Archive for junho, 2011

Como fazer raps, blues, com temas cientificos ou anti-religiosos

quarta-feira, junho 29th, 2011

New Orleans Club Social

(Artigo traduzido do endereço abaixo. Obs: Tradução automática pelo Google, sem correção,mas se alguém precisar, deixe comentário que conserto o texto)

http://www.npr.org/blogs/13.7/

http://www.npr.org/blogs/13.7/2011/06/29/137472680/skeptics-deniers-and-how-to-tell-the-difference-part-i-blues-jam

Title: Skeptics, Deniers And How To Tell The Difference. Part I: Blues Jam

Céticos, negadores e como dizer a diferença. Parte I: Jam Blues

A ciência é muito parecido com o blues. Na verdade, é muito parecido com um congestionamento de blues. É tudo sobre chamada e resposta.

Ouvir uma boa banda de blues (isso acontece no jazz também) e você vai ver muitas vezes os jogadores jogam entre si. O cara com golpes de harpa e um riff de guitarra envia de volta com uma variação. A harpa tem essa variação, modifica-lo um pouco e guitarra, mais uma vez, responde. frente e para trás vai, construção e levantando-se e construir para o deleite da platéia e os músicos.

Eu já joguei harpa azuis durante anos e preso com muita gente. Mas era o meu cunhado- Hendrik Helmer – (um mestre da guitarra profissional em NYC) – que me ensinou um realmente bom músico ouve profundamente para o que está acontecendo na banda. E é aí que a ligação entre a música, a ciência, o ceticismo e negação ocorre.

Ceticismo científico verdade, ao contrário, como uma negação agressiva e arraigados, é toda sobre a escuta. Acima de tudo todos os seus cerca de curiosidade. Se você é verdadeiramente um cético científico, então você está realmente curioso sobre o que vem a seguir na chamada e resposta.

É assim que funciona.

Eu escrevo um papel com uma nova descrição para alguns fenômenos. Será poderia ser sobre reconstrução de um registro de temperatura ou clima, por causa dos argumentos, poderia ser sobre como estrelas se formam a partir de nuvens de gás em colapso . Você acha que eu estou errado e por isso você escrever um documento em resposta mostrando como a minha análise dos dados ou o meu tratamento matemático da idéia de colapso da nuvem se extraviaram. Eu li o seu papel e, em seguida, mostrar como a sua análise da minha análise é falho.

Mostro, por exemplo, como as suposições que você usou na criação de suas equações diferentes das que usei no meu artigo original (essas suposições podem estar relacionadas à forma como a nuvem em colapso foi formada em primeiro lugar). Eu, então, mostrar como suas suposições não correspondem aos dados, mas o meu fazer. Assim, eu afirmo, sua crítica de toda a minha ideia é errada. Você responde escrevendo um novo artigo sobre a condições adequadas inicial para a análise a abertura de uma nova direção inteira do argumento.

Frente e para trás esta chamada e resposta vai. Se o assunto é interessante para a comunidade em geral, em seguida, outros pesquisadores vão aderir à “jam” e um monte de trabalhos será a voar com idéias diferentes e diferentes tratamentos dos dados e das equações.

Enquanto tudo isso está acontecendo, eu posso reclamar atrás de suas costas sobre o que um idiota você é. Eu posso pensar que você é rude e tem gosto ruim em seus métodos de análise. Posso até pensar suas críticas estão ficando tipo de estúpido. Isso é bom. Mas enquanto você está jogando pelas regras científicas (submeter a periódicos editados, respondendo a peer review, etc), sou obrigado a responder às suas críticas.

Mais importante, como um verdadeiro cético científica (como todos os cientistas deveriam ser), estou interessado no que você tem a dizer no sentido científico. Eu quero saber como você vai responder a minha resposta. Estou curioso sobre a chamada e resposta. Mais importante, se você tem me mostrado que eu estava errado em papel 3 do nosso back-e-vem, então eu não posso continuar referindo-se a esse trabalho como se nunca o seu número de papel 4 ocorreram.

Que é o ceticismo verdade. Que é como a ciência floresce.

A negação é quando eu ignorar o fato de que o seu número de papel 4 respondido ao meu reivindicações em número de papel 3 e continuar como se eu posso continuar a fazer essas reivindicações. A negação é, quando há 50 artigos respondendo às reivindicações o meu número de papel 3 e mostram a todos como eu estava errado, mas eu ainda agem como se essas afirmações são válidas.

Negação, em suma, é quando você parar de ouvir. É uma falta de curiosidade. Esse estado muito perigoso parece ser o que está acontecendo com a ciência do clima e não augura nada de bom para uma sociedade tecnológica que deve ter um meio independente de avaliação técnico / científico reivindicações.

Há muito espaço para o ceticismo em estudos climáticos, ou de qualquer ciência. Mas uma vez que você parar de ouvir a chamada e resposta, porque sua mente é composta sobre a natureza, você tem virado as costas para a música que define a grandeza do processo científico.

(Para a Matriz: Fazer pesquisa sôbre essa banda e seu método)

Uma Cientista que Gosta de Uma Minhoca Aprende a Pensar Como Minhoca e a Falar Com…

domingo, junho 26th, 2011

… leigos como eu, que só entende a Ciência quando explicada assim, com humor e de maneira fácil. A Dra Bargmann passou 24 anos de sua vida estudando os neuronios de uma espécie minuscula de minhoca, menor que um milimetro, a C. Elegans. Publicada no New York Times a notícia fomentou interessante debate entre os prós e os contras. Vale a pena patrocinar tais pesquisas? Mas como vamos um dia entender o cérebro humano se não começarmos pelo estudo dos neuronios de minhocas? O debate continua na seção comentários do artigo online, e eu, representando a cosmovisão da Matriz/DNA que sugere explicações surpreendentes estou participando sob o pseudônimo de Austriak727. (Veja o artigo em


In Tiny Worm, Unlocking Secrets of the Brain

Mas a doutora parece que exagerou na sua heróica missão pois ela mesmo diz: “ O Dr. Horvitz me disse que a minha melhor qualidade como cientista é que eu consigo pensar como uma minhoca.”
Isto é o que eu chamo de método cientifico reducionista na sua extrema expressão. Mas o Dr. Horvitz, chefe do laboratório, explica: “Cori Bargmann é talentosa além de conseguir pensar como uma minhoca. Ela pode pensar como poucas pessoas de uma maneira rigorosamente criativa, e assim ela tem repetidamente desenvolvido novas maneiras de abordagens aos problemas.”

A C. Elegans tem sido cada vez mais apreciada nos estudos de laboratório devido ela conter os principios do que os animais superiores e o homem contem nas suas formas mais simples. Por exemplo, enquanto o cérebro humano tem bilhões de neuronios e trilhões de conexões entre eles, a minhoca tem apenas 302 neuronios e cerca de 8 mil conexões. Ela se alimenta de bactérias que consomem principalmente plantas e corpos putrefatos. A doutora descobriu uma série de novidades que interessam a cientistas de muitas outras áreas. Por exemplo, a C. Elegans é cega e seu mundo é guiado pelos cheiros. Se ela é cega como ela detecta onde está uma bactéria, sua comida? Ora ela se especializou em identificar o cheiro da comida das bactérias, os aromas da putrefação. Claro, se você quizer encontrar macacos vá onde estão as bananas.

Foi quando o artigo mencionou esta novidade que a Matriz/DNA se remexeu nas galáxias e cutucou meu cocuruto mandando mais uma inspiração e não resistí à tentação de entrar no debate… graças à complacência do pessoal do New York Times que a tempos tolera a minha luta pela Matriz.

A Matriz/DNA se despertou devido ao seguinte texto do artigo (não meta o pau na minha tradução, eu fiz o possível… e aproveite para exercitar seu Inglês corrigindo meus êrros) :

“She found that worms with a mutation in a gene called odr-10 could not smell diacetyl,
“Ela descobriu que minhocas que têm uma mutação num gene chamado odr-10 perdem a capacidade de sentir o cheiro de diacetyl,

a chemical that gives butter its odor and is produced by a bacterium that is a favorite worm food.
uma molécula química que dá à manteiga o seu odor e é tambem produzida por uma bactéria que é a comida preferida da mandioca… digo… da minhoca.

The odr-10 gene, which makes the odor receptor protein that detects diacetyl, is active in neurons that guide the worm toward a scent.
O gene odr-10, o qual produz a proteina receptora do odor que detecta diacetyl, é ativo em neuronios que guiam a mandioca… raios,… a minhoca, na direção do cheiro.

Dr. Bargmann switched things around so that odr-10 was expressed only in a neuron that detected scents repulsive to the worm.
A Dra. Batman… quer dizer, Bargmann, misturou as coisas de maneira que sómente o odr-10 era expressado num neuronio que detecta aromas repulsivos à minhoca.

These worms backed away from the buttery odor, showing that it is not the odor receptors but the wiring of the nervous system itself that determines whether the worm deems an odor delicious or detestable.
Estas minhocas fugiram longe do cheiro do Ministro Manteiga,… glup… da manteiga, mostrando que não são os receptores de odor mas sim a rêde de fiação de conexões do sistema nervoso que determina que a minhoca julgue se um aroma é delicioso ou detestável (é assim que vai se aprendendo a pensar como minhoca. Conheço um cara que não pensa nada mais do que em sexo, não sei porque. A unica informação que tenho é que o unico neuronio bom que lhe restava desceu para a cabeça de sua minhoca de estimação…).

This was a surprising result because most people thought that sensory information was perceived as neutral, with the brain deciding
Êste foi umresultadosurprfeendente porque a maioria dos cientistas pensavam que a informação sensórea fôsse percebida como neutra, como cérebro decidindo

later from the context whether it was good or bad.
mais tarde desde o contexto se ela é boa ou ruim.

