Archive for outubro, 2011

Gerar um Filho: Considere Custo, o Capitalismo Selvagem, a Superpopulação e o Sentido da Vida Humana

segunda-feira, outubro 31st, 2011

Conforme artigo ( Cost to raise a child: $226,920, http://money.msn.com/how-to-budget/article.aspx?post=1de61f7a-8a97-46e7-95c6-f45a50e42650&ocid=xnetr3-1, by MSN Money partner on Tue, Oct 11, 2011 10:03 AM),…

… sustentar um filho dos zero aos 18 anos fica em cêrca de U$ 200.000,00, nos USA. Quero saber se existe tal estudo no Brasil e qual o montante. Êste tema é de demasiada importancia e devia ser parte da agenda social/politica de cada cidadão do mundo. Êle não pode ficar fora da atenção da cosmovisão da Matrix/DNA na sua secção da “A Grande Causa da Humanidade” e seu supremo objetivo de não deixar uma mente humana sequer impedida ou desmotivada em sua evolução natural.

Vamos tentar esquematizar os itens derivados do tema, registrando-os aqui para ir desenvolvendo-os.

1) População do Planeta x Recursos Naturais Disponíveis para a ideal Qualidade de Vida:

É objetivo da Matrix/DNA fazer com que cada ser humano, ao nascer, tenha a posse da quantidade de terra agriculturavel para sua auto-subsistência. O homem já nasce condenado a ser escravo do trabalho forçado rotineiro, situação que podemos mudar investindo na tecnologia da automação. Enquanto essa tecnologia não é aplicada, o homem deve ser livre para escolher se vai ou não produzir algo excedente às suas necessidades pessoais para doar a alguma causa/empreendimento social. Êle é escravo da Natureza mas não da Humanidade. Portanto o numero da população ideal do planeta deve ser calculado após ter-se obtido o numero de extensão de terra habitável/agriculturavel, e calculado qual o espaço ideal e suficiente para cada ser humano. As leis sociais devem ter mecanismos para impedir que os nascimentos superem o numero estabelecido como maximo.

2) Regulamento do Sistema Economico de Acordo com o Valor Economico/Capital Intrinseco de cada ser humano.

O sistema capitalista atual baseado na emprêsa privada é uma farsa absurda contra a democracia.

O sistema atual de patrão/empregado é baseado ainda nas relações entre predadores e prêsas que herdamos do reino selvagem animal. Se o sistema é denominado capitalismo, comunismo, ou feudalismo, todos tem sido sistemas selvagens. Qualquer emprêsa economica deve ter sua renda dividida equitativamente entre os que nela participam realmente na produção de seus produtos e entre o trabalho anteriormente aplicado para obter o capital que é investido na criação da empresa. O ideal é que todos os participantes sejam donos equalitarios da empresa. Mas no caso da empresa ser de iniciativa particular mesmo que de sub-grupos, a renda deve ser dividida entre os proprietarios e os trabalhadores da seguinte forma:

O valor do capital deve ser baseado no cvalor da pessoa humana economicamwente ativa, ou seja, a atual unidade de capital inicial investida por cada ser humano em qualquer empresa economica que participa
é U$ 200.000,00. Pois este é o montante gasto para se formar um trabalhador.

a) estabelece-se o montante do capital investido pelos proprietários;
b) estabelece-se o montante do capital investido pelos trabalhadores ( a soma dos trabalhadores é calculada na quantidade dêles multiplicada pelo custo pessoal da pessoa economicamente ativa; no caso dos EUA, cada trabalhador acima dos 18 anos entra com o capital de U$ 200.000,00 dolares)
c) se o proprietário efetivamente trabalha na produção na mesma carga horaria dos demais, seu custo pessoal deve ser aduzido ao seu capital monetario investido;
d) exemplo: suponhamos um bar que custou U$ 200.000,00 a um proprietario que não participará efetivamente da produção como os outros trabalhadores, os quais montam a 4 empregados. isto significa que o capital empregado na empresa soma 1 milhão de dolares (os 200 mil do proprietario mais os 800 mil de cada trabalhador). A renda liquida total deve ser dividida por 5. Se o proprietario participar com a mesma carga horaria de trabalho a renda deve ser dividida por 6 sendo que o proprietario tem direito a duas partes.

3) População Humana/Animal/Vegetal e Controle de Gaia/Condições Ambientais e Climaticas do Planeta:

Deve-se eleger o melhor documento cientifico sôbre global warming/variação climatica e considerar suas previsões a longo prazo como parte do calculo do numero maximo ideal de habitantes vivos do planeta.

4) Planejamento para a construção do “planeta ajardinado e automatizado”, no estilo fisico-ambiental da utopia do Admiravel Mundo Novo, supremamente incluindo a existência da mente livre e soberana de cada ser humano e a liberdade humana para sua conquista/expansão/aventura no Cosmos.

Lutetia: Nova Vitória para Matrix/DNA e desafio para o Modêlo Cosmológico Acadêmico?

domingo, outubro 30th, 2011

Asteroid Lutetia

Asteroid Lutetia


New Data on Asteroid Lutetia Puzzle Researchers

The State Column, Sunday, October 30, 2011

Read more: http://www.thestatecolumn.com/health/new-data-on-asteroid-lutetia-puzzle-researchers/#ixzz1cJIPiRbg

New images of Asteroid Lutetia is spurring new ideas about its formation and structure. Researchers suggest that this asteroid may have a molten-hot core, which could mean the asteroid is leftover from the planetary formation process.

Asteroid Lutetia is one of millions of rocks in the asteroid belt between Mars and Jupiter. From the researcher’s measurements, Lutetia is unusually dense and its surface appears to be porous, suggesting a molten-hot core. In addition, the researchers observed a distorted gravitational field when flying by Lutetia. The researchers calculated the asteroid could weigh as much as 1.8 million tons, based off its distortion.

The European Space Agency spacecraft is called Rosetta, and this past July, it flew by Asteroid Lutetia. During its pass by, the spacecraft was able to collect about the asteroid’s composition and internal structure.

The Rosetta’s mission is to encounter Comet Churyumov–Gerasimenko in 2014. his journey is estimated to be 2.5 years, and in the meantime, the spacecraft has its systems shut down and communication in hibernation.

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A seguir o comentário postado no jornal por Matrix/DNA:

TheMatrixDNA

If this new data does not fit the cosmological scientific model, why not review the model? Why a molten-hot core needs to be produced only in planetary formation process? As said by Mr. Mike
Miller above, if it had a molten core, Lutetia would have frozen solid very early on.

There are other cosmological models, against which there are no scientific data. For instance, The Universal
Matrix/DNA of Natural Systems point out another source for comets and meteorites
with molten-hot core: magma from volcanoes of giant planets becoming pulsars. Maybe
Jupiter or a neighbor interstellar body could be the origin of this meteorite.
Or it could be the result of fragmentation of comets.

Teoria do Big Bang e a Versão da Matrix/DNA

domingo, outubro 30th, 2011

O achado de um elo entre os sistemas biológicos e astronomicos nos revelou uma linha lógica da macro-evolução. De posse dessa linha lógica era possível calcular o sistema que teria produzido os sistemas astronomicos e assim chegamos ao átomo. Mais exatamente a um tempo em que o Universo se resumia a uma nebulosa de átomos, leves. Reduzindo-se evolucionariamente pela mesma linha lógica as propriedades semi-biológicas encontradas nos sistemas astronomicos ao nível do sistema atômico tivemos que fazer algumas mudanças, acréscimos de complexidade, no modêlo atual oficial atômico. O passo anterior da macro-evolução se deu com partículas e novamente aplicando o mesmo método estudamos suas formações. Com isso chegamos a uma imagem inicial do Universo em que uma substancia espacial ( podem ser meras vibrações continuas no vácuo) produzia o pipocar de “bôlhas” contendo vórtices. Todos os vórtices tinham o mesmo “spin” ou seja, por exemplo, todos girando da esquerda para a direita. Esta imagem nos levou a lembrar de outro postulado que os modêlos da Matrix/DNA havia revelado: a história da macro-evolução universal é a história de evolução de um unico sistema natural que surgiu na sua forma mais simples junto com as origens do Universo. Em outras palavras a evolução se propaga como ondas espiraladas que partem de uma fonte original pulsante, sendo que cada nova camada da onda inicial recapitula todos os dados da onda anterior e acrescenta mais algum nivel de complexidade. O sistema sob evolução rola ao sabor destas ondas.

Tudo isso nos levou a perceber que tinhamos uma cópia da macro-evolução aqui mesmo, bem à frente de nossos olhos: embriologia. A evolução de um novo ser, desde o momento inicial da fecundação, é uma cópia, um fractal, um processo à mesma imagem e semelhança, da macro-evolução do sistema universal. Ora, então podemos aplicar o que conhecemos no processo aqui para calcular o que desconhecemos no processo unversal. Antes da origem ou inicio de um processo embriológico existem duas entidades fora do local onde se dá o processo, e separadas entre si: um espermatozóide e um óvulo. A situação de um óvulo não-fecundado, preenchido por amnion e contendo os genes ou genoma feminino pode ser a cópia fractal da imagem que tinhamos do Universo antes de sua origem: um oceano de vibrações onde “nadavam” os vórtices-genes . Onde o genoma corresponderia às vibraçoões no vacuo e os genes femininos às bôlhas contendo vórtices de uma só direção. Para dar inicio ao Universo faltava a presença do espermatozóide. Lembramos então que a entrada do espermatozóide no óvulo é desastrosa, pois entra contido numa capsula que “explode” no centro do óvulo liberando sua carga genética. Êste explodir nos fêz imediatamente lembrar da corrente teoria do Big Bang. Os fatos reais comprovados que temos hoje não invalidam o modêlo da origem do Universo sugerido pela Matrix/DNA, ao contrário, alguns o corroboram, como por exemplo, tem que haver a expansão do Universo pois em embriologia o ser sendo reproduzido se expande.

Enfim, a diferença fundamental entre os dois modêlos teóricos é apenas de interpretação: dos dados e calculos téoricos de como o Universo evolui. Podemos ser criticados de ter impregnado a teoria do Big Bang e a evolução do Universo com valores e emoções humanas, pois ao mesmo tempo criticamos o modêlo cosmológico acadêmico de ter retirado do Big Bang e da evolução do universo todos os principios naturais que vieram depois a se manifestarem como valores e emoções humanas. O tempo corrigirá os êrros nas teorias e talvez a Verdade seja um meio-têrmo entre as duas versões.

( obs: Falta incluir aqui um importante gráfico que orientou o desenvolvimento de nossos modêlos, intitulado “Do Big Bang ao Big Bitrth.” O grafico é cartesiano e tem como coordenadas o tempo e o espaço. A partir do cruzamento das duas coordenadas que é o ponto representando o momento do Big Bang calculamos a trajetória evolucionista do sistema, desde as particulas á consciência humana. Alem de sugerir importantes novos mecanismos, como a evolução curva e não retilinea, o grafico sugere que a matéria do Universo será descartada como o é a placenta, e dela restará o que dela se extrai na forma de substancia auto-consciente, cujo corpo estará plenamente formado num ponto que sugere um Big Birth. O gráfico existente no papel ainda não foi transposto para o website por problemas técnicos.)

