Archive for outubro 12th, 2011

Descoberta! Ondas de Luz fazem no cérebro escuro o mesmo que luz de estrêlas fazem nos planetas escuros!

quarta-feira, outubro 12th, 2011

Luz: As Ondas de Luz e Som são captadas pelo Cérebro isolado e escuro. Como? Porque?!

Descubro agora de onde veio o mecanismo, como a Natureza terrestre “inventou” êsse mecanismo e a descoberta lança novo entendimento sobre como as informações se movem dentro do cérebro.

Eu já tinha descoberto que um espectro de luz carrega a fórmula que imprime o ciclo vital á matéria (vide artigo n6este website). Agora começo a entender como uma informação registrada e dormente na memória de repente é despertada por uma onda de luz e porque/qual o caminho ela segue dirigida por essa onda: a informação repete o ciclo de vida humano, ela nasce como um bebê quando desperta, cresce, cumpre sua missão, amadurece e se desintegra!

Descoberta da Matrix/DNA inspirada pela menção no artigo de Deepak Chopra e desenvolvido nos comentários que seguem o artigo:

Huff Post Books – October 12, 2011

http://www.huffingtonpost.com/deepak-chopra/dawkins-magic-of-reality_b_1004216.html

Richard Dawkins Takes the Magic Out of Reality
Deepak Chopra. – Author, ‘War of the Worldviews’; Founder, The Chopra Foundation

Trecho do artigo:

“Dawkins, like other staunch materialists (lembre-se: isto é opinião do Chopra, não a minha), believes that all subjective experience, being a product of the brain, must come down to a physical process, leaving no possibility that the physical processes of the brain maybe correlates to something happening in the mind. How microvolts of electricity and neurochemicals flying across synapses produce the entire world is a deep mystery, often referred to as the hard problem in consciousness research. This Dawkins doesn’t even consider. (No matter that light and sound are perceived inside a brain that is utterly dark and silent.)”

E o comentário:

SallyStrange

4 hours ago (12:25 PM)
Light waves and sound waves trigger the exchange of neurotrans­mitters in our brains, which function using chemistry and electricit­y rather than sound and light.

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Investigação:

Neurotransmissor

Wikipedia

Sinapse Estrutura Quimica Típica

Sinapse Estrutura Quimica Típica

(obs: para ver melhor com legendas, vá a:
http://en.wikipedia.org/wiki/Neurotransmitter )

Neurotransmitters are endogenous chemicals that transmit signals from a neuron to a target cell across a synapse.[1] Neurotransmitters are packaged into synaptic vesicles clustered beneath the membrane on the presynaptic side of a synapse, and are released into the synaptic cleft, where they bind to receptors in the membrane on the postsynaptic side of the synapse. Release of neurotransmitters usually follows arrival of an action potential at the synapse, but may also follow graded electrical potentials. Low level “baseline” release also occurs without electrical stimulation. Neurotransmitters are synthesized from plentiful and simple precursors, such as amino acids, which are readily available from the diet and which require only a small number of biosynthetic steps to convert.

Então… Luz funciona como uma potencial ação que faz os neurotransmissoress saírem da bolsa vesicular e se dirigirem para fora do neuronio.

ISTO É PURA MATRIX/DNA! FUNÇÕES 4,5 E 6:

A LUZ DA ESTRÊLA ATINGE UM PLANETA/PULSAR, PENETRA-O ATÉ SEU NUCLEO, PROVOCA REAÇÕES NUCLEARES QUE PRODUZEM MAGMAS QUE SÃO EXPELIDOS PARA FORA DO PULSAR NA FORMA DE COMETAS. OS COMETAS CARREGAM METADE DAS INFORMAÇÕES DO SISTEMA. PORTANTO OS NEUROTRANSMISSORES CARREGAM AS INFORMAÇÒES REGISTRADAS NO NEURONIO.

Do passado, e das estrêlas, veio o mecanismo apresentado pelo cérebro!

Prosseguindo:

Então… neurotransmissores sào feitos com aminoácidos. Ondas de luz atuam sôbre neurotransmissores, o que sugere ( mas não confirma) que ondas de luz atuam sôbre aminoácidos. É possível que para a luz atuar seja exigido um nivel mais complexo de organização da matéria que os compostos de aminoácidos, cujo nivel seria apresentado nos neurotransmissores (preciso investigar qual o efeito da luz sôbre aminoácidos).

Se atuam nos neurotransmissores deve ser porque nêstes existem receptores para captarem ondas de luz. Não tenho nenhuma informação a respeito de tais receptores. Mas minha intuição sugere agora que tais receptores sejam fotons de luz. se forem, mais uma vez vai bater com a teoria da Matrix/DNA: pingos de luz (fotons) vindos das estrêlas, trazendo a mensagem de LUCA, adentram átomos terrestres e gravam a fórmula e o ciclo da Vida.