Some scientists said that only worms behave this way,
Alguns cientistas disseram que sómente minhocas se comportam dessa maneira (e daí?! Temos que respeitar as culturas dos outros, não é? Se esse comportamento é aceito pelo consenso geral e tornado legal pela constituição suprema na civilização das minhocas, nada temos que meter o bedelho no meio…),

but the same result was later obtained in mice.
mas o mesmo comportamento foi mais tarde descoberto nos ratos.

Mas é aqui que reside uma beleza incomensurável na Natureza que só os loucos pela Natureza sabem ver e apreciar. Esta palavra, diacetyl, iluminou de repente uns neuronios na minha cabeça. Acontece que tempos atrás na pesquisa quando desenvolvia os modelos da Teoria da Matriz/DNA trombei com esta molécula e tive que estuda-la mais a fundo. Procurava resolver o mistério de como a Natureza inventou, onde ela foi achar a idéia, de fazer com que o primitivo RNA construísse uma cópia de si mesmo mas com rotação oposta e pondo-a em paralelo saindo-se com o genial DNA. Foi quando descobrí que o RNA é o representante biológico apenas da meia-face esquerda da Matriz, mas como no circuito o fluxo de informação vai de baixo para cima no lado esquerdo, basta continua-lo no espaço de átomos ao caos que ele os organiza e constrói uma cópia e a coloca ao lado direito, quando o fluxo vem de cima para baixo. Isto resolvia um dos maiores mistérios da Ciência: o problema que os quimicos conhecem bem e é chamado quiralidade. Você põe sua mão aberta e com a palma virada para um espelho e verás a imagem refletida no espelho. Assim, as mãos humanas são talvez o mais universalmente reconhecido exemplo da quiralidade. A mão esquerda nunca se produz no espelho como a imagem superposta da mão direita; não interessa como as duas mãos são orientadas, é impossível fazer com que as maiores caracteristicas das duas mãos coincidam. Eu girei de todo jeito na frente do espelho, fiquei de cabeça para baixo plantando bananeira, fiquei de quatro e passei a mão pelo meio das pernas para ver se enganava o espelho, perdí o equilibrio e quebrei quatro espelhos – tudo em nome da Ciência – mas nunca o conseguí. Assimetria é o nome disso.

E o que tem a ver o tal diacetil, a substância que dá aquêle gôsto na manteiga, com a quiralidade e a minhoca? Tudo. Acontece que a Natureza antes da origem da Vida produzia todos seus sistemas contendo moléculas com sentidos de rotação direito e esquerdo. A matéria inanimada é formada pelos dois opostos sem problema. Mas quando chegou na hora de começar a fazer os seres vivos… ela só pegou as moléculas esquerdistas. Todas as moléculas em nosso corpo são “left-handed”, como dizem os inglêses. Enquanto isso, tôdas as moléculas direitistas são tóxicas, venenosas para nós. E o grande mistério que tira o sono dos cientistas ainda hoje é: “Porque? Não faz sentido!”

A Teoria da Matriz/DNA matou a charada: representando o lado esquerdo da fórmula da Matriz, as moléculas à esquerda representam o fluxo de energia/informação no seu estado de crescimento, construção. No lado esquerdo da Matriz está a metade do período da vida em que o corpo cresce e se desenvolve. Vai do Buraco Negro na Função 1 ao Pulsar na Função 4. A partir daí a energia começa a decair em qualidade, tem inicio a entropia, que é a degeneração do corpo. Ora, a Vida foi iniciada para evoluir e não parar no primeiro ser vivo, na primeira célula completa. Se os sistemas vivos possuissem as duas metades, a primeira célula teria ficado patinando sem sair do lugar, jamais evoluiria para coisa alguma. Estaria repetindo o circuito de sistema fechado do nosso ancestral LUCA, que é um fim em si mesmo, como a Matriz foi no estado das galáxias. Por isso as moléculas direitistas representam a morte para nós. Tu tá pensando que a Natureza é burra?

Mas agora vamos ver como matei a charada da minhoca no New York Times. O diacetil é uma molécula “aquiral”. Apresento em algum lugar aqui sua figura, dê uma olhada.

Do lado esquerdo temos o H3 vindo primeiro como na mão esquerda está o dedo mindinho. O C vem depois como o dedo polegar. Mas no lado direito, apesar dos mesmos elementos se repetirem, o C vem primeiro e o H3 vem depois. É a alma de ums sistema fechado que contem sua morte préviamente estabelecida em si mesmo. Mas para piorar as coisas, ao invés da costumeira ponte de hidrogênio ligando moléculas, aqui vemos uma ponte com dois oxigênios. Ora, o oxigênio, com sua configuração de 12 átomos, já foi identificado pela Matriz como o agente na nossa biosféra que representa o circuíto total e duplicado de sistema fechado. Por isso êle oxida tudo. Então, o fator entrópico, ou seja, a meia-parte do circuito que leva os corpos à degeneração é expressado duas vêzes no diacetil, e assim a parte esquerda é dominada, recessiva. Sendo um agente da morte, o diacetil não admira ser um veneno potente para nós. Sei de casos nos USA onde trabalhadores na industria de manteiga adoeceram por inalar demasiado diacetil e demandaram as empresas na justiça. E tambem, se a Matriz estiver correta, o diacetil deve ter como habitat natural todo lugar onde exista predominancia do processo degenerativo. A Dra. Bargmann confirmou as previsões da Matriz ao revelar que uma bactéria que se alimenta de matéria putrefata produz o diacetil. Pronto!

Porque a minhoca corre na direção de onde ela sente o cheiro de diacetil se êle faz mal aos seres vivos? Se é um aroma da putrefação? Ora, o cheiro da bôrra de vinho nos engenhos é quase insuportável. Mas o bom viciado em tomar vinho sempre corre na direção de onde êle sente o cheiro da bôrra… porque ali deve ter vinho. Nem bebado êle come a bôrra, assim como a minhoca, mesmo que a Dra. Bargman surrupie alguns de seus neuronios, não ingere o diacetil.

A minha segunda mensagem no debate foi devido a necessidade de ampliar o horizonte dos debatedores além do foco na minhoca e cérebro humano. Muitos oposicionistas acham que estamos desperdiçando dinheiro ao sustentar tais tipos de pesquisa. Ou seja, não vamos aprender sôbre o cérebro humano, que é o que nos interessa, estudando minhocas. Ledo engano.

A minhoca não possui um cérebro estruturado como o nosso, que reune todos os neuronios num só lugar. Ela possui os 302 neuronios espalhados pelo corpo todo formando apenas um sistema nervoso. Acontece que êstes micro-organismos foram nossos ancestrais. A evolução do nosso cérebro passou por êles.

A evolução no sentido sistema nervoso/cérebro pode ser comparada à evolução da blastula no sentido do embrião. Primeiro, nos iniciais estágios da gestação as células se multiplicam praticamente iguais formando uma bolota, onde elas parecem estarem distribuidas caóticamente. Mas alguns meses depois verificamos que daquela bolota começou a diferenciação celular e a formação de órgãos até chegar ao feto, ao embrião. Pois o sistema nervoso dêstes animaizinhos estão para o cérebro humano como a blastula está para o embrião.

Sabemos que a força misteriosa que estava nas células e produziu tôda sua evolução foi um comando de instruções em código denominado DNA. Então é racional que procuremos no sistema nervoso da minhoca um comando de instruções em código orientando-o na direção da formação de um cérebro. Ora, é o mesmo DNA. Mas como?!

Na blastula tem o DNA com instruções para fazer o embrião porque o DNA veio de alguem que foi uma blastula um dia e evoluiu para embrião. Portanto êsse DNA tinha o processo registrado como numa memória. Como poderia o DNA da minhoca ter registrado em sua memória um tipo de cérebro que só apareceria nos animais superiores, milhões ou bilhões de anos depois?

O cérebro humano tem cêrca de seis ou sete regiões, seis ou sete tipos de órgãos ou glandulas: pituitária, o hipocampo, etc. Cada uma é uma ferramenta biológica representando uma das seis ou sete funções universais tal como está na fórmula da Matriz. O cérebro foi desenvolvido a partir de um sistema celular, cujas seis ou sete organelas já representam estas funções sistêmicas. Então o cérebro nada mais é que uma construção da Matriz, ou seja, o ápice aqui nestas regiões do Universo da Evolução Universal. Êle já estava programado na Matriz desde as origens desta. Ora, e a Matriz está na memória do DNA. Entendeu?

Mas a Matriz vem de algo ou alguem que existia antes e gerou êste Universo. Talvez o cérebro humano já estivesse programado no precário sistema nervoso da minhoca porque o sistema nervoso da minhoca imita a forma de blastula que existiu no passado do cérebro dêsse algo ou alguem. Queres chamá-lo “Deus”? E porque não?

