Archive for fevereiro 1st, 2011

Cientistas identificaram o Relógio Biológico de todos seres vivos

terça-feira, fevereiro 1st, 2011

Cientistas identificaram pela primeira vez, o ritmo circadiano de 24 horas, de todas as formas de vida.

Artigo publicado em: OUGET

http://www.tecnologiasdeultimogrito.com/identificaram-relgio-biolgico-seres-vivos/

( Nota dêste autor: o que é ciclo circadiano:

WIKIPEDIA 

(Redirecionado de Ciclo circadiano)

Ritmo circadiano, ou ciclo circadiano, designa o período de aproximadamente um dia (24 horas) sobre o qual se baseia todo o ciclo biológico do corpo humano e de qualquer outro ser vivo, influenciado pela luz solar. O ritmo circadiano regula todos os ritmos materiais bem como muitos dos ritmos psicológicos do corpo humano, com influência sobre, por exemplo, a digestão ou o estado de vigília, passando pelo crescimento e pela renovação das células, assim como a subida ou descida da temperatura. O “relógio” que processa e monitora todos estes processos encontra-se localizado numa área cerebral denominada núcleo supraquiasmático, localizado no hipotálamo na base do cérebro e acima das glândulas pituitárias. Pesquisas recentes expandiram o sentido do termo, demonstrando que os ritmos circadianos estão também relacionados às marés, ao ciclo lunar e também à dinâmica climática da Terra através das correntes eólicas e marítimas, em especial se observado com relação aos animais migratórios. Dessa forma, a dinâmica circadiana não se reduz a uma questão fisiológica, mas também a uma conjuntura astronômica, geológica e ecológica.

O núcleo supraquiasmatico(NSQ)encontra-se em cima, ou seja “supra” do quiasma óptico, recebendo a luz pela via retino-hipotalamica.

Sabe-se que os ciclos circadianos são controlados em sua maioria nos mamíferos nos núcleos supraquiasmáticos do hipotálamo e estes, por sua vez, estão sob controle temporal por agentes sincronizadores, como a luz)

File:Biological clock human.svg

 

 The first modern observation of endogenous circadian oscillation was by the French scientist Jean-Jacques d’Ortous de Mairan in the 18th century; he noted that 24-hour patterns in the movement of the leaves of the plant Mimosa pudica continued even when the plants were kept in constant darkness.

( Importante anotar isto. Parece que o relógio biológico não depende de conexão direta entre um corpo e as fôrças da luz solar, pois êle funciona tambem quando o corpo é mantido na escuridão.)

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(continuação do artigo da OUGET)

Esta descoberta, vem revelar o mecanismo que controla o relógio biológico interno dos seres vivos (desde os humanos às algas), desde os primórdios da sua existência na Terra.

A pesquisa vem fornecer importantes informações, acerca de problemas de saúde relacionados com a desregulação dos relógios biológicos das pessoas, como por exemplo: os pilotos, os trabalhadores por turnos, entre outros.

O ritmo circadiano de 24 horas foi identificado nas células vermelhas do sangue. Esta informação é particularmente importante, porque até agora pensava-se que o relógio biológico estaria relacionado com a atividade do ADN e genética, mas ao contrário das outras células do corpo, os glóbulos vermelhos não têm ADN.

( Nota dêste autor: O que são “células vermelhas do sangue”:

WIKIPEDIA:

Hemácia

(Redirecionado de Células vermelhas do sangue)
 

Hemácias.

Da esq. para a dir. Hemácia, um trombócito e um leucócito.

Glóbulos vermelhos são unidades morfológicas da série vermelha do sangue, também designadas por eritrócitos ou hemácias, que estão presentes no sangue . São constituídas basicamente por globulina e hemoglobina (composta de 4 moléculas protéicas de estrutura terciária e 4 grupamentos heme que contém o ferro (cada íon ferro é capaz de se ligar frouxamente a dois átomos de oxigênio), um para cada molécula de hemoglobina), e a sua função é transportar o oxigênio (principalmente) e o gás carbônico (em menor quantidade) aos tecidos. Os eritrócitos vivem por aproximadamente 120 dias.

Red blood cells  take up oxygen in the lungs or gills and release it while squeezing through the body’s capillaries. These cells’ cytoplasm is rich in hemoglobin, an iron-containing biomolecule that can bind oxygen and is responsible for the blood’s red color. In humans, mature red blood cells are flexible biconcave disks that lack a cell nucleus and most organelles.  The cells develop in the bone marrow (medula óssea) and circulate for about 100–120 days in the body before their components are recycled by macrophages.  Approximately a quarter of the cells in the human body are red blood cells. Human red blood cells take on average 20 seconds to complete one cycle of circulation.)

