Archive for julho, 2011

As Ondas da Evolução ao Sabor dos Prévios Designs: a Teoria da Recapitulação e a Matriz/DNA

sábado, julho 30th, 2011

Enquanto nosso corpo estava sendo formado no utero materno, tivemos várias formas de animais inferiores, desde peixes, lagartixas (se você ver uma lagartixa por aí falando inglês, pode saber que foi um aborto humano prematuro de algum futuro poliglota), e depois da salamandra veio a forma de tartaruga, etc., como pode ser visto no desenho abaixo.

Teoria da Recapitulação

Êste desenho fundamentou uma teoria criada por Ernst Haeckel – Teoria da recapitulação – que por muito tempo foi acreditada no meio cientifico e intelectual, até que começou a aparecer alguns revoltados contra essa idéia e o mau uso politico que estavam fazendo dela (como o racismo, o machismo: ver artigo abaixo) coletando fatos contrários que punham em duvida a teoria e buscando êrros no desenho, até o ponto de hoje dizerem que Haeckel falsificou as formas intra-uterinas. Hoje, tanto as correntes ateístas como as criacionistas se opõem à teoria porque:

– sabendo-se que um embriào evolui pela fôrça de um elemento interno a êle – o projeto no DNA recebido de genitores de algum lugar alem de seu universo intra-uterino – e sabendo-se que o utero é préviamente desenhado para permitir essa evolução, isto tudo dá margens para racionalmente se suspeitar que exista um Intelligent Designer, o que é péssimo para a causa ateísta;

– sabendo-se que tanto o embrião como o utero materno não foram gerados por mágica e sim pelas simples forças da Natureza, isto leva à suspeita que a Natureza sózinha pode ter produzido a Vida e nós, não precisando de nenhum Deus mágico, e isso é péssimo para a causa criacionista.

Então, é claro, mesmo que a teoria esteja mais certa que errada, as intenções dos adeptos destas duas cosmovisões é derruba-la e ocultar seus destroços varrendo-os para debaixo do tapête.

Mas a nova cosmovisão da Matrix/DNA é agnóstica, a-partidária, a-politica, e não tem segundas intenções, apenas investiga o que os modêlos sugerem. Podemos errar na interpretação dos mapas mas sempre estamos prestando atenção em tôdo tipo de interpretação.

O que há de certo e errado com a teoria segundo nosso ponto de vista?

Primeiro é preciso entender nossa imagem da evolução. Pense num lago de águas paradas onde cai uma pedra, nas ondas circulares concêntricas que crescem e se multiplicam. a ultima onda sempre estará trazendo as forças e informações das ondas anteriores e avançando para águas novas onde existem novos elementos, como ciscos, organismos, fôlhas, etc. Se algum bólido como corpo vem rolando desde as primeiras ondas e agregam em si os novos elementos êste corpo está se tornando cada vez mais complexo. Em certo momento a força inicial começa a perder intensidade, as ondas se desmancham ou se misturam às areias das margens e tudo termina ( ou algo novo começa nas margens, pois aquelas informações talvez nào sejam destruídas). Esta imagem parece imitar muito bem um ciclo devida de qualquer ser humano. E aqui fica patente que tôda essa evolução é devida a um prévio projeto inicial ( sua intenção de produzir as ondas ao a tirar a pedra na água e os efeitos dêsse ato, ou a queda causal de uma pedra sem intenção alguma), mais um prévio projeto externo ( a própria existência do lago, da água, dos ciscos, tudo adequado à evolução das ondas e dos bólidos que elas carregam).

Então acho que a Teoria da Recapitulação deve ser mantida como um assunto em aberto, nós ainda não temos dados suficientes para determinar cientificamente se ela está certa ou errada. Eu acho que ela devia voltar a ser ensinada nas escolas pois é mais uma fonte para o livre pensamento aguçando a criatividade, o pensamento critico e a liberdade de pensar de nossos jovens.

Haeckel, em sua época, nada sabia da moderna cosmologia, senão teria visto que mesmo antes da forma de peixe, o bólido humano apresentou as formas de mórula, blástula, gástrula, as quais são como massas informes de células que são sistemas, contendo sub-sistemas, tais as formas da evolução cosmológica ocorrida antes das transformações dos sistemas não-biológicos em biológicos, as nebulosas de átomos, as nebulosas de sistemas estelares, e os aglomerados de galáxias.

Se realmente existir tôda essa recapitulação da História Universal em cada nascimento de um novo ser humano, fica excepcionalmente reforçada nossa interpretação atual de que êste Universo ou é uma reprodução genética natural, ou é produto de algum menino-deus peralta brincando de criar universos e nós dentro deles com softwares quanticos vivos. E nós aqui pagando o pato por essa brincadeira de mal gôsto!
Como essa matéria é mais um campo de pesquisa aberto para a Matrix/DNA, vamos abaixo registrando o que de importante for surgindo no mundo das noticias. ( Veja o excelente e esclarecedor artigo abaixo intitulado “Ernst Haeckel and the Biogenetic Law”, mas principalmente o texto que diz: “The Social Uses of Haeckel’s Synthesis”)

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Teoria da recapitulação

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

A Teoria da Recapitulação, Lei da recapitulação ontofilogenética, mais conhecida pela expressão A Ontogenia recapitula a filogenia é uma teoria da biologia proposta pela primeira vez por Ernst Haeckel que a designou por lei biogenética. A ontogenia refere-se ao desenvolvimento dos embriões de uma dada espécie: a filogenia refere-se à história evolucionária das espécies. A teoria defende que o desenvolvimento do embrião de uma dada espécie repete o desenvolvimento evolucionário da espécie. Em 1965, George Gaylord Simpson chegou a afirmar em An Introduction to Biology que “o facto de que a ontogenia não repete a filogenia está agora bem estabelecido”.
Os biólogos e os morfologistas já demonstraram que não existe uma correspondência elemento a elemento entre a filogenia e a ontogenia, de forma que não se trata de uma Lei. Outro ponto que vale ressaltar é que os desenhos de Ernst Haeckel foram forjados. Embora não seja correta uma forma de recapitulação, muitos biólogos continuam a explorá-la e a considerá-la em seus estudos [1].
A teoria pode ser explicada se partirmos do princípio que uma espécie se transforma noutra por uma sequência de pequenas modificações no seu programa de desenvolvimento ontogenético (que é especificado pelo genoma). É possível produzir pulmões por pequenas modificações sucessivas do programa que gera as guelras, mas abandonar o programa das guelras e produzir um novo programa para os pulmões do nada deve requerir uma modificação completa no programa de desenvolvimento o que não é uma via plausível.
Em 1894, Adam Sedgwick, embriologista na Universidade de Cambridge, desafiou as duas afirmações de Darwin de que os embriões de vertebrados eram mais parecidos do que os vertebrados adultos, e que quanto mais jovem fosse o embrião, maior seria a semelhança.
Uma correspondência elemento a elemento entre a ontogenia e a filogenia é rejeitada pelos biólogos modernos. A questão do embrião humano se parecer com embriões de peixe é um bom exemplo que mostra como as ligações entre a ontogenia e a filogenia têm gerado muita confusão: as famosas “fendas das guelras”. Um embrião com um mês de idade tem certas dobras naquilo que será o seu pescoço, mas essas dobras nunca têm a função e nem mesmo a composição das guelras. O tecido das dobras na verdade está dando origem à mandíbula, ao pescoço, glândulas como o timo e não guelras, não estando ligadas à função de repiração nem fora da água.