Humans can sense the Earth’s magnetic field-

quinta-feira, junho 23rd, 2011
Humans might be able to innately detect Earth’s magnetic field without even realizing it, thanks to a compound found in our eyes. Or we may have been able to do so some time in the past.
Plenty of animals are known to be able to perceive geomagnetism, using it to navigate and even to hunt their prey. Proteins called cryptochromes, which exist throughout the plant and animal kingdoms, lend several species this ability. The proteins are related to the circadian rhythms of animals and plants, and recent studies have shown it apparently enables light to serve as a geomagnetic locator.
Electrons in cryptochrome molecules come in entangled pairs, and the Earth’s magnetic field may cause one of the electrons to wobble. A chemical reaction in response to the wayward electron’s altered spin lets birds see magnetic fields in color, according to a theory published last summer.
But as far as researchers thought, cryptochrome doesn’t do much to help us orient ourselves, hence why people have to rely on celestial objects, known landmarks and GPS to figure out which way is north.
But a new study suggests the protein could actually express itself in the retina to help detect geomagnetism. Neuroscientists at the University of Massachusetts took a human version of cryptochrome 2, and inserted it into fruit flies that lacked their own version. The fruit flies’ magnetic perception was restored, as Wired Science reports.
It may not work this way anymore — there are not exactly voluminous reports of humans navigating simply by peering at magnetic field lines — but it could have proved valuable in helping our earliest ancestors navigate, according to researchers who spoke to Wired. Maybe someday researchers will figure out how to exploit this ability once again, and you won’t need that GPS function in your smartphone after all.
The study is reported in today’s issue of Nature Communications.

Astronomia: Galáxias são sistemas fechados ou abertos?

terça-feira, junho 21st, 2011

Êste trecho abaixo foi visto num forum:

R-:”since direction of entropy can be locally reversed because, as has been argued, every planet/galaxy is an open system”

P-: “I would argue the galaxy being an open system. One may be, but if a galaxy is sufficiently isolated from other galaxies, such that they are not gravitionally influenced, then (I would argue) that it is not an open system. It is, quite possible, an isolated system.”

Importante questão que a Teoria da Matriz/DNA ainda não resolveu. O “building block fundamental das galáxias é um sistema fechado, segundo esta teoria. Mas a galáxia total composta dêstes building blocks, será fechada ou aberta? Eu particularmente acho que é sistema aberto porque acho que galáxias interagem por intermédio de alguma fôrça porque me parece que as galáxias giram em torno de si mesmas. Se de fato elas giram e se não houvesse nenhuma fôrça externa, se uma galáxia estivesse num vácuo total, porque ela giraria?

Novo Ataque da Seleção Natural Darwiniana: 30.000 pessoas expulsas de um site de namoro por serem “feias”!

domingo, junho 19th, 2011

 

 O  jornal Guardian, da Inglaterra (veja link abaixo para a notícia) diz que o site BeautifulPeople.com está pagando U$ 112,000 para 30.000 pessoas saírem fora, porque no sistema de voto dêles, foram consideradas “não-bonitas”. Eu não aguentei a deixa e postei um comentário na discussão do jornal que segue o artigo (veja o comentário sob o pseudonomo  TheMatrixDNA,  logo aqui abaixo)  

http://www.guardian.co.uk/lifeandstyle/2011/jun/20/dating-website-beautiful-people-members?commentpage=last#end-of-comments

Tudo bem, não tenho nada contra, cada qual é livre para fazer o que quiser e escolher com quem quer ter relacionamentos. Mas acho que o resto do povo deveria obter a lista total dêstes participantes e tratá-los da mesma maneira: “ Ok,você não me quer por perto. Tambem não vou querê-lo(a) por perto. Não vou fazer negócio nenhum, nada contigo. Somos nós que fazemos as casas onde você precisa morar. Em qualquer restaurante justo agora os ”bonitos” estão nas mesas rindo e sendo servidos pelos não-bonitos que estão a 10 ou 12 horas escravizados no calor insuportável da cozinha e sob a tirania dos regulamentos da casa. De agora em diante não trabalho em nada que teinclua como beneficiário(a),  vá arregaçar as mangas, fazer buraco e bater cimento para fazer sua casa e vá para a cozinha fazer sua comida.”

O problema do povão se submeter a ser escravo voluntário de quem não gosta dêle não é porque o povão seja dependente do cérebro dos ricos. Nêste caso, por exemplo, o povão, principalmente as empregadas domésticas, as balconitas, os mecânicos, construtores, enriquecem e sustentam uma grande corja de parasitas, celebridades das futilidades,  etc.,  que exploram os atuais valores psicológicos relacionados à aparência física. Porque isto ocorre? Porque a razão humana e sua inteligência é ludibriada produzindo êste final resultado onde ela prejudica o seu próprio corpo físico, condenando-o à submissão social, à pobreza, ao trabalho torturador que canaliza sua produção aos parasitas?!  

A explicação vem dos sistemas termo-dinâmicos, nossos ancestrais. O povão não evoluiu mentalmente ainda. E a  mente na sua infância  é fácilmente subjugada pelo corpo físico e suas propriedades. A maioria dos comportamentos do povão é dirigido, produzido, pelas leis e fôrças naturais primitivas que regem os átomos que constituem seus corpos e estes comportamentos emergem na forma dos instintos irracionais. E no mundo dos nossos ancestrais que erraram se constituindo em sistemas fechados, dos átomos e galáxias, a partícula opaca – elétrons e planetas – giram em torno da partícula altamente energética situado no nucleo: o proton, uma estrêla. Êste evento no passado está registrado na memória dos DNAs de todos os sêres vivos, e quando os genes que o registram são expressados, a repetição dêste evento torna-se um imperativo sob o comando do inconsciente DNA. 

Espécies mais primitivas ainda demostram esse fenômeno com muita clareza: observe as mariposas virem da liberdade de vôo no espaço escuro fora de uma casa para caírem em órbita em volta de uma luz, uma lampada acesa, até morrerem. É uma luz artificial, falsa, mas ficam hipnotizadas, não conseguem fôrças mentais para se libertarem e salvarem suas próprias vidas. O intelecto não bem-formado é subjugado pelas leis físicas dos átomos que constituem um corpo. A Maria, uma coitada que nasceu de uma familia pobre na zona rural, que ficou com o corpo desajeitado por ter puxado enxada na infância, que se tornou empregada doméstica, cede tudo o que pode de si para viver em volta de um Elvis Presley ou de uma Xuxa Meneghel, e apesar de ser uma pessoa com tanta potencia quanto êstes dois,  ela se resigna a viver como as sardinhas que vivem à beira da bôca do tubarão predador para se contentar pegando as migalhas de sua comida. No s eus poucos momentos de folga ela fica sentada no sofá e hipnotizada pelos galãs da novela ou do show de cantores e ainda tira parte de seu minguado salario para destinar aos bolsos de tôda a quadrilha de parasitas que produz essa   televisão. Como vamos salvar estas marias e josés da vida? Como vamos ajudar a evolução universal resgatando êstes cérebros em corpos escravizados e impedidos de evoluírem?

A órbita em tôrno da luz que foi uma propriedade marcante na existência dos nossos ancestrais átomos e estrêlas era um imperativo da organização dos sistemas naturais egoísticamente fechados em si mesmos,  mas protons e estrêlas são autênticas fontes de luz natural. Essa propriedade ficou registrada no DNA quando surgiu na Terra, foi fazer parte do DNA-lixo, mas em algumas espécies estes genes ainda se expressam com tanta fôrça a ponto de confundirem luz falsa como sendo natural. A espécie humana é uma destas e a Globo, assim como os magazines e produtores de moda sabem disso e como vampiros, não perdem a oportunidade de chupar o sangue dos erráticos.

A flagrante órbita do povão em volta de “celebridades televisivas”, o fato de que nos setores de vendas e serviços relacionados a produtos supérfluos ou que vendem falsa ilusão só serem selecionados pessoas de “boa aparência no sentido sexual do têrmo”  e com  muito mais privilégios do que seus enfeitiçados adoradores obtem pelo seu trabalho árduo sem privilégios, tudo isso é derivado do estado ainda infantil da mente do povão subjugada às leis físicas primitivas. No movimento “a Grande Causa da Humanidade” que busca a sociedade perfeita para todos que estamos lançando baseados na cosmovisão daMatriz/DNA vamos analizar êsse mecanismo da hipnose pela falsa luz e buscar o meio de acabar com isso. Enquanto isso não podemos deixar passar nenhuma oportunidade de dizer ao povão o quanto são burros e aos “bonitos em relação aos valores sexuais” o tipo de karma que estão arrumando para suas cabeças ao se aproveitarem das fraquezas dos filhos de Deus.

O comentário que postei no jornal:

20 June 2011 1:10AM

Ok. This site is a tool for Natural Selection, sexual selection.

Einstein, Darwin, Margareth Thatcher, Joanna D’Arc, etc., cannot participate. They were “ugly”.

What kind of human beings’ race and social system will be in the future, if this site goes ahead? I think it will be The Brave New World, under The Big Brother.

“ I am a Beta, I am beautiful and happy…”.

 Yes and purely stupid also…

Never a beautiful person made something proper to genius. Do you know even one? Please, tell me. Because beautiful people are devoted to futile things. Their life is atracted to fashion, sexism, etc. And for to produce something big like a genius a person need to apply the totality of his/her energy and mind.

So, if we want to save Humanity from the mental slavery in the Admirable New World, we need immediately to launch a website where only a high Q.I. could enter for dating.

A NASA Acusa Uma Mãe Exemplar de Ser Um Monstro Canibal!

sexta-feira, junho 17th, 2011
Um telescópio acoplado a um satélite da NASA captou uma cena difusa e incomum a 4 bilhões de anos-luz de distância. Um “flash” de raios gama mais brilhante que qualquer outro visto pelos astronomos. A novidade deve-se ao fato que o evento não é a típica emissão de radiação de elevada energia que frequentemente acompanha o aparecimento de uma supernova. Porque nêstes casos o brilho se apaga em poucos dias e nêste evento agora o flash continua forte apesar de já terem passados 2 meses e meio.
A noticia foi publicada com a figura abaixo feita por artistas os quais se basearam nas orientações e interpretações dos astronomos. Dois “papers” de divulgação científica foram publicados no Science Journal providenciando uma explicação para esta luminosa surprêsa. ” O flash – diz os documentos – é radiação de alta energia produzida por uma estrêla caindo num buraco negro no centro da galáxia.  A razão do flash ser tão brilhante é que o jato de luz está apontado direto na direção da Terra. E o flash é sustentado porque o buraco negro está consumindo a estrêla gradualmente.”
The Birth or Death of a Star?
             