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Para elucidar-nos de como está atualmente a teoria do Big Bang, oficial, deixare-mos registrado nêste capitulo tudo o que de novidade possa surgir:

1) Artigo em: Like a Physicist

http://likeaphysicist.wordpress.com/

Entenda de uma vez por todas a teoria do Big Bang

27/07/2011

Estado estacionário VS Big Bang: a vitória de um padre

As grandes descobertas cientificas da humanidade sempre foram fruto da genialidade e, principalmente, da curiosidade insaciável de seus criadores. Com o Big Bang não poderia ser diferente. A teoria científica para o início do universo tem sua origem alguns anos após a publicação da relatividade geral. Um grupo de equações conhecidas como equações de campo de Einstein implicavam claramente na inexistência de um universo infinito e estático. Isso quer dizer que em algum momento o universo teve um início e se expandia desde então. O universo não era tão estático como se imaginava. Essa idéia, hoje bem aceita pela maioria das pessoas, foi negada a princípio por muitos cientistas. O próprio Einstein abominava essa idéia, e se recusava a aceitar um universo que não fosse estático.

Ironicamente, o primeiro a defender uma teoria científica para a origem do universo foi um padre católico. Georges Lemaître propôs baseado em seus estudos sobre a relatividade geral de Einstein, uma teoria onde o universo havia sido criado em algum momento. Ele percebeu que se o universo estava em expansão como afirmava a teoria da relatividade um dia ele deve ter sido realmente minúsculo. Esse ponto minúsculo do qual o universo teria se expandido foi chamado por Lemaître de átomo primordial, uma espécie de ponto infinitamente denso e quente que, ao explodir, originou o universo. Essa idéia, que é a base para a cosmologia moderna, foi a princípio recusada pelo próprio Einstein.

Einstein e Lemaître.

Einstein e Lemaître.

O astrônomo Edwin Hubble descobriu que as galáxias estão se afastando uma das outras destruindo por vez o sonho de Einstein de um universo estático. Hubble, utilizando um método chamado vela padrão, pôde determinar a distância de estrelas extremamente longe de nós. Com isso ele foi capaz de calcular a velocidade de expansão do universo e sua idade.

No meio acadêmico a teoria do átomo primordial encontrou resistências, principalmente pelo fato de seu criador ser um padre, fato que fez com que muitos cientistas a recusassem automaticamente. Outra teoria defendida por aqueles que se recusavam a aceitar o átomo primordial era conhecida como estado estacionário. Essa teoria, que começava a se tornar cada vez mais influente no meio acadêmico, afirmava que o universo foi e sempre será estático. Tal teoria foi proposta pelo astrônomo Fred Hoyle após seus estudos sobre a teoria de criação dos elementos da tabela periódica, a chamada nucleossíntese, ou seja, formação dos núcleos atômicos. Sua teoria do universo estacionário, em síntese, dizia que o universo sempre existiu, que as características do universo como densidade e temperatura sempre foram as mesmas. Mas havia um enorme problema em sua teoria. Já se sabia que o universo estava se expandindo e se a quantidade de matéria sempre foi a mesma, como afirmava a teoria de Hoyle, a densidade deveria diminuir com o tempo pois a mesma quantidade de matéria estaria diluída em espaços cada vez maiores. Hoyle “concertou” este problema introduzindo em sua teoria a idéia de que em algum lugar no universo a matéria estava sendo criada constantemente. Contudo essa nova atualização da teoria de Hoyle não foi bem aceita.

O físico russo George Gamow estudou o átomo para defender a teoria do átomo primordial. Gamow imaginou que os elementos mais leves como hidrogênio e hélio haviam sido criados no extremamente quente e denso começo do universo. Ralph Alpher, um dos alunos de Gamow, calculou que se hidrogênio e hélio tivessem sido criados no big bang deveria existir aproximadamente dez vezes mais hidrogênio do que hélio. Essa previsão foi confirmada pouco depois por observações. Assim a teoria do átomo primordial seguia ganhando seguidores.

Lemaître propôs também a teoria do calor residual. Esse calor seria resultado da explosão do big bang que poderíamos ser capazes de observar hoje. Gamow e seus alunos aprimoraram essa teoria pensando que se o universo havia sido tão quente que sua temperatura chegaria a ser trilhões e trilhões de vezes mais quente que o Sol então o universo não poderia ter esfriado totalmente ainda. Devia haver algum resquício desse calor em algum lugar.

Wilson e Penzias e ao fundo seu radiômetro.

Wilson e Penzias e ao fundo seu radiômetro.

Somente em 1965 os cientistas seriam capazes de provar de uma vez por todas a teoria de Gamow e seus alunos. Wilson e Penzias, que trabalhavam com comunicação via satélite, tentaram medir essa radiação em um radiômetro há 12km de Nova Iorque mas tudo que ouviram era um chiado. Eles não sabiam o que era esse chiado mas o que sabiam é que estavam captando mais radiação do que o esperado. Juntos eles tentaram resolver esse problema, imaginaram que tal chiado fosse proveniente de Nova Iorque, de aviões ou até dos pombos que costumavam usar o radiômetro como casa mas nada disso era a resposta. Foi então que perceberam que a radiação não vinha de um lugar específico, ela vinha de todos os lugares. E foi essa radiação que trouxe a prova definitiva, a prova de que o universo não era eterno, a prova do big bang. O que Wilson e Penzias descobriram foi o que conhecemos hoje como radiação cósmica de fundo, um eco do big bang que está em todos os lugares, a radiação proveniente do início do universo.

A teoria do Big Bang

Assim como ocorre em muitas teorias complexas, o big bang possui alguns modelos para facilitar seu estudo. Apresentarei aqui dois destes modelos. O primeiro chama-se Modelo Padrão da Cosmologia e o segundo, seu sucessor, é chamado de Modelo Cosmológico Inflacionário ou apenas Modelo Inflacionário.

O Modelo Padrão da Cosmologia é fundado em três idéias principais: o universo se expande (como vimos anteriormente essa expansão foi confirmada por Hubble), a radiação cósmica de fundo (o resquício de energia ainda presente hoje em dia resultante do big bang) e a nucleossíntese primordial (momento onde a temperatura permitiu a formação de núcleos atômicos).

Como já vimos antes, a radiação cósmica de fundo já foi detectada por Wilson e Penzias e mais tarde por satélites como o WMAP (Wilkinson Microwave Anisotropy Probe) e o COBE (Cosmic Background Explorer). Mas o que seria exatamente essa radiação? E como isso prova alguma coisa sobre o big bang? Bem, essa radiação nada mais é do que os restos do big bang. São micro-ondas, ou seja, milhões de fótons (aproximadamente 400 milhões por metro cúbico) com uma temperatura de 2,7 graus acima do zero absoluto. Isso é fantástico porque isso é exatamente o que o Modelo Padrão da Cosmologia prevê.

A nucleossíntese primordial é fundamental para o entendimento do big bang. Durante o chamado tempo de Planck ou era de Planck (10^-43 segundos após o big bang) a temperatura do universo era de aproximadamente 10^32 graus Kelvin, 10 trilhões de trilhões de vezes mais quente que o núcleo do Sol. Com o passar do tempo, a temperatura do universo foi caindo, ele foi resfriando e assim permitiu a organização de quarks em grupos de três formando os primeiros prótons e nêutrons. Nos próximos três minutos seguintes ao início do universo a temperatura era de aproximadamente 1 bilhão de graus e isso permitiu que houvesse a formação dos primeiros núcleos atômicos com a junção dos prótons e dos nêutrons. Nesse primeiro instante, somente núcleos de hélio e hidrogênio foram formados. Isso é de fundamental importância pois ao utilizar teorias da física nuclear e da termodinâmica os físicos podem dizer exatamente a quantidade de hélio e hidrogênio formada nesse momento do universo. Os cálculos feitos apontaram para quantidades muito desiguais entre esse átomos. Aproximadamente 80% do universo era hidrogênio e 20% era hélio. Análises atuais sobre a quantidade de hidrogênio em estrelas e nebulosas confirmaram categoricamente a teoria da nucleossíntese primordial.

Apesar do Modelo Padrão da Cosmologia ser uma boa teoria ele possui um problema grave: o problema do horizonte. Os cientistas descobriram que o universo possui praticamente a mesma temperatura em todos os lugares. Como regiões separas por bilhões de quilômetros têm a mesma temperatura? A única resposta encontrada foi a de que, durante os primeiros segundo após o big bang, essas regiões estavam tão próximas que trocaram energia térmica entre si, criando esse equilíbrio térmico no universo. Mas os físicos descobriram que não é assim tão simples. A velocidade da luz marca o limite de velocidade para tudo no universo, portanto o calor não pode ser trocado com velocidade maior que esta. Então se a distância entre dois pontos do universo tivesse sido maior do que a luz pode percorrer é impossível que esses dois pontos tivessem interagido de forma a trocar energia térmica, portanto a uniformidade da temperatura não devia ocorrer. E esse é o problema do Modelo Padrão Cosmológico. Duas áreas hoje distantes trilhões de quilômetros apresentam a mesma temperatura quando na verdade não poderiam pois no início do universo não ficaram próximas o suficiente para que houvesse a troca de energia térmica. Mas em 1979, Alan Guth desvendou esse quebra-cabeça e deu origem ao Modelo Inflacionário.

Alan Guth, criador do modelo inflacionário.

Alan Guth, criador do modelo inflacionário.

Guth, encontrou uma solução para as equações de Einstein na qual o universo se expandia exponencialmente durante um breve período. Os cálculos feitos mostraram que durante o primeiro trilionésimo de trilionésimo de trilionésimo de segundo depois do big bang o universo aumentou percentualmente mais do que nos 15 bilhões de anos que se seguiram. Isso quer dizer que objetos hoje muito distantes estavam muito mais próximos pouco tempo depois do big bang o que permitiu a troca de energia térmica entre eles. Refinamentos posteriores feitos por André Linde, Paul Steinhardt e Andreas Albrecht resolveram muitos problemas do Modelo Cosmológico Padrão, o que levou a aceitação do Modelo Inflacionário.

O big bang e a teoria das supercordas

Quando os cientistas aplicaram as equações de Einstein no período entre o big bang e a tempo de Planck descobriram algo que lhes tirou o sono. Conforme regressamos o universo fica menor, mais quente e mais denso. Quando o tempo é zero o tamanho do universo desaparece e a temperatura e a densidade chegam ao infinito, algo que não deveria acontecer. Os cientistas perceberam então que era necessário mudar de abordagem pois só relatividade não bastava, precisavam também de mecânica quântica e assim se viram forçados a usar a teoria das cordas.

A teoria das supercordas altera o Modelo Padrão da Cosmologia de duas formas principais. Primeiro, as pesquisas recentes indicam que o universo possui um valor mínimo para seu tamanho (não é infinitamente pequeno). Segundo, a teoria das supercordas considera 11 dimensões das quais quatro são espaço-temporais. Isso altera os cálculos necessários já que somos obrigados a considerar a evolução de todas as dimensões.

Clique sôbre o espaço em branco:

Representação gráfica das supercordas.

Representação gráfica das supercordas.