É isto daí, meus queridos irmãos e irmãs humanos. Mágica e bela, às vêzes; fria determinista e feia, outras vêzes: isto é a Natureza. Mas aconselho atividades que priorizem a suprema busca de conheciementos, pois o prazer das descobertas faz com que o feio e horrível quando desmascarado em suas causas acabe tambem se tornando parte de uma unica face: o mágico e o belo.

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Quanto à questão se as sinapses são de conteudo elétrico ou meramente quimico não nos preocupa muito. O que nos chama a tenção é a possivel existência dos fótons-genes nos neurotransmissores e fotons podem se mover eletricamente ou dentro de quimicos.

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Types of neurotransmitters

There are many different ways to classify neurotransmitters. Dividing them into amino acids, peptides, and monoamines is sufficient for some classification purposes.

Major neurotransmitters:
Amino acids: glutamate,[2] aspartate, D-serine, γ-aminobutyric acid (GABA), glycine
Monoamines and other biogenic amines: dopamine (DA), norepinephrine (noradrenaline; NE, NA), epinephrine (adrenaline), histamine, serotonin (SE, 5-HT)
Others: acetylcholine (ACh), adenosine, anandamide, nitric oxide, etc.

Single ions ( An ion is an atom or molecule in which the total number of electrons is not equal to the total number of protons, giving it a net positive or negative electrical charge. An anion (-) is an ion with more electrons than protons, giving it a net negative charge (since electrons are negatively charged and protons are positively charged)) , such as synaptically released zinc, are also considered neurotransmitters by some[5], as are some gaseous molecules such as nitric oxide (NO) and carbon monoxide (CO). These are not classical neurotransmitters by the strictest definition, however, because although they have all been shown experimentally to be released by presynaptic terminals in an activity-dependent way, they are not packaged into vesicles.

By far the most prevalent transmitter is glutamate, which is excitatory at well over 90% of the synapses in the human brain.[2] The next most prevalent is GABA, which is inhibitory at more than 90% of the synapses that do not use glutamate.

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E na busca dos receptores:

Os receptores opióides são receptores celulares para neurotransmissores presentes no sistema nervoso humano, aos quais se unem os opióides.

Os opiáceos são substâncias derivadas do ópio e, portanto, estão incluídos na classe dos opióides- grupo de fármacos que atuam nos receptores opióides neuronais. Eles produzem ações de insensibilidade à dor (analgesia) e são usados principalmente na terapia da dor crônica e da dor aguda de alta intensidade. Produzem em doses elevadas euforia, estados hipnóticos e dependência e alguns (morfina e heroína) são usados como droga recreativa de abuso.

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Excitatory and inhibitory

Some neurotransmitters are commonly described as “excitatory” or “inhibitory”. The only direct effect of a neurotransmitter is to activate one or more types of receptors. The effect on the postsynaptic cell depends, therefore, entirely on the properties of those receptors. It happens that for some neurotransmitters (for example, glutamate), the most important receptors all have excitatory effects: that is, they increase the probability that the target cell will fire an action potential.

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Actions

Main article: Neuromodulation

The only direct action of a neurotransmitter is to activate a receptor. Therefore, the effects of a neurotransmitter system depend on the connections of the neurons that use the transmitter, and the chemical properties of the receptors that the transmitter binds to.

Here are a few examples of important neurotransmitter actions:
Glutamate is used at the great majority of fast excitatory synapses in the brain and spinal cord. It is also used at most synapses that are “modifiable”, i.e. capable of increasing or decreasing in strength. Modifiable synapses are thought to be the main memory-storage elements in the brain. Excessive glutamate release can lead to excitotoxicity causing cell death.

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Degradation and elimination

Neurotransmitter must be broken down once it reaches the post-synaptic cell to prevent further excitatory or inhibitory signal transduction. For example, acetylcholine (ACh), an excitatory neurotransmitter, is broken down by acetylcholinesterase (AChE). Choline is taken up and recycled by the pre-synaptic neuron to synthesize more ACh. Other neurotransmitters such as dopamine are able to diffuse away from their targeted synaptic junctions and are eliminated from the body via the kidneys, or destroyed in the liver. Each neurotransmitter has very specific degradation pathways at regulatory points, which may be the target of the body’s own regulatory system or recreational drugs.

Importante esta informação. Uma vez transmitida a mensagem e recebida por quem de direito, a mensagem é destruída. Na origem da Vida, se num dado local e mesmo tempo atuasse apenas os fotons-bits-informação para fazer o precursor de ribossomos, e se estes bits não fôssem degradados, íriamos ter massa de ribossomos como temos as massas de corais. A evolução nunca daria o passo evolutivo seguinte, ou seja, permitir a ação de bits sôbre precursores da mitocondria, e o sistema celular nunca teria surgido. Qual foi o fator degradador dos bits-informação vindos da estrêla?

