Archive for maio, 2011

Alemanha encerra a energia nuclear e parte para buscar a energia da vida

segunda-feira, maio 30th, 2011

A notícia está na Veja e cópia dela no final dêste artigo, mas foi uma oportunidade para analizar essa questão fundamental segundo a perspectiva da Matriz/DNA. 

A energia que vem das reações dos nucleos da Terra e do Sol é uma energia viva, que preenche os canais dos circuitos dos sistemas naturais animados, cujo sentido de evolução está dirigido para sistemas biológicos, é a energia que criou a biosfera terrestre, desta os seres vivos como a espécie humana, e continua a manter essa Vida. Nós teremos a melhor qualidade de vida quanto mais nossa tecnologia for baseada nesta energia.

Por outro lado a energia obtida diretamente de átomos brutos, pesados, como a energia atômica que usamos como fonte de eletricidade, é uma energia cujo sentido de evolução está dirigida para sistemas mecânicos.

É fácil entender porque. Quando o mundo era apenas uma nebulosa de átomos, desta surgiu os sistemas estelares, os quais funcionam como um relógio, o qual foi muito bem explicado pela mecânica Newtoniana. A partir dos sistemas estelares a Natureza e sua Evolução começou a dar uma guinada na direção de sistemas mais complexos, semi-biológicos, como o são as galáxias. Se no sistema atômico se expressam dominantemente apenas duas de suas partes- o próton e o elétron – enquanto as outras cinco partes sistêmicas são apenas anéis de nuvens circulares e ficam ao sabor da vontade dos elétrons que podem pousar numa delas e expressarem-na ou não. O átomo é um sistema semi-vivo mas muito primitivo e comparado com um ser humano seria como se visse na rua passando apenas, ora um coração e um rim, ora um estômago e uma bexiga… os outros órgãos seriam invisiveis por que não estariam sendo expressados, ou melhor, não haveria elétrons materializando suas órbitas eletrônicas. Foi essa forma (a de um próton como central nuclear e elétrons orbitando na periferia), que gerou os sistemas estelares, constituídos de uma estrêla como central nuclear e planetas à volta. A forma do herdeiro é parecida com a do criador por que filho de peixe, peixinho será.

Mas a essa altura tínhamos então apenas uma ou várias nebulosas de sistemas estelares, com apenas dois tipos de astros no céu.  A Evolução tinha uma meta e precisava continuar, a forma final buscada já estava inscrita desde aquêles primeiros vórtices quânticos não materiais que existiam antes do Big Bang. Não podemos saber ainda qual é essa forma final, mas sabemos que galáxias, células, seres humanos eram estágios necessários, formas provisórias, já que a ultima que temos hoje é essa coisa ainda desconhecida denominada mente ou auto-consciência. Então no sistema estelar começou a se expressarem mais órgãos e o processo do ciclo vital se firmou com maior vigor. Surgiram assim materializados e constantes as formas intermediárias entre planetas e estrêlas, que são os pulsares, quasares, buraco snegros, e essa ainda não bem definida semente estelar, ou astro-baby. Com a fixação perene destas novas formas de astros se firmaram as galáxias, as quais são semi-mecânicas/semi-biológicas. O caminho na direção da Vida plena , dos sistemas biológicos, estava se desenvolvendo naturalmente.

Foi daqui, das galáxias, destas entidades semi-vivas, que surgiu o primeiro sistema celular completo, o primeiro ser vivo pleno e de fato. Mas o sistema celular é microscópico, êle parece ter vindo do sistema atômico   que imperava naquela sôpa terrestre primordial, então, isso indica que o sistema celular deveria ser mais uma máquina que um organismo. Então, a energia atômica, é energia para máquinas,e a tecnologia atrelada a ela deveria ser a energia e tecnologia ideal para a Hunanidade. Ledo engano. Vamos rebuscar o velho e preferido exemplo da Matriz/DNA: homens foram feitos para lutarem pela sobrevivência contra a morte, mas então surgiram os homens-bomba, suicidas, contra tôdas as expectativas da lógica natural. Porque? Porque êstes homens se tornaram sub-sistemas dentro de um sistema maior, invisivel como a nossa mente, mas que tem como nossa mente a fôrça de mover e dirigir a matéria, cujo sistema se denomina Religião Muçulmana. Sempre existem sistemas naturais mais ou menos complexos, maiores ou menores, perceptíveis ou não aos sentidos humanos, influenciando qualquer sistema natural. É a tal da hierarquia dos sistemas naturais. Então, desde que o planeta Terra agora não apenas faz parte de um sistema estelar, mas tambem de um sistema galáctico, os seus átomos se obrigaram a mudar seus comportamentos primitivos por fôrça da influência do tipo de organização semi-biológico que é a galáxia. A energia que sai do átomo aqui e agora é uma energia que sai treinada para criar, constituir e manter sistemas biológicos, tecnologia biológica.  

Sempre me lembro do que disse o xamã indígena deitado na rêde e “borracho” devido à beberagem do Santo Daime: “vejo no seu corpo, acêrca de alguns dedos acima de sua cabeça… ou está dentro da parte alta da sua cabeça, uma espécie de buraco, negro, mas quando chego mais perto vejo um rodamoinho. As coisinhas semi-vivas e luminosas que voam por todo o espaço caóticamente e parece virem do Sol , quando se aproximam dêsse cone giratório, caem prêsas como as mariposas em volta da luz, giram em espiral como cone sempre descendo, cada vez mais rápidas e quando chegam no bico do cone são atiradas para dentro de seu corpo, tôdas em fila organizada, como quando atiramos flechas, um guerreiro após o outro…”

Besteira, o velho moribundo e selvaggem balbuciava estas coisas incoerentes, mas essa cena imaginada e mais a fórmula da Matriz/DNA me conduz a entender o que estamos fazendo de errado com a energia atômica hoje: inicialmente, nas origens do Universo ou quando sempre se inicia um novo ciclo evolutivo, a energia é caótica,voa atabalhoadamente se entrechocando. Mas isso produzem tornados, os quais impõe uma ordem, uma organização às particulas de energia. Essa organização por intenssidades e ordem enfileirada é dirigida para um sistema, seja um sistema físico mecânico ou um sistema semi-biológico, ou ainda, no caso do corpo humano, um sistema vivo, um organismo. Quando produzimos energia numa usina nuclear, logo a orientamos e conduzimos a entrarem nos cabos, ou seja, a se enfileirarem. Daqui elas vão para sistemas, os quais são nossos produtos tecnológicos, sempre máquinas. Mas os átomos da Terra não estão condicionados a serem escravos de máquinas e sim a alimentarem sistemas biológicos. Entendeu?

Eu não. Mas posso sentir com a inteligência o que está acontecendo, buscando exemplos em situações similares. Você no sábado à tarde, depois de uma semana inteira de trabalho, se banha, se perfuma todo(a), escolhe com carinho a melhor roupa, se agita, pensando na discoteca e os embalos de sábado à noite.Você também é filho de God, você merece. Aí quando o telefona toca, e você pensa que são os amigos no velho carro conversivel cheio de cerveja ligando para dizerem que já chegaram na frente da sua casa e na voz do telefone é o seu patrão: ” Raimundo, ô Raimunda, pois, pois, isso aqui está uma barafurdia porque a Genuína faltou e você precisa vir atender os clientes nas mesas urgente… A camioneta já está chegando aí para te trazer”

Não dá para ficar louco(a) da vida? Como vai ser seu humor no trabalho? Quanta louça você vai quebrar, quantos clientes você vai xingar?

Coisas como o câncer continuam com suas causas envôltas em mistério, mas acho que vamos começar a elucida-las quando melhor começar a entender como as coisas estão organizadas em sistemas, como funcionam as energias erradas em momentos e lugares errados. Muitas pesquisas conectaram pessoas com câncer a pessoas que eram angustiadas, assim como o Raimundo vai estar angustiado no ambiente contrário ao que êle esperava.

 Isso é o que acontece com as partículas de energia dos átomos de plutônio enriquecido quando estão chegando na bôca do gerador de eletricidade. Elas se prepararam bilhões de anos para o dia que iriam viver no corpo do senhor da Terra, e quando puseram a cabeça para fora na outra ponta do cabo… estavam dentro de uma engrenagem de vai-e-vem igual à da máquina newtoniana que foi tôda sua vida de trabalho. Mas se elas conseguirem uma maneira de fugir pela porta dos fundos e da camioneta da firma que vem as buscar, ela pode não conseguir entrar no carro dos amigos porque o motorista da camioneta vai ver, mas elas se enfurnam nos quintais dos vizinhos e sai atabalhoadas nas ruas pensando como chamar os amigos.

A energia nuclear que vaza das usinas japonesas escaparam pelas janelas antes de entrarem nos cabos aprisionadores de onde não mais poderiam escapar, ficam zanzando no espaço e na primeira oportunidade entram nos sistemas vivos na forma de radiação. Matam ao invés de se submeterem ás vontades do organismo e comando dos cérebros, porque não foram instruídas e organizadas pelo vórtice negro.