Bem, esta é a interpretação de humanos que viram na tela do computador um sinal forte de luz nas imediações do nucleo de uma galáxia a 4 bilhões de anos-luz daqui. O evento foi confrontado com o modêlo da Teoria Nebular, a teoria  atualmente aceita no meio acadêmico.
Mas…

                     Os modêlos da Teoria da Matriz/DNA estão sugerindo uma interpretação exatamente contrária: um buraco negro está dando á luz uma nova estrêla.        

                                                  
Observe a figura a seguir que foi feita por mim a muitos anos atrás. Observe à esquerda, onde está o Sugar1, a incrível semelhança entre com a figura da NASA. 

 

E na figura abaixo, também feita por mim a 20 anos atrás quando registrei os originais da teoria, a mesma cena se repete no circulo menor referente ao ciclo vital dos astros. Aqui, o buraco negro nuclear dentro de um quasar emite esferas luminosas de material incandescente com elevado teor energético, esferas estas que serão os germes de um novo astro que mais tarde será uma estrêla supernova e depois uma gigante como o nosso Sol.

Ciclo Vital Humano e Astronomico

 Eu não quero acreditar que estou certo e a NASA esteja equivocada por que não me alegra que a mente humana nua e sózinha seja mais eficaz  que muitas mentes apoiadas num enorme potencial tecnológico. Ciência verdadeira só se faz com instrumentos cientificos. Mas…

O conflito entre meus modêlos e os da NASA não é um conflito cientifico. A Ciencia aqui se resume ao fato do registro do flash, da direção e da esparsa localização. A Ciência termina aqui. Como noutro dia meu rádio captou o ruído de uma forte explosão. Sabendo que a rádio transmissora fica numa cidade a 100 km deduzo a área onde ocorreu a explosão. Comparando o ruído com outros que já ouví minha opinião foi a de explosão de um bujão de gás em alguma casa. Meu vizinho acha que foi o depósito de dinamites da pedreira, outro ainda pensa que foi apenas um trovão porque logo depois choveu. Eu e meus vizinhos estamos tendo um conflito cientifico? Claro que não.

Qualquer mínima mudança no Cosmos deve demorar milhões de anos, por isso nós nunca vimos um processo astronomico completo,  seja o nascimento de um novo astro, seja a formação de um buraco negro, etc. Tudo o que temos são esparsos dados registrados e o resto é teoria. A teoria cosmológica acadêmica que está sendo ensinada nas escolas compreende a teoria do Big Bang para a origem do Universo e a teoria Nebular para a formação dos sistemas e corpos astronomicos. Esta teoria foi formulada com um pensamento igual aos dos filósofos gregos antigos que acreditaram na geração espontânea de micróbios e portanto de tôda a Vida. Nesta teoria não existe uma fórmula , um projeto prévio, atuando sôbre uma nebulosa de gas, poeira e energia para surgir uma galáxia ou um sistema estelar, assim como os gregos não sabiam que existe uma fórmula, um projeto prévio, que é o DNA, e acreditaram que bastaria uma camisa suja num canto para surgirem seres vivos. Já a teoria da Matriz/DNA sugere que existia o projeto prévio e apresenta a fórmula da Matriz.

Eu vou apelar para que oleitor se concentre um momento e pense numa noite estrelada. Agora lembre-se do que a teoria acadêmica está dizendo. Tente imaginar que no céu estrelado esteja ocorrendo cenas de estrêlas sendo devoradas por buracos negros. Em outros pontos estrêlas estariam explodindo, como diz a teoria para explicar as supernovas. Ou seja, a imagem do céu, tranquilo, eterno, imutável que vês é uma ilusão, diz  a teoria, pois ali estão ocorrendo continuamente cenas violentas. Você aceita o que lhe dizem? Sem que nunca ninguém lhe mostrou uma imagem sequer de qualquer violência no Cosmos? Como posso aceitar como verdadeiro quando outros dizem que existe um Deus do tipo descrito por tal religião sem no entanto nunca me mostrarem êsse Deus, senão por um ato de fé e não por uma operação da minha Razão?

Aqui na superficie da Terra existe violência. Aqui presenciamos a Natureza em estado de caos. Mas será que a Natureza Universal, ou seja, a Natureza na sua totalidade, só possue a face do caos? Não existiria tambem o estado de ordem? E se existir o estado de ordem, porque o Cosmos não estaria estabilizado nêste estado? Eventos podem ocorrer, o céu não é imutável, mas as interações e transformações se dão de forma mecânica, harmonicas. Por que não?

Porque, mesmo que no Cosmos não exista violência, o homem as inventaria, assim como se não existisse Deus, o homem o inventaria à nossa imagem e semelhança. Nós somos filhos do caos, fomos produzidos numa biosfera caótica vendo leões devorarem ovelhas, nosso cérebro está hard-wired, pré-programado, para inserir a violência em qualquer reino distante que tenhamos notícia. Então é normal que auto-projetemos nossa natureza na interpretação de regiões onde não podemos ver um evento completo sequer. 

Na figura da NASA aquela esfera oval menor que representa a causa do flash indica aos astronomos que uma estrêla gigante se move ou é movida pela atração gravitacional, no sentido espaço>buraco negro.  Mas esta indicação não parte do fato, do dado cientifico. Na verdade os dados realmente cientificos não registram movimento algum, alem de uma emissão de raios gama na região. A indicação foi produzida pela crença de que existem buracos negros tal como diz a teoria, que são os canibais do espaço pois devoram estrêlas.

Na  figura da Matriz/DNA, a esfera menor representa realmente um corpo esférico, composto de uma espécie de magma incandescente. Mas êle estaria no sentido contrário, ou seja, nucleo galáctico>espaço exterior. Isto porque a teoria diz que : ” quando existe uma nebulosa de poeira, ela gira sôbre si mesma formando um rodamoinho central e  isso é o que chamam de buraco negro. Quando uma velha estrêla termina seu combustivel ela se desfaz em poeira, esta é arrastada na direção do tornado central, adentrando-o. Girando no interior como ocorre num liquidificador, a poeira mais os cometas energizados se amlgamam em bolotas, esferas, e quando atingem certo peso sobem à superficie daí sendo expelidas para o espaço exterior. Ora, o material que sai da fornalha é incandescente com alto teor energético e pode emitir flashes de raios gama. Quando se distancía do vórtice, a esfera é coberta pela poeira que fica ao redor do vórtice e como e essa poeira no espaço interestelar é congelada, forma-se camadas densas em torno do material incandescente, quanto então cessam as emissões de raios gama.

Quem ou o que indicou isso para mim? 30 anos de calculos teóricos envolvendo de átomos a galáxias a DNA. Eu resolví manter sob testes esta indicação porque ela se assemelha surpreendentemente com o processo que nós humanos geramos nossos babies. E eu não acredito que nós inventamos este processo. Acredito que ele seja resultado de uma evolução na qual os astros foram nossos ancestrais, portanto, os principios, as fôrças, as leis naturais que fizeram a cena que vejo aqui entre nós quando nasce um bebê,  já deveriam estar de alguma maneira representada em todos nossos ancestrais, como a Via Láctea. 

Seja como for, os dados cientificos que possuímos até agora sugerem fortemente a existência de algo no nucleo galáctico. Para a Teoria Nebular, trata-se de algo que jamais quereríamos vendo se aproximar de nosso sistema solar, pois seríamos todos devorados, a nossa História terminaria para sempre. Para a Teoria da Matriz/DNA trata-se de algo que executa uma função no sistema galáctico, a mesma função que uma mulher gravida executa aqui: a geração de um novo filho do sistema, da espécie. Não creio que uma estrêla esteja sendo devorada e sim que uma nova estrêla está nascendo. 

Mas vamos dar tempo ao tempo, pois o tempo será o unico juiz autorizado a resolver este conflito de interpretações. 

A seguir algumas menções aos artigos publicados:          

SCIENCE – AAAS

ScienceShot: Powerful Jet Being Produced by Star-Eating Black Hole
by Yudhijit Bhattacharjee on 16 June 2011, 2:00 PM
On 28 March, NASA’s Swift satellite observed a flash of gamma rays brighter than anything astronomers had seen before. It soon became evident that the event wasn’t a typical gamma ray burst, an emission of high-energy radiation that often accompanies a supernova explosion. The flash didn’t die out but was sustained for weeks, and although it has faded in intensity, it is still going strong 2½ months later. Two papers published online today in Science provide an explanation for this luminous surprise. The flare is in fact a high-energy jet of radiation produced by a star falling into a black hole at the center of a galaxy 4 billion light-years away. The reason the flare is so bright is that the jet is pointed straight in the direction of Earth. And it’s sustained because the black hole is consuming the star gradually. “That’s because as the black hole rips the star apart, the mass swirls around like water going down a drain, and this swirling process releases a lot of energy,” says Joshua Bloom, an astronomer at the University of California, Berkeley, and lead author of one of the two papers. Bloom expects the flare to fade out over the next year.
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Scientists ID mysterious flash in distant galaxy

http://www.newsvine.com/_news/2011/06/16/6874732-scientists-id-mysterious-flash-in-distant-galaxy

E o site da Nasa da Missão Swift:

http://www.nasa.gov/mission_pages/swift/main/index.html

E aqui, no artigo abaixo publicado alguns dias depois do anuncio da NASA, está um exemplo de como uma simples hipótese especulativa imediatamente ganha ares de verdade sacramentada na imprensa. Assim fizeram nas escolas com a teoria da Evolução segundo Darwin, com a teoria do Big Bang, sôbre as quais os textos dos livros escolares começam dizendo que é uma teoria mas a partir da metade do curso para frente a menção de teoria desaparece e passam a afirma-la como verdade sacramentada. Como a teoria está incompleta e não pode ser cientificamente provada, e  devido ela instigar ao ateísmo, foi prejudicada pelo enorme bombardeio dos contras, religiosos, e agora ela tenta se defender sem ter as armas decisivas para tal.