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Devbio – Developmental Biology

http://9e.devbio.com/article.php?id=219

Ernst Haeckel and the Biogenetic Law
(An informed opinion)

A disastrous union of embryology and evolutionary biology was forged in the last half of the nineteenth century by the German embryologist and philosopher, Ernst Haeckel. Based on the assumption that the laws by which species arose on this planet (phylogeny) were identical to the laws by which the individuals of the species developed (ontogeny), he viewed adult organisms as the embryonic stages of more advanced organisms. This view was summarized by his “Biogenetic Law”: Ontogeny Recapitulates Phylogeny. In other words, development of advanced species was seen to pass through stages represented by adult organisms of more primitive species. In this view, the creation of new phyla is a step towards the completion of human development. In earlier epochs, only the initial stages of this development occurred, producing protists and cnidarians. Later, more stages are added sequentially until a human being has evolved. According to Haeckel, three rules sufficed to explain how this advancing ontogeny could generate new species. First, there was the law of correspondence. The human zygote, for instance, was represented by the “adult” stage of the protists; the colonial protists represented the advancement of development to the blastula stage; the gill slit stage of human embryos was represented by adult fish. Haeckel even postulated an extinct organism, Gastraea, a two-layered sac corresponding to the gastrula, which he considered the ancestor of all metazoan species (Haeckel 1867, 1879; see Gould 1977a).

Second, there was the law of terminal addition. The embryo evolved new species by adding a step at the end of the previous ones. In such a view, humans evolved when the embryo of the next highest ape added a new stage. This provided a linear, not a branching, phylogeny. This is a critically important departure from what we usually consider as Darwinian evolution.
There was also the law of truncation, which held that preceding development could be foreshortened. This law was needed to prevent gestation time from being enormous. It also was needed since embryologists did not observe all these stages in all animals.
This notion of ontogeny recapitulating phylogeny was not Darwinism. In fact, Haeckel’s synthesis was an attempt to fuse the works of Darwin, Lamarck, and Goethe. In Darwinism, contemporary species are seen as having a common ancestor. The result is a multibranched “bush.” (A tree metaphor has also been used, but trees have a central axis, on which scientists have frequently placed the lineage leading up to H. sapiens.) Humans are not “higher” than chimps, but have an ancestor from which both groups diverged. In Haeckel’s scheme, animals advance to new levels by adding stages to existing embryonic development. Humans were literally on the top. Interestingly, von Baer (1828) had disproven the “biogenetic law” before Haeckel ever invented it. In ridiculing the pre-evolutionary forms of this law, von Baer fantasized what would happen if birds were writing the embryology textbooks.
Let us imagine that birds had studied their own development and that it was they who investigated the structure of the adult mammal and of man. Wouldn’t their physiological text books teach the following? ‘Those four and two-legged animals bear many resemblances to our own embryos, for their cranial bones are separated, and they have no beak, just as we do in the first five or six days of our incubation; their extremities are all very much alike, as ours are for about the same period; there is not a true feather on their body, rather only thin feather-shafts, so that we, as fledglings in the nest, are more advanced than they will ever be . . . And these mammals that cannot find their own food for such a long time after birth, that can never rise freely from the earth, want to consider themselves more highly organized than we’?
By observing development, von Baer noted that embryos never pass through the adult stages of other animals. However, there are stages that related embryos do share. All vertebrate embryos pass through a stage in which there are embryonic gill slits. Fish elaborate them into true gills, while the slits become part of the jaw or ear apparatus in other vertebrates. But a frog or human embryo never passes through a stage in which it has the structures of an adult fish. However, even though von Baer and others had discredited the recapitulation notion, it became one of the most popular notions in biology. Gould (1977a, b) has shown that while recapitulation has a limited value in looking at in formation of related species, it is not a general phenomenon. However, recapitulationism became one of the central paradigms of biology. When it was eventually dismissed, the notion that embryology was an important force in evolution was also dismissed. (Indeed, half of Stephen J. Gould’s 1977 book Ontogeny and Phylogeny is spent exorcisizing the ghost of Haeckel so that we could discuss evolutionary developmental biology without having to deal with the biogenetic law.)