É a partir daqui que vamos iniciar a descobrir a grande super ciência do futuro, e sua filha direta, madame tecnologia viva, especial para seres vivos. Para um sistema ambiental modelado com instrumentos quase-vivos. De carros a aviões a bombas de succão. Infelizmente como tenho que empregar meu tempo no trabalho para sobreviver e já estou no fim da linha, não vou poder ajuda-los muito nessa, mas que teria muita vontade de ver êste futuro, isto sim.  A  Alemanha, inconscientemente, já está dando seu jeito de entrar nêle. O caminho é observar e meditar a fórmula da Matriz/DNA, a História que ela formulou, os sinais que estão ainda ocultos nos seus fluxos de informação. Está na dedicada e energética busca de experimento em experimento com células de painéis solares, substãncias e demais elementos que absorvem e armazenam a energia que vem dêstes núcleos solar e terrestre. A recompensa será fantástica e afinal, não temos outra alternativa: é assim que funciona o processo da Evolução Natural e nós nos alinhamos com êle ou a Natureza nos atropela e nos descarta. Talvez até mesmo através de uma rebelião dos átomos terrestres que estão aprisionados nestas usinas nucleares.

“Veja” agora o artigo da “Veja”:

http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/alemanha-e-1a-potencia-mundial-a-renunciar-a-energia-atomica

Alemanha será 1ª potência a renunciar à energia atômica

Ao anunciar que vai desligar todas as suas usinas nucleares até 2022, a Alemanha passa a ser a primeira potência industrial a renunciar à energia atômica. O anúncio foi feito nesta segunda-feira pelo ministro do Meio Ambiente do país, Norbert Röttgen, após acordo da coalizão de governo liderada pela chanceler Angela Merkel.

Além de parar de usar a energia nuclear, a Alemanha também planeja reduzir o uso de eletricidade em 10% até 2020 e dobrar a participação de fontes renováveis de energia para 35% no mesmo período, segundo um documento do governo obtido pela agência de notícias Reuters. Dos 17 reatores alemães, 14 não estarão mais em serviço no fim de 2021 e os três últimos – os mais novos – serão utilizados até 2022 no mais tardar, explicou o ministro, enfatizando que a decisão é “irreversível”.

“Nosso sistema energético tem de ser mudado fundamentalmente e pode ser mudado fundamentalmente. Queremos que a eletricidade do futuro seja segura e, ao mesmo tempo, confiável e econômica”, destacou a chanceler a jornalistas nesta segunda-feira. Merkel não deu mais detalhes do plano, mas o documento afirma que a meta alemã de reduzir a emissão de gases do efeito estufa em 40% até 2020 está mantida.

Acervo Digital VEJA: Os riscos – e as vantagens – das usinas nucleares

Instalações – A Alemanha tem 17 reatores nucleares, sendo que oito deles já estão desconectados da rede de produção de energia elétrica. Conforme destacou o ministro, estas oito instalações não serão reativadas. O país tem mais onze anos para encontrar uma forma de cobrir 22% de suas necessidades em termos de energia elétrica, atualmente atendidas pelas centrais nucleares.

A decisão pode ser até mais ambiciosa do que a saída da energia nuclear planejada pela coalizão entre sociais-democratas e verdes quando estavam no poder em 2000, mas ainda pode enfrentar oposição de empresas do setor. A chanceler alemã conseguiu aprovar no fim de 2010 uma prorrogação de 12 anos em média para a duração legal da exploração dos reatores do país. Por ser contra a opinião pública alemã, a medida provocou uma explosão do sentimento antinuclear na Alemanha.

Após a catástrofe da central nuclear japonesa de Fukushima em março, no entanto, Merkel interrompeu imediatamente o funcionamento das centrais mais antigas do país e iniciou um debate sobre o abandono da atividade nuclear civil, que deve resultar em uma decisão formal no conselho de ministros de 6 de junho. Em 23 de março, a chanceler declarou que, quanto antes for abandonada a energia atômica, melhor.

Protestos – Dezenas de milhares de pessoas saíram às ruas no sábado em diversas cidades da Alemanha para reivindicar o abandono da energia nuclear. No domingo, um grupo de ativistas da ONG Greenpeace voltou a protestar em Berlim, pedindo que o prazo fosse antecipado para 2015. A maioria dos eleitores na Alemanha é contra a energia atômica, que fornecia 23% da energia do país antes de sete unidades antigas serem fechadas em março.

Ideologia do Autor e Propostas de Mudanças no Sistema Social: Sem Relação com a Cosmovisão da Matriz/DNA

domingo, maio 29th, 2011

Penso que está quase tudo errado nos regimes e sistemas sociais que existiram ou sob os quais estamos existindo. Penso que a Humanidade tem a capacidade para construir o sistema social cujo modêlo está em minha mente, e se eu tivesse o poder para tal mudaria radicalmente tudo que aí está. Para ter êsse poder ou precisaria ser mágico ou que ao menos 51% dos seres humanos desejassem o mesmo modêlo. Esta a razão de eu incluir esta categoria aqui. Isto é como um sinal de fumaça na selva para ver se consigo contacto com mais alguém que porventura exista e veja o sinal e queira se comunicar.

Ninguém vai concordar com meu modêlo, ninguém vai entendê-lo, e vão taxá-lo de extremamente radical. Entendo que isto ocorra e deve-se a dois motivos.

O primeiro é, porque os letrados que podem ler isto tiveram uma experiência de vida mais privilegiada que eu e os que tiveram a mesma experiência não lêm porque não são letrados. De todos os menores abandonados que já ví, eu fui o unico que lia livros aos 10 anos e os livros que eram jogados fora quando encontrados nas mochilas ou carros roubadas dos universitários. Por isso minha mente teria que ser anormal e produzir um modêlo social incompreendido.

Eu nascí tudo errado. Para uma criança darwinista como eu fui feito por aquêles livros universitários, é proibido a mim me reproduzir. O que não presta deve ter a honra e o caráter para se descartar a si próprio sem permitir-se que seja uma fonte de disturbio no caminho da Evolução. Aprendí isto antes de ganhar os espermatozóides, por isso conseguí minha vitória e saio do mundo de cabeça erguida. Eu fui projetado e feito para ser escravo torturado a vida tôda,mas fiz minha guerra pela causa da minha liberdade e ganhei. Não abastecí o sistema com carne frêsca. E ganhei porque, ao menos no tocante a mim, viví mais tempo como homem livre que como escravo, porque eu passei fome e aguentei a discriminação  para ser trabalhador autonômo ao invés de empregado, e no dia que eu morrer termina a festa do Zeus Sádico, ( se existe algum Deus), que em orgia assiste do Olimpo o chôro e ranger de dentes entre os gladiadores naTerra,  e termina a festa dos humanos vampiros e venenosos que herdaram o instinto predador. Ganhei mais porque não aceitei a cosmovisão que tentaram me impor para ser escravo conformado e criei minha própria, onde não existem sofredores, onde reina o amor e com isso dei uma lição de moral em Deus. Acho que vou morrer como mendigo que sempre fui, na sarjeta, mas como sempre aconteceu até agora, o choro da dor que sai pela bôca é menos ruidoso que o riso que sai do conjunto dos meus pensamentos.

O segundo motivo é a influência da cosmovisão da Matriz/DNA no meu modêlo de sistema social ideal, uma cosmovisão que ninguém mais conhece. Segundo ela, veio para a Terra um só DNA, êle se reproduz em bilhões de cópias cada uma com uma minima particular diferença em relação a tôdas  as demais. A meta da Evolução em ter criado este processo é depurar a Matriz/ DNA que era o ápice da Evolução no Cosmos mas tinha o trágico defeito que a levou a se auto-construir como um falso paraíso perfeito na forma de sistema fechado em si mesmo, o que revela um carater extremamente egoísta. A Evolução produziu sua queda para niveis de condições anteriores ao surgimento dêsse carater e gerou o ambiente para que ele se re-erga das próprias cinzas, porem curado. O método para consertar um DNA errado é dividi-lo em suas bilhões de unidades de informação, cada qual contendo uma minima porcentagem do êrro total, e coloca-las a se relacionarem e se degladiarem, já que o egoísmo primeiro instala a competiçao, ao invés da solidariedade.  Será sentindo na própria pele os efeitos do êrro de seu carater que é expressado de uma forma especifica por cada uma de suas semelhantes, que o DNA que veio do Cosmos se prestará à autocura por si próprio e no final se reeguerá de volta para a majestade de onde veio. O sistema social que aí está, ao invés de ser um sistema própriamente dito, organizado segundo o padrão natural de sistemas, é o produto do caos gerado pelas partes em mutuo conflito. É a soma final dos nossos comportamentos individuais que produzem o sistema social, quando na aparência pensamos que somos as vitimas de um sistema determinado pela Natureza. Ora, quando descobrimos a causa de tudo e desmascaramos a Matriz no seu aspecto errado, percebemos que devemos mudar nossos comportamentos, não existe outra solução. A competição tem que ser eliminada e ceder lugar ao cooperativismo. Os comportamentos individuais cooperativistas vão gerar um novo sistema, inclusive mudar a face da superficie terrestre da maneira que ela se encontra construída por nossas gerações anteriores. Ao mesmo tempo, a desmistificação da condenação deterministica nos induz a rejeitar o sistema que aí está e a não nos relacionar com êle, para não ser-mos mais uma força que o agiganta e a qual se volta contra nós. O meu modêlo utópico é baseado no segundo estágio do ciclo evolutivo, onde o estado de caos, ao invés de crescer, começa a definhar cedendo espaço para o estado de ordem. Por isso acho que ninguem vai entender minhas criticas ao que acontece hoje, ao que as pessoas aprovam hoje, porque não possuem a ideologia que é produzida pela cosmovisão da Matriz/DNA.      

