Archive for setembro 12th, 2011

Fosfolipidio: O que é, porque existe êste fenômeno… segundo a teoria da Matrix/DNA

segunda-feira, setembro 12th, 2011

Deparei-me com um interessante escrito na Internet:

Forum Buology Online – Topic: Theories – Origin of Life
http://www.biology-online.org/biology-forum/about14351.html

by alextemplet » Mon Sep 22, 2008 1:55 am

Most biologists believe RNA was one of the first biochemical molecules to develop, and experiments have shown that under the right conditions it can perform the functions of itself as well as those of DNA and proteins. In fact there is an entire hypothesis called the “RNA world” that has been developed around these concepts; look it up on google or wikipedia and you’ll find plenty of info.

At my university, a group of students recently conducted experiments in which RNA was found to spontaneously isolate itself inside protective spheres of phospholipids. I’ll have to see if I can get a copy of the research paper; they think this could lead to explaining the formation of the first cells.

xxxxx

Como então, um reduzido numero de átomos unidos na forma de uma molécula organica (e por nós denominado de RNA), quando está num meio líquido onde exista um outro grupo de átomos (o qual denominamos fosfolipídio, que tem a forma de esferas ôcas), se conduz a penetrar nestas esferas e ali se isolar do mundo como se estivesse confortavelmente instalado em seu equilibrio termodinâmico?!

É preciso ver que aqui não existem instintos, intuições, etc.: são meras fôrças brutas naturais em ação. E parece-me que estas fôrças não existem nos átomos, porque não tenho conhecimento de que algum átomo isolado penetre alguma outra coisa, por si só. Então deduzo que esta fôrça existe quando átomos se combinam da maneira que forma o RNA; é uma fôrça que se torna propriedade emergente de um sistema maior que os seus átomos. Que fôrça é esta/ De onde ela vem?

Como sempre, corro a me socorrer dos modelos da Matrix/DNA. E de pronto descubro uma explicação lógica e racional. ( Sempre clique nas imagens para amplia-las e ver melhor)

The Matrix como fórmula de galáxias, células e DNA

Já descobrimos antes, em outra pesquisa que as camadas de gordura que nossos corpos possuem logo abaixo da pele representam aquelas camadas de poeira estelar que circundam o vortex nuclear na formação de um building block astronomico LUCA). Veja melhor na figura acima. O interior do corpo, com seus órgãos, é como se fôssem um nucleo, e a gordura seria como uma membrana externa. O nucleo de LUCA começou a ser reproduzido aqui na Terra na forma do RNA, êste representa o vortex. Pois essa gordura é constituída pelos lipidios. Então, em nosso ancrestral “não-vivo”, e a 10 bilhões de anos atrás, o RNA estava isolado dentro de uma esfera ôca de lipidio, genéricamente falando.

E assim descobrimos a fôrça misteriosa, a variavel escondida naquela sôpa primordial onde o RNA se isolava em esferas de lipídios. Os genes-fotons de LUCA, vindos de três lugares: radiação estelar cósmica, Sol, e nucleo terrestre. Os criacionistas têm razão na sua teoria da irredutivel complexidade… se basearem-se na origem da vida na Terra como ponto de referência. Mas se ampliarem seus horizontes no tempo e no espaço e verem mais longe, vão descobrir que tôdas as partes que aqui surgiram separadas e depois convergiram para um unico sistema celular, já existiam e estavam unidas num sistema flutuando no céu. Tudo é redutível a LUCA.

Fosfolipídios é o que forma as gorduras, o tecido adiposo. Existe a gordura marrom (predominante na forma embrionaria e infantil dos seres humanos) e a gordura branca (predominante na forma adulta humana). Ela é que dá massa a um corpo em crescimento, ela é o que estoca energia funcionando como reserva de combustivel para o corpo. Ora, em LUCA, nosso ancestral building block astronomico, tambem existe um material fazendo as mesmíssimas funções. Trata-se da poeira/debrís estelares oriundos da ultima estrela morta, ou de uma estrela velha se enfraquecendo, e que vai formar a nebulosa de poeira e gás donde vai surgir novo sistema estelar. Enquanto ela circunda o corpo-baby nas funções 2 e 3, e que chamamos de horizonte de eventos em torno do vortex central, ela forma as camadas geológicas ou placas tectônicas, é marrom, e depois quando estas camadas são digeridas pelas reações nucleares do germe nuclear, elas se tornam brancas, devido à energia explicita.

