão natural de sobrevivência.
O arquétipo adâmico – como nós entendemos o Adão humano – começou a chegar ao nosso quadrante da
Via Láctea, a nível telúrico, há cerca de 9.8 biliões de anos. A sua cristalização física (3D) só viria a ocorrer há
7.4 biliões de anos numa estrela da constelação de Lira. Esse sistema estelar, muito próximo da estrela Vega, a
26 anos-luz da Terra, foi escolhido para manifestar a primeira experiência genética mista, entre Humanos e
Reptilianos, para formar o famoso Draco, com cerca de 50% do padrão genético reptiliano e 50% do padrão
genético adâmico, Humano.
Até aqui, o plano (coordenado pelo Arcanjo Lúcifer) correu muito bem. Só que, no decorrer do processo,
Lúcifer, solicitou ajuda para a administração do seu trabalho co-criativo nos vários sistemas estelares (do seu
“Braço de Órion” ou “Constelação de Satânia”). Um dos candidatos a essa tarefa foi aquele que conhecemos
como Satã, um Lanonadek de segunda ordem da galáxia de Anágora, filho directo de Anhotak. Lúcifer conhecia
Anhotak e sabia que esse Arcanjo tinha uma proposta de vida distinta. Mas, como havia um propósito semelhante
para o grupo das 21 galáxias, achou que não havia inconveniente em chamar Satã.
Quem esteve contra esta “requisição”? O Arcanjo Gabriel. Ele foi o primeiro a perceber que aquilo iria dar
alguns “probleminhas”! Mas ninguém lhe deu atenção porque o Plano Maior previa que, no futuro, por maiores
que fossem os problemas, tudo acabaria por se resolver. Desta forma, cosmicamente, foi permitido que Satã
viesse (da galáxia de Anágora para a Via Láctea), co-criar ao serviço de Lúcifer. Mas… quem “assinaria” tudo
o que fosse feito?… Lúcifer!… Qualquer “borrada” feita abaixo dele, seria da sua responsabilidade!
Então, o que é que fez Satã?
Ele vinha de uma experiência de co-criação na qual inseria geneticamente, nas suas criações, entre 30 a
50% de negatividade. Desta forma, Anhotak, que se alimentava do campo energético emocional dos
seus filhos, criava as condições para que, em Anágora, eles fossem altamente competitivos, se entregassem
ao confronto, à competição e à sobrevivência. Lúcifer não valorizou esse “pequeno” aspecto e deu carta branca
a Satã… que começou a inserir, nos Filhos de Vega (os Dracos, a mistura entre Humanos e Reptilianos) uma
composição genética de competição e de confronto, na ordem de quase 60% de negatividade, dando origem a
uma sociedade altamente competitiva e guerreira.
Assim foi colocada a primeira semente de guerra no nosso sector da galáxia.
Todavia, não é em Vega, mas em Rigel que surge o Grande Império de Órion, através da Ordem Draconiana,
com um índice de negatividade mais baixo, mas também pela mão de Satã. Quando Lúcifer se apercebe do
que estava a acontecer, reconhece um aspecto interessante nessa proposta evolutiva: qualquer alma que
encarnasse naquelas raças, iria experimentar, ao máximo possível, o seu potencial de co-criação…
para o bem ou para o mal (o “célebre” livre arbítrio!). Naquela época, Lúcifer criara, por decreto, no quadrante
de Órion, a reencarnação obrigatória dentro das diversas raças, o que significava que a alma aprenderia
pelo sofrimento ou não, conforme as suas escolhas. Perfeito! Este processo cármico iria garantir a evolução
de todos (sem perder de vista a reintegração crística).
Acontece, porém, que, com o passar do tempo, Satã aliciou para junto de si muitos Seres ligados à Luz, que
começaram a gostar da história de criar uma condição evolutiva onde ninguém mais ascencionasse (não reintegração
crística), ficando presos até à 7D, doando o ectoplasma produzido no medo, na raiva, no confronto, no
sofrimento e na ilusão (onde muitos dos actuais Humanos ainda se encontram!). Então, em termos telúricos,
os famosos “vampiros” absorvem o ectoplasma gerado pelas nossas emoções negativas. Foi
em decorrência deste processo que começou a surgir um Império que era uma cópia fiel de Anágora, regida
pelo Arcanjo Anhotak.
Foi aí que a coisa saiu do controlo e que começou o grande problema de Lúcifer, pois fora condescendente e
conivente com uma situação que devia ter controlado. Mas ele apostara na ideia de que aquele projecto
permitiria uma via evolutiva muito mais refinada do que o padrão existente nas outras galáxias e
dos outros universos. O mais interessante é que esta situação era do conhecimento do Conselho (Superior)
Melchizedek e do Conselho Voronandek! Por conseguinte, quando as pessoas tentam “crucificar” Lúcifer, há
muito mais “gente” lá em cima que aceitou o desafio. Essa é a questão!
No nosso quadrante, começam então a formar-se raças com alto poder competitivo… como a nossa sociedade
terrestre ainda o demonstra. Assim, no decorrer dos processos evolutivos, surge a poderosa força astronáutica
desse Império, e começam os problemas. O que aconteceu com a colonização europeia nas Américas (e
noutras artes do mundo) é uma réplica do que aconteceu no cosmos: começaram os grandes confrontos estelares…
que foram descritos, por George Lucas, nos filmes da série Guerra das Estrelas. A Ordem de Jedi e a
Ordem dos Sith são, respectivamente, a Ordem dos Cavaleiros de Metraton – conhecidos como os Cavaleiros de
Maytreia – e os Cavaleiros da Ordem do Dragão Negro. Essas pessoas com poderes extrafísicos, que dominavam
o poder encarnacional, existiam e formavam esses impérios. Então, no decorrer de milhares e milhares de
anos, muitos impérios surgiram e decaíram, muitas guerras foram travadas, muitas destruições planetárias de
nível apocalíptico, ocorreram.
Entretanto, segundo o decreto de Lúcifer, as almas continuavam obrigadas a encarnar sistematicamente nas
diversas raças, para poderem evoluir.
Então, o Arcanjo Miguel, apoiado pelas Hierarquias das Fraternidades Cósmicas, começa a inserir o Projecto
Avatárico em cada uma dessas raças: Seres ascencionados da Hierarquia Superior, predispunham-se a encarnar
dentro de certas Raças com o objectivo de despertar a Consciência Crística. Lúcifer apoia o projecto de
Miguel e “convida” vários dos seus comandados para começarem a inserir, nessas raças, Avatares da Ordem
Lanonadek com o intuito de despertarem a consciência dos seres através da via da religião.
Lúcifer é uma entidade de nível vibracional de 16 a 18D, que nunca encarnou em nenhum planeta e sempre
orbitou como um Arcanjo. A questão é que cada planeta de Satânia, criado pela Ordem Reptiliana,
tinha um deus chamado Lúcifer ou Baal. É assim que o nome deste Arcanjo começa a surgir como cocriador
local, porque ele era a instância máxima do quadrante!
Um parêntese para dizer o seguinte:
1) A Hierarquia Arcangélica trabalha o aspecto espiritual da evolução.
2) A Hierarquia dos Elohins trabalha com a estabilidade atómico/molecular dos corpos, inclusive o físico.
3) A Ordem Lanonadek (Lúcifer) é a responsável pela fixação dos padrões de ADN, que cristalizarão a forma
de vida material. São os geneticistas, por assim dizer.
Então, como geneticista, o papel de Lúcifer era co-criar. Portanto, era ele que “assinava” a documentação
relacionada com esses projectos. É considerado o Deus Criador em muitos planetas do nosso quadrante, porque,
na consciência desses seres, Lúcifer era o autor dos seus moldes biológicos. Por isso, em muitas das nossas
religiões antigas – Atlântida, Lemúria, Suméria, etc. – se fala de Baal e Lúcifer. Para toda essa gente ele era
o co-criador racial, era a Regência Máxima.
Mas vejamos outros aspectos:
À medida que cada planeta foi evoluindo e envolvendo-se com a proposta energética de Lúcifer, a população
começou a criar um holograma dessa entidade na sua consciência e na do planeta. Da mesma forma que nós
temos um holograma de Jesus crucificado, de St. Germain e tantos outros seres que conhecemos ou de quem
“ouvimos falar” – criado pelas nossas formas-pensamento, que projectam uma energia (capaz de formar uma
“imagem” na consciência) – também os povos desses planetas criaram um holograma de Lúcifer de acordo
com a suas crenças. Isto originou um holograma multidimensional da consciência de Lúcifer, fragmentada na
cultura religiosa de cada um desses povos.
É aqui que começa o grande problema. Porquê?
Porque, muito tempo depois, a guerra (como consequência do alto índice de negatividade dos padrões
genéticos) chegou ao ponto culminante de destruir 7 ou 8 estrelas, com seus respectivos planetas e populações
– uma chacina absurda. É então que, pela primeira vez na história conhecida das nossas civilizações estelares, a
Confederação Intergaláctica intervém, através de Shtareer, de Miguel e outras Hierarquias Superiores, impedindo
o confronto físico e pondo finalmente ordem na situação.
Neste contexto, o que é que foi determinado?
Todos os seres que tinham violado a primeira lei “Não matarás”, a segunda lei “Ama o próximo como a ti
mesmo”, e a terceira lei “Respeita o livre arbítrio do próximo”, foram encerrados numa grande Barreira de Frequência
(véu) e chamados às suas responsabilidades reiniciando o seu ciclo de reencarnações em 37 planetas
de exílio (entre eles a Terra). Trata-se de um exílio temporário para, partindo de um novo ADN contendo a
herança hereditária de todos os grandes impérios (que se guerreavam entre si), acabar de vez com a
competitividade. É assim que o ADN dos Humanos terrestres possui uma carga hereditária das 22 Raças Cósmicas
que se odiavam entre si, por motivos religiosos, políticos, etc. Portanto, como a nossa alma, durante muitas
encarnações, encarnou na Raça Reptiliana – que não podia ver a Raça Humana – foi obrigada a encarnar também
como Humana. Ou seja, para acabar de vez com a percepção psicológica, vivida no passado, da competitividade
de uma Raça em relação a outra, a alma teve de encarnar aqui, guardando a herança hereditária
de todas as raças que achava serem suas inimigas.
Este foi o Grande Plano… que Lúcifer também apoiou.
A verdade é que, no princípio, não se sabia até que ponto uma alma, com o ADN manipulado negativamente,
poderia levar a sua maldade. Naquele momento da História Galáctica não se conhecia o limite da maldade.
Aliás, nem se sabia que a maldade era ilimitada. Por conseguinte, o problema existia porque Lúcifer apostou
num projecto sem estar precavido, sem estar devidamente apoiado, até juridicamente. Lúcifer não sabia o
que poderia acontecer. Era uma incógnita. Quando ele se dirigia ao Pai e lhe perguntava: “O que é que vai
acontecer?”… Micah não respondia! Não respondia porque nunca tinha estado aqui em baixo. Micah partia do
princípio que uma alma divina provinha de Deus. Por mais que descesse até aqui para brincar à “dualidade”,
sendo umas vezes boazinha e outras vezes mazinha, manter-se-ia num parâmetro de equilíbrio. Portanto, o
desequilíbrio criado artificialmente, por via genética, por Satã e seus Irmãos, jamais cabia na cabeça de Sananda.
Isso era algo impossível. Desta forma, Lúcifer nunca obtinha uma resposta do Comando Superior acerca do
que eles achavam do projecto. É essa falta de comunicação que Lúcifer expõe nos seus escritos.
O opositor do projecto foi Gabriel, pois, a longo prazo, apercebera-se de que a coisa não ir ser tão fácil
quanto se imaginava. Mas Lúcifer julgou que bastaria colocar uma Barreira de Frequência para limitar o processo.
Ninguém imaginava que a coisa chegasse onde chegou e que as nossas limitações genéticas criariam uma
“bomba atómica” emocional.
Imaginem todos nós, trancados aqui (nesta sala) a pão e água; não tardaria a atingirmos o desespero. Foi o
que aconteceu no cosmos!
É por isso que cada um de nós está a passar por esse processo, vivendo em sociedades altamente racionais
e evoluídas tecnologicamente (mas com baixo índice de espiritualidade). Desenvolvemos a percepção emocional
e racional, e aprendemos a respeitar aquilo que temos como certo. Portanto, tudo foi manipulado de uma forma
totalmente indevida pelas hostes intermediárias… cujos membros acabaram também por cair na dualidade
(tendo de passar a encarnar), por terem seguido projecto de Anhotak, totalmente desarmónico em relação ao
projecto original do Arcanjo Miguel.
Por conseguinte, havia uma segregação energética: as Hierarquias de Luz Crísticas orbitavam lá em cima e
as outras orbitavam aqui em baixo. Estas, porém, não eram más; não se tratava de seres malvados; apenas
tinham propostas diferentes. Cada Raça, do seu ponto de vista, achava-se na razão do que pregava.
Porém, muito frequentemente usavam a guerra como forma de comunicarem os seus valores.
Foi essa forma de agir que saiu do controlo.
Quando começou o exílio nos 37 planetas, quem é que pagou a conta?… Lúcifer, pois fora ele que assinara
o projecto!
Aqui na Terra, com a manipulação religiosa, consideramos Lúcifer como um grande Anjo Caído. Mas quem
era o seu colaborador directo?… Satã, que fora chamado para a Terra, que estava perto de Rigel (700 anos-luz
aproximadamente) onde tinham ocorrido os maiores confrontos bélicos. Aliás, Satã já tinha desenvolvido alguns
projectos, como Maldek3 e Niburú, que também não tinham dado um resultado muito harmónico. Então, devido
ao aprisionamento terrestre dos seres das 22 raças, as religiões por eles formadas são baseadas em Baal e em
Marduk, os nomes herméticos de Lúcifer.
É em face destas situações culturais e religiosas que começam a surgir os seres da Ordem Crística (como
Miguel postulara para acabar com a situação satânica). Sanat Kumara, por exemplo, vindo de Vénus há 18.6
milhões de anos, funda na Terra a famosa Fraternidade Azul de Vénus, que acabaria por se tornar na Fraternidade
Branca da Terra. Com a chegada dessa Entidade, a Terra inicia um processo de evolução através do Cristo,
confrontando a evolução pela dor e pela terminologia dos Filhos de Satã. Nasce assim uma nova etapa evolutiva
da Terra, onde começa surgir a imagem negativa de Lúcifer como um Anjo Caído. A Humanidade,
através de rituais de oferendas de magia negra, cria um arquétipo de um falso Lúcifer de 6D, porque
a maior parte dos seres espaciais, caídos ou renegados, eram de 5D e 6D. Surge então o holograma do
Lúcifer terrestre de 6D, porque na verdade, ele nunca esteve aqui (3D). Quem esteve aprisionado aqui foi
Satã. E nós confundimos os dois!
Desta forma, no plano astral e no Umbral, começa a surgir um holograma do “diabo”, formatado por nós
através da magia negra, ao qual, erradamente, demos o nome de Lúcifer e outros nomes, que se referem a
antigos Comandantes Estelares extraterrestres aprisionados na Terra para passarem pelo processo evolutivo
encarnacional, mesmo no Umbral, a fim de corrigirem o desvio infligido sobre a Humanidade através da manipulação
genética. Assim se formatam os Tronos do Umbral – a que a tradição religiosa chama “inferno”. Foi
3 – Planeta que orbitava entre Marte e Júpiter. Foi destruído numa guerra nuclear. Actualmente é o conhecido “Cinturão de
Asteróides” do nosso sistema Solar.
neste processo que separámos o Céu da Terra, à superfície ou no subsolo. Por isso, muitas pessoas se assustam
quando ouvem falar dos intraterrenos, porque acham que qualquer ser intraterreno é um ser negativo. Mas
isso não existe.4
Então, o que é que surge desta situação?
Há mais de 450.000 anos começam a formar-se Impérios Umbralinos, digamos assim. O Umbral da Terra e
dos outros 36 planetas, têm sete dimensões para baixo, cada uma delas subdividida em 7 frequências, o que
totaliza 49 níveis de Umbral ou 49 “infernos”, cada um deles com uma regência específica. Foi por estes diversos
níveis que estes seres negativados se subdividiram. Desta forma, os Tronos dos Potentados da Luz controlam
a nossa evolução e os Tronos Negativados do Umbral controlam a evolução umbralina. E nós estamos no
meio! Portanto, nós subimos ou descemos consoante as nossas escolhas e manifestações. Podemos assim
explicar as Religiões, o Ocultismo, o Espiritismo, tal como os Comandos Estelares e a verdadeira origem de
Lúcifer dentro de todo este contexto.
Como se disse, o Arcanjo Lúcifer nunca esteve na Terra, encarnado ou aprisionado; esteve supervisionando.
Num encontro que tivemos extrafisicamente, ele deu-me a entender que foi leviano, foi um Pai que não soube
colocar o Filho no seu verdadeiro lugar. Foi libertino ao passar a mão na cabeça do Filho (Satã) sem saber o
que esse Filho andava a congeminar. Portanto, a grande falha de Lúcifer foi ter sido totalmente conveniente
e não se ter preocupado detalhadamente com o processo. Essa foi a grande falha dele. Mas o
“diabo” – como lhe chamavam – já se retratou perante Sananda/Jesus e começou a trabalhar em prol no grande
Resgate Cósmico da Terra.5
Na verdade, o que é que aconteceu a nível do Grande Jogo Cósmico?
Quando ocorreu o clímax do Grande Confronto Cósmico e o Arcanjo Miguel interveio, com a sua frota, por
conta própria sem pedir ordem a ninguém, o Chefe (Micah/Sananda/Jesus) foi chamado, pois tinha acontecido
algo inédito: um Arcanjo tinha intervido no processo evolutivo da galáxia! É aí que o “Velho” resolve tirar os
óculos, largar a bengala e dizer: O que é que está a acontecer? (Risos). Foi naquele momento que Micah se
apercebeu da magnitude do que significava ter aberto um espaço chamado Universo de Livre Arbítrio.
Naquela época, Shtareer, que estava no seu Universo, chamado Shinkara, veio trazer a Micah o arquétipo
co-criacional de Shinkara, que também era um padrão de dualidade. Só que, para manter o projecto estruturado,
esse padrão de dualidade, sob o comando de Shtareer, fora controlado e permitira, no máximo, 15 a 22%
de negatividade e competitividade no ADN daqueles seres. Quando Shtareer soube que Satã e Lúcifer estavam
a trabalhar com taxas muito superiores, apercebeu-se que a coisa daria problemas. Veio então falar com Micah.
Na verdade, Micah nunca acreditou na maldade de ninguém. Ele não conseguia conceber que um Filho Cósmico
chegasse ao ponto de arquitectar uma destruição em massa. Do ponto de vista de um Ser Cósmico
daquela grandeza, tal coisa não tem nexo, não faz sentido, não pode existir. É como virem dizer a alguém que
o filho é assassino. “Não pode ser! Eu viu-o nascer! Como pode ser um assassino?”… Jesus, naquele plano, não
conseguia conceber que um Filho dele chegasse a tal ponto. Quando ocorre a Grande Intervenção de Miguel e
outros Seres, gera-se um grande problema porque Micah, não convencido da dualidade, disse: “Eu vou descer e
experimentar fisicamente cada um desses (37) mundos, para saber o que é essa dualidade de que vocês tanto
falam”. Aí, quem teve um ataque cardíaco – se assim se pode dizer – foi Gabriel e Metraton, porque, nunca na
História Cósmica, um co-criador desse gabarito tinha descido para um nível de 3D, usando um corpo biológico
humano! Não havia registos disso. Mas Micah disse que ia quebrar a regra porque, antes de criar qualquer sentença,
queria entender os seus Filhos. Então, foi criado um Projecto Avatárico em cada um desses mundos.
Foi assim que Sananda desceu em cada um dos 37 planetas; não só na Terra.
O factor inédito deste processo foi que os seres renegados, Anhotak, Satã e seus acólitos, jamais acreditavam
que o próprio Pai viesse ao nível físico. Naquela passagem bíblica em que Satã vai ao deserto tentar Jesus,