Na minha opinião, o jeito que os seres humanos se relacionam e estão organizados na sociedade, está tudo errado. E como foram seres humanos que fizeram essa sociedade e não os deuses nem as girafas ou macacos, depende da vontade dos humanos transforma-la, porque é possível instalar uma sociedade onde tudo esteja certo para todos ao mesmo tempo e em igual nível. Como tenho pensado nêste modêlo utópico a vida tôda, tenho todos os detalhes planejados e por isso tenho a certeza que o modêlo pode se tornar uma realidade.

Não tenho tempo para escrever um livro descrevendo a utopia, como Aldous Huxley fêz com “A Ilha” e “ O Admirável Mundo Novo”, ou como Herman Hesse fêz com ”O jogo das Contas de Vidro”, ou como Orwell fêz com ”1984”. A minha cidade-modêlo está desenhada na mente, mas não vou poder desenha-la no papel e muito menos no computador. Mas estou nêste mundo para uma missão, defender uma causa, que é a projeção no coletivo do que foi a minha luta individual, a causa de uma Humanidade livre e soberana porém, investindo algum sacrificio na busca da transcendencia de sua forma.

Menores abandonados normais tem uma visão de mundo imediatista quase animalesca. A visão de mundo da Matriz/DNA é muito superior a isso tudo. Eu transcendí a forma mental que herdei. A Humanidade também pode fazê-lo.

Se não posso deixar um livro, mas tenho que fazer algo pela causa, hoje com a Internet posso deixar a idéia e os detalhes que for possível escrever, por isso esta categoria é lançada aqui. os temas serãoincompletos esemordem, àmedida que algumevento os suscite, mas sempre com a esperança de que possa voltar a êles e desenvolvê-los melhor. Muito bom seria se mais alguém os lêsse e incluísse sua opinião, contra ou a favor, para enriquecê-lo ou corrigi-lo, pois o modêlo social perfeito para todos só poderá ser elaborado com a participação mental de todos. 

O se rhumano foi condenado a comer o pão com o suor do próprio rôsto? Não, existe a tecnologia que pode fazer tôdo o trabalho sujo e torturante, e se baseada na fórmula da Matriz/DNA tôda a produção de bens de primeira necessidade e tôda realização de serviços publicos pode ser automatizada. Uma das piores tragédias sôbre o ser humano é ser empurrado para dentro de uma fábrica durante um dia em que entra pela manhã e sai ao anoitecer sem ver o sol, e isso, dias após dias, anos após anos, para muitos, a vida tôda. Os vampiros parasitas e predadores humanos que apóiam à fôrça de armas êsse sistema sem nunca arregaçarem as mangas e fazerem com suas próprias mãos ao menos o que consomem, tem que serem desalojados da Humanidade, são inimigos da Humanidade. Isto parece impossível, mas com a facilidade proporcionada pela fórmula da Matriz/DNA a motivação e o número dêles será cada vez menor, o que torna a meta possível. Mas como formar homens e mulheres ociosos em ávidos estudiosos e buscadores de cada vez maior conhecimento sôbre a Natureza, ao mesmo tempo que cada um seja um soldado da Grande Causa Humana?   

Como seria um sistema social sem patrões e empregados, porem sem ser entorpecedor como o sistema comunista? Como seria um sistema social sem a divisão dos humanos em familias nucleares, porem que garantisse a liberdade, sobrevivencia e soberania de mulheres, homens, velhos, e crianças?

Crianças seriam mais felizes se pudessem viver livres numa espécie de jardim e parque infantil e no meio de crianças, ao invés do sistema atual em que muitas vêzes passam a maior parte da vida apenas com adultos e enfurnadas num cubiculo denominado ”lar”. Como seria o modêlo social que pudesse conter êsse habitat ideal para crianças ao mesmo tempo que as tornasse adultos educados adequadamente?

No meu modêlo utópico existem as sugestões de como fazer em cada caso. Pode ser que apontem falhas nas quais não pensei e então deve-se buscar por outros caminhos. Por ora, sempre que um evento tocar nêstes temas do modêlo, aqui virei com um registro apontando o que está errado… da perspectiva de minha ideologia, claro.

Help! Hoje amanhecí em NewYork com a Crise Existencial Aguda do Chinês e a Borboleta. To be or not to be? Você sabe?

sábado, maio 28th, 2011

Durante a semana estou trabalhando como taxista em NovaYork, mas hoje, sabado, como a crise aqui pegou feio e preciso pagar meus “bils”, faço um bico como frentista num pôsto de gazolina, que aqui é chamado de ” gas station”. ‘Tanto que outro dia me aconteceu o seguinte. Na rua perguntei a um americano onde poderia abastecer o carro:

– ‘Please, do you know where I can get fuel for my car?”

– ‘Go to the gas station at Liverpool Street, second to left.”

– “Ugh?! My car uses gasoline, petroil, not gas…”

– “What?! Are you playing with me?”

– “No, no, never mind…”

Concluí que na América existem os postos de venda de gas onde por acaso se vende gasolina tambem e prá lá fui.

Mas então mal estava começando o dia e encosta na bomba uma limousine dirigida por um conhecido brasileiro, o qual abaixou o vidro e foi dizendo:

– “O que você está fazendo aqui, man?! O mundo acabou terça-feira e você nem percebeu que está morto? Prá que levantou e saiu prá trabalhar? Você tá pensando que aqui no céu tem pôsto de gasolina? Tá pensando que vai trabalhar de frentista no céu? Acorda, meu!”

– “Será, mesmo?…” 

Fiquei com o grilo na cuca. Talvez o cara tenha razão, porque não? Afinal,  o pastor que disse que o mundo ía acabar é um mensageiro de Deus,êle não pode errar.  Então me lembrei do conto do sábio chinês e prá quem não conhece, lá vai:

Um sábio chinês saiu a caminhar pelo bosque. Caminhou, caminhou até sentir-se cansado. Recostou-se no tronco á sombra da árvore e dormiu. E sonhou que era uma borboleta. A borboleta saiu a voar,a voar,visitou e brincou com tôdas as flôres até ficar cansada. Aí, né… ela se encostou no galho à sombra da árvore e dormiu. Sonhou que era um sábio chinês. O sábio chinês saiu a caminhar num bosque. Caminhou,caminhou até ficar cansado e procurar a sombra de uma árvore onde dormiu. Aí sonhou que era uma borboleta. Mas a borboleta saiu a voar, a voar,visitou e brincou com tôdas as flôres até ficar cansada …

Mas aí a borboleta sonhou que era um chinês…

Aí o chinês sonhou que era uma borboleta e saiu a…

Aí a sábia borboleta pensou que era um chinês com uma antena na cabeça que …

Bem… após um milhão, trezentas e quarenta e quatro mil vêzes repetindo a mesma história, aquêle pobre ser não sabe mais se agora é um sábio chinês que sonhou ser uma borboleta ou se é uma borboleta sonhando que é um sábio chinês.

Talvez eu esteja sonhando que sou um frentista num pôsto de gasolina em Nova York. As pessoas passam e me vêm me beliscando, batendo a cabeça na bomba, perguntando para o outro frentista se …”

– “Você é você? Tem certeza?…

O manager já disse que está pensando em chamar uma ambulancia com camisa de fôrça… Antes que isto aconteça, por favor, mande uma mensagem no Twitter como prova que eu sou um frentista na Terra, que não estou ressuscitado no céu e sonhando… Pois sómente na Terra tem Twitter e se eu receber a mensagem significa que estou na Terra. A não ser que você também está aqui no céu, não percebeu e está pensando que vai twittar no céu também…

Manual para Comunicação entre Estudantes e Cientistas, em Inglês

sexta-feira, maio 27th, 2011

Para estudantes e mesmo cientistas brasileiros, principalmente para participarem dos foruns e postar comentários em Inglês, aqui vai uma boa dica.

Bem… apesar de eu não ser cientista e êste trabalho não tem pretensão de ser cientifico de acôrdo com a ciência oficial acadêmica, estou tendo que dialogar com êles por escrito em Inglês, por isso vem bem acalhar um ebook online e gratuíto ensinando  tudo. Fica aqui registrado para estuda-lo quando tiver tempo: 

SCITABLE

by Nature Education

English Communication for Scientists

http://www.nature.com/scitable/ebooks/english-communication-for-scientists-14053993

Diferença entre Macroevolução e Evolução Universal

sexta-feira, maio 27th, 2011

Erroneamente usaram a palavra “Macroevolução” para o estágio da evolução biológica, o qual se refere á microevolução. Se a evolução dos sistemas biológicos fosse macro, onde vamos inserir as evoluções dos sistemas astronomicos, atomicos, electromanéticos, e mesmo a evolução no nível quãntico… Aqui vamos usar o nome “Evolução Universal” para englobar tôdas estas microevoluções. 

Segunda Lei da Termodinâmica: Importante para Entender LUCA Porém Ainda Está por ser Descoberta

sexta-feira, maio 27th, 2011

The Matrix/DNA as Closed System

Pela primeira vez na História da Humanidade nós conseguimos conhecer um sistema natural fechado, pela Teoria da Matriz/DNA: a fórmula acima. E quando observamos o sistema, percebemos que de fato existem nêle algumas das propriedades aventadas na Teoria da Termodinâmica dos Sistemas, a qual foi elaborada meio aleatóriamente antes de se conhecer o que é realmente um sistema, completo. 