Gamma-ray flash came from star being eaten by massive black hole

Published: Thursday, June 16, 2011 – 13:36 in Astronomy & Space
http://esciencenews.com/articles/2011/06/16/gamma.ray.
flash.came.star.being.eaten.massive.black.hole

A bright flash of gamma rays observed March 28 by the Swift satellite may have been the death rattle of a star falling into a massive black hole and being ripped apart, according to a team of astronomers led by the University of California, Berkeley. When the Swift Gamma Burst Mission spacecraft first detected the flash within the constellation Draco, astronomers thought it was a gamma-ray burst from a collapsing star. On March 31, however, UC Berkeley’s Joshua Bloom sent out an email circular suggesting that it wasn’t a typical gamma-ray burst at all, but a high-energy jet produced as a star about the size of our sun was shredded by a black hole a million times more massive.

Careful analysis of the Swift data and subsequent observations by the Hubble Space Telescope and the Chandra X-ray Observatory confirmed Bloom’s initial insight. The details are published online today (Thursday, June 16) in Science Express, a rapid publication arm of the journal Science.

“This is truly different from any explosive event we have seen before,” Bloom said.

What made this gamma-ray flare, called Sw 1644+57, stand out from a typical burst were its long duration and the fact that it appeared to come from the center of a galaxy nearly 4 billion light years away. Since most, if not all, galaxies are thought to contain a massive black hole at the center, a long-duration burst could conceivably come from the relatively slow tidal disruption of an infalling star, the astronomers said.

“This burst produced a tremendous amount of energy over a fairly long period of time, and the event is still going on more than two and a half months later,” said Bloom, an associate professor of astronomy at UC Berkeley. “That’s because as the black hole rips the star apart, the mass swirls around like water going down a drain, and this swirling process releases a lot of energy.”

Bloom and his colleagues propose in their Science Express paper that some 10 percent of the infalling star’s mass is turned into energy and irradiated as X-rays from the swirling accretion disk or as X-rays and higher energy gamma rays from a relativistic jet that punches out along the rotation axis. Earth just happened to be in the eye of the gamma-ray beam.

Bloom draws an analogy with a quasar, which is a distant galaxy that emits bright, high-energy light because of the massive black hole at its center gobbling up stars and sending out a jet of X-rays along its rotation axis. Observed from an angle, these bright emissions are called active galactic nuclei, but when observed down the axis of the jet, they’re referred to as blazars.

“We argue that this must be jetted material and we’re looking down the barrel,” he said. “Jetting is a common phenomenon when you have accretion disks, and black holes actually prefer to make jets.”

Looking back at previous observations of this region of the cosmos, Bloom and his team could find no evidence of X-ray or gamma-ray emissions, leading them to conclude that this is a “one-off event,” Bloom said.

“Here, you have a black hole sitting quiescently, not gobbling up matter, and all of a sudden something sets it off,” Bloom said. “This could happen in our own galaxy, where a black hole sits at the center living in quiescence, and occasionally burbles or hiccups as it swallows a little bit of gas. From a distance, it would appear dormant, until a star randomly wanders too close and is shredded.”

Probable tidal disruptions of a star by a massive black hole have previously been seen at X-ray, ultraviolet and optical wavelengths, but never before at gamma-ray energies. Such random events, especially looking down the barrel of a jet, are incredibly rare, “probably once in 100 million years in any given galaxy,” said Bloom. “I would be surprised if we saw another one of these anywhere in the sky in the next decade.”

The astronomers suspect that the gamma-ray emissions began March 24 or 25 in the uncatalogued galaxy at a redshift of 0.3534, putting it at a distance of about 3.8 billion light years. Bloom and his colleagues estimate that the emissions will fade over the next year.

“We think this event was detected around the time it was as bright as it will ever be, and if it’s really a star being ripped apart by a massive black hole, we predict that it will never happen again in this galaxy,” he said.

Source: University of California – Berkeley

Água-viva: mais que plasma e veneno

segunda-feira, junho 13th, 2011
New York Times
Por Por Natalie Angier, de Baltimore | New York Times – qui, 9 de jun de 2011

Até conhecer Doug Allen, o magro aquarista veterano com rabo de cavalo que me conduziu pela exposição extremamente popular de águas-vivas (também conhecidas como medusas ou alforrecas) no Aquário Nacional, minha experiência pessoal com elas se resumia basicamente a usá-las como desculpa para não ir nadar: “Uma água-viva pode me queimar!” Não foi isso o que aconteceu com 1.800 pessoas na costa da Flórida semana passada? Então, quando Allen parou de repente, trepou numa escada até o topo de um dos tanques e perguntou se eu queria segurar uma medusa-da-lua, meu primeiro impulso foi derrubar alguns alunos que estavam na frente enquanto eu disparava para a porta. Meu segundo impulso…

Tarde demais. Uma medusa-da-lua com sete centímetros de diâmetro havia sido largada em minhas mãos e meu medo logo se dissolveu em fascinação. A água-viva cintilava e brilhava. Com os tentáculos recolhidos, ela lembrava um sabonete de glicerina redondo, quem sabe um diafragma transparente, e parecia ao mesmo tempo firme, balançante e viscosa, como uma fatia de fígado envolta em ovo cru. E com todo o vigor de meus carinhos, não detectei ardência.

“O veneno da medusa-da-lua comum é muito fraco”, disse Anders Garm, que estuda águas-vivas na Universidade de Copenhague. “Seria preciso beijá-la para sentir”. Não havia risco disso, mas quando nos separamos, ela havia deixado um beijo na palma da minha mão, um filme grudento surpreendentemente difícil de tirar. Obrigada, minha pequena lua de mel.

Entre o grande inventário de criaturas multicelulares da natureza, a água-viva parece o outro definitivo, o mais alienígena possível que seres móveis podem ser em relação a nós dentro do reino animal. Onde fica a cabeça, o coração, as costas, a frente, os conjuntos idênticos de partes e órgãos? Onde está a simetria bilateral?

Ainda assim, se alguma dinastia taxonômica está destinada a receber o título de mais original, da designação de animal terráqueo genuinamente emblemático, e também para marcar o resto de nós, alienígenas arrivistas, esse posto cabe à água-viva. Um grupo diversificado de milhares de espécies de invertebrados pegajosos em formato de saco encontrado pelo mundo inteiro, a água-viva é um animal absurdamente antigo, datando de 600 milhões a 700 milhões de anos atrás ou mais. É praticamente o dobro da idade dos primeiros peixes ósseos e insetos, três vezes mais velhos do que os primeiros dinossauros.

“É o animal com múltiplos órgãos mais antigo da Terra”, disse David J. Albert, especialista em água-viva do Laboratório Biológico Marinho Roscoe Bay, Vancouver, Colúmbia Britânica.

Mesmo com toda sua nobre antiguidade, a água-viva tem sido há muito tempo ignorada ou mal compreendida pelas principais correntes científicas, rejeitadas como um protoplasma estúpido com boca. Agora, numa série de novos estudos, pesquisadores descobriram que existe uma complexidade muito maior e sutileza nas medusas do que podemos ver. Na edição de 10 de maio de ‘Current Biology’, Garm e seus colegas descrevem o surpreendente sistema visual do cubozoário no qual um conjunto interativo de 24 olhos de quatro tipos distintos _ dois dos quais muito parecidos com os nossos _ permite que essa água-viva navegue feito um marinheiro experimentado pelos manguezais onde habita.

Em ‘The Journal of Experimental Biology’, Richard A. Satterlie, biólogo marinho da Universidade da Carolina do Norte, campus de Wilmington, recentemente contestou o senso comum de que a água-viva não tem qualquer semelhança com o sistema nervoso central de que nós, vertebrados mais evoluídos, nos orgulhamos tanto. A distribuição das células nervosas da água-viva pode ser comparativamente mais espalhada do que num animal com cérebro e medula espinhal óbvios, afirmou Satterlie, mas a disposição está longe de ser confusa. Investigações detalhadas recentes da arquitetura neural e sua atividade revelaram evidências de ‘condensação neuronal’, lugares onde os neurônios se aglutinam para formar estruturas distintas que atuam como centros integradores _ recebendo a informação sensorial e a traduzindo na resposta apropriada.

“No fim das contas, a água-viva faz muito mais do que as pessoas pensam e quando os livros escolares dizem que elas não têm sistemas nervosos centralizados, isso está completamente errado”.

Albert dá um passo além, insistindo ser justo declarar que a água-viva tem cérebro. Ele passou anos estudando a população residente de medusa-da-lua em Roscoe Bay, começando pela simples questão: como pode haver uma população residente? A maré enche e esvazia a baía todos os dias. As águas-vivas deveriam ser como o plâncton, à mercê das marés. Então por que não são simplesmente levadas pela maré para o mar aberto, somente com um boa-noite da lua?