Teoria das Cordas

Teoria das Cordas

Importantes passos foram dados por Robert Branderberger e Cumrun Vafa durante a década de 80. Eles descobriram através de cálculos pormenorizados que o universo possuiu uma temperatura máxima. Seus estudos levaram a criação do seguinte quadro. O universo quando estava em seu tamanho mínimo e com temperatura máxima estava com todas as dimensões recurvadas e perfeitamente simétricas. Então, no tempo de Planck três das dimensões se expandiram (as três dimensões espaciais) enquanto as outras continuaram recurvadas. Devido à forma como as supercordas se envolvem, apenas três das dimensões puderam se expandir já que as outras dimensões estariam “presas” pela própria estrutura das supercordas.

As equações das supercordas são extremamente complicadas e, infelizmente, são apenas aproximações das reais equações. Sem a posse das equações exatas da teoria das cordas, os cientistas são obrigados a recorrer a aproximações. Sobre o assunto Vafa disse: “O nosso trabalho põe em destaque a nova maneira pela qual a teoria das cordas permite reestudar problemas persistentes do modelo-padrão da cosmologia. Vemos, por exemplo, que a própria noção de uma singularidade inicial pode ser totalmente evitada pela teoria das cordas. Mas devido às dificuldade que impedem a execução de cálculos inteiramente confiáveis nessas condições extremas, como o nosso nível atual de conhecimento sobre a teoria das cordas o nosso trabalho só pode proporcionar um vislumbre inicial da cosmologia das cordas e ainda é muito longe de dar a palavra final.”

Apesar das dificuldades parece que os cientistas encontraram uma forma mais precisa de responder os problemas da teoria das supercordas. A resposta aparentemente pode ser a Teoria M, criada por Witten durante a segunda revolução das supercordas. Witten conseguiu demonstrar que alguns dos antigos problemas podem ser evitados ao utilizar a teoria M. Algumas das mais interessantes possibilidades da teoria M acontecem em mundos que não podemos enxergar. Os físicos sabem que o tecido quântico é um lugar um tanto quanto frenético. Flutuações quânticas de energia ocorrem a todo instante. Por conta disso um vácuo perfeito não pode existir já que, mesmo com a ausência de moléculas e átomos, o tecido quântico “cria” partículas. As flutuações de energia fazem com que pares de partícula e anti-partícula sejam criados se aniquilando o tempo todo. Acontece que essas flutuações, de acordo com alguns cientistas, podem ter sido responsável pela criação do universo. É possível que algum tipo de flutuação quântica anômala tenha criado o universo e devido ao seu estado instável, ele se expandiu como vimos.

Contudo, estamos ainda dando os primeiros passos na busca de uma teoria definitiva para o surgimento do universo. Os cientistas continuam incansáveis na busca por respostas utilizando os mais avançados recursos matemáticos da teoria das supercordas e da teoria M para, quem sabe um dia, descobrir como foi o início do universo.

Referências:
http://nautilus.fis.uc.pt/gazeta/revistas/29_3/vol29_3_Art05.pdf

http://arxiv.org/abs/1005.5491

Brian Greene (2001). O universe elegante

Kepler de Souza e Maria de Fátima (2004). Astronomia e Astrofísica

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“PREPARING FOR CLIMATE CHANGE: ADAPTATION PROGRAMS AND POLICIES”

domingo, outubro 30th, 2011

Registramos aqui o melhor e mais crível “cientifico” documento (em nossa opinião, claro) a respeito da controvérsia global warming & climate change. É claro que êste tema interessa sobremaneira à Matrix/DNA pois o bem-estar de todos os seres humanos para permitir a evolução da auto-consciência em liberdade ( uma mente sã necessita de um corpo são em sintonizada convivência com o ritmo da Natureza) é o principal motivo pelo qual tiramos a Matrix/DNA das gavetas e nossa isolada pesquisa onde ficou por 30 anos para trazê-la ao escrutinio publico.

O documento, em PDF, de nove páginas, sugere com gráficos convincentes que realmente o clima está mudando, a temperatura se elevando. Alem de tratar da questão de como a Humanidade deve reduzir suas influências no ambiente planetário, o documento é pragmatico ao constatar que as mudanças existem e podem piorar, por isso, trata da questão de como as populações em seus locais especificos terão que se adaptarem, e o pior, se adaptar a um objetivo que está em movimento, sendo mudado.

A Matrix/DNA está sugerindo que o modêlo teórico astronomico oficial está incompleto, com muitos equívocos. Isto implica que não conhecemos ainda o que é e como funcionam os planetas, como a nossa Terra. Sem êste conhecimento ficamos ao acaso, ao sabor das mudanças que porventura sejam produzidas pela Natureza, ao invés de poder-mos nos preparar e planejar nossas adaptações. Inclusive ficamos sem entender as origens de novos vírus, de doenças fatais que resultem da mudança planetária. Conhecer a astronomia que envolve e atua sôbre nosso planeta, e a identidade fisico-cósmica do nosso planeta é tão fundamental quanto conhecer os fenômenos economicos pois sem o conhecimento da Natureza em que existimos nossa atividade economica pode nos levar a construir castelos de areia.

Uma das principais questões arroladas como evidência para o que a Matrix/DNA sugere é a de que o modêlo teórico astronomico oficial não comporta um elo, um “link” evolucionário entre o estado astronomico de nosso planeta e a produção da Vida que êste estado certamente realizou. Está faltando principalmente ao modêlo detectar na astronomia a camada de organização semi-biológica da matéria que atuou na superficie dêste planeta (e quiçá, em muitos ourtros), contendo as fôrças naturais e elementos naturais que se reproduziram aqui na forma de sistemas biológicos. A Terra é em si um sub-sistema dentro de outro sub-sistema que é o Solar, que por sua vez é um sub-sistema de um sistema galáctico, e sabemos que na dinamica da hierarquia de sistemas uns sempre influem sôbre outros, mesmo que nossos sentidos e aparato cientifico não detectem estas fôrças. A possível existência dêste aspecto semi-biológico a nível astronomico pode estar influindo na dinamica de mudanças do planeta, portanto é crucial para nosso bem-estar e sobrevivência que investimos algo de nossos recursos na busca dêsse conhecimento.

A Matrix/DNA buscou e apresenta um novo teórico modêlo astronomico que revela essa face semi-biológica astronomica enquanto o modêlo se conforma com os fatos comprovadamente reconhecidos como reais captados no reino astronomico. Mas o modêlo recém-saído das pranchetas de calculos ainda não revela se e como as forças e novos mecanismos desta face atua em nosso planeta, principalmente porque falta o trabalho de equipe reunindo especialistas nas várias áreas envolvidas.

O principal problema da Matrix/DNA está na identificação do atual estado e da função sistêmica do planeta. O modêlo aplicou os processos e mecanismos verificados nos sistemas biológicos (depois de calculada a reversão evolucionaria desde o tempo atual aos tempos remotos das origens) sôbre o modêlo oficial astronomico principalmente baseado na mecânica newtoniana, a qual sugere apenas um estado de organização da matéria a nivel mecânico regulando os sistemas estelares e galácticos. Com isso os calculos sugeriram que os astros existem sob a dinamica dos ciclos vitais, impregnando os sistemas astronomicos com as proriedades da Vida, reduzidas estas evolucionariamente à simplicididade carateristica dêstes sistemas. Mas isto não foi ainda suficiente para calcular a influência astronomica sôbre os planetas, porque existe uma questão evolucionaria não resolvida. Trata-se do seguinte:

A teoria mais aceita em nossa opinião sôbre o processo da formação dos primeiros sistemas celulares biológicos é a teoria simbiôntica de Margullis. um unico micro-organismo original pode ter se espalhado, mas como estava sujeito às transformações fisicas do ciclo vital, sua população era constituída com as diferentes formas etárias do mesmo organismo. E assim como o sistema familiar humano ideal se completa se for composto das sete principais formas de seres humanos, que vivem nuclearmente em simbiose, sete formas derivadas do mesmo micro-organismo se conectaram em simbiose vindo a constituirem as organelas do sistema celular. Pelo mesmo processo se teriam formado as primeiras galáxias justificando a existência de sete principais formas diferenciadas de astros conhecidos hoje. Se êste processo de formação persiste ainda hoje, os planetas estariam sob as mudanças normais de um ciclo vital, sugerindo que o global warming & climate change seja uma consequencia natural.

Mas as células atuais não surgem pelo mesmo processo de formação das células primordiais. Depois de formadas por simbiose e ciclo vital elas hoje simplesmente se reproduzem por inteiro. E tornaram-se os buiding blocks de sistemas multicelulares. Portanto isto levanta a questão; está a origem do nosso planeta e seu sistema solar relacionado ainda ao processo de formação da galáxia primordial ou nosso sistema solar se tornou como um átomo, um building block do sistema multisolar galáctico? Sugere o modêlo que novos sistemas estelares se originam hoje dos restos de um sistema estelar morto. Portanto seria mera reciclagem, a qual define mecanicamente um processo de reprodução biológica. Não estando regulado pelas fôrças transformadoras do ciclo vital, nosso planeta não apresentaria maiores mudanças como corpo em si, a não ser as mudanças próprias que ocorrem com o sistema solar como um tôdo.

Existem muitos fatôres já levantados por nós a serem considerados na busca da solução dêste problema, inclusive considerando-se que a galáxia esteja sob o processo do ciclo vital e como isso influenciaria no “status quo” do sistema solar e da Terra. Mas como eu disse o quadro geral é gigantesco e o volume de dados tal que é impossível a uma pessoa só fazer êste trabalho.

Resta a possibilidade que o modêlo téorico da Matrix/DNA esteja parcialmente ou totalmente errado, apesar de que os 30 anos de acompanhamento dos fatos e dados colhidos pela ciência oficial e as muitas evidências a favor levantadas me levam a suspeitar que a hipótese do “totalmente errado” não pode mais se aplicar. Resta então à espécie humana três alternativas:
1) Ou esperar que o trabalho solitário dêste autor enquanto vivo apresente um fato comprobatório convincente ou um fato aniquilador do modêlo;
2) Ou fazer um investimento de risco numa equipe de especialistas para investigar o modêlo;
3) Ou apenas fazer um esfôrço de divulgação da existência do hipotético modêlo para que se torne conhecido pelos especialistas e, se o modêlo retratar a realidade, repentinamente conduza a novas explicações sôbre os fenômenos relacionados e a novos experimentos.

Eu sugiro a terceira alternativa. Avisando desde já que, sózinho, não tenho as condições, conhecimentos e recursos para fazer esta divulgação. Mas apelando para a tomada de consciência da seriedade do problema que animaria qualquer ser humano a colaborar nesta missão.

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Com a abertura dêste capitulo, passamos a seguir a registrar tudo o que de novidade surgir e todos os dados que interessarem.

