Archive for novembro, 2011

Vídeo do Cérebro Feminino Durante Orgasmo: Fogos de Artifício e Cerebral Sinfonia!

quarta-feira, novembro 16th, 2011

Tudo o que for informação sôbre o cérebro interessa à Matrix/DNA, principalmente agora que estamos descobrindo que a mente é como um embrião de nova substância e está se formando como um corpo no modêlo do software/Matrix. Por isso o vídeo divulgado hoje e que pode ser visto no link abaixo fica aqui registrado. Não se trata de banalidade sexista pois como diz o Guardian, “Prof Komisaruk, who presented the work at the Society for Neuroscience annual meeting in Washington DC on Monday. The work has yet to be published in a peer-reviewed journal.”

Uma sexo-terapêuta (só podia ser!) entrou dentro de uma máquina de MRI (para scanner do cérebro) e não sei como ela deu seu jeito de ter um orgasmo dentro da máquina, que durou sete minutos. Os especialistas em MRI dizem que viram “uma celebração com fogos de artificio”, outros disseram que viram “uma cerebral sinfonia”, etc. Por meu lado me chamou a atenção as côres das sinapses envolvidas que batem exatamente com o previsto na crença dos chakras: o vermelho domina no cérebro durante um orgasmo, o que corresponde ao chakra vermelho, o qual, segundo a crença acertadamente previu, é o chakra sexual. Em seguida predomina a cor laranja, que justamente é o chakra seguinte, do baixo ventre e barriga; e depois a cor amarela, que justamente é a cor seguinte que corresponde ao estomago e torax. Esta é a exata sequência das côres no arco-iris tambem e me parece, a exata sequencia num espectro de luz natural (preciso voltar a pesquisar isto). Mas para o leitor (e leitoras) que não estão interessados no aspecto cientifico/matrixial da questão, é sempre curioso saber o que acontece naqueles momentos de invisivel e que a gente não vê… Será que se ela rezar naquele momento outro especialista vai ver “um côro de anjos” ou um “bacanal de diabinhos”?!

Mas vendo o vídeo é preciso se lembrar de uma coisa. Como diz nos comentários abaixo do artigo a poster Jee Hyung Lee “It’s sort of awesome how the ladyparts move like a slobbering hungry mouth. It seems to be saying more, more!!” Ou seja, as imagens parecem estarem dizendo muito, muito mais do que estamos vendo.” No nosso atual estágio do conhecimento sôbre o que formam as sinapses, a mente, que é quase nenhum, as imagens não nos dizem quase nada. É como um indio selvagem vendo pela primeira vez um carro, e com o capõ aberto, funcionando: êle vê o motor trepidando, ouve o ruído, mas não faz a minima idéia como aquilo tudo funciona e que aquilo move carros. Por isso sempre digo: não há porque perder-mos tempo na vida, ainda há muito, muito trabalho a fazer, muita coisa, ou quase tudo, a conhecer.

Ah… não deixe de ver nossa piada no fim dêste artigo…

Link direto:
http://jezebel.com/5859785/watch-the-worlds-first-movie-of-the-female-brain-during-orgasm

Título do Artigo:

Watch The World’s First Footage Of A Female Brain During Orgasm

JEZEBEL.COM

http://jezebel.com/

Ah… o melhor texto sôbre o assunto, explicando como as imagens revelam a glandula pituitaria libera oxytocin, etc., saiu no:

THEGUARDIAN

Female orgasm captured in series of brain scans

http://www.guardian.co.uk/science/2011/nov/14/female-orgasm-recorded-brain-scans

guardian.co.uk, Monday 14 November 2011 16.00 EST

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Vamos adicionar aqui uma piada brasileira sôbre nossas adoráveis vitimas portuguesas?

Você sabe o que são estes simbolos abaixo?

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Foi o que o MRI de mesma experiencia feita em Portugal mostrou na tela… E apresentaram o resultado ao mundo cientifico sob o titulo: “Typographical representation of the female orgasm”. Mas o MRI de uma prostituta saiu um pouquinho diferente:

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Divisão Celular Explicada Pela Matrix/DNA !

terça-feira, novembro 15th, 2011

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A cada momento que vejo algo novo na Natureza, a fórmula da Matrix/DNA proporciona mais algumas descobertas que me deixam cada vez mais admirado! Eu ví muitas vêzes aquêles desenhos nos livros escolares de biologia, dos centrômeros se deslocando para lados opostos do nucleo celular, criando linhas e com elas puxando e dividindo o nucleo em duas partes iguais, cujo resultado final é uma célula original ter ao lado a sua cópia, processo denominado “meiose”. Quando descobrí a Matrix/DNA e voltei a observar aquêles desenhos dos centrômeros e da duplicação celular para tentar entender como a evolução do sistema meio-mecânico/meio biológico astronômico para o sistema biológico deu seu jeitinho na nova matéria terrestre, não entendí nada. O sistema astronomico não se duplica, mas faz uma exata cópia de si mesmo pelo processo da auto-reciclagem. É preciso um sistema astronomico morrer (tendo antes deixado os cometas no espaço, ou recebendo cometas do sistema vizinho) para que sua matéria degenerada refaça-se como sistema novo. Se o numero de galáxias está aumentando, é porque o Universo está produzindo nova matéria. Mas ninguem pode ter certeza de que o numero de galáxias esteja aumentando. Se apenas está se expandindo, é pelo distanciamento entre galáxias, reciclagem das velhas em novas, e não pelo surgimento de novas duplicadas. Na célula, com um novo estado da matéria – o liquido – e com a nova emerg6encia da quimica orgânica, a Matrix/DNA conseguiu o espetacular avanço de duplicar o sistema mantendo ainda vivo o original.

Mas como?! A Matrix/DNA não é mágica, a Natureza nada cria do nada, então de onde a Matrix/DNA consegiu os mecanismos que no seu conjunto formam o processo geral da auto-duplicação, sem reciclagem? Procurei na fórmula da Matrix/DNA em seu estado astronômico e nada. Descí mais no passado dando uma olhada no novo modêlo de átomo que a Matrix/DNA sugeriu, e nada.

