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Deepak Chopra e sua produção como slogans publicitários em placas à beira de nossa estrada: para considerar ou ignorar?

quarta-feira, novembro 9th, 2011

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Novo artigo no conceituado HuffingtonPost, do autor Deepak Chopra, merece que façamos uma pausa em nossa correria para refletir, assim como nos é impossivel evitar quando – sob o constante bombardeio dos anuncios da Coca-Cola – refletimos se devemos ou não tomar uma Coca-Cola. O conteúdo dentro da embalagem Deepak Chopra, segundo diz o anuncio, é “guia para o melhor viver”, assim como os ingredientes dentro da Coca-Cola, segundo o anuncio é “substância para a saúde e o prazer”. Mas dos atingidos pelos anuncios e dos consumidores ninguem conhece a fórmula e sabe o que há dentro.

Deepak Chopra

Deepak Chopra

Podemos reunir mentalmente os apelos do anuncio, a embalagem que conhecemos, as propriedades que sentimos no liquido, os efeitos que conhecemos, e sair-mo-nos com uma conclusão. Veja como eu fiz isso com o produto vendido por Chopra, antes de você, quais as minhas conclusões, para você se aparelhar melhor já conhecendo a minha experiencia e obter um melhor resultado na sua reflexão. O artigo de Chopra vai aqui copiado abaixo para que vamos fazendo sua tradução á medida que o tempo permite, e agradeceremos se alguem colaborar.

Deepak tem uma elogiável habilidade para estudar um tema, um método que consiste primeiro em reunir tôdas as variáveis relacionadas ao fenômeno, todos os jogadores, inquirir suas interações, e produzir uma analise final do jogo. O problema é que êle escolhe temas que não são resolvidos por êste método. Como nêste artigo, o tema da causa fundamental de existir sofrimento e prazer. Esta causa não existe contida num estádio de futebol onde o observador pode assistir o jogo e fazer uma análise. Esta causa participa de um jogo num estádio do tamanho do Universo e quiçá, maior que êle, portanto, como se pode analizar um jogo que não se pode assistir?!

Para começar, êle não enxergou no jogo alguns dos jogadores, assim não viu tôdas as conexões dos times, todos os lances da jogada. Existem pessoas com outras cosmovisões que encontram suas explicações que Deepak não considerou em sua lista. Por exemplo, a cosmovisão da Matrix/Dna com estas suas explicações:

O nosso mundo é um processo de reprodução genética de – seja lá o que fôr que fecundou a substância do espaço/tempo nestas regiões. Devido aos humanos estarem aqui agora carregando a evolução, o desenvolvimento do embrião, infere-se que a função dos humanos no mundo é a mesma dos genes. E devido os humanos apresentarem a propriedade da “consciência” infere-se que o “seja lá o que for” seja dotado tambem de consciência, pois tal gene, tal filho, tal pai, e por fim, tal espécie. Por ser a consciência a ultima forma emergente na evolução dêste processo de reprodução, infere-se que a ultima forma, a que vai despontar no dia do nascimento, será uma “consciência” e maior que a consciência de cada gene humano.

E qual a explicação para a existência do sofrimento e do prazer? Como sempre, vamos buscar a resposta dentro da barriga de uma mulher grávida e seu embrião, pois ali é o unico lugar conhecido onde tambem ocorre um processo de reprodução genética. Porque é que os genes e o embrião como um todo sofrem – por exemplo, quando faltam seus alimentos – e sentem prazer – por exemplo quando tem tôdas as acomodações? Sentem sofrimento por dois motivos principais:

1) Relacionados ao corpo da mãe: ou porque do seu mundo externo não vem as provisões, ou porque seu mundo externo imediato está sendo agredido, ou porque seu mundo externo tem vicios, ou porque seu mundo externo não sabe que sofrem e por isso não toma as precauções (não manda milagres) corretas.

2) Relacionados ao embrião: um embrião humano é carne e ossos ainda sem consciencia, e n6eeste caso universal é humanidade e sua “consciência coletiva” ( claro que outras consciencias em outros planetas vão entrar nisso, mas não precisamos ir a tanto agora). A Humanidade sofre porque não tem o total livre-arbitrio ( como não o tem qualquer embriào confinado em seu casulo e dependente dos humores de seu mundinho); porque os genes-individuos vivem mais para eles mesmos do que para o embrião; porque o sistema feito até agora pelos genes (o sistema social) é imperfeito.