The Social Uses of Haeckel’s Synthesis

Even more than in biology, Haeckel’s “biogenetic law” was adapted uncritically by many of the newly forming social sciences. Early anthropologists espoused the view that other cultures were “primitive” in the embryological sense in that their development had stopped short of our own. Indeed, the word “underdeveloped” is still used to define such a culture. Since evolution was the successive adding on to the top of the tree, the different races could be ordered from top to bottom. (Indeed, they would have to be ordered linearly, since this was not a branched-chain model.) Previously, several historians of science had mentioned that Haeckel was anti-Semitic and that his biology was used by the Third Reich. These claims were repeated in this website. While his biology certainly attempted to rank human groups by racial characteristics, and it was used to justify one ethnic group’s claiming supremacy over others, it was not explicitly anti-Semitic. Nor was Haeckel an anti-Semite. Bob Richards (2007) has found that there was a confusion of identities (among other things) with another (and younger) Ernst Hckel of Jena. Indeed, in his ranking of humanity, the Semites did reasonably well, coming out usually just below the Aryans. (Blacks, Finns, and the Irish, however, have grounds for complaints.)
Haeckel brought the Western notion of the Great Chain of Being into evolutionary thought. Like the Medieval, Renaissance, and Enlightenment versions of the Great Chain, it celebrated the ascent of Man. And man is the gender that was important. Both races and sexes were ranked higher and lower, and white females were essentially put on the same rung of the evolutionary ladder as Black men or European infants. (Note the consistency: The younger stages of European males are represented by the adults lower on the chain). Thus, Carl Vogt, Professor of Natural History at the University of Geneva, and a contemporary of Haeckel, claimed (1864), “By its rounded apex and less developed posterior lobe, the Negro brain resembles that of our children, and by the protruberance of the parietal lobe, that of our females.” He concluded by stating that the brain characteristics together “assign to the Negro brain a place by the side of that of a white child.” Women were thought to belong there, too, as Vogt also concluded that “the female European skull resembles much more the Negro skull than that of the European male.” Nor was Vogt alone. He quoted numerous studies, including that of the anthropologist Hushke, who concluded that “in the Negro brain, both the cerebellum and the cerebrum, as well as the spinal cord, present the female and infantile European as well as the simious type.” Blacks, women, and children thus link the apes to adult white males.
One sees this notion of linear evolution in much social thought. In religion, it became the dominant way of looking at the history of Western religious thought: Judaism recapitulated paganism and then transcended it. Then Christianity recapitulated paganism, Judaism, and then transcended it. (This became known as the Wellhausen Thesis after the person who most clearly formulated it). Thus, Judaism was seen as embryonic Christianity, a more primitive form of thought, whose role was to prepare the world for the mature form. In a more truly evolutionary sense, one can see a branched-chain model of religious thought where Christianity and modern Judaism both arose from the Judaism of 2000 years ago (see the evolutionary parable concerning the phylogeny of religions).
Eventually, the Biogenetic Law had become scientifically untenable. (The revolt against this “law” was started in the mid-1890s by the British embryologist, Adam Sedgwick, who noted the accumulation of exceptions to this “rule” and was able to reinterpret older results without recourse to it. Moreover, the Biogenetic Law had become allied with the notion of the increasingly suspect notion of the inheritance of acquired characteristics. By 1922, Walter Garstang could provide a more sophisticated analysis of the relationship between evolution and development, showing that alterations in development could produce evolutionary changes.) However, it remains to this day a popular way for society to think about evolution. Dr. Spock (one of the most popular liberal thinkers in the United States) used it in 1968 to discuss the development of the human fetus, and an advertisement in Newsweek for Continental Bank in the 1980s shows a linear path from protist to banker (white, male, briefcase-bearing) when the bank claims to have evolved into “a no-holds-barred, full-blooded, undistracted, singleminded bank for business.” We should realize that such depictions of evolution are still at large in popular culture and that they are capable of inflicting enormous harm.

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PARTICIPAÇÃO DÊSTE AUTOR NO FORUM DA AMAZON.COM – SÔBRE ESTA TEORIA

http://www.amazon.com/This-should-listed-under-religion/forum/Fx2L5L6YWDEF2XQ/TxV83DNDLXN9CO/110/ref=cm_cd_pg_pg110?_encoding=UTF8&asin=0061472786&cdSort=oldest

Luis C. Morello says:
Richard,

You say: “Are you saying that ontogeny recapitulates phylogeny, also known as “Biogenetic Law”? When I was in graduate school, it was still taught as fact in anthropology. This view of biology is attributed to Ernst Haeckel. It was still popular just a generation ago with many evolutionists. Just not the evolutionary biologists and microbiologists!”

Luis Morello: ” I know about the theory (and a lot of fact in it) called “Biogenetic Law”, and the modern criticism about it. There are some important conceptual and mechanistic differences between the biogenetic law and the results suggests by the models of Matrix/DNA Theory. Haeckel and its followers worked only with biological evolution because they did not have the knowledge of imagens and patterns from Cosmos that we have today. We are seeing that the initial shapes following fecundation ( morula, blastula, gastrula) seems to be copies of the initial shapes following the Big Bang (atom nebulae, mass of stellar systems, mass of galaxies systems). Them we are applying the mechanisms and process that we see in human embryology for to calculate the processes and mechanisms that was driving the cosmos evolution… and vice-versa: known cosmological evolutionary mechanism for trying to solve unknown mechanisms in biological embryology. For instance, see this difference:

Ernst Haeckel, based on the assumption that the laws by which species arose on this planet (phylogeny) were identical to the laws by which the individuals of the species developed (ontogeny), he viewed adult organisms as the embryonic stages of more advanced organisms. But, what laws? Haeckel’s synthesis was an attempt to fuse the works of Darwin and Lamarck, who also worked only with biological evolution. As I said in the last post, the new models are suggesting that there is seven and not only three variable working inside biological evolution. One of these new mechanisms suggests that adult organisms has no direct influence but indirect: the adult organisms works and transform the environment which causes mutations for more advanced organisms. I have a Cartesian graphic explaining this very well, with a lot of samples from cosmological and biological evolution.

I think that the anger of modern evolutionary biologists in relation to Haeckel theory is similar to the cause that they are going far away from Darwin and coming with the “new synthesis”: the attack from creationists that Darwinian evolution brought Nazism , human robotism, etc. You can see a short resume relating how Haeckel theory was being used politically in a wrong way here:

http://9e.devbio.com/article.php?id=219
(copy and Google it)

About microbiologists negative idea about Biogenetic Law is due, I think, the normal aversion that the scientific reductionist method has in relation to scientific systemic method. Because Haeckels’ theory needs the hard study of patterns and comparative anatomy, which is not the business of reductionism. Maybe I am wrong. But, anger and aversion makes that one searches and select those evidences that fill up in his ideology, ( like I am doing searching evidence for my theories) you know it. Then, the sum of contraries evidences made that Haeckel’s theory was take out from scholar curriculum. It is bad because it was an important tool for learning the systemic approach.

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Menções dêste artigo na internet/e/ou outros:

InfoEscola » Biologia »
http://www.infoescola.com/biologia/teoria-da-recapitulacao/

Teoria da Recapitulação

Por Mayara Lopes Cardoso

Mais conhecida pela expressão “A Ontogenia recapitula a Filogenia”, a Teoria da Recapitulação (ou Lei da Recapitulação ontofilogenética, ou simplesmente lei biogenética) é uma teoria evolutiva proposta pelo naturalista alemão Ernest Heinrich Philipp August Haeckel que estabelece uma relação entre o desenvolvimento de embriões das espécies (ontogenia) e o processo evolutivo dessas espécies (filogenia), de modo a afirmar que o desenvolvimento embrionário de um indivíduo de determinada espécie traça os mesmos caminhos evolutivos dos embriões de toda a espécie.

Segundo a teoria de Haeckel, o embrião de um ser humano dava início ao seu desenvolvimento através de um ovo fertilizado, bem semelhante à primeira célula que apareceu no planeta; devido às sucessivas divisões celulares, surge então um embrião bem estruturado (o que o naturalista denominava “fase lombriga”); em seguida, esse “corpo” começa a desenvolver músculos, vértebras e uma estrutura bem parecida com brânquias (fase do “peixe”); depois há o aparecimento de membros, mãos e pés, e um rabo (fase do anfíbio); até que por fim, os órgãos se formam quase por completo e o rabo some (fase humana).