Satã não tinha ideia de quem era aquele ser. Ele supôs que era um Filho da Alta Hierarquia, mas nunca imaginou
que fosse o próprio Criador. Então, o encontro de Satã com Sananda, já com a Consciência Crística acoplada
(depois do baptismo), significou a quebra de todos os seus paradigmas.
Tal como nós, Jesus viveu na carne os grandes problemas da dualidade, dos quais reclamamos. Mas os
Seres Ascensionados têm dificuldade em entender os nossos problemas materiais, porque vibram em outra
oitava de energia. Era o que acontecia com Micah até Jesus os experimentar, ao vivo. Como também esteve
nos outros 36 planetas, conseguiu entender o que se passava.
4 – Veja no final deste texto o que diz Kryon sobre este mesmo assunto,
5 – Vejam-se, pelo menos, as suas canalizações no botão “Sirva-se” de www.velatropa.com, ligação para “Lúcifer”.
Foi aí que Micah criou o conceito da Operação Resgate: todas as almas passariam, a nível cósmico, pela
divisão do trigo do joio, sem excepção. A Operação Resgate não seria uma operação física de resgate, mas
sim uma libertação energética através da consciência de cada um. Nós vamos elevarmo-nos através da
consciência porque Jesus verificou que eram típicos os ciclos de decadência consciencial (como ocorrera na
Atlântida e na Lemúria). E porquê?… Porque, quando os Comandos Estelares evacuavam o planeta, voltavam a
colocar as pessoas aqui, uns tempos depois… sem terem aprendido nada. Por isso, o projecto foi alterado e
vamos ter de despertar a consciência a partir dos próprios processos internos. Por essa razão, na Convergência
Harmónica, foi declarado que a Terra não seria aniquilada numa 3ª Guerra Mundial ou num cataclismo, como
nós acreditávamos que iria acontecer. Por isso, as profecias chegam até 1985 ou 86 e depois não se concretizaram.
Se considerarmos as profecias de Edgar Cayce, a Califórnia era para ter afundado em 1985. Mas não ocorreu.
Depois passou para 87, e também não afundou… Voltaram a adiar para 2002, mas ainda está lá, porque o
Projecto da Terra foi mudado através da interferência divina do Pai, no caso Micah/Sananda/Jesus. Assim,
todos os arquétipos cósmicos dos Arcanjos, Elohins, Serafins, etc., começaram a actuar na reconstrução da
malha electromagnética da Terra para recuperar a nossa verdadeira consciência.
Foi aí que eu me deparei com o holograma de Lúcifer de 6D que, até há um ano e meio atrás, não sabia que
existia. Eu conheço o Lúcifer original, mas não o do holograma de 6D formatado por nós, pois sempre me projecto
acima de 8D. Então, apercebi-me que somos nós que criamos os hologramas, através dos rituais religiosos
das nossas fés, no plano astral e telúrico. Foi assim que criámos o diabo, que nunca existiu! Criámos um
holograma com chifres, rabo e um tridente na mão… mas esquecemo-nos de que o tridente é um ceptro de
poder representativo da Trindade – o Pai/Mãe, o Filho e o Espírito Santo – e não uma ferramenta do diabo. É o
símbolo de Neptuno, o Senhor dos Mares. Mas, para nós, simboliza o quê?… O garfinho para espetar no nosso
traseiro! (risos). Então, foi através das crenças religiosas que criámos diversas correlações de Lúcifer e tantas
outras divindades que, para nós, representam o demónio.
Na verdade, originalmente, esses demónios eram o quê?… Seres do espaço que não respeitavam as três leis
máximas. Isso, porém, não significa que sejam demónios; significa que têm uma consciência e uma
conduta ética questionável. O problema não são eles, somos nós que, com o nosso fanatismo, criámos
aquelas frequências intermediárias negativas. Então, quando, depois de desencarnar, nos manifestamos através
do processo mediúnico, começamos a lutar, a ofender, a exigir sangue, a pedir bebida, fumo, etc. Ou seja,
criamos um holograma e, quando desencarnamos, encorporamo-lo e ficamos presos a ele. Então, enquanto a
nossa consciência não despertar, estamos presos e, consequentemente, vibramos naquela energia. Assim,
quando nos manifestamos mediunicamente, demonstramos aquilo que acreditamos ser real.
Esse é o grande problema das Escolas de Magia, da Umbanda e do Candomblé e suas correspondências no
mundo inteiro, porque não trabalham no conceito crístico da luz, mas no conceito do dinheiro. Cada um chega
lá e paga para que eles dêem um jeito na sua vida, usando, de forma indevida, as entidades ditas demoníacas,
para aprisionarem as pessoas nessa linha de trabalho. A questão é que, infelizmente, muitas dessas pessoas
alimentam conceitos religiosos e apreciam posturas de intercâmbio com esses “demónios” do outro plano.
E aqui voltamos a falar da energia de Lúcifer.
O que significa “Lúcifer”?… Luz, aquele que é feito de luz!… Então, Lúcifer jamais foi um Anjo Caído. Cometeu
os seus erros, concordo, mas não com a intenção destrutiva que as pessoas imaginam. Satã também cometeu
erros?… Cometeu. Mas porque foi ensinado no contexto de um padrão evolutivo distinto.
Querem ver um paralelo com os Humanos?… Imaginemos uma criança que, desde pequena, frequenta a
Academia Militar. Ela vai ser ensinada a obedecer e a seguir ordens; senão obedecer, castigo! Cresce sob este
parâmetro: “O superior mandou, eu cumpro.” Foi o que aconteceu com Satã, que foi criado num ambiente ditatorial.
Aquilo que fazia e divulgava era a realidade dele. A maldade primordial não partiu dele; partiu de uma
série de situações que Anhotak criou (em Anágora). As pessoas perguntam: “Então, Anhotak é o diabo?”…
Digamos que ele foi o pivot da situação, gerada há biliões de anos atrás. Talvez nem ele conhecesse a envergadura
do que estava a acontecer e do que daí resultaria. Então, quando foi criado o processo reencarnacional,
nós passámos, a nível cósmico, a experimentar várias raças, vários processos evolutivos para entendermos o
que fora feito em cada ciclo. Nós temos lembrança plena desse processo reencarnacional extraterreno, das
encarnações em várias raças.
Bom, então, quando é que eu conheci esse famoso Lúcifer de 6D (holograma)?
Certa vez, fui chamado para fazer um trabalho no deserto chileno, mais propriamente no Vale da Lua – a
cratera de um vulcão extinto, a 2100 metros de altitude – devido aos sacrifícios feitos ali no tempo anterior à
chegada dos Espanhóis. Quando as naves começam a aterrar (para colaborar no trabalho), defrontei-me com o
holograma 6D de Lúcifer. Como estava sintonizado com Shtareer foi possível fazer o que tinha de ser feito. De
facto, no passado, tinham usado o holograma de Lúcifer para os rituais de magia. Então, para poder libertar
essas almas, a nível umbralino, eu tinha de fazer a libertação e a reinversão de um dos 7 fractais de Lúcifer.
Esse fractal foi aprisionado e entregue a Shtareer e Miguel, tendo sido feita a sua despolarização e a libertação
do elemental que fora usado para o criar.
E o que era aquele holograma?… Era o que nós tínhamos usado no passado para os trabalhos de magia
negra! Cada oferenda, cada matança feita em nome de Lúcifer e de Satã, criava um holograma energético
maligno, aprisionando todas as entidades que tinham morrido em nome daquilo. Então, para poder
libertar esses seres, eu tinha de fazer a despolarização daquele arquétipo. Apesar de ter utilizado o meu corpo
físico, quem fez o trabalho foi Shtareer, Miguel e o Shiva. Foi interessante porque verifiquei que aquele arquétipo
representava as energias de ódio, raiva e poder do holograma terrestre do “diabo”. Mas um holograma só
tem o poder que você lhe der, por ter medo. Quando você sai da frequência do medo, aquilo não
tem como interagir consigo, porque não passa de uma ilusão. É como se você olhasse para uma grande
caricatura do diabo e ficasse com medo. Mas, se souber que se trata de uma caricatura sem qualquer realidade,
a coisa não tem como interagir com a tua energia. As pessoas que lidam com essas energias negativas interagem
com um diabo aparente; é o seu “diabo interno” que entra naquela sintonia.
Nesse trabalho, apesar de todos os boicotes que tivemos de enfrentar para nos impedir de chegar ao local,
libertámos 15.700 almas que estavam dentro daquele vulcão extinto.
Resumindo: através das nossas crenças religiosas, nós fomentámos teluricamente hologramas que passaram
a alimentar-se dessas energias. É aí que entram quase todas as linhas ritualistas de magia negra. No passado,
fomos obrigados a passar por rituais satânicos. Não deve ter sido nada agradável; daí o nosso medo subconsciente
dos nomes de Satã e de Lúcifer. Ou seja, durante o processo histórico extraterrestre e terrestre, nós
vivemos etapas onde as ditaduras religiosas criaram impérios pelo medo e pelo poder. E nós, obviamente,
adquirimos experiências nada agradáveis. Daí as fobias e traumas em relação a várias divindades religiosas. É
aí que ainda existe o nosso diabo interno. Ou seja, as experiências mal sucedidas geraram um arquétipo do
diabo, ao qual a Igreja chama Lúcifer e Satã. E nós aceitámos esse dogma! Então, o problema não é Lúcifer
ou Satã; é a nossa informação acerca de quem é o diabo na nossa vida. O que é que isso representa
na nossa existência? O facto é que, no nosso processo encarnacional, todos nós já tivemos um pé no Umbral!
Como funciona o Umbral?… É bem simples, e é importante saber:
O Universo é regido por vibrações e frequências. Quando nós estamos para desencarnar, o nível de frequência
em que nos encontramos determina exactamente o lugar onde vamos parar depois da
passagem. Se desencarnamos com ódio, raiva e rancor, em relação a uma situação ou a uma pessoa, cria-se
um holograma que se cristaliza do outro lado. Ficamos presos aqui e do outro lado, e entramos para o reino
umbralino, que tem vários níveis distintos de energia. Ao contrário, quando, ao desencarnar, nos entregamos a
Deus e passamos de alma lavada, porque resolvemos tudo o que havia para rever durante a vida, ou seja,
estamos tranquilos, vamos para um padrão mais elevado. Então, quando a pessoa está altamente negativada e
numa situação pesada, passa para outro lado num nível muito baixo, e vai ser servido por entidades da mesma
frequência, que o vêem como “carne nova”. Essa pessoa passa a ser escravo do “bando” já existente nessa
frequência, que é regido por uma entidade negativada.
Então, esses seres umbralinos acreditam piamente que Lúcifer e Satã são o mesmo ser, que é o diabo! De
facto, o holograma de Lúcifer, de Satã ou de qualquer um desses seres, existe realmente mas é alimentado por
nós. Assim, quando alguém trabalha com o lado negro da Força, na magia negra, para prejudicar os outros,
está alimentando seres que vibram naquela energia, que querem alimento, aquele sangue, aquele cadáver para
fazerem o que lhes foi pedido.
Temos, portanto, os dois lados; o lado luminoso e o lado demoníaco, que, infelizmente, a maior parte de nós
usou nas religiões do passado. Lembrem-se de que chegámos a oferecer a vida de crianças para aplacar a ira
de Deus. Então, cultural e religiosamente, todos nós fizemos matanças, porque tal era permitido pelas estruturas
religiosas. Todos nós desenvolvemos esse lado obscuro devido à cultura religiosa. Também isso temos de
resgatar na nossa consciência planetária que, basicamente, é o respeito pela vida, o respeito pelo próximo.
Foi essa falta de respeito que desencadeou a grandes guerras estelares. (Apontando para cima) Isso também
é para vocês! Cada vez que desrespeitamos a vida, criamos um carma.
O nosso passado encontra-se com o nosso presente, e a Terra está passando por um salto quântico estelar.
Kryon diz que, através do Implante Neutralizador, temos de nos libertar do passado, da raiva, da culpa, do
medo. Só que, muitas vezes, o medo provém de experiências extrafísicas de confrontos passados, algo que
está armazenado na memória quântica celular. Assim, eu preciso de entender que, no meu passado, por exemplo,
devido a uma crença religiosa ou racial, eu achava que tinha de matar todos os Dracos porque eles não
prestavam. Ainda hoje, na nossa sociedade terrestre, estamos em guerra por causa de disputas religiosas,
sociais, económicas e militares. As pessoas ainda se agridem por cauda de equipas de futebol! Então, o despertar
de consciência diz que temos de perdoar. Mas perdoar a quem?… A nós mesmos! E o que é que eu tenho
de perdoar a mim mesmo?… Os meus medos, derivados das experiências mal sucedidas do passado.
Escrevi muito sobre Lúcifer para que pudéssemos entender a origem da mentira que foi formatada pelas instituições
religiosas sobre ele, sobre Satã e sobre a nossa própria participação nessas situações, quando praticávamos
magia negra porque a religião permitia. Libertar o passado é simplesmente entender que vivemos
um holograma institucionalizado pelas religiões da época. Mas eu liberto-me quando percebo que
esse passado só tem força quando eu o potencializo.
Os Comandos Estelares, os Irmãos do Espaço – Sirianos, Pleiadianos, Canopeanos, Marcianos, Maldekianos,
Rigelianos, Veganianos, etc. – todos eles cometeram o mesmo erro: egocentrismo, disputas de poder!… E
todos eles estão cobrando o carma, aqui na Terra. Porque é que vocês acham que uma esquadra gigantesca de
Sirianos, Pleiadianos, Arcturianos, etc. está ajudando a Humanidade?… Será porque são bonzinhos?… Não!…
Eles estão aqui aguardando o nosso regresso, a aprendizagem que temos para lhes entregar, fruto das nossas
experiências na Terra. A maior parte dos Irmãos do Espaço, que trabalham connosco na Terra, estão aprendendo
através de nós. Como?… Por telemetria sensorial. Imaginemos uma pessoa que seja Pleiadiana. Essa
pessoa tem o Comando Pleiadiano acoplado a ela teluricamente, monitorando-a 24 horas por dia. Assim, tudo o
que ela experimenta, passa para eles a nível sensorial. Conclusão: todo o Grupo Pleiadiano vai compreender o
processo de vida da Terra. Então, eles esperam que essa pessoa saia da Terra e volte para as Plêiades com as
experiências que aqui viveu.
Quinto medo – O medo do lado obscuro
Excerto do capítulo 12 (OS Nove Medos) do Livro 9 de Kryon – O Novo Começo.
Agora, vamos abordar aquilo a que se chama «o medo do obscuro». Aqui têm uma informação que sabem
intuitivamente: essa coisa de «lado obscuro», pura e simplesmente não existe!
Através de toda a história da Humanidade, em todas as culturas, os Humanos relacionaram a energia da
escuridão com outra entidade, outro poder, que, por desejar ascender, tudo faz por agarrá-los e derrubá-los.
Ao longo da vossa infância, tiveram medo dos «monstros» e outras entidades que estavam ali para vos «agarrar
»6 Há quem vos tente impingir a ideia de que, quem não pensa de certa forma, será capturado por entidades
obscuras ou corre o sério risco de ser «possuído». Isto não é verdade, nem nunca foi! São os Humanos que
criam o seu lado obscuro, pois têm o poder da luz, tal como têm o poder da escuridão.
Permitam-me ser mais específico, pois alguns perguntaram: «Kryon, é possível que seres humanos tenham
uma vibração tão baixa que lhes permita criar obscuridade noutra pessoa?»
A resposta é. Claro que é possível! Um exemplo: o que é que acontece quando tentam encontrar o caminho
para um certo local de uma casa quase às escuras? De repente, a pequena luz que facilitava a deslocação…
desaparece…. e logo vocês ficam congelados! Agora, vejam: O que ocorre se o «caminho» que tentam encontrar
é a vossa linha de vida? Começam logo a sentir medo, ficam sem se poderem mexer! Sem luz, de repente,
começam a perguntar-se que «outra coisa» poderá estar ali… desatam a ouvir coisas… enfim, o medo começa
a possuí-los. Mas, afinal, o que é que aconteceu? Bom, a luz, simplesmente, apagou-se; vocês, porém, criaram
as condições para que o medo surgisse e fizesse o seu trabalho.
Há Humanos do «outro lado» capazes de vos enviar escuridão? Sim, há… e sempre houve quem estivesse em
condições de fazer isso.
Acaso não vos parece natural, meus caros, a capacidade de escolherem entre a escuridão e a luz? Acaso não
faz sentido que a consciência se veria limitada se só pudesse enviar luz? No entanto, eis aqui o que também
têm que saber – isso não vai continuar durante muito mais tempo! O exemplo que acabámos de dar pode ser
horripilante, a menos que quem está dentro na escuridão daquela casa, disponha de uma luz adicional. Reparem,
não há igualdade nos matizes de luz; cada um deles é uma energia em si mesmo. Podem manifestar o
matiz que desejarem, mas aquele que manifestarem tem a sua própria vibração.
Há muito tempo atrás, informámos que a luz é activa e que a escuridão é passiva. Os matizes possuem energias
vastamente diferentes Quando se encontram numa casa escura e abrem uma porta, não é a escuridão
que sai para o exterior; é a luz que entra! O que é que isto ensina em relação ao poder da luz?
Ensina que os matizes de nível vibratório mais elevado são mais activos e mais poderosos; ensina que é mais
fácil e mais rápido gerar uma energia positiva. São precisos mais Humanos para criar uma baixa vibração
do que para criar uma outra mais elevada.
Considerem uma casa cheia de gente, totalmente às escuras. Se chegar um Trabalhador da Luz, toda a casa
se ilumina. Àqueles que têm medo do escuro, vou dizer o seguinte: têm medo, porque ainda não compreende-
6 – «Se não comes sopa toda vem aí o papão p’ra te levar, ouviste?», diz a mãe.
ram o vosso poder de se transformarem num Farol de Luz. Podem estar na situação mais obscura; podem estar
rodeados daqueles que – às dezenas e dezenas – tratam de vos envolver em escuridão, no entanto, um só Ser
Humano iluminado anulará toda a escuridão!
E vocês admiram-se por nós estarmos tão excitados? É que o matiz «normal» do planeta durante os últimos
anos, simplesmente, subiu de nível! Já que, na vossa forma de pensamento linear de 3D, adoram criar plataformas,
nós ajudaremos com o seguinte: colectivamente, este planeta decidiu elevar a energia considerada
«normal», para outro registo de vibração. É por isso que vocês se encontram aqui, presentemente
e a Rede está a ser ajustada.7 A diferença entre escuridão e luz, assim como o que está de permeio, recebeu
um incremento como nunca recebera. E, aqueles que continuam entretidos a criar obscuridade sentem cada
vez mais dificuldade em encontrar lugares sem luz. Compreendem isto? Qualquer entidade individual, que se
tenha manifestado através do véu, deu-vos esta informação: vocês, queridos Humanos, estão capacitados para
criarem qualquer tipo de vibração. Em tempos, quase tudo possuía um lado obscuro, tão escuro que os segredos
foram ocultados durante séculos. Acaso notaram, nos últimos tempos, alguma diferença no que toca a
conspirações e segredos? De facto, nada disso consegue manter-se escondido durante muito tempo! Pensam
que todas as revelações com que se deparam são apenas coincidências? Dado que os níveis mais elevados
estão a ser «abertos», segredos e conspirações deixaram de ter a «baixa vibração» para se agarrarem. Não
têm, porque vocês iluminam esses «terrenos» com a vossa luz! Isto ocorre na política, nos negócios… até ao
nível dos governantes dos países.8 Agora, o tema é: Responsabilidade. Acabou o tempo dos «escondidinhos
». O que isto vos diz sobre a luz e a escuridão? E sobre o equilíbrio no vossa planeta?

