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Astronomia: Formação das Galáxias, Novo Golpe No Modêlo Acadêmico e Nova Evidência para Matrix/DNA

segunda-feira, novembro 7th, 2011

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Herschel paints new story of galaxy evolution

ESA – Space Agency

http://www.esa.int/esaSC/SEM2Y40UDSG_index_0.html

13 September 2011

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O observatório de infravermelho espacial Herschel ajuda a reescrever a evolução do Cosmos

O Universo – Eternos Aprendizes

O observatório de infravermelho espacial Herschel ajuda a reescrever a evolução do Cosmos

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Comentário da Matrix/DNA

O Modêlo Cosmológico Acadêmico – isto é, a visão do mundo ou interpretação das informações captadas no mundo pelos seres humanos, da elite intelectual moderna – sugere que ao nível de organização astronomica da matéria existe muita violência, o que significaria que a metade dos ciclos evolutivos naturais correspondente ao estado de caos predominariam sôbre a outra metade que é correspondente ao estado de ordem tambem nos céus, como acontece na biosvera terrestre. Por sua vez, o modêlo cosmológico da Teoria da Matrix/DNA sugere o contrário, que a nivel astronomico predomina os processos do estado de ordem. Como consequencia dessa visão extrapolando o caos terrestre e antropocêntrico para o Cosmos, psicologia que tem dominado a evolução do pensamento dentro das universidades, os fenômenos celestes necessitam de eventos violentos para suas explições acadêmicas, tais como as hipóteses de colisões entre astros e galáxias, hipotética existência de buracos negros canibais e piratas do espaço, explosões de supernovas, etc. E a maior violência original de tôdas, a hipótese do Big Bang.

Os modêlos da Matrix/DNA foram calculados como se os eventos e processos no Cosmos seriam à imagem e semelhança dos eventos e processos conhecidos nos sistemas biológicos, ou seja, a Vida. Quanto á formação de galáxias e estrêlas, êste modêlo sugere então os processos conhecidos como aplicados aqui na formação de sistemas celulares. As novas imagens do Hershel não significam muito para a Matrix/DNA porque, como tenho explicitado em outros artigos, são informações colhidas e captadas pelos sensores eletro-mecânicos conectados a um computador, o que significa que estas mesmas informações, se captadas pelos sensores biológicos conectados a um cérebro biológico seriam interpretadas diferentemente. Alem disso os objetos da imagem estão a uma distância proibitiva para conclusões e testamentos cientificos. Mas são as imagens mais próximas de um objeto que já obtivemos e o significante para a Matrix/DNA é que, à primeira vista, a interpretação mais sensata corrobora as sugestões de seus mod6elos e sua sugestão da dominancia do estado de ordem no Cosmos.

Para células se dividirem e se multiplicarem em novas células, não ocorre colisões entre células já existentes. Aliás, não conhecemos nenhum fato real comprovadamente cientifico que indique a Natureza aplicar êste tipo de processo. Colisões fragmentam objetos e geralmente os fragmentos resultantes resultam em partes diferentes entre si.

Sempre será necessário lembrar que o processo pelo qual as modernas células se originam e se multiplicam não é o mesmo processo pelo qual a primeira célula se originou. Portanto a fórmula apresentada pela Teoria da Matrix/DNA para a origem de uma galáxia se refere à primeira galáxia, ou às primeiras, como deve ter ocorrido, com a sua criação ocorrendo em diferentes regiões. As galáxias posteriores devem terem surgidos do material deixado por galáxias mortas, sendo que o processo de suas formações é bem descrito nos modêlos de reciclagem da Matrix/DNA.

Para mim seria muito melhor que os meus modêlos estivessem errados e os modêlos acadêmicos estivessem corretos. Como eu nunca ganho nada de concreto com isso tudo – o que obtenho de concreto é sempre proveniente do trabalho braçal produtivo – tenho que apoiar o que a Humanidade e nossas herdeiras gerações vão ganhar. combatendo as causas do que vão perder. E a Humanidade perderia muito menos se uma teoria de um unico individuo esteja errada que se a teoria da maioria estiver errada. Mas infelizmente quem decide isso é a Natureza e não as minhas vontades, e a Natureza está decidindo contra minhas vontades ao decidir a meu favor, por paradoxal que isto possa parecer.