Albert descobriu que as águas-vivas não são flutuadoras passivas. Quando a maré começa a vazar, elas pegam a onda até atingirem uma barra de cascalho, quando então mergulham atrás de águas tranquilas. Elas permanecem nesse oásis calmo até a maré começar a encher, quando sobem e são levadas para a baía. Ele também descobriu que as águas-vivas têm medidores de salinidade e, no verão, evitam a água doce lançada na baía pelo degelo das montanhas, voltando a mergulhar até encontrarem um nível de sal agradável. Elas gostam de se agregar em bandos e, por meio de assinaturas moleculares na parte externa dos sinos, podem distinguir entre medusas amigas e espécies predatórias de água-viva que podem comê-las.

“Se uma medusa-da-lua é tocada por uma água-viva predadora, ela se vira e nada para cima”, disse Albert. “Mas quando bate em outra espécie benigna de água-viva, como costuma fazer, não acontece nada”.

O registro de atividade da água-viva cresceu demais para ser ignorado. “Examinando todos esses comportamentos, é preciso se perguntar o que seria necessário para organizá-los e executá-los”, ele argumentou durante uma entrevista telefônica. “Não são simples reflexos; são comportamentos organizados”. Albert concluiu que ela precisa ter algum tipo de cérebro. “Um cérebro controla comportamentos”.

Escrevendo no começo do ano para ‘Neuroscience and Biobehavioral Reviews’, ele sumarizou suas observações comportamentais sob o título “O que uma água-viva tem na cabeça?” Ao que ele respondeu: “Muita coisa”. Cérebro, beleza e também cafonice. Entre as medusas em exibição em Baltimore estavam as que pareciam corações pulsantes, outras, cogumelos malhados, também havia algumas como guarda-sóis com babados demais, e esta aqui daria um chapéu elegante para um casamento real.

“É um abajur estilo ‘lâmpada de lava’ vivo”, disse Jack Cover, curador-chefe do aquário. Segundo Allen, os visitantes ficam tão hipnotizados por elas que “as águas-vivas têm uma popularidade próxima da dos golfinhos”. O que é uma coisa boa, considerando que a infraestrutura necessária para manter saudáveis as sílfides de carne mole pode custar milhões. “Manter águas-vivas é uma arte refinada”, disse Vicky Poole, gerente da exposição. “É quase como manter muco”.

Todavia, elas não têm problemas para sobreviverem na natureza e são encontradas em alto-mar, regiões costeiras, lagunas e algumas se viram na água doce. Com uma exigência modesta de oxigênio, as águas-vivas podem viver em “zonas mortas” depois das algas e outras águas poluídas impraticáveis para a maioria da vida marinha _ nada surpreendente para um grupo que sobreviveu a cinco extinções em massa.

Águas-vivas adultas variam em tamanho desde a australiana irukandji, do tamanho de uma unha, à medusa-juba-de-leão, que tem um sino de 2,5 a 3 metros de diâmetro e tentáculos arrastando-se por 30 metros ou mais.

Uma característica das águas-vivas é a simetria radial, um plano corporal concêntrico mais comumente associado a flores do que animais e que lhes permite nadar ou flutuar em linhas retas. Todas elas são carnívoras, alimentando-se de plâncton, crustáceos, ovas de peixe, pequenos peixes e outras medusas, ingerindo e expelindo pelo mesmo buraco conveniente no meio do sino.

Elas não caçam de forma ativa e usam os tentáculos como redes flutuantes. Se um peixe tocar nas extensões muitas vezes invisíveis, a pressão aciona as células do tentáculo responsáveis pela ferroada a lançar arpões minúsculos com neurotoxinas. Nas espécies mais venenosas, as toxinas agem rápida e inequivocamente, para impedir qualquer dano ao delicado tecido do predador.

“Se uma água-viva fosse engolir um pitu que não estivesse completamente morto”, explicou Garm, “ele furaria seu estômago”. Alguns desses venenos infalíveis terminam tendo potência suficiente para matar animais muito maiores que a medusa não tem intenção de comer, como humanos. O mais famoso é a medusa australiana vespa-do-mar, cujo ferrão pode matar um homem adulto em questão de segundos ou minutos. Contudo, como os arpões são rasos, os australianos descobriram que podem se proteger enquanto nadam em águas com vespas-do-mar simplesmente cobrindo a pele exposta com uma meia-calça.

As medusas da classe Cubozoa parecem levar muitas coisas a extremos. Num novo relatório sobre cubozoários, Garm e seus colegas buscaram entender por que as criaturas desenvolveram uma bateria de olhos tão complexa. Alguns dos tipos de olhos servem apenas para medir a luz e a sombra, como em outras águas-vivas. A equipe se concentrou num tipo de olho refinado só encontrado em cubozoários. Os olhos têm córnea, cristalino e retina, como os de humanos, e ficam suspensos em pedúnculos com cristais pesados numa ponta, uma espécie de giroscópio para garantir que eles estão sempre apontados para cima. “O cristal funciona como peso”, disse Garm. “Não importa como a água-viva se reorienta, o pedúnculo dobra e os olhos são virados para cima”.

Por que olhar fixamente para o céu? Os pesquisadores determinaram que ela olha para cima buscando orientação navegacional. Os animais vivem e se alimentam entre as raízes subaquáticas das árvores de manguezais sombrios. De noite, são levadas das árvores e afundam no leito lodoso da laguna aberta. De manhã, precisam voltar às raízes ou passar fome. Elas rumam à superfície e os olhos voltados para cima vasculham o céu, até encontrar a copa das árvores do mangue, quando começam a nadar para casa.

Decifrado o segrêdo da fruta comida por Eva e Adão no Paraíso?

quinta-feira, junho 9th, 2011

Question:  “What was the Fruit of the tree of Knowledge of Good and Evil that was supposedly eaten by Eve and then offered to Adam?”

Cassiopea: “Knowledge restriction Encoding.”

Português: Qual foi a fruta da Arvore do Conhecimento do Bem e do Mal que foi supostamente comida por Eva e então oferecida a Adão?

Cassiopéia: Código Restritivo do Conhecimento.

Lendo por curiosidade o website http://www.cassiopaea.org/cass/matrix_dna_illusions_alchemy.htm , onde pessoas fazem perguntas a uma entidade espiritual chamada Cassiopea, me deparei com o trecho acima. Mas é justamente o que os modêlos da Matriz/DNA estão sugerindo! Como pode duas pessoas,vindo por caminhos tão diferentes chegarem à mesma Roma, à mesma solução?!

A autora do artigo lida com a área mística enquanto a Matriz/DNA nasceu de uma investigação exclusiva e extremamente materialista. Mas o resultado final é um encontro!

A Matriz/DNA sugere o modêlo do estado do mundo momentos antes de surgir a vida na Terra. Como estavam organizados os astros celestes, como e de onde a Terra veio, o que existia na Terra, quais foram as forças naturais e ingredientes que atuaram nos três bilhões de anos em que a vida estava sendo forjada lentamente a partir de uma sôpa caótica. Bem, êsse modêlo sugere que o ápice da evolução antes do primeiro ser vivo tinha sido a formação de uma galáxia. E o modelo mostra a foto de como era o sistema galáctico, um sistema de extraordinaria engenharia, semi-mecânico/semi-biológico, contendo um ciclo vital, etc. Mas era um sistema fechado em si mesmo, com pretensões de ser eterno nesta forma. No circuito que conecta as partes, ou seja, os astros, corria um fluxo de informação que em dado momento se dividia, e baseando-me no que fazem quando ocorre essa divisão, concluí que é exatamente o que fazem os cromossomas X e Y na geração de um novo ser. Ou seja, o sistema era hermafrodita, mas em dado momento ele se bifurca em masculino e feminino e volta a ser hermafrodita logo depois. Como o sistema em tudo parece ser um verdadeiro e perfeito paraíso para a vivência de seres masculinos e femininos, estas três palavras – paraíso, masculino e feminino – me fêz a contragosto lembrar da fábula na Biblia, de Adão e Eva. Muito mal para o mais fiel e disciplinado materialista de todos os tempos, pois assim tive que ser para descobrir a Matriz/DNA.

Logo em seguida os modêlos da Matriz/DNA sugerem como foram os passos evolutivos que transformaram o sistema galáctico no primeiro sistema celular, biologico. Primeiro, o sistema perfeito foi atacado pela entropia degeneradora.  O sistema se desfêz em seus bits-informação, os quais vagam no espaço e caem na superficie de planetas como a Terra. O processo continua com eles se reencontrando, se reunindo na mesma configuração anterior e por fim se produz o sistema celular.

Agora vem a analise existencial de todas essas ocorrencias. O fim ultimo buscado nesse evento foi transformar um sistema fechado em sistema aberto.  O paraiso se torna o ambiente caótico primitivo da terra aberto a todas as possibilidades evolutivas, quando o sistema anterior havia trancado suas portas ao processo da evolução. Mas foi assistindo um filme ( O Admiravel MundoNovo, extraído do livro de Aldous Huxley) que houví uma frase que me calou fundo. O lider maioral diz a um rebelde:

– “Mudar? Mudar para melhor?  Isto não pode acontecer, não tem como. Aqui tudo é perfeito, estamos n aextrema perfeição.  Qualquer mudanca seria uma perturbação ao sistema inteiro, ao que é perfeito.”

Ora, o rebelde que havia nascido de maneira diferente,  fora daquele mundo, estava vendo que ali tudo era artificial, havia extrema felicidade das pessoas mas não havia mente, não havia aquilo que nós humanos temos e que nos fazem inquietos e que não sei explicar o que é, mas sem o qual, eu não queria existir. Então, do ponto de vista dos habitantes daquele paraiso tudo era perfeito, mas do ponto de vista humano, faltava algo, o principal, talvez a liberdade e a expectativa que existe quando podemos avançar no desconhecido, progredir. Eu sei que é ininteligivel isso. Progredir como, para onde, se já se alcançou a ultima perfeição? Não temos a resposta mas somos humanos, não queremos aquele paraiso perfeito e ponto final. Nós não nos entendemos, mas entendemos que queremos algo que não sabemos o que é, e vamos viver em busca dêsse algo.

