Archive for outubro 30th, 2011

Lutetia: Nova Vitória para Matrix/DNA e desafio para o Modêlo Cosmológico Acadêmico?

domingo, outubro 30th, 2011

Asteroid Lutetia

Asteroid Lutetia


New Data on Asteroid Lutetia Puzzle Researchers

The State Column, Sunday, October 30, 2011

Read more: http://www.thestatecolumn.com/health/new-data-on-asteroid-lutetia-puzzle-researchers/#ixzz1cJIPiRbg

New images of Asteroid Lutetia is spurring new ideas about its formation and structure. Researchers suggest that this asteroid may have a molten-hot core, which could mean the asteroid is leftover from the planetary formation process.

Asteroid Lutetia is one of millions of rocks in the asteroid belt between Mars and Jupiter. From the researcher’s measurements, Lutetia is unusually dense and its surface appears to be porous, suggesting a molten-hot core. In addition, the researchers observed a distorted gravitational field when flying by Lutetia. The researchers calculated the asteroid could weigh as much as 1.8 million tons, based off its distortion.

The European Space Agency spacecraft is called Rosetta, and this past July, it flew by Asteroid Lutetia. During its pass by, the spacecraft was able to collect about the asteroid’s composition and internal structure.

The Rosetta’s mission is to encounter Comet Churyumov–Gerasimenko in 2014. his journey is estimated to be 2.5 years, and in the meantime, the spacecraft has its systems shut down and communication in hibernation.

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A seguir o comentário postado no jornal por Matrix/DNA:

TheMatrixDNA

If this new data does not fit the cosmological scientific model, why not review the model? Why a molten-hot core needs to be produced only in planetary formation process? As said by Mr. Mike
Miller above, if it had a molten core, Lutetia would have frozen solid very early on.

There are other cosmological models, against which there are no scientific data. For instance, The Universal
Matrix/DNA of Natural Systems point out another source for comets and meteorites
with molten-hot core: magma from volcanoes of giant planets becoming pulsars. Maybe
Jupiter or a neighbor interstellar body could be the origin of this meteorite.
Or it could be the result of fragmentation of comets.

Teoria do Big Bang e a Versão da Matrix/DNA

domingo, outubro 30th, 2011

O achado de um elo entre os sistemas biológicos e astronomicos nos revelou uma linha lógica da macro-evolução. De posse dessa linha lógica era possível calcular o sistema que teria produzido os sistemas astronomicos e assim chegamos ao átomo. Mais exatamente a um tempo em que o Universo se resumia a uma nebulosa de átomos, leves. Reduzindo-se evolucionariamente pela mesma linha lógica as propriedades semi-biológicas encontradas nos sistemas astronomicos ao nível do sistema atômico tivemos que fazer algumas mudanças, acréscimos de complexidade, no modêlo atual oficial atômico. O passo anterior da macro-evolução se deu com partículas e novamente aplicando o mesmo método estudamos suas formações. Com isso chegamos a uma imagem inicial do Universo em que uma substancia espacial ( podem ser meras vibrações continuas no vácuo) produzia o pipocar de “bôlhas” contendo vórtices. Todos os vórtices tinham o mesmo “spin” ou seja, por exemplo, todos girando da esquerda para a direita. Esta imagem nos levou a lembrar de outro postulado que os modêlos da Matrix/DNA havia revelado: a história da macro-evolução universal é a história de evolução de um unico sistema natural que surgiu na sua forma mais simples junto com as origens do Universo. Em outras palavras a evolução se propaga como ondas espiraladas que partem de uma fonte original pulsante, sendo que cada nova camada da onda inicial recapitula todos os dados da onda anterior e acrescenta mais algum nivel de complexidade. O sistema sob evolução rola ao sabor destas ondas.