O estudo da termodinâmica tem causado muita confusão e ainda não apareceu quem a entendeu e a explicou de forma inteligível (como podemos ver no texto abaixo de PentchoValey) . Lieb and Yngvason (1999) num extenso estudo da teoria concluíram que ” do pedagógico ponto de vista, termodinâmica é uma tragédia”. E “a termodinâmica é um triste pantano de obscuridade”. Mas justamente isto ainda acontece porque a teoria foi elaborada sem ter-se o objeto concreto à vista. Ninguém nunca viu um sistema fechado totalmente, para discernir o que é um sistema aberto e nem mesmo o que é sistema.

O segrêdo dos sistemas  naturais está nas funções universais e estas são visíveis nas formas que um corpo adquire durante um ciclo vital. Conectar a idéia de sistema natural á idéia do “vital”, da “vida”, é fundamental para entender porque a matéria de repente se organiza em algo funcional. Só funciona o que é vivo, ou faz parte de um conjunto vivo, ao menos na Natureza. No entanto, a teoria da termodinâmica ignora totalmente a presença das funções universais nos sistemas e nunca fêz a conexão da dinâmica dos sistemas com a dinâmica dos corpos vivos. 

As primeiras aplicações práticas da teoria termodinâmica começaram com o postulado da primeira lei,sôbre a conservação da energia. E sempre se lembra da segunda lei nos diversos projetos tecnológicos, porque esta trata da degradação e perturbancia dos sistemas. Reza esta lei que todo trabalho pode ser completamente convertido em calor mas que o calor não pode ser reconvertido completamente em trabalho. Ora, agora com a fórmula da Matriz/DNA podemos entender porque aumenta o estado de desordem (a qual começa na Função 6) , e porque o trabalho  é convertido em calor (tôda a fase  de energia crescente e construtiva da face esquerda   da Matriz  se torna uma estrêla, ponto maximo do acúmulo de calor).  Assim, de entendimento em entendimento, baseado no objeto visivel, a termodinâmica não mais será uma tragédia do ponto de vista pedagógico, basta desenhar a fórmula no quadro negro e o estudante vai captando facilmente o que os postulados dizem.

Mas os postulados devem passar por algumas reformulações. O calor não pode ser convertido completamente em trabalho apenas nos sistemas abertos, pois a interação de partes do sistema com elementos do mundo externo faz com que a energia potencial inicial do sistema se perca, ou aumente.  Mas no sistema fechado o trabalho realizado é sempre totalmente recuperado por um mecanismo que é um truque genial da Natureza: na bifurcação na Função 4, a metade do potencial de trabalho é poupada e lançada com o ramo lateral direto ao local onde o sistema se encontrará como cadaver, quase morrendo, para reaviva-lo!  Então existe o trabalho própriamente dito, o qual visa realizar os objetivos do sistema, que são o transporte do fluxo de informações, as transformações de formas, a geração de novos corpos, etc. E existe uma segunda parte de trabalho que nada produz para o sistema, apenas trabalha para manter o sistema trabalhando. E este novo mecanismo pode nos levar a idéias para novas tecnologias aperfeiçoando nossas  máquinas e equipamentos, inclusive nosso sistema social.  

Nêste capitulo iremos tentar arrumar tempo para fazer um estudo detalhado da termodinamica por isso abaixo já vai algum material compilado:

  Wikipedia:

A segunda lei da termodinâmica ou segundo princípio da termodinâmica expressa, de uma forma concisa, que “A quantidade de entropia de qualquer sistema isolado termodinamicamente tende a incrementar-se com o tempo, até alcançar um valor máximo”. Mais sensivelmente, quando uma parte de um sistema fechado interage com outra parte, a energia tende a dividir-se por igual, até que o sistema alcance um equilíbrio térmico.

(Nota dêste autor: primeiro, pediríamos ao autor da teoria que apresente o sistema natural em que êle se baseia. Tenho certeza que provaríamos tratar-se de um sistema aberto, pois sistema natural fechado não existe e não pode existir de fato (o software-matriz de sistema fechado é um sonho da Natureza de conseguir a extrema perfeição pela eternidade, que nunca será realizado. Se um dia ela o conseguisse a História terminaria.)

Segundo, nunca uma parte de um sistema fechado interage com outra parte, muito menos  por meio de energia. Como o José criança poderia interagir com o mesmo José adulto? Se as duas formas não podem existir ao mesmo tempo? Mas os que não conhecem ainda a fórmula geral de um sistema, costumam dar o nome de sistema tôda vez que vê duas coisas interagindo. Café quente misturado com leite frio faz as duas partes interagirem e no final ocorre o equilibrio da temperatura dentro do copo. Dizer que dentro do copo existe um sistema é depreciar demasiado o significado de sistemas e alem disso, trata-se de uma conexão aberta, ao menos, os dois interagem com o copo, com o ar, etc..)    

Enquanto a primeira lei da termodinâmica estabelece a conservação de energia em qualquer transformação, a segunda lei estabelece condições para que as transformações termodinâmicas possam ocorrer.

Wikipedia: Entropia

A entropia  é uma grandeza termodinâmica que aparece geralmente associada ao que se denomina, não em senso comum [1], de “grau de desordem” de um sistema termodinâmico. Em acordo com a segunda lei da termodinâmica, trabalho pode ser completamente convertido em calor, mas calor não pode ser completamente convertido em trabalho. Com a entropia procura-se mensurar a parcela de energia que não pode mais ser transformada em trabalho em transformações termodinâmicas.

Pentcho Valev
pvalev@yahoo.com

em

Nature Network Foruns

http://network.nature.com/groups/sciencewriters/forum/topics/962

Jos Uffink: “Snow stands up for the view that exact science is, in its own right, an essential part of civilisation, and should not merely be valued for its technological applications. Anyone who does not know the Second Law of Thermodynamics, and is proud of it too, exposes oneself as a Philistine. Snow’s plea will strike a chord with every physicist who has ever attended a birthday party. But his call for cultural recognition creates obligations too. Before one can claim that acquaintance with the Second Law is as indispensable to a cultural education as Macbeth or Hamlet, it should obviously be clear what this law states. This question is surprisingly difficult. The Second Law made its appearance in physics around 1850, but a half century later it was already surrounded by so much confusion that the British Association for the Advancement of Science decided to appoint a special committee with the task of providing clarity about the meaning of this law. However, its final report (Bryan 1891) did not settle the issue. Half a century later, the physicist/philosopher Bridgman still complained that there are almost as many formulations of the second law as there have been discussions of it (Bridgman 1941, p. 116). And even today, the Second Law remains so obscure that it continues to attract new efforts at clarification. A recent example is the work of Lieb and Yngvason (1999)… The historian of science and mathematician Truesdell made a detailed study of the historical development of thermodynamics in the period 1822-1854. He characterises the theory, even in its present state, as ‘a dismal swamp of obscurity’ and ‘a prime example to show that physicists are not exempt from the madness of crowds’ …Clausius’ verbal statement of the second law makes no sense…. All that remains is a Mosaic prohibition ; a century of philosophers and journalists have acclaimed this commandment ; a century of mathematicians have shuddered and averted their eyes from the unclean…..Seven times in the past thirty years have I tried to follow the argument Clausius offers….and seven times has it blanked and gravelled me…. I cannot explain what I cannot understand…..This summary leads to the question whether it is fruitful to see irreversibility or time-asymmetry as the essence of the second law. Is it not more straightforward, in view of the unargued statements of Kelvin, the bold claims of Clausius and the strained attempts of Planck, to give up this idea? I believe that Ehrenfest-Afanassjewa was right in her verdict that the discussion about the arrow of time as expressed in the second law of the thermodynamics is actually a RED HERRING.”

From the pedagogical point of view, thermodynamics is a disaster. As the authors rightly state in the introduction, many aspects are “riddled with inconsistencies”. They quote V.I. Arnold, who concedes that “every mathematician knows it is impossible to understand an elementary course in thermodynamics”. Nobody has eulogized this confusion more colorfully than the late Clifford Truesdell. On page 6 of his book “The Tragicomical History of Thermodynamics” 1822-1854 (Springer Verlag, 1980), he calls thermodynamics “a dismal swamp of obscurity”. Elsewhere, in despair of trying to make sense of the writings of some local heros as De Groot, Mazur, Casimir, and Prigogine, Truesdell suspects that there is “something rotten in the (thermodynamic) state of the Low Countries” (see page 134 of Rational Thermodynamics, McGraw-Hill, 1969).”

Pentcho Valev
pvalev@yahoo.com

Porque Combatem a Cosmovisão da Matriz/DNA

quinta-feira, maio 26th, 2011

O Universo é um fenômeno mecânico. Esta é a base da cosmovisão reinante no século XX e foi erigida pela líder das Ciências no mesmo século, a Física.

O Mundo Material é um fenômemo vivo. Esta é a base da cosmovisão da Matriz/DNA e foi erigida pelo mais antigo e primordial método da Ciência madre que foi a medicina, o método da  Anatomia Comparada.

Pelas precárias condições que esta teoria surgiu na selva e devido à total falta de sustentação material e laboral, esta hipótese de que existimos dentro de algo vivo e com um propósito permanece sufocada e desconhecida.