Este texto pode ser divulgado livremente

7 – Este ajuste terminou em Dezembro de 2002.
8 – Note-se o que está a acontecer em Portugal, de há uns meses para cá. A partir de 2002, houve, de facto, um aumento
extraordinário no que toca à emergência de toda a espécie de escândalos e situações obscuras – corrupção, pedofilia, redes
clandestinas de droga, prostituição, etc. Numa outra direcção – mas também inserida neste movimento do «trazer à luz», já
em Janeiro de 2003, a Loja Maçónica do Grande Oriente Lusitano abriu as suas portas completamente, imagine-se, e apresentou-
se ao povo português com um manifesto de «mobilização nacional» para ajudar na recuperação global do país. De
facto, espantoso. Ah!… lembrei-me agora! Senhores do Reiki e Karuna: Essa coisa de manter os símbolos secretos… tem os
dias contados!

O Demonio Matricial em Ação: Mais uma de suas Técnicas

quarta-feira, fevereiro 23rd, 2011

The Demon Matrix in Action: One more of its Techniques

O excelente artigo abaixo escrito por uma conselheira educacional e professora norte-americana me fêz descobrir mais uma das maneiras que ameaçam perigosamente o futuro da liberdade da mente humana. Segundo os modêlos da Teoria da Matriz/DNA, o nosso DNA é vivo e biológico mas êle veio do mundo anterior naturalmente, do mundo das galáxias e dos átomos, os quais portanto são nossos ancestrais. Mas nessa história dos nossos não-biológicos ancestrais a evolução dêles foi muito influenciada por uma tendência da matéria que é construir para si mesma um “paraíso fechado” onde existe equilibrio termodinamico, proteção e segurança sem trabalho, para sua parte massa, e,  campo aberto para a alta velocidade e fricções que comprazem sua parte “energia”. Dominados por seu lado material, o espirito ainda primitivo dos nossos ancestrais não-biológicos caíram na armadilha de construírem LUCA – the Last Universal Common Ancestor – segundo o modêlo que apresento aqui neste website. Foi o verdadeiro Paraíso do Eden para a matéria mas um inferno insuportável para a mente, ou espirito, na sua fase da infancia do crescimento. Como resultado, caíram aqui para rastejarem sendo filhos da necessidade e até agora estamos tentando nos levantar de novo.

Mas o problema é que nós como seres biológicos surgimos como bactérias surgem dentro de um corpo, portanto, o meio ambiente é ainda dominado pelo corpo, temos que dançar a musica que êle toca. Portanto, alem de LUCA ser a base de nossa herança genética, estando portanto dentro de nós, ele é o senhor do mundo externo a nós, estamos dentro dele. Esta herança de um êrro que nós mesmo cometemos na forma de nossos antepassados é o que se chama “gene egoísta”, e tende a nos conduzir a reconstruir o paraíso perdido, a mesma armadilha que nos complicou a existência e nossa evolução. Genética e ambientalmente somos conduzidos a refazer o sistema fechado em si mesmo que funcionava ou funciona ainda como uma maquina perfeita, o relógio newtoniano, dirigindo e mantendo a estrutura astronomica. 

Mas se continuar isto, tôda a biosfera terrestre estará conectada com a maquina astronomica e nós humanos sem o perceber-mos estaremos nos tornando uma mera peça do sistema mecânico. Nossa mente e auto-consciência que ainda está em sua fase primitiva, larvária, será pêga pela máquina antes que a percebamos e amordaçada, algemada, emprisionada, deixará de evoluir, até que novamente o Universo acione sua lei da degenerescência entrópica, nos salve da prisão, para recomeçar-mos de novo.

Esta teórica visão do mundo surgiu da minha interpretação dos modêlos da Matriz/DNA e quando me deparei com ela fiquei muito preocupado, óbviamente. Como ainda é teoria não sei se tudo isto está correto ou se apenas parte dela. Mas o bom samaritano deve ser previdente. Ficar de olho no que está ocorrendo à volta. Sempre me faço esta questão: “Estamos vendo sinais de que estejamos sendo conduzidos para o Admiravel Mundo Novo de Huxley sob o Império do Big Brother de Orwell, profecias que foram perfeitas descrições do que seremos se reconstruir-mos LUCA aqui na Terra? ‘

Pelo menos uma pessoa, ou seja eu, tenho que ficar de olho aberto. E sempre que vejo algo suspeito indo naquela direção, vou registrar nêste website, de maneira que, se um dia conseguir provar a existência da Matriz/DNA, os que ficarem já terão o trabalho adiantado. Vai daí que por acaso lí na Internet o artigo em questão que seria um exemplo e uma evidência que os modêlos da Matriz/DNA estariam corretos.

O que pode abrir um sistema fechado, para desespêro de LUCA, é sua parte masculina, a qual tem o poder de manter a reciclagem do sistema re-ejaculando a energia e o pacote de informação que replica o sistema, mas isto se ele dirigir o jato da sua ejaculação para dentro do sistema, na direção da parte feminina que se aloja no nucleo, na Função 1. Ora, é da Natureza masculina a força centrífuga, a expansão, e para isso êle precisa existir como sistema aberto. O fato de que a parte masculina contribuiu para construir o sistema fechado em LUCA  foi sua fraqueza perante as tentações da matéria formando seu corpo, e por deixar-se convencer pela sua anti-cara-metade, a parte feminina que tem as tendencias da fôrça centrípeta, de internalizar-se. Adão foi convencido por sua Eva a qual já havia caído na armadilha da serpente enrolada no sistema de circuito esférico como é o corpo de LUCA. Então, tanto para os Adões como para as Evas de agora, a salvação depende de que nossa metade masculina exerça a sua natureza. Mas o homem está ameaçado. 

Pois o artigo em questão está revelando algo que eu não havia notado mas cujos efeitos nocivos eu sentí, e acho que todos os homens sentiram, quando ainda crianças e jovens nas escolas. O modêlo de escola que existe parece ter sido uma artimanha de LUCA. A escola típica engole o aluno homem para dentro de uma sala fechada, a classe, e ali o põem sentado horas a fio, imóvel, assistindo aula teórica. Ora, a escola devia ser uma área aberta, quase uma fazenda, com ar livre e muito espaço para o aluno homem extravazar sua tendência natural, que é o movimento, e movimento extrovertido, para fora, para a expansão, o mexer nas coisas e tentar transforma-las, etc.. Do jeito que nossas escolas estão desenhadas elas são adequadas para meninas, que tem como tendência a de ficarem sentadas dentro de um ambiente doméstico, protegido, seguro.

O resultado dessa distorção está aparecendo agora e a cada dia mais forte. Veja as estatísticas apresentadas pela genial conselheira nêste artigo, relacionadas ao rendimento de homens nas escolas de hoje. Mas porque sómente agora este efeito está se revelando a ponto de ser notado por quem nem sequer conhece a Matriz/DNA? Porque antes as horas de aula eram em menor numero, os recreios eram mais extensos, os alunos só tinham a escola oficial. Hoje as escolas aumentaram suas cargas horárias, o curriculum teórico é muito pesado e precisa ser comprimido tornando os recreios menos extensos, e alem disso o aluno sai da escola oficial e geralmente cai em outra, fazendo algum curso suplementar. Está do jeito que LUCA quer, podando no homem sua possibilidade de abrir o sistema e se conformando a ser uma mera peça estática, sentada. O intrépido caçador de aventuras, o desbravador, o amante do conhecimento de sistemas desconhecidos, atraído para os mistérios de terras longinquas, está sendo amordaçado, manietado, para se tornar um monumento estático, sedentário, uma peça sentada e assentada na engrenagem. Precisamos mudar isso, nossas crianças-meninos estão sendo torturadas pelo inimigo, o qual, aliás, existe dentro de nós e somos nós mesmos. O resultado está bem explicito nas estatisticas, e com Matriz/DNA ou sem Matriz alguma isto é preocupante. Vejamos o artigo:

http://loridayconsulting.com/wordpress/

It’s Your Day

Topics in Education for Parents, Teachers, and Schools

Boys and Girls Learn Differently: What Makes Boys’ Learning Unique

Por: Lori Day

January 1st, 2011

Boys, boys’ education, and how boys learn in America are popular topics among parents and schools these days. Crosby, Stills, Nash & Young sang that we should teach our children well and feed them of our dreams, but for millions of parents of sons, dreams are only that, and boys are falling behind educationally at an alarming rate in this country.  According to Michael Gurian, author of the book titled The Minds of Boys: Saving Our Sons from Falling Behind in School and in Life, boys get the majority of D’s and F’s in most schools, make up 80% of the discipline problems, are four times more likely than girls to be diagnosed with ADHD and medicated, account for 70% of diagnosed learning disabilities, become 80% of the high school dropouts, and now make up less than 44% of the college population.  If you look in your newspaper in June, you will see the photos and bios of valedictorians from many of your local high schools, and will notice that the majority of them these days are girls.  Our boys need our attention, and although some of what I’m about to write pertains to girls as well as boys, and although gender differences naturally fall across a continuum and no single description fits all boys or all girls, there are nonetheless a number of characteristics that differentiate the two genders generally speaking.

As the mother of a female only child, my parenting experience, while not always idyllic, has been relatively peaceful.  As a toddler, my daughter was sedentary and cautious, and seemed to have nowhere she needed to go.  She would sit in one spot on the floor for hours with a pile of books, “reading” to herself.  I could shoot from room to room accomplishing tasks, and she would smile up at me from her place on the living room rug as if wondering, what’s the hurry?  She was much like I was as a child, and nothing like the brothers I had grown up with who requisitioned large expanses of the floor plan of our house for their games, commandeering space like an army of two.  The entire finished basement was needed for indoor hockey (and windows were expendable).  Outdoors, acres of woods were barely enough for their imaginary villages and the conquering of foreign lands. Unwitting trees were the patient recipients of nails and ropes and bungee cords, bending uncomplainingly to the weight of whatever animate or inanimate objects were tied, strapped or hung from them.  Once, my brother devised a pulley system to ferry a dangling ceramic soap dish full of birdseed back and forth between his bedroom window on the third floor and a distant pine tree in the back yard, only to have it immediately collapse under its own weight, sending the heavy chunk of porcelain careening downward in a 90-degree arc until it came into abrupt contact with a doomed sliding glass door.  This was a terrific lesson in physics.  It was also funny.

Boys learn by doing and by moving their bodies through space.  As Gurian explains in his book, the primitive hunters men used to be were the product of hundreds of thousands of years of evolution.  Spatially-developed male brains resulted from physical interaction with the environment that allowed sensory input to stimulate the right hemisphere and build white matter and synapses in ways that would be useful for survival.  Even though the concept of the square school with the square classroom with one teacher to 20 or more kids has been around for a few hundred years, our boys are still young hunters whose brains need the same types of stimulation to grow and be healthy as did their male ancestors millennia ago. Our schools are vastly different from the setting of family, tribe and natural environment that used to be the educational milieu for growing boys. Our modern educational system works for many children, particularly girls, but for some boys (and girls) it places constraints on a very normal and necessary experiential type of learning that some kids require.

I am not advocating for a return to life in caves and an educational system for boys involving the activities and rituals described in my college anthropology book.  What I do advocate for is a greater understanding and appreciation for who boys are and how they learn best, and the subtle modifications to “how it’s always done” that would benefit millions of children.  Simple changes to the pace and tempo of the school day, such as incorporating several brief recesses throughout the day, devoting more time to physical education, and including more hands-on activities go a long way towards alleviating some of the natural restlessness of boys and harnessing male energy in positive ways.  Increasing a boy’s exposure to the arts nurtures his creative side and provides a counterbalance to the athletic nature of many boys.  Including more multi-sensory approaches to the teaching of academics, particularly reading and writing, helps boys reach their potential as learners, facilitating access across the corpus callosum to the left hemisphere of the brain where verbal skills, often less developed than in girls, reside.  Gurian’s book provides many other concrete examples of small things that parents and teachers can do that strengthen boys’ skills and that honor the true nature of boys.

Once an admissions director at an all-boys school, I would awake very early every morning and leave my sleepy daughter as she got ready for school, heading to the 304 boys who awaited me there.  Coffee helped me with this dramatic transition, but so did my excitement for whatever adventures the day would bring.  Many people ask me why I chose to work at a boys’ school, and my usual answer includes some version of, “Why not?”  I am fascinated by boys, by the way they think and learn, by their very difference from me and from the child I am raising.  Just as we collectively addressed the needs of girls over the past couple of decades and closed their achievement gaps in math and science, let us now turn our attention to our nation’s boys and take equally deliberate steps to assure their success in school and in life, as Michael Gurian suggests.  The revolution in brain science over the past ten years gives us the knowledge and the tools we need to do this, and we must, for as a society we are setting our boys up to fail in a system that is stacked against them, stacked against the very way they are neurologically wired. This is not to say that social and cultural influences are not contributing factors to who boys are today, but we now have medical evidence, once elusive, that illuminates the very significant role biology plays in male/female brain development and learning. We do not need to throw the baby out with the bath water, but we do need to become better educated about how boys and girls really are different, and how to best meet the needs of each.  At some colleges today, boys are being given a boost in the admissions process because they have become a minority.  If we do not address boys’ educational needs earlier in life than this, the skewing of college enrollment, and thus opportunity in life, will only get worse.

The other day I stood and watched a fourth-grade boy tossing a Nerf football with some friends on a patch of grass in front of his school.  It was a sunny day without much wind, and the ball spiraled to the right of the boy, to the left, over his head, seemingly always just out of reach, yet he caught it every time.  The perfect synchronization between his legs propelling him upward, in whatever direction necessary, and his outreached hands awaiting the ball, seemed almost a dance.  The physicality of it had that kind of beauty, and I observed with awe, knowing that my own body, even at that age, could never have accomplished what this boy made look so easy. I thought about how this very simple act, seen every single day in yards and on fields and playgrounds everywhere, was not just toning this boy’s muscles or improving his eye-hand coordination—it was actually developing neural pathways in his brain through which information will always travel, be processed, and be recalled during his lifetime.  This boy, and millions like him, and girls like him, which there surely are…all of them are in our hands.  Meeting the learning needs of all of our children is a lofty yet imperative goal.  The African proverb “It takes a village to raise a child” is an overused but apt statement, and in the villages of schools and of families and of communities, we must join together to nurture and celebrate what it is to be female and what it is to be male and the very essence and value of the difference. And after all, boys will be boys.

A seguir meu comentário postado no blog acima:

Louis Morelli says:

Hay Ms. Lori, thanks by the very useful article. (Sorry due the poor English, it is not my native language). I have copied your article and pasted inside my article “O Demonio Matricial em Ação: Mais uma de suas Técnicas” (The Demon Matrix in Action: One more of its Techniques) because this issue is a good evidence for my theory.

I will follow your blog because you have good insights and an interesting new way for approaching new problems about education. Since that may theoretical models (The Universal Matrix/DNA of Natural Systems and Life’s Cycle) are suggesting a different and third solution for Macro-Evolution in relation to Darwin and Intelligent Designer, and since that this issue is being largely debated in America, I should appreciate reading an article from yours about this issue. Cheers, Louis Morelli.

A INTERESSANTE VISÃO DA TEORIA DA SAGRADA GEOMETRIA – Nassim Haramein

quarta-feira, fevereiro 23rd, 2011

(Êste artigo está com problema, com textos repetidos e diferenças nas cópias: clique no titulo em azul no final do artigo para ver o problema)

  • O Físico Nassim Haramein –  Teoria da Sagrada Geometria

INTERESTING VIEW OF THE SACREDY GEOMETRY THEORY

Para meu tipo de gôsto, foi melhor gastar uma hora de meu tempo assistindo um vídeo com um palestra de um físico excêntrico e meio maluco chamado Nassim Haramein, intitulada “Sacred Geometry & Unified Fields”, do que as muitas horas que gastei assistindo certos filmes que no final nada tinham de alimento para o cérebro. 

 Aqui descrevo e relato minha opinião mas quem quiser ver os vídeos (são seis partes e em inglês) vá no Youtube: http://www.youtube.com/watch?v=F71qWfxgIu4 

O  “cara” é uma figura, um “desajustado” no atual esquema da comunidade oficial dos físicos e na sua forma de pensar o Universo. Com uma mente brilhante. Pena que meio desviada da Natureza devido se basear muito na Física e na Matemática, áreas onde os cientistas não o aceitam muito bem, desacomodados que ficam com suas idéias exóticas. 

Para se ter uma idéia (apesar de que isto é apenas minha opinião), de como a Física e a Matemática levadas ao extremo intelectual podem conduzir o buscador para fora da realidade, basta ver a conclusão de um “scientific paper” registrado por Nassim e intitulado “The Schwarzschild Proton”. O qual conclui: “ The Schwarzschild proton fortemente sugere que a matéria em tôdas as escalas pode ser organizada por buracos negros, um átomo apresenta fenômenos similares aos dos buraco-negros, e portanto levando à unificação escalar das fundamentais fôrças da matéria.” (The Schwarzschild proton strongly suggests that matter at many scales may be organized by black-holes and black hole-like phenomena and thereby lead to a scale unification of the fundamental forces and matter.)

Para defender essa teoria êle tem registrado um “scientific paper”, intitulado  “The Schwarzschild Proton” que pode ser visto em “pdf” no site:

http://www.theresonanceproject.org/pdf/schwarzschild_proton_a4.pdf 

Ora, nos modêlos da minha Teoria da Matriz/DNA,  (que contem o modelo ideal perfeito da Matriz para organizar a matéria), também tem um buraco negro, na Função 1, e êle é, de fato, o inicio do processo da organização da matéria em qualquer tipo de sistema natural, mas a história não termina aí, isto é apenas o começo de um processo, apenas 18% do processo total da criação, sendo que depois da atuação do buraco negro vem as atuações de F2, F3, até F7. A Física não pôde até agora enxergar o quadro todo porque ela lida com o aspecto alectro-magnético e mecânico da realidade sem ver que cobrindo todos estes aspectos e até mesmo como fundação preliminar de todos eles existe uma cobertura vital, biológica. Essa cobertura biológica cósmica não pode ser descrita pela linguagem matemática e assim a Física fica sem o elo entre as Evoluções Cosmológica e a Biológica. E apesar de Nassim ser um dissidente e mais exigente que os físicos da Academia, êle  é um gênio, muitas vêzes êle tem insights espetaculares que o aproximam demasiado da Matriz, sem no entanto ter tocado-a até agora. Vale a pena ouvi-lo. 