“Bem… – pensei – não vejo agora nada nos ancestrais da célula relacionado a centrômeros e sua atividade. Mas tem que existir algo, mesmo encoberto em outras funções da fórmula, senão… a fórmula vai para o lixo! Fica essa incógnita para ser resolvida…”

Duplicação Celular Pela MatrixDNA Metaphase of Meiosis

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Mas hoje me deparei com a imagem acima na Internet. À primeira vista parece mais uma das novas fotos do Hubble obtidas no espaço sideral do que uma foto de microscópio obtida dentro de uma célula. E aí está! Eureka! O mesmo padrão na Terra e no céu!

Os desenhos feitos a mão não revelavam a realidade, o mapa não correspondia ao território.

Dê uma olhada na foto em vermelho. Agora dê uma olhada no desenho que fiz à mão suja e suada com lápis e papel de embrulhar pão, sôbre os joelhos e acocorado ao lado do pantano na selva amazônica fustigado pela luz ardente do sol tropical que me fêz parar de remexer na lama onde procurava entender a origem de LUCA, e levantar a cabeça para olhar o Sol… e descobrir LUCA no céu.

MatrixDNA na Formação de Galáxia, Nucleotídeo e Célula

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( Êstes anuncios do Google estão me atrapalhando demais. Perdí uma hora agora para inserir estas imagens por que parece que as imagens do Google entram antes. E não inserí o ADSense, não estou ganhando nda com isso, apenas me inscreví no Google+. Alguem sabe explicar como resolver isto, sem que eu perca tempo vendo o Help e sem anular minha conta?). Voltemos ao fantástico da descoberta!

Olhe para a imagem azul. Veja o cone espiral, que é a Função Sistêmica N.1. Agora rápidamente olhe para a imagem vermelha, mostrando o momento crucial da meiose, veja a figura central onde parece ter dois cones, ligados pelas bases maiores.

É exatamente a mesma coisa! Se refisermos o desenho azul pondo dois cones ligados pelas bases maiores… vamos obter a mesma imagem da figura vermelha!

O que significa isso?

Nossa questão era: como a Matrix/DNA resolveu o problema no novo ambiente da Terra, com nova matéria, de transformar um processo que antes era reciclagem de um sistema velho num novo, para o processo de duplicação simultânea do sistema velho, e assim dar o grande salto evolutivo onde emergiu a novidade dos sistemas multi-sistêmicos, ou seja, corpos multi-celulares?!

Um centrômero parece ser uma memória de dados relativos ao cône. A fórmula pode fazer isso, porque ela já fazia isso: tôdas as informações de tôdas as partes do sistema correm no fluxo do circuíto sistêmico que se propaga como ondas do tempo, invisivel, e intercaladamente as ondas se tornam partículas, ou seja, partes, peças materializadas do sistema, muitas vêzes na forma de esferas, como são planetas, pulsares, estrêlas. E tôda essa base de dados, ou parte dela, pode ser compilada num corpo como cometas e RNA, que saem do circuíto esférico sistêmico e se movem no interior do sistema. Não existe mistério na formação do centrômero, esférico, e movente dentro do sistema, como base da dados de uma parte das informações, a arquitetura material correspondente à Função N.1 no software. A Natureza apenas ajuntou mecanismos de várias funcões elaborando um novo processo. Como trechos de DNAs de vírus entraram no DNA de animais superiores, causando mutações para melhor.

Porem, tem mais. A sabedoria da Natureza dá de dez a zero no meu pobre cocuruto pensante. Observe que o centrômero se localiza nos bicos dos cones. Imagine se no cone original, antes de ser duplicado, o centrômero, que roubou a carga genética do cone, do buraco negro, simplesmente se movesse e se fixasse no lado oposto onde está o segundo centrômero. O que ia acontecer? Apenas o cone original iria mudar de posição dando uma volta sôbre si mesmo ficando de ponta cabeça! Então, a Mestra Natureza, que não é nada burra, deixa o centrômero original no seu lugar, faz uma cópia dêle, leva a cópia para a posição do segundo centrômero, libera sua carga genética, a qual constrói um segundo cone…!

Sensacional! Concordas?

Mas isso tudo, êste trabalho todo, deve ter acontecido apenas na primeira duplicação. Como a formação da primeira célula primordial deu um grande trabalho, mas depois dela bastou replicar e compactar o trabalho inicial para a formação das células modernas. Assim tambem, em bilhões de anos com a paciência que a Natureza tem, os centrômeros se especializaram e compactaram seu trabalho no método moderno.

Bem… ainda não é dessa vez que a fórmula da Matrix/DNA vai para o lixo, não será tão facil destruir os 30 anos de trabalho na sua busca. A presença e a intrigante atividade dos centrômeros na célula foram explicadas. O meu susto que tive anos atrás foi apenas devido à ineficácia dos desenhos feito à mão nos livros escolares. Graças à inteligência e ao trabalho humano, desenvolvendo essa maravilhosa tecnologia, o defeito foi reparado por uma foto sensacional de nossos poderosos microscópios!

E modéstia à parte, permita-me expressar o orgulho que estou sentindo de mim mesmo, pois, apesar de ter sido um zé-ninguem que estudou Ciências sózinho e ainda criança, sem ver o que poderia lucrar com êsse esforço, parece ter sido o primeiro a ter visto mais longe dentro do nucleo da célula e, se for confirmado, dentro do nucleo das galáxias. Com meu velho microscópio de 30 anos atrás que levei para a selva não podia ver direito uma célula, quanto mais o seu interior. As imagens do interior da célula naquela época em livros e revistas eram tudo feito a mão por artistas do ramo, não havia a tecnologia para fotos e simulação computacional de hoje. Pois bem: sem nunca ter visto o interior da célula eu desenhei a mão a realidade dentro do nucleo celular apenas pelo poder dos calculos, na elaboração de uma teoria. É certo que fiz o desenho misturando as pistas detectadas na astronomia (naquela época não me lembro se já existia na Ciência alusão a teorias de buracos negros, mas com certeza, não avançadas como agora) mais as pistas que imaginei existirem nas células, e mais algumas inspirações decorridas das visões de Dom Pedro, mas se a teoria preveu a realidade, significa que a lógica do raciocinio em que a evolução cosmológica continuou com seus mesmos mecanismos e processos na evolução biológica é preciso ser considerada com carinho… Sou o unico, ou o primeiro na Terra a estar defendendo isso, podes revirar a Internet e as bibliotecas e nada acharás parecido com isso, ( apenas o Haeckel têve a intuição e chegou perto com sua “Teoria da Recapitulação” mas cometeu tantos êrros que a Ciência o expulsou com sua teoria como se fôsse um louco varrido). Eu mesmo acho que estou “far away off the beam”, ou seja, fora do foco da Razão, mas tantas coincidências, tantas evidências aqui já reunidas, tantas previsões acertadas… mereceriam que alguém mais começasse a prestar atenção nessa teoria, concordas?