Ao lançar a teoria da recapitulação, Haeckel pecou por duas vezes: a primeira, quando propôs a teoria levando em consideração apenas as semelhanças do embrião do indivíduo com relação à espécie como um todo, sem dar a devida importância às gritantes diferenças, o que fez com que o naturalista fosse bastante criticado pelos embriólogos da época, como Janes Oppeinheimer e Erich Blechsmidt. A segunda, quando adulterou desenhos da cabeça de um embrião canino e utilizou deles para dar sustentação à sua teoria e conquistar o apoio de embriólogos renomados.

Por causa dessa fraude, Haeckel foi acusado por professores e condenado pelo tribunal universitário de Jena. Durante o julgamento, confessou que teria burlado uma pequena parte dos desenhos e ainda alegou que só os utilizou para preencher alguns vazios de sua teoria, e que apenas repetiu o que muitos cientistas faziam.

Embora a teoria da recapitulação fosse muito inconsistente e as críticas sobre ela tivessem fortes fundamentos, não deixaram de ensiná-la em escolas e universidades, e ainda foi muito citada em livros, mesmo sabendo que grande parte de tudo aquilo não passava de uma fraude. Há os cientistas que rebatem a teoria de Hackel, outros que continuam a estuda-la e considera-la um importante conhecimento evolutivo e têm nela, a maior teoria de evolução das espécies de todos os tempos.

Referências:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Teoria_da_recapitulação
http://s.silva777.sites.uol.com.br/biogenetica.htm
http://theuniversalmatrix.com/pt-br/artigos/?tag=teoria-da-recapitulacao

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Ruído Holográfico Revelando um Universo Holografico?

sábado, julho 30th, 2011

“Holographic noise” may herald new era in physics
by Kate Melville

A British-German team of physicists searching the depths of space for gravitational waves may have stumbled on one of the most important discoveries in physics, according to American physicist Craig Hogan. Hogan, from the Fermilab Centre for Particle Astrophysics in Illinois, is convinced that data from a gravitational wave detector at the Centre for Gravitational Physics in Germany contains the tell-tale signature of a holographic universe. The signature, Hogan says, manifests itself as a mysterious background noise in the detector data that has so far not been explained.

The researchers operating the gravitational wave detector (known as GEO 600) will now carry out further experiments that may yield more evidence in support of Hogan’s theory. If proved correct, the new findings could play a pivotal role in the quest to bring together quantum mechanics and Einstein’s theory of relativity.

GEO 600, and its associated interferometric detectors, is the most sensitive scientific instrument ever designed. It can detect relative changes in distance of the order of 10-21, about the size of a single atom compared to the distance from the Sun to the Earth. It is designed to detect gravitational waves in the frequency range 50 Hz – 1.5 kHz.

In order to test the theory of holographic noise, GEO 600’s maximum sensitivity will be shifted towards ever higher frequencies. Usually, it is adjusted to offer the best chance for hearing exploding stars or merging black holes.

If it turns out that the mysterious noise is the same at higher frequencies as at the lower ones, it will provide a strong motivation for further investigation. The sensitivity of GEO 600 will then be significantly improved by using what the researchers call a “squeezed vacuum,” and by the installation of a mode filter in a new vacuum chamber.

“It would be truly remarkable if GEO 600 is sensitive to the quantum nature of space and time. The only way to confirm that would be to carry out controlled experiments, the results of which can be solely attributed to holographic noise. Such an experiment would herald a new era in fundamental physics,” said team member Professor Bernard Schutz, from Cardiff University.

“We are very eager to find out what we can learn about the possible holographic noise over the course of the coming year. GEO 600 is the only experiment in the world able to test this controversial theory at this time. Unlike the other large laser interferometers, GEO 600 reacts particularly sensitively to lateral movement of the beam splitter because it is constructed using the principle of signal recycling. Normally this is inconvenient, but we need the signal recycling to compensate for the shorter arm lengths compared to other detectors. The holographic noise, however, produces exactly such a lateral signal and so the disadvantage becomes an advantage in this case!” explained co-researcher Proffessor Dr. Karsten Danzmann.

Relógio Biológico Cosmológico – Biochronicity – Projetos

quarta-feira, julho 20th, 2011

DARPA-BAA-11-66: Biochronicity, Response Date 8/30/2011

http://www.darpa.mil/default.aspx

DARPA seeks to define the spatio-temporal instructive components encoded in cells in the context of their biological systems, through the application of advanced principles from evolutionary biology, genomics, mathematics, algorithm development, data mining, and the physical sciences. DARPA is soliciting research proposals for the Biochronicity program that will identify common spatio-temporal instructions or “clock signatures” in the genome, epigenome, proteome, and/or transcriptome across prokaryotic and eukaryotic species. The focus of the program will be on unraveling biological clock systems in prokaryotes and eukaryotes and the efforts of this initiative will contribute to the understanding and management of disease, trauma, human combat performance, and emerging infectious disease countermeasures. Additionally, a greater understanding of molecular oscillators and the evolution of biological clocks will lead to fundamental advancements in developmental science, drug development, aging, and cell death. These fundamental advancements in the understanding of timing in biology can be translated into major breakthroughs in trauma care on the battlefield by accessing the mechanisms that control biological time to improve patient outcomes, for example, by lengthening the window of opportunity for medical and treatment interventions.

A Fórmula da Matrix/DNA conduz à Tecnologia Biológica/Sistêmica para chegar ao Computador Quântico

quarta-feira, julho 20th, 2011

A tecnologia mecanicista que aí está é desumana. O homem de carne e emotivo não foi feito para viver entre máquinas, motores e latarias. Quando observo um ser humano atravessando a avenida entre a quantidade de carros, trens, caminhões, ou quando vejo um ser humano trabalhando no meio das máquinas numa fábrica, sinto um calafrio e me vem a intuição de que está tudo errado. Esta tecnologia é feita com base na descoberta de mecanismos aplicados pela Natureza, e então reproduzidos a ferro e aço. Mas é preciso dar um segundo passo tecnológico: reproduzir a natureza com material suave. A Matrix/DNA já revelou como as suaves propriedades vitais são obtidas mecanicamente, com materiais brutos, compostos apenas de sólidos e gasosos. Assim, ela mostra que resultados são iguais a significados: pode-se mandar uma mensagem com letras num papel, com digitos num computador ou com sinais de fumaça, o que interessa é a mensagem. Portanto o que temos a fazer é obter resultados tecnológicos, porem os instrumentos para tal devem ser humanizados. Estaremos estudando a fórmula/software da Matriz/DNA, meditando sôbre os detalhes dos circuitos sistêmicos, no sentido de visualizar como iniciar esta tecnologia do futuro. Para inicio já registramos abaixo o que outros estão dizendo e pensando:

Professor Dyson recently pointed out that soon all the genetic information needed to reconstruct Earth’s biosphere could be packed into something the size of an egg. Dispersed through space to different planets, such eggs could create homes-away-from-home waiting for us. “The new technology will be biological,” he said. “It will make everything else obsolete.”