(Nota: As células vermelhas vão aos pulmões e branquias onde recolhem o oxigênio e começam a circulação. Isto está indicando que a respiração está ligada ao relógio biológico, ao ritmo do sistema astronomico? Estas células são produzidas na medula óssea: sendo o esqueleto a estrutura do corpo, estaria êle conectado ( ou representando) com a estrutura da galáxia?)

 

File:Erytrocyte deoxy to oxy v0.7.gifAn animation of a typical human red blood cell cycle in the circulatory system. This animation occurs at real time (20 seconds of cycle) and shows the red blood cell deform as it enters capillaries, as well as changing color as it alternates in states of oxygenation along the circulatory system. (Mas só vai na perna esquerda? E a direita, como fica, coitada!? Obs.: Não é que eu sou chato, eu sou um cientista que exige exatidão nas coisas. Se eu disse perna esquerda e todos os outros humanos corrigem dizendo que aquela é a direita eu pergunto: “Quem disse que é direita? É direita em relação a quê? Ao Polo Norte? E quem disse que aquêle Polo é o norte? Porque não pode ser o sul?  A Terra é redonda e gira, não tem lados esquerdo e direito! Então… o lado direito do corpo é direito segundo qual ponto de referencia? O poste da esquina? Se eu quero dizer que aquela é a perna esquerda, ninguëm tem nada com isso! Ora bolas!)

Vejamos onde estas células são produzidas:

File:Caput femoris cortex medulla.jpg

A femur with a cortex of cortical bone and medulla of trabecular bone showing its red bone marrow and a focus of yellow bone marrow.

The stroma (the connective, functionally supportive framework of a biological cell, tissue, or organ)  is indirectly involved in hematopoiesis, since it provides the hematopoietic microenvironment that facilitates hematopoiesis by the parenchymal cells. For instance, they generate colony stimulating factors, affecting hematopoiesis.

( Êpa! Colony stimulating factors? Isto parece relaciona a ciclos. Vejamos o que é:

Colony-stimulating factor

Colony-stimulating factors (CSFs) are secreted glycoproteins which bind to receptor proteins on the surfaces of hemopoietic stem cells and thereby activate intracellular signaling pathways which can cause the cells to proliferate and differentiate into a specific kind of blood cell (usually white blood cells; for red blood cell formation see erythropoietin).

( Este é o nosso problema estudando a natureza sob o ponto de vista sistêmico: para se investigar um determinado ítem temos que dar uma volta ao Universo e na sua idade total, pois tudo está conectado. Agora vemos que as células vermelhas contem colesterol em sua membrana, então o colesterol pode estar relacionado com o relógio biológico e estas doenças derivadas do mal colesterol pode ser uma desritmia devido a stress que é incorporada pelo colesterol e levada a todo o corpo, pois ele está dentro das células vermelhas do sangue. Vejamos algo da membrana destas células:

Membrane lipids

  
The most common erythrocyte cell membrane lipids, schematically disposed as they are distributed on the bilayer. Relative abundances are not at scale.

( Repare como a Matriz-software de Sistema Perfeito é desfigurada, torcida e retorcida, fragmentada e reajuntada, ao nível molecular. A cruz no centro das moléculas é a reprodução da Matriz em forma de pentágono espiralado, mas aqui – devido as moléculas serem trechos da Matriz e portanto são “pedaços de circuitos”, abertos, um átomo representando uma Função Universal se liga a átomos externos elaborando longas cadeias, como é o caso do phosphatid Inositol)

The erythrocyte cell membrane comprises a typical lipid bilayer, similar to what can be found in virtually all human cells. Simply put, this lipid bilayer is composed of cholesterol and phospholipids in equal proportions by weight. The lipid composition is important as it defines many physical properties such as membrane permeability and fluidity. Additionally, the activity of many membrane proteins is regulated by interactions with lipids in the bilayer.

 

File:RBC membrane major proteins.png

Red Blood Cell membrane major proteins

(Vamos acompanhar estas proteínas com a maior atenção… se é que a membrana destas células tem a ver com o relógio biológico)

Both PS and phosphatidylinositol-4,5-bisphosphate (PIP2) can regulate membrane mechanical function, due to their interactions with skeletal proteins such as spectrin and protein 4.1R. Recent studies have shown that binding of spectrin to PS promotes membrane mechanical stability.

