Archive for março, 2011

Modêlo Cosmológico de Brasileiro Ganha do Modêlo Internacional Ensinado Nas Escolas!

quinta-feira, março 10th, 2011
xxx
Galáxias Distantes Reforçam a Teoria da Matriz/DNA

Na imagem, o amontoado de pontos vermelhos mostra grupo de galáxias mais distantes já encontrado.

Bilhões de estudantes – incluindo todos nós dessa geração –  podem ter aprendido  na escola uma teoria equivocada que foi ensinada não como sendo teoria, mas verdade comprovada! Se isto for realmente comprovado em breve, repetir-se-á o que ocorreu por volta de 1500, quando por milhares de anos a Humanidade acreditou que era o Sol que girava em torno da Terra, um simples estudioso que não seria considerado nem um astronômo amador nos tempos modernos, ousou dizer que estava tudo ao contrário! Mas os fatos não permitem que um engano dure por muito tempo, e novos fatos reais fazem com que se começa a descobrir a verdade. No curriculum escolar de todo o mundo ensina-se que depois do Big Bang se formaram galáxias e depois os sistemas estelares, quando há uma nova teoria de um autor brasileiro que não é astronômo sugerindo que foi ao contrário. Ao invés da galáxia mecânica e matemática dos físicos o novo modêlo sugere uma galaxia semi-mecânica/semi-biológica que preenche os requisitos necessários para o mundo ter gerado os sistemas biológicos, ou seja, os seres vivos. O brasileiro passou seis anos na selva amazônica  estudando sistemas naturais e foi conduzido pelos resultados de seus calculos  baseados na biosfera da selva virgem a se interessar pelo sistema astronômico à nossa volta, pois seus resultados apontavam para o céu onde estaria a fonte das fôrças que geraram a Vida na Terra. Mas a solução exigia que o céu fôsse diferente do que transmite a denominada Teoria Nebular Astronômica, que faz parte da Standard Theory, a qual é mundialmente aceita em tôdas as academias de Ciências. 

O brasileiro têve que registrar no Brasil e nos Estados Unidos a 25 anos atrás os direitos autorais de uma fórmula e como argumento a favor tinha que incluir seu modêlo cosmológico, muito a contragôsto porque astronomia, cosmologia, não eram suas especialidades e não podia acreditar que seus modêlos estavam certos e o mundo errado. Mas nos ultimos 25 anos tem acompanhado de perto tôdas as noticias astrônômicas e descobertas científicas publicadas e a cada nova descoberta sempre acontece o mesmo: os textos dizem algo como “este novo fato ou novo mecanismo não se encaixa adequadamente nas correntes teorias e indica que devem serem revisadas”, ou então, principalmente em astronomia é comum a cada nova foto ou elemento capturado no espaço vir com a ressalva de que tal fato contraria a Teoria Nebular. Mas para surprêsa do brasileiro, tôdas as fotos, todos os novos fatos veiculados se encaixam em seus modêlos e reforçam sua teoria indicando que ela têve incrível capacidade de previsão. Isto não apenas em astronomia, e sim em tôdas as áreas cientificas. Mas como tratava-se de um pesquisador solitário na selva, não tendo ligação com o mundo cientifico e intelectual externo, e por ser extremamente exigente em relação a seus resultados, apenas fêz como Darwin, ou seja, permaneceu 30 anos revisando seus dados e calculos, reunindo evidências, testando-os com os fatos reais antes de divulgar sua teoria publicando um livro. O brasileiro até agora limitou-se a registrar uma síntese da teoria num website na Internet onde está a cada dia registrando mais evidências, mas como continua isolado e nada fêz para divulgar o site, e ainda porque sua teoria é tão diferente de tudo que foi feito e pensado até hoje, parece que ninguém quer entendê-la e assim permanece quase desconhecida. Existe um exército de até 15.000 visitantes mensais vendo o website, pessoas de tôdas as partes, notadamente dos USA, Russia, Alemanha, etc., mas não se sabe como chegaram no website já que nada foi divulgado e o que lhes está interessando nêle.

Agora a ultima noticia que chega ao autor o fêz postar comentários em alguns blogs. Trata-se do artigo abaixo. A recente foto de galáxias muito distantes sugerem que há algumas galaxias surgidas a apenas 3 bilhões de anos depois da origem do Universo, porem suas estrêlas, que deveriam ainda estar em formação algumas e as outras serem muito jovens, segundo os modêlos teóricos da Teoria Nebular,  são na realidade maduras, velhas! Como se explica isso, pela Teoria Nebular? Não se explica, não há como explicar, e os astrônomos no artigo dizem que os modêlos terão que serem recalculados.

Mas então o autor brasileiro em seu comentário sugere que a ordem da criação do mundo, na Teoria Nebular, pode estar ao contrário. Ela indica que primeiro se formaram as nebulosas das galáxias e sómente depois, dentro delas, se formaram as estrêlas e os sistemas estelares, como o nosso Sistema Solar. Após solicitar que apresentem os fatos reais que os levaram a construir esta teoria e não ter recebido respostas, êle supõe que estes modêlos são resultados de puros calculos teóricos e portanto podem estarem equivocados. Por outro lado seus modêlos estão sugerindo o contrário: que primeiro se formaram as estrêlas, os sistemas estelares, e foi da evolução d6estes que surgiram as galáxias tal como se apresentam hoje. E agora? E o Sol que gira em torno da Terra, como as escolas da antiguidade ensinaram durante mais de mil anos, ou é a Terra que gira em torno do céu, como se atreveu a afirmar um obscuro astronomo amador chamado Nicolau Copérnico?

Louis Morelli adverte que esta parte distante da história cosmológica em seu modêlo não está bem esclarecida ainda por êle, a leitura dos mapas pode induzir a êrros, mas a seu favor está a lógica da macro-evolução universal. Sistemas estelares são mais simples, sistemas galácticos são mais complexos. A evolução tem caminhado sempre do mais simples para o mais complexo, e não o contrário. Sistemas estelares são mais simples porque são constituídos de poucos tipos de astros: estrêla, planeta, e talvez cometas, se estes forem gerados dentro do sistema. Mas existem vários outros tipos de astros, como os quasares, os pulsares, buracos negros, e as fotos recentes tem indicados muitos outros que ainda não se sabe como catalogar. Estes astros não foram encontrados até agora dentro de sistemas estelares, mas está comprovado que estão dentro de sistemas galácticos. Ora, um sistema que possua maior diversidade de elementos, de “peças”, forçosamente é o mais complexo.

Segundo, afirma o autor, astros, sejam quais forem os primeiros a aparecerem, foram inicialmente formados por átomos e átomos leves. Estes constituiram por exemplo estrêlas, as quais, e sómente então produziram novas espécies de átomos, mais pesados e complexos.E sómente então surgiram os demais tipos de astros, com os novos átomos. Ora, a evolução não dá saltos inexplicáveis e não vai para a frente retornando para tras para depois recomeçar. Sempre, na evolução, vale o velho ditado popular: filho de peixe, peixinho será. Certamente não será uma girafa ou uma águia. isto afirma que mesmo considerando extremas mutações, sempre que um novo sistema é gerado, êle mantem as configurações parecidas com o sistema que o gerou. E sistemas estelares são muito mais parecidos com sistemas atômicos que os sistemas galácticos. Foi uma nebulosa de átomos que gerou os primeiros astros, os primeiros sistemas. É de se supor que a fórmula de sistema que existia a nível micro-cósmico tenha sido a fórmula projetada a nivel macrocósmico para organizar a colônia de átomos em novo sistema. Ora, átomos são formados de um nucleo e elétrons à volta, muito mais parecido com sistemas estelares que os mais complexos galácticos. Novamente a lógica sugere esta ordem cronológica.

Terceiro, o autor brasileiro foi obrigado a calcular e desenhar um modêlo cosmológico a partir do que indicava uma fórmula obtida pelo método da anatomia comparada entre sistemas vivos e não-vivos, após muitas novidades ter aprendido observando os sistemas da biosfera amazônica. Os modêlos teóricos cientificos de como teria sido o estado do mundo a 4 bilhões de anos atrás não tinham as fôrças e elementos necessários para produzir, dentro de uma galáxia, o primeiro sistema celular biológico. Mas a fórmula que se encaixava como produtora de tôda a abiogênese, desde a matéria orgânica, as primeiras moléculas como aminoácidos, as primeiras proteínas, o primeiro RNA e daí para o primeiro DNA, tinha a aparência de um sistema astronomico. Mas bem diferente da teoria acadêmica, praticamente tudo ao contrário: enquanto a teoria acadêmica diz, por exemplo, que buracos negros surgem da morte de estrêlas, a fórmula da vida na Terra indicava de que de onde ela veio, estrêlas são geradas por buracos negros! Que buracos negros não são os fantasmas e monstros canibais sugeridos pela teoria acadêmica, ao contrário, são simples vórtices magnéticos compostos de fragmentos de cadáveres estelares que desempenham um papel muito semelhante ao feminino na vida, como gerador de novos rebentos, e após turbilhonar e energizar bólidos dessa poeira na forma de germes de estrêlas, se dissolvem. A fórmula sugere algo totalmente inusitado: os sistemas galácticos foram formados pelo mesmo processo simbiôntico e evolutivo entre organelas que formou as primeiras células. Um unico e primeiro tipo de astro, que pode ter sido na forma de estrêlas, passou por sucessivas transformações exatamente como os corpos humanos passam por transformações produzidas pelo ciclo vital. Foi a fixação de sete diferentes formas de um unico tipo de astro numa rêde de interconexões que gerou o primeiro sistema galáctico. Assim como as diferentes organelas da célula podem ter sido resultado das transformações de um unico tipo inicial de micro-organismos, e depois, por simbiose, foram conectadas num sistema.

Seja como for, o modêlo cosmológico do brasileiro é tão diferente de tudo que se tem imaginado que êle nunca iria acreditar que podia ser o correto, apenas a enorme avalancha de dados astronomicos que tem sido captados recentemente e todos indo se arranjarem exatamente como previu sua fórmula o está fazendo prestar mais atenção a seus modêlos. Quanto á fórmula, que parece ser o código cósmico que a Vida recebeu na forma de DNA, está igualmente sendo a cada dia comprovada pelos novos dados fornecidos pelas Ciências nas outras áreas. Mas tambem a idéia da evolução biológica era diferente de tudo que se tinha imaginado antes, e Darwin temia publica-la, correndo o risco de errar e ser ridicularizado. Vamos acompanhar com atenção os próximos avanços, os novos dados que forem coletados, tanto no nivel astronômico como no biológico, pois tambem estamos ficando cada vez mais atraídos por essa nova cosmovisão que o autor intitulou “A Matriz/DNA Universal dos Sistemas Naturais e Ciclos Vitais” cuja pequena parte ‘foi incluida no site theuniversalmatrix.com.

A seguir o artigo a que nos referimos agora:             

Galáxias distantes podem implicar em revisão de teorias

09/03/2011

http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/galaxias+distantes+podem+implicar+em+revisao+de+teorias/n1238144657957.html

Grupo de galáxias ‘maduras’ está com a mesma estrutura de quando o universo tinha apenas três bilhões de anos

Astrofísicos descobriram grupos de galáxias distantes que parecem “jovens”, apesar de serem “maduras”, o que pode obrigar uma revisão das teorias do início do universo, segundo um estudo divulgado nesta quarta-feira pela American Association for the Advancement of Sciences (AAAS, na sigla em inglês).

“Medimos a distância até os grupos de galáxias mais distantes jamais encontrados”, afirmou Raphael Gobat, que liderou a pesquisa do Observatório Europeu do Sul.

“O surpreendente é que muitas delas não se parecem às usuais galáxias com estrelas em formação observadas no princípio do universo”, explicou Gobat.

Os astrofísicos realizaram estas medições a partir do Very Large Telescope (VLT) do Observatório de La Silla, no Chile, e do telescópio Subaru, no Havaí.

Os conjuntos de galáxias, que se reúnem por meio da gravidade ao longo do tempo, em teoria não existiriam durante a primeira formação do universo.

No entanto, os resultados mostraram que as estruturas localizadas estão do mesmo modo como eram quando o universo tinha apenas três bilhões de anos, ou seja, menos de um quarto de sua idade atual. Estes conjuntos de galáxias não são compostos por estrelas em formação, como se supunha, mas por estrelas de mais de um bilhão de anos unidas por uma nuvem de gás quente. Portanto, a conclusão da equipe de astrofísicos é que “os conjuntos de galáxias já existiam quando o universo era muito mais novo”.

“Se futuras observações encontrarem muitas mais, nosso entendimento dos primeiros períodos do universo deverá ser revisto”, afirmou Gobat. 

Astrofísicos descobriram grupos de galáxias distantes que parecem “jovens”, apesar de serem “maduras”, o que pode obrigar uma revisão das teorias do início do universo, segundo um estudo divulgado nesta quarta-feira pela American Association for the Advancement of Sciences (AAAS, na sigla em inglês).

“Medimos a distância até os grupos de galáxias mais distantes jamais encontrados”, afirmou Raphael Gobat, que liderou a pesquisa do Observatório Europeu do Sul.

“O surpreendente é que muitas delas não se parecem às usuais galáxias com estrelas em formação observadas no princípio do universo”, explicou Gobat.

Os astrofísicos realizaram estas medições a partir do Very Large Telescope (VLT) do Observatório de La Silla, no Chile, e do telescópio Subaru, no Havaí.

Os conjuntos de galáxias, que se reúnem por meio da gravidade ao longo do tempo, em teoria não existiriam durante a primeira formação do universo.

No entanto, os resultados mostraram que as estruturas localizadas estão do mesmo modo como eram quando o universo tinha apenas três bilhões de anos, ou seja, menos de um quarto de sua idade atual. Estes conjuntos de galáxias não são compostos por estrelas em formação, como se supunha, mas por estrelas de mais de um bilhão de anos unidas por uma nuvem de gás quente. Portanto, a conclusão da equipe de astrofísicos é que “os conjuntos de galáxias já existiam quando o universo era muito mais novo”.

“Se futuras observações encontrarem muitas mais, nosso entendimento dos primeiros períodos do universo deverá ser revisto”, afirmou Gobat.

Carbono: Até que enfim a Ciência acordou para a importância dêsse elemento para a Vida.

terça-feira, março 8th, 2011

Porque foi o átomo de carbono escolhido para constituir o corpo do Senhor da Terra, dentre os mais de duzentos tipos de átomos existentes?!

Segundo os modêlos da Teoria da Matriz/DNA estão sugerindo, isto aconteceu porque dentre todos os tipos de átomos, o carbono é o mais fiel precursor do DNA, a cópia fiel e mensageira da Matriz. Vejamos como…

O carbono é um dos elementos químicos mais importantes para os seres humanos. Ele forma a base da vida como a conhecemos, é o ingrediente central em muitas fontes de energia e desempenha um papel fundamental no nosso clima. Em uma máquina de escala planetária chamado ciclo do carbono, o elemento circula entre os oceanos e a atmosfera, para dentro e para fora da crosta terrestre, e através de seres vivos que o digerem, processando-o quimicamente, e redepositando-o de volta no planeta. Mas, mesmo neste imenso ciclo, pensa-se que apenas possa conter uma pequena parte da quantidade total de carbono do nosso planeta, o restante estará nas profundidades por baixo da superfície. Mas não muito se tem estudado êste elemento em relação à Vida. Agora uma equipe de cientistas financiada pela Alfred P. Sloan Foundation criaram o projeto  Deep Carbon Observatory já prevendo dez anos de pesquisas.

 “Quando se faz uma retrospectiva e ao fazer perguntas fundamentais sobre o carbono na Terra“, disse Russell Hemley, também do Laboratório de Geofísica e co-líder do programa, ”percebemos que há muita coisa que não sabemos sobre esse importante elemento“. Agora, no primeiro ano de sua existência planeada para uma década, o DCO visa reformular a nossa compreensão do papel fundamental do carbono na biologia, química e física do interior da Terra. Alguns dos instrumentos previstos para o observatório nem sequer existem. A equipa de cientistas espera desenvolver um dispositivo que é um detector de pequeno porte. Este poderá ser colocado em um vulcão activo para medir a quantidade de carbono que liberta. Outros instrumentos vão extrair dados de recursos existentes, nos poços e minas mais profundas.

Comentário da Matriz/DNA:

O carbono tem sido dentre todos os átomos o que mais ocupa a pesquisa dentro da Teoria. Porque foi o carbono escolhido para compor o corpo do senhor da Terra? Conforme sugerem os modêlos, a fôrma de sistema matricial perfeito que veio dos astros para produzir a Vida na Terra apresenta seis funções em seu circuito externo total.  A sétima função, a de numero 5, não seria utilizável nas combinações atômicas das primeiras moléculas orgânicas, pois primeiro porque não se trata de reciclar átomo algum e segundo porque tinha que se evitar uma cópia de sistema fechado. Sabendo-se que essa fôrma veio antes dos átomos para a galáxia, supomos que o átomo com seis partículas deve ser o que melhor representa a Matriz dentre os átomos, seria êle a cópia fiel, o principal veiculo de sua propagação no mundo atômico.  Nêle o código cósmico se implantou em primeiro lugar para a partir dêle iniciar as combinações com outros átomos ( note que o carbono está no centro de todos os 20 aminoácidos que foram utilizados pela Vida). Observe-se que os outros átomos ditos de pêso médio que foram convocados para fazer parte da Vida, como o nitrogênio tem numero atômico oscilando perto dessa base 6. O oxigênio, com onze será justamente o elemento deflagrador da entropia do sistema biológico, por isso êle é oxidativo. De qualquer maneira o mundo atômico ainda não foi abordado devidamente pela pesquisa da teoria, por falta de tempo, mas já se produziu um novo modêlo de átomo enriquecido com algumas propriedades biológicas que difere do modêlo atual oficial, o qual está em outro artigo. Nesta categoria vamos iniciar a compilar toda informação importante e relacionada à Matriz que encontrar-mos.