Saiba como a “Matrix/DNA” Domina os Corpos dos Cães Para Darem uma Mijadinha no Poste

terça-feira, julho 19th, 2011

Cachorros passeando e prêsos a cordas chegam a arrastarem o dono quando vêm um poste ou tronco de árvore. Levantam a perna e forçam a urina mesmo que nada saia porque já aguaram todos os postes anteriores. Ninguém até hoje decifrou o mistério da atração que qualquer estaca vertical fincada no chão exerce sôbre os cães. Mas com a descoberta da existência da Matriz/DNA e sua fórmula dominando tôda a Natureza à nossa volta, estas cenas e fenômenos que pareciam não terem uma explicação racional estão sendo explicadas racionalmente.

Alguém diria que… saber porque cães são viciados a mijarem nos postes seria cultura inutil. Mas são os detalhes e sinais do mundo no nossso dia a dia como estes que nos fazem entender o mais importante segrêdo responsável pela existência do mundo e a nossa própria existência. O importante aqui não é saber porque cães tem êsse comportamento engraçado, nós podemos viver muito bem sem saber isso, mas vamos sempre ser como cegos sem saber dirigir nosso destino se não conhecer-mos a fonte criadora e mantenedora destas cenas e fenômenos à nossa volta. E para ajuntar informações e ir entendendo essa fôrça modeladora da matéria, a qual é uma fórmula genética vital, precisamos decifrar na fórmula estes detalhes e sinais.

Porque é que a abelha rainha quando vai se acasalar e reproduzir a colméia sobe seis metros acima do solo, paira no ar, emite sons e cheiros chamando os machos, os quais vem acorrendo formando a fila mesmo sabendo que depois do ato sexual vão tombar mortos? Porque como expliquei em outro artigo aqui, assim determina a fórmula da Matriz/DNA, desde quando formou as galaxias, quando fazia com que o astro feminino chamado quasar contendo um buraco negro pairasse no espaço, ao seu lado posicionava o astro masculino chamado pulsar, cujos potentes vulcões ejaculam magma na forma de cometas – os espermatozóides do espaço – os quais são dirigidos ao buraco negro para produzirem novos astros. E feito isso os pulsares tambem “morrem”, pois se transformam florescendo na forma de uma supernova.

Porque uma fêmea réptil dos cyanodontes resolveu pagar o tremendo sacrificio de manter os ovos dentros até criar tôda a parafernália reprodutora que a transformou no primeiro mamifero sôbre a Terra? Porque na sua fórmula a Matriz/DNA apresenta a primeira fase quando os ovos são botados fora e tambem a segunda fase da evolução quando os ovos são mantidos dentro criando uma parafernalia reprodutora. Assim acontece nas galaxias e assim se explica a evolução na Terra que seguiu o mesmo roteiro processual. É importante saber dessas coisas inclusive para ser-mos mais sábios e escolher-mos os caminhos mais vantajosos para nossas vidas.

Por exemplo, agora estou entendendo porque os seres humanos estão sujeitos a tantas tragédias naturais, porque é frágil perante predadores inclusive dentro da nossa própria espécie. Porque, se existe um Deus criador e benevolente conosco, êle deixaria estas coisas que nos torturam acontecer conosco? Eu não sei se existe um Deus como descrevem os cristãos por trás dessa inteligência tôda que vejo no Cosmos, mas a resposta é a mesma que explica o enorme sacrificio heróico da fêmea réptil. A auto-consciência humana é uma nova forma evolucionária da Matriz/DNA que está emergindo agora, ela nasceu ainda ontem na noite astronômica dos tempos, ainda não se estruturou solidificando suas partes e conectando-as na forma de sistema perfeito. E as tragédias se explicam porque tambem a mente humana segue o mesmo roteiro processual da evolução, sendo numa primeira fase como um ovo botado fora e abandonado à própria sorte num ambiente inóspito, mas já tendo garantido pela forma criadora que existirá a segunda fase evolucionaria, que, na verdade, a mente como ôvo nunca foi abandonada e sim se mantem dentro do sistema e quando crescer será mantida e protegida. Como o Sol mantem e protege a Terra que um dia foi um ovo de uma nova estrela abandonado no espaço e hoje é o ovo protegido pelas imensas asas gravitacionais da estrêla que inclusive o alimenta com seu néctar energético. Mas aprendendo que como individuos e mesmo como o conjunto da Humanidade somos um ovo botado fora sujeito a todos perigos é que cada um de nós vai aprender a respeitar, considerar e amar seu irmão de espécie, pois cada um vai entender que apenas unidos numa mesma causa poderemos nós mesmos proteger e alimentar êsse ovo maior que representa nossa Humanidade.

De explicação a explicação de todos êstes detalhes que muitos nunca prestaram atenção é que vamos ajuntando os pedaços do entendimento e aprendendo como funciona a razão do (a) nosso (a) criador (a).

Então… porque os cães não resistem a qualquer estaca fincada no chão deitando raízes nas profundezas da terra? Porque na fórmula da Matriz/DNA existe um eixo rotativo central cujo vórtice basilar é um tronco fincado e deitando raízes na massa, a qual precisa ser reabastecida. Inconscientemente o cachorro está trabalhando como agricultor, cuidando da semente que mantem a existência do mundo que o mantem vivo. Quando a Matriz/DNA construiu as primeiras galáxias, o eixo rotativo central tinha a forma de um cone espiralado cuja ponta inferior se prende à enorme massa de poeira estelar e nessa massa êle se firma. Por exemplo, a melhor reprodução dessa imagem bilhões de anos evolutivos depois foi a imagem do tronco da árvore firmado no solo e estendendo sua raízes nas profundezas. Quando a Matriz/DNA fêz a primeira molécula sistêmica complexa da vida, que foi o par horizontal de nucleotideos como unidade fundamental de informação no DNA, ela fêz como tronco o àcúcar que fica prêso na haste do DNA e a poeira estelar ela fêz com as moléculas de fósforo que ligam estes açucares.

Mas em tôdas estas representações da mesma fórmula universal se detecta uma Lei Natural, à qual vou assim tentar definir:

“Massa e energia degradada deve ser conduzida ao eixo do sistema para ser reciclada.”