De tudo isso se deduz que a unica coisa a fazer para vencermos as causas dos nossos sofrimentos vindos do corpo da mãe é acelerar nosso nascimento porem com a atençao voltada para fazer um embriào saudavel, sábio, perfeito. Não existe outra maneira de acelerar esse nascimento senão investigar-mos o que é e como funciona o corpo da màe, no caso, a Natureza, e isso se faz apenas com o método cientifico dirigido pelo raciocinio da filosofia naturalista. E a unica coisa a fazer para vencermos as causas do sofrimento vindas do embrião é cada um atuar como gene consciente que sua atividade no sistema, se boa ou má para o sistema, retorna com seus efeitos sôbre ele mesmo. Não ele mesmo como carne e osso, pois ele é um gene consciente que constrói um embrião feito de consciencia.

Mas existe ainda ao menos mais um fator determinante como variavel ou jogador nesta partida. Provavelmente, o “embrião –consciencia” vem sendo formado dentro de um ovo botado fora e abandonado à própria sorte, ao mesmo tempo que com a cabeça para fora e já abrindo seus olhos para o mundo arrasta êsse ovo em busca de alimento e conforto fornecidos por este mundo, ou seja, o ovo está sendo mantido dentro e protegido, guiado para o resultado final de um bom nascimento. Assim foi com todos as formas evolutivas anteriores a nós, nada existe de indicios que com a consciencia será diferente. Os azares, os acidentes, as tragédias, assim como as fortunas, os prazeres, decorrem de nossa situação de ser-mos invisiveis à màe a qual tambem não vê o mundo imediato que nos cerca, o que ele está fazendo conosco, mas a mesma mãe que sabe estar gravida e tenta fazer algo possivel por nós e nosso mundo. Novamente, muito da nossa sorte nesta situação depende das nossa inter-relações e fôrça/inteligencia/auto-defesa, do sistema social que resulta do nosso convivio.

Enfim, acho que esta cosmovisão mata tôda a charada sôbre o que devemos fazer e o que nos é possivel fazer para a balança pender para o lado dos prazeres e não dos sofrimentos: pensar-mos que somos genes, cada qual com uma pequena fração de consciencia, construindo – sabendo-o ou não – uma super-consciência.

Onde e como Deepak Chopra arrola e considera as pessoas que atuam baseadas nesta explicação em seu esquema metódico de analize? Em lugar nenhum, porque o estadio onde se desenrola esta partida é maior que o Universo onde está o observador.

Resumindo muito a cosmovisão de Chopra, ela sugere que exista uma “counciousness”cósmica, divina, que subjaz todos os eventos do mundo material. É como se fôsse a base, o leito, que comporta o oceano. Eu nunca consigo esquecer que a metade dêste mundo é caos, coisas ruins, péssimo desenho. Por isso não aceito inteiramente essa cosmovisão, ou não consigo entender o que pensaria essa “counciousness”. Certamente suas operações mentais, suas sensibilidades, não seriam como as dos humanos. Mas acho que êle tem alguma razão. Pois a cosmovisão da Matrix/DNA tambem aponta na direção que a coisa mais importante na totalidade da existência é uma “counciousness ex-machine”. Porem, uma girafa não usa e não aplica inteligência ou consciência quando cria uma nova girafa. E assim é a relação entre essa “counciousness ex-machine” com os humanos, sua cria. Uma natural reprodução genética. Os conselhos de Chopra sôbre como devemos nos comportar na vida, vem de um gene de um embrião dentro de um utero que não pode ter a menor idéia de como é o mundo lá fora. Mas desde que é um gene ao nosso lado, que tem a mesma causa final, a de construir o melhor embrião possível, que está refletindo e buscando como devemos operar, sempre que me sobra tempo dou uma olhada no que ele tem a dizer.

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Artigo:
HuffingtonPost.com
http://www.huffingtonpost.com/deepak-chopra/why-bad-things-happen_b_1079673.html
Posted: 11/9/11 10:07 AM ET