Matrix/DNA Softwares em Àtomos e Moléculas Sugerem Como é a Forma Material da Mente!

segunda-feira, novembro 14th, 2011

A fórmula universal da Matrix pode ser entendida numa das sua produções biológicas, a arquitetura no interior da cabeça humana: tem o cérebro-hardware e o conjunto dos pensamentos, ou a mente – como software. Mas esta dupla face da Matrix não emergiu pela primeira vez no cérebro humano, êste é apenas evolução desde o primordial DNA. O DNA não é um código que encripta uma mensagem, como acredita a comunidade acadêmica. Isto seria místico, quase uma apelação ao sobrenatural, pois um mero amontoado de átomos não poderia jamais produzir e transmitir mensagens. Segundo a Matrix nos levou a concluir, o DNA é um mero conjunto de derivados de um unico sistema natural original, formado por um conjunto de moléculas que compõem um par de nucleotídeos. Mas não restam duvidas que o DNA, alem de ser um agrupamento complexo de átomos, o hardware ancestral do cérebro, possue um comando intangível, invisivel, de instruções – o software ancestral da mente.

A Matrix nos levou a encontrar o que algum sábio chinês encontrou a três ou cinco mil anos atrás quando êle escreveu: “A mente dorme na pedra, sonha no vegetal, acorda no animal e desperta no Homem” ! Sábias palavras! O sábio não sabia da existência de átomos, galáxias e computadores, como sabemos agora e apenas atualizamos o que êle intuiu: “A mente-software existe em potencial latente nas partículas e átomos, se move sonambula nos astros e galáxias, acorda nos vegetais, desperta nos animais e se torna viva e consciente como um bebê no Homem”.

Nós conseguimos elaborar um modêlo teórico de um diagrama de software que teria sido a forma da Matrix quando ela construiu o hardware na formação das galáxias originais. Não é possivel ainda reproduzir no papel ou no computador a correta imagem do diagrama porque êle é um vórtice espiral, tem a forma de um cône, as setas de interações se contorcem, e precisaria ser visto em quatro dimensões. Mas agora vimos na Internet, imagens bem próximas da imagem real do software Matrix quando estava construindo átomos e depois moléculas orgânicas.

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Átomo na forma da Matrix/DNA

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Àtomos como Matrix/DNA formando Moléculas

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Moléculas como Matrix/DNA formando Células

Para completar êste trecho da Evolução do Software Mental intuído pelo sábio chinês, de átomos à Consciência Humana, falta calcular-mos agora:

– Matrix/DNA Software das Células Neuroniais formando um Cérebro;
– Matrix/DNA Software do Cérebro formando a Auto-Consciência Humana;

Nossos pensamentos são incapazes de verem a si próprios, nossa mente não se sente como corpo, temos a impressão que a mente não é material, parece algo abstrato. Você tambem se sente assim? A Teoria da Matrix/DNA vem correndo em nosso socorro oferecendo uma explicação porque sentimos assim.

Para tanto ela nos apresenta duas figuras reais, as quais, infelizmente não terei tempo para postar aqui agora, mas todo mundo as viu muitas vêzes. Uma é a figura total do cérebro, composto de dois sistemas nervosos, o simpático e o parassimpático ou subconsciente. Como conjunto total o cérebro é aquela massa cinzenta na forma de uma esfera meio deformada contendo uma espécie de cauda, que desce pela medula óssea. A figura do cérebro total é muito parecida com a figura de um espermatozóide. A outra que a Matrix nos apresenta é a figura de uma cabeça, mais exatamente do crâneo ósseo apenas. É uma figura muito parecida com a figura de um ôvo, ou um óvulo. Espermatozóide e óvulo! Porque a Matrix/DNA começa mostrando estas duas figuras quando diz que vai nos explicar o que é, e como é, a forma da nossa mente?!

Calma! A Matrix vai continuar sua explicação. Agora ela pega a figura do cérebro total e a sobrepõe sôbre a figura da cabeça humana. O que vemos agora? Mais exatamente, quando as duas figuras se conectam, vemos como é a nossa realidade hoje ( do nosso cérebro dentro da nossa cabeça e sua medula dentro do nosso torax), idêntica à figura que vemos de um espermatozóide entrando no óvulo, sua cauda ainda está para fora. Você nunca tinha notado êstes detalhes que fazem a Natureza apresentar tantos maravilhamentos aos olhos de um agnóstico como os religiosos dizem verem no mundo pelos olhos de suas religiões? Nós carregamos, em nossa essência intima, uma arquitetura que é a central de nossa inteligência, na forma de um espermatozóide iniciando a fecundar um óvulo!

Mero acaso? Mera coincidência? Desconfie quando a coincidência mostra dois fenômenos se encaixando perfeitamente… talvez haja aí um padrão universal oculto.

Um feto humano, dentro do útero materno, já possui consciência de sua existência? Êle certamente não pode ver seu corpo, nem senti-lo com as mãos, pois nem olhos abertos tem. Acho que ninguém sabe pois não é está incógnita que gera o debate controversial entre os pró-aborto e os contra-aborto? Um embrião bem adiantado parece já ter consciência que existe, mas ainda não se pode ver. Um bebê recem-nascido ainda com os olhos fechados já sente bem o seu corpo mas ainda não se vê, não tem idéia de como é sua forma, qual a sua substancia. Nós adultos, já vemos nosso corpo, sabemos quais suas substancias, conhecemos nossa forma.