Aqui está o Código de Restrição ao Conhecimento. No paraíso perfeito!

Segundo os modêlos da Matriz/DNA, a parte da matéria desse mundo  com que nos relacionamos tem uma força invisivel evolutiva. Isto tambem é exdruxulo, ininteligivel, pois como poderia existir uma força com um objetivo, sendo ela mesma parte da matéria? Sem nenhuma mentalização?  Mas acontece que essa porção de matéria com a qual nos relacionamos tem funcionado desde as origens doUniverso, como um computador, ou como um cérebro humano. Existe essa força invisivel que exerce a função de um comando de instruções ao qual vamos denominar de software mental. E tem a parte exclusivamente fisica, corporal visivel que vamos chamar de hardware carnal. Se os modelos estiverem corretos, a mente humana é hoje o ápice da evolução de sua própria entidade, ela surgiu por sua conta e risco no Big Bang de forma muito simples, impregnada nas particulas, deu um salto evolutivo habitando os átomos, depois as galaxias, passou pelos animais irracionais onde estava acordando e veio despertar no homem.

Mencionei esta questão do software e hardware apenas para explicar o que era Adão e Eva a 4 bilhões de anos atrás. Era esse software, num estado ainda primitivo mas já poderoso, que construiu seu corpo material na forma da galaxia semi-biológica. Ora, como disse antes, se supormos que os dois fluxos de informação que correm no circuito daquele sistema fossem algo inteligentes e sensiveis como os humanos, eles teriam a vida que pedimos a deus.  24 horas por dia com a boca aberta e o suculento manah caindo de graça, enquanto os dois se encontravam em ininterrupto orgasmo, como só seria possivel a um hermafrodita. Então, dando nomes humanos aos dois fluxos, podemos escolher Adão e Eva,… porque não?

E qual seria a principal preocupação de Adão e Eva? Observe bem que aqui, o paraiso não teria sido feito por Deus e presenteado aos dois. Não, quem fez aquele paraiso foram os dois mesmos, na forma da mente da matéria, um sistema em equilibrio termodinamico perfeito, o qual é, todos sabemos em Fisica, o supremo objetivo de todas as forças naturais constantes na matéria.

Foi Adão e Eva quem construiram aquele paraíso e a julgar pelo resultado final, o fizeram contra a vontade da lei maior do Universo.  Qual é esta? Evolução. É a unica coisa, o unico processo que a Matriz/DNA identificou como ininterrupto desde o Big Bang, que passou pela evolução sub-atomica, pela cosmológica, entrou na biológica e agora parece estar entrando na evolução mental. E se qualquer porção da matéria se recusa a evoluir o que acontece? A lei maior do Universo, a evolução, se aplica usando a entropia que é a lei da morte. Isto porque toda vez que o sistema ápice da evolução encontra um confortável  modo devida, tenta se acomodar e parar ali, interrompendo sua evolução. Para não perde-lo para sempre, o Universo, ou seja lá algum Deus acima dele, aciona a morte que desintegra o sistema e leva suas particulas-informação a reiniciar por outro caminho. Então, como os modêlos da Matriz/DNA sugerem que o processo de transição entre a mecanica astronomica e a vitalidade biológica houve uma queda, daí concluimos que Adão e Eva fizeram algo contra a vontade de um regulador, fizeram um falso pararaiso.  Qual seria então o maior medo de Adao e Eva, mesmo que fossem inconscientes na materia de que tinham feito para si um corpo que o Universo ou Deus não aprova?

O mesmo medo do lider maioral do Admiravel Mundo Novo.

– “Mudar?! Mundanças? Essa é a pior e mais terrível palavra que jamais pode ser pronunciada no nosso mundo  perfeito”

Mas quem, qual força natural dentro do paraiso perfeito iria se dirigir ou ser dirigida na direção de alguma mudança? Nenhuma. Porque e para que? Ali dentro do paraiso, tanto o software como o hardware não conheciam nada mais alem dele. Não existia mundo lá fora. O sistema era auto-reciclavel, ou seja, ele iniciava e terminava em simesmo. O sistema era um restritor do conhecimento. Se algo ali dentro de repente intuisse que existe algo mais a conhecer, teria sido um defeito de fabricação. Como foi o rebelde no filme.

O modelo do sistema fechado é a mesma figura de uma serpente engolindo a própria cauda. Quer dizer, a cauda está inserida na boca dela, mas ela não come a sua cauda, e sim absorve o que a cauda excreta, que é o sistema inteiro se esvaindo como fluxo de informação. Então encontramos a serpente da fabula biblica. E sabemos que é coisa falsa, errada, representa o fechamento das portas á evolução. A serpente é a figura, a planta do projeto. Um projeto que fecha as portas ao conhecimento do bem, do mal, a todo conhecimento que exista fora dele. Quando o sistema social fechado em simesmo se instala, o feminino se acomoda primeiro em sua índole, se acomoda em seu lar palacial, só falta dominar o macho, mante-lo no quarto nupcial enquanto o mundo brinca lá fora ao seu redor como fazem os demais astros. Esta é a base dos sistemas sociais fechados das abelhas e formigas onde o feminino é a rainha, soberana. O macho tem a indole contrária, de sair para a aventura, mas… qual macho resiste a uma bela Eva num palacio tendo tudo de graça? Adão sucumbiu ao projeto feminino. Adão comeu a maçã ofertada por Eva. O mundo iria parar eternamente. Estava totalmente inibida qualquer adição de qualquer novo conhecimento, nada poderia ser mudado.

E nós, esse DNA/Matriz que se reergue a duras penas, estamos pagando o pato do êrro de nossos avós, que na verdade eram nós mesmos bilhões de anos atras.

Está ou não decifrado o segrêdo da maçã?

Luz é gerada a partir do nada… e já vem com o Código da Vida?

quinta-feira, junho 9th, 2011

Recapitulando artigos anteriores,  nós da Matrix/DNA  chegamos num impasse que parece intransponível: a fórmula da Matriz desvenda tudo o que existe no Universo material, o mundo material não tem mais segrêdos para nós e tudo de novo material que for-mos encontrando daqui para a frente se encaixará na história da Matrix. Tentando avançar além da matéria – porque aqui não encontramos as respostas ultimas à razão da existência – de repente descobrimos que um espectro de luz natural contem o código da vida, assim como é o animador dos ciclos vitais.  Nêste ponto o mundo ruiu a nossos pés, pois somos bons em desvendar os segrêdos do mundo que de alguma forma conseguimos sentir,  ver, apalpar, manipular, mas a luz natural é algo tão imaterial, tão abstrato, tão fantasmagórico, que em nada podemos tocá-la. Terá a resposta suprema sido ocultada de nós para sempre, por tras da luz natural?  O que existe além da luz?  Qual é a fonte dessa luz? Porque ela é tão complexa a ponto de ter a fórmula da criação? A Luz seria o braço, as mãos, de Deus?

Eu particularmente pensei em desistir de tudo, mandar o mundo parar porque quero descer. Não há para mim razão ou motivação alguma para continuar a viver nesta forma de eterno ignorante d aprópria existência.   Mas como meu cérebro não suporta ficar sem trabalhar de policia, continuei a dar uma olhada de soslaio no que  aparece nas noticias sôbre a luz, e mais algumas coisas que deixaram pontos de interrogação,  como a mente, holografia, cérebro, e claro, a dimensão quântica. Portanto criei aqui uma categoria para cada um dêsses assuntos e aí vou registrando e pensando no que vai surgindo de novo.  Agora vêm me dizer que criaram luz do… nada!  Claro, isso só poderia ser brincadeira.  Mas chegaram perto: um aparelho no vácuo quântico parece materializar fotons de luz!  Tais fotons podem ser arrancados do aparelho pelas fôrças do vácuo quântico ou pode ser, como apostam os pesquisadores, terem sido criados pelo vácuo quantico.

Mas os pesquisadores não tem êsse problema de saber que na luz está o código da criação.  Acho que para êles, luz é apenas luz, nada mais. Se for como eles pensam, é racional supor que apenas as vibrações do vácuo podem criar de si mesmas a luz.  Mas se a luz for o que penso que é,  o vácuo quântico é apenas a ponte entre nós, o nosso mundo real e a fonte criadora do nosso mundo.  Portanto, por tras do vácuo quântico e fomentando aquelas vibrações está o supremo mistério da nossa existência, o qual vai se materializando na forma de fotons – os quais são –  segundo a Matriz/DNA – particulas informação da coisa que nos criou.

Portanto fica aqui registrado êste artigo de muita importancia nêsse novo reino da nossa busca pela Verdade Última… se houver uma.  

http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=luz-gerada-partir-nada&id=010815110606

Redação do Site Inovação Tecnológica – 06/06/2011

O estranho mundo quântico Se você não entende nada de física quântica, não se avexe: Richard Feynman, um dos mais aclamados físicos do último século, dizia que ninguém entende de física quântica.

 A realidade, contudo, é que ela está lá e, de forma bem prática, é a física quântica que explica o funcionamento dos computadores, dos supercondutores, dos microscópios eletrônicos, das comunicações por fibra óptica, enfim, de quase tudo o que nos leva a chamar o período em que vivemos de “era da tecnologia”.

 Mas que a física quântica é estranha, isso ela é, sobretudo porque, nas dimensões atômicas e subatômicas, as coisas se comportam de maneiras que ferem nossa intuição, fundamentada no que chamamos de “mundo clássico”, explicado pela “física clássica”.