Why Do Bad Things Happen? (Part 2)
Porque as Coisas Ruins Acontecem?
Deepak Chopra.
Author, ‘War of the Worldviews’; Founder, The Chopra Foundation
Because suffering is part of human life, everyone asks why it exists, and the answers we give to
Devido ao sofrimento ser parte da vida humana, todos perguntam porque êle existe, e a rsesposta que obtemos por
ourselves make a great deal of difference. Explanations lead to action, for one thing. Billions of
nós mesmos
people choose religion as a way to accept suffering or to try and escape it. In the first post of this series we began with the opposite of religion, however. The modern tendency, deeply influenced by science, is to explain the bad things in life as random and accidental. This explanation also leads to action. If you accept that random events will bring pain into your existence, with no blame or guilt on your part and no higher being who is punishing you, you won’t behave like a devout Christian or Muslim.
The notion that science has raised us above superstition has become a stick that staunch atheists like Richard Dawkins use to beat religion over the head. Yet the issue is subtler than the war between belief and skepticism. In the world’s wisdom traditions suffering has a cause and therefore a solution — such is the message of every great spiritual guide. The answers that they delivered have shaped civilization. In the first glow of discovery, Darwin and Freud, not to mention Marx, were eager to throw out the worst of religious excess. Yet as we saw in the first post, substituting randomness for God was not a psychological step forward. An accidental universe is almost impossible to live with for creatures like us who shape our existence to be meaningful.
If the good parts of your life are to have meaning, the same must be true of the bad parts. That, too, is a continual message delivered by the world’s wisdom traditions. How, then, are the dark and the light related to each other? There are cosmic answers to this question, and by a kind of trickle down effect, the cosmic answer turns into the answer we accept in normal, everyday existence.
Here are the basic choices for how the two aspects of life, pain and pleasure, came to exist.
1. Two universal forces contend for control of creation, one being good, the other evil. Human beings are caught in this titanic struggle between light and darkness.
2. Creation cannot exist without destruction. These forces are not opposites but two sides of the same eternal process.
3. The only real existence transcends good and evil. All events that we perceive as good or evil, pleasurable or painful, are illusions compared to the “real” reality, which is whole and therefore not divided into opposites.
4. Creation was originally good, with no blemishes, and life was without suffering. Then sin entered the world through human error and disobedience. After that disastrous event, creation changed.
5. The cosmos is presided over by higher beings who sport with humans. Our experience of pleasure and pain reflects a game that is played out beyond our ability to comprehend it.
6. The cosmos is in the state of constant evolution. Good and evil, pleasure and pain are prompts to guide us forward in our own evolution.
7. The relationship between this world of light and darkness and some other world cannot be known. Going beyond pleasure and pain reveals a kind of emptiness, which is the only escape route, despite our yearning for higher purpose.
Although there are countless variations on these seven themes, they will serve as a template for how people explain good and evil as cosmic forces. For the devout, there is no mixing of stories — a fundamentalist, whether Christian or Muslim, adheres to the teachings of his faith. Yet increasingly we feel confused; some bits and pieces of each explanation tug at us. On some days we watch the news and an airplane crash is shrugged off as a terrible accident. On other days a well-known villain gets his comeuppance, and we tell ourselves that good has won out over evil; a just punishment has been rendered.
Confusion makes it more difficult to lead a meaningful life. In the back of our minds, we’d prefer to know, with some certainty, that our lives mean something, that we aren’t pawns in a game of blind chess. In an effort to tell yourself a consistent story about who you are and why you are here, you can’t escape the temptation to choose a cosmic explanation, even if it’s the explanation that rests on randomness. Depending on which explanation you finally accept, your whole life will unfold along a path. Call it a spiritual path or not, the implications are spiritual. You are testing through your daily actions how the universe works; you are making a silent wager over the state of your soul (for atheists, the wager is that the soul doesn’t exist).
In later posts we’ll see how each of the seven cosmic explanations alters your existence and guides your choices in life. As a preview, here are the primary decisions that each of us can choose:
1. You can live to obey God and resist the temptations of the Devil.
2. You can choose the most creative life.
3. You can decide to offer yourself in service to others.
4. You can seek to purify yourself of sin or bad karma.
5. You can pursue enlightenment in order to go beyond the world of illusion.
6. You can work to maximize your inner potential, speeding up the process of evolution.
7. You can become a co-creator of your own reality, aligning yourself with cosmic intelligence.
These are big choices based on big stories about how creation works. They are the most fascinating issues but also the most troubling that we face every day. Your ability to settle these issues becomes the most important power you possess, once you realize how deeply your life reflects the workings of the universe.