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NOAA

1)

“PREPARING FOR CLIMATE CHANGE: ADAPTATION PROGRAMS AND POLICIES”

http://www1.ncdc.noaa.gov/pub/data/cmb/faq/Final_testimony_Karl_HouseEE_Adapatation.pdf

The Matrix/DNA em Diálogo Com As Cosmologias de Todos os Povos

sábado, outubro 29th, 2011

Nesta vida moderna agitada, são raras as pessoas e os momentos em que se recolhem ao mais íntimo dos seus pensamentos, de onde emerge a consciência de ser e existir nêste mundo com as perguntas inevitáveis que se seguem. As pessoas dos setores rurais e pequenas vilas urbanas que se arrastam nos tempos sem mudanças significativas e portanto, com tempo de sobra, seriam mais afortunadas com a oportunidade de realizar mais amiúde estas “tomadas de consciência”, se suas imaginações não estivessem possuídas pela fé nas fantasias próprias de tôdas as infancias, no caso da infancia da consciência que ainda nem nasceu direito, ou surgiu apenas ontem no tempo cosmológico, fazendo-as perder uma grande oportunidade de desenvolverem a Razão. O homem urbano e acadêmico mais intelectualmente burilado pelo confronto das culturas que dilapida crenças individuais e insere em seus lugares mais perguntas que explicações, geralmente nestes raros momentos de pausa e recolhimento ao íntimo de suas consciências passa um olhar ao mundo e a si próprio tentando se localizar, e a seguir, com a imagem do mundo na mente, das galáxias, planetas orbitando em volta de uma estrêla, a superficie da Terra, as cidades e seus movimentos, vem a inevitável pergunta: “De onde, diabos, veio tudo isso?!”

É preciso fornecer a êste homem um material rápido e resumido sintetizador que seja um amalgama entre o real conhecimento atual das Ciências Naturais, interligando tôdas as disciplinas, e as várias facêtas do imaginario humano produzidas ao longo da evolução do pensamento até o estado atual. Porque? Basta lembrar a questão das mudanças e ameaças climaticas do planeta e da superpopulação para justificar que todo homem precisa sua visão ampliada pela inserção nos mais longinquos horizontes possíveis do tempo e do espaço para ter seu guia nas tomadas de decisões sociais a médio e longo prazos. Senão esta Humanidade hoje composta de loucas correrias individuais pela sobrevivência e acumulo de bens não poderá ter outro destino que imitar o rebanho desembestado pelos vales tortuosos do destino sem qualquer visão do que o espera à frente até que se esborrache num precipicio ou desapareça nas águas correntes do rio da História. Ao lado de sua luta individual cada homem carrega nos ombros a responsabilidade pela Humanidade e seu destino. A Humanidade não tem nada nem ninguem mais para protegê-la, pensar por ela e dirigi-la.

Em vista do exposto, nêste capítulo aberto nêste website vamos realizar um esforço para obter esta completa mas prensada síntese, pedindo a Deus ou seja lá quem fôr que nos mantenha o mais impessoal possível para não permitir a influencia de nossas inevitáveis ideologias individuais, pois somos cegos sem capacidade e autoridade para guiar outros cegos nas sendas do desconhecido.

Inicialmente começaremos por compilar o mais possível os melhores estudos já realizados mas que por algum motivo, principalmente por causa de suas longas extensões, permanecem no desconhecimento publico. a cada ítem que julgarmos novidade e importante acrescentaremos nossa análize.

Análize. Infelizmente tôda análize é tendenciosa pois é feita por um observador produzido e localizado num diferenciado e especifico ponto do espaço/tempo. Cada ponto é um mar constituído por uma unica, especifica e própria substancia ideológica. Portanto nós como analistas sempre faremos um trabalho suspeito e certamente distante da verdade ultima, guiados mesmo que inconscientemente por uma ideologia. No nosso caso a ideologia aqui é a que emana da cosmovisão da Matrix/DNA. Não me é possivel evita-la, pois sempre acreditarei que ela é a mais naturalista racionalização e a mais sólida representação da realidade: o Universo não é mágico, êle nada pode produzir fora da correnteza de causas e efeitos naturais, portanto, se êle gerou o ser humano como a ultima forma atual da evolução é porque êle aplicou o mesmo processo pelo qual foi gerado, o unico que êle conhece e é capaz. Isto sintetiza tôda nossa cosmologia e define nossa ideologia. Não há como eu mesmo e apenas por mim refutar êste argumento, a não ser por um detalhe: não sei de onde êste Universo veio, e se têve uma fonte externa, se sua fonte não é capaz de atuar com outros métodos, inclusive o que para nós seria mágica. Portanto o castelo da minha ideologia é um edificio sólido mas é como um barco à deriva num oceano escuro e desconhecido, o que torna sua solidez, suspeita por mim mesmo. Consciente disso o que posso fazer é ser honesto e conselheiro alertando sempre o leitor ( e a mim mesmo quando o intuito supremo é a busca da verdade do mundo e não a comprovação da minha verdade subjetiva) da influencia da minha ideologia pelo método de grifar os textos da analize onde ela aparece, por ser inevitavel.

Vamos iniciar com a obra a seguir:

AAAS Dialogue on Science, Ethics and Religion

http://www.aaas.org/spp/dser/03_Areas/cosmos/perspectives/Essay_Primack.shtml

Thematic Areas: Cosmos: Perspectives

Cosmology and Culture
Joel R. Primack
Professor of Physics, University of California, Santa Cruz

There is no way to describe scientifically the origin of the universe without treading upon territory held for millennia to be sacred. Beliefs about the origin of the universe are at the root of our consciousness as human beings. This is a place where science, willingly or unwillingly, encounters concerns traditionally associated with a spiritual dimension.

For thousands of years people have wondered, speculated, and argued about the origin of the universe without actually knowing anything about it. In the closing years of the twentieth century, we’re learning enough to begin to peer across the gulf that separates our universe from its source at the beginning of-or perhaps before-the Big Bang.

Comentário da Matrix/DNA:

Observe como a ideologia já invade uma racionalização sem que o autor perceba. O Big Bang é uma “teoria” e muito metafisica. Mas o autor está convencido que sua época e cosmologia é especial, muito mais sábia que que qualquer outra anterior, portanto o Big Bang entra aqui como fato indicustivel e a partir dessa hipótese o autor construirá todo seu castelo imaginario. infelizmente é impossivel à natureza do pensamento humano, evita-lo.

A story is emerging in modern cosmology that will, if it follows the pattern of earlier shifts in cosmology, change our culture in ways no one can yet predict. It is important to start now to speculate on the possible meanings for our time of this emerging cosmological story. Rather than assuming that science and spirit are separate jurisdictions, I assume that reality is one, and that truth grows and evolves with the universe of which it speaks.

Why is this important? In a speech given in July 1994, on the state of the world and its prospects, the Czech poet-president Vaclav Havel said…

O grifo a seguir é nosso para realçar a importancia do dito. O presidente Vaclaf Havel foi um dos maiores influenciadores da minha construção intelectual em minha juventude. Eu o considerava a maior antena intelectual da espécie humana viva naqueles tempos. Comecei a conhecer sua sabedoria ao ler um longo artigo publicado num jornal ( cujo recorte creio que mantenho até hoje, por 30 anos, e está amarelado entre meus papéis em algum canto da casa) de um discurso proferido por Havel que me me fêz decidir para sempre que o caminho intelectual mais sensato seria a busca de entendimento dos sistemas naturais. Se bem me lembro a sua frase deflagradora da minha decisão foi: “descemos ao mais intimo da matéria e conhecemos cada minimo detalhe dos a’tomos que compoem as moléculas das células de nosso corpo. No entanto as grandes doenças tradicionais continuam nos matando. Me parece, sinto que algo está nos escapando, e talvez seja onde reside por exemplo as causas e fontes destas doenças: falta-nos a visão de sistema, do corpo humano como sistema, aquela identidade que emerge da interconexão das partes e que se torna uma fôrça que retorna impondo sua vontade às partes…”

… that the planet is in transition. As vastly different cultures collide, all consistent value systems are collapsing. We cannot foresee the results. Science, which has been the bedrock of industrial civilization for so long, he said, “fails to connect with the most intrinsic nature of reality and with natural human experience. It is now more a source of disintegration and doubt than a source of integration and meaning…. We may know immeasurably more about the universe than our ancestors did, and yet it increasingly seems they knew something more essential about it than we do, something that escapes us…. Paradoxically, inspiration for the renewal of this lost integrity can once again be found in science…a science producing ideas that in a certain sense allow it to transcend its own limits…. Transcendence is the only real alternative to extinction.” [1]

Modern cosmology is now undergoing a foundation-building revolution as it seeks a verifiable description of the nature and origin of the universe. This revolution may require that we transcend previous notions of space, time, and even reality. This seems to me the kind of science Havel is hoping for – a science whose metaphors may illuminate not only the subject matter of its own field but possibly also problems of humanity and the earth from a cosmic perspective.

Every religion is a metaphor system, and like scientific theories, every religious myth is limited. Perhaps progress in religion can occur as it does in science: without invalidating a theory, a greater myth may encompass it respectfully, the way General Relativity encompasses Newtonian Mechanics. In the next few decades, powerful ideas of modern cosmology could inspire a spiritual renaissance, but they could also be totally ignored by almost everyone as irrelevant and elitist. In the worst of circumstances, they could be abusively interpreted and turned into a tool of exploitation-as some would contend that the medieval hierarchical cosmology was interpreted as a justification for a hierarchical organization of society in which the vast majority of people were oppressed. How well our cosmology is interpreted in language meaningful to ordinary people will determine how well its elemental stories are understood, which may in turn affect how positive the consequences for society turn out to be. There is a moral responsibility involved in tampering with the underpinnings of reality.

Comentário da Matrix/DNA:

Êste é o maior temor suscitado pela nossa cosmovisão. Aprenderam a duras penas os intelectuais russos como Trotsky e Tolstoy que a mais poderosa e negativa fôrça contra a evolução do pensamento pode ser gerada pelo povo, pelas grandes massas. Quando pensavam que o comunismo libertaria as mentes dos homens comuns condicionadas e manipuladas pela ideologia predadora dos czares, e os homens comuns se tornassem igualmente intelectualizados com quem Tolstoi e trotsky poderia manter diálogos, pelo método de levar Platão e Nietzche aos povos, com a revolução o sentido da História se inverteu e voltou-se contra êles: o povo queimou os livros contendo a evolução do pensamento em praça publica e com o tempo deixou-se fazer a cabeça por desenhos animados da versão russa de tipos como Tio Patinhas e Zé Carioca ou versões de violências dos mocinhos das histórias do velho oeste americano, tentando enfia-las goela adentro nos intelectuais da revolução. O homem é produto do caos que foi o produto da entropia e desintegração de uma maquina perfeita, o relógio sideral newtoniano. Esta máquina domina nossa carga genética e tenta se reproduzir através dela. Se ela o conseguir teremos as massas apoiando o Grande Irmão num confortável e feliz Admirável Mundo Novo, para macacos. Será a morte da auto-consciência, o fim do sonho einsteniano da Humanidade alcançando uma religiosidade cósmica. Êste o temor que emana da nossa cosmovisão o qual coincide com o alerta do Professor Joel R. Primack explicitando a distancia entre o homem comum e os poucos formados no mundo acadêmico da atualidade. É sim, preciso o maior esforço possivel ao homem acadêmico ou simplesmente intelectualizado como nós, no sentido de introduzir a consciência da nossa existência cósmica na mente comum que ainda mantem os resquicios da herança do animalismo imediatista.