No experimento de Urey, se êle insistisse ampliando e duplicando os ingredientes, ao invés de conseguir que seus aminoacidos dessem o próximo passo evolutivo, que seria a formação de proteínas, iria apenas conseguir produzir mais e mais os mesmos aminoacidos. Falta inserir no experimento o fator degradador.

Guerra Entre Cosmovisões: PZ Mayers, Deepak Chopra, e Richard Dawkins

quarta-feira, outubro 12th, 2011

O livro recém lançado por Dawkins – The Magic of Reality – feriu a cosmovisão de Chopra (Author, ‘War of the Worldviews’; Founder, The Chopra Foundation), que publicou sua critica em:

Huff Post Books – October 12, 2011

http://www.huffingtonpost.com/deepak-chopra/dawkins-magic-of-reality_b_1004216.html

sob o título: Richard Dawkins Takes the Magic Out of Reality
a qual incitou uma resposta critica de PZ Mayers ( a biologist and associate professor at the University of Minnesota, Morris) e autor do famoso website Pharyngula, em:

http://scienceblogs.com/pharyngula/

sob o título: Deepak Chopra reviews Richard Dawkins

Bem… o que eu tenho a dizer sôbre o debate, como representante de uma terceira cosmovisão?

Lí os dois lados da questão, não lí o livro mencionado de Dawkins, mas assistí interessantes vídeos sugeridos pelos leitores do Huff nos comentários, com debates entre Chopra e cientistas.

Acho que Chopra, concentrando-se no fenômeno “counciousness”, lida com o que aconteceu antes da origem do Universo, do Big Bang, trazendo counciousness como causa da criação do Universo e como tela de fundo para amanutenção do Universo, e depois lida com o futuro após o fim do Universo. Dawkins, concentrando-se no conhecimento cientifico lida com o meio entre estes dois terminais, ou seja com o Universo depois do Big bang e antes do seu final. Então counciousness não lida com o meio e a Ciencia não lida com o passado e futuro alem do meio. São duas dimensões diferentes e acho que cada qual deve ficar na sua dimensão, evitaria tais conflitos. certamente os cientificistas ( e não a Ciência) diria que então Chopra lida com nada porque o universo é isso que aí está, para sempre, e mesmo que 6ele tenha tido um começo e pode ter um fim, a sua causa e efeito será sempre a matéria que está no Universo. Eu rebateria que esta resposta é válida e racional mas o ponto é que ao se lidar com o meio apenas não se atina com o significado, o sentido da existência, o qual jaz em algum lugar alem do objerto em si, ou seja, alem do Universo material. E Chopra apresenta uma hipótese final para êste significado, apesar que não explica “como” o Universo existindo tal como é preenche esse significado. Essa explicação do “como” pode ser alcançada pela Ciência. Então , no meu ponto de vista, que venha os dois, que existam os dois, e que continuem cada qual em sua área de pesquisa ou busca de conhecimento. Não entendo porque os mutuos xingamentos e aversões, pois cada um está num tempo e espaço que nada tem a ver com o outro. Acho que espiritualidade e praticidade nunca se cruzam.

Por outro lado existe a cosmovisão da Matrix/DNA. Ela começa como a Ciência, estudando o meio sem se preocupar com o antes e o depois do meio. Mas a final conclusão do estudo do meio sugere um modêlo do que existia antes e o que vai existir depois. Antes havia um sistema natural dorado de counciousness que gerou o Universo por um meio genético natural portanto o Universo não é produto de counciousness. Depois existirá um sistema natural dotado de counciousness á imagem e semelhança da sua causa, ou seja, um sistema-filho. O meio, o Universo, corresponde aos nove meses que estamos sendo materialmente desenvolvidos dentro da barriga de nossa mãe. Antes da barriga haviam os pais – sistemas naturais dotados de counciousness – e depois da barriga houve o filho – sistema natural dotado de counciousness. para mim essa cosmovisão expõe qual o sentido da existência, qual o significado do Universo, e explica como o Universo atende a este significado. Não significa que acredito nessa cosmovisão. Apenas a elegí como mais racional porque ela está fundamentada num parâmetro real, enquanto não vejo tal parâmetro nas outras. Mas tanto Dawkins quanto Chopra, que estão completamente separados entre si, tornam-se uma só fonte rica e valiosa em elementos para testar e desenvolver minha cosmovisão.

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Meus comentários postados no artigo do Chopra:

TheMatrixDNA

This comment is pending approval and won’t be displayed until it is approved.