Sugere ainda os processos do modêlo que LUCA se desfaz pela entropia em bits-informação os quais são irradiados internamente em seu corpo e podem-se alojarem nas superficies de planetas, donde tentam se reerguerem na forma do sistema de onde vieram, ou seja, tentam reproduzir LUCA. Ora, os bits-informação das regiões 2 e 3 tendem a formar esferas ôcas com reserva nutrucional… o que nos conduz a acreditar que assim se originam os fosfolipidos.

E aqui se abre mais um vasto campo de pesquisas, não apenas na busca de decifrar os enigmas das origens da vida, dos funcionamentos dos nossos corpos, como tambem na busca de soluções para as disfunções do corpo humano, como a obesidade produzida pela gordura branca.

Por isso êste capítulo, iniciando esta pesquisa.

Primeiro lugar, a busca da definição na sagrada e amada WIKIPEDIA, cujos criadores merecem um grande abraço e nossa total admiração/respeito, por essa grande ação altruística, por que foram heróis da “Grande Causa da Humanidade”:

xxxx

Wikipédia, a enciclopédia livre.

Fosfolípido

Os fosfolípidos, fosfolipídios, são lípidos constituidos por uma molécula de glicerol, duas cadeias de ácidos graxos (uma saturada e uma insaturada), um grupo fosfato e uma molécula polar ligada a ele.

Ok, vamos começar a destrinchar isso. Definindo os nomes grifados acima:

Fosfolipídios - Phospholipids_aqueous_solution_structures

Fosfolipídios:

Fosfolipido - Phospholipid

Lipídios:

Lípidos ou lípidios são biomoléculas compostas por carbono (C), hidrogênio (H) e oxigênio (O), fisicamente caracterizadas por serem insolúveis em água, e solúveis em solventes orgânicos,[1] como o álcool, benzina, éter, clorofórmio e acetona. A família de compostos designados por lipídios é muito vasta. Cada grama de lipídio armazena 9 quilocalorias de energia, enquanto cada grama de glicídio ou proteína armazena somente 4 quilocalorias. É importante que se tenha um consumo moderado desta substância, pois além de conter maior valor energético, não é o primeiro nutriente utilizado pela célula quando ela gasta energia.

Lípidios - Lípids


Structures of some common lipids. At the top are oleic acid and cholesterol. The middle structure is a triglyceride composed of oleoyl, stearoyl, and palmitoyl chains attached to a glycerol backbone. At the bottom is the common phospholipid, phosphatidylcholine.

Molécula:

Uma molécula é uma entidade eletricamente neutra que possui pelo menos dois átomos, todos ligados entre si mediante ligação covalente. Isto exclui todos os metais, e também todas as substâncias como o sal de cozinha. Rigorosamente, uma molécula corresponde a uma união entre dois ou mais átomos que, em termos de diagramas energéticos (energia potencial U em função da separação espacial de seus átomos), é representada por uma depressão suficiente para confinar pelo menos um estado vibracional (um estado ligante).

Moléculas - Molecules

Comentários da Matrix/DNA: O que é molécula e orgânica? Por que elas se formaram? Observe no diagrama quimico que moléculas são cadeias de um building block, na forma de trapézio. Na molécula da figura, há três building blocks. Cada building block é à imagem da fórmula da Matrix que veio de LUCA. Isto significa que moléculas foram as primeiras tentativas de LUCA em se reproduzir aqui. Depende do tipo de átomos arrolados, das posições dêles, etc, qual será a função final da molécula.

Glicerol:

Glicerol ou propano-1,2,3-triol (IUPAC, 1993) é um composto orgânico pertencente à função álcool. É líquido à temperatura ambiente (25 °C), higroscópico, inodoro, viscoso e de sabor adocicado. O glicerol está presente em todos os óleos e gorduras de origem animal e vegetal (veja óleo vegetal e gordura) em sua forma combinada, ou seja, ligado a ácidos graxos tais como o ácido esteárico, oleico, palmítico e láurico para formar a molécula de triacilglicerol.

Glicerol - Glycerine chemical structure

Glycerine chemical structure

Glicerol - Glycerol-3D-balls

Ácidos graxos:

Ácidos graxos são ácidos monocarboxílicos de cadeia normal que apresentam o grupo carboxila (–COOH) ligado a uma longa cadeia alquílica, saturada ou insaturada. Como nas células vivas dos animais e vegetais os ácidos graxos são produzidos a partir da combinação de acetilcoenzima A, a estrutura destas moléculas contém números pares de átomos de carbono. Mas existem também ácidos graxos ímpares, apesar de mais raros.