Anthropologists tell us that in virtually all traditional cultures, a cosmology is what gives its members their fundamental sense of where they come from, who they are, and what their personal role in life’s larger picture might be. Cosmology is whatever picture of the universe a culture agrees on. Together with the picture-upholding the picture-is a story that is understood to explain the sacred relationship between the way the world is and the way human beings should behave. Other cultures’ stories may not have been correct by modern scientific standards, but they were valid by their own standards, and they had the power to ground people’s codes of behavior and their sense of identity within a larger picture. This sense of identity may be part of what Havel feels has been lost.

Comentário da Matrix/DNA:

Não seria a explicação para essa perda o fato de que antes das formações das civilizações modernas, a vida tribal era calma e proporcionava o tempo para o exercicio humano da consciência de sua existência em relação ao mundo externo, tempo êste que o homem moderno canalizado para os currais da produção e do consumismo não dispõe? Mas se o for, quais os mecanismos ou métodos seriam eficientes para retirar o homem comum temporariamente em pausas necessarias da louca correria e que tipo de comunicação seria eficaz para esse chamamento pela consciência? Sem a ajuda voluntária das grandes corporações que são as responsaveis pelo encurralamento do homem comum?

What is the current popular picture of the universe?
If you ask a modern audience of people fascinated by cosmology but untrained in it to close their eyes and visualize the universe, some will report seeing endless space with stars scattered unimaginably far apart, others will see great spiral galaxies, and others will see an exotic scene such as the rising of an ember-red moon over an unknown planet. They do not realize that these are merely snapshots on a given scale of the universe-no more representative of the universe as a whole than is a single molecule of DNA or a moonrise over your own backyard. The strange fact is that in modern Western culture people have only the foggiest idea how to picture the universe, and certainly no consensus on it.

The lack of social consensus on cosmology in the modern world has caused many people to close off their thinking to large issues and long time scales, so that small matters dominate their consciousness. Of course, modern people do know much more about many things than members of isolated, traditional cultures, but we are not so different in our basic needs from people millennia ago. We have to get our sense of context somewhere. It is worth looking at earlier cosmologies and the cultures in which they held sway in order to understand how deep and in fact inextricable the connection is.

Earlier Cosmologies

In Biblical times when people looked up at a clear, blue sky, they saw a transparent dome that covered the entire flat earth [2]. It was an awesome object, created by God himself on the second day to hold back the endless quantities of blue water clearly visible above it. There was water above and water beyond the horizon; doubtless there was also water below. God had divided the waters “above” from the waters “below” by constructing this immense dome that held open the space for dry land. In ancient Egypt the dome had been the goddess Nut, who arched her back over the earth so that only her hands and feet touched the ground. She was the night sky, and the sun, the god Ra, was born from her every morning [3]. In the Hebrew Bible the dome is called “raqi’a,” meaning a firm substance, and rendered in the King James translation as “the firmament”-a concept that cannot be understood independently of the flat earth cosmology in which it made sense. The firmament in Biblical times was understood to be firm only by the will of God. If God were angered, as everyone believed had actually happened in the time of Noah, “the windows of heaven” and “the fountains of the deep” could burst open once again and those lovely blue waters would destroy the earth. God was said to have promised not to do it a second time and to have sealed this covenant with the rainbow, but who could predict the behavior of God? A watery Sword of Damocles hung over every creature on the flat earth, and God held the threads.

At more or less the same time that the Hebrew Bible as we know it was being compiled-about the 5th century BCE-Greek philosophers lived in a different universe. Their earth was not flat and domed but a round celestial object. Aristotle honed the picture so that the lunar sphere-a sphere the size of the orbit of the moon-was defined as the border between the earthly world of change and decay inside and the perfect, unchanging heavens outside. With modifications by the 2d century CE Alexandrian astronomer Ptolemy, who added details to account for careful astronomical observations, Aristotle’s image of concentric spheres, and not the Bible’s flat domed earth, had become by the Middle Ages the universe for Jews, Moslems, and Christians alike.

Thus on a clear night in Medieval Europe, a person looking up into the cathedral of the sky would have seen huge, transparent spheres nested inside each other, encircling the center of the universe, the earth [4]. In an uneasy alliance with Christian theology the planets were still identified with the Ancient Roman gods Mercury, Venus, Mars, Jupiter, and Saturn, and were still believed by many to be divine enough to influence people’s lives. Immediately outside the sphere of the fixed stars lay Heaven. This was the monotheistic compromise with Aristotle and Ptolemy. God was physically right out there. Everything between heaven and earth had its eternal place, chosen by God. A worm in the soil, the lowliest serf, and the king himself had been placed by God exactly where they belonged in the great chain of being, and there was no questioning the divine hierarchy. The hierarchies of church, nobility, and the family were divinely sanctioned-they mirrored the cosmos itself. We may scoff that they saw such a cosmos, but not that they took the cosmos as the sacred model for society. They understood that humans can only be content by seeking to be in harmony with the universe. This is a lesson our culture could do well to learn.

A new cosmology is subversive in the deepest sense of the word. The stable center was torn out of the Medieval universe at the beginning of the 17th century, when Galileo’s observations showed that the Aristotelian-Ptolemaic earth-centered picture was wrong, and Kepler’s geometric interpretations of Tycho Brahe’s data were built upon the sun-centered model that Copernicus had put forward more than sixty years earlier [5]. Europe’s conceptual universe was shaken. Like unreinforced buildings in an earthquake, the power structures of society were irreparably cracked and undermined, and this was soon obvious to all thinking people. As John Donne wrote in 1611 upon learning about Galileo’s telescopic observations:

The new Philosophy calls all in doubt,
The Element of fire is quite put out;
The Sun is lost, and th’earth, and no man’s wit
Can well direct him where to look for it…
‘Tis all in pieces, all coherence gone;
All just supply, and all Relation;
Prince, Subject, Father, Son, are things forgot… [6]

If earth was not the cosmic foundation, then nothing supported these human hierarchies any more. They could only continue by force of habit or by force of arms, and the church recognized this. When Galileo ridiculed the 1500-year old Ptolemaic cosmology in his Dialogue Concerning the Two Chief World Systems, the Church forced him to recant and held him under house arrest for the rest of his life.

This was a frightening and sobering event for scientists all over Europe. It was perhaps only Galileo’s status as the best known scientist of his time that saved him from being burned at the stake as Giordano Bruno had been. Eventually, following the lead of Bacon and Descartes, science protected itself by entering into a de facto pact of noninterference with religion: science would restrict its authority to the material world, and religion would hold unchallenged authority over matters of human meaning and the spirit. By the time Isaac Newton was born in 1642, the year of Galileo’s death, the spoils of reality had been divided. The physical world and the world of human meaning were now two separate universes.

With the rise of modern science, standards of explanation became demanding in a way that neither art nor spiritual vision could satisfy, although for millennia these had been the sacred pair that together created the human-centered universes of all earlier societies. For more than 300 years, since the time of Isaac Newton, science has been understood by most educated people to imply an image of the universe as infinite, or at least incomprehensibly vast, almost empty space, with stars scattered at great distances from each other but no center, no purpose, no location for God, and no obvious implications for human behavior. Blaise Pascal wrote, “engulfed in the infinite immensity of spaces whereof I know nothing and which know nothing of me, I am terrified…. The eternal silence of these infinite spaces alarms me.”[7] With an image of a cold universe in which humans play no necessary role whatsoever, and no serious explanation of how things got this way, a society suffers from a kind of rootlessness that prevents a sense of connection with the universe.

Comentário da Matrix/DNA:

A minha educação intelectual seguiu em dado momento um curso diferente do curso seguido por Pascal e os modernos cosmólogos. Ambos partimos do mesmo ponto, a visão mecanicista newtoniana. Ambos víamos o mesmo Universo infinito, com estrêlas e galáxias espalhadas ao acaso caóticamente num vasto e vazio espaço sem fim, sem localizar Deus nesta imensidão, o que aconselhava a seguir o que D. Juan de Carlos Castañeda aconselhava: ” Você nasceu nêste mundo como homem, para viver como homem, então lute e sobreviva como homem. Nenhuma moral, nenhum escrúpulo pode ser maior que a livre correnteza da sobrevivência.” Esta visão de mundo produziu Nietzche, Hitler, Stalin, as duas grandes guerras mundiais, as modernas corporações capitalistas, e entregou de màos beijadas o cérebro biológico humano com seu complexo sensorial ao cérebro eletro-mecânico com seus próprios sensores na invasão do macro e do micro para buscar informações. Mas o gôsto pela visão sistêmica e a intuição de que o primeiro sistema celular vivo apareceu numa sôpa terrestre primordial onde devia estar oculto um sistema primitivo e criador original me levou à anatomia comparada entre os vivos e os não-vivos, a qual por fim sugeriu que tambem os não-vivos ( atomos e galáxias), possuem uma forma primitiva de DNA – surgindo assim a Matrix, a qual parecia ser o tentáculo de um Deus ex-machine penetrando e dando sentido evolutivo ao Universo. A partir daí nossos caminhos se separaram: enquanto a cosmologia cientifica não enxerga um processo de macro-evolução universal, por não ver um elo entre os vivos e os não-vivos, eu acredito nêste elo encontrado e a vejo em todos os lugares e instantes.

The disorienting impact upon Western culture of losing any agreed-upon sense of the universe may well be responsible for some of the social chaos of the last centuries, but in a world that values science there may have been no way to avoid this. It may have been necessary to wait for science to run its course while people contented themselves with what fragmentary philosophical or religious insights could be found. But scientific cosmology today has entered a golden age of discovery because of a combination of extraordinary new instruments and telescopes on the one hand and daring theoretical breakthroughs on the other. Data is flooding in, and cosmological theories are being honed to levels of precision unimaginable even a generation ago.