Nassim começa de forma bem humorada e agradável a contar o começo de sua vida escolar, como era um sujeito desligado com os pensamentos cheios de visões esotéricas e portanto com dificuldade para se concentrar em qualquer coisa material aqui e agora. Portanto era um aluno difícil. Mas muitos gênios o foram, basta lembrar de Einstein. 

Seu primeiro gôsto numa matéria escolar surgiu no dia que o professor iniciou uma disciplina nova, a geometria. E o professor escreveu no quadro negro “Dimensão Zero” e desenhou um ponto dizendo: “Essa coisa chama-se ponto, isso é dimensão zero  e isso não existe!”. Em seguida escreveu “Dimensão 1” e desenhou vários pontos alinhados e disse: “Essa coisa chama-se “linha”, mas isso não existe também.” Nassim diz que pensou naquêle momento: “É… parece que vou ter péssimos tempos com essa matéria. Se estou vendo o ponto e a linha como é que isso não existe?!” Em seguida o professor aumentou os pontos de maneira perpendicular dezenhando mais três linhas reultando na figura de um quadrado e escreveu “Dimensão 2”, explicando: “Isso é um plano e tambem… não existe!”

Nêsse ponto os alunos estavam demasiado encolhidos em suas cadeiras e quase pedindo para sair da classe, achando que o professor estava biruta. Mas a tortura ia terminar logo. Pois o professor desenhou mais alguns planos iguais aquêle, conectando-os e resultou na figura de uma caixa, um cubo, e escreveu “Dimensão 3”, explicando: “Isto é chamado de cubo e isto sim, existe!” 

Em seguida Nassim põe um ponto de interrogação dentro do cubo significando “não-existente”. Parece-me que êle quer insinuar que o mundo existe apenas como um container, e o que está dentro não existe (se alguém souber explicar isto, agradeço, aqui não entendí bem seu inglês). Mas o que Nassim diz a seguir é interessante: “Aqui está a base do conhecimento de tudo e isto é uma incógnita que nunca foi solucionada, mas se pensar-mos na solução errada aqui ou se saímos daqui de maneira errada tôdas as nossas teorias, como a String, etc., e todos nossos conceitos firmados estarão errados, porque a nossa base estaria errada.” Só por isso, Nassim já justificou sua existência. E ele não faz como muitos casos da Física oficial imitam o avestruz, escondendo a cabeça na areia  ou varrendo os problemas para debaixo do tapête. Não, ele não esquece dêstes mistérios não solucionados que estão lá no principio, como fundação  de todo o castelo cientifico-matemático, mistérios êstes que pode revelar no final ter sido nosso castelo teórico construído sôbre areia movediça. 

Depois daquela aula Nassim entrou no ônibus a caminho de casa, dormiu e têve um sonho revelador. Porque será que muitas das mais importantes descobertas aconteceram quando o gênio estava viajando e têve um sonho?! Lembram-se de Kekulée? Resolveu um dos maiores mistérios químicos da época que era a questão de como se arranjam os átomos do benzeno e ele viajando numa carruagem sonhou com atomos dançando em forma de… ” ciranda, cirandinha, vamos todos cirandar…”, e acordou gritando ao mundo: “Os átomos também dançam, a ciranda, a fórmula do benzeno é em forma de ring, de anel! ”  

Mas Nassim têve assim sua experiência meditativa que todos devemos praticar, se queremos desvendar os segrêdos da existência. Imagine que sua mente está saindo de seu corpo e subindo, sua casa vai se distanciando lá embaixo parecendo um ponto na cidade, a cidade vai parecendo um ponto no continente, o continente um ponto no planeta, o seu corpo um ponto entre seis bilhões de outros pontos, o planeta um ponto no sistema solar e você continua subindo, o sol parece um ponto na galaxia, a galaxia é apenas um ponto entre bilhões de galaxias e quando fora do Universo êste é apenas um ponto ao longe talvez entre uma infinidade de outros pontos… Aí você  começa a retornar e entra no ponto que é o Universo e vê uma infinidade de pontos dentro que sào as galaxias e entra na Milk Way e vê uma infinidade de pontos que são as estrêlas, procura a nossa e enfim, de ponto dentro de ponto você retorna a um ponto dentre 6 bilhões de outros que é o seu corpo. Mas não pare aí: olhe a palma de sua mão e vê que ela é formada de bilhões de pontos que parecem galaxias mas são células e olhe dentro das células e vê milhões de pontos que são os átomos e olhe dentro dos átomos e vês particulas, então continue olhando dentro de particulas e mais pontos e … isso parece que nunca vai terminar. 

Vendo o mundo assim, desta forma racional e real, qual o sentido da existência? Do mundo, de nós mesmos? Mas eu não tentei obter minha visão do mundo através dêste método porque o “infinito” é por enquanto uma criação da mente humana que não foi provada cientificamente e porque não acredito no calculo infinitesimal onde a dízima periódica, 0,333333…. ao infinito não teria fim. Eu nunca ví nada infinito mas sim vejo que tudo tem um limite e quando alcançado êste tudo se transforma: se começamos a dividir matéria, a certo ponto não estaremos mais dividindo massa e sim energia apenas e depois não mais energia ordinária e sim vórtices quãnticos… e depois… Como já disse alguém: ‘Para provar que existe infinito alguem teria que ir lá e avançar um pouco alem…”.

Como tambem para provar que o mundo é finito alguem teria que ir no fim e continuar infinitamente alem, para provar que não existe nada depois… nossa visào de mundo deve ser por isso sempre uma questão aberta, e isso evita fundamentalismos, radicalismos e desvios da realidade.

E permita-me mais um parentêsis na palestra do Nassim. Êste exercício mental do observador ver tudo como pontos dentro de pontos pode ser deprimente para nós, pois percebemos que somos meramente um ponto dentre uma infinidade dêles. Mas êste desagradavel pressentimento não tem razão de ser. Pois todos os pontos possuem algo em comum ( a evolução que os conecta, a constituição primordial, um padrão de organização, etc.). Mas existe um ponto que tem uma diferença em relação a tudo o mais. Uma propriedade que é apenas e exclusivamente sua. O corpo humano é o unico ponto conhecido que tem inteligência, auto-consciência. Já nos tiraram do centro do Universo, do centro da criação, querem agora nos tirar a alma… mas o fato de que ainda somos “especiais”, ninguém pode nos tirar. 

Mas então, voltando a Nassim, é como se estivéssemos no meio, fôssemos uma grandeza de nivel médio, e se vamos para o maior, acima de nós,  chegamos a um ponto, e se vamos para o menor, abaixo de nós, chegamos a outro ponto. Nassim chama nossa atenção para êste assunto. Quando êle chegou em casa disse para a mãe que tinha aprendido uma coisa sensacional na escola, sôbre dimensões. – “O professor  – disse êle – estêve ensinando dimensões mas ( para desespero de sua mãe, completou…) o professor está errado!” 

E nota que existe um paradoxo. Espiritualistas e povo religioso em geral costumam acreditar que o mundo acima se abre num infinito interminável enquanto a comunidade cientifica levada pelo método reducionista costuma observar o mundo de fora para dentro como se tudo estivesse num sistema fechado. Interessante: os dois estão equivocados. 

Nassim observou na época que o finito e o infinito se revelam como pontos fora ou dentro e concluiu que tinha de arrumar uma solução para conectar estes dois disparates. E ele foi pelo caminho da geometria, inicialmente desenhando uma circunferencia, em seguida um triangulo dentro da circunferencia que suscitava uma quantidade de iguais menores circunferencias dentro da maiores e cujas menores poderiam com triangulos se multiplicarem em outras menores ainda e assim ao infinito, chegando bem perto da teoria dos fractais. Assim ele acredita que demonstrou que o finito e o infinito estão relacionados tornando-se a mesma coisa.

(Obs: parei correção ortográfica aqui) 

Mas porque geometria? E porque por um triangulo dentro de uma esfera? Só ele poderia explicar. Êste é o mal destas palestras e por isso não gosto delas. Se o expoente adota uma postura ou dá uma explicação que você não entende ou não concorda – e se voc6e não interromper imediatamente para esclarecer aquilo antes de avançar… todo o resto ficará obtuso para tí. Eu por exemplo quando estava pensando o mundo resolví pensar a partir da vida e pus um DNA dentro da incógnita esfera do mundo, quer dizer, um caminho totalmente diferente do caminho de Nassim. 

Mas foi válido o que Nassim fêz, num certo sentido. No fim sua figura tem milhares de iguais pontos esféricos dentro de pontos exatamente iguais, mas surge uma diferença marcante no todo. Cada esfera tem um centro, o qual está numa posição dentro da esfera maior que não é a mesma posição de todos os outros centros de todas as outras esferas. É o que diverge dentro de um mundo formado por uma infinidade do mesmo fractal: cada qual tem seu centro unico, especifico, dioferente de tudo o mais. Estaria por aí a causa de que nem um ser humano é igual ao outro? O seu centro, o seu super-ego? Portanto, deixei Nassim continuar a partir de uma premissa que não concordei porque de certa maneira ela tem algum valor, ela retorna de vez em quando tocando a realidade de maneira interessante. 

Qual o aspecto interessante em notar que dentro de uma esfera que parece um ponto e que representa o Universo inteiro e onde existe dentro um a infinidade de esferas iguais em diferente dimensões de grandeza, porem o que diverge entre todos é os centros de cada esfera? Que o mundo é dividido em dimensòes escalas. existe a dimensão dos átomos, para nós intocável e invisivel. Existe a dimensão das estr6elas, novamente intocável e mal visivel. e existe a nossa dimensão. Em cada dimensão repartida por seus centros, estes podem se conectarem, interagirem entre si. Uma conexão do tipo horizontal, espacial. Já quando olhamos o todo e vemos todos os diferentes tamanhos ao mesmo tempo uns dentro dos outros, as conexões se tornam dificeis ou não parecem não existirem. Conexão do tipo vertical,temporal, onde as diferenças de dimensões decorreram devido à evolução e a história. É o mesmo problema da minha fórmula da Matriz no seu aspecto de ciclo vital: pode existir uma conexão visivel e sensivel entre uma estrela e um planeta no plano horizontal, espacial, onde ambos existema ao mesmo tempo, mas fica dificel ver o canal de comunicação entre a forma de uma criança e a forma de adulto de uma mesma pessoa, pois as duas não existem ao mesmo tempo, mas a conexão existe, ou existiu. Enfim, a figura de Nassim nos leva a uma visão mais esclarecida de como o mundo parece formado por diferentes camadas de networks. estas diferentes camadas recebe em sua Física o nome de escalas, e Nassim se concentra muito nesse aspecto de escala, como se pode notar em seus “scientific papers”. 

Miostrando que dentro de uma unica esfera representando a totalidade do espaço podemos deixar um programa de computador rodando infinitamente criando esferas menores dentro das esferas existentes e que isso nunca teria um limite, Nassim salta para uma conclusão interessante: dentro daquela esfera maior que não se pode escapar, asssim como dentro das menores esferas invisiveis, pode-se inserir a mesma quantidade de informações. Na verdade, dentro do menor ponto possivel, pode-se, em teoria, inserir uma infinidade de informações. Coisa de louco… mas assim é a realidade. 

Se nós, como corpos, somos igualmente como um ponto, em nós podemos estocar uma infinidade de informações. Desta forma, através da geometria, da Física, da Matemática, voc6e tem uma noção não apenas espiritual, mas mec6anica, matemática, do potencial de infinitude que é a sua exist6encia.  Quer dizer: o que sempre foi pensado apenas em termos de dogma, doutrinas, pensamentos misticos, agora chega a ser pensado dentro da Física. Racionalismo e teologia vem de caminhos opostos convergindo ao mesmo ponto de chegada? Interessante; nêste ponto estou curioso para saber onde êle quer chegar com isso. 

Por essa busca do infinitamente grande ou pequeno foi que os físicos começaram a construir os aceleradores de partículas. Pensou-se a um século atrás que os átomos seriam a menor coisa que pode existir, a partícula de Deus. mas depois notou-se que dentro haviam protons, neutrons e dentro destes leptons e mesons e dentro d6estes… sempre a cada nova descoberta se pensou ter chegado finalmente á partícula de Deus. Agora chegamos ao ponto de construir um “colider” com 17 milhas de dist6ancia e custando cêrca de 10 bilhões de dolares para o qual contribuiram cinco nações e tudo isso porque acredita-se que chegaremos dessa vez à particula de Deus: o boson Higgs. Claro que nós, meros comuns mortais já sabemos de antemão qual será o final desse filme: vão pedir dinheiro para construir um de 30 milhas, porque agora têm certeza que vão chegar lá. Claro que eles nào devem acreditar nisso tambem e nós nào negaremos o dinheiro porque queremos que continuem. alem do fato de que a espécie humana é uma errante incorrigivel, nós estamos sempre aprendendo mais algo a cada nova particula que descobrem. 

Nassim é um fisico dissidente que discorda dos físicos. Êle acha que ao invés de estar-mos buscando a partícula fundamental deveríamos estar observando os padrões dentre as divisões, principalmente os padrões de conexões entre as diferentes escalas. Porque, diz êle – se entender-mos os padrões das divisões nós vamos entender tôdas as divisões no espaço tempo e assim entender como o Universo funciona e como ele faz suas criações. Nós vamos ter a chave da criação. E isto sim, ao invés de fundamentais de fundamentais de particulas, seria realmente util. 

E então Nassim aclama a fundamental questão: “Se você quizer achar a coisa que conecta tôdas as coisas, como ela seria?” 

 É aqui que todos os espiritualistas pararam, quando alguns povos antigos acreditaram que tudo é o “um”, ou outros como os deístas quando pensaram e acreditaram que encontraram essa coisa e a denominaram de “Deus”. Mas mostre-me Deus e explique como êle faz isso. Sem essa demonstração, racionalmente sua solução não é a solução, é um dogma. 

E Nassim encontrou uma coisa que conecta tudo, aliás a unica coisa existente que realmente conecta tudo: “Espaço”. 

O espaço está em todo lugar. Entre galaxias, entre estrêlas, entre nós, entre átomos… mesmo o assim chamado  “mundo material vivo” é constituído 99,999…% de espaço. dentro de um átomo, tôda sua realidade consiste em 99,999…% espaço! Nós mesmos somos um conjunto vazio! 

O que é que faz com que, por exemplo, um diamante que parece tão denso e duro, mas que na verdade cada um de seus átomos está distante dois campos de futebol do mais próximo, parecer denso e duro? Vibrações. O espaço é plemamente preenchido por vibrações, o espaço é vibração. Assim Nassim foi por um caminho diferente dos físicos modernos. Eles estão concentrando suas atenções na 0,00001…% porção da realidade e se esquecendo dos 99,9999… %. Estão coando a agulha e deixando passar os camelos. Não deve ser essa insignificante quantia de matéria que define espaço, mas sim que o espaço é quem define a matéria. Interessante! Decididamente, Nassim vale a pena. É um gênio. 

A disciplina da Física chegou, nas décadas de setenta, oitenta, a um ponto crucial chamado “gravitação”. Os maiores gigantes da Física escreveram sôbre gravitação, ela está no cerne da Física relativística, é a Bíblia da Física. 

É então que a palestra de Nassim chega ao seu clímax do paradoxal. Êle narra que sempre viveu isolado da comunidade dos físicos pensando em seu mundo particular e conversando apenas com seus botões  e de vez em quando mandando algum artigo para publicação. Até que o convidaram, senão intimaram, a que ele comparecesse a uma conferência de Física. Mas nestas conferências discute-se Física avançada, os ultimos assuntos de vanguarda, e entende-se que todo mundo sabe e estão de acordo com as premissas básicas estabelecidas tempos atrás, por isso não se admite perguntas sôbre os fundamentos, as questões basicas que já estão resolvidas. Mas os problemas de Nassim estão realcionados justamente com estas premissas que para êle não estão resolvidas. Sem saber como contornar este problema para expor suas conclusões, Nassim projetou na parede uma figura bem conhecida dos fisicos para explicar gravitação: um homem soprando um balão transparente dentro do qual existem algumas moedas e assim se explicando como o universo se expande e as galaxias se distanciam umas das outras Ver figura abaixo).

E Nassim pede desculpas por retornar ao primitivismo da Fisica para resolver um problema seu e diz que aquele quadro serve para explicar a expansão, não é mesmo? E todo mundo acena a cabeça compassivamente como se faz com um aluno principiante respondendo: sim isto está correto. Quando está todo mundo olhando o balão em expansão, sem mais interêsse, Nassim vai dizendo. “Bem, o que eu queria realmente saber aqui porque eu tenho passado minha vida perguntando isso desde quando ví esse quadro na escola a primeira vez e olha que eu tenho estudado e pensado um bocado, tenho virado e revirado tôdas as equações que levam a esse quadro, mas sempre me faltou uma coisa para entender esse quadro, e eu queria saber porque nunca fiquei sabendo é o seguinte… ( e  ele fêz uma pergunta que  derrubou a platéia): “Who is this guy? “

– “Quem é êsse homem?!”

– “Quais equações explicam quem é êle?”

Só então que todo mundo foi perceber que existe um homem soprando o balão. Que sem a fôrça emitida pelo homem o balão não expande. Mas eu pensei que ele ia ser linchado ali, pela comunidade dos físicos…

Bem, o salão da conferencia inicialmente caiu num silêncio profundo, alguns estudantes começaram a tossir, alguns não conseguiram segurar e quase morrem na cadeira de tanto rir, os anciões a pigarrear, e o diretor da conferência começou a suar chamando êle para um lado e soprando em seu ouvido: “Escuta, isso aqui é o departamento de Física, você não vai falar a palavra “Deus” aqui, para nossos estudantes e para o publico, pois não”…? E Nassim dirigindo-se à platéia continuou:

– “Uma lei fundamental em Física é a de que a cada ação corresponde uma reação. Então se está havendo expansão por um lado tem que estar havendo contração em outro…  O que eu queria mostrar é que esse guy que está soprando o balão tem pulmão, o qual está contraindo. Como fica o caso do Universo?!”

A visão moderna da Física é uma visão machista do Universo, tudo cresce, expande, explode… o Big Bang em seu modêlo sugere que tudo começou com um pequeno átomo onde tôda a energia estava comprimida, mas se estava, alguem pôs ela, prensou, comprimiu-a ali dentro do átomo…

Temos que pensar mais no espaço, no qual acontece a vibração e o qual conecta cada coisa, desde o infinitamente grande ao infinitamente pequeno portanto o espaço deve ser  infinitamente denso…

 Hoje a Física age como a faxineira que varre a sujeira para debaixo do tapête. Por exemplo a teoria da quãntica funciona porque… hoje, a teoria do campo quantico consegue se safar por um processo que denominaram de “renormalização” de uma densidade da energia que no vacuo tenderia ao infinito se não fôsse removida por essa “renormalização”. Isto porque se notou que no espaço dentro de um átomo existem vibrações tendendo à elevada velocidade, que o vacuo dentro do átomo é infinitamente denso, o que vai bater com a conclusão que Nassim havia chegado sôbre o espaço total apenas por meio do raciocínio. É uma incongruência que o homem hoje esteja espremendo a cabeça com o problema de que não existe energia para todo mundo, que a energia esteja exaurindo, quando dentro de qualquer simples átomo existe um infinita energia comprimida.