Ácido Graxo - Fatty acid - Butanoic_acid

Fostato:

No campo bioquímico, um íon de fosfato livre em solução é chamado de fosfato inorgânico, para distinguí-lo dos fosfatos existentes nas moléculas de ATP, DNA ou mesmo RNA. Fosfato inorgânico é denotado geralmente como Pi. Fosfato inorgânico pode ser formado pelas reações de ATP ou ADP, com a formação do ADP ou AMP correspondente e a liberação de um íon de fosfato. Reações similares existem para outros nucleosídeos difosfatos e trifosfatos.

Em sistemas vivos, íons de fosfato podem ser criados pela hidrólise de um íon maior chamado pirofosfato, o qual tem a estrutura P2O74 -, sendo denotado PPi.

Fosfato - Phosphat - Ion

E voltando à definição de fosfolípidios:

São moléculas anfipáticas, isto é, possuem uma cabeça constituida pelo grupo fosfato que é polar ou hidrofílica(tem afinidade por água) e uma cauda constituída pelas cadeias de ácidos gordos apolar ou hidrofóbica, isto é que repele a água.

Fosfolipídio Polar e Apolar

Muito curioso isto. A cabeça deve ser cópia do nucleo de astros e a cauda cópia da poeira estelar e camadas geológicas. Como pode ser vista como cópia de um cometa. Claro, na cabeça – no nucleo – está a energia. Mas porque a cauda de um fosfolipódio repele a água? A Matrix/DNA responde em cima da bucha: LUCA, as galáxias enfim, foi feito com os estados sólido e gasoso da matéria apenas. Naquela época não havia ainda o estado líquido. E quando LUCA tenta se reproduzir aqui na Terra o mais fiel possível à sua forma original, claro, êle repele o estado liquido principalmente expressando sua Função 2 porque êste provocaria indesejáveis mutações. A mutação de sistema astronomico semi-mecânico/semi-biológico, em sistema biológico… VIVO!

xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

Recente artigo que reforça a Teoria da Matrix/DNA

O corpo humano é uma cópia projetada mateiral do software Matrix/DNA. Portanto cada órgão corresponde a uma das funções no diagrama/software. O fígado, por ser o agente da limpeza interna do circuíto sanguineo, indica ser o órgão da função 7, numa evolução que veio desde seu ancestral celular na função 7, o lisossomo. Ora, como agente de limpeza, o fígado deve receber tôda a gordura fluindo no sangue e dar um jeito de excreta-la do corpo. Mas se a quantidade superar sua capacidade operativa, essa gordura fica no corpo se acululando em qualquer lugar. Um dêstes lugares candidatos é o cérebro, onde existe grande quantidade de sangue fluindo concentrada em pouco espaço, e isso nos leva à hipótese de que problemas no fígado pode produzir as placas que se formam em torno de neurônios impedindo suas sinapses, produzindo a perda de memória. E o recente artigo abaixo vem reforçar esta hipótese:

http://www.cnn.com/2011/HEALTH/06/16/liver.disease.ep/index.html?iref=allsearch

The growing culprit behind liver disease

By Elizabeth Cohen, CNN Senior Medical Producer

June 17, 2011 6:22 a.m. EDT

(CNN) — The first time Wilson Alvarado got lost on the way to a neighborhood park, he told his wife, Patricia, not to worry about it — he was 62, he told her, and just getting a little forgetful.

Patricia thought it was strange, considering the park was only a half-mile away, and he’d driven there every week for more than 30 years. Then Wilson got lost again on the way to the park. A few months later, he called Patricia from the supermarket, asking why he was there.

“I thought, well, maybe he really is just getting old,” Patricia recalls. “My mother has Alzheimer’s, and I thought maybe that was it.”

It was easy to overlook the little memory lapses until several years later when the situation reached a head. While her husband was visiting relatives in Puerto Rico, Patricia received a phone call from his cousin saying they’d taken Wilson to the hospital because he “wasn’t making any sense” and was acting so aggressive the hospital put him in restraints.

“It was really horrifying,” she says.

Patricia had him put back on a plane to Buffalo, near their home in Cheektowaga, New York. His doctors explained that liver disease was behind Wilson’s memory lapses and erratic behavior.

“When you think about this kind of thing, you think about dementia or Alzheimer’s,” she says. “You don’t think about the liver.”

Wilson had cirrhosis, just like alcoholics get, but in his case, fat, not alcohol, was the culprit. At 5 feet 8 inches and 185 pounds, Wilson is overweight, and too much fat in his liver eventually caused it to malfunction.

According to the Centers for Disease Control and Prevention, two-thirds of Americans are either overweight or obese, and doctors say they’re seeing more and more patients like Wilson Alvarado.

“It’s overwhelming how many patients we’re seeing with this problem,” says Dr. Naim Alkhouri, a hepatologist at the Cleveland Clinic.