Tudo isso nos levou a perceber que tinhamos uma cópia da macro-evolução aqui mesmo, bem à frente de nossos olhos: embriologia. A evolução de um novo ser, desde o momento inicial da fecundação, é uma cópia, um fractal, um processo à mesma imagem e semelhança, da macro-evolução do sistema universal. Ora, então podemos aplicar o que conhecemos no processo aqui para calcular o que desconhecemos no processo unversal. Antes da origem ou inicio de um processo embriológico existem duas entidades fora do local onde se dá o processo, e separadas entre si: um espermatozóide e um óvulo. A situação de um óvulo não-fecundado, preenchido por amnion e contendo os genes ou genoma feminino pode ser a cópia fractal da imagem que tinhamos do Universo antes de sua origem: um oceano de vibrações onde “nadavam” os vórtices-genes . Onde o genoma corresponderia às vibraçoões no vacuo e os genes femininos às bôlhas contendo vórtices de uma só direção. Para dar inicio ao Universo faltava a presença do espermatozóide. Lembramos então que a entrada do espermatozóide no óvulo é desastrosa, pois entra contido numa capsula que “explode” no centro do óvulo liberando sua carga genética. Êste explodir nos fêz imediatamente lembrar da corrente teoria do Big Bang. Os fatos reais comprovados que temos hoje não invalidam o modêlo da origem do Universo sugerido pela Matrix/DNA, ao contrário, alguns o corroboram, como por exemplo, tem que haver a expansão do Universo pois em embriologia o ser sendo reproduzido se expande.

Enfim, a diferença fundamental entre os dois modêlos teóricos é apenas de interpretação: dos dados e calculos téoricos de como o Universo evolui. Podemos ser criticados de ter impregnado a teoria do Big Bang e a evolução do Universo com valores e emoções humanas, pois ao mesmo tempo criticamos o modêlo cosmológico acadêmico de ter retirado do Big Bang e da evolução do universo todos os principios naturais que vieram depois a se manifestarem como valores e emoções humanas. O tempo corrigirá os êrros nas teorias e talvez a Verdade seja um meio-têrmo entre as duas versões.

( obs: Falta incluir aqui um importante gráfico que orientou o desenvolvimento de nossos modêlos, intitulado “Do Big Bang ao Big Bitrth.” O grafico é cartesiano e tem como coordenadas o tempo e o espaço. A partir do cruzamento das duas coordenadas que é o ponto representando o momento do Big Bang calculamos a trajetória evolucionista do sistema, desde as particulas á consciência humana. Alem de sugerir importantes novos mecanismos, como a evolução curva e não retilinea, o grafico sugere que a matéria do Universo será descartada como o é a placenta, e dela restará o que dela se extrai na forma de substancia auto-consciente, cujo corpo estará plenamente formado num ponto que sugere um Big Birth. O gráfico existente no papel ainda não foi transposto para o website por problemas técnicos.)

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Para elucidar-nos de como está atualmente a teoria do Big Bang, oficial, deixare-mos registrado nêste capitulo tudo o que de novidade possa surgir:

1) Artigo em: Like a Physicist

http://likeaphysicist.wordpress.com/

Entenda de uma vez por todas a teoria do Big Bang

27/07/2011

Estado estacionário VS Big Bang: a vitória de um padre

As grandes descobertas cientificas da humanidade sempre foram fruto da genialidade e, principalmente, da curiosidade insaciável de seus criadores. Com o Big Bang não poderia ser diferente. A teoria científica para o início do universo tem sua origem alguns anos após a publicação da relatividade geral. Um grupo de equações conhecidas como equações de campo de Einstein implicavam claramente na inexistência de um universo infinito e estático. Isso quer dizer que em algum momento o universo teve um início e se expandia desde então. O universo não era tão estático como se imaginava. Essa idéia, hoje bem aceita pela maioria das pessoas, foi negada a princípio por muitos cientistas. O próprio Einstein abominava essa idéia, e se recusava a aceitar um universo que não fosse estático.

Ironicamente, o primeiro a defender uma teoria científica para a origem do universo foi um padre católico. Georges Lemaître propôs baseado em seus estudos sobre a relatividade geral de Einstein, uma teoria onde o universo havia sido criado em algum momento. Ele percebeu que se o universo estava em expansão como afirmava a teoria da relatividade um dia ele deve ter sido realmente minúsculo. Esse ponto minúsculo do qual o universo teria se expandido foi chamado por Lemaître de átomo primordial, uma espécie de ponto infinitamente denso e quente que, ao explodir, originou o universo. Essa idéia, que é a base para a cosmologia moderna, foi a princípio recusada pelo próprio Einstein.