Me lembro de Openhauer dizendo que quando o presidente dos e3stados Unidos lhe perguntou se realmente há energia dentro de um átomo para fazer uma bomba, Oppenhauer pensando na bomba at6omica que estava construindo respondeu: “Sim… tem muita, mas muita mesmo, energia…”

Precisávamos achar um finito número para calcular o menor comprimento de onda dessa energia e o achamos com a chamada constante de Plank: 1,666 x 10 (33)cm (leia-se 10 elevado à 33 potências negativas ou seja, 33 zeros!) . Demasiado pequeno. Ainda assim este numero não representa a menor coisa que o Universo pode fazer mas sim apenas o limite ultimo, a menor coisa que nós podemos perceber em nossa relação com o Universo. Mas então quanto dessa menor coisa ou vibração poderíamos conseguir dentro de um cubo, digamos, de um centimetro cubico? 10 (93) gramas/cm3 (leia-se 10 elevado a 93 potências). Em outras palavras isto significa que o vacuo possui uma densidade de energia da ordem de 10(93) gramas por centimetro cubico. Você sabe o que significa esse numero de gramas, 10 seguido de noventa e três zeros?  Significa todo o pêso de todas as galaxias juntas, o pêso do Universo! Isto quer dizer que se pegarmos todos os planetas, todas as estrelas, todas as galaxias e prensar-mos isto tudo,  conseguiremos por tudo dentro de um cm3 do vacuo! Coisa de louco… mas isto é física e matemática,e… corretas.

Caberia dentro mas ainda nào encheria o cm3 de vacuo. Porque o Universo inteiro é calculado ter 10(55) gramas de massa mais energia. Isto significa que um cm3 de massa e energia do vacuo excede a total masssa do Universo observavel por 33 ordens de magnitude! Quer dizer, dentro de uma pequena fração do vacuo, dentro de um ponto, cabe o Universo e 33 coisas mais do tamanho dele… Coisa de louco.

Tanto que quando os fisicos chegaram a estes numeros quase enlouqueceram. Como vamos tratar a Fisica e torna-la crível e aceitável aos estudantes com esta visão da realidade? Simples: varreram estes numeros para debaixo do tap6ete. O que mais se pode fazer?

A conclusão é que nossa razão não é a mesma razão da natureza, nós não temos capacidade mental para entender a realidade. Ponto final. O que podemos fazer é continuar com nossa física de muletas enquanto ela ainda está produzindo alguns produtos úteis, e outros nem tanto simpaticos, como a bomba atômica ou o aquecimento global.

Uma maneira de salvar a dignidade de nossa razão foi a encontrada nos idos de 1930, quando concluíram que não se pode provar que tôda essa energia está dentro de um minimo ponto do vacuo, que esse numero deveria ser resultado de erros nas equações, e por fim que essa energia não teria em Fisica a menor importancia. Mas como, não tem a menor importancia, se isso teria que ser a coisa mais importante, a base de tôda a fisica natural subsequente?

Por fim, em 1947, um professor de Fisica mostrou por experimentos, aplicando energia em duas placas e tentando unila-las totalmente, que as equações estavam corretas, no que ficou conhecido como o “Casimir Effect”. E é aqui, do Efeito Casimir, que Nassim extrai a mensagem moral, espiritual que êle queria transmitir desde o começo, penso eu. O Efeito Casimir é causado pelo fato do espaço vazio ter “flutuações do vácuo”, pares de  “partículas virtuais – antiparticlas virtuais”, que continuamente se formam do vácuo e retornam ao vácuo um instante depois. Tudo no universo é assim, inclusive nós, surgimos repentinamente no mundo, expandimos e essa expansão significa que estamos transmitindo nossa informação ao mundo e depois começamos a retornar de onde viemos, e nesse retorno absorvemos as informações do mundo. Algo mais ou menos assim, salientando a importancia que é nossa responsabilidade quando atuamos no mundo porque – mesmo que não sejamos apenas nós mas uma infinidade de outras coisas interconexas – da maneira como modelamos o mundo ele o será quando voltar-mos. Acho que isso tem algo a ver com a idéia de re-encarnação, ou algo similar, ele não esclarece isso, como não cairia bem para um físico.

Mas as surpresas de Nassim ainda não terminaram. Se considerar-mos aquele numero do Universo, 10 (55), o Universo preenche todos os requisitos para ser um… black hole. Um buraco negro! Uma das evidências? Aponte um facho de lazer para o céu imaginando que ele vai ao infinito. Não vai. No seu caminho haverá uma estrêla e considerando a curvatura do espaço pela teoria de Einstein, o raio deveria se curvar um pouco. Mais adiante outra estrela no caminho do raio e ele se encurva mais. E assim vai, se encurvando até que… o raio retorna por aqui mesmo. Quer dizer, a luz não pode escapar do Universo, como acontece dentro de um buraco negro. E como o Universo é apenas um ponto contendo pontos menores que contem pontos menores ainda infinitamente, então tudo, qualquer átomo no mundo, é um buraco negro.

Tudo está conectado através das diferentes escalas de grandezas portanto deveríamos ter noção do infinito dentro de nós já que a ele estamos conectados. Mas torna-se dificil, senão impossivel tentar-mos ver nossas conexões com o extremamente grande, ao qual não podemos ver. Mas como o infinitamente grande é exatamente o infinitamente pequeno, o grande está projetado dentro do pequeno, significa que o todo está dentro de um átomo, ou dentro de nós. Por isso os mestres orientais como Confucio, Buda, etc., sempre disseram, para conhecer o todo olhe-se para dentro de ti mesmo. Agora a Física com sua Matematica está chegando à mesma conclusão.

Com o resultados de seus calculos sôbre o Schwarzschild Proton, um simples proton  apresentando o numero 10 (55), o qual é o mesmo numero da massa do Universo, Nassim pretende ter provado que cada atomo não apenas é um buraco negro, como cada um contem o inteiro Universo. Não é mais simples e metafisical dogma, não é mais mera fantasia de misticos, mas sim provado matematicamente que o todo é um e o um é o todo.

Nassim continua revelando os enganos da Física. Notando que atomos se juntam dentro de um nucleo, mas que isso vai contra o conhecimento geral de que duas cargas iguais se repelem, para explicar isso inventaram uma nova fôrça que não existe: a fôrça forte. Nassim apresenta graficos e modêlos explicando que se explica a atração entre dois protons se eles forem, na verdade, mini-buracos negros. Mas a continuidade dos calculos indicam que dois protons nessa situação devem estarem girando em em torno do outro à velocidade da luz! O que significa que se um buraco negro isolado é escuro, dois juntos é pura luz. Daqui Nassim vai para o corpo humano levando esta noção de que nossos atomos é pura luz para terminar: “You are…light!”

Mas Nassim não é apenas uma mente voltada para as maiores elocubrações do mundo da Fícisca. Enquanto ele calcula e calcula avançando sempre em suas equações matematicas ele tem em paralelo um hobby: estudar as civilizações antigas. E algo que mais lhe chama atenção naquelas civilizações são sua construções, desde as piramides do Egito às pedras na  Stonehenge da Escócia  ás praças dos rituais mágicos dos maias. E de repente ele descobriu algo: que a complexa matematica da Fisica de hoje já estava lá nas bases dos calculos e nas mensagens finais transmitidas por aqueles templos. Na geometria das construções. Por isso ele acredita que todo o conhecimento do Universo estava presente naquela época na forma de um código. E como jamais o homem simples daquela época poderia ter chegado a esse conhecimento, só existe uma explicação: o código foi deixado por alguma civilização muito supeior que estêve circulando por aqui.

Justo nêste ponto Nassim e a Matriz se encontram brevemente. Pois um dos momentos de maior surprêsa na minha vida foi quando descobri que o estado astronomico do mundo momentos antes da origem da vida –  que o modêlo que eu tinha em mãos obtido depois de dezenas de anos de independente calculo – já haviam sido revelados nas bases de tôdas as religiões, desde o Genesis quando descreve o Paraiso,  desde o filósofo chinês quando descreve a simbologia do I Ching, até à Doutrina Secreta esotérica quando apresenta sua cosmologia. Como isto foi possivel? A tese de Nassim é uma das possibilidades, e até racional, apesar de que não encontro explicação do porque uma civilização mais inteligente iria transmitir tais conhecimentos a um povo cujo nivel tecnológico não os permitiria usar nada daquilo. A Matriz se saiu com outra hipótese: o código revelado através da cultura antiga é o código humano recebido do Cosmos na forma de DNA e o passado cósmico do homem diz respeito à sua ancestralidade ainda na forma de sistemas simples como atomos e galaxias, cujas existências estão registradas nas regiões que chamamos de DNA-Lixo. Elas transpareceram nas contruçõesantigas  porque os antigos eram mais puros e fiéis a nossa ancestralidade natural do que somos hoje e portanto estas lembranças lhes vinham á memória, apesar de vir em rápidos flashes e de forma confusa, o que gerou o misticismo e a enorme confusão fantasiosa das religiões.  Mas tambem esta é uma hipótese valida. O que finalmente me interessa é que o quadro sugerido por Nassim – de que o todo está codificado no um e o um codifica o todo  – é exatamente o que dizem os modêlos da Matriz/DNA. 

Para meu tipo de gôsto, foi melhor gastar uma hora de meu tempo assistindo um vídeo com um palestra por um físico excentrico e meio maluco chamado Nassim Haramein, intitulada “Sacred Geometry & Unified Fields”, do que as muitas horas que gastei assistindo certos filmes que no final nada tinham de alimento para o cérebro. 

 Aqui descrevo e relato minha opinião mas quem quiser ver os vídeos (são seis partes e em inglês) vá no Youtube: http://www.youtube.com/watch?v=F71qWfxgIu4 

O  “cara” é uma figura (já dá para notar logo de entrada pelo tamanho de seu cabelo), um “desajeitado “ no atual esquema da sociedade, com tendência a anarquista e certo egocentrismo porém, inofensivo e razoavelmente intencionado. Com uma mente brilhante. Pena que meio desviada da Natureza devido se basear muito na Física e na Matemática, áreas onde os cientistas não o aceitam muito desacomodados que ficam com suas idéias exóticas. 

Para se ter uma idéia (apesar de que isto é apenas minha opinião), de como a Física e a Matemática levadas ao extremo intelectual podem conduzir o buscador para fora da realidade, basta ver a conclusão de um “scientific paper” registrado por Nassim e intitulado “The Schwarzschild Proton”. O qual conclui: “ The Schwarzschild proton fortemente sugere que a matéria em tôdas as escalas pode ser organizada por buracos negros e apresenta fenômenos similares aos dos buraco-negros, e portanto levando à unificação escalar das fundamentais fôrças da matéria.” (The Schwarzschild proton strongly suggests that matter at many scales may be organized by black-holes and black hole-like phenomena and thereby lead to a scale unification of the fundamental forces and matter.) 

Ora os modêlos da minha Teoria da Matriz/DNA (que contem o modelo ideal perfeito da Matriz para organizar a matéria) contem um buraco negro, na Função 1, êle é, de fato, o inicio do processo da organização da matéria em qualquer tipo de sistema natural,mas a história nào termina aí, isto é apenas o começo de um processo, apenas 18% do processo total da criação, sendo que depois da atuação do buraco negro vem as atuações de F2, F3, até F7. A Física não pôde até agora enxergar o quadro todo porque ela lida com o aspecto alectro-magnético e mecânico da realidade sem ver que cobrindo todos estes aspectos e até mesmo como undação preliminar de todos eles existe uma cobertuea vital, biológica. Cuja linguagem de expressão não é a Matemática.  Mas Nassim é um gênio, muitas vêzes êle tem insights espetaculares que o aproximam demasiado da Matriz, sem no entanto ter tocado-a até agora. Vale a pena ouvi-lo. 

Nassim começa de forma bem humorada e agradável a contar o começo de sua vida escolar, como era um sujeito desligado com os pensamentos cheios de visòes esotéricas e portanto com dificuldade para se concentrar em qualquer coisa material aqui e agora. Portanto era um aluno dificil. mas muitos gênios o foram, basta lembrar de Einstein. 

Seu primeiro gôsto numa matéria escolar surgiu no dia que o professor iniciou uma disciplina nova, geometria. E o professor escreveu no quadro negro “Dimensão 0” e desenhou um ponto e disse: “Essa coisa chama-se ponto, isso é dimensão zero  e isso não existe!”. Em seguida escreveu “Dimensão 1” e desenhou vários pontos alinhados e disse: “Essa coisa chama-se “linha”, mas isso não existe também. nassim diz que pensou naqu6ele momento: “É… parece que vou ter péssimos tempos com essa matéria. Se estou vendo o ponto e a linha como é que isso não existe?!” Em seguida o profssor aumentou os pontos de maneira perpendicular dezenhando mais tr6es linhas reultando na figura de um quadrado e escreveu “Dimensão 2”, explicando que isso é um plano e tambem… não existe! Nêsse ponto os alunos estavam demasiado encolhidos em suas cadeiras e quase pedindo para sair da classe, achando que o professor ficou louco. Mas a tortura ia terminar logo. Pois o professor desenhou mais alguns planos iguais aqu6ele e resultou na figura de uma caixa, um cubo, e escreveu “Dimensão 3”, explicando: “isto é chamado de cubo e isto sim, existe!” 

Em seguida Nassim fala algo que não entendo bem devido ao inglês e aí prejudica o entendimento da matéria mas êle põe um ponto de interrogação dentro do cubo significando “não-existente”. parece-me que 6ele quer insinuar que o mundo existe apenas como um container, e o que está dentro não existe (se alguém souber explicar isto, agradeço). mas o que nassim diz a seguir é interessante: “Aqui está a base do conhecimento de tudo e isto é uma incógnita que nunca foi solucionada, mas se pensar-mos na solução errada aqui ou se saímos daqui de maneira errada tôdas as nossas teorias, como a String, etc., e todos nossos conceitos firmados estão todos errados, porque a nossa base estaria errada.” Só por isso, Nassim já justificou sua existência. E ele não faz como a maioria dos pensadores e cientistas que fazem como o avestruz, escondendo a cabeça na areia e tocando o barco para a frente do jeito que a maré manda. Não, ele não esquece desse mistério nào solucionado que está lá no principio, como fundação  de todo o castelo cientifico-matemático, mistério 6este que pode revelar no final ter sido noos castelo construído sôbre areia movediça. 

Depois daquela aula Nassim entrou no ônibus a caminho de casa, dormiu e t6eve um sonho revelador. porque será que muitas das mais importantes descobertas aconteceram quando o g6enio estava viajando e t6eve um sonho?! lembram-se de Kekulée? Resolveu um dos maiores mistérios quimicos da época que era a questào de como se arranjam os átomos do benzeno e ele viajando numa carruagem sonhou com atomos dqançando em cirando e acordou gritando ao mindo: “é em forma de ring, de anel… o benzeno!” 

Mas Nassim têve assim sua experiência meditativa que todos devemos fazer um dia, se queremos pensar o mundo. Imagine que sua mente está saindo de seu corpo e subindo, sua casa vai se distanciando lá embaixo parecendo um ponto na cidade, a cidade vai parecendo um ponto no continente, o continente um ponto no planeta, o seu corpo um ponto entre seis bilhões de outros pontos, o planeta um ponto no sistema solar e voc6e continua subindo, o sol parece um ponto na galaxia, a galaxia é apenas um ponto entre bilhões de galaxias e quando fora do universo 6este é apenas um ponto ao longe talvez entre uma infinidade de outros pontos… aí você  começa a retornar e entra no ponto que é o Universo e vê uma infinidade de pontos dentro que sào as galaxias e entra na Milk Way e v6e uma infinidade de pontos que são as estrêlas, procura a nossa e enfim, de ponto dentro de ponto voc6e retorna a um ponto dentre 6 bilhões de outros que é o se4u corpo. mas nào pare aí: olhe a palma de sua mão e v6e que ela é formada de bilhões de pontos que parecem galaxias mas sào células e olhe dentro das células e vê milhões de pontos que sào os átomos e olhe dentro de átomos e v6es particulas então plhando dentro de particulas e mais pontos e … isso parece que nunca vai terminar. 

Vendo o mundo assim, desta forma racional e real, qual o sentido da existência? Do mundo, de nós mesmos? Mas eu não tento tirar minha visão do mundo dessa visào porque não acredito no calculo infinitesimal onde a dízima periódica, 0,333333…. ao infinito não teria fim. Eu nunca ví nada infinito mas sim vejo que tudo tem um limite quando alcançado 6este a coisa se transforma: se começamos a dividir matéria, a certo ponto não estaremos mais dividindo massa e sim energia apenas e depois nào mais energia ordinária e sim vórtices quãnticos… e depois… Como já disse alguém: ‘Para provar que existe infinito alguem teria que ir lá e avançar um pouco alem…”. Como tambem para provar que o mundo é finito alguem teria que ir no fim e continuar infinitamente alem para provar que não existe nada depois…  

Mas então, é como estivéssemos no meio, fôssemos uma grandeza de nivel médio, e se vamos para o maior, acima de nós,  chegamos a um ponto e se vamos para o menor, abaixo de nós, chegamos ao mesmo um ponto. Nassim chama nossa atenção para êste assunto. Quando 6ele chegou em casa disse para a mãe que tinha aprendido uma coisa sensacional na escola, sôbre dimensões. – “O professor  – disse êle – estêve ensinando que um ponto não existe, mas tudo no mundo é um ponto, e portanto ( para desespero de sua mãe, completou…) o professor está errado! 

E nota que existe um paradoxo. Espiritualistas e o povo religioso costuma acreditar que o mundo acima se abre num infinito interminável enquanto a comunidade cientifica levada pelo método reducionista costuma observar o mundo de fora para dentro como se tudo estivesse num sistema fechado. Interessante: os dois estão equivocados. 

Nassim observou na época que o finito e o infinito se revelam como pontos fora ou dentro e concluiu que tinha de arrumar uma solução para conectar estes dois disparates. E ele foi pelo caminho da geometria, inicalmente desenhando uma circunferencia, em seguida um triangulo dentro da circunferencia que suscitava uma quantidade de iguais menores circunferencias dentro da maior e cujas menores poderiam com trianfgulos se multiplicarem em outras menores ainda e sassim ao infinito, chegando bem perto da teoria dos fractais. Assim ele acredita que demonstou que o finito e o infinito estão relacionados tornando-se a mesma coisa. 

Mas porque geometria? E porque por um triangulo dentro de uma esfera? Só ele poderia explicar. Ê#ste é o mal destas palestras e por isso não gosto delas. Se o expoente adota uma postura ou dá uma explicação que voc6e não entende ou não concorda – e se voc6e não interromper imediatamente para esclarecer aquilo antes de avançar… todo o resto ficará obtuso para tí. Eu por exemplo quando estava pensando o mundo resolví pensar a partir da vida e pus um DNA dentro da incógnita esfera do mundo, quer dizer, um caminho totalmente diferente do caminho de Nassim.  

Mas foi válido o que Nassim fêz, numcerto sentido. No fim sua figura tem milhares de iguais pontos esféricos dentro de pontos exatamente iguais, mas surge uma diferença marcante no todo. Cada esfera tem um centro, o qual está numa posição dentro da esfera maior que não é a mesma posição de todos os outros centros de todas as outras esferas. É o que diverge dentro de um mundo formado por uma infinidade do mesmo fractal: cada qual tem seu centro unico, especifico, dioferente de tudo o mais. Estaria por aí a causa de que nem um ser humano é igual ao outro? O seu centro, o seu super-ego? Portanto, deixei Nassim continuar a partir de uma premissa que não concordei porque de certa maneira ela tem algum valor, ela retorna de vez em quando tocando a realidade de maneira interessante. 