A seguir o texto em Inglês registrado para futuras pesquisas e aguardando tradução.

 The Hunt For Earth’s Missing Carbon

An international team of scientists begins a ten year survey of the ‘most important element’

Feb 20, 2011

By Eric Betz, ISNS Contributor

Inside Science News Service

 (ISNS) — Deep beneath the surface of the Earth, a vast and unseen community of strange, microscopic lifeforms quietly subsists on the heat rising from our planet’s interior.

In its total mass, this life might rival all that walks, crawls, stands, swims and soars above it, but scientists don’t know for sure. Life has already been found in the deepest layer of Earth’s crust, nearly one mile down, but scientists expect to find life thriving even deeper. Studying mysteries like this one is a task for the Deep Carbon Observatory, a new project that will search out not just life but everything carbon-related that lies beneath our feet.

“Twenty years ago, the idea that there was a deep underground biosphere would have been laughed at,” said Robert Hazen, a research scientist at the Carnegie Institution of Washington’s Geophysical Laboratory in Washington, D.C., and leader of the Deep Carbon Observatory. “But we now know there is, because anywhere you drill you find life.” He spoke about the project on February 20 during the American Association for the Advancement of Science meeting in Washington, D.C.

Now in the first year of its planned decade-long existence, the Deep Carbon Observatory aims to reshape our fundamental understanding of carbon’s role in the biology, chemistry, and physics of Earth’s interior. Unlike typical astronomical observatories, which consist of a single instrument at a fixed location, the Deep Carbon Observatory will be a distributed operation, requiring a wide variety of instruments installed at locations around the world.

“We really don’t know to a factor of 20-30 how much carbon there is in our planet,” Hazen said. 

Carbon is among the most important chemical elements to humans. It forms the basis of life as we know it, is the central ingredient in many energy sources and plays a key part in our climate. In a planetary-scale machine called the carbon cycle, the element circulates among the oceans and atmosphere, into and out of the Earth’s crust, and through living creatures that take it up, chemically process it, and redeposit it back into the planet. But even this immense cycle is thought to contain only a small part of total amount of carbon in our planet, with the rest locked deep beneath the surface.

“When you step back and ask fundamental questions about carbon in the Earth,” said Russell Hemley, also of the Geophysical Laboratory and co-leader of the program, “you realize there is a great deal that we do not know about this important element.”

Scientists believe that the subterranean microbes, some of them isolated from Earth’s surface since before the dawn of humanity, crucially influence the engines that drive our planet’s interior. The microbes process carbon relatively quickly, making them an important step in the carbon cycle. But the team behind the Deep Carbon Observatory says the project could also answer questions about many other issues.

The observatory is being funded by the Alfred P. Sloan Foundation, which has previously supported similarly large and ambitious science projects. The Sloan Digital Sky Survey, for example, has investigated the mysterious, universe-filling dark matter and dark energy, which are thought to be responsible for invisible effects of gravity and the cause of the increasing rate of expansion of the universe, respectively. The Census of Marine Life recently completed a survey of the abundance, diversity, and distribution of ocean life. Together, these programs cost hundreds of millions of dollars.

Still in its infancy, the Deep Carbon Observatory has yet to make any big discoveries. Efforts so far have mostly focused on galvanizing interest and participation by governments, industry, and geoscientists across the globe.

Some of the instruments envisioned for the observatory don’t even exist yet. One device the scientific team hopes to develop is a small detector that can be placed on an active volcano to measure the amount of carbon it releases. Other instruments will extract data from existing resources, like the world’s deepest drillshafts and mines.

“We want to see if we can get microbiologists on site at every deep drilling site in the world so we can collect samples before they can be contaminated,” Hazen said. “We’re learning fascinating things about a biosphere that lives in very different conditions than we’re familiar with.”

The goal of the project is to answer basic science questions, but industry already has its eyes on the research. In the past year, two of the world’s largest natural gas reserves have been discovered off the coasts of Israel and Brazil. Hazen says his team has plans to study these methane reservoirs to see if the gas has its origins in biological processes underground, or high-pressure chemical reactions occurring at great depths. Last summer, scientists from the Shell Oil Company, which is a participant in the project, hosted a Deep Carbon Observatory workshop aimed at identify research directions.

“Science is not cataloging all the things we know, it’s exploring the things we don’t,” said Hazen. He suggested that discoveries by the Deep Carbon Observatory could lead to Nobel Prizes in chemistry and physics ten years from now. “We want to find the carbon equivalent of dark energy,” Hazen said

Busca da Vida no Interior da Terra

segunda-feira, março 7th, 2011

Existe muita literatura de místicos sugerindo que existem extraterrestres virtuais vivendo no nucleo da Terra, e apesar de eu não acreditar nisso, até que faria sentido se dissessem que estão vindo aqui colher um tipo de energia especial que apenas o nucleo da Terra possue nesta galáxia. Pois que êsse nucleo seja especial, diferente ao menos dos outros planetas do sistema solar, não me resta muita dúvida, pois de alguma forma êle contribuiu para as origens e manutenção da vida aqui.

Mas vamos falar de coisa mais real que pode nos fornecer algo util aqui e agora: trata-se da busca da vida terrestre mesmo, óbviamente microbiológica no interior da Terra.

A vida já foi encontrada em camadas muito profundas da crostra terrestre, a c6erca de 1.600 metros desde a superfície! Mas cientistas do projeto Deep Carbon Observatory receberam mais financiamento da Alfred P. Sloan Foundation para a busca em regiões ainda mais profundas.  “Vinte anos atrás, a idéia de que poderia existir uma biosfera subterrânea era exótica e provocava risos. Mas agora sabemos que essa biosfera existe de fato, porque para qualquer lado que se perfura o solo encontra-se vida.” disse Robert Hazen, um cientista do Carnegie Institution of Washington’s Geophysical Laboratory in Washington, e que está trabalhando no projeto.

Os cientistas acreditam que os micróbios subterrâneos, alguns deles isolados da superfície da Terra desde antes do alvorecer da humanidade, exerce influência nos mecanismos fundamentais de funcionamento do interior do nosso planeta. Os micróbios processam o carvão de forma relativamente rápida, tornando-os importantes no ciclo do carbono. “Queremos ver se conseguimos ter microbiologistas em cada local de perfuração profunda para que possamos colectar amostras antes que eles possam estar contaminados“, disse Hazen. “Estamos a aprender coisas fascinantes sobre uma biosfera que vive em condições muito diferentes da nossa.”

Comentário da Matriz/DNA

Segundo os modêlos da Teoria da Matriz/DNA, o núcleo de planetas possue partículas que foram “treinadas e condicionadas” nas origens da galáxia quando o primeiro sistema se organizou com astros cujas formas foram modeladas pelo ciclo vital. Portanto tais particulas (que devem serem fotons) são uma espécie de memória ( precursora da memória biológica) e se juntas novamente na mesma orfdem que estavam nas origens elas recompõe a configuração daquêle sistema. Acontece que esta configuração é exatamente a fôrma primordial da configuração do nucleotideo – a unidade fundamental de informação do DNA. Portanto, se estiver for comprovado correto, no nucleo dos planetas está o código cósmico precursor do código genético biológico. Esta a idéia da Matriz; o Universo todo possui um código organizador da matéria em sistemas, uma Matriz, a qual tem como sua forma biológica e representante entre nós, o DNA.

Mas planetas ocupam a posição de F 3 no diagrama/software da Matriz/DNA e apesar de que em qualquer ponto do circuito sistêmico se encontram tôdas as informações do sistema, no ponto do planeta se expressa mais fortemente as funções iniciais, 1,2 e 3. Deve haver alguma expressão mais fraca de F4 e mesmo F5, mas para uma forma primordial de sistema biológico estas duas pouco influenciaria. Este trecho do circuito relativo à meia-face esquerda da Matriz pode produzir um protótipo de sistema biológico mas muito precário, dificilmente capaz de se reproduzir, como acontece com os virus. E deve apresentar apenas a metade ou menos dos 20 aminoacidos que são necessários para uma vida completa. Portanto, tendo em base a teoria da Matriz/DNA tem-se uma previsão do que deverá ser encontrado, mas o mais importante, os modêlos da teoria pode orientar  a pesquisa e evitar que se deixe de perceber compostos simples ou moléculas orgânicas.

A seguir o texto em Inglês registrado para futuras pesquisas e aguardando tradução.

 The Hunt For Earth’s Missing Carbon

An international team of scientists begins a ten year survey of the ‘most important element’

Feb 20, 2011

By Eric Betz, ISNS Contributor

Inside Science News Service

 (ISNS) — Deep beneath the surface of the Earth, a vast and unseen community of strange, microscopic lifeforms quietly subsists on the heat rising from our planet’s interior.

In its total mass, this life might rival all that walks, crawls, stands, swims and soars above it, but scientists don’t know for sure. Life has already been found in the deepest layer of Earth’s crust, nearly one mile down, but scientists expect to find life thriving even deeper. Studying mysteries like this one is a task for the Deep Carbon Observatory, a new project that will search out not just life but everything carbon-related that lies beneath our feet.

“Twenty years ago, the idea that there was a deep underground biosphere would have been laughed at,” said Robert Hazen, a research scientist at the Carnegie Institution of Washington’s Geophysical Laboratory in Washington, D.C., and leader of the Deep Carbon Observatory. “But we now know there is, because anywhere you drill you find life.” He spoke about the project on February 20 during the American Association for the Advancement of Science meeting in Washington, D.C.

Now in the first year of its planned decade-long existence, the Deep Carbon Observatory aims to reshape our fundamental understanding of carbon’s role in the biology, chemistry, and physics of Earth’s interior. Unlike typical astronomical observatories, which consist of a single instrument at a fixed location, the Deep Carbon Observatory will be a distributed operation, requiring a wide variety of instruments installed at locations around the world.

“We really don’t know to a factor of 20-30 how much carbon there is in our planet,” Hazen said. 

Carbon is among the most important chemical elements to humans. It forms the basis of life as we know it, is the central ingredient in many energy sources and plays a key part in our climate. In a planetary-scale machine called the carbon cycle, the element circulates among the oceans and atmosphere, into and out of the Earth’s crust, and through living creatures that take it up, chemically process it, and redeposit it back into the planet. But even this immense cycle is thought to contain only a small part of total amount of carbon in our planet, with the rest locked deep beneath the surface.

“When you step back and ask fundamental questions about carbon in the Earth,” said Russell Hemley, also of the Geophysical Laboratory and co-leader of the program, “you realize there is a great deal that we do not know about this important element.”

Scientists believe that the subterranean microbes, some of them isolated from Earth’s surface since before the dawn of humanity, crucially influence the engines that drive our planet’s interior. The microbes process carbon relatively quickly, making them an important step in the carbon cycle. But the team behind the Deep Carbon Observatory says the project could also answer questions about many other issues.

The observatory is being funded by the Alfred P. Sloan Foundation, which has previously supported similarly large and ambitious science projects. The Sloan Digital Sky Survey, for example, has investigated the mysterious, universe-filling dark matter and dark energy, which are thought to be responsible for invisible effects of gravity and the cause of the increasing rate of expansion of the universe, respectively. The Census of Marine Life recently completed a survey of the abundance, diversity, and distribution of ocean life. Together, these programs cost hundreds of millions of dollars.

Still in its infancy, the Deep Carbon Observatory has yet to make any big discoveries. Efforts so far have mostly focused on galvanizing interest and participation by governments, industry, and geoscientists across the globe.

Some of the instruments envisioned for the observatory don’t even exist yet. One device the scientific team hopes to develop is a small detector that can be placed on an active volcano to measure the amount of carbon it releases. Other instruments will extract data from existing resources, like the world’s deepest drillshafts and mines.

“We want to see if we can get microbiologists on site at every deep drilling site in the world so we can collect samples before they can be contaminated,” Hazen said. “We’re learning fascinating things about a biosphere that lives in very different conditions than we’re familiar with.”

The goal of the project is to answer basic science questions, but industry already has its eyes on the research. In the past year, two of the world’s largest natural gas reserves have been discovered off the coasts of Israel and Brazil. Hazen says his team has plans to study these methane reservoirs to see if the gas has its origins in biological processes underground, or high-pressure chemical reactions occurring at great depths. Last summer, scientists from the Shell Oil Company, which is a participant in the project, hosted a Deep Carbon Observatory workshop aimed at identify research directions.

“Science is not cataloging all the things we know, it’s exploring the things we don’t,” said Hazen. He suggested that discoveries by the Deep Carbon Observatory could lead to Nobel Prizes in chemistry and physics ten years from now. “We want to find the carbon equivalent of dark energy,” Hazen said

Encontrada Nova Forma de Vida Extraterrestre!

sábado, março 5th, 2011

Vida Extraterrestre

– “… isto é uma batata frita?”

– “ Não, bocó, isto é um extraterrestre!”

( A mente humana está sendo obrigada a se ampliar, crescer, vencer os limites e fronteiras do planeta e da vida biológica para se estabelecer no espaço sideral e tornar-se uma unica e final mente universal, quando o Universo finalmente adquirirá sua auto-consciência de sua própria existência e se transcenderá, nascerá para outro mundo, talvez onde nos aguarda de braços abertos um casal onde sua parte feminina esteja grávida, no dia do Big Birth. Isto é o que sugerem os modêlos da Teoria da Matriz/DNA, e isto foi o que me fêz despertar um amor apaixonado pela Humanidade inteira, pois cada ser humano, o mais simples que existe, é uma parcela de mim, e devo ajuda-la, trata-la com todo cuidado, pois de sua facilidade na vida e desenvolvimento perfeito dependerá  a perfeição e saúde do meu corpo mental no futuro. Nêsse processo temos ultimamente sendo acossados pela idéia de que não somos os unicos vivos no mundo, a Terra está sendo bombardeada por meteóritos e êstes estão sendo captados por sondas humanas, e nêstes meteóritos estamos descobrindo que, colado nêles, existem moléculas bioquimicas e até sistemas bioquimicos organizados, como indica a foto acima. A NASA está investindo pesado nesta busca, mas o problema, quando me baseio na cosmovisão da Matrix/DNA, é que o modêlo cosmológico e entendimento do Cosmos sugeridos pela teoria acadêmica oficial mais aceita no meio cientifico está com alguns êrros, e isto está prejudicando esta pesquisa, tornando-a muito mais lenta, gastando-se mais inutilmente, e sendo desviada da realidade. A sugestão de meus modêlos é unica e desconhecida para êles:  a Vida, tal como a vemos nêste planeta, nada mais é que a continuação evolutiva da evolução anterior, cosmológica, atômica, primordial, e qualquer sistema estelar com as suficientes e necessárias condições emite bits-informação na forma de fótons que carregam o código astronomico semi-biológico, e uma vez na superficie de qualquer planeta,  nestas condições,  pode gerar os sistemas biológicos (os seres vivos) em vários pontos do planeta. Alguns sistemas não apresentam perfeitas condições mas de qualquer maneira desenvolve algumas espécies, e isto resulta no que o cientista diz abaixo: formas de vida diferentes de tudo que vemos na Terra. Estou estudando com atenção o “paper” publicado pelos cientistas no Journal of Cosmogy  e emocionando-me por ver vários ítens comprovando o que meus modêlos preveram a 25 anos atrás. Por exemplo, que todos os exemplares organicos extraterrestres apresentam apenas 8 tipos de aminoácidos, quando a Vida é constituída por 20 tipos. Ora meus modêlos sugeriam que se  a vida principia prematuramente em velhos planetas, novos pulsares, ou em cometas produzidos nestes astros, ela deve se estabilizar apenas com a metade das informações do código genético, relativa à meia-face esquerda da Matriz/DNA. E pelo que diz os artigos, desconfiam que os meteóritos vieram de cometas.  Ora, a presença da metade dos aminoacidos indica justamente isso! Outra informação é que mediram temperaturas  do nucleo de cometas e descobriram que os nucleos tem regiões quentes ! Na base de 350 graus Kelvin! Quando expus os modêlos da Matriz/DNA um dos assuntos mais criticados foi essa sugestão que seus nucleos já foram quentes um dia, ou se o cometa ainda é novo deve ser ainda quente, pois todas as teorias na época afirmavam que o nucleo de cometas seria gêlo. Eu não quero acreditar na cosmovisão da Teoria da Matriz/DNA mas não tem como me desviar dela, ela agarra como carrapato, e cada vez que a Ciência descobre algo novo ela me dá um beliscão e sussurra: “Eu não disse?”

O trecho seguinte é meu comentário postado em alguns blogs que veicularam esta noticia:

Sinto muito mas posso estar trazendo uma má notícia: vocês com educação acadêmica podem terem sido enganados a respeito como funciona êste mundo. Da mesma forma que todos os estudantes antes de Copérnico foram enganados a verem o mundo ao contrário.

Resolver o mistério sôbre as origens da Vida hoje é mais um trabalho para detetives  filósofos do que laboratorial, aplicando o mesmo método de Watson e Crick para decifrar o código genético. Pois agora trata-se de identificar e decifrar o código cósmico que evoluiu e gerou o código genético. Vocês não estão fazendo isso porque separaram a Evolução Cosmológica da Evolução Biológica, criando dois blocos da História Universal sem conexão alguma entre êles, interpondo um abismo entre os dois que foi preenchido pela doutrina do Acaso Absoluto.