Einstein e Lemaître.

Einstein e Lemaître.

O astrônomo Edwin Hubble descobriu que as galáxias estão se afastando uma das outras destruindo por vez o sonho de Einstein de um universo estático. Hubble, utilizando um método chamado vela padrão, pôde determinar a distância de estrelas extremamente longe de nós. Com isso ele foi capaz de calcular a velocidade de expansão do universo e sua idade.

No meio acadêmico a teoria do átomo primordial encontrou resistências, principalmente pelo fato de seu criador ser um padre, fato que fez com que muitos cientistas a recusassem automaticamente. Outra teoria defendida por aqueles que se recusavam a aceitar o átomo primordial era conhecida como estado estacionário. Essa teoria, que começava a se tornar cada vez mais influente no meio acadêmico, afirmava que o universo foi e sempre será estático. Tal teoria foi proposta pelo astrônomo Fred Hoyle após seus estudos sobre a teoria de criação dos elementos da tabela periódica, a chamada nucleossíntese, ou seja, formação dos núcleos atômicos. Sua teoria do universo estacionário, em síntese, dizia que o universo sempre existiu, que as características do universo como densidade e temperatura sempre foram as mesmas. Mas havia um enorme problema em sua teoria. Já se sabia que o universo estava se expandindo e se a quantidade de matéria sempre foi a mesma, como afirmava a teoria de Hoyle, a densidade deveria diminuir com o tempo pois a mesma quantidade de matéria estaria diluída em espaços cada vez maiores. Hoyle “concertou” este problema introduzindo em sua teoria a idéia de que em algum lugar no universo a matéria estava sendo criada constantemente. Contudo essa nova atualização da teoria de Hoyle não foi bem aceita.

O físico russo George Gamow estudou o átomo para defender a teoria do átomo primordial. Gamow imaginou que os elementos mais leves como hidrogênio e hélio haviam sido criados no extremamente quente e denso começo do universo. Ralph Alpher, um dos alunos de Gamow, calculou que se hidrogênio e hélio tivessem sido criados no big bang deveria existir aproximadamente dez vezes mais hidrogênio do que hélio. Essa previsão foi confirmada pouco depois por observações. Assim a teoria do átomo primordial seguia ganhando seguidores.

Lemaître propôs também a teoria do calor residual. Esse calor seria resultado da explosão do big bang que poderíamos ser capazes de observar hoje. Gamow e seus alunos aprimoraram essa teoria pensando que se o universo havia sido tão quente que sua temperatura chegaria a ser trilhões e trilhões de vezes mais quente que o Sol então o universo não poderia ter esfriado totalmente ainda. Devia haver algum resquício desse calor em algum lugar.

Wilson e Penzias e ao fundo seu radiômetro.

Wilson e Penzias e ao fundo seu radiômetro.

Somente em 1965 os cientistas seriam capazes de provar de uma vez por todas a teoria de Gamow e seus alunos. Wilson e Penzias, que trabalhavam com comunicação via satélite, tentaram medir essa radiação em um radiômetro há 12km de Nova Iorque mas tudo que ouviram era um chiado. Eles não sabiam o que era esse chiado mas o que sabiam é que estavam captando mais radiação do que o esperado. Juntos eles tentaram resolver esse problema, imaginaram que tal chiado fosse proveniente de Nova Iorque, de aviões ou até dos pombos que costumavam usar o radiômetro como casa mas nada disso era a resposta. Foi então que perceberam que a radiação não vinha de um lugar específico, ela vinha de todos os lugares. E foi essa radiação que trouxe a prova definitiva, a prova de que o universo não era eterno, a prova do big bang. O que Wilson e Penzias descobriram foi o que conhecemos hoje como radiação cósmica de fundo, um eco do big bang que está em todos os lugares, a radiação proveniente do início do universo.

A teoria do Big Bang

Assim como ocorre em muitas teorias complexas, o big bang possui alguns modelos para facilitar seu estudo. Apresentarei aqui dois destes modelos. O primeiro chama-se Modelo Padrão da Cosmologia e o segundo, seu sucessor, é chamado de Modelo Cosmológico Inflacionário ou apenas Modelo Inflacionário.