( Êpa! Membrane Mechanical Function and Stability ! Relógio biológico é isto: Regulação  Mecânica do Organismo. Por isso nosso Ciclo Cardiano interage e/ou é produzido pelo sistema astronômico: êste é puramente mecânico e esta propriedade foi trasferida à sua cria, os sistemas biológicos, atuando diretamente sôbre a estrutura mecânica do organismo.) 

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Segundo Akhilesh Reddy, estudante da Universidade de Cambridge e principal autor do estudo, “As implicações disto para a saúde, são múltiplas. Nós sabemos que os relógios desregulados (causados por trabalhos por turnos e jet-lag por exemplo) são associados a doenças metabólicas como diabetes, problemas de saúde mental e até mesmo cancro.

Reddy disse ainda que, “Com o conhecimento de como funcionam as células do relógio biológico a nosso favor, esperamos começar a ver claramente as ligações com estes distúrbios. Isto (a longo prazo) levará a novas terapias que há um par de anos atrás, não teria sido sequer possível imaginar.

Método de estudo

Os investigadores descobriram o ritmo de 24 horas nas amostras de peroxirredoxinas, tanto para as células vermelhas do sangue, como nas algas. As amostras foram mantidas no escuro e tiradas em intervalos regulares durante vários dias.

( Hummm… Então as Peroxirredoxinas são importantes no inteiro processo do relógio biológico. Vejamos o que é isso:

Wikipedia:

Peroxiredoxin

Structure of AhpC, a bacterial 2-cysteine peroxiredoxin from Salmonella typhimurium.
 
( Está aí! A forma do circuito da Matriz astronômica! Esta é uma enzima que está dentro das células vermelhas do sangue que desempenham função decisiva no relógio biológico ou ciclo arcadiano que se constitui num ritmo sincronizado que afeta tôdas as coisas dentro so sistema solar. Ora, se vemos que o mesmo circuito no nivel astronomico se repete no nivel microscópico então estamos presenciando um fenômeno de “fractais”. Se realmente existe essa hipótese, se for provado que existe “fractologia”aqui, estarão provadas a existência do software natural Matriz/DNA e o nosso modêlo cosmológico! Raios, temos que nos aprofundar nessa pesquisa.) 

Peroxiredoxins  are a ubiquitous family of antioxidant enzymes that also control cytokine-induced peroxide levels and thereby mediate signal transduction in mammalian cells.

 Recent research has found that they are the oldest common mechanism responsible for the 24-hour internal clock of almost all life on earth.

Plant 2-Cys peroxiredoxins are post-translationally targeted to chloroplasts [10], where they protect the photosynthetic membrane against photooxidative damage [11].

Nuclear gene expression depends on chloroplast-to-nucleus signalling and responds to photosynthetic signals, such as the acceptor availability at photosystem II and ABA

( Cloroplastos estão ligados a luz solar e emitem sinais ao nucleo o que produz expressão de genes… muito interessante! )

Conclusão

Tanto nas amostras com os glóbulos vermelhos como nas amostras com algas, foi encontrado o ritmo biológico de 24 horas, mesmo quando o ADN já não estava ativo.

Andrew Millar, liderando o estudo na Universidade de Edimburgo Escola de Ciências Biológicas, disse que, Esta pesquisa pioneira mostra que os relógios do corpo são mecanismos antigos, que têm permanecido connosco ao longo de um bilião de anos de evolução. Estes devem ser muito mais importantes e sofisticados, do que previamente se pensava. Serão necessários mais estudos, para determinar como e por quê, de estes relógios se desenvolveram nas pessoas (e em todos os outros seres vivos na Terra) e qual o papel que eles desempenham no controlo dos nossos corpos.

Outros estudos relacionados têm sido publicados, e revelam por exemplo: indícios de que o relógio circadiano controla os padrões de atividades diárias e sazonais, desde os ciclos de sono às migrações de borboletas.

Fonte: University of Cambridge

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Artigos nêste Website Relacionados ao Relógio Biológico (clicar no titulo do artigo leva direto ao artigo)

Cérebro: a notável semelhança entre o Oscilador Circadiano e o Diagrama da Matriz – terça-feira, novembro | 30 | 2010 – Categoria: pesquisas da Matriz

Fótons: Luz do Sol influenciando Organismos e Sistemas Biológicos – novembro | 14 | 2010 – categoria: Fóton

Relógio Molecular ou Relógio Astronomico ? Mais um indicio favorecendo a Teoria da Matriz/DNA Universal – julho | 2 | 2009 – categoria: Teoria do Relógio Astronomico

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E aqui mais uma versão (original) do artigo, a ser estudado na próxima ocasião:

University of Cambridge

http://www.admin.cam.ac.uk/news/dp/2011012601

Ancient body clock discovered that helps to keep all living things on time

26 January 2011

 

The mechanism that controls the internal 24-hour clock of all forms of life from human cells to algae has been identified by scientists. Not only does the research provide important insight into health-related problems linked to individuals with disrupted clocks – such as pilots and shift workers – it also indicates that the 24-hour circadian clock found in human cells is the same as that found in algae and dates back millions of years to early life on Earth.