Comentário da Matrix/DNA:

Mas… raios… aqui não posso evitar um surto de raiva e indignação. As teorias cientificas estão sendo construídas pelo método de jogar dados confiáveis no computador e deixar a máquina rolar livremente no que se denomina “simulações”. Em paralelo o método de imaginar tipico da antiguidade, que era o fantasismo mitológico, foi substituido pelo exercicio da matematica levada aos seus extremos de produtividade, a qual, não por mera coincidência acaba apresentando quadros finais que se assemelham aos obtidos pelas simulações de computador. Não por mera coincidencia, haja visto que o computador foi antes construido sobre as bases da mesma matematica. Mas … raios… em quem a Humanidade deveria confiar mais? Num não-humano, alienígena, tipo de cérebro, e suas sugestões de quadros cosmológicos finais, ou no paciente e antigo trabalho do cérebro humano, na figura do velho filósofo com seu método rudimentar, que é o de expor na mesa a máxima quantidade de dados confiaveis possiveis extraídos da Natureza, ficar horas, dias, anos debrucados sôbre a mesa e observando estes dados, e tentando conecta-los de varios maneiras como quem tenta montar um quebra-cabeças onde falta a maioria das peças, mas no fim sempre surge um quadro teórico, o qual sugere o caminho onde buscar novos dados e assim novo filósofo refaz todo o trabalho? Qual o certo? Por acaso, a visão da máquina não leva a História do Universo a se conformar com a imagem do relógio newtoniano que ficou nos tempos remotos da evolução? E a visão do filósofo não mantem a História do Universo controlada dentro das perspectivas emocionais, espirituais do Homem? Raios qual a realidade correta? A do sistema solar mecanico ou a do homem biológico mental? Qual a real linguagem da Natureza? A fria matemática que governa a fisica da matéria ou a linguagem de uma hipotética mentalização que subjaz o edificio material, tambem falada pela sua cria, a ardente e descontrolada inteligência humana? Esta inteligência, mas por desprezível que seja, quando exercitada por êste velho filósofo viu no grafico cartesiano que a evolução desenha curvas no espaço/tempo, o que descartou a Matematica como linguagem suprema da Natureza, por que a Matematica nunca é curva, sempre foi e será linear. Não o sei qual realidade é a verdade ultima, mas fiz minha escôlha, posso estar ultrapassado pela academia moderna, mas sou e serei sempre o velho e carcomido filósofo tentando conectar dados e buscando o quadro final que explique a existência. Na cosmovisão da Matrix tem sangue quente, tem coração, tem paixão, tem lágrimas, tem lugar para Deus se fazer existir, tem um código moral para guiar a Humanidade como um todo fraternal. Na cosmovisão acadêmica tem guerras, capitalismo selvagem e a Humanidade consumida pela vingança do planeta. Nunca perco a função do meu desconfiômetro me cutucando e alertando que a Cosmovisão da Matrix pode estar tôda errada. Mas mesmo assim lutarei por ela com unhas e dentes, porque se ela fôr um êrro, é o êrro justo e necessário que pode guiar a Humanidadce no caminho de sua salvação e transcendência. A cosmovião acadêmica pode ser a correta, mas se o fôr, ela será o acêrto que eliminará a Humanidade como um virus inconguente e devolverá o dominio do mundo à máquina do sistema solar.

We may see in the first decades of the 21st century the emergence of a new universe picture that can be globally acceptable, and with this and the contributions of image-making writers, artists, and spiritual visionaries, it is possible that the painful centuries-long hiatus in human connection with the universe will end. Many people will mentally remain in earlier universes, as they do today, but for those who continue to seek truth, whether through science or spirituality, there will be a universe for our time. This universe could become the most inspiring source of new ways of interpreting and addressing the problems of our planet. It is not Utopian to imagine that this could happen, since some variant of “as above, so below” is the way humans have functioned for most of our species’ history, excluding only the last few centuries. The challenge will be to use for the first time a complicated and counter-intuitive cosmos as a model-ironically, one in which we return to that phrase knowing there is no above or below.

Since it is important not only to say what is needed but to attempt to provide it, I will present one possible example of a way of looking at the universe that is consistent, as far as it goes, with what we understand of the universe today yet is simple, graphic, highly suggestive, and carries the mythic undertones essential to an appreciation of the power of a cosmology. This representation is not a picture of the universe but a symbol.

The Cosmic Uroboros

In daily speech “the universe” is essentially used as a basket term, a word invented to contain everything people can imagine, defined or undefined. In modern cosmology, however, the universe is something it itself, something evolving, something mysterious. But it cannot be pictured the way a galaxy, for example, can be pictured in a photograph or painting for at least three reasons: First, a photograph is of something outside the eye, and the universe is not outside us, and we are never outside it. We are it on our scale. Second, a photograph captures a moment in time, but the universe encompasses time itself and no slice of time can even suggest that. And third, the universe cannot be imagined as a picture because it’s almost all invisible dark matter. Moreover, all the radiation in the universe is also invisible to us, except for the tiny band of frequencies between red and blue. It is essential to give up trying to imagine the universe through the eyes, yet people need something visual.

The best solution I have found is to represent the universe using one of the oldest symbols for it known to humankind, a symbol found in countless cultures around the globe. It is the snake swallowing its tail-an “uroboros” as the Greeks called it. Earlier peoples used it to represent eternal life, partly because snakes were often believed to live forever, since the sloughing of their skin was seen as a rebirth; and partly because the circle of its body was a cycle without end. The uroboros had different meanings in different cultures, but it tended to represent whatever was seen as fundamental in a culture. Now it might carry a new interpretation.

Comentário da Matrix/DNA:

Novamente a cosmovisão da Matrix/DNA se encontra em águas serenas com a cosmovisão do Professor Primack. A figura da serpente engolindo a própria cauda é um simbolismo central na cosmovisão da Matrix/DNA. Mas é interessante notar que não foi a mitologia antiga que influenciou ou inspirou a elaboração da fórmula da Matrix. Apesar de a ter visto em várias leituras anteriores, a restrita visão materialista naturalista me fazia desprezar o símbolo como mero produto da fantasia imaginativa humana. Foi apenas quando os calculos da anatomia comparada apresentou como resultado a figura de um sistema perfeito, fechado em si mesmo, e com a subsequente analise da figura, me fêz perceber o processo da auto-reciclagem de estrêlas mortas em sistemas estelares novos. Automaticamente em novo desenho-esboço deitei na horizontal o cone da função n.1 ( já que no espaço sideral não faz sentido fixar posições e a posição vertical que aparece na fórmula é apenas ajuda à melhor compreensão do processo dinamico) e nisso, a outra ponta do circuito formada de restos da estrêla morta penetrava no cone como se êste fosse uma boca aberta, engolindo o próprio corpo. Assim de repente ressurgiu da minha fórmula o simbolo antigo de Oroborus, uma figura que proporciona um rápido entendimento de como funciona o circuito num sistema fechado. Parece-me que tambem as mais avançadas informações da ciência moderna, do conhecimento do Prof. Primack, o levou a redescobrir oroborus, e não o processo inverso, ou seja, uma mitologia influenciando sua cosmovisão.

From the Planck scale to the cosmic horizon, the visible universe encompasses about 60 orders of magnitude. The size scales of the universe can thus be arrayed around the serpent like minutes around the face of a clock. Sheldon Glashow originally suggested this symbol, with the swallowing of the tail expressing his hope for a unification of the theories governing the largest and smallest scales [8]. I noticed [9] that there are many connections across the diagram: electromagnetism dominates the bottom; the strong and weak interactions not only dominate on nuclear scales but also describe energy generation in stars and deermine the composition of planetary systems; and dark matter, which is gravitationally dominant on galactic and larger scales, may be associated with the physics of still smaller scales.

The Cosmic Oroborus

The Cosmic Oroborus

The Cosmic Uroboros represents the universe as a continuity of vastly different size scales, of which the largest and smallest may be linked by gravity. Sixty orders of magnitude separate the very smallest from the very largest. Traveling around the serpent from head to tail, we move from the scale of the cosmic horizon to that of a galaxy supercluster, a single galaxy, the solar system, the sun, the moon, a mountain, a human, a single-celled creature, a strand of DNA, an atom, a nucleus, the scale of the weak interactions, and approaching the tail the extremely small size scales on which physicists hope to find evidence for Supersymmetry (SUSY), dark matter particles such as the axion, and a Grand Unified Theory. There are other connections between large and small: electromagnetic forces are most important from the scale of atoms to that of mountains; strong and weak forces govern both atomic nuclei and stars; cosmic inflation may have created the large-scale of the universe out of quantum-scale fluctuations.

Why is this symbol useful? People asked to visualize “the universe” will far more often think of the largest thing they know of than the smallest. Few realize that the universe exists on all scales, everywhere, all the time. This is a truly extravagant thought. Largeness is by no means the most important characteristic of the universe. Focusing on it makes people feel small, not because they are, but because they are simply ignoring all scales smaller than themselves in thinking about the universe. On the Cosmic Uroboros, as I call it, if the mouth swallowing the tail is drawn at the top, humans (at one meter or so) fall more or less at the bottom-i.e., at the center of all the size scales in the visible universe. Many students are so stunned by this apparently special place that they refuse to believe it and insist it must be a result of some tricky choice of units. I don’t know if the center of the Cosmic Uroboros is in fact special, but finding themselves there certainly strikes a chord with most people. Perhaps it hearkens back to the soul-satisfying cosmology of the Middle Ages, where earth was truly the center of the universe.

At different scales, different laws of physics tend to control events. The Cosmic Uroboros thus becomes not only a way of realizing that the universe exists on all scales but also a map of emergent properties, with new properties appearing as you move a few orders of magnitude in either direction along the body of the serpent.

What the Uroboros does not represent is evolution. Modern cosmology will never be fully represented by a single idea. It contains several ideas that are each powerful enough to change people’s thinking, if they can be communicated. Another example is Cosmic Inflation, which, of course, may or may not be true, but is the best explanation we have today for the initial conditions that led to the Big Bang and the relatively slow but stable expansion of the universe that has followed. In the tradition of “as above, so below,” here is a suggestion [10] of how present-day issues could be seen in a new way through the metaphor of Cosmic Inflation.

It is well known that modern technological nations are addicted to overconsumption at the expense of poorer peoples and the global environment, yet our nations seem powerless to change course. While the global population increased about four-fold from 1860 to 1991, energy use increased by nearly two orders of magnitude. We have been told by experts for decades that the human species is heading for disaster on a potentially monstrous scale unless we change our ways, but most of us remain addicted to consumerism. The single most important question of this generation may be, how can global civilization make the transition gracefully from inflationary consumption to a sustainable level? No answer has been be found in normal political processes. I think it was Einstein who said that no fundamental problem is ever solved at the same level at which it is posed. On what level then might a solution be found? Mathematically meaningful patterns of the universe-for example, the transition from cosmic inflation to expansion-may exist on a human scale too. Applying them to large-scale human problems could burst us out of the narrow perspective within which these problems have seemed intractable. This narrow perspective justifies its failures with a trendy cynicism that threatens to doom us. In the larger perspective may lie Einstein’s kind of solution.

In “Cosmology and Culture,” our course at the University of California, Santa Cruz, Nancy Abrams and I trace the effects of the major changes in cosmology in the cultures that were the soil and roots of our own. In alternate weeks, more or less, we look at the universe-pictures of the Ancient Middle East and Greece, of Medieval Christian and Jewish (Kabbalistic) Europe, of the Enlightenment cosmology of Newton, and of the global consumer world culture of today. In alternate weeks we introduce the fundamental elements of the expanding universe picture. We encourage students to think about how the emerging scientific cosmology may change their own worldviews.

Probably more than any particular knowledge or material goods, our society needs inspiration. This may be the only thing capable of drastically changing enough minds so that the human species does not, in Einstein’s phrase, “drift toward unparalled catastrophes.” Scientific research to me is not only an intellectual passion, therefore, but with luck will also make a social contribution-of inspiration, which is about as spiritual a concept as one can imagine. In this way, practicing science has a spiritual goal. In fact, it can be itself a spiritual practice.
Scientific Research as a Spiritual Practice
It is often said that science is the religion of the modern world. This may be true for many members of the modern world who see only the impressive results of science and do not understand the processes by which these results come to be. Worship is always possible in the face of mystery. But science is not a religion for a research scientist like me. Without attempting to define religion, I will say that for me, science as a spiritual practice involves no dogmas or creeds, no human authority, no sacred text, and no divine being. There are aspects of science that involve all these factors except the last, but they are not the spiritual aspects.