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Textos Significativos dos Artigos:

O observatório espacial de infravermelho Herschel da ESA (Agência Espacial Européia) constatou evidências de que não é imprescindível que as galáxias tenham que forçosamente colidir umas com as outras para impulsionar um vigoroso pulso de nascimento de novas estrelas. Esta nova descoberta contraria uma hipótese antiga sobre os processos cósmicos e descreve nova imagem majestosa de como as galáxias evoluem.

Estas observações são inéditas uma vez que o Herschel tem a capacidade de estudar uma ampla gama da luz no espectro do infravermelho.

Elas revelam o quadro mais completo do nascimento estelar, de uma forma jamais vista.

A teoria anterior

Sabemos por pesquisas anteriores que a taxa de formação estelar atingiu seu ponto máximo no início do universo, há cerca de 10 bilhões de anos (o Universo tem cerca de 13,7 bilhões de anos de idade). Naquela época, algumas galáxias estavam se formando estrelas a uma taxa de dez ou mesmo centenas de vezes mais forte do que está acontecendo em nossa galáxia hoje.

Comparando com as observações do Universo mais próximo que nos cerca, taxas de natalidade estelar tão elevadas são muito mais raras e sempre parecem ser causadas por galáxias em colisão. Portanto, os astrônomos tinham assumido que esta regra prevaleceria também ao longo da história do Cosmos desde os primórdios.

Herschel nos mostra agora que este não é o cenário observado quando se olha para as galáxias que estão muito distantes, ou seja, como elas se apresentavam há cerca de 10 bilhões de anos.

Um novo quadro majestoso

David Elbaz, da CEA Saclay, França, e colegas, ao analisar os dados de Herschel, descobriram que as colisões de galáxias desempenharam um papel de menor importância ao fomentar do nascimento de estrelas no passado, embora algumas galáxias jovens atuarem violentamente, criando estrelas em um ritmo furioso.

Ao comparar a quantidade de luz infravermelha liberada por essas galáxias em diferentes comprimentos de onda, a equipe demonstrou que a taxa de natalidade estelar depende da quantidade de gás envolvida, se não ocorrerem colisões galácticas.

O gás é a matéria-prima para a construção de estrelas e este trabalho revela uma relação relativamente simples: quanto mais gás contém uma galáxia, mais estrelas nascem.

Isso se aplica a galáxias atuais (as que residem próximas de nós) porque, depois de formar estrelas por mais de 10 bilhões de anos, esgotaram a maior parte da sua matéria-prima gasosa original.

A pesquisa traça um novo quadro dos nascimentos das estrelas, muito mais imponente do que antes, com a maioria das galáxias assentadas no espaço, crescendo de forma lenta e natural a partir dos gases atraídos dentro do seu ambiente.

Göran Pilbratt, cientista do projeto Herschel para a ESA, esclareceu: “Herschel foi projetado para estudar a história da formação de estrelas ao longo do tempo cósmico. Estas novas observações mudam nossa percepção da história do universo.”

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Comentários da Matrix/DNA publicados em outros sites:

O Universo – Eternos Aprendizes

Hello, Universo… obrigado pela informação…

Existe outra teoria cujos modêlos registrados a 30 anos atrás estão mais coerentes com essa nova imagem e suas interpretações. As formações de galáxias recentes são processos diferentes da formação das galáxias nas origens do Universo, assim como a formação das células mudaram êsse processo depois da formação da primeira célula. Segundo os modêlos da Teoria da Matrix/DNA sugerem, estas galáxia referentes á imagem está sendo formada pelo material de uma galáxia morta, ou seja, simples reciclagem. se interessar, vide artigo explicativo “Astronomia: Formação das Galáxias, Novo Golpe No Modêlo Acadêmico e Nova Evidência para Matrix/DNA” em http://theuniversalmatrix.com . Abraços…