Qual o aspecto interessante em notar que dentro de uma esfera que parece um ponto e que representa o Universo inteiro e onde existe dentro um a infinidade de esferas iguais em diferente dimensões de grandeza, porem o que diverge entre todos é os centros de cada esfera? Que o mundo é dividido em dimensòes escalas. existe a dimensão dos átomos, para nós intocável e invisivel. Existe a dimensão das estr6elas, novamente intocável e mal visivel. e existe a nossa dimensão. Em cada dimensão repartida por seus centros, estes podem se conectarem, interagirem entre si. Uma conexão do tipo horizontal, espacial. Já quando olhamos o todo e vemos todos os diferentes tamanhos ao mesmo tempo uns dentro dos outros, as conexões se tornam dificeis ou não parecem não existirem. Conexão do tipo vertical,temporal, onde as diferenças de dimensões decorreram devido à evolução e a história. É o mesmo problema da minha fórmula da Matriz no seu aspecto de ciclo vital: pode existir uma conexão visivel e sensivel entre uma estrela e um planeta no plano horizontal, espacial, onde ambos existema ao mesmo tempo, mas fica dificel ver o canal de comunicação entre a forma de uma criança e a forma de adulto de uma mesma pessoa, pois as duas não existem ao mesmo tempo, mas a conexão existe, ou existiu. Enfim, a figura de Nassim nos leva a uma visão mais esclarecida de como o mundo parece formado por diferentes camadas de networks. estas diferentes camadas recebe em sua Física o nome de escalas, e Nassim se concentra muito nesse aspecto de escala, como se pode notar em seus “scientific papers”.  

Miostrando que dentro de uma unica esfera representando a totalidade do espaço podemos deixar um programa de computador rodando infinitamente criando esferas menores dentro das esferas existentes e que isso nunca teria um limite, Nassim salta para uma conclusão interessante: dentro daquela esfera maior que não se pode escapar, asssim como dentro das menores esferas invisiveis, pode-se inserir a mesma quantidade de informações. Na verdade, dentro do menor ponto possivel, pode-se, em teoria, inserir uma infinidade de informações. Coisa de louco… mas assim é a realidade. 

Se nós, como corpos, somos igualmente como um ponto, em nós podemos estocar uma infinidade de informações. Desta forma, através da geometria, da Física, da Matemática, voc6e tem uma noção não apenas espiritual, mas mec6anica, matemática, do potencial de infinitude que é a sua exist6encia.  Quer dizer: o que sempre foi pensado apenas em termos de dogma, doutrinas, pensamentos misticos, agora chega a ser pensado dentro da Física. Racionalismo e teologia vem de caminhos opostos convergindo ao mesmo ponto de chegada? Interessante; nêste ponto estou curioso para saber onde êle quer chegar com isso. 

Por essa busca do infinitamente grande ou pequeno foi que os físicos começaram a construir os aceleradores de partículas. Pensou-se a um século atrás que os átomos seriam a menor coisa que pode existir, a partícula de Deus. mas depois notou-se que dentro haviam protons, neutrons e dentro destes leptons e mesons e dentro d6estes… sempre a cada nova descoberta se pensou ter chegado finalmente á partícula de Deus. Agora chegamos ao ponto de construir um “colider” com 17 milhas de dist6ancia e custando cêrca de 10 bilhões de dolares para o qual contribuiram cinco nações e tudo isso porque acredita-se que chegaremos dessa vez à particula de Deus: o boson Higgs. Claro que nós, meros comuns mortais já sabemos de antemão qual será o final desse filme: vão pedir dinheiro para construir um de 30 milhas, porque agora têm certeza que vão chegar lá. Claro que eles nào devem acreditar nisso tambem e nós nào negaremos o dinheiro porque queremos que continuem. alem do fato de que a espécie humana é uma errante incorrigivel, nós estamos sempre aprendendo mais algo a cada nova particula que descobrem.  

Nassim é um fisico dissidente que discorda dos físicos. Êle acha que ao invés de estar-mos buscando a partícula fundamental deveríamos estar observando os padrões dentre as divisões, principalmente os padrões de conexões entre as diferentes escalas. Porque, diz êle – se entender-mos os padrões das divisões nós vamos entender tôdas as divisões no espaço tempo e assim entender como o Universo funciona e como ele faz suas criações. Nós vamos ter a chave da criação. E isto sim, ao invés de fundamentais de fundamentais de particulas, seria realmente util. 

E então Nassim aclama a fundamental questão: “Se você quizer achar a coisa que conecta tôdas as coisas, como ela seria?” 

 É aqui que todos os espiritualistas pararam, quando alguns povos antigos acreditaram que tudo é o “um”, ou outros como os deístas quando pensaram e acreditaram que encontraram essa coisa e a denominaram de “Deus”. Mas mostre-me Deus e explique como êle faz isso. Sem essa demonstração, racionalmente sua solução não é a solução, é um dogma. 

E Nassim encontrou uma coisa que conecta tudo, aliás a unica coisa existente que realmente conecta tudo: “Espaço”. 

O espaço está em todo lugar. Entre galaxias, entre estrêlas, entre nós, entre átomos… mesmo o assim chamado  “mundo material vivo” é constituído 99,999…% de espaço. dentro de um átomo, tôda sua realidade consiste em 99,999…% espaço! Nós mesmos somos um conjunto vazio! 

O que é que faz com que, por exemplo, um diamante que parece tão denso e duro, mas que na verdade cada um de seus átomos está distante dois campos de futebol do mais próximo, parecer denso e duro? Vibrações. O espaço é plemamente preenchido por vibrações, o espaço é vibração. Assim Nassim foi por um caminho diferente dos físicos modernos. Eles estão concentrando suas atenções na 0,00001…% porção da realidade e se esquecendo dos 99,9999… %. Estão coando a agulha e deixando passar os camelos. Não deve ser essa insignificante quantia de matéria que define espaço, mas sim que o espaço é quem define a matéria. Interessante! Decididamente, Nassim vale a pena. É um gênio. 

A disciplina da Física chegou, nas décadas de setenta, oitenta, a um ponto crucial chamado “gravitação”. Os maiores gigantes da Física escreveram sôbre gravitação, ela está no cerne da Física relativística, é a Bíblia da Física. 

É então que a palestra de Nassim chega ao seu clímax do paradoxal. Êle narra que sempre viveu isolado da comunidade dos físicos pensando em seu mundo particular e conversando apenas com seus botões  e de vez em quando mandando algum artigo para publicação. Até que o convidaram, senão intimaram, a que ele comparecesse a uma conferência de Física. Mas nestas conferências discute-se Física avançada, os ultimos assuntos de vanguarda, e entende-se que todo mundo sabe e estão de acordo com as premissas básicas estabelecidas tempos atrás, por isso não se admite perguntas sôbre os fundamentos, as questões basicas que já estão resolvidas. Mas os problemas de Nassim estão realcionados justamente com estas premissas que para êle não estão resolvidas. Sem saber como contornar este problema para expor suas conclusões, Nassim projetou na parede uma figura bem conhecida dos fisicos para explicar gravitação: um homem soprando um balão transparente dentro do qual existem algumas moedas e assim se explicando como o universo se expande e as galaxias se distanciam umas das outras Ver figura abaixo). 

   

E Nassim pede desculpas por retornar ao primitivismo da Fisica para resolver um problema seu e diz que aquele quadro serve para explicar a expansão, não é mesmo? E todo mundo acena a cabeça compassivamente como se faz com um aluno principiante respondendo: sim isto está correto. Quando está todo mundo olhando o balão em expansão, sem mais interêsse, Nassim vai dizendo. “Bem, o que eu queria realmente saber aqui porque eu tenho passado minha vida perguntando isso desde quando ví esse quadro na escola a primeira vez e olha que eu tenho estudado e pensado um bocado, tenho virado e revirado tôdas as equações que levam a esse quadro, mas sempre me faltou uma coisa para entender esse quadro, e eu queria saber porque nunca fiquei sabendo é o seguinte… ( e  ele fêz uma pergunta que  derrubou a platéia): “Who is this guy? “

– “Quem é êsse homem?!”

– “Quais equações explicam quem é êle?”

Só então que todo mundo foi perceber que existe um homem soprando o balão. Que sem a fôrça emitida pelo homem o balão não expande. Mas eu pensei que ele ia ser linchado ali, pela comunidade dos físicos…

Bem, o salão da conferencia inicialmente caiu num silêncio profundo, alguns estudantes começaram a tossir, alguns não conseguiram segurar e quase morrem na cadeira de tanto rir, os anciões a pigarrear, e o diretor da conferência começou a suar chamando êle para um lado e soprando em seu ouvido: “Escuta, isso aqui é o departamento de Física, você não vai falar a palavra “Deus” aqui, para nossos estudantes e para o publico, pois não”…? E Nassim dirigindo-se à platéia continuou:

– “Uma lei fundamental em Física é a de que a cada ação corresponde uma reação. Então se está havendo expansão por um lado tem que estar havendo contração em outro…  O que eu queria mostrar é que esse guy que está soprando o balão tem pulmão, o qual está contraindo. Como fica o caso do Universo?!”

A visão moderna da Física é uma visão machista do Universo, tudo cresce, expande, explode… o Big Bang em seu modêlo sugere que tudo começou com um pequeno átomo onde tôda a energia estava comprimida, mas se estava, alguem pôs ela, prensou, comprimiu-a ali dentro do átomo…

Temos que pensar mais no espaço, no qual acontece a vibração e o qual conecta cada coisa, desde o infinitamente grande ao infinitamente pequeno portanto o espaço deve ser  infinitamente denso…

 Hoje a Física age como a faxineira que varre a sujeira para debaixo do tapête. Por exemplo a teoria da quãntica funciona porque… hoje, a teoria do campo quantico consegue se safar por um processo que denominaram de “renormalização” de uma densidade da energia que no vacuo tenderia ao infinito se não fôsse removida por essa “renormalização”. Isto porque se notou que no espaço dentro de um átomo existem vibrações tendendo à elevada velocidade, que o vacuo dentro do átomo é infinitamente denso, o que vai bater com a conclusão que Nassim havia chegado sôbre o espaço total apenas por meio do raciocínio. É uma incongruência que o homem hoje esteja espremendo a cabeça com o problema de que não existe energia para todo mundo, que a energia esteja exaurindo, quando dentro de qualquer simples átomo existe um infinita energia comprimida.

Me lembro de Openhauer dizendo que quando o presidente dos e3stados Unidos lhe perguntou se realmente há energia dentro de um átomo para fazer uma bomba, Oppenhauer pensando na bomba at6omica que estava construindo respondeu: “Sim… tem muita, mas muita mesmo, energia…”

Precisávamos achar um finito número para calcular o menor comprimento de onda dessa energia e o achamos com a chamada constante de Plank: 1,666 x 10 (33)cm (leia-se 10 elevado à 33 potências negativas ou seja, 33 zeros!) . Demasiado pequeno. Ainda assim este numero não representa a menor coisa que o Universo pode fazer mas sim apenas o limite ultimo, a menor coisa que nós podemos perceber em nossa relação com o Universo. Mas então quanto dessa menor coisa ou vibração poderíamos conseguir dentro de um cubo, digamos, de um centimetro cubico? 10 (93) gramas/cm3 (leia-se 10 elevado a 93 potências). Em outras palavras isto significa que o vacuo possui uma densidade de energia da ordem de 10(93) gramas por centimetro cubico. Você sabe o que significa esse numero de gramas, 10 seguido de noventa e três zeros?  Significa todo o pêso de todas as galaxias juntas, o pêso do Universo! Isto quer dizer que se pegarmos todos os planetas, todas as estrelas, todas as galaxias e prensar-mos isto tudo,  conseguiremos por tudo dentro de um cm3 do vacuo! Coisa de louco… mas isto é física e matemática,e… corretas.

Caberia dentro mas ainda nào encheria o cm3 de vacuo. Porque o Universo inteiro é calculado ter 10(55) gramas de massa mais energia. Isto significa que um cm3 de massa e energia do vacuo excede a total masssa do Universo observavel por 33 ordens de magnitude! Quer dizer, dentro de uma pequena fração do vacuo, dentro de um ponto, cabe o Universo e 33 coisas mais do tamanho dele… Coisa de louco.

Tanto que quando os fisicos chegaram a estes numeros quase enlouqueceram. Como vamos tratar a Fisica e torna-la crível e aceitável aos estudantes com esta visão da realidade? Simples: varreram estes numeros para debaixo do tap6ete. O que mais se pode fazer?

A conclusão é que nossa razão não é a mesma razão da natureza, nós não temos capacidade mental para entender a realidade. Ponto final. O que podemos fazer é continuar com nossa física de muletas enquanto ela ainda está produzindo alguns produtos úteis, e outros nem tanto simpaticos, como a bomba atômica ou o aquecimento global.

Uma maneira de salvar a dignidade de nossa razão foi a encontrada nos idos de 1930, quando concluíram que não se pode provar que tôda essa energia está dentro de um minimo ponto do vacuo, que esse numero deveria ser resultado de erros nas equações, e por fim que essa energia não teria em Fisica a menor importancia. Mas como, não tem a menor importancia, se isso teria que ser a coisa mais importante, a base de tôda a fisica natural subsequente?

Por fim, em 1947, um professor de Fisica mostrou por experimentos, aplicando energia em duas placas e tentando unila-las totalmente, que as equações estavam corretas, no que ficou conhecido como o “Casimir Effect”. E é aqui, do Efeito Casimir, que Nassim extrai a mensagem moral, espiritual que êle queria transmitir desde o começo, penso eu. O Efeito Casimir é causado pelo fato do espaço vazio ter “flutuações do vácuo”, pares de  “partículas virtuais – antiparticlas virtuais”, que continuamente se formam do vácuo e retornam ao vácuo um instante depois. Tudo no universo é assim, inclusive nós, surgimos repentinamente no mundo, expandimos e essa expansão significa que estamos transmitindo nossa informação ao mundo e depois começamos a retornar de onde viemos, e nesse retorno absorvemos as informações do mundo. Algo mais ou menos assim, salientando a importancia que é nossa responsabilidade quando atuamos no mundo porque – mesmo que não sejamos apenas nós mas uma infinidade de outras coisas interconexas – da maneira como modelamos o mundo ele o será quando voltar-mos. Acho que isso tem algo a ver com a idéia de re-encarnação, ou algo similar, ele não esclarece isso, como não cairia bem para um físico.

Mas as surpresas de Nassim ainda não terminaram. Se considerar-mos aquele numero do Universo, 10 (55), o Universo preenche todos os requisitos para ser um… black hole. Um buraco negro! Uma das evidências? Aponte um facho de lazer para o céu imaginando que ele vai ao infinito. Não vai. No seu caminho haverá uma estrêla e considerando a curvatura do espaço pela teoria de Einstein, o raio deveria se curvar um pouco. Mais adiante outra estrela no caminho do raio e ele se encurva mais. E assim vai, se encurvando até que… o raio retorna por aqui mesmo. Quer dizer, a luz não pode escapar do Universo, como acontece dentro de um buraco negro. E como o Universo é apenas um ponto contendo pontos menores que contem pontos menores ainda infinitamente, então tudo, qualquer átomo no mundo, é um buraco negro.

Tudo está conectado através das diferentes escalas de grandezas portanto deveríamos ter noção do infinito dentro de nós já que a ele estamos conectados. Mas torna-se dificil, senão impossivel tentar-mos ver nossas conexões com o extremamente grande, ao qual não podemos ver. Mas como o infinitamente grande é exatamente o infinitamente pequeno, o grande está projetado dentro do pequeno, significa que o todo está dentro de um átomo, ou dentro de nós. Por isso os mestres orientais como Confucio, Buda, etc., sempre disseram, para conhecer o todo olhe-se para dentro de ti mesmo. Agora a Física com sua Matematica está chegando à mesma conclusão.

Com o resultados de seus calculos sôbre o Schwarzschild Proton, um simples proton  apresentando o numero 10 (55), o qual é o mesmo numero da massa do Universo, Nassim pretende ter provado que cada atomo não apenas é um buraco negro, como cada um contem o inteiro Universo. Não é mais simples e metafisical dogma, não é mais mera fantasia de misticos, mas sim provado matematicamente que o todo é um e o um é o todo.

Nassim continua revelando os enganos da Física. Notando que atomos se juntam dentro de um nucleo, mas que isso vai contra o conhecimento geral de que duas cargas iguais se repelem, para explicar isso inventaram uma nova fôrça que não existe: a fôrça forte. Nassim apresenta graficos e modêlos explicando que se explica a atração entre dois protons se eles forem, na verdade, mini-buracos negros. Mas a continuidade dos calculos indicam que dois protons nessa situação devem estarem girando em em torno do outro à velocidade da luz! O que significa que se um buraco negro isolado é escuro, dois juntos é pura luz. Daqui Nassim vai para o corpo humano levando esta noção de que nossos atomos é pura luz para terminar: “You are…light!”

Mas Nassim não é apenas uma mente voltada para as maiores elocubrações do mundo da Fícisca. Enquanto ele calcula e calcula avançando sempre em suas equações matematicas ele tem em paralelo um hobby: estudar as civilizações antigas. E algo que mais lhe chama atenção naquelas civilizações são sua construções, desde as piramides do Egito às pedras na  Stonehenge da Escócia  ás praças dos rituais mágicos dos maias. E de repente ele descobriu algo: que a complexa matematica da Fisica de hoje já estava lá nas bases dos calculos e nas mensagens finais transmitidas por aqueles templos. Na geometria das construções. Por isso ele acredita que todo o conhecimento do Universo estava presente naquela época na forma de um código. E como jamais o homem simples daquela época poderia ter chegado a esse conhecimento, só existe uma explicação: o código foi deixado por alguma civilização muito supeior que estêve circulando por aqui.

Justo nêste ponto Nassim e a Matriz se encontram brevemente. Pois um dos momentos de maior surprêsa na minha vida foi quando descobri que o estado astronomico do mundo momentos antes da origem da vida –  que o modêlo que eu tinha em mãos obtido depois de dezenas de anos de independente calculo – já haviam sido revelados nas bases de tôdas as religiões, desde o Genesis quando descreve o Paraiso,  desde o filósofo chinês quando descreve a simbologia do I Ching, até à Doutrina Secreta esotérica quando apresenta sua cosmologia. Como isto foi possivel? A tese de Nassim é uma das possibilidades, e até racional, apesar de que não encontro explicação do porque uma civilização mais inteligente iria transmitir tais conhecimentos a um povo cujo nivel tecnológico não os permitiria usar nada daquilo. A Matriz se saiu com outra hipótese: o código revelado através da cultura antiga é o código humano recebido do Cosmos na forma de DNA e o passado cósmico do homem diz respeito à sua ancestralidade ainda na forma de sistemas simples como atomos e galaxias, cujas existências estão registradas nas regiões que chamamos de DNA-Lixo. Elas transpareceram nas contruçõesantigas  porque os antigos eram mais puros e fiéis a nossa ancestralidade natural do que somos hoje e portanto estas lembranças lhes vinham á memória, apesar de vir em rápidos flashes e de forma confusa, o que gerou o misticismo e a enorme confusão fantasiosa das religiões.  Mas tambem esta é uma hipótese valida. O que finalmente me interessa é que o quadro sugerido por Nassim – de que o todo está codificado no um e o um codifica o todo  – é exatamente o que dizem os modêlos da Matriz/DNA.

Infelizmente o tempo da palestra terminou quando Nassim ia apresentar figuras como evidências de sua tese sôbre a sabedoria dos antigos, mas êle deixa um nome e enderêço eletronico para quem quiser continuar, como eu farei assim que o tempo permitir:

http://www.theresonanceproject.org/research.html

Um belo e interessante website que merece nossa visita. 