Porem, somos tambem pensamentos, somos, em essência, pensamentos, cujo conjunto denominamos mente, ou auto-consciência. Mas uma mente não consegue se ver a si própria nem a sua imagem semelhante que está dentro da cabeça do vizinho. Ela ainda não tem um “ôlho mental”, ou se já tem, ainda não o abriu, e assim ela parece estar ainda no estado de bebê recem-nascido (por mais que Lobsang Rampa nos venha falar de sua “terceira visão” já aberta). A mente não pode se tocar, não faz a minima idéia de qual a substancia de sua corpo. Muito menos tem idéia de sua forma. Ainda não chegou o tempo do “Concurso de Misses Universo da Espécie Mental”. Então finalizando, a auto-consciência humana é um fenomeno novo no Universo, ela surgiu ainda apenas a alguns minutos atrás se tomar-mos por referencia o tempo astronomico que é o tempo real, e ela apresenta as características semelhantes à fase do ciclo da vida que vai, nos humanos, de feto a bebê recem-nascido. Precisamente, qual o estágio evolutivo ela está, eu não sei: tenho meditado sôbre isso, às vêzes minha mente pensa que é um embrião, que vê o mundo externo por uma janelinha que é a visão carnal, outras vêzes que é um bebê recem-nascido ainda de olhos fechados, que não vê o mundo externo na dimensão a que ela pretence (talvez holografica?).

A figura da arquitetura material, visivel, que produziu, ou produz, essa auto-consciência humana, é a figura de um espermatozóide fecundando um óvulo. Pela Matrix/DNA estava previsto que tinha de ser assim. Um de seus postulados universais é: “Cada função sistêmica universal tem seu jeito de fazer e dar forma ao seu corpo material, tem o seu padrão, o seu estilo artístico, o qual é sempre repetido, salvo as variações nos detalhes devido às diferenças entre os ambientes e as diferenças entre os tipos de material que ela tem disponivel para esculpir sua obra”. Então tem a Função Sistêmica Universal N.1, bem vizível no diagrama/software da Matrix/DNA. Quando ela foi convocada a atuar na Terra para construir a arquitetura em que um bebê biológico é gerado ela modelou a massa terrestre e se saiu com algo na forma de óvulo fecundado por espermatozóide. Quando ela foi convocada para construir no espaço sideral a arquitetura em que um bebê astronomico é gerado, ela modelou a massa disponivel constituida apenas dos estados sólido e gasoso da matéria, ela se saiu com a forma de vórtice no meio da nebulosa de átomos sendo fecundado por cometas. E agora ela foi novamente convocada para construir dentro de um animal a arquitetura em que um bebê de auto-consciência é gerado. Existe agora maior riqueza de materiais disponiveis, a evolução elevou o nivel de complexidade do sistema natural universal que vem se evoluindo desde o Big Bang. Com um hardware tecnológimente desenvolvido como êsse, um Bill Gates seria quase capaz de desenvolver o software do Windows a ponto de dotar o computador com uma cópia de si mesmo como mente, a inteligencia artificial. Mas, a Função Universal é a mesma que começou a atuar no Big Bang, trabalhou com sua parte na tarefa ao fazer o átomo, etc., e um artista tem seu estilo unico de esculpir suas obras, por isso tudo, dentro do animal, ela esculpiu as mesmas formas ao participar agora da construção d6este fenômeno emergente: a auto-consciência humana.

Nêste ponto, ao pensar nisso, chego a me arrepiar tôdo! Acho que não é por ficar embevecido com minha intelig6encia por ter descoberto tudo isso, sempre mantenho um aviso aceso na minha mente: “Cuidado que você pode estar totalmente errado, “far away off the beam”! Acho que já ultrapassei a fase de ter vaidades, quando me dei conta do tamanho inconmensurável do Universo e do tamano pequenino do meu cérebro, a sensação de que não passo de um vírus ignorado pelo Universo. Acho que a sensação emotiva que sinto automaticamente é produzida pelo estado da contemplação de uma engenharia extraordinária na Natureza.

Isto tudo me leva a deduzir que a auto-consciência tem um corpo, é constituída de várias substâncias e, ou já tem ou está adquirindo, uma forma inteligivel, no mesmo modêlo do sistema/software da Matrix/DNA Universal !!!

Mas… se nossa mente já for um embrião, ou um bebê de berço, porque é que o nosso corpo carnal, que já serviu sua missão na evolução, que era a de gerar a auto-consciência nesta época e região do Universo, ainda está parado no tempo em que a mente foi concebida, a milhares ou milhões de anos atrás, conservando a forma do instante da concepção? Porque ainda temos um cérebro e uma cabeça lembrando aquêle evento no momento da concepção da mente? Ora… os répteis, que tiveram a missão na evolução de gerarem os mamíferos, que se transcenderam em forma para a forma mais evoluida dos mamiferos, ainda aí estão, lembrando os eventos quando os mamiferos surgiram na Terra. As bactérias de nossas origens tambem ainda aí estão. Se nosso entendimento da evolução estiver correto, as formas da evolução que completaram sua missão ficam por aí até desaparecerem de vez. Isto sugere que a forma da espécie humana tambem desaparecerá… em nome de sua transcendência para a forma mental!