Meu método nesta tentativa de detetive filósofo foi a anatomia comparada entre as duas evoluções, entre sistemas naturais vivos e não-vivos, e o resultado que está sob testes por enquanto, está na Teoria “A Matriz Universal dos Sistemas Naturais e Ciclos Vitais” em cujo website estou publicando as evidências encontradas a cada dia. E segundo indicam estes resultados, rápidamente tenho os seguintes comentários sôbre o tema:

1) A Vida pode emergir em muitos astros e em vários pontos diferentes de um mesmo astro. O problema do Dr. Hoover é sua crença na panspermia, a qual aponta para uma unica origem da Vida e seu posterior espalhamento pelo Cosmos. Acontece que os sistemas biológicos (aka seres vivos) são meras continuidades evolutivas dos sistemas naturais anteriores, e o mais evoluído antes da primeira célula era o sistema galáctico, portanto nêste está o principio do código que evoluiu para o DNA, conforme indica o diagrama/software em meu website. Tôda galaxia tem este código como organizador de sua estrutura e portanto tôda galaxia pode gerar a Vida. E isto implica em vida sob muitas origens em muitos pontos diferentes.

2) O fato de que todas as amostras creditadas como vida extraterrestre apresentarem apenas 8 dos 20 aminoacidos necessarios para a vida terrestre e a possibilidade de que estas amostras vieram de cometas confirma a minha teoria da Matriz/DNA. Cometas, ao contrário do que a teoria Acadêmica Nebular está sugerindo, são produzidos pela emissão no espaço de magma provenientes de gigantes vulcões em planetas velhos sendo transformados em pulsares. Como eles carregam apenas metade do código cósmico, apenas podem produzir protótipos de sistemas biológicos e com a metade dos aminoacidos relacionados à meia-face esquerda da Matriz/DNA.

3) A revelação no “paper” do Dr. Hoover de que nucleos de cometas apresentam regiões quentes (350 graus K) é consagração de mais uma das previsões dos modêlos registrados a 25 anos atrás da Teoria da Matriz/DNA, quando fui criticado por muitos devido a teoria acadêmica afirmar que este nucleo seria congelado.

4) Por meu lado eu estou muito satisfeito e animado que cientistas de coragem e muito trabalho como o Dr. Hoover esteja em atividade. Ele está lutando contra as barreiras das crenças predominantes e pode estar abrindo mais as portas para a evolução do conhecimento humano.
                                                          Atenciosamente, Louis Morelli, New York, USA

Vejamos artigos relacionados (alguém aí tem tempo para traduzir os textos em inglês para português e vice-versa? Por favor!)  

NASA Offers Proof Of Alien Life

http://spaceosaur.co.uk/2563/nasa-offers-proof-of-alien-life/

A NASA scientist has come to the surprising conclusion that alien life exists, and even has the fossils of it to back the claims up.

The alleged fossil shown in the picture above was found in a meteorite by Dr. Richard B. Hoover, an astrobiologist with NASA’s Marshall Space Flight Center, cracked open the meteorite in a totally sterile lab, and using an electron microscope took the image above, which certainly does look like bacteria. In fact, Dr Hoover noted that it looked surprisingly similar to the giant bacterium Titanospirillum velox, an organism found here on planet Earth.

I interpret it as indicating that life is more broadly distributed than restricted strictly to the planet earth. This field of study has just barely been touched — because quite frankly, a great many scientist would say that this is impossible.

Dr Hoover speaking with FoxNews.com

Some of the supposed fossils found in the research look very similar to ones we have here on Earth, while he says that others are totally alien and look nothing like anything we have ever seen before. Many people often assume alien life will be remotely similar to Earths life, or totally different, but rarely not both.

The exciting thing is that they are in many cases recognizable and can be associated very closely with the generic species here on earth. There are some that are just very strange and don’t look like anything that I’ve been able to identify, and I’ve shown them to many other experts that have also come up stumped.

Dr Hoover speaking with FoxNews.com

Dr Hoover spoke with Fox News about the discovery, although the report itself is not actually new, in fact it was published in a paper by NASA back in 2007 . It is surprising that this was not picked up on earlier, now that a major news source has picked up on it, the story is quickly gaining momentum in the media. The final article is to be published in the March addition of the Journal Of Cosmology. When officially published, this paper will be heavily scrutinized, people will try and deny it or prove it wrong, and it will be exciting to see what the consensus of opinion is.

This is not the first time people have claimed to have found fossilized life in a meteorite from Mars, although this was never confirmed and the supposed fossil did not look quite as convincing as this one.

If provable, this could change the way we explore space forever, we would no longer be looking for whether microbial life can exist elsewhere, but instead we will be looking to find out where it is from. It would be even more exciting for the prospects of the universal alien life if it were ever determined that this possible alien microbe was from somewhere else in our own solar system, as two occurrences of life in one solar system would mean that we can be near certain of life elsewhere and it might not be as rare as once thought.

Not only this, but if we want to send manned missions to other planets, moons and asteroids in the future, we will have to be extremely careful in doing so, careful to protect the crew from anything that could be harmful, but just as important is the protection of any potential ecosystems of microbes or more advanced life.

It shocks me that it has taken over 3 years for this story to get wide attention even though the work hasn’t been officially published yet, I’d have thought the media would have jumped on this from the go; now that the cat is out of the unsealed bag, what an exciting development, perhaps this is the first alien ever seen by mankind, it may not be a green man in a flying saucer on the lawn of the white house, but to us here at Spaceosaur, it is just as amazing if real.

xxxxxxxxxxxxx

Microfossils of Cyanobacteria in the Orgueil Carbonaceous Meteorite

http://www.batse.msfc.nasa.gov/colloquia/abstracts_summer07/rhoover.html

Richard B. Hoover, BSc
Scientist
Astrobiology Laboratory
NASA/MSFC/NSSTC

During the past decade, Scanning Electron Microscopy investigations at NASA/MSFC and NSSTC have resulted in the detection of embedded coccoidal and filamentous forms in freshly fractured interior surfaces of the Orgueil CI1 carbonaceous meteorite. Many of these forms have sizes and morphologies consistent with well-known genera and species of Cyanobacteria. Similar forms have never been detected in any of the stony chondrites, achondrites, diogenites, nickel-iron meteorites or lunar samples studied. Energy Dispersive X-ray Spectroscopy (EDS) and 2D maps indicate that these filaments in Orgueil are permineralized with magnesium sulfate, encased within carbon-rich sheaths and depleted in Nitrogen. Many of the large and complex forms are polarized filaments that exhibit highly differentiated and specialized cells for nitrogen fixation (heterocysts) and reproduction (hormogonia, akinetes and baeocytes). High-resolution images will be presented to show that the Orgueil filaments are biological in origin and can be interpreted as morphotypes of all known Orders of Cyanobacteriaceae. C/S and C/N ratios will be presented to demonstrate that the forms embedded in the meteorite rock matrix cannot logically be dismissed as post-arrival biological contaminants. It is concluded that the well-preserved, fossilized filaments and dense mats found in Orgueil represent the remains of a complex aquatic and benthic cyanobacterial mat community that grew on the parent body of the meteorite prior to entry into Earth’s atmosphere.

BIOGRAPHICAL SKETCH:

Richard B. Hoover conducts research in Microbial Extremophiles and Astromaterials at the NSSTC Astrobiology Laboratory. He has authored/edited 35 books and over 250 scientific papers. He is well known for his work on X-Ray Optics and is an internationally recognized diatomist. He Inventoried the Henri van Heurck Diatom Collection at the invitation of the Royal Society of Belgium and authored the first article on Diatoms to appear in National Geographic (June, 1979). He collaborated with the late Sir Fred Hoyle exploring the possibility that diatoms and other microorganisms might inhabit comets or the oceans of Europa. His diatom photos have appeared in many international publications published and for almost a decade his arranged diatom slides were exhibited at the American Museum of Natural History in New York. Hoover has led scientific expeditions to collect microbial extremophiles in California, Santorini, Hawaii Alaska, Patagonia, North Siberia and Antarctica that resulted in the discovery and valid publication of a new genus Anaerovirgula and several new species of bacteria and archaea. Astronauts James Lovell and Owen Garriott participated in the Antarctica 2000 Expedition that resulted in the discovery of the new species Trichococcus patagoniensis that grows at -5 degrees C. The new species Tindallia californiensis, Desulfonatronum thiodismutans and Spirochaeta americana (a hydrogen producer) were discovered in samples from Mono Lake and Carnobacterium pleistocenium is a living Pleistocene bacterium recovered from 32,000 year old ice sample from the Fox Tunnel of Alaska. Thermococcus thioreducens is a new species of archaeon from the Rainbow Hydrothermal Vent that will be published in July 2007. He has extensively studied living cyanobacteria, cryopreserved cyanobacteria in the Deep Vostok Ice Cores and cyanobacterial microfossils in Proterozoic Phosphorites from Mongolia and Archaean rocks from Siberia. Hoover is a Fellow of SPIE and was 2001 SPIE President. He served on several Boards of Directors: SPIE; American Association of Engineering Societies; and Council of Scientific Society Presidents as well as Editorial Boards of several Journals: Journal of X-Ray Science and Technology, Optical Engineering, Advances in Optical Technology; and Astrobiology and his book Perspectives in Astrobiology was published in 2005. Richard Hoover was elected a Fellow of the Explorers Club (2001) in recognition of his exploration in search for novel life forms in some of the most hostile environments on Earth, and his detection of evidence of microfossils in meteorites, led to his selection as an Honorary Life Member (2004) of the Planetary Studies Foundation.

Richard Hoover has led scientific expeditions to collect extremophiles in the permafrost and glaciers of North Siberia, Alaska, Patagonia and Antarctica; haloalkaline lakes, geysers and fumaroles of California, Santorini, and Hawaii. He was Science Team Leader to the Patriot Hills, Thiel Mountains, and South Pole of Antarctica. These expeditions resulted in the discovery and valid publication of several genera and species of bacteria and archaea previously unknown to science. Astronauts James L. Lovell and Owen K. Garriott participated in Antarctica 2000 Expedition, which resulted in the discovery of Trichococcus patagoniensis that can grow at -5 degrees C. Novel species of bacteria: Tindallia californiensis, Desulfonatronum thiodismutans and Spirochaeta americana (which produces hydrogen as its main waste product) were isolated from samples he collected in Mono Lake, CA. Carnobacterium pleistocenium is a living Pleistocene microorganism that he recovered from 32,000 year old ice of the Fox Permafrost Tunnel in Alaska. The new genus Anaerovirgula multivorans is unusual in that it can grow on both D- and L- sugars. Thermococcus thioreducens is a novel archaeon collected by Owen Garriott from the Rainbow Hydrothermal. He is Fellow of SPIE and was 2001 SPIE President of SPIE. He has served on the Boards of Directors of SPIE; the American Association of Engineering Societies; and the Council of Scientific Society Presidents and the Editorial Board of: Journal of X-Ray Science and Technology, Optical Engineering and Astrobiology. His book Perspectives in Astrobiology was published in 2005. In recognition of his exploration in some of the most hostile environments on Earth in search of novel life forms, Hoover was elected a Fellow of the Explorers Club in 2001. His research on new species of microbial extremophiles and the detection of evidence of microfossils in meteorites, led to his selection in 2004 as an Honorary Life Member of the Planetary Studies Foundation.

Journal of Cosmology:

http://journalofcosmology.com/Life100.html

4.4 Amino Acids and Chiral Biomarkers Modern Bacteria and Carbonaceous Meteorites. A suite of 20 life-critical amino acids are present in the proteins of all life forms known on Earth. The protein amino acids exhibit homochirality in that they are exclusively the L-enantiomer. Table IV shows the protein L-amino acids in the exopolysaccharide (EPS) slime sheath of the cyanobacterium Microcystis aeruginosa K-3A; living cells of the bacteria E. Coli and Salmonella sp. and ancient terrestrial biology (e.g., a Fly in amber and teeth of a Cretaceous Duck-Billed Hadrosaur) for comparison with extraterrestrial amino acids detected in the Murchison, Murray, Orgueil and Ivuna meteorites reported by Ehrenfreund et al., Engel et al. and Cronin and Pizarello. The amino acids of Table IV shown in italics or marked with “-“ or “n.d.” were either not detected or present at only trace levels in the fossils in terrestrial rocks and carbonaceous meteorites. Even though there is no doubt that the amber encased fly and the Hadrosaur teeth are biological in origin, it is seen that these fossils are also missing several of the same amino acids that absent in the carbonaceous meteorites. Only 8 of the 20 life-critical protein amino acids are detectable in water/acid extracts of carbonaceous meteorites. The fact that several of the amino acids missing in meteorites and ancient terrestrial fossils are abundant in living bacteria provides strong evidence that the meteorites are not contaminated by modern biological materials. If modern bio-contaminants were present, all 20 protein amino acids should be detected.

The data of Table IV indicates that the most abundant (by weight%) amino acids in the cyanobacterium Microcystis sp. are GLU, ASP, ALA, GLY and LEU (all above 8%) followed closely by THR, SER, VAL, ILEU and PRO (all above ~5%). However, GLY is by far the most abundant protein amino acid in the Murchison (CM2), Murray (CM2), Orgueil (CI1) and Ivuna (CI1) carbonaceous meteorites and it is followed by ALA, GLU and ASP. However, in these carbonaceous meteorites, the protein amino acids LEU, THR, SER, VAL, ILEU and PRO, which are abundant in all life on Earth, are either totally absent or detected only at trace levels. As has been pointed out by Engel and Macko (2005) these missing protein amino acids provide clear and convincing evidence that the interior portions of the CI1 and CM2 carbonaceous meteorites are not contaminated by modern cyanobacteria, pollen, fingerprints or other microbial contaminants. Isovaline (IVA), α-aminoisobutyric acid (AIB) and γ -Aminobutyric Acid (GABA) are the most abundant non-protein amino acids in carbonaceous meteorites. While they are not protein amino acids it is wrong to conclude that they are not biological in nature. The amino acids IVA and AIB are formed on Earth by the diagenetic alteration of ancient biological materials and γ -Aminobutyric Acid is synthesized by organisms on Earth. However, most protein amino acids are absent in meteorites and terrestrial fossils and only 8 of the 20 life-critical protein amino acids have been found in carbonaceous meteorites using the most sensitive modern methodologies available.

xxxxxxxx

 

4.5 Comets as Parent Bodies of CI1 Carbonaceous Meteorites. The CI1 carbonaceous meteorites are jet-black stones that contain indigenous extraterrestrial water. The albedo of the Orgueil meteorite is extremely low (~0.05) and comparable to that of the very dark C-type asteroids and the nuclei of comets. This is blacker than asphalt which has an albedo of ~ 0.07. The European Space Agency Halley Multicolor Camera aboard the Giotto Spacecraft obtained images at the closest approach (00:03:01.84 UT on March 14, 1986) at a distance of 596 km from the centre of the nucleus revealing detailed topographic features on the black (albedo 0.04) surface and jets Lamarre et al. (1986) reported that IKS-Vega data indicated the temperature of nucleus of comet Halley was 420 K +/- 60K at 0.8 A.U which was consistent with “a thin layer of porous black material covering the comet nucleus.” The Deep Space 1 spacecraft found the 8 km long nucleus of Comet 19P/Borrelly to be very hot (~345 K) with prominent jets aligned with the orientation of the rotation axis of the nucleus and albedo of 0.01 to 0.03 (Soderbloom et al. 2002). Ices of water, carbon dioxide, methane and other volatiles in the cold nucleus in proximity to the hot crust would melt and then boil to produce high pressure beneath the crust if gas is released faster than it can escape through the porous crust. In regions where the pressure exceeds the strength of the crust, localized failure of portions of the crust could result in explosive release of the gas giving rise to the observed flaring of comets and the dramatic jets.

Once a comet enters the inner solar system, it becomes hot from solar radiation on the black nucleus and loses mass rapidly. The European Space Agency Infrared Space Observatory (ISO) showed that water was the primary volatile (75-80 %) of the 40-50 km diameter nucleus of Comet Hale-Bopp. Minor volatile fractions detected (CH4, NH3 and H2CO) could have come from clathrates (H2O ice with simple gasses like CO2 and NH3 in a stable lattice structure) or result from atmospheric chemistry. ISO found that Hale-Bopp released water vapor, carbon monoxide and carbon dioxide at a rate of 2 x 109 kg/sec and detected olivine in the dust. Olivine is commonly encountered in meteorites. As comets lose ices they develop an inert outer crust from the less volatile material. The nuclei of comets are extremely complex – they exhibit rugged terrain, smooth rolling plains, deep fractures and are composed of very dark material. This black crust becomes very hot while the comet is in the inner regions of the Solar System.

Figure 7.a. is a NASA Deep Space 1 spacecraft composite false color image showing geyser-like jets erupting from the long prolate nucleus (8 km) of comet 19P/Borrelly on Sept. 22, 2001. (The colors indicate three orders of magnitude in light level (red is 1/10, blue 1/100 and purple 1/1000 the intensity of the comet nucleus). The red bumps on the nucleus are real and show where the main jet resolves into three distinct narrow jets coming from distinct sources on the comet nucleus. These narrow jets are entirely consistent with the hypothesis that internal pressures generated by steam produced by melting of internal ices which then boil into gases as they are vaporized as heat conducts through hot crust. The NASA Deep Impact probe obtained the valuable data about the nature of comets as it approached and when the impactor collided with the nucleus of comet 9/P Temple 1 on July 4, 2005. Fig. 7.b is a Deep Impact image of the nucleus of comet Temple 1. The regions shown in blue are where exposed deposits of water ice that were detected on the surface of the comet nucleus Sunshine et al. (2005). These water ice regions ere observed to be ~30% brighter than the surrounding areas and probably were exposed when portions of the black crust was blown off into space by the explosive eruptions such as were recorded in a video by the spacecraft. The Deep Impact measurements of the temperature profile of comet P/Temple 1 nucleus at 1.5 AU is shown in Figure 7.c. Even as far away from the Sun as Mars the jet-black comet nucleus reaches temperatures as high as 330 K (57 oC). Furthermore, the lowest temperatures measured on the crust were ~ 280 K (7 oC) which is slightly above the temperature at which water ice changes from solid to liquid phase. Prior to the impact, the ambient outgassing of Temple 1 was ~6×1027 molecules/s of water. However, the free sublimation of ice calculated above (~200 K) was only ~4.5 x 1021 molecules/m2/s indicating that the ambient outgassing had significant subsurface sources. The Deep Impact spacecraft also observed numerous events of flaring of the nucleus and eruption of geyser-like jets as the comet was approached and before the collision of the impactor. On November 4, 2010, the NASA EPOXI extended mission of the Deep Impact Spacecraft passed within 435 miles of the 2.2 km long nucleus of comet Hartley 2 and revealed bright jets of carbon dioxide gas and dust.