Two new studies out tomorrow, 27 January, in the journal Nature from the Universities of Cambridge and Edinburgh give insight into the circadian clock which controls patterns of daily and seasonal activity, from sleep cycles to butterfly migrations. 

One study, from the Institute of Metabolic Science at the University of Cambridge, has for the first time identified 24-hour rhythms in red blood cells. This is significant because circadian rhythms have always been assumed to be linked to DNA and gene activity, but – unlike most of the other cells in the body – red blood cells do not have DNA. 

Akhilesh Reddy, from the University of Cambridge and lead author of the study, said: “We know that clocks exist in all our cells; they’re hard-wired into the cell. Imagine what we’d be like without a clock to guide us through our days. The cell would be in the same position if it didn’t have a clock to coordinate its daily activities. 

“The implications of this for health are manifold. We already know that disrupted clocks – for example, caused by shift-work and jet-lag – are associated with metabolic disorders such as diabetes, mental health problems and even cancer. By furthering our knowledge of how the 24-hour clock in cells works, we hope that the links to these disorders – and others – will be made clearer. This will, in the longer term, lead to new therapies that we couldn’t even have thought about a couple of years ago.”

For the study, the scientists, funded by the Wellcome Trust, incubated purified red blood cells from healthy volunteers in the dark and at body temperature, and sampled them at regular intervals for several days. They then examined the levels of biochemical markers – proteins called peroxiredoxins – that are produced in high levels in blood and found that they underwent a 24-hour cycle. Peroxiredoxins are found in virtually all known organisms. 

A further study, by scientists working together at the Universities of Edinburgh and Cambridge, and the Observatoire Oceanologique in Banyuls, France, found a similar 24-hour cycle in marine algae, indicating that internal body clocks have always been important, even for ancient forms of life. 

The researchers in this study found the rhythms by sampling the peroxiredoxins in algae at regular intervals over several days. When the algae were kept in darkness, their DNA was no longer active, but the algae kept their circadian clocks ticking without active genes. Scientists had thought that the circadian clock was driven by gene activity, but both the algae and the red blood cells kept time without it. 

Andrew Millar of the University of Edinburgh’s School of Biological Sciences, who led the study, said: “This groundbreaking research shows that body clocks are ancient mechanisms that have stayed with us through a billion years of evolution. They must be far more important and sophisticated than we previously realised. More work is needed to determine how and why these clocks developed in people – and most likely all other living things on earth – and what role they play in controlling our bodies.” 

Additional funding for the studies was provided by the Biotechnology and Biological Sciences Research Council, the Engineering and Physical Sciences Research Council, the Medical Research Council, the French Agence Nationale de la Recherche, and the National Institute of Health Research.

Astronomia:Importante Levantamento Atual da Pesquisa Espacial e da Vida Extraterrestre

terça-feira, fevereiro 1st, 2011

Artigo do NYT é prova que vamos descobrir Vida-Et antes da NASA

Artigo no NYT-Science desta semana ( link abaixo) descreve como está a corrida para encontrar outros planetas fora do sistema solar principalmente procurando detectar Vida Extraterrestre. O modêlo cosmológico da Matriz abordaria o problema, ao menos intelectualmente, acrescentando uma outra abordagem para a pesquisa. Explico com uma analogia.

Imagine micróbios inteligentes habitando a superficie de um ribossomo dentro de uma célula que está dentro do corpo de um elefante. Se êles estivessem em nosso atual nível da evolução, como fariam para saber se há outros ribossomos e se há vida nêles, nas outras células que lhe pareceriam tão difusas e distantes como as galáxias e as estrêlas parecem a nós?

Hein?