Mas se ela fôr mais correta do que a outra, isto significa que a cada dia,  cada nova criança que senta no banco escolar, a cada nova informação da Ciência Acadêmica, a cada nova tecnologia, a Humanidade está se desviando mais do caminho correto e caindo numa armadilha cuja correção poderá ser uma dolorosa cirurgia.

O principal obstáculo para uma tentativa de tornar esta teoria conhecida vem dos defensores das teorias reinantes. Isto porque êles pensam que a Teoria da Matriz/DNA nega ou tenta anular as teorias do Big Bang, da Abiogênesis e da Evolução. Ledo engano. Esta teoria, ao contrário, conserva e se estrutura em cima daquelas teorias, porém, acrescenta mais detalhes e amplia os horizontes ambientais relacionados a elas. Basta lembrar que a Teoria da Grande Síntese da Evolução, essencialmente darwiniana,  está baseada em 3 variáveis, enquanto a Teoria da Matriz/DNA conserva aquelas três, porem enriquece-a e complexifica-a, acrescentando mais quatro variáveis.

A primeira reação da mente treinada cientificamente é aplicar a Navalha de Occam e rejeitar a Teoria da Matriz/DNA. Máquinas são mais simples que seres vivos. Se o mais simples explica satisfatóriamente, para que complicar? O problema é que, se o Universo não é uma máquina simplesmente, a Ciência e principalmente seu veículo filosófico/ideológico que é a Matemática, terá cada vez que se desdobrar mais e mais para imaginar acessórios nesta máquina para poder explicar cada nova descoberta. Por exemplo, a mecânica das galáxias não está correspondendo à máquina imaginada newtoniana, então é preciso buscar a resposta. Surge daí um novo acessório, a matéria escura, preenchendo 95% do espaço do universo. Agora a grande empreitada científica é conhecer e manipular a matéria escura. Porem, a teoria de um mundo vivo sob desenvolvimento genético já previa que teria de haver tal elemento como uma espécie de oceano de fundo, afinal, no quadro que temos aqui e nos serve de parâmetro na anatomia comparada, existe o líquido amniótico. Então na verdade, dizer que a cosmovisão da Matriz/DNA é mais complexa e sujeita à navalha de Occan é um êrro, é apenas uma questão de tempo, pois o amnion é muito mais simples do que será a descrição cientifica imaginada de um oceano hábil para fazer funcionar uma máquina. Enfim, no final será mais fácil entender um organismo vivo que entender a máquina de infinitas imaginações que resultará desta tentativa de nos convencer que o universo seja uma máquina.       

Nunca é demais lembrar que o ser humano é auto-protetor e emotivo antes de ser naturalmente lógico. Mesmo porque ninguém ainda sabe qual é a lógica da Natureza. Tôda visão de mundo, tôda teoria, nasce dirigida por uma vontade ideólogica e quando se completa, afirma essa ideologia. Confesso que não foi diferente com a Teoria da Matriz/DNA, por isso a mantenho sob suspeita. Nenhum professor aceitará a idéia de que ensinou errado aos seus alunos, nenhum acadêmico que mantem uma posição profissional dentro da ideologia cientifica do século irá admitir que o saber cientifico mude de patrão/autoridade.

Portanto, mesmo que a fórmula da Matriz/DNA esteja inscrita na memória subconsciente das pessoas e que ao vê-la no papel, ocorra um processo subliminar de auto-identificação (como parece estar ocorrendo com o software dos computadores do Google, que está elegendo minhas imagens aos primeiros lugares nos ranks de buscas, fundadas nêste tipo de software), a sensação inicial irá logo esvanecer-se porque a pessoa irá ser bombardeada pelos argumentos negativos das atuais autoridades cientificas.

O Universo tornou-se uma espécie de máquina fria e sem propósito pela ação das sete fôrças físicas da Natureza… ou, o que vemos lá fora e denominamos “universo” nada mais é que os corpos ou fósseis de espécies semi-vivas, nossas ancestrais, tudo concorrendo para um extra-universal processo de reprodução genética de algo vivo?

A fundamental importância desta questão é que cada uma delas produz um diferente e especifico tipo de homem, portanto um especifico destino. Um produz uma Humanidade cujo comportamento geral é a do homem de negócios, enquanto a outra produz uma Humanidade cujo comportamento prevalescente é o do papel da  “mãe”. Imagine duas nações separadas por extensos oceanos, onde uma é dirigida por homens de negócios e a outra por mães. Imagine o destino do ambiente. Da espécie.

A primeira será fria, calculista, depredadora, ou seja, indesejada. A segunda não precisa muita imaginação pois já temos exemplos conhecidos: as sociedades das formigas e das abelhas sob o govêrno da rainha-mãe. Tambem indesejada.

Nenhuma das duas cosmovisões é a ideal, nenhuma pode ser a definitivamente correta, mesmo porque o cérebro humano ainda é incapaz de acertar com a Verdade Ultima do mundo.

Mas justamente por isso, por ambas serem obras brutas a serem lapidadas,é que se necessita permitir que as duas existam no mercado. A ideal certamente estará acima delas, mas é preciso a participação do macho e da  fêmea para gerar uma nova produção.

Para ilustrar como a interpretação de uma Natureza ainda em sua maior parte desconhecida a nós, dentro dos subterrâneos da Ciência é tratada mais com a emoção que com a Razão, mais para satisfazer uma realpolitik que para autenticar o conhecimento, transcrevemos o texto abaixo sôbre o que aconteceu quando Einstein elaborou a teoria revolucionária da relatividade geral.                   

 Peter Hayes, The Ideology of Relativity: The Case of the Clock Paradox, Social Epistemology, Volume 23, Issue 1 January 2009, pages 57-78
Peter Hayes: “In the interwar period there was a significant school of thought that repudiated Einstein’s theory of relativity on the grounds that it contained elementary inconsistencies. Some of these critics held extreme right-wing and anti-Semitic views, and this has tended to discredit their technical objections to relativity as being scientifically shallow. This paper investigates an alternative possibility: that the critics were right and that the success of Einstein’s theory in overcoming them was due to its strengths as an ideology rather than as a science. The clock paradox illustrates how relativity theory does indeed contain inconsistencies that make it scientifically problematic. These same inconsistencies, however, make the theory ideologically powerful. The implications of this argument are examined with respect to Thomas Kuhn and Karl Popper’s accounts of the philosophy of science. (…) The prediction that clocks will move at different rates is particularly well known, and the problem of explaining how this can be so without violating the principle of relativity is particularly obvious. The clock paradox, however, is only one of a number of simple objections that have been raised to different aspects of Einstein’s theory of relativity. (Much of this criticism is quite apart from and often predates the apparent contradiction between relativity theory and quantum mechanics.) It is rare to find any attempt at a detailed rebuttal of these criticisms by professional physicists. However, physicists do sometimes give a general response to criticisms that relativity theory is syncretic by asserting that Einstein is logically consistent, but that to explain why is so difficult that critics lack the capacity to understand the argument. In this way, the handy claim that there are unspecified, highly complex resolutions of simple apparent inconsistencies in the theory can be linked to the charge that antirelativists have only a shallow understanding of the matter, probably gleaned from misleading popular accounts of the theory. (…) The argument for complexity reverses the scientific preference for simplicity. Faced with obvious inconsistencies, the simple response is to conclude that Einstein’s claims for the explanatory scope of the special and general theory are overstated. To conclude instead that that relativity theory is right for reasons that are highly complex is to replace Occam’s razor with a potato masher. (…) The defence of complexity implies that the novice wishing to enter the profession of theoretical physics must accept relativity on faith. It implicitly concedes that, without an understanding of relativity theory’s higher complexities, it appears illogical, which means that popular “explanations” of relativity are necessarily misleading. But given Einstein’s fame, physicists do not approach the theory for the first time once they have developed their expertise. Rather, they are exposed to and probably examined on popular explanations of relativity in their early training. How are youngsters new to the discipline meant to respond to these accounts? Are they misled by false explanations and only later inculcated with true ones? What happens to those who are not misled? Are they supposed to accept relativity merely on the grounds of authority? The argument of complexity suggests that to pass the first steps necessary to join the physics profession, students must either be willing to suspend disbelief and go along with a theory that appears illogical; or fail to notice the apparent inconsistencies in the theory; or notice the inconsistencies and maintain a guilty silence in the belief that this merely shows that they are unable to understand the theory. The gatekeepers of professional physics in the universities and research institutes are disinclined to support or employ anyone who raises problems over the elementary inconsistencies of relativity. A winnowing out process has made it very difficult for critics of Einstein to achieve or maintain professional status. Relativists are then able to use the argument of authority to discredit these critics. Were relativists to admit that Einstein may have made a series of elementary logical errors, they would be faced with the embarrassing question of why this had not been noticed earlier. Under these circumstances the marginalisation of antirelativists, unjustified on scientific grounds, is eminently justifiable on grounds of realpolitik. Supporters of relativity theory have protected both the theory and their own reputations by shutting their opponents out of professional discourse. (…) The argument that Einstein fomented an ideological rather than a scientific revolution helps to explain of one of the features of this revolution that puzzled Kuhn: despite the apparent scope of the general theory, very little has come out of it. Viewing relativity theory as an ideology also helps to account for Poppers doubts over whether special theory can be retained, given experimental results in quantum mechanics and Einsteins questionable approach to defining simultaneity. Both Kuhn and Popper have looked to the other branch of the theory – Popper to the general and Kuhn to the special – to try and retain their view of Einstein as a revolutionary scientist. According to the view proposed here, this only indicates how special and general theories function together as an ideology, as when one side of the theory is called into question, the other can be called upon to rescue it. The triumph of relativity theory represents the triumph of ideology not only in the profession of physics bur also in the philosophy of science. These conclusions are of considerable interest to both theoretical physics and to social epistemology. It would, however, be naïve to think that theoretical physicists will take the slightest notice of them.”