These are four ways in which science is for me a spiritual practice.

I. I try to follow certain principles religiously, so to speak.

A. Rigorous honesty. I am scrupulous with others about my data, logic, procedures. In some sense, when I venture into predictions of how the universe will one day be found to behave, I am representing humanity, and that is a moral obligation I take seriously but with elation. The more difficult but equally crucial form of honesty is with myself, regarding the limitations of my, or anyone’s, knowledge. Humility is an essential ingredient in honesty. I am always humble before the data, aware that theorists like myself can at best suggest interesting hypotheses and determine what conclusions follow from given hypotheses, while only observations can tell which hypotheses might be true.

B. Give credit where credit is due. My place in the universe is largely a place in other people’s minds, and I want it to be accurate. By the same token, the role of each of my competitors and collaborators is a fact of nature, and to misrepresent that is an insult to the idea of science. At a spiritual level, gratitude is fundamentally a giving of credit where credit is due.

C. Value imagination; be original. This is a vote of confidence in the universe and in God.

II. Commitment.

Nature does not reveal her secrets easily, and to value those secrets requires a long-term commitment. It takes many years of schooling and constant study of the literature in one’s field, not to mention teaching and service, to be able to continue research long enough and get enough support to penetrate even the smallest aspect of nature successfully. Science is a kind of calling very much like the priesthood, and of course the Medieval physicists were priests.

III. The ultimate goal is to be consciously in tune with the universe.

Much of modern physics and cosmology is counter-intuitive, but after years of working in the field, we scientists learn to expand our intuition. We have shifted our personal frame of reference from the common-sense world to the larger universe by believing that what we work on is real. To believe a theory is a leap of faith. Our theories may be wrong. Under the best of circumstances, they will be revised or encompassed some day. Nevertheless, they are the best truth of our time. This shift in emotional frame of reference not only increases our chances of being right by being original-it can be a path to spiritual fulfillment. The modern cosmologists’ quest for the initial conditions, the composition, and the evolutionary history of the universe is the profoundly spiritual endeavor to know the universe as it truly is. We certainly don’t do it for the money.

IV. I have a constantly reinforced faith in the ability of human beings, including myself, to dip into a bottomless well of ideas and enthusiasm in order to find what is needed to take the next step. There are moments when the right idea cascades into the prepared mind from no obvious source, and when that happens, there is a sense of grace. The search for scientific truth can be subject to guidance as divine as any other.

Acknowledgments

This essay grew out of my collaboration with my wife, Nancy E. Abrams, on our course “Cosmology and Culture” and on our book in progress. I am very grateful for her help with it.

References
1.Vaclav Havel, “The need for transcendence in the postmodern world,” Futurist, v29, n4 (July-August, 1995), pp. 46ff.
2.Richard Elliott Friedman, The Disappearance of God (Little, Brown, 1995), pp. 230-235.
3. See, e.g., Jeremy Naydler, Temple of the Cosmos (Inner Traditions, 1996).
4.C. S. Lewis, “The Heavens,” The Discarded Image (Cambridge University Press, 1967).
5.T. S. Kuhn, The Copernican Revolution (Vintage Books, 1959), esp. pp. 193ff.
6. John Donne’s Poetry, Arthur L. Clements, ed. (W.W. Norton & Co., 1992), p. 102.
7.Blaise Pascal, Pensees, Sec. III, nos. 205-206.
8.Sheldon Glashow, sketch reproduced in T. Ferris, New York Times Magazine, Sept. 26, 1982, p. 38.
9.Joel R. Primack and George. R. Blumenthal, “What is the Dark Matter? Implications for Galaxy Formation and Particle Physics,” in Formation and Evolution of Galaxies and Large Structures in the Universe, J. Audouze and J. Tran Thanh Van, eds. (Reidel, Dordrecht, 1983), pp. 163-183.
10. Joel R. Primack and Nancy Ellen Abrams, “In a Beginning‡Quantum Cosmology and Kabbalah,” Tikkun, v10, n1 (Jan-Feb, 1995), pp. 66-73.

Porque Todos os Seres Vivos São Baseados no RNA/DNA

sábado, outubro 29th, 2011

xxxx

DNA

Uma pergunta postada num forum me fêz pensar e resultou numa resposta que é uma boa síntese para o leitor entender rápidamente o que é, e como está hoje, a cosmovisão da Matrix/DNA.

A pergunta está no enderêço:

SUPER ABRIL. COM

http://super.abril.com.br/forum/Geral/Ciencia/Duvida-sobre-o-ADN-e-o-ARN

Feita por:

Théo de Freitas Neto
Duvida sobre o ADN e o ARN

Postado em 16/9/2011 13:42:48.

Porque o ADN e o ARN são os unicos tipos de código genético usados “em larga escala” pelos seres vivos (e os virus no caso do ARN)?

E a nossa resposta:

Louis C. Morelli

Postado em 29/10/2011 10:10:13.

Théo, eu penso que as Ciências Naturais se limitam a apresentarem fenômenos naturais e explicarem como funcionam, mas não respondem aos “porquês”, principalmente quando extrapolam o escopo dos fenômenos em si. Basta ver em Wikipedia a longa página sôbre DNA, ou “The RNA World”. “Porque?” é uma pergunta que pertence à Filosofia. Esta tenta responder os porquês procurando conectar num quadro inteligivel todos os dados empiricos mais os obtidos pelo método cientifico.

Existe alem da abiogenêsis a Teoria da Matrix/DNA a qual, em sua cosmovisão, apresenta uma explicação à sua pergunta. Vejamos:

Tanto o DNA como o RNA não são códigos, no sentido literal. São pilhas de cópias de um unico sistema natural, o qual é formado por um par lateral de nucleotideos. Tôdas as cópias possuem um item diferente de tôdas as demais. Se puséssemos os 7 bilhões de seres humanos de mãos dadas numa só fila, teriamos um código? Não, apenas teríamos um conjunto de 7 bilhões de cópias de um unico sistema – o corpo humano – nenhum exatamente igual a qualquer outro. Assim é o DNA.

Mas porque o RNA/DNA se tornou a unidade operativa fundamental de todos os seres vivos na Terra? A resposta está na unidade fundamental do DNA, aquêle par de nucleotideos inicial. O sistema-nucleotídeo é idêntico ao sistema fundamental da nossa galáxia. A galáxia é formada por sete tipos de astros, cada qual executando uma função sistêmica, e isto foi reproduzido na Terra com moléculas orgânicas através das sete moléculas do sistema-nucleotídeo. Mas procurando como esse sistema se tornou astronomico, galáctico, descobrimos que êle já existia antes, na forma de átomos. E agora estamos descobrindo que antes de ser átomo esse sistema era um mero vórtice, quase abstrato, provavelmente quantico. Qualquer vórtice natural, como o simples rodamoinho de vento, possui tôdas as propriedades da vida!

Portanto, a evolução nêste Universo tem sido a evolução de um unico sistema natural que apareceu com as origens do Universo, provavelmente vindo de algo existente antes dêle. Sabemos porque os seres vivos sào baseados no DNA/RNA. Seres vivos, ou Vida, é apenas mais uma forma evoluida do sistema universal, é a forma biológica dêste sistema. O DNA é a face biológica dêste sistema, ao qual denominamos “Matrix”. Não faz sentido dizer que sistemas biológicos são vivos e os seus ancestrais, como o sistemas atômicos, galácticos não o são: todos possuem as propriedades da vida.

Se respondemos porque os sistemas biológicos (seres vivos?) são baseados no RNA/DNA, não podemos responder porque o sistema universal é na forma da Matrix/DNA. Pois ela veio de fora do Universo e nossa inteligência não pode chegar a tanto, ainda.

Ultimamente descobrimos a fórmula fundamental que imprime o Ciclo Vital a corpos materiais: é a Luz Natural, qualquer onda de Luz Natural. Fantástico! A Matrix é feita de Luz! O tijolinho fundamental do DNA veio da luz pura! Porem o problema agora é: o que é, ou quem é, a fonte dessa Luz Natural Universal?! Quando o descobrir-mos, saberemos responder à sua pergunta.

Ahh… se quiser ver tudo isso desenhado em modêlos vá em http://theuniversalmatrix.com . Abraços…

As 10 empresas que controlam o mundo

sábado, outubro 29th, 2011

A economia, a posse das terras e dos bens, a renda do trabalho, etc., é o tema que mais deve interessar ao ser humano que nasceu como filho da necessidade. Por isso, a economia em geral deve ser administrada e regulada por leis decididas em assembéias/plebicistos em que participem tôdas as pessoas do mundo, sem uma unica excessão. Não se pode delegar isso a terceiros, a ninguém. Mas o sistema social atual dominante na maioria dos países do mundo permite que algumas pessoas exerçam todo o poder de decidir sôbre a economia mundial, e com isso afetam todos os habitantes do planeta. Ora, com isso não existe democracia pois democracia é o govêrno principalmente da economia pelo povo para o povo. É uma das missões da “Grande causa da Humanidade” sugerida pela cosmovisão da Matrix/DNA acabar com isso. A suprema meta da “grande causa da Humanidade” é fazer com que cada cérebro humano tenha toda oportunidade para se alimentar de informações e evoluir. O trabalho rotineiro, forçado, escravo, de mais de 30 horas semanais, a manipulação mental para o consumismo, as táticas para manter a apatia social, são os principais problemas contra a evolução dos cérebros humanos e isso tem que acabar. E estas doenças da sociedade são principalmente criadas e propagadas pelas pessoas que dirigem o atual sistema de capitalismo selvagem, por trás destas corporações. Devagar vamos colhendo informações, precisamos saber como se realiza no planeta cada operação financeira que ultrapasse um salario minimo (que deve ser o numero sagrado da economia sob o qual tudo o mais deve girar, porque o salario minimo está diretamente atrelado ao trabalho real e produtivo), quem o realizou e para onde foi o dinheiro, etc. queremos todas as contas e operações bancarias, financeiras de qualquer modo, transparentes, na Internet, para que todos os seres humanos possam fiscalizar e denunciar ou apoiar.

Nêste artigo inicial, por exemplo, citamos um documento tipo PDF, com 36 paginas, que deverá ser por nós estudado item por item pois ele contem a metodologia de investigação dêsse fenômeno. O PDF nos chegou ás mãos através de um artigo publicado em:

As 10 empresas que controlam o mundo

Mas segundo o artigo, fala-se em 174 empresas. Porem, a nós não interessa titulos de fachadas e slogans que encobrem nomes de pessoas. Queremos saber, conhecer, quem são as pessoas por trás destas empresas. Não adianta lidar com placas com nomes, e sim, pessoas. temos que levantar tudo sôbre estas empresas, e me parece que cada uma delas começa por serem apresentadas na Wikipédia. Portanto abaixo de cada nome iremos colocar informações da Wikipedia e “googlar” estes nomes alem de acompanhar sempre que apareçam nos noticiarios.

Não é teoria da conspiração, são fatos: uma análise das relações entre cerca de 43.000 empresas multinacionais feita pelo Instituto Federal de Tecnologia da Suíça concluiu que 174 empresas (na maioria bancos) têm um poder desproporcional em relação ao resto do mundo. Esses 174 empreendimentos são considerados “superentidades” que controlam 40% da economia mundial. Isso não quer dizer necessariamente concentração de dinheiro e sim de poder (empresas que têm ações de outras empresas ou que as administram). Elas estão tão conectadas entre si, de forma tão intrínseca, que, se uma se desestabiliza, afeta todas as outras em cadeia.

