Archive for março 24th, 2011

Porque, de repente, surge esta onda de descobertas da matriz universal por diferentes pessoas?

quinta-feira, março 24th, 2011

Não foram sómente os dois irmãos filósofos que foram a menos de uma década inspirados a imaginar o mundo humano controlado pela “Matrix”. Basta digitar essa palavra na busca do Google e surpreender-se com a avalancha de websites anunciando descobertas de uma matriz universal, tôdas com abordagens diferentes, quer dizer, os autores vieram ao mesmo ponto de chegada por caminhos diferentes e experiencias diferentes. É certo que houve na Antiguidade algumas seitas e filosofias já intuindo a existência de uma matriz universal como fórmula para a criação de tôdas as coisas, notadamente nas religiões orientais. Diferentes filósofos também a intuíram e lhes deram nome diferente, como Platão falou nos ‘arquétipos universais”, Leibniz imaginou as “Mônadas”, e até Plank, um dos fundadores da Toeria Quântica, mencionou sua crença na existência da matriz. Mas estas intuições foram isoladas e muito distantes entre si no tempo, por isso talvez a idéia não tinha ainda se tornada tão publica. Mas agora houve um surto da mesma intuição nos quatro cantos do planeta! Qual seria a explicação? Estaria isto relacionado com o outro grande surto nos dias atuais que tambem consiste na avalanche de websites de pessoas dizendo que estão recebendo mensagens, vozes, de seres espirituais de outros planetas, todos relacionados com a profecia Maia e 2012? Basta digitar no Google os nomes “Metraton”, ou “Povo de Pleiâdes”, ou “Archanjo Gabriel”e surpreenda-se. A maioria diz que estaria havendo uma mutação do DNA e da mente a nível coletivo. Estaria o tema “Matrix” relacionado com estas mutações?

Eu particularmente estou surprêso pois quando elaborei os modêlos da Teoria da Matriz/DNA não tinha conhecimento de ninguém falando em “matriz”. Quando assistí o filme quase caí de costas e de certa forma fiquei desapontado, não apenas porque alguem, 20 anos depois de eu ter registrado os direitos autorais, com maior poder financeiro correu na frente divulgando publicamente o que eu só tinha feito através de um obscuro website, porem mais preocupado fiquei porque usaram justamente aquêle nome e portanto iriam prejudicar minha divulgação, mas tambem porque a “Matrix” dêles não era a verdadeira matrix. A matriz universal ainda pode nos levar a um sistema onde seremos escravos virtuais, ela realmente é um código genético que pode ser transcrito como mostraram na tela do cinema, mas ela não está no nosso futuro e não será produzida pelo desvio em nossa evolução tecnológica: ela veio do nosso passado, desde nossos ancestrais astronômicos, e ela só será maligna no contexto sugerido pelo filme se ela reproduzir-se em nossa mente na sua forma de sistema fechado em si mesmo.

E muitos dos movimentos em tôrno da matriz sugerem sua forma benéfica, conectando-a com Deus, o sagrado, etc. Mas a onda atual seria indicação de que a matriz universal realmente exista? ( Embora nenhum dos atuais proponentes, nem eu, teria captado-a na sua inteira significância). E se sim, estaria se confirmando a teoria do consciente coletivo, tambem elaborada de várias maneiras, seja por Teilhard de Chardin, ou por Gustave Jung, ou ainda na forma das “nourées” de Pietro Ubaldi? Existe uma história que dizem ter sido um real experimento que bem elucidaria como funciona o pensamento coletivo quando uma nova face da natureza está-se revelando para o seu adequado e requerido nivel mental de evolução. Trata-se do relato denominado…

O centésimo macaco

Numa das inúmeras ilhas do Japão, na qual jogava-se batatas na praia para alimentar macacos, observou-se que um determinado indivíduo da comunidade de macacos, de uma das ilhas, começou a lavar as batatas antes de come-las. Sendo o macaco um animal sociável, pouco a pouco foi ensinando aos seus semelhantes como lavar as batatas para se livrar da areia e da sujeira.

Em várias das ilhas próximas havia outras comunidades de macacos, porém, sem a mínima possibilidade de contato ou troca de indivíduos entre as ilhas por causa da distância e da água. Curiosamente foi descoberto que, quando aproximadamente cem indivíduos da comunidade original do experimento já tinham aprendido a lavar batatas, membros de várias outras ilhas quase sincronicamente iniciaram o mesmo procedimento de lavagem das batatas. Havia algo, uma quantidade mínima ou crítica de indivíduos, responsável pelo processo de generalização desse aprendizado numa dimensão coletiva, partindo-se do aprendizado local de um grupo de indivíduos.

Isto é, como se houvesse uma memória pertencente a uma possível mente coletiva (inconsciente) dessa espécie de animais que passaria a servir de referência para os seus indivíduos. De forma semelhante isto parece ocorrer entre os seres humanos: o conhecimento dos símbolos e arquétipos (memórias coletivas inconscientes) pode nos conduzir para a construção de um modelo de compreensão da mente humana que não depende do tempo ou do local (o chamado inconsciente coletivo) – um depósito de conhecimentos e informações de nossa espécie, disponível para todos, especialmente evidente na linguagem dos sonhos, da arte ou da cultura (valores e comportamentos coletivos dos indivíduos).