Dr. William Carey, also a hepatologist at the Cleveland Clinic, adds, “This is huge. We didn’t even know this disease existed 30 years ago. Now it’s the most common liver disease in America.”

‘We won’t have the ability to treat all these patients’

About a third of the U.S. population has nonalcoholic fatty liver disease, according to Dr. Michael Curry, a hepatologist at the Beth Israel Deaconess Medical Center in Boston.

Curry said most of those people — about 80% — will not develop significant liver disease. The other 20% will develop a disease called nonalcoholic steatohepatitis, or NASH. Of those, about 20-30% will go on to develop cirrhosis and end-stage liver disease, where the only real treatment is a liver transplant.

“That’s about 6 million people. We won’t have the ability to treat all those patients,” Curry says. “If we even have a fraction of that number of patients, it will overwhelm liver transplant programs.”

Laundry in the refrigerator

NASH is often silent, according to the National Institutes of Health. While some people have pain in the right side of their abdomen, most do not. Liver enzyme tests are sometimes normal, and even ultrasounds and CT scans don’t always pick up on the disease.

“Symptoms are few and far between,” the Cleveland Clinic’s Carey says.

“It can sneak up on you,” says Dr. Kevin Mullen, a hepatologist at the Case Western Reserve University School of Medicine. “Even your doctor might miss it.”

Often symptoms don’t show up until the disease has progressed. Sometimes, the first sign is a swollen stomach or ankles, or vomiting blood.

Some patients, such as Wilson Alvarado, develop brain changes called hepatic encephalopathy. As the disease progresses, the liver has a hard time filtering out toxins, which can go to the brain and cause problems such as memory lapses, trouble sleeping at night and lack of coordination.

“It might start out with minimal changes, like a few more dents in the car,” Curry says.

Later, the changes can become more disturbing.

“I had a patient who put his laundry in the refrigerator,” Carey says. “Another one couldn’t remember the family party that had just happened that very day.”

Curry adds, “One of my patients got into the shower and turned on boiling hot water and couldn’t figure out how to switch it off.”

Mullen says, “It really can be bizarre. They might try to sell their house for $100 or walking around the neighborhood unclothed.”

Preventing nonalcoholic fatty liver disease

If a patient loses weight, eats better and exercises, he or she can often reverse the disease in its earlier stages.

“That’s why we like to find these people early,” says Alkhouri of the Cleveland Clinic.

However, by the time the disease has advanced to the point of cirrhosis, it’s usually irreversible, he adds.

Alvarado had to have a liver transplant last month at the Cleveland Clinic, and his wife says his thinking has become more clear.

Definições:
Nonalcoholic fatty liver disease
http://www.mayoclinic.com/health/nonalcoholic-fatty-liver-disease/DS00577

Nonalcoholic fatty liver disease is a term used to describe the accumulation of fat in the liver of people who drink little or no alcohol.Nonalcoholic fatty liver disease is common and, for most people, causes no signs and symptoms and no complications. But in some people with nonalcoholic fatty liver disease, the fat that accumulates can cause inflammation and scarring in the liver. This more serious form of nonalcoholic fatty liver disease is sometimes called nonalcoholic steatohepatitis. At its most severe, nonalcoholic fatty liver disease can progress to liver failure.

Hepatic Encephalopathy
http://www.liverfoundation.org/abouttheliver/info/hepaticencephalopathy/

Why is the liver important?
The liver is the second largest organ in your body and is located under your rib cage on the right side. It weighs about three pounds and is shaped like a football that is flat on one side.

The liver performs many jobs in your body. It processes what you eat and drink into energy and nutrients your body can use. The liver also removes harmful substances from your blood.

Facts-At-A-Glance
Hepatic encephalopathy (HE) is a brain disorder caused by liver damage
HE can be an acute (short-term) or chronic (long-term) condition and can be mild, moderate, or severe
HE occurs when the liver cannot remove toxic chemicals in the blood and these chemicals enter the brain
Symptoms of HE may progress slowly, or may occur suddenly
Common symptoms of HE include confusion, forgetfulness, personality or mood changes, poor concentration and judgment, stale or sweet odored breath, change in sleep patterns, and worsening of handwriting or small hand movements
People with HE can enter a coma or have brain damage
HE can be a medical emergency and hospitalization is usually required
Treatments aim to manage the disease and keep people out of the hospital
The best way to reduce the risk of HE is to prevent, treat, or manage liver disease

xxxxxxxxxxxxxx

Bem, infelizmente tenho que interromper esta pesquisa agora, para ir trabalhar…