Sally… thanks a lot because you lead me to discover how the terrestria­l nature produced this mechanism in the brain (see my website, if interest). But, maybe, Chopra has a point. Maybe the spectrum of light contains the fórmula that brings life to ordinary matter, as my models are suggesting­. And light, in this way, could be a bridge between our perceptive dimension and an unknown dimension, which could be what Chopra, instintiva­lly is trying to capturate. Cheers,…

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TheMatrixDNA
2 seconds ago (6:54 PM)
This comment is pending approval and won’t be displayed until it is approved.

Authoritat­ive statement is impossible yet, I think, but a logical and rational theory is possible. Counciousn­ess is a kind of software, the half-face of this Universe composed by the perceptibl­e hardware and the non-visibl­e but intelligen­tly captured software. Like in a baby, counciousn­ess inherited from its parents only wake up when the embryo has a final shape, the universal counciousn­ess only woke up at human specie because the three billion years of biological evolution was merely the process of reproducti­on of our ancestral, LUCA – the Last Universal Common Ancestor – which is the building block of astronomic­al systems. But, what is the origins of the natural software? A kind of intelligen­t mind or a natural systems living beyond the universe? Nobody knows, then, Chopra, as Dawkins, have both, a good point.

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Kekulé e o Benzeno : Evidências a favor da Matrix/DNA

quarta-feira, outubro 12th, 2011

“Friedrich August Kekulé struggled to understand the structure of benzene until in a day-dream he envisioned it as a snake eating its own tail.”

Tradução: Kekulé tentou árduamente entender a estrutura do benzeno até que a descobriu através de um sonho durante o dia no qual êle viu a estrutura na forma de uma serpente engolindo sua própria cauda.

Porque êle não têve essa intuição durante os anos que estêve debruçado na bancada do laboratório procurando entender?! Como funciona o cérebro quando produz sonhos, e como ou o que fêz o sonho de Kekulé ser mais sábio que o próprio Kekulé acordado?!

A fórmula/software da Matrix/DNA – quando observada no seu aspecto de circuito sistêmico fechado em si mesmo e com o quadro em mente, desenhado à parte – exibe exatamente a figura de uma serpente engolindo a própria cauda. E isto faz sentido: uma serpente se engolindo a si própria seria o final ato do extremo da auto-adoração, do desprêzo pelo resto do mundo, do egocêntrismo, e tendo nosso ancestral se tornado esse tipo de personalidade, explicaria nossa herança do “gene egoísta”. Falando técnicamente, na fórmula da Matrix/DNA o sistema recicla a própria matéria degradada, ao ligar a ponta inicial do circuíto à sua ponta final.

Mas tambem, relacionando a fórmula aos muitos casos já encontrados e nêste website registrados, como é o caso de Kekulé e o benzeno, percebemos que em muito a fórmula nos ajuda a fazer acertadas previsões quando estamos tentando entender algo e o método reducionista não está ajudando. Uma imagem, na forma de flash, num sonho, ou numa meditação, vem ao cérebro esforçado, por alguma razão, mesmo que seja pela convergencia temporal espacial de um conjunto de fôrças produzindo uma imagem que não existe correspondente real. Kekulé devia ter visto a imagem de serpente engolindo a cauda algumas vêzes, pois ela faz parte da mitologia antiga. Então a imagem teria vindo á mente desde a memória que registrou a imagem vista no papel ou num templo.
mas porque veio essa imagem quando êle estava concentrado num problema envolvendo átomos e quimica? Novamente, pode ser mero acaso.

Mas existe uma outra teoria. Pensamentos são produzidos pelo cérebro que e baseados nas sinapses entre neuronios cujo nucleo é o DNA. DNA é constitúido de nucleotideos cujo par horizontal imita exatamente a fórmula da Matrix/DNA a qual transmite exatamente a imagem de serpente engolindo a própria cauda. Ora essa configuração de nucleotideos foi produzida pela quimica trabalhando com átomos. Eu acho que fica mais inteligivel ver uma isca composta de quimica e atomos como a que povoava os pensamentos de Kekulé como a responsavel por ter fisgado um elemento real como a fórmula natural do benzeno através de uma vara de pescar composta de nucleotideos que são produtos da quimica composta por atomos, do que uma vara composta por uma imagem vista no papel ou num templo.

Eu prefiro a segunda hipótese onde é possivel visualizar uma corrente lógica de causas e efeitos. A hipótese da imagem no papel ser mais forte que a iamgem da estrutura do cérebro de Kekulé não me convence. Mas claro, enquanto a Matrix/DNA não for comprovada, a questão fica em aberto. A utilidade de mencionar isso tudo é que quando estiver num trabalho de investigação na Natureza, vou me lembrar que talvez a fórmula da matrix/DNA pode me ajudar onde outros recursos falharam, como aconteceu com Kekulé.