Pois êsse é exatamente o nosso caso atual. Para começar, poderiam detectar vários tipos de corpos à volta do nucleo celular, mas a difusa visibilidade e os deficientes meios técnicos atuais para identificar os corpos tornaria dificel saber se tais corpos seriam ribossomos e não mitocondrias, lisossomos, ou simples moléculas. Apenas temos as variações da luz da estrêla quando o corpo se põe entre nós e ela, o que quase nada elucida a identificação do corpo. Uma das idéias da Matriz/DNA é que devemos nos voltar para o planeta e pensar como êle poderia ser identificado por alguém naquelas estrêlas. Então quando o Kepler estiver distante de nós seria bom êle voltar-se em nossa direção, mandar imagens, e com elas estudaríamos esse problema. 

Mas agora imagine que tais micróbios estivessem numa célula do seu corpo e você pudesse saber de sua existência e observa-las, como imaginam os crentes seriam seus deuses.  Claro que se quisesse você arrumaria algum jeito de conduzi-los a contactarem micróbios de outra célula. Mas acho que você não iria querer. Pois se todos os micróbios de tôdas a s células se comunicarem e se unirem, podem dominar o seu corpo, tomar de ti o poder sôbre teu reino. Então acho que Deus não nos ajudaria nessa busca, por êsse motivo. “Dividir para reinar!”… já dizia Maquiavel. 

Mas que tal se nós ficar-mos pensando nesta história de micróbios vivendo na superfície de ribossomos para ver se temos alguma idéia genial e começamos a bater papo com os extraterrestres primeiro que a NASA? Já pensou na surprêsa do pessoal da NASA ao receberem um convite:

“Os senhores estão convidados a participarem de uma teleconferência na Internet Espacial com o Comandante Austriak e sua Esquadra Galáctica de Orion, Nebula, que se fará realizar aqui na Selva Amazônica no próximo domingo. Serão bem vindos. Alojamento grátis. Abraços… pessoal da Matriz/DNA”. 

Ahhhh… como é bom sonhar…ao menos, desopila o fígado…

Quer ver o artigo? Se pedir login, é fácil e vale a pena se registrar. Se não, procure que há outros caminhos para chegar a êste extraordinário jornal. 

The New York Times

Space @ Cosmos

http://www.nytimes.com/2011/01/31/science/space/31planet.html?pagewanted=2&ref=general&src=me

Gazing Afar for Other Earths, and Other Beings

Published: January 30, 2011

Intuição: Assunto que influencia nossas vidas e nos interessa. Grande Artigo

terça-feira, fevereiro 1st, 2011
Quando tento rever o processo que me levou à descoberta da fórmula da Matriz Universal encontro problemas: não consigo refazer os passos antecedentes e não sei em que estava pensando ou que fato estava acontecendo no momento que desenhei a fórmula. Como nada entendo desta operação mental, escolhí uma palavra-jargão para definir a causa da idéia: I N T U I Ç Ã O.
Mas o que é intuição? Podemos provocar intuições? São elas boas e/ou más para nós? Tôda vez que de repente nos “pinta” uma idéia e saímos atrás do objetivo que essa idéia indicou, foi uma intuição?
Eu vejo o cérebro como uma network de interactions entre informações registradas em neuronios da memória e demais neuronios. A memória é o nucleo, como a molécula de açucar num nucleotideo enquanto os demais neuronios se dividem primeiro em duas grandes regiões com personalidades diferentes, os hemisférios direito e esquerdo. Dentro de cada hemisfério existe ainda outra sub-divisão entre duas regiões. Então todo estimulo que entra no cérebro exigindo um pensamento vai diretamente á memória onde se compara o novo dado com o que se tem e faz expressar os dados relacionados ao novo dado. Da memória sai um fluxo de sinais levando estes dados no sentido horário, portanto vai atingir primeiro a região mais baixa do hemisfério esquerdo. Aqui ocorre a fase do deslumbramento, da surpresa, da curiosidade, ou indiferença, como reage uma criança a qualquer estímulo externo. Se o estimulo não exige ação êle retorna ã memória se foi considerado real para ser estocado como novo dado; se não, ele se evapora. Se o estimulo exige ação o fluxo de sinais vai para a região seguinte, a região superior ainda dentro do hemisfério esquerdo. Esta região é a do raciocinio crítico, um quase animalesco comportamento, onde o ser responde como criatura carnal lutando pela sobrevivência e se esta estiver resolvida, buscando os prazeres. Corresponde à idade do jovem, que é impetuoso, meio libertino ou anarquista, mais egoísta que altruísta. Desta região pode sair prontamente a ação, sem o fluxo passar ao hemisfério direito, principalmente se o estímulo representa uma situação de emergência. Se houver tempo o fluxo vai passar para o HD, o qual lida mais com as abstrações, como dizem, a construção espacial e temporal de uma idéia, onde o fluxo vai ser analizado em têrmos das leis e costumes sociais, vai ser comparado com a existência dos outros e inferir qual a interfer6encia nos outros, etc. Nêste ponto o fluxo se comporta como um adulto jovem. Chega então o fluxo ao quarto compartimento, onde entra as questões mais abstratas, como a moral, a religião, etc. Depois disso tudo o fluxo repete tudo outro vez porem de forma bastante rápida, no cortex cerebral. O qual é uma nova construção cerebral de nível superior onde se aloja a auto-consciência. Se o fluxo não foi despachado antes, aqui é o ultima parada.
Portanto, a configuação acima repete a fórmula da Matriz-software de sistema perfeito ou aberto: os dois hemisférios são as duas meias-faces da Matriz, a memória é a F1, as duas regiões do HE são F2 e F3, as duas do HD são F6 e F7 se o estímulo conduziu a apenas uma reflexão ou memorização. F4 é o cortex que ejacula a idéia (F5) para fora ou retorna-a à memória para ser repensada no nivel prático. 
Tendo esquematizado assim o problema devemos retornar agora com nossa questão: O que é intuição? Onde ela ocorre? Como ela surge?
Devemos esperar por mais dados reais da psicologia, da psiquiatria e principalmente das técnicas de MRI, para estudar êste assunto. Por isso registramos o excelente artigo abaixo e neste capitulo iremos acrescentando tudo o que novo for surgindo. Por enquanto eu opinaria que intuição é algo que nasce no HD, quando êste toca niveis profundos abstratos e talvez holograficos da Natureza e ela pode ser tornar a causa apaixonante de uma pessoa se, quando ela bater no cortex identifica-se com algum aspecto da nossa ainda misteriosa auto-consciência. 
Vamos ao artigo que será traduzido quando tiver-mos tempo ou se antes uma boa alma fazer isso para nós. Comecei a analizar o documento: o que está grifado em vermelho foi o que achei importante para a Matriz/DNA e o que está em azul são meus comentários)
 