E a urina, assim como as fezes são massas degradadas. Nas galaxias essa massa degradada é a poeira estelar. Estás começando a entender os cachorros?

Essa “lei”’ é uma fôrça invisivel que paira no ar modelando o nosso meio-ambiente, mas ela tambem existe dentro de todos os seres vivos, pois ela está inscrita no DNA, inclusive, dos cachorros.
Os cães não sabem porque fazem isso, nem se recordam que andaram fazendo isso nos troncos anteriores. Na ausência de um intelecto forte, ou de uma mente como a humana, a Matriz/DNA, na sua forma de sistema fechado domina e controla todos os objetos e corpos dentro da galáxia. Exatamente como o famoso filme “The Matrix”, os corpos inclusive vivos, vivem uma realidade virtual comandada por uma Matriz Universal.

Mas para entender bem isso é bom ver a figura da “mente” e a figura da face da Matriz, no seu aspecto de sistema fechado:

A mente-software da Matriz/DNA na forma de sistema fechado

O corpo-hardware da Matriz/DNA como galáxia,célula e nucleotideo

O eixo da Matriz/DNA é a Função 1 no esquema de sua parte “mental” e é o “Quasar” contendo um “Buraco Negro” no esquema de sua face física. A matéria degradada é melhor vista na figura azul, quando na Função 7 o correspondente cadaver estelar está se decompondo. Observe como a matéria degradada é conduzida para o vórtice.

Observe agora a figura da Matriz/DNA e procure aprender a raciocinar sôbre ela com a seguinte questão:

– “Porque os ossos enterram os cachorros?!”

Hã?… glup… não repare não que tôdo filósofo maluco vive aprontando estas trapalhadas. Ainda ontem ( eu tenho dois telefones celulares) quando estava estudando precisei ligar rápido para a companhia mas apertei o numero do meu outro celular que tocou no meu bolso. Peguei o celular do bolso e atendí perguntando: “Quem é?” Aí percebí que no celular da mão esquerda haviam atendido o chamado e então perguntei: “É da Golden Lincoln?”…). Aqui eu queria perguntar o seguinte:

– “Porque os cachorros enterram os ossos? E muitos animais enterram fezes e alimentos?!”

A resposta é a mesma lei natural acima. Êles estão sendo dirigidos, obedecendo a fôrça da Matriz/DNA Universal. A qual necessita que seu sistema-fórmula seja sempre reabastecido com qualquer coisa degradada de seu próprio corpo que sirva como combustivel para o sistema se reciclar e sobreviver eternamente.

Os 20 países que mais devem: surprêsas!

segunda-feira, julho 18th, 2011

A lista atualizada esclarece muita coisa. Países são como pessoas, nêste caso: se um rico deve um milhão não preocupa tanto os credores como um pobre que deve 500 reais. Nesta lista o índice é baseado na proporção entre o valor da divida e o valor da produção bruta anual do país. Isto gera surpresas, por exemplo: sabe qual o maior devedor do mundo? A Irlanda. Ela deve $2.25 trillion, o que é pouco comparado com os $14.14 trillion que deve os USA, mas acontece que a produção anual da Irlanda é de apenas $172.5 billion, enquanto a dos USA é $13.92 trillion. Portanto a Irlanda teria que trabalhar 13 anos sem gastar nada para pagar a divida, enquanto os USA pagaria apenas em um ano.

Eu particularmente tenho minhas ressalvas nêste critério. Porque se um pobre não pagar seus 500,00, provavelmente não vai quebrar ninguem, mas imagine se os USA por algum motivo imprevisto não pudesse pagar ao mercado os 14trilhões! Quebraria meio mundo. Seria como se um patrão não pagasse o salário no final do mês a um trabalhador: quebra a familia.

Outro detalhe interessante revelado na lista é que, ao contrário do que se pensava, os ricos são os maiores devedores. A Inglaterra, por exemplo, que canta de galo por aí e faz casamento imperial, está devendo até as calças. No sistema capitalista que aí está, os grandes acionistas das grandes financeiras e bancos não emprestam dinheiro aos pobres. Porque? Bem, penso que consideram antes de tudo a estabilidade do regime, a confiança no govêrno do país. De fato, os países que mais obtiveram crédito a dezenas de anos não tiveram revoluções, golpes de estados, ditadores, etc.

Vamos à lista?

1. Ireland – 1,305%
External debt (as % of GDP): 1,305%
Gross external debt: $2.25 trillion
2009 GDP (est): $172.5 billion
External debt per capita: $535,529

Incrível! Cada irlandês deve para o mundo 535 mil dólares! Como deixaram chegar nessa situação? Quem emprestou êste dinheiro? E porquê?!

2. United Kingdom – 428.8%
External debt (as % of GDP): 428.8%
Gross external debt: $9.12 trillion
2009 GDP (est): $2.128 trillion
External debt per capita: $149,281

3. Switzerland – 378.6%
External debt (as % of GDP): 378.6%
Gross external debt: $1.191 trillion (2009 Q3)
2009 GDP (est): $314.7 billion
External debt per capita: $156,694

4. Netherlands – 369.6%
External debt (as % of GDP): 369.6%
Gross external debt: $2.44 trillion
2009 GDP (est): $660 billion
External debt per capita: $145,928

5. Belgium – 326.7%
External debt (as % of GDP): 326.7%
Gross external debt: $1.253 trillion
2009 GDP (est): $383.4 billion
External debt per capita: $120,267

6. Denmark – 307.3%
External debt (as % of GDP): 307.3%
Gross external debt: $607.818 billion
2009 GDP (est): $197.8 billion
External debt per capita: $110,502

7. Sweden – 269.7%
External debt (as % of GDP): 269.7%
Gross external debt: $893.86 billion
2009 GDP (est): $331.4 billion
External debt per capita: $98,664

8. Austria – 251.4%
External debt (as % of GDP): 251.4%
Gross external debt: $809.2 billion
2009 GDP (est): $321.8 billion
External debt per capita: $98,554

9. France – 244.3%
External debt (as % of GDP): 244.3%
Gross external debt: $5.23 trillion
2009 GDP (est): $2.09 trillion
External debt per capita: $79,982

10. Portugal – 231.2%
External debt (as % of GDP): 231.2%
Gross external debt: $537.85 billion
2009 GDP (est): $232.6 billion
External debt per capita: $50,230

11. Hong Kong – 224.7%
External debt (as % of GDP): 224.7%
Gross external debt: $678.29 billion
2009 GDP (est): $301.8 billion
External debt per capita: $96,142

12. Finland – 215%
External debt (as % of GDP): 215%
Gross external debt: $383.7 billion
2009 GDP (est): $178.8 billion
External debt per capita: $73,082