O benzeno é um elemento que tem surpreendido os cientistas e os empresários em busca de lucro ou soluçoes tecnológicas. Uma avalancha de noticias ultimamente que pode serem vistas pela Internet anuncia que o benzeno tem propriedades espetaculares. mais uma vez o indicio reforça a teoria da Matriz/DNA: assim como ela aponta para o átomo de carbono como sendo o átomo-cópia mais fiel da fórmula que veio dos sistemas inanimados e tendo em vista que o carbono se tronou o principal elemento organizador das moléculas organicas, assim tambem ela aponta na direção do benzeno como o composto quimico que mais fielmente copia a sua estrutura de serpente engolindo a própria cauda.

Podem me chamar de louco e talvez eu esteja desperdiçando minha vida, mas como não vejo ou não posso empregar a minha vida em algo mais util no momento, eu não vou jogar essa fórmula no lixo. Vou continuar perseguindo-a e com muita energia.

Deus: Como Imagino Sua Imagem Atualmente.

quarta-feira, outubro 12th, 2011

O espaço é claro, tão claro que cega os olhos humanos fazendo crer que o espaço é escuro. Esta claridade preenche o espaço ao infinito. No centro dela existe uma esfera ainda mais luminosa, infinitamente luminosa. Talvez exista uma figura, algo, dentro desta esfera, não sei. A esfera pulsa como um coração. Cada pulsar se expande como onda concêntrica de pura luz natural. Esta onda de luz sai vibrando com uma fôrça infinita e à medida que se distancia da esfera a vibração vai diminuindo, até quase se desfazer, quando então se torna uma nova faixa de onda concêntrica. Esta segunda auréola de onda inicía com intensa vibração, porem menor que a intensidade da vibração inicial anterior. Ela repete o mesmo processo da primeira onda e terminada sua faixa, tem inicio a terceira faixa. Assim as ondas se ampliam ao infinito, sempre mais fracas à medida que mais distantes da esfera central. Tôdo esse conjunto tem um nome: Deus. Mas tem mais propriedades importantes.

Cada faixa de onda poderia ser medida num aparelho em cuja tela ela aparece como uma linha num gráfico. Desta forma na tela a onda se torna um raio de luz. Inicialmente, a partir da fonte de emissão, a linha apresenta uma frequência elevada com os mais curtos períodos alcançando os picos mais elevados. À medida que a linha, o raio, avança, vai diminuindo a altura dos picos e aumentando os periodos, os intervalos entre um pulsar e outro, até a linha se fragmentar em pontos, os quais se espalham no espaço. Assim pode-se no grafico dividir um raio inteiro (que na verdade é uma das faixas da onda emitida pela fonte), em sete regiões, ao que denominamos “espectro da luz” e estas divisões recebem os nomes de Raio X, infravermelho, ultravioleta, etc.

Mais interessante agora é observar-mos os pontos que resultam dos fragmentos de uma onda. Na verdade êles nunca desaparecem no nada, mas sim, saem a flutuar, voar, livremente no espaço. Acontece que cada ponto, quando visto mais de perto, não é um ponto redondo: é como uma cobrinha serpenteante dotada de pernas, mais parecendo uma lacraia. Na verdade, aqui tenho um primeiro problema: cada ponto – que agora vamos denominar “partícula” – parece ser, quando pensado de uma maneira, exatamente uma cópia de uma das divisões de um raio e vendo por êste angulo, cada particula imita uma das faixas de vibração; mas pode-se pensar de outra maneira: cada particula é exatamente a imagem de um raio inteiro, ou seja, ela contem em si as sete diferentes vibrações. Não resolví isto porque se penso na primeira forma, ela parece muito lógica, mas se penso na segunda, ela parece mais lógica ainda. No entanto vou preferir apostar na forma tal como foi descrita na visão mistica de Dom Pedro, o indio curandeiro e meu guia/amigo na selva amazônica. Como êle descreveu sua “visão”… ”

– “As coisinhas são vivas, voam por todo lado, o espaço à nossa volta está cheio delas, voam em confusão, caóticamente, parecem lacraias; elas tem um corpo, que parece uma linha na côr do gelo, e cada perninha tem uma côr diferente, as mesmas côres do arco-íris. Algumas tem 3 perninhas de um lado e três do outro, outras tem duas de um lado e apenas uma do outro, tem de todos os tipos (acho que cada partícula tem tôdas as pernas, porem em cada particula se expressam algumas pernas e as outras ficam ocultas). Elas fluem livremente no espaço, mas são atraídas pelos rodamoinhos, vórtices que existem no espaço atrelados a cada coisa, cada objeto. São vórtices, giram sõbre si mesmos, mas como se fossem buracos cônicos no espaço luminoso, portanto, parecem buracos negros. São atraídas na bôca do cone, a base larga maior, onde entram a girar descendo pela espiral até chegar no bico do cône. A partir dêste bico são emitidas para o espaço como flechas, setas, com muita velocidade, e parece que foram recarregadas em energia no cone. Assim o cone que os seres humanos tem na região da cabeça infiltram estas particulas dentro do corpo humano.”