Como consciência somos ainda bebês, nsossos sentidos sensóreos ainda não estão desenvolvidos ou não estamos tocando nada ainda relacionado à dimensão menos materializada e mais energizada, mais luminosa, própria da nossa dimensão, talvez ainda estejamos dentro do ôvo, ou dentro do utero materno, ou talvez nascemos nesta madrugada e ainda estamos num berço, de olhos ainda fechados. talvez até existam nossos pais de mesma sustancia e forma nos observando no berço, ou nos esperando fora do Universo que venhamos à verdadeira luz do mundo. Não sei. Um bebê nada sabe ainda. Mas um bebê pode rir e chorar conforme o mundo externo o trata. Assim como faço ainda rir de contentamento a cada vez que a Natureza me toca com revelações como estas. Os adultos diplomados das Ciências e Teologias pensam que sou louco quando me vêm sorrindo sózinho sem razão aparente. Mas os adultos em volta do berço tambem pensam que os bebês são irracionais quando riem ou choram sem uma razão que possam captar. Eu não acho. Desconfio que os bebês percebem mistérios que nós adultos não percebemos. E assim, talvez em nossas orações, quando não obtemos os milagres que pedimos, seja porque os nossos pais de pura consciência mas naturais, que nos observam no nosso berço na forma de uma cabeça humana, não captam o porque estamos chorando: os bebês sentem tudo o que atinge o berço, e choram quando não querem que balancem demasiado o berço. Abraços…

Para Me Educar de Vez em Quando: Pensando em Pensar Demasiado

domingo, novembro 13th, 2011

Thinking About Thinking Too Much

O teorista aprende depois de velho que, no restaurante, por exemplo, quando vem o cardápio, o melhor a fazer é passar o cardapio à esposa e perguntar: “Meu bem, o que eu quero?”

The problem of thinking too much has a prominent
place in the age-old debate between theory
and practice. Galen’s second-century attempts to
balance between rationalist and empiricist physicians
ring true today. In his Three Treatises on the
Nature of Science (trans. R. Walzer and M. Frode),
Galen noted that an opponent of the new theories
claimed “there was a simple way in which mankind
actually had made enormous progress in medicine.
Over the ages men had learned from dire experi-
ence, by trial and error, what was conducive and
what was detrimental to health. Not only did he
claim that one should not abandon this simple
method in favor of fanciful philosophical theories,
which do not lead anywhere; he also argued that
good doctors in practice relied on this experience
anyway, since their theories were too vague and too
general to guide their practice.” In my own field of
statistics, the rationalists are called decision theorists
and the empiricists are called exploratory data
analysts. The modern debaters make many of the
same rhetorical moves that Galen chronicled.
Economists use Herbert Simon’s ideas of “satisficing”
and “bounded rationality,” along with more
theoretical tools associated with John Harsanyi’s
“value of information.” Psychologists such as
Daniel Kahneman and Amos Tversky accept the
value of the heuristics that we use when we abandon
calculation and go with our gut. They have
created theories of framing and support that allow
adjustment for the inevitable biases. These give a
framework for balancing the decision to keep thinking
versus getting on with deciding.
Computer science explicitly recognizes the limits
of thinking through ideas like complexity theory.
For some tasks, computationally feasible algorithms
can be proved to do reasonably well. Here is
a simple example. Suppose you want to pack two
suitcases with objects of weight a, b, . . . , z. You

want to pack them as close to evenly as you can. It
can be shown that this is a virtually impossible
problem. Despite fifty years of effort, we don’t
know how to find the best method of packing, save
for trying all of the exponentially many possibilities.
Any progress would give solution to thousands
of other intractable problems. Most of us conclude
that the optimal solution is impossible to find.
Undeterred, my friend Ron Graham proposed the
following: sort the objects from heaviest to lightest
(this is quick to do). Then fill the two suitcases by
beginning with the heaviest item, and each time
placing the next thing into the lighter suitcase.
Here is an example with five things of weight 3, 3,
2, 2, 2. The algorithm builds up two groups as follows:
This misses the perfect solution, which puts 3, 3 in
one pile and 2, 2, 2 in the other. One measure of
the goodness of a proposed solution is the ratio of
the size of the larger pile to the size of the larger
pile in the optimal solution. This is 7/6 in the
example. Graham proved that in any problem, no
matter what the size of the numbers, this “greedy”
heuristic always does at worst 7/6 compared to the
optimal. We would be lucky to do as well in more
realistic problems.
An agglomeration of economics, psychology, decision
theory, and a bit of complexity theory is the
current dominant paradigm. It advises roughly
quantifying our uncertainty, costs, and benefits
(utility) and then choosing the course that maximizes
expected utility per unit of time. A lively
account can be found in I. J. Good’s book Good
Thinking (don’t miss his essay on “How Rational
Should a Manager Be?”).
To be honest, the academic discussion doesn’t shed
much light on the practical problem. Here’s an
illustration: Some years ago I was trying to decide

whether or not to move to Harvard from Stanford.
I had bored my friends silly with endless discussion.
Finally, one of them said, “You’re one of our
leading decision theorists. Maybe you should make
a list of the costs and benefits and try to roughly
calculate your expected utility.” Without thinking,
I blurted out, “Come on, Sandy, this is serious.”

Some Rules of Thumb

One of the most useful things to come out of my
study is a collection of the rules of thumb my
friends use in their decision making. For example,
one of my Ph.D. advisers, Fred Mosteller, told me,
“Other things being equal, finish the job that is
nearest done.” A famous physicist offered this
advice: “Don’t waste time on obscure fine points
that rarely occur.” I’ve been told that Albert
Einstein displayed the following aphorism in his
office: “Things that are difficult to do are being
done from the wrong centers and are not worth
doing.” Decision theorist I. J. Good writes, “The
older we become, the more important it is to use
what we know rather than learn more.” Galen
offered this: “If a lot of smart people have thought
about a problem [e.g., God’s existence, life on other
planets] and disagree, then it can’t be decided.”
There are many ways we avoid thinking. I’ve often
been offered the algorithm “Ask your wife to
decide” (but never “Ask your husband”). One of
my most endearing memories of the great psychologist
of decision making under uncertainty, Amos

Tversky, recalls his way of ordering in restaurants:
“Barbara? What do I want?”
Clearly, we have a wealth of experience, gathered
over millennia, coded into our gut responses. Surely,
we all hope to call on this. A rule of thumb in this
direction is “Trust your gut reaction when dealing
with natural tasks such as raising children.”
It’s a fascinating insight into the problem of thinking
too much that these rules of thumb seem more
useful than the conclusions drawn from more theoretical
attacks.
In retrospect, I think I should have followed my
friend’s advice and made a list of costs and benefits—
if only so that I could tap into what I was
really after, along the lines of the following “grook”

by Piet Hein:
A Psychological Tip
Whenever you’re called on to make up your mind,
and you’re hampered by not having any,
the best way to solve the dilemma, you’ll find,
is simply by spinning a penny.
No—not so that chance shall decide the affair
while you’re passively standing there moping;
but the moment the penny is up in the air,
you suddenly know what you’re hoping.