O Modelo Padrão da Cosmologia é fundado em três idéias principais: o universo se expande (como vimos anteriormente essa expansão foi confirmada por Hubble), a radiação cósmica de fundo (o resquício de energia ainda presente hoje em dia resultante do big bang) e a nucleossíntese primordial (momento onde a temperatura permitiu a formação de núcleos atômicos).

Como já vimos antes, a radiação cósmica de fundo já foi detectada por Wilson e Penzias e mais tarde por satélites como o WMAP (Wilkinson Microwave Anisotropy Probe) e o COBE (Cosmic Background Explorer). Mas o que seria exatamente essa radiação? E como isso prova alguma coisa sobre o big bang? Bem, essa radiação nada mais é do que os restos do big bang. São micro-ondas, ou seja, milhões de fótons (aproximadamente 400 milhões por metro cúbico) com uma temperatura de 2,7 graus acima do zero absoluto. Isso é fantástico porque isso é exatamente o que o Modelo Padrão da Cosmologia prevê.

A nucleossíntese primordial é fundamental para o entendimento do big bang. Durante o chamado tempo de Planck ou era de Planck (10^-43 segundos após o big bang) a temperatura do universo era de aproximadamente 10^32 graus Kelvin, 10 trilhões de trilhões de vezes mais quente que o núcleo do Sol. Com o passar do tempo, a temperatura do universo foi caindo, ele foi resfriando e assim permitiu a organização de quarks em grupos de três formando os primeiros prótons e nêutrons. Nos próximos três minutos seguintes ao início do universo a temperatura era de aproximadamente 1 bilhão de graus e isso permitiu que houvesse a formação dos primeiros núcleos atômicos com a junção dos prótons e dos nêutrons. Nesse primeiro instante, somente núcleos de hélio e hidrogênio foram formados. Isso é de fundamental importância pois ao utilizar teorias da física nuclear e da termodinâmica os físicos podem dizer exatamente a quantidade de hélio e hidrogênio formada nesse momento do universo. Os cálculos feitos apontaram para quantidades muito desiguais entre esse átomos. Aproximadamente 80% do universo era hidrogênio e 20% era hélio. Análises atuais sobre a quantidade de hidrogênio em estrelas e nebulosas confirmaram categoricamente a teoria da nucleossíntese primordial.

Apesar do Modelo Padrão da Cosmologia ser uma boa teoria ele possui um problema grave: o problema do horizonte. Os cientistas descobriram que o universo possui praticamente a mesma temperatura em todos os lugares. Como regiões separas por bilhões de quilômetros têm a mesma temperatura? A única resposta encontrada foi a de que, durante os primeiros segundo após o big bang, essas regiões estavam tão próximas que trocaram energia térmica entre si, criando esse equilíbrio térmico no universo. Mas os físicos descobriram que não é assim tão simples. A velocidade da luz marca o limite de velocidade para tudo no universo, portanto o calor não pode ser trocado com velocidade maior que esta. Então se a distância entre dois pontos do universo tivesse sido maior do que a luz pode percorrer é impossível que esses dois pontos tivessem interagido de forma a trocar energia térmica, portanto a uniformidade da temperatura não devia ocorrer. E esse é o problema do Modelo Padrão Cosmológico. Duas áreas hoje distantes trilhões de quilômetros apresentam a mesma temperatura quando na verdade não poderiam pois no início do universo não ficaram próximas o suficiente para que houvesse a troca de energia térmica. Mas em 1979, Alan Guth desvendou esse quebra-cabeça e deu origem ao Modelo Inflacionário.

Alan Guth, criador do modelo inflacionário.

Alan Guth, criador do modelo inflacionário.

Guth, encontrou uma solução para as equações de Einstein na qual o universo se expandia exponencialmente durante um breve período. Os cálculos feitos mostraram que durante o primeiro trilionésimo de trilionésimo de trilionésimo de segundo depois do big bang o universo aumentou percentualmente mais do que nos 15 bilhões de anos que se seguiram. Isso quer dizer que objetos hoje muito distantes estavam muito mais próximos pouco tempo depois do big bang o que permitiu a troca de energia térmica entre eles. Refinamentos posteriores feitos por André Linde, Paul Steinhardt e Andreas Albrecht resolveram muitos problemas do Modelo Cosmológico Padrão, o que levou a aceitação do Modelo Inflacionário.