13. Norway – 208.8%
External debt (as % of GDP): 208.8%
Gross external debt: $558.4 billion
2009 GDP (est): $267.4 billion
External debt per capita: $119,805

14. Spain – 176.9%
External debt (as % of GDP): 176.9%
Gross external debt: $2.40 trillion
2009 GDP (est): $1.36 trillion
External debt per capita: $59,459

15. Germany – 176.8%
External debt (as % of GDP): 176.8%
Gross external debt: $4.97 trillion
2009 GDP (est): $2.81 trillion
External debt per capita: $60,357

16. Greece – 167.2%
External debt (as % of GDP): 167.2%
Gross external debt: $557.4 billion
2009 GDP (est): $333.4 billion
External debt per capita: $51,916

17. Italy – 141.3%
External debt (as % of GDP): 141.3%
Gross external debt: $2.456 trillion
2009 GDP (est): $1.74 trillion
External debt per capita: $42,267

18. Australia – 121.9%
External debt (as % of GDP): 121.9%
Gross external debt: $1.037 trillion
2009 GDP (est): $851.1 billion
External debt per capita: $48,787

19. Hungary – 120.6%
External debt (as % of GDP): 120.6%
Gross external debt: $224.36 billion
2009 GDP (est): $186 billion
External debt per capita: $22,650

20. United States – 98.4%
External debt (as % of GDP): 98.4%
Gross external debt: $13.92 trillion
2009 GDP (est): $14.14 trillion
External debt per capita: $45,302

Fonte:

CNBC.COM

http://www.cnbc.com/id/30308959?slide=2

The World’s Biggest Debtor Nations

Quais as quantias e quem são os maiores credores dos USA ( Brasil no meio!)

sábado, julho 16th, 2011

Divida dos EUA e a parcela para cada familia

Com a noticia nas principais manchetes de que talvez o USA vai ter que adiar o pagamento dos juros de sua divida essa lista é esclarecedora. Quem perderia? Mas os numeros são astronomicos. Veja na figura! E veja a divida de cada familia: U$ 101.996 ! Considerando-se que a média anual de ganho de uma familia hoje está por volta de U$ 45.000, seria necessario todas as familias doarem 2 anos e meio de seu trabalho para quitar a divida.

Devido êsse costume no Brasil de falar “divida externa”, eu pensava que a divida de países seria com outros países, mas esta lista revelou que não: muito da divida do país é com credores dentro do país, ou com multinacionais. Principalmente bancos e financeiras sem pátrias. Mas isto era óbvio, eu só não ví porque não raciocinei a coisa: qualquer um pode comprar titulos da divida publica. Mas adivinha quem são êstes maiores capitalistas estrangeiros infiltrados nestas instituições? Eu sempre vou achar que são judeus. Posso estar errado.

O maior credor está dentro dos Estados Unidos!

1 – Federal Reserve and Intragovernmental Holdings
US debt holdings: $5.351 trillion

That’s right, the biggest holder of US government debt is actually within the United States. The Federal Reserve system of banks and other US intragovernmental holdings account for a stunning $5.351 trillion in US Treasury debt. This is the most recent number available (Sept 2010).

2. Other Investors/Savings Bonds
US debt holdings $1.458 trillion

With the most recent numbers from Sept 2010, this extremely diverse group includes individuals, government-sponsored enterprises, brokers and dealers, bank personal trusts, estates, savings bonds, corporate and non-corporate businesses for a total of $1.458 trillion.
Although the level of debt held in U.S. savings bonds has remained relatively constant since 2000, the broad category of “Other” investors has nearly quadrupled since reaching a four-year low in September 2007.

3. China
US debt holdings: $895.6 billion
The largest foreign holder of US Treasury securities, China currently holds $895.6 billion in American debt, although it is down from all time highs of $929 billion one year earlier in November 2009.

4. Japan
US debt holdings: $877.2 billion

A major US trade partner, Japan holds a huge amount of American debt, and has traditionally been one of the US’s largest debt holders, currently owning $877.2 billion of treasury securities.

5. Pension Funds
US debt holdings: $706.4 billion

Pension funds control large amounts of money, reserved for personal retirements, and thus are obligated to make relatively safe investments.
This group includes both private and local government pension funds, totaling $706.4 billion. The private pension fund category also includes US Treasury securities held by the Federal Employees Retirement System Thrift Savings Plan “G Fund.”

6. Mutual Funds
US debt holdings: $637.7 billion

According to the Federal Reserve, mutual funds hold the fifth largest amount of US debt compared to any other group, although mutual fund holdings have diminished by nearly $130 billion since December 2008.
Including money market funds, mutual funds and closed-end funds, this group of investments manages approximately $637.7 billion of US Treasury securities as of June 2010, which are the most recent numbers available.

7. State and Local Governments
US debt holdings: $511.8 billion

US state and local governments have over a half-trillion dollars invested in American debt, according to the Federal Reserve. That’s the same amount of US debt held by the United Kingdom.
The level of investment has remained very stable over the past three years, moving within the range of $534.7 billion and $550.3 billion from 2006 to 2009, and although the amount has been increasing, the total value of holdings are off the highs.
However, this number does not include an additional $174.5 billion of holdings of treasury notes in state and local government pension funds.

7. (Tied) United Kingdom
US debt holdings: $511.8 billion

Britain currently holds $511.8 billion in US debt. The country has ramped up its debt throughout 2010, rising from $208.3 billion in January to the most recent November numbers, which have the holdings up approximately 246% during the year.

9. Depository Institutions
US debt holdings: $269.8 billion

As of June 2010 (the most recent numbers currently available), the Federal Reserve Board of Governors lists depository institutions as holding approximately $269.8 billion in US debt.
This group includes commercial banks, savings banks and credit unions and has nearly tripled from Q4 2008, when holdings stood at $105 billion.

10. Insurance Companies
US debt holdings: $261.8 billion

According to the Federal Reserve Board of Governors, insurance companies hold $261.8 billion in Treasury securities. This group includes property-casualty and life insurance firms.

11. Oil Exporters
US debt holdings: $210.4 billion

Big oil means big money… and big investment into US debt.
Included in the group of oil exporters are Ecuador, Venezuela, Indonesia, Bahrain, Iran, Iraq, Kuwait, Oman, Qatar, Saudi Arabia, the United Arab Emirates, Algeria, Gabon, Libya, and Nigeria.