These observations of comets are consistent with the hypothesis that the comet crust impedes the flow of gasses such that pressures develop as ices melt and vaporize in pockets and cavities beneath the crust. This provides the pressures needed to allow water to transition from the solid to the liquid state and then into the gaseous state. This would create micro-niches with pools of liquid water trapped within pockets in rock and ice, very much analogous to the cryoconite and ice bubble ecosystems contained psychrophilic microbial extremophiles such as those described from the glaciers and frozen Pleistocene thermokarst ponds of Alaska and Siberia and the glaciers and perennially ice covered lakes of the Schirmacher Oasis and Lake Untersee in East Antarctica (Hoover, 2008; Hoover and Pikuta, 2010; Pikuta et al. 2005). If gas is produced faster than it can escape through the porous crust, it could high pressures resulting in localized failure of weaker portions of the crust and the violent eruption into space of carbon dioxide, water vapor and chunks of crust and particles of ice and dust propelled into space and directed into the dust tail of the comet. These dust particulates could give rise to meteor showers as the comet passes through the tail. From time to time, larger chunks of the ejected may survive passage through the Earth’s atmosphere and this could be the link between comets and the CI1 (and possibly the CM2) carbonaceous meteorites. The fact that the CI1 meteorites contain minerals that were extensively altered by liquid water on the parent body and that the stones have been found to contain a large amount of indigenous extraterrestrial water clearly establishes that their parent bodies were most likely comets or water-bearing asteroids. It is now well known that the black nuclei of comets get very hot (significantly above >273 K where water ice melts) as they approach the Sun.

Gounelle et al. (2006) used the eyewitness accounts to compute the atmospheric trajectory and orbit of the Orgueil meteoroid and concluded that the orbital plane was close to the ecliptic and that entry into the atmosphere took place at a height of approximately 70 km and an angle of ~20°. Their calculations indicated the meteoroid terminal height was ~20 km and the pre-atmospheric velocity was > 17.8 km/sec. They found the aphelion to be 5.2 AU (the semi-major axis of orbit of Jupiter) and perihelion ~0.87 AU, which is just inside the Earth’s orbit as would be expected for an Earth-crossing meteorite. This calculated orbit suggests the Apollo Asteroids and the Jupiter-family of comets are likely candidates for the Orgueil parent body include (although Halley-type comets are not excluded).

The cosmochemistry data for a cometary parent body is entirely consistent with the composition and characteristics of the CI1 meteorites. This suggestion that the parent body of the CI1 carbonaceous meteorites were possibly comets is significant with regard to possible existence of indigenous microfossils in the Alais, Ivuna and Orgueil meteorites. From the extensive evidence of aqueous alteration on the Orgueil parent body and the presence of indigenous water in the Orgueil meteorite it is clear that the parent body was either a water-bearing asteroid or a comet. However the Giotto and Vega observations of Halley and the Deep Impact Observations of the nucleus of 9P/Temple-1 have clearly established that these bodies get very hot as they enter the inner regions of the Solar System. It is now clear that any water bearing asteroid with an albedo of the Orgueil meteorite would reach a temperature above 100 C at 1AU. At these temperatures, water ice and other volatiles would be converted to liquid water, steam, and produce an expanding cloud of gas and expelled particulates. Any planetessimal orbiting the Sun and possessing a gaseous envelope and dust tail is traditionally refered to as “comet” rather than an asteroid, and therefore it seems logical that comets represent the most probable parent bodies for these water rich, black meteorites that travel in trajectories that cross the orbit of planet Earth.

4.6 Role of Comets and Carbonaceous Meteorites in the Origin and Evolution of the Earth’s Atmosphere, Hydrosphere, and Biosphere The relationship of comets with carbonaceous meteorites and their role in the origin and evolution of the atmosphere, hydrosphere, and biosphere of Earth has become better understood during the past few decades. The cratered surface of the moon provides clear evidence of the intense Hadean bombardment of the inner planets and moons by comets, asteroids and meteorites during the early history of the Solar System. Watson and Harrison (2005) interpreted the crystallization temperatures of 4.4 Ga Zircons from Western Australia as providing evidence that liquid water oceans were present on the early Earth within 200 million years of the formation of the Solar System. It has recently become more widely recognized that comets played a crucial role in the formation of the atmosphere and oceans of early Earth during the Hadean bombardment (Delsemme, 1997; Steel, 1998; Owen, 1997).

In 1978, Sill and Wilkening proposed that comets may have delivered life-critical biogenic elements carbon and nitrogen trapped within clathrate hydrates in their icy nuclei. In the same year, Hoyle and Wickramasinghe (1978, 1981, 1982, 1985) have proposed that comets delivered not only water, biogenic elements and complex organic chemicals to the surface of planet Earth, but that they also delivered intact and viable microorganisms. The detection of microfossils of cyanobacteria and other filamentous trichomic prokaryotes in the CI1 carbonaceous meteorites (which are likely cometary crustal remnants) may be interpreted as direct observational data in support of the Hoyle/Wickramasinghe Hypothesis (Wickramasinghe 2011) of the role of comets in the exogenous origin of terrestrial life.

Eberhardt et al. (1987) measured the deuterium/hydrogen ratios in the water of comet P/Halley. Delsemme (1998) found that that the D/H ratio of the water molecules of comets Halley, Hale–Bopp and Hyakutake were consistent with a cometary origin of the oceans. Dauphas et al., (2000) interpreted the deuterium/hydrogen ratios indicate that the delivery of water and ice to the early Earth during the late Hadean heavy bombardment by comets, asteroids and meteorites helped to cool the Earth’s crust and form the early oceans. Table V shows data extracted from the Robert et al. (2000) compilation of Deuterium/Hydrogen ratios of selected components of the Cosmos.

When these bodies are grouped in accordance with their D/H ratio it is easily seen that the telluric inner planets and the LL3 (stony) and SNC (Mars) meteorites have high (~500-16,000) ratios and the gas giants, protosolar nebula, ISM and Galaxies are very low (~15-65). The D/H ratios of the comets (~290-330) and carbonaceous meteorites (~180-370) are much closer to that of Earth (~149) and support the hypothesis that they may have made significant contributions to the formation of the oceans of our planet. It is interesting that the D/H ratios of comets are very similar to the ratios measured in the kerogen, amino acids and carboxylic acids of the Orgueil (CI) and other (CM, CV, and CR) carbonaceous meteorites. This supports the view that although stony meteorites are most probably derived from rocky asteroids, the carbonaceous meteorites most probably are derived from water-bearing asteroids or the nuclei of comets. The 30 m diameter fast-spinning carbonaceous asteroid 1998 KY26 that was discovered on June 2, 1998 has been found to contain 10-20% water. However, the small carbonaceous, water-rich asteroid 1998 KY26 also has color and radar reflectivity similar to carbonaceous meteorites and it may be a spent comet. Near IR observations indicated the presence of crystalline water ice and ammonia hydrate on the large Kuiper Belt object (50000) Quaoar with resurfacing suggesting cryovolcanic outgassing. The Cassini/Huygens spacecraft has recently obtained data indicating that a vast liquid water ocean may also exist beneath the thick frozen crust of Titan. Cassini/Huygens has also detected evidence for cryovolcanic water-ice geysers on Titan and Saturn’s moon Enceladus.

5. EVIDENCE OF MICROFOSSILS IN CI1 METEORITES AND LIFE IN ICE: IMPLICATIONS TO POSSIBLE LIFE ON COMETS, EUROPA, AND ENCELADUS

The detection of evidence of viable microbial life in ancient ice (Abyzov et al., 1998, 2003; Hoover and Pikuta, 2010) and the presence of microfossils of filamentous cyanobacteria and other trichomic prokaryotes in the CI1 carbonaceous meteorites has direct implications to possible life on comets and icy moons with liquid water oceans of Jupiter (e.g. Europa, Ganymede or Callisto) and Enceladus (Fig. 8.a) Saturn’s spectacular moon that is exhibiting cryovolcanism and spewing water, ice and organics into space from the region of the blue and white “tiger stripes.” Europa exhibits red, orange, yellow and ochre colors and fractured regions indicating the icy crust is floating on a liquid water ocean. The possibility of life on Europa has been discussed by Hoover et al. (1986): Chyba et al. (2001) Dalton et al. (2003), and in edited books by Russell (2011), and Wickramasinghe (2011) and in Volumes 5, 11, and 13 of the Journal of Cosmology. Hoover et al. (1986) argued while deep blue and white colors in the Galileo images of the Jovian moon Europa were typical of glacial ice, ice bubbles and snow on Earth as seen in this image of ice bubbles from the Schirmacher Oasis of East Antarctica (Fig, 8.b). The red, yellow, brown, golden brown, green and blue colors detected by the Galileo spacecraft in the Conamara Chaos region (Fig. 8.c.) and the deep red lines of the icy crust of Europa (Fig. 8.d.) are consistent with microbial pigments rather than evaporite minerals. The 1986 paper suggested that the colors seen in Europa images resulted from microbial life in the upper layers of the ice. A number of more recent studies and books have been published concerning the significance of ice microbiota to the possibility of life elsewhere in the Solar System (e.g. Russell 2011; Wickramasinghe 2011; Volumes 5, 7, 13 of the Journal of Cosmology).

Diatoms are golden brown and cyanobacteria exhibit a wide range of colors from blue-green to red, orange, brown and black. Bacteria recovered from ice are often pigmented. For example, the extremophiles isolated from the ancient Greenland ice cores produce pigmented colonies. Herminiimonas glaciei colonies are red (Fig. 8.e) and the colonies of “Chryseobacterium greenlandensis” exhibit yellow pigments (Fig. 6.b.). Figure 5.c. shows the red pigmented colonies of the new genus of psychrophile, Rhodoglobus vestali isolated from a lake near the McMurdo Ice Shelf, Antarctica (Sheridan et al. 2003). Colonies of Hymenobacter sp. (Fig. 6.d.) isolated from the Schirmacher Oasis Ice Cave are red-ochre in color (Hoover and Pikuta, 2009, 2010). The possibility of life on Enceladus and the detection of biomarkers in the plumes of water, ice and organic chemicals ejected from the “Tiger Stripes” of Enceladus has been discussed by McKay et al., (2008) Hoover and Pikuta ( 2010) and in a number of articles published in volumes 5, 7, and 13 of the Journal of Cosmology.

6. CONCLUSIONS

It is concluded that the complex filaments found embedded in the CI1 carbonaceous meteorites represent the remains of indigenous microfossils of cyanobacteria and other prokaryotes associated with modern and fossil prokaryotic mats. Many of the Ivuna and Orgueil filaments are isodiametric and others tapered, polarized and exhibit clearly differentiated apical and basal cells. These filaments were found in freshly fractured stones and are observed to be attached to the meteorite rock matrix in the manner of terrestrial assemblages of aquatic benthic, epipelic, and epilithic cyanobacterial communities comprised of species that grow on or in mud or clay sediments. Filamentous cyanobacteria similar in size and detailed morphology with basal heterocysts are well known in benthic cyanobacterial mats, where they attach the filament to the sediment at the interface between the liquid water and the substratum. The size, size range and complex morphological features and characteristics exhibited by these filaments render them recognizable as representatives of the filamentous Cyanobacteriaceae and associated trichomic prokaryotes commonly encountered in cyanobacterial mats. Therefore, the well-preserved mineralized trichomic filaments with carbonaceous sheaths found embedded in freshly fractured interior surfaces of the Alais, Ivuna, and Orgueil CI1 carbonaceous meteorites are interpreted as the fossilized remains of prokaryotic microorganisms that grew in liquid regimes on the parent body of the meteorites before they entered the Earth’s atmosphere.

The Energy Dispersive X-ray spectroscopy data reveals that the filaments detected in the meteorites typically exhibit external sheaths enriched in carbon infilled with minerals enriched in magnesium and sulfur. These results are interpreted as indicating that the organisms died on the parent body while aqueous fluids were present and the internal cells were replaced by epsomite and other water soluble evaporite minerals dissolved in the liquids circulating through the parent body. The nitrogen level in the meteorite filaments was almost always below the detection limit of the EDS detector (0.5% atomic). However, nitrogen is essential for all amino acids, proteins, and purine and pyrimidine nitrogen bases of the nucleotides of all life on Earth.

Extensive EDS studies of living and dead cyanobacteria and other biological materials have shown that nitrogen is detectable at levels between 2% and 18% (atomic) in cyanobacterial filaments from Vostok Ice (82 Kya) and found in stomach milk the mammoth Lyuba (40 Kya); mammoth hair/ tissue (40-32 Kya); pre-dynastic Egyptian and Peruvian mummies (5-2 Kya) and herbarium filamentous diatom sheaths (1815). However, Nitrogen is not detected in ancient biological materials such as fossil insects in Miocene Amber (8 Mya); Cambrian Trilobites from the Wheeler Shale (505 Mya) or cyanobacterial filaments from Karelia (2.7 Gya). Consequently the absence of nitrogen in the cyanobacterial filaments detected in the CI1 carbonaceous meteorites indicates that the filaments represent the remains of extraterrestrial life forms that grew on the parent bodies of the meteorites when liquid water was present, long before the meteorites entered the Earth’s atmosphere. This finding has direct implications to the distribution of life in the Cosmos and the possibility of microbial life in liquid water regimes of cometary nuclei as they travel within the orbit of Mars and in icy moons with liquid water oceans such as Europa and Enceladus.

Alguém com Alzheimer na familia? Leia Isto.

sábado, março 5th, 2011

Categoria: Cérebro

( Este artigo traz importantes informações sôbre o cérebro e Alzheimer (ver comentários a seguir e outros artigos derivados daqui). A Teoria da Matriz está lidando com o cérebro também e sua opinião por enquanto é:

Existe outro método para obter os mesmos resultados, mais prático e fácil, segundo a Teoria da Matriz/DNA. Ao invés do método reducionista de lidar com uma célula após outra, entre milhões, bilhões delas que formam o cérebro, a fórmula/software da Matriz/DNA  possibilita lidar com o cérebro como um todo, fazendo com que conexões entre seus principais sub-sistemas, como hipocampo, pineal, etc., sejam conduzidos a funcionar como um sistema perfeito. O próprio sistema corrige, muda, desloca, as células disfuncionais. Não quero tirar o mérito desta pesquisa e método, ele tem que continuar, mas o caminho pelas “células tronco” está se mostrando muito dificil, e outras alternativas tambem devem serem experimentadas).

Reprogramming Stem Cells

http://theness.com/neurologicablog/?p=2931

Mar – 04 – 2011

Published by Steven Novella under Neuroscience,Science and Medicine

Just a quick entry today – researchers have coaxed neural stem cells to differentiate into basal forebrain cholinergic neurons. These neurons are important in memory, and are affected in dementias like Alzheimer’s disease.

This represents a core technological aspect of using stem cells – the ability to make them turn into the kind of cells that are needed. It is not the only hurdle to stem cell therapies, however. Researchers also need to get the cells where they are needed, to get them to survive, and to not form cancers or tumors. In some cases it may also be necessary for the cells to form meaningful connections – this is especially true when replacing neurons in the brain.

So while this in an important advance, we are not there yet.

However – stem cells are useful beyond their direct therapeutic potential. The ability to make these specific kinds of neurons can be used in research, where having a ready supply of cells in a petri dish is highly useful. So this technique can accelerate research, even if it does not have a direct application itself.

Also, stem cells (even neuronal stem cells) can be therapeutically useful even if they are not able to make meaningful connections – network with surrounding neurons. Neurons, or more likely glial cells, that are genetically modified from stem cells can be implanted and used as drug delivery systems, or to alter the environment for native cells. This approach could potentially slow, stop, or compensate for various diseases. This application would also be much easier than getting the cells to network – because all they have to do is survive and metabolize, creating whatever substances are desired and dumping them into their surroundings.

The press release for this story also mentions unpublished research in which the scientists have been able to take adult skin cells and convert them into stem cells and then into neurons – skin cells to neurons.

This is certainly an exciting technology. We are just getting to the point where the earliest applications of this kind of stem cell therapy are within sight. But we are not quite there yet – so the public still needs to be aware that stem cell clinics promising to treat ALS or Alzheimer’s disease (not as part of an approved research protocol, but as a paid treatment) are fraudulent and should be avoided.

7 Responses to “Reprogramming Stem Cells”

# Skeptical Atheiston 04 Mar 2011 at 8:57 am

Amazing, thanks. We are living in an important point of history, we are growing more into oneness and love.

Someday a cure for Alzheimer’s disease will be found. And Souls that choose to incarnate on planet earth will be able to accomplish what they came here to do ( to grow into oneness and love) without having bodies that are ridden with cancer, alzheimers and all the other sad diseases.

In the mean time we have to ensure that people afflicted with these diseases are given unconditional love and compassion and always reminded that they are eternal spiritual beings that are temporarily occupying a human body.

Death is not the End, Death is merely the movement from one plane of existence to another.

We will all be embraced by the loving light where we will meet our loved ones again.