Também ficou alarmado? Então, já pode se juntar ao movimento Occupy Wall Street (ou Occupy São Paulo, Occupy Rio de Janeiro, enfim: Occupy o mundo todo) para tentar mudar essa governança do 1% de poderosos sobre os 99% de “outras pessoas”. Ou simplesmente entender porque este movimento virou assunto fácil nas redes sociais nas últimas semanas.

Conheça aqui as 10 maiores donas do mundo e saiba quem controla de verdade a nossa economia.

10. Merrill Lynch & Co Inc – EUA
É um banco de Investimentos estadunidense que hoje faz parte do Bank Of America. É a maior corretora de ações do mundo.

9. UBS AG – Suíça
Empresa suíça de serviços financeiros. Atua como banco privado e banco de investimentos e é o segundo maior gestor de riquezas particulares do mundo (ou seja: eles cuidam da grana dos bilionários do planeta).

8. Vanguard Group Inc – EUA
Uma das maiores companhias de fundos de investimentos do mundo. Ela oferece recursos financeiros imediatos para investidores particulares ou para empresas e administra aproximadamente 1,6 trilhões de dólares. Trilhões.

7. Legal & General Group PLC – Reino Unido
Companhia de seguros, pensões e investimentos, com operações no Reino Unido, Holanda, França, Alemanha, EUA, Egito, Índia e Emirados Árabes.

6. JP Morgan Chase & Co – EUA
Uma das maiores instituições bancárias dos EUA, é uma holding (sociedade gestora de participações sociais), ou seja: ela administra conglomerados empresariais. É considerada pela revista Forbes a maior empresa do mundo.

5. State Street Corporation – EUA
Também é uma holding. Administra duas instituições financeiras: o banco State Street Bank and Trust Company e a consultoria de investimento State Street Global Advisors.

4. AXA – França
Empresa que atua tanto como seguradora quanto como administradora de investimentos. É a nona maior multinacional do mundo, segundo a Fortune Global 500.

3. FMR Corporation – EUA
A Fidelity Investments é (adivinha?) uma instituição financeira que atua como administradora de fundos familiares (gente rica!) e fundos mútuos (empresas que reúnem dinheiro de vários investidores para investir).

2. Capital Group Companies Inc – EUA
Agrupamento de várias empresas de administração de investimentos. Alguns dos “pequenos” membros do grupo: Bayer (companhia química e farmacêutica alemã), Volkswagen (fabricante alemã de carros), Telekom Austria Group (provedor austríaco de internet e telefonia fixa e celular) e BYD (fabricante chinesa de carros e baterias recarregáveis).

1. Barclays PLC – Reino Unido
Instituição de serviços financeiros com operações em mais de 50 países espalhados por todo o mundo e mais de 48 milhões de clientes. Se envolveu em diversos episódios controversos, como o apartheid na África do Sul e o financiamento do governo do presidente Robert Mugabe, no poder no Zimbabwe desde 1980, além de ter sofrido acusações de lavagem de dinheiro.

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Sôbre o PDF:

http://arxiv.org/PS_cache/arxiv/pdf/1107/1107.5728v2.pdf

The network of global corporate control
Stefania Vitali1, James B. Glattfelder1, and Stefano Battiston1?
1 Chair of Systems Design, ETH Zurich, Kreuzplatz 5, 8032 Zurich, Switzerland,
?corresponding author, email: sbattiston@ethz.ch

Extratos do PDF:

Network Control Concentration

8.1 Control of Financial Institutions

One meaning of control in the corporate finance literature is the frequency by which a shareholder
is able to influence the firm’ strategic decision during the official voting [12]. Differently, in
this work, by control we mean how much economic value of companies a shareholder is able
to influence. Moreover, we did not limit our focus on the control of a shareholder of a single
firm. Instead, we look at the control each shareholder has over its whole portfolio of directly
and indirectly owned firms. As a result, the shareholders with a high level of control are those
potentially able to impose their decision on many high-value firms. The higher a shareholder’s
control is, the higher its power to influence the final decision. In this sense, our notion of control
can be related to Weber’s definition of “power”, i.e. the probability of an individual to be able to
impose their will despite the opposition of the others [13].

In the literature on corporate control there is a debate on weather financial institutions really
exert the control associated with their ownership shares. On the one hand, they are not supposed
to seek an active involvement in the companies’ strategies. However, some works argue that
institutional investors, including banks and mutual funds, do exert control to some extent [14, 15,
16, 17]. In particular, the outcome of votes can be influenced by means of informal discussions,
in which pro-management votes are used as a bargaining chip (e.g., in exchange of business
related “favors” or in negotiating the extension of credit)x.
On the contrary, [18] and [19] find
that mutual funds, which typically hold large blocks of shares, vote against the management (i.e.,
in favor of corporate governance proposals) only 33% of the times (in the case of Fidelity Fund).
However, they do so in more than 60%, on average, in other 11 cases analysed. These results are
suggested to originate mainly from a conflict of interest, where the benefits of providing pension
plan management to client corporations outweighs the possible benefits gained from increased
shareholder value. However, while some mutual funds are reticent to exercise their power during
voting mainly in the US, an activist stance is observed for some smaller funds and when operating
outside the US [19]. In any case, in our study US mutual funds represent only a small fraction of
all global financial institutions. In general, 49 mutual funds, identified by the NACE code 6714,
are among the 737 top power-holders (see main text, Sec. Concentration of Control).

Table S1: Top 50 control-holders. Shareholders are ranked by network control (according to the
threshold model, TM). Column indicate country, NACE industrial sector code, actor’s position in
the bow-tie sections, cumulative network control. Notice that NACE code starting with 65,66,67
belong to the financial sector.
Rank Economic actor name Country NACE code Network Cumul. network
position control (TM, %)
1 BARCLAYS PLC GB 6512 SCC 4.05
2 CAPITAL GROUP COMPANIES INC, THE US 6713 IN 6.66
3 FMR CORP US 6713 IN 8.94
4 AXA FR 6712 SCC 11.21
5 STATE STREET CORPORATION US 6713 SCC 13.02
6 JPMORGAN CHASE & CO. US 6512 SCC 14.55
7 LEGAL & GENERAL GROUP PLC GB 6603 SCC 16.02
8 VANGUARD GROUP, INC., THE US 7415 IN 17.25
9 UBS AG CH 6512 SCC 18.46
10 MERRILL LYNCH & CO., INC. US 6712 SCC 19.45
11 WELLINGTON MANAGEMENT CO. L.L.P. US 6713 IN 20.33
12 DEUTSCHE BANK AG DE 6512 SCC 21.17
13 FRANKLIN RESOURCES, INC. US 6512 SCC 21.99
14 CREDIT SUISSE GROUP CH 6512 SCC 22.81
15 WALTON ENTERPRISES LLC US 2923 T&T 23.56
16 BANK OF NEW YORK MELLON CORP. US 6512 IN 24.28
17 NATIXIS FR 6512 SCC 24.98
18 GOLDMAN SACHS GROUP, INC., THE US 6712 SCC 25.64
19 T. ROWE PRICE GROUP, INC. US 6713 SCC 26.29
20 LEGG MASON, INC. US 6712 SCC 26.92
21 MORGAN STANLEY US 6712 SCC 27.56
22 MITSUBISHI UFJ FINANCIAL GROUP, INC. JP 6512 SCC 28.16
23 NORTHERN TRUST CORPORATION US 6512 SCC 28.72
24 SOCIÉTÉ GÉNÉRALE FR 6512 SCC 29.26
25 BANK OF AMERICA CORPORATION US 6512 SCC 29.79
26 LLOYDS TSB GROUP PLC GB 6512 SCC 30.30
27 INVESCO PLC GB 6523 SCC 30.82
28 ALLIANZ SE DE 7415 SCC 31.32
29 TIAA US 6601 IN 32.24
30 OLD MUTUAL PUBLIC LIMITED COMPANY GB 6601 SCC 32.69
31 AVIVA PLC GB 6601 SCC 33.14
32 SCHRODERS PLC GB 6712 SCC 33.57
33 DODGE & COX US 7415 IN 34.00
34 LEHMAN BROTHERS HOLDINGS, INC. US 6712 SCC 34.43
35 SUN LIFE FINANCIAL, INC. CA 6601 SCC 34.82
36 STANDARD LIFE PLC GB 6601 SCC 35.2
37 CNCE FR 6512 SCC 35.57
38 NOMURA HOLDINGS, INC. JP 6512 SCC 35.92
39 THE DEPOSITORY TRUST COMPANY US 6512 IN 36.28
40 MASSACHUSETTS MUTUAL LIFE INSUR. US 6601 IN 36.63
41 ING GROEP N.V. NL 6603 SCC 36.96
42 BRANDES INVESTMENT PARTNERS, L.P. US 6713 IN 37.29
43 UNICREDITO ITALIANO SPA IT 6512 SCC 37.61
44 DEPOSIT INSURANCE CORPORATION OF JP JP 6511 IN 37.93
45 VERENIGING AEGON NL 6512 IN 38.25
46 BNP PARIBAS FR 6512 SCC 38.56
47 AFFILIATED MANAGERS GROUP, INC. US 6713 SCC 38.88
48 RESONA HOLDINGS, INC. JP 6512 SCC 39.18
49 CAPITAL GROUP INTERNATIONAL, INC. US 7414 IN 39.48
50 CHINA PETROCHEMICAL GROUP CO. CN 6511 T&T 39.78

Facebook: Tentativa de Uso

quinta-feira, outubro 27th, 2011

Tentativa a respeito de Conectar com Facebook

quinta-feira, outubro 27th, 2011

Louis Morelli

Cria o teu cartão de visita

Importante Palestra p/ Matrix/DNA: Como Termodinâmica Influencia o Resto da Física

quinta-feira, outubro 27th, 2011

Êste vento está anunciado no Facebook, na pagina:

https://www.facebook.com/event.php?eid=284418891579172

Hora: quinta-feira, 27 de Outubro · 20:00 – 21:30

Local: Lindemann Lecture Theatre, Clarendon Laboratory, Physics Department

Oxford, Oxfordshire

Criado por

Oxford University Physics Society

“I would like to discuss implications of the two laws of
thermodynamics for the rest of physics. I will argue that much of
physics, in fact, follows from thermodynamics with a few extra assumptions.
I will illustrate this with various proposals for perpetual motion, whose
failure will reveal other laws of physics in areas such as
electro-magnetism, gravity and quantum physics. Ultimately, quantum
physics comes as close as possible to breaking thermodynamics, but without
actually doing it. I will explain what quantum Maxwell’s demon is all about and
then, if time permits, speculate on whether thermodynamics can
even teach us something about post-quantum physics.”

Oxford Professor for Quantum Information Theory Vlatko Vedral will be giving a talk on Thusrday of 3rd week, hosted by Oxford Physsoc. Free drinks and food will be served afterwards for everyone attending. Hope to see you all there!