Rationally Speaking

http://rationallyspeaking.blogspot.com/

Monday, January 31, 2011

Are Intuitions Good Evidence?

by Julia Galef
 
In Episode 16 of the Rationally Speaking podcast, Massimo said that despite some disagreements over particular philosophical issues, there is at least a consensus within the field about the rules of how to argue. I agree to a large extent. Philosophers more or less all concur about the rules of deductive logic and what constitutes a formal logical fallacy, as Massimo rightly pointed out. That’s not to say that no one ever makes a mistake, of course, but they do share standards of argumentation towards which they all strive. That commitment to rigorous thought is why I tend to love talking to philosophers, and it’s why I’ve ended up with an amusingly philosopher-heavy friend group.
( Esta é uma falha da ideologia dos céticos ( o autor faz parte de um movimento de céticos): acreditar que existe o perfeito pensamento o qual seria o rigoroso pensamento e o qual seria uma virtude dos céticos e racionalistas. Ora, a Razão só poderia existir como perfeita se ela conhecesse o tôdo e fôsse um espelho (mental) do todo. Assim ela operaria em perfeita sincronicidade com as operações do todo. Mas é válido a busca do pensamento mais rigoroso possível baseado unicamente nos fatos reais conhecidos e comprovados por todos ou por experimentos cientificos. Assim procedí, extremamente materialista e lógico segundo a lógica baseada nos poucos dados que conhecemos, na investigação que me levou à fórmula da Matriz/DNA).
 
Most philosophical arguments, however, occur not in the neat and orderly garden of formal logic, but in the wilderness outside its walls. Which means that the consensus on “how to argue” can get a little fuzzy. In particular, there’s one interesting controversy about philosophical methodology that I mentioned during the show but didn’t have time to elaborate on1: Is it legitimate to cite one’s intuitions as evidence in a philosophical argument?
It’s an important question, because appeals to intuitions are ubiquitous in philosophy. What are intuitions? Well, that’s part of the controversy, but most philosophers view them as intellectual “seemings.” George Bealer, perhaps the most prominent defender of intuitions-as-evidence, writes, “For you to have an intuition that A is just for it to seem to you that A… Of course, this kind of seeming is intellectual, not sensory or introspective (or imaginative).”2
( Bate com o que eu disse acima. Podemos ter intuições a cada minuto mas só damos valor e seguramos algumas quando um fluxo de dados bate no cortex, na área da auto-consciência, a qual é uma emergência de nível evolutivo superior alcançando ou tocando dimensões ainda obscuras ao nosso conhecimento, e o fluxo de identifica com algum aspecto do nosso auto-consciente. É portanto uma produção intelectual, não haveria como ser sensórea.)
   