Vamos acompanhar isso de perto e esperar para ver no que vai dar… Afinal, 2012 está perto…

Doenças: Matriz Explicando Porque Archaea Não Causa Doenças?

quinta-feira, março 24th, 2011

A diferença que faz virus produzirem doenças e archaeas não produzirem parece estar na diferente localização das duas espécies na Matriz Astronômica, ou LUCA. Já temos mostrado vários indícios em que os vírus parecem ter vindo do trecho entre F4 e F5, ou seja, seriam aqui os representantes de pulsares e cometas, as partes masculinas de LUCA. Dois motivos são apontados para a razão de existirem virus doentíos: a) procuram a parte fêmea do circuíto, a qual está no DNA ou mitocondria das células, para se reproduzirem, mas com isso danificam a célula; b) estão no princípio da ativação da entropia. A principal diferença da archaea que lhe valeu um terceiro lugar na evolução desde o ultimo comum ancestral, ao lado dos reinos “eucariotes” e “bactérias” está na membrana externa. Tôdas as membranas são formadas por duas camadas paralelas de lípideos e basta saber que membrana é o representante do circuíto total externo para entender o porque das duas camadas: representam os dois fluxos esféricos. Mas enquanto nos outros organismos estas duas camadas podem facilmente serem separadas (como em LUCA os dois fluxos se separam), na archaea existe uma forte ponte entre as duas camadas impedindo sua separação. Ora, o trecho de LUCA onde os dois fluxos são inseparáveis é entre E1 e F3 ( saída do black hole, passagem pelo astro-baby e finalização no planeta). Isto significa que archaea está ainda antes, na evolução do que os virus. Mas explicaria porque nenhuma das quatro espécies d6estes micro-organismos não causam doenças no corpo humano, apesar de muitas habitarem o corpo humano: elas vieram do trecho de LUCA onde a energia é apenas construtiva. E também esta ligação entre as duas camadas explicaria porque a archaea difere de bactéria e eucariotes no sentido que possuem enzimas para operar nas duas faces das moléculas, a left-handed e a right-handed: apesar de, como todos os seres vivos, representar apenas a parte esquerda de LUCA, nela são expressadas com igual intensidade os dois fluxos, que compreendem a totalidade da face de LUCA.

Veja figura a seguir:

Archaea membrana

Membrane structures. Top, an archaeal phospholipid: 1, isoprene chains; 2, ether linkages; 3, L-glycerol moiety; 4, phosphate group. Middle, a bacterial or eukaryotic phospholipid: 5, fatty acid chains; 6, ester linkages; 7, D-glycerol moiety; 8, phosphate group. Bottom: 9, lipid bilayer of bacteria and eukaryotes; 10, lipid monolayer of some archaea

E para prosseguir esta tese, deixemos já registrado o que a Wikipedia fala sôbre a membrana da archaea:

Membranes

Archaeal membranes are made of molecules that differ strongly from those in other life forms, showing that archaea are related only distantly to bacteria and eukaryotes. In all organisms cell membranes are made of molecules known as phospholipids. These molecules possess both a polar part that dissolves in water (the phosphate “head”), and a “greasy” non-polar part that does not (the lipid tail). These dissimilar parts are connected by a glycerol moiety. In water, phospholipids cluster, with the heads facing the water and the tails facing away from it. The major structure in cell membranes is a double layer of these phospholipids, which is called a lipid bilayer.

These phospholipids are unusual in four ways:

Bacteria and eukaryotes have membranes composed mainly of glycerol-ester lipids, whereas archaea have membranes composed of glycerol-ether lipids. The difference is the type of bond that joins the lipids to the glycerol moiety; the two types are shown in yellow in the figure above. In ester lipids this is an ester bond, whereas in ether lipids this is an ether bond. Ether bonds are chemically more resistant than ester bonds. This stability might help archaea to survive extreme temperatures and very acidic or alkaline environments. Bacteria and eukaryotes do contain some ether lipids, but in contrast to archaea these lipids are not a major part of their membranes.
The stereochemistry of the glycerol moiety is the reverse of that found in other organisms. The glycerol moiety can occur in two forms that are mirror images of one another, called the right-handed and left-handed forms; in chemistry these are called enantiomers. Just as a right hand does not fit easily into a left-handed glove, a right-handed glycerol molecule generally cannot be used or made by enzymes adapted for the left-handed form. This suggests that archaea use entirely different enzymes for synthesizing phospholipids than do bacteria and eukaryotes. Such enzymes developed very early in life’s history, suggesting an early split from the other two domains.
Archaeal lipid tails are chemically different from other organisms. Archaeal lipids are based upon the isoprenoid sidechain and are long chains with multiple side-branches and sometimes even cyclopropane or cyclohexane rings. This is in contrast to the fatty acids found in other organisms’ membranes, which have straight chains with no branches or rings. Although isoprenoids play an important role in the biochemistry of many organisms, only the archaea use them to make phospholipids. These branched chains may help prevent archaean membranes from leaking at high temperatures.
In some archaea the lipid bilayer is replaced by a monolayer. In effect, the archaea fuse the tails of two independent phospholipid molecules into a single molecule with two polar heads; this fusion may make their membranes more rigid and better able to resist harsh environments. For example, the lipids in Ferroplasma are of this type, which is thought to aid this organism’s survival in its highly acidic habitat.