Tradução p/ Espanhol da Teoria da Matriz/DNA

terça-feira, fevereiro 22nd, 2011

Esta tradução foi encontrada por acaso no blog relacionado abaixo e não é possível saber quem é o autor nem porque ele/a inseriu essa matéria, mas mesmo assim antecipadamente agradeço. A Matriz realmente necessita de trabalhadores como eu e o tradutor para desenvolvê-la. 

Buckwheat Strange

http://buckwheatstrange.blogspot.com/search/label/La%20matriz%20universal

Friday, January 21, 2011

The Universal Matrix of Natural Systems and Vital Cycles

Traducido del trabajo de Louis C. Morelli

Estoy sugiriendo una nueva explicación naturalista para la existencia de la vida, nunca publicada antes, que puede proporcionar nuevos elementos para mejorar las vidas de seres humanos. Vea los cuadros debajo alrededor de las noticias sugeridas. La biofísica de sistemas naturales y la anatomía comparativa entre los sistemas animados y la materia inanimada fueran los métodos mas comunes aplicados por seis a siete años en la observación y la investigación de la biosfera y atmósfera de una región virginal de la selva del Amazonas en busca del proto-sistema ancestral del primer sistema celular o de primer ser vivo, intentando entender las causas y las orígenes de la vida.

Algunos de los muchos resultados de estos métodos bajo la forma de modelos anatómicos se exhiben en esta orden:

1) La forma anatómica de un acoplamiento evolutivo – LUCA , siglas para ” El Ancestor común universal  – entre la materia inanimada a partir del período de evolución cosmológica y la materia organizada en sistemas biológicos a partir del período de evolución biológica;

2) LUCA es un sistema proto-astronómico formado por los cuerpos como la tierra bajo transformaciones de su ciclo vital y tiene la misma forma y funcionalidad de un par de nucleótidos, la unidad fundamental de información de la DNA;

3) Si la DNA existe en seres vivos y su antepasado existe en sistemas astronómicos, seguí sus maneras incluso en el más simple de sistemas atómicos y sus orígenes se han sugerido para ser componentes de los vórtices de partículas, que tiene fuerzas brutas como los rudimentos de características vitales. Así sugiero la existencia de un código genético universal del origen adicional-universal, aquí llamado ” ” del universal de la DNA de la matriz; de cuál es solamente su forma la DNA biológica;

4) La matriz nos lleva a reinterpretar la evolución cosmológica y la evolución biológica que erigen una nueva versión de la historia natural universal. También sugiere que – como el hombre es el cuerpo y la mente, la DNA es estructura material y un comando desconocido de instrucciones, y la computadora es software más el hardware – el proceso de la evolución universal se componga del soporte físico y del software que obran recíprocamente entre sí mismos retroactivo;

5) Esta nueva versión de la historia natural universal lleva inevitable a un saqueo en la metafísica y allí sospecho que este universo es simplemente una estructura donde hay un proceso de la reproducción genética de un sistema inteligente natural que existió antes de Big Bang. De dónde deduzco que somos como los genes que construyen nuestros los propios y el cuerpo único que en el futuro será una inteligencia natural en la imagen y la semejanza del sistema de generación. Así, este nuevo worldview sugiere una nuevos significación y significado a nuestra existencia que tenga la energía de mejorar relaciones entre los seres humanos y para ésos con la naturaleza.

El período de siete años de investigación en la selva entre el an o 80 y 1987 se agrega a los 23 años pasados empleados en la prueba de los modelos contra los hechos y los acontecimientos reales de los fenómenos de los productos naturales. Una enorme cantidad de predicciones y de evidencia exactas acumulada sin la detección de un solo hecho natural o de una ley natural que invalidarían los modelos teóricos me requiere divulgar este trabajo con la esperanza de conseguir a miembros continuar este trabajo allí desde I’ m en el extremo de mis fuerzas. Las punterías con derechos de autor refrenan cualquier uso por los terceros para los individuos o los grupos que buscan metas financieras, políticas o religiosas. Se lanzan desde entonces que identificamos su uso para la ventaja a la humanidad en conjunto sin la distinción de la raza, del color, de la religión o de otros predicados discriminatorios. Otra razón de la divulgación es la posibilidad sugirió aquí que los nuevos mecanismos y los procesos naturales, si verdad probada, podrían contribuir al desarrollo de las tecnologías actuales, ciencias, especialmente medicina, así como los comportamientos y la abundancia para el individuo y el social. Aunque esto no sea un trabajo con pretensiones científicas, los modelos son científico falsiable o comprobables puesto que hay recursos a hacer tan.

Posted by B at 8:41 AM
Labels:
Thursday, January 20, 2011

Traducido del trabajo de Louis C. Morelli

Un ACOPLAMIENTO evolutivo entre la materia inanimada y las cosas vivas, aquí llamadas LUCA (el antepasado común universal pasado), asomando en espacio exterior, desemejante del Darwin’ creencia de s sobre el antepasado común más reciente de todos actualmente organismos que vivirían en Earth’ ¡superficie de s?! ¿Y este ACOPLAMIENTO es una criatura natural como cualquier otro de nuestros antepasados? ¿Tiene dimensión astronómica, pero tiene un código genético, antepasado de la DNA? A pesar de ser visible a nuestros ojos y a pesar de we’ ¿re tocándolo todo el tiempo, permanecía hasta desconocido del hoy a nosotros? ¿Un intermediario de la criatura entre la historia de la evolución Macro-Cosmológica de la materia inanimada y la historia de la microevolución biológica? Si podemos probar su existencia verdadera o no (tengo ya millares de evidencias y de muchos otros pronósticos confirmados cuál indica su realidad), esto es UNA IDEA NUNCA IMAGINADA ANTES POR CUALQUIER SER HUMANO, por cualquier teoría o religión – por lo menos no hay expediente en ninguna biblioteca e Internet. Estoy sugiriendo aquí una CARA anatómica de LUCA y de la estructura de su código genético. Necesito la ayuda para la prueba y discutiendo estos modelos, después, hice este Web site. Los resultados finales de mi investigación que tardaron seis años en el hogar de la selva del Amazonas están para usted, agradecido. Si los modelos correctos, tendremos un nuevo y nunca imaginado antes de la visión del mundo, una explicación asombrosamente para nuestra existencia, con el gran potencial para el desarrollo de la ciencia, de la tecnología y de la medicina, de debidas la enorme cantidad de nuevos mecanismos y los procesos naturales reveladores aquí.

Posted by B at 8:36 PM 0 comments

Matrix/DNA Theory em polvorosa! Tyche seria sua consagração?

terça-feira, fevereiro 15th, 2011

Incrível! Um modêlo cosmológico feito por um brasileiro, filósofo naturalista, a 25 anos atrás, no meio da selva amazônica, previa a existência de um astro aqui no nosso sistema solar, que só agora com os potentes Hubble, Kepler, e telescópios terrestres, estão descobrindo? Bem… apesar de cosmologia não ter sido o que o filósofo buscava – o modêlo cosmológico emergiu naturalmente de modêlos calculados dos sistemas da biosfera do Amazonas – êle foi junto com o material registrado como direitos autorais naquela época. Não há como negar.  

Será que existe um astro gigante aqui pertinho de nós, dentro do nosso sistema solar, que nunca tinha sido visto, sentido, e seria êle quem estaria emitindo os cometas que vêm na direção do sol?!

Se tudo isto for verdade, a teoria da Matriz/DNA terá que ser reconhecida como teoria oficial. Seria a comprovação máxima de seus modêlos. Eles sugerem que cometas são produzidos e emitidos por um astro resultante da evolução de um planeta, o qual teria sua superficie povoada por crateras de vulcões gigantescos, e seria meio gasoso pois estaria indo no caminho de colapsar-se e transformar-se numa super-nova. Enquanto isto, sua densidade estaria dimuindo e o astro estaria escapando da gravidade da estrêla, e quando se transformar estará fora do sistema estelar.

Bem, isto foi o que resultou do meu método de estudo. Na época, a 25 anos atrás, resolví por bem pegar o nome emprestado da astronomia para batizar o meu novo hipotético astro: pulsar.  Isto porque imaginei que um astro tendo a todo momento violentas erupções vulcanicas emitiria flashes pulsantes. Depois daquêle dia comecei a pensar que meus resultados sôbre astronomia deviam estarem errados, pois pelo que sabemos do nosso sistema estelar, os astros aqui não teriam sido produzidos como sugerem os modêlos. Mas havia a grande inquietação: os modêlos ligavam racionalmente a evolução cosmológica à evolução biológica e explicavam tudo o que a vida é hoje. Tinha que haver algo de verdadeiro ali. Então encontrei uma explicação. Os modêlos se referiam à formação do primeiro sistema estelar e galáctico, depois disso os sistemas passaram a ser replicações do primeiro, assim como aconteceu com as organelas do sistema celular. Mas agora, essa noticia me deixa abalado, apesar que ainda não é tempo para conclusões precipitadas. Se Tyche for o meu pulsar… terei que voltar a ser fiel ao primeiro resultado do meu método.

Vejamos a noticia: 

DePijama.com

http://www.depijama.com/

Há anos convivemos com um problema irritante. Sabemos que os cometas são originados da Nuvem de Orth. O que irrita é que não temos certeza do que lança os cometas em direção ao Sol. Aparentemente, um grupo de astrônomos achou uma solução: Um outro planeta orbitando nosso Sol. Tyche. O astrônomo Daniel Whitmire da University of Louisiana, nos EUA acredita que dentro de, no máximo dois anos, os dados recolhidos pela observação dos efeitos da gravidade de Tyche sobre a nuvem de Orth comprovarão a existência do gigante. Tyche, se existir deverá ser 4 vezes maior que Júpiter e orbitar nosso Sol há uma distância milhares de vezes maior que a Terra. O que explicaria, tanto sua aparente invisibilidade quanto o ciclo orbital de milhões de anos. Teria uma composição química parecida com a de Júpiter, e anéis, como todos os gigantes gasosos da vizinhança. O cara DePijama, já ouviu isto antes algumas vezes. Uma hora este corpo é chamado de Nêmesis, uma estrela marrom orbitando nosso Sol, na outra referem-se a outro planeta. Aguardo ansioso uma decisão dos homens da ciência.

Original noticia:

http://www.sify.com/

New addition to solar system may be bigger than Jupiter

 2011-02-14 15:30:00 

 London, Feb 14 (IANS) A new planet in our solar system’s outer reaches could be four times as large as Jupiter, the biggest planet in the system, scientists believe. Its orbit would be thousands of times further from the Sun than the Earth’s – which explains its obscurity. The data which could prove the existence of Tyche, a gas giant in the outer Oort Cloud, is set to be released later this year – although some believe proof has already been garnered by NASA with its pace telescope Wise and is waiting to be pored over.

Daniel Whitmire from the University of Louisiana in the US believes the data may prove Tyche’s existence within two years, the Daily Mail reports. He believes the planet will mainly be made of hydrogen and helium, with an atmosphere like Jupiter’s, with spots and rings and clouds, adding: ‘You’d also expect it to have moons. All the outer planets have them.’ He and John Matese first suggested Tyche existed because of the angle comets were arriving, with a fifth of the expected number since 1898 entering higher than expected.

If confirmed, the status and name of the new planet – which would become the ninth and potentially the largest – would then have to be agreed by the International Astronomical Union.

Animate And Inanimate Matter: checar êstes links

terça-feira, fevereiro 15th, 2011

HenisDov – May 06, 2009

  • Rank: not rated yet
Animate And Inanimate Matter Have Something In Common!
Read All About It! Unbelievable!
The Wheel Is Invented!
Living And Non-living Matter Follow Same Rules?

A. Can Living And Non-living Follow Same Rules? Unifying The Animate And Inanimate Designs Of Nature
http://www.scienc…3104.htm

B. “22nd Century Conception Of Unified Field Theory And Evolution”

1. EVOLUTION Beyond Darwin 200
http://www.physfo…ic=14988&st=405&#entry396201
http://www.the-sc…age#1407

2. The following brief essays present the 22nd century comprehension of evolution. They preserve Darwin’s name in reference to Life Evolution in respect and appreciation of Darwin’s promotion of the concept of evolution in life.

Life’s Manifest
http://www.the-sc…112.page#578]http://www.the-sc…page#578[/url]

Culture, A Ubiquitous Biological Entity
http://www.the-sc…/98.page

Life And Darwinian Evolution, 21st Century Comprehension
http://www.the-sc…112.page

Rethink Unified Field Theory And Evolution
http://www.the-sc…page#982

C. On Cosmic Energy And Mass Evolutions
http://www.physfo…ic=25398&st=15&#entry408520
http://www.physfo…ic=25437&st=0&#entry408242

As mass is just another face of energy it is commonsensible to regard not only life, but mass in general, as a format of temporarily constrained energy.

It therefore ensues that whereas the expanding cosmic constructs, the galaxies clusters, are – overall – continuously converting “their share” of original pre-inflation mass back to energy, the overall evolution WITHIN them, within the clusters, is in the opposite direction, temporarily constrained energy packages such as black holes, biospheres and other energy-storing-mass-formats are precariuosly forming and “doing best” to survive as long as “possible”…

Respectfully yours,

Dov Henis
(Comments From The 22nd Century)

Deus teria usado um Secador de Cabelo para Criar a Vida?!

quinta-feira, fevereiro 10th, 2011

God would have used a hair dryer to Create Life?!

Sabemos da famosa experiência de Urey que misturou os ingredientes da Terra primitiva bombardeando-os com descargas elétricas e surgindo como produtos alguns aminoácidos, os famosos “building blocks” (tijolinhos) de todos os corpos dos seres vivos, como nós, humanos. Mas faltou algo ali pois os aminoácidos de Urey não dão o passo seguinte, ou seja, a formação de proteínas e RNA. Desde então milhares de tentativas tem sido feitas. Agora um cientista (calculando que os vapores quentes incidindo sôbre os mesmos ingredientes ajuntados por rochas aglutinadoras seria a solução para o grande mistério),  tem conseguido tambem aminoacidos expondo os ingredientes sob um aparelho (technically known as an “internally heated, gas media pressure vessel”), que parece um secador de cabelo. Merece elogios, tôda tentativa é válida na busca por uma resposta que explique nossa existência.

Mas enquanto êle não consegue também fazer em labotatório que seus aminoácidos evoluam para proteínas e re-inventem o código genético, eu por meu lado continuo testando e buscando mais evidências para a Teoria da Matriz/DNA, a qual continua sugerindo que uma fórmula teria vindo desde átomos passando por galáxias e a qual estaria presente naquela sôpa primordial, sugerindo que ela é o elemento que está faltando nestas experiências. O leitor pode ficar de camarote assistindo nossa corrida nesta maratona para ver quem chega e acerta primeiro êste que é o maior mistério de todos os tempos. pois trata-se da explicação para a existência do mundo e de nós mesmos..Vejamos o artigo (em inglês, por enquanto, mas vou traduzi-l0 aqui em breve).

A mineralogist believes he’s discovered how life’s early building blocks connected four billion years ago

(Um mineralogista acredita que descobriu como os primeiros tijolinhos da Vida (os aminoácidos) se conectaram a bilhões de anos atrás)

http://www.smithsonianmag.com/science-nature/The-Origins-of-Life.html?c=y&page=3

Smithsonian magazine, October 2010

The Origins of Life

By Helen Fields

A hilly green campus in Washington, D.C. houses two departments of the Carnegie Institution for Science: the Geophysical Laboratory and the quaintly named Department of Terrestrial Magnetism. When the institution was founded, in 1902, measuring the earth’s magnetic field was a pressing scientific need for makers of nautical maps. Now, the people who work here—people like Bob Hazen—have more fundamental concerns. Hazen and his colleagues are using the institution’s “pressure bombs”—breadbox-size metal cylinders that squeeze and heat minerals to the insanely high temperatures and pressures found inside the earth—to decipher nothing less than the origins of life.

 Hazen, a mineralogist, is investigating how the first organic chemicals—the kind found in living things—formed and then found each other nearly four billion years ago. He began this research in 1996, about two decades after scientists discovered hydrothermal vents—cracks in the deep ocean floor where water is heated to hundreds of degrees Fahrenheit by molten rock. The vents fuel strange underwater ecosystems inhabited by giant worms, blind shrimp and sulfur-eating bacteria. Hazen and his colleagues believed the complex, high-pressure vent environment—with rich mineral deposits and fissures spewing hot water into cold—might be where life began.

Hazen realized he could use the pressure bomb to test this theory. The device (technically known as an “internally heated, gas media pressure vessel”) is like a super-high-powered kitchen pressure cooker, producing temperatures exceeding 1,800 degrees and pressures up to 10,000 times that of the atmosphere at sea level.

Em outras palavras, enquanto Miller usou cargas elétricas, Hazen está usando os mesmos ingredientes, porem com o internally heated, gas media pressure vessel.

In his first experiment with the device, Hazen encased a few milligrams of water, an organic chemical called pyruvate and a powder that produces carbon dioxide all in a tiny capsule made of gold (which does not react with the chemicals inside) that he had welded himself. He put three capsules into the pressure bomb at 480 degrees and 2,000 atmospheres. And then he went to lunch. When he took the capsules out two hours later, the contents had turned into tens of thousands of different compounds. In later experiments, he combined nitrogen, ammonia and other molecules plausibly present on the early earth. In these experiments, Hazen and his colleagues created all sorts of organic molecules, including amino acids and sugars—the stuff of life.

Hazen’s experiments marked a turning point. Before them, origins-of-life research had been guided by a scenario scripted in 1871 by Charles Darwin himself: “But if (and oh! what a big if!) we could conceive in some warm little pond, with all sorts of ammonia and phosphoric salts, light, heat, electricity, etc., present, that a proteine compound was chemically formed ready to undergo still more complex changes….”

In 1952, Stanley Miller, a graduate student in chemistry at the University of Chicago, attempted to create Darwin’s dream. Miller set up a container holding water (representing the early ocean) connected by glass tubes to one containing ammonia, methane and hydrogen—a mixture scientists of the day thought approximated the early atmosphere. A flame heated the water, sending vapor upward. In the atmosphere flask, electric sparks simulated lightning. The experiment was such a long shot that Miller’s adviser, Harold Urey, thought it a waste of time. But over the next few days, the water turned deep red. Miller had created a broth of amino acids.

Forty-four years later, Bob Hazen’s pressure bomb experiments would show that not just lightning storms but also hydrothermal vents potentially could have sparked life. His work soon led him to a more surprising conclusion: the basic molecules of life, it turns out, are able to form in all sorts of places: near hydrothermal vents, volcanoes, even on meteorites. Cracking open space rocks, astrobiologists have discovered amino acids, compounds similar to sugars and fatty acids, and nucleobases found in RNA and DNA. So it’s even possible that some of the first building blocks of life on earth came from outer space.

Hazen’s findings came at an auspicious time. “A few years before, we would have been laughed out of the origins-of-life community,” he says. But NASA, then starting up its astrobiology program, was looking for evidence that life could have evolved in odd environments—such as on other planets or their moons. “NASA [wanted] justification for going to Europa, to Titan, to Ganymede, to Callisto, to Mars,” says Hazen. If life does exist there, it’s likely to be under the surface, in warm, high-pressure environments.

Back on earth, Hazen says that by 2000 he had concluded that “making the basic building blocks of life is easy.” A harder question: How did the right building blocks get incorporated? Amino acids come in multiple forms, but only some are used by living things to form proteins. How did they find each other?