O big bang e a teoria das supercordas

Quando os cientistas aplicaram as equações de Einstein no período entre o big bang e a tempo de Planck descobriram algo que lhes tirou o sono. Conforme regressamos o universo fica menor, mais quente e mais denso. Quando o tempo é zero o tamanho do universo desaparece e a temperatura e a densidade chegam ao infinito, algo que não deveria acontecer. Os cientistas perceberam então que era necessário mudar de abordagem pois só relatividade não bastava, precisavam também de mecânica quântica e assim se viram forçados a usar a teoria das cordas.

A teoria das supercordas altera o Modelo Padrão da Cosmologia de duas formas principais. Primeiro, as pesquisas recentes indicam que o universo possui um valor mínimo para seu tamanho (não é infinitamente pequeno). Segundo, a teoria das supercordas considera 11 dimensões das quais quatro são espaço-temporais. Isso altera os cálculos necessários já que somos obrigados a considerar a evolução de todas as dimensões.

Clique sôbre o espaço em branco:

Representação gráfica das supercordas.

Representação gráfica das supercordas.

Teoria das Cordas

Teoria das Cordas

Importantes passos foram dados por Robert Branderberger e Cumrun Vafa durante a década de 80. Eles descobriram através de cálculos pormenorizados que o universo possuiu uma temperatura máxima. Seus estudos levaram a criação do seguinte quadro. O universo quando estava em seu tamanho mínimo e com temperatura máxima estava com todas as dimensões recurvadas e perfeitamente simétricas. Então, no tempo de Planck três das dimensões se expandiram (as três dimensões espaciais) enquanto as outras continuaram recurvadas. Devido à forma como as supercordas se envolvem, apenas três das dimensões puderam se expandir já que as outras dimensões estariam “presas” pela própria estrutura das supercordas.

As equações das supercordas são extremamente complicadas e, infelizmente, são apenas aproximações das reais equações. Sem a posse das equações exatas da teoria das cordas, os cientistas são obrigados a recorrer a aproximações. Sobre o assunto Vafa disse: “O nosso trabalho põe em destaque a nova maneira pela qual a teoria das cordas permite reestudar problemas persistentes do modelo-padrão da cosmologia. Vemos, por exemplo, que a própria noção de uma singularidade inicial pode ser totalmente evitada pela teoria das cordas. Mas devido às dificuldade que impedem a execução de cálculos inteiramente confiáveis nessas condições extremas, como o nosso nível atual de conhecimento sobre a teoria das cordas o nosso trabalho só pode proporcionar um vislumbre inicial da cosmologia das cordas e ainda é muito longe de dar a palavra final.”

Apesar das dificuldades parece que os cientistas encontraram uma forma mais precisa de responder os problemas da teoria das supercordas. A resposta aparentemente pode ser a Teoria M, criada por Witten durante a segunda revolução das supercordas. Witten conseguiu demonstrar que alguns dos antigos problemas podem ser evitados ao utilizar a teoria M. Algumas das mais interessantes possibilidades da teoria M acontecem em mundos que não podemos enxergar. Os físicos sabem que o tecido quântico é um lugar um tanto quanto frenético. Flutuações quânticas de energia ocorrem a todo instante. Por conta disso um vácuo perfeito não pode existir já que, mesmo com a ausência de moléculas e átomos, o tecido quântico “cria” partículas. As flutuações de energia fazem com que pares de partícula e anti-partícula sejam criados se aniquilando o tempo todo. Acontece que essas flutuações, de acordo com alguns cientistas, podem ter sido responsável pela criação do universo. É possível que algum tipo de flutuação quântica anômala tenha criado o universo e devido ao seu estado instável, ele se expandiu como vimos.

Contudo, estamos ainda dando os primeiros passos na busca de uma teoria definitiva para o surgimento do universo. Os cientistas continuam incansáveis na busca por respostas utilizando os mais avançados recursos matemáticos da teoria das supercordas e da teoria M para, quem sabe um dia, descobrir como foi o início do universo.