 Other philosophers have characterized them as “noninferential belief due neither to perception nor introspection”3 or alternatively as “applications of our ordinary capacities for judgment.”4
Philosophers may not agree on what, exactly, intuition is, but that doesn’t stop them from using it. “Intuitions often play the role that observation does in science – they are data that must be explained, confirmers or the falsifiers of theories,” Brian Talbot says.5 Typically, the way this works is that a philosopher challenges a theory by applying it to a real or hypothetical case and showing that it yields a result which offends his intuitions (and, he presumes, his readers’ as well).
For example, John Searle famously appealed to intuition to challenge the notion that a computer could ever understand language:
“Imagine a native English speaker who knows no Chinese locked in a room full of boxes of Chinese symbols (a data base) together with a book of instructions for manipulating the symbols (the program). Imagine that people outside the room send in other Chinese symbols which, unknown to the person in the room, are questions in Chinese (the input). And imagine that by following the instructions in the program the man in the room is able to pass out Chinese symbols which are correct answers to the questions (the output)… If the man in the room does not understand Chinese on the basis of implementing the appropriate program for understanding Chinese then neither does any other digital computer solely on that basis because no computer, qua computer, has anything the man does not have.”
Should we take Searle’s intuition that such a system would not constitute “understanding” as good evidence that it would not? Many critics of the Chinese Room argument argue that there is no reason to expect our intuitions about intelligence and understanding to be reliable.
Ethics leans especially heavily on appeals to intuition, with a whole school of ethicists (“intuitionists”) maintaining that a person can see the truth of general ethical principles not through reason, but because he “just sees without argument that they are and must be true.”6 Intuitions are also called upon to rebut ethical theories such as utilitarianism: maximizing overall utility would require you to kill one innocent person if, in so doing, you could harvest her organs and save five people in need of transplants. Such a conclusion is taken as a reductio ad absurdum, requiring utilitarianism to be either abandoned or radically revised – not because the conclusion is logically wrong, but because it strikes nearly everyone as intuitively wrong.
British philosopher G.E. Moore used intuition to argue that the existence of beauty is good irrespective of whether anyone ever gets to see and enjoy that beauty. Imagine two planets, he said, one full of stunning natural wonders – trees, sunsets, rivers, and so on – and the other full of filth. Now suppose that nobody will ever have the opportunity to glimpse either of those two worlds. Moore concluded, “Well, even so, supposing them quite apart from any possible contemplation by human beings; still, is it irrational to hold that it is better that the beautiful world should exist than the one which is ugly? Would it not be well, in any case, to do what we could to produce it rather than the other? Certainly I cannot help thinking that it would.”7
Although similar appeals to intuition can be found throughout all the philosophical subfields, their validity as evidence has come under increasing scrutiny over the last two decades, from philosophers such as Hilary Kornblith, Robert Cummins, Stephen Stich, Jonathan Weinberg, and Jaakko Hintikka (links go to representative papers from each philosopher on this issue). The severity of their criticisms vary from Weinberg’s warning that “We simply do not know enough about how intuitions work,” to Cummins’ wholesale rejection of philosophical intuition as “epistemologically useless.”
One central concern for the critics is that a single question can inspire totally different, and mutually contradictory, intuitions in different people. Personally, I’ve often been amazed at how completely I disagree with what a philosopher claims is “intuitively” the case. For example, I disagree with Moore’s intuition that it would be better for a beautiful planet to exist than an ugly one even if there were no one around to see it. I can’t understand what the words “better” and “worse,” let alone “beautiful” and “ugly,” could possibly mean outside the domain of the experiences of conscious beings. I know I’m not alone in my disagreement with Moore, yet I’ve also talked to other well-respected professional philosophers who claim to share his intuition.
It’s common, in fact, for philosophers’ intuitions to diverge. If we want to take philosophers’ intuitions as reason to believe a proposition, then the existence of opposing intuitions leaves us in the uncomfortable position of having reason to believe both a proposition and its opposite. “We all know from even casual philosophical discussion that philosophers don’t always share one another’s intuitions,” Rutgers’ Alvin Goldman writes. Just to pick one of myriad examples, here is the eminent Hilary Putnam reacting to David Lewis’ appeals to metaphysical intuitions: “[F]ar from sharing these intuitions, I feel that I don’t even understand what they mean,” he complained.8 And Cummins and Weinberg both propose that the degree of disagreement on intuition may be understated by selection bias. “I suspect there is overall less agreement than standard philosophical practice presupposes, because having the ‘right’ intuitions is the entry ticket to various subareas of philosophy,” Weinberg says.