Se por um momento considerar-mos esta visão como real, resta a questão se esta energia é usada nos musculos para mover um dedo, ou se é usada apenas no hipotético campo aural que Dom Pedro descreveu a seguir, o qual, como percebí depois, seria a mesma imagem de um grande DNA “holográfico” que iria desde a cabeça até os quadrís, inflando os hipotéticos chacras. Não sei.

Já notei que o espectro de um raio de luz conforme aparece no grafico é a imagem e semelhança do processo de um cliclo vital. Se comparar-mos o espectro com o ciclo vital de um corpo humano, a primeira divisão de mais alta intensidade das vibrações corresponde à forma de bebê (talvez desde o momento da concepção até o nascimento, ou alem dêle); a segunda divisão corresponde à forma de criança; e assim por diante até quando a ultima divisão, que é a dos pontos fragmentados, corresponder ao cadáver se decompondo. Então, se isto for real, cada faixa de onda emitida por Deus – a esfera central – é a fórmula criadora da Vida. A fórmula é de luz pura e pode ser aberta ou fechada se ligar suas duas pontas extremas, e n6esse caso se apresenta na forma do diagrama/software da Matrix fechada.

Meu grande problema agora é… a matéria. Como explicar que nêsse infinito oceano de luz existam os corpos de matéria concreta como as galáxias, as estrêlas, os planetas?! Essa matéria tem que vir dessa luz, mas como?!

Parece-me que a matéria é constituida destas particulas quando, ao invés de voarem caóticamente, param, ficam girando sôbre si mesmas, tomando uma forma espiral e por fim se estabilizam como vórtices rotatórios. Não vou dizer que penso serem “vórtices quanticos”, por que essa palavra “quantica” está sendo por demais deturpada, parece que agora todo mundo sabe explicar o mundo do ponto de vista quantico. Digamos que cada particula estacionária e na forma de vórtice tem uma carga especifica de energia, a qual depende de quantas “perninhas” ela expressava, e essa carga de energia poderia ser medida tendo por base uma unidade de energia, chamada tambem de “um quantum de energia”.

Bem… quando chego nêste estágio de minhas imaginações, ainda não consigo ver como se forma a matéria. Mas eu já tinha a muito tempo, a 30 anos atrás, levado pela fórmula da Matrix, encontrado uma teoria lógica sugerindo como a matéria surge no mundo. É baseada numa descoberta do Pr6emio Nobel e físico japonês Hideki Yukawa, chamada “cola nuclear” , ou seja, o mecanismo que une e liga um próton a um neutron para formar nucleos de átomos. Naquela teoria a imagem imaginada do mundo antes de surgir a matéria éra a do espaço ser prenchido por um infinito oceano de uma substãncia etérea, talvez holográfica, que corresponderia ao amnion dentro de um óvulo. Nêste oceano se movendo como ondas surgiriam bôlhas, que na verdade se formariam por vórtices; as bôlhas, os vórtices pipocavam no mundo como se viessem do nada. Mas os vórtices surgiam de duas maneiras diferentes: uns surgiam apresentando primeiro a base maior, como se fossem bôlhas cheias de energia, e se insuflavam, se colapsavam em espiral até se esvaziarem e se apresentarem como um ponto, o bico do cône, o qual terminava por desaparecer no oceano. Mas êle voltava na forma de ponto, ou bôlha vazia de energia, captava energia daquêle oceano amniótico, se expandia espiralmente até explodir e desaparecer como bôlha cheia… para então voltar como bôlha vazia. Assim, depois, descobri que isso tudo era à mesma imagem e semelhança do que ocorre na fecundação ou concepção de cada novo corpo humano, por isso comecei a pensar que os vórtices eram genes femininos e masculinos, que o Universo é um óvuulo fecundado no Big bang, que a evolução é apenas fases de um universal processo de reprodução, que o Universo é uma produção genética, e que o supremo significado do nosso mundo é reproduzir aquilo que o criou como nós reproduzimo-nos. E que nós, seres humanos, nada mais somos que uma nova forma dessa evolução onde desponta, ou emerge uma nova forma que é a auto-consci6encia; cada ser humano é um gene auto-consciente destinado a construir uma parte especifica de um embrião na forma de auto-consciência. Por isso parece-me que dentro daquela esfera central, ou se expandindo junto com as ondas de luz, existe uma ess6encia, que é uma auto-consciência infinita.