Death is not the end. Oblivion is a myth just like creationism.

Life/Love is eternal.

Love and Peace 

# Heinleineron 04 Mar 2011 at 9:21 am

All those others myths are myths, except mine! Hatred is eternal. Hatred and nihilism 

# mrwilson41on 04 Mar 2011 at 10:44 am

For my friends and family who argue with me about the ethics of stem cell research, I usually find they don’t know what stem cells are. I have often referred them to Dr. Greg Forbes hour lecture, which may be found here: http://www.youtube.com/watch?v=1MdIstM057A – Awesome stuff!

# SARAon 04 Mar 2011 at 12:24 pm

I am really curious about this concept of using the cell to deliver the treatment drug. I can’t figure out how that would work. Does anyone know of a quick summary of that idea?

Thank you for the link Mrwilson41, I have also had those conversations. The media coverage seems to have conflated stem cells and abortions in the minds of people who don’t want to look into the subject.

# sonicon 04 Mar 2011 at 4:25 pm

SARA-

this article will probably help.

http://www.stembook.org/node/695

# BillyJoe7on 04 Mar 2011 at 10:50 pm SA,

A little present for you:

“Science is where beautiful theories are killed by ugly facts, or proved by them.”  

( FRASE PARA A MATRIZ)

Well, this present is more like a kick in the knickerbockers.

xxxxxxxxx

Northwestern University

http://www.eurekalert.org/pub_releases/2011-03/nu-hsc030211.php

Public release date: 4-Mar-2011

Human stem cells transformed into key neurons lost in Alzheimer’s

Discovery may lead to new drugs and neuron transplantation for Alzheimer’s

CHICAGO — Northwestern Medicine researchers for the first time have transformed a human embryonic stem cell into a critical type of neuron that dies early in Alzheimer’s disease and is a major cause of memory loss.

This new ability to reprogram stem cells and grow a limitless supply of the human neurons will enable a rapid wave of drug testing for Alzheimer’s disease, allow researchers to study why the neurons die and could potentially lead to transplanting the new neurons into people with Alzheimer’s. The paper will be published March 4 in the journal Stem Cells. These critical neurons, called basal forebrain cholinergic neurons, help the hippocampus retrieve memories in the brain. In early Alzheimer’s, the ability to retrieve memories is lost, not the memories themselves. There is a relatively small population of these neurons in the brain, and their loss has a swift and devastating effect on the ability to remember.

“Now that we have learned how to make these cells, we can study them in a tissue culture dish and figure out what we can do to prevent them from dying,” said senior study author Jack Kessler, M.D., chair of neurology and the Davee Professor of Stem Cell Biology at Northwestern University Feinberg School of Medicine and a physician at Northwestern Memorial Hospital.

The lead author of the paper is Christopher Bissonnette, a former doctoral student in neurology who labored for six years in Kessler’s lab to crack the genetic code of the stem cells to produce the neurons. His research was motivated by his grandfather’s death from Alzheimer’s.

“This technique to produce the neurons allows for an almost infinite number of these cells to be grown in labs, allowing other scientists the ability to study why this one population of cells selectively dies in Alzheimer’s disease,” Bissonnette said.

The ability to make the cells also means researchers can quickly test thousands of different drugs to see which ones may keep the cells alive when they are in a challenging environment. This rapid testing technique is called high-throughput screening.

Kessler and Bissonnette demonstrated the newly produced neurons work just like the originals. They transplanted the new neurons into the hippocampus of mice and showed the neurons functioned normally. The neurons produced axons, or connecting fibers, to the hippocampus and pumped out acetylcholine, a chemical needed by the hippocampus to retrieve memories from other parts of the brain.

Human skin cells transformed into stem cells and then neurons

In new, unpublished research, Northwestern Medicine scientists also have discovered a second novel way to make the neurons. They made human embryonic stem cells (called induced pluripotent stem cells) from human skin cells and then transformed these into the neurons.

Scientists made these stem cells and neurons from skin cells of three groups of people: Alzheimer’s patients, healthy patients with no family history of Alzheimer’s, and healthy patients with an increased likelihood of developing the disease due to a family history of Alzheimer’s because of genetic mutations or unknown reasons.

“This gives us a new way to study diseased human Alzheimer’s cells,” Kessler said. “These are real people with real disease. That’s why it’s exciting.”

Researcher motivated by his grandfather’s Alzheimer’s disease

Bissonnette’s persistence in the face of often frustrating research was fueled by the childhood memory of watching his grandfather die from Alzheimer’s. “I watched the disease slowly and relentlessly destroy his memory and individuality, and I was powerless to help him,” Bissonnette recalled. “That drove me to become a scientist. I wanted to discover new treatments to reverse the damage caused by Alzheimer’s disease.”

“My goal was to make human stem cells become new healthy replacement cells so that they could one day be transplanted into a patient’s brain, helping their memory function again,” he said.

Bissonnette had to grow and test millions of cells to figure out how to turn on the exact sequence of genes to transform the stem cell into the cholinergic neuron.

“A stem cell has the potential to become virtually any cell in the body, from a heart cell to a layer of skin,” he explained. “Its development is caused by a cascade of things that slowly bump it into a final cell type.”

But it wasn’t enough just to develop the neurons. Bissonnette then had to learn how to stabilize them so they lived for at least 20 days in order to prove they were the correct cells.

“Since this was brand new research, people didn’t know what kind of tissue culture mature human neurons would like to live in,” he said. “Once we figured it out, they could live indefinitely.”

###

The research was supported by the National Institutes of Health.

NORTHWESTERN NEWS: www.northwestern.edu/newscenter/

xxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

Relacionado a Alzheimer:

Study: Overeating Linked to Memory Loss in Elderly

http://www.wbay.com/story/16926803/study-overeating-linked-to-memory-loss-in-elderly

Updated: Feb 13, 2012 7:46 PM EST

New research shows overeating can increase the elderly’s risk of memory loss.

This new study shows older people who eat 2,100 or more calories a day had more than double the risk of memory loss compared to people who ate fewer than 1,500 calories a day.

And experts say the more calories older people consume, the more likely they are to have what’s called mild cognitive impairment, or MCI.

Doctors say MCI is the transition between normal forgetfulness caused by aging and early Alzheimer’s disease.

Symptoms of MCI sometimes interfere with day-to-day life.

Luz: A Fórmula Para Criar a Vida?

quinta-feira, março 3rd, 2011

LUZ Criando Vida: A Maior Descoberta de Todos Os Tempos?

( translation from Portuguese to English by Google translate)

Esta descoberta aconteceu dia 03 de março de 2011, às 03;00 da manhã. Eu penso que é uma das maiores descobertas de todos os tempos. Nós e tudo o mais no Universo somos criados pela Luz!

Já descobrí a Matriz/DNA Universal, descobrí LUCA, encontrei a fórmula para um Sistema Natural Fechado Perfeito, e muitas outras coisas mais. Mas essa da LUZ sinto que foi a descoberta mais importante de tôdas,  foi quando eu cheguei mais próximo da fonte criadora de tudo e sinto que daqui não tem mais como avançar com esta forma e inteligência precária humana.

Será Deus? Pois quem, ou o que, criou, emitiu, a LUZ,  é a Fonte da LUZ, é o Supremo Criador!

Um raio de luz é algo vivo! Tal como nós, humanos! Porem mais do que nós, êle é um código genético, como o DNA! Aliás, êle criou o DNA. Êle é a Matriz universal! Um raio de luz tem um período de existência e durante êsse período êle apresenta um ciclo vital. Como nós, êle passa pelas formas de embrião, bebê, criança, jovem, adulto e morre, se desfazendo em fragmentos como um cadáver! Isto é fenomenal!

Estamos tocando as vestes de Deus! 

A Luz é como um DNA puro que na primeira vez que se moveu na substância primordial gerou a primeira partícula, a qual já era um sistema natural, e a qual evoluiu para a forma de átomo, de galáxias, de células vivas, de plantas e animais, de homens, e agora da auto-consciência!

Até ontem já sabiamos como foi tôda essa evolução, mas a fonte das origens permanecia desconhecida, estávamos parados nos vórtices quânticos pipocando no espaço mesmo antes do Big Bang, mas qual era a fonte dêstes vórtices, o que realmente eram êstes vórtices que já apresentavam em si as sete propriedades vitais na forma das fôrças naturais primordiais? Agora descobrimos: não são apenas vórtices, são as ondas de uma LUZ! 

Então a LUZ existe antes do Universo! E veio de algo, de algum lugar além do Universo e já veio com a fórmula para criar tudo o que aqui existe hoje!

É a presença de uma mensagem operativa em código, e a recente presença da auto-consciência como ultimo produto dessa evolução que não me deixa outra alternativa senão a de concluir que a FONTE dessa LUZ é uma Inteligência!

Meu Deus… nêsse momento é indescritível o estado de maravilhamento em que me encontro! E orgulhoso; cheguei aos pés de Deus condizindo-me pela minha inteligência e no maior dos sacrifícios. Um menor abandonado que cresceu ao relento e ficou raquítico pela fome e que chega aos 50 anos sem nada, tão nu como veio ao mundo, mas foi uma luta de gigante!e a FONTE é Deus e êle está me permitindo tocar seus pés… êle porque êle testemunhou e decidiu que eu mereço.

Perdoe-me o desabafo.

Agora me admiro porque eu estudei a vida tôda sem parar, todas as áreas de tôdas as Ciências mas exatamente quando chegava na Física da LUZ eu não me aprofundava, passava por cima. Tinha o pré-julgamento que a luz é algo tão imaterial, tão intocável, abstrato, que ela não deveria ter nenhuma influência importante nas origens e evolução. Quantas vêzes me passou perante a cara o gráfico do espectro eletro-magnético e nunca lhe dediquei mais que um piscar do olhar! Mas o segrêdo supremo estava ali! Só fui olhar com curiosidade para o gráfico ontem quando lia o artigo abaixo e o autor disse a palavra “biofóton”. Biofóton… era a mesma imagem, a mesma solução que meus calculos haviam produzidos e aos quais denominei “genes semivivos”. Oriundos da radiação estelar. O circuito do ciclo vital estava flutuando em minha mente quando olhei o gráfico e de repente, tudo se esclareceu…

A LUZ! A chama criadora de Deus! seja êle um ser onipotente ou ser natural, mortal, tão frágil como eu, mas assim o amaria ainda mais! Assim o perdoaria tudo, como Pai e/ou Mãe ausente e irresponsável que tem sido.  o Perdoarei e o amarei se sempre continuar ausente, porque errar é do natural. Porque é o meu criador, o que me gerou, o carrego em minhas veias, e isso basta saber.      

Observe a figura acima. O Espectro eletro-magnético, ou seja, o campo da  LUZ, é uma onda que se amplifica formando ondas sucessivas, e isto é registrado no gráfico na forma da linha serpenteante. Tudo começa com uma fonte, que produza uma vibração. No inicio a frequência da luz é a mais elevada e a linha avança diminuindo a intensidade de vibração. Mas seja em qualquer meio que ela se propaga, digamos, no éter, as mudanças de frequência geram as várias côres, em primeiro lugar. Mas se propagando em alguma substância mais densa, estas mudanças produzem efeitos diferentes, profundos, na substância. essa substância, seja éter, matéria escura, amnion universal, ou mesmo matéria mais densa, vai sendo modelada e apresentando o que na sua dimensão representa as formas de feto, criança, adulto, ou seja, é animada por um ciclo vital.

Antes já tinha percebido como a Natureza gera um novo sistema natural, seja um átomo, uma galáxia, ou uma célula. Ela dispõe inicialmente de uma porção qualquer de substancia informe, como por exemplo, de poeira estelar. Adensando gravitalmente se no espaço sideral ou pela força de atração entre os fragmentos da substância se na ausencia de gravitação, e formando uma espécie de bolota qualquer ela lhe aplica a dinâmica do ciclo vital, o qual está bem explicito na fórmula da Matriz/DNA. Sob o ciclo vital a esfera se transforma a cada momento como nosso corpo se transforma tôdo segundo quando morre uma célua ou desaparece uma partícula, ou surge outra. Assim a forma original apresenta diversas diferentes formas que são fractais derivados de uma matriz inicial. mas a natureza não faz isso apenas uma vez. Ela faz muitas bolotas e mistura-as espalhando-as no espaço. De maneira que a probabilidade de que diferentes individuos que se encontram num mesmo local e num mesmo momento apresentando as diferentes formas físicas se conectam e formam um sistema. Assim um unico micro-organismo pode ter nascido na forma de um lisossomo, cresceu e tinha a forma de ribossomo, o qual continuou  e apresentou a forma de mitocondria, se encontraram vários dêles e em diferentes idades numa sôpa primordial qualquer e por simbiose se interconectaram dando origem ao primeiro sistema celular, o primeiro ser vivo!

Não olhe e não pense na luz artificial da lâmpada. Nem mesmo preste culto ainda á luz natural do Sol. Esta é uma herdeira, uma descendente muito distante, depois de incontáveis gerações. Pense na primeira. Quando a Luz chegou e ainda aqui tudo eram trevas.  

Raios, lá se vão não sei quantas noites sem dormir e não me lembro agora a quantos dias tive uma refeição normal. Para que continuar esquentando a cabeça para saber como explicar a quem vai receber tudo isso de mão beijada? Que vá nas formas aqui mesmo nêste site e entenda o resto. Para mim chega: o Universo está desvendado! Não há mais a minima brecha na sua História Total, de 13.7 bilhões de anos. Ainda fui um pouco mais alem disso, antes dêle nascer. Já tenho a idéia para onde isto vai. Agora só resta conhecer a FONTE. Mas esta, tudo indica, está muito aquém da minha capacidade. Serei louco se emprregar o resto da vida nessa busca. Eu paro por aqui. Boa noite!      

xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

Luz, Biofótons, Genes Semivivos: Registros para Pesquisas (Fazer Artigo)

http://mondovista.com/dnax.html

Is the DNA the Next Internet? Are humans really beings of light?

Dan Eden for viewzone.com

I get lots of suggestions for stories, and I really appreciate them. But some of them are too good to be true. An example of this was a story of a giant human skeleton — maybe 40 feet tall — that was discovered by a Russian archaeological team. The story had photos and links accompanying it and looked promising. But when the links were researched they went in a circle. Each link used the other link as the source. Finally the elements of the photos turned up and we recognized a good Photoshop job had fooled everyone.

I had this same experience this week when I was sent an article where a Russian (again) scientist, Pjotr Garjajev, had managed to intercept communication from a DNA molecule in the form of ultraviolet photons — light! What’s more, he claimed to have captured this communication from one organism (a frog embryo) with a laser beam and then transmitted it to another organisms DNA (a salamander embryo), causing the latter embryo to develop into a frog!

But this was just the beginning.

Dr. Garjajev claims that this communication is not something that happens only inside the individual cells or between one cell and another. He claims organisms use this “light” to “talk” to other organisms and suggested that this could explain telepathy and ESP. It was like human beings already had their own wireless internet based on our DNA. Wow!

I tried to find a scientific journal that had this experiment. All I could find were blogs and other websites that carried the same story, word for word, without any references. That is until I stumbled on the work of Fritz-Albert Popp. Then everything I had just read seemed very plausible.

Fritz-Albert Popp thought he had discovered a cure for cancer. I’m not convinced that he didn’t.

It was 1970, and Popp, a theoretical biophysicist at the University of Marburg in Germany, had been teaching radiology — the interaction of electromagnetic (EM) radiation on biological systems. Popp was too early to worry about things like cellphones and microwave towers which are now commonly linked with cancers and leukemia. His world was much smaller.

He’d been examining two almost identical molecules: benzo[a]pyrene, a polycyclic hydrocarbon known to be one of the most lethal carcinogens to humans, and its twin (save for a tiny alteration in its molecular makeup), benzo[e]pyrene. He had illuminated both molecules with ultraviolet (UV) light in an attempt to find exactly what made these two almost identical molecules so different.

Why Ultra-violet light?

Popp chose to work specifically with UV light because of the experiments of a Russian biologist named Alexander Gurwitsch who, while working with onions in 1923, discovered that roots could stimulate a neighboring plant’s roots if the two adjacent plants were in quartz glass pots but not if they were in silicon glass pots. The only difference being that the silicon filtered UV wavelengths of light while the quartz did not. Gurwitsch theorized that onion roots could communicate with each other by ultraviolet light.

XXXXXXXX

Unlocking the secrets of a plant’s light sensitivity

http://dpb.carnegiescience.edu/article/unlocking-secrets-plant%E2%80%99s-light-sensitivity

Article | December 13, 2010

Palo Alto, CA— Plants are very sensitive to light conditions because light is their source of energy and also a signal that activates the special photoreceptors that regulate growth, metabolism, and physiological development. Scientists believe that these light signals control plant growth and development by activating or inhibiting plant hormones. New research from Carnegie plant biologists has altered the prevailing theory on how light signals and hormones interact. Their findings could have implications for food crop production.
It was previously known that a plant hormone called brassinosteroid is essential for plant’s responses to light signals. This crucial steroid-type hormone is found throughout the plant kingdom and regulates many aspects of growth and development. Surprising new research from a team led by Carnegie plant biologist Zhi-Yong Wang shows that light does not control the level of brassinosteroid found in plants as was expected. Instead brassinosteroid dictates the light-sensitivity of the plant. It does this by controlling the production of a key light-responsive protein.