Referências:
http://nautilus.fis.uc.pt/gazeta/revistas/29_3/vol29_3_Art05.pdf

http://arxiv.org/abs/1005.5491

Brian Greene (2001). O universe elegante

Kepler de Souza e Maria de Fátima (2004). Astronomia e Astrofísica

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“PREPARING FOR CLIMATE CHANGE: ADAPTATION PROGRAMS AND POLICIES”

domingo, outubro 30th, 2011

Registramos aqui o melhor e mais crível “cientifico” documento (em nossa opinião, claro) a respeito da controvérsia global warming & climate change. É claro que êste tema interessa sobremaneira à Matrix/DNA pois o bem-estar de todos os seres humanos para permitir a evolução da auto-consciência em liberdade ( uma mente sã necessita de um corpo são em sintonizada convivência com o ritmo da Natureza) é o principal motivo pelo qual tiramos a Matrix/DNA das gavetas e nossa isolada pesquisa onde ficou por 30 anos para trazê-la ao escrutinio publico.

O documento, em PDF, de nove páginas, sugere com gráficos convincentes que realmente o clima está mudando, a temperatura se elevando. Alem de tratar da questão de como a Humanidade deve reduzir suas influências no ambiente planetário, o documento é pragmatico ao constatar que as mudanças existem e podem piorar, por isso, trata da questão de como as populações em seus locais especificos terão que se adaptarem, e o pior, se adaptar a um objetivo que está em movimento, sendo mudado.

A Matrix/DNA está sugerindo que o modêlo teórico astronomico oficial está incompleto, com muitos equívocos. Isto implica que não conhecemos ainda o que é e como funcionam os planetas, como a nossa Terra. Sem êste conhecimento ficamos ao acaso, ao sabor das mudanças que porventura sejam produzidas pela Natureza, ao invés de poder-mos nos preparar e planejar nossas adaptações. Inclusive ficamos sem entender as origens de novos vírus, de doenças fatais que resultem da mudança planetária. Conhecer a astronomia que envolve e atua sôbre nosso planeta, e a identidade fisico-cósmica do nosso planeta é tão fundamental quanto conhecer os fenômenos economicos pois sem o conhecimento da Natureza em que existimos nossa atividade economica pode nos levar a construir castelos de areia.

Uma das principais questões arroladas como evidência para o que a Matrix/DNA sugere é a de que o modêlo teórico astronomico oficial não comporta um elo, um “link” evolucionário entre o estado astronomico de nosso planeta e a produção da Vida que êste estado certamente realizou. Está faltando principalmente ao modêlo detectar na astronomia a camada de organização semi-biológica da matéria que atuou na superficie dêste planeta (e quiçá, em muitos ourtros), contendo as fôrças naturais e elementos naturais que se reproduziram aqui na forma de sistemas biológicos. A Terra é em si um sub-sistema dentro de outro sub-sistema que é o Solar, que por sua vez é um sub-sistema de um sistema galáctico, e sabemos que na dinamica da hierarquia de sistemas uns sempre influem sôbre outros, mesmo que nossos sentidos e aparato cientifico não detectem estas fôrças. A possível existência dêste aspecto semi-biológico a nível astronomico pode estar influindo na dinamica de mudanças do planeta, portanto é crucial para nosso bem-estar e sobrevivência que investimos algo de nossos recursos na busca dêsse conhecimento.

A Matrix/DNA buscou e apresenta um novo teórico modêlo astronomico que revela essa face semi-biológica astronomica enquanto o modêlo se conforma com os fatos comprovadamente reconhecidos como reais captados no reino astronomico. Mas o modêlo recém-saído das pranchetas de calculos ainda não revela se e como as forças e novos mecanismos desta face atua em nosso planeta, principalmente porque falta o trabalho de equipe reunindo especialistas nas várias áreas envolvidas.