Isso é Deus, ou melhor, como hoje, 30 anos depois de Matrix, meu pequenino e ignorante cérebro alcançou seu maximo metafisico, o maximo de sua imaginação. meu problema agora é entender como funciona. o que pensa essa auto-consci6encia infinita, porque, certamente, ela não pensa como nós humanos. Ela não tem as mesmas emoções e sensibilidades da auto-consci6encia humana. Por exemplo eu jamais permitiria um ser humano ser torturado de qualquer forma pela dor, mesmo sendo um criminoso, se eu tivesse poder para interromper a tortura, enquanto a auto-consciência infinita parece ser insensível a isto, não tem empatia em relação ao pequeno gene auto-consciente. Por isso tenho pensado ultimamente que Deus é um ser natural, tão natural quanto nós. então não é que Êle não seja sensivel ao ser humano, o fato é que 6ele é limitado, como qualquer par de pai e mãe humanos são limitados na sua capacidade de interferir, ajudar ou punir, os genes que estão dentro da barriga da mãe grávida.

Bem… me resta então agora – enquanto meu cérebro e suas limitadas informações alcançou êste tipo de imagem de Deus, êsse quadro teórico, e alguma nova informação real venha enriquecê-lo ou mudá-lo, ou destruí-lo totalmente – desvendar como pensa Deus. E como proocuro desvendar êsse mistério? Quando criança, lí ou ouví não me lembro onde, uma frase:

“Se queres me conhecer, se queres saber o que sou, o que penso, procure conhecer a minha obra, que é o elo entre eu e você; a Natureza.”

Então… minha suprema meta hoje é procurar informações da Natureza. Tentar descobrir tôdas suas dimensões, suas ordens de fenômenos, entrar o mais longe possível no micro e no macrocosmos… E eu só conheço um unico método que tem me ajudado nessa meta; o método cientifico. Êle disciplina essa busca, êle impede que falsas informações me desviem do caminho da verdade ultima. Mas eu nascí e continuo de mãos atadas, totalmente pobre de recursos materiais, não tenho como buscar essas informações por êsse método que requer instrumentos e ambientes custosos. Então descobrí que mesmo assim posso continuar essa busca e aplicando o método cientifico. Acontece que o método cientifico tem que abordar a Natureza começando pelas coisas que aparecem primeiro, ao redor do cientista. Então o cientista colhe êstes objetos e tenta entendê-los invadindo no maximo possível suas intimidades, e hoje chega-se aos limites das partículas, dos quantuns de energia e suas interações. Quando o cientista dispõe e usa instrumentos tecnológicos que são extensões dos nossos cinco sentidos, como os telescópios, as sondas espaciais, êle invade o extremamente grande a partir de dentro e avança o mais distante possível. Chamamos a isto de método reducionista por que reduz objetos a cada vez seus menores constituintes. Eu não posso participar dessa coleta de dados mas felizmente os cientistas comunicam ao mundo o que vão descobrindo, então eu posso continuar a busca do conhecimento de informações da Natureza acompanhando o maximo possivel essa coleta de dados. Porem, descobrí que posso fazer mais. Cada objeto, cada corpo material, só existe porque faz parte de um sistema. Com excessão dos corpos mortos, separados dos sistemas, como é uma fôlha sêca, um galho caído, uma pedra no espaço sideral na forma de meteórito. mas mesmo uma pedra assentada na superficie da terra ainda faz parte do sistema solar, pois irradia sua decomposição ao mesmo tempo que recebe influências externas. Então cada objeto faz parte de um sistema. de onde se deduz que não se pode conhecer de fato e completamente objeto nenhum se não conhecer, dentro da hirarquia dos sistemas naturais, a qual ele pertence de imediato, de qual sistema maior o seu sistema se torna sub-sistema, etc. e isto não pode ser captado pelo método cientifico reducionista. Foi quando então descobrí que temos de desenvolver um ainda nasciturno método cientifico sistêmico. Êle começa quase sem instrumentos, como começou a velha Ci6encia o seu método reducionista. Por ora o que posso fazer é botar sôbre a mesa papéizinhos com tôdas as informações coletadas e conhecidas pelo método reducionista e ficar olhando-as como quem brinca tentando montar aquêles quebra-cabeças de peças que se encaixam. Montei o ciclo do nitrogênio mas cada forma d6ele no ciclo interage com outros elementos, quais são, dentre meus papéizinhos? Ãs vêzes podemos ficar 30 anos brincando e não chegar a conclusão nenhuma, pois como montar o quadro final se faltam muitas, senão a maioria das peças? Mas às vêzes (num dos milhares de embaralhamentos que fazemos sempre quando uma montagem indica que está tudo errado), surge um quadro que nos surpreende e agrada, onde os lugares em branco, onde faltam peças, é preenchido com peças imaginadas pela lógica. esfregando as mãos de contentamento e nos achando o maximo da intelig6encia corremos a pegar lapis e papel e descrever o quadro que vemos. Isso chama-se “hipótese” de uma nova visão do mundo, ou nova cosmovisão. Mante-mos o texto sempre em nossa mochila como um resumo da parafernalia que está na mesa para sempre que possivel dar uma olhadinha e pensar. Enquanto isso vamos listando tôdas as evidências a favor da hipótese. Se aparecer alguma nova informação um fato real que inserido no quadro, faça o quadro todo parar de funcionar… o texto vai para o lixo, a mesa é re-embalhada, a hipótese desaparece, e começa-se tudo de novo. Mas pode acontecer que de repente tenhamos conhecimento de uma informação que não conhecíamos antes. Ou ela existia a muito tempo e não a tínhamos captado, ou ela vem como uma nova descoberta do método reducionista. E pode acontecer que essa nova informação é uma peça que se encaixa perfeitamente como a peça que imaginamos antes existir naqyu6ele lugar e que fazia nosso hipotético quadro funcionar. Isto significa que acertou uma “previsão”. Êste momento é festejado com jubilo, pois a jipótese se transcendeu foi agora transformada em “teoria”. Teoria porque o quadro ali ainda não foi comprovado como real, faltam ainda as outras peças imaginadas encontrarem suas correspondentes reais na Natureza.