But the problem that intuitions are often not universally shared is overshadowed by another problem: even if an intuition is universally shared, that doesn’t mean it’s accurate. For in fact there are many universal intuitions that are demonstrably false. Consider our intuitive notions about math. It seems intuitively obvious that there must be more rational numbers than positive integers – because, after all, there are an infinite number of rational numbers between any two positive integers. Yet we can prove that set of rational numbers is the same size as the set of positive integers.
Our naïve beliefs about physics are no better. People who have not been taught otherwise typically assume that an object dropped out of a moving plane will fall straight down to earth, at exactly the same latitude and longitude from which it was dropped. What will actually happen is that, because the object begins its fall with the same forward momentum it had while it was on the plane, it will continue to travel forward, tracing out a curve as it falls and not a straight line. “Considering the inadequacies of ordinary physical intuitions, it is natural to wonder whether ordinary moral intuitions might be similarly inadequate,” Princeton’s Gilbert Harman has argued,9 and the same could be said for our intuitions about consciousness, metaphysics, and so on.
We can’t usually “check” the truth of our philosophical intuitions externally, with an experiment or a proof, the way we can in physics or math. But it’s not clear why we should expect intuitions to be true. If we have an innate tendency towards certain intuitive beliefs, it’s likely because they were useful to our ancestors. But there’s no reason to expect that the intuitions which were true in the world of our ancestors would also be true in other, unfamiliar contexts, such as objects being dropped from airplanes. (Or the emergence of consciousness from a complex system of unconscious components.)
And for some useful intuitions, such as moral ones, “truth” may have been beside the point. It’s not hard to see how moral intuitions in favor of fairness and generosity would have been crucial to the survival of our ancestors’ tribes, as would the intuition to condemn tribe members who betrayed those reciprocal norms. If we can account for the presence of these moral intuitions by the fact that they were useful, is there any reason left to hypothesize that they are also “true”? The same question could be asked of the moral intuitions which Jonathan Haidt has classified as “purity-based” – an aversion to incest, for example, would clearly have been beneficial to our ancestors. Since that fact alone suffices to explain the (widespread) presence of the “incest is morally wrong” intuition, why should we take that intuition as evidence that “incest is morally wrong” is true?
The still-young debate over intuition will likely continue to rage, especially since it’s intertwined with a rapidly growing body of cognitive and social psychological research examining where our intuitions come from and how they vary across time and place. I’ll be following it with interest – as a metaphilosophical question, its resolution bears on the work of literally every field of analytic philosophy, except perhaps logic. Can analytic philosophy survive without intuition? (If so, what would it look like?) And can the debate over the legitimacy of appeals to intuition be resolved with an appeal to intuition?
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[Note: Massimo will publish a response to this friendly attack in a couple of days, as soon as he has figured out what his intuitions about Julia’s arguments are.]
[Julia’s Note: This was certainly meant as friendly, but not as an attack! I’m just explaining an interesting controversy in the field.]
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(1) My disagreement with Massimo in the show begins around 20:30 and seems, in retrospect, to be primarily due to my characterization of appeals to intuition as a “rule of inference” among philosophers. Massimo (I believe) took “rule of inference” to refer to a formal rule of deduction, and replied that philosophers do not disagree about formal logic, whereas I was using “rule of inference” to mean, basically, “philosophical methodology.”
(2) George Bealer (1996). A priori knowledge and the scope of philosophy.
(3) Sosa, E. (1998). ‘Minimal Intuition’, in M. De Paul and W. Ramsey (eds.), Rethinking Intuition, Lanham, MD: Rowman and Littlefield.
(4) Timothy Williamson (2004). Philosphical ‘Intuitions’ and Scepticism About Judgement.
(5) Talbot, Brian (2009). How to Use Intuitions in Philosophy.
(6) Harrison, J. (1967). “Ethical Objectivism,” In P. Edwards (Ed.), The Encyclopedia of Philosophy (Vols. 3-4, pp. 71-75).
(7) Moore, G. E. (1903). Principia Ethica.
(8) Putnam, Hilary (1995). Renewing Philosophy.
(9) Harman, G. (1999). “Moral Philosophy Meets Social Psychology: Virtue Ethics and the fundamental Attribution Error,” Proceedings of the Aristotelian Society (New Series), 119: 316–31.