O principal problema da Matrix/DNA está na identificação do atual estado e da função sistêmica do planeta. O modêlo aplicou os processos e mecanismos verificados nos sistemas biológicos (depois de calculada a reversão evolucionaria desde o tempo atual aos tempos remotos das origens) sôbre o modêlo oficial astronomico principalmente baseado na mecânica newtoniana, a qual sugere apenas um estado de organização da matéria a nivel mecânico regulando os sistemas estelares e galácticos. Com isso os calculos sugeriram que os astros existem sob a dinamica dos ciclos vitais, impregnando os sistemas astronomicos com as proriedades da Vida, reduzidas estas evolucionariamente à simplicididade carateristica dêstes sistemas. Mas isto não foi ainda suficiente para calcular a influência astronomica sôbre os planetas, porque existe uma questão evolucionaria não resolvida. Trata-se do seguinte:

A teoria mais aceita em nossa opinião sôbre o processo da formação dos primeiros sistemas celulares biológicos é a teoria simbiôntica de Margullis. um unico micro-organismo original pode ter se espalhado, mas como estava sujeito às transformações fisicas do ciclo vital, sua população era constituída com as diferentes formas etárias do mesmo organismo. E assim como o sistema familiar humano ideal se completa se for composto das sete principais formas de seres humanos, que vivem nuclearmente em simbiose, sete formas derivadas do mesmo micro-organismo se conectaram em simbiose vindo a constituirem as organelas do sistema celular. Pelo mesmo processo se teriam formado as primeiras galáxias justificando a existência de sete principais formas diferenciadas de astros conhecidos hoje. Se êste processo de formação persiste ainda hoje, os planetas estariam sob as mudanças normais de um ciclo vital, sugerindo que o global warming & climate change seja uma consequencia natural.

Mas as células atuais não surgem pelo mesmo processo de formação das células primordiais. Depois de formadas por simbiose e ciclo vital elas hoje simplesmente se reproduzem por inteiro. E tornaram-se os buiding blocks de sistemas multicelulares. Portanto isto levanta a questão; está a origem do nosso planeta e seu sistema solar relacionado ainda ao processo de formação da galáxia primordial ou nosso sistema solar se tornou como um átomo, um building block do sistema multisolar galáctico? Sugere o modêlo que novos sistemas estelares se originam hoje dos restos de um sistema estelar morto. Portanto seria mera reciclagem, a qual define mecanicamente um processo de reprodução biológica. Não estando regulado pelas fôrças transformadoras do ciclo vital, nosso planeta não apresentaria maiores mudanças como corpo em si, a não ser as mudanças próprias que ocorrem com o sistema solar como um tôdo.

Existem muitos fatôres já levantados por nós a serem considerados na busca da solução dêste problema, inclusive considerando-se que a galáxia esteja sob o processo do ciclo vital e como isso influenciaria no “status quo” do sistema solar e da Terra. Mas como eu disse o quadro geral é gigantesco e o volume de dados tal que é impossível a uma pessoa só fazer êste trabalho.

Resta a possibilidade que o modêlo téorico da Matrix/DNA esteja parcialmente ou totalmente errado, apesar de que os 30 anos de acompanhamento dos fatos e dados colhidos pela ciência oficial e as muitas evidências a favor levantadas me levam a suspeitar que a hipótese do “totalmente errado” não pode mais se aplicar. Resta então à espécie humana três alternativas:
1) Ou esperar que o trabalho solitário dêste autor enquanto vivo apresente um fato comprobatório convincente ou um fato aniquilador do modêlo;
2) Ou fazer um investimento de risco numa equipe de especialistas para investigar o modêlo;
3) Ou apenas fazer um esfôrço de divulgação da existência do hipotético modêlo para que se torne conhecido pelos especialistas e, se o modêlo retratar a realidade, repentinamente conduza a novas explicações sôbre os fenômenos relacionados e a novos experimentos.

Eu sugiro a terceira alternativa. Avisando desde já que, sózinho, não tenho as condições, conhecimentos e recursos para fazer esta divulgação. Mas apelando para a tomada de consciência da seriedade do problema que animaria qualquer ser humano a colaborar nesta missão.

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Com a abertura dêste capitulo, passamos a seguir a registrar tudo o que de novidade surgir e todos os dados que interessarem.

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NOAA

1)

“PREPARING FOR CLIMATE CHANGE: ADAPTATION PROGRAMS AND POLICIES”

http://www1.ncdc.noaa.gov/pub/data/cmb/faq/Final_testimony_Karl_HouseEE_Adapatation.pdf