Fábrica Ecológica na Fórmula da Matrix/DNA

quarta-feira, novembro 9th, 2011

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A FÁBRICA ECOLÓGICA

                                       A FÁBRICA ECOLÓGICA

Modêlo de uma fábrica cujos produtos nunca se tornam lixo e economiza recursos não-renováveis da Natureza. Esta fórmula é a mesma que a Natureza aplica no céu produzindo os sistemas astronômicos fechados em si mesmos, perpétuamente auto-recicláveis e que não produzem lixo de espécie alguma. Buracos negros geram sistemas estelares que vivem e morrem tornando-se poeira estelar que se tornam buracos negros que geram novos sistemas estelares. Enquanto isto os astros produzem produtos derivados como os seres vivos na Terra, cometas, etc., mas a energia inicial nunca diminui porque o ciclo se bifurca em F4 emitindo energia ainda nova de volta para a caldeira rotatória – no caso, o dinheiro que mantem a fábrica.

É muito fácil salvar o planeta, a Humanidade que amamos, e as nossas próximas gerações. Basta humildemente ajoelhar-mos perante o altar da Mestra Natureza e orar-mos pedindo conselhos. Sua voz murmura em nossa consciência: “Queridos filhos humanos. Vejam como mantenho o céu limpo e com crescimento auto-sustentável. Vou-lhes ensinar a fórmula que uso desde o inicio dos tempos e que manterá sua morada saudável, limpa e ajardinada.” 

EXPLICANDO A FÓRMULA

Digamos que vamos instalar fábricas de utensílos e eletro-domésticos, carros, etc. Na primeira produção vamos ter que inserir a matéria-prima extraída da Natureza, mas também vamos parar a extração mesmo que a fábrica produza por mil anos. Na Função 1 ( transformação da matéria-prima) o minério se torna ferro, o petróleo e bauxita  se tornam plasticos, aluminio, etc.. Êsse material segue para a Função 2 ( Industrialização) onde se torna nos produtos finais. Daqui os produtos seguem para a Função 3 de onde serão distribuidos para os postos de venda na Função 4. Neste estágio o circuito se bifurca criando um ramo lateral que retorna à fábrica: trata-se do dinheiro pago pelos compradores que irá manter a fábrica e recompensa-la com seu lucro. Enquanto isso o fluxo circular continua para a Função 6 que representa a casa onde o consumidor está usando o produto. Óbviamente o produto vai se desgastar ( no céu e com as estrêlas que começam a envelhecer a Mestra Natureza explica que está aplicando a entropia termodinâmica, aquela que possibilita a perpetuação da existência dos sistemas), e quando cessa sua utilidade é transportado do consumidor para o estágio ou Função 7, que é o cemitério do produto e inicio de sua reciclagem. Nêste estágio o produto se divide nas partes que permanecem em bom estado e no mesmo modêlo do ano do produto novo e nas partes não recuperáveis que são trituradas e decompostas em matéria-prima. A primeira parte vai direto para a Função 2 e a segunda parte vai para a Função 1. Alguém viu algum lixo produzido nêste processo? Alguém ouvirá na calada da noite a Terra gemendo, ou sentirá a Terra tremer pela dor se tôdas as fábricas nêste modêlo não vão esburacar sua pele para extrair matéria-prima ou para sugar de suas veias o petróleo? 

Óbviamente que agora começam os senões mas com boa vontade e mais consultas no altar da grande mestra, tudo pode ser resolvido. Por exemplo, como motivar um consumidor que tem um produto da marca “Tal” inutilizado, encaminhar este produto para a Fábrica Tal? Êle receberá uma pequena quantia ou um ticket que servirá como pagamento para a entrada de novo produto, um ticket maior se êle mesmo levar o produto à fábrica, ou um ticket menor se um terceiro fizer as coletas, e êste receberá pelo seu trabalho a diferença entre os tickets maior e menor. 

Se você está consciente da tragédia que representa a alteração do equilíbrio termodinâmico do planeta e o preço cada vez mais elevado que vamos pagar devido ao atual modêlo das fábricas, da poluição, do fim das matérias-primas, você veste agora a camisa da Humanidade, sai de cima do muro e vem juntar-se a nós. Para iniciar com muita disposição e energia temos duas sugestões e estaremos aguardando as suas valiosas sugestões.