Remarks  2002 by Barry C. Mazur and Persi Diaconis,
respectively.
Photos  2002 by Martha Stewart.
“A Psychological Tip” is from an English-language edition
of Grooks by Piet Hein, published in Copenhagen
by Borgens Forlag (1982, p. 38);  Piet Hein.

Luz: Cientistas criando um Universo a partir da luz pura?!

domingo, novembro 13th, 2011

Out Of Pure Light, Physicists Create Particles Of Matter

ScienceDaily (Sep. 18, 1997)

http://www.sciencedaily.com/releases/1997/09/970918045841.htm

Luz: “You are light!” – Nassim Harassmen sôbre dois atomos se unindo

domingo, novembro 13th, 2011

Êste trecho foi extraído do meu artigo: “A Interessante Visão da Teoria da Sagrada Geometria”, fev,23,2011, sôbre Nassim Haramein:

Nassim continua revelando os enganos da Física. Notando que atomos se juntam dentro de um nucleo, mas que isso vai contra o conhecimento geral de que duas cargas iguais se repelem, para explicar isso inventaram uma nova fôrça que não existe: a fôrça forte. Nassim apresenta graficos e modêlos explicando que se explica a atração entre dois protons se eles forem, na verdade, mini-buracos negros. Mas a continuidade dos calculos indicam que dois protons nessa situação devem estarem girando em em torno do outro à velocidade da luz! O que significa que se um buraco negro isolado é escuro, dois juntos é pura luz. Daqui Nassim vai para o corpo humano levando esta noção de que nossos atomos é pura luz para terminar: “You are…light!”

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Devo perguntar isso a Físicos. Ou ver se Nassim tem um website, perguntar a êle.

Itália: Crise Economica Sugere que o Gene Egoísta Ainda tem Mais Fôrça Que O Gene Altruísta.

sábado, novembro 12th, 2011

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Não adianta enriquecer sua casa, trazer tudo o que puder de fora para dentro de sua propriedade, porque isto empobrece os vizinhos, adoece a sociedade em que vives, a qual um dia cobrará tudo de volta. Esta a lição que esta crise deixa para o povo italiano. E esta ocorrência serve como a medida da evolução de um povo: se o numero de individuos egoístas é maior que o numero de altruístas o povo é intelectualmente mais atrasado do que outro povo onde a balança pende ao contrário.

Faz 20 anos que as despezas da Itália são maiores que sua produção total. Da mesma maneira que um individuo que gasta mais do que ganha e vai pagando a diferença com cartões de crédito contando que, se a coisa piorar um dia, pago a divida vendendo a casa, assim tem se comportado o subconsciente coletivo do povo italiano. Agora que a divida chegou a 120% do GDP (ou seja, o valor da divida é maior do que se a Italia ficasse um ano inteiro só produzindo e vendendo tudo sem consumir um centavo !), os credores interrompem os empréstimos e exigem o pagamento dos atrasados… o povo italiano vai vender o país para pagar a dívida? E vão todos morar em barracos na selva amazônica?

Mas a explicação está tambem aqui: sexta-feira o Financial Times revelou que a média de renda anual familiar é €350.000, ou seja, cêrca de 370.000 dolares americanos ?! Isto significa que as familias não tiram de sua renda o valor devido para pagar os impostos ao govêrno que mantem os serviços publlicos usados por essas familias? É um salve-se quem puder: eu vou pagar o menos possivel porque o vizinho tambem está pagando o menos possivel; vou juntar êsse dinheiro que era para o govêrno e se um dia der um crepe que todo mundo tenha que pagar a divida do governo, se eu paguei menos que o vizinho e juntei mais, e todos vamos pagar a mesma quantia, vou sair ganhando o dinheiro do meu vizinho.

Quando a gente entende como a Natureza tôda é na verdade apenas uma fórmula e a gente conhece essa fórmula, não se precisa ser especialista numa área para entender uma ocorrência nela rápidamente num rápido olhar. Fiz um curso de bacharel em administração de empresas onde aprendí um bocado de economia mas isso foi a 30 anos atrás e nunca trabalhei aplicando a complexa ci6encia acadêmica. Portanto não sou economista e descrevo uma situação macro-economica como esta num linguajar comum popular. Bastou ler um pequeno artigo hoje num jornal sôbre o que está ocorrendo na itália, ver os numeros, dar uma olhada na fórmula da Matrix/DNA e ver uma explicação num nível lógico natural que ninguem publicou. Posso ter errado se a fórmula estiver errada, mas ela já deu tantas mostras de que está certa que duvido disso.

Se alguém na Itália quer salvar a Itália tem que dizer o que eu digo acima. Vai carrear todo ódio contra si pois ninguem gosta de ver sua intimidade, sua roupa suja ser trazida a publico, ninguem aceita ser criticado, mas, ou isso, ou um futuro negro para o povo italiano. Podem tirar o Berlusconi e por outro no lugar com promessas que tem fórmulas salvadoras, podem fazer o que quiser, mas tudo não evitará o pior senão atacarem a causa fundamental do problema, e isso significa cada um corrigir sua visão de mundo, sua personalidade para ter motivação para um novo comportamento. É preciso aprender que a felicidade maior não está em viver numa festa eterna tendo a fartura de tudo o que é bom, dentro de quatro muros com uns poucos parentes e amigos; há muito mais felicidade em dividir o tempo com algum trabalho e algumas festas, vivendo uma vida mais simples, porem sempre juntos com todos da nação cada qual menos competidor e inquieto, porque todos dão mais importancia ao patrimonio social que ao individual. Nêste sistema vive-se menos preocupado porque se um individuo cai, a sociedade o ampara. Basta ver a fórmula da Matrix/DNA no seu aspecto de sistema natural perfeito para constatar isso. Que seja uma lição conhecida e pensada no Brasil.