Pentcho Valev
pvalev@yahoo.com

A Termodinamica de um Universo Vivo e Inteligente

quarta-feira, maio 25th, 2011

Êste artigo está aqui copiado para  voltar a ler, analizar, e postar comentário no artigo para discussão com o autor.

http://www.countercurrents.org/riversong220511.htm 

The Thermodynamics Of An Intelligent Living Universe

By Robert Riversong

22 May, 2011
Transition Vermont

We cannot know, and therefore will likely never know, why the Universe came into existence, whether it has a purpose, and what, if any “thing” preceded it – whether there is a Divine Will or a Cosmic Intelligence “outside” of physical space. But there are some things we now do know.

We know that the universal “big bang” occurred 13.7 billion years ago (though it could have been a “big bounce” following the contraction of another universe). And we know that life as we know it has existed, at least locally, in this universe for roughly a third of that time. Ponder that for a moment. We (the royal “we” as life incarnate) are a third as old as the entire physical universe. You might think we would have matured by now!

Of all the “laws” of nature we’ve uncovered (or invented), the one that seems most universal is the Second Law of Thermodynamics: that all energetic systems move irreversibly and inexorably toward maximum entropy (molecular chaos) – that the universe winds down. In fact, it is this directional flow of things from order to disorder that gives us the notion of an arrow of time. While this may appear to be a simplification of the infinite complexity of the universe, it is the nature of the scientific endeavor to find simple laws governing complex processes.

The artist and inventor Leonardo da Vinci, who created some of the world’s greatest marvels, believed that “Simplicity is the ultimate in sophistication.” And the deep thinker Albert Einstein, who contemplated astoundingly complicated theories, told us to “Make things as simple as possible but no simpler.”

Thermodynamics, the science of heat, energy, motion and power, was ostensibly begun in a simple way when Otto von Guericke, in 1650, built and designed the world’s first vacuum pump in order to disprove Aristotle’s long-held supposition that ‘nature abhors a vacuum’.

In truth, they were both right. Yes, we have the cleverness and thermodynamic capability to locally and temporarily reverse the flow toward entropy – to create and sustain order – but in the broader scheme of things nature abhors a vacuum. Just ask Alice.

Current cosmology (ignoring such esoteric constructs as string theory or loop quantum gravity) asserts that our universe (perhaps THE universe) began from nothing and expanded into space and time, condensing along the way all the “stuff” that comprises our material realm.

This, as you might imagine, was a highly energetic process. At approximately 1 millionth of a second after the initiating event, the temperature of the universe was about 100 trillion degrees Fahrenheit. At 300,000 years of age, our universe had cooled to a tepid 18,000°F (our sun is just under 10,000°F), and after its first billion years it was dispersed enough to measure 328°F below zero. This morning, the universe measured about -455°F, or about 5 degrees above absolute zero. That’s downright chilly.

But we know from the First Law of thermodynamics that energy cannot be either created or destroyed (at least within our universe), so all that big banging heat is still out there, albeit a lot more dispersed. From the moment of inception, the universe set the pattern of dispersing or dissipating concentrated energy into less concentrated forms. This is the process we call entropy, and entropy is also a measurement of the amount of chaos or dissipation at any given moment or created by any given thermodynamic system.

What seems self-evident, both to Heraclitus (who 500 years BCE said “You can never step twice into the same stream.”) and to most of us, is that everything flows – the universe is in dynamic motion and nothing stays the same. This is also the normal subjective experience of us intelligent (so they say) primates. To put this simply, that creative genius Buckminster Fuller (inventor of the geodesic dome among many other things) famously said “I am a verb.”

In fact, it would be accurate to say that life is a controlled burning, a pattern of energy flow, an open thermodynamic system. OK, let’s define some terms. In thermodynamic theory, there are three types of energy-flow systems: isolated (theoretical) systems in which nothing enters or leaves; closed systems which are open to outside energy; and open systems which use both outside matter and outside energy to feed their engines.

As living organisms, we (and all our plant and animal cousins) are throughput systems which utilize external food and fuel – matter and energy – to maintain ourselves, to grow, to reproduce and to provide extra energy for such “frivolous” things as art, song, dance and leisure activities.

If the nature of the universe is to create paths for energy to flow from highly organized or concentrated forms to disorganized or chaotic forms, then why (you might ask) are we (and other living things) both highly organized (complex) and persistent over millennia of time? It has been suggested that life is the only anti-entropic tendency in the universe – that somehow we violate the Second Law (that most universal of all scientific principles) with impunity. Ain’t so.

Life is a verb. Life is the most effective process toward restoring equilibrium. We go with the flow, but in a very creative way. If the Second Law – the necessary devolution of energy into entropy – is mandatory, and if that law requires a constant movement toward the degrading of energy differentials (or gradients) to the lowest common denominator (or equilibrium), then wouldn’t it make sense for the universe to employ clever methods for accelerating the generation of chaos? You betcha! And you’re IT.

As something of an aside, the first great American populizer of esoteric Eastern thought, Alan Watts, suggested in his 1966 book, The Book: On the Taboo Against Knowing Who You Are, that the whole universe consists of a Cosmic Self playing hide-and-seek, hiding from ITSelf by becoming all the living and non-living things in the universe, forgetting what IT really is; the upshot being that we are all IT in disguise and that our conception of ourselves as an “ego in a bag of skin” is a myth; the entities we consider separate “things” are merely processes of the whole. Interestingly, this exotic philosophical perspective is now the core of Gaia theory, which has become broadly accepted in the biophysical sciences, the basis of epigenetics which postulates that DNA expression is controlled from outside our “bag of skin” by environmental factors, and central to evolutionary biology which notes that the mitochondria in our cells that produce chemical energy were (are?) non-human bacteria. We are as much our environment as our in-vironment.

From the early days of terrestrial existence, once the earth covered itself with oceans and wrapped itself in an atmosphere, there have been a nearly infinite variety of instances of local organization which had the ironic effect of accelerating disorganization around themselves. Such “autocatalytic” (or self-generating and self-perpetuating) processes include whirlpools, cyclones and both atmospheric and oceanic currents, such as the jet stream and the north Atlantic gulfstream. They seem to arise almost magically from nothing and stay “alive” for seconds to eons. It can be said that these were the first forms of “life”, except they had not yet learned how to reproduce, which made them vulnerable to “death” when environmental conditions changed. A weather pattern called a cyclone happens when moisture-born energy creates convection currents twisted by the Coriolis effect of a spinning planet into a relatively long-lived and mobile cycling form of highly organized and powerful energy capable of performing intense work, which might appear as the work of destruction to those in its path but is merely the universal work of reducing energy gradients.

The ability for energy to perform work is what is known among engineers as exergy, or highly organized concentrated energy. Exergy is the opposite of entropy, which is disorganized energy incapable of useful work. Exergy can be measured as the intensity of gradients or differentials, whether barometric pressure as in a cyclone, or gravity as in water flowing across a waterwheel, or momentum as in wind turning a turbine, or temperature as in electrical power generators and combustion engines, or isotropic (all-directional) pressure such as in a steam engine, or electrical voltage as in the current that spins a motor. Exergy can also be exhibited in the osmotic pressure that moves nutrients and wastes across our cell membranes, and the capillary pressure which moves ground water as much as 450′ up to the leaves of a redwood tree to impel transpiration. Such transpiration fills the sky with moisture which, by surface tension and gravity gradients, forms droplets that fall to earth and which, by chemical diffusion gradients and electro-chemical ion charge gradients, dissolves rock into constituent minerals which forms soil which nurtures the seeds which become giant redwoods which start the cycle all over again.

Gradually and eventually, the imperative of energy and matter (one and the same, according to Einstein) to dissipate into chaos created the driving force for such energetic structures or processes to complexify into more long-lived and efficient gradient-reducing creatures, such as redwood trees. In fact trees, and the forests of which they’re resident members, are the most efficient gradient reducing entities on earth. Equatorial rain forests are very cool places.

From a thermodynamic perspective, the purpose of life on earth is to reduce the greatest energy gradient in our solar system: the nearly 10,000°F temperature of the sun and the nearly absolute zero temperature of space. Without life, and the atmosphere which oxygen-generating bacteria, algae and plants have created, the little planet we call Earth would be a scaldingly hot piece of rock and would not be doing its entropy-producing job of dissipating solar energy into outer space. But, fortunately for us, the earth was clever enough to collect ice from asteroids, allow the chemical conditions necessary for simple protocellular and then cellular life to generate, fill out an oxygen-rich atmosphere with clouds and ozone to block some of the intensity of the sun, and ever-so-slowly consolidate living systems into multi-cellular communities which became creatures in their own right, and then complexify and diversify such community entities into phototropic plants which can connect soil to air and ground water to weather, and into critters which can ingest plants and their fruits to scatter seeds across the fertile lands while leaving manure behind them, and into the myriad decomposers and recycler organisms that keep the material flows moving in endless cycles of life and death – all the while coming up with tricky things like sex to encourage reproduction and generational longevity. That’s one smart Gaia!