In a windowed corner of a lab building at the Carnegie Institution, Hazen is drawing molecules on a notepad and sketching the earliest steps on the road to life. “We’ve got a prebiotic ocean and down in the ocean floor, you’ve got rocks,” he says. “And basically there’s molecules here that are floating around in solution, but it’s a very dilute soup.” For a newly formed amino acid in the early ocean, it must have been a lonely life indeed. The familiar phrase “primordial soup” sounds rich and thick, but it was no beef stew. It was probably just a few molecules here and there in a vast ocean. “So the chances of a molecule over here bumping into this one, and then actually a chemical reaction going on to form some kind of larger structure, is just infinitesimally small,” Hazen continues. He thinks that rocks—whether the ore deposits that pile up around hydrothermal vents or those that line a tide pool on the surface—may have been the matchmakers that helped lonely amino acids find each other.

Rocks have texture, whether shiny and smooth or craggy and rough. Molecules on the surface of minerals have texture, too. Hydrogen atoms wander on and off a mineral’s surface, while electrons react with various molecules in the vicinity. An amino acid that drifts near a mineral could be attracted to its surface. Bits of amino acids might form a bond; form enough bonds and you’ve got a protein.

Back at the Carnegie lab, Hazen’s colleagues are looking into the first step in that courtship: Kateryna Klochko is preparing an experiment that—when combined with other experiments and a lot of math—should show how certain molecules stick to minerals. Do they adhere tightly to the mineral, or does a molecule attach in just one place, leaving the rest of it mobile and thereby increasing the chances it will link up to other molecules?

Klochko gets out a rack, plastic tubes and the liquids she needs. “It’s going to be very boring and tedious,” she warns. She puts a tiny dab of a powdered mineral in a four-inch plastic tube, then adds arginine, an amino acid, and a liquid to adjust the acidity. Then, while a gas bubbles through the solution, she waits…for eight minutes. The work may seem tedious indeed, but it takes concentration. “That’s the thing, each step is critical,” she says. “Each of them, if you make a mistake, the data will look weird, but you won’t know where you made a mistake.” She mixes the ingredients seven times, in seven tubes. As she works, “The Scientist” comes on the radio: “Nooooobody saaaaid it was easyyyy,” sings Coldplay vocalist Chris Martin.

After two hours, the samples go into a rotator, a kind of fast Ferris wheel for test tubes, to mix all night. In the morning, Klochko will measure how much arginine remains in the liquid; the rest of the amino acid will have stuck to the mineral powder’s tiny surfaces.

She and other researchers will repeat the same experiment with different minerals and different molecules, over and over in various combinations. The goal is for Hazen and his colleagues to be able to predict more complex interactions, like those that may have taken place in the earth’s early oceans.

How long will it take to go from studying how molecules interact with minerals to understanding how life began? No one knows. For one thing, scientists have never settled on a definition of life. Everyone has a general idea of what it is and that self-replication and passing information from generation to generation are key. Gerald Joyce, of the Scripps Research Institute in La Jolla, California, jokes that the definition should be “something like ‘that which is squishy.’”

Hazen’s work has implications beyond the origins of life. “Amino-acids-sticking-to-crystals is everywhere in the environment,” he says. Amino acids in your body stick to titanium joints; films of bacteria grow inside pipes; everywhere proteins and minerals meet, amino acids are interacting with crystals. “It’s every rock, it’s every soil, it’s the walls of the building, it’s microbes that interact with your teeth and bones, it’s everywhere,” Hazen says.

 After considering, for some time, how minerals may have helped life evolve, Hazen is now investigating the other side of the equation: how life spurred the development of minerals. He explains that there were only about a dozen different minerals—including diamonds and graphite—in dust grains that pre-date the solar system. Another 50 or so formed as the sun ignited. On earth, volcanoes emitted basalt, and plate tectonics made ores of copper, lead and zinc. “The minerals become players in this sort of epic story of exploding stars and planetary formation and the triggering of plate tectonics,” he says. “And then life plays a key role.” By introducing oxygen into the atmosphere, photosynthesis made possible new kinds of minerals—turquoise, azurite and malachite, for example. Mosses and algae climbed onto land, breaking down rock and making clay, which made bigger plants possible, which made deeper soil, and so on. Today there are about 4,400 known minerals—more than two-thirds of which came into being only because of the way life changed the planet. Some of them were created exclusively by living organisms.

Everywhere he looks, Hazen says, he sees the same fascinating process: increasing complexity. “You see the same phenomena over and over, in languages and in material culture—in life itself. Stuff gets more complicated.” It’s the complexity of the hydrothermal vent environment—gushing hot water mixing with cold water near rocks, and ore deposits providing hard surfaces where newly formed amino acids could congregate—that makes it such a good candidate as a cradle of life. “Organic chemists have long used test tubes,” he says, “but the origin of life uses rocks, it uses water, it uses atmosphere. Once life gets a foothold, the fact that the environment is so variable is what drives evolution.” Minerals evolve, life arises and diversifies, and along come trilobites, whales, primates and, before you know it, brass bands.

Helen Fields has written about snakehead fish and the discovery of soft tissue in dinosaur fossils for Smithsonian. Amanda Lucidon is based in Washington, D.C.

Read more: http://www.smithsonianmag.com/science-nature/The-Origins-of-Life.html#ixzz1DNkC4ldF

Descoberta de Novo Sistema com Seis Planetas Abala Teoria Oficial

quinta-feira, fevereiro 10th, 2011

E como fica o modêlo astronômico da teoria da Matriz/DNA, agora? Nenhuma alteração. Nas suscessivas gerações de replicações do sistema original devem ocorrer diversidade de formas.

Inovação Tecnológica

http://www.inovacaotecnologica.com.br/index.php 

Sistema com seis planetas surpreende astrônomos

Redação do Site Inovação Tecnológica – 03/02/2011

 

Ele não é apenas um sistema planetário como nunca se viu antes.

O que o telescópio espacial Kepler agora revelou foi um sistema planetário que ninguém esperava encontrar.

Há 2.000 anos-luz da Terra, a estrela agora batizada de Kepler-11 é bem parecida com o Sol.

Mas os planetas ao seu redor transformam em poeira cósmica os modelos de formação de planetas considerados válidos até hoje.

São seis planetas identificados até agora ao redor da Kepler-11, variando entre 2,3 e 13,5 vezes a massa da Terra – os maiores têm dimensões comparáveis a Urano e Netuno.

Cinco deles têm períodos orbitais entre 10 e 47 dias, o que significa que a órbita de todos eles fica dentro de uma região que cabe dentro da órbita de Mercúrio. É um sistema planetário absolutamente compactado.

O sexto planeta é maior e só um pouco mais distante, com um período orbital de 118 dias e uma massa ainda indeterminada – se estivesse em nosso Sistema Solar, orbitaria entre Mercúrio e Vênus.

Teorias.pó

Nenhum modelo de formação planetária apontaria a possibilidade de tal adensamento de planetas na proximidade das estrelas. E menos ainda com a sua composição provável, muito semelhante à de Urano e Netuno, que ficam muito mais distantes da nossa estrela.

Não é para menos. As teorias de formação de planetas foram feitas tendo como base de estudo unicamente o Sistema Solar, que era o único que os cientistas conheciam até poucos anos atrás. À medida que novos exemplos de sistemas planetários são encontrados, torna-se mais fácil elaborar teorias melhores.

“O sistema planetário Kepler-11 é incrível”, disse Jack Lissauer, membro da equipe científica do telescópio Kepler. “Ele é incrivelmente compacto, ele é incrivelmente plano e há um número surpreendentemente grande de planetas grandes orbitando perto da sua estrela”.

“Não sabíamos que tais sistemas poderiam existir,” resume ele.

As densidades dos planetas (derivadas da massa e do raio) fornecem pistas sobre suas composições. Todos os seis planetas têm densidades mais baixas do que a da Terra, provavelmente formados por uma misturas de rochas e gases, possivelmente incluindo água.

A parte rochosa responde pela maior parte da massa dos planetas, enquanto o gás responde pela maior parte do seu volume.

“Parece que os dois mais internos poderiam ser formados principalmente de água, possivelmente com uma fina pele de gás, hélio-hidrogênio, por cima, como mini-Netunos,” disse Jonathan Fortney, outro membro da equipe. “Os mais afastados têm densidades inferiores à da água, o que parece indicar atmosferas significativas de hélio-hidrogênio.”

Cérebros quentes

Isto é surpreendente, porque um planeta pequeno e quente não deveria conseguir manter uma atmosfera tão leve.

“Estes planetas são muito quentes por causa de suas órbitas próximas, e quanto mais quente eles são, mais gravidade precisam para manter a atmosfera,” explicou Fortney.

“Meus alunos e eu ainda estamos trabalhando nisso, mas nossas hipóteses são de que todos estes planetas provavelmente começaram com uma atmosfera de hélio-hidrogênio mais massiva, e nós vemos os restos dessas atmosferas naqueles mais distantes. Os mais próximos provavelmente já perderam a maioria dela.”

Mudança Magnética do Planeta Ameaça Continentes ao Desaparecimento?

quinta-feira, fevereiro 10th, 2011

Artigo publicado esta semana (transcrito abaixo) causou certo furor e uma certa correria à Internet buscando-se informações. O jornalista-autor cita várias fontes çientificas como referência mas muitos defensores da Ciência dizem que não existe embazamento cientifico (basta ler os 300 comentários que já seguem o artigo e várias respostas publicadas em outros veículos de comunicação).

 

Vamos tentar ler tudo a respeito antes de formular nossa opinião, porque a denuncia é muito séria.

 

Salem-News.com  

Magnetic Polar Shifts Causing Massive Global Superstorms

Superstorms can also cause certain societies, cultures or whole countries to collapse. Others may go to war with each other.

Terrence Aym Salem-News.com

Feb-04-2011 00:50

(CHICAGO) – NASA has been warning about it…scientific papers have been written about geologists have seen its traces in rock strata and ice core samples…

Now “it” is here: an unstoppable magnetic pole shift that has sped up and is causing life-threatening havoc with the world’s weather.

Forget about global warming—man-made or natural—what drives planetary weather patterns is the climate and what drives the climate is the sun’s magnetosphere and its electromagnetic interaction with a planet’s own magnetic field.

When the field shifts, when it fluctuates, when it goes into flux and begins to become unstable anything can happen. And what normally happens is that all hell breaks loose.

Magnetic polar shifts have occurred many times in Earth’s history. It’s happening again now to every planet in the solar system including Earth.

The magnetic field drives weather to a significant degree and when that field starts migrating superstorms start erupting.

The superstorms have arrived

The first evidence we have that the dangerous superstorm cycle has started is the devastating series of storms that pounded the UK during late 2010.

On the heels of the lashing the British Isles sustained, monster storms began to lash North America. The latest superstorm — as of this writing — is a monster over the U.S. that stretched across 2,000 miles affecting more than 150 million people.

Yet even as that storm wreaked havoc across the Western, Southern, Midwestern and Northeastern states, another superstorm broke out in the Pacific and closed in on Australia.

The southern continent had already dealt with the disaster of historic superstorm flooding from rains that dropped as much as several feet in a matter of hours. Tens of thousands of homes were damaged or destroyed. After the deluge tiger sharks were spotted swimming between houses in what was once a quiet suburban neighborhood.

Shocked authorities now numbly concede that much of the water may never dissipate and have wearily resigned themselves to the possibility that region will now contain a new inland sea.

But then only a handful of weeks later another superstorm; the megamonster cyclone Yasi, struck northeastern Australia. The damage it left in its wake is being called by rescue workers a war zone.

The incredible superstorm packed winds near 190mph. Although labeled as a category-5 cyclone, it was theoretically a category-6. The reason for that is storms with winds of 155mph are considered category-5, yet Yasi was almost 22 percent stronger than that.

 A cat’s cradle

Yet Yasi may only be a foretaste of future superstorms. Some climate researchers, monitoring the rapidly shifting magnetic field, are predicting superstorms in the future with winds as high as 300 to 400mph.

Such storms would totally destroy anything they came into contact with on land.

The possibility more storms like Yasi or worse will wreak havoc on our civilization and resources is found in the complicated electromagnetic relationship between the sun and Earth. The synergistic tug-of-war has been compared by some to an intricately constructed cat’s cradle. And it’s in a constant state of flux.

The sun’s dynamic, ever-changing electric magnetosphere interfaces with the Earth’s own magnetic field affecting, to a degree, the Earth’s rotation, precessional wobble, dynamics of the planet’s core, its ocean currents and—above all else—the weather.

Cracks in Earth’s Magnetic Shield

The Earth’s northern magnetic pole was moving towards Russia at a rate of about five miles annually. That progression to the East had been happening for decades.

Suddenly, in the past decade the rate sped up. Now the magnetic pole is shifting East at a rate of 40 miles annually, an increase of 800 percent. And it continues to accelerate.

Recently, as the magnetic field fluctuates, NASA has discovered “cracks” in it. This is worrisome as it significantly affects the ionosphere, troposphere wind patterns, and atmospheric moisture. All three things have an effect on the weather.

Worse, what shields the planet from cancer-causing radiation is the magnetic field. It acts as a shield deflecting harmful ultra-violet, X-rays and other life-threatening radiation from bathing the surface of the Earth. With the field weakening and cracks emerging, the death rate from cancer could skyrocket and mutations of DNA can become rampant.

Another federal agency, NOAA, issued a report caused a flurry of panic when they predicted that mammoth superstorms in the future could wipe out most of California. The NOAA scientists said it’s a plausible scenario and would be driven by an “atmospheric river” moving water at the same rate as 50 Mississippi rivers flowing into the Gulf of Mexico.

Magnetic field may dip, flip and disappear

The Economist wrote a detailed article about the magnetic field and what’s happening to it. In the article they noted:

“There is, however, a growing body of evidence that the Earth’s magnetic field is about to disappear, at least for a while. The geological record shows that it flips from time to time, with the south pole becoming the north, and vice versa. On average, such reversals take place every 500,000 years, but there is no discernible pattern. Flips have happened as close together as 50,000 years, though the last one was 780,000 years ago. But, as discussed at the Greenland Space Science Symposium, held in Kangerlussuaq this week, the signs are that another flip is coming soon.”

Discussing the magnetic polar shift and the impact on weather, the scholarly paper “Weather and the Earth’s magnetic field” was published in the journal Nature. Scientists too are very concerned about the increasing danger of superstorms and the impact on humanity.

 

Superstorms will not only damage agriculture across the planet leading to famines and mass starvation, they will also change coastlines, destroy cities and create tens of millions of homeless.

Superstorms can also cause certain societies, cultures or whole countries to collapse. Others may go to war with each other.

A Danish study published in the scientific journal Geology, found strong correlation between climate change, weather patterns and the magnetic field.

“The earth’s climate has been significantly affected by the planet’s magnetic field, according to a Danish study published Monday that could challenge the notion that human emissions are responsible for global warming.

“‘Our results show a strong correlation between the strength of the earth’s magnetic field and the amount of precipitation in the tropics,’ one of the two Danish geophysicists behind the study, Mads Faurschou Knudsen of the geology department at Aarhus University in western Denmark, told the Videnskab journal.

“He and his colleague Peter Riisager, of the Geological Survey of Denmark and Greenland (GEUS), compared a reconstruction of the prehistoric magnetic field 5,000 years ago based on data drawn from stalagmites and stalactites found in China and Oman.”

In the scientific paper “Midday magnetopause shifts earthward of geosynchronous orbit during geomagnetic superstorms with Dst = -300 nT” the magnetic intensity of solar storms impacting Earth can intensify the effects of the polar shift and also speed up the frequency of the emerging superstorms.
Pole reversal may also be initiating new Ice Age

According to some geologists and scientists, we have left the last interglacial period behind us. Those periods are lengths of time—about 11,500 years—between major Ice Ages.

One of the most stunning signs of the approaching Ice Age is what’s happened to the world’s precessional wobble.

The Earth’s wobble has stopped

As explained in the geology and space science website earthchangesmedia.com, “The Chandler wobble was first discovered back in 1891 by Seth Carlo Chandler an American astronomer.

The effect causes the Earth’s poles to move in an irregular circle of 3 to 15 meters in diameter in an oscillation. The Earth’s Wobble has a 7-year cycle which produces two extremes, a small spiraling wobble circle and a large spiraling wobble circle, about 3.5 years apart.

For the conclusion of this article, visit: helium.com

Also, as a response to comments, Terrence added this:

Related article added Feb-08-2011: Yellowstone Supervolcano, New Ice Age Could Topple US Government – Terrence Aym Salem-News.com

xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

E AQUI UMA RESPOSTA CONTRÁRIA AO ARTIGO ACIMA

TUCSONCITIZEN.COM

http://tucsoncitizen.com/wryheat/2011/02/07/superstorms-and-magnetic-poles/

Superstorms and magnetic poles

by Jonathan DuHamel on Feb. 07, 2011,

Last month I wrote an article entitled “Earth’s Magnetic Poles, Reversing or Not?” I noticed that yesterday it receive an unusually large number of hits. Why the sudden interest?

Upon searching, I found an article in the Salem, Oregon News by Terrence Aym titled “Magnetic Polar Shifts Causing Massive Global Superstorms.” In this story Aym claims that shifts in Earth’s magnetic poles and changes in the magnetic flux of the Sun caused the recent storms we have been experiencing in the last few days. Aym’s story is nothing but science fiction.

In the article, Aym refers to a paper in the Journal of Geophysical Research, titled, “Midday magnetopause shifts earthward of geosynchronous orbit during geomagnetic superstorms with Dst = -300 nT.” (You can read the paper here. Warning, it is very dense.) The paper concerns electromagnetic disturbance of the Earth’s magnetosphere caused by solar magnetic storms. The paper contains the words, “superstorm” and “space weather.” Aym also writes about the wandering magnetic poles, which I discussed in my article. These phenomena have nothing to do with weather in the Earth’s atmosphere. I guess that Aym Googled “superstorm” and found the paper. Either through misunderstanding of the scientific paper or in a deliberate attempt to conflate unrelated phenomena into a sensational, apocalyptic story, Aym writes “Now it is here: an unstoppable magnetic pole shift that has sped up and is causing life-threatening havoc with the world’s weather.” He also confuses slight wobbling of the magnetic pole and shifts in the magnetosphere with wobbling of the Earth’s rotational axis and shifts in the Earth’s orbit. Quite different phenomena. He then goes on to predict all manner of disasters. Sheer nonsense.

Aym adds some verisimilitude to his story by almost correctly stating: “A Danish study published in the scientific journal Geology, found strong correlation between climate change, weather patterns and the magnetic field.” This refers to a theory proposed a decade ago by Henrik Svensmark and Eigil Friis-Christensen that cosmic rays influence Earth’s climate through their effect on cloud formation. (Svensmark, H. 2007. Cosmoclimatology: a new theory emerges. Astronomy & Geophysics 48: 1.18-1.24. Svensmark’s book, The Chilling Stars, is a popularized version of his research.) The original theory rested on data showing a strong correlation between variation in the intensity of cosmic radiation penetrating the atmosphere and the amount of low-altitude clouds. Cloud cover increases when the intensity of cosmic rays grows and decreases when the intensity declines. The strength of Earth’s magnetosphere controls how much cosmic radiation reaches the atmosphere. But this work is about climate, not weather.

Aym’s story has the attributes of a B-grade disaster movie on the Syfy channel, scientific fact be damned.