Eu montei meu quadro imaginario apostando que a Natureza não é mágica e que a evolução, ou seja, o aumento da complexidade dos corpos e sistemas materiais, que emergem aqui e agora, são produtos evolutivos de ancestrais que já existiram ou existem ainda. Assim, baseando-me nos mecanismos e processos que seriam as leis ou regras da História, fui calculando as informações que compoem os fluxos que conectam as peças e assim fui dispondo as peças que eram requeridas e se encaixavam na sequ6encia da linha de montagem. O quadro final foi o da Matrix/DNA. Eu não sei se a Matrix/DNA é o melhor quadro já montado até hoje por um ser humano, ou seja, se é o quadro que mais se aproxima do Quadro verdadeiro Final. Eu tenho certeza que o quadro da Matrix/DNA não é a Verdade Ultima, por uma série de razões. Não importa, tenho que continuar a manter êste quadro na mesa e testa-lo sempre que uma nova informação real chegar. Porque? Para que? Porque eu preciso saber o que sou, quem sou, o que é êeste mundo, como surgiu, como êste mundo funciona, se existe Deus ou não, se o meu quadro imaginario de Deus está correto ou errado, e o unico método que posso aplicar nessa investigação com os recursos que disponho é êsse. De uma coisa tenho certeza: a unica maneira de encontrar respostas para estas questões supremas, de derrubar ou confirmar minha interpretação atual do mundo (a minha teoria), é investigar a Natureza. Tenho como consolo um estranho paradoxo, mas que me mantem sobrevivendo animado; se existe Deus, aquela frase certamente seria uma frase correta para Êle, e assim, adotando o método cientifico, eu estou no meio dos mais fiéis e obedientes filhos autênticos de Deus, quando aquêles que se julgam os melhores filhos de Deus acham que somos os piores. Mas para êles tenho uma lembrança: “Não é gritando “Senhor, Senhor” que melhorarás seu conhecimento sôbre êle, e sim procurando-o conhecer através de Sua Obra.

Enfim, cada ser humano tem seu cérebro hard-wired de uma maneira unica e especifica, devido a que nenhum conjunto de experiências vividas mais a herança genética é exatamente igual a outro, portanto cada cérebro produz uma visão de mundo unica e especifica. Mesmo os que se unem numa religião, numa ideologia, diferem entre si em algum detalhe. Desta maneira com certeza cada outro ser humano irá discordar em algum detalhe ou com o todo da minha visão do mundo. Mas eu acho bom que cada ser humano tenha seu blog ou website contendo sua visão de mundo, sua teoria, para que os outros a lêm. E um espaço para comentários, para se mencionar quais pontos o leitor não concorda. E a partir daí estabelece-se uma discussão. Pode ser que alguem tenha uma informação real que desconhecemos e nos obrigue a rever um tópico, uma peça imaginada, do nosso quadro total. Assim podemos ir burilando, melhorando, corrigindo, aproximando mais nossa visão de mundo do mundo real. Pois ao menos eu não estou aqui para brigar defendendo minha visão do mundo, e sim, em busca da Verdade.

Então… liste abaixo o link para sua cosmovisão, e se possível, deixe aqui a lista dos pontos em que discordas da minha. Mesmo que parecer-me absurda, prometo que correrei na mesa procurando a peça correspondente para rever/pensar nela.