1) Particípe de um abaixo-assinado que será encaminhado a todos os govêrnos  exigindo que tomem as iniciativas, seja pelo setor publico ou privado, para que seja imediatamente construída uma  fábrica como experiência/protótipo. Inclusive deixe claro que o politico que não inserir esta prioridade no seu plano de govêrno não ganhará seu voto;

2) Como é temerário esperar por terceiros nesta emergência, ponha seu nome e e-mail na lista dos que se disporão a serem sócios acionistas desta fábrica-modêlo que nós mesmos vamos iniciar, dispondo-se a (se após consultar-mos a legislação e ver como funciona essa coisa de sociedade anômina e ver-mos que a lista de abaixo-assinados completar um numero que julguemos ser suficiente para iniciar a emprêsa), a adquirir pelo menos uma cota/ação num valor próximo entre R$ 5,00 (cinco reais) que será decidido pela primeira assembléia que lançará a fundação da sociedade anônima.  A maneira para comunicar sua disposição é acessar o website http://theuniversalmatrix.com , procurar êste artigo e deixar nome e e-mail no campo para comentários ( ou então escrever sugerindo outra maneira de se saber quem deseja participar). Desde já esclareço que não serei líder, nem tesoureiro, mas  como você apenas mais um sócio que participará das assembléias. Façamos como que nossos herdeiros aplaudam nossas decisões  e cantem nosso sucesso ao invés de chorarem amargamente o nosso fracasso. 

                                                                    Louis Morelli

          

Aos Deserdados – A Cultura Virtual da Matrix: Como Ela Está Operando-nos Sem que o Percebamos

quarta-feira, novembro 9th, 2011

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Êste capitulo é proibido a quem tem ou foi criado numa casa familiar, a não ser que, mesmo tendo tido estas privilegiadas condições, se simpatiza com o conceito e ideal de Jesus Cristo encriptado no título “A Sagrada Familia Universal”.

.Eu sonhei a vida tôda em entrar num campus universitário. É minha natureza estudar, aprender tudo o que é fenomeno natural, como hobby, embasado num ideal: a liberdade da Humanidade só se dará pelo conhecimento da Natureza Universal e seu consequente contrôle. Mas nunca mo permitiram. Porque a sociedade humana está baseada na familia nuclear, e as familias nucleares escravizam os que nascem sem ou fora da familia nuclear. Êstes são os escravos modernos que fazem todo o trabalho sujo para as familias nucleares. E isso tem que mudar, não me escravizarão jamais e por se apossarem do pedaço de terra que a mim me caberia por direito ao nascer, com familia ou sem familia, suficiente para produzir o meu consumo e assim ser livre, estou em guerra contra esta sociedade. Nem mais, nem menos e ponto final. O objetivo dêste capitulo de denuncia da cultura virtual falaciosa é avisar os outros deserdados que eu existo, que estou na batalha, e que nêste lugar se aceita deserdados-soldados que estão ou queiram entrar na batalha. Com um aviso: meus ancestrais trabalharam no e para construir o Brasil. É apenas nêste país que tenho o direito de participar na reforma do sistema social.

E um segundo aviso:

Elegí como minha preferida a cosmovisão da Matrix/DNA. No Nosso entender a Matrix/DNA tem 3 faces: a) A face de sistema fechado em si mesmo; b) A face de sistema aberto de si mesmo; c) A face transcendente.

A cultura virtual humana é dirigida pela face “A” da Matrix. Isto porque a matéria natural universal tornou-se um sistema fechado no ancestral comum a todos os seres vivos – LUCA – o qual está encriptado na carga genética humana e no ambiente da biosfera caótica, e a LUCA convem esta cultura que é um processo para auto- reconstruir se através da Humanidade. Apesar de ser oposta, a Face “B” não é a ideal e não tornaria a Humanidade feliz, livre e soberana. Mas é a unica arma a ser construída que pode anular a força da Face “A”. Por isso nossa ideologia atual de fato e premente é a da Face “B”. Mas sabemos que a face unicva ideal é a “C”. Por isso, nosso planejamento de sistema social pela face “B” já contem em si os caminhos para a Face “C”.

Quem saiu da civilização para a selva virgem por quase uma década e retornou, surpreendeu-se com o estado de alienação geral sôbre a natureza humana das pessoas “normais”. Os fatos reais naturalistas foram varridos para baixo do tapête ou transmutados por simbolos e uma realidade virtual ganhou vida própria condicionando a mente humana a desviar-se cada vez mais dos seus processos físicos vitais.

Alguns exemplos:

Primeiro Exemplo:

Fulano se vangloria de ser trabalhador, honesto, bom cidadão, e é bem suscedido fianceiramente porque é sábio, tem “os pés no chão”.