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A seguir, o link para o artigo que nos inspirou a mais esta aprendizagem:

THE GLOBE and MAIL – ROME

http://www.theglobeandmail.com/report-on-business/commentary/eric-reguly/berlusconis-just-as-bad-not-worse-than-the-rest/article2234240/

Berlusconi’s just as bad – not worse – than the rest

Eric Reguly

Last updated Friday, Nov. 11, 2011 7:35PM EST

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Lutetia sugere que no Céu também ocorrem Abôrtos!

sábado, novembro 12th, 2011

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Lutertia é um asteróide com cêrca de 100 quilômetros de uma ponta à outra, tem uma composição semelhante à da Terra e surgiu na mesma época da Terra. Mas ao contrário de seus semelhantes e contemporaneos de nascimento, Lutertia não ganhou uma faixa de órbita exlusiva só para ela em volta do Sol como os planetas, e sim foi ejetada para a periferia do sistema solar, o conhecido Cinturão de Belt. Agora a comunidade de astronomos estão levantando teorias do porque Lutetia foi expulsa do seu lugar original no sistema.

Eu acho que não precisa de muita teoria para explicar, basta observar o mundo real. O próprio leitor pode descobrir a explicação mais rápido do que a comunidade astronomica, se ler a pequena história que vou contar abaixo.

Havia uma galinha, chamada Sol, que chocou uma ninhada de ovos. Nasceram 10 belos e saudaveis pintinhos, enquanto em alguns ovos os fetos não se desenvolveram ou abortaram prematuros e morreram. Passado um mês dos nascimentos, vimos que Sol estava tôda feliz rodeada com seus pintinhos no meio do galinheiro, mas vimos tambem que no canto do galinheiro estavam os esqueletos dos fetos abortados em decomposição.

Pois bem. O galinheiro é a totalidade do campo gravitacional do sistema solar, a galinha Sol é nossa estrêla, os pintinhos são os planetas, e os fetos abortados sào Lutetia e os demais asteróides no Cinturão.

Algum problema? Tem algum mistério aí?! Para que tanto exercicio teórico para explicar o óbvio? A Natureza não inventou aqui na Terra êste fenômeno de “ninhadas onde ovos produzem corpos saudáveis ao lado de corpos deformados ou prematuros”! Se isto existe na Terra é produto evolucionario de mecanismos e fôrças naturais que fazem o mesmo em qualquer contexto, em qualquer sistema natural, seja no meio das galáxias ou no meio das galinhas!

Porque os fetos abortados vão parar inteiros ou aos pedaços nos cantos dos galinheiros? Ora, na procura de comida, para catar os grãos de milho, etc., as aves vão ciscando, empurrando o que não presta cada vez mais para os cantos. A própria fôrça gravitacional de um sistema estelar deve ir mudando à medida que o sistema evolui ou envelhece. Existe uma interação entre estr6elas e planetas. Uma delas é a ação da energia solar penetrando um planeta, alcançando seu nucleo e ativando suas reações nucleares. Isto muda o planeta, muda o contexto gravitacional, etc. Em suas órbitas planetas devem imitar as aves, quando passam, gravitacionalmente empurram corpos menores à beira de sua faixa orbital.

Bem… o problema do modêlo cosmológico, da visão de mundo, sendo ensinada na escola está em que a História Universal foi separada em dois blocos – Antes e depois da origem da Vida – e por não ter nenhum elo natural ligando como ponte os dois blocos, surgiu um abismo que agora estão preenchendo com teorias misticas, as quais não estão resistindo à avalancha de dados vindo do espaço e obrigam os astronomos a ficarem remendando o modêlo errado aqui, acolá… até que um dia se arrebente de todo.

O modêlo cosmológico da Matrix/DNA é simples de tudo, se quero entender as coisas do céu vejo o que o céu produziu aqui. A Navalha de Ockham deveria ser aplicada ao modêlo dêles.

Veja a seguir o link para o artigo relacionado a êste tema:

Asteróides Visitados por Sondas Humanas

Asteróides Visitados por Sondas Humanas

Battered Asteroid Lutetia a Rare Relic of Earth’s Birth

SPACE.COM

http://www.space.com/13597-asteroid-lutetia-earth-birth.html

Date: 11 November 2011 Time: 03:03 PM ET

Assim… até eu acerto!

sexta-feira, novembro 11th, 2011

11/11/2011 Bonito número, não? Na minha previsão de profeta, é o dia em que o mundo vai acabar…

… para quem morrer hoje…

Universidade Americana Ensinando com Base na Fórmula Matrix/DNA Que veio da Selva Amazônica?!

sexta-feira, novembro 11th, 2011

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Fui surpreendido (quando buscava no Google repercussões dêste website ) que a idéia da Matrix está fazendo sucesso no mundo ao descobrir que a …

PRINCETON UNIVERSITY

http://www.princeton.edu/main/

Criou agora um novo curso denominado:

Energy and Form

Veja em: http://registrar.princeton.edu/course-offerings/course_details.xml?courseid=000304&term=1114

Cujo sub-titulo de apresentação é:

This course will familiarize participants with the basic theories and practices of ecological design in architecture. It will promote professional practices that foster environmentally sound design decision-making and achieve beneficial social and economic outcomes. It will investigate how designing within the matrix of natural systems and processes can enhance both the experiential and poetic dimensions of architecture. (Eu já percebí e disse aqui muitas vêzes que a fórmula da Matrix pode inspirar uma nova onda, um novo estilo, de criação na arte e na poesia… mas não tinha notado que tambem o pode na arquitetura).

Ahhhh… se eu pudesse fazer êste curso…!

Atenção Govêrno do Brasil! Mande estudantes brasileiros fazerem êste curso! Êle está baseado na mais importante fórmula natural para uma ecologia sustentável!