When we look back into evolutionary time, what we discover is a continuous, albeit periodically interrupted, process of increasing organization, increasing complexity, increasing diversity, increasing individuation coupled with increasing networking and interdependency, increasingly intelligent self-reinforcing, self-replicating, persistent, energy and material cycling, chaos producing, thermodynamic entities or processes that look like whirlpools, slime molds, bacteria, algae, plants, animals, homonids, societies, economies, ecologies, and a world-wide-web of information exchange. And the function of each and all of these is to more efficiently degrade exergy into entropy by the paradoxical creation of localized, boundaried low-entropy events that have names like Joe and Jane and Fido.

Not only do we “seem to be a verb”, but more precisely we are transitive verbs whose job it is to maintain bounded order in order to export chaos into the environment by the alchemical transmutation of energy “gold” into the “dross” of dissipated heat.

This may seem to be an inadequate job description for such “highly evolved” creatures as Homo Sapiens Sapiens, one step below the angels (our hubris has always tripped us up). But there is a bit more to the job description than that. Unfortunately, we seem to have misread it.

If we study the process of embryological development and the growth of an infant into a child and an adult, or we investigate the ontology of an ecosystem from pioneer species to climax forest, or consider the evolution of newly-selected adaptations into stable long-lived species – what we discover are thermodynamic systems which shift from rapidly-growing, quickly-expanding, energy-gobbling entities into more energy-efficient and stable structures that have achieved an optimum balance between low energy and material consumption and the production of maximum external gradient reduction. We call such species or ecosystems “mature”. Tropical rain forests are a prime example. And we should call such people and societies and economies “mature” as well. Indigenous hunter-gatherer cultures were prime examples, though there are no such examples in the modern human world.

Another thing we notice about mature and stable ecological systems, whether they be individual organisms or forest ecologies, is that under environmental stress they will devolve to a more primitive form of organization which may be more hierarchical but less efficient with lower levels of diversity and equity and more “leakage” of resources and energy. The same is true of the organisms we call humans and of human society, though within the human culture the stresses can be psychological as well as physical or biological.

When we’re taught history in school, the timeline begins with the first civilizations, well into the agricultural “revolution” which changed the face of the earth and humanity’s relationship to it. For reasons all too understandable (since our culture believes that the way we live now is the way we were intended to live), we ignore the fact that for 99% of our life as a genus since Homo Habilis walked the earth we lived as a mature thermodynamic process that participated in the broader dissipative structure of the forest ecosystem. Once we began producing “profit” (more food wealth than we could consume), we expanded like a pioneer species within our ecological niches and then like an invasive species across the globe, altering the environment sometimes permanently through deforestation and desertification and the annihilation of local species.

When we then learned quite recently how to exploit the fossil fuels that Gaia had carefully buried as a means of maintaining the carbon balance and global temperature homeostasis of earth, our ostensibly intelligent species not only exported entropic waste (pollution) at a far greater rate than the rest of the planet’s thermodynamic systems were able to absorb and recycle (and tons of petro-chemical wastes that could not be biologically recycled), but we altered the planet on a global scale. By turning natural resources into “commodities” for exploitation and for the satisfaction of artificial wants rather than organic needs, we sufficiently undermined long-stable ecosystems to the point where they could no longer maintain their essential biodiversity and, in so doing, initiated the sixth great extinction of species and the first one in earth’s history to be caused by a single (and allegedly intelligent) species. And by returning Gaia’s carefully buried carbon to the atmosphere as carbon dioxide, we have altered the planet’s climate to the point that it will take perhaps a million years to self-correct to an almost certainly higher-temperature homeostasis. Judging by past such extinction “perturbations”, it will likely take Gaia 20 to 50 million years to completely recover from our accelerated entropy production, widely dispersed pollution and unprecedented decimation of biodiversity.

This is not the work of an intelligent, mature species. This is the selfish, ego-satisfying behavior of a child or adolescent. Thus, some kind of stressor that was coterminous with the agricultural revolution and then exacerbated exponentially by the industrial revolution has caused a regression to a more primitive form of species organization and behavior. What makes this regression so difficult to stop or reverse is that – in our self-importance, arrogance and hubris – we mistake it for progress and look upon mature Homo Sapiens cultures as “primitive” and “savage”.

The one thing that changed in our physical and cultural environment with the agricultural revolution was the introduction of “profit”. While all living organisms and ecosystems store energy in the form of bodily carbohydrates and fats, or stashes of nuts and seeds, or the humus and biomass that accumulates over eons of time on the forest or ocean floors, it has always been done in a manner and at a rate which maintains diurnal and seasonal balance and does not exceed the recycling ability of a healthy, mature ecology. This ecological imperative is similar to the Native American philosophy of taking only what you need and considering the next seven generations in all individual and community decisions.

With the unprecedented growth of material “wealth” made possible by the exploitation of “ancient sunlight” in the form of fossil fuels, and the modern economic focus on “profit” rather than simple need, global humanity has further regressed into a highly hierarchical, non-egalitarian, and ecologically-destructive species that has literally changed the face of the earth for what – in our own timeline – may as well be forever. Just as we confuse our current primitive regression for a progressive “enlightened” development, we confuse powerful cultural stressors for personal and social benefits. Among those stressors are severe overcrowding, particularly in urban areas, inequitably distributed essential resources with even more inequitably distributed unessential wealth, and a constant culturally-induced striving for perennially unsatisfiable desires that often conflict with basic bio-cultural needs. The result is the hominid at the end of the evolutionary sequence pictured at the start of this essay.

By thermodynamic measures, we have created – by our unconscious and conscious choices – a highly dysfunctional regressive human ecology. Like the ancient anaerobic cyanobacteria that poisoned themselves by their “waste” production of oxygen as they permanently altered the earth’s atmosphere, humanity is permanently altering the earth’s atmosphere by its overproduction of waste and poisoning itself (and millions of other species) in the process.

Of course, we don’t (and can’t) know what our real job description might be. One science fiction writer suggested that, when an alien spaceship crashed on earth eons ago it seeded life so that it would evolve into intelligent complex creatures which would unknowingly make a replacement part for their spaceship so that the long-lived aliens could return home. Perhaps so.

Or, perhaps it’s as quantum physicist Erwin Schrödinger speculated in the epilogue to his ground-breaking treatise “What is Life?”, in which he attempts to reconcile the notion that the body functions as a mechanism following the deterministic laws of nature with the “incontrovertible experience” of willful control. He wrote, “The only possible inference from these two facts is that I think that I…am the person…who controls the motions of the atoms according to the Laws of Nature… Hence I am God Almighty.”

This comports with Alan Watt’s notion that we are IT, pretending not to be. In a profoundly unknowable universe, in which we might paradoxically be the universe in its dispersed individuated form, humanity’s recent actions don’t appear to be consistent with being God Almighty or the infinitely intelligent Universe. But, perhaps it’s time that we started acting our age (3.5 billion years as life or 2.4 million years as humanity) and learn – once again – to live within the optimum balance point of the great Second Law.

Robert Riversong is a designer and builder of super-insulated passive solar homes, an instructor in sustainable design, an experiential wilderness guide, rites-of-passage facilitator, and midwife for a new world struggling to be born.

E-Book da Matriz/DNA, Dreamweaver, Renda Mensal

terça-feira, maio 24th, 2011

“Sales of digital books in the U.S. rose to $441.3 million in 2010, more than two and a half times the year-earlier number, according to the Association of American Publishers. E-books made up 8 percent of trade-book revenue last year, up from 3 percent in 2009.”

Preciso urgente instalar o dreamwever para montar o e-book. Está na hora, é o momento da oportunidade  e preciso garantir uma renda mensal para poder trabalhar com a Matriz/DNA.

Com esta nova descoberta da NASA, a Matriz/DNA nos leva a tocar os pés de Deus!

segunda-feira, maio 23rd, 2011

Galaxia com a Forma do DNA

A recente bombástica revelação da NASA foi a de que existem galáxias com a mesma forma do DNA! A 20 anos atrás eu estudava a biosfera do Amazonas e notei que havia um padrão repetitivo em todos os sub-sistemas conhecidos, desenhei êsse padrão na forma de uma fórmula, um diagrama de software, e denominei-a de “Matrix/DNA”.  A “Matrix” parece ser uma fórmula que surgiu inicialmente como um vórtice e vem evoluindo, sendo o DNA a sua face biológica. Ela tem organizado a matéria na forma de sistemas, desde antes das origens do Universo, criando assim, átomos, galáxias, árvores e corpos humanos. Portanto, naquela época apresentei esta teoria dizendo: ” as galáxias tambem possuem DNA, se êstes resultados estiverem corretos”. Claro, ninguém poderia tê-lo entendido sem conhecer o método utilizado e o desenvolvimento da pesquisa.

O fato é que a Matrix/DNA tem explicado desde então tudo o que de material existe por nós conhecido, e vem explicando tudo o que vai sendo descoberto. A ponto de eu ter chegado à conclusão de que nada mais nêste mundo material é segrêdo, está tudo elucidado. Não está aqui, nêste universo material, ainda, o tesouro supremo, a resposta para o sentido e significado da nossa existência. Porem, como a Matrix revelou que êste universo é uma produção genética – o que indica que seu criador é algo simplesmente natural, ainda havia a esperança de que, na continuidade da busca, chegássemos cada vez mais perto dêle.   