Um breve investigação sôbre o que significa para êle êstes nomes, que são simbolos, códigos, da linguagem, que devem representar fenômenos e eventos naturais, revela que sua mente está totalmente desviada do racionalismo natural. Êle “trabalha” num banco privado ( esta atividade não é “trabalhar” no sentido literal que significa trabalho, e participa de uma quadrilha como é todo banco privado), onde ocupa cargo hierárquico superior no setor de empréstimos ( se apodera do dinheiro feito por uma maquina do povo e empresta para quem a familia dona do banco “escolhe”, iniciando aí uma das linhas de corrupção mais cancerosas no corpo da Humanidade), usa gravata ( um homem que se diz sério se comporta como qualquer dondoca, pondo uma fita de pano colorido no pescoço sem utilidade nenhuma, nem como resguardo contra o clima), carro importado (provavelmente cheio de supérfluos inuteis que consomem a energia do trabalho da Humanidade, destrói os recursos naturais e alimenta empregos em outros países suprimindo-o dos seus concidadãos), etc.

Mas vejamos isso mais “naturalmente”. Um homem em sua vida come mais ou menos quarenta toneladas de vegetais ( contando-se os vegetais transformados nas carnes que estão nos super-mercados), e êle nunca produziu com suas mãos, um pé de alface sequer. Tem várias casas inclusive sua mansão, o que consumiria milhares de horas de duro trabalho humano, mas êle nunca nada fêz com suas mãos no setor de construção.

Então tem que ter outros humanos que trabalharam para produzir suas 40 toneladas consumidas e mais uma parte que é usurpada para sustentar o bancário, porque o alimento do “bancário” foi certamente produzido por mãos humanas. E tem outros humanos que trabalharam as tantas horas para fazerem as suas casas onde vivem e mais tantas horas foram absorvidas para fazer as casas do “bancário”, porque casas não surgem por milagres, são feitas com o duro trabalho humano.

Mas se êstes homens investiram seus tempos, suas energias, seus custos de vida, e se prestaram à tortura do trabalho braçal em horas extras, para entregar os seus produtos finais ao “bancário”, quais foram os produtos que o “bancário” lhes entregou em troca, nos quais tenha investido seu tempo, sua energia, seu custo de vida, e se prestado à tortura do trabalho braçal?

Nenhum. Assim funciona a escravidão pela cultura virtual. Entorpece a inteligencia dos trabalhadores humanos tornando-os “trouxas”, prêsas dóceis para predadores, com jargões como “o bom trabalhador”. Ora quem destina o fruto de seu trabalho para alimentar parasitas da Humanidade não é bom em nada!

Mas porque a Face Negra da Matrix – LUCA – cria êste processo dentro da própria Humanidade, quando quem se beneficia são alguns humanos e não ela? Porque a fórmula de sistema fechado em si mesmo é uma máquina perfeita, que para funcionar precisa de peças perfeitas. As peças não podem ter livre-arbitrio, independencia, tem que serem mecanicas. E neste reino biosférico biológico, os humanos serão uma das peças principais da engrenagem, junto com outros elementos da biosfera. Mas humanos tiveram uma mutação genética que não permitiu a Luca implantar ainda seu sistema: foi a energencia da mente, a qual é uma identidade individual. As peças tem que perderem qualquer tipo de identidade própria. O condicionamento cultural pelas elites que apenas beneficia a elite e não ainda a face negra da Matrix, é uma etapa no processo da Matrix, que corresponde a quando usamos uma lixa para aparar as imperfeições de uma peça. A elite é a ferramenta, a lixa. os seres humanos estando sendo “polidos” para se tornarem as peças perfeitas. A ironia é que as elites estarão no mesmo “saco dos humanos”, quando a Matrix Negra se implantar de vez. Ou melhor: ia, queria. Porque ao invés de ser escravizada, antes a mente humana despertou, nós desmascaramos a Face Negra, e não permitiremos que a reprodução genética de LUCA se realize aqui.

As definições originais dos nomes “trabalho”, “honestidade”, “bom cidadão”, “bem suscedido devido às qualidades dêstes nomes” , e “sábio porque tem os pés no chão”, foram totalmente deturpadas, transmutadas para fatos que significam justamente o seu oposto! Terá sido o acobertamento do solo natural pela camada de asfalto o que separou a mente humana do racionalismo natural?

A definição lógica naturalmente racional para êste bancário é: parasita predador da Humanidade. E todos os parasitas predadores que não sabem que o são procurarão mil falácias para reagirem com as palavras:

– “Você é comunista, isto é socialismo, você está fora da realidade do mundo moderno, está exagerando, etc.”