( Bem… isto parece ter implicações filosóficas e até religiosas. Deus est;a no ar, êle não força sua entrada em sua mente, é você quem escolhe ser receptivo a êle ou não. O que o artigo diz é que a luz está no ar, ela não é a responsável por produzir maior ou menor capacidade da planta para capta-la, e sim é a planta que determina, através de um estado (o estado de um hormonio) sua disponibilidade para a luz entrar ou não).
The team’s findings on interactions between brassinosteroid and light in sprouting seedlings have changed the prevailing model for understanding the relationship between light conditions and hormone signals in regulating photosynthesis and growth. Their results are published in Developmental Cell on December 14.
While under the soil’s surface, in the dark, plant seedlings grow in a special way that speeds the process of pushing the budding stem out into the air, while simultaneously protecting it from damage. This type of growth is called skotomorphogenesis. Once exposed to light, seedlings switch to a different, more regular, type of growth, called photomorphogenesis, during which the lengthening of the stem is inhibited and the leaves expand and turn green.
Many components are involved in this developmental switch, including brassinosteroid. Previous studies showed that mutant plants created to be deficient in brassinosteroid grew as if they were in the light, even when in the dark. Research also showed that many genes responded to stimulation from light and brassinosteroid in opposite ways. But scientists were unsure how this antagonistic process worked, especially after they found the levels of brassinosteroid in plant cells were not significantly different between plants grown in the dark or in the light.

Não entendo. Afinal o brassinosteroid não é o responsável pelo nível em que a planta se dispõe a receber a luz, como diz a frase acima?)

The Carnegie team’s new research identifies a protein called GATA2 as a missing link in this communications system. This protein tells developing seedlings which type of growth to pursue.
GATA2 is part of the GATA factor class of proteins, which are found in plants, fungi and many animals. GATA factors promote the construction of a variety of new proteins, the recipes for which are encoded in DNA. It does this by switching on and off different genes. In Arabidopsis, the experimental mustard plant used in this study, there are 29 genes for different members of the GATA factor family. Some of these have been demonstrated to play a role in flower development, the metabolism of carbon and nitrogen, and the production of the green pigment chlorophyll.
Wang’s team found that GATA2 switches on many genes that are turned on by light but turned off by brassinosteroid. It then showed that brassinosteroid inhibits the production of GATA2 and light stabilizes the presence of GATA2 protein in plant cells.

(Ok. Luz tem o poder de forçar sua entrada acionando ou expressando GATA2 que seleciona alguns genes relacionados ao crescimento das plantas. Mas então entra em ação os brassinosteroids que inibem estes genes. Com isso a luz estabiliza ou desacelera a produção da proteína GATA2 nas células das plantas.)
First, the team showed that GATA2 functions to turn on select plant growth genes in the presence of light. The scientists genetically manipulated Arabidopsis plants to cause the GATA2 protein to be overproduced. As a result, the plants started to show patterns of growing in light, even when they were in the dark. This manipulation demonstrates that GATA2 is a major promoter of light-type growth.

(Então a luz influenciando a planta está dentro da planta, em GATA2, e não no espaço exterior?)
What’s more, this is the same reaction that was produced when plants were genetically manipulated to be brassinosteroid-deficient. This means that the over abundance of GATA2 had the same result as the scarcity of brassinosteroids. These results show that GATA2 proteins and brassinosteroid hormones have antagonistic effects on developing plants.
Next, the Carnegie team showed that brassinosteroid is actually involved in inhibiting the actions of GATA2. Brassinosteroids turn on a protein that prevents GATA2 from working when the seedling is in the dark. This inhibition of GATA2 is stopped by exposure to light. This likely happens due to the involvement of yet another protein—one that is widely involved in light-signaling— although further study is needed to be sure.
Together all these results show that GATA2 is an important factor in signaling light-type growth. It also serves as a communications junction between internal plant systems that are turned on by light and those that are turned on by brassinosteroids.
“Brassinosteroids and light antagonistically regulate the level of GATA2 activity, and thus the creation of proteins stimulated by GATA2,” says Wang. “As a result, GATA2 represents a key junction of crosstalk between brassinosteroid and light signaling pathways.”
The framework created by this research leaves plenty of avenues for further study of the various components of light signaling in plants. Some other members of the GATA class of proteins may be involved, as well as other light (?)-

( Qual outra luz?!)

This study was supported, in part, by grants from the National Institute of General Medical Sciences, National Science Foundation of China, and Ministry of Agriculture of China.

The Carnegie Institution for Science (carnegiescience.edu) is a private, nonprofit organization headquartered in Washington, D.C., with six research departments throughout the U.S. Since its founding in 1902, the Carnegie Institution has been a pioneering force in basic scientific research. Carnegie scientists are leaders in plant biology, developmental biology, astronomy, materials science, global ecology, and Earth and planetary science.

xxxxxxxxxxx

Phycociyanin/Cyanobateria é o maior captador de energia solar (bio-fótons), ou produtor de bio-fótons, pois foi a principal produtora de oxig6enico para formar a atmosfera terrestre, através da fotossintese. Notar suas propriedades relacionadas a cores da luz e comprimentos de ondas.

Ficocianina

Phycocyanin

From Wikipedia, the free encyclopedia

Phycocyanin is a pigment from the light-harvesting phycobiliprotein family, along with allophycocyanin and phycoerythrin. It is an accessory pigment to chlorophyll. All phycobiliproteins are water-soluble and therefore cannot exist within the membrane as do carotenoids, but aggregate forming clusters that adhere to the membrane called phycobilisomes. Phycocyanin is a characteristic light blue colour, absorbing orange and red light, particularly near 620 nm (depending on which specific type it is), and emits fluorescence at about 650 nm (also depending on which type it is). Allophycocyanin absorbs and emits at longer wavelengths than Phycocyanin C or Phycocyanin R. Phycocyanins are found in Cyanobacteria (previously called blue-green algae). Phycobiliproteins have fluorescent properties that are used in immunoassay kits.  The product phycocyanin, produced by Aphanizomenon flos-aquae and Spirulina, is used in the food and beverage industry as a natural coloring agent ‘Lina Blue’ and is found in sweets and ice cream.

The phycobiliproteins are made of subunits having a protein backbone to which a linear tetrapyrrole chromophores are bound.

xxxxxxxxxxxx

TGDAILY
Team produces weird optical phenomena – and rewrites the rules of refraction

http://www.tgdaily.com/general-sciences-features/58245-team-produces-weird-optical-phenomena-and-rewrites-the-rules-of-refr

Posted on September 2, 2011 – 06:26 by Kate Taylor

Researchers at the Harvard School of Engineering and Applied Sciences (SEAS) have induced light rays to behave in a way that defies the laws of reflection and refraction – and produced some weird fun-house images on the way.

The discovery has meant a rewriting of the rule books for the centuries-old mathematical laws that predict the path of a ray of light bouncing off a surface or traveling from one medium into another.

“Using designer surfaces, we’ve created the effects of a fun-house mirror on a flat plane,” says co-principal investigator Federico Capasso.

“Our discovery carries optics into new territory and opens the door to exciting developments in photonics technology.”

The conventional laws governing the way light moves from one medium to another – from air to glass, say – predict the angles of reflection and refraction based only on the incident (incoming) angle and the properties of the two media.

But while studying the behavior of light impinging on surfaces patterned with metallic nanostructures, the researchers realized that the usual equations didn’t cover the bizarre phenomena observed in the lab.

Essentially, the group’s discovered that the boundary between two media, if specially patterned, can itself behave like a third medium.

“Ordinarily, a surface like the surface of a pond is simply a geometric boundary between two media, air and water,” explains Nanfang Yu, a research associate in Capasso’s lab.

“But now, in this special case, the boundary becomes an active interface that can bend the light by itself.”

What makes the difference is an array of tiny gold antennas etched into the surface of the silicon used in Capasso’s lab and structured on a scale much thinner than the wavelength of the light hitting it.
This means that, unlike in a conventional optical system, the engineered boundary between the air and the silicon imparts an abrupt phase shift – a phase discontinuity – to the crests of the light wave crossing it.

Each antenna in the array is a tiny resonator that can trap the light for a given amount of time before releasing it. A gradient of different types of nanoscale resonators across the surface of the silicon can effectively bend the light before it even begins to propagate through the new medium.

The resulting phenomenon breaks the old rules, creating beams of light that reflect and refract in arbitrary ways, depending on the surface pattern.

The textbooks now need to be changed, adding a new term to the equations – the gradient of phase shifts imparted at the boundary.
“By incorporating a gradient of phase discontinuities across the interface, the laws of reflection and refraction become designer laws, and a panoply of new phenomena appear,” says Zeno Gaburro, a visiting scholar in Capasso’s group.

“The reflected beam can bounce backward instead of forward. You can create negative refraction. There is a new angle of total internal reflection.”

Comentário da Matriz/DNA: (estudar isso melhor)

Associe-se Para Preparar-se e Mudar o Mundo em 2012

quarta-feira, março 2nd, 2011
The Mission For Every Human Being

The Mission For Every Human Being

Missão: A Transformação da Terra Num Planeta Ajardinado e Fundação de uma só Familia Universal Humana

Estás observando o que está acontecendo no planeta? Revoluções no mundo árabe, o polo magnético da Terra mudando e com outras causas planetárias produzindo os efeitos que nos surpreendem a cada dia na televisão, os segrêdos sendo revelados pela Wikileaks, uma avalancha de novos websites na Internet divulgando mensagens de “sêres extraterrestres” sôbre os necessários cuidados e preparação para as mudanças nas energias sutís e no DNA a nível coletivo (digite os nomes Metraton, ou Archanjo Gabriel, ou “Pleiâdes” no Google e veja os resultados). Até pela primeira vez , mulheres e homens simples tornando-se presidentes! E etc. Por coincidência para essa época existia as profecias e o calendário Maia, tudo apontando para 2012.

Algo muito interessante dentre estas novidades foi a divulgação na Internet de um desenho como uma espécie de diagrama de software que pode ser a fórmula invisível que comanda o DNA e que tem sido usado pela Natureza desde as origens do Universo para conduzir tôda a massa e a energia da matéria a formar corpos e se organizar em sistemas funcionais. É a fórmula do que seria um mundo perfeito, um móto perpétuo funcionando automáticamente como uma máquina, e a evolução consistiria na tendência da Natureza de retirar a matéria do caos na origem e sempre melhorando-a visando êste final estado de suprema ordem. Se a Natureza ainda não conseguiu um ser, um sistema exatamente igual sua fórmula, ela nos serve de incrível ferramenta para consertar-mos tudo o que está errado aqui ( por exemplo eliminar tôdas as causas das doenças), e criar um ambiente tecnológico automatizado, nos libertando finalmente para viver um novo mundo jamais imaginado. A fórmula que foi denominada de “A Matriz/DNA Universal dos Sistemas Naturais e Ciclos Vitais” se encontra sob testes mas já tem provado extraordinária capacidade de previsão e as evidências apoiando sua real existência estão se acumulando e sendo listadas no seu website. Real ou não, são ocorrências como estas que de repente nos faz perceber ou alimentar a esperança de que a nossa sorte depende apenas de um “clique” no lugar certo e no momento da oportunidade.  Nos Estados Unidos e na Inglaterra alguns “antenados” parece terem pescado a oportunidade. Por exemplo, alguns fóruns reunindo intelectuais e cientistas ateus estão debatendo o tema e questionando o autor enquanto alguns pastores da igreja americana saíram correndo a alardear que o autor teria sido inspirado por Jesus Cristo, que a tal “Matrix/DNA” seria a fórmula de Deus em Sua criação e criaram websites como “The emergence of a new cosmology”, ou “The Divine Matrix” conclamando os criastãos a assumirem a fórmula antes que os ateus a utilizem para o ateísmo como fizeram com a teoria da evolução. E aqui me pergunto: se nada vai me custar, porque não embarcar na onda do momento, que ao menos, é alegre e emocionante?

Mesmo para um cético como eu, alguns acontecimentos cujos fatos não há como duvidar, estão chamando nossa atenção. Por exemplo, de repente todos os povos de todos os países torceram pelos manifestantes nas ruas e ficaram indignados com as agressões sôbre êles. Várias outras ocorrências atuais parecem sugerir que de fato está havendo uma mutação psicológica a nível do DNA mundial: o gene egoísta perdendo o domínio e em seu lugar emergindo com forte expressão um gene altruísta. A aura manifestada por êste novo estado do consciente coletivo parece estar reforçando a justiça na Terra, denunciando as tramas, derrubando os ditadores, espalhando a democracia…

Sem nos basear-mos nas revelações  que não podemos comprovar mas sem perder a oportunidade dos bons efeitos do que está ocorrendo e sendo comprovado, vejo surgir a grande oportunidade de nós mesmos – independente do que possa estar ocorrendo em dimensões não observadas –  fazer-mos com que a melhoria da vida de todos aconteça de fato. Podemos mandar a realidade atual indesejada para os sonhos do passado e tornar os nossos sonhos de melhoria no futuro, em realidade aqui e agora. Se todos unidos tiver-mos a vontade e fizer-mos um esfôrço para que o gene altruísta finalmente tenha um bom parto, nasça e se afirme para sempre… pela primeira vez na Terra todos ganharão sem que seja necessário alguém perder. Vamos ver como isso poderá ser feito. 

Desde o momento em que nascí até agora, não houve um momento sequer em que eu estava onde queria estar, fazendo o queria estar fazendo, sendo exatamente do jeito que eu queria ser. Faça um teste agora mesmo contigo, mas com honestidade, e me diga: Você está agora onde queria estar? De verdade?! Você está agora fazendo o que queria estar fazendo? Você está agora como queria estar, ou seja, só ou com as pessoas que querias do seu lado? Seus musculos, seu corpo, estão na medida ideal que te satisfaz e funcionando tudo muito bem? Tudo certo na sua familia? Na sua casa, no seu país, no seu planeta?

Se estiver tudo certo não perca tempo continuando a ler isto, mas se algo precisa ser mudado não perca esta oportunidade.     

Eu acho que a maioria está mais ou menos na mesma situação que estou, que sempre estive. E isto tem que mudar. Podemos fazê-lo? Ora, e o que de mais sensato existiria para fazer justo agora, senão estar tentando as mudanças para melhor?

Pense assim: “O meu bem-estar vem em primeiro lugar. Sou humano(a), herdei o gene egoísta sem o pedir, e não sou nenhum santo super-homem para ser sacrificado como Jesus Cristo, nem uma heroína como Joana D’Ark. Mas meu bem-estar depende que todos os seres humanos ( com excessão dos inimigos e agressores de seres humanos), estejam em seu bem-estar também, e depende ainda de que o meio-ambiente geral esteja modelado exatamente para meu confôrto e segurança total. Pois se tiver alguem mal, chorando, reclamando, ameaçando-me e ao meu espaço e patrimonio com algum tipo de agressão, e até mesmo guerra, ou porque está doente, ou porque está na miséria, ou porque alguma coisa mais, eu não vou poder estar em paz e feliz mesmo que esteja no tôpo do mundo.

Se no lugar que estou o clima não é perfeito, ou se o futuro estiver inseguro porque eventos por acaso catastróficos possam ocorrer a qualquer momento,  se porque o ambiente está contaminado de criminosos, ambiciosos inescrupulosos, ou ainda contaminado por outro tipo de elementos, bichos, virus, etc…, eu tambem não estarei em paz e confortavelmente instalado.

Pondo a coisa desta maneira meu maior desejo é que o mundo seja um tipo de Paraíso do Eden ( não como era o imaginado para Adão e Eva, com leões vindo lamber suas caras pedindo afago e serpentes se enrolando para servirem de seus travesseiros, mas um mundo sem Internet, aviões, massmallow e dôce de abóbora, não dá…). Mas nossa experiência de vida e nosso atual conhecimento de como o mundo é e como ele tem funcionado até agora, sugere que um mundo perfeito seja impossível (psiu!.. não diga isso para a Natureza, deixa ela iludida continuar tentando sua fórmula, pois se ela souber a verdade ela pára com a evolução).

Pode ser impossível mas o mais próximo possível dêle deve ser buscado, e pelo que a Humanidade está fazendo agora, ele está sendo buscado. A coisa mais inteligente que um individuo tem a fazer na vida é descrever uma grande meta, muito elevada mas possível, e alimenta-la sempre, isto o manterá sempre com ânimo para o seu progresso. Ao nível dos sonhos, é bom imaginar um quadro de sua vida como seria seu paraiso ideal, por esse quadro imaginário flutuando acima de sua cabeça,  como a estrêla-guia que orientou os caminhos dos reis magos. E enquanto está patinando prisioneiro na superficie dêste planetinha perdido, sempre que puder arrume um tempinho para dirigir seus atos na direção de construir aquele quadro e tornar o sonho em realidade, começando na base do tijolo em cima de tijolo, como a criança põe suas moedas no porquinho pensando que assim vai ser rica. Claro que ele vamos morrer sem nunca terminar sua construção, nunca alcançar o alvo final, mas assim teremos um grande ideal, em que se ocupar até na velhice, e nem veremos a morte chegar… ocupados que estaremos. E ainda pode-se pensar que a morte tambem pode ser um passo na direção da realização de seu sonho.

Deixando o grande sonho de lado por um momento, vamos pensar nas respostas para as três perguntas acima. Onde eu queria estar justo neste momento? Tomando cerveja no calçadão de Paris? Fazendo o que? Bem… isso é segrêdo seu, não se alarme que não vou revelá-lo aqui. E a seguir esta pergunta: existem os recursos  no Universo que poderiam fazer isto ser real? Certamente a resposta será “sim”. Então, se existem os recursos no mundo para que você pudesse estar agora onde queria estar, fazendo o que queria estar fazendo… porque estás no lugar errado, fazendo o que não gosta, vivendo insatisfeito(a)? Corra atras dêles, de uma maneira ou outra, os recursos são reais, existem, e se não pode obtê-los, existe outra fórmula que pode ajuda-lo: a união faz a fôrça e move montanhas!