 Vácuo quântico

 Um exemplo típico da estranheza do mundo quântico é o vácuo: faça um vácuo perfeito, eliminando tudo de um determinado espaço, até a última molécula e o que você terá? Nada?

Não exatamente: você terá o vácuo quântico.

O vácuo quântico é um estado com a menor energia possível, uma espécie de sopa de campos e ondas de todas as frequências, o que inclui as forças eletromagnéticas, mas também as ondas que representam as partículas.

Nessa sopa real, partículas saltam continuamente entre a existência e a inexistência.

Essas partículas são tão efêmeras que os físicos as chamam de “partículas virtuais”, embora elas tenham efeitos sobre o mundo real.

É por isso que os físicos afirmam que a matéria é resultado das flutuações do vácuo quântico.

Eles acreditam também que corpos celestes extremos podem atuar diretamente sobre o vácuo quântico, produzindo energias capazes de interferir até com fenômenos astrofísicos.

 Estrela de nêutrons pode acordar o vácuo quântico

Faça-se a luz

 A maior parte dessas explicações ainda está no reino das hipóteses e das teorias. Ou, pelo menos, estava.

Pela primeira vez, uma equipe de físicos afirma ter conseguido gerar coisas desse “nada” quântico. Mais especificamente, eles fizeram com que vácuo quântico gerasse fótons reais. Ainda mais claramente, tentando trazer isso para o senso comum, eles emitiram luz do nada.

Será necessário esperar que outros grupos refaçam o experimento; mas, se confirmado, esta certamente se transformará em uma das experiências científicas mais bizarras e famosas da história, e uma importante prova prática da validade da mecânica quântica.

Realizando o virtual

Ora, se o vácuo quântico é uma sopa na qual pululam partículas virtuais, deve ser possível detectar ou mesmo capturar essas partículas. Foi isto o que motivou Per Delsing e seus colegas da Universidade Tecnologia de Chalmers, na Suécia.

Os cientistas já sabiam como detectar indiretamente as partículas virtuais “emitidas” pelo vácuo quântico usando dois espelhos, colocando-os muito próximos um do outro.

Essa proximidade limita a quantidade de partículas virtuais que podem vir à existência entre os dois espelhos. Como passam a existir mais partículas virtuais fora dos espelhos do que entre eles, cria-se uma força que empurra um espelho na direção do outro.

Esse empurrão, conhecido como Força de Casimir, é forte o suficiente para ser medido pelos instrumentos atuais.

Luz do nada

Mas os teóricos previam que as coisas poderiam ficar mais interessantes se fosse usado um espelho só, que poderia absorver energia das partículas virtuais e, sendo um espelho, reemití-las na forma de fótons reais.

O problema é que, para isso dar certo, o espelho teria que se mover a uma velocidade próxima à velocidade da luz, algo impraticável com a tecnologia atual.

Delsing e seus colegas deram um jeito de sair desse impasse usando um sensor extraordinariamente sensível a campos magnéticos, chamado SQUID (Superconducting Quantum Interference Device), e fazendo-o funcionar como um espelho.

Quando um campo magnético atravessa o SQUID, ele move-se ligeiramente. Alterando-se o sentido do campo magnético vários bilhões de vezes por segundo força-se o SQUID-espelho a sacudir velozmente – tão rápido que ele atinge cerca de 5% da velocidade da luz.

E essa velocidade parece ter sido suficiente.

Segundo os físicos, o espelho gera um chuveiro de fótons, que saem desse nada chamado vácuo quântico, refletem-se no espelho, e surgem para o mundo real, onde podem ser detectados por fotocélulas.

Luz é gerada é partir do nada

Luz de Feynman

No estágio atual, com este experimento pioneiro, ainda não é possível prever alguma aplicação para o efeito, uma vez que a luz gerada é muito fraca para fins práticos.

Mas pode ser uma luz suficiente para clarear as esquisitices da mecânica quântica e, quem sabe, tirar a razão de Feynman: quem sabe dos cientistas já não estejam começando a entender “alguma coisa” de mecânica quântica?

Se este for o caso, logo poderá ser dada razão a um outro grupo de físicos que, em 2006, previu que será possível, no futuro, construir nanomáquinas alimentadas pela energia do “nada”.

Veja outras pesquisas sobre o vácuo quântico:

Algumas doenças são devido à promiscuidade dos átomos do corpo humano!

quarta-feira, junho 8th, 2011

Descobrimos porque os sêres humanos são promíscuos: não, não é    porque  Adão e Eva foram promíscuos ao comer a maçã, mas sim porque os átomos que constituem nossos corpos jã o são.

Descobriram que o RNA erra muitas vêzes a leitura do DNA, quando sempre se acreditou que era feita com  notável precisão. É uma descoberta importantíssima pois esta pode ser a causa de  muitas doenças. O debate já começou em torno de muitas hipóteses mas  como sempre, os modêlos da Matriz/DNA sugere uma diferente hipótese a qual vai transcrita a seguir como cópia do comentário postado no artigo da Revista Veja, que vai copiado logo a seguir. 

Matriz/DNA: Não se trata de êrros mas sim de resultados das relações promíscuas das bases nitrogenadas com substâncias externas. Isto já estava previsto pela fórmula da Matriz/DNA (http://theuniversalmatrix.com). O DNA é constituído de unidades fundamentais de informção, as quais são constituídas de um par paralelo de nucleotídeos. Esta unidade foi herdada do modêlo astronômico de sistema fechado ao qual a Terra e o Sol pertencem. No sistema fechado não existe êrros de reprodução da informação, mas nos sistemas abertos,com o DNA, as partes se relacionam com o mundo externo e assim permitem a inclusão de novos elementos quando são reproduzidas, copiadas pelo RNA.
É portanto uma questão sôbre sistemas, e tôda a dificuldade nêste estudo deve-se ao fato que o estudo e pesquisas de sistemas (no caso, biológicos) está parado ou desviado pela Física, pela Matemática e orientado para a cibernética.

Artigo da Veja:

Leitura ‘errada’ ou programada?

Mayana Zatz

Genética

http://veja.abril.com.br/blog/genetica/sem-categoria/leitura-errada-ou-programada/#comment-8671

Não estou me referindo aos livros do MEC, embora esse assunto tenha ocupado muito espaço na mídia. E com razão. Estou falando da leitura do DNA pelo RNA, e uma nova pesquisa que acaba de ser publicada na revista Science ( 19 de maio).

Segundo o dogma central da biologia molecular, que todos aprendemos na escola, as informações ou sequências de bases do nosso DNA, as famosas letrinhas Adenina, Guanina, Timina e Citosina são lidas pelo RNA e determinam as sequências de aminoácidos que formam as proteínas correspondentes. Como sempre se acreditou que essa leitura é feita com precisão, é possível prever, a partir do DNA, como será a proteína codificada por aquela seqüência de DNA.

Às vezes ocorrem erros, ou mutações, e descobrir quando esses erros têm conseqüências patológicas, isto é, são responsáveis por doenças genéticas ou não, tem sido objeto constante de inúmeros estudos. Mas uma nova pesquisa parece questionar esse dogma sugerindo que o RNA não é tão fiel assim ao copiar o DNA.

Erros de cópia parecem não ser tão raros

Pesquisadores liderados pela cientista Vivian Cheung e seus colegas, da Universidade da Pensilvania, publicaram um trabalho onde mostram que as cópias feitas pelo RNA não são tão precisas assim. As trocas parecem ser muito mais comuns do que se imaginava. O seu grupo estudou o sangue de 27 pessoas não aparentadas e observou quase 29.000 diferenças nas leituras, espalhadas por cerca de 1/3 dos nossos genes. Chamou essas diferenças de RDD (do inglês RNA-DNA-Differences ou RNA-DNA-diferenças, em tradução livre).

As RDD não seriam erros ao acaso

Todas as RDD foram encontradas em pelo menos duas pessoas, e 80% delas repetiam-se em metade dos indivíduos, incluindo crianças e adultos. Essas diferenças foram encontradas em vários tipos de células: neurônios, células da pele, células embrionárias, células cancerosas. Mas o mais interessante é que os erros se repetiam nos mesmos lugares nas diferentes pessoas. Seria como se o RNA tivesse que ler a palavra SER, mas fizesse sempre a leitura como SEU ou LER.

E as proteínas codificadas por esses genes?

As pesquisadoras foram então verificar o que ocorria com as proteínas codificadas por esses genes. Observaram que algumas correspondiam a sequência “trocada” do RNA e não ao DNA original. As consequências eram, às vezes, a troca de um único aminoácido. Mas pelo menos em um caso, a alteração resultou em uma proteína muito mais longa com 55 aminoácidos a mais.

O debate já começou

Como era de se esperar, especialistas em sequenciamento já estão questionando esses resultados. Será que essas trocas são tão frequentes? Ou há muitos erros na interpretação ? O assunto é muito importante. Se realmente as RDD não forem raras, prever a partir do DNA a seqüência de aminoácidos de uma proteína será muito mais impreciso. De qualquer modo, a pesquisa da revista Science abre um leque de novas questões. Como são produzidas as RDD? A troca ocorre quando o DNA está sendo copiado ou o RNA é “editado” depois disso? Qual é o efeito dessas RDD no nosso organismo? Será que são transmitidas para gerações seguintes? Para quem trabalha com doenças genéticas, como eu, as dúvidas são ainda maiores. Será que as RDD explicam, pelo menos em parte, porque pessoas com a mesma mutação no DNA podem ter quadros clínicos tão diferentes? Ou porque alguns tecidos são afetados e outros não?

Tenho um pôster com um macaco coçando a cabeça e que diz: quando aprendi todas as respostas, mudaram todas as perguntas. Pelo menos não podemos nos queixar de monotonia.