Porem o fato real natural apontado por mim não foi mencionado, não foi sequer pensado, já foi esquecido, não foram feitas contas no papel, e da mente doente brotou mais simbolos que nada tem a ver com aquêles fatos. É um ciclo vicioso, onde o virtual se retroalimenta com seu próprio virtual. Tudo é fantasiado e a fantasia fornece os argumentos com os quais os invidividuos se auto-enganam. mas não enganam a mim nem a Deus. O que se consome não cai do céu por mágica, é feito pela tortura humana, antes fde nascer todo ser humano estava préviamente condenado a essa maldição do “comerás o pão com o suor de teu rosto”, e só existe uma maneira de se livrar do trabalho torturador braçal e routineiro: vampirizar, sugar, a energia de outro ser humano. Para quem não concordar, me aponte um jeito, apenas um, de fazer o pão aparecer na mesa, da casa ser construída, que esteja dentro das regras do bom humano para a Humanidade, sem ser através da tortura no trabalho braçal.

Bancos privados tem que serem eliminados. O dinheiro que é produzido por uma maquina que pertence ao povo da nação tem que ir para três bancos do povo: a) o banco da cidade, cujos proprietarios são todos os moradores de uma cidade; o banco do estado, dos moradores de um estado; e o banco do país, dos moradores do país.

Bancos privados são de quadrilhas e usados por privilegiados parasitas. Todos os que de alguma forma trabalham, vende para, ou usam, bancos privados, são inimigos da Humanidade.

Segundo Exemplo:

– “Ora… dirá alguem – o médico, por exemplo: êle nunca se torturou desta maneira nêste trabalho, mas se tortura com seu trabalho e assim fornece um produto real em troca dos que recebe para seu consumo…”
– “Negativo… responderei – ” os médicos estão recebendo 50 vêzes mais por hora de trabalho que o trabalghador que lhe está fornecendo o consumo. Todos os trabalhos reais, que produzem produtos reais, tem que receber o mesmo valor em pagamento. Qualquer desvio nessa regra, é doença no sistema social.Isto é roubo, uma agressão contra a Humanidade.”
– “Mas o médico se sacrificou seis anos nos estudos sem ganhar nada…”
– ” Todo estudante de carreiras que produzem produtos reais devem receber por hora de estudo o mesmo valor dos que trabalham, pago pelo sistema social que se encarrega de fixar o excedente a ser produzido por cada trabalhador para os estudantes. Se a todo mundo quando jovem, a quem for apresentado duas opções: “Você quer ir para a enxada e a pá de cimento como aqu6eles ali, olhe, ou quer ir para ali, olha lá, o campus universitário?” – haveria algum débil mental que escolheria a pá de cimento?!

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Lista de Denuncias da Cultura Virtual Moderna Dirigida pela Face “A” da Matrix:

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Esta denuncia será extraída do artigo abaixo, quando o tempo nos permitir. Uma pérfida e maligna constatação de como a mente dos jovens estudantes é desviada pela cultura virtual do que deveria ser uma sadia educação na Humanidade. Todos sabemos que 70% do que se ensina nas escolas, do conteudo dos curriculuns educacionais de todos os países, é lixo, que nunca será utilizado pelos adultos na vida real. E o que deveria ser ensinado nas escolas (agricultura, construção civil, industrialização, extração mineral, quimica/fisica/biologia pratica, eletricidade, mecânica, serviços maternais e paternais, computação, etc.), não o é para gerar essa multidão de adultos incapazes, dependentes, e sem vinculos com a natureza real. Quem são os traidores educadores, os capatazes humanos que se venderam inconscientemente à Matrix, responsáveis por êste crime contra a Humanidade? Mas note-se a sutilidade do comando da Matrix: isso vem a séculos em todos os países, é denunciado quase todos os dias, e nunca ninguem atuou com energia para combatê-lo! O condicionamento mental é universal!

Destaco já do artigo esta frase: “A test that can determine a student’s future life chances should surely relate in some practical way to the requirements of life. I can’t see how that could possibly be true of the test I took.”

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Estudantes do Inutil na Cultura Virtual da Face Negra da Matrix

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When an adult took standardized tests forced on kids

By Valerie Strauss

The Washington Post

http://www.washingtonpost.com/blogs/answer-sheet/post/when-an-adult-took-standardized-tests-forced-on-kids/2011/12/05/gIQApTDuUO_blog.html

This was written by Marion Brady, veteran teacher, administrator, curriculum designer and author:

By Marion Brady

A longtime friend on the school board of one of the largest school systems in America did something that few public servants are willing to do. He took versions of his state’s high-stakes standardized math and reading tests for 10th graders, and said he’d make his scores public.