Devido ao gene egoísta não estávamos acostumados a ver esta solução. Para a falta dos recursos materiais as explicações eram muitas e diversas. A primeira que surge é culpando os ricos, os politicos, os malvados e errados dentro de casa, da vizinhança, do trabalho, da escola, do planeta. Todos os espaços da Terra em que daria para viver bem já tem donos, o dinheiro está sumido em poder dos bancos, nos bolsos dos parasitas, etc., e você nunca consegue pegar a quantidade que está precisando.

Mas raios! O planeta tem muitos recursos naturais, todos os minerais que precisamos, uma fartura de tipos de aimentos saborosos, lugares com paisagens paradisiacas… e quem domina tudo isso, quem atua sôbre tudo isso, são… seres humanos. Homens e mulheres, tais como você. Você é um humano? Então é você quem é o(a) responsavel pelo jeito que as coisas são e estão aqui,  é você enquanto humano, o elemento fundamental que forma e constitui a Humanidade. Não são as girafas nem as formigas que estão aí controlando tudo, elas diriam que é você quem o está fazendo.

Então qual o problema, porque é que está tudo errado para você neste momento? Porque existem milhões, bilhões de outros humanos que são os culpados? Porque existem muitos elementos e forças no meio deste planeta que não consegues controlar, pois acontecem por acaso e contra sua vontade?

Então vamos focalizar estes dois problemas. O que existe em comum  ou diferente entre você, seu corpo, sua forma de pensar, seu imaginado paraiso ideal, e os outros humanos, seus corpos, suas formas de pensar, e seus diferentes tipos de paraisos imaginados?

Se está tudo errado é porque está tudo diferente entre você e o resto dos humanos. Ao menos o está, entre você e os poderosos, ou entre você e a maioria dos que vivem à sua volta.

Se está tudo meio-errado, meio-certo, os outros seres humanos se dividem em metade normal e simpática para você e metade anormal e indesejavel, que precisam mudar. Ou então a maioria é igual a você, mas uma minoria no poder é a errada, a diferente.

Se está tudo certo para você… bem, nem vou pensar nisso porque se para você estivesse tudo certo você não teria chegado lendo isso até êste ponto.

Em que os outros, o resto do mundo, são diferentes de você? Ou ao menos a maioria? Ou ao menos os que tem poder? Nasceram com mais sorte, com herança, boa familia, corpo saudavel e bonito, têm muitas oportunidades, são lembrados e chamados para as coisas boas… e você não nasceu com tudo isso? Ou então existe a maioria dos diferentes porque nasceram em piores condições que você, sem a exemplar educação e ensino de uma familia como a sua, etc.? Êstes nascimentos diferentes do seu explicam as diferenças e é exatamente por isso que pensam de maneira tôda errada? Ou eles pensam tudo certo e você, devido às dificuldades e carências de infancia, o lugar inadequado onde nasceu, criou muitos problemas afetando sua eficiência na vida, te conduziu a muitos vicios que não consegues vencer, de maneira que você é quem está sempre pensando o errado e êles, o certo, como tem demonstrado os tombos e caídas que tens levado, com suas lições da vida?

É muita gente no mundo e praticamente todos estão distantes, você não entende e nada sabe direito sobre os “outros”. Como eles estão agora? Quantos estão onde queriam estar e quantos não estão? O que estão pensando ou por falta de informação, deixando de pensar? Que tipo de mundo ideal este pessoal imagina em suas cabeças? A maioria quer ganhar dinheiro para montar um “boteco” bem lucrativo na praia? Êste é o sonho maior dêles, ou um sonho reduzido às possibilidades do mundo?

Acho que estas são as mais importantes questões para as quais precisamos de respostas agora, já que esta vida tem ser mudada, de um jeito ou de outro. Em que somos diferentes, o que estamos pensando, o que cada um de nós está querendo?

Felizmente hoje existe a Internet. Ela pode funcionar por baixo de todos os poderes, basta ver os casos do Wikileaks, as recentes vitórias sôbre ditadores no Oriente Médio, etc. Não estou aqui pensando em revoluções contra ninguém, mas tenho descoberto que temos na Internet o veículo exato para ter-mos estas respostas, e talvez, até uma união planetária fazendo algo junto. Como estamos fazendo a Wikipedia, etc. A Internet tem ainda a propriedade do anonimato e isto faz com que pessoas confessem desejos intimos publicamente. Meninos dizem se preocupados porque estão achando que o pipi parou de crescer, meninas divulgando que acham que estão grávidas… coisas que não falam nem com os amigos. Então porque não o fazemos, porque não usamos a ferramenta ideal que caiu em nossas mãos? O prêmio final seria espetacular: você vivendo onde está desejando viver, fazendo o que desejaria estar fazendo, junto com quem você se sente bem, com o poder cientifico e tecnológico muito maior a seu serviço também e não controlado em poder de estranhos! Te tornarias de repente como um(a) bôbo(a) alegre… rindo á tôa! Para o resto da Vida!

E se descobrir-mos que a grande maioria, a quase totalidade, inclusive muitos dos ricos, dos politicos, dos favelados que se tornam bandidos, dos muçulmanos, etc., estão todos insatisfeitos, e os três ítens principais – estar onde queria estar, fazendo o que queria estar fazendo, rodeado por quem queria estar rodeado – tivessem planos e gôstos muito parecidos com os seus? Afinal o que mais temos em comum, nós, todos os seres humanos, em essência, na mais intima das intimidades, é o… DNA! E êsse DNA, tanto o dos outros, como o nosso mesmo, ainda é um grande mistério, não sabemos de onde veio e a que veio. E pessoas que o estudam tem dito que tôdas as cópias do DNA, esteja onde e em quem estiver, tem tôdas elas um unico e mesmo supremo objetivo. Até dizem quais as metas incubadas nêsse supremo objetivo: sobreviver, se alimentar, se reproduzir e sempre em maior numero, se acomodar confortavelmente no mundo fisico…

Isto aí não está parecendo o seu quadro do paraíso? Ao menos nas suas condições básicas, não está tudo igual? Então se a nível de DNA, desse denominador comum em todos nós, não existe diferenças, quem disse que a nível de cabeças, de mentes, de maneira de pensar, somos todos muito diferentes um dos outros? Teria as diferentes experiências de vida de cada um sido tão fortes que teria conectado os neuronios nos cérebros todos de maneira muito diferentes? O politico que hoje age como felino sagaz e não resiste a uma corrupção, é maioria nos congressos, ou é minoria? É um incorrigivel inimigo da Humanidade, ou… foi educado de maneira errada, ou está sendo forçado a fazer o que faz, pois teria no fundo da mente desejos parecidos com os nossos? E mudaria se nós mudássemos? A mente humana teria se desviado demasiado do comando de instruções invisivel que salta das conexões das moléculas em nosso DNA? De maneira que nossos egoísmos fôssem tão diferenciados que mesmo querendo montar uma unica máfia na terra, não conseguiriamos? Ou que nossos altruísmos sejam tão diferenciados que nunca existiria uma ONU de todos capaz de aprovar uma decisão comum?

Acho que não, que nossa natureza, e a mente de todos estão a nosso favor. Me baseio em casos como agora, em que o mundo todo se levanta e reclama contra o Coronel Kadhafi e a favor do povo líbio. A maioria está se sentindo mal com a carnificina, inclusive bandidos nas cadeias estão revoltados, politicos que estão nos bordéis fazendo discursos sérios contra o ditador, até vejo prostitutas nas igrejas rezando e pedindo para Deus intervir e terminar com aquilo. Nem vou citar a enorme avalancha de sites que estão aparecendo a cada momento dizendo que estão trazendo mensagens de outros planetas, de um certo Metraton, outro Archanjo Gabriel, do povo das Pleiades, etc., com instruções para que saibamos como se proteger e bem usar as novas energias dos eventos cósmicos que estariam ocorrendo, os mesmos que foram profetizados pelos maias para 2012…  E para não falar de movimentos propondo novos tipos de sociedades, que realmente estào levando a coisa a sério e construindo cidades modêlos, como o Z…. Talvez até êste chamamento que estou escrevendo agora esteja sendo inspirado por algum anjo invisivel nas minhas costas… Se isto tudo for verdade, estamos no momento certo! Existe um alto potencial de altruísmo no sangue que está correndo nas veias da Humanidade e precisamos desentravar essa fôrça, dirigi-la no sentido em que todos vivam melhor, fazendo melhor e rindo com mais felicidade. E temos a Internet para fazer isso, aqui e agora…   

Então é possivel que uma grande investigação, com um amplo e eficiente questionário, nos desse a resposta para aquela urgente suprema questão sobre o aqui e agora, e a resposta nos surpreendesse: estamos todos, a quase totalidade, querendo a mesmas coisa! Não é que hoje, uma quarta-feira com o sol do meio-dia, todos queriam estarem numa praia ensolarada, comendo e bebendo do melhor, e com a pessoa, ou pessoas que mais apreciam: não, a maioria respondeu que querem tambem isso mas para os finais de semana, não conseguem esquecer que hoje é dia de fazer algo util para avançar em seus objetivos, e portanto queriam estar mexendo, fazendo, aprendendo, trabalhando! Claro, fazendo o que gostam de fazer.

Se a maioria tivesse tivesse um padrão comum com poucas variações do mundo desejado, o próximo passo seria saber detalhes, exatamente onde queriam e como estariam fazendo o que? Acho que encurtaria tudo se pulássemos para o nivel do imaginário de todos, pedindo que cada um descreva seu objetivo final, seu tipo de paraiso desejado. Com todos os quadros em mãos, ou sôbre a mesa, começariamos a fazer comparações entre o nosso e os dos outros e dos outros entre si. Surgiriam muitas perguntas, criticas, até agressividades, do tipo: “Mas quem iria se f… produzindo as coisas que você estaria consumindo?”… E isto serviria para cada qual ir dando uma burilada nos seus quadros, ajeitando-os para se conformarem com problemas que não haviam pensado. E quando alguem dá uma mudada no quadro final, tem que vir para o aqui e agora e dar alguma mudada no que está fazendo e na sua idéia do que queria estar fazendo, onde queria estar, e com quem queria estar.

Existe hoje a Internet para se fazer isso. Só não participaria quem é masoquista, se conformou que vai ser infeliz pelo resto da vida porque o mundo não tem como ser mudado. Criacionistas antiquados diriam que o mundo é assim por que é a vontade de Deus que quer que soframos. Espiritualistas diriam que êste é o karma. Radicais inimigos dos povos diriam que somos comunistas, anarquistas, idealistas, que êles são os donos, superiores e sabem que o mundo assim é o melhor. Mas êstes grupos hoje constituem a minoria e vão sempre serem inúteis para as grandes causas da Humanidade. Por outro lado, os humanos normais, aqueles que entenderam que o nosso mundo sôbre a terra, com as cidades, as estradas, as fazendas, etc., foram feitas por humanos, e que “eu sou o humano que faz”, seriam os mais animados participantes e motivadores.

Resta o segundo problema: o mundo externo e seu poder sôbre nós. Uns dizem que o mundo natural, externo ao nosso corpo, está muito mal desenhado, mal projetado e as coisas acontecem por acaso sem nosso controle. Outros entendem que o mundo natural na superficie do planeta e até no cosmos que nos rodeia é muito rico em recursos, nós temos a inteligencia suficiente, então é só desenvolver mais a Ciência,  e aplicar êsse conhecimento na tecnologia… e portanto seria facil controlar tudo e instalar o final quadro do paraiso mais votado pela maioria.

Tambem estes dois pontos de vista, opostos entre si, se dialogados, poderiam se tornarem um unico ponto de vista e maneira de visão, e tipo de motivação, senão para todos, ao menos para a maioria.

Mas vamos por fim supor que as opiniões fossem tão diferentes, supor que nossos cérebros estejam tão diferentemente produzidos, que não haja acordo em quase nada. Ainda assim haveria a possibilidade de você encontrar o seu grupo, um numero surpreendente de afins, cujo grupo chegasse ao mesmo desejo de: “Ora, se os outros não querem, vamos separar um espaço para nós, unir-mos forças, cada dia por um tijolinho, e ver no que vai dar…”

Mesmo com essa não muito otimista solução acho que ainda vale a pena participar disto aqui. Você dificelmente teria sua vida prática aqui e agora mudada, dificelmente iria conseguir estar onde sempre desejou estar, fazendo o trabalho e o hobby que sempre desejou fazer. Mas as coisas erradas que existem aqui e agora, os obstáculos que estão sempre no seu caminho, diminuindo seu bem estar aqui e agora, teriam menas forças sobre ti. Porque o aqui e agora perderia muito de sua realidade crua e indesejável, sua mente estaria em outro lugar, vivendo um sonho, mas não um débil e solitario sonho de uma pessoa só, e sim um sonho coletivo, um sonho em grupo, um sonho em que te daria imensa satisfação. Te daria a oportunidade de saber que existem, onde estão, o que estão fazendo, as suas almas intelectuais-gêmeas, que estarão sempre presente no seu sonho. E terias pressa para terminar o que estás fazendo que não queria estar fazendo, para ir fazer o que gostas de fazer, e estar onde te sentes bem: na Internet vivendo e convivendo com os seus, onde o sonho é a realidade, aqui e agora. E ainda, como gorjeta, poderia até estar vendo a cada dia mais um tijolinho construindo o seu paraiso final, o qual pode chegar na metade, o suficiente para estar a apto a recebe-lo(a) enquanto ainda estiveres com Vida.

Vamos dar continuidade a esta idéia? Porque não participar, ao menos, no inicio, só observando?

Então para não deixar a coisa esfriar e para já experimentar uma maneira de como a coisa pode evoluir, vou dar os primeiros passos, informando resumidamente os quatro ítens: onde eu queria estar agora, o que eu queria estar fazendo, com quem eu queria estar, e por fim, o quadro resumido do que penso ser o tipo de paraiso ideal.

Vamos lá? Mas se você ler eu informando o meu, não seria muito honesto de sua parte não informar o seu. Ok?

Então vamos lá:

ONDE EU QUERIA ESTAR JUSTO AGORA.

Bem, eu queria estar no meu tipo de Paraiso Perfeito, é óbvio. Mas ele não existe, então tenho que reduzir minhas pretensões. Então eu queria estar trabalhando numa grande universidade meio isolada no campo, como professor ou apenas cientista pesquisador, e ter uma casa perto da universidade. Uma casa simples, pequena, sem luxo e sem nada supérfluo (odeio quando vejo recursos naturais, e trabalho, energia, da humanidade, desperdiçados em supérfluo, pela luxúria e vaidades). Mas com um quintal grande, com árvores, e um galpão com oficina e um laboratório. O imprescindível na casa seria uma sala tôda de vidro com visão para o jardim e a rua, grandes venezianas para serem abertas, com uns quatro computadores, boa Tv, onde passaria a maior parte do tempo livre, procurando informações na Internet e participando de debates, tele-conferências, etc. Alguem mais viveria na casa? Quem? Bem, não estaria casado. Ainda tenho esperanças na sagrada familia como pensou Jesus Cristo, onde todos são pais, irmãos, filhos… e esta familia nuclear é o maior empecilho para se chegar à Sagrada Fmilia. Mas seria bom ter mais gente, com comportamento e gostos mais ou menos iguais, talvez alguem da familia, e/ou outros que frequentassem a universidade. Participaria como voluntário de algum grupo que prestasse serviços na vizinhança, como por exemplo, ir fazer massa, assentar tijolos, ajudando um vizinho que precisasse fazer uma casa, uma garagem… e o grupo tambem prestasse socorros em ocasiões e áreas de calamidade publica. Adotaríamos uma cidade bem pobre do terceiro mundo, e em reuniões, vendo vídeos do lugar, estaríamos tentando melhorar a vida daquelas pessoas. Uma viagem de duas semanas de férias (uma urbana, como Paris, Veneza, outra para a natureza, como as Bahamas, um hotel-fazenda…) a cada seis meses. E se a NASA precisasse de um voluntário astronauta suicida para uma nave que iria muito longe prometendo grandes conhecimentos para a humanidade, mas que a nave nunca mais voltaria, eu iria sem problema nenhum… Algo mais? Acho que por ora basta.  

Bem, com isso, resumidamente expliquei onde queria estar agora e acabei já respondendo a segunda questão: O QUE QUERIA ESTAR FAZENDO AGORA. E acho que tambem respondí a terceira questão: COM QUEM QUERIA ESTAR AGORA. O pessoal da universidade, alguem da familia, o grupo de trabalho voluntário, as pessoas na Internet…  

 Não seria realmente feliz, pois isto não resolveria os problemas dos outros e estaria ainda débil, sujeito aos vários tipos de tragédias, desde terremotos, virus, pragas, agressores externos, etc. O desenvolvimento rápido que preciso não seria rápido, estaria lento demais como agora e desviado dos meus objetivos. Desenvolvimento da Ciência e tecnologia, para a  busca de conhecimento, de poder sôbre a matéria, para a aventura no Cosmos, levando uma mensagem amistosa para outros seres do Universo, tudo isso mais focalizado em responder as grandes questões da existência, hoje e com esta sociedade está tudo desviado. A Ciência e a tecnologia é financiada por quem visa lucro pessoal e poder sôbre seres vivos.

Então, alem de estar vivendo e fazendo e convivendo no nivel descrito acima, eu teria um sonho oculto para o qual estaria tentando fazer algo tambem. Portanto, falta a quarta questão: QUAL É O MODÊLO DO SEU PARAÍSO PERFEITO?

 Se não existe nada parecido com o Paraíso Ideal, temos que começar a construí-lo. Isso é ridículo, nunca vou conseguir sair do começo. Mas existem os recursos naturais para fazer um lugar bem parecido com o perfeito. O que falta? Gente. Isto seria resolvido se houvesse mais gente com a mesma idéia e vontade. Então estou dando o primeiro passo: este chamamento e questionário é para averiguar se há gente. Muita gente tem sonhos de fazer seu paraiso no estilo de mansão dentro de uma vila, e alguns o conseguem, mas não é este o tipo do meu paraiso. Preciso da gente certa. Então lançando este chamamento e este questionario, estou exatamente fazendo a coisa correta. Quando resolver esse problema da gente, teremos que escolher um espaço, mesmo que seja apenas para o protótipo, e já ir debatendo o modêlo do que começar a fazer no espaço.