Bem… o curso é lançado em Spring 2010-2011. Como posso comprovar com os certificados de direitos autorais mencionados na pagina Home dêste website, registrei o nome “Matriz dos Sistemas Naturais” e a sua fórmula a mais de 20 anos atrás, no Brasil e no USA, e começou a ser divulgado com êste website em 2009. Tenho notado no “Awstats” (?) do meu website que dentre os visitantes tem havido muitos “hits” vindo da região de Princeton. Antes dos 20 anos atrás eu nunca tinha visto qualquer publicação, nem na Internet, com êste nome. Quero acreditar que são meras coincidências (brasileiro nunca vai acreditar e aceitar-se como criativo de algo que poderia inspirar o primeiro mundo. Nós fomos condicionados pelo império português e as familias da elite que há 500 anos dominam o Brasil a acreditar que somos intelectualmente incapazes…). Mas… porque não? Alguem viu a fórmula na Internet e por ser expert em arquitetura descobriu uma utilidade que eu, não sendo arquiteto, nunca descobriria. Êste curso é referente a projetos ecológicos. Veja meu desenho e projeto aqui no site no artigo intitulado intitulado ” Fábrica Ecológica na Fórmula da Matrix/DNA “, (pode googlar esta frase), feito há muitos anos atrás. Meras coincidências?!

Fábrica Ecológica pela Fórmula da Matrix/DNA

Fábrica Ecológica pela Fórmula da Matrix/DNA

Já descobrí que meus desenhos de células inspiradas na fórmula da Matrix/DNA estão sendo vistos no mundo tôdo por qualquer estudante que tem de fazer um trabalho escolar sôbre diferenças entre células animal e vegetal (experimente Googlar isso, em “imagens” ( em inglês tambem) e verás como o Google está ajudando a Matrix pondo minhas imagens em primeiro lugar nas buscas. Já descobrí que minhas imagens foram imprimidas no caderno educativo do segundo grau do Govêrno do Rio Grande do Sul. Acho que êles estavam “googlando” em busca das melhores imagens, viram as da Matrix, pensaram que era coisa de Americanos em inglês e simplesmente copiaram, para meu orgulho, por saber que hoje cêrca de 10 milhões de crianças carregam minhas imagens dentro de suas mochilas. (veja a cópia no link que coloquei ao lado direito da pagina Home).

O filme Matrix foi lançado 4 anos depois de eu enviar meu material para registro na Biblioteca Publica dos EUA. Quando assistí o filme e ví os códigos da matrix correndo no fundo da tela não pude evitar a exclamação: “Plagiaram meu material e tôda a idéia!” Mas fizeram algo comercial, distorcendo os fatos para o supersensacionalismo! Existe a Matrix, de fato ela chegou aqui enviada por uma “máquina” mas não essa fantasiosa máquina do filme e sim a maquina natural newtoniana que é a fórmula dos sistemas galácticos. Terei que tentar denunciar isto?”

Mas fui pesquisar os motivos dos irmãos autores do livro Matrix, o qual relata que são muito cultos e versados na pesquisa de correntes de pensamentos e autores que eu tambem lí quando era jovem, e cheguei à conclusão que, estando a Matrix registrada no nosso código genético, nos nossos neuronios, apenas esperando que alcancemos o nivel intelectual necessário para descobri-la, deverá haver uma onda no inconsciente coletivo da Humanidade com intuições cada vez mais nítidas na direção de sua descoberta. Então não era plagio: a coincidência de nossas idéias eram explicadas. E a mesma causa pode explicar agora a inspiração que tiveram os autores do curso.

No caso de usarem o material dêste website para fins educacionais, de utilidade publica, como deixei bem claro na pagina Home, está totalmente liberado, gratuítamente. Só tenho a alertar que qualquer menção a qualquer texto dêste website tem que ter a palavra “TEORIA” bem declarada, não vamos enganar nossas crianças, desencaminhando-as do seu caminho na busca da VERDADE – se a fórmula estiver errada!

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Enviei o seguinte e-mail para os professores do curso:

Congratulations! The idea is great!

I am suggesting that you must see the theoretical formula of “ The Universal Matrix/DNA of Natural Systems and Life’s Cycles”. (Google this name).

I think it can suggest some good inspirations in your field. See also the diagram/software for an “ecologic factory by Matrix formula” in the article “Fábrica Ecológica na Fórmula da Matrix/DNA” , Portuguese section.

I am the author of that website and despite it is under copyright, as I says in the Home page, anything can be used grateful if for educational purposes.

Ahhhh… I am also remembering now something for you: Do you know this?

From Wikipedia

Choice architecture

Choice architecture describes the way in which decisions are influenced by how the choices are presented (in order to influence the outcome), and is a term used by Cass Sunstein and economist Richard Thaler in the 2008 book Nudge: Improving Decisions about Health, Wealth, and Happiness.[1] Parallels are drawn between choice architecture and traditional architecture.

Cheers… Louis Morelli (New York)

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Detalhes do Curso na Princeton ficam aqui registrados para futuras pesquisas da Matrix/DNA:

Sample reading list:
Wood/Andraos, Above the Pavement the Farm
Kunstler, Howard, World Made by Hand: A Novel
Pollan, Michael, The Omnivore’s Dilemma: A Natural History of Four Meals
Steel, Carolyn, Hungry City: How Food Shapes Our Lives
Wright, Frank Lloyd, The Living City
See instructor for complete list

Reading/Writing assignments:
1. Development and presentation of case studies highlighting ecological design. 2. Site analysis and conceptual designs of small bio-climatically designed housing unit. 3. Larger complex site development of an institutional project – by team. 4. Final project submittals with supporting narratives. Alternative to 3 and 4 is a 20 pp. research case study to also be presented in class.

Requirements/Grading:
Paper in lieu of Final – 30%
Design Project – 30%
Papers – 20%
Class/Precept Participation – 20%

Other Requirements:
Not Open to Freshmen.

Schedule/Classroom assignment:

Class number : 40970

Section : S01

Time: 1:30 pm – 4:20 pm

Days: T

Room: Architecture Building N106

Enrollment: Enrolled:8 Limit:15

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