By any reasonable measure, my friend is a success. His now-grown kids are well-educated. He has a big house in a good part of town. Paid-for condo in the Caribbean. Influential friends. Lots of frequent flyer miles. Enough time of his own to give serious attention to his school board responsibilities. The margins of his electoral wins and his good relationships with administrators and teachers testify to his openness to dialogue and willingness to listen.

He called me the morning he took the test to say he was sure he hadn’t done well, but had to wait for the results. A couple of days ago, realizing that local school board members don’t seem to be playing much of a role in the current “reform” brouhaha, I asked him what he now thought about the tests he’d taken.

“I won’t beat around the bush,” he wrote in an email. “The math section had 60 questions. I knew the answers to none of them, but managed to guess ten out of the 60 correctly. On the reading test, I got 62% . In our system, that’s a “D”, and would get me a mandatory assignment to a double block of reading instruction.

He continued, “It seems to me something is seriously wrong. I have a bachelor of science degree, two masters degrees, and 15 credit hours toward a doctorate.

“I help oversee an organization with 22,000 employees and a $3 billion operations and capital budget, and am able to make sense of complex data related to those responsibilities.

“I have a wide circle of friends in various professions. Since taking the test, I’ve detailed its contents as best I can to many of them, particularly the math section, which does more than its share of shoving students in our system out of school and on to the street. Not a single one of them said that the math I described was necessary in their profession.

“It might be argued that I’ve been out of school too long, that if I’d actually been in the 10th grade prior to taking the test, the material would have been fresh. But doesn’t that miss the point? A test that can determine a student’s future life chances should surely relate in some practical way to the requirements of life. I can’t see how that could possibly be true of the test I took.”

Here’s the clincher in what he wrote:

“If I’d been required to take those two tests when I was a 10th grader, my life would almost certainly have been very different. I’d have been told I wasn’t ‘college material,’ would probably have believed it, and looked for work appropriate for the level of ability that the test said I had.

“It makes no sense to me that a test with the potential for shaping a student’s entire future has so little apparent relevance to adult, real-world functioning. Who decided the kind of questions and their level of difficulty? Using what criteria? To whom did they have to defend their decisions? As subject-matter specialists, how qualified were they to make general judgments about the needs of this state’s children in a future they can’t possibly predict? Who set the pass-fail “cut score”? How?”

“I can’t escape the conclusion that decisions about the [state test] in particular and standardized tests in general are being made by individuals who lack perspective and aren’t really accountable.”

There you have it. A concise summary of what’s wrong with present corporately driven education change: Decisions are being made by individuals who lack perspective and aren’t really accountable.

Those decisions are shaped not by knowledge or understanding of educating, but by ideology, politics, hubris, greed, ignorance, the conventional wisdom, and various combinations thereof. And then they’re sold to the public by the rich and powerful.

All that without so much as a pilot program to see if their simplistic, worn-out ideas work, and without a single procedure in place that imposes on them what they demand of teachers: accountability.

But maybe there’s hope. As I write, a New York Times story by Michael Winerip makes my day. The stupidity of the current test-based thrust of reform has triggered the first revolt of school principals.

Winerip writes: “As of last night, 658 principals around the state (New York) had signed a letter — 488 of them from Long Island, where the insurrection began — protesting the use of students’ test scores to evaluate teachers’ and principals’ performance.”

One of those school principals, Winerip says, is Bernard Kaplan. Kaplan runs one of the highest-achieving schools in the state, but is required to attend 10 training sessions.

“It’s education by humiliation,” Kaplan said. “I’ve never seen teachers and principals so degraded.”

Carol Burris, named the 2010 Educator of the Year by the School Administrators Association of New York State, has to attend those 10 training sessions.

Katie Zahedi, another principal, said the session she attended was “two days of total nonsense. I have a Ph.D., I’m in a school every day, and some consultant is supposed to be teaching me to do evaluations.”

A fourth principal, Mario Fernandez, called the evaluation process a product of “ludicrous, shallow thinking. They’re expecting a tornado to go through a junkyard and have a brand new Mercedes pop up.”

My school board member-friend concluded his email with this: “I can’t escape the conclusion that those of us who are expected to follow through on decisions that have been made for us are doing something ethically questionable.”

He’s wrong. What they’re being made to do isn’t ethically questionable. It’s ethically unacceptable. Ethically reprehensible. Ethically indefensible.

How many of the approximately 100,000 school principals in the U.S. would join the revolt if their ethical principles trumped their fears of retribution? Why haven’t they been asked?