 Bem, no meu modêlo de Paraíso para esta forma ainda pouco evoluída humana, resumindo tudo, eu queria que a Terra fosse um planeta ajardinado e automatizado, tôda a produção feita por robôs. A Terra seria como nossa casa, para vir-mos descansar nos períodos entre as viagens exploradoras espaciais. As cidades seriam na forma do estádio do Maracanã, com três niveis, três andares, sendo que no ultimo andar era só para os trens elétricos. De qualquer ponto dos niveis abaixo poderíamos pegar elevadores para o terceiro nivel e ali pegar o trem para ir a qualquer outro ponto da cidade. No campo do meio da cidade teria  a praça, o jardim, um templo para tôdas as crenças meditar ou rezar ou pular ritual, sem fazer barulho importunando os outros, o clube social, os parques para as crianças. No nivel de baixo seriam as moradias, casas/apartamentos iguais para todo mundo, mas cada moradia teria uma extensão muito grande como quintal, na área externa do estádio, uma área de alguns alqueires, onde, aí sim, cada qual faria suas coisas diferentes, poderia criar animais, plantar algo, um bosque, ou até mesmo fazer um buraco até o nucleo da Terra para assar seu churrasco na brasa natural…, o direito de cada um seria respeitado na sua propriedade. Claro que a forma esférica da cidade obrigaria que tanto as casas como êsse grande quintal fossem na forma triangular, mas isso se resolveria. Depois do circulo da area dos quintais, viria a avenida circular onde seriam permitidos os carros. depois da avenida seria o anel das industrias, etc., e depois a área agricola. A base de chegada e lançamento das naves espaciais seria muito importante. Estradas, carros, só depois do anel rural. No segundo andar, as escolas, as universidades, os serviços publicos (todo trabalho braçal e rotineiro feito por robos) e os stands da cooperativa social (não haveria comércio privado, nem bancos privados, etc), de onde uma pessoa na sua casa veria os produtos numa tela, apertaria o que escolheu e os produtos viriam através de dutos cair direto na sua cozinha, ou se fôsse um frago assado, cairia direto no micro-ondas.

Eu queria que o lugar tivesse uma gigantesca oficina com todas as ferramentas e instrumentos de trabalho e transformações existentes, e depósitos com todos os elementos e substancias naturais, muitos trazidos de outros planetas. Que tivesse um gigantesco laboratório como bancadas para todos os tipos de pesquisas cientificas, desde as relacionadas ao microcosmos até a que estaria procurando melhorar as sondas e naves espaciais com telescópios para ver o macro universo. No segundo andar uma grande área de escolas e universidades tendo todos os tipos de cursos de maneira que qualquer um poderia escolher a sala e entrar e sair quando quisesse: não teria valor os diplomas, e sim o conhecimento real. Mas o importante em todos estes lugares seriam as pessoas ali, nenhum inimigo, nenhum adversário, nenhum mal comportado, todos muito bem relacionados.

E à Noite? E nos finais de semana? Bem… aí a vida séria, o compromisso social, e o grande ideal, teriam um “break”. Lunch time, pessoal, que ninguem é máquina, ninguem é de ferro. Um grande clube de campo, quase uma fazenda, ou mesmo no campo central ou fora mas não distante da cidadela, na área verde que existe bem próximo á beira do mar. Uma noite linda, estrelada, clima temperado, bastante ar puro… salão de jogos, piscinas, quadras de todos os esportes, bares com cerveja por todos os lados, sem empregados, cada qual serve-se o que quer, e discotecas, com mulheres apenas de bikini dançando nos palcos, em volta daqueles mastros, e eu pudesse subir nos palcos, dar um agarro nelas… a não ser que houvesse um “love”especial ao lado. Mas sem fazer publicidade de casal, de sub-grupo, sem coxixos no ouvido, ninguem alardeando sua condição sexual, em local publico. Ok, se alguns querem estar na diversão como casal então teria a área restrita para êles, não podem ir agarrados na área dos solteiros. Teria as áreas para crianças, criança quer viver com criança, jovens querem viver com jovens, idosos se dão melhor com idosos… Nesta sociedade todos os adultos se sentiriam responsáveis pelo cuidado, provisão e proteção de todas as crianccas, por isso, os pais seriam mais livres. Como sou muito intelectual, queria ter pessoas intelectuais pragmaticas em rodas de sentados ao ar livre tomando cerveja e trocando idéias. Com garra: “Vocês criacionistas são todos uns bocós, a Terra de seis mil anos é a maior besteria que já ouví…” – “E vocês evolucionistas e céticos são todos uns deprimidos, a sôpa primordial inventando a extraordinaria engenharia do DNA, do código genético… é a maior besteira que já ouví…”.  Tudo numa boa, no outro dia o pessoal da bancada cientifica procurando evidencias para o Intelligent Designer estaria conversando e trocando idéias com o pessoal da bancada cientifica tentando reproduzir o Big Bang…”

Tá tudo pensado ( ou quase tudo), tenho os desenhos feitos na cabeça. Claro que, depois de comparado e debatido com as idéias dos outros, êsse projeto provavelmente mudaria tanto para melhor que ficaria quase irreconhecível.

Bem… aí está o primeiro e rápido esboço onde minhas confissões íntimas foram postas no livro aberto que é a Internet.

E então, que tal? Estou louco de ansiedade para saber do seu sonho, quem é você, o que pensa. E se gostar, ajude a espalhar isso. Enquanto isso estarei…

Esperando… esperandooooo….

Louis Morelli é autor de “A Matriz Universal dos Sistemas Naturais e Ciclos Vitais”, exposta em http://theuniversalmatrix.com

VOCÊ DEIXOU MILHARES DE FILHOS POR ONDE PASSOU,… E NÃO SABE DELES?!

terça-feira, março 1st, 2011

 Somos homens-bombas, mulheres-bombas, auto-suicidas?! 

E o pior: homens tambem engravidam e dão à luz,… ao menos suas células!

Recentes descobertas científicas me deixaram preocupado. Imagine que nosso corpo é capaz de dar origem a vírus! Quando acreditávamos que todos os vírus vinham de fora…
A sua esposa ou seu marido vai querer saber desta história “direitinho”. Por onde tens andado? Vamos explicar?
Mas piadas à parte, a experiência científica que nos inspirou a êste artigo oferece uma grande oportunidade para o leitor aprender algo muito importante para manter sua saúde.
A explicação pode ser melhor recorrendo-se a uma ilustração: a relação entre o virus Lambda e a bacteria E. coli. Este virus é um assassino da bactéria, ou seja, é um bacteriofogo. Isto porque ele se reproduz dentro dela em grande quantidade e depois dissolve-a, abandonando-a para procurar outra bacteria saudavel . Êste tipo de origem de novos vírus dentro de outros organismos não se trata de geração espontânea  pois o vírus original veio de fora do organismo. Mas ele sugere que na bactéria exista um código genético senão igual, muito semelhante ao seu, basta ver que a união dos dois códigos implica em reprodução. Vamos deixar este método, pois o que nos interessa é o método seguinte, o qual foi inicialmente descoberto pela seguinte experiência:
Num frasco herméticamente fechado foi inserida uma bactéria que não continha nenhum vírus. Mantida em cultura, essa bactéria se reproduziu, por muitas gerações. Depois que já existiam dez mil descendentes, de repente algumas aparecem contendo virus! Mas como?! Os virus vieram de fora, atravessaram o frasco? Impossivel!
Ocorre que o DNA da bactéria apresenta um trecho de genes em código que, se expressado, se duplicado, ao invés de produzir uma simples proteína, produz um virus, completo, funcionando! Ela carrega em si mesma a polvora, o estopim, e às vezes resolve detonar-se! Os primeiros suicidas, a bactéria-bomba!
E agora segure-se para não cair: o nosso DNA, humano, possui o mesmo código! Portanto, quando nós fazemos com que êsse código seja duplicado, nós estamos gerando virus dentro de nossas células. Portanto, eles são como nossos filhos, com direito a registro em cartório, carteira de identidade, partilhamento da herança,…!  E portanto, temos dois tipos de filhos: os humanos, e… os virus. Mas talvez não seja só: é possível que geremos procariontes, eucariontes, bactérias,… tôda uma fauna!
E quando uma pessoa passa na rua e dá um espirro, pode estar espalhando seus filhos pelo ambiente. Por isso se pode dizer que alguém tem deixado muitos filhos pelos seus caminhos.
Talvez certas doenças, como a AIDS, o cancer, não sejam apenas contraídas por contágio. Talvez indivíduos estão gerando dentro de si mesmos os agentes malignos! E a Teoria da Matriz/DNA poderia ajudar nesta pesquisa de forma decisiva, pois ela previu isto antes da sua descoberta por humanos, e ela fornece muitas novas informações sobre o que são virus.
O DNA contem um trecho em código capaz de se duplicar na forma de virus . Mas este código pode ser acionado ou pode permanecer inativo durante toda a existência do individuo. Técnicamente, o que determina a ativação ou não do código é um “switch”, uma espécie de chave liga/desliga, num complicado processo envolvendo substancias inibidoras ou promotoras, etc., o qual não vamos descrever aqui. Mas será que esta produção de virus depende apenas técnicamente, do acaso, ou de algo mais, como por exemplo, o contexto psicossomatico do individuo, a sua postura ou comportamento perante a Vida e a Natureza?
A minha experiência particular sugere que os virus são produzidos quando a psique fórça um certo trecho do DNA-lixo  a se expressar fora de sua época e lugar. Existem psiques saudaveis e psiques doentias. Mas não são os hábitos e experiências materiais que determinam se a psique é saudável ou não. É algo mais profundo, muito profundo, relacionado com cosmovisão, a relação entre mente/e-seu-mergulho-no-oceano-quântico. Eu tinha e tenho uma vida indisciplinada, fumando, passando dias sem uma refeição, meses sem um copo de água, a noite tôda acordado e trabalhando na neve quando estou em New York, alem das loucas aventuras no inferno da selva amazonica. Por isso, na juventude conhecí muitas doenças, desde os dois tipos da malária que peguei de uma só vez até uma cirurgia de emergência devido a uma ulcera estomacal causada pela indisciplina alimentar.
Mas então descobri a Matriz – ou sua teoria – e a nova cosmovisão sugeria um quadro profundo de meu ser, com aura, chacras, kundaline, partículas de energia do espaço entrando e saindo do meu corpo, e minha mente como uma substancia que está se organizando como um novo sistema natural. Estas visões sugeriram um método de meditação, de tomar banho de energias especiais e alimentar a aura com outras espécies de energias especiais. Tudo isto em quinze minutos de meditação todo dia ao deitar ou levantar-se. Resultado? Fazem 25 anos, continuando  com tôda essa vida desregrada, e eu não sei mais o que é ficar doente, sentir dor, tomar remédios. Se dependesse de mim, a medicina e os laboratórios poderiam fechar a portas.
Eu não tenho certeza se o meu método é o responsável por minha surpreendente saúde e energia. Pode ser pura superstição. Mas em time que está ganhando, não se mexe, certo? Eu não sou louco de mudar e parar minha meditação. Continuem aquêles que acreditam que essa coisa de meditação é pura superstição, e continuem tomando remédios.  That’s it!
Eu gostaria de ensinar o método de graça, para todo mundo: só teria a ganhar se meus semelhantes fossem todos saudaveis. Mas o texto explicativo seria muito longo pois ele foi por mim elaborado como uma síntese das cosmovisões dos antigos orientais, mais as descrições dos curandeiros nativos do Amazonas quando tomam suas beberagens alucinógenas, e mais o quadro de energias fluindo no corpo e o tipo de estrutura e substancia da mente que extraí dos modêlos da Matriz/DNA. Teria que apresentar desenhos para o leitor fixar imagens. Mas posso fazer o texto e registrar aqui se muitos o pedirem. Só sei que mal não faz a ninguém e não custa nada.
   
A auto-produção de virus, doentios, pode ser, deve ser, psíquica, segundo sugere de maneira lógica e racional, os modêlos da Matriz/DNA. A psique deve ser o agente que produz as substancias que liga ou desliga a chave. Quando um individuo, por exemplo, apresenta o comportamento homossexual, pode ser consequência de uma psique auto-destrutiva e masoquista nesta forma de vida, mas que foi um mecanismo normal da matéria em nossas formas antepassadas (lembre-se que em tôda a evolução cosmológica, até os primórdios da evolução biológica, todos os sistemas ancestrais eram hermafroditas). Esta psique libera comportamentos mórbidos e ao mesmo tempo, cópias de trechos do DNA cuja função pode destrui-los. Ou então tal psique deixa o individuo  frágil e exposto a ser infectado por tais agentes.
O DNA contem o código genético completo para gerar um virus completo porque este código genético foi util no passado e como infra-estrutura dos sistemas atuais é parte indispensável do DNA. Sem este trecho de código, não existiria o DNA biológico. Pois este trecho virótico expressa uma função sistêmica universal, e funções universais criam ferramentas materiais para poderem atuar na matéria. Se estiver no nivel químico/biológico, a Função 3 cria um tipo de proteinas, enzimas; se a nivel celular, esta função cria um elemento celular, o RNAm; se a nivel de corpo humano, a função cria órgãos do sistema reprodutor; se a nivel astronomico, a mesma função que cria o pênis no corpo humano, cria o RNAm na célula, cria o píon no atomo, vai criar o vulcão no pulsar.
O código que cria o virus a nivel biológico está estacionado na região do DNA-lixo e ele veio do ancestral do DNA, a Matriz na sua fase astronômica, onde ele cria cometas no céu: a função masculina da reprodução. Por isso o virus não pode se reproduzir sózinho, ele não possui a parte fêmea do hermafrodita, então ele necessita da fêmea, e sua fêmea está dentro da célula, num trecho do código. E por isto ele não faz outra coisa na vida senão reproduzir-se: ele é apenas como é um espermatozóide, um elemento cego, sem mais nada no corpo, dirigido exclusivamente para um unico alvo. Quando entenderem a causa da origem, a procedencia e o significado sistêmico dos virus, nossa medicina vai dar um salto gigantesco, e a humanidade vai agradecer… mas para isto terão que conhecer antes a Matriz.
Quando o ancestral do DNA era a fôrma sôbre a qual se assentou os sistemas astronomicos, a matéria existente no mundo apresentava-se apenas nas formas gasosa e sólida. Alem disso o meio ambiente nas origens de sistemas estelares e galácticos era circundado e regido pela ausência de gravitação. Pode ser que, ao invés do trecho em código que hoje produz certo tipo de moléculas que constituem o sistema reprodutor, naquela época produzia alguma substãncia ácida, venenosa para sistemas biológicos constituidos tambem pelo estado líquido da matéria. Óbviamente tal forma evolucionaria deste trecho de código não deve ser expressado aqui, e então êle é oculto nas regiões que denominamos DNA-lixo, que constituem a maior parte do DNA. Isto acontece com seres vivos normais. mas existem seres humanos que possuem certas tendências secretas, mórbidas. Basta lembrar-se de crimes horrendos que alguns cometem. Outros têm a tendência de teimarem em reviver o passado dos ancestrais, como por exemplo os que comem carnes cruas, algo quase como canibalismo. Seja como for, desejos intensos da psique podem estimular trechos do DNA-lixo a se expressarem, os quais são venenosos. Alguns produzem os vírus.
 
Por exemplo, muitas pesquisas tem encontrado que pessoas apresentando cancer tinham um comportamento comum, angustiado. Sabe-se lá o que está por tras desta angustia, mas isto serve para reforçar a hipótese de causa psiquica, de carater, de personalidade. Que pode fazer manifestarem-se personalidades/sistemas elementares, primitivas, que ainda se encontram codificadas em nosso DNA-lixo.
Virus surgem na Terra quando um certo numero de certas espécies de fotons vindos através da radiação cósmica – inclusive a solar – conseguem se reunirem num mesmo ponto espacial, adentrando átomos terrestres. Estes fotons são bits-informação da Matriz/DNA no seu estágio evolutivo astronômico, relacionados á função universal numero 3. Ou são gerados dentro do nosso corpo, como nossos filhos, quando nossa psique resolve ter relações sexuais com o dark side da existencia que ficou oculto nas brumas do tempo, mas que pode ressuscitar…
No meu caso algo não normal tem funcionado protegendo minha saúde. As pessoas que me conhecem estão sempre chamando minha atenção para o meu descuido com o corpo e a saúde. Imagine se me acompanhassem por apenas uma semana quando estou na selva. Eu passei meses dormindo 3 ou 4 horas no carpet do chão de um escritório onde trabalhava e tinha um computador para pesquisar meus assuntos na Internet quando minha casa com minha cama ficava a apenas 800 metros de distãncia, mas não tinha tempo… Hoje às vêzes paro para me questionar quando foi a ultima vez que tomei uma refeição, para descobrir que lá se vão dois ou quatro dias só beliscando alguma coisa aqui e ali. Filósofos naturalistas que precisam conhecer todo o conhecimento da humanidade deveriam nascerem ricos e não precisarem trabalhar no bruto para pagar suas contas, mas eu tenho e portanto tempo é o meu maior problema. O corpo fica esquecido. Mas com o cérebro fervilhando de tanta informação, mesmo que esteja a dois dias sem dormir, não consigo acalma-lo e pegar no sono logo que deito. Então a meditação é um santo recurso para dormir… e talvez ela esteja operando mais profundamente do que imagino e do que acredito. Fica o conselho de amigo…