12. Brazil
(Êta brasilzão! Quem diria hein?! Credor dos Estados Unidos! Mas o nosso irmão do Norte (e minha primeira pátria igual ao Brazil) merece tôda a ajuda possível, não só porque sempre colaborou com o Brasil mas mais ainda pelo guardião da liberdade (lembre-se de Hitler apenas) e pela incrível capacidade criativa que mudou a vida no mundo, desde o telefone,a geladeira, a essa tentação que é a Coca-Cola…! Juntos venceremos: com a seriedade estadounidense conquistaremos galáxias e com a paz e o sentimental brasileiro manteremos o humano dentro da Humanidade! Aleluia!)

US debt holdings: $184.4 billion

The South American economic giant has $184.4 billion in holdings, according to the Treasury.
Brazil’s investment into US debt has been fluctuating slightly over the past two years, but this current level respresents an all-time high for the country.
13. Caribbean Banking Centers
US debt holdings: $146.3 billion
The US Treasury identifies this group as institutions in the Bahamas, Bermuda, the Cayman Islands, Netherlands Antilles, Panama and the British Virgin Islands.
Holdings are currently listed at $146.3 billion, down about $20 billion from 2010’s high of $166.3 billion in May 2010. The group’s all-time high of $213.6 billion was reached in March 2009.
14. Hong Kong
US debt holdings: $138.9 billion
Hong Kong is one of the world’s largest holders of US debt, although in 2010 the region has cut its holdings by approximately $8 billion from January levels.
15. Canada
For the first time in recent history, Canada’s holdings of US debt has broken into the top 15, surpassing Taiwan by about $3.6 billion in November 2010.
Canada’s holdings of US debt in 2010 have increased in each of the past 12 months, shooting up 266% since November 2009.
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Biggest Holders of US Gov’t Debt

As the US government spends an unprecedented amount of money to fix the nation’s economy, there is an equally great need to raise the cash to pay for it. This is accomplished through borrowing, whereby Uncle Sam sells Treasury securities of varying maturity.

For investors, the government bills, notes and bonds are considered a safe financial product because they have a guaranteed rate of return, based on faith in future US tax revenues. The government has been partially funding operations via Treasury securities for decades.
This borrowing adds to the national debt, which has recently surpassed the $14 trillion mark and is rising every day. The amount of debt is quickly approaching the federal debt ceiling, a legal limit to borrowing which currently stands at $14.294 trillion.
Much of that debt is held by private sector, but about 40 percent is held by public entities, including parts of the government. Here’s who owns the most.
By Paul Toscano
Updated 18 Jan 2011

http://www.cnbc.com/id/15839285

Doenças mentais: uma análise atualisada da Ciência e o parecer da Matriz/DNA

sexta-feira, julho 15th, 2011

O cérebro, assim como tôda demais matéria, pela evolução tende a se constituir num sistema perfeito fechado em simesmo. Organizado e modelado na mesma fórmula da Matriz/DNA. Se o cérebro aInda não desenvolveu tôdas as ferramentas das funções universais (hipótalamo, pituitária,etc.), se ainda não fixou as conexões entre elas, ou se insiste em ser um sistema aberto, deve certamente apresentar disfunções. Às quais damos o nome de doenças mentais.

O cérebro é o hardware sendo que os pensamentos formam o software dos sistemas que vem evoluindo desde as origens do Universo. Êstes pensamentos se produzem como sinais ou circuítos de energia nas sinapses entre neuronios ou conexões com as glandulas. Agora que temos a fórmula do sistema perfeito podemos abordar estes circuítos de uma nova maneira, primeiro tentando situa-los na fórmula e depois tentar ver onde estão os desvios.

Mas antes de iniciar este método temos que tentar aprender tudo o que o método cientifico reducionista já compilou de dados e estudar as várias teorias relacionadas. Para tanto, acho que o artigo abaixo é um bom começo.

The Globe and Mail (Jornal de Toronto, Canadá)

http://www.theglobeandmail.com/life/health/new-health/conditions/addiction/mental-health/where-is-its-mind-what-the-battle-over-the-bible-says-about-psychiatry/article2091844/page1/

Where is its mind? What the battle over the ‘bible’ says about psychiatry

Ian Brown
From Saturday’s Globe and Mail
Published Saturday, Jul. 09, 2011 6:00AM EDT

Type Ia supernovae as stellar endpoints and cosmological tool

quinta-feira, julho 14th, 2011

Êste PDF atualiza a corrente teoria sôbre supernovas fazendo várias modificações. Estudar o texto.

https://3610822742603181233-a-1802744773732722657-s-sites.googlegroups.com/site/dahowell/ncomms1344.pdf?attachauth=ANoY7cplfm9YbiOL78f-uN5s0a3fJikwCTatZHyJODCjiRw907da06UuVUcbuGw-65eonZR7A21N820kPMtMERVOvUeF6Hvdd5i6BYfUmRfzt6F3KgSz_9exOive7rcu8NQIeSUiZ0OVab7

NATURE COMMUNICATIONS| 2:350 | DOI: 10.1038/ncomms1344 | www.nature.com/naturecommunications

REVIEW
D. Andrew Howell

© 2011 Macmillan Publishers Limited. All rights reserved.
Published 14 Jun 2011 | DOI: 10.1038/ncomms1344

Resumo: Empirically, Type Ia supernovae are the most useful, precise, and mature tools for determining

astronomical distances. Acting as calibrated candles they revealed the presence of dark energy

and are being used to measure its properties. However, the nature of the Type Ia explosion,

and the progenitors involved, have remained elusive, even after seven decades of research. But

now, new large surveys are bringing about a paradigm shift—we can finally compare samples

of hundreds of supernovae to isolate critical variables. As a result of this, and advances in

modelling, breakthroughs in understanding all aspects of these supernovae are finally starting

to happen

Aprendendo O Inglês Real e Usado Aqui: Jerk e Geek

quarta-feira, julho 13th, 2011

Jerk:

“A jerk…is a man (or woman) who is utterly unable to see himself as he appears to others. He has no grace, he is tactless without meaning to be, he is a bore even to his best friends, he is an egotist without charm. All of us are egotists to some extent, but most of us–unlike the jerk–are perfectly and horribly aware of it when we make asses of ourselves. The jerk never knows.”

Tradução: “Um jerk… é uma pessoa incapaz de se ver a si mesma como ela parece às outras. Ela não tem graça (como se nêste mundo estúpido e todo errado eu andasse procurando graça inutil nas pessoas…) , ela é ou não tem tato para coisas significativas, ela é aborrecida mesmo para seus melhores amigos, é uma pessoa egoísta sem charme (êste “sem charme” é inutil aqui. Basta ser egoísta e não quero saber mais nada).Todos nós somos egoístas em alguma extensão, mas a maioria de nós – diferente do jerk – estamos perfeitamentente conscientes de quando fazemos nosso egoísmo. O jerk nunca sabe.

O que é “geek”?

(Êste espaço é seu)