Porém, então aconteceu a dois mêses atrás, quando observava um gráfico do espectro da luz ( como ela se divide em frequências e períodos, e como cada divisão apresenta uma cor diferente), e meu fraco coração desembestou a bater quase me saindo pela bôca: estava ali,na luz, o início de tudo, as origens primordiais do código da vida e do processo dos ciclos vitais! A luz muda de cor,do violeta para o infra-vermelho, pelo mesmo mecanismo que nosso corpo muda de forma, da criança para o adulto. Tudo é produto de um código feito de luz!

Se existe Deus, a Luz é seu braço, é seu toque nêste Universo, é sua varinha mágica. Nela e através dela, Deus dissemina o código criador de mundos. Se não existe Deus, de qualquer maneira, o que veio de seja lá o que foi que deflagrou a existência dêste universo material, o fêz através da luz. 

Isto me fêz desmoronar intelectualmente. Porque eu posso lidar com a matéria, desvendar seus ultimos segrêdos, pois a matéria é palpável, acessível aos sofisticados instrumentos cientificos que são extensões dos nossos sentidos. Mas com a luz, não. A luz é uma abstração como é a mente,  algo intocável. Sei que um facho de luz  foi transformado em corrente elétrica por uma das mais fascinantes experiências cientificas recentemente, mas mesmo assim, ela continua sendo um fantasma. Como trabalhar com um fantasma?

Se agora a resposta fundamental, a solução suprema para a questão da nossa existência e da existência do mundo jaz em algo não acessível ao toque, à manipulação, isto significa que a espécie humana nunca terá a resposta. Foi para mim um golpe mental mortal. Tôda uma vida dedicada exclusivamente com tôda minhas energias numa busca de vida ou morte… e descubro que o tesouro que procuro está oculto atrás e além da luz, é definitivamente inalcançável, ao menos para nossa tecnologia materializada.  Sinceramente, a partir de então passei a desejar a paz da morte, sumir de um mundo que me quer como escravo ignorante até sôbre a minha própria existência. Nada me apega a êste mundo a não ser esta missão, e ela é irrealizável, então, nada mais tenho a fazer aqui. 

Mas… enquanto a morte não vem, e como sou teimoso, não pude evitar de pensar o seguinte… “Já que meu cérebro não pode parar de pensar enquanto a benfazeja morte não vem, porque não – apenas a título de passar o tempo e por mera curiosidade – procurar o que a Humanidade sabe ou diz sôbre as quatro ultimas fronteiras onde estacionei: a luz, hologramas, o cérebro e a mente.

Por isso me bateu forte esta noticia da NASA:

Magnetic forces at the center of the galaxy have twisted a nebula into the shape of DNA, a new study reveals. The double helix shape is commonly seen inside living organisms, but this is the first time it has been observed in the cosmos.

“Nobody has ever seen anything like that before in the cosmic realm,” said the study’s lead author, Mark Morris of the University of California at Los Angeles. “Most nebulae are either spiral galaxies full of stars or formless amorphous conglomerations of dust and gas — space weather. What we see indicates a high degree of order.” These observations, made with NASA’s Spitzer Space Telescope, are detailed in Thursday’s issue of the journal Nature.

My God! É  justamente isto, cem por cento exato, o que a Matriz/DNA previu a 20 anos atrás: “ O DNA que existe como essência dos seres vivos é meramente a forma biológica de uma Matriz Extra-Universal, que tem moldado desde átomos a galáxias! Ela é responsável pelos estados de ordem, do mais simples aos mais complexos.”

Fôrças eletro-magnéticas são campos gerados no escôpo da luz, e parece-me, vice-versa. Não faz parte do processo da Evolução que a fórmula da Matriz modele galáxias à sua imagem e semelhança. Isto não teria utilidade alguma. A forma do DNA, ou melhor, de sua unidade fundamental de informação ( um par vertical e horizontal de nucleotideos),  apenas precisa estar sedimentada na estrutura da galáxia, que é o sistema resultante dos sete tipos de astros se conectados entre si. Mas nada impede que – após ter completado seu trabalho na estrutura fundamental – as emanações eletro-magnéticas de uma porção cósmica de luz, que contem o código da existência, continue a influenciar o arranjo da galáxia inteira.  

O leitor não pode imaginar o grau de profundidade de conhecimento do que estou dizendo, por falta de treino nesta área. Descobrir que o nosso DNA está relacionado com galáxias… como indicou esta foto, é algo tão espetacular no nosso pequenino mundo mental de tantos labores filosóficos e cientificos, que a Humanidade ainda não captou ou não conseguiu digerir o significado desta noticia. Tem-se acreditado que a vida surgiu por força da acumulação de eventos protagonizados por simples fôrças naturais, porque isto teria que acontecer um dia, estatísticamente. Mas estas fôrças sempre foram buscadas a nivel microscópico, pois segundo ainda o que se tem acreditado, a vida surgiu microscópicamente numa pequenina porção de sôpa primordial em algum lugar nas profundezas de algum oceano. Mas agora estamos vendo a essência da vida a nível “MACROSCÖPICO”! Do tamanho de galáxias!

Os meus modêlos sugeriram a 20 anos atrás que a Natureza joga com o invisível pequeno da mesma maneira que com o absurdamente grande, passando de um nivel ao outro sem o menor escrúpulo, sem se distorcer ou sentir qualquer impacto. Até criei uma nova palavra: “giantologia”. Para esquematizar os processos naturais em que a Natureza aplica nanotecnologia e, vive-versa, ou seja, giantologia. Nosso corpo faz isso perante nossos olhos: êle se miniaturiza dentro de um espermatozóide, ou óvulo, sem se deformar ou perder qualquer detalhe, e depois se agigantesca a partir destas suas micro-formas. Assim sugerí um mecanismo genético o qual teria feito com que a célula seja a cópia miniaturizada fiel do DNA que paira no céu. 

Os meus modêlos viram dentro das galáxias que existe uma essência no mesmo formato do nosso DNA. Pela primeira vêz deixei de imitar os quimicos positivistas a se ajoelhar na beira dos pantanos remexendo a lama na busca do cêpo original que deflagrou a vida na Terra, e olhei para cima, na direção da Milk Way. Posso ser um zumbí morto-vivo a quem Deus nunca deu sequer um metro de terra meu mesmo para descançar meus ossos, sempre tendo que trabalhar duro no dia para pagar o quarto da pensão à noite. Posso ser um cadáver ambulante que sonha com a morte libertadora por não aguentar os limites que me foram impôstos ao nascer.  Mas… êsse prazer, essa indescritível satisfação, de ter lutado contra meu algoz pela liberdade, de ter visto esta foto tirada pela Nasa ontem, a 20 anos atrás quando do meio da selva amazônica levantei os olhos da mente para o céu… vale mais que tôdas as riquezas e posses nêste planeta.

Certa vez, ouvindo à volta da fogueira as revelações do curandeiro nativo que se embebedava com suas poções feitas à moda do Santo Daime, êle tentou explicar que em estado de transe saía dêste nosso mundo e entrava numa outra realidade. Mas era uma realidade pobre, simples demais, pois era tôda constituída de luz, uma luz muito forte, contínua, que se perdia de vista. Do meio da sua nova realidade êle olhava para nosso mundo e via um mundo de sombras. A luz era real, êle sentia isso, o nosso mundo era uma fantasia incongruente. O nosso mundo tôdo estava assentado sôbre êste oceano de luz. Mas – prosseguia êle a dizer – nós não vemos a luz com nossos olhos porque ela é demasiado forte para nós e nos cega, por isso vemos como fundo do céu, a escuridão. Quando na verdade seria o contrário. Lembrei-me então do efeito sentido quando na escuridão da selva de repente apontava o facho de luz da lanterna para meu rosto. Ficava cego repentinamente. O que o índio dizia fazia sentido, porem fui burro ao não perceber a profundidade do que êle estava dizendo. Não o percebí porque não acreditava no que êle dizia, um mero nativo selvagem. Preferí levar a coisa na brincadeira e pensar numa piada, lembrando de Platão descrevendo as sombras da caverna e me perguntando se tambem Platão não estaria bêbado quando disse aquilo. Mas acho que aquela conversa ficou gravada no inconsciente e me fêz 30 anos depois descobrir o código na luz. Pois me lembrei novamente da conversa do índio quando lí pela primeira vêz uma matéria sugerindo que 95% do Universo parece ser algo como uma “dark energy”, uma matéria escura. Não seria o caso de que o que os cientistas estão pensando ser escuro seja exatamente a luz na sua mais elevada essência e pureza? Isto agora faria sentido: o Universo está assentado sôbre uma fôrma de um sistema natural, funcional e caminha para ser reproduzido nesta forma.  

Se Deus nos fêz pequenos para nos recolher-mos aos nossos limites e insignificância, que Êle se cuide, pois a  mente dêste ser pequenino está crescendo a ponto de já conseguir alcançar Suas galáxias antes mesmo que nossos tentáculos materiais! E isto lampeja como uma centelha de luminiscência, uma esfuziante alegria alicerçada na quase certeza de que nossas futuras gerações vão conseguir com a mente que hoje ajudamos a evoluir, a tocar Sua luz e desvendar o código final que nos libertará de todos os limites. Pois se com a mente apenas conseguimos ver o que estava invisivel numa galáxia, isto levanta a esperança de que esta mente será capaz de